VoltarO sorteio da Mega-Sena concurso 3064 acontece nesta terça-feira, 29 de setembro de 2026, a partir das 21h (horário de Brasília). Realizado pela Caixa Econômica Federal, o evento será transmitido ao vivo pelas redes oficiais. Acompanhe aqui a cobertura completa e confira os números assim que forem divulgados oficialmente.
Esta página é atualizada em tempo real com o resultado do concurso 3064.
Para participar, basta escolher de 6 a 15 números entre os 60 disponíveis no volante. A aposta mínima custa R$ 5,00, e quanto mais números você marcar, maior o preço — mas também maiores as chances de ganhar. Os sorteios acontecem três vezes por semana: às terças e quintas, às 21h, e aos domingos, às 11h (horário de Brasília).
| Números apostados | Probabilidade de acertar 6 dezenas |
|---|---|
| 6 números | 1 em 50.063.860 |
| 7 números | 1 em 7.151.980 |
| 8 números | 1 em 1.787.995 |
| 9 números | 1 em 595.998 |
| 10 números | 1 em 238.399 |
| 15 números | 1 em 10.003 |
Para aumentar as chances de ganhar, é possível participar de bolões organizados pelas lotéricas ou formar um grupo de apostas. O valor mínimo por cota é de R$ 6,00, e o bolão pode ter de 2 a 100 cotas.
Quer apostar sem complicação? Use a Surpresinha e deixe o sistema escolher os números para você — uma forma prática e rápida de participar dos sorteios.
Prefere insistir nos seus números da sorte? Aposte com a Teimosinha e concorra com a mesma combinação por 2, 3, 4, 6, 8, 9 ou até 12 concursos seguidos, aumentando suas chances de ganhar sem precisar refazer a aposta a cada sorteio.
Parte da arrecadação das apostas da Mega-Sena é destinada a programas sociais do governo federal, como:
Veja o resultado da Mega-Sena 3063.
Redação Brasil 61
Copiar o textoO sorteio da Lotofácil concurso 3792 acontece nesta terça-feira, 29 de setembro de 2026, a partir das 21h (horário de Brasília). Realizado pela Caixa Econômica Federal, o evento será transmitido ao vivo pelas redes oficiais. Acompanhe aqui a cobertura completa e confira os números assim que forem divulgados oficialmente.
Esta página é atualizada em tempo real com o resultado do concurso 3792.
A aposta mínima, de 15 números, custa R$ 3,50 com chance de 1 em 3.268.760 e a máxima custa R$ 46.512 com chance de 1 em 211.
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Quantidade de números jogados |
Valor da aposta |
|---|---|
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15 |
R$ 3,50 |
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16 |
R$ 48,00 |
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17 |
R$ 408,00 |
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18 |
R$ 2.448,00 |
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19 |
R$ 11.628,00 |
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20 |
R$ 46.512,00 |
De segunda-feira a sexta-feira, às 21h, e no domingo, às 11h.
Quer apostar sem complicação? Use a Surpresinha e deixe o sistema escolher os números para você — uma forma prática e rápida de participar dos sorteios.
Prefere insistir nos seus números da sorte? Aposte com a Teimosinha e concorra com a mesma combinação por 3, 6, 12, 18 ou 24 concursos seguidos, aumentando suas chances de ganhar sem precisar refazer a aposta a cada sorteio.
Veja o resultado da Lotofácil 3791.
Redação Brasil 61
Copiar o textoSul terá céu encoberto, com chuva em Santa Catarina e pancadas isoladas no Paraná
Baixar áudioA quarta-feira (30) será de céu encoberto na Região Sul, com ocorrência de chuva em áreas de Santa Catarina e do Paraná, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
No Rio Grande do Sul, o céu permanece encoberto em grande parte do estado. Em Porto Alegre, os termômetros variam entre 15°C e 20°C.
Em Santa Catarina, há previsão de chuva isolada, principalmente entre áreas do centro e leste do estado. Em Florianópolis, o dia será encoberto com chuva isolada, com mínima de 15°C e máxima de 21°C.
No Paraná, o tempo também fica encoberto, com pancadas de chuva isoladas em diferentes pontos do estado, sobretudo no centro e leste. Em Curitiba, a temperatura varia entre 14°C e 23°C, com previsão de pancadas de chuva isoladas.
A onda de calor perde força na Região Sul nesta quarta-feira (30). O Paraná, que estava integralmente incluído no alerta, passa a registrar temperaturas mais próximas da média climatológica com o avanço de uma frente fria pela região.
A mudança no padrão do tempo é acompanhada por céu encoberto e chuva em parte da região. As máximas ficam em 20°C em Porto Alegre, 21°C em Florianópolis e 23°C em Curitiba, bem abaixo dos valores observados durante o período de calor.
Segundo o Inmet, a chegada da frente fria modifica o padrão atmosférico no centro-sul do Brasil e favorece a redução das temperaturas nas áreas afetadas pela onda de calor.
Extremidade dianteira de uma massa de ar frio em avanço, que desloca o ar quente à sua frente. A passagem de uma frente fria costuma provocar queda de temperatura e umidade, elevação da pressão e mudança na direção do vento (no Hemisfério Norte, geralmente de sudoeste para noroeste; no Hemisfério Sul, o padrão típico é de noroeste/oeste para sudoeste/sul). A precipitação pode anteceder ou suceder a frente e, por vezes, uma linha de instabilidade intensa se forma antes de sua chegada.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o textoSão Paulo terá temperaturas mais baixas e chuvisco, enquanto Belo Horizonte pode registrar 38°C
Baixar áudioA quarta-feira (30) terá chuvisco em São Paulo, maior presença de nuvens no Rio de Janeiro e tempo claro em Minas Gerais e no Espírito Santo, de acordo com a previsão para a Região Sudeste, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Em São Paulo, o tempo fica mais fechado principalmente no sul e leste do estado, com áreas de chuvisco. Na capital paulista, a previsão é de tempo encoberto com chuvisco, com mínima de 17°C e máxima de 26°C.
No Rio de Janeiro, predomina a nebulosidade, com tempo encoberto na capital. Os termômetros no Rio de Janeiro variam entre 23°C e 34°C. Em áreas do sul do estado, há condição para ocorrência de chuva.
Em Minas Gerais, o cenário muda, com tempo claro em grande parte do estado. Em Belo Horizonte, a temperatura mínima prevista é de 20°C, enquanto a máxima pode alcançar 38°C.
No Espírito Santo, também predomina o tempo claro, especialmente no centro e norte do estado. Em Vitória, as temperaturas ficam entre 22°C e 34°C.
A onda de calor ainda influencia áreas do Sudeste. O alerta abrange todo o estado de São Paulo, além de áreas do centro, sul e oeste do Rio de Janeiro e do sul e sudeste de Minas Gerais. O Espírito Santo não está incluído no aviso.
Mesmo com chuvisco em São Paulo e maior nebulosidade no Rio de Janeiro, as temperaturas seguem elevadas em pontos da região. Belo Horizonte pode alcançar 38°C, enquanto Rio de Janeiro e Vitória chegam a 34°C. Para esta quarta-feira, o Inmet indica que as anomalias positivas de temperatura permanecem sobre São Paulo.
A partir desta quarta-feira (30), a atuação de uma frente fria no centro-sul do país tende a modificar o padrão atmosférico e favorecer a redução das temperaturas nas áreas afetadas pelo calor.
Precipitação uniforme, composta exclusivamente por gotículas de água muito pequenas (diâmetro inferior a 0,5 mm), próximas entre si e que dão a impressão de quase flutuar no ar
Extremidade dianteira de uma massa de ar frio em avanço, que desloca o ar quente à sua frente. A passagem de uma frente fria costuma provocar queda de temperatura e umidade, elevação da pressão e mudança na direção do vento (no Hemisfério Norte, geralmente de sudoeste para noroeste; no Hemisfério Sul, o padrão típico é de noroeste/oeste para sudoeste/sul). A precipitação pode anteceder ou suceder a frente e, por vezes, uma linha de instabilidade intensa se forma antes de sua chegada.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o textoPalmas e Belém terão céu claro, enquanto capitais do Amapá, Roraima e Amazonas ficam encobertas
Baixar áudioA quarta-feira (30) terá condições distintas entre os estados da Região Norte, com tempo aberto em parte da região e ocorrência de chuva principalmente em áreas do Acre, de Rondônia, do Amazonas e de Roraima, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
No Tocantins, predomina o tempo aberto em grande parte do estado. Em Palmas, a previsão é de céu claro, com mínima de 25°C e máxima de 39°C.
No Pará, o céu também permanece aberto em grande parte do território, com aumento de nebulosidade em áreas do oeste do estado. Em Belém, o dia será de céu claro, e as temperaturas variam entre 24°C e 34°C.
No Amapá, há maior presença de nuvens, especialmente em áreas do norte do estado. Em Macapá, a previsão indica tempo encoberto, com mínima de 24°C e máxima de 34°C.
Em Roraima, o tempo fica mais instável principalmente no centro e oeste do estado, onde há previsão de chuva. Em Boa Vista, o céu permanece encoberto, com temperaturas entre 27°C e 37°C.
No Amazonas, a chuva se concentra principalmente no oeste e sul do estado, enquanto outras áreas apresentam variação de nebulosidade. Em Manaus, a quarta-feira será de tempo encoberto, com mínima de 26°C e máxima de 35°C.
Em Rondônia, há previsão de chuva sobretudo no oeste do estado. Em Porto Velho, o dia fica encoberto com chuvisco, e os termômetros marcam entre 26°C e 35°C.
No Acre, a previsão aponta chuva em diferentes áreas do estado. Em Rio Branco, o tempo fica encoberto com chuvisco, com mínima de 24°C e máxima de 35°C.
Precipitação uniforme, composta exclusivamente por gotículas de água muito pequenas (diâmetro inferior a 0,5 mm), próximas entre si e que dão a impressão de quase flutuar no ar
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA Região Nordeste terá condições variadas nesta quarta-feira (30), com possibilidade de chuva isolada em parte do litoral e predomínio de tempo sem chuva em outras áreas. As temperaturas máximas nas capitais ficam entre 28°C e 39°C, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Na Bahia, o tempo fica mais aberto em áreas do leste do estado, incluindo Salvador, onde a previsão é de céu claro, com mínima de 23°C e máxima de 28°C. No interior baiano, predominam períodos de menor nebulosidade.
Em Sergipe, há maior presença de nuvens, principalmente no leste do estado. Em Aracaju, o céu fica nublado, e os termômetros variam entre 26°C e 29°C.
Em Alagoas, a nebulosidade aumenta e há possibilidade de chuva isolada, sobretudo em áreas do leste do estado. Em Maceió, a mínima prevista é de 23°C, e a máxima chega a 31°C.
Em Pernambuco, o céu fica mais fechado em áreas do leste do estado. No Recife, a previsão é de tempo encoberto, com temperaturas entre 22°C e 31°C.
Na Paraíba, a maior concentração de nuvens ocorre principalmente no leste do estado. Em João Pessoa, o dia será nublado, com mínima de 23°C e máxima de 31°C.
No Rio Grande do Norte, predominam muitas nuvens, especialmente no leste potiguar. Em Natal, as temperaturas ficam entre 26°C e 32°C.
No Ceará, o tempo apresenta menor cobertura de nuvens em boa parte do estado. Em Fortaleza, a previsão é de poucas nuvens, com mínima de 26°C e máxima de 34°C.
No Piauí, há maior nebulosidade em diferentes áreas do estado. Em Teresina, o tempo fica encoberto, com mínima de 25°C e máxima de 39°C, a maior entre as capitais nordestinas.
No Maranhão, também há predomínio de maior cobertura de nuvens. Em São Luís, a previsão indica tempo encoberto, com temperaturas entre 26°C e 32°C.
Céu totalmente encoberto por oito oitavos na camada de nuvens. A cobertura de nuvens é estimada em oitavos (oktas) da abóbada celeste, somando-se todas as nuvens presentes naquela camada específica.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o textoBrasília e Goiânia terão tempo claro, enquanto Cuiabá e Campo Grande registram chuvisco
Baixar áudioA quarta-feira (30) terá condições diferentes entre os estados da Região Centro-Oeste, com tempo aberto em áreas de Goiás e do Distrito Federal e ocorrência de chuva principalmente em Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
No Distrito Federal, a previsão é de céu claro. Em Brasília, os termômetros variam entre 21°C e 35°C.
Em Goiás, o tempo também fica predominantemente aberto, com céu claro em grande parte do estado. Em Goiânia, a mínima prevista é de 24°C, e a máxima chega a 37°C.
Em Mato Grosso, há mudança nas condições do tempo, com chuva em áreas do centro, oeste e sul do estado. Em Cuiabá, a previsão indica tempo encoberto com chuvisco, com temperaturas entre 27°C e 38°C. No leste e nordeste mato-grossense, predominam períodos com menor nebulosidade.
Em Mato Grosso do Sul, a chuva alcança principalmente o centro, o sul e o oeste do estado, enquanto áreas do norte apresentam períodos com menor cobertura de nuvens. Em Campo Grande, o dia será encoberto com chuvisco, e as temperaturas ficam entre 25°C e 34°C.
A onda de calor ainda influencia áreas do Centro-Oeste nesta quarta-feira (30), último dia de validade do aviso vermelho emitido pelo Inmet. Mesmo com a mudança do tempo e a ocorrência de chuva em Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, as temperaturas permanecem elevadas em parte da região. O alerta abrange todo o território sul-mato-grossense e áreas do centro e sul de Mato Grosso.
Em Goiás e no Distrito Federal, o tempo aberto favorece a elevação das temperaturas, com máximas de 37°C em Goiânia e 35°C em Brasília. Segundo o boletim do Inmet sobre a onda de calor, as anomalias positivas de temperatura ainda permanecem em partes do Centro-Oeste.
A partir desta quarta, a chegada de uma frente fria ao centro-sul do país tende a modificar o padrão atmosférico e favorecer a redução das temperaturas nas áreas afetadas pela onda de calor.
Precipitação uniforme, composta exclusivamente por gotículas de água muito pequenas (diâmetro inferior a 0,5 mm), próximas entre si e que dão a impressão de quase flutuar no ar
Período de cinco ou mais dias consecutivos em que a temperatura máxima diária supera, em pelo menos 5 °C, a média climatológica da temperatura máxima para aquele mês e local.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioO Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) publicou um aviso meteorológico de severidade "Perigo" para tempestades que atingem com intensidade os estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná ao longo desta terça-feira (29). O alerta começou a valer às 9h29 e permanece vigente até às 23h59.
A previsão indica chuva volumosa, com acumulados que podem variar entre 30 e 60 mm/h ou alcançar de 50 a 100 mm ao longo do dia, além de rajadas de vento entre 60 e 100 km/h e queda de granizo. Os volumes divulgados representam estimativas meteorológicas e demandam acompanhamento contínuo dos órgãos oficiais.
Os acumulados projetados mantêm o risco elevado de alagamentos, enxurradas, transtornos na rede elétrica e queda de galhos ou árvores. As regiões cobertas pelo aviso incluem:
Durante o período de rajadas de vento, a Defesa Civil recomenda não se abrigar debaixo de árvores e evitar estacionar veículos próximos a torres de transmissão ou painéis publicitários. Se houver risco de descargas elétricas ou alagamentos, a orientação é desligar aparelhos das tomadas ou o quadro geral de energia.
Acompanhe as atualizações de boletins e alertas específicos por município e bacia hidrográfica junto à Defesa Civil pelo telefone 199 ou ao Corpo de Bombeiros pelo 193.
Variações súbitas da velocidade do vento em curtos intervalos de tempo, capazes de elevar temporariamente a intensidade do escoamento. Seus efeitos vão desde a simples agitação da folhagem até queda de árvores e destelhamentos, a depender da intensidade.
Precipitação originada de nuvens convectivas, sobretudo cumulonimbus, que atinge o solo em forma de esferas ou fragmentos irregulares de gelo. Quando o diâmetro das partículas é ≥ 5 mm, classificam-se como granizo; partículas menores são classificadas como granizo miúdo e/ou neve granulada (graupel). Em boletins METAR, utiliza-se ‘GR’ para granizo e ‘GS’ para granizo miúdo/neve granulada. Unidades isoladas são chamadas de ‘pedras de granizo’.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o textoOs pagamentos são realizados preferencialmente na Poupança CAIXA ou conta CAIXA Tem
Baixar áudioA CAIXA inicia nesta terça-feira (29), o pagamento do Bolsa Família referente ao mês de setembro para os beneficiários com o Número de Identificação Social (NIS) terminado em 9.
Os pagamentos são realizados preferencialmente na Poupança CAIXA ou conta CAIXA Tem. Com a conta CAIXA Tem, os beneficiários podem pagar contas e fazer transferências diretamente pelo aplicativo no celular.
O valor também pode ser movimentado com o cartão de débito da conta em comércios, Unidades Lotéricas, Correspondentes CAIXA Aqui, terminais de autoatendimento e Agências da CAIXA. Além disso, é possível realizar saques sem cartão nos terminais de autoatendimento e Unidades Lotéricas, utilizando a identificação biométrica previamente cadastrada em uma agência da CAIXA.
Para baixar os aplicativos CAIXA Tem e Bolsa Família, basta acessar a loja de aplicativos do seu smartphone. É gratuito.
Copiar o textoBoi gordo, frango e suíno registram alta e sustentam preços firmes no mercado carnes
Baixar áudioO preço do boi gordo apresenta alta de 0,32% nesta terça-feira (29). Em São Paulo, a arroba é negociada a R$ 359,95.
INDICADOR DO BOI GORDO CEPEA/ESALQ
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 28/09/2026 | 359,95 | 0,32% | 4,52% | 68,97 |
| 25/09/2026 | 358,80 | 0,17% | 4,18% | 69,13 |
| 24/09/2026 | 358,20 | 0,22% | 4,01% | 68,99 |
| 23/09/2026 | 357,40 | 0,37% | 3,77% | 69,17 |
| 22/09/2026 | 356,10 | 0,41% | 3,40% | 69,78 |
No mercado de frango, as cotações nas regiões da Grande São Paulo, São José do Rio Preto e Descalvado registram o quilo do produto congelado a R$ 8,31 e o do resfriado a R$ 8,28.
PREÇOS DO FRANGO CONGELADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|
| 28/09/2026 | 8,31 | 0,00% | 13,52% |
| 25/09/2026 | 8,31 | -0,12% | 13,52% |
| 24/09/2026 | 8,32 | 0,00% | 13,66% |
| 23/09/2026 | 8,32 | 0,00% | 13,66% |
| 22/09/2026 | 8,32 | 0,12% | 13,66% |
PREÇOS DO FRANGO RESFRIADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|
| 28/09/2026 | 8,28 | 0,00% | 13,58% |
| 25/09/2026 | 8,28 | -0,24% | 13,58% |
| 24/09/2026 | 8,30 | -0,60% | 13,85% |
| 23/09/2026 | 8,35 | 0,00% | 14,54% |
| 22/09/2026 | 8,35 | 0,12% | 14,54% |
A carcaça suína especial apresenta alta de 2,79% nos atacados da Grande São Paulo, onde o quilo custa R$ 8,47.
Entre os estados analisados, o suíno vivo registra o menor preço em Santa Catarina, onde o animal é comercializado a R$ 5,09.
PREÇOS DA CARCAÇA SUÍNA ESPECIAL (R$/kg)
| Data | Média | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|
| 28/09/2026 | 8,47 | 2,79% | 15,87% |
| 25/09/2026 | 8,24 | 1,48% | 12,72% |
| 24/09/2026 | 8,12 | 0,00% | 11,08% |
| 23/09/2026 | 8,12 | 0,87% | 11,08% |
| 22/09/2026 | 8,05 | 1,39% | 10,12% |
INDICADOR DO SUÍNO VIVO CEPEA/ESALQ (R$/kg)
| Data | Estado | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|---|
| 28/09/2026 | MG - posto | 5,82 | 4,68% | 15,94% |
| 28/09/2026 | PR - a retirar | 5,21 | 3,99% | 16,04% |
| 28/09/2026 | RS - a retirar | 5,18 | 3,39% | 14,10% |
| 28/09/2026 | SC - a retirar | 5,09 | 2,00% | 11,38% |
| 28/09/2026 | SP - posto | 5,68 | 2,71% | 17,60% |
Os dados são do Cepea.
O boi gordo é o bovino macho pronto para o abate, com peso mínimo de 16 arrobas líquidas de carcaça (aproximadamente 240 kg) e até 42 meses de idade. Atende aos padrões do mercado nacional e internacional, incluindo exportações para Europa, China e cota Hilton.
O frango congelado passa por congelamento rápido, com temperaturas abaixo de -12°C, garantindo maior vida útil para armazenamento e transporte a longas distâncias.
Já o frango resfriado é mantido entre 0°C e 4°C, com validade de 5 a 7 dias, oferecendo textura e sabor mais próximos do fresco, ideal para consumidores exigentes e restaurantes.
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Baixar áudioPresidentes de entidades empresariais do Sul do país reforçaram a cobrança à atualização dos limites do Simples Nacional e do Microempreendedor Individual (MEI). A Associação Empresarial de Lages (ACIL), de Santa Catarina, e a Associação Comercial e Empresarial de Maringá (ACIM), no Paraná, fazem parte das mais de 1,5 mil federações e associações em todo o país que assinaram o manifesto "Um Brasil que não pode ser esquecido", liderado pela Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB).
Para Antonio Wiggers, presidente da ACIL, o prejuízo de não corrigir os limites de faturamento vai além da arrecadação. "Não existe nenhum benefício social mais importante e mais duradouro do que o emprego. Os pequenos negócios são o motor de qualquer comunidade, sua expansão está diretamente ligada a esse aumento de limites do MEI e do Simples. Todos no Brasil inteiro aguardam por esta decisão há muito tempo", afirmou.
Já José Carlos Barbieri, da ACIM, destaca que os limites estão sem correção desde 2018, período em que preços, salários e custos subiram, fazendo empresas mudarem de faixa e pagarem mais tributos sem terem crescido de fato. "Reconhecemos a preocupação fiscal do governo, mas os pequenos negócios são 24 milhões de empresas, 95% do total, 26,5% do PIB e 80% dos empregos gerados em 2025. Corrigir a tabela não é privilégio, é preservar o critério original do regime", pontuou.
A carta foi formalmente encaminhada aos candidatos à Presidência da República — Augusto Cury, Flávio Bolsonaro, Lula, Renan Santos, Romeu Zema e Ronaldo Caiado — e a ministérios responsáveis pelo tema, como o da Fazenda e o do Empreendedorismo e da Micro e Pequena Empresa, além do Sebrae Nacional e dos órgãos estaduais,
O Simples Nacional é o regime tributário simplificado destinado a microempresas e empresas de pequeno porte, unificando o pagamento de tributos e reduzindo a burocracia para quem empreende. A última atualização das faixas foi aprovada em 2016 pelo Congresso Nacional, mas só passou a valer dois anos depois. Os limites vigentes são de R$ 81 mil para o MEI, R$ 360 mil para a microempresa e R$ 4,8 milhões para a empresa de pequeno porte.
Na Câmara dos Deputados, o Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2021 discute hoje o reajuste do teto do MEI para R$ 110 mil em 2026 e para R$ 140 mil a partir de 2027 — valores mais baixos do que os defendidos pelas entidades. As entidades patronais pressionam para que a atualização das demais faixas do Simples Nacional seja incluída, e o relatório do deputado federal Jorge Goetten (Republicanos-SC) deve atender ao pedido.
A CACB defende a atualização imediata dos tetos em cerca de 83%: o do MEI passaria para R$ 144,9 mil, o da microempresa iria para R$ 869,4 mil, e o da empresa de pequeno porte subiria para R$ 8,69 milhões, além de uma regra permanente de correção automática pela inflação, prevista em lei.
"No Brasil, tudo muda, tudo corrige, mas a tabela do Simples não. Estamos desde 2018 com essa tabela sem nenhuma atualização e estamos pleiteando a correção pela inflação", destacou Alfredo Cotait Neto, presidente da CACB, da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (FACESP) e da Associação Comercial de São Paulo (ACSP).
O impasse tem raiz fiscal: o Ministério da Fazenda estima impacto de aproximadamente R$ 50 bilhões nas contas públicas caso todas as faixas de enquadramento do Simples sejam contempladas, e a equipe econômica calcula custos de R$ 8,1 bilhões aos cofres públicos até 2029 apenas com o aumento do teto do MEI. Diante da falta de acordo, o presidente da Câmara, Hugo Motta, decidiu adiar a votação do PLP 108/2021 para depois das eleições.
A tramitação já teve o regime de urgência aprovado pela Câmara, o que permitiria votação direta em plenário, mas os parlamentares optaram por instalar uma comissão especial para aprofundar o debate antes da decisão final. Depois de eventual aprovação na Câmara, o projeto ainda precisa passar pelo Senado Federal.
Enquanto o Congresso não define o texto final, associações como a ACIL e a ACIM seguem reforçando, junto à CACB, que corrigir o Simples Nacional não é conceder privilégio, mas reparar uma defasagem que penaliza quem gera trabalho e renda — e que o pequeno empreendedor precisa estar no centro da agenda econômica do país, não apenas lembrado em ano eleitoral.
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Baixar áudioFaltando poucos dias para o primeiro turno das Eleições 2026, marcado para 4 de outubro, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) divulgou um novo Manual do Eleitor, com orientações práticas para os quase 160 milhões de brasileiros aptos a votar. A publicação reúne recomendações como documentação, uso do e-Título e a ordem de votação na urna eletrônica.
Para ser identificado na seção eleitoral, o eleitor deve apresentar um documento oficial com foto. Serão aceitos: carteira de identidade, Carteira de Identidade Nacional (CIN), identidade social, passaporte, Carteira Nacional de Habilitação (CNH), carteira de trabalho física ou digital, carteira profissional emitida por conselho de classe e o próprio e-Título, desde que tenha foto. A Justiça Eleitoral aceita documentos mesmo vencidos, desde que a fotografia ainda permita identificar o eleitor.
O aplicativo e-Título, disponível gratuitamente para celular, pode ser usado para consultar o local de votação, verificar a situação eleitoral e, em determinadas condições, também para identificação no momento de votar. A recomendação do TSE é baixar o aplicativo com antecedência e evitar deixar essa etapa para a última hora.
Nas Eleições 2026, o eleitor vota seis vezes na urna, na seguinte ordem: deputado federal, deputado estadual ou distrital, primeiro senador, segundo senador, governador e presidente da República. Diferentemente de 2022, quando havia apenas uma vaga em disputa para o Senado, neste ano são duas vagas, por isso, o eleitor precisa escolher dois candidatos diferentes para o cargo, sem repetir o mesmo número.
Cada cargo tem uma quantidade própria de dígitos: quatro números para deputado federal, cinco para deputado estadual ou distrital, três para senador e dois para governador e presidente. Antes de confirmar o voto, a urna mostra a foto, o nome, o cargo e a sigla partidária do candidato. Por isso, o TSE recomenda conferir essas informações na tela antes de apertar a tecla "Confirma". Caso perceba um erro, o eleitor pode usar a tecla "Corrige" e digitar novamente o número correspondente àquele cargo.
O eleitor pode levar o celular ao local de votação, mas não pode entrar com o aparelho na cabine, já que a legislação eleitoral proíbe qualquer equipamento capaz de fotografar, filmar ou fazer radiocomunicação durante o voto, para preservar o sigilo. Já a chamada "colinha", anotação em papel com os números dos candidatos escolhidos, é permitida e recomendada pelo TSE para agilizar a votação e evitar erros na hora de digitar os números na urna.
As seções eleitorais funcionarão das 8h às 17h, no horário de Brasília. No Acre, por exemplo, a votação ocorre das 6h às 15h, conforme o fuso local. Os portões são fechados às 17h, mas quem já estiver na fila até esse horário poderá votar normalmente. Eleitores que estiverem fora do domicílio eleitoral no dia da votação podem justificar a ausência no próprio dia, seja pelo aplicativo e-Título, seja nos locais destinados a receber as justificativas.
Caso nenhum candidato a presidente ou a governador atinja o número de votos necessário para vencer no primeiro turno, ou seja, mais de 50% dos votos válidos (maioria absoluta), o segundo turno para essas disputas ocorrerá em 25 de outubro, seguindo as mesmas regras de documentação e funcionamento das seções eleitorais.
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Baixar áudioQuem ainda tem dinheiro em plataformas de apostas esportivas e jogos online deverá receber os valores de volta. A Medida Provisória nº 1.394/2026 estabelece regras para a devolução dos recursos durante o encerramento das atividades das bets no país.
As autorizações para exploração das apostas de quota fixa serão extintas 30 dias após a publicação da MP. Já os sites e aplicativos deverão ficar indisponíveis dez dias após a publicação. Desde a entrada em vigor da medida, também fica proibido o ingresso de novos recursos nas contas dos apostadores, ressalvadas as situações previstas no texto.
As apostas que permanecerem abertas e cujo resultado não tenha sido apurado dentro desse período serão consideradas sem efeito. Nesse caso, o apostador terá direito à devolução integral do valor apostado, sem descontos. Os prêmios referentes a apostas com resultado apurado dentro do prazo também deverão ser pagos.
Após a retirada dos sites e aplicativos do ar, as empresas terão dois dias para garantir os recursos necessários à restituição. A devolução inclui saldos disponíveis, valores de apostas consideradas sem efeito e prêmios devidos.
As operadoras também deverão encaminhar às instituições financeiras e de pagamento uma relação com o CPF do apostador, o valor a ser devolvido e a conta de origem dos recursos. As mesmas informações deverão ser enviadas à Secretaria de Prêmios e Apostas do Ministério da Fazenda.
Depois de receberem esses dados, as instituições financeiras terão sete dias para realizar a restituição integral. O dinheiro deverá ser transferido para uma conta ativa de titularidade do apostador, preferencialmente aquela de onde os recursos foram enviados originalmente. Também será possível receber em outra conta do mesmo titular.
Caso a transferência não seja possível, o apostador não perde o direito ao dinheiro. Os recursos deverão ser enviados para uma conta específica na Caixa Econômica Federal, com identificação individual dos valores devidos, para posterior restituição aos titulares sob supervisão do Ministério da Fazenda.
As empresas também deverão manter o dinheiro destinado às restituições separados de seu próprio patrimônio. O descumprimento das obrigações poderá resultar em multa diária de R$ 200 mil, além de outras sanções.
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Baixar áudioO Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) mantém o monitoramento da primeira onda de calor da primavera, que segue até quarta-feira (30) e pode levar os termômetros a mais de 40°C em localidades de oito estados. O alerta vermelho, nível mais alto da escala do instituto, indicando grande perigo, começou às 12h do último sábado (26) e vale até as 18h de quarta-feira.
Segundo o Inmet, o aviso abrange áreas de Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, Santa Catarina e São Paulo, embora nem todo o território desses estados esteja incluído. Entre sábado e terça-feira (29), o calor ganha força e a área com temperaturas superiores a 40°C aumenta gradualmente.
As áreas mais afetadas estão no centro-sul de Mato Grosso e em todo o Mato Grosso do Sul, Paraná e São Paulo, além de partes dos demais estados. As máximas podem chegar a 41°C em Cuiabá (MT) e a 40°C em Campo Grande (MS). No sábado, os maiores valores se concentraram no Pantanal, com Corumbá, Porto Murtinho (MS) e Poconé (MT) entre os destaques.
Outras regiões do país também registram temperaturas muito elevadas, mas não fazem parte do aviso porque a previsão não atende, ao mesmo tempo, aos critérios de intensidade e duração que caracterizam uma onda de calor. É o caso do Tocantins, onde algumas áreas podem superar os 40°C sem a persistência necessária, e do Distrito Federal, onde as máximas devem chegar a 34°C entre segunda e quarta-feira.
De acordo com o Inmet, uma onda de calor é um período prolongado de temperaturas significativamente acima da média da máxima histórica de determinada região. Na prática, o fenômeno é caracterizado quando as máximas ficam pelo menos 5°C acima da média por cinco dias seguidos ou mais.
Por isso, uma cidade pode registrar mais de 40°C sem que isso configure, necessariamente, uma onda de calor: na quinta-feira (24), por exemplo, 16 localidades monitoradas pelo instituto atingiram ou superaram essa marca.
A previsão é de que o tempo comece a mudar já nesta segunda-feira (28) no Sul do país, com a chegada de uma frente fria que traz chuva e trovoadas ao Rio Grande do Sul e a parte de Santa Catarina; no Paraná, o calor persiste apenas no norte e no noroeste do estado.
A partir de quarta-feira (30), o avanço da frente fria deve reduzir as temperaturas em parte das áreas afetadas, principalmente no Sul e em áreas de Mato Grosso do Sul. As áreas de calor intenso devem ficar concentradas mais ao norte, entre Pará, Mato Grosso, Goiás e Tocantins.
Em períodos de calor extremo, a orientação geral de especialistas em saúde é manter boa hidratação ao longo do dia, evitar a exposição direta ao sol nos horários mais quentes, entre 10h e 16h, usar roupas leves e redobrar a atenção com crianças, idosos e pessoas com doenças crônicas. O Inmet recomenda acompanhar os canais oficiais para atualizações sobre o aviso.
Segundo a Climatempo, a previsão é de que a primavera tenha temperaturas acima da média. Com a expectativa de um El Niño forte, a tendência é de condições mais favoráveis a ondas de calor e à irregularidade de chuvas nos próximos meses.
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Baixar áudioMicroempresas e empresas de pequeno porte, que atualmente não são optantes pelo Simples Nacional e pretendem aderir ao regime no próximo ano, têm até a próxima quarta-feira (30) para formalizar a solicitação. Se o pedido for deferido, a opção produzirá efeitos a partir de 1º de janeiro de 2027.
Na mesma data, as empresas que já estão no Simples Nacional também deverão definir como pretendem recolher o IBS e a CBS a partir de 2027. Há duas possibilidades:
De acordo com as regras estabelecidas, o contribuinte que se arrepender de uma ou das duas opções poderá cancelar a escolha até 30 de novembro.
A Receita Federal registrou 328.432 solicitações de opção pelo Simples Nacional e 447.716 pedidos de adesão ao regime regular do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS). Os números são os mais recentes divulgados no site do órgão.
Do total de solicitações pelo Simples Nacional, 114.981 foram deferidas e 213.451, indeferidas. No entanto, segundo a Receita Federal, os pedidos indeferidos ainda estão dentro do prazo legal de 30 dias para a regularização de pendências que impedem a adesão ao regime.
Para empresas que tiverem o CNPJ criado entre 1º de outubro e 31 de dezembro de 2026, a opção pelo Simples Nacional terá efeitos tanto sobre o período restante de 2026 quanto sobre todo o ano de 2027.
No caso do microempreendedor individual (MEI), o prazo para solicitar a opção pelo Simples Nacional continua sendo em janeiro. O MEI também não poderá optar pelo regime regular ou híbrido para o IBS e a CBS.
O IBS e a CBS fazem parte do IVA dual criado pela Reforma Tributária sobre o consumo. Os dois tributos começaram a ser implementados em 2026, em uma fase de teste.
O IBS substituirá gradualmente o ICMS, de competência estadual, e o ISS, de competência municipal. A transição ocorrerá até 2033. Até 2028, a alíquota de teste do IBS é de 0,1%.
Já a partir de 1º de janeiro de 2027, a CBS substituirá o PIS e a Cofins, que serão extintos. A alíquota de referência da CBS para 2027 foi estimada em 9,21%, conforme proposta divulgada pelo Comitê Gestor do IBS.
Os contribuintes podem consultar informações sobre os procedimentos de opção e as regras do Simples Nacional e do IBS e da CBS na página da Reforma Tributária do Consumo da Receita Federal.
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Copiar o textoVolume total negociado na B3 foi de R$ 24.973.151.083, em meio a 3.279.220 de negócios
Baixar áudioO Ibovespa encerrou o pregão desta segunda-feira (28) em leve queda de 0,16%, aos 183.173,96 pontos.
A sessão iniciou em tom defensivo, registrando recuo de 0,8% por volta das 10h25, aos 182.049 pontos. O movimento acompanhou a cautela dos mercados internacionais diante do impasse nas negociações diplomáticas entre Estados Unidos e Irã e do aumento do conflito no Oriente Médio.
Segundo analistas, as tensões geopolíticas voltam a pressionar o humor dos investidores globais. O avanço nas cotações do petróleo reacende preocupações com a inflação mundial e impulsiona a curva de juros futuros no mercado doméstico, reduzindo a atratividade das ações na B3.
Em contrapartida ao cenário negativo, apenas três ativos do índice operavam em terreno positivo nas primeiras horas de negócios, impulsionados pela valorização da commodity: Petrobras ON (PETR3), em alta de 1,09%; Petrobras PN (PETR4), subindo 1,1%; e Prio (PRIO3), com avanço de 1,94%.
Ações em alta no Ibovespa
Ações em queda no Ibovespa
O volume total negociado na B3 foi de R$ 24.973.151.083, em meio a 3.279.220 de negócios.
Os dados da bolsa podem ser consultados no site da B3.
O Ibovespa (Índice Bovespa) é o principal indicador do mercado acionário brasileiro. Calculado pela B3, ele reflete a média do desempenho das ações mais negociadas na bolsa, com base em critérios de volume e liquidez. O índice é composto por uma carteira teórica de ativos, que representa cerca de 80% do volume financeiro total negociado no mercado.
A B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) é a bolsa de valores oficial do Brasil, sediada em São Paulo. É responsável pela negociação de ações, derivativos, títulos públicos e privados, câmbio e outros ativos financeiros. A B3 está entre as maiores bolsas do mundo em infraestrutura e valor de mercado.
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Baixar áudioA saca de 60 quilos da soja inicia a terça-feira (29) em baixa no interior do Paraná e na região litorânea de Paranaguá.
No mercado paranaense, o grão apresenta recuo de 0,58%, com a saca negociada a R$ 153,49. Em Paranaguá, baixa de 0,35%, levando a cotação para R$ 160,43.
INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANÁ
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 28/09/2026 | 153,49 | -0,58% | 1,44% | 29,41 |
| 25/09/2026 | 154,38 | -0,47% | 2,03% | 29,75 |
| 24/09/2026 | 155,11 | 0,03% | 2,51% | 29,87 |
| 23/09/2026 | 155,07 | -0,28% | 2,48% | 30,01 |
| 22/09/2026 | 155,50 | 0,15% | 2,77% | 30,47 |
INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANAGUÁ
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 28/09/2026 | 160,43 | -0,35% | 0,62% | 30,74 |
| 25/09/2026 | 161,00 | -0,52% | 0,98% | 31,02 |
| 24/09/2026 | 161,84 | 0,12% | 1,51% | 31,17 |
| 23/09/2026 | 161,65 | -0,17% | 1,39% | 31,28 |
| 22/09/2026 | 161,93 | 0,25% | 1,56% | 31,73 |
Preço do trigo avança no Rio Grande do Sul e recua no Paraná.
No Paraná, a tonelada do cereal é comercializada a R$ 1.529,62. No Rio Grande do Sul, o produto é vendido a R$ 1.447,18.
PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - RIO GRANDE DO SUL
| Data | Valor R$/t* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$/t* |
|---|---|---|---|---|
| 28/09/2026 | 1.447,18 | 0,71% | 7,27% | 277,29 |
| 25/09/2026 | 1.437,03 | 0,31% | 6,52% | 276,88 |
| 24/09/2026 | 1.432,54 | 1,00% | 6,19% | 275,91 |
| 23/09/2026 | 1.418,34 | -0,08% | 5,14% | 274,50 |
| 22/09/2026 | 1.419,47 | -0,03% | 5,22% | 278,16 |
PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - PARANÁ
| Data | Valor R$/t* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$/t* |
|---|---|---|---|---|
| 28/09/2026 | 1.529,62 | -0,57% | 5,03% | 293,09 |
| 25/09/2026 | 1.538,40 | -0,07% | 5,63% | 296,42 |
| 24/09/2026 | 1.539,43 | 0,38% | 5,70% | 296,50 |
| 23/09/2026 | 1.533,55 | -0,11% | 5,30% | 296,80 |
| 22/09/2026 | 1.535,23 | 0,20% | 5,41% | 300,85 |
Os dados são do Cepea.
A saca de soja e a saca de trigo são as principais unidades de comercialização de grãos no Brasil. Cada saca equivale a 60 quilos, padrão adotado por órgãos oficiais como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).
Esse formato padronizado facilita o comércio da soja e do trigo, além de permitir um acompanhamento mais preciso das cotações e variações de preços no mercado nacional.
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Baixar áudioO agronegócio brasileiro enfrenta um aumento dos casos de recuperação judicial e de um quadro preocupante em relação ao crédito rural. Em 2025, foram registrados 1.990 pedidos de recuperação judicial no setor, alta de 56,4% em relação ao ano anterior e recorde da série histórica. Os dados são da Serasa Experian. No primeiro trimestre de 2026, o número já estava 21,9% acima do registrado no mesmo período de 2025.
A situação em relação ao crédito rural também aponta pressão sobre os produtores. Levantamento do BTG Pactual, com base em informações do Banco Central, mostra que R$ 207,4 bilhões estavam em cenário desfavorável em julho — considerando operações em atraso, inadimplência, prorrogação ou renegociação. O valor corresponde a 23,5% de uma carteira nacional de R$ 881,6 bilhões.
A conjuntura foi discutida pelo secretário de Agricultura e Abastecimento de São Paulo, Geraldo Melo Filho, durante reunião do Conselho do Agronegócio (AC/Agro) da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), nesta segunda-feira (28). Na avaliação dele, o problema não está na capacidade produtiva do campo, mas no custo para financiar a atividade.
“O juro que o produtor paga não se decide na lavoura. É o preço de um país que gasta mais do que arrecada e que cobra essa conta de quem está tentando produzir”, afirmou.
Na avaliação do secretário, o agronegócio paulista tem conseguido enfrentar esse cenário por conta da diversificação de suas cadeias produtivas. Segundo Melo Filho, o setor registrou PIB de R$ 657,6 bilhões em 2024. Esse resultado colocaria o agro de São Paulo, isoladamente, entre a quarta e a quinta maior economia do país.
O valor corresponde a 18,9% do PIB paulista, 24% do PIB do agronegócio brasileiro e 40% das exportações totais do estado.
“O que a gente precisa é regra clara, segurança jurídica, segurança institucional, e que a tenhamos o mínimo de previsibilidade, que a gente não durma com uma regra e acorde com outra. Por exemplo, a questão do seguro rural, que é uma política pública essencial para que tenhamos garantia e previsibilidade para frente na nossa produção, mas que basicamente nos últimos anos foi praticamente reduzida a zero”, enfatizou Melo Filho.
O coordenador do Conselho do Agro da ACSP, Cesário Ramalho, defendeu a necessidade de fortalecer os mecanismos de proteção financeira para o produtor rural.
"Não pode o agronegócio brasileiro não ter seguro. Aqui nós estamos para resolver a dívida. O país não pode isso. O agricultor não pode sofrer essa humilhação. Tem que recorrer a renegociação de dívida, o juro é elevado, o governo não tem dinheiro e vai tirar dinheiro da saúde ou da escola. Tá errado", considerou.
Atualmente, São Paulo é considerado o segundo maior exportador do agronegócio brasileiro, atrás de Mato Grosso. Entre janeiro e agosto de 2026, o estado paulista vendeu US$ 17,79 bilhões em produtos do setor para o exterior.
A diferença entre as duas unidades federativas é menor quando se observa o valor da produção. Para 2026, o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea) projeta em cerca de R$ 199 bilhões o valor bruto da produção agropecuária de Mato Grosso. Já São Paulo registrou R$ 174,6 bilhões em 2025, segundo o Instituto de Economia Agrícola (IEA/APTA).
O ex-ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento Roberto Rodrigues defendeu uma atuação do governo que reúna diferentes frentes para dar mais segurança e condições de desenvolvimento ao setor.
"É uma estratégia integrada, que contemple temas como logística e estrutura, o pedido de renda para o campo, cujo fator central é o seguro rural, acordos comerciais que gerem mercados, tecnologia e, sobretudo, sustentabilidade", pontuou.
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O estado paulista reúne mais de 20 cadeias do agronegócio com movimentação superior a R$ 1 bilhão por ano. Entre elas estão cana-de-açúcar, com R$ 55,2 bilhões; carne bovina, com R$ 22,7 bilhões; laranja, R$ 19,7 bilhões; frango, R$ 13,7 bilhões; café, R$ 9,6 bilhões; e soja, R$ 8,9 bilhões.
Para o secretário, essa composição reduz a dependência de uma única atividade. “Essa diversificação é o seguro do estado: quando uma cadeia entra em crise, São Paulo não para. Conseguimos operar com mais resiliência diante de pressões setoriais”, disse.
Ele também reforçou que São Paulo concentra 32,7% de toda a agroindústria brasileira, embora não seja o maior produtor primário do país.
Durante a reunião, Melo Filho também comparou as políticas agrícolas dos governos federal e paulista. Segundo ele, a União deixou de repassar parte dos recursos já previstos para o pagamento do seguro rural e aumentou a tributação sobre insumos agrícolas, como fertilizantes e defensivos.
No estado, os programas próprios de apoio ao setor somaram R$ 1,4 bilhão até 2025, de acordo com o secretário. Desse total, R$ 1,2 bilhão foram destinados ao Fundo de Expansão do Agronegócio Paulista (FEAP), que atendeu cerca de 33 mil produtores; R$ 390 milhões foram aplicados na subvenção ao seguro rural, com 52.641 apólices; e R$ 180 milhões foram destinados ao programa Pró-Trator.
São Paulo também reduziu a carga tributária de 17 cadeias do agronegócio. Melo Filho apresentou essas medidas como uma diferença em relação à política federal, que, na avaliação dele, reduziu subvenções previstas no orçamento.
O secretário ainda citou a medida provisória que trata da renegociação de dívidas rurais. Para ele, os critérios estabelecidos pela União, baseados em problemas climáticos ou de preços, não contemplam parte das dificuldades enfrentadas pelos produtores paulistas.
“O endividamento da citricultura no estado está mais ligado a um problema sanitário, o greening, do que a fatores climáticos cobertos pela norma”, destacou.
A reunião ocorreu na Associação Comercial de São Paulo (ACSP), entidade fundada em 1894 e que reúne mais de 15 mil associados. A entidade é presidida por Alfredo Cotait Neto.
A ACSP participou da criação ou da articulação de medidas como o Estatuto da Micro e Pequena Empresa, o Simples Nacional, o Microempreendedor Individual (MEI) e a Lei da Liberdade Econômica.
Também estão entre suas iniciativas o Impostômetro e, em parceria com a Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB), o Gasto Brasil.
Copiar o textoOs números sorteados da Lotofácil 3791, de 28/09/2026, foram: 01 - 02 - 04 - 06 - 08 - 09 - 11 - 12 - 13 - 14 - 15 - 16 - 19 - 24 - 25.
01 - 02 - 04 - 06 - 08 - 09 - 11 - 12 - 13 - 14 - 15 - 16 - 19 - 24 - 25
Resultado corrigido às 21:35 conforme a apuração oficial da Caixa. consulte o resultado oficial no site da Caixa
O concurso 3791 da Lotofácil foi realizado nesta segunda-feira (28/09/2026), no Espaço da Sorte, em São Paulo, e divulgado pela Caixa Econômica Federal. Uma aposta acertou as 15 dezenas e levou para casa o prêmio de R$ 1.612.688,47. O bilhete premiado foi registrado em Natal/RN.
O prêmio estimado para o próximo concurso da Lotofácil, de número 3792, que será realizado na terça-feira, 29 de setembro de 2026, está estimado em R$ 2.000.000,00. Aproveite a oportunidade e faça sua aposta para concorrer!
A arrecadação total do concurso foi de R$ 18.481.452,50.
A aposta mínima, de 15 números, custa R$ 3,50 com chance de 1 em 3.268.760 e a máxima custa R$ 46.512 com chance de 1 em 211.
|
Quantidade de números jogados |
Valor da aposta |
|---|---|
|
15 |
R$ 3,50 |
|
16 |
R$ 48,00 |
|
17 |
R$ 408,00 |
|
18 |
R$ 2.448,00 |
|
19 |
R$ 11.628,00 |
|
20 |
R$ 46.512,00 |
De segunda-feira a sexta-feira, às 21h, e no domingo, às 11h.
Quer apostar sem complicação? Use a Surpresinha e deixe o sistema escolher os números para você — uma forma prática e rápida de participar dos sorteios.
Prefere insistir nos seus números da sorte? Aposte com a Teimosinha e concorra com a mesma combinação por 3, 6, 12, 18 ou 24 concursos seguidos, aumentando suas chances de ganhar sem precisar refazer a aposta a cada sorteio.
Assista ao sorteio da Lotofácil 3791 na transmissão oficial da Caixa.
Veja o resultado da Lotofácil 3790.
Redação Brasil 61
Copiar o textoO euro, por sua vez, encerrou o dia cotado a R$ 5,94
Baixar áudioO dólar comercial fechou em alta de 0,83% nesta segunda-feira (28), cotado a R$ 5,22.
A moeda americana iniciou a semana em valorização frente ao real, atingindo R$ 5,21 ainda pela manhã. O movimento reflete as tensões geopolíticas no Oriente Médio e o impasse nas negociações com o Irã, elevando a busca global por ativos de proteção.
O cenário de cautela também impulsionou a cotação do petróleo Brent, que superou a marca de US$ 108 antes de ser negociado a US$ 106, em alta de 1,6%. No mercado internacional, o dólar ganhou força e fez o índice DXY subir para 101,21 pontos.
A pressão sobre mercados emergentes foi intensificada pela alta nas taxas dos títulos do Tesouro dos EUA (Treasuries). Os papéis de 10 anos subiram para 5,237%, enquanto os de 2 anos atingiram 4,928%. Segundo analistas, a alta nos juros americanos atrai capital para a renda fixa dos EUA e reduz a atratividade dos mercados da América Latina.
O índice DXY, que mede a força do dólar frente a outras moedas globais, fechou aos 101,17 pontos.
O euro, por sua vez, encerrou o pregão cotado a R$ 5,94.
A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.
| Código | BRL | USD | EUR | GBP | JPY | CHF | CAD | AUD |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| BRL | 1 | 0,1914 | 0,1682 | 0,1443 | 30,1156 | 0,1592 | 0,2713 | 0,2726 |
| USD | 5,2257 | 1 | 0,8794 | 0,7547 | 157,38 | 0,8321 | 1,4175 | 1,4252 |
| EUR | 5,9470 | 1,1370 | 1 | 0,8581 | 178,95 | 0,9461 | 1,6117 | 1,6206 |
| GBP | 6,9256 | 1,3251 | 1,1653 | 1 | 208,54 | 1,1025 | 1,8782 | 1,8886 |
| JPY | 0,0332 | 0,0064 | 0,0056 | 0,0048 | 1 | 0,5287 | 0,0090 | 0,0091 |
| CHF | 6,2801 | 1,2019 | 1,0570 | 0,9070 | 189,15 | 1 | 1,7038 | 1,7130 |
| CAD | 3,6863 | 0,7054 | 0,6203 | 0,5324 | 111,03 | 0,5869 | 1 | 1,0056 |
| AUD | 3,6683 | 0,7017 | 0,6171 | 0,5295 | 110,42 | 0,5838 | 0,9945 | 1 |
Os dados são da Investing.com.
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Baixar áudioA Região Sul terá uma terça-feira de tempo instável, com muitas nuvens, chuva e possibilidade de trovoadas em diversas áreas. As temperaturas apresentam grande diferença entre os estados, com calor mais intenso no Paraná e condições mais amenas no Rio Grande do Sul.
Em Curitiba, a temperatura varia entre 17°C e 31°C. A capital paranaense terá muitas nuvens, previsão de pancadas de chuva e trovoadas durante todo o dia. O cenário mantém o Paraná entre as áreas com temperaturas ainda elevadas em relação à média para o período.
Em Florianópolis, os termômetros ficam entre 18°C e 22°C. Há previsão de chuva e trovoadas pela manhã, possibilidade de tempestades isoladas à tarde e chuva durante a noite.
Porto Alegre terá temperaturas mais baixas, variando entre 18°C e 21°C. A previsão indica chuva e trovoadas pela manhã, possibilidade de tempestades isoladas à tarde e chuva isolada à noite.
De acordo com o INMET, uma frente fria pode alcançar o extremo sul do Rio Grande do Sul nesta terça-feira, contribuindo para a redução das temperaturas na área. O sistema deve avançar pelo centro-sul do país na quarta-feira, favorecendo a diminuição do calor em partes do Paraná e de outras áreas afetadas.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o textoSão Paulo e Belo Horizonte podem chegar aos 36°C, enquanto o Rio de Janeiro terá máxima de 32°C
Baixar áudioA Região Sudeste terá uma terça-feira de temperaturas elevadas, principalmente em São Paulo e Minas Gerais. A região permanece entre as áreas afetadas pela onda de calor da primavera, com temperaturas acima da média em partes do território.
Em Belo Horizonte, a temperatura varia entre 20°C e 36°C. A capital mineira terá muitas nuvens pela manhã, possibilidade de chuva isolada à tarde e pancadas isoladas durante a noite.
São Paulo terá mínima de 19°C e máxima de 36°C. A previsão indica possibilidade de chuva isolada pela manhã e pancadas de chuva e trovoadas à tarde e à noite.
No Rio de Janeiro, os termômetros ficam entre 21°C e 32°C, com possibilidade de pancadas isoladas pela manhã e chuva com trovoadas à tarde e à noite. Vitória terá temperaturas entre 23°C e 33°C, com possibilidade de chuva isolada pela manhã e à noite.
O INMET informou que as temperaturas permanecem acima da média em partes do Sudeste nesta terça-feira. A previsão indica que o calor deve continuar até quarta-feira, quando o avanço de uma frente fria deve provocar redução das temperaturas em algumas áreas.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA Região Centro-Oeste terá uma terça-feira de calor intenso, com temperaturas próximas ou acima dos 35°C em todas as capitais. O cenário ocorre durante a primeira onda de calor da primavera de 2026, que atinge áreas do Centro-Oeste, Sudeste e Sul. O INMET mantém alerta de onda de calor para áreas afetadas até quarta-feira (30).
Em Cuiabá, a temperatura varia entre 28°C e 40°C. A capital mato-grossense terá muitas nuvens durante o dia e a noite, mas sem previsão de chuva significativa. Campo Grande terá mínima de 27°C e máxima de 39°C, com possibilidade de pancadas de chuva e trovoadas à tarde e chuva durante a noite.
Goiânia terá temperaturas entre 23°C e 37°C. A previsão indica poucas nuvens pela manhã, aumento da nebulosidade à tarde e possibilidade de chuva isolada à noite. Em Brasília, os termômetros ficam entre 21°C e 34°C, com poucas nuvens pela manhã e aumento da nebulosidade durante a tarde.
Já Palmas, na divisa com a Região Norte, terá mínima de 25°C e máxima de 39°C, com muitas nuvens pela manhã e à noite.
Segundo o INMET, as temperaturas seguem acima da média em partes do Centro-Oeste e do Sudeste nesta terça-feira. A atuação de sistemas atmosféricos que favorecem o transporte e a permanência do ar quente contribui para a manutenção das temperaturas elevadas.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA Região Norte terá uma terça-feira de calor e variação de nebulosidade, com possibilidade de pancadas de chuva em diversas áreas. Em algumas localidades, as precipitações podem vir acompanhadas de trovoadas, principalmente durante a tarde e a noite.
Em Boa Vista, a temperatura varia entre 27°C e 37°C, com muitas nuvens e possibilidade de chuva isolada pela manhã. À tarde e à noite, há previsão de pancadas de chuva e trovoadas.
Em Manaus, os termômetros ficam entre 27°C e 35°C, com possibilidade de pancadas e trovoadas isoladas ao longo de todo o dia.
Em Porto Velho, a mínima prevista é de 25°C e a máxima chega a 37°C, também com possibilidade de pancadas de chuva e trovoadas. Rio Branco terá temperaturas entre 23°C e 35°C, com chuva e trovoadas isoladas durante o dia.
No Pará, Belém registra mínima de 25°C e máxima de 34°C, com muitas nuvens e possibilidade de chuva isolada pela manhã e à tarde.
Macapá terá entre 25°C e 37°C, com possibilidade de chuva isolada pela manhã e pancadas à tarde.
Já Palmas terá calor mais intenso, com temperaturas entre 25°C e 39°C e variação de nebulosidade ao longo do dia.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
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Baixar áudioA Região Nordeste terá uma terça-feira de tempo quente, variação de nebulosidade e possibilidade de chuva isolada, principalmente nas áreas litorâneas. No interior, o destaque fica para as temperaturas elevadas, que podem chegar a 39°C.
Em Teresina, os termômetros variam entre 26°C e 39°C. A previsão indica muitas nuvens pela manhã, possibilidade de chuva isolada à tarde e novamente muitas nuvens durante a noite. Fortaleza terá mínima de 25°C e máxima de 33°C, com muitas nuvens pela manhã e à noite e possibilidade de chuva isolada à tarde.
No litoral leste, João Pessoa terá temperaturas entre 23°C e 31°C, com possibilidade de chuva isolada pela manhã e à noite. Recife fica entre 22°C e 31°C, também com possibilidade de chuva isolada em diferentes períodos.
Em Natal, a temperatura varia de 24°C a 31°C, com possibilidade de chuva isolada pela manhã e à noite. Maceió terá mínima de 20°C e máxima de 30°C, com possibilidade de chuva isolada nos períodos da manhã e da noite.
Em Salvador, os termômetros ficam entre 21°C e 28°C, com muitas nuvens pela manhã e possibilidade de chuva isolada durante a noite. Já Aracaju terá temperaturas entre 26°C e 29°C, com muitas nuvens ao longo do dia, mas sem previsão de chuva significativa.
São Luís terá mínima de 26°C e máxima de 33°C, com possibilidade de chuva isolada durante todo o dia.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioO Brasil conquistou oito medalhas na WorldSkills Shanghai 2026, sendo duas de prata e seis de bronze. A delegação brasileira também trouxe para casa 29 medalhas de excelência, concedidas aos competidores que alcançaram pontuação acima da média em suas respectivas ocupações. Na classificação geral por pontos, o país terminou em segundo lugar, atrás apenas da China.
Considerada a maior competição de educação profissional do mundo, a WorldSkills é realizada a cada dois anos e reúne jovens talentos de diferentes países em provas práticas de diversas áreas. A edição de Xangai aconteceu entre os dias 23 e 26 de setembro e reuniu cerca de 1,4 mil competidores de 70 países, que disputaram provas em 64 ocupações.
A delegação brasileira foi representada por 71 competidores, entre alunos e ex-alunos do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) e do Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (SENAC). Foi a maior delegação brasileira da história da WorldSkills. Os participantes competiram individualmente ou em equipes, de acordo com as características de cada ocupação.
Após quatro dias de provas, os competidores receberam as premiações durante a cerimônia de encerramento, realizada no último domingo (27), na Mercedes-Benz Arena, em Xangai.
Entre os destaques da delegação brasileira estão os medalhistas de prata e bronze e os competidores que receberam medalhas de excelência.
Medalhas de prata
Medalhas de bronze
Medalhas de excelência
A medalhista de prata Myllena Vitória de Arruda Nogueira venceu na categoria Tecnologia da Moda. Para ela, essa vitória é resultado de anos de preparação.
“Essa medalha representa todos os meus três anos de treinamento. Representa a minha família, toda a equipe do SENAI, de todos os estados, que ajudaram no meu treinamento, a minha professora, a minha expert, o meu intérprete. Representa esse trabalho duro que eu tive e, ainda mais, representa o Brasil.”
Na ocupação Integração de Sistemas Robóticos, Alexandre Isaque Almeida Rodrigues e Bruno Gabriel Soares de Oliveira também conquistaram a medalha de prata. Para os dois competidores, a conquista é resultado de “esforço, dedicação, legado e paixão pelo que fazem”.
“Treinamos durante quase três anos, tanto durante o processo nacional quanto mundial. Próximo ao mundial, já começamos sábado e domingo treinando de oito a doze horas por dia. Então, foi bem cansativo, mas valeu todo o esforço”, conta Alexandre.
O medalhista de bronze Alisson Gabriel Genova de Oliveira, da ocupação Fresagem CNC, também destaca a intensidade da preparação para a competição internacional.
“Passamos por três anos de treinamento e emendávamos manhã, tarde e noite, para resolver problemas, descobrir como fazer da maneira correta e passar por muitas peças. Eu fiz mais de 300 peças para poder estar aqui e fazer só as três que o mundial pede. Foram muitos anos de treino e agora tudo foi recompensado. Conseguimos mostrar que o Brasil tem o empenho para estar entre os melhores.”
A próxima edição da WorldSkills, prevista para 2028, será realizada em Aichi, no Japão.
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Baixar áudioUma viagem de 11 mil quilômetros pela Amazônia, realizada em 1983, é o foco da exposição “Burle Marx – Expedição Amazônia”, aberta à visitação no Centro Cultural Banco da Amazônia, em Belém (PA). A mostra reúne registros da expedição liderada pelo artista, arquiteto e paisagista Roberto Burle Marx, além de documentos, fotografias, vídeos e anotações que revelam a trajetória do paisagista e o trabalho dedicado à preservação da Amazônia. A mostra vai até 24 de janeiro de 2027.
A exposição propõe uma experiência imersiva sobre os 52 dias de viagem, que contou com 11 participantes e passou por estados como Minas Gerais, Goiás, Tocantins, Mato Grosso, Rondônia, Amazonas, Roraima, Pará e Maranhão. O material permite ao visitante conhecer diferentes aspectos da expedição, desde a pesquisa botânica até os registros feitos pela equipe durante o percurso.
A gerente do Centro Cultural Banco da Amazônia, Ana Amélia Fadul, destaca que a exposição apresenta a dimensão científica e ambiental da viagem.
“Nela podemos ver a equipe capitaneada por Burle Marx com técnicos, desenhistas, artistas que fizeram o mapeamento de mais de 400 espécies, fizeram a denúncia do desmatamento, do corte de madeira, da devastação da Amazônia, ou seja, traz uma visão dessa expedição que aconteceu em 1983 e que ainda hoje é atual e é relevante, pois é um tema muito cogente, a gente poder falar de preservação”, diz.
Ela também salienta que a mostra está ligada aos valores do Centro Cultural, voltados à preservação ambiental e sustentabilidade. “Isso coaduna com a função do Banco da Amazônia, que é o mantenedor dessa galeria e do nosso Centro Cultural, que sempre foi uma instituição voltada para assuntos de sustentabilidade e preservação do meio ambiente”, completa.
O curador da exposição, Luiz Prado, explica que a ideia surgiu a partir dos registros produzidos durante a viagem. Além de mostrar os registros históricos da expedição, Prado compartilha que a mostra também apresenta o olhar de Burle Marx sobre a degradação ambiental que ele presenciou durante a viagem. Para Luiz Prado, os registros revelam uma atuação do paisagista que ia além da produção artística.
“A gente entendeu que isso daria uma grande mostra apresentando o olhar múltiplo diverso sobre a Amazônia, a partir da perspectiva de quem estava presente nessa expedição e também mostrar um pouco desse Roberto Burle Marx que, quando se deparou com a destruição da Amazônia já em 83, começou a denunciar, e ele como um grande ativista também, além de artista e paisagista, pensou, a gente trouxe isso também, essa narrativa para dentro da exposição”, afirma.
Entre os materiais apresentados estão mais de 200 fotografias em diferentes formatos, projeções de slides, uma instalação com dezenas de monóculos, vídeos com depoimentos de participantes da expedição, registros botânicos e objetos originais do Sítio Roberto Burle Marx – localizado em Barra de Guaratiba (RJ).
O local é um santuário botânico e cultural reconhecido como Patrimônio Mundial pela UNESCO e gerido pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). O espaço foi doado pelo paisagista para ser utilizado como fonte de pesquisa.
Roberto Burle Marx nasceu em São Paulo (SP), em agosto de 1909. Ele foi pintor, desenhista, tapeceiro, pesquisador e um dos maiores paisagistas do século XX.
A mostra também tem sido utilizada como espaço de aprendizagem para estudantes. Um grupo de 34 alunos do 6° ano do ensino fundamental visitou a exposição na quarta-feira (23), acompanhado de professores e conduzido pelo historiador e doutor em História Social Rafael Zamorano, chefe da Divisão Técnica do Sítio Roberto Burle Marx.
A visita chamou a atenção dos estudantes para os registros botânicos apresentados na exposição. Ewerton Morais, de 11 anos, destacou a chamada Planta da Lua, também conhecida como Flor da Lua.
“Eu queria ver a Planta da Lua e achei muito legal o sistema dela para florescer, porque é igual ao Lobisomem: floresce só na lua cheia. Gostei muito de ver as plantas”, disse.
Para Rafael Zamorano, o caráter multimídia da exposição contribui para aproximar o público mais jovem do legado de Burle Marx.
“A exposição, por ser multimídia, consegue manter as crianças atentas e isso é muito bom para conseguirmos mostrar a esse público tão jovem o legado do Roberto (Burle Marx). Os jardins, para ele, tinham uma função pedagógica, que também está presente aqui”, destacou.
A mostra contou com uma programação especial de abertura e entre os dias 23 e 24 de setembro o Centro promoveu visitas guiadas especiais conduzidas por Rafael Zamorano Bezerra, historiador, doutor em História Social e chefe da Divisão Técnica do Sítio Roberto Burle Marx (SRBM-Iphan).
E na sexta-feira (25), Zamorano ministrou uma palestra gratuita intitulada "Roberto Burle Marx - O Sítio e suas coleções" no auditório do espaço.
Exposição: Burle Marx – Expedição Amazônia
Período de visitação: De 23 de setembro de 2026 a 24 de janeiro de 2027
Local: Centro Cultural Banco da Amazônia - Av. Presidente Vargas, 800, Bairro da Campina, Belém (PA)
Funcionamento: De terça a sexta-feira, das 10h às 16h. Finais de semana e feriados, das 10h às 14h.
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Baixar áudioO recorte regional da pesquisa Quaest sobre a eleição presidencial mostra diferenças entre as regiões do país em um eventual segundo turno entre Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL). Enquanto Flávio lidera em três regiões, Lula alcança 50% das intenções de voto no Norte e 58% no Nordeste. No recorte geral, os dois aparecem empatados, com 42% cada.
Seguindo a divisão regional do eleitorado, Flávio Bolsonaro aparece à frente de Lula em três regiões. No Sul, o senador marca 54% das intenções, contra 29% de Lula; no Sudeste, aparece com 43%, ante 37% do candidato do PT. Já no Centro- Oeste, o senador marca 57% e Lula 29% das intenções de voto do eleitorado brasileiro.
Conforme o portal g1.globo.com, na pesquisa anterior, como Flávio tinha 42%, contra 41% de Lula, os números apontavam para um empate técnico. Na atual rodada, o presidente Lula aparece 39% das intenções de voto e Flávio Bolsonaro com 34% no primeiro turno. Nesse cenário, os dois saíram da situação de empate técnico em que se encontravam na semana anterior.
Já no cenário geral, em um eventual 2° turno, os dois adversários empatam com 42% das intenções de voto.
Ainda em relação ao balanço nacional de 2° turno testado, Lula tem 46% contra 30% de Romeu Zema (Novo), 43% contra 40% de Ronaldo Caiado (PSD), 42% contra 39% de Renan Santos (Missão) e 42% ante 33% de Augusto Cury (Avante).
Para identificar a intenção de voto dos brasileiros, a pesquisa considerou diversos segmentos sociais, como faixa de renda, escolaridade, religião, idade e gênero dos eleitores. Entre as áreas analisadas, a região também é considerada.
Para a pesquisa Quaest, Lula também foi testado contra Romeu Zema (Novo), Ronaldo Caiado (PSD), Renan Santos (Missão) e Augusto Cury (Avante).
Confira o percentual de intenções de voto por região
Lula (PT) X Ronaldo Caiado (PSD)
Em um eventual 2° turno entre Lula e Ronaldo Caiado (PSD), 61% dos respondentes da Região Nordeste votaria no candidato petista; já 29% em Caiado. Lula também lidera nas intenções de voto no Norte, com 51% ante 38% do adversário.
Nas demais regiões do país, o candidato do PSD lidera. Entre os eleitores que participaram da pesquisa no Centro-Oeste, 60% votaria em Caiado e 24% em Lula; no Sudeste, o candidato do PSD alcança 41% das intenções ante 37% marcadas pelo candidato do PT; e no Sul, Caiado marca 47%, ante 31% do petista.
Lula (PT) X Romeu Zema (Novo)
No cenário contra Romeu Zema (Novo) no 2° turno das eleições, Lula mantém vantagem regional no Nordeste (63%), no Norte (53%) e no Sudeste (40%), segundo o recorte por região da Quaest. No Nordeste, Zema alcançou 20%; no Norte 34%, e no Sudeste, 33%.
O candidato do Novo lidera na Região Sul, com 38% ante 32% do candidato petista, e no Centro-Oeste, com 36% contra 34% de Lula.
Lula (PT) X Renan Santos (Missão)
Renan Santos, por sua vez, lidera em três regiões brasileiras. No Sudeste, Renan alcança 41%, ante 38% do candidato do PT. No Centro-Oeste, 48% contra 32% de Lula, e tem vantagem, ainda, no Sul, onde soma 42%, ante 29% do petista.
Lula (PT) X Augusto Cury (Avante)
A pesquisa Quaest também analisou um eventual 2° entre o presidente Lula e o escritor Augusto Cury.
Confira o percentual por região, considerando Lula contra Cury:
Para a pesquisa, a Quaest entrevistou 2.004 eleitores de 16 anos ou mais, em todo o país, entre os dias 24 e 27 de setembro.
A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. O número de registro da pesquisa é BR-06520/2026.
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Baixar áudioA mobilização pelo Dia Mundial do Jornalismo, celebrado nesta segunda-feira (28), reúne mais de cem veículos, entidades e profissionais no Brasil. Coordenada pela Associação Nacional de Jornais (ANJ), a iniciativa tem neste ano a participação da Associação Nacional de Editores de Revistas (ANER). O Brasil 61 também participa da campanha.
O número de adesões brasileiras é o maior desde o início da mobilização. Entre os participantes, alguns prepararam ações específicas para a data, com conteúdos editoriais, publicações nas redes sociais, distribuição diferenciada de material impresso e outras atividades destinadas ao público.
A campanha oferece conteúdos que podem ser reproduzidos ou adaptados de acordo com o meio utilizado por cada participante. Entre os materiais estão anúncios para versões impressas e digitais, banners, vídeos, peças para redes sociais, cartoons e artigos de opinião.
Criada internacionalmente sob o nome World News Day, a campanha recebeu no Brasil, há quatro anos, a denominação Dia Mundial do Jornalismo. A opção busca deixar claro que a proposta vai além da notícia que chega ao público.
O objetivo é apresentar também o caminho percorrido até a publicação: quem participa da produção, quais métodos são empregados e quais recursos são necessários para transformar um fato ou informação em conteúdo jornalístico.
A atividade envolve profissionais de diferentes áreas e uma série de procedimentos. Apuração, entrevistas, consulta a documentos, checagem, análise de dados, edição, revisão, fotografia e distribuição estão entre as etapas que podem fazer parte da produção.
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Nesse sentido, a campanha procura discutir como o jornalismo é feito e quais condições são necessárias para que essa atividade continue sendo realizada. Recursos financeiros, profissionais qualificados, tempo, tecnologia e estrutura fazem parte desse processo.
Para Marcelo Rech, jornalista e presidente-executivo da ANJ, a manutenção de uma imprensa profissional também depende de condições econômicas para o setor. “Todos defendem a liberdade de imprensa, mas ela precisa, além de liberdade, de uma imprensa robusta e economicamente saudável”, afirma.
A iniciativa ocorre em meio a mudanças no cenário democrático internacional e a desafios relacionados à liberdade de expressão e de imprensa.
Segundo o Democracy Report 2026, elaborado pelo V-Dem Institute, da Universidade de Gotemburgo, 74% da população mundial — aproximadamente seis bilhões de pessoas — vive sob regimes autocráticos. A parcela que vive em democracias corresponde a 26%.
O levantamento aponta também 44 países em processo de autocratização. Juntos, eles concentram 41% da população mundial, cerca de 3,4 bilhões de pessoas. Já os processos de democratização são registrados em 18 países.
O relatório também aponta deterioração das liberdades de expressão e de imprensa em diferentes países e registra retrocessos em algumas democracias consolidadas.
Nesse contexto, a produção jornalística permite acompanhar decisões de governos, fiscalizar instituições, acessar informações de interesse público e conhecer diferentes pontos de vista sobre acontecimentos que afetam a sociedade.
A atividade também contribui para o debate público ao disponibilizar informações sobre direitos, políticas públicas e questões presentes no cotidiano da população.
Uma das frentes da campanha é justamente explicar o que acontece dentro das redações antes de uma informação chegar ao público.
A produção de uma reportagem pode começar com um acontecimento, uma denúncia, um documento ou uma informação que precisa ser investigada. A partir daí, jornalistas consultam fontes, buscam documentos, verificam dados e confrontam diferentes versões.
O material reunido passa então por etapas de seleção, contextualização, edição e revisão. A apuração também não termina necessariamente com a publicação. Quando um erro é identificado, o conteúdo deve ser reavaliado e corrigido. Em situações que exigem, a redação informa o público sobre a alteração.
Ferramentas digitais e novas tecnologias já fazem parte de diversas etapas desse processo. Ainda assim, a responsabilidade pelo conteúdo publicado permanece com os profissionais e as organizações jornalísticas.
Os materiais desta edição da campanha tratam de temas como apuração, checagem, edição, correção de erros, fotojornalismo, jornalismo local, sustentabilidade, democracia, liberdade de expressão e os efeitos das novas tecnologias sobre a informação.
A mobilização reúne mais de mil redações e organizações de comunicação em mais de cem países. Jornais, revistas, sites, emissoras e outras empresas e instituições do setor participam da iniciativa por meio de diferentes formatos e ações.
A mobilização internacional procura ampliar a discussão sobre a atividade jornalística e sobre as condições necessárias para manter a produção de informação de interesse público.
No Brasil, a campanha reúne, além da ANJ e da ANER, veículos, profissionais, entidades e instituições ligadas à comunicação. Com mais de cem participantes, a edição deste ano registra o maior nível de adesão brasileira.
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Baixar áudioPrestar contas do dinheiro público não é uma tarefa simples, e as prefeituras brasileiras enfrentam um grande gargalo na hora de cruzar as informações do que recebem e do que gastam. É o que revela novo estudo da Confederação Nacional de Municípios (CNM), baseado nos dados mais recentes do Ranking do Tesouro Nacional — referente às contas de 2025.
O levantamento revela que apenas 930 dos 5.568 municípios do país (16,70%) conseguiram a Nota A, dada às gestões com padrão de excelência na prestação de contas.
Na prática, isso significa que mais de 83% das cidades do Brasil ainda têm dificuldades para entregar dados totalmente consistentes e sem divergências para os órgãos de controle.
O principal problema apontado no estudo está relacionado às contas sobre repasses fundamentais para o funcionamento dos serviços públicos. Na checagem sobre o Fundo de Participação dos Municípios (FPM), por exemplo, apenas 75,56% das prefeituras apresentaram dados que bateram exatamente com os registros de repasse da União. Isso quer dizer que 24,44% das cidades registraram valores com divergências.
Quanto a verbas da Educação, a maior disparidade do estudo apareceu no cruzamento entre o sistema contábil das prefeituras e o sistema de informações da Educação (Siope). Na checagem sobre os repasses de impostos para o setor, apenas 59,41% dos municípios entregaram informações sem erros.
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No caso do Fundeb, a concordância de dados ficou em 74,44% nas receitas gerais e em 69,11% na parte que cabe à complementação feita pela União. Já a prestação de contas dos impostos arrecadados localmente registrou 71,08% de acertos entre os sistemas.
Quanto aos gastos com Saúde, entre os principais desafios está a identificação de para onde vai o dinheiro. O preenchimento correto dos códigos que mostram a origem das verbas da área foi feito de forma adequada por apenas 75,05% das prefeituras. Na educação, esse mesmo acompanhamento registrou 72,22% de conformidade.
O Tesouro avalia a qualidade das informações fiscais e atribui notas de A (excelência, com mais de 95% de acertos) até E (baixa confiabilidade, com menos de 65% de acertos). De um ano para o outro, houve avanços, mas também o crescimento das gestões em situação mais vulnerável:
A realidade varia bastante de acordo com a região. O Espírito Santo se destaca como o único estado em que 100% dos municípios estão nas faixas superiores (A e B), seguido por Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Pernambuco e São Paulo.
Em contrapartida, os estados com os maiores percentuais de cidades na faixa E — a mais baixa do ranking — são Tocantins (38,9%), Amapá (37,5%), Rio de Janeiro (37,0%), Acre (31,8%), Paraíba (30,0%) e Pará (28,5%).
A avaliação não ficou apenas mais rigorosa em termos de análise, mas também em volume de regras. Entre 2019 e 2025, o número de checagens feitas pelo governo federal saltou de 72 para 207 — uma alta de 187,5%, com a entrada de 25 novos testes na edição atual.
Copiar o textoArábica sobe 1,42% em São Paulo, enquanto açúcar e milho registram queda
Baixar áudioO preço do café arábica abre esta segunda-feira (28) com alta de 1,42%, com a saca de 60 kg negociada a R$ 1.538,29 na cidade de São Paulo.
O café robusta teve uma alta de 1,18%, sendo comercializado a R$ 952,72.
INDICADOR DO CAFÉ ARÁBICA CEPEA/ESALQ
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$ |
|---|---|---|---|---|
| 25/09/2026 | 1.538,29 | 1,42% | -12,02% | 296,40 |
| 24/09/2026 | 1.516,81 | 0,25% | -13,25% | 292,14 |
| 23/09/2026 | 1.513,01 | 0,11% | -13,47% | 292,82 |
| 22/09/2026 | 1.511,31 | -1,49% | -13,56% | 296,16 |
| 21/09/2026 | 1.534,23 | -0,80% | -12,25% | 300,42 |
INDICADOR DO CAFÉ ROBUSTA CEPEA/ESALQ
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$ |
|---|---|---|---|---|
| 25/09/2026 | 952,72 | 1,18% | -6,79% | 183,57 |
| 24/09/2026 | 941,57 | 0,34% | -7,88% | 181,35 |
| 23/09/2026 | 938,40 | 0,15% | -8,19% | 181,61 |
| 22/09/2026 | 936,96 | -2,17% | -8,33% | 183,61 |
| 21/09/2026 | 957,72 | -0,84% | -6,30% | 187,53 |
O preço do açúcar cristal apresentou baixa de 0,42% na capital de São Paulo. A saca de 50 kg é cotada a R$ 120,62.
INDICADOR DO AÇÚCAR CRISTAL BRANCO CEPEA/ESALQ - SÃO PAULO
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 25/09/2026 | 120,62 | -0,42% | 6,04% | 23,24 |
| 24/09/2026 | 121,13 | 0,87% | 6,49% | 23,33 |
| 23/09/2026 | 120,08 | -0,59% | 5,56% | 23,24 |
| 22/09/2026 | 120,79 | 0,55% | 6,19% | 23,67 |
| 21/09/2026 | 120,13 | 0,07% | 5,61% | 23,52 |
Em Santos (SP) houve uma baixa de 0,25%, e a mercadoria é negociada a R$ 126,22 na média de preços sem impostos.
Indicador Açúcar Cristal - Santos (FOB)
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 25/09/2026 | 126,22 | -0,25% | -1,31% | 24,28 |
| 24/09/2026 | 126,53 | -0,23% | -1,06% | 24,43 |
| 23/09/2026 | 126,82 | 0,91% | -0,84% | 24,67 |
| 22/09/2026 | 125,68 | 0,28% | -1,73% | 24,56 |
| 21/09/2026 | 125,33 | 0,47% | -2,00% | 24,52 |
A saca de 60 kg do milho, por sua vez, é vendida a R$ 69,65, após uma baixa de 0,23%.
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 25/09/2026 | 69,65 | -0,23% | -0,83% | 13,42 |
| 24/09/2026 | 69,81 | -0,01% | -0,60% | 13,45 |
| 23/09/2026 | 69,82 | 0,11% | -0,58% | 13,51 |
| 22/09/2026 | 69,74 | 0,17% | -0,70% | 13,67 |
| 21/09/2026 | 69,62 | 0,48% | -0,87% | 13,63 |
Os dados são do Cepea.
Café arábica e café robusta são as duas principais variedades cultivadas e comercializadas no Brasil, ambas medidas em sacas de 60 kg.
O café arábica (conhecido também como café Conilon, em algumas regiões) tem sabor mais suave, menor teor de cafeína e alta qualidade sensorial, sendo preferido em cafeterias especializadas e nas exportações de cafés premium. Representa cerca de 70% da produção brasileira, com destaque para estados como Minas Gerais e São Paulo.
O café robusta, por sua vez, possui sabor mais amargo, maior concentração de cafeína e corpo mais intenso. É amplamente utilizado na produção de café solúvel e blends comerciais. Seus principais polos produtores são o Espírito Santo e Rondônia, e seu preço costuma ser mais baixo em comparação ao arábica, por conta do perfil mais industrial.
A saca de açúcar cristal no Brasil é padronizada em 50 quilos, especialmente para comercialização no mercado atacadista e para uso na indústria alimentícia. Essa unidade de medida é adotada pelo Cepea/Esalq-USP, principal fonte de cotações diárias do açúcar cristal no país.
A saca de milho equivale a 60 kg de grãos, mesmo padrão utilizado para soja e trigo. Essa medida é oficializada por instituições como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Cepea, sendo amplamente usada em negociações e relatórios de preço do milho.
Copiar o textoOs pagamentos são realizados preferencialmente na Poupança CAIXA ou conta CAIXA Tem
Baixar áudioA CAIXA inicia nesta segunda-feira (28), o pagamento do Bolsa Família referente ao mês de setembro para os beneficiários com o Número de Identificação Social (NIS) terminado em 8.
Os pagamentos são realizados preferencialmente na Poupança CAIXA ou conta CAIXA Tem. Com a conta CAIXA Tem, os beneficiários podem pagar contas e fazer transferências diretamente pelo aplicativo no celular.
O valor também pode ser movimentado com o cartão de débito da conta em comércios, Unidades Lotéricas, Correspondentes CAIXA Aqui, terminais de autoatendimento e Agências da CAIXA. Além disso, é possível realizar saques sem cartão nos terminais de autoatendimento e Unidades Lotéricas, utilizando a identificação biométrica previamente cadastrada em uma agência da CAIXA.
Para baixar os aplicativos CAIXA Tem e Bolsa Família, basta acessar a loja de aplicativos do seu smartphone. É gratuito.
Copiar o textoSaca de 60 quilos é negociada a R$ 154,38 no Paraná e a R$ 161,00 em Paranaguá
Baixar áudioA saca de 60 quilos da soja inicia esta segunda-feira (28) com redução no interior do Paraná e na região litorânea de Paranaguá.
No mercado paranaense, o grão apresenta baixa de 0,47%, com a saca negociada a R$ 154,38. Em Paranaguá, a baixa foi de 0,52%, levando a cotação para R$ 161,00.
INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANÁ
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 25/09/2026 | 154,38 | -0,47% | 2,03% | 29,75 |
| 24/09/2026 | 155,11 | 0,03% | 2,51% | 29,87 |
| 23/09/2026 | 155,07 | -0,28% | 2,48% | 30,01 |
| 22/09/2026 | 155,50 | 0,15% | 2,77% | 30,47 |
| 21/09/2026 | 155,26 | 0,05% | 2,61% | 30,40 |
INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANAGUÁ
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 25/09/2026 | 161,00 | -0,52% | 0,98% | 31,02 |
| 24/09/2026 | 161,84 | 0,12% | 1,51% | 31,17 |
| 23/09/2026 | 161,65 | -0,17% | 1,39% | 31,28 |
| 22/09/2026 | 161,93 | 0,25% | 1,56% | 31,73 |
| 21/09/2026 | 161,52 | -0,23% | 1,30% | 31,63 |
O trigo teve aumento de preço no Paraná e redução no Rio Grande do Sul.
No Paraná, a tonelada do cereal é comercializada a R$ 1.538,40. No Rio Grande do Sul, o produto é vendido a R$ 1.437,03.
PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - RIO GRANDE DO SUL
| Data | Valor R$/t* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$/t* |
|---|---|---|---|---|
| 25/09/2026 | 1.437,03 | 0,31% | 6,52% | 276,88 |
| 24/09/2026 | 1.432,54 | 1,00% | 6,19% | 275,91 |
| 23/09/2026 | 1.418,34 | -0,08% | 5,14% | 274,50 |
| 22/09/2026 | 1.419,47 | -0,03% | 5,22% | 278,16 |
| 21/09/2026 | 1.419,84 | 1,38% | 5,25% | 278,02 |
PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - PARANÁ
| Data | Valor R$/t* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$/t* |
|---|---|---|---|---|
| 25/09/2026 | 1.538,40 | -0,07% | 5,63% | 296,42 |
| 24/09/2026 | 1.539,43 | 0,38% | 5,70% | 296,50 |
| 23/09/2026 | 1.533,55 | -0,11% | 5,30% | 296,80 |
| 22/09/2026 | 1.535,23 | 0,20% | 5,41% | 300,85 |
| 21/09/2026 | 1.532,17 | 1,45% | 5,20% | 300,01 |
Os dados são do Cepea.
A saca de soja e a saca de trigo são as principais unidades de comercialização de grãos no Brasil. Cada saca equivale a 60 quilos, padrão adotado por órgãos oficiais como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).
Esse formato padronizado facilita o comércio da soja e do trigo, além de permitir um acompanhamento mais preciso das cotações e variações de preços no mercado nacional.
Copiar o textoArroba é negociada a R$ 358,80; frango recua e carne suína registra alta
Baixar áudioO preço do boi gordo teve um aumento nesta segunda-feira (28). Em São Paulo, a arroba é negociada a R$ 358,80.
INDICADOR DO BOI GORDO CEPEA/ESALQ
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 25/09/2026 | 358,80 | 0,17% | 4,18% | 69,13 |
| 24/09/2026 | 358,20 | 0,22% | 4,01% | 68,99 |
| 23/09/2026 | 357,40 | 0,37% | 3,77% | 69,17 |
| 22/09/2026 | 356,10 | 0,41% | 3,40% | 69,78 |
| 21/09/2026 | 354,65 | 0,50% | 2,98% | 69,44 |
No mercado de frango, os valores apresentam redução na Grande São Paulo, em São José do Rio Preto e em Descalvado. O quilo do frango congelado é vendido a R$ 8,31 enquanto o frango resfriado está cotado a R$ 8,28.
PREÇOS DO FRANGO CONGELADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|
| 25/09/2026 | 8,31 | -0,12% | 13,52% |
| 24/09/2026 | 8,32 | 0,00% | 13,66% |
| 23/09/2026 | 8,32 | 0,00% | 13,66% |
| 22/09/2026 | 8,32 | 0,12% | 13,66% |
| 21/09/2026 | 8,31 | 0,00% | 13,52% |
PREÇOS DO FRANGO RESFRIADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|
| 25/09/2026 | 8,28 | -0,24% | 13,58% |
| 24/09/2026 | 8,30 | -0,60% | 13,85% |
| 23/09/2026 | 8,35 | 0,00% | 14,54% |
| 22/09/2026 | 8,35 | 0,12% | 14,54% |
| 21/09/2026 | 8,34 | 0,36% | 14,40% |
Já a carcaça suína especial teve um aumento nos atacados da Grande São Paulo, onde o quilo custa R$ 8,24.
Entre os estados analisados, o suíno vivo registra declínio no preço em Santa Catarina, onde o animal é comercializado a R$ 4,99.
PREÇOS DA CARCAÇA SUÍNA ESPECIAL (R$/kg)
| Data | Média | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|
| 25/09/2026 | 8,24 | 1,48% | 12,72% |
| 24/09/2026 | 8,12 | 0,00% | 11,08% |
| 23/09/2026 | 8,12 | 0,87% | 11,08% |
| 22/09/2026 | 8,05 | 1,39% | 10,12% |
| 21/09/2026 | 7,94 | 1,02% | 8,62% |
INDICADOR DO SUÍNO VIVO CEPEA/ESALQ (R$/kg)
| Data | Estado | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|---|
| 25/09/2026 | MG - posto | 5,56 | 0,00% | 10,76% |
| 25/09/2026 | PR - a retirar | 5,01 | 3,73% | 11,58% |
| 25/09/2026 | RS - a retirar | 5,01 | 2,66% | 10,35% |
| 25/09/2026 | SC - a retirar | 4,99 | 2,04% | 9,19% |
| 25/09/2026 | SP - posto | 5,53 | 3,17% | 14,49% |
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Baixar áudioEm um único dia, cerca de 35 mil pintinhos machos foram mortos em um incubatório de grande porte localizado na Região Sul do país. É o que revela uma investigação inédita da organização Mercy For Animals (MFA), que documentou a prática de descarte de pintinhos por trituração.
A investigação identificou que os machos foram triturados ainda vivos nas primeiras 24 horas de vida. O procedimento ocorreu em máquinas industriais chamadas maceradores, equipadas com lâminas rotativas de alta velocidade.
A MFA ressalta que os equipamentos nem sempre provocam a morte imediata, o que pode prolongar o sofrimento dos animais — não considerados economicamente viáveis pela indústria por não produzirem ovos e nem apresentarem as características genéticas ideais para a produção de carne.
A vice-presidente de Relações Institucionais e Governamentais da Mercy For Animals, Vanessa Garbini, destaca que a investigação evidencia uma prática estrutural da cadeia de produção de ovos no Brasil.
“A maioria das pessoas desconhece que, por trás do consumo de ovos, existe uma realidade terrível, na qual animais frágeis e sensíveis são mortos de forma brutal. Esse tema precisa ser debatido, inclusive porque a nossa Constituição Federal proíbe a crueldade contra animais. Já existem alternativas para reduzir esse sofrimento, como a sexagem in ovo”, afirma.
Cerca de metade dos pintinhos que nascem, naturalmente, são machos, e isso acontecia também no incubatório investigado. No entanto, fêmeas consideradas inadequadas para a produção de ovos, por apresentarem deformidades ou anomalias, ou que excedessem a demanda diária das granjas, também eram descartadas no mesmo processo.
Segundo dados da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), mais de 85 milhões de pintinhos machos são descartados por ano no Brasil. Na indústria de ovos, os pintinhos são separados por sexo logo após o nascimento. As fêmeas são direcionadas às granjas de postura, enquanto os machos são descartados por não serem considerados economicamente viáveis para a produção de ovos.
Países como Alemanha, França e Itália vêm adotando medidas para eliminar o descarte de pintinhos machos a partir da sexagem in ovo. A tecnologia identifica o sexo da ave ainda durante o período de incubação e os ovos com embriões machos deixam de ser incubados. Consequentemente, o processo evita o nascimento dos pintinhos que seriam mortos.
Vanessa Garbini ressalta que a tecnologia para evitar o descarte de pintinhos machos ainda está em estágio inicial no Brasil e que o tema está no radar de regulamentação pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa).
“No Brasil, essa tecnologia ainda se encontra em estágio inicial e está restrita a iniciativas isoladas. Mas grandes empresas já vêm discutindo a sua adoção, porque reconhecem a importância desse tema. E o assunto também já está sendo pautado no âmbito do Governo Federal. Ele já está na agenda de regulamentação do Ministério da Agricultura e Pecuária”, destaca.
Uma pesquisa realizada pela Ipsos, em parceria com a Mercy For Animals, aponta que 83% dos brasileiros se preocupam com o bem-estar dos animais na indústria de ovos. Já um estudo encomendado pela Innovate Animal Ag no Brasil mostrou que 73% dos respondentes sentem desconforto com o abate de pintinhos machos logo após a eclosão. Além disso, 76% concordam que a indústria de ovos deve encontrar uma alternativa à prática.
No Brasil, a Constituição Federal proíbe a crueldade contra animais, sem fazer distinção entre espécies. Embora ainda não exista lei federal específica sobre o descarte de pintinhos machos, métodos que causem sofrimento podem ser analisados à luz dessa vedação. O descarte cruel e rotineiro de pintinhos no país já recebeu atenção do Congresso Nacional, onde tramitam dois projetos de lei sobre o tema, o PL 783/2024 e o PL 3034/2026.
A MFA destaca que o desconhecimento das pessoas sobre a prática de trituração de pintinhos machos vivos pela indústria de ovos é um dos principais obstáculos para a adoção da sexagem in ovo em larga escala no Brasil, o que motivou a divulgação dos resultados da investigação.
“Por isso, para que o país possa avançar no tema, é importante que toda a sociedade tenha conhecimento sobre a prática de trituração de pintinhos”, pontua Garbini.
Para acessar a investigação na íntegra, acesse: salvepintinhos.com.br
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Baixar áudioA defasagem dos limites de faturamento do Simples Nacional pode fazer com que pequenos negócios passem a pagar mais impostos mesmo quando o aumento da receita não representa crescimento real da capacidade econômica da empresa. O efeito preocupa entidades ligadas ao empreendedorismo feminino, que defendem a atualização dos valores e a criação de um mecanismo permanente de correção pela inflação.
O alerta é de Ana Cláudia Cotait presidente do Conselho Nacional da Mulher Empreendedora e da Cultura (CMEC), órgão da Confederação das Associações Comerciais do Brasil, a CACB. Ela considera a atualização dos limites parte da discussão sobre as condições oferecidas às mulheres que empreendem no país.
“São mais de 10 milhões de brasileiras à frente dos seus próprios negócios. Muitas delas enfrentam diariamente o desafio de conseguir crédito e fazer suas empresas crescerem. No CMEC acompanhamos essa realidade de perto, por isso, o Conselho da Mulher Empreendedora e da Cultura se une a esse movimento que já reúne 1.400 entidades. Dar melhores condições para empreender é também fortalecer a autonomia e o futuro de milhões de mulheres”, afirmou.
A preocupação está relacionada à defasagem dos limites de faturamento, que permanecem sem atualização desde 2018. Nesse período, preços, salários e outros custos aumentaram, fazendo com que parte do crescimento nominal da receita das empresas refletisse apenas a inflação, sem representar aumento equivalente da capacidade econômica do negócio.
A Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB) e a Associação Comercial de São Paulo (ACSP) lançaram, no último dia 22 de setembro, o manifesto Um Brasil que não pode ser esquecido. O documento reúne cerca de 1,4 mil entidades do sistema associativista e defende a atualização dos limites de faturamento do MEI e do Simples Nacional, além da criação de uma regra permanente de correção pela inflação.
A proposta é que os valores sejam atualizados periodicamente por um mecanismo automático previsto em lei. A medida busca evitar que os limites percam poder de compra ao longo dos anos e que novas defasagens dependam de mudanças pontuais na legislação.
Para o presidente da CACB, da ACSP e da Federação das Associações Comerciais de São Paulo (Facesp) Alfredo Cotait Neto, a falta de atualização pode dificultar a permanência de pequenos negócios no regime simplificado e estimular a informalidade.
“Precisamos conscientizar os nossos políticos da importância da aprovação do aumento do limite do Simples Nacional, pelo menos para o MEI, o microempreendedor individual, e para o micro e a microempresa. Sem isso, as empresas ou vão mudar o seu regime ou vão para a informalidade”, afirmou.
De acordo com Vanessa Becker, sócia da Alpes Investimentos e vice-presidente do CMEC Nordeste, a atualização dos limites do Simples Nacional pode contribuir para a formalização, o reinvestimento e a autonomia econômica das mulheres empreendedoras. Segundo ela, quando os limites permanecem anos sem acompanhar a inflação, o negócio pode apresentar apenas um crescimento nominal de faturamento e, ainda assim, ser enquadrado em uma faixa tributária mais onerosa.
“A medida pode fomentar o empreendedorismo feminino, principalmente se vier acompanhada de uma regra permanente de atualização dos limites pela inflação. Isso traz previsibilidade e evita que, daqui a alguns anos, tenhamos novamente essa mesma defasagem. Atualizar esses valores é também permitir que mais mulheres continuem empreendendo, reinvestindo e construindo autonomia financeira. Uma empresa mais sustentável aumenta a capacidade da empreendedora de gerar a própria renda, formar patrimônio e, em muitos casos, também gerar empregos", frisou.
Atualmente, o limite anual de faturamento do MEI é de R$ 81 mil. Para o Simples Nacional, o teto é de R$ 360 mil para microempresas e de R$ 4,8 milhões para empresas de pequeno porte.
A CACB defende que o limite do MEI passe para R$ 144,9 mil, enquanto o teto das microempresas seria elevado de R$ 360 mil para R$ 869,4 mil. Para as empresas de pequeno porte, a proposta é aumentar o limite de R$ 4,8 milhões para R$ 8,69 milhões.
Segundo Cotait, a discussão não se limita à correção de valores, mas envolve a criação de uma política permanente que acompanhe a inflação e evite que os pequenos negócios voltem a enfrentar o mesmo problema nos próximos anos.
O debate sobre a atualização dos limites ocorre em um cenário de crescimento da participação das mulheres no empreendedorismo. Segundo dados divulgados pelo CMEC, mais de 10 milhões de brasileiras estão à frente de seus próprios negócios.
Para Ana Cláudia Cotait, garantir condições para que essas empreendedoras possam ampliar suas empresas sem que o crescimento nominal do faturamento provoque mudanças desproporcionais no enquadramento tributário faz parte de uma agenda mais ampla de fortalecimento do empreendedorismo feminino.
A questão se soma a outros desafios enfrentados pelas mulheres que empreendem, como o acesso ao crédito e a conciliação entre atividade profissional e responsabilidades familiares. Nesse contexto, a atualização dos limites é defendida pelo CMEC como uma das medidas capazes de contribuir para um ambiente mais favorável à consolidação dos negócios liderados por mulheres.
A discussão sobre os limites também ocorre paralelamente à tramitação de propostas no Congresso Nacional para ampliar o teto de faturamento do MEI. O governo federal apoia uma proposta que prevê elevar o limite de R$ 81 mil para R$ 110 mil em 2027 e para R$ 140 mil em 2028. Os valores ainda dependem da conclusão da tramitação legislativa.
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Baixar áudioA atividade da indústria da construção perdeu força em agosto. O índice que mede o desempenho do setor caiu 2,6 pontos na comparação com julho, passando de 47,3 para 44,7 pontos. O resultado ficou 2,9 pontos abaixo da média registrada para o mês.
Os dados, divulgados no último dia 23 de setembro, fazem parte da Sondagem Indústria da Construção, elaborada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), em parceria com a Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC).
A redução do ritmo também apareceu na utilização da capacidade operacional (UCO), que passou de 66% para 65%. Trata-se da segunda queda seguida do indicador, que ficou 1 ponto percentual abaixo do registrado em agosto de 2025. Apesar disso, a utilização da capacidade continuou acima da média histórica para o mês de agosto, de 63%.
O número de empregados também recuou. O índice de evolução do emprego teve redução de 2,5 pontos em relação a julho, ao cair de 48,3 para 45,8 pontos. O resultado ficou 0,7 ponto abaixo da média para agosto e foi o menor registrado para o mês desde 2017.
Na avaliação do gerente de Análise Econômica da CNI, Marcelo Azevedo, a combinação de juros elevados, custos maiores e um ambiente de incerteza tem afetado as decisões das empresas do setor ao longo do ano. Segundo ele, esse cenário ajuda a explicar a perda de ritmo observada na construção no último mês.
“O setor já vinha refletindo os impactos de uma taxa de juros elevada, isso já vinha trazendo algumas dificuldades para o setor, uma pressão de custos importante. Isso tudo vinha pressionando a atividade do setor, então os resultados foram perdendo força ao longo de 2026. Há também, adicionalmente, um quadro de incerteza bastante elevado com a proximidade das eleições, que também podem estar influenciando a atividade no mês de agosto”, avalia Azevedo.
As perspectivas para os próximos seis meses também pioraram. Os quatro índices de expectativas da indústria da construção recuaram em setembro. Confira:
Com os resultados, as expectativas para a quantidade de empregados, o nível de atividade e as compras de insumos e matérias-primas, que estavam acima da linha divisória de 50 pontos, passaram para abaixo desse patamar. Essa movimentação indica expectativa de queda dessas variáveis nos próximos seis meses.
Já as perspectivas para novos empreendimentos e serviços ficaram ainda mais negativas em relação a agosto.
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A intenção de investimentos também diminuiu. O índice caiu 2,7 pontos, de 42,4 para 39,7 pontos. Esse é o menor nível registrado para o mês de setembro desde 2019.
Ainda de acordo com o levantamento, o Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI) da Construção recuou 1,7 ponto em setembro, de 47,2 para 45,5 pontos. A queda ocorreu em meio à piora na avaliação dos empresários sobre as condições atuais e sobre as perspectivas para as empresas e para a economia.
A edição da Sondagem Indústria da Construção ouviu 313 empresas entre 1º e 11 de setembro. Do total, 120 eram pequenas, 128 médias e 65 grandes.
Copiar o textoPorto Alegre e Florianópolis terão pancadas de chuva com trovoadas
Baixar áudioA Região Sul terá uma segunda-feira (28) de muitas nuvens e chuva nos três estados. As condições variam principalmente quanto à ocorrência de trovoadas e à distribuição das precipitações, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
No Rio Grande do Sul, muitas nuvens, pancadas de chuva e trovoadas predominam em grande parte do estado. Em Porto Alegre, a temperatura varia entre 18°C e 24°C, também com previsão de chuva acompanhada de trovoadas.
Em Santa Catarina, o tempo segue instável, com pancadas de chuva e trovoadas em parte do estado. No norte catarinense, a chuva ocorre de forma mais isolada. Florianópolis registra mínima de 18°C e máxima de 22°C, com muitas nuvens, chuva e trovoadas.
No Paraná, a chuva também aparece ao longo do dia. As pancadas tendem a ocorrer de forma mais isolada no centro e no sul, enquanto o norte do estado apresenta maior variação de nebulosidade. Em Curitiba, os termômetros ficam entre 15°C e 25°C, com muitas nuvens e pancadas de chuva.
A primeira onda de calor da primavera de 2026 continua influenciando a Região Sul. O Paraná está integralmente incluído no aviso vermelho do Inmet, válido até quarta-feira (30). Partes de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul também devem registrar temperaturas elevadas durante o período, mas estão fora da área do alerta por não atenderem simultaneamente aos critérios de intensidade e persistência utilizados para caracterizar uma onda de calor.
Nesta segunda-feira (28), o Inmet indica a manutenção de temperaturas acima da média em partes da Região Sul. O episódio de onda de calor é caracterizado por uma sequência de pelo menos cinco dias com máximas 5°C ou mais acima da média climatológica.
A tendência é de mudança a partir de terça-feira (29), quando uma possível frente fria deve alcançar o extremo sul do Rio Grande do Sul e favorecer a redução das temperaturas. Na quarta-feira (30), o avanço do sistema pela Região Sul deve levar as temperaturas para valores próximos da média climatológica, inclusive no Paraná.
A radiação solar e o vento promovem a evaporação; o vapor resfriado condensa em núcleos, formando nuvens e, quando as gotículas ou cristais crescem o suficiente, ocorre precipitação. Considera-se precipitação toda água líquida ou sólida que cai das nuvens e alcança o solo (garoa, chuva, chuva/garoa congelante, neve, granizo, graupel, etc.). Sua quantidade é medida por pluviômetro (com registro contínuo via pluviógrafo) e expressa preferencialmente em milímetros.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA segunda-feira (28) terá pancadas de chuva em parte da Região Norte, principalmente sobre áreas do Amazonas, Acre e Rondônia. Em outros pontos, a previsão varia entre muitas e poucas nuvens, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
No Tocantins, o tempo fica com menor presença de nuvens em boa parte do estado. Em Palmas, a previsão é de poucas nuvens, com mínima de 25°C e máxima de 38°C.
No Pará, há variação nas condições ao longo do estado, com possibilidade de chuva isolada principalmente no oeste, enquanto áreas mais a leste ficam com maior presença de nuvens. Em Belém, são esperadas muitas nuvens com possibilidade de chuva isolada, e os termômetros variam de 24°C a 34°C.
No Amapá, a previsão indica predomínio de muitas nuvens. Em Macapá, a temperatura mínima será de 24°C, com máxima de 34°C.
Em Roraima, há possibilidade de chuva isolada em diferentes áreas do estado. Na capital, Boa Vista, os termômetros ficam entre 26°C e 35°C, também com muitas nuvens e possibilidade de chuva isolada.
No Amazonas, as pancadas de chuva isoladas atingem principalmente o centro e o oeste do estado. Em Manaus, a previsão também é de muitas nuvens com pancadas de chuva isoladas, com mínima de 27°C e máxima de 35°C.
Em Rondônia, estão previstas pancadas de chuva isoladas em parte do estado. Porto Velho terá mínima de 24°C e máxima de 35°C, com muitas nuvens ao longo do dia.
No Acre, a previsão aponta pancadas de chuva isoladas, com maior ocorrência entre o centro e o oeste do estado. Em Rio Branco, as temperaturas variam de 25°C a 35°C, também com muitas nuvens e chuva localizada.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o textoMinas Gerais e Espírito Santo terão predomínio de muitas nuvens
Baixar áudioA Região Sudeste terá predomínio de nebulosidade nesta segunda-feira (28), com possibilidade de chuva em parte da faixa sul e leste da região, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Em São Paulo, muitas nuvens e possibilidade de chuva isolada atingem principalmente o leste e o sul do estado, incluindo áreas próximas ao litoral. No interior, especialmente no norte e oeste paulista, o tempo terá menor nebulosidade. Na capital, a previsão indica muitas nuvens com possibilidade de chuva isolada, com temperaturas entre 16°C e 28°C.
No Rio de Janeiro, a condição de muitas nuvens com possibilidade de chuva isolada se concentra principalmente no centro-sul e na faixa litorânea do estado. Na capital, os termômetros variam de 20°C a 28°C.
Em Minas Gerais, o tempo fica com muitas nuvens em parte do estado, enquanto áreas do norte e do oeste mineiro apresentam menor cobertura de nuvens. Em Belo Horizonte, a mínima prevista é de 18°C e a máxima chega aos 34°C, com muitas nuvens.
No Espírito Santo, há predomínio de muitas nuvens, com menor nebulosidade em áreas do oeste do estado. Em Vitória, as temperaturas ficam entre 20°C e 31°C, também com muitas nuvens.
A primeira onda de calor da primavera de 2026 continua atuando em áreas do Sudeste nesta segunda-feira. O Inmet mantém aviso vermelho até quarta-feira (30) para todo o estado de São Paulo, além do centro, sul e oeste do Rio de Janeiro, incluindo a capital, e do sul e sudeste de Minas Gerais. O Espírito Santo não está incluído no alerta.
O aviso indica uma sequência de pelo menos cinco dias com temperaturas máximas 5°C ou mais acima da média climatológica. Para esta segunda-feira (28), os mapas do Inmet mostram a manutenção das temperaturas acima da média em partes do Sudeste, além de áreas do Centro-Oeste e do Sul.
A persistência do calor está associada a uma circulação anticiclônica em níveis elevados da atmosfera, que favorece o movimento descendente e o aquecimento do ar. Essa configuração, associada ao chamado domo de calor, contribui para manter as temperaturas elevadas. O cenário deve persistir até quarta-feira (30).
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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