03/07/2026 20:35h

Valores foram operados no Plano Safra, crescimento de 47% em relação ao ano anterior e mais de 84 mil famílias atendidas

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O Banco da Amazônia alcançou o maior Plano Safra da Agricultura Familiar de sua história no ano safra 2025/2026. A instituição ofereceu R$ 2,868 bilhões em crédito contratado para o segmento, considerando operações próprias e repasses, resultado 47% superior ao registrado no Plano Safra anterior. Somente nas operações realizadas diretamente pelo Banco, o volume chegou a R$ 2,177 bilhões, alta de 29% em relação ao ciclo 2024/2025.

Os dados refletem a mudança na atuação do Banco da Amazônia junto aos agricultores familiares da Região Norte. Entre os ciclos de 2023 a 2026, o volume contratado chegou a R$ 6,185 bilhões, crescimento de 238% em comparação ao período de 2019 a 2022, quando foram contratados R$ 1,831 bilhão.

Para o presidente do Banco da Amazônia, Luiz Lessa, o resultado reforça o papel da instituição como agente de desenvolvimento da região e o braço direito do Governo Federal na execução de políticas públicas na Região Norte. “É a demonstração de que o Banco da Amazônia está ampliando o acesso ao financiamento, fortalecendo pequenos produtores e contribuindo para a geração de renda nos territórios da Região Norte. Esse resultado confirma o compromisso do Banco com quem produz, movimenta a economia local e ajuda a promover o desenvolvimento econômico e social da Amazônia”, afirmou em nota.

Oportunidades

Mais do que aumento nos valores movimentados, as operações garantiram mais oportunidades para as comunidades nortistas. O número de famílias atendidas quase dobrou no último triênio, saindo 45.938 no período de 2019 a 2022 para 84.255 entre 2023 e 2026, um crescimento de 83%.

Para Lessa, o desempenho mostra que o crescimento ocorreu de forma pulverizada, com ampliação efetiva e democratização do acesso ao crédito em todos os estados da região. “Quando olhamos para a quantidade de contratos, clientes e famílias atendidas, vemos uma evolução muito expressiva. Isso mostra a democratização do crédito, a busca pela desburocratização, o acesso mais facilitado e uma pulverização maior para os produtores da região”, avaliou.

Nos últimos três anos, o banco registrou 152.898 contratos no âmbito do Plano Safra da Agricultura Familiar, alta de 186% em relação aos 53.502 contratos do mesmo período anterior. Essas operações foram contratadas em 438 dos 450 municípios da Região Norte, o equivalente a 97% de cobertura.

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03/07/2026 19:00h

O sorteio da Lotofácil 3726 ocorre na noite desta sexta-feira (03), no ESPAÇO DA SORTE em São Paulo (SP)

O sorteio da Lotofácil concurso 3726 acontece nesta sexta-feira, 03 de julho de 2026, a partir das 21h (horário de Brasília). Realizado pela Caixa Econômica Federal, o evento será transmitido ao vivo pelas redes oficiais. Acompanhe aqui a cobertura completa e confira os números assim que forem divulgados oficialmente.

Qual o valor das apostas da LotoFácil?

A aposta mínima, de 15 números, custa R$ 3,50 com chance de 1 em 3.268.760 e a máxima custa R$ 46.512 com chance de 1 em 211.

Quantidade de números jogados

Valor da aposta

15

R$ 3,50

16

R$ 48,00

17

R$ 408,00

18

R$ 2.448,00

19

R$ 11.628,00

20

R$ 46.512,00

Quando acontecem os sorteios da Lotofácil

De segunda-feira a sábado, às 21h.

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03/07/2026 18:30h

O TEMPO E A TEMPERATURA: sábado (4) será de tempo firme e temperaturas amenas na Região Centro-Oeste

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O sábado (4) será de céu com poucas nuvens e tempo firme em praticamente toda a Região Centro-Oeste, conforme previsão do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Em Brasília, o dia começa com temperatura mínima de 15°C e máxima prevista de 26°C. O céu permanece com poucas nuvens durante todo o dia.
Em Goiânia, o cenário é semelhante. A capital terá mínima de 13°C e máxima de 28°C, com umidade relativa do ar variando entre 40% e 90%.
Em Mato Grosso, Cuiabá registra mínima de 16°C e máxima de 28°C. A atuação da massa de ar frio deixa as manhãs mais agradáveis antes da elevação gradual das temperaturas durante a tarde.
Em Campo Grande, o frio é mais intenso nas primeiras horas do dia. A mínima chega aos 13°C, enquanto a máxima alcança 28°C, sob predomínio de poucas nuvens.
Na Região Centro-Oeste, a umidade relativa do ar varia entre 40% e 100%
Apesar do tempo firme, a umidade relativa do ar merece atenção, principalmente em Goiás e no Distrito Federal, onde os índices ficam próximos de 40% durante a tarde, valor considerado de atenção para a saúde. A recomendação é reforçar a hidratação e evitar atividades físicas nos horários mais quentes.

5 motivos para acompanhar as previsões do tempo

  • Agricultura: garantia de uma boa colheita;
  • Marinha: proteção de marinheiros, navios e passageiros;
  • Aeronáutica: segurança de pilotos, aeronaves e passageiros;
  • Pesca: condições favoráveis e seguras para a atividade;
  • Turismo: garantia de passeios e viagens tranquilas e agradáveis.

Importância das observações meteorológicas no INMET

As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).

As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

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03/07/2026 18:20h

Frente fria mantém muitas nuvens e chuva isolada no Rio de Janeiro e em São Paulo; Minas Gerais e Espírito Santo terão variação de nebulosidade.

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O sábado (4) será marcado por muitas nuvens e temperaturas mais amenas na Região Sudeste, conforme previsão do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). A atuação de uma frente fria sobre o oceano mantém o tempo instável, principalmente em áreas de São Paulo e do Rio de Janeiro.
Na capital paulista, o dia será de muitas nuvens e chuva isolada entre a manhã e a tarde. As temperaturas variam entre 10°C e 17°C, mantendo a sensação de frio durante boa parte do dia.
No Rio de Janeiro, o céu permanece encoberto, com previsão de chuva isolada a partir da tarde. A temperatura máxima não passa dos 24°C, refletindo a influência da massa de ar frio.
Em Belo Horizonte, o tempo segue mais estável, com poucas nuvens durante a maior parte do dia e aumento da nebulosidade à noite. Os termômetros variam entre 13°C e 28°C.
Já em Vitória, predominam muitas nuvens durante todo o sábado, mas sem previsão de chuva significativa. A temperatura varia entre 18°C e 28°C.
O destaque da região continua sendo a queda das temperaturas em São Paulo e Rio de Janeiro, típica da atuação da frente fria neste início de julho.
A umidade relativa do ar varia bastante na região. Os menores índices são registrados em Belo Horizonte, com mínima de 35%, enquanto Vitória chega a 50%, Rio de Janeiro a 50% e São Paulo a 70%
 

5 motivos para acompanhar as previsões do tempo

  • Agricultura: garantia de uma boa colheita;
  • Marinha: proteção de marinheiros, navios e passageiros;
  • Aeronáutica: segurança de pilotos, aeronaves e passageiros;
  • Pesca: condições favoráveis e seguras para a atividade;
  • Turismo: garantia de passeios e viagens tranquilas e agradáveis.

Importância das observações meteorológicas no INMET

As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).

As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

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03/07/2026 18:10h

Belém, Macapá, Manaus e Boa Vista têm previsão de chuva ao longo do dia; tempo firme predomina em Tocantins.

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A previsão do tempo para este sábado (4) indica condições de instabilidade em boa parte da Região Norte. De acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), áreas do Amazonas, Pará, Amapá e Roraima devem registrar pancadas de chuva, que podem vir acompanhadas de trovoadas isoladas em alguns momentos do dia.
No Pará, o destaque é para Belém, onde a previsão indica pancadas de chuva pela manhã, céu encoberto durante a tarde e chuva isolada à noite. Em Macapá, o cenário é semelhante, com pancadas de chuva e possibilidade de trovoadas isoladas principalmente no período da tarde.
Em Manaus, o sábado será de muitas nuvens, com chuva isolada pela manhã e à noite, além de pancadas acompanhadas de trovoadas isoladas durante a tarde. Boa Vista também permanece sob instabilidade, com previsão de chuva ao longo do dia e trovoadas isoladas no período vespertino.
Acre, Rondônia e Tocantins apresentam condições mais estáveis. Em Rio Branco e Porto Velho, o céu permanece bastante nublado, mas sem previsão significativa de chuva. 
As temperaturas seguem elevadas na maior parte da região, chegando aos 34°C em Belém e Palmas e aos 33°C em Manaus e Porto Velho.
A umidade relativa do ar permanece elevada na maior parte da Região Norte, favorecendo a formação de nuvens carregadas. Os índices variam entre 25% e 97%, com o menor valor registrado em Palmas durante a tarde. Nas demais capitais, a umidade mínima fica entre 30% e 70%

5 motivos para acompanhar as previsões do tempo

  • Agricultura: garantia de uma boa colheita;
  • Marinha: proteção de marinheiros, navios e passageiros;
  • Aeronáutica: segurança de pilotos, aeronaves e passageiros;
  • Pesca: condições favoráveis e seguras para a atividade;
  • Turismo: garantia de passeios e viagens tranquilas e agradáveis.

Importância das observações meteorológicas no INMET

As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).

As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

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03/07/2026 18:00h

Pancadas de chuva atingem capitais do litoral, enquanto o interior segue com tempo mais seco e temperaturas elevadas.

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A previsão do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) indica um sábado (4) de muita nebulosidade e chuva em grande parte do litoral da Região Nordeste.
No Maranhão, a capital São Luís terá chuva isolada pela manhã e pancadas de chuva entre a tarde e a noite. No Ceará, Fortaleza registra pancadas de chuva isoladas pela manhã e precipitações mais intensas ao longo da tarde e da noite.
Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Natal, João Pessoa e Recife também terão pancadas de chuva durante boa parte do dia. As precipitações devem ocorrer principalmente entre a manhã e a tarde, mantendo o céu bastante encoberto.
Na faixa leste da região, Salvador, Aracaju e Maceió permanecem com muitas nuvens durante todo o sábado. Apesar do predomínio da nebulosidade, a possibilidade de chuva é menor em comparação ao litoral norte.
Já no interior nordestino, especialmente no Piauí, o tempo segue firme. Teresina terá muitas nuvens, máxima de 33°C e umidade relativa do ar variando entre 30% e 70%, exigindo atenção com a hidratação durante os períodos mais quentes.
As temperaturas seguem elevadas em praticamente toda a região, variando entre 20°C e 33°C nas capitais.

5 motivos para acompanhar as previsões do tempo

  • Agricultura: garantia de uma boa colheita;
  • Marinha: proteção de marinheiros, navios e passageiros;
  • Aeronáutica: segurança de pilotos, aeronaves e passageiros;
  • Pesca: condições favoráveis e seguras para a atividade;
  • Turismo: garantia de passeios e viagens tranquilas e agradáveis.

Importância das observações meteorológicas no INMET

As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).

As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

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03/07/2026 18:00h

Desde 2023, quase 3 mil áreas rurais brasileiras passaram a contar com internet móvel de quarta geração

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Nos últimos três anos, mais de 470 localidades rurais no Ceará passaram a contar com sinal de internet 4G. A iniciativa do Ministério das Comunicações (MCom) ampliou o acesso à conectividade em regiões afastadas dos grandes centros e integra uma estratégia nacional para reduzir desigualdades digitais. Ao todo, 2.902 áreas rurais de todas as regiões do país foram atendidas com a expansão do acesso à internet móvel.

A chegada do 4G permite que moradores do interior tenham acesso a serviços digitais diretamente pelo celular, como educação a distância, atendimento em saúde, serviços públicos e operações bancárias digitais. Além disso, os moradores do campo podem  acessar ferramentas que contribuem para o desenvolvimento da economia agrícola local.  

Na avaliação do ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho, levar o 4G para o interior é uma etapa essencial para ampliar a inclusão digital em todo o território  nacional. O chefe da pasta destacou, ainda, os impactos da conectividade para a população rural:

“Conectar as áreas rurais faz parte de um desafio ainda maior: incluir todos os brasileiros no mundo digital. Nossa meta é aproximar as pessoas dos serviços básicos essenciais, da telemedicina e da educação a distância, além de tornar o pequeno produtor mais autônomo, ao permitir o acesso a bancos e plataformas governamentais diretamente pelo celular, sem precisar sair de sua propriedade”, disse o ministro. 

Expansão do 4G no campo

A expansão da cobertura móvel já levou o sinal 4G a quase 3 mil áreas afastadas dos centros urbanos, distribuídas em todas as regiões do país. 

A Região Nordeste lidera a conectividade no interior, com 956 localidades rurais atendidas pela tecnologia desde 2023. 

Veja a distribuição das localidades atendidas por região:

  • Nordeste: 956;
  • Sudeste: 749;
  • Sul: 571; 
  • Norte: 426; 
  • Centro-Oeste: 200.

Para que o sinal 4G chegue às zonas rurais, é necessário um processo que envolve planejamento, instalação de infraestrutura, autorizações de radiofrequência, licenciamento das estações e adequações ambientais, com a obtenção de licenças ambientais municipais. A estrutura das torres de telefonia pode alcançar quase 32 metros de altura para ampliar a área de cobertura do sinal. 

A expansão do 4G integra um conjunto de políticas públicas de telecomunicações, incluindo compromissos assumidos no leilão do 5G. Além disso, conta com ações coordenadas pelo Grupo de Implantação do Processo de Redistribuição e Digitalização de Canais de TV e RTV (Gired), responsável por medidas que ampliam o uso eficiente da infraestrutura de telecomunicações, permitindo expandir a conectividade móvel para regiões rurais e remotas. 

Por meio do modelo de leilão reverso, as operadoras apresentam propostas para levar conectividade a localidades selecionadas, com prioridade para as empresas que oferecem o menor valor de subsídio necessário para a implantação da infraestrutura.

O MCom também participa do Gired, que reúne representantes da Anatel, radiodifusores e operadoras de telecomunicações. 

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03/07/2026 17:30h

Desde 2023, quase 3 mil áreas rurais brasileiras passaram a contar com internet móvel de quarta geração

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Nos últimos três anos, mais de 30 localidades rurais em Sergipe passaram a contar com sinal de internet 4G. A iniciativa do Ministério das Comunicações (MCom) ampliou o acesso à conectividade em regiões afastadas dos grandes centros e integra uma estratégia nacional para reduzir desigualdades digitais. Ao todo, 2.902 áreas rurais de todas as regiões do país foram atendidas com a expansão do acesso à internet móvel.

A chegada do 4G permite que moradores do interior tenham acesso a serviços digitais diretamente pelo celular, como educação a distância, atendimento em saúde, serviços públicos e operações bancárias digitais. Além disso, os moradores do campo podem  acessar ferramentas que contribuem para o desenvolvimento da economia agrícola local.  

Na avaliação do ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho, levar o 4G para o interior é uma etapa essencial para ampliar a inclusão digital em todo o território  nacional. O chefe da pasta destacou, ainda, os impactos da conectividade para a população rural:

“Conectar as áreas rurais faz parte de um desafio ainda maior: incluir todos os brasileiros no mundo digital. Nossa meta é aproximar as pessoas dos serviços básicos essenciais, da telemedicina e da educação a distância, além de tornar o pequeno produtor mais autônomo, ao permitir o acesso a bancos e plataformas governamentais diretamente pelo celular, sem precisar sair de sua propriedade”, disse o ministro. 

Expansão do 4G no campo

A expansão da cobertura móvel já levou o sinal 4G a quase 3 mil áreas afastadas dos centros urbanos, distribuídas em todas as regiões do país. 

A Região Nordeste lidera a conectividade no interior, com 956 localidades rurais atendidas pela tecnologia desde 2023. 

Veja a distribuição das localidades atendidas por região:

  • Nordeste: 956;
  • Sudeste: 749;
  • Sul: 571; 
  • Norte: 426; 
  • Centro-Oeste: 200.

Para que o sinal 4G chegue às zonas rurais, é necessário um processo que envolve planejamento, instalação de infraestrutura, autorizações de radiofrequência, licenciamento das estações e adequações ambientais, com a obtenção de licenças ambientais municipais. A estrutura das torres de telefonia pode alcançar quase 32 metros de altura para ampliar a área de cobertura do sinal. 

A expansão do 4G integra um conjunto de políticas públicas de telecomunicações, incluindo compromissos assumidos no leilão do 5G. Além disso, conta com ações coordenadas pelo Grupo de Implantação do Processo de Redistribuição e Digitalização de Canais de TV e RTV (Gired), responsável por medidas que ampliam o uso eficiente da infraestrutura de telecomunicações, permitindo expandir a conectividade móvel para regiões rurais e remotas. 

Por meio do modelo de leilão reverso, as operadoras apresentam propostas para levar conectividade a localidades selecionadas, com prioridade para as empresas que oferecem o menor valor de subsídio necessário para a implantação da infraestrutura.

O MCom também participa do Gired, que reúne representantes da Anatel, radiodifusores e operadoras de telecomunicações. 

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03/07/2026 17:00h

Desde 2023, quase 3 mil áreas rurais brasileiras passaram a contar com internet móvel de quarta geração

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Nos últimos três anos, mais de 170 localidades rurais no Rio Grande do Norte passaram a contar com sinal de internet 4G. A iniciativa do Ministério das Comunicações (MCom) ampliou o acesso à conectividade em regiões afastadas dos grandes centros e integra uma estratégia nacional para reduzir desigualdades digitais. Ao todo, 2.902 áreas rurais de todas as regiões do país foram atendidas com a expansão do acesso à internet móvel.

A chegada do 4G permite que moradores do interior tenham acesso a serviços digitais diretamente pelo celular, como educação a distância, atendimento em saúde, serviços públicos e operações bancárias digitais. Além disso, os moradores do campo podem  acessar ferramentas que contribuem para o desenvolvimento da economia agrícola local.  

Na avaliação do ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho, levar o 4G para o interior é uma etapa essencial para ampliar a inclusão digital em todo o território  nacional. O chefe da pasta destacou, ainda, os impactos da conectividade para a população rural:

“Conectar as áreas rurais faz parte de um desafio ainda maior: incluir todos os brasileiros no mundo digital. Nossa meta é aproximar as pessoas dos serviços básicos essenciais, da telemedicina e da educação a distância, além de tornar o pequeno produtor mais autônomo, ao permitir o acesso a bancos e plataformas governamentais diretamente pelo celular, sem precisar sair de sua propriedade”, disse o ministro. 

Expansão do 4G no campo

A expansão da cobertura móvel já levou o sinal 4G a quase 3 mil áreas afastadas dos centros urbanos, distribuídas em todas as regiões do país. 

A Região Nordeste lidera a conectividade no interior, com 956 localidades rurais atendidas pela tecnologia desde 2023. 

Veja a distribuição das localidades atendidas por região:

  • Nordeste: 956;
  • Sudeste: 749;
  • Sul: 571; 
  • Norte: 426; 
  • Centro-Oeste: 200.

Para que o sinal 4G chegue às zonas rurais, é necessário um processo que envolve planejamento, instalação de infraestrutura, autorizações de radiofrequência, licenciamento das estações e adequações ambientais, com a obtenção de licenças ambientais municipais. A estrutura das torres de telefonia pode alcançar quase 32 metros de altura para ampliar a área de cobertura do sinal. 

A expansão do 4G integra um conjunto de políticas públicas de telecomunicações, incluindo compromissos assumidos no leilão do 5G. Além disso, conta com ações coordenadas pelo Grupo de Implantação do Processo de Redistribuição e Digitalização de Canais de TV e RTV (Gired), responsável por medidas que ampliam o uso eficiente da infraestrutura de telecomunicações, permitindo expandir a conectividade móvel para regiões rurais e remotas. 

Por meio do modelo de leilão reverso, as operadoras apresentam propostas para levar conectividade a localidades selecionadas, com prioridade para as empresas que oferecem o menor valor de subsídio necessário para a implantação da infraestrutura.

O MCom também participa do Gired, que reúne representantes da Anatel, radiodifusores e operadoras de telecomunicações. 
 

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03/07/2026 16:30h

Desde 2023, quase 3 mil áreas rurais brasileiras passaram a contar com internet móvel de quarta geração

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Nos últimos três anos, mais de 50 localidades rurais no Piauí passaram a contar com sinal de internet 4G. A iniciativa do Ministério das Comunicações (MCom) ampliou o acesso à conectividade em regiões afastadas dos grandes centros e integra uma estratégia nacional para reduzir desigualdades digitais. Ao todo, 2.902 áreas rurais de todas as regiões do país foram atendidas com a expansão do acesso à internet móvel.

A chegada do 4G permite que moradores do interior tenham acesso a serviços digitais diretamente pelo celular, como educação a distância, atendimento em saúde, serviços públicos e operações bancárias digitais. Além disso, os moradores do campo podem  acessar ferramentas que contribuem para o desenvolvimento da economia agrícola local.  

Na avaliação do ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho, levar o 4G para o interior é uma etapa essencial para ampliar a inclusão digital em todo o território  nacional. O chefe da pasta destacou, ainda, os impactos da conectividade para a população rural:

“Conectar as áreas rurais faz parte de um desafio ainda maior: incluir todos os brasileiros no mundo digital. Nossa meta é aproximar as pessoas dos serviços básicos essenciais, da telemedicina e da educação a distância, além de tornar o pequeno produtor mais autônomo, ao permitir o acesso a bancos e plataformas governamentais diretamente pelo celular, sem precisar sair de sua propriedade”, disse o ministro. 

Expansão do 4G no campo

A expansão da cobertura móvel já levou o sinal 4G a quase 3 mil áreas afastadas dos centros urbanos, distribuídas em todas as regiões do país. 

A Região Nordeste lidera a conectividade no interior, com 956 localidades rurais atendidas pela tecnologia desde 2023. 

Veja a distribuição das localidades atendidas por região:

  • Nordeste: 956;
  • Sudeste: 749;
  • Sul: 571; 
  • Norte: 426; 
  • Centro-Oeste: 200.

Para que o sinal 4G chegue às zonas rurais, é necessário um processo que envolve planejamento, instalação de infraestrutura, autorizações de radiofrequência, licenciamento das estações e adequações ambientais, com a obtenção de licenças ambientais municipais. A estrutura das torres de telefonia pode alcançar quase 32 metros de altura para ampliar a área de cobertura do sinal. 

A expansão do 4G integra um conjunto de políticas públicas de telecomunicações, incluindo compromissos assumidos no leilão do 5G. Além disso, conta com ações coordenadas pelo Grupo de Implantação do Processo de Redistribuição e Digitalização de Canais de TV e RTV (Gired), responsável por medidas que ampliam o uso eficiente da infraestrutura de telecomunicações, permitindo expandir a conectividade móvel para regiões rurais e remotas. 

Por meio do modelo de leilão reverso, as operadoras apresentam propostas para levar conectividade a localidades selecionadas, com prioridade para as empresas que oferecem o menor valor de subsídio necessário para a implantação da infraestrutura.

O MCom também participa do Gired, que reúne representantes da Anatel, radiodifusores e operadoras de telecomunicações. 
 

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03/07/2026 16:00h

Desde 2023, quase 3 mil áreas rurais brasileiras passaram a contar com internet móvel de quarta geração

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Nos últimos três anos, mais de 200 localidades rurais em Pernambuco passaram a contar com sinal de internet 4G. A iniciativa do Ministério das Comunicações (MCom) ampliou o acesso à conectividade em regiões afastadas dos grandes centros e integra uma estratégia nacional para reduzir desigualdades digitais. Ao todo, 2.902 áreas rurais de todas as regiões do país foram atendidas com a expansão do acesso à internet móvel.

A chegada do 4G permite que moradores do interior tenham acesso a serviços digitais diretamente pelo celular, como educação a distância, atendimento em saúde, serviços públicos e operações bancárias digitais. Além disso, os moradores do campo podem  acessar ferramentas que contribuem para o desenvolvimento da economia agrícola local.  

Na avaliação do ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho, levar o 4G para o interior é uma etapa essencial para ampliar a inclusão digital em todo o território  nacional. O chefe da pasta destacou, ainda, os impactos da conectividade para a população rural:

“Conectar as áreas rurais faz parte de um desafio ainda maior: incluir todos os brasileiros no mundo digital. Nossa meta é aproximar as pessoas dos serviços básicos essenciais, da telemedicina e da educação a distância, além de tornar o pequeno produtor mais autônomo, ao permitir o acesso a bancos e plataformas governamentais diretamente pelo celular, sem precisar sair de sua propriedade”, disse o ministro. 

Expansão do 4G no campo

A expansão da cobertura móvel já levou o sinal 4G a quase 3 mil áreas afastadas dos centros urbanos, distribuídas em todas as regiões do país. 

A Região Nordeste lidera a conectividade no interior, com 956 localidades rurais atendidas pela tecnologia desde 2023. 

Veja a distribuição das localidades atendidas por região:

  • Nordeste: 956;
  • Sudeste: 749;
  • Sul: 571; 
  • Norte: 426; 
  • Centro-Oeste: 200.

Para que o sinal 4G chegue às zonas rurais, é necessário um processo que envolve planejamento, instalação de infraestrutura, autorizações de radiofrequência, licenciamento das estações e adequações ambientais, com a obtenção de licenças ambientais municipais. A estrutura das torres de telefonia pode alcançar quase 32 metros de altura para ampliar a área de cobertura do sinal. 

A expansão do 4G integra um conjunto de políticas públicas de telecomunicações, incluindo compromissos assumidos no leilão do 5G. Além disso, conta com ações coordenadas pelo Grupo de Implantação do Processo de Redistribuição e Digitalização de Canais de TV e RTV (Gired), responsável por medidas que ampliam o uso eficiente da infraestrutura de telecomunicações, permitindo expandir a conectividade móvel para regiões rurais e remotas. 

Por meio do modelo de leilão reverso, as operadoras apresentam propostas para levar conectividade a localidades selecionadas, com prioridade para as empresas que oferecem o menor valor de subsídio necessário para a implantação da infraestrutura.

O MCom também participa do Gired, que reúne representantes da Anatel, radiodifusores e operadoras de telecomunicações. 
 

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03/07/2026 15:30h

Desde 2023, quase 3 mil áreas rurais brasileiras passaram a contar com internet móvel de quarta geração

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Nos últimos três anos, mais de 110 localidades rurais na Paraíba passaram a contar com sinal de internet 4G. A iniciativa do Ministério das Comunicações (MCom) ampliou o acesso à conectividade em regiões afastadas dos grandes centros e integra uma estratégia nacional para reduzir desigualdades digitais. Ao todo, 2.902 áreas rurais de todas as regiões do país foram atendidas com a expansão do acesso à internet móvel.

A chegada do 4G permite que moradores do interior tenham acesso a serviços digitais diretamente pelo celular, como educação a distância, atendimento em saúde, serviços públicos e operações bancárias digitais. Além disso, os moradores do campo podem  acessar ferramentas que contribuem para o desenvolvimento da economia agrícola local.  

Na avaliação do ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho, levar o 4G para o interior é uma etapa essencial para ampliar a inclusão digital em todo o território  nacional. O chefe da pasta destacou, ainda, os impactos da conectividade para a população rural:

“Conectar as áreas rurais faz parte de um desafio ainda maior: incluir todos os brasileiros no mundo digital. Nossa meta é aproximar as pessoas dos serviços básicos essenciais, da telemedicina e da educação a distância, além de tornar o pequeno produtor mais autônomo, ao permitir o acesso a bancos e plataformas governamentais diretamente pelo celular, sem precisar sair de sua propriedade”, disse o ministro. 

Expansão do 4G no campo

A expansão da cobertura móvel já levou o sinal 4G a quase 3 mil áreas afastadas dos centros urbanos, distribuídas em todas as regiões do país. 

A Região Nordeste lidera a conectividade no interior, com 956 localidades rurais atendidas pela tecnologia desde 2023. 

Veja a distribuição das localidades atendidas por região:

  • Nordeste: 956;
  • Sudeste: 749;
  • Sul: 571; 
  • Norte: 426; 
  • Centro-Oeste: 200.

Para que o sinal 4G chegue às zonas rurais, é necessário um processo que envolve planejamento, instalação de infraestrutura, autorizações de radiofrequência, licenciamento das estações e adequações ambientais, com a obtenção de licenças ambientais municipais. A estrutura das torres de telefonia pode alcançar quase 32 metros de altura para ampliar a área de cobertura do sinal. 

A expansão do 4G integra um conjunto de políticas públicas de telecomunicações, incluindo compromissos assumidos no leilão do 5G. Além disso, conta com ações coordenadas pelo Grupo de Implantação do Processo de Redistribuição e Digitalização de Canais de TV e RTV (Gired), responsável por medidas que ampliam o uso eficiente da infraestrutura de telecomunicações, permitindo expandir a conectividade móvel para regiões rurais e remotas. 

Por meio do modelo de leilão reverso, as operadoras apresentam propostas para levar conectividade a localidades selecionadas, com prioridade para as empresas que oferecem o menor valor de subsídio necessário para a implantação da infraestrutura.

O MCom também participa do Gired, que reúne representantes da Anatel, radiodifusores e operadoras de telecomunicações. 
 

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03/07/2026 15:00h

Desde 2023, quase 3 mil áreas rurais brasileiras passaram a contar com internet móvel de quarta geração

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Nos últimos três anos, as 26 localidades rurais do Maranhão passaram a contar com sinal de internet 4G. A iniciativa do Ministério das Comunicações (MCom) ampliou o acesso à conectividade em regiões afastadas dos grandes centros e integra uma estratégia nacional para reduzir desigualdades digitais. Ao todo, 2.902 áreas rurais de todas as regiões do país foram atendidas com a expansão do acesso à internet móvel.

A chegada do 4G permite que moradores do interior tenham acesso a serviços digitais diretamente pelo celular, como educação a distância, atendimento em saúde, serviços públicos e operações bancárias digitais. Além disso, os moradores do campo podem  acessar ferramentas que contribuem para o desenvolvimento da economia agrícola local.  

Na avaliação do ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho, levar o 4G para o interior é uma etapa essencial para ampliar a inclusão digital em todo o território  nacional. O chefe da pasta destacou, ainda, os impactos da conectividade para a população rural:

“Conectar as áreas rurais faz parte de um desafio ainda maior: incluir todos os brasileiros no mundo digital. Nossa meta é aproximar as pessoas dos serviços básicos essenciais, da telemedicina e da educação a distância, além de tornar o pequeno produtor mais autônomo, ao permitir o acesso a bancos e plataformas governamentais diretamente pelo celular, sem precisar sair de sua propriedade”, disse o ministro. 

Expansão do 4G no campo

A expansão da cobertura móvel já levou o sinal 4G a quase 3 mil áreas afastadas dos centros urbanos, distribuídas em todas as regiões do país. 

A Região Nordeste lidera a conectividade no interior, com 956 localidades rurais atendidas pela tecnologia desde 2023. 

Veja a distribuição das localidades atendidas por região:

  • Nordeste: 956;
  • Sudeste: 749;
  • Sul: 571; 
  • Norte: 426; 
  • Centro-Oeste: 200.

Para que o sinal 4G chegue às zonas rurais, é necessário um processo que envolve planejamento, instalação de infraestrutura, autorizações de radiofrequência, licenciamento das estações e adequações ambientais, com a obtenção de licenças ambientais municipais. A estrutura das torres de telefonia pode alcançar quase 32 metros de altura para ampliar a área de cobertura do sinal. 

A expansão do 4G integra um conjunto de políticas públicas de telecomunicações, incluindo compromissos assumidos no leilão do 5G. Além disso, conta com ações coordenadas pelo Grupo de Implantação do Processo de Redistribuição e Digitalização de Canais de TV e RTV (Gired), responsável por medidas que ampliam o uso eficiente da infraestrutura de telecomunicações, permitindo expandir a conectividade móvel para regiões rurais e remotas. 

Por meio do modelo de leilão reverso, as operadoras apresentam propostas para levar conectividade a localidades selecionadas, com prioridade para as empresas que oferecem o menor valor de subsídio necessário para a implantação da infraestrutura.

O MCom também participa do Gired, que reúne representantes da Anatel, radiodifusores e operadoras de telecomunicações. 
 

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03/07/2026 14:30h

Desde 2023, quase 3 mil áreas rurais brasileiras passaram a contar com internet móvel de quarta geração

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Nos últimos três anos, mais cinco localidades rurais em Alagoas passaram a contar com sinal de internet 4G. A iniciativa do Ministério das Comunicações (MCom) ampliou o acesso à conectividade em regiões afastadas dos grandes centros e integra uma estratégia nacional para reduzir desigualdades digitais. Ao todo, 2.902 áreas rurais de todas as regiões do país foram atendidas com a expansão do acesso à internet móvel.

A chegada do 4G permite que moradores do interior tenham acesso a serviços digitais diretamente pelo celular, como educação a distância, atendimento em saúde, serviços públicos e operações bancárias digitais. Além disso, os moradores do campo podem  acessar ferramentas que contribuem para o desenvolvimento da economia agrícola local.  

Na avaliação do ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho, levar o 4G para o interior é uma etapa essencial para ampliar a inclusão digital em todo o território nacional. O chefe da pasta destacou, ainda, os impactos da conectividade para a população rural:

“Conectar as áreas rurais faz parte de um desafio ainda maior: incluir todos os brasileiros no mundo digital. Nossa meta é aproximar as pessoas dos serviços básicos essenciais, da telemedicina e da educação a distância, além de tornar o pequeno produtor mais autônomo, ao permitir o acesso a bancos e plataformas governamentais diretamente pelo celular, sem precisar sair de sua propriedade”, disse o ministro. 

Expansão do 4G no campo

A expansão da cobertura móvel já levou o sinal 4G a quase 3 mil áreas afastadas dos centros urbanos, distribuídas em todas as regiões do país. 

A Região Nordeste lidera a conectividade no interior, com 956 localidades rurais atendidas pela tecnologia desde 2023. 

Veja a distribuição das localidades atendidas por região:

  • Nordeste: 956;
  • Sudeste: 749;
  • Sul: 571; 
  • Norte: 426; 
  • Centro-Oeste: 200.

Para que o sinal 4G chegue às zonas rurais, é necessário um processo que envolve planejamento, instalação de infraestrutura, autorizações de radiofrequência, licenciamento das estações e adequações ambientais, com a obtenção de licenças ambientais municipais. A estrutura das torres de telefonia pode alcançar quase 32 metros de altura para ampliar a área de cobertura do sinal. 

A expansão do 4G integra um conjunto de políticas públicas de telecomunicações, incluindo compromissos assumidos no leilão do 5G. Além disso, conta com ações coordenadas pelo Grupo de Implantação do Processo de Redistribuição e Digitalização de Canais de TV e RTV (Gired), responsável por medidas que ampliam o uso eficiente da infraestrutura de telecomunicações, permitindo expandir a conectividade móvel para regiões rurais e remotas. 

Por meio do modelo de leilão reverso, as operadoras apresentam propostas para levar conectividade a localidades selecionadas, com prioridade para as empresas que oferecem o menor valor de subsídio necessário para a implantação da infraestrutura.

O MCom também participa do Gired, que reúne representantes da Anatel, radiodifusores e operadoras de telecomunicações. 

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03/07/2026 14:00h

Desde 2023, quase 3 mil áreas rurais brasileiras passaram a contar com internet móvel de quarta geração

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Nos últimos três anos, mais 23 localidades rurais no Tocantins passaram a contar com sinal de internet 4G. A iniciativa do Ministério das Comunicações (MCom) ampliou o acesso à conectividade em regiões afastadas dos grandes centros e integra uma estratégia nacional para reduzir desigualdades digitais. Ao todo, 2.902 áreas rurais de todas as regiões do país foram atendidas com a expansão do acesso à internet móvel.

A chegada do 4G permite que moradores do interior tenham acesso a serviços digitais diretamente pelo celular, como educação a distância, atendimento em saúde, serviços públicos e operações bancárias digitais. Além disso, os moradores do campo podem  acessar ferramentas que contribuem para o desenvolvimento da economia agrícola local.  

Na avaliação do ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho, levar o 4G para o interior é uma etapa essencial para ampliar a inclusão digital em todo o território nacional. O chefe da pasta destacou, ainda, os impactos da conectividade para a população rural:

“Conectar as áreas rurais faz parte de um desafio ainda maior: incluir todos os brasileiros no mundo digital. Nossa meta é aproximar as pessoas dos serviços básicos essenciais, da telemedicina e da educação a distância, além de tornar o pequeno produtor mais autônomo, ao permitir o acesso a bancos e plataformas governamentais diretamente pelo celular, sem precisar sair de sua propriedade”, disse o ministro. 

Expansão do 4G no campo

A expansão da cobertura móvel já levou o sinal 4G a quase 3 mil áreas afastadas dos centros urbanos, distribuídas em todas as regiões do país. 

A Região Nordeste lidera a conectividade no interior, com 956 localidades rurais atendidas pela tecnologia desde 2023. 

Veja a distribuição das localidades atendidas por região:

  • Nordeste: 956;
  • Sudeste: 749;
  • Sul: 571; 
  • Norte: 426; 
  • Centro-Oeste: 200.

Para que o sinal 4G chegue às zonas rurais, é necessário um processo que envolve planejamento, instalação de infraestrutura, autorizações de radiofrequência, licenciamento das estações e adequações ambientais, com a obtenção de licenças ambientais municipais. A estrutura das torres de telefonia pode alcançar quase 32 metros de altura para ampliar a área de cobertura do sinal. 

A expansão do 4G integra um conjunto de políticas públicas de telecomunicações, incluindo compromissos assumidos no leilão do 5G. Além disso, conta com ações coordenadas pelo Grupo de Implantação do Processo de Redistribuição e Digitalização de Canais de TV e RTV (Gired), responsável por medidas que ampliam o uso eficiente da infraestrutura de telecomunicações, permitindo expandir a conectividade móvel para regiões rurais e remotas. 

Por meio do modelo de leilão reverso, as operadoras apresentam propostas para levar conectividade a localidades selecionadas, com prioridade para as empresas que oferecem o menor valor de subsídio necessário para a implantação da infraestrutura.

O MCom também participa do Gired, que reúne representantes da Anatel, radiodifusores e operadoras de telecomunicações. 

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03/07/2026 13:30h

Desde 2023, quase 3 mil áreas rurais brasileiras passaram a contar com internet móvel de quarta geração

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Nos últimos três anos, mais de 160 localidades rurais no Pará passaram a contar com sinal de internet 4G. A iniciativa do Ministério das Comunicações (MCom) ampliou o acesso à conectividade em regiões afastadas dos grandes centros e integra uma estratégia nacional para reduzir desigualdades digitais. Ao todo, 2.902 áreas rurais de todas as regiões do país foram atendidas com a expansão do acesso à internet móvel.

A chegada do 4G permite que moradores do interior tenham acesso a serviços digitais diretamente pelo celular, como educação a distância, atendimento em saúde, serviços públicos e operações bancárias digitais. Além disso, os moradores do campo podem  acessar ferramentas que contribuem para o desenvolvimento da economia agrícola local.  

Na avaliação do ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho, levar o 4G para o interior é uma etapa essencial para ampliar a inclusão digital em todo o território  nacional. O chefe da pasta destacou, ainda, os impactos da conectividade para a população rural:

“Conectar as áreas rurais faz parte de um desafio ainda maior: incluir todos os brasileiros no mundo digital. Nossa meta é aproximar as pessoas dos serviços básicos essenciais, da telemedicina e da educação a distância, além de tornar o pequeno produtor mais autônomo, ao permitir o acesso a bancos e plataformas governamentais diretamente pelo celular, sem precisar sair de sua propriedade”, disse o ministro. 

Expansão do 4G no campo

A expansão da cobertura móvel já levou o sinal 4G a quase 3 mil áreas afastadas dos centros urbanos, distribuídas em todas as regiões do país. 

A Região Nordeste lidera a conectividade no interior, com 956 localidades rurais atendidas pela tecnologia desde 2023. 

Veja a distribuição das localidades atendidas por região:

  • Nordeste: 956;
  • Sudeste: 749;
  • Sul: 571; 
  • Norte: 426; 
  • Centro-Oeste: 200.

Para que o sinal 4G chegue às zonas rurais, é necessário um processo que envolve planejamento, instalação de infraestrutura, autorizações de radiofrequência, licenciamento das estações e adequações ambientais, com a obtenção de licenças ambientais municipais. A estrutura das torres de telefonia pode alcançar quase 32 metros de altura para ampliar a área de cobertura do sinal. 

A expansão do 4G integra um conjunto de políticas públicas de telecomunicações, incluindo compromissos assumidos no leilão do 5G. Além disso, conta com ações coordenadas pelo Grupo de Implantação do Processo de Redistribuição e Digitalização de Canais de TV e RTV (Gired), responsável por medidas que ampliam o uso eficiente da infraestrutura de telecomunicações, permitindo expandir a conectividade móvel para regiões rurais e remotas. 

Por meio do modelo de leilão reverso, as operadoras apresentam propostas para levar conectividade a localidades selecionadas, com prioridade para as empresas que oferecem o menor valor de subsídio necessário para a implantação da infraestrutura.

O MCom também participa do Gired, que reúne representantes da Anatel, radiodifusores e operadoras de telecomunicações. 
 

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03/07/2026 13:00h

Desde 2023, quase 3 mil áreas rurais brasileiras passaram a contar com internet móvel de quarta geração

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Nos últimos três anos, mais 19 localidades rurais do Amapá passaram a contar com sinal de internet 4G. A iniciativa do Ministério das Comunicações (MCom) ampliou o acesso à conectividade em regiões afastadas dos grandes centros e integra uma estratégia nacional para reduzir desigualdades digitais. Ao todo, 2.902 áreas rurais de todas as regiões do país foram atendidas com a expansão do acesso à internet móvel.

A chegada do 4G permite que moradores do interior tenham acesso a serviços digitais diretamente pelo celular, como educação a distância, atendimento em saúde, serviços públicos e operações bancárias digitais. Além disso, os moradores do campo podem  acessar ferramentas que contribuem para o desenvolvimento da economia agrícola local.  

Na avaliação do ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho, levar o 4G para o interior é uma etapa essencial para ampliar a inclusão digital em todo o território nacional. O chefe da pasta destacou, ainda, os impactos da conectividade para a população rural:

“Conectar as áreas rurais faz parte de um desafio ainda maior: incluir todos os brasileiros no mundo digital. Nossa meta é aproximar as pessoas dos serviços básicos essenciais, da telemedicina e da educação a distância, além de tornar o pequeno produtor mais autônomo, ao permitir o acesso a bancos e plataformas governamentais diretamente pelo celular, sem precisar sair de sua propriedade”, disse o ministro. 

Expansão do 4G no campo

A expansão da cobertura móvel já levou o sinal 4G a quase 3 mil áreas afastadas dos centros urbanos, distribuídas em todas as regiões do país. 

A Região Nordeste lidera a conectividade no interior, com 956 localidades rurais atendidas pela tecnologia desde 2023. 

Veja a distribuição das localidades atendidas por região:

  • Nordeste: 956;
  • Sudeste: 749;
  • Sul: 571; 
  • Norte: 426; 
  • Centro-Oeste: 200.

Para que o sinal 4G chegue às zonas rurais, é necessário um processo que envolve planejamento, instalação de infraestrutura, autorizações de radiofrequência, licenciamento das estações e adequações ambientais, com a obtenção de licenças ambientais municipais. A estrutura das torres de telefonia pode alcançar quase 32 metros de altura para ampliar a área de cobertura do sinal. 

A expansão do 4G integra um conjunto de políticas públicas de telecomunicações, incluindo compromissos assumidos no leilão do 5G. Além disso, conta com ações coordenadas pelo Grupo de Implantação do Processo de Redistribuição e Digitalização de Canais de TV e RTV (Gired), responsável por medidas que ampliam o uso eficiente da infraestrutura de telecomunicações, permitindo expandir a conectividade móvel para regiões rurais e remotas. 

Por meio do modelo de leilão reverso, as operadoras apresentam propostas para levar conectividade a localidades selecionadas, com prioridade para as empresas que oferecem o menor valor de subsídio necessário para a implantação da infraestrutura.

O MCom também participa do Gired, que reúne representantes da Anatel, radiodifusores e operadoras de telecomunicações. 

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03/07/2026 12:30h

Desde 2023, quase 3 mil áreas rurais brasileiras passaram a contar com internet móvel de quarta geração

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Nos últimos três anos, mais oito localidades rurais em Rondônia passaram a contar com sinal de internet 4G. A iniciativa do Ministério das Comunicações (MCom) ampliou o acesso à conectividade em regiões afastadas dos grandes centros e integra uma estratégia nacional para reduzir desigualdades digitais. Ao todo, 2.902 áreas rurais de todas as regiões do país foram atendidas com a expansão do acesso à internet móvel.

A chegada do 4G permite que moradores do interior tenham acesso a serviços digitais diretamente pelo celular, como educação a distância, atendimento em saúde, serviços públicos e operações bancárias digitais. Além disso, os moradores do campo podem  acessar ferramentas que contribuem para o desenvolvimento da economia agrícola local.  

Na avaliação do ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho, levar o 4G para o interior é uma etapa essencial para ampliar a inclusão digital em todo o território nacional. O chefe da pasta destacou, ainda, os impactos da conectividade para a população rural:

“Conectar as áreas rurais faz parte de um desafio ainda maior: incluir todos os brasileiros no mundo digital. Nossa meta é aproximar as pessoas dos serviços básicos essenciais, da telemedicina e da educação a distância, além de tornar o pequeno produtor mais autônomo, ao permitir o acesso a bancos e plataformas governamentais diretamente pelo celular, sem precisar sair de sua propriedade”, disse o ministro. 

Expansão do 4G no campo

A expansão da cobertura móvel já levou o sinal 4G a quase 3 mil áreas afastadas dos centros urbanos, distribuídas em todas as regiões do país. 

A Região Nordeste lidera a conectividade no interior, com 956 localidades rurais atendidas pela tecnologia desde 2023. 

Veja a distribuição das localidades atendidas por região:

  • Nordeste: 956;
  • Sudeste: 749;
  • Sul: 571; 
  • Norte: 426; 
  • Centro-Oeste: 200.

Para que o sinal 4G chegue às zonas rurais, é necessário um processo que envolve planejamento, instalação de infraestrutura, autorizações de radiofrequência, licenciamento das estações e adequações ambientais, com a obtenção de licenças ambientais municipais. A estrutura das torres de telefonia pode alcançar quase 32 metros de altura para ampliar a área de cobertura do sinal. 

A expansão do 4G integra um conjunto de políticas públicas de telecomunicações, incluindo compromissos assumidos no leilão do 5G. Além disso, conta com ações coordenadas pelo Grupo de Implantação do Processo de Redistribuição e Digitalização de Canais de TV e RTV (Gired), responsável por medidas que ampliam o uso eficiente da infraestrutura de telecomunicações, permitindo expandir a conectividade móvel para regiões rurais e remotas. 

Por meio do modelo de leilão reverso, as operadoras apresentam propostas para levar conectividade a localidades selecionadas, com prioridade para as empresas que oferecem o menor valor de subsídio necessário para a implantação da infraestrutura.

O MCom também participa do Gired, que reúne representantes da Anatel, radiodifusores e operadoras de telecomunicações. 

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03/07/2026 12:00h

Desde 2023, quase 3 mil áreas rurais brasileiras passaram a contar com internet móvel de quarta geração

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Nos últimos três anos, mais oito localidades rurais em Roraima passaram a contar com sinal de internet 4G. A iniciativa do Ministério das Comunicações (MCom) ampliou o acesso à conectividade em regiões afastadas dos grandes centros e integra uma estratégia nacional para reduzir desigualdades digitais. Ao todo, 2.902 áreas rurais de todas as regiões do país foram atendidas com a expansão do acesso à internet móvel.

A chegada do 4G permite que moradores do interior tenham acesso a serviços digitais diretamente pelo celular, como educação a distância, atendimento em saúde, serviços públicos e operações bancárias digitais. Além disso, os moradores do campo podem  acessar ferramentas que contribuem para o desenvolvimento da economia agrícola local.  

Na avaliação do ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho, levar o 4G para o interior é uma etapa essencial para ampliar a inclusão digital em todo o território nacional. O chefe da pasta destacou, ainda, os impactos da conectividade para a população rural:

“Conectar as áreas rurais faz parte de um desafio ainda maior: incluir todos os brasileiros no mundo digital. Nossa meta é aproximar as pessoas dos serviços básicos essenciais, da telemedicina e da educação a distância, além de tornar o pequeno produtor mais autônomo, ao permitir o acesso a bancos e plataformas governamentais diretamente pelo celular, sem precisar sair de sua propriedade”, disse o ministro. 

Expansão do 4G no campo

A expansão da cobertura móvel já levou o sinal 4G a quase 3 mil áreas afastadas dos centros urbanos, distribuídas em todas as regiões do país. 

A Região Nordeste lidera a conectividade no interior, com 956 localidades rurais atendidas pela tecnologia desde 2023. 

Veja a distribuição das localidades atendidas por região:

  • Nordeste: 956;
  • Sudeste: 749;
  • Sul: 571; 
  • Norte: 426; 
  • Centro-Oeste: 200.

Para que o sinal 4G chegue às zonas rurais, é necessário um processo que envolve planejamento, instalação de infraestrutura, autorizações de radiofrequência, licenciamento das estações e adequações ambientais, com a obtenção de licenças ambientais municipais. A estrutura das torres de telefonia pode alcançar quase 32 metros de altura para ampliar a área de cobertura do sinal. 

A expansão do 4G integra um conjunto de políticas públicas de telecomunicações, incluindo compromissos assumidos no leilão do 5G. Além disso, conta com ações coordenadas pelo Grupo de Implantação do Processo de Redistribuição e Digitalização de Canais de TV e RTV (Gired), responsável por medidas que ampliam o uso eficiente da infraestrutura de telecomunicações, permitindo expandir a conectividade móvel para regiões rurais e remotas. 

Por meio do modelo de leilão reverso, as operadoras apresentam propostas para levar conectividade a localidades selecionadas, com prioridade para as empresas que oferecem o menor valor de subsídio necessário para a implantação da infraestrutura.

O MCom também participa do Gired, que reúne representantes da Anatel, radiodifusores e operadoras de telecomunicações. 

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03/07/2026 11:30h

Desde 2023, quase 3 mil áreas rurais brasileiras passaram a contar com internet móvel de quarta geração

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Nos últimos três anos, mais 49 localidades rurais do Amazonas passaram a contar com sinal de internet 4G. A iniciativa do Ministério das Comunicações (MCom) ampliou o acesso à conectividade em regiões afastadas dos grandes centros e integra uma estratégia nacional para reduzir desigualdades digitais. Ao todo, 2.902 áreas rurais de todas as regiões do país foram atendidas com a expansão do acesso à internet móvel.

A chegada do 4G permite que moradores do interior tenham acesso a serviços digitais diretamente pelo celular, como educação a distância, atendimento em saúde, serviços públicos e operações bancárias digitais. Além disso, os moradores do campo podem  acessar ferramentas que contribuem para o desenvolvimento da economia agrícola local.  

Na avaliação do ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho, levar o 4G para o interior é uma etapa essencial para ampliar a inclusão digital em todo o território nacional. O chefe da pasta destacou, ainda, os impactos da conectividade para a população rural:

“Conectar as áreas rurais faz parte de um desafio ainda maior: incluir todos os brasileiros no mundo digital. Nossa meta é aproximar as pessoas dos serviços básicos essenciais, da telemedicina e da educação a distância, além de tornar o pequeno produtor mais autônomo, ao permitir o acesso a bancos e plataformas governamentais diretamente pelo celular, sem precisar sair de sua propriedade”, disse o ministro. 

Expansão do 4G no campo

A expansão da cobertura móvel já levou o sinal 4G a quase 3 mil áreas afastadas dos centros urbanos, distribuídas em todas as regiões do país. 

A Região Nordeste lidera a conectividade no interior, com 956 localidades rurais atendidas pela tecnologia desde 2023. 

Veja a distribuição das localidades atendidas por região:

  • Nordeste: 956;
  • Sudeste: 749;
  • Sul: 571; 
  • Norte: 426; 
  • Centro-Oeste: 200.

Para que o sinal 4G chegue às zonas rurais, é necessário um processo que envolve planejamento, instalação de infraestrutura, autorizações de radiofrequência, licenciamento das estações e adequações ambientais, com a obtenção de licenças ambientais municipais. A estrutura das torres de telefonia pode alcançar quase 32 metros de altura para ampliar a área de cobertura do sinal. 

A expansão do 4G integra um conjunto de políticas públicas de telecomunicações, incluindo compromissos assumidos no leilão do 5G. Além disso, conta com ações coordenadas pelo Grupo de Implantação do Processo de Redistribuição e Digitalização de Canais de TV e RTV (Gired), responsável por medidas que ampliam o uso eficiente da infraestrutura de telecomunicações, permitindo expandir a conectividade móvel para regiões rurais e remotas. 

Por meio do modelo de leilão reverso, as operadoras apresentam propostas para levar conectividade a localidades selecionadas, com prioridade para as empresas que oferecem o menor valor de subsídio necessário para a implantação da infraestrutura.

O MCom também participa do Gired, que reúne representantes da Anatel, radiodifusores e operadoras de telecomunicações. 

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03/07/2026 11:00h

Desde 2023, quase 3 mil áreas rurais brasileiras passaram a contar com internet móvel de quarta geração

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Nos últimos três anos, mais quatro localidades rurais do Acre passaram a contar com sinal de internet 4G. A iniciativa do Ministério das Comunicações (MCom) ampliou o acesso à conectividade em regiões afastadas dos grandes centros e integra uma estratégia nacional para reduzir desigualdades digitais. Ao todo, 2.902 áreas rurais de todas as regiões do país foram atendidas com a expansão do acesso à internet móvel.

A chegada do 4G permite que moradores do interior tenham acesso a serviços digitais diretamente pelo celular, como educação a distância, atendimento em saúde, serviços públicos e operações bancárias digitais. Além disso, os moradores do campo podem  acessar ferramentas que contribuem para o desenvolvimento da economia agrícola local.  

Na avaliação do ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho, levar o 4G para o interior é uma etapa essencial para ampliar a inclusão digital em todo o território nacional. O chefe da pasta destacou, ainda, os impactos da conectividade para a população rural:

“Conectar as áreas rurais faz parte de um desafio ainda maior: incluir todos os brasileiros no mundo digital. Nossa meta é aproximar as pessoas dos serviços básicos essenciais, da telemedicina e da educação a distância, além de tornar o pequeno produtor mais autônomo, ao permitir o acesso a bancos e plataformas governamentais diretamente pelo celular, sem precisar sair de sua propriedade”, disse o ministro. 

Expansão do 4G no campo

A expansão da cobertura móvel já levou o sinal 4G a quase 3 mil áreas afastadas dos centros urbanos, distribuídas em todas as regiões do país. 

A Região Nordeste lidera a conectividade no interior, com 956 localidades rurais atendidas pela tecnologia desde 2023. 

Veja a distribuição das localidades atendidas por região:

  • Nordeste: 956;
  • Sudeste: 749;
  • Sul: 571; 
  • Norte: 426; 
  • Centro-Oeste: 200.

Para que o sinal 4G chegue às zonas rurais, é necessário um processo que envolve planejamento, instalação de infraestrutura, autorizações de radiofrequência, licenciamento das estações e adequações ambientais, com a obtenção de licenças ambientais municipais. A estrutura das torres de telefonia pode alcançar quase 32 metros de altura para ampliar a área de cobertura do sinal. 

A expansão do 4G integra um conjunto de políticas públicas de telecomunicações, incluindo compromissos assumidos no leilão do 5G. Além disso, conta com ações coordenadas pelo Grupo de Implantação do Processo de Redistribuição e Digitalização de Canais de TV e RTV (Gired), responsável por medidas que ampliam o uso eficiente da infraestrutura de telecomunicações, permitindo expandir a conectividade móvel para regiões rurais e remotas. 

Por meio do modelo de leilão reverso, as operadoras apresentam propostas para levar conectividade a localidades selecionadas, com prioridade para as empresas que oferecem o menor valor de subsídio necessário para a implantação da infraestrutura.

O MCom também participa do Gired, que reúne representantes da Anatel, radiodifusores e operadoras de telecomunicações. 

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03/07/2026 04:55h

Pesquisa mostra que 73% dos empresários rejeitam a redução da jornada por lei e alertam para aumento de custos, perda de competitividade e queda na produção

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Sondagem da Confederação Nacional da Indústria (CNI) mostra que 97% das indústrias brasileiras seriam impactadas por uma eventual redução da jornada de trabalho. Além disso, 73% dos empresários do setor são contrários à adoção da medida por lei

Entre as principais preocupações apontadas pelas empresas estão o aumento dos custos, a perda de competitividade e a redução da capacidade produtiva

Segundo a pesquisa, a jornada semanal de 44 horas é praticada por 85% das indústrias. Outras 12% adotam jornadas entre 40 e 44 horas, enquanto apenas 2% operam com jornadas de 36 a 40 horas. O restante (1%) utiliza outros modelos para os trabalhadores diretamente envolvidos na produção. 

Para o presidente da CNI, Ricardo Alban, esses dados mostram que uma eventual mudança na legislação teria efeitos significativos sobre a organização das cadeias produtivas, com reflexos para toda a economia. 

Esses custos tendem a se espalhar pela cadeia produtiva, afetando fornecedores, investimentos e a competitividade das empresas. E perda de competitividade significa menor capacidade de disputar mercados, produzir e crescer, o que vai se refletir na economia do país e na vida do consumidor", alerta.

Maioria rejeita mudanças na legislação

A sondagem também investigou a percepção dos industriais sobre propostas em discussão no Congresso Nacional. Os resultados mostram ampla resistência às mudanças

  • Três em cada quatro indústrias (73%) são contrárias à redução da jornada semanal de 44 para 40 horas;
  • Seis em cada dez empresas (57%) rejeitam o fim da escala 6x1.

Negociação coletiva

O levantamento também destaca o papel da negociação coletiva na definição da jornada de trabalho. Em 37% das empresas, a duração da jornada semanal é estabelecida por acordos entre empregadores e trabalhadores. Esse percentual chega a 40% nas médias empresas e a 39% nas grandes

Segundo a pesquisa, 62% das indústrias avaliam que a redução da jornada ou a proibição da escala 6x1 podem comprometer benefícios previstos nesses acordos coletivos. Apenas 20% discordam total ou parcialmente dessa avaliação, enquanto os demais adotam posição neutra. 

Debate técnico com responsabilidade

Ricardo Alban defende que a discussão sobre a redução da jornada e o fim da escala 6x1 seja conduzida com profundidade, responsabilidade e com base em dados técnicos, para que eventuais mudanças gerem benefícios para trabalhadores, empresas e para o país

Todo o setor produtivo também tem interesse que isso seja uma conquista. Também tem interesse que o nosso trabalhador possa ter mais tempo, até mesmo para consumir. Mais tempo para a sua família, mais tempo para o seu lazer, mais tempo para a sua cultura”, afirma. 

O presidente da CNI ressalta que o debate deve considerar o atual cenário econômico e geopolítico para evitar efeitos adversos sobre a atividade produtiva. 

“Não estamos nas mesmas variáveis que existiam quando foi reduzido de 48 horas para 44. As variáveis econômicas e a conjuntura geopolítica são outras. Então nós temos que trabalhar com responsabilidade para que essa conquista aconteça da forma certa, no tempo certo”, pondera.

Segundo Alban, a CNI tem levado a visão da indústria aos diferentes fóruns de debate e diálogo sobre o tema. 

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03/07/2026 04:50h

O incentivo será creditado na conta Poupança CAIXA Tem e os valores podem ser movimentados pelo App CAIXA Tem

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A CAIXA paga, nesta segunda-feira, 03 de julho, nova parcela do Programa Pé-de-Meia para os estudantes do Ensino Médio regular e Ensino Médio da Educação de Jovens e Adultos, a EJA, nascidos nos meses de setembro e outubro.

O incentivo será creditado na conta Poupança CAIXA Tem e os valores podem ser movimentados pelo App CAIXA Tem. 

O estudante pode pagar contas, fazer transferências e PIX, direto no aplicativo.

Além disso, pode movimentar os valores com o cartão do programa, fazendo compras e pagamentos.

O Programa Pé-de-Meia apoia a permanência e a conclusão escolar dos estudantes matriculados no Ensino Médio da rede pública.

Para consultar as demais datas de pagamento do programa Pé-de-Meia, acesse o site da CAIXA em www.caixa.gov.br/pedemeia

O que é o Pé-de-Meia

O Pé-de-Meia é um programa de incentivo financeiro-educacional do Governo Federal para estudantes do ensino médio público inscritos no CadÚnico. Ele funciona como uma poupança para manter a frequência e estimular a conclusão do ensino médio, reduzindo desigualdades e promovendo inclusão e mobilidade social.

Quem tem direito ao pagamento

  • Estudantes matriculados no ensino médio público e beneficiários do CadÚnico.
  • Vale para ensino regular e para EJA (Educação de Jovens e Adultos), com regras de pagamento específicas.

Como funciona o pagamento do Pé-de-Meia

  • O MEC usa dados enviados pelas redes de ensino (federal, estadual, distrital ou municipal) para identificar quem cumpre os requisitos de matrícula e frequência.
  • Com as informações validadas, o MEC autoriza as folhas de pagamento e envia à Caixa Econômica Federal, que abre as contas e realiza os pagamentos.

Valores do pagamento (ensino regular)

  • R$ 200/mês de incentivo pela frequência (saque a qualquer momento).
  • R$ 1.000 ao final de cada ano concluído (fica bloqueado e só pode ser sacado após a formatura no ensino médio).
  • Bônus de R$ 200 pela participação no ENEM.
  • Total potencial ao longo do curso: até R$ 9.200 por aluno, somando parcelas mensais, depósitos anuais e o adicional do ENEM.

Valores do pagamento (EJA)

  • R$ 200 por comprovação de matrícula (saque imediato).
  • R$ 225 por frequência (saque imediato).
  • Mantêm-se os depósitos anuais de R$ 1.000 ao concluir cada etapa do ensino médio, com saque após a formatura.

Calendário e processamento do pagamento

  • As folhas de pagamento são geradas pelo MEC com base na matrícula e frequência informadas pelas redes de ensino.
  • A Caixa processa e efetiva o pagamento nas contas abertas para os beneficiários.
  • O estudante acompanha no app “Jornada do Estudante” quando o pagamento for liberado.

Como consultar e sacar o pagamento do Pé-de-Meia

  • Consulta: pelo aplicativo Jornada do Estudante (informações de elegibilidade, parcelas e status).
  • Saque: valores mensais (R$ 200 no regular; R$ 200 + R$ 225 no EJA) podem ser sacados a qualquer momento.
  • Depósitos anuais (R$ 1.000) ficam retidos e só podem ser sacados após a conclusão do ensino médio.

Perguntas rápidas sobre o pagamento Pé-de-Meia

  • Preciso comprovar frequência? Sim. A liberação do pagamento depende da matrícula e da frequência informadas pela rede de ensino.
  • Posso sacar tudo? Não. As parcelas mensais podem ser sacadas; os R$ 1.000 anuais ficam disponíveis apenas após a formatura.
  • O ENEM é obrigatório para receber o bônus? Para o adicional de R$ 200, é necessário participar do ENEM.
  • Onde vejo se caiu o pagamento? No app Jornada do Estudante.
  • Quem resolve erros no pagamento? A rede de ensino precisa corrigir dados de matrícula/frequência; a Caixa executa o pagamento após o envio correto das folhas pelo MEC.
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03/07/2026 04:45h

Governo federal lança o PNM 2050, instrumento que organiza políticas públicas em quatro pilares, define 75 diretrizes e estabelece metas ambiciosas para um setor que já responde por 20% das exportações brasileiras

O Ministério de Minas e Energia lançou oficialmente, no dia 2 de julho, o Plano Nacional de Mineração 2050 (PNM 2050), instrumento de planejamento estratégico de longo prazo que, segundo o governo, retoma, após 15 anos de lacuna, a tarefa de organizar a política mineral brasileira com visão de futuro, metas mensuráveis e compromissos de sustentabilidade. O evento marcou também o lançamento do Referencial Básico para Mineração Brasileira Sustentável, documento complementar que estabelece diretrizes de boas práticas para o setor público e privado. Juntos, os dois instrumentos sinalizam uma inflexão na forma como o Estado brasileiro pretende conduzir uma atividade que, em 2024, foi responsável por 20% do valor total das exportações nacionais e por 33% do saldo comercial positivo do país.

Um setor maior do que aparece

Antes de entrar nos detalhes do plano, é preciso compreender o tamanho do território que ele pretende mapear. O setor mineral brasileiro responde hoje por 3,3% do Produto Interno Bruto, gera mais de 800 mil empregos diretos e cerca de 3 milhões de postos de trabalho em toda a cadeia de valor. No ano passado, produziu mais de R$ 100 bilhões em receitas públicas, dos quais quase R$ 8 bilhões apenas de Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais, a CFEM. O país detém reservas que o colocam em posição de destaque no ranking mundial: é o primeiro em nióbio, o segundo em terras raras e grafita, e o terceiro em ferro, manganês e estanho.

A secretária de Geologia, Mineração e Transformação Mineral do Ministério de Minas e Energia, Ana Paula Bittencourt, foi direta ao sublinhar a invisibilidade paradoxal do setor diante de sua relevância concreta. "É um setor que está onde muitas vezes a gente não consegue enxergar e que tem uma contribuição muito ativa e muito relevante para a construção das nossas políticas públicas, seja como insumo diretamente, seja como fonte de recursos para despesas e bens públicos", afirmou.

O cenário externo amplifica essa importância. A corrida global por minerais críticos — lítio, cobalto, terras raras, grafita, cobre, níquel — intensificada pela transição energética, pela digitalização da economia e pela necessidade de reindustrialização de grandes potências, coloca o Brasil em posição privilegiada e, ao mesmo tempo, diante de uma janela que pode se fechar se não houver ação coordenada. Minerais como ferro, cobre, lítio, níquel, grafita, terras raras, fosfato e potássio são identificados no plano como essenciais para infraestrutura, segurança alimentar, defesa nacional e produção de tecnologias limpas.

O que é o PNM 2050

O Plano Nacional de Mineração 2050 integra o sistema permanente de planejamento da política mineral brasileira, instituído pelo Decreto nº 11.108/2022, com diretrizes estabelecidas pela Resolução CNPM nº 5/2025. Sua arquitetura repousa sobre quatro pilares estruturais: sustentabilidade e valor social; segurança do suprimento mineral e aproveitamento responsável; agregação de valor e competitividade; e governança e integridade. A partir desses eixos, o plano organiza cinco objetivos estratégicos, identifica 32 desafios e define 75 diretrizes de política pública.

Os cinco objetivos estratégicos são: consolidar a mineração brasileira como sustentável e inclusiva; ampliar o conhecimento geológico e o aproveitamento dos recursos minerais; promover a agregação de valor e o adensamento produtivo; fortalecer a governança, a integridade e a transparência na mineração; e assegurar a soberania nacional e a segurança do suprimento mineral.

O instrumento, no entanto, não foi concebido como um documento estático. Sua mecânica prevê que as diretrizes do PNM 2050 sejam sucessivamente densificadas por Planos de Metas e Ações, com janelas de revisão a cada quatro anos. "O horizonte do PNM, que é o horizonte de 2050, não tem a pretensão de ser um horizonte estático", explicou Ana Paula. "O PNA necessariamente vai ser revisitado periodicamente e vai ser melhor densificado com metas e ações num outro instrumento que virá posteriormente e que tem uma janela menor, para ser revisitado."

Essa arquitetura busca, segundo a secretária, garantir que o planejamento permaneça responsivo às transformações aceleradas que têm afetado o setor mineral global. "É assim que buscamos oxigenar esse instrumento de longo prazo e dinamizar, fazer com que o nosso planejamento esteja sempre conversando com esses fatores que a gente tem visto que têm afetado cada vez mais o setor mineral brasileiro."

Metas para transformar o horizonte

O PNM 2050 é ambicioso ao estabelecer um conjunto de metas quantitativas que permitem medir o avanço do setor ao longo das próximas décadas.

Em empregos, a projeção é chegar a 1,4 milhão de postos diretos até 2050, um acréscimo de 400 mil vagas em relação ao patamar atual. Na participação do setor no PIB, a meta é saltar de 3,3% para 4,5%. A indústria de transformação mineral, hoje responsável por 51,5% do PIB setorial, deverá alcançar 65%, sinalizando uma aposta clara no adensamento produtivo e na agregação de valor — em vez da simples exportação de minério bruto.

No campo do conhecimento geológico, o plano prevê avançar de 28% para 52% no mapeamento do território em escala 1:100.000, um crescimento de 24 pontos percentuais que ampliará a base de dados para novas pesquisas e investimentos. Os recursos anuais destinados à pesquisa mineral deverão crescer de R$ 1,5 bilhão para R$ 2,7 bilhões.

Outro indicador sensível para o ambiente de negócios é o tempo médio de análise de processos minerários. O plano estabelece reduzir esse prazo de 1.563 dias para 780 dias — uma melhoria que, na prática, significa desobstruir um dos principais gargalos regulatórios do setor.

Na dimensão geopolítica, a participação do Brasil na produção mundial de minerais críticos deverá subir de 8,3% para 12,2%. E em segurança alimentar, a meta é reduzir a dependência externa de fertilizantes fosfatados e potássicos de 87,3% para 34,9% — uma das metas com maior impacto na soberania produtiva do país, dado que o Brasil é o maior consumidor mundial de fertilizantes e importa a maior parte do que utiliza.

Previsibilidade como ativo competitivo

Para João Marcos Pires Camargo, diretor do Departamento de Planejamento e Política Mineral e responsável pela coordenação técnica do plano, a iniciativa parte de uma pergunta fundamental: por que planejar? A resposta, segundo ele, vai além do comando constitucional que obriga o Estado brasileiro ao planejamento. Trata-se de conferir racionalidade e continuidade à ação pública num setor em que os ciclos de investimento são longos, os riscos são elevados e a incerteza regulatória é um fator de expulsão de capital.

Bittencourt reforçou esse argumento ao posicionar o PNM 2050 como um sinal explícito para o mercado. "Os investimentos vão migrar para onde a gente tem determinados elementos. Entre eles, a gente precisa ter a geologia — o Serviço Geológico bem sabe disso. Mas nós também precisamos de previsibilidade. E o grande diferencial que buscamos trazer aqui é a responsabilidade. Então nós temos geologia, nós precisamos trazer previsibilidade para esse capital investidor, e nós precisamos sinalizar que a forma com que isso vai ser feito aqui é muito importante. É premissa da qual o Estado brasileiro não abre mão."

A combinação de território vasto, diversidade geológica, tradição minerária e ambiente regulatório estável é identificada no plano como um diferencial competitivo que o Brasil precisa saber explorar. "A gente acredita que o Brasil e as nossas estruturas institucionais têm um diferencial, inclusive competitivo", disse a secretária.

Sustentabilidade como premissa, não como adorno

Paralelo ao PNM 2050, o lançamento do Referencial Básico para Mineração Brasileira Sustentável revela a preocupação do governo em não dissociar crescimento econômico de responsabilidade socioambiental. O documento está estruturado em três eixos: ambiental, voltado à proteção dos recursos naturais e à preservação da biodiversidade; social, que coloca as comunidades no centro do processo; e de governança, focado em transparência e ética.

O referencial se alinha aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030 da ONU e aos compromissos assumidos na Convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho, que estabelece direitos dos povos indígenas e tribais. Há também um capítulo dedicado à mineração artesanal e de pequena escala — um reconhecimento explícito de que o setor mineral brasileiro não é monolítico e que uma política pública eficaz precisa alcançar realidades muito distintas.

Bittencourt destacou o desafio de construir um instrumento de sustentabilidade que não fosse exclusivo para grandes operações. "Esse foi um grande desafio para nossa equipe: não buscar fazer um instrumento que fosse uma referência de sustentabilidade que pudesse ser aplicado só para mineração de grande porte. Nós gastamos muita energia em buscar fazer um instrumento que pudesse ser utilizado, que conversasse com as necessidades desse setor, que tem realidades tão distintas."

A secretária também fez questão de sublinhar que a sustentabilidade não foi tratada como elemento decorativo, mas como condição estrutural dos documentos. "Isso foi uma premissa básica do nosso trabalho desde o início de tudo e está permeando esses documentos."

Construção coletiva e processo participativo

O PNM 2050 foi elaborado a partir de processo de construção colaborativa que envolveu especialistas, instituições públicas, academia, setor produtivo e sociedade civil. O evento de lançamento contou com participantes presenciais e mais de 50 pessoas acompanhando remotamente, o que ilustra o alcance do interesse em torno do tema.

A secretária fez questão de reconhecer publicamente as equipes que construíram os documentos. Citou nomeadamente o Departamento de Planejamento e Política Mineral, o DPPM, sob coordenação de João Marcos Pires Camargo, e o Departamento de Transformação e Cadeia de Minerais, o DTCM. "O que eu posso dizer para vocês é que realmente foi feito — esses documentos foram feitos com espírito público muito grande, um desejo de fazer com que a mineração brasileira realmente seja feita de uma maneira diferente", afirmou Bittencourt.

Um plano que é também uma declaração de posição

Olhando em conjunto, o PNM 2050 e o Referencial Básico para Mineração Brasileira Sustentável representam mais do que instrumentos de gestão pública. Eles constituem uma declaração de posicionamento estratégico do Brasil diante de uma disputa global que já está em curso — e que se intensificará nas próximas décadas.

A transição energética, a eletrificação da mobilidade, a descarbonização da indústria e a digitalização da economia demandam quantidades crescentes de minerais que o Brasil possui em abundância. Países e blocos econômicos correm para garantir cadeias de suprimento resilientes. O Brasil, até agora, exportava em grande medida minério bruto e importava o produto industrializado — uma equação que o plano explicitamente pretende reverter ao elevar a participação da indústria de transformação de 51,5% para 65% do PIB setorial.

O desafio não é pequeno. Quinze anos sem planejamento setorial de longo prazo deixaram lacunas no mapeamento geológico, gargalos regulatórios que chegam a mais de quatro anos de espera na análise de processos e uma dependência externa em fertilizantes que compromete a soberania alimentar. O plano reconhece esses problemas e os converte em metas concretas.

Se as diretrizes se traduzirem em entregas reais nos sucessivos Planos de Metas e Ações, o Brasil poderá chegar a 2050 como protagonista no mercado global de minerais críticos, com uma indústria mais sofisticada, um ambiente regulatório mais ágil e um setor capaz de gerar riqueza sem renunciar à responsabilidade socioambiental. Se ficarem no papel, o país terá perdido mais uma janela histórica. O plano está lançado. O teste começa agora. O que se espera é que não vire “letra morta”, como ocorreu com outros planos. (Francisco Alves) .

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03/07/2026 04:45h

Desde 2023, quase 3 mil áreas rurais brasileiras passaram a contar com internet móvel de quarta geração

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Nos últimos três anos, as 43 localidades rurais da Bahia passaram a contar com sinal de internet 4G. A iniciativa do Ministério das Comunicações (MCom) ampliou o acesso à conectividade em regiões afastadas dos grandes centros e integra uma estratégia nacional para reduzir desigualdades digitais. Ao todo, 2.902 áreas rurais de todas as regiões do país foram atendidas com a expansão do acesso à internet móvel.

A chegada do 4G permite que moradores do interior tenham acesso a serviços digitais diretamente pelo celular, como educação a distância, atendimento em saúde, serviços públicos e operações bancárias digitais. Além disso, os moradores do campo podem  acessar ferramentas que contribuem para o desenvolvimento da economia agrícola local.  

Na avaliação do ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho, levar o 4G para o interior é uma etapa essencial para ampliar a inclusão digital em todo o território  nacional. O chefe da pasta destacou, ainda, os impactos da conectividade para a população rural:

“Conectar as áreas rurais faz parte de um desafio ainda maior: incluir todos os brasileiros no mundo digital. Nossa meta é aproximar as pessoas dos serviços básicos essenciais, da telemedicina e da educação a distância, além de tornar o pequeno produtor mais autônomo, ao permitir o acesso a bancos e plataformas governamentais diretamente pelo celular, sem precisar sair de sua propriedade”, disse o ministro. 

Expansão do 4G no campo

A expansão da cobertura móvel já levou o sinal 4G a quase 3 mil áreas afastadas dos centros urbanos, distribuídas em todas as regiões do país. 

A Região Nordeste lidera a conectividade no interior, com 956 localidades rurais atendidas pela tecnologia desde 2023. 

Veja a distribuição das localidades atendidas por região:

  • Nordeste: 956;
  • Sudeste: 749;
  • Sul: 571; 
  • Norte: 426; 
  • Centro-Oeste: 200.

Para que o sinal 4G chegue às zonas rurais, é necessário um processo que envolve planejamento, instalação de infraestrutura, autorizações de radiofrequência, licenciamento das estações e adequações ambientais, com a obtenção de licenças ambientais municipais. A estrutura das torres de telefonia pode alcançar quase 32 metros de altura para ampliar a área de cobertura do sinal. 

A expansão do 4G integra um conjunto de políticas públicas de telecomunicações, incluindo compromissos assumidos no leilão do 5G. Além disso, conta com ações coordenadas pelo Grupo de Implantação do Processo de Redistribuição e Digitalização de Canais de TV e RTV (Gired), responsável por medidas que ampliam o uso eficiente da infraestrutura de telecomunicações, permitindo expandir a conectividade móvel para regiões rurais e remotas. 

Por meio do modelo de leilão reverso, as operadoras apresentam propostas para levar conectividade a localidades selecionadas, com prioridade para as empresas que oferecem o menor valor de subsídio necessário para a implantação da infraestrutura.

O MCom também participa do Gired, que reúne representantes da Anatel, radiodifusores e operadoras de telecomunicações. 

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03/07/2026 04:15h

Levantamento revela que automação de tarefas e redução de custos completam o ranking de vantagens, mas falta de conhecimento ainda é a principal barreira para adoção da tecnologia.

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A produtividade é o principal ganho percebido pelas pequenas e médias empresas brasileiras que utilizam ou pretendem adotar inteligência artificial. É o que mostra uma pesquisa da Serasa Experian, segundo a qual 58,7% dos empreendedores apontam esse como o maior benefício proporcionado pela tecnologia.

Além do aumento da produtividade, a automação de tarefas aparece em segundo lugar entre as principais vantagens da IA, citada por 35,9% dos entrevistados. Na sequência estão a redução de custos, com 34,2%, a melhoria no atendimento ao cliente, mencionada por 27,1%, o apoio à análise de dados, com 23,7%, e o aumento das vendas, apontado por 20,1% das empresas.

Apesar dos resultados positivos, o levantamento mostra que a adoção da inteligência artificial ainda enfrenta obstáculos importantes. A principal dificuldade é a falta de conhecimento sobre as soluções disponíveis, apontada por 41,3% dos entrevistados. Outros desafios incluem a ausência de profissionais capacitados para implementar e operar a tecnologia, preocupação com segurança e privacidade de dados, custos de implantação, falta de tempo para implementação e dificuldade de adaptar a IA à realidade do negócio.

A pesquisa também identificou que 38,8% das PMEs afirmam não ter interesse em utilizar inteligência artificial, enquanto 22% dizem não conhecer aplicações que façam sentido para seus empreendimentos. Segundo a Serasa Experian, o cenário indica que ainda existe espaço para ampliar o conhecimento sobre os usos práticos da IA, especialmente em áreas como gestão financeira, organização de processos e apoio à tomada de decisões.

O estudo ouviu 1.565 pequenas e médias empresas de todo o país entre maio e junho de 2026. As perguntas sobre benefícios e desafios da inteligência artificial foram respondidas apenas por empresas que já utilizam a tecnologia ou demonstraram interesse em adotá-la.
 

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03/07/2026 04:10h

A carcaça suína especial teve aumento de 0,12% nos atacados da Grande São Paulo, onde o quilo custa R$ 8,53

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O preço do boi gordo teve redução de 0,76% nesta sexta-feira (3). Em São Paulo, a arroba é negociada a R$ 332,75.
 

INDICADOR DO BOI GORDO CEPEA/ESALQ

Data Valor R$* Var./Dia Var./Mês Valor US$*
02/07/2026 332,75 -0,76% -1,09% 63,87
01/07/2026 335,30 -0,33% -0,33% 64,37
30/06/2026 336,40 -0,66% -3,80% 65,08
29/06/2026 338,65 0,00% -3,16% 65,49
26/06/2026 338,65 -0,40% -3,16% 65,49

 

Preço do frango congelado e frango resfriado

No mercado de frango, os valores apresentam estabilidade na Grande São Paulo, em São José do Rio Preto e em Descalvado. O quilo do frango congelado é vendido a R$ 7,20, enquanto o frango resfriado também está cotado a R$ 7,20.

 

PREÇOS DO FRANGO CONGELADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP

Data Valor R$ Var./Dia Var./Mês
02/07/2026 7,20 0,00% -0,83%
01/07/2026 7,20 -0,83% -0,83%
30/06/2026 7,26 -0,41% 3,27%
29/06/2026 7,29 0,00% 3,70%
26/06/2026 7,29 0,00% 3,70%

 

PREÇOS DO FRANGO RESFRIADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP

Data Valor R$ Var./Dia Var./Mês
02/07/2026 7,20 0,00% -0,83%
01/07/2026 7,20 -0,83% -0,83%
30/06/2026 7,26 -0,41% 2,98%
29/06/2026 7,29 0,00% 3,40%
26/06/2026 7,29 0,00% 3,40%

 

Preço da carcaça suína especial e suíno vivo

Já a carcaça suína especial também mantém estabilidade nos atacados da Grande São Paulo, onde o quilo custa R$ 8,53.

Entre os estados analisados, o suíno vivo registra elevação nos preços em algumas praças. Em Minas Gerais, o preço permanece estável, o animal é comercializado a R$ 5,89.

 

PREÇOS DA CARCAÇA SUÍNA ESPECIAL (R$/kg)

Data Média Var./Dia Var./Mês
02/07/2026 8,53 0,00% 0,12%
01/07/2026 8,53 0,12% 0,12%
30/06/2026 8,52 -0,47% -1,27%
29/06/2026 8,56 -0,47% -0,81%
26/06/2026 8,60 0,00% -0,35%

 

INDICADOR DO SUÍNO VIVO CEPEA/ESALQ (R$/kg)

Data Estado Valor R$* Var./Dia Var./Mês
02/07/2026 MG - posto 5,89 0,00% 0,34%
02/07/2026 PR - a retirar 4,72 1,29% 1,94%
02/07/2026 RS - a retirar 5,03 0,00% -0,40%
02/07/2026 SC - a retirar 5,01 -0,60% -0,79%
02/07/2026 SP - posto 5,28 0,38% 0,00%

 

Os dados são do Cepea.

 

O que é o boi gordo? Entenda o termo do mercado bovino

O boi gordo é o bovino macho pronto para o abate, com peso mínimo de 16 arrobas líquidas de carcaça (aproximadamente 240 kg) e até 42 meses de idade. Atende aos padrões do mercado nacional e internacional, incluindo exportações para Europa, China e cota Hilton.

Diferenças entre frango congelado e frango resfriado

O frango congelado passa por congelamento rápido, com temperaturas abaixo de -12°C, garantindo maior vida útil para armazenamento e transporte a longas distâncias.

Já o frango resfriado é mantido entre 0°C e 4°C, com validade de 5 a 7 dias, oferecendo textura e sabor mais próximos do fresco, ideal para consumidores exigentes e restaurantes.     

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03/07/2026 04:05h

O preço do açúcar cristal apresenta aumento na capital de São Paulo. A saca de 50 kg é cotada a R$ 92,23, após alta de 1,03%

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O preço do café arábica abre esta sexta-feira (3) com queda de 0,53%, com a saca de 60 kg negociada a R$ 1.656,79 na cidade de São Paulo.

 

O café robusta teve alta de 1,66%, sendo comercializado a R$ 1.089,06.


INDICADOR DO CAFÉ ARÁBICA CEPEA/ESALQ

Data Valor R$ Var./Dia Var./Mês Valor US$
02/07/2026 1.656,79 -0,53% 4,95% 318,00
01/07/2026 1.665,59 5,50% 5,50% 319,75
30/06/2026 1.578,69 4,26% 1,48% 305,42
29/06/2026 1.514,13 -0,19% -2,67% 292,98
26/06/2026 1.517,04 -0,91% -2,48% 293,37

 

INDICADOR DO CAFÉ ROBUSTA CEPEA/ESALQ

Data Valor R$ Var./Dia Var./Mês Valor US$
02/07/2026 1.089,06 1,66% 2,57% 209,03
01/07/2026 1.071,24 0,89% 0,89% 205,65
30/06/2026 1.061,81 4,37% 11,47% 205,42
29/06/2026 1.017,39 -3,03% 6,81% 196,86
26/06/2026 1.049,14 -0,46% 10,14% 202,89

 

O preço do açúcar cristal apresenta um pequeno aumento na capital de São Paulo. A saca de 50 kg é cotada a R$ 92,23.

 

INDICADOR DO AÇÚCAR CRISTAL BRANCO CEPEA/ESALQ - SÃO PAULO

Data Valor R$* Var./Dia Var./Mês Valor US$*
02/07/2026 92,23 1,03% 1,05% 17,70
01/07/2026 91,29 0,02% 0,02% 17,53
30/06/2026 91,27 -1,53% -1,86% 17,66
29/06/2026 92,69 0,41% -0,33% 17,94
26/06/2026 92,31 -0,45% -0,74% 17,85

 

Em Santos (SP), houve uma redução de 1,43%, e a mercadoria é negociada a R$ 109,20 na média de preços sem impostos.

 

Indicador Açúcar Cristal - Santos (FOB)

Data Valor R$* Var./Dia Var./Mês Valor US$*
02/07/2026 109,20 -1,43% 0,34% 21,02
01/07/2026 110,78 1,79% 1,79% 21,32
30/06/2026 108,83 0,84% 5,82% 21,02
29/06/2026 107,92 0,94% 4,94% 20,87
26/06/2026 106,92 2,12% 3,97% 20,68


A saca de 60 kg do milho, por sua vez, é vendida a R$ 64,13, após aumento de 0,17%.

 

Data Valor R$* Var./Dia Var./Mês Valor US$*
02/07/2026 64,13 0,17% 0,87% 12,31
01/07/2026 64,02 0,69% 0,69% 12,29
30/06/2026 63,58 0,28% -2,05% 12,30
29/06/2026 63,40 -0,08% -2,33% 12,27
26/06/2026 63,45 0,28% -2,25% 12,27

 

Os dados são do Cepea.

 

Diferença entre café arábica e café robusta: características, uso e regiões produtoras

Café arábica e café robusta são as duas principais variedades cultivadas e comercializadas no Brasil, ambas medidas em sacas de 60 kg.

O café arábica (conhecido também como café Conilon, em algumas regiões) tem sabor mais suave, menor teor de cafeína e alta qualidade sensorial, sendo preferido em cafeterias especializadas e nas exportações de cafés premium. Representa cerca de 70% da produção brasileira, com destaque para estados como Minas Gerais e São Paulo.

O café robusta, por sua vez, possui sabor mais amargo, maior concentração de cafeína e corpo mais intenso. É amplamente utilizado na produção de café solúvel e blends comerciais. Seus principais polos produtores são o Espírito Santo e Rondônia, e seu preço costuma ser mais baixo em comparação ao arábica, por conta do perfil mais industrial. 

Como é calculada a saca de açúcar cristal?

A saca de açúcar cristal no Brasil é padronizada em 50 quilos, especialmente para comercialização no mercado atacadista e para uso na indústria alimentícia. Essa unidade de medida é adotada pelo Cepea/Esalq-USP, principal fonte de cotações diárias do açúcar cristal no país.

Qual o peso da saca de milho no Brasil?

A saca de milho equivale a 60 kg de grãos, mesmo padrão utilizado para soja e trigo. Essa medida é oficializada por instituições como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Cepea, sendo amplamente usada em negociações e relatórios de preço do milho.      

 

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03/07/2026 04:00h

O trigo registra queda de preço no estado do Paraná e alta no Rio Grande do Sul

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A saca de 60 quilos da soja inicia esta sexta-feira (3) com pequeno aumento no interior do Paraná e na região litorânea de Paranaguá.

 

No mercado paranaense, o grão apresenta aumento de 0,04%, com a saca negociada a R$ 127,87. Em Paranaguá, o aumento foi de 0,57%, levando a cotação para R$ 135,08.
 

INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANÁ

Data Valor R$* Var./Dia Var./Mês Valor US$*
02/07/2026 127,87 0,04% 0,35% 24,54
01/07/2026 127,82 0,31% 0,31% 24,54
30/06/2026 127,43 -0,13% 2,58% 24,65
29/06/2026 127,59 -0,04% 2,70% 24,69
26/06/2026 127,64 0,11% 2,74% 24,68

 

INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANAGUÁ 

Data Valor R$* Var./Dia Var./Mês Valor US$*
02/07/2026 135,08 0,57% 1,12% 25,93
01/07/2026 134,32 0,55% 0,55% 25,79
30/06/2026 133,58 -0,24% 2,66% 25,84
29/06/2026 133,90 0,02% 2,91% 25,91
26/06/2026 133,87 -0,21% 2,88% 25,89

 

Trigo

 

O trigo também registra redução de preço no estado do Paraná e no Rio Grande do Sul.

 

No Paraná, a tonelada do cereal é comercializada a R$ 1.364,29. No Rio Grande do Sul, o produto é vendido a R$ 1.324,66.

 

PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - RIO GRANDE DO SUL

Data Valor R$/t* Var./Dia Var./Mês Valor US$/t*
02/07/2026 1.324,66 0,59% -0,36% 254,25
01/07/2026 1.316,87 -0,95% -0,95% 252,81
30/06/2026 1.329,48 -0,08% -0,28% 257,20
29/06/2026 1.330,49 -0,04% -0,21% 257,45
26/06/2026 1.330,99 0,39% -0,17% 257,39

 

PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - PARANÁ

Data Valor R$/t* Var./Dia Var./Mês Valor US$/t*
02/07/2026 1.364,29 -0,21% -0,32% 261,86
01/07/2026 1.367,18 -0,11% -0,11% 262,46
30/06/2026 1.368,63 0,05% 0,66% 264,78
29/06/2026 1.367,94 0,09% 0,61% 264,69
26/06/2026 1.366,65 -0,19% 0,52% 264,29

 

Os dados são do Cepea.

 

O que é uma saca de soja ou de trigo? Entenda a unidade de medida no mercado de grãos

A saca de soja e a saca de trigo são as principais unidades de comercialização de grãos no Brasil. Cada saca equivale a 60 quilos, padrão adotado por órgãos oficiais como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

Esse formato padronizado facilita o comércio da soja e do trigo, além de permitir um acompanhamento mais preciso das cotações e variações de preços no mercado nacional.         

 

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02/07/2026 21:00h

O volume total negociado na B3 foi de R$ 19.941.500.331, em meio a 3.076.692 negócios

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O índice da bolsa de valores brasileira (Ibovespa) fechou o último pregão aos 172.787 pontos. 

O Ibovespa operou em alta nesta quinta-feira, mas perdeu parte dos ganhos da abertura. 

Por volta do início da tarde, o índice subia 0,32%.

O mercado reagiu ao relatório de empregos dos Estados Unidos, que veio abaixo do esperado. 

Maiores altas e quedas 

Ações em alta no Ibovespa

  • Panatlantica S.A. (PATI3F) +16,63%

  • Grupo Toky SA (TOKY3) +15,38%

Ações em queda no Ibovespa

  • Trevisa Investimentos SA Pfd (LUXM4F) −15,76%

  • Sansuy SA Industria de Plasticos Pfd A (SNSY5F) −13,82%

O volume total negociado na B3 foi de R$ 19.941.500.331, em meio a 3.076.692 negócios.

Os dados da bolsa podem ser consultados no site da B3.  

O que é o Ibovespa e como ele funciona?

O Ibovespa (Índice Bovespa) é o principal indicador do mercado acionário brasileiro. Calculado pela B3, ele reflete a média do desempenho das ações mais negociadas na bolsa, com base em critérios de volume e liquidez. O índice é composto por uma carteira teórica de ativos, que representa cerca de 80% do volume financeiro total negociado no mercado.

O que é a B3, a bolsa de valores do Brasil?

A B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) é a bolsa de valores oficial do Brasil, sediada em São Paulo. É responsável pela negociação de ações, derivativos, títulos públicos e privados, câmbio e outros ativos financeiros. A B3 está entre as maiores bolsas do mundo em infraestrutura e valor de mercado.

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02/07/2026 20:40h

O euro, por sua vez, encerrou o pregão cotado a R$ 5,97

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O dólar comercial fechou a quinta-feira praticamente estável, com leve queda de 0,04%, cotado a R$ 5,20.

A pequena variação ocorreu após a divulgação do relatório de empregos dos Estados Unidos, que mostrou a criação de menos vagas do que o mercado esperava. 

No fim da tarde, o índice DXY, que mede o desempenho do dólar frente a outras moedas, caía 0,51% no mercado internacional. Já o dólar futuro com vencimento em agosto registra leve alta e é negociado a R$ 5,24.

Cotação do euro

O euro, por sua vez, encerrou o pregão cotado a R$ 5,97.

Cotações

A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.

Código BRL USD EUR GBP JPY CHF CAD AUD
BRL 1 0,1923 0,1675 0,1434 30,9801 0,1545 0,2727 0,2766
USD 5,2006 1 0,8745 0,7491 161,11 0,8034 1,4182 1,4445
EUR 5,9702 1,1435 1 0,8566 184,22 0,9186 1,6214 1,6518
GBP 6,9422 1,3348 1,1674 1 215,07 1,0724 1,8930 1,9283
JPY 0,0323 0,0062 0,0054 0,0046 1 0,4987 0,0088 0,0090
CHF 6,4732 1,2447 1,0886 0,9324 200,54 1 1,7653 1,7981
CAD 3,6670 0,7051 0,6165 0,5283 113,61 0,5666 1 1,0187
AUD 3,6143 0,6923 0,6054 0,5186 111,53 0,5561 0,9817 1

 

Os dados são da Investing.com

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02/07/2026 19:00h

Confira aqui o resultado do sorteio que ocorre nesta quinta-feira (02) no Espaço da Sorte, em São Paulo (SP)

O concurso 3026 da Mega-Sena foi realizado nesta quinta-feira (02/07/2026), no Espaço da Sorte, em São Paulo, e divulgado pela Caixa Econômica Federal. O sorteio não teve vencedores na faixa principal.

O próximo sorteio está marcado para sábado (4), com prêmio estimado em R$ 33.000.000,00. Aproveite a oportunidade e faça sua aposta para concorrer.

Números sorteados Mega-Sena 3026

14 - 19 - 42 - 45 - 48 - 54

Prêmios do concurso 3026

  • Sena (6 acertos): Não houve ganhadores
  • Quina (5 acertos): 40 apostas ganhadoras, R$ 37.029,54
  • Quadra (4 acertos): 2.517 apostas ganhadoras, R$ 970,00

Como jogar na Mega-Sena

Para participar, basta escolher de 6 a 15 números entre os 60 disponíveis no volante. A aposta mínima custa R$ 5,00, e quanto mais números você marcar, maior o preço — mas também maiores as chances de ganhar. Os sorteios acontecem três vezes por semana, às terças, quintas e sábados, sempre às 21h (horário de Brasília).

Probabilidades de acerto

Números apostados Probabilidade de acertar 6 dezenas
6 números 1 em 50.063.860
7 números 1 em 7.151.980
8 números 1 em 1.787.995
9 números 1 em 595.998
10 números 1 em 238.399
15 números 1 em 10.003

Bolão

Para aumentar as chances de ganhar, é possível participar de bolões organizados pelas lotéricas ou formar um grupo de apostas. O valor mínimo por cota é de R$ 6,00, e o bolão pode ter de 2 a 100 cotas.

Facilite sua aposta na loteria com Surpresinha e Teimosinha

Quer apostar sem complicação? Use a Surpresinha e deixe o sistema escolher os números para você — uma forma prática e rápida de participar dos sorteios.

Prefere insistir nos seus números da sorte? Aposte com a Teimosinha e concorra com a mesma combinação por 2, 3, 4, 6, 8, 9 ou até 12 concursos seguidos, aumentando suas chances de ganhar sem precisar refazer a aposta a cada sorteio.

Curiosidade: para onde vai o dinheiro arrecadado?

Parte da arrecadação das apostas da Mega-Sena é destinada a programas sociais do governo federal, como:

  • Educação (FIES)
  • Esporte (comitês olímpico e paralímpico)
  • Cultura e segurança pública
  • Saúde e seguridade social
     
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02/07/2026 19:00h

O sorteio da Lotofácil 3725 ocorre na noite desta quinta-feira (02), no ESPAÇO DA SORTE em São Paulo (SP)

concurso 3725 da Lotofácil foi realizado nesta quinta-feira (02/07/2026), no Espaço da Sorte, em São Paulo, e divulgado pela Caixa Econômica Federal. Dois apostadores acertaram as 15 dezenas e levaram para casa o prêmio de  R$ 903.320,97.Os bilhetes premiados foram adquiridos em Santa Bárbara (MG) e Belém (PA).

O prêmio estimado para o próximo concurso da Lotofácil, de número 3726, que será realizado no sábado, 4 de julho de 2026, está estimado em R$ 2.000.000,00. Aproveite a oportunidade e faça sua aposta para concorrer!

Números sorteados Lotofácil 3725

01 - 02 - 04 - 05 - 06 - 08 - 11 - 13 - 14 - 16 - 17 - 19 - 21 - 24 - 25

Resultado e premiação da Lotofácil 3725

  • 15 acertos - 2 apostas ganhadoras, R$ 903.320,97
  • 14 acertos - 295 apostas ganhadoras, R$ 1.834,44
  • 13 acertos - 8139 apostas ganhadoras, R$ 35,00
  • 12 acertos - 90249 apostas ganhadoras, R$ 14,00
  • 11 acertos - 468852 apostas ganhadoras, R$ 7,00

Qual o valor das apostas da LotoFácil?

A aposta mínima, de 15 números, custa R$ 3,50 com chance de 1 em 3.268.760 e a máxima custa R$ 46.512 com chance de 1 em 211.

Quantidade de números jogados

Valor da aposta

15

R$ 3,50

16

R$ 48,00

17

R$ 408,00

18

R$ 2.448,00

19

R$ 11.628,00

20

R$ 46.512,00

Quando acontecem os sorteios da Lotofácil

De segunda-feira a sábado, às 21h.

Facilite sua aposta na loteria com Surpresinha e Teimosinha

Quer apostar sem complicação? Use a Surpresinha e deixe o sistema escolher os números para você — uma forma prática e rápida de participar dos sorteios.

Prefere insistir nos seus números da sorte? Aposte com a Teimosinha e concorra com a mesma combinação por 3, 6, 12, 18 ou 24 concursos seguidos, aumentando suas chances de ganhar sem precisar refazer a aposta a cada sorteio.

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02/07/2026 18:40h

Porto Alegre pode registrar mínima de 6°C, enquanto chuva isolada ainda ocorre entre Paraná e Santa Catarina.

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A sexta-feira (3) será de frio em toda a Região Sul, segundo a previsão do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET).
No Rio Grande do Sul, Porto Alegre registra temperaturas entre 6°C e 13°C. O dia começa com muitas nuvens e possibilidade de chuva isolada, mas o tempo melhora gradualmente durante a noite.
Em Santa Catarina, Florianópolis terá mínima de 11°C e máxima de 16°C. Há possibilidade de chuva isolada pela manhã, enquanto a nebulosidade diminui à noite.
No Paraná, Curitiba registra temperaturas entre 8°C e 19°C. O céu permanece com muitas nuvens durante praticamente todo o dia, com possibilidade de chuva isolada entre a tarde e a noite.
Na Região Sul, a umidade relativa do ar varia entre 65% e 100%. Os maiores índices são registrados no Paraná, favorecendo a manutenção da nebulosidade e da possibilidade de chuva isolada, enquanto Santa Catarina e Rio Grande do Sul também apresentam níveis elevados de umidade ao longo do dia. 
Mesmo com a redução da chuva em parte da região, a massa de ar frio mantém as temperaturas baixas, principalmente durante as primeiras horas da manhã e à noite.

5 motivos para acompanhar as previsões do tempo

  • Agricultura: garantia de uma boa colheita;
  • Marinha: proteção de marinheiros, navios e passageiros;
  • Aeronáutica: segurança de pilotos, aeronaves e passageiros;
  • Pesca: condições favoráveis e seguras para a atividade;
  • Turismo: garantia de passeios e viagens tranquilas e agradáveis.

Importância das observações meteorológicas no INMET

As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).

As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

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02/07/2026 18:30h

Frente fria mantém queda nas temperaturas em Mato Grosso do Sul e Mato Grosso, enquanto Goiás e Distrito Federal seguem com predomínio de sol e baixa umidade.

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A previsão do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) indica tempo firme em praticamente toda a Região Centro-Oeste nesta sexta-feira (3).
Em Goiás e no Distrito Federal, o céu permanece com poucas nuvens durante todo o dia. Em Brasília, os termômetros variam entre 14°C e 26°C. Já em Goiânia, a mínima será de 14°C e a máxima chega aos 28°C.
Em Mato Grosso, o tempo também segue aberto na maior parte do estado. Cuiabá terá mínima de 18°C e máxima de 28°C, com ventos moderados e rajadas entre a tarde e a noite. 
Já em Mato Grosso do Sul, a influência da massa de ar frio mantém muitas nuvens ao longo do dia, principalmente pela manhã e à tarde. Campo Grande registra temperaturas entre 18°C e 25°C, com tendência de declínio da máxima.
Na Região Centro-Oeste, a umidade relativa do ar varia entre 30% e 90%. Os menores índices são esperados em Goiás e Mato Grosso, onde a umidade pode cair para 30% durante a tarde, enquanto Distrito Federal e Mato Grosso do Sul registram valores mais elevados nas primeiras horas do dia. 
A combinação entre temperaturas mais baixas e baixa umidade em parte da região exige cuidados, principalmente durante as horas mais quentes do dia.

motivos para acompanhar as previsões do tempo

  • Agricultura: garantia de uma boa colheita;
  • Marinha: proteção de marinheiros, navios e passageiros;
  • Aeronáutica: segurança de pilotos, aeronaves e passageiros;
  • Pesca: condições favoráveis e seguras para a atividade;
  • Turismo: garantia de passeios e viagens tranquilas e agradáveis.

Importância das observações meteorológicas no INMET

As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).

As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

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02/07/2026 18:20h

Estado paulista terá máxima de apenas 16°C, enquanto Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo seguem com temperaturas mais elevadas e aumento de nuvens ao longo do dia.

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A passagem de uma frente fria continua influenciando o tempo na Região Sudeste nesta sexta-feira (3), especialmente em São Paulo, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET).
Na capital paulista, a mínima será de 10°C e a máxima não passa dos 16°C. O dia começa com poucas nuvens, mas a nebulosidade aumenta durante a tarde, com possibilidade de chuva isolada à noite.
No Rio de Janeiro, o tempo inicia com poucas nuvens, mas o céu fica mais carregado ao longo do dia. A capital fluminense terá temperaturas entre 16°C e 30°C, com possibilidade de chuva isolada durante a noite.
Em Minas Gerais, o tempo permanece estável. Belo Horizonte registra mínima de 13°C e máxima de 28°C, alternando entre poucas e muitas nuvens.
No Espírito Santo, Vitória terá muitas nuvens durante todo o dia, mas sem previsão de chuva significativa. As temperaturas variam entre 18°C e 31°C.
Na Região Sudeste, a umidade relativa do ar varia entre 35% e 100%. Os menores índices são previstos para Minas Gerais, enquanto Rio de Janeiro e São Paulo registram os maiores valores, favorecendo a presença de nebulosidade e a possibilidade de chuva isolada em algumas áreas. 
A atuação da massa de ar frio favorece temperaturas mais baixas principalmente em São Paulo, enquanto os demais estados mantêm tardes mais quentes.

5 motivos para acompanhar as previsões do tempo

  • Agricultura: garantia de uma boa colheita;
  • Marinha: proteção de marinheiros, navios e passageiros;
  • Aeronáutica: segurança de pilotos, aeronaves e passageiros;
  • Pesca: condições favoráveis e seguras para a atividade;
  • Turismo: garantia de passeios e viagens tranquilas e agradáveis.

Importância das observações meteorológicas no INMET

As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).

As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

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02/07/2026 18:10h

Instabilidades seguem concentradas no Amazonas, Roraima, Amapá, Pará e norte do Acre, enquanto Tocantins mantém tempo firme e baixa umidade.

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A previsão do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) indica que a sexta-feira (3) será marcada por muitas nuvens e chuva em grande parte da Região Norte.
No Amazonas, Pará, Amapá e Roraima, o dia começa com possibilidade de chuva isolada, enquanto durante a tarde há previsão de pancadas de chuva em diversas áreas. Em Belém, os termômetros variam entre 24°C e 33°C. Manaus registra mínima de 25°C e máxima de 33°C. Em Macapá, a temperatura fica entre 25°C e 32°C, enquanto Boa Vista terá máxima de 32°C.
No Acre, Rondônia e sul do Amazonas, o céu permanece com muitas nuvens durante boa parte do dia. Rio Branco registra temperaturas entre 17°C e 26°C, influenciadas pela atuação de uma massa de ar frio que também provoca queda nas temperaturas no extremo oeste da Amazônia. Em Porto Velho, os termômetros variam entre 21°C e 35°C.
Já no Tocantins, o tempo permanece estável, com poucas nuvens e predomínio de sol. Em Palmas, a temperatura varia entre 19°C e 34°C, e a umidade relativa do ar pode atingir apenas 20% durante a tarde.
A umidade relativa do ar varia entre 20% e 98%. Os menores índices são previstos para o Tocantins, especialmente em Palmas, enquanto Amazonas, Pará, Amapá e Roraima mantêm elevados níveis de umidade ao longo do dia, favorecendo a formação de nuvens e pancadas de chuva. 
A combinação entre calor e alta umidade favorece a formação de pancadas de chuva típicas da Região Amazônica, principalmente no período da tarde.

5 motivos para acompanhar as previsões do tempo

  • Agricultura: garantia de uma boa colheita;
  • Marinha: proteção de marinheiros, navios e passageiros;
  • Aeronáutica: segurança de pilotos, aeronaves e passageiros;
  • Pesca: condições favoráveis e seguras para a atividade;
  • Turismo: garantia de passeios e viagens tranquilas e agradáveis.

Importância das observações meteorológicas no INMET

As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).

As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

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02/07/2026 18:00h

Instabilidades permanecem na faixa litorânea entre Bahia e Rio Grande do Norte, enquanto o interior da região registra predomínio de nuvens e calor.

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A previsão do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) aponta continuidade das instabilidades no litoral da Região Nordeste nesta sexta-feira (3).
Entre a Bahia e o Rio Grande do Norte, o céu permanece com muitas nuvens e possibilidade de chuva isolada em diversos momentos do dia. Salvador terá temperaturas entre 21°C e 28°C. Em Aracaju, os termômetros variam de 21°C a 27°C. Recife registra mínima de 22°C e máxima de 28°C, enquanto João Pessoa fica entre 23°C e 28°C. Em Maceió, a temperatura varia de 23°C a 27°C. Natal terá mínima de 22°C e máxima de 28°C, e Fortaleza registra temperaturas entre 23°C e 31°C.
No Maranhão, as pancadas de chuva isoladas continuam favorecendo principalmente a faixa norte do estado. Em São Luís, os termômetros variam entre 24°C e 32°C.
No interior do Nordeste, o tempo permanece mais firme. Em Teresina, a temperatura varia entre 21°C e 33°C, com umidade relativa do ar podendo cair para 35% durante a tarde.
A umidade relativa do ar na Região Nordeste varia entre 35% e 100%, com os menores índices previstos para o interior do Piauí durante a tarde e os maiores valores concentrados na faixa litorânea, onde a umidade permanece elevada ao longo do dia.
Os ventos moderados predominam em boa parte do litoral, favorecendo maior transporte de umidade do oceano para a costa leste da região.

5 motivos para acompanhar as previsões do tempo

  • Agricultura: garantia de uma boa colheita;
  • Marinha: proteção de marinheiros, navios e passageiros;
  • Aeronáutica: segurança de pilotos, aeronaves e passageiros;
  • Pesca: condições favoráveis e seguras para a atividade;
  • Turismo: garantia de passeios e viagens tranquilas e agradáveis.

Importância das observações meteorológicas no INMET

As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).

As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

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02/07/2026 18:00h

Novas consignações contemplam 37 municípios de 16 estados com canais digitais da EBC e da TV Câmara, ampliando o acesso gratuito à informação, à educação e à cidadania

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A televisão pública passou a alcançar cerca de 3,3 milhões de pessoas no Brasil. O Ministério das Comunicações concedeu, nas últimas semanas, novas consignações de canais digitais para a Empresa Brasil de Comunicação (EBC) e a TV Câmara em 37 municípios de 16 estados brasileiros. 

Dos 37 municípios contemplados, 18 passam a contar simultaneamente com a transmissão da EBC e da TV Câmara. É o caso, por exemplo, de Canavieiras (BA), Cariús (CE), Minaçu (GO) e Porto Nacional (TO). 

A EBC recebeu autorização para operar o serviço de Retransmissão de Televisão Digital (RTVD) em 29 municípios, distribuídos por 14 estados. Com a EBC, a população dessas localidades, consideradas estratégicas, terá acesso a conteúdo educativo e informativo, como a TV Brasil, o Canal Educação, o Canal Saúde e o Canal Gov, além de conteúdos locais dos parceiros da Rede Nacional de Comunicação Pública. 

Já as consignações para a TV Câmara permitem a geração de TV digital (GTVD) em 27 municípios, distribuídos por 14 estados. Com o serviço, os telespectadores poderão acompanhar, em tempo real, o trabalho do Poder Legislativo, fortalecendo a transparência e a participação cidadã. 

Segundo o Ministério das Comunicações, a liberação dos canais faz parte da estratégia de ampliação do acesso da população à comunicação pública e fortalecer o setor de radiodifusão no país. As novas consignações contribuem para consolidar a televisão aberta como uma importante janela de inclusão, diversidade cultural e integração entre as diferentes regiões do país. 

Frederico de Siqueira Filho, ministro das Comunicações, acredita que ampliar a cobertura contribui para a democratização do acesso à informação no país. “O papel do Ministério das Comunicações é justamente dar condições para que essa infraestrutura digital chegue nos cantos e recantos do Brasil, nas áreas mais remotas. Porque, se não fosse a força do Estado, com certeza, a gente não iria conseguir fazer essa transformação digital também na comunicação pública no interior do Brasil”, afirmou.

Brasil Digital

O Programa Brasil Digital, instituído pelo Ministério das Comunicações, tem como objetivo expandir a TV aberta e gratuita em tecnologia digital em todo o território nacional. Através da iniciativa, instituições públicas disponibilizam espaços para a instalação de estações transmissoras, enquanto o governo federal fica responsável por viabilizar a infraestrutura necessária para o funcionamento dos canais.

A ação contribui para ampliar o acesso da população a conteúdos educativos, prestação de serviços públicos, cobertura legislativa e programação cultural gratuita a partir dos sinais digitais da Rede Legislativa e dos canais da Empresa Brasil de Comunicação (EBC). Além de viabilizar o acesso à informação, a política abre espaço para a veiculação de produções locais e regionais, contribuindo para o fortalecimento da comunicação pública e para a valorização da diversidade cultural brasileira.

Localidades

Confira os municípios beneficiados com o serviço de Retransmissão de TV Digital (RTVD): 

  • BA: Porto Seguro, Canavieiras, Caravelas, Livramento de Nossa Senhora, Santa Inês;
  • CE: Quixadá, Sobral, Cariús, Jucás;
  • ES: Barra de São Francisco, Castelo;
  • GO: Catalão, Minaçu;
  • MA: Brejo, Lajeado Novo;
  • MG: Juiz de Fora, Monte Sião;
  • MT: Barra do Garças;
  • PE: Ipojuca;
  • PI: Castelo do Piauí;
  • PR: Ivaiporã;
  • RN: Parelhas, Santa Cruz;
  • RS: Cruz Alta;
  • SP: Americana, Caraguatatuba, Salto;
  • TO: Araguatins, Porto Nacional.

Confira os municípios beneficiados com o serviço de Geração de TV Digital (GTVD): 

  • BA: Porto Seguro, Guanambi, Canavieiras, Caravelas, Poções, Santa Inês, Itabuna;
  • CE: Quixadá, Sobral, Cariús, Jucás;
  • ES: Serra, Barra de São Francisco;
  • GO: Minaçu;
  • MA: Brejo;
  • MG: Monte Sião;
  • MS: Amambai;
  • MT: Alta Floresta, Barra do Garças;
  • PA: Oriximiná;
  • PR: Ivaiporã;
  • RN: Parelhas;
  • RS: Cruz Alta;
  • SP: Catanduva, Americana;
  • TO: Araguatins, Porto Nacional.
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02/07/2026 15:08h

Em 2025, instituição somou mais de 390 mil alunos na Educação Básica, beneficiou 4,4 milhões de trabalhadores com serviços de saúde e ampliou ações culturais em todo o país

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Completando 80 anos nesta quarta-feira (1º), o Serviço Social da Indústria (SESI) celebra uma trajetória marcada pela expansão de suas ações nas áreas de educação, saúde, cultura e qualidade de vida. Em 2025, a instituição se consolidou como a maior rede privada de educação do país, com escolas em todos os estados brasileiros

Ao longo do ano, o SESI registrou mais de 390 mil matrículas na Educação Básica, sendo: 

  • 9 mil alunos da Educação Infantil
  • 74 mil do Ensino Fundamental I
  • 92 mil do Ensino Fundamental II
  • 85.214 do Ensino Médio;
  • 128.991 da Educação de Jovens e Adultos (EJA)

A rede é formada por 468 unidades, sendo 396 escolas, 71 centros de Educação de Jovens e Adultos e uma instituição de ensino superior. Atualmente, o SESI está presente em 377 municípios brasileiros

Além da educação básica, os programas de Educação Continuada realizaram 436 mil atendimentos em 2025, ampliando as oportunidades de qualificação profissional e desenvolvimento de competências. 

O presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI) e diretor do SESI, Ricardo Alban, afirma que a instituição tem papel estratégico na formação de profissionais cada vez mais preparados, com uma visão moderna e alinhada às novas realidades

"Pessoas mais bem preparadas, com visões modernas, adaptadas às novas realidades que surgem a cada momento, para que possamos trabalhar cada vez mais com uma indústria eficiente, produtiva, para que a indústria brasileira tenha condições competitivas — mesmo com as adversidades que nós temos em tantas outras situações, como o Custo Brasil e a geopolítica", destaca. 

Cultura

Entre 2020 e 2025, mais de 13,2 milhões de espectadores participaram de ações promovidas nos 296 espaços culturais do SESI distribuídos por todo o país. Nesse período, também foram realizadas mais de 1.156 ações culturais pelos 27 departamentos regionais da instituição. 

Além disso, os cursos de cultura somaram 131,7 mil matrículas, ampliando o acesso à formação artística e ao desenvolvimento de habilidades criativas

Por meio do Programa Nacional de Cultura, o SESI executou 168 projetos em diferentes linguagens artísticas e regiões do Brasil. A parceria com o Ministério da Cultura também capacitou mais de 54 mil agentes culturais em 57 oficinas

Saúde

Na área da saúde, o SESI manteve uma das maiores estruturas de atendimento voltadas aos trabalhadores da indústria. Em 2025, 76,2 mil empresas utilizaram os serviços de saúde da instituição, beneficiando diretamente 4,4 milhões de pessoas

Outro destaque foi a aplicação de mais de 881 mil doses de vacinas em trabalhadores da indústria e seus dependentes

A estrutura de atendimento reúne mais de 500 unidades próprias distribuídas pelos 26 estados e pelo Distrito Federal, incluindo 497 unidades móveis, 317 Centros de Promoção da Saúde e 222 Centros de Saúde e Segurança no Trabalho

Oito décadas de atuação

Criado em 1º de julho de 1946, o SESI surgiu para atender às demandas dos trabalhadores e das indústrias por condições dignas de trabalho e qualidade de vida. Com a missão de estudar, planejar e executar ações voltadas ao bem-estar social dos trabalhadores da indústria e de seus dependentes, a instituição se consolidou como uma das principais organizações voltadas ao desenvolvimento social e à promoção da cidadania no país. 

Para o presidente do Conselho Nacional do SESI, Fausto Augusto Junior, o aniversário de 80 anos representa não apenas a celebração da história da instituição, mas também um compromisso com os desafios do futuro

“Este ano, o SESI completa 80 anos. São 80 anos de uma história vinculada às demandas da sociedade brasileira e à garantia de direitos para os trabalhadores da indústria. O futuro colocado a partir disso coloca enormes desafios. Entre eles, que a gente consiga vincular educação, saúde, cultura e esporte às novas demandas do século XXI”, ressalta.

Segundo ele, a instituição continuará investindo em soluções voltadas à inovação, ao desenvolvimento e à melhoria da qualidade de vida dos trabalhadores da indústria e de suas famílias

Sessão solene na Câmara dos Deputados

Para celebrar as oito décadas de atuação, o SESI foi homenageado, nesta quarta-feira (1º), em sessão solene na Câmara dos Deputados. A cerimônia reuniu lideranças da indústria e parlamentares em reconhecimento à contribuição histórica da instituição para o desenvolvimento social e econômico do país

Na ocasião, Ricardo Alban destacou que o fortalecimento da competitividade brasileira depende da atuação conjunta entre setor produtivo, poder público e organizações sociais

"Ao longo de seus 80 anos, o SESI tornou-se referência porque entende que a educação é uma construção coletiva, feita por professores, colaboradores, alunos, famílias e pelo setor produtivo em favor de um país mais qualificado, competitivo e humano", afirmou.

O deputado federal Rodrigo Rollemberg (PSB-DF) também defendeu a importância de uma política industrial permanente para o país e ressaltou que, com a ampliação do tempo livre dos trabalhadores, iniciativas nas áreas de educação, cultura, esporte e lazer tendem a ganhar ainda mais relevância. 

"O SESI oferece qualidade de vida para os trabalhadores e isso tem um impacto direto na produtividade da nossa indústria", assegurou o parlamentar.

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