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LOC.: Mais de OITENTA E TRÊS POR CENTO das prefeituras brasileiras não conseguiram alcançar a nota máxima em um ranking que avalia a qualidade das informações fiscais dos municípios. O levantamento é da Confederação Nacional de Municípios, a CNM, com base nos dados de 2025 do Ranking do Tesouro Nacional.
Dos CINCO MIL QUINHENTOS E SESSENTA E OITO municípios avaliados, NOVECENTOS E TRINTA receberam nota A, o equivalente a DEZESSEIS VÍRGULA SETENTA POR CENTO do total.
Entre os principais problemas estão as divergências no registro de recursos destinados à Educação e nos repasses do Fundo de Participação dos Municípios.
No caso do FPM, SETENTA E CINCO VÍRGULA CINQUENTA E SEIS POR CENTO das prefeituras apresentaram dados compatíveis com os registros da União. Nos demais casos, houve divergência entre as informações.
Na Educação, o índice de conformidade foi ainda menor no cruzamento entre os dados contábeis municipais e o Sistema de Informações sobre Orçamentos Públicos em Educação, o Siope. Apenas CINQUENTA E NOVE VÍRGULA QUARENTA E UM POR CENTO dos municípios apresentaram informações compatíveis.
No Fundeb, a concordância ficou em SETENTA E QUATRO VÍRGULA QUARENTA E QUATRO POR CENTO nas receitas gerais e em SESSENTA E NOVE VÍRGULA ONZE POR CENTO nos recursos referentes à complementação da União.
A situação varia entre os estados. No Espírito Santo, todos os municípios estão nas faixas A ou B. Já Tocantins concentra o maior percentual de cidades na faixa E, com TRINTA E OITO VÍRGULA NOVE POR CENTO.
Na sequência aparecem Amapá, com TRINTA E SETE VÍRGULA CINCO POR CENTO; Rio de Janeiro, com TRINTA E SETE POR CENTO; Acre, com TRINTA E UM VÍRGULA OITO POR CENTO; Paraíba, com TRINTA POR CENTO; e Pará, com VINTE E OITO VÍRGULA CINCO POR CENTO.
Reportagem, Marquezan Araújo