20/10/2026 08:30h

Levantamento da Opinião Inteligência Política mostra Flávio com 51,2% dos votos válidos, menor percentual desde o início da série

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O senador Flávio Bolsonaro (PL) mantém a liderança na disputa pela Presidência da República, mas sua vantagem sobre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) diminuiu nos últimos dias. Segundo análise divulgada nesta segunda-feira (19) pela Opinião Inteligência Política, Flávio aparece com 51,2% dos votos válidos na média de 26 pesquisas nacionais realizadas após o primeiro turno, contra 48,8% de Lula.

O percentual do candidato do PL é o menor registrado desde o início da série, em 8 de outubro. Em 11 de outubro, a média apontava 52,2% para Flávio. Apesar da redução, o senador continua numericamente à frente em 23 dos 26 levantamentos analisados, realizados por 14 institutos.

A análise também apresenta uma estimativa estatística para o resultado do segundo turno, marcado para o próximo domingo (25). De acordo com o modelo desenvolvido pela Opinião, Flávio tem entre 71% e 79% de probabilidade de vitória, dependendo dos ajustes utilizados no cálculo. Já Lula aparece com chances entre 21% e 29%.

A empresa ressalta, no entanto, que essas probabilidades não representam resultados de pesquisas eleitorais, mas projeções baseadas nos levantamentos disponíveis e em hipóteses sobre o comportamento do eleitorado até a votação.

Vantagem diminui nas pesquisas mais recentes

As 15 pesquisas divulgadas entre os dias 15 e 19 de outubro apresentaram resultados para Flávio Bolsonaro entre 49% e 52% dos votos válidos.

Entre os levantamentos mais recentes, o Nexus/BTG, divulgado nesta segunda-feira (19), apontou Flávio com 50,3% dos votos válidos, contra 49,7% de Lula. Na rodada anterior do instituto, o senador tinha 51,6%.

O AtlasIntel/Bloomberg registrou 51,1% para Flávio, ante 52,8% na pesquisa anterior. O Datafolha também identificou recuo, de 52% para 51,1%, enquanto o Ipespe/Abrapel mostrou queda de 52,7% para 51,2%.

Por outro lado, o PoderData apresentou recuperação do candidato do PL em sua pesquisa mais recente, passando de 50% para 52%.

Dos 26 levantamentos analisados, apenas dois, ambos realizados pelo Vox Brasil, colocaram Lula numericamente à frente. Uma rodada do PoderData apontou empate em 50% para cada candidato.

A Opinião destaca que a redução da média não comprova, isoladamente, uma mudança consolidada no comportamento dos eleitores. Isso porque o cálculo reúne pesquisas de diferentes institutos, metodologias e períodos de coleta.

Lula ainda tem chances de vitória, aponta projeção

Embora Flávio Bolsonaro apareça como favorito, a análise considera que o resultado da eleição permanece em aberto.

No cenário que utiliza apenas a média atual das pesquisas, sem correções históricas, o senador tem 51,2% dos votos válidos e 71% de probabilidade de vitória. Lula aparece com 29% de chances.

No modelo principal da Opinião, que acrescenta 0,5 ponto percentual à média de Flávio com base em diferenças observadas entre pesquisas e resultados eleitorais anteriores, o candidato do PL alcança uma estimativa de 51,7% dos votos válidos, com 79% de probabilidade de vitória.

O estudo também apresenta cenários alternativos. Caso seja aplicado um ajuste histórico maior, Flávio chegaria a 52,3% dos votos válidos e 86% de probabilidade de vitória.

Em uma hipótese contrária, na qual as pesquisas estejam superestimando o desempenho do senador em um ponto percentual, a estimativa cairia para 50,2%, com 53% de chances de vitória, contra 47% de Lula.

A faixa de incerteza de 90% do modelo vai de 48,2% a 55,2% dos votos válidos para Flávio, incluindo, portanto, resultados em que o atual presidente seria reeleito.

Segundo a Opinião, as projeções dependem de premissas estatísticas e de padrões observados em eleições anteriores, que podem não se repetir em 2026.

Pesquisas presenciais mostram disputa mais apertada

Nas pesquisas presenciais, realizadas por Vox Brasil, Datafolha, Quaest e CNT/MDA, Flávio Bolsonaro registra média de 50,4% dos votos válidos, resultado mais próximo de um empate.

Nos levantamentos feitos por telefone automático, a média do senador sobe para 51,5%. Nas entrevistas telefônicas conduzidas por entrevistadores, o percentual é de 51%. Já nas pesquisas online, chega a 50,8%.

A análise lembra que, no primeiro turno, os levantamentos presenciais apresentaram as maiores diferenças em relação ao resultado das urnas, ao indicar vantagem de Lula de 2,7 pontos percentuais. Na votação, Flávio terminou 1,9 ponto à frente do presidente.

A empresa pondera, porém, que o comportamento observado no primeiro turno não significa que as diferenças serão repetidas na segunda votação.

Aprovação do governo pode ser decisiva para Lula

Outro ponto destacado pela Opinião Inteligência Política é a proximidade entre a avaliação do governo federal e o desempenho eleitoral do presidente Lula.

Nas 18 pesquisas que apresentaram dados de aprovação do governo, a média entre os entrevistados que manifestaram opinião foi de 47,6%. Nesses mesmos levantamentos, Lula registrou média de 48,4% dos votos válidos.

No PoderData, a aprovação do governo passou de 44% para 46% entre as pesquisas realizadas de 5 a 7 de outubro e de 13 a 15 de outubro. A desaprovação recuou de 50% para 49%.

Já a pesquisa CNT/MDA registrou crescimento numérico da avaliação positiva do governo, considerada ótima ou boa, de aproximadamente 35% para 38%.

O Datafolha, por sua vez, mostrou estabilidade na aprovação, em 48%, enquanto a desaprovação passou de 49% para 50%.

Rejeição de Flávio também apresenta aumento

No Datafolha, o percentual de eleitores que afirmam não votar de jeito nenhum em Flávio Bolsonaro passou de 43% para 44% entre as rodadas de 6 a 8 e de 13 a 15 de outubro. No PoderData, a rejeição do senador subiu de 43% para 45% entre as pesquisas de 5 a 7 e de 13 a 15 de outubro.

No levantamento mais recente do Nexus/BTG, a rejeição de Lula ficou em 47,8%, enquanto a de Flávio foi de 46,8%.

O que precisa mudar até o segundo turno

Segundo a Opinião Inteligência Política, para que os candidatos cheguem a uma situação de igualdade de chances no modelo principal, a média das pesquisas de Flávio Bolsonaro precisaria cair de 51,2% para 49,5%.

Uma redução para 50,6% diminuiria a probabilidade de vitória do senador para 70%, mantidas as premissas atuais do modelo.

A empresa destaca que, desde o início da série, a média de Flávio oscilou entre 51,2% e 52,5%, sem atingir o patamar necessário para igualar as probabilidades de vitória.

A seis dias da eleição, o estudo considera importante acompanhar as próximas rodadas dos institutos, especialmente para verificar se a redução da vantagem do candidato do PL continuará ou se haverá estabilização dos resultados.

Para Alexandre Garcia, CEO da Opinião Inteligência Política, os números atuais apontam favoritismo de Flávio Bolsonaro, mas não permitem considerar a eleição decidida. 

“A vantagem é pequena e deixa espaço para uma virada. Nós temos um percentual de indecisos que precisa ser trabalhado pelos dois candidatos. As pesquisas estão mostrando claramente, para nós, que a disputa está muito apertada para alguém comemorar antes da hora. Na quarta-feira saem novas pesquisas, com as entrevistas que vão pegar efetivamente o resultado do debate. Elas sim vão nos mostrar se Lula continua se aproximando, ou se Flávio conseguiu segurar a vantagem e pode permanecer na liderança até o fim dessas eleições”.
 

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20/10/2026 08:00h

Ministério dos Transportes e BNDES firmam contrato para estudar cinco trechos de rodovias federais; realização de leilões dependerá da viabilidade dos projetos

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O Ministério dos Transportes e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) firmaram, na quarta-feira (14), um contrato para estruturar projetos de concessão de rodovias federais nas regiões Norte e Nordeste. Assinado na sede do banco, no Rio de Janeiro, o acordo prevê a análise de 3.137 quilômetros de estradas. A assinatura foi divulgada pelo ministério na quinta-feira (15).

O contrato foi assinado pelo ministro dos Transportes, George Santoro, e pelo presidente do BNDES, Aloizio Mercadante.

O BNDES dará apoio técnico para avaliar a viabilidade dos corredores, identificar os investimentos necessários e preparar os projetos. As análises envolvem aspectos técnicos, econômicos, financeiros e socioambientais, além das necessidades de mobilidade e logística de cada região, em alinhamento com o Plano Nacional de Logística 2050.

Segundo o ministério, incluir os 3.137 quilômetros nos estudos não significa que todo o trecho será concedido à iniciativa privada. Quais segmentos serão concedidos dependerá do resultado das análises e da viabilidade de cada projeto. O comunicado não garante a realização de leilões nem de obras.

Confira os trajetos em estudo:

  • BR-153: Marabá (PA) a Aliança (TO), 775 km
  • BR-010: Porto Franco (MA) a Ananindeua (PA), 678 km
  • BR-226: Altos (PI) a Wanderlândia (TO), 717 km
  • BR-116: Boqueirão do Cesário (CE) a Salgueiro (PE), 473 km
  • BR-104: Jaçanã (PB) a Maceió (AL), 494 km

Prazos

O trabalho será dividido em etapas. A primeira, de pré-viabilidade, deve ser concluída em até 90 dias após a ordem de serviço. Em seguida, seguem os estudos técnicos, econômicos, financeiros e socioambientais, cujo primeiro lote de cada bloco autorizado deve ficar pronto em até 270 dias.

O BNDES também dará apoio às consultas públicas e à preparação dos leilões. A previsão preliminar do ministério é que parte dos projetos avance para essas etapas em 2028 e a maioria em 2029, dependendo dos resultados dos estudos e das aprovações necessárias.

Os projetos também deverão considerar critérios de segurança viária, sustentabilidade, resiliência climática e transição energética, e a padronização dos parâmetros técnicos busca dar mais previsibilidade aos futuros leilões.

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20/10/2026 04:55h

Os pagamentos são realizados preferencialmente na Poupança CAIXA ou conta CAIXA Tem

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A CAIXA inicia nesta terça-feira (20), o pagamento do Bolsa Família referente ao mês de outubro para os beneficiários com o Número de Identificação Social (NIS) terminado em 2.

Os pagamentos são realizados preferencialmente na Poupança CAIXA ou conta CAIXA Tem. Com a conta CAIXA Tem, os beneficiários podem pagar contas e fazer transferências diretamente pelo aplicativo no celular.

O valor também pode ser movimentado com o cartão de débito da conta em comércios, Unidades Lotéricas, Correspondentes CAIXA Aqui, terminais de autoatendimento e Agências da CAIXA. Além disso, é possível realizar saques sem cartão nos terminais de autoatendimento e Unidades Lotéricas, utilizando a identificação biométrica previamente cadastrada em uma agência da CAIXA.

Para baixar os aplicativos CAIXA Tem e Bolsa Família, basta acessar a loja de aplicativos do seu smartphone. É gratuito.

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20/10/2026 04:45h

Ministério do Trabalho e Emprego libera pagamento para mais de 1 milhão de trabalhadores

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O abono salarial referente ao ano-base 2024 tem um lote complementar de pagamentos desde quinta-feira (15). O Ministério do Trabalho e Emprego destinou R$ 804,2 milhões a 1.030.899 trabalhadores.

Quem não recebeu o benefício no pagamento inicial pode consultar se foi contemplado pela Carteira de Trabalho Digital ou pelo portal gov.br. Os canais permitem verificar o valor do benefício e o banco responsável pelo pagamento.

O lote complementar foi definido após o reprocessamento das informações do abono salarial PIS/Pasep. A medida considera dados transmitidos ou retificados pelos empregadores entre 1º de setembro de 2025 e 20 de junho de 2026. O procedimento permitiu identificar trabalhadores que não haviam sido habilitados nas etapas anteriores e revisar valores de beneficiários já incluídos no programa.

 

Quem tem direito ao abono salarial?

Para receber o abono salarial 2026, referente ao ano-base 2024, o trabalhador precisa atender aos seguintes critérios:

  • Estar cadastrado no PIS/Pasep há pelo menos cinco anos, contados a partir do primeiro vínculo;
  • Ter recebido remuneração média mensal de até R$ 2.766 em 2024;
  • Ter trabalhado por pelo menos 30 dias, consecutivos ou não, no ano-base;
  • Ter os dados do ano-base 2024 informados pelo empregador no eSocial.

O lote complementar contempla trabalhadores cujas informações foram transmitidas ou retificadas pelos empregadores dentro do período definido pelo Ministério do Trabalho e Emprego.

 

Como consultar o lote complementar?

A consulta do abono salarial pode ser feita pela Carteira de Trabalho Digital ou pelo portal gov.br. O trabalhador deve acessar um dos canais e verificar se há valores disponíveis e qual instituição financeira é responsável pelo pagamento.

Também é possível obter informações pelo telefone 158, canal de atendimento do Ministério do Trabalho e Emprego, ou nas unidades das Superintendências Regionais do Trabalho e Emprego.

 

Qual é o valor do abono salarial em 2026?

O valor do abono salarial varia de R$ 136 a R$ 1.621, conforme a quantidade de meses trabalhados em 2024. O cálculo considera o salário mínimo de 2026, dividido por 12 e multiplicado pelo número de meses trabalhados no ano-base.

Do total de beneficiários do lote complementar, 704.398 são trabalhadores da iniciativa privada vinculados ao PIS, com pagamentos pela Caixa Econômica Federal. Outros 326.501 são servidores públicos vinculados ao Pasep, com pagamentos pelo Banco do Brasil.

Na Caixa, o pagamento é feito por crédito em conta ou pelo aplicativo Caixa Tem. Quem não possui conta na instituição pode receber em agências, casas lotéricas, terminais de autoatendimento e correspondentes Caixa Aqui.

No Banco do Brasil, o pagamento ocorre por crédito em conta, TED, Pix ou atendimento presencial nas agências, conforme as condições de recebimento.

Os valores do abono salarial 2026 ficam disponíveis até 30 de dezembro de 2026.

Confira o calendário de pagamento do abono salarial no portal do Ministério do Trabalho e Emprego.
 

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20/10/2026 04:35h

Tribunais regionais devem divulgar possíveis alterações; consulta pode ser feita pelo e-Título, pelo Autoatendimento Eleitoral e pelo ChatVote

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Com a aproximação do segundo turno das Eleições 2026, marcado para domingo, 25 de outubro, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) orienta eleitoras e eleitores a consultar antecipadamente o local onde deverão votar. A recomendação é importante mesmo para quem compareceu às urnas no primeiro turno e pretende utilizar o mesmo endereço.

De acordo com a Justiça Eleitoral, até 16 de outubro, foi necessária a alteração do local de votação de 4.352 seções eleitorais em todo o país, o equivalente a 0,87% do total. As mudanças podem afetar cerca de 590 mil eleitores e ocorreram por motivos como reformas, problemas de infraestrutura, danos provocados por chuvas e ventos e necessidade de adequações de acessibilidade.

Diante desse cenário, o presidente do TSE, ministro Kassio Nunes Marques, solicitou aos tribunais regionais eleitorais (TREs) ampla divulgação das possíveis alterações. A medida busca manter a população informada e evitar que eleitores se dirijam a endereços que não correspondam ao local atualizado de votação.

O corregedor-geral da Justiça Eleitoral, ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, também orientou que eventuais mudanças sejam avaliadas criteriosamente. Entre os fatores que devem ser considerados estão as condições de funcionamento dos espaços, a segurança, a acessibilidade e os impactos no deslocamento dos eleitores. A orientação é evitar alterações desnecessárias em um período próximo à votação.

Como consultar o local de votação

A consulta pode ser realizada gratuitamente por três canais oficiais. Pelo aplicativo e-Título, disponível para celulares Android e iOS, basta acessar a ferramenta e selecionar a opção “Onde votar” para conferir o endereço, a zona e a seção eleitoral.

Outra alternativa é o Autoatendimento Eleitoral, disponível nos portais da Justiça Eleitoral. Nesse serviço, o eleitor pode consultar as informações de sua seção e confirmar o endereço onde deverá comparecer.

Também é possível utilizar o ChatVote, assistente virtual do TSE, acessível pelo portal do tribunal e, conforme a disponibilidade da ferramenta, pelo aplicativo e-Título.

A recomendação é verificar os dados antes de sair de casa no dia da eleição, planejar o deslocamento e utilizar somente os canais oficiais para esclarecer dúvidas. A conferência antecipada é especialmente importante para quem solicitou transferência temporária do local de votação.

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20/10/2026 04:30h

Confederação Nacional de Municípios afirma que Projeto de Lei 1559/21 que fixa piso para categoria não apresenta fonte de custeio adequada para financiar medida; proposta foi aprovada pela Comissão de Finanças e Tributação da Câmara dos Deputados e segue para análise da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania

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Aprovado pela Comissão de Finanças e Tributação da Câmara dos Deputados (CFT), o Projeto de Lei 1559/21 que fixa o piso salarial de R$ 6.500 para os farmacêuticos pode impactar os municípios em R$ 309 milhões por ano. O alerta é da Confederação Nacional de Municípios (CNM). A entidade aponta que a proposta não apresenta fonte de custeio adequada para financiar o piso salarial da categoria.

A confederação pondera que a ausência de fonte de custeio da medida contraria o disposto na Emenda Constitucional nº 128/2022, que veda a transferência de despesas relacionadas à prestação de serviços públicos aos entes federativos sem a correspondente previsão de recursos.

Segundo a entidade, cerca de oito a cada dez ocupações (82%) serão afetadas pela proposta. “A medida é especialmente grave diante de um cenário de aprovação de diversas pautas-bomba que têm asfixiado os entes locais”, avalia a confederação, em nota.

Após aprovação da CFT da Câmara, o texto seguiu para análise da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Casa.

A CNM destaca que os Farmacêuticos integram equipes em todos os níveis de atenção à saúde do Sistema Único de Saúde (SUS). A categoria realiza ações de assistência farmacêutica e dispensação de medicamentos, como nas farmácias básicas e de medicamentos especializados.

Proposta

O texto garante adicional de 10% sobre o piso para quem atua como responsável técnico e estabelece o reajuste anual do valor com base na inflação (INPC). A CFT acolheu a versão aprovada pela Comissão de Seguridade Social e Família, que estendeu o benefício ao serviço público. 

A CNM afirma que tem se mobilizado e alertado os parlamentares sobre o risco de aprovação do projeto para os cofres públicos municipais. 

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20/10/2026 04:25h

Levantamento mostra Lula com 48% no segundo turno. Pesquisa também revela diferenças regionais na intenção de voto, alto interesse dos brasileiros na eleição e consolidação das escolhas dos eleitores

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O candidato Flávio Bolsonaro (PL) lidera a disputa pela Presidência da República no segundo turno das eleições de 2026, com 52% dos votos válidos, contra 48% do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), segundo pesquisa BTG Pactual/Nexus divulgada nesta terça-feira (13). A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais. Os candidatos, portanto, estão tecnicamente empatados no limite da margem de erro. 

Na intenção de voto estimulada, quando os nomes dos candidatos são apresentados aos entrevistados, Flávio Bolsonaro aparece com 48% e Lula com 45%. Outros 5% afirmaram que pretendem votar em branco, nulo ou em nenhum dos candidatos, enquanto 2% não sabem ou não responderam.

Já na pesquisa espontânea, em que os entrevistados indicam sua preferência sem a apresentação dos nomes, Flávio Bolsonaro registra 46%, ante 44% de Lula. Os votos brancos, nulos ou em nenhum candidato somam 5%, e 4% não sabem ou não responderam.

Flávio lidera em três regiões; Lula tem vantagem no Nordeste

O recorte regional da intenção de voto estimulada mostra Flávio Bolsonaro à frente no Norte/Centro-Oeste, Sudeste e Sul. Lula lidera no Nordeste, onde registra sua maior vantagem.

No Sul, Flávio Bolsonaro tem 57% das intenções de voto, contra 36% de Lula. No Norte/Centro-Oeste, o candidato registra 56%, ante 41% do presidente.

Já no Sudeste, Flávio aparece com 51%, enquanto Lula soma 41%.

O Nordeste apresenta cenário inverso: Lula lidera com 61% das intenções de voto, contra 32% de Flávio Bolsonaro.

Os percentuais consideram todos os entrevistados de cada região, e não apenas os votos válidos. A pesquisa apresenta Norte e Centro-Oeste de forma agrupada.

Interesse no segundo turno chega a 85%

O levantamento aponta que 85% dos brasileiros demonstram interesse no segundo turno das eleições presidenciais, marcado para 25 de outubro. Desse total, 67% afirmam ter muito interesse e 18% dizem ter interesse razoável.

Outros 7% declaram pouco interesse e 7% não têm nenhum interesse. Os que não sabem ou não responderam representam 2%.

Regionalmente, o Norte/Centro-Oeste registra o maior percentual de eleitores interessados, com 91%, considerando a soma de muito interesse e interesse razoável. O Sul aparece com 88%, seguido pelo Nordeste, com 86%, e pelo Sudeste, com 81%.

O Sul apresenta o maior percentual de eleitores com muito interesse, 70%. Já o Sudeste registra o maior índice de pessoas sem nenhum interesse, 11%.

Decisão de voto está consolidada para 92% dos eleitores

A pesquisa revela que 92% dos brasileiros afirmam que sua decisão de voto para o segundo turno já está tomada e não vai mais mudar. Apenas 7% admitem a possibilidade de alterar a escolha até a votação, enquanto 1% não sabe ou não respondeu.

Entre os eleitores que declaram voto em Flávio Bolsonaro e em Lula, 95% de cada grupo afirmam que não pretendem mudar de candidato. A possibilidade de mudança é mencionada por 4% dos eleitores de Flávio e 5% dos eleitores de Lula.

O levantamento também mostra que, entre os entrevistados com voto consolidado, 90% decidiram antes do primeiro turno, realizado em 4 de outubro.

Outros 9% definiram sua escolha depois da primeira votação, e 1% não soube ou não respondeu.

O Norte/Centro-Oeste apresenta o maior percentual de decisões tomadas antes do primeiro turno, com 92%. No Nordeste e no Sul, o índice é de 90%, enquanto no Sudeste chega a 89%.

Intenção de comparecimento às urnas chega a 95%

A disposição declarada para participar do segundo turno também é elevada. Segundo a Nexus, 89% dos eleitores já decidiram comparecer às urnas, enquanto outros 6% afirmam que provavelmente votarão, totalizando 95%.

Na outra ponta, 3% já decidiram não comparecer ou justificar a ausência, e 1% provavelmente não votará ou justificará. Outro 1% não soube responder.

O Norte/Centro-Oeste registra 97% de intenção de comparecimento, somando respostas definitivas e prováveis. No Sul, o percentual também chega a 97%. No Nordeste e no Sudeste, é de 95%.

Rejeição a Lula é maior no Sul; Flávio enfrenta maior resistência no Nordeste

A pesquisa também mediu o potencial de voto e a rejeição dos dois candidatos. Nacionalmente, 51% dos entrevistados afirmam que não votariam em Lula de jeito nenhum, enquanto 47% dizem o mesmo sobre Flávio Bolsonaro.

Entre os entrevistados, 42% afirmaram que Lula é o único candidato em quem votariam e 7% consideraram votar nele, mas ainda não estão totalmente certos. Para Flávio Bolsonaro, os percentuais são de 43% e 7%, respectivamente.

Regionalmente, a rejeição a Lula é maior no Sul, com 60%, seguido pelo Norte/Centro-Oeste e pelo Sudeste, ambos com 55%. No Nordeste, 35% afirmam que não votariam no presidente.

Flávio Bolsonaro registra sua maior rejeição no Nordeste, com 62%. No Sudeste, o índice é de 44%, no Norte/Centro-Oeste, 39%, e no Sul, 35%.

O Nordeste também concentra o maior percentual de eleitores que consideram Lula sua única opção de voto, com 56%. Para Flávio Bolsonaro, esse indicador é mais elevado no Sul, com 53%.

Desaprovação ao governo Lula chega a 50%

A pesquisa mostra que 50% dos brasileiros desaprovam o trabalho do presidente Lula, enquanto 45% aprovam. Outros 5% não sabem ou não responderam.

Na avaliação qualitativa, 34% classificam o governo como ótimo (15%) ou bom (19%). Outros 20% consideram a administração regular. Já a avaliação negativa soma 45%, resultado dos 7% que avaliam o governo como ruim e dos 38% que o classificam como péssimo.

O Nordeste é a única região em que a aprovação supera a desaprovação: 61% aprovam o governo e 34% desaprovam.

No Sul, a desaprovação chega a 59%, contra 36% de aprovação. No Norte/Centro-Oeste, 57% desaprovam e 39% aprovam. Já no Sudeste, a desaprovação é de 54%, ante 42% de aprovação.

A pesquisa

O levantamento ouviu 2.002 eleitores entre os dias 10 e 12 de outubro, por telefone, em todas as regiões do país. A margem de erro é de dois pontos percentuais, com nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-07997/2026.
 

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20/10/2026 04:20h

Setor cresce 8,6% e já é responsável por mais da metade de todas as contratações na área de mineração no país

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As atividades relacionadas a Minerais Críticos e Estratégicos (MCE) somam 129.423 empregos no Brasil, o equivalente a 57% dos 226.634 postos da indústria extrativa mineral. Os dados, referentes a 2025, estão no Portal de Minerais Críticos e Estratégicos da Agência Nacional de Mineração (ANM), lançado na última quarta-feira (14).

O mercado de trabalho ligado aos MCE cresceu 8,6% entre 2023 e 2025. Do total de empregos do segmento, 51.714 são de mão de obra qualificada, o que representa 23% de todos os postos da indústria extrativa mineral do país. Os trabalhadores com ensino superior somam 30.707, ou 14% do total da indústria extrativa.

Entre os trabalhadores do segmento, as mulheres ocupam 28.658 postos, o equivalente a 22% dos empregos relacionados aos MCE. Os homens respondem por 100.765 postos, ou 78%.

Remuneração e localidades

Em 2025, as remunerações medianas dos trabalhadores com ensino fundamental, médio e superior foram, respectivamente, de R$ 3.218,08, R$ 4.142,24 e R$ 11.856,16.

Os empregos estão distribuídos por diferentes estados e municípios. Entre as cidades com mais trabalhadores em atividades relacionadas aos MCE estão Parauapebas (PA), com 8.234 empregos; Nova Lima (MG), com 8.218; e Congonhas (MG), com 7.114.

Em Parauapebas, 71,4% dos trabalhadores são homens e 28,6% mulheres, e 1.851 têm nível superior. Em Nova Lima, a divisão é de 63,3% de homens e 36,7% de mulheres, e 4.776 dos 8.218 empregados possuem ensino superior. Em Congonhas, 73,2% são homens e 26,8% mulheres, e 1.234 trabalhadores têm nível superior.

Potencial

Dentro da categoria de minerais críticos estão as terras raras. Com cerca de 21 milhões de toneladas passíveis de extração, segundo o Serviço Geológico Braileiro (SGB), o Brasil possui a segunda maior reserva de terras raras do mundo, atrás apenas da China. Esses minérios são bastante demandados especialmente pelas indústrias de defesa e de alta tecnologia, para produção de semicondutores e baterias de última geração.

A maior parte das reservas brasileiras de terras raras, nióbio, lítio e outros minerais estratégicos, se concentra nos estados de Goiás e Minas Gerais.

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20/10/2026 04:15h

Tesouro Nacional projeta novos aumentos nos repasses em dezembro; inflação, mercado de trabalho e consumo influenciam a arrecadação dos fundos

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O boletim de setembro de 2026 da Secretaria do Tesouro Nacional (STN) projeta um crescimento de 34% nos repasses do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) e do Fundo de Participação dos Estados e do Distrito Federal (FPE) em novembro, na comparação com outubro.

Em setembro, as transferências somaram R$ 34,3 bilhões, já descontada a parcela destinada ao Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb). O valor representa um aumento de 13,4% em relação a agosto, quando os repasses totalizaram R$ 30,3 bilhões.

Para outubro, a STN estima uma alta de 4,8% em relação a setembro. Já para dezembro, a projeção é de crescimento de 11% na comparação com novembro.

Os percentuais referentes a outubro, novembro e dezembro são estimativas, e não valores já transferidos ou garantidos. As variações comparam cada mês ao imediatamente anterior, sem considerar o desempenho no mesmo período de 2025.

Efeito da inflação

O especialista em orçamento público Cesar Lima explica que parte do crescimento dos repasses do FPM e do FPE em 2026 está associada à inflação. Segundo ele, além das incertezas relacionadas ao processo eleitoral brasileiro, o cenário internacional tem pressionado os preços dos combustíveis.

“Isso acaba ecoando por toda a cadeia produtiva, desde o preço do frete até o preço final do que chega ao consumidor, desde uma blusa até o alimento que vai à mesa todos os dias”, afirma.

Nesse contexto, segundo o economista, a elevação dos preços pode contribuir para o aumento da arrecadação tributária e, consequentemente, dos valores distribuídos aos estados e municípios. Isso significa que parte do crescimento nominal dos repasses pode refletir a inflação, sem representar, necessariamente, uma expansão real da economia na mesma proporção.

Mercado de trabalho favorece arrecadação

Outro fator que contribui para as perspectivas de crescimento dos fundos, segundo o especialista, é o desempenho favorável do mercado de trabalho brasileiro.

“Nós temos uma situação de empregabilidade no Brasil muito favorável, o que aumenta, por conseguinte, a arrecadação do imposto de renda, que é um dos principais componentes do FPE e do FPM”, explica.

Como os fundos são abastecidos, entre outras fontes, por parcelas da arrecadação do Imposto de Renda e do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), o aumento das receitas desses tributos pode ampliar os recursos destinados aos governos estaduais e municipais.

Aumento das vendas no fim do ano 

Cesar Lima também destaca a influência da sazonalidade sobre a arrecadação tributária. Segundo ele, o comportamento das receitas varia ao longo do ano, conforme a atividade econômica e o calendário de consumo.

A proximidade da Black Friday, das compras de Natal e do período de férias tende a estimular as vendas em diferentes setores. Esse movimento pode contribuir para elevar a arrecadação de tributos e, consequentemente, influenciar os valores distribuídos pelo FPM e pelo FPE.

Expectativas

No primeiro decêndio de dezembro, os municípios recebem um repasse adicional de 1% do FPM. O recurso pode reforçar o caixa das prefeituras no encerramento do exercício financeiro, período marcado por compromissos como o pagamento do 13º salário dos servidores e o cumprimento de outras obrigações da administração municipal.

Para 2027, Cesar Lima projeta um início de ano mais lento do que o observado em 2026. 

“Nós temos uma projeção de um início de ano mais lento do que aconteceu nesse ano de 2026. Talvez muito em decorrência das incertezas internas e externas no Brasil. Contudo, o crescimento real aconteceu em 2026, e isso para os municípios é de grande valia”, conclui.

VEJA MAIS:

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20/10/2026 04:10h

Café arábica e robusta registram alta enquanto açúcar e milho apresentam queda

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O preço do café arábica abre esta terça-feira (20) em alta de 0,36%, com a saca de 60 kg negociada a R$ 1.606,94 na cidade de São Paulo.

O café robusta teve valorização de 1,04%, sendo comercializado a R$ 973,27.


INDICADOR DO CAFÉ ARÁBICA CEPEA/ESALQ

Data Valor R$ Var./Dia Var./Mês Valor US$
19/10/2026 1.606,94 0,36% 1,91% 318,39
16/10/2026 1.601,25 1,52% 1,55% 315,52
15/10/2026 1.577,21 0,38% 0,02% 309,38
14/10/2026 1.571,19 1,55% -0,36% 311,99
13/10/2026 1.547,28 1,01% -1,88% 308,10

 

INDICADOR DO CAFÉ ROBUSTA CEPEA/ESALQ

Data Valor R$ Var./Dia Var./Mês Valor US$
19/10/2026 973,27 1,04% -1,24% 192,84
16/10/2026 963,28 -0,50% -2,25% 189,81
15/10/2026 968,10 -0,47% -1,76% 189,90
14/10/2026 972,64 0,15% -1,30% 193,14
13/10/2026 971,18 1,03% -1,45% 193,38

 

O preço do açúcar cristal apresenta leve baixa de 0,10% na capital de São Paulo. A saca de 50 kg é cotada a R$ 125,62. 

 

INDICADOR DO AÇÚCAR CRISTAL BRANCO CEPEA/ESALQ - SÃO PAULO

Data Valor R$* Var./Dia Var./Mês Valor US$*
19/10/2026 125,62 -0,10% 3,72% 24,89
16/10/2026 125,74 0,85% 3,81% 24,78
15/10/2026 124,68 0,60% 2,94% 24,46
14/10/2026 123,94 0,13% 2,33% 24,61
13/10/2026 123,78 0,50% 2,20% 24,65

 

Em Santos (SP), houve desvalorização de 0,87%, e a mercadoria é negociada a R$ 137,30 na média de preços sem impostos.

 

Indicador Açúcar Cristal - Santos (FOB)

Data Valor R$* Var./Dia Var./Mês Valor US$*
19/10/2026 137,30 -0,87% 9,30% 27,15
16/10/2026 138,50 -0,10% 10,25% 27,25
15/10/2026 138,64 0,89% 10,36% 27,44
14/10/2026 137,42 -0,79% 9,39% 27,24
13/10/2026 138,51 4,15% 10,26% 27,65

 

A saca de 60 kg do milho, por sua vez, é vendida a R$ 64,74 após desvalorização de 0,17%.

 

Data Valor R$* Var./Dia Var./Mês Valor US$*
19/10/2026 64,74 -0,17% -5,72% 12,83
16/10/2026 64,85 0,06% -5,56% 12,78
15/10/2026 64,81 -0,95% -5,62% 12,71
14/10/2026 65,43 -0,24% -4,72% 12,99
13/10/2026 65,59 -2,61% -4,49% 13,06

 

Os dados são do Cepea.

 

Diferença entre café arábica e café robusta: características, uso e regiões produtoras

Café arábica e café robusta são as duas principais variedades cultivadas e comercializadas no Brasil, ambas medidas em sacas de 60 kg.

O café arábica (conhecido também como café Conilon, em algumas regiões) tem sabor mais suave, menor teor de cafeína e alta qualidade sensorial, sendo preferido em cafeterias especializadas e nas exportações de cafés premium. Representa cerca de 70% da produção brasileira, com destaque para estados como Minas Gerais e São Paulo.

O café robusta, por sua vez, possui sabor mais amargo, maior concentração de cafeína e corpo mais intenso. É amplamente utilizado na produção de café solúvel e blends comerciais. Seus principais polos produtores são o Espírito Santo e Rondônia, e seu preço costuma ser mais baixo em comparação ao arábica, por conta do perfil mais industrial. 

Como é calculada a saca de açúcar cristal?

A saca de açúcar cristal no Brasil é padronizada em 50 quilos, especialmente para comercialização no mercado atacadista e para uso na indústria alimentícia. Essa unidade de medida é adotada pelo Cepea/Esalq-USP, principal fonte de cotações diárias do açúcar cristal no país.

Qual o peso da saca de milho no Brasil?

A saca de milho equivale a 60 kg de grãos, mesmo padrão utilizado para soja e trigo. Essa medida é oficializada por instituições como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Cepea, sendo amplamente usada em negociações e relatórios de preço do milho.


 

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20/10/2026 04:05h

Boi gordo mantém preço estável enquanto frango e suíno têm cotações definidas

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O preço do boi gordo apresenta estabilidade nesta terça-feira (20). Em São Paulo, a arroba é negociada a R$ 380,70.

 

INDICADOR DO BOI GORDO CEPEA/ESALQ

Data Valor R$* Var./Dia Var./Mês Valor US$*
19/10/2026 380,70 0,00% 4,50% 75,01
16/10/2026 380,70 0,13% 4,50% 75,01
15/10/2026 380,20 0,21% 4,36% 74,58
14/10/2026 379,40 0,37% 4,14% 75,34
13/10/2026 378,00 0,05% 3,76% 75,27

 

Preço do frango congelado e frango resfriado

No mercado de frango, as cotações nas regiões da Grande São Paulo, São José do Rio Preto e Descalvado registram o quilo do produto congelado a R$ 8,49 e o do resfriado a R$ 8,51.

 

PREÇOS DO FRANGO CONGELADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP

Data Valor R$ Var./Dia Var./Mês
19/10/2026 8,49 0,00% 2,29%
16/10/2026 8,49 0,00% 2,29%
15/10/2026 8,49 1,19% 2,29%
14/10/2026 8,39 0,00% 1,08%
13/10/2026 8,39 0,12% 1,08%

 

PREÇOS DO FRANGO RESFRIADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP

Data Valor R$ Var./Dia Var./Mês
19/10/2026 8,51 0,00% 2,41%
16/10/2026 8,51 0,00% 2,41%
15/10/2026 8,51 1,19% 2,41%
14/10/2026 8,41 0,00% 1,20%
13/10/2026 8,41 0,24% 1,20%

 

Preço da carcaça suína especial e suíno vivo

A carcaça suína especial mantém valorização nos preços praticados nos atacados da Grande São Paulo, onde o quilo custa R$ 10,18. 

Entre os estados analisados, o suíno vivo registra o menor preço em Santa Catarina, onde o animal é comercializado a R$ 5,88.

 

PREÇOS DA CARCAÇA SUÍNA ESPECIAL (R$/kg)

Data Média Var./Dia Var./Mês
19/10/2026 10,18 1,29% 19,76%
16/10/2026 10,05 0,80% 18,24%
15/10/2026 9,97 0,00% 17,29%
14/10/2026 9,97 -0,20% 17,29%
13/10/2026 9,99 5,60% 17,53%

 

INDICADOR DO SUÍNO VIVO CEPEA/ESALQ (R$/kg)

Data Estado Valor R$* Var./Dia Var./Mês
19/10/2026 MG - posto 6,96 0,14% 13,36%
19/10/2026 PR - a retirar 5,93 0,34% 10,43%
19/10/2026 RS - a retirar 5,92 1,89% 12,33%
19/10/2026 SC - a retirar 5,88 0,86% 12,00%
19/10/2026 SP - posto 6,82 0,74% 17,99%

 

Os dados são do Cepea.

 

O que é o boi gordo? Entenda o termo do mercado bovino

O boi gordo é o bovino macho pronto para o abate, com peso mínimo de 16 arrobas líquidas de carcaça (aproximadamente 240 kg) e até 42 meses de idade. Atende aos padrões do mercado nacional e internacional, incluindo exportações para Europa, China e cota Hilton.

Diferenças entre frango congelado e frango resfriado

O frango congelado passa por congelamento rápido, com temperaturas abaixo de -12°C, garantindo maior vida útil para armazenamento e transporte a longas distâncias.

Já o frango resfriado é mantido entre 0°C e 4°C, com validade de 5 a 7 dias, oferecendo textura e sabor mais próximos do fresco, ideal para consumidores


 

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20/10/2026 04:00h

Soja registra queda no Paraná enquanto trigo tem variação nos preços entre estados

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A saca de 60 quilos da soja inicia a terça-feira (20) em baixa no interior do Paraná e na região litorânea de Paranaguá. 

No interior paranaense, o grão apresenta recuo de 0,49%, com a saca negociada a R$ 148,04. Em Paranaguá, desvalorização de 0,24%, levando a cotação para R$ 154,24.

 

INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANÁ

Data Valor R$* Var./Dia Var./Mês Valor US$*
19/10/2026 148,04 -0,49% -4,43% 29,33
16/10/2026 148,77 0,04% -3,96% 29,31
15/10/2026 148,71 -0,03% -4,00% 29,17
14/10/2026 148,75 0,52% -3,98% 29,54
13/10/2026 147,98 -0,22% -4,47% 29,47

 

INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANAGUÁ 

Data Valor R$* Var./Dia Var./Mês Valor US$*
19/10/2026 154,24 -0,24% -4,53% 30,56
16/10/2026 154,61 -0,06% -4,30% 30,47
15/10/2026 154,70 0,27% -4,25% 30,35
14/10/2026 154,29 0,09% -4,50% 30,64
13/10/2026 154,15 -0,39% -4,59% 30,69

 

Trigo

Preço do trigo recua no Rio Grande do Sul e avança no Paraná. 

No Paraná, a tonelada do cereal é comercializada a R$ 1.565,19. No Rio Grande do Sul, o produto é vendido a R$ 1.475,23.

 

PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - RIO GRANDE DO SUL

Data Valor R$/t* Var./Dia Var./Mês Valor US$/t*
19/10/2026 1.475,23 -0,51% 1,70% 292,30
16/10/2026 1.482,72 1,56% 2,21% 292,16
15/10/2026 1.459,99 -0,39% 0,65% 286,38
14/10/2026 1.465,74 -0,47% 1,04% 291,05
13/10/2026 1.472,69 0,31% 1,52% 293,25

 

PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - PARANÁ

Data Valor R$/t* Var./Dia Var./Mês Valor US$/t*
19/10/2026 1.565,19 -0,38% 1,35% 310,12
16/10/2026 1.571,18 -0,19% 1,74% 309,59
15/10/2026 1.574,15 0,24% 1,93% 308,78
14/10/2026 1.570,32 0,56% 1,68% 311,82
13/10/2026 1.561,58 -0,07% 1,12% 310,95

 

Os dados são do Cepea.

 

O que é uma saca de soja ou de trigo? Entenda a unidade de medida no mercado de grãos

A saca de soja e a saca de trigo são as principais unidades de comercialização de grãos no Brasil. Cada saca equivale a 60 quilos, padrão adotado por órgãos oficiais como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

Esse formato padronizado facilita o comércio da soja e do trigo, além de permitir um acompanhamento mais preciso das cotações e variações de preços no mercado nacional.


 

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19/10/2026 21:30h

Moeda americana encerrou o pregão cotada a R$ 5,04, enquanto o euro fechou a R$ 5,65

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O dólar comercial registrou desvalorização de 0,49% nesta segunda-feira (19), fechando o dia cotado a R$ 5,04.

As declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sobre o dólar influenciaram o mercado financeiro, com recuo dos principais índices acionários e manutenção do cenário de cautela entre investidores, segundo dados da Investing.com.

Apesar da queda das bolsas americanas, uma empresa petrolífera que atua na Bacia de Williston e integra a seleção de modelos de inteligência artificial da InvestingPro registrou valorização de 12,94% no mês e de 12,99% desde sua inclusão na lista, em 1º de junho de 2026.

A seleção foi disponibilizada antecipadamente aos assinantes do InvestingPro, por um valor inferior a US$ 9 mensais. Outras empresas que integram a carteira recomendada pelos modelos de IA também apresentaram altas desde suas respectivas datas de entrada:

  • EFOR (Everforth): valorização de 118,45% desde 1º de julho de 2026. A empresa está associada ao segmento de tecnologia de alto crescimento.
  • DK (Delek US Holdings): alta de 104,2% desde 1º de março de 2026, com destaque para indicadores de valor e resultados financeiros.
  • DINO (HF Sinclair): avanço de 78% desde 1º de junho de 2026, em um cenário de crescimento dos lucros e aceleração dos resultados.
  • CVI (CVR Energy): valorização de 72,99% desde 1º de agosto de 2026, com melhora dos lucros e indicadores de desempenho das ações.
  • CCSI (Consensus Cloud Solutions): alta de 65,54% desde 1º de fevereiro de 2026, entre as empresas de menor capitalização acompanhadas pela plataforma.

O índice DXY, que mede a força do dólar frente a outras moedas globais, fechou aos 101,95 pontos.
 

Cotação do euro

O euro, por sua vez, encerrou o pregão cotado a R$ 5,65.

 

Cotações

A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.
 

Código BRL USD EUR GBP JPY CHF CAD AUD
BRL 1 0,1981 0,1769 0,1491 31,3993 0,1637 0,2794 0,2842
USD 5,0490 1 0,8919 0,7517 158,54 0,8267 1,4110 1,4328
EUR 5,6522 1,1212 1 0,8428 177,76 0,9269 1,5819 1,6064
GBP 6,7057 1,3304 1,1866 1 210,92 1,0998 1,8770 1,9061
JPY 0,0318 0,0063 0,0056 0,0047 1 0,5214 0,0089 0,0090
CHF 6,1074 1,2097 1,0789 0,9093 191,78 1 1,7067 1,7332
CAD 3,5786 0,7088 0,6322 0,5328 112,37 0,5860 1 1,0155
AUD 3,5192 0,6979 0,6225 0,5246 110,66 0,5770 0,9847 1

 

Os dados são da Investing.com. 

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19/10/2026 21:10h

Volume total negociado na B3 foi de R$ 31.501.192.884, em meio a 4.253.741 de negócios

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O Ibovespa encerrou o pregão desta segunda-feira (19) em queda de 0,15%, aos 205.126,34 pontos. O resultado representa uma redução de 303,99 pontos em relação ao fechamento anterior, quando o principal índice da bolsa brasileira terminou o dia aos 205.430,33 pontos.

Durante a sessão, o índice registrou mínima de 204.268,98 pontos e máxima de 207.387,56 pontos. Na abertura, o Ibovespa marcou 205.439,70 pontos.

O desempenho reflete a variação do principal indicador do mercado acionário brasileiro ao longo do pregão.

 

Maiores altas e quedas 

Ações em alta no Ibovespa

  • Nutriplant Industria E Comercio S.A. (NUTR3F) +33,19%
  • General Shopping e Outlets do Brasil S.A. (GSHP3F) +32,69%

Ações em queda no Ibovespa

  • Azul S.A. (AZUL99) -20,05%
  • Joao Fortes Engenharia S.A. (JFEN3F) -18,77%

 

O volume total negociado na B3 foi de R$ 31.501.192.884, em meio a 4.253.741 de negócios.

Os dados da bolsa podem ser consultados no site da B3.  
 

O que é o Ibovespa e como ele funciona?

O Ibovespa (Índice Bovespa) é o principal indicador do mercado acionário brasileiro. Calculado pela B3, ele reflete a média do desempenho das ações mais negociadas na bolsa, com base em critérios de volume e liquidez. O índice é composto por uma carteira teórica de ativos, que representa cerca de 80% do volume financeiro total negociado no mercado.

O que é a B3, a bolsa de valores do Brasil?

A B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) é a bolsa de valores oficial do Brasil, sediada em São Paulo. É responsável pela negociação de ações, derivativos, títulos públicos e privados, câmbio e outros ativos financeiros. A B3 está entre as maiores bolsas do mundo em infraestrutura e valor de mercado. 



 

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19/10/2026 19:00h

Resultado da Lotofácil 3808 (19/10/2026): confira as 15 dezenas sorteadas e a premiação por faixa do sorteio desta segunda-feira.

Os números sorteados da Lotofácil 3808, de 19/10/2026, foram: 01 - 04 - 07 - 10 - 12 - 13 - 14 - 15 - 17 - 18 - 19 - 20 - 21 - 22 - 24.

Números sorteados da Lotofácil 3808 (19/10/2026)

01 - 04 - 07 - 10 - 12 - 13 - 14 - 15 - 17 - 18 - 19 - 20 - 21 - 22 - 24

Resultado oficial conferido com a Caixa às 21:31. consulte o resultado oficial no site da Caixa

O concurso 3808 da Lotofácil foi realizado nesta segunda-feira (19/10/2026), no Espaço da Sorte, em São Paulo, e divulgado pela Caixa Econômica Federal. 1 apostador acertou as 15 dezenas e levou para casa o prêmio de R$ 1.456.047,72. O bilhete premiado foi adquirido em São Paulo (SP). De acordo com o Censo Demográfico de 2022, o município de São Paulo possui cerca de 11.451.999 habitantes.

O próximo sorteio está marcado para terça-feira (20/10/2026), com prêmio estimado em R$ 2.000.000,00. Aproveite a oportunidade e faça sua aposta para concorrer.

Resultado e premiação da Lotofácil 3808

  • 15 acertos - 1 aposta ganhadora, R$ 1.456.047,72
  • 14 acertos - 159 apostas ganhadoras, R$ 1.920,13
  • 13 acertos - 6.009 apostas ganhadoras, R$ 35,00
  • 12 acertos - 78.238 apostas ganhadoras, R$ 14,00
  • 11 acertos - 441.683 apostas ganhadoras, R$ 7,00

A arrecadação total do concurso foi de R$ 17.703.532,00.

Qual o valor das apostas da LotoFácil?

A aposta mínima, de 15 números, custa R$ 3,50 com chance de 1 em 3.268.760 e a máxima custa R$ 46.512 com chance de 1 em 211.

Quantidade de números jogados

Valor da aposta

15

R$ 3,50

16

R$ 48,00

17

R$ 408,00

18

R$ 2.448,00

19

R$ 11.628,00

20

R$ 46.512,00

Quando acontecem os sorteios da Lotofácil

De segunda-feira a sexta-feira, às 21h, e no domingo, às 11h.

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Resultado Sorteio Lotofácil 3808 (19/10/2026)

Último resultado da Lotofácil (concurso 3807)

Veja o resultado da Lotofácil 3807.

Redação Brasil 61

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19/10/2026 18:40h

Porto Alegre e Florianópolis têm dia mais estável, mas Sul segue sob influência de uma semana mais chuvosa

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O Sul do Brasil tem terça-feira (20) de comportamento mais ameno do que a média da semana, mas o estado do Paraná segue sendo um dos pontos de maior atenção do país, citado diretamente pelo INMET como a área de maior acumulado de chuva prevista para o período entre 13 e 20 de outubro, junto ao Rio de Janeiro.

Curitiba tem manhã mais tranquila, com poucas nuvens, mas o céu fecha ao longo da tarde e da noite, com muitas nuvens predominando; a máxima na capital chega a 20°C. Esse comportamento mais instável tende a se repetir com ainda mais intensidade no interior paranaense, sobretudo no Norte, no Oeste e no Sudoeste do estado, áreas que concentraram a maior parte dos avisos de tempestade emitidos pelo INMET ao longo da semana, com volumes que, segundo o próprio instituto, podem ter se aproximado dos 200 mm acumulados nesse período.

Santa Catarina tem dia mais estável nesta terça, com poucas nuvens tanto pela manhã quanto à tarde em Florianópolis, fechando a noite com muitas nuvens, mas sem chuva significativa prevista; a máxima na capital chega a 20°C. Esse padrão mais ameno também deve valer para boa parte do interior catarinense, embora o Oeste do estado tenha historicamente concentrado volumes maiores de chuva nas últimas semanas, segundo os boletins do INMET.

Já o Rio Grande do Sul tem o dia mais seco entre os três estados do Sul: Porto Alegre e praticamente toda a faixa litorânea gaúcha seguem com poucas nuvens pela manhã e à tarde, fechando a noite com muitas nuvens, mas sem chuva relevante prevista; a máxima na capital fica em 20°C. Segundo o próprio INMET, apenas a faixa litorânea do Rio Grande do Sul deve registrar acumulados próximos de 40 mm ao longo da semana, enquanto o restante do estado segue com tempo mais estável e pouca chuva.

Os ventos no Sul seguem entre fracos e moderados, com rajadas presentes à tarde e à noite em praticamente todas as capitais, sem grande risco imediato nesta terça-feira, mas quem atua no interior do Paraná deve seguir de olho nos avisos do INMET, já que é o estado mais citado nos boletins de chuva intensa publicados ao longo de outubro.

5 motivos para acompanhar as previsões do tempo

  • Agricultura: garantia de uma boa colheita;
  • Marinha: proteção de marinheiros, navios e passageiros;
  • Aeronáutica: segurança de pilotos, aeronaves e passageiros;
  • Pesca: condições favoráveis e seguras para a atividade;
  • Turismo: garantia de passeios e viagens tranquilas e agradáveis.

Importância das observações meteorológicas no INMET

As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).

As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

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19/10/2026 18:30h

Cuiabá segue como a mais quente da região, com 36°C; Brasília e entorno têm tarde mais instável

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O Centro-Oeste tem terça-feira (20) de calor forte em toda a região, mas com sinais crescentes de instabilidade que vão além das capitais.

Mato Grosso tem a maior máxima entre os quatro entes da região, com Cuiabá chegando a 36°C sob céu de muitas nuvens; esse calor se estende por boa parte do estado, principalmente pela região Norte e pelo Vale do Araguaia, mas o Centro-Sul mato-grossense, incluindo áreas próximas a Rondonópolis, ganha possibilidade de chuva isolada à tarde e à noite, repetindo o padrão observado na capital.

Mato Grosso do Sul tem um comportamento mais estável durante a manhã, com muitas nuvens tanto na capital Campo Grande quanto no restante do estado, mas o céu abre à tarde, com poucas nuvens predominando até a noite. Mesmo assim, pontos isolados do estado, sobretudo na fronteira com o Paraguai e na região de Dourados, têm mantido um padrão de instabilidade mais recorrente nas últimas semanas, segundo avisos anteriores do INMET, o que pede atenção de quem acompanha a região mesmo com a melhora prevista para esta terça. A máxima em Campo Grande fica em 31°C.

Goiás segue com tempo mais seco pela manhã, com poucas nuvens tanto na capital Goiânia quanto no interior do estado, mas ganha possibilidade de chuva isolada à noite, um comportamento que também costuma atingir municípios do Sul goiano e da região metropolitana de Goiânia, áreas que têm historicamente concentrado volumes maiores de chuva nesta transição de estações, conforme apontado no boletim semanal do INMET. A máxima na capital chega a 35°C.

Já o Distrito Federal tem manhã tranquila, com poucas nuvens, mas o quadro muda consideravelmente ao longo da tarde, quando surge possibilidade de chuva isolada, evoluindo para pancadas de chuva mais consistentes à noite esse comportamento também se estende ao entorno do DF, incluindo cidades goianas próximas como Luziânia, Águas Lindas e Planaltina, que costumam ser atingidas pelo mesmo sistema de instabilidade que atua sobre Brasília. A máxima na capital federal chega a 32°C, com umidade mínima caindo para apenas 30% durante a tarde, reforçando o contraste entre o calor seco do meio do dia e a chuva que se forma ao entardecer. Os ventos no Centro-Oeste seguem entre fracos e moderados, com rajadas presentes em Brasília e no entorno ao longo da tarde.

5 motivos para acompanhar as previsões do tempo

  • Agricultura: garantia de uma boa colheita;
  • Marinha: proteção de marinheiros, navios e passageiros;
  • Aeronáutica: segurança de pilotos, aeronaves e passageiros;
  • Pesca: condições favoráveis e seguras para a atividade;
  • Turismo: garantia de passeios e viagens tranquilas e agradáveis.

Importância das observações meteorológicas no INMET

As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).

As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

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19/10/2026 18:20h

São Paulo tem nevoeiro pela manhã; região é apontada pelo INMET como área de maiores acumulados de chuva na semana

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O Sudeste tem terça-feira (20) de atenção redobrada, já que a região aparece destacada pelo próprio INMET, no informativo semanal, como uma das áreas com maiores acumulados de chuva previstos entre os dias 13 e 20 de outubro, ao lado do Paraná, de Goiás, de Mato Grosso do Sul e do Amazonas. Minas Gerais é um dos estados citados nesse cenário:

Belo Horizonte e grande parte do estado seguem com muitas nuvens ao longo do dia, com máxima de 30°C, mas o Triângulo Mineiro e o Centro-Sul do estado, áreas que vinham sendo citadas em avisos de tempestade nos dias anteriores, merecem atenção redobrada de quem acompanha o interior mineiro, já que a instabilidade na região tem sido mais recorrente do que na capital nas últimas semanas.

O Rio de Janeiro também está entre os estados de maior volume de chuva previsto para esta semana. A capital tem manhã com nevoeiro, evoluindo para muitas nuvens ao longo da tarde e da noite, sem previsão de chuva significativa para esta terça-feira especificamente, com máxima de 27°C. Mas a Região Serrana e a Baixada Fluminense, áreas historicamente mais sensíveis a temporais, seguem sob influência do mesmo padrão de instabilidade que tem marcado o estado ao longo de outubro, de acordo com os avisos emitidos pelo INMET nos dias anteriores.

O Espírito Santo mantém possibilidade de chuva isolada ao longo de todo o dia, tanto em Vitória quanto no restante do estado, incluindo o Sul capixaba, área que também apareceu em avisos de tempestade recentes do INMET; a máxima na capital fica em 26°C, a mais baixa entre as quatro capitais do Sudeste.

Já São Paulo tem manhã de nevoeiro, evoluindo para muitas nuvens ao longo da tarde e da noite, sem chuva relevante prevista para a capital nesta terça, mas o interior paulista, principalmente o Vale do Paraíba e a região serrana, tem mantido comportamento mais instável nas semanas recentes, também mencionado em avisos anteriores do INMET; a máxima na capital paulista fica em 22°C. Os ventos no Sudeste seguem entre fracos e moderados, com rajadas presentes à tarde e à noite em praticamente todas as capitais e em boa parte do interior.

5 motivos para acompanhar as previsões do tempo

  • Agricultura: garantia de uma boa colheita;
  • Marinha: proteção de marinheiros, navios e passageiros;
  • Aeronáutica: segurança de pilotos, aeronaves e passageiros;
  • Pesca: condições favoráveis e seguras para a atividade;
  • Turismo: garantia de passeios e viagens tranquilas e agradáveis.

Importância das observações meteorológicas no INMET

As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).

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19/10/2026 18:10h

Palmas, no Tocantins, segue com calor e risco de temporais; Pará e Amapá têm chuva isolada

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A terça-feira (20) traz um cenário de instabilidade que não se limita às capitais do Norte, atingindo o interior de pelo menos três estados com mais força. No Acre, a chuva com trovoadas acompanha praticamente todo o estado ao longo do dia, não apenas Rio Branco, mas também municípios do interior, como os da região do Juruá e do Purus, que costumam ser atingidos pelo mesmo sistema de instabilidade que atua sobre a capital, com máxima de 33°C.

Rondônia tem o dia mais crítico da região: chuva com trovoadas é esperada pela manhã, tarde e noite tanto na capital Porto Velho quanto no Vale do Guaporé e no Cone Sul do estado, com máxima de 33°C.

Roraima também amanhece com possibilidade de chuva isolada em Boa Vista, mas o quadro se intensifica ao longo do dia, com pancadas de chuva à tarde e trovoadas à noite, um padrão que tende a se repetir em municípios do centro e do sul do estado, como Mucajaí e Caracaraí, áreas historicamente mais instáveis nesta época do ano. A máxima na capital roraimense chega a 37°C.

Já o Pará e o Amapá têm um dia mais ameno, com possibilidade de chuva isolada ao longo de todo o dia tanto em Belém quanto no Amapá como um todo, sem grande risco de temporais. O interior paraense, principalmente o sudeste do estado, tende a ficar mais seco do que a capital neste momento do ano. As máximas ficam em 35°C em Belém e 34°C em Macapá, com umidade bastante elevada, podendo chegar a 98% em Belém, uma das mais altas do país neste dia.

O Amazonas segue com possibilidade de chuva isolada pela manhã e tarde em Manaus, evoluindo para pancadas mais consistentes à noite, um comportamento que também costuma se estender ao interior do estado, sobretudo ao sul e ao sudoeste amazonense, áreas de transição com Rondônia e Acre, onde a umidade tende a ser ainda maior.

Já o Tocantins se destaca pelo contraste: Palmas e praticamente todo o estado seguem sob forte calor, com máxima de 35°C, mas mantêm risco de pancadas de chuva e trovoadas ao longo do dia, um padrão típico da primavera na região, quando o ar quente e seco do Cerrado encontra bolsões de umidade vindos da Amazônia.

Os ventos no Norte seguem fracos na maior parte dos estados, mas o volume de chuva e as trovoadas recomendam atenção de quem estiver em áreas rurais ou de difícil acesso no Acre, em Rondônia e em Roraima.

5 motivos para acompanhar as previsões do tempo

  • Agricultura: garantia de uma boa colheita;
  • Marinha: proteção de marinheiros, navios e passageiros;
  • Aeronáutica: segurança de pilotos, aeronaves e passageiros;
  • Pesca: condições favoráveis e seguras para a atividade;
  • Turismo: garantia de passeios e viagens tranquilas e agradáveis.

Importância das observações meteorológicas no INMET

As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).

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19/10/2026 18:00h

Teresina, no Piauí, é a cidade mais quente do país, com 39°C; demais estados seguem com tempo estável

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O Nordeste tem terça-feira (20) com grande diferença de comportamento entre os seus nove estados, o que reforça a importância de olhar para cada região com atenção, e não apenas para as capitais.

A Bahia concentra o maior risco do dia: Salvador e praticamente todo o litoral baiano do Recôncavo ao Extremo Sul têm previsão de pancadas de chuva desde a manhã, evoluindo para trovoadas isoladas à noite, com máxima de 29°C. Esse padrão também costuma atingir o Centro-Sul baiano, área que nos últimos dias já vinha sendo citada em avisos do INMET por conta da umidade mais elevada vinda do oceano.

Já o Piauí vive a situação oposta: Teresina deve ser, segundo os dados enviados, a capital mais quente de todo o Brasil nesta terça-feira, com máxima de 39°C, um calor que se estende por praticamente todo o estado, sobretudo pelo sul piauiense, área historicamente mais seca e quente nesta época do ano, mesmo com possibilidade de chuva isolada ao longo do dia.

O interior do Maranhão segue um comportamento parecido ao de São Luís, com muitas nuvens e máxima de 32°C. Não há previsão de chuva relevante prevista, nem na capital nem no interior do estado.

No litoral, Sergipe, Alagoas, Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Norte e Ceará seguem com muitas nuvens ao longo do dia, sem previsão de chuva significativa, um padrão que vale tanto para as capitais (Aracaju, Maceió, João Pessoa, Recife, Natal e Fortaleza) quanto para boa parte do interior desses estados, já que o Nordeste, de forma geral, segue com tempo predominantemente seco nesta reta final de outubro.

As temperaturas nesses seis estados ficam bastante homogêneas, entre 29°C e 31°C. Os ventos na região variam entre fracos e moderados, com rajadas presentes principalmente no litoral à tarde e à noite, mas sem grande risco associado nesta terça-feira, exceto na Bahia, onde a combinação de chuva e trovoadas pede atenção, especialmente para quem está em áreas costeiras ou de baixada.
 

5 motivos para acompanhar as previsões do tempo

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  • Aeronáutica: segurança de pilotos, aeronaves e passageiros;
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  • Turismo: garantia de passeios e viagens tranquilas e agradáveis.

Importância das observações meteorológicas no INMET

As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).

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19/10/2026 14:30h

Espaço promoverá encontros comerciais entre empresas nacionais e representantes de outros países para estimular negócios e parcerias no VI Encontro de Ideias Audiovisuais

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Empresas brasileiras do setor audiovisual poderão negociar projetos e prospectar parcerias internacionais durante a 50ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, realizada de 14 a 29 de outubro. Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos  organizou o ApexBrasil Business Hub, espaço voltado a reuniões de negócios e ao contato com delegações estrangeiras, como parte da programação do VI Encontro de Ideias Audiovisuais.

O intuito da iniciativa é ampliar as oportunidades de negócios em áreas como produção, distribuição, coprodução e prestação de serviços especializados. De acordo com a Agência, estão previstas delegações do Reino Unido, da China, da Argentina e da França, que poderão conhecer projetos e empresas brasileiras.

A diretora de Negócios da ApexBrasil, Maria Paula Velloso, enfatiza que a expectativa é que as produtoras brasileiras sejam contempladas com negócios internacionais.

“Queremos transformar a presença de profissionais internacionais na mostra em oportunidades concretas para o audiovisual brasileiro. Nosso objetivo é criar um ambiente em que as empresas possam apresentar seus projetos, identificar parceiros e estabelecer conexões que resultem em novos negócios”, afirma.

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A Mostra reúne filmes de diferentes países e promove discussões sobre tendências, narrativas e mudanças no setor cinematográfico. O VI Encontro de Ideias Audiovisuais, por sua vez, terá atividades voltadas ao mercado e à criação de novas parcerias.

Audiovisual também movimenta exportações de serviços

A programação contará ainda com um painel da ApexBrasil sobre a contribuição do audiovisual para a balança comercial brasileira. A Agência destaca que o setor não se limita à venda de filmes e séries, já que também envolve serviços de distribuição, coprodução, tecnologia, locações e infraestrutura para filmagens. Essas atividades, segundo a ApexBrasil, podem gerar empregos qualificados e receitas provenientes do exterior.

“O audiovisual é uma indústria criativa, mas também é uma indústria de serviços, tecnologia e negócios internacionais. Quando uma produção estrangeira encontra no Brasil profissionais, infraestrutura, locações e empresas capazes de atender às suas necessidades, estamos falando também de exportação de serviços e de geração de valor para a economia brasileira”, afirma Maria Paula.

A participação na mostra faz parte da estratégia da ApexBrasil para ampliar a presença da economia criativa brasileira no mercado internacional. O intuito é fortalecer a atuação do país tanto na produção de conteúdo quanto no desenvolvimento de parcerias para projetos audiovisuais em âmbito global.
 

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19/10/2026 04:55h

Os pagamentos são realizados preferencialmente na Poupança CAIXA ou conta CAIXA Tem

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A CAIXA inicia nesta segunda-feira (19), o pagamento do Bolsa Família referente ao mês de outubro para os beneficiários com o Número de Identificação Social (NIS) terminado em 1.

Os pagamentos são realizados preferencialmente na Poupança CAIXA ou conta CAIXA Tem. Com a conta CAIXA Tem, os beneficiários podem pagar contas e fazer transferências diretamente pelo aplicativo no celular.

O valor também pode ser movimentado com o cartão de débito da conta em comércios, Unidades Lotéricas, Correspondentes CAIXA Aqui, terminais de autoatendimento e Agências da CAIXA. Além disso, é possível realizar saques sem cartão nos terminais de autoatendimento e Unidades Lotéricas, utilizando a identificação biométrica previamente cadastrada em uma agência da CAIXA.

Para baixar os aplicativos CAIXA Tem e Bolsa Família, basta acessar a loja de aplicativos do seu smartphone. É gratuito.

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19/10/2026 04:25h

Equipamento ainda está em fase de testes mas está previsto para chegar ao mercado em 2027

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O Ecossistema Dakila apresentou, no domingo (11), o Multigerador de Energia Quântica, desenvolvido em parceria com a S&S Tecnologia. O lançamento ocorreu na Cidade Zigurats, em Corguinho (MS), e reuniu mais de mil pessoas de diferentes estados e países. A demonstração foi conduzida por Urandir Fernandes de Oliveira, fundador e presidente do ecossistema, com participação de Helton Marques, coordenador do projeto, e do engenheiro eletricista Severiano Castelo.

Segundo a desenvolvedora, o equipamento utiliza uma energia inicial armazenada em capacitores para dar partida a um motor elétrico, que aciona um gerador responsável por transformar a energia mecânica em eletricidade. O que os desenvolvedores apresentam como diferencial é a retroalimentação: parte da energia produzida volta ao próprio sistema para manter o funcionamento, ideia resumida no slogan "Energia que gera mais energia". A equipe chama de geração exponencial a produção que, segundo ela, se potencializa de forma contínua. O aparelho inclui ainda uma fonte chamada de "energia solar artificial" e frequências programáveis, que permitiriam adotar padrões diferentes conforme a aplicação.

Em entrevista exclusiva ao portal Brasil 61, Helton Marques descreveu o projeto em termos mais amplos. Segundo ele, o equipamento foi concebido para gerar energia elétrica limpa, contínua e autônoma, independente das redes de distribuição e de fontes fósseis: "O sistema baseia-se na captura e conversão de campos energéticos ambientais integrados a um circuito de retroalimentação inteligente, smart feedback. Essa arquitetura permite que o sistema gerencie seu próprio fluxo interno, estabilizando a saída de energia e mantendo a operação contínua, com alta eficiência e sem perdas energéticas significativas", afirma.

A principal novidade, segundo o coordenador, está no que a equipe chama de placas solares virtuais: "A grande virada de chave tecnológica do projeto, fruto de décadas de estudos, foi a capacidade de desenvolver uma técnica na qual o inversor detecta placas solares virtuais. Enquanto os sistemas fotovoltaicos tradicionais dependem de inversores conectados a painéis solares físicos instalados nos telhados, o Multigerador gera e simula a presença dessas placas virtualmente, diretamente no sistema, eliminando a dependência de painéis físicos, espaços no telhado e incidência de luz solar", destaca.

Marques diz ainda que projetos semelhantes fracassaram no passado por seguirem modelos simplistas, sem viabilidade real ou sem controle dinâmico de carga. Para ele, o Multigerador se diferencia pela retroalimentação inteligente e pela progressão geométrica de energia, que proporcionariam, nas palavras dele, "eficiência incomparável".

Benefícios

De acordo com os desenvolvedores, o protótipo de grandes dimensões exibido no evento teria capacidade para abastecer até 15 residências, conforme as condições de uso. A equipe também prevê versões compactas, com tamanho aproximado ao de um frigobar, para instalação em casas individuais. Urandir Fernandes de Oliveira citou como possibilidades um carregador portátil de celular que não precisaria ser recarregado e a adaptação da tecnologia a carros voadores, para ampliar a autonomia de voo de cerca de 40 minutos a uma hora.

Para o coordenador, o potencial da invenção é de revolucionar o sistema de energia elétrico. “Eliminando a dependência de concessionárias de energia, reduzindo drasticamente custos operacionais e residenciais, e oferecendo uma solução sustentável de impacto ambiental zero. O potencial é de alcance global, milhões de pessoas, desde residências urbanas e isoladas até comunidades remotas, hospitais, escolas e operações militares, inclusive, ou industriais em áreas sem infraestrutura de rede, garantindo autonomia e segurança energética contínua”, celebra Marques.

Comercialização

Marques afirma que o projeto está em fase avançada de consolidação tecnológica e jurídica, e a meta é iniciar a venda em 2027. Recentemente, foi finalizado e assinado, em Brasília, o memorial descritivo legal e o documento de co-invenção. Segundo o coordenador, a iniciativa saiu da validação conceitual e da prototipagem para a estruturação de expansão de mercado, testes de campo e preparação para produção em larga escala. O cronograma comercial e a tabela de preços ainda estão sendo definidos, e a meta de médio ou longo prazo, segundo o coordenador, é democratizar o acesso, de modo que qualquer pessoa ou instituição possa adquirir o equipamento depois da fabricação em escala.

O coordenador diz que o equipamento se baseia em princípios de física avançada e engenharia, fruto da parceria entre o inventor e engenheiro eletricista Francisco Severino dos Santos, ele próprio e Urandir Fernandes de Oliveira, e que o projeto conta com documentação jurídica e respaldo de instituições de pesquisa, como a Dakila Pesquisas. Como objetivo, cita levar a tecnologia ao reconhecimento científico internacional, "comprovados seus princípios e resultados", e menciona a esperança de contribuir no futuro para um Prêmio Nobel para o Brasil. A equipe também faz referência aos estudos de Nikola Tesla e prevê propostas experimentais sobre possíveis interações entre energia, frequências, campos e sistemas biológicos.

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19/10/2026 04:20h

Pesquisa mostra que pequenas empresas têm mais dificuldades para obter crédito adequado

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Duas em cada três indústrias (65,3%) que buscaram crédito entre fevereiro e julho de 2026 recorreram a bancos comerciais tradicionais para obter financiamento de curto e médio prazo, com vencimento em até cinco anos. O percentual supera o registrado em 2025, quando 61% das empresas apontaram essas instituições como principal fonte de recursos. Os dados são da Sondagem Especial nº 107 – Condições de Acesso ao Crédito em 2026, divulgada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).

No financiamento de longo prazo, com vencimento superior a cinco anos, os bancos comerciais tradicionais também foram a principal fonte de recursos, citados por 49,5% das empresas industriais que buscaram essa modalidade de crédito. Em 2025, o percentual havia sido de 51%.

Para a analista de Políticas e Indústria da CNI, Maria Virgínia Colusso, recorrer aos bancos comerciais tradicionais não é, por si só, um problema. O desafio é encontrar financiamentos com custos, volumes e prazos compatíveis com as necessidades das empresas.

Nesse contexto, a diversificação das fontes de financiamento é importante para ampliar as possibilidades de acesso a recursos adequados às diferentes demandas do setor produtivo.

“O ideal é que as empresas tenham acesso a diferentes fontes de financiamento para financiar suas atividades. Isso permitiria a elas encontrarem, com um pouco mais de facilidade, fontes de financiamento que atendam de fato às suas necessidades em relação a prazo, custo e montante desses financiamentos, permitindo não só o pagamento de despesas correntes, mas também a expansão da capacidade produtiva”, afirma Colusso.

Capital próprio como fonte de financiamento

O capital próprio foi a segunda fonte de financiamento de curto e médio prazo mais citada pelas empresas industriais que buscaram crédito no período, com 23,6% das menções. Os bancos de desenvolvimento ficaram em terceiro lugar, com 18,5%.

No crédito de longo prazo, a ordem foi inversa: os bancos de desenvolvimento foram citados por 29,5% das empresas, enquanto o capital próprio foi mencionado por 23,1%.

Segundo Colusso, o uso de recursos próprios pode representar uma decisão estratégica, mas merece atenção quando ocorre por falta de alternativas de financiamento.

“Utilizar o capital próprio como fonte de financiamento pode ser uma escolha estratégica dessa empresa industrial. Mas isso passa a ser algo relevante quando deixa de ser uma escolha e passa a ser uma necessidade da empresa, porque o custo do crédito está muito elevado ou porque ela está tendo dificuldade de acesso a esse financiamento”, destaca.

Pequenas empresas enfrentam mais dificuldades para obter crédito adequado

Para a maioria das empresas industriais que contrataram ou renovaram crédito, o valor aprovado correspondeu ao montante solicitado. No financiamento de curto e médio prazo, 62,1% receberam o volume de recursos de que necessitavam. No crédito de longo prazo, o percentual foi de 61%.

Por outro lado, cerca de uma em cada quatro empresas relatou ter recebido menos recursos do que precisava. Entre as que contrataram ou renovaram crédito de curto e médio prazo, 24,9% afirmaram que o valor aprovado foi menor ou muito menor do que o solicitado. No financiamento de longo prazo, o percentual chegou a 26,4%.

Já a aprovação de valores superiores aos necessários foi menos frequente: ocorreu em 11,1% das operações de curto e médio prazo e em 10,8% das de longo prazo.

A análise por porte mostra que as pequenas empresas enfrentam as maiores dificuldades para obter o volume de crédito necessário. Nessa categoria, 33,3% receberam recursos inferiores às suas necessidades no financiamento de curto e médio prazo. No longo prazo, o percentual foi ainda maior, de 34,4%.

Entre as médias e grandes empresas, os percentuais de insuficiência dos valores aprovados variaram de 21% a 27,7%, conforme o porte e a modalidade de financiamento.

Maria Virgínia Colusso ressalta que as empresas menores enfrentam obstáculos tanto para conseguir crédito quanto para obter o montante considerado adequado ao financiamento de suas atividades.

“Essas dificuldades podem estar relacionadas ao fato de as pequenas empresas terem maiores dificuldades de apresentar as garantias exigidas pelas instituições financeiras para conceder o crédito, comprovar capacidade de pagamento, além de terem menor poder de barganha para negociar as condições de financiamento”, explica.

Maioria mantém condições semelhantes na renovação do crédito

A pesquisa também avaliou as condições de acesso ao crédito e de renovação das operações. Entre as empresas industriais que renovaram linhas de curto e médio prazo no período, 53,9% afirmaram que as condições gerais permaneceram semelhantes às anteriores.

Para 24,8% das empresas, as condições de renovação foram piores ou muito piores. Já 19,7% relataram condições melhores ou muito melhores.

No financiamento de longo prazo, 53,2% dos entrevistados disseram que as condições de renovação permaneceram semelhantes. Outros 17,8% avaliaram que elas ficaram piores ou muito piores, enquanto 26,9% apontaram melhora nas condições de financiamento.

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19/10/2026 04:15h

Estimativa da CNM considera despesas adicionais com trabalhadores terceirizados; impacto total da redução da jornada pode chegar a R$ 6,6 bilhões anuais

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O fim da escala de trabalho 6x1 para trabalhadores de empresas terceirizadas que prestam serviços aos municípios pode gerar um impacto de R$ 5,14 bilhões por ano nos cofres municipais. A estimativa é da Confederação Nacional de Municípios (CNM), com base em uma pesquisa realizada com gestores locais.

Segundo a entidade, o custo anual total da redução da jornada de trabalho pode chegar a R$ 6,6 bilhões, incluindo R$ 1,49 bilhão em despesas com a contratação direta de servidores.

O levantamento considera o texto da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 221/2019, que prevê a redução do limite da jornada semanal de 44 para 40 horas.

O presidente da CNM, Paulo Ziulkoski, avalia que a mudança exigirá a ampliação das equipes das empresas terceirizadas para manter o atual nível de prestação dos serviços públicos. Segundo ele, esses custos adicionais deverão ser repassados às prefeituras, pressionando os orçamentos municipais.

“Os municípios já enfrentam orçamentos no limite e não têm recursos para custear essa medida. Sem uma previsão orçamentária devida, muitos serviços podem ser afetados, prejudicando a população”, alerta.

Impacto varia conforme o porte do município

A pesquisa ouviu gestores de 2.146 municípios, o equivalente a 38,6% das cidades brasileiras. Do total de participantes, 75% afirmaram contratar serviços terceirizados.

A dependência desse modelo de contratação varia conforme o porte do município. Com base nessa diferença, a CNM estima que a redução da jornada poderá gerar uma despesa adicional média anual de R$ 447 mil para cidades de pequeno porte. Nos municípios de médio porte, o impacto chega a R$ 2,2 milhões, enquanto nas grandes cidades pode alcançar R$ 28,8 milhões por ano.

De acordo com o levantamento, mais de 1 milhão de trabalhadores terceirizados prestam serviços às prefeituras brasileiras. Em 21% das administrações municipais consultadas, esse contingente supera cem profissionais.

Entre os serviços terceirizados mais comuns estão:

  • conservação, limpeza urbana e manejo de resíduos sólidos, mencionados por 69% dos gestores;
  • manutenção de prédios, equipamentos e instalações (44%);
  • informática (29%);
  • segurança e vigilância (27%).

Demanda por serviços impulsiona terceirização

A pesquisa também investigou os principais motivos para a contratação de empresas terceirizadas. A razão mais citada foi a demanda por serviços superior à capacidade do quadro próprio de funcionários, apontada por 57% dos gestores. Em seguida, aparecem a redução de custos, incluindo despesas com pessoal (42%), e a dificuldade de manter profissionais nas equipes municipais (40%).

Na avaliação da CNM, os resultados mostram que a terceirização está consolidada como instrumento de gestão nos municípios, tanto para atender à demanda por serviços públicos quanto para contornar a insuficiência de servidores nos quadros próprios.

Diante da dependência desse modelo de contratação, a entidade avalia que a redução da jornada poderá pressionar os contratos com as empresas prestadoras de serviços e gerar despesas adicionais bilionárias para as prefeituras. Segundo a CNM, a falta de recursos para absorver esses custos pode comprometer a continuidade e a qualidade dos serviços oferecidos à população.

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19/10/2026 04:10h

Açúcar cristal também registra alta na capital paulista, enquanto café robusta e açúcar em Santos apresentam queda

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O preço do café arábica abre esta segunda-feira (19) com alta de 1,52%, com a saca de 60 kg negociada a R$ 1.601,25  na cidade de São Paulo.

O café robusta teve baixa de 0,50%, sendo comercializado a R$ 963,28.


INDICADOR DO CAFÉ ARÁBICA CEPEA/ESALQ

Data Valor R$ Var./Dia Var./Mês Valor US$
16/10/2026 1.601,25 1,52% 1,55% 315,52
15/10/2026 1.577,21 0,38% 0,02% 309,38
14/10/2026 1.571,19 1,55% -0,36% 311,99
13/10/2026 1.547,28 1,01% -1,88% 308,10
09/10/2026 1.531,88 -0,85% -2,85% 307,30


INDICADOR DO CAFÉ ROBUSTA CEPEA/ESALQ

Data Valor R$ Var./Dia Var./Mês Valor US$
16/10/2026 963,28 -0,50% -2,25% 189,81
15/10/2026 968,10 -0,47% -1,76% 189,90
14/10/2026 972,64 0,15% -1,30% 193,14
13/10/2026 971,18 1,03% -1,45% 193,38
09/10/2026 961,31 0,57% -2,45% 192,84


O preço do açúcar cristal apresentou aumento de 0,85% na capital de São Paulo. A saca de 50 kg é cotada a R$ 125,74.


INDICADOR DO AÇÚCAR CRISTAL BRANCO CEPEA/ESALQ - SÃO PAULO

Data Valor R$* Var./Dia Var./Mês Valor US$*
16/10/2026 125,74 0,85% 3,81% 24,78
15/10/2026 124,68 0,60% 2,94% 24,46
14/10/2026 123,94 0,13% 2,33% 24,61
13/10/2026 123,78 0,50% 2,20% 24,65
09/10/2026 123,16 0,46% 1,68% 24,71


Em Santos (SP), houve baixa de 0,10%, e a mercadoria é negociada a R$ 138,50 na média de preços sem impostos.


Indicador Açúcar Cristal - Santos (FOB)

Data Valor R$* Var./Dia Var./Mês Valor US$*
16/10/2026 138,50 -0,10% 10,25% 27,25
15/10/2026 138,64 0,89% 10,36% 27,44
14/10/2026 137,42 -0,79% 9,39% 27,24
13/10/2026 138,51 4,15% 10,26% 27,65
09/10/2026 132,99 -0,20% 5,87% 26,66


A saca de 60 kg do milho, por sua vez, é vendida a R$ 64,85, após alta de 0,06%.

Data Valor R$* Var./Dia Var./Mês Valor US$*
16/10/2026 64,85 0,06% -5,56% 12,78
15/10/2026 64,81 -0,95% -5,62% 12,71
14/10/2026 65,43 -0,24% -4,72% 12,99
13/10/2026 65,59 -2,61% -4,49% 13,06
09/10/2026 67,35 0,25% -1,92% 13,51

 

Os dados são do Cepea.

 

Diferença entre café arábica e café robusta: características, uso e regiões produtoras

Café arábica e café robusta são as duas principais variedades cultivadas e comercializadas no Brasil, ambas medidas em sacas de 60 kg.

O café arábica (conhecido também como café Conilon, em algumas regiões) tem sabor mais suave, menor teor de cafeína e alta qualidade sensorial, sendo preferido em cafeterias especializadas e nas exportações de cafés premium. Representa cerca de 70% da produção brasileira, com destaque para estados como Minas Gerais e São Paulo.

O café robusta, por sua vez, possui sabor mais amargo, maior concentração de cafeína e corpo mais intenso. É amplamente utilizado na produção de café solúvel e blends comerciais. Seus principais polos produtores são o Espírito Santo e Rondônia, e seu preço costuma ser mais baixo em comparação ao arábica, por conta do perfil mais industrial. 

Como é calculada a saca de açúcar cristal?

A saca de açúcar cristal no Brasil é padronizada em 50 quilos, especialmente para comercialização no mercado atacadista e para uso na indústria alimentícia. Essa unidade de medida é adotada pelo Cepea/Esalq-USP, principal fonte de cotações diárias do açúcar cristal no país.

Qual o peso da saca de milho no Brasil?

A saca de milho equivale a 60 kg de grãos, mesmo padrão utilizado para soja e trigo. Essa medida é oficializada por instituições como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Cepea, sendo amplamente usada em negociações e relatórios de preço do milho.

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19/10/2026 04:05h

Saca da soja é negociada a R$ 148,77 no interior paranaense e a R$ 154,61 no litoral; trigo cai no Paraná e sobe no Rio Grande do Sul

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A saca de 60 quilos da soja inicia esta segunda-feira (19) com aumento no interior do Paraná e redução na região litorânea de Paranaguá.

No interior paranaense, o grão apresenta alta de 0,04%, com a saca negociada a R$ 148,77. Em Paranaguá, a baixa foi de 0,06%, levando a cotação para R$ 154,61.


INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANÁ

Data Valor R$* Var./Dia Var./Mês Valor US$*
16/10/2026 148,77 0,04% -3,96% 29,31
15/10/2026 148,71 -0,03% -4,00% 29,17
14/10/2026 148,75 0,52% -3,98% 29,54
13/10/2026 147,98 -0,22% -4,47% 29,47
09/10/2026 148,31 0,11% -4,26% 29,75


INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANAGUÁ 

Data Valor R$* Var./Dia Var./Mês Valor US$*
16/10/2026 154,61 -0,06% -4,30% 30,47
15/10/2026 154,70 0,27% -4,25% 30,35
14/10/2026 154,29 0,09% -4,50% 30,64
13/10/2026 154,15 -0,39% -4,59% 30,69
09/10/2026 154,75 -0,10% -4,22% 31,04



Trigo

 

O trigo teve redução de preço no Paraná e aumento no Rio Grande do Sul.

No Paraná, a tonelada do cereal é comercializada a R$ 1.571,18. No Rio Grande do Sul, o produto é vendido a R$ 1.482,72.

PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - RIO GRANDE DO SUL

Data Valor R$/t* Var./Dia Var./Mês Valor US$/t*
16/10/2026 1.482,72 1,56% 2,21% 292,16
15/10/2026 1.459,99 -0,39% 0,65% 286,38
14/10/2026 1.465,74 -0,47% 1,04% 291,05
13/10/2026 1.472,69 0,31% 1,52% 293,25
09/10/2026 1.468,08 0,86% 1,21% 294,50


PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - PARANÁ

Data Valor R$/t* Var./Dia Var./Mês Valor US$/t*
16/10/2026 1.571,18 -0,19% 1,74% 309,59
15/10/2026 1.574,15 0,24% 1,93% 308,78
14/10/2026 1.570,32 0,56% 1,68% 311,82
13/10/2026 1.561,58 -0,07% 1,12% 310,95
09/10/2026 1.562,68 0,11% 1,19% 313,48


Os dados são do Cepea.

 

O que é uma saca de soja ou de trigo? Entenda a unidade de medida no mercado de grãos

A saca de soja e a saca de trigo são as principais unidades de comercialização de grãos no Brasil. Cada saca equivale a 60 quilos, padrão adotado por órgãos oficiais como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

Esse formato padronizado facilita o comércio da soja e do trigo, além de permitir um acompanhamento mais preciso das cotações e variações de preços no mercado nacional.

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19/10/2026 04:00h

Preços do frango permanecem estáveis, enquanto carcaça suína especial sobe e suíno vivo registra queda em Santa Catarina

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O preço do boi gordo teve alta de 0,13% nesta quinta-feira (15). Em São Paulo, a arroba é negociada a R$ 380,70.

INDICADOR DO BOI GORDO CEPEA/ESALQ 

Data Valor R$* Var./Dia Var./Mês Valor US$*
16/10/2026 380,70 0,13% 4,50% 75,01
15/10/2026 380,20 0,21% 4,36% 74,58
14/10/2026 379,40 0,37% 4,14% 75,34
13/10/2026 378,00 0,05% 3,76% 75,27
09/10/2026 377,80 0,40% 3,71% 75,79


Preço do frango congelado e frango resfriado

No mercado de frango, os valores apresentam estabilidade na Grande São Paulo, em São José do Rio Preto e em Descalvado. O quilo do frango congelado é vendido a R$ 8,49, enquanto o frango resfriado está cotado a R$ 8,51.

PREÇOS DO FRANGO CONGELADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP

Data Valor R$ Var./Dia Var./Mês
16/10/2026 8,49 0,00% 2,29%
15/10/2026 8,49 1,19% 2,29%
14/10/2026 8,39 0,00% 1,08%
13/10/2026 8,39 0,12% 1,08%
09/10/2026 8,38 0,00% 0,96%


PREÇOS DO FRANGO RESFRIADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP 

Data Valor R$ Var./Dia Var./Mês
16/10/2026 8,51 0,00% 2,41%
15/10/2026 8,51 1,19% 2,41%
14/10/2026 8,41 0,00% 1,20%
13/10/2026 8,41 0,24% 1,20%
09/10/2026 8,39 -0,12% 0,96%

Preço da carcaça suína especial e suíno vivo

Já a carcaça suína especial teve alta nos atacados da Grande São Paulo, onde o quilo custa R$ 10,05.

Entre os estados analisados, o suíno vivo registra declínio no preço em Santa Catarina, onde o animal é comercializado a R$ 5,83. 

PREÇOS DA CARCAÇA SUÍNA ESPECIAL (R$/kg) 

Data Média Var./Dia Var./Mês
16/10/2026 10,05 0,80% 18,24%
15/10/2026 9,97 0,00% 17,29%
14/10/2026 9,97 -0,20% 17,29%
13/10/2026 9,99 5,60% 17,53%
09/10/2026 9,46 1,39% 11,29%


INDICADOR DO SUÍNO VIVO CEPEA/ESALQ (R$/kg)

Data Estado Valor R$* Var./Dia Var./Mês
16/10/2026 MG - posto 6,95 0,00% 13,19%
16/10/2026 PR - a retirar 5,91 0,17% 10,06%
16/10/2026 RS - a retirar 5,81 0,69% 10,25%
16/10/2026 SC - a retirar 5,83 0,17% 11,05%
16/10/2026 SP - posto 6,77 2,11% 17,13%


Os dados são do Cepea.

 

O que é o boi gordo? Entenda o termo do mercado bovino

O boi gordo é o bovino macho pronto para o abate, com peso mínimo de 16 arrobas líquidas de carcaça (aproximadamente 240 kg) e até 42 meses de idade. Atende aos padrões do mercado nacional e internacional, incluindo exportações para Europa, China e cota Hilton.

Diferenças entre frango congelado e frango resfriado

O frango congelado passa por congelamento rápido, com temperaturas abaixo de -12°C, garantindo maior vida útil para armazenamento e transporte a longas distâncias.

Já o frango resfriado é mantido entre 0°C e 4°C, com validade de 5 a 7 dias, oferecendo textura e sabor mais próximos do fresco, ideal para consumidores

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19/10/2026 04:00h

São Paulo lidera a distribuição dos recursos neste decêndio, com aproximadamente R$ 279 milhões destinados às prefeituras do estado

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As prefeituras brasileiras vão receber nesta terça-feira (20) os recursos do segundo decêndio de outubro do Fundo de Participação dos Municípios (FPM). O valor da transferência é de R$ 2,2 bilhões. Em relação ao mesmo período do ano passado, houve uma variação positiva de 15%. A segunda parcela de outubro de 2025 foi de R$ 1,9 bilhão.

Na avaliação do especialista em orçamento público Cesar Lima, o desempenho dos repasses do FPM ao longo do ano indica um cenário favorável para as finanças municipais. Ele também destaca a importância de acompanhar os impactos iniciais da reforma tributária sobre a arrecadação e a distribuição dos recursos entre as prefeituras.

"Tudo indica que teremos um ano que vai fechar positivamente os valores da FPM em relação ao ano passado, consolidando uma boa evolução do FPM até o momento. Vamos aguardar, a partir de janeiro, a entrada parcial em funcionamento da reforma tributária e ver quais serão os efeitos dela sobre o Fundo de Participação dos Municípios", destaca. 

São Paulo lidera a distribuição dos recursos neste decêndio, com aproximadamente R$ 279 milhões destinados às prefeituras do estado. Entre os municípios paulistas beneficiados estão São Bernardo do Campo e São Vicente, com repasses de R$ 1,2 milhão para cada um.

Já Roraima registra o menor montante entre os estados, com cerca de R$ 1,6 milhão. No estado, Cantá e Alto Alegre estão entre os municípios com maiores repasses, de aproximadamente R$ 136 mil cada.

 

 

Destaques de outras regiões

No Nordeste, a Bahia está entre os estados que recebem mais recursos do FPM. Neste decêndio, a unidade da federação vai contar com R$ 181 milhões, que serão distribuídos entres as prefeituras locais. 

Na Região Sul, o Rio Grande do Sul também recebe uma parcela expressiva do fundo. As cidades gaúchas vão partilhar R$ 142 milhões. 

Em relação ao Centro-Oeste, Goiás integra o maior volume de recursos entre os estados da região, com um total de R$ 73 milhões. 

VEJA MAIS:

A distribuição da verba varia de acordo com os coeficientes de participação de cada município. O estado de São Paulo, por exemplo, costuma concentrar uma parcela maior dos valores destinados às prefeituras, enquanto unidades da federação com menor número de habitantes, como Roraima, recebem montantes totais menores.

FPM: municípios bloqueados

Embora o FPM seja destinado aos municípios brasileiros, algumas prefeituras podem ficar impedidas de receber os recursos em razão de bloqueios registrados no Sistema Integrado de Administração Financeira do Governo Federal (SIAFI).

Até sexta-feira (16), A lista dos entes bloqueados era composta pelos seguintes municípios:

  1. Vitória do Jari (AP)
  2. Caturama (BA)
  3. Nova Viçosa (BA)
  4. Prado (BA)
  5. Ubatã (BA)
  6. Solonópole (CE)
  7. Bonópolis (GO)
  8. Rio Verde (GO)
  9. Anapurus (MA)
  10. Loreto (MA)
  11. Itatiaiuçu (MG)
  12. Marilac (MG)
  13. Apiacás (MT)
  14. Campo Maior (PI)
  15. Itaguajé (PR)
  16. Armação dos Búzios (RJ)
  17. Laje do Muriaé (RJ)
  18. Petrópolis (RJ)
  19. Porto Real (RJ)
  20. Saquarema (RJ)
  21. Mucajaí (RR)
  22. Bom Princípio (RS)
  23. Constantina (RS)
  24. Crissiumal (RS)
  25. Jacinto Machado (SC)
  26. Aurora do Tocantins (TO)
  27. Divinópolis do Tocantins (TO)

O que é o FPM

O Fundo de Participação dos Municípios é uma transferência constitucional formada por uma parcela da arrecadação federal com o Imposto de Renda (IR) e o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI).

A distribuição dos recursos considera critérios como a população municipal e os coeficientes de participação definidos para cada prefeitura. Os dados populacionais utilizados no cálculo são atualizados com base nas informações do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
 

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19/10/2026 04:00h

Saiba as causas e 7 sinais de alerta

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Sentir cansaço nas pernas após esforço físico é comum, mas alguns sinais merecem atenção. Segundo o cirurgião vascular Dr. Vitor Cervantes Gornati (CRM: 135.129/SP), "pernas que incham ao longo do dia podem indicar problemas no coração ou nos rins".

Varizes sugerem distúrbios circulatórios. Já formigamento ou dormência pode apontar para alterações nos nervos, como hérnia de disco.

Com o envelhecimento, também há perda de massa muscular, cerca de 3% a 4% a cada 10 anos após os 40 anos. Outros sinais de alerta são: pele escurecida ou avermelhada nas pernas, feridas que não cicatrizam (especialmente no tornozelo) e cansaço generalizado.

Se você percebeu algum desses sintomas, procure um clínico geral, cardiologista ou cirurgião vascular para uma avaliação.

Veja ao vídeo com a explicação do especialista:

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18/10/2026 18:40h

Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul têm dia com poucas nuvens e temperaturas baixas ao amanhecer

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A segunda-feira (19) começa com tempo estável e predomínio de poucas nuvens na Região Sul, acompanhado por declínio nas temperaturas e condição para geada em trechos do interior, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). 

No Paraná, o tempo fica aberto com poucas nuvens na maioria das regiões, incluindo o norte, oeste e centro-sul, com possibilidade de geada em áreas centrais e do sul paranaense. Em Curitiba, a mínima registra 8°C e a máxima chega a 16°C.

Em Santa Catarina, o sol predomina entre poucas nuvens no litoral, norte e oeste, enquanto a região do planalto e áreas centrais apresentam condição de claro com geada ao amanhecer. Em Florianópolis, os termômetros marcam mínima de 12°C e máxima de 20°C.

No Rio Grande do Sul, o predomínio é de poucas nuvens em todo o estado, cobrindo o sul, a região metropolitana, a campanha e as missões, com áreas do centro e do nordeste gaúcho registrando condição de claro com geada. Em Porto Alegre, a mínima fica em 9°C e a máxima atinge 17°C.

No interior da Região Sul, o ar frio começa a recuar lentamente, mas a região ainda se sustenta como a mais fresca do território nacional. O início do dia será consideravelmente frio nas áreas serranas, registrando mínimas de 14°C a 16°C, e as máximas à tarde sobem de forma tímida, oscilando entre 21°C e 23°C.

 

O QUE É GEADA?

Depósito de gelo cristalino — em formas como agulhas, prismas ou escamas — formado pela sublimação do vapor d’água do ar adjacente sobre superfícies expostas, como solo, plantas e objetos.
 

5 motivos para acompanhar as previsões do tempo

  • Agricultura: garantia de uma boa colheita;
  • Marinha: proteção de marinheiros, navios e passageiros;
  • Aeronáutica: segurança de pilotos, aeronaves e passageiros;
  • Pesca: condições favoráveis e seguras para a atividade;
  • Turismo: garantia de passeios e viagens tranquilas e agradáveis.

Importância das observações meteorológicas no INMET

As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).

As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

 

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18/10/2026 18:30h

Pancadas de chuva isoladas atingem áreas de Goiás, Mato Grosso e o Distrito Federal, enquanto Mato Grosso do Sul tem poucas nuvens

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A segunda-feira (19) apresenta variação nas condições do tempo na Região Centro-Oeste, com pancadas de chuva isoladas no trecho norte e predomínio de poucas nuvens no centro-sul da região, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

Em Goiás, a porção norte e nordeste do estado registra muitas nuvens com pancadas de chuva, enquanto a faixa central, leste e sul apresenta muitas nuvens. Em Goiânia, os termômetros marcam mínima de 17°C e máxima de 31°C.

No Distrito Federal, a previsão é de muitas nuvens com pancadas de chuva isoladas em Brasília e no entorno, onde as temperaturas variam entre a mínima de 16°C e a máxima de 27°C.

Em Mato Grosso, o norte e o nordeste do estado têm muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas, e o noroeste registra pancadas de chuva isoladas. Nas áreas central, sul, leste e oeste, o tempo fica com muitas nuvens a poucas nuvens. Em Cuiabá, a mínima fica em 20°C e a máxima atinge 34°C.

Em Mato Grosso do Sul, o tempo permanece firme com poucas nuvens na maior parte do estado, incluindo o centro, sul, leste e oeste. Apenas o extremo nordeste sul-mato-grossense registra muitas nuvens. Em Campo Grande, a mínima é de 14°C e a máxima chega aos 25°C.

No interior da Região Centro-Oeste, o tempo predominantemente aberto acelera a elevação das temperaturas ao longo do dia. O amanhecer registra marcas mínimas ligeiramente amenas por volta de 19°C a 21°C, mas as tardes serão marcadas por forte calor seco, com máximas que chegam facilmente aos 33°C a 35°C.
 

5 motivos para acompanhar as previsões do tempo

  • Agricultura: garantia de uma boa colheita;
  • Marinha: proteção de marinheiros, navios e passageiros;
  • Aeronáutica: segurança de pilotos, aeronaves e passageiros;
  • Pesca: condições favoráveis e seguras para a atividade;
  • Turismo: garantia de passeios e viagens tranquilas e agradáveis.

Importância das observações meteorológicas no INMET

As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).

As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).


 

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18/10/2026 18:20h

São Paulo e Rio de Janeiro registram tempo com muitas nuvens, enquanto o norte mineiro e o território capixaba têm pancadas de chuva

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A segunda-feira (19) tem variação de nebulosidade e instabilidade em pontos da Região Sudeste, com pancadas de chuva isoladas concentradas ao norte e leste do trecho regional, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

Em São Paulo, a previsão indica predomínio de muitas nuvens em todo o estado, incluindo a região metropolitana, o litoral e o interior. Na capital paulista, os termômetros registram mínima de 12°C e máxima de 18°C.

No Rio de Janeiro, o tempo permanece com muitas nuvens na capital, na região serrana, no sul e no norte fluminense. Na cidade do Rio de Janeiro, a mínima é de 19°C e a máxima chega a 24°C.

Em Minas Gerais, o sul, o centro e a região metropolitana registram muitas nuvens com possibilidade de chuva isolada. No norte, nordeste, leste e vale do Jequitinhonha, o dia fica com muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas isoladas. Apenas no extremo oeste mineiro, no Triângulo, há previsão de poucas nuvens. Em Belo Horizonte, as temperaturas variam entre 16°C e 28°C.

No Espírito Santo, a condição é de muitas nuvens com pancadas de chuva isoladas em todo o território capixaba, abrangendo o litoral e o interior. Em Vitória, a mínima fica em 19°C e a máxima atinge 26°C.

No interior da Região Sudeste, as temperaturas se mantêm equilibradas, embora apresentem uma leve tendência de aquecimento em relação ao final de semana. O amanhecer apresenta mínimas confortáveis entre 18°C e 20°C, enquanto as máximas vespertinas ficam confortavelmente contidas na faixa dos 27°C a 29°C.
 

5 motivos para acompanhar as previsões do tempo

  • Agricultura: garantia de uma boa colheita;
  • Marinha: proteção de marinheiros, navios e passageiros;
  • Aeronáutica: segurança de pilotos, aeronaves e passageiros;
  • Pesca: condições favoráveis e seguras para a atividade;
  • Turismo: garantia de passeios e viagens tranquilas e agradáveis.

Importância das observações meteorológicas no INMET

As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).

As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

 

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18/10/2026 18:10h

Aviso de perigo potencial abrange Acre, Amazonas, Rondônia e Roraima, enquanto o Amapá tem tempo com poucas nuvens

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A segunda-feira (19) apresenta tempo instável na Região Norte, com pancadas de chuva e risco de tempestades em diversos estados, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

No Acre, todo o estado, incluindo o Vale do Acre e o Vale do Juruá, registra muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas isoladas. Em Rio Branco, os termômetros marcam mínima de 23°C e máxima de 35°C.

No Amazonas, a previsão indica muitas nuvens com pancadas de chuva isoladas no centro, sul, norte e sudoeste. Em Manaus, a mínima é de 26°C e a máxima chega a 35°C.

Em Rondônia, o estado enfrenta muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas isoladas no leste e na região de Madeira-Guaporé. Em Porto Velho, a temperatura oscila entre 24°C e 35°C.

Em Roraima, o norte e o sul do estado registram muitas nuvens com pancadas de chuva isoladas. Em Boa Vista, a mínima fica em 27°C e a máxima atinge 37°C.

No Tocantins, há previsão de muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas isoladas no centro, sul e oeste. Em Palmas, a variação térmica vai de 24°C a 35°C.

No Pará, a porção oeste e o sul têm muitas nuvens com pancadas de chuva isoladas, enquanto o nordeste e o norte do estado apresentam muitas nuvens. Em Belém, a mínima é de 25°C e a máxima de 36°C.

No Amapá, o tempo fica mais aberto, com predomínio de poucas nuvens. Em Macapá, as temperaturas variam entre 25°C e 35°C.

No interior da Região Norte, a forte massa de ar quente se intensifica, mantendo o ambiente extremamente abafado com risco de temporais isolados de fim de tarde no oeste. Os termômetros registram noites com mínimas na faixa de 23°C a 25°C, subindo de forma severa no decorrer do dia até atingirem marcas máximas entre 36°C e 38°C.

 

Alerta de tempestade

Também está em vigor um aviso de tempestade, classificado como perigo potencial, das 00h00 às 23h59 desta segunda-feira (19). A área de abrangência inclui:  

  • Acre: Vale do Acre e Vale do Juruá;
  • Amazonas: Centro, Norte, Sudoeste e Sul Amazonense;
  • Rondônia: Leste Rondoniense e Madeira-Guaporé;
  • Roraima: Norte e Sul de Roraima.

Estão previstas chuvas de até 50 mm/dia, ventos intensos entre 40 e 60 km/h e queda de granizo, com baixo risco de corte de energia elétrica, alagamentos e queda de galhos de árvores. 

 

O QUE É GRANIZO? 

Precipitação originada de nuvens convectivas, sobretudo cumulonimbus, que atinge o solo em forma de esferas ou fragmentos irregulares de gelo. Quando o diâmetro das partículas é ≥ 5 mm, classificam-se como granizo; partículas menores são classificadas como granizo miúdo e/ou neve granulada (graupel). Em boletins METAR, utiliza-se ‘GR’ para granizo e ‘GS’ para granizo miúdo/neve granulada. Unidades isoladas são chamadas de ‘pedras de granizo’.

 

5 motivos para acompanhar as previsões do tempo

  • Agricultura: garantia de uma boa colheita;
  • Marinha: proteção de marinheiros, navios e passageiros;
  • Aeronáutica: segurança de pilotos, aeronaves e passageiros;
  • Pesca: condições favoráveis e seguras para a atividade;
  • Turismo: garantia de passeios e viagens tranquilas e agradáveis.

Importância das observações meteorológicas no INMET

As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).

As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

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18/10/2026 18:00h

Faixa leste do Nordeste tem predomínio de poucas nuvens, enquanto o interior registra tempo com muitas nuvens e pancadas de chuva

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A segunda-feira (19) apresenta variação nas condições do tempo na Região Nordeste, com pancadas de chuva isoladas no centro-sul e oeste, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

No Maranhão, o sul do estado registra muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas, enquanto o centro e o norte apresentam muitas nuvens. Em São Luís, a mínima fica em 26°C e a máxima chega a 32°C.

No Piauí, a porção sudoeste e o extremo sul registram muitas nuvens com pancadas de chuva isoladas, enquanto o centro e o norte do estado ficam com muitas nuvens. Em Teresina, os termômetros marcam mínima de 26°C e máxima de 38°C.

No Ceará, no Rio Grande do Norte, na Paraíba, em Pernambuco e em Alagoas, o dia tem predomínio de poucas nuvens em praticamente todo o território. Em Fortaleza, a mínima é de 25°C e a máxima de 31°C. Em Natal, as temperaturas variam entre 25°C e 30°C. Em João Pessoa, a variação vai de 24°C a 32°C. Em Recife e Maceió, as mínimas ficam em 23°C e as máximas chegam a 31°C.

Em Sergipe, o estado registra muitas nuvens na faixa litoral e agreste. Em Aracaju, os termômetros variam entre mínima de 26°C e máxima de 32°C.

Na Bahia, o oeste, o centro-sul e o vale do São Francisco registram muitas nuvens com pancadas de chuva isoladas, com pontos do oeste apresentando trovoadas. O norte e o recôncavo baiano têm tempo com muitas nuvens e chance de pancadas de chuva isoladas. Em Salvador, a mínima é de 23°C e a máxima atinge 32°C.

No interior da Região Nordeste, a estiagem severa mantém o padrão de calor extremo em todo o sertão, marcando o pico térmico do país. As madrugadas continuam com temperaturas mínimas agradáveis oscilando entre 21°C e 23°C, mas o sol forte dita o ritmo das tardes escaldantes, elevando as máximas para o patamar de 36°C a 39°C.

 

5 motivos para acompanhar as previsões do tempo

  • Agricultura: garantia de uma boa colheita;
  • Marinha: proteção de marinheiros, navios e passageiros;
  • Aeronáutica: segurança de pilotos, aeronaves e passageiros;
  • Pesca: condições favoráveis e seguras para a atividade;
  • Turismo: garantia de passeios e viagens tranquilas e agradáveis.

Importância das observações meteorológicas no INMET

As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).

As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

 

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18/10/2026 04:55h

Estudo destaca a tecnologia como alternativa para garantir a continuidade da produção diante das mudanças climáticas

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A dessalinização da água do mar pode reduzir  riscos operacionais, assegurar a continuidade da produção e fortalecer a sustentabilidade do setor produtivo. É o que defende a Confederação Nacional da Indústria (CNI) em estudo apresentado durante o Congresso ALADYR Brasil 2026, realizado pela Associação Latino-Americana de Dessalinização e Reúso de Água, em São Paulo. 

Intitulada "Segurança Hídrica Industrial: O Papel da Dessalinização no Brasil", a publicação analisa o estágio de desenvolvimento da tecnologia, os custos de implantação, os impactos ambientais e as oportunidades de financiamento para ampliar a segurança do abastecimento de água no setor industrial.

A dessalinização consiste na remoção de sais e outros minerais da água do mar ou salobra, tornando-a adequada para diferentes usos, inclusive o consumo humano e as atividades produtivas. A técnica mais utilizada atualmente é a Osmose Reversa (OR), processo em que a água passa sob pressão por membranas semipermeáveis que retêm sais e outras substâncias dissolvidas.

Para o diretor de Relações Institucionais da CNI, Roberto de Oliveira Muniz, a segurança hídrica tornou-se um fator estratégico para a competitividade industrial.

"Para a indústria, a água deixou de ser apenas uma pauta ambiental e passou a ser uma variável estratégica, que define onde se investe, como se produz e se a operação resiste a uma crise. Reúso e dessalinização são respostas concretas de adaptação à mudança do clima", afirma.

O gerente de Recursos Naturais da CNI, Mário Cardoso, explica que a água é um insumo essencial para a atividade industrial, utilizada tanto como matéria-prima quanto nos processos de produção, como resfriamento, lavagem e geração de vapor. A falta do recurso pode levar à redução do ritmo de produção ou até à paralisação das fábricas, com impactos que se estendem por toda a economia.

“Quando a fábrica para, quem sente primeiro é o trabalhador, depois a cadeia de fornecedores e o município”, afirma. Segundo Cardoso, mesmo antes de um eventual desabastecimento, a insegurança hídrica já eleva os custos das empresas, que precisam recorrer a caminhões-pipa, buscar fontes emergenciais de captação e manter estoques para evitar interrupções.

O gerente também alerta para os efeitos da escassez de água sobre o setor elétrico. No Brasil, a dependência da geração hidrelétrica faz com que as crises hídricas também possam comprometer a produção de energia, ampliando os riscos para a atividade econômica.

“Com eventos climáticos extremos cada vez mais frequentes, ter água garantida passou a ser fator de competitividade. O investidor escolhe onde instalar uma fábrica, olhando também para a segurança hídrica. Por isso, a CNI trata o tema como estratégia de adaptação à mudança do clima, e não apenas como uma questão ambiental”, afirma.

Mudanças climáticas ampliam desafios para a segurança hídrica

Mário Cardoso apresentou o estudo a especialistas latino-americanos durante o painel “Mudanças climáticas e segurança hídrica: desafios para a economia latino-americana”. O debate contou com a participação do assessor da Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA), Tibério Pinheiro, e foi moderado pelo diretor da ALADYR, Eduardo Pedroza.

Na apresentação, Cardoso destacou os impactos dos eventos climáticos sobre a população e a economia brasileira. Segundo o Atlas Digital de Desastres no Brasil, eventos climáticos atingiram 83% dos municípios do país entre 2014 e 2023, afetaram 177 milhões de pessoas e provocaram prejuízos de R$ 421 bilhões.

Os efeitos econômicos podem ser ainda maiores no longo prazo. Um estudo do Ministério do Planejamento e Orçamento, elaborado no âmbito da Estratégia Brasil 2050, estima que a falta de medidas para enfrentar as mudanças climáticas pode custar até R$ 17,1 trilhões ao Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro até 2050, além de eliminar 4,4 milhões de empregos.

Na América Latina, cerca de 150 milhões de pessoas vivem em situação de escassez hídrica, segundo relatório do Banco Mundial.

No Brasil, apesar da disponibilidade hídrica elevada em termos agregados, a distribuição da água é desigual. Segundo a ANA, a Região Hidrográfica Amazônica concentra cerca de 81% da disponibilidade de águas superficiais do país, enquanto o semiárido nordestino enfrenta escassez recorrente.

Nesse cenário, a indústria precisa buscar alternativas para reduzir a dependência de fontes convencionais de abastecimento e enfrentar períodos de restrição hídrica. Dados do relatório Conjuntura dos Recursos Hídricos no Brasil 2025, da ANA, indicam que a demanda de água do setor industrial chegou a aproximadamente 175 m³/s em 2025.

Tecnologia avança e reduz custos de dessalinização 

O estudo da CNI destaca os ganhos de eficiência da Osmose Reversa nas últimas décadas. O consumo de energia necessário para dessalinizar a água, que inicialmente podia chegar a 20 quilowatts-hora por metro cúbico (kWh/m³), caiu para uma faixa de 2,0 a 4,0 kWh/m³ nas instalações modernas de grande porte.

Apesar dos avanços tecnológicos, a eletricidade ainda representa entre 40% e 60% dos custos operacionais de uma usina de dessalinização. No Brasil, os custos de produção de água para uso industrial variam, conforme os parâmetros apresentados no estudo, entre US$ 0,50 e US$ 0,80 por metro cúbico.

Já o investimento médio global em projetos de dessalinização de grande escala é estimado em aproximadamente US$ 900 por metro cúbico diário de capacidade instalada.

A localização da população e dos polos industriais também favorece a avaliação da tecnologia como alternativa de abastecimento. Cerca de 111,27 milhões de brasileiros, o equivalente a 54,8% da população, vivem a até 150 quilômetros da costa, onde também estão concentrados importantes centros industriais.

No entanto, a proximidade do mar não elimina os desafios relacionados ao custo da energia, à infraestrutura necessária e aos impactos ambientais do processo. Por isso, a viabilidade dos projetos depende das características de cada região e das necessidades de consumo de água.

Fundo Clima pode financiar projetos industriais

Para estimular a implantação de novos projetos, o estudo destaca a disponibilidade de linhas de crédito do Fundo Clima – Indústria Verde, operado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Segundo a CNI, além do acesso ao financiamento, o avanço da dessalinização depende de maior segurança jurídica para os investimentos. Entre os pontos que precisam de clareza estão as regras de licenciamento ambiental para o descarte da salmoura — resíduo concentrado em sais gerado no processo — e a tributação de equipamentos e insumos utilizados nas instalações.

A definição dessas condições pode contribuir para reduzir incertezas e ampliar a escala dos projetos no país.

Desafios para a dessalinização

Segundo Mário Cardoso, o principal entrave à expansão da dessalinização no Brasil não é tecnológico nem financeiro, mas regulatório.

“A tecnologia já está madura e já funciona no Brasil em algumas situações. O custo de operação para a indústria já é competitivo e existe financiamento pelo Fundo Clima no BNDES. O que falta é segurança jurídica. Não temos regras nacionais claras para o licenciamento das usinas, nem para o descarte da salmoura”, aponta.

De acordo com Cardoso, a falta de diretrizes claras faz com que cada projeto seja avaliado de forma isolada, o que pode prolongar os processos de licenciamento e aumentar a incerteza para os investidores. Esse cenário, segundo ele, dificulta a expansão da tecnologia no país.

Para as pequenas empresas, uma das alternativas é investir em soluções compartilhadas. Segundo o gerente da CNI, distritos e polos industriais podem implantar centrais de reúso de água para atender a várias empresas, dividindo os custos de investimento e operação.

“A pequena empresa também pode comprar a água como serviço. Ela paga pelo metro cúbico entregue e não precisa imobilizar um capital na planta”, afirma.

Outra medida é adotar regras de licenciamento proporcionais ao risco ambiental de cada iniciativa. “Uma empresa que reaproveita a própria água dentro da fábrica, sem impacto para ninguém, não deveria enfrentar a mesma burocracia de um grande projeto. Regra simples também é redução de custo”, defende Cardoso.

O gerente também destaca a importância de ampliar o acesso ao crédito para pequenas e médias indústrias, com linhas de financiamento de menor valor, operadas por bancos regionais e instituições financeiras parceiras. Além disso, o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) pode contribuir com diagnósticos e assistência técnica para identificar oportunidades e orientar a implementação de soluções de reúso de água.

Projetos brasileiros demonstram viabilidade da tecnologia

O levantamento da CNI reúne experiências nacionais de dessalinização para diferentes finalidades, desde o abastecimento de grandes complexos industriais até o fornecimento de água potável para comunidades rurais.

Entre os exemplos apresentados estão:

  • ArcelorMittal Tubarão (ES): maior usina de dessalinização de água do mar do Brasil, recebeu investimento de R$ 50 milhões e possui capacidade inicial de 500 m³/h (suficiente para abastecer 80 mil pessoas). A planta conta com sistema de recuperação de energia de alta pressão que reduz em 50% o consumo elétrico e realiza o descarte de salmoura diluído no canal de água do mar da própria usina (800 m³/h diluídos em 48.000 m³/h). 
  • Fortaleza (CE): Parceria Público-Privada (PPP) de 30 anos com a Cagece e o Consórcio Águas de Fortaleza, envolvendo R$ 3,1 bilhões em valor total e R$ 526 milhões em investimentos diretos para construir uma usina com capacidade de 1 m³/s (31,5 milhões de m³/ano). 
  • Fernando de Noronha (PE): O investimento de R$ 22 milhões da Compesa na usina do arquipélago gerou um ganho de 85,7% na receita da concessionária e acabou com o racionamento hídrico na ilha. 
  • Programa Água Doce (PAD): Focado no semiárido, atende mais de 200 mil pessoas em comunidades rurais. Em pregões recentes da Codevasf, foram contratados sistemas comunitários de 400 L/h com custo unitário de instalação entre R$ 423 mil e R$ 445 mil. 
  • Ilhabela (SP): Projeto da Sabesp com capacidade para 30 L/s, que aumentará em 22% a oferta de água potável para cerca de 7.000 famílias, com previsão de início de operação em 2026. 
  • CPFL (RN): Sistema fotovoltaico integrado à dessalinização que leva água potável a mais de 800 famílias no semiárido potiguar.

CNI amplia agenda de reúso de água e adaptação climática

O estudo sobre dessalinização integra uma estratégia da CNI voltada à segurança hídrica industrial, iniciada em 2017. Em parceria com federações industriais e o Centro Internacional de Referência em Reúso de Água da Universidade de São Paulo (Cirra/USP), a entidade já produziu dez estudos sobre o reúso de efluentes.

As projeções reunidas pela confederação indicam que o Brasil pode ampliar em até 13 vezes sua capacidade de reúso industrial. Para isso, seriam necessários investimentos estimados em R$ 1,89 bilhão, com potencial de gerar retorno econômico direto de R$ 5,9 bilhões para o setor.

A iniciativa também resultou na elaboração de um manual metodológico para avaliar a viabilidade do reúso industrial em países da América do Sul, lançado recentemente pela CNI.

Outra publicação da entidade é o Guia da Indústria para Adaptação à Mudança do Clima, lançado em 2026. O material reúne diagnósticos, metodologias e medidas práticas para orientar empresas na identificação de riscos climáticos e na adoção de estratégias de adaptação.

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18/10/2026 04:10h

Análise da Opinião Inteligência Política mostra o candidato do PL com 51,8% dos votos válidos na média dos levantamentos. Apesar do favoritismo, vantagem diminuiu nos últimos dias e Lula ainda tem chances de reverter o resultado

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O candidato Flávio Bolsonaro (PL) aparece à frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em 12 das 13 pesquisas nacionais divulgadas após o primeiro turno das eleições presidenciais de 2026. Segundo estudo da Opinião Inteligência Política, Flávio tem 51,8% dos votos válidos na média dos levantamentos. Apesar da vantagem, a análise aponta que a disputa ainda não está decidida.

O estudo, atualizado nesta quinta-feira (15), reúne pesquisas de 11 institutos registradas no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), com entrevistas realizadas entre os dias 3 e 15 de outubro.

Além da média das pesquisas, a Opinião Inteligência Política elaborou uma projeção que considera resultados de eleições anteriores e possíveis mudanças na intenção de voto até o segundo turno, marcado para 25 de outubro. Nesse cenário, Flávio Bolsonaro aparece com 52,3% dos votos válidos e 82% de probabilidade de vitória. Lula tem 18% de chance de vencer.

A empresa ressalta, no entanto, que esses percentuais são estimativas estatísticas, e não resultados de pesquisas eleitorais. As projeções dependem de hipóteses sobre o comportamento dos eleitores e podem mudar até o dia da votação.

Para Alexandre Garcia, CEO da Opinião Inteligência Política, três movimentos podem mudar o segundo turno até 25 de outubro. 

“O primeiro é a aprovação do governo. As pesquisas com campo a partir de 17/10 vão dizer se a alta se confirma. O segundo é o destino de quem votou em Augusto Cury, Renan Santos e Ronaldo Caiado no 1º turno. O terceiro é o eleitor de ensino médio que ganha de 2 a 5 salários mínimos. Ali, a rejeição de Lula salta para 57%, contra 41% entre quem ganha até 2 salários. Se houver virada, ela passa por esse eleitor, que é o trabalhador com carteira assinada”, explica Garcia.

Vantagem de Flávio diminuiu nos últimos dias

De acordo com a análise, a média das pesquisas, que estava em 52,2% no dia 11 de outubro, caiu para 51,8% no dia 15. É o menor percentual registrado desde o início da série, em 8 de outubro.

As três pesquisas mais recentes consideradas no estudo, divulgadas em 15 de outubro, apresentaram resultados abaixo da média anterior. Na Palver, Flávio aparece com 50,5% dos votos válidos. Na Indexa/Broadcast, tem 51,2%, enquanto no Datafolha registra 51,1%.

Dos 13 levantamentos analisados pela empresa, apenas a pesquisa Vox Brasil, realizada entre 5 e 7 de outubro, apontou vantagem para Lula.

Pesquisas presenciais mostram disputa mais apertada

Nas pesquisas presenciais, realizadas por Vox Brasil, Datafolha e Quaest, Flávio Bolsonaro aparece com média de 50,4% dos votos válidos, considerando a rodada mais recente de cada instituto.

Já nas pesquisas feitas por telefone com entrevistadores, a média do candidato chega a 52,6%. Nos levantamentos por telefone automático, o percentual é de 52%, enquanto nas pesquisas online fica em 51,6%.

A análise da empresa destaca que, no primeiro turno de 2026, os institutos que realizaram entrevistas presenciais apresentaram resultados mais favoráveis a Lula do que o observado nas urnas.

A Opinião Inteligência Política ressalta, porém, que isso não significa que a diferença vá se repetir no segundo turno, já que o comportamento dos eleitores pode ser diferente nesta etapa da eleição.

Aprovação do governo é apontada como fator importante para Lula

Na média das 13 pesquisas analisadas, a aprovação do governo entre os entrevistados que manifestaram uma opinião chega a 47,3%. O percentual é próximo dos 48,1% de votos válidos atribuídos a Lula na mesma análise.

Segundo a empresa, essa proximidade indica que a disputa presidencial está fortemente associada à avaliação que os brasileiros fazem do atual governo.

O estudo mostra ainda que a aprovação de Lula permaneceu praticamente estável nos institutos que realizaram mais de uma rodada de entrevistas.

No Datafolha, por exemplo, a aprovação ficou em 48% nas duas pesquisas de outubro, enquanto a desaprovação passou de 49% para 50%. No PoderData, os percentuais também permaneceram estáveis: 44% de aprovação e 50% de desaprovação.

Rejeição é elevada para os dois candidatos

Segundo o estudo, na média das 11 pesquisas que divulgaram esse indicador, 48,7% dos entrevistados afirmaram que não votariam em Lula, enquanto 46% disseram que não votariam em Flávio Bolsonaro.

A análise também identificou situações em que Flávio aparece com rejeição superior à de Lula e, mesmo assim, mantém a liderança na intenção de voto.

Na Quaest, por exemplo, 54% dos entrevistados rejeitam Flávio, contra 53% que rejeitam Lula. Ainda assim, o candidato do PL aparece com 51,1% dos votos válidos.

O estudo aponta ainda que, no Datafolha e no PoderData, a rejeição a Flávio aumentou um ponto percentual entre as rodadas analisadas. A Opinião Inteligência Política considera o movimento pequeno, mas destaca que ele representa um sinal desfavorável ao candidato.

Projeção aponta favoritismo, mas não descarta vitória de Lula

Na projeção principal da empresa, que considera um ajuste baseado na diferença observada entre pesquisas anteriores e resultados das urnas, Flávio aparece com 52,3% dos votos válidos e 82% de probabilidade de vitória.

Sem esse ajuste, considerando apenas a média atual dos levantamentos, a probabilidade de vitória do candidato cai para 76%, enquanto a de Lula sobe para 24%.

Em outro cenário apresentado no estudo, no qual as pesquisas estejam superestimando Flávio em um ponto percentual, a probabilidade de vitória do candidato do PL seria de 62%, contra 38% de Lula.

Já em uma hipótese de diferença maior entre as pesquisas e o resultado das urnas, favorável a Flávio, a chance de vitória do candidato chegaria a 88%.

A empresa também calcula uma faixa de resultados possíveis, com 90% de abrangência na estimativa, que vai de 48,2% a 56,4% dos votos válidos para Flávio. Segundo a análise, isso significa que o modelo ainda considera possíveis resultados favoráveis a Lula.

O que pode mudar o cenário?

De acordo com a Opinião Inteligência Política, para que os dois candidatos passassem a ter a mesma probabilidade de vitória no modelo utilizado, a média das pesquisas de Flávio Bolsonaro precisaria cair de 51,8% para 49,5% dos votos válidos. Em treze pesquisas depois do 1º turno, a média ficou entre 51,8% e 52,5%.

A empresa destaca que uma pesquisa isolada tende a provocar poucas mudanças na estimativa. Para identificar uma possível alteração mais consistente na disputa, seria necessário observar uma sequência de levantamentos apontando a mesma tendência.

“Devemos ficar de olho no calendário. Ipespe e Verità saem em 17 de outubro. PoderData, DataTrends e AtlasIntel, em 19 e 20. São as primeiras com campo depois da aprovação do fim da escala 6x1 no Senado e do início do pagamento do Bolsa Família reajustado, e vão dizer se a alta da aprovação que só o PoderData mediu aparece em outros institutos”, frisa Alexandre Garcia.
 

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18/10/2026 04:00h

Luis Azevedo compara as jornadas de Austrália, Canadá, Estados Unidos, Chile, Peru e Argentina e defende que o Brasil libere a negociação de escalas como 7x7 e 14x14, já usadas pelos petroleiros embarcados

A Associação Brasileira de Empresas de Pesquisa Mineral e Mineração (ABPM) divulgou nota sobre a escala de trabalho semanal. O presidente do Conselho da ABPM, Luis Azevedo, comenta que na mineração a escala é definida principalmente pela localização da mina. “Minas próximas a cidades usam escalas semanais (5x2, 6x1 ou turnos rotativos), enquanto minas remotas usam escalas compensadas em blocos longos de trabalho seguidos de folga equivalente, quase sempre com turnos de 12 horas”.

Para Azevedo, a distinção entre minas a céu aberto e subterrânea se refere menos ao formato da escala e mais sobre limites legais e normas de fadiga, calor e exposição. Alguns países tratam o trabalho subterrâneo como penoso ou insalubre e impõem jornadas menores, como é o caso do Brasil.

Segundo Azevedo, a negociação foi a solução adotada em diversos países, como escalas 7x7 e 14x14 que se tornaram mais viáveis por meio da compensação por média, em que o limite semanal é calculado sobre um ciclo de várias semanas. As longas folgas dão ao trabalhador uma flexibilidade valiosa: permitem miniférias, outras atividades e, em inúmeros casos, que casais que trabalham em escala sincronizem seus períodos de descanso. “Visitando minas na Austrália, conheci vários desses casais. Os que não têm filhos combinam suas escalas para folgar juntos e vivem, na prática, metade do tempo em férias. Os que têm filhos me disseram que o relacionamento melhorou muito: Em cada período de 15 dias de trabalho na mina, o trabalhador passa cinco dias cada um por conta própria, no trabalho ou em casa, e dez dias juntos. Isso permite criar os filhos juntos metade do tempo e individualmente a outra metade”.

Na Austrália são 38h/semana mais horas extras “razoáveis” (National Employment Standards), com média permitida pelo Mining Industry Award e por acordos coletivos, enquanto em minas subterrâneas não há limite específico, mas a fadiga é regulada por códigos estaduais de saúde e segurança (ex.: WA, Queensland). As escalas típicas adotadas são o Regime FIFO (fly-in fly-out, onde trabalhadores são levados de avião ao local): 2x1 (14x7), 8x6, 4x4, 7x7; turnos de 12h. Já no Canadá, a Competência provincial em Ontário é de 8h/dia e 48h/semana, com extras a partir de 44h. BC: 8h/40h. Quebec: extras a partir de 40h. Média permitida por acordo. Para minas subterrâneas, Ontário tem regra própria para minas subterrâneas (8h/dia, 48h/semana), com exceções por acordo e as escalas são nos modelos 7x7, 14x14, 4x4 em minas remotas com acampamento; turnos de 10 a 12h. Os Estados Unidos não têm limite especial para adultos (FLSA); apenas adicional de horas extras acima de 40h/semana. A MSHA, agência federal de segurança em minas, não fixa jornada; Sobre a mineração subterrânea, alguns estados mantêm leis históricas de 8h para minas subterrâneas (ex.: Montana) e as escalas são definidas em 4x4 (12h), 5x2, 7x7; 14x14 em locais remotos, como Alasca e Nevada.

Entre os países da América do Sul, o Chile tem Lei 21.561 (Lei das 40 Horas): 44h desde abril/2024, 42h desde abril/2026 e 40h em abril/2028. Máximo de 12h/dia e não possui regime legal distinto para mineração subterrânea. As escalas excepcionais autorizadas pela Dirección del Trabajo: 7x7, 4x4, 10x10, 14x14 com turnos de 12h. O 7x7 de 12h equivale a 42h/semana em média. Já o Peru prevê 8h/dia e 48h/semana; jornadas atípicas acumulativas permitidas se a média do ciclo não exceder 48h; também não tem regime legal distinto para operação subterrânea e as jornadas são de 14x7, 20x10, 21x7 com turnos longos. O Tribunal Constitucional (caso Toquepala, 2005/2006) restringiu jornadas de 12h que ultrapassem a média legal e exigiu condições de segurança, o que gerou muita litigância. Por último, a Argentina determina 8h/dia e 48h/semana (Lei 11.544) e trabalho subterrâneo é tratado como insalubre: 6h/dia e 36h/semana. As escalas são definidas em 7x7, 14x14 e 4x4 com turnos de 12h, via convenções coletivas (sindicato AOMA). Na mineração subterrânea, as escalas precisam respeitar o limite reduzido.

Para Azevedo, o regime brasileiro está entre os mais restritivos do mundo, e talvez seja este um dos motivos pelos quais a mineração nacional ainda não alcançou sua plenitude. A CLT fixa 8h/dia e 44h/semana. No subsolo, o art. 293 limita a jornada a 6h/dia e 36h/semana, e o art. 295 permite estendê-la até 8h mediante acordo ou convenção coletiva e autorização da autoridade competente em segurança e saúde do trabalho. Em turnos ininterruptos de revezamento, a jornada é de 6h, ampliável a 8h por negociação coletiva (Súmula 423 do TST). Escalas como 12x36 e regimes compensados dependem de negociações coletivas complexas, frequentemente questionadas na Justiça.

Por isso, escalas consagradas no Chile, no Peru e na Austrália, como 7x7 ou 14x14 com turnos de 12 horas, enfrentam no Brasil elevado risco jurídico e raramente são adotadas.

O próprio Brasil, aliás, já tem a prova de que esse caminho funciona. Os petroleiros embarcados da Petrobras trabalham em regime de confinamento, com turnos de 12 horas, e cumprem escalas de 14 dias embarcados por 21 dias de folga, amparadas na Lei nº 5.811/1972 e consolidadas em acordos coletivos. É um modelo negociado e amplamente aceito por trabalhadores e empresa, que combina segurança operacional, boa remuneração e longos períodos de convívio familiar. Se funciona em uma plataforma em alto-mar, não há razão para que não funcione em uma mina remota na Amazônia. “Para nós, o regime pode ser 6x1 ou 5x2. O essencial não está no número, mas na liberdade de construir, pela negociação, o arranjo que melhor atenda ao trabalhador e à empresa. Que a negociação livre e plena seja prestigiada, e que Executivo e Judiciário respeitem a vontade das partes. Basta de tutela e de autonomia vigiada. Num mundo em que a informação circula de forma ampla e imediata, já não se sustenta a premissa de que o trabalhador negocia sob pressão ou sem conhecimento de causa. Temos a convicção de que, adotada a liberdade de negociação, o país chegará a um modelo que concilie competitividade, produtividade, geração de empregos, remuneração adequada e qualidade de vida. Para onde o Brasil decidir ir, a mineração irá junto, desde que se respeitem, em igual medida, o trabalhador e o minerador”, conclui Azevedo.

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18/10/2026 04:00h

Repasse da ANM inclui mais de R$ 93 milhões para estados e Distrito Federal e R$ 372 milhões para municípios

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Estados, Distrito Federal e municípios produtores minerários receberam mais de R$ 465 milhões em royalties do setor. O repasse, realizado pela Agência Nacional de Mineração (ANM) na quinta-feira (15), corresponde à Compensação Financeira pela Exploração Mineral (CFEM) arrecadada em setembro.

Desse montante, mais de R$ 93 milhões são destinados aos estados e ao Distrito Federal, enquanto os municípios ficam com mais de R$ 372 milhões.

Para o especialista em orçamento público, Cesar Lima, esses recursos são fundamentais para melhorar a qualidade de vida da população que vive em áreas dos municípios produtores minerários. 

“São recursos que certamente poderão ser usados para alguma melhoria, algum custeio. Como são recursos livres, não há uma amarração para esses recursos, mas com certeza serão usados com sabedoria para a melhoria da qualidade de vida da população desses municípios”, avalia.

Este é o segundo repasse feito pela ANM por meio da ferramenta de distribuição da Plataforma de Gestão de Recursos Minerais (PGRM). A plataforma passou a operar a arrecadação da CFEM em 7 de julho de 2026 e respondeu por 99,62% do total arrecadado.

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Somente em relação aos repasses previstos via PGRM, Minas Gerais e Pará contam com os maiores valores entre os estados, com cerca de R$ 39 milhões e R$ 36 milhões, respectivamente. 

CFEM: regras para utilizar os recursos

A aplicação dos valores recebidos da CFEM deve respeitar as normas legais. Os entes beneficiados não podem usar os recursos para pagar dívidas, exceto aquelas com a União ou seus órgãos. Também é proibido custear despesas fixas com pessoal.

Há uma exceção para os gastos com educação. Os recursos podem ser destinados a essa área, inclusive ao pagamento de salários de professores da rede pública, especialmente na educação básica em tempo integral.

A legislação prevê ainda que, preferencialmente, pelo menos 20% dos valores sejam destinados a iniciativas de diversificação da economia, exploração mineral sustentável e pesquisa científica e tecnológica.

Transparência na aplicação do dinheiro

Os estados e os municípios que recebem a CFEM devem divulgar anualmente como utilizaram os recursos, conforme as regras da Lei de Acesso à Informação (Lei nº 12.527/2011).

Para consultar os dados, os interessados podem acessar, no site da ANM, a seção “Compensação Financeira pela Exploração Mineral – CFEM”. No site do Banco do Brasil, é possível verificar a data em que os valores foram creditados na conta bancária de cada ente federativo.

Os valores destinados aos estados e municípios podem ser consultados em relatórios da ANM, que contemplam tanto o sistema anterior, chamado de sistema legado, quanto a nova Plataforma de Gestão de Recursos Minerais (PGRM).
 

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17/10/2026 19:00h

Resultado da Lotofácil 3807 (18/10/2026): confira as 15 dezenas sorteadas e a premiação por faixa do sorteio deste domingo.

Os números sorteados da Lotofácil 3807, de 18/10/2026, foram: 01 - 03 - 04 - 07 - 10 - 11 - 13 - 16 - 17 - 19 - 20 - 22 - 23 - 24 - 25.

Números sorteados da Lotofácil 3807 (18/10/2026)

01 - 03 - 04 - 07 - 10 - 11 - 13 - 16 - 17 - 19 - 20 - 22 - 23 - 24 - 25

Resultado oficial conferido com a Caixa às 11:55. consulte o resultado oficial no site da Caixa

Concurso seguinte: Resultado da Lotofácil 3808 (19/10/2026): números sorteados

O concurso 3807 da Lotofácil foi realizado neste domingo (18/10/2026), no Espaço da Sorte, em São Paulo, e divulgado pela Caixa Econômica Federal. 3 apostadores acertaram as 15 dezenas e levaram para casa o prêmio de R$ 445.386,24. Os bilhetes premiados foram adquiridos em Porecatu (PR) e Mirante do Paranapanema (SP), além de uma aposta feita pelo canal eletrônico.

O próximo sorteio está marcado para segunda-feira (19/10/2026), com prêmio estimado em R$ 2.000.000,00. Aproveite a oportunidade e faça sua aposta para concorrer.

Resultado e premiação da Lotofácil 3807

  • 15 acertos - 3 apostas ganhadoras, R$ 445.386,24
  • 14 acertos - 341 apostas ganhadoras, R$ 1.173,70
  • 13 acertos - 10.878 apostas ganhadoras, R$ 35,00
  • 12 acertos - 115.002 apostas ganhadoras, R$ 14,00
  • 11 acertos - 548.026 apostas ganhadoras, R$ 7,00

A arrecadação total do concurso foi de R$ 20.337.170,00.

Qual o valor das apostas da LotoFácil?

A aposta mínima, de 15 números, custa R$ 3,50 com chance de 1 em 3.268.760 e a máxima custa R$ 46.512 com chance de 1 em 211.

Quantidade de números jogados

Valor da aposta

15

R$ 3,50

16

R$ 48,00

17

R$ 408,00

18

R$ 2.448,00

19

R$ 11.628,00

20

R$ 46.512,00

Quando acontecem os sorteios da Lotofácil

De segunda-feira a sexta-feira, às 21h, e no domingo, às 11h.

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Resultado Sorteio Lotofácil 3807 (18/10/2026)

Último resultado da Lotofácil (concurso 3806)

Veja o resultado da Lotofácil 3806.

Redação Brasil 61

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