VoltarRegião deverá ter redução das instabilidades, com chuva fraca e isolada apenas no litoral.
Baixar áudioA previsão do tempo para esta quarta-feira (3) na Região Sul indica redução das instabilidades e predomínio de tempo mais firme, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET).
A chuva perde força e deve ocorrer apenas de forma fraca e isolada em áreas do litoral do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná. No interior da região, o sol aparece entre nuvens e não há previsão de acumulados significativos. As madrugadas continuam frias e favorecem a formação de nevoeiro e neblina em diversos pontos da região, especialmente em áreas de serra, vales e locais próximos a rios. O fenômeno pode reduzir a visibilidade nas primeiras horas do dia, mas tende a se dissipar ao longo da manhã.
Nas capitais da região, o destaque é o frio. A temperatura mínima prevista é de 8°C em Curitiba, enquanto Porto Alegre terá tempo firme e máxima em torno de 24°C. A umidade relativa do ar varia entre 55% e 100%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioO Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), por meio da Defesa Civil Nacional, reconheceu, nesta terça-feira (2), a situação de emergência em oito cidades afetadas por desastres nos estados do Amazonas, Pará, Paraíba, Rio Grande do Sul e Roraima . As portarias com os reconhecimentos foram publicadas no Diário Oficial da União (DOU). Confira mais detalhes abaixo:
Foram castigados por fortes chuvas os municípios de Iranduba, no Amazonas; Breu Branco, no Pará, e Bonfim e Uiramutã, em Roraima, enquanto Sant’Ana do Livramento, no Rio Grande do Sul obteve o reconhecimento federal de situação de emergência por vendaval.
Por outro lado, passam por um período de estiagem as cidades de Aparecida e Cajazeiras, na Paraíba, e Santo Antônio do Palma, no Rio Grande do Sul.
Agora, as prefeituras já podem solicitar recursos do Governo Federal para ações de defesa civil, como compra de cestas básicas, água mineral, refeição para trabalhadores e voluntários, kits de limpeza de residência, higiene pessoal e dormitório, entre outros.
Os municípios com reconhecimento federal de situação de emergência ou de estado de calamidade pública podem solicitar apoio financeiro ao MIDR por meio do Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2iD). A Defesa Civil Nacional avalia os planos de trabalho enviados e, após a aprovação, publica portaria no DOU com os valores a serem liberados.
A Defesa Civil Nacional oferece uma série de cursos a distância para habilitar e qualificar agentes municipais e estaduais para o uso do S2iD. As capacitações têm como foco os agentes de proteção e defesa civil nas três esferas de governo. Confira neste link a lista completa dos cursos.
Com informações do MIDR
Copiar o textoNas capitais, as temperaturas variam entre mínima de 13°C em Goiânia e máxima de 33°C em Cuiabá.
Baixar áudioA Região Centro-Oeste terá predominância de uma massa de ar seco na quarta-feira (2), as informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
No Distrito Federal e em Goiás, o céu varia de claro a poucas nuvens. Em Mato Grosso, o tempo segue seco e ensolarado, com calor mais intenso no norte e centro do estado, enquanto em Mato Grosso do Sul o tempo permanece estável e aberto, apesar da influência de uma frente fria mais ao sul do país.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 13°C em Goiânia. Já a máxima pode chegar a 33°C, em Cuiabá. A umidade relativa do ar varia entre 40% e 85%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o textoSudeste terá tempo firme no interior e chuva fraca no litoral nesta quarta-feira (3)
Baixar áudioA Região Sudeste terá uma quarta-feira (3) com predomínio de tempo firme no interior dos estados, enquanto a faixa litorânea terá maior presença de nuvens e ocorrência de chuva fraca, segundo informações do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Em São Paulo, o interior segue com sol entre poucas nuvens e tempo seco, mas o litoral pode registrar chuva fraca e isolada ao longo do dia. Em Minas Gerais, o tempo permanece estável, com dias ensolarados e temperaturas mais baixas durante a madrugada, especialmente nas áreas de maior altitude. Já no Rio de Janeiro, a instabilidade se concentra no litoral, onde os acumulados de chuva podem chegar a 20 milímetros. No Espírito Santo, a previsão também é de céu com muita nebulosidade e chuva fraca e isolada na faixa costeira, enquanto o interior mantém condições mais estáveis.
Entre as capitais, mínima de 11ºC em São Paulo. A máxima deve chegar a 27ºC em Belo Horizonte. A umidade relativa do ar varia entre 50% e 100%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o textoNorte terá chuva forte no centro-norte e tempo seco no sul da região
Baixar áudioA previsão do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) para esta quarta-feira (3) na Região Norte indica forte contraste climático entre as áreas do centro-norte e do sul da região.
Amazonas, Roraima e Amapá permanecem sob forte instabilidade, com pancadas de chuva que podem ser intensas, acompanhadas de trovoadas e rajadas de vento.
No Pará, o cenário também é de instabilidade no centro e norte do estado, incluindo Belém, com chuvas isoladas e trovoadas ao longo da tarde e noite.
Por outro lado, o sul da Região Norte já começa a sentir o avanço do período de seca, conhecido como “verão amazônico”. Acre, Rondônia e Tocantins terão predomínio de tempo firme, sol forte e baixa umidade do ar, com destaque para o Tocantins, que entra em condição de estiagem mais intensa. Nessas áreas, as temperaturas sobem durante a tarde e a ausência de chuva reforça o clima seco.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 22°C em Rio Branco. A máxima pode chegar a 33°C em Tocantins.
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Baixar áudioA previsão do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) para a Região Nordeste, nesta quarta-feira (3), indica um cenário de contraste climático entre o litoral e o interior.
Na faixa litorânea de Pernambuco, Alagoas, Paraíba e Rio Grande do Norte, há alerta de perigo para chuvas intensas e persistentes, aumentando o risco de alagamentos em capitais como Recife e Maceió. O litoral da Bahia também segue com céu nublado e chuvas isoladas ao longo do dia.
No interior da região, incluindo áreas do Sertão e do semiárido, o tempo permanece totalmente firme, seco e ensolarado. Estados como Maranhão, Piauí e Ceará apresentam apenas instabilidades isoladas no norte, enquanto o interior segue sob influência de massa de ar seco, com baixa umidade relativa do ar à tarde e temperaturas que podem superar os 31°C em algumas cidades.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 22°C em Aracaju. Já a máxima pode alcançar os 32 °C em Fortaleza. A umidade relativa do ar varia entre 40% e 95%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o textoMinaçu, uma cidade do interior de Goiás, hoje com cerca de 27 mil habitantes, viveu durante 50 anos uma jornada de superação. Isso porque, historicamente, suas riquezas naturais, sua rara diversidade mineral e seu imenso potencial energético sempre atraíram olhares de grandes grupos econômicos que, embora tomados pelo entusiasmo das descobertas geocientíficas reveladas ao longo de décadas, se viam contidos diante de mercados ainda não consolidados e hipóteses consideráveis de riscos.
Do tupi-guarani, Minaçu significa “Mina Grande”, talvez assim batizada pelos povos originários em razão da vasta dimensão de serras, morros, rochas e grutas que compunham aquela paisagem. O nome de batismo, quis a história mais tarde que se revestisse de razão, a começar pela descoberta da maior jazida de amianto do Brasil, matéria-prima indispensável por anos à construção civil.
A cidade nasceu ao redor de uma cava gigantesca de amianto, cada ano mais profunda e mais importante para a economia daquele lugar. Afinal, foi da exploração da fibra extraída ali que Minaçu se desenvolveu, gerou empregos e abriu novas fronteiras de arrecadação, embora inúmeras comprovações científicas, disputas jurídicas, debates regulatórios e decisões tardias da Suprema Corte Brasileira tenham reconhecido, 40 anos depois, a nocividade dessa atividade à saúde humana.
Além do amianto, Minaçu possui um dos subsolos mais raros e diversos do Brasil, condição que coloca a região no mapa dos interesses minerais internacionais, e não é de hoje. Além das terras raras, recentemente anunciadas ao mundo, há uma vasta cadeia de outros minérios solo adentro: cianita, estanho, grafita, ilmenita, mica, muscovita, níquel, tântalo, titânio, rutilo, wolframita e zinco. Na área da Serra de Cana Brava reside o Complexo Máfico-Ultramáfico de Canabrava, unidade geológica conhecida principalmente pelo potencial para exploração de níquel, cromo e platina.
Minaçu possui duas grandes hidrelétricas dentro de um município relativamente pequeno: a UHE de Serra da Mesa, gerida por Furnas, e a UHE de Cana Brava, pela Engie. Uma posição rara no mapa energético brasileiro que, ligada ao eixo do Rio Tocantins dão força a um corredor energético: Serra da Mesa, situada a montante, funciona como grande reservatório regulador do sistema; Cana Brava, a jusante, aproveita a sequência hídrica do mesmo rio para geração de energia e cria uma espécie de linha dorsal hidrelétrica, em que reservatório, vazão, barramento e transmissão se articulam em cadeia.
Para chegar até aqui, Minaçu precisou conviver com diferentes chegadas e partidas de ciclos econômicos. Entre as quais, as fases de construção das usinas de Serra da Mesa e Cana Brava, de 1990 a 1996 e 1999 e 2001, respectivamente, períodos em que a cidade se viu tomada por gente de toda parte, novos moradores, operários, famílias inteiras e, naturalmente, por novas demandas de serviço e emprego.
Nos dois períodos, a população saltou de forma exponencial e pouco planejada. Ainda assim, sobretudo para o comércio local, aquele clima de crescimento era visto como oportuno. Afinal, quando a procura por suprimentos, serviços e moradia crescia, aumentava-se o capital e a circulação econômica, o que dava “razão” a majoração de preços e a valorização de bens, pelo menos naquele momento. O “preço” do desenvolvimento, porém, como em qualquer lugar onde um empreendimento dessa natureza é instalado, trouxe consigo problemas de ordem social e exigiu do poder público uma capacidade de resposta imediata, da saúde à educação, da infraestrutura ao amparo social.
E de fato: também houve contrapartidas importantes dessas empresas, muitas delas até hoje incorporadas ao uso contínuo da cidade: escolas, equipamentos, o Hospital Municipal, o Centro Cultural e a construção daquela que se tornou o cartão-postal do norte de Goiás: a Praia do Sol, construída artificialmente a partir do represamento de Cana Brava, em formato de uma ilha oval.
Agora, aos 50 anos, Minaçu volta a atrair os olhos do mundo. Desta vez, pela descoberta e exploração de terras raras, minerais estratégicos para a transição energética, para a indústria tecnológica e para a disputa econômica travada por grandes potências globais.
É ali que reside a única mina desse setor, fora da Ásia, em escala comercial. O projeto Pela Ema, operado atualmente pela Serra Verde, extrai os quatro elementos mais críticos e valiosos do mundo: neodímio, praseodímio, térbio e disprósio. Elementos essenciais para a transição energética e para a fabricação de ímãs permanentes, usados em motores de carros elétricos, turbinas eólicas e sistemas de defesa.
As atenções do mercado no norte de Goiás não se limitaram ao que encontraram até aqui, o que explica a existência de mais 65 alvarás ativos de pesquisa sobre mineração na região de Minaçu. Não é só amianto, não é só terras raras, embora sejam gigantescas as dimensões de tudo isso.
Neste cinquentenário, uma iniciativa voltada ao resgate e valorização da história da cidade pretende reunir, em um livro, a história de Minaçu, contextualizada por 70 autores considerados fundamentais nessa transição. Uma obra que marca essas 5 décadas de desafios históricos pela ótica de quem acompanhou os fatos.
Isso porque reconhecer o passado é entender como a cidade conseguiu atravessar, de forma tão resiliente, os impactos provenientes da extração de suas próprias riquezas.
Poucas cidades brasileiras cresceram marcadas por ciclos tão intensos de prospecção e oscilação de sua economia. E talvez seja exatamente essa resiliência que faça da cidade algo maior do que um território mineral: um lugar que, depois de tantas transformações, ainda encontra força para se reiventar.
Cinco décadas depois, entre as marcas deixadas pela fibra cinzenta, e a descoberta de uma riqueza mais pura, mais cara e substancial, que insere com razão a cidade no radar dos interesses do mundo, a população se vê mais segura. Não deslumbrada, mas consciente do papel que representa. Sabe que não haverá, pelo menos em curto prazo, compensação à altura dos lucros daquela exploração, ou de qualquer outra, que não seja a destinação obrigatória dos royalties e de contrapartidas mínimas oriundas de oscilações de mercado. Há perceptível, porém, uma sensação de autoestima, de confiança, de oportunidade de se reinventar ao 50, de se redesenhar, de limpar a poeira e de respirar.
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Baixar áudioO governo federal lançou uma calculadora oficial que permite que os brasileiros simulem a renegociação de dívidas no programa Novo Desenrola Brasil – Famílias, conhecido como Desenrola 2.0. Os consumidores endividados podem estimar descontos, parcelas e até o uso do FGTS na renegociação – antes de procurar o banco para fechar um acordo. A ferramenta apresenta valores estimados com base nas regras do programa.
Segundo o Ministério da Fazenda, a iniciativa foi criada para ajudar pessoas com renda de até 5 salários mínimos – o equivalente a R$ 8.105 – a renegociar dívidas em melhores condições.
A ferramenta já pode ser testada e está disponível no site do Ministério da Fazenda, em: simuladordesenrola.fazenda.gov.br. Para calcular previamente as condições de renegociação antes de procurar uma instituição financeira é necessário seguir alguns critérios, como:
A calculadora foi criada pelo Ministério da Fazenda para que pessoas endividadas consigam prever as condições de renegociação antes de aderir ao programa. A ferramenta calcula estimativas com base nas regras oficiais do Desenrola 2.0, considerando fatores como:
Valor da dívida;
Pela tecnologia, há como simular o uso do FGTS na renegociação. Pelas regras do programa, até 20% do saldo disponível no fundo ou R$ 1 mil pode ser utilizado – o que for maior. A possibilidade de utilização do FGTS precisa ser consultada com o banco da pessoa física.
A ferramenta deve ser utilizada apenas para simular a renegociação das dívidas. Os valores apresentados são estimativas e não contemplam tarifas adicionais ou impostos.
A Fazenda alerta que os acordos definitivos devem ser fechados diretamente com as instituições financeiras credoras.
A simulação considera a taxa de juros máxima de 1,99% ao mês. O programa prevê descontos de até 90%, juros reduzidos e parcelamento de 12 até 48 meses.
Conforme o governo, a iniciativa busca ampliar o acesso à informação, a segurança para tomada de decisão e, ainda, facilitar a organização financeira das famílias.
Fazer a simulação antes de fechar o acordo pode ajudar o consumidor a entender quanto realmente pode economizar, comparar parcelamentos, verificar se a parcela cabe no orçamento e, ainda, avaliar o uso do FGTS para reduzir a dívida.
A Fazenda reitera, em nota, que as condições finais de renegociação devem ser confirmadas diretamente com as instituições financeiras participantes do programa.
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Baixar áudioA Câmara dos Deputados aprovou, na última quarta-feira (27), o Projeto de Lei 2951/24, pacote que reformula a política agrícola e o Prêmio do Seguro Rural (PSR). A matéria prevê taxas de juros menores e prioridade em operações de crédito rural quando elas estiverem seguradas, com o prêmio bancado por um fundo abastecido com recursos públicos.
Instituído em 2010, o “Fundo Catástrofe”, como foi apelidado, não chegou a vigorar por falta de aportes contínuos de recursos e de regulamentação. O texto determina que, em caso de aprovação da lei, o fundo será composto por ações de empresas nas quais a União tenha participação minoritária (como a antiga Eletrobras), ou por excesso de ações necessárias ao controle de empresas de economia mista (como a Petrobras), assim como imóveis e outros direitos da União.
A administração dos recursos do fundo pode ficar a cargo de empresa pública, inclusive banco federal. Seguradoras, cooperativas e companhias da cadeia produtiva do agronegócio podem participar da gestão na condição de cotistas. Será possível ainda criar subfundos com patrimônios segregados para atender a setores específicos.
O texto aprovado foi o substitutivo do relator, deputado Pedro Lupion (Republicanos-PR), que trouxe novos elementos, como o detalhamento de cláusulas para o seguro também servir como garantia em empréstimos rurais. Devido às mudanças substanciais, agora a proposta deve voltar para análise do Senado.
O substitutivo aprovado ainda proíbe o contingenciamento ou o bloqueio de despesas de subvenção do prêmio do seguro rural, como as do Fundo Catástrofe. A execução dessas verbas se torna obrigatória, conforme valor previsto no projeto original de lei orçamentária anual enviado pelo Executivo ao Congresso.
Por outro lado, fica permitido o remanejamento dos recursos do Programa de Garantia da Atividade Agropecuária (Proagro), uma vez que não comprometa o funcionamento do programa e as operações já contratadas.
As modificações na Lei de subvenção ao seguro rural apontam as vantagens que o produtor pode ter caso contrate o seguro rural:
Além disso, o projeto aprovado na Câmara mantém os recursos destinados ao Seguro dentro do orçamento do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa). Havia uma discussão para colocar essas verbas dentro das operações supervisionadas pela Secretaria do Tesouro Nacional do Ministério da Fazenda para garantir a obrigatoriedade da execução dos recursos.
Novas atribuições são criadas para o já previsto comitê gestor interministerial do seguro rural, como incentivar a criação e a expansão de programas de subvenção do prêmio desse seguro por parte de estados e municípios.
O substitutivo atualiza as atividades agrícolas e determina que o Poder Executivo defina quais podem ser asseguradas. Em caso de evento coberto, a seguradora passa a ter prazo máximo de 30 dias, contados da entrega dos documentos ou da vistoria técnica presencial, para efetuar o pagamento ao produtor afetado.
Fica mantida a possibilidade do seguro rural ser utilizado como garantia nas operações de crédito rural. No entanto, a nova norma modifica as condições que poderão ser exigidas para a prática, como o apontamento da instituição financeira credora como primeira beneficiária em caso de sinistro ou detentora dos direitos fiduciários.
Em todos os casos, o seguro rural dado como garantia nessas operações deverá ser contratado junto a seguradoras que atendam a requisitos mínimos de capacidade econômico-financeira definidos em regulamento.
Os últimos anos demonstram uma estagnação de contratação e recursos do PSR. De R$ 1,15 bilhão em 2021, ano do maior montante destinado e executado à subvenção, os valores caíram para R$ 565,3 milhões no ano passado, menor nível desde 2019, segundo o Atlas do Seguro Rural, plataforma do Ministério da Agricultura.
Para este ano, o orçamento disponibilizado para o programa foi de R$ 1,01 bilhão. Bem abaixo dos R$ 4 bilhões apontados por entidades do setor agropecuário como necessários.
A escassez de recursos se reflete na baixa contratação do seguro rural. A plataforma do Ministério da Agricultura aponta para 3,2 milhões de hectares assegurados em 2025, 3,3% da área plantada, uma queda de 55% em relação a 2024, e o pior desempenho nos últimos 10 anos.
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Baixar áudioA probabilidade de formação do fenômeno El Niño durante o inverno de 2026 chega a 90%, segundo meteorologistas da Defesa Civil de Santa Catarina e da Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural do estado (Epagri/Ciram). Segundo os especialistas, a atmosfera sobre Santa Catarina já apresenta sinais mais evidentes de resposta ao aquecimento das águas do Oceano Pacífico, reforçando a tendência de consolidação do fenômeno ao longo deste ano.
Além disso, dados mais recentes do Centro de Previsão Climática (CPC) da Administração Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (NOAA) também indicam alta probabilidade de formação do El Niño. Segundo o órgão, a chance de estabelecimento do fenômeno no trimestre entre maio, junho e julho é de 82%.
A previsão aponta ainda que o El Niño deve persistir até o início de 2027, com 96% de probabilidade de continuidade entre dezembro de 2026 e os meses de janeiro e fevereiro do ano seguinte.
O El Niño é um fenômeno climático natural caracterizado pelo aquecimento anormal das águas superficiais do Oceano Pacífico Equatorial. Essa alteração interfere na circulação atmosférica e provoca mudanças nas condições meteorológicas em diferentes regiões do planeta.
Segundo o meteorologista do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), Melquezedek da Silva, os efeitos do fenômeno variam de acordo com a região do Brasil.
“Na Região Sul, o El Niño causa aumento de chuvas e de eventos extremos de precipitação e, nas regiões Norte e Nordeste, provoca chuvas abaixo da média e secas. Já sobre o Centro-Oeste e o Sudeste, por serem áreas de transição e de baixa previsibilidade climática, o fenômeno torna as chuvas mais irregulares”, explica.
O meteorologista ressalta ainda que, em anos de El Niño, há tendência de temperaturas acima da média em todas as regiões do país, favorecendo a ocorrência de ondas de calor.
Apesar disso, os impactos podem variar conforme a intensidade do fenômeno e a influência de outros fatores climáticos.
O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), o Inmet, a Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme) e o Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia (CENSIPAM) divulgaram uma nota técnica alertando para o aumento do risco de eventos climáticos extremos associados ao El Niño e seus possíveis impactos sobre diversos setores da sociedade e da economia, como:
As instituições responsáveis pelo documento destacam a importância do monitoramento contínuo das condições oceânicas e atmosféricas, além do acompanhamento das previsões meteorológicas e climáticas emitidas pelos órgãos oficiais.
Segundo a nota, esse acompanhamento é essencial para aprimorar as previsões e orientar ações de planejamento, prevenção, mitigação e resposta diante dos possíveis impactos do fenômeno.
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Baixar áudioEnquanto cerca de 33 milhões de brasileiros ainda não têm acesso à água potável, o país perde 39,53% da água tratada durante o processo de distribuição. Isso significa que quase quatro em cada dez litros produzidos não chegam aos consumidores.
Os dados fazem parte do "Estudo de Perdas de Água 2026 (SINISA, 2024): Desafios na Eficiência do Saneamento Básico no Brasil", elaborado pelo Instituto Trata Brasil (ITB) em parceria com a consultoria GO Associados.
Segundo o levantamento, divulgado nesta terça-feira (2), as perdas físicas registradas em 2024 alcançaram aproximadamente 4,4 bilhões de metros cúbicos de água. O volume equivale ao desperdício diário de 4,8 mil piscinas olímpicas.
Em outra comparação, representa 16,2 milhões de caixas d'água suficientes para abastecer uma família de cinco pessoas por dia ou, ainda, 4,5 vezes o volume do Sistema Cantareira ao longo de um ano.
Durante o abastecimento, a água pode ser perdida por diferentes fatores, entre eles vazamentos nas redes, falhas de medição e consumos não autorizados.
Considerando apenas as perdas físicas, como os vazamentos, o volume desperdiçado seria suficiente para abastecer cerca de 77 milhões de brasileiros durante um ano.
O número corresponde a mais de um quarto da população do país em 2024 e supera em mais de duas vezes o contingente de pessoas sem acesso à água tratada, estimado em cerca de 33 milhões de habitantes.
O estudo também aponta que o mesmo volume poderia garantir abastecimento por dois anos aos 17,2 milhões de brasileiros que vivem em comunidades vulneráveis. Do ponto de vista ambiental, a redução dessas perdas permitiria ampliar a disponibilidade de recursos hídricos sem a necessidade de captar água em novos mananciais.
Apesar de uma leve melhora nos últimos anos, os índices de perdas seguem distantes da meta nacional de 25%. Em 2020, o percentual era de 40,14%. Em 2024, chegou a 39,53%.
Para a presidente do Instituto Trata Brasil, Luana Pretto, a evolução ocorre em ritmo insuficiente diante dos desafios enfrentados pelo país.
“No ano passado tínhamos uma perda de 40,3%, mas esse número tem reduzido numa velocidade muito lenta, o que demonstra que a gente precisa ser mais eficiente e priorizar mais esse tema da redução de perdas de água, principalmente num cenário onde a gente tem crise hídrica, onde a gente tem ondas de calores, secas cada vez mais recorrentes”, considera.
As diferenças regionais continuam expressivas. O estudo mostra que as regiões Norte e Nordeste concentram os maiores desafios tanto na redução das perdas quanto nos indicadores de abastecimento de água, coleta e tratamento de esgoto.
Entre 2020 e 2024, a região Nordeste registrou a maior piora, com aumento de 0,46 ponto percentual. Já a região Norte apresentou a maior redução no período, com queda de 1,79 ponto percentual.
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Segundo Luana Pretto, o combate às perdas gera benefícios que vão além da preservação dos recursos hídricos.
“Quando a gente reduz a perda, por exemplo, física, a gente capta menos água no rio, a gente usa menos produto químico para o tratamento, a gente usa menos energia elétrica para esse bombeamento da água, o que faz com que haja uma redução no custo operacional e uma melhor tarifa também paga pelo cidadão”, destaca.
A comparação entre os estados evidencia desigualdades regionais e estruturais nos sistemas de abastecimento.
Os maiores índices de perdas estão concentrados principalmente nas regiões Norte e Nordeste. Alagoas lidera o ranking, com 66,90%, seguida por Roraima (65,97%), Pará (57,33%), Maranhão (56,68%), Acre (56,48%) e Sergipe (55,10%). Todos os percentuais estão bem acima da média nacional de 39,53%.
Na outra ponta aparecem estados das regiões Centro-Oeste, Sudeste e Sul. O menor índice do país foi registrado no Piauí, com 24,61%. Em seguida aparecem Goiás (27,13%), Mato Grosso do Sul (30,60%), Distrito Federal (31,55%), Tocantins (31,58%), São Paulo (32,15%) e Paraná (33,40%).
Entre os municípios analisados, o índice médio de perdas foi de 35,56% em 2024, acima dos 31,09% registrados em 2023. Dos 99 municípios considerados, apenas 20 apresentaram perdas inferiores a 25%, enquanto 14 registraram índices superiores a 50%.
Os melhores resultados concentram-se principalmente no Sudeste, que reúne 12 dos 20 municípios com menores perdas na distribuição. Suzano, em São Paulo, registrou apenas 1,27%, enquanto Santos ficou em 5,35%, ambos muito abaixo da média nacional.
Já entre os piores desempenhos predominam cidades das regiões Norte e Nordeste. O destaque negativo é Parauapebas (PA), com 70,68%, seguida por Maceió, com 64,05%. Outras cidades também registram índices elevados, como Belo Horizonte (68,29%) e Várzea Grande (MT), com 59,03%.
O levantamento mostra ainda que apenas 12 dos 100 municípios mais populosos do país cumpriam simultaneamente, em 2024, as metas estabelecidas pela Portaria 788/2024 para redução de perdas. São eles:
Entre as capitais brasileiras, apenas quatro ficaram abaixo da meta de 25% definida pela Portaria 788/2024: Goiânia, São Paulo, Campo Grande e Teresina. A média das 27 capitais foi de 39,30%.
Copiar o textoBoi gordo e frango sobem em São Paulo, enquanto suíno mantém estabilidade no início da semana
Baixar áudioO preço do boi gordo nesta terça (2°) apresenta alta de 0,14%; a arroba está sendo negociada a R$ 350,20, no estado de São Paulo.
INDICADOR DO BOI GORDO CEPEA/ESALQ
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 01/06/2026 | 350,20 | 0,14% | 0,14% | 69,84 |
| 29/05/2026 | 349,70 | 0,13% | -1,34% | 69,30 |
| 28/05/2026 | 349,25 | 0,27% | -1,47% | 69,43 |
| 27/05/2026 | 348,30 | 0,14% | -1,74% | 68,85 |
| 26/05/2026 | 347,80 | 0,46% | -1,88% | 69,13 |
Na Grande São Paulo, em São José do Rio Preto e em Descalvado, os preços do frango apresentam alta de 2,13%. O frango congelado é negociado a R$ 7,18, e o frango resfriado é vendido a R$ 7,20.
PREÇOS DO FRANGO CONGELADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|
| 01/06/2026 | 7,18 | 2,13% | 2,13% |
| 29/05/2026 | 7,03 | -4,87% | -1,82% |
| 28/05/2026 | 7,39 | -0,27% | 3,21% |
| 27/05/2026 | 7,41 | 0,00% | 3,49% |
| 26/05/2026 | 7,41 | -0,67% | 3,49% |
PREÇOS DO FRANGO RESFRIADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|
| 01/06/2026 | 7,20 | 2,13% | 2,13% |
| 29/05/2026 | 7,05 | -4,73% | -1,67% |
| 28/05/2026 | 7,40 | -0,27% | 3,21% |
| 27/05/2026 | 7,42 | 0,00% | 3,49% |
| 26/05/2026 | 7,42 | -0,67% | 3,49% |
A carcaça suína especial também apresenta estabilidade no preço, sendo negociada a R$ 8,63, por quilo, nos atacados da Grande São Paulo.
Todos os estados analisados apresentaram queda.
PREÇOS DA CARCAÇA SUÍNA ESPECIAL (R$/kg)
| Data | Média | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|
| 01/06/2026 | 8,63 | 0,00% | 0,00% |
| 29/05/2026 | 8,63 | 0,70% | 2,49% |
| 28/05/2026 | 8,57 | 0,00% | 1,78% |
| 27/05/2026 | 8,57 | 0,00% | 1,78% |
| 26/05/2026 | 8,57 | -1,04% | 1,78% |
Os dados são do Cepea.
O boi gordo é o bovino macho pronto para o abate, com peso mínimo de 16 arrobas líquidas de carcaça (aproximadamente 240 kg) e até 42 meses de idade. Atende aos padrões do mercado nacional e internacional, incluindo exportações para Europa, China e cota Hilton.
O frango congelado passa por congelamento rápido, com temperaturas abaixo de -12°C, garantindo maior vida útil para armazenamento e transporte a longas distâncias.
Já o frango resfriado é mantido entre 0°C e 4°C, com validade de 5 a 7 dias, oferecendo textura e sabor mais próximos do fresco, ideal para consumidores exigentes e restaurantes.
#Agronegócios#Boi Gordo#Frango#Suíno
Copiar o textoSoja sobe no Paraná enquanto trigo tem comportamento misto entre alta no PR e queda no RS
Baixar áudioA saca de 60 quilos da soja inicia esta terça-feira (2) em alta de 0,24% no Paraná. No interior do estado, o grão é negociado a R$124,53.
Já no porto de Paranaguá, principal referência no litoral paranaense, a cotação apresenta alta de 0,10%, sendo negociada a R$130,25.
INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANÁ
| DATA | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 01/06/2026 | 124,53 | 0,24% | 0,24% | 24,84 |
| 29/05/2026 | 124,23 | -0,29% | 1,43% | 24,62 |
| 28/05/2026 | 124,59 | 0,26% | 1,72% | 24,77 |
| 27/05/2026 | 124,27 | 0,64% | 1,46% | 24,56 |
| 26/05/2026 | 123,48 | -0,02% | 0,82% | 24,54 |
INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANAGUÁ
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 01/06/2026 | 130,25 | 0,10% | 0,10% | 25,98 |
| 29/05/2026 | 130,12 | -0,60% | 0,96% | 25,79 |
| 28/05/2026 | 130,90 | 0,78% | 1,57% | 26,02 |
| 27/05/2026 | 129,89 | 0,32% | 0,78% | 25,67 |
| 26/05/2026 | 129,47 | -0,34% | 0,46% | 25,73 |
O preço do trigo apresenta leve alta no Paraná e a tonelada é negociada a R$1.360,73. E no Rio Grande do Sul, a tonelada do grão registra desvalorização 0,26%, sendo cotada a R$1.329,79.
PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - PARANÁ
| Data | Valor R$/t* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$/t* |
|---|---|---|---|---|
| 01/06/2026 | 1.360,73 | 0,08% | 0,08% | 271,39 |
| 29/05/2026 | 1.359,61 | 0,06% | 1,26% | 269,44 |
| 28/05/2026 | 1.358,79 | -0,19% | 1,20% | 270,14 |
| 27/05/2026 | 1.361,34 | 0,51% | 1,39% | 269,09 |
| 26/05/2026 | 1.354,40 | -0,00% | 0,87% | 269,21 |
PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - RIO GRANDE DO SUL
| Data | Valor R$/t* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$/t* |
|---|---|---|---|---|
| 01/06/2026 | 1.329,79 | -0,26% | -0,26% | 265,22 |
| 29/05/2026 | 1.333,23 | 0,94% | 5,73% | 264,22 |
| 28/05/2026 | 1.320,75 | 0,00% | 4,74% | 262,58 |
| 27/05/2026 | 1.320,75 | 0,12% | 4,74% | 261,07 |
| 26/05/2026 | 1.319,20 | -0,51% | 4,62% | 262,21 |
Os dados são do Cepea.
A saca de soja e a saca de trigo são as principais unidades de comercialização de grãos no Brasil. Cada saca equivale a 60 quilos, padrão adotado por órgãos oficiais como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).
Esse formato padronizado facilita o comércio da soja e do trigo, além de permitir um acompanhamento mais preciso das cotações e variações de preços no mercado nacional.
Copiar o textoCafé e milho recuam no início da semana, enquanto açúcar tem desempenho misto em São Paulo
Baixar áudioO preço do café arábica abre esta terça-feira (2) em baixa de 1,40%, com a saca de 60 kg negociada a R$ 1.533,85 na cidade de São Paulo.
O café robusta também teve desvalorização de 1,39%, sendo comercializado a R$ 939,28.
INDICADOR DO CAFÉ ARÁBICA CEPEA/ESALQ
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$ |
|---|---|---|---|---|
| 01/06/2026 | 1.533,85 | -1,40% | -1,40% | 305,91 |
| 29/05/2026 | 1.555,67 | -2,85% | -11,69% | 308,30 |
| 28/05/2026 | 1.601,33 | -0,66% | -9,10% | 318,36 |
| 27/05/2026 | 1.611,97 | -1,58% | -8,49% | 318,63 |
| 26/05/2026 | 1.637,80 | -0,36% | -7,03% | 325,54 |
INDICADOR DO CAFÉ ROBUSTA CEPEA/ESALQ
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$ |
|---|---|---|---|---|
| 01/06/2026 | 939,28 | -1,39% | -1,39% | 187,33 |
| 29/05/2026 | 952,56 | -1,81% | 2,95% | 188,78 |
| 28/05/2026 | 970,14 | 1,09% | 4,85% | 192,87 |
| 27/05/2026 | 959,64 | -0,23% | 3,72% | 189,69 |
| 26/05/2026 | 961,86 | 2,58% | 3,96% | 191,19 |
O preço do açúcar cristal apresenta queda nas principais praças do estado de São Paulo. Na capital, a saca de 50 kg teve alta de 1,37% e é cotada a R$ 94,27.
Em Santos (SP), houve valorização de 0,93%, e a mercadoria é negociada a R$ 103,80 na média de preços sem impostos.
INDICADOR DO AÇÚCAR CRISTAL BRANCO CEPEA/ESALQ - SÃO PAULO
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 01/06/2026 | 94,27 | 1,37% | 1,37% | 18,80 |
| 29/05/2026 | 93,00 | -0,90% | -5,01% | 18,43 |
| 28/05/2026 | 93,84 | -0,40% | -4,16% | 18,66 |
| 27/05/2026 | 94,22 | 1,21% | -3,77% | 18,62 |
| 26/05/2026 | 93,09 | -0,64% | -4,92% | 18,50 |
Indicador Açúcar Cristal - Santos (FOB)
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 01/06/2026 | 103,80 | 0,93% | 0,93% | 20,64 |
| 29/05/2026 | 102,84 | 1,38% | -3,03% | 20,34 |
| 28/05/2026 | 101,44 | -1,09% | -4,35% | 20,08 |
| 27/05/2026 | 102,56 | -1,41% | -3,29% | 20,28 |
| 26/05/2026 | 104,03 | -1,21% | -1,90% | 20,72 |
A saca de 60 kg do milho, por sua vez, é vendida a R$ 64,76, após queda de 0,23%.
Os valores são do Cepea.
Café arábica e café robusta são as duas principais variedades cultivadas e comercializadas no Brasil, ambas medidas em sacas de 60 kg.
O café arábica (conhecido também como café Conilon, em algumas regiões) tem sabor mais suave, menor teor de cafeína e alta qualidade sensorial, sendo preferido em cafeterias especializadas e nas exportações de cafés premium. Representa cerca de 70% da produção brasileira, com destaque para estados como Minas Gerais e São Paulo.
O café robusta, por sua vez, possui sabor mais amargo, maior concentração de cafeína e corpo mais intenso. É amplamente utilizado na produção de café solúvel e blends comerciais. Seus principais polos produtores são o Espírito Santo e Rondônia, e seu preço costuma ser mais baixo em comparação ao arábica, por conta do perfil mais industrial.
A saca de açúcar cristal no Brasil é padronizada em 50 quilos, especialmente para comercialização no mercado atacadista e para uso na indústria alimentícia. Essa unidade de medida é adotada pelo Cepea/Esalq-USP, principal fonte de cotações diárias do açúcar cristal no país.
A saca de milho equivale a 60 kg de grãos, mesmo padrão utilizado para soja e trigo. Essa medida é oficializada por instituições como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Cepea, sendo amplamente usada em negociações e relatórios de preço do milho.
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Baixar áudioO Ibovespa iniciou o mês de junho em queda e voltou a perder o nível dos 173 mil pontos.
O principal índice da Bolsa brasileira encerrou a sessão desta segunda-feira (1º) com recuo de 0,91%, aos 172.197 pontos.
O desempenho negativo foi influenciado principalmente pela desvalorização das ações da Vale e dos grandes bancos. Papéis de Itaú, Bradesco, Banco do Brasil e BTG Pactual figuraram entre as principais pressões sobre o índice ao longo do pregão.
Confira as ações com melhor e pior desempenho no último fechamento:
O volume total negociado nesta sessão foi de mais de R$ 4,2 bilhões em 2,8 milhões de negócios.
O Ibovespa (Índice Bovespa) é o principal indicador do mercado acionário brasileiro. Calculado pela B3, ele reflete a média do desempenho das ações mais negociadas na bolsa, com base em critérios de volume e liquidez. O índice é composto por uma carteira teórica de ativos, que representa cerca de 80% do volume financeiro total negociado no mercado.
A B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) é a bolsa de valores oficial do Brasil, sediada em São Paulo. É responsável pela negociação de ações, derivativos, títulos públicos e privados, câmbio e outros ativos financeiros. A B3 está entre as maiores bolsas do mundo em infraestrutura e valor de mercado.
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Baixar áudioO dólar encerrou a sessão desta segunda-feira (1º) em queda de 0,39%, cotado a R$ 5,02.
Apesar da desvalorização da moeda norte-americana frente ao real, o mercado financeiro brasileiro voltou a operar em clima de cautela diante da deterioração do cenário geopolítico no Oriente Médio. O sentimento dos investidores foi impactado pela interrupção das negociações entre Irã e Estados Unidos.
Já o euro encerrou o último pregão cotado a R$ 5,86.
A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.
| Código | 🇧🇷 BRL | 🇺🇸 USD | 🇪🇺 EUR | 🇬🇧 GBP | 🇯🇵 JPY | 🇨🇭 CHF | 🇨🇦 CAD | 🇦🇺 AUD |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| 🇧🇷 BRL | 1 | 0,1991 | 0,1706 | 0,1475 | 31,7833 | 0,1566 | 0,2755 | 0,2772 |
| 🇺🇸 USD | 5,0237 | 1 | 0,8596 | 0,7431 | 159,67 | 0,7866 | 1,3840 | 1,3964 |
| 🇪🇺 EUR | 5,8617 | 1,1632 | 1 | 0,8644 | 185,73 | 0,9151 | 1,6098 | 1,6244 |
| 🇬🇧 GBP | 6,7623 | 1,3457 | 1,1569 | 1 | 214,87 | 1,0585 | 1,8623 | 1,8792 |
| 🇯🇵 JPY | 0,0315 | 0,0063 | 0,0054 | 0,0047 | 1 | 0,4926 | 0,0087 | 0,0087 |
| 🇨🇭 CHF | 6,3866 | 1,2713 | 1,0929 | 0,9447 | 202,98 | 1 | 1,7593 | 1,7752 |
| 🇨🇦 CAD | 3,6298 | 0,7226 | 0,6212 | 0,5370 | 115,38 | 0,5684 | 1 | 1,0090 |
| 🇦🇺 AUD | 3,6086 | 0,7162 | 0,6156 | 0,5321 | 114,34 | 0,5634 | 0,9911 | 1 |
Os dados são da Investing.com
Copiar o textoO concurso 3700 da Lotofácil foi realizado nesta segunda-feira (01/06/2026), no Espaço da Sorte, em São Paulo, e divulgado pela Caixa Econômica Federal. 3 apostadores acertaram as 15 dezenas e levaram para casa o prêmio de R$ 2.629.360,29. Os bilhetes premiados foram adquiridos em Caxias do Sul (RS), Mauá (SP) e São Paulo (SP).
O prêmio estimado para o próximo concurso da Lotofácil, de número 3701, que será realizado na terça-feira, 2 de junho de 2026, está estimado em R$ 5.000.000,00. Aproveite a oportunidade e faça sua aposta para concorrer!
01 - 03 - 07 - 08 - 09 - 10 - 12 - 13 - 14 - 17 - 18 - 19 - 20 - 23 - 25
A aposta mínima, de 15 números, custa R$ 3,50 com chance de 1 em 3.268.760 e a máxima custa R$ 46.512 com chance de 1 em 211.
|
Quantidade de números jogados |
Valor da aposta |
|---|---|
|
15 |
R$ 3,50 |
|
16 |
R$ 48,00 |
|
17 |
R$ 408,00 |
|
18 |
R$ 2.448,00 |
|
19 |
R$ 11.628,00 |
|
20 |
R$ 46.512,00 |
De segunda-feira a sábado, às 21h.
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Copiar o textoRecursos serão utilizados em ações de resposta e recuperação
Baixar áudioO Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), por meio da Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil (Sedec), autorizou, nesta segunda-feira (1º), o repasse de R$ 17,3 milhões para ações de resposta e recuperação em 30 municípios afetados por desastres.
Receberão recursos cidades de Rio Grande do Sul, Mato Grosso, Paraíba, Pernambuco, Amazonas, Maranhão, Pará, Minas Gerais, Piauí e Bahia. As portarias com a liberação dos valores foram publicadas no Diário Oficial da União (DOU). Confira abaixo:
Rio Grande do Sul
Mato Grosso
Paraíba
Pernambuco
Amazonas
Maranhão
Pará
Minas Gerais
Piauí
Bahia
Os recursos foram autorizados a partir de critérios técnicos que levam em conta a magnitude dos desastres, o número de desabrigados e desalojados e as necessidades apresentadas nos planos de trabalho enviados pelas prefeituras.
Municípios que tiverem o reconhecimento federal de situação de emergência ou estado de calamidade pública podem solicitar recursos ao MIDR para ações de defesa civil. As solicitações devem ser realizadas por meio do Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2iD). A partir dos planos de trabalho enviados, a equipe técnica da Defesa Civil Nacional avalia as metas e valores propostos. Após aprovação, os repasses são formalizados por meio de portaria no DOU, liberando os valores correspondentes.
A Defesa Civil Nacional também oferece uma série de cursos a distância para capacitar e qualificar agentes municipais e estaduais no uso do S2iD. O objetivo é preparar os profissionais das três esferas de governo para responderem de forma eficiente às situações de emergência. Confira aqui a lista completa dos cursos.
Copiar o textoMassa de ar polar mantém tempo firme e derruba temperaturas no Sul, segundo INMET
Baixar áudioA Região Sul terá uma terça-feira (2) marcada pela atuação de uma massa de ar frio e seco, que mantém o tempo estável e provoca queda acentuada nas temperaturas. As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
No Rio Grande do Sul, o tempo segue aberto, com temperaturas baixas e sensação de frio. Em Santa Catarina e no Paraná, o céu varia entre claro e parcialmente nublado, sem previsão de chuva.
Nas capitais da região, o destaque é o frio. A temperatura mínima prevista é de 9°C em Curitiba, enquanto Florianópolis terá tempo firme e máxima em torno de 22°C. A principal característica do dia será o ar polar, responsável pelo tempo seco e pelas temperaturas mais baixas em toda a Região Sul. A umidade relativa do ar varia entre 55% e 100%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o texto
Baixar áudioO Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), por meio da Defesa Civil Nacional, reconheceu, nesta segunda-feira (1º), a situação de emergência em 11 cidades afetadas por desastres nos estados do Amapá, Amazonas, Goiás, Paraíba, Paraná, Rio Grande do Norte e São Paulo. As portarias com os reconhecimentos foram publicadas no Diário Oficial da União (DOU). Confira mais detalhes abaixo:
Passam por um período de estiagem os municípios de Junco do Seridó e Pedra Branca, na Paraíba; Vera Cruz do Oeste, no Paraná, e Lajes, no Rio Grande do Norte.
Foram castigadas por fortes chuvas as cidades Maués, no Amazonas; Campos Verdes, em Goiás, e Pirpirituba, na Paraíba. Já Porto Grande, no Amapá, e Jutaí, no Amazonas, foram atingidas por inundações.
Os municípios de Benjamin Constant, no Amazonas, e Ibiúna, em São Paulo, obtiveram o reconhecimento federal de situação de emergência por causa de derramamento de produtos químicos em ambiente lacustre, fluvial e marinho e queda de granizo, respectivamente.
Agora, as prefeituras já podem solicitar recursos do Governo Federal para ações de defesa civil, como compra de cestas básicas, água mineral, refeição para trabalhadores e voluntários, kits de limpeza de residência, higiene pessoal e dormitório, entre outros.
Os municípios com reconhecimento federal de situação de emergência ou de estado de calamidade pública podem solicitar apoio financeiro ao MIDR por meio do Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2iD). A Defesa Civil Nacional avalia os planos de trabalho enviados e, após a aprovação, publica portaria no DOU com os valores a serem liberados.
A Defesa Civil Nacional oferece uma série de cursos a distância para habilitar e qualificar agentes municipais e estaduais para o uso do S2iD. As capacitações têm como foco os agentes de proteção e defesa civil nas três esferas de governo. Confira neste link a lista completa dos cursos.
Com informações do MIDR
Copiar o textoNas capitais, as temperaturas variam entre 15°C em Brasília e até 35°C em Cuiabá
Baixar áudioA Região Centro-Oeste terá predominância de uma massa de ar seco na terça-feira (2), as informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
A condição garante tempo firme, ensolarado e sem previsão de chuva em praticamente toda a região.
No Distrito Federal e em Goiás, o céu varia de claro a poucas nuvens, com queda da umidade à tarde, podendo atingir níveis de atenção. Em Mato Grosso, o tempo segue seco e ensolarado, com calor mais intenso no norte e centro do estado, enquanto em Mato Grosso do Sul o tempo permanece estável e aberto, apesar da influência de uma frente fria mais ao sul do país.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 15°C em Brasília. Já a máxima pode chegar a 35°C, em Cuiabá. A umidade relativa do ar varia entre 40% e 85%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o textoFrente fria mantém instabilidade e temperaturas amenas no Sudeste
Baixar áudioA Região Sudeste terá uma terça-feira (2) marcada por tempo instável e temperaturas mais amenas devido à atuação de uma frente fria e à circulação de umidade, segundo informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
As instabilidades se concentram principalmente no litoral e no leste da região, com céu nublado e previsão de chuva em áreas do Rio de Janeiro e do Espírito Santo.
Em Minas Gerais, há possibilidade de chuva fraca e isolada no Vale do Jequitinhonha, Mucuri, Zona da Mata e Rio Doce, enquanto o norte e o noroeste do estado terão tempo firme. Em São Paulo, a faixa leste e o litoral podem registrar chuva isolada e muitas nuvens, enquanto o interior segue com tempo seco e céu aberto.
Entre as capitais, mínima de 11ºC em São Paulo. A máxima deve chegar a 27ºC em Belo Horizonte. A umidade relativa do ar varia entre 50% e 100%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o textoJá Acre, Rondônia e Tocantins terão tempo firme e quente
Baixar áudioA previsão do Instituto Nacional de Meteorologia, o INMET, para terça-feira (2) na Região Norte é de condições climáticas distintas entre o norte e o sul da região.
O INMET mantém alerta de perigo potencial para chuvas intensas, com pancadas frequentes e trovoadas isoladas em áreas do Amazonas, Roraima, Amapá e norte do Pará.
Já no sul, o tempo permanece firme e quente. Acre, Rondônia e Tocantins terão predomínio de sol entre poucas nuvens, baixa umidade relativa do ar durante a tarde e influência de uma massa de ar seco.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 21°C em Rio Branco. A máxima pode chegar a 36°C em Tocantins.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
Copiar o textoNordeste terá chuva no litoral e calor intenso no interior nesta terça-feira (2)
Baixar áudioA previsão do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) para a Região Nordeste, nesta terça-feira (2), indica um cenário de tempo instável na faixa litorânea, enquanto o interior segue com tempo seco e calor intenso.
Entre a Bahia e o Rio Grande do Norte, há possibilidade de volumes mais expressivos de chuva, especialmente em Sergipe, Alagoas e Pernambuco. Já na faixa norte, que inclui Ceará, Piauí e Maranhão, ocorrem pancadas isoladas de chuva com trovoadas à tarde e à noite, influenciadas pela proximidade da Zona de Convergência Intertropical.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 22°C em Aracaju. Já a máxima pode alcançar os 32 °C em Fortaleza. A umidade relativa do ar varia entre 40% e 95%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioO Vale do São Francisco registrou o primeiro embarque de uvas frescas brasileiras para a União Europeia (UE) com tarifa zerada. A possibilidade de exportação com desagravação tarifária total para esses bens à UE, deve ampliar a competitividade da fruticultura nacional no mercado europeu, principal destino das exportações da região.
O marco foi celebrado durante a iniciativa, concebida pela ApexBrasil, Caravana Frutas – Do Vale para o Mundo, realizada em Petrolina (PE), reunindo produtores, representantes do setor e autoridades públicas.
Participaram da abertura o ministro da Agricultura e Pecuária, André de Paula; o presidente da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), Laudemir Muller; o presidente da Associação Brasileira dos Produtores Exportadores de Frutas e Derivados (ABRAFRUTAS), Waldir Promicia; e a presidente da CropLife Brasil, Ana Repezza.
Também estiveram presentes a prefeita de Lagoa Grande (PE), Catharina Garziera; o secretário de Desenvolvimento Agrário, Agricultura, Pecuária e Pesca de Pernambuco, Cícero Moraes; o deputado federal Fernando Monteiro; o vice-prefeito de Petrolina, Ricardo Coelho; e o presidente do Conselho de Administração da Embrapa (Consad), Guilherme Coelho.
Durante o evento, o presidente da ApexBrasil, Laudemir Muller, destacou o potencial econômico do mercado europeu e o crescimento das exportações brasileiras de frutas nos últimos anos a partir da parceria com a ABRAFRUTAS.
“O resultado está aqui. Estamos exportando diretamente do Vale do São Francisco cada vez mais uva para a Europa. Esse carregamento vai beneficiar toda a região. A Europa importa 7 trilhões de dólares; só de fora do bloco são 3 trilhões de dólares. O Mercosul importa 342 bilhões. Então é nesse mercado que nós vamos entrar sem tarifa. Alguns mais rápido, como a uva, que já é zero agora, e outros que lá para frente vão cair a tarifa. A fruticultura vai ser uma das grandes beneficiadas”, afirmou.
“Quando começamos a parceria da ApexBrasil com a Abrafrutas em 2014, o Brasil exportava 413 milhões de dólares de frutas. Ano passado exportamos 1 bilhão e 450 milhões. Em 10 anos, nós trouxemos ao Brasil 1 bilhão de dólares a mais dessa fruticultura”, complementou Muller.
O ministro André de Paula afirmou que a retirada da tarifa pode aumentar a competitividade das exportações do Nordeste, principalmente no Vale do São Francisco, onde a maior parte da produção destinada ao exterior segue para a Europa.
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“É a luta de muita gente que acreditou que isso fosse possível. E esse acordo que vai beneficiar cerca de 5.000 itens, a grande maioria desses produtos vem do Agro. É um exemplo muito claro, até porque esse é um exemplo de algo que já acontece agora a partir do primeiro momento, está aqui nas nossas uvas que antes eram taxadas com 12% e agora terão uma taxação de zero”, disse.
“Isso faz diferença quando a gente sabe que 75% do que a gente exporta aqui vai para a Europa. A gente agora vai exportar sem esse ônus, com melhores condições de competitividade e com maior retorno para o produtor”, enfatizou o ministro.
Além da abertura comercial, a programação abordou o uso de tecnologias e práticas sustentáveis para atender às exigências sanitárias e ambientais do mercado europeu.
A presidente da CropLife Brasil, Ana Repezza, destacou o avanço dos bioinsumos no país e o crescimento do setor na fruticultura.
“O Brasil é hoje o país que mais adota bioinsumos em suas culturas, com crescimento de 21% na adoção em relação a 2024. Esse é um mercado que movimentou R$ 6,2 bilhões de reais em 2025 com crescimento de 28% da área tratada. São 194 milhões de hectares tratados com bioinsumos no Brasil e boa parte dessa área voltada para fruticultura”, destacou.
A expectativa do setor é que a redução das tarifas e o avanço de tecnologias sustentáveis ampliem a presença das frutas brasileiras no mercado europeu e fortaleçam a geração de emprego e renda no Nordeste.
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Baixar áudioA CAIXA paga, nesta segunda-feira, 1º de junho, nova parcela do Programa Pé-de-Meia para os estudantes do Ensino Médio regular e Ensino Médio da Educação de Jovens e Adultos, a EJA, nascidos nos meses de novembro e dezembro.
O incentivo será creditado na conta Poupança CAIXA Tem e os valores podem ser movimentados pelo App CAIXA Tem.
O estudante pode pagar contas, fazer transferências e PIX, direto no aplicativo.
Além disso, pode movimentar os valores com o cartão do programa, fazendo compras e pagamentos.
O Programa Pé-de-Meia apoia a permanência e a conclusão escolar dos estudantes matriculados no Ensino Médio e na Educação de Jovens e Adultos da rede pública.
Para consultar as demais datas de pagamento do programa Pé-de-Meia, acesse o site da CAIXA em www.caixa.gov.br/pedemeia.
O Pé-de-Meia é um programa de incentivo financeiro-educacional do Governo Federal para estudantes do ensino médio público inscritos no CadÚnico. Ele funciona como uma poupança para manter a frequência e estimular a conclusão do ensino médio, reduzindo desigualdades e promovendo inclusão e mobilidade social.
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Baixar áudioA falta de integração entre programas de transferência de renda mantidos pela União, estados e municípios tem provocado sobreposição de benefícios, dificuldades de controle e lacunas no atendimento a famílias vulneráveis. É o que revela uma auditoria do Tribunal de Contas da União (TCU), apresentada na quarta-feira (27) pelo ministro-relator Jorge Oliveira.
O levantamento reuniu informações de todos os estados, do Distrito Federal e de mais de quatro mil municípios brasileiros, incluindo 23 capitais. A análise identificou mais de dois mil programas assistenciais em funcionamento no país.
Entre os casos analisados, o Tribunal encontrou 228 iniciativas estaduais e municipais com características semelhantes ao Bolsa Família. Segundo a auditoria, 157 delas apresentaram grau alto ou moderado de similaridade. Também foram identificados 17 programas locais parecidos com o Auxílio Gás.
Para o TCU, a ausência de coordenação entre os entes federativos dificulta a avaliação das políticas públicas e aumenta o risco de pagamentos em duplicidade e uso ineficiente dos recursos públicos.
Os dados da auditoria também apontam falhas de cobertura nos programas sociais. Em outubro de 2025, quase 890 mil famílias aptas aguardavam inclusão no Bolsa Família. Desse total, cerca de 488 mil estavam em municípios onde não existia outra política de transferência de renda além do programa federal.
O cenário é mais crítico nas regiões Norte e Nordeste. Aproximadamente 258 mil famílias dessas regiões não recebiam nenhum tipo de proteção complementar oferecida por estados ou municípios.
A fiscalização analisou de forma detalhada 914 programas estaduais e municipais de transferência de renda. Segundo o relatório, boa parte dessas iniciativas opera sem troca estruturada de informações e sem mecanismos permanentes de coordenação entre as três esferas de governo.
O Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS), responsável pela coordenação nacional da política, não mantém dados organizados sobre os programas locais existentes no país.
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Outro ponto destacado pelo TCU foi a fragilidade na gestão dessas iniciativas. Mais da metade dos programas — 62,5% — ainda funciona com planilhas eletrônicas ou controles manuais. Apenas 31,5% utilizam sistemas informatizados, e somente 7% possuem algum nível de integração automática com o Cadastro Único (CadÚnico).
Durante a sessão plenária, Jorge Oliveira afirmou que os problemas estão interligados. "A fragmentação, sobreposição e lacunas fazem parte de uma mesma cadeia de falhas decorrente da ausência de coordenação interfederativa e de integração entre os sistemas das três esferas de governo", declarou o ministro.
A auditoria foi realizada a partir de questionários enviados aos entes federativos. Ao todo, 4.292 estados e municípios responderam ao levantamento.
Como encaminhamento, o TCU determinou que o MDS apresente, em até 360 dias, medidas de articulação com o Ministério da Previdência Social para integrar informações sobre programas estaduais e municipais ao sistema previsto na Emenda Constitucional 103.
A proposta inclui interoperabilidade entre plataformas, registro unificado de programas e beneficiários e integração com o CadÚnico.
O Tribunal ainda recomendou a criação de parâmetros técnicos nacionais para orientar estados e municípios na formulação e acompanhamento de programas próprios de transferência de renda. Entre os pontos sugeridos estão a harmonização entre benefícios, prevenção de duplicidades, uso prioritário do CadÚnico e ampliação dos mecanismos de transparência e monitoramento.
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Baixar áudioEstados e municípios que recebem recursos da Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais (CFEM) passarão a ter como referência a data da arrecadação dos valores, e não o momento da exploração mineral, para definição das regras de distribuição dos royalties.
O entendimento foi consolidado pela Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Mineração (ANM), que aprovou por unanimidade uma súmula administrativa sobre o tema.
A decisão foi tomada durante a 85ª Reunião Ordinária Pública da agência, realizada na última quarta-feira (27). A súmula estabelece que “A distribuição da Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais (CFEM) aos entes beneficiários submete-se ao regime de caixa, aplicando-se a legislação vigente na data em que os valores são efetivamente arrecadados.”
Com a definição, a ANM passa a adotar oficialmente o entendimento de que o direito ao repasse dos royalties só se concretiza quando os recursos entram nos cofres públicos. A interpretação pode impactar diretamente os municípios mineradores em casos de alterações nas regras de divisão da CFEM ocorridas entre a atividade de exploração e o recolhimento dos valores.
Segundo o diretor-geral da ANM, Mauro Sousa, a adoção de súmulas administrativas busca reduzir conflitos de interpretação e acelerar a tramitação dos processos analisados pela agência.
“Esse instrumento foi criado para permitir que as controvérsias encontrem uma solução mais cedo, sem a necessidade de análise pela Diretoria Colegiada. Por isso, temos conclamado nossos superintendentes e a procuradoria para que se engajem na busca pela pacificação dos entendimentos”, afirma.
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Para embasar a decisão, a Diretoria Colegiada utilizou o parecer nº 313/2019/PFE-ANM/PGF/AGU. O documento sustenta que “O fato gerador da CFEM integra relação jurídica distinta e anterior à relação jurídica referente à obrigação da ANM de repassar os percentuais arrecadados da CFEM”.
O parecer também aponta que a exploração mineral não garante automaticamente o direito ao repasse dos royalties. De acordo com a Procuradoria, essa etapa gera apenas expectativa de direito, enquanto a efetivação do repasse depende do ingresso dos recursos na arrecadação pública.
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Baixar áudioTributaristas avaliam que a repartição do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) entre estados e municípios, prevista na Reforma Tributária, pode desencadear disputas bilionárias entre entes federativos. O tributo substituirá gradualmente o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), de competência estadual, e o Imposto sobre Serviços (ISS), de âmbito municipal.
No modelo atual, a arrecadação do ICMS segue uma lógica híbrida, dividida entre:
Para reduzir a concentração de arrecadação nos estados produtores, foi criado o DIFAL (Diferencial de Alíquota), mecanismo que transfere parte da receita ao estado de destino da operação.
Por exemplo, em uma venda de São Paulo para Minas Gerais, aplica-se uma alíquota interestadual de 12%. Se a alíquota interna mineira for de 18%, São Paulo fica com os 12% da operação interestadual, enquanto Minas Gerais recebe a diferença de 6%.
Com a Reforma Tributária, essa lógica será substituída por um modelo integralmente baseado no destino. No novo sistema, a arrecadação do IBS pertencerá ao estado e ao município onde ocorrer o consumo do bem ou serviço. Especialistas avaliam que essa mudança pode intensificar disputas entre estados e municípios consumidores pela divisão da arrecadação.
O especialista em direito tributário da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC/SP), Carlos Crosara, afirma que o novo modelo tende a ampliar tensões federativas devido às desigualdades econômicas e demográficas do país.
“Vai haver assimetria na arrecadação, porque o Brasil, geograficamente, economicamente e demograficamente, é extremamente diverso. Tem pouquíssimas cidades com muita população e muita renda. Para se ter uma ideia, a quantidade de municípios brasileiros que tem população acima de 100 mil habitantes é por volta de 400 municípios, levando em consideração o total de 5.570. E o restante é 100 mil para baixo. Então estados e municípios vão ficar incomodados”, afirma.
Segundo o tributarista, ainda é impossível prever estatisticamente quais entes federativos ganharão ou perderão arrecadação em relação ao modelo atual do ICMS e do ISS.
“O que se pode dizer é que vai ser muito difícil — com base no destino e na ponderação populacional — dividir de forma justa mais de R$ 1 trilhão entre 26 estados, um Distrito Federal e 5.570 municípios completamente diferentes em população, renda, desenvolvimento urbano, consumo e nível de emprego e escolaridade”, avalia.
O advogado tributarista formado pela Universidade de São Paulo e especialista em Governança e Compliance, Luís Garcia, afirma que a nova lógica de arrecadação do IBS — concentrada no estado e no município de consumo — tende a enfraquecer a chamada guerra fiscal entre os entes federativos.
No modelo anterior, parte relevante da arrecadação permanecia no estado ou município de origem da operação, o que incentivava governos locais a conceder benefícios fiscais para atrair empresas e investimentos. Com a Reforma Tributária e a adoção do princípio do destino, essa estratégia perde força, já que a arrecadação passará a pertencer majoritariamente ao local onde ocorre o consumo.
“Nós vamos ter um impacto considerável em empresas que, buscando essas vantagens, se estabeleceram em determinados municípios e estados e que agora verão essa realidade mudar totalmente. Elas terão de se reinventar, buscar soluções para compensar a perda dos benefícios fiscais com uma melhoria operacional. Mas isso nem sempre será possível, o que, eventualmente, pode levar empresas a tomar decisões drásticas, inclusive de mudança de localização”, afirma.
Outro desafio relevante da Reforma Tributária será a definição do destino das operações, especialmente em transações digitais e no comércio eletrônico. Em muitos casos, a mercadoria pode ser entregue em um estado diferente daquele em que o comprador reside. Já em serviços digitais, a complexidade aumenta: um usuário pode contratar uma plataforma de streaming, software ou serviço online enquanto está em constante deslocamento entre cidades, estados ou até países.
Nesse cenário, a identificação do local efetivo de consumo — critério que determinará quem ficará com a arrecadação do IBS — ainda gera dúvidas entre especialistas e empresas.
“A definição do local de consumo, nesses casos, pode ser extremamente subjetiva. Existe uma série de complicações que preocupam as empresas e, ao mesmo tempo, os estados e municípios que dependiam desses benefícios para terem uma arrecadação considerável. É uma mudança muito grande e complexa, que traz insegurança jurídica”, afirma Garcia.
Segundo o tributarista, diversos pontos ainda deverão ser esclarecidos na regulamentação e, futuramente, pelo Poder Judiciário.
Crosara avalia que a implementação do novo sistema da Reforma Tributária deverá provocar um aumento significativo de disputas legais e administrativas entre contribuintes e o Fisco. Como o IBS e a CBS formarão um modelo inédito no país, a expectativa é de crescimento de dúvidas interpretativas, autuações fiscais e disputas sobre incidência, créditos tributários e definição do local de destino das operações.
Para ele, embora o IBS e a CBS tenham praticamente as mesmas normas gerais, cada um terá estruturas diferentes de julgamento administrativo. Enquanto a CBS seguirá o modelo federal tradicional, com órgãos como o CARF, o IBS será administrado e julgado pelo Comitê Gestor do IBS.
Na avaliação do especialista, isso pode gerar interpretações divergentes para tributos estruturalmente semelhantes.
Outro ponto criticado é a composição dos órgãos responsáveis por uniformizar entendimentos e harmonizar precedentes. Segundo Crosara, esses colegiados terão predominância de representantes do Fisco, o que pode favorecer interpretações mais arrecadatórias.
A consequência, segundo ele, tende a ser o aumento da judicialização. Como IBS e CBS serão regulamentados por leis complementares nacionais, o Superior Tribunal de Justiça deverá assumir papel central na uniformização da interpretação das novas regras tributárias.
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Baixar áudioApós semanas de debates intensos, com destaque para a aprovação na Câmara dos Deputados da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 221/2019, que acaba com a escala 6x1, deputados e senadores terão um descanso prolongado. O feriado de Corpus Christi esfria as coisas nos próximos dias e esvazia os corredores do Congresso Nacional.
No Plenário da Câmara, estão previstas sessões terça-feira (2) e quarta-feira (3). São 14 as matérias incluídas na pauta, com proeminência para projetos da área da saúde, mas são consideradas de baixa relevância pelos deputados, tanto que nem está prevista a reunião de líderes para definir as prioridades e o acordo entre as bancadas sobre o que realmente deve ser votado.
No plenário azul, as sessões também ocorrem na terça e quarta-feira. A principal matéria listada é a que cria a política de governança da administração pública federal. De acordo com o texto, os três poderes e demais órgãos da esfera federal devem implementar e manter as práticas de governança, como o acompanhamento de resultados, soluções para a melhoria do desempenho das organizações e decisões fundamentadas em evidências.
Quanto à PEC da escala 6x1, agora no Senado, não há previsão de movimentações. O presidente da Casa, senador Davi Alcolumbre (União-AP), ainda não encaminhou o projeto para as comissões, ao contrário de uma alternativa ao texto aprovado pela Câmara, apresentado pelo líder da oposição, que foi enviado à Comissão de Constituição e Justiça. O senador Rogério Marinho (PL-RN) propõe livre negociação entre empregadores e trabalhadores para a definição da carga horária e escala.
Devido a semana encurtada, as comissões que terão sessão concentram os trabalhos já nos próximos dias. Nesta segunda (1º), a comissão especial que analisa a atualização do faturamento das empresas enquadradas no Simples Nacional vai a Porto Alegre (RS) debater a proposta com o setor produtivo. Mesmo objetivo da comissão especial sobre o aumento do Fundo de Participação do Municípios (FPM) e criação do Fundo Constitucional do Sul e Sudeste, que discute a matéria com empresários em Santa Catarina.
Ainda nesta segunda, mas no Senado, as eleições entram na mira do Conselho de Comunicação Social do Congresso (CCS). O grupo conversa com especialistas sobre a comunicação nas eleições de 2026, com foco no risco de desinformação e de influência da inteligência artificial nas campanhas.
Na terça, o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, vai ser ouvido na Comissão de Minas e Energia da Câmara dos Deputados. A presença dele estava prevista para a semana passada mas, como faltou ao encontro, o colegiado transformou o convite em convocação, quando há a obrigatoriedade de comparecimento. Silveira deve detalhar a proposta do governo de antecipar a entrada em operação de termelétricas contratadas no Leilão de Reserva de Capacidade (LRCAP) de 2026.
No mesmo dia, a Comissão de Relações Exteriores do Senado também quer ouvir representantes de ministérios do governo federal. Foram convidados para a sessão integrantes do Itamaraty e de Minas e Energia para explicarem as perspectivas para a regulação do setor de minerais críticos no Brasil. Até o momento da publicação desta reportagem, o convite ainda não havia sido respondido.
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Baixar áudioO preço do boi gordo nesta segunda (1°) apresenta alta de 0,13%; a arroba está sendo negociada a R$ 349,70, no estado de São Paulo.
INDICADOR DO BOI GORDO CEPEA/ESALQ
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 29/05/2026 | 349,70 | 0,13% | -1,34% | 69,30 |
| 28/05/2026 | 349,25 | 0,27% | -1,47% | 69,43 |
| 27/05/2026 | 348,30 | 0,14% | -1,74% | 68,85 |
| 26/05/2026 | 347,80 | 0,46% | -1,88% | 69,13 |
| 25/05/2026 | 346,20 | 0,13% | -2,33% | 69,02 |
Na Grande São Paulo, em São José do Rio Preto e em Descalvado, os preços do frango apresentam baixa de 4,87%. O frango congelado é negociado a R$ 7,03, e o frango resfriado ainda é vendido a R$ 7,05.
PREÇOS DO FRANGO CONGELADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|
| 29/05/2026 | 7,03 | -4,87% | -1,82% |
| 28/05/2026 | 7,39 | -0,27% | 3,21% |
| 27/05/2026 | 7,41 | 0,00% | 3,49% |
| 26/05/2026 | 7,41 | -0,67% | 3,49% |
| 25/05/2026 | 7,46 | -0,27% | 4,19% |
PREÇOS DO FRANGO RESFRIADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|
| 29/05/2026 | 7,05 | -4,73% | -1,67% |
| 28/05/2026 | 7,40 | -0,27% | 3,21% |
| 27/05/2026 | 7,42 | 0,00% | 3,49% |
| 26/05/2026 | 7,42 | -0,67% | 3,49% |
| 25/05/2026 | 7,47 | -0,27% | 4,18% |
Preço da carcaça suína especial e suíno vivo
A carcaça suína especial também apresenta alta no preço, sendo negociada a R$ 8,63, por quilo, nos atacados da Grande São Paulo.
Todos os estados analisados apresentaram alta.
PREÇOS DA CARCAÇA SUÍNA ESPECIAL (R$/kg)
| Data | Média | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|
| 29/05/2026 | 8,63 | 0,70% | 2,49% |
| 28/05/2026 | 8,57 | 0,00% | 1,78% |
| 27/05/2026 | 8,57 | 0,00% | 1,78% |
| 26/05/2026 | 8,57 | -1,04% | 1,78% |
| 25/05/2026 | 8,66 | 0,00% | 2,85% |
Os dados são do Cepea.
O boi gordo é o bovino macho pronto para o abate, com peso mínimo de 16 arrobas líquidas de carcaça (aproximadamente 240 kg) e até 42 meses de idade. Atende aos padrões do mercado nacional e internacional, incluindo exportações para Europa, China e cota Hilton.
O frango congelado passa por congelamento rápido, com temperaturas abaixo de -12°C, garantindo maior vida útil para armazenamento e transporte a longas distâncias.
Já o frango resfriado é mantido entre 0°C e 4°C, com validade de 5 a 7 dias, oferecendo textura e sabor mais próximos do fresco, ideal para consumidores exigentes e restaurantes.
#Agronegócios#Boi Gordo#Frango#Suíno
Copiar o textoA Câmara dos Deputados aprovou Projeto de Lei que concede até R$ 10 bilhões em subsídios, em cinco anos, a fábricas de fertilizantes para novas plantas de produção no Brasil ou expansão e modernização das atuais, utilizando crédito fiscal de tributos federais. De autoria do Senado, o Projeto de Lei 699/23 retorna à Casa devido às mudanças aprovadas na forma do substitutivo do relator, deputado Junior Ferrari (PSD-PA). Segundo o texto, o Poder Executivo definirá quais projetos serão aprovados para contar com os benefícios fiscais do Programa de Desenvolvimento da Indústria de Fertilizantes (Profert). Esse montante total será limitado a R$ 2 bilhões anuais, que poderão passar para o ano seguinte, até 2031, se não tiverem sido utilizados no ano anterior. O período do Profert será de 2027 a 2031.
O substitutivo também prevê a isenção de cobrança do Adicional ao Frete para Renovação da Marinha Mercante (AFRMM) entre 2027 e 2031 quando a mercadoria transportada for destinada a projetos aprovados do Profert. O limite anual dessa isenção será de R$ 200 milhões e de R$ 1 bilhão no período (2027 a 2031). A concessão dos créditos será feita por meio de procedimento concorrencial e podem se candidatar as empresas que produzam fertilizantes sintéticos ou minerais, suas matérias-primas, bioinsumos, biofertilizantes e remineralizadores.
A participação no procedimento dependerá de habilitação prévia do projeto no Ministério da Agricultura e a obtenção do crédito será proporcional ao atendimento dos critérios fixados, especialmente quanto à adoção de tecnologias para diminuir ou neutralizar emissões de gases causadores do efeito estufa. Outros critérios de análise são apoio a iniciativas de desenvolvimento local e inclusão social; manutenção de diálogo contínuo e transparente com as comunidades afetadas; e adoção de procedimentos e tecnologias para ampliar a eficiência energética. A concessão dos créditos será limitada a 20% dos gastos da empresa com as atividades de produção de fertilizantes e suas matérias-primas no Brasil. Os créditos obtidos desta forma serão considerados como créditos da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) e poderão servir para compensar débitos tributários vencidos ou a vencer junto à Receita Federal ou mesmo para pedir ressarcimento em dinheiro.
Caso o projeto não seja implantado, a empresa estará sujeita a multa de 20% do valor liberado e à devolução dos créditos utilizados indevidamente. Para viabilizar os investimentos nos projetos do Profert, o PL 699/23 autoriza a União a criar o Fundo de Estímulo à Produção Nacional de Fertilizantes (FPNF), no qual ficarão os recursos previstos no orçamento. O apoio do fundo poderá ser por meio de concessão de garantias para cobertura de empréstimos, investimento em derivativos ligados aos produtos, investimento em dívida estruturada com equalização parcial de juros e apoio a projetos de pesquisa. Várias de suas regras de funcionamento e a estrutura de governança serão definidas em seu estatuto, assegurada a participação de representantes do setor. Entre critérios de eleição dos projetos devem ser levados em conta: competitividade de custo; intensidade de carbono; maturidade técnica; capacidade de execução; impacto regional; e nível de integração entre as cadeias.
Em razão do aumento dos preços de certos tipos de fertilizantes cujo fornecedor principal é o Irã, o projeto permite o uso de até R$ 1 bilhão em 2026 para evitar repasses na comercialização. Esses créditos financeiros poderão ser direcionados a produtores ou importadores de adubos e fertilizantes se eles deduzirem do preço de venda os créditos recebidos mediante indicação em nota fiscal. Além disso, terão de manter em seus quadros funcionais quantidade de empregados igual ou maior ao verificado na média dos três meses anteriores ao mês em que entrar em vigor a lei derivada do projeto. Ato conjunto dos ministérios da Fazenda e do Desenvolvimento, Indústria e Comércio definirá o limite dos créditos a conceder em razão do valor de importação ou venda no mercado interno. Da mesma forma que o crédito fiscal do Profert, a empresa beneficiada poderá utilizar os créditos para pagar tributos ou pedir ressarcimento segundo as regras legais. O crédito será considerado como referente ao Imposto sobre a Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ), à CSLL e ao AFRMM.
O texto aprovado prevê que o Conselho Nacional de Fertilizantes e Nutrição de Plantas (Confert) definirá percentual de mistura obrigatória, em volume, de fertilizantes nacionais, sintéticos e minerais, aos fertilizantes comercializados, distribuídos e vendidos no Brasil. A meta começará em 2% com aumento gradual até atingir 10% em 2037. No entanto, se houver interesse público ou se houver impossibilidade de cumprimento da meta, o conselho poderá diminuir para menos de 2% até o restabelecimento das condições de viabilidade. Desde que mantido o percentual volumétrico anual de mistura obrigatória, o Confert poderá estabelecer percentuais desagregados para cada componente do fertilizante. Além disso, terá de realizar análise de impacto regulatório para determinar o percentual anual de mistura obrigatória em razão da disponibilidade, atual ou futura, de fertilizantes sintéticos e minerais; da capacidade das infraestruturas e das instalações de produção ao longo do tempo; da proteção dos interesses do consumidor quanto a preço, qualidade e a oferta firme de produtos; e do impacto do preço da mistura na competitividade da cadeia de valor agropecuária. Caberá ainda ao Confert monitorar e avaliar periodicamente os resultados do Profert, publicando relatório anual contendo, no mínimo: volume de investimentos habilitados e efetivamente executados; capacidade produtiva instalada e ampliada; impacto na redução da dependência externa de fertilizantes e matérias-primas; volume de produção nacional adicional decorrente do programa; e indicadores de competitividade e segurança de abastecimento.
Outra novidade no relatório de Ferrari é a destinação de recursos da União ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para o oferecimento de linhas de crédito para os projetos das empresas habilitadas no Profert. As linhas deverão atender a critérios de sustentabilidade ambiental, social e econômica alinhados aos objetivos do programa, seja para modernização, reativação e ampliação das plantas industriais, para atividades de pesquisa, desenvolvimento e inovação na cadeia de produção ou de infraestrutura para a integração de polos logísticos e de viabilização de novos empreendimentos. Tanto o BNDES quanto bancos habilitados assumirão todos os riscos dos empréstimos. Já os encargos financeiros, os prazos e as demais normas serão estabelecidos pelo Conselho Monetário Nacional (CMN).
Júnior Ferrari afirmou que a aprovação da proposta é estratégica e necessária para o fortalecimento do setor de insumos agropecuários brasileiro. "Sua implementação é fundamental para reduzir a carga tributária que atualmente onera e compromete a viabilidade econômica de projetos estruturantes voltados ao desenvolvimento e à consolidação da indústria nacional de fertilizantes", disse. As medidas propostas no Profert, de acordo com Ferrari, são resultado de estudos do Plano Nacional de Fertilizantes 2022-2050, para fortalecer políticas de incremento da competitividade da produção de fertilizantes no País e reduzir a dependência externa desses insumos dos atuais 85% para 45% até 2050. "O Brasil é um dos maiores produtores de alimentos do mundo e importamos cerca de 85% a 90% dos fertilizantes. Corremos um risco de falta de alimentos no Brasil e no mundo. É uma questão econômica, mas, muito mais, de segurança alimentar", disse Ferrari. De acordo com Ferrari, a forte dependência externa deixa vulnerável a agricultura brasileira com riscos à segurança alimentar da população, o que requer medidas que viabilizem o aumento da produção nacional de fertilizantes. Apesar de o Brasil ser um dos maiores produtores e exportadores mundiais de alimentos, sua indústria de fertilizantes não é competitiva, devido à falta de incentivos e de um ambiente favorável ao setor. Embora o País responda por 8% do mercado global, cerca de 85% dos fertilizantes utilizados nas lavouras brasileiras são importados.
O líder do Novo, deputado Gilson Marques (SC), criticou alguns pontos do texto como a mistura obrigatória de fertilizantes. "Isso não tem sentido, nem por ser obrigatória, nem nacional. Tem de ser feita da melhor forma, livre e mais barata", disse. Para o deputado Chico Alencar (Psol-RJ), vice-líder da federação Psol-Rede, a resposta do projeto se estrutura na "velha solução" da renúncia fiscal. "Os gargalos à produção doméstica de fertilizante estão, na verdade, na disponibilidade pequena de gás natural, na nossa baixa capacidade logística", afirmou.
Fonte: Agência Câmara de Notícias
Copiar o textoCafé recua e açúcar tem comportamento misto no mercado brasileiro
Baixar áudioO preço do café arábica abre esta segunda (1º) em baixa de 2,85%, com a saca de 60 kg negociada a R$ 1.555,67 na cidade de São Paulo.
O café robusta também teve desvalorização de 1,81%, sendo comercializado a R$ 952,56.
INDICADOR DO CAFÉ ARÁBICA CEPEA/ESALQ
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$ |
|---|---|---|---|---|
| 29/05/2026 | 1.555,67 | -2,85% | -11,69% | 308,30 |
| 28/05/2026 | 1.601,33 | -0,66% | -9,10% | 318,36 |
| 27/05/2026 | 1.611,97 | -1,58% | -8,49% | 318,63 |
| 26/05/2026 | 1.637,80 | -0,36% | -7,03% | 325,54 |
| 25/05/2026 | 1.643,77 | 1,92% | -6,69% | 327,70 |
INDICADOR DO CAFÉ ROBUSTA CEPEA/ESALQ
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$ |
|---|---|---|---|---|
| 29/05/2026 | 952,56 | -1,81% | 2,95% | 188,78 |
| 28/05/2026 | 970,14 | 1,09% | 4,85% | 192,87 |
| 27/05/2026 | 959,64 | -0,23% | 3,72% | 189,69 |
| 26/05/2026 | 961,86 | 2,58% | 3,96% | 191,19 |
| 25/05/2026 | 937,65 | -0,45% | 1,34% | 186,93 |
O preço do açúcar cristal apresenta queda nas principais praças do estado de São Paulo. Na capital, a saca de 50 kg teve queda de 0,90% e é cotada a R$ 93,00.
Em Santos (SP), houve valorização de 1,38%, e a mercadoria é negociada a R$ 102,84 na média de preços sem impostos.
INDICADOR DO AÇÚCAR CRISTAL BRANCO CEPEA/ESALQ - SÃO PAULO
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 29/05/2026 | 93,00 | -0,90% | -5,01% | 18,43 |
| 28/05/2026 | 93,84 | -0,40% | -4,16% | 18,66 |
| 27/05/2026 | 94,22 | 1,21% | -3,77% | 18,62 |
| 26/05/2026 | 93,09 | -0,64% | -4,92% | 18,50 |
| 25/05/2026 | 93,69 | 0,14% | -4,31% | 18,68 |
Indicador Açúcar Cristal - Santos (FOB)
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 29/05/2026 | 102,84 | 1,38% | -3,03% | 20,34 |
| 28/05/2026 | 101,44 | -1,09% | -4,35% | 20,08 |
| 27/05/2026 | 102,56 | -1,41% | -3,29% | 20,28 |
| 26/05/2026 | 104,03 | -1,21% | -1,90% | 20,72 |
| 25/05/2026 | 105,30 | 0,56% | -0,71% | 21,03 |
A saca de 60 kg do milho, por sua vez, é vendida a R$ 64,91, após queda de 0,02%.
Os valores são do Cepea.
Café arábica e café robusta são as duas principais variedades cultivadas e comercializadas no Brasil, ambas medidas em sacas de 60 kg.
O café arábica (conhecido também como café Conilon, em algumas regiões) tem sabor mais suave, menor teor de cafeína e alta qualidade sensorial, sendo preferido em cafeterias especializadas e nas exportações de cafés premium. Representa cerca de 70% da produção brasileira, com destaque para estados como Minas Gerais e São Paulo.
O café robusta, por sua vez, possui sabor mais amargo, maior concentração de cafeína e corpo mais intenso. É amplamente utilizado na produção de café solúvel e blends comerciais. Seus principais polos produtores são o Espírito Santo e Rondônia, e seu preço costuma ser mais baixo em comparação ao arábica, por conta do perfil mais industrial.
A saca de açúcar cristal no Brasil é padronizada em 50 quilos, especialmente para comercialização no mercado atacadista e para uso na indústria alimentícia. Essa unidade de medida é adotada pelo Cepea/Esalq-USP, principal fonte de cotações diárias do açúcar cristal no país.
A saca de milho equivale a 60 kg de grãos, mesmo padrão utilizado para soja e trigo. Essa medida é oficializada por instituições como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Cepea, sendo amplamente usada em negociações e relatórios de preço do milho.
Copiar o textoSoja recua no Paraná e trigo apresenta alta moderada no Sul
Baixar áudioA saca de 60 quilos da soja inicia esta segunda-feira (1º) em baixa no Paraná. No interior do estado, o grão é negociado a R$124,23, com queda de 0,29%.
Já no porto de Paranaguá, principal referência no litoral paranaense, a cotação apresenta recuo de 0,60%, sendo negociada a R$130,12.
INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANÁ
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 29/05/2026 | 124,23 | -0,29% | 1,43% | 24,62 |
| 28/05/2026 | 124,59 | 0,26% | 1,72% | 24,77 |
| 27/05/2026 | 124,27 | 0,64% | 1,46% | 24,56 |
| 26/05/2026 | 123,48 | -0,02% | 0,82% | 24,54 |
| 25/05/2026 | 123,51 | 0,02% | 0,84% | 24,62 |
INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANAGUÁ
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 29/05/2026 | 130,12 | -0,60% | 0,96% | 25,79 |
| 28/05/2026 | 130,90 | 0,78% | 1,57% | 26,02 |
| 27/05/2026 | 129,89 | 0,32% | 0,78% | 25,67 |
| 26/05/2026 | 129,47 | -0,34% | 0,46% | 25,73 |
| 25/05/2026 | 129,91 | 0,22% | 0,80% | 25,90 |
O preço do trigo apresenta leve alta no Paraná e a tonelada é negociada a R$1.359,61. E no Rio Grande do Sul, a tonelada do grão registra valorização 0,94%, sendo cotada a R$1.333,23.
PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - PARANÁ
| Data | Valor R$/t* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$/t* |
|---|---|---|---|---|
| 29/05/2026 | 1.359,61 | 0,06% | 1,26% | 269,44 |
| 28/05/2026 | 1.358,79 | -0,19% | 1,20% | 270,14 |
| 27/05/2026 | 1.361,34 | 0,51% | 1,39% | 269,09 |
| 26/05/2026 | 1.354,40 | -0,00% | 0,87% | 269,21 |
| 25/05/2026 | 1.354,44 | -0,12% | 0,88% | 270,02 |
PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - RIO GRANDE DO SUL
| Data | Valor R$/t* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$/t* |
|---|---|---|---|---|
| 29/05/2026 | 1.333,23 | 0,94% | 5,73% | 264,22 |
| 28/05/2026 | 1.320,75 | 0,00% | 4,74% | 262,58 |
| 27/05/2026 | 1.320,75 | 0,12% | 4,74% | 261,07 |
| 26/05/2026 | 1.319,20 | -0,51% | 4,62% | 262,21 |
| 25/05/2026 | 1.325,96 | 0,87% | 5,15% | 264,35 |
Os dados são do Cepea.
A saca de soja e a saca de trigo são as principais unidades de comercialização de grãos no Brasil. Cada saca equivale a 60 quilos, padrão adotado por órgãos oficiais como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).
Esse formato padronizado facilita o comércio da soja e do trigo, além de permitir um acompanhamento mais preciso das cotações e variações de preços no mercado nacional.
Copiar o textoFrente fria mantém chuva e frio nesta segunda-feira, segundo o INMET
Baixar áudioPara a segunda-feira, dia 1º de junho, a previsão é do avanço de uma frente fria que manterá o tempo instável e frio na Região Sul, concentrando volumes expressivos de chuva no norte do Rio Grande do Sul, no oeste de Santa Catarina e no sul do Paraná. As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Nas demais áreas paranaenses e catarinenses, o céu varia de nublado a encoberto, com pancadas isoladas, enquanto a metade sul gaúcha começa a registrar tempo firme com o avanço de uma massa de ar polar.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 9°C em Curitiba; já a máxima está prevista para Florianópolis, com 22°C. A umidade relativa do ar varia entre 55% e 100%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o textoRegião terá tempo firme, seco e ensolarado nesta segunda-feira
Baixar áudioA previsão do tempo para a Região Centro-Oeste nesta segunda (1°), de acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), apresenta tempo firme, ensolarado e seco em quase todo o território.
Uma massa de ar seco ganha força, garantindo céu aberto e queda gradual nos índices de umidade relativa do ar durante as tardes, enquanto os termômetros registram marcas amenas na madrugada e calor no período diurno.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 15°C no Distrito Federal. Já a máxima pode chegar a 29°C, em Goiânia. A umidade relativa do ar varia entre 40% e 90%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o textoRegião terá tempo firme e baixa umidade nesta segunda-feira
Baixar áudioA Região Sudeste terá uma segunda-feira (1º) de tempo firme e baixa umidade na maior parte dos estados, após a passagem de instabilidades nos dias anteriores.
Já o Espírito Santo, a região da Zona da Mata e o Vale do Rio Doce, em Minas Gerais, ainda podem registrar pancadas de chuva residuais. O centro-norte de Minas Gerais continuará completamente seco e ensolarado
Entre as capitais, mínima de 12ºC em São Paulo. A máxima deve chegar a 27ºC em Vitória. A umidade relativa do ar varia entre 50% e 100%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o textoRegião segue com chuvas intensas e calor nesta segunda-feira
Baixar áudioA previsão do Instituto Nacional de Meteorologia, o INMET, para segunda-feira (1°), indica que a Região Norte continuará concentrando os maiores volumes de chuva do país. As instabilidades mais intensas, com raios e rajadas de vento, devem ocorrer no noroeste do Amazonas, em Roraima, no Amapá e no norte do Pará.
No Acre, em Rondônia e no sul do Pará, o tempo também fica instável, mas com pancadas de chuva mais isoladas e rápidas entre a tarde e a noite. Apesar das chuvas, as temperaturas seguem elevadas, mantendo o padrão de calor e alta umidade na região.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 20°C em Rio Branco. A máxima pode chegar a 33°C em Belém.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
Copiar o textoLitoral terá chuva e interior segue seco nesta segunda-feira
Baixar áudioPara a segunda-feira (1º), o Instituto Nacional de Metereologia, o Inmet, prevê tempo instável e chuvas frequentes na faixa litorânea do Nordeste, desde a Bahia até o Rio Grande do Norte, devido ao transporte de umidade do oceano.
No norte da região, incluindo o Maranhão, Piauí e Ceará, ocorrem pancadas de chuva isoladas, enquanto o interior e o sertão nordestino seguem com predomínio de tempo seco, ensolarado e baixos índices de umidade do ar.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 20°C em Maceió. Já a máxima pode alcançar os 31°C em Teresina. A umidade relativa do ar varia entre 40% e 100%, com os índices mais baixos concentrados no interior da região.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA atualização da Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1), já em vigor, passou a exigir que empresas identifiquem e gerenciem riscos psicossociais no ambiente de trabalho. Para a coordenadora do Conselho Estratégico Trabalhista (Conet) da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), vinculada à Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB), a advogada Gilda Figueiredo, a medida representa um avanço na proteção à saúde mental dos trabalhadores, mas exige mudança cultural nas empresas e maior envolvimento das lideranças empresariais.
A NR-1 do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), prevista na Portaria 1.419, de 2024, trata do Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO). Na avaliação da especialista da ACSP, as empresas que tratarem as medidas estabelecidas apenas como forma de cumprir a norma “vão gastar energia e dinheiro sem colher os resultados”.
Segundo Gilda Figueiredo, é necessário que as organizações migrem de uma postura reativa diante de questões psicossociais dos colaboradores para uma cultura preventiva – que trate do coletivo. Para ela, a adoção de ações que previnam o adoecimento dos trabalhadores deve impactar positivamente as organizações.
“As empresas que conseguirem migrar de uma postura reativa para uma cultura genuinamente preventiva, onde cuidar da saúde mental vira parte do DNA da organização, estarão anos luz à frente. Isso exige uma liderança comprometida, comunicação constante, treinamento e acompanhamento de indicadores”, afirma.
A nova regra representa uma mudança importante na gestão corporativa, ao incluir fatores como sobrecarga, assédio moral, pressão excessiva e adoecimento emocional no programa de saúde e segurança do trabalho das organizações.
Para a advogada Gilda Figueiredo, as novas regras devem ser vistas pelos empresários como uma oportunidade de avançar na gestão de pessoas.
“Em vez de resistir, o setor produtivo deveria enxergar a NR1 como uma espécie de oportunidade de profissionalização da gestão de pessoas. A atualização da NR1 trouxe uma mudança de paradigma importante. A saúde mental deixa de ser um tema, “soft” do RH e passa a ser parte obrigatória da gestão da segurança e saúde do trabalho. No entanto, mudar a cultura organizacional é muito mais difícil do que alterar uma norma”, avalia.
Gilda Figueiredo destaca que, diante das preocupações de parte do setor produtivo sobre possíveis impactos jurídicos e aumento de passivos trabalhistas com a nova exigência, há como equilibrar prevenção, produtividade e segurança jurídica.
“Eu entendo a preocupação do setor produtivo, que é muito legítima. Ninguém quer um aumento do passivo trabalhista. Porém, a inclusão dos riscos psicossociais da NR1 não veio para criar uma armadilha jurídica, mas para prevenir problemas graves que já vêm gerando altíssimo custo judicial e indenizatório para as empresas”, destaca Gilda.
Na avaliação da especialista, a prevenção no ambiente de trabalho deve ser vista como investimento e não pode ser analisada como custo.
“Tem que existir a boa prática de segurança jurídica, integrar a gestão de riscos psicossociais ao programa de gerenciamento de riscos, de uma forma técnica e documentada, como exige a lei. Realizar avaliações periódicas com critérios claros, como questionários validados, análise de indicadores. Capacitar líderes para identificar sinais de alerta e intervir precocemente”, completa Gilda.
Na avaliação da coordenadora do Conet da ACSP, os principais desafios para a consolidação das regras são:
A especialista defende que a adaptação à NR-1 deve ir além do cumprimento burocrático da norma. Segundo Gilda Figueiredo, empresas que investirem em prevenção e saúde mental tendem a ganhar em produtividade, clima organizacional e segurança jurídica.
“Prevenir é muito mais barato e inteligente do que remediar na Justiça”, conclui a advogada.
A mudança imposta pela NR1 moderniza a regulação no campo da segurança e saúde do trabalhador. Na prática, a medida deve induzir as empresas a adotarem uma abordagem mais ampla na identificação, avaliação e controle de riscos no trabalho.
A norma entrou em vigor no dia 26 de maio e, agora, as empresas passam a ser fiscalizadas a respeito do cumprimento das diretrizes. Segundo o MTE, as empresas terão 90 dias para se adequarem à medida. Após o período de adaptação, o descumprimento das regras acarretará em penalidades, como multas, conforme o caso.
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