VoltarO sorteio da Mega-Sena concurso 3006 acontece neste sábado, 09 de maio de 2026, a partir das 21h (horário de Brasília). Realizado pela Caixa Econômica Federal, o evento será transmitido ao vivo pelas redes oficiais. Acompanhe aqui a cobertura completa e confira os números assim que forem divulgados oficialmente
Para participar, basta escolher de 6 a 15 números entre os 60 disponíveis no volante. A aposta mínima custa R$ 5,00, e quanto mais números você marcar, maior o preço — mas também maiores as chances de ganhar. Os sorteios acontecem três vezes por semana, às terças, quintas e sábados, sempre às 21h (horário de Brasília).
| Números apostados | Probabilidade de acertar 6 dezenas |
|---|---|
| 6 números | 1 em 50.063.860 |
| 7 números | 1 em 7.151.980 |
| 8 números | 1 em 1.787.995 |
| 9 números | 1 em 595.998 |
| 10 números | 1 em 238.399 |
| 15 números | 1 em 10.003 |
Para aumentar as chances de ganhar, é possível participar de bolões organizados pelas lotéricas ou formar um grupo de apostas. O valor mínimo por cota é de R$ 6,00, e o bolão pode ter de 2 a 100 cotas.
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Prefere insistir nos seus números da sorte? Aposte com a Teimosinha e concorra com a mesma combinação por 2, 3, 4, 6, 8, 9 ou até 12 concursos seguidos, aumentando suas chances de ganhar sem precisar refazer a aposta a cada sorteio.
Parte da arrecadação das apostas da Mega-Sena é destinada a programas sociais do governo federal, como:
Copiar o textoO sorteio da Lotofácil 3680 ocorre na noite deste sábado (9), no ESPAÇO DA SORTE em São Paulo (SP)
O sorteio da Lotofácil concurso 3681 acontece neste sábado, 09 de maio de 2026, a partir das 21h (horário de Brasília). Realizado pela Caixa Econômica Federal, o evento será transmitido ao vivo pelas redes oficiais. Acompanhe aqui a cobertura completa e confira os números assim que forem divulgados oficialmente
A aposta mínima, de 15 números, custa R$ 3,50 com chance de 1 em 3.268.760 e a máxima custa R$ 46.512 com chance de 1 em 211.
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Quantidade de números jogados |
Valor da aposta |
|---|---|
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15 |
R$ 3,50 |
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16 |
R$ 48,00 |
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17 |
R$ 408,00 |
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18 |
R$ 2.448,00 |
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19 |
R$ 11.628,00 |
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20 |
R$ 46.512,00 |
De segunda-feira a sábado, às 21h.
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Baixar áudioA previsão do tempo para a Região Sul neste domingo (10), de acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), indica possibilidade de geada no Rio Grande do Sul e oeste catarinense.
Já para o Paraná e o norte de Santa Catarina, a previsão é de pancadas de chuva acompanhadas de trovoadas isoladas.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 6°C em Curitiba. Já a máxima pode chegar até 17°C, em Florianópolis. A umidade relativa do ar varia entre 40% e 95%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA previsão do tempo para a Região Centro-Oeste neste domingo (10), de acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), aponta sol em todo o estado de Goiás e no Distrito Federal. O mesmo acontece me grande parte de Mato Grosso.
Em Mato Grosso do Sul, são esperadas pancadas de chuva que podem vir acompanhadas de trovoadas isoladas. Possibilidade de chuva no centro-sul, sudoeste, sudeste mato-grossense e microrregiões de Aripuanã, Alta Floresta, Colíder e Norte Araguaia.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 9°C em Campo Grande. Já a máxima pode chegar até 29°C, em Brasília e Goiânia. A umidade relativa do ar varia entre 30% e 95%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA previsão do tempo para a Região Sudeste neste domingo (10), de acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), apresenta sol entre poucas nuvens na maior parte de Minas Gerais e no norte do Espírito Santo.
Previsão de pancadas de chuva isoladas para São Paulo e Rio de Janeiro. Possibilidade de chuva no centro e sul espírito-santense, sul, sudeste de Minas e Zona da Mata.
Entre as capitais, mínima de 14ºC em São Paulo. A máxima deve chegar a 33ºC em Vitória. A umidade relativa do ar varia entre 35% e 95%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA previsão do tempo para a Região Norte neste domingo (10), de acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), indica continuação das pancadas de chuva em grande parte da Norte. Pancadas acompanhadas por trovoadas isoladas atingem o Amazonas, Roraima, Amapá, Acre, Rondônia, Pará e michorregião do Bico do Papagaio, no Tocantins.
Possibilidade de chuva nas demais regiões tocantinenses.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 15°C em Porto Velho. A máxima pode chegar até 36°C, em Palmas. A umidade relativa do ar varia entre 30% e 100%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o textoO sorteio da Loteria Federal concurso 6064 acontece neste sábado, 09 de maio de 2026, a partir das 20h (horário de Brasília). Realizado pela Caixa Econômica Federal, o evento será transmitido ao vivo pelas redes oficiais. Acompanhe aqui a cobertura completa e confira os números assim que forem divulgados oficialmente
A Loteria Federal é uma modalidade tradicional oferecida pela Caixa Econômica Federal e se destaca pelo formato simples de participação. O apostador adquire um bilhete com um número impresso e, caso o número de seu bilhete coincida com o sorteado, ele leva o prêmio correspondente.
O bilhete inteiro é composto por 10 frações e custa R$ 40,00. Você também pode comprar frações do bilhete, que custam R$ 4,00 cada, com o valor do prêmio proporcional à quantidade de frações adquiridas.
As extrações regulares ocorrem duas vezes por semana, às quartas e aos sábados, e podem ser acompanhadas ao vivo pelo canal oficial da Caixa.
Além do prêmio principal, a Loteria Federal premia também aqueles que acertam frações do número sorteado, como dezenas, centenas e unidades. Há ainda prêmios para números próximos ao primeiro prêmio.
Você pode receber seu prêmio em qualquer lotérica ou nas agências da CAIXA. Caso o prêmio bruto seja superior a R$ 2.259,20, o pagamento deve ser realizado somente nas agências da CAIXA, mediante apresentação de comprovante de identidade original com CPF e do bilhete (ou fração) original e premiado. Valores iguais ou acima de R$ 10.000,00 são pagos no prazo mínimo de dois dias úteis a partir de sua apresentação em agência da CAIXA.
A chance de acerto dos prêmios principais da Loteria Federal varia conforme o tipo de extração e a quantidade de bilhetes emitidos em cada concurso. Veja as probabilidades:
Essas probabilidades indicam quantas apostas concorrem ao prêmio principal em cada sorteio da Loteria Federal.
Para mais informações, acesse Loterias Caixa.
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Baixar áudioA previsão do tempo para a Região Nordeste neste domingo (10), de acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), aponta pancadas de chuva que podem vir acompanhadas por trovoadas isoladas nos estados do Maranhão, Piaui, Ceará, Rio Grande do Norte e Paraíba. Possibilidade de chuva em Pernambuco, Alagoas, Segipe e no litoral baiano.
No interior da Bahia, a previsão é de variação entre muitas e poucas nuvens.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 23°C em São Luís. Já a máxima pode chegar até 31°C, em Teresina. A umidade relativa do ar varia entre 65% e 100%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia.
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Baixar áudioO Ministério do Turismo realiza, neste sábado (9), o último dia da 10ª edição do Salão do Turismo, no Centro de Eventos do Ceará, em Fortaleza (CE). Com entrada gratuita e abertura dos portões ao público a partir das 11h40, o evento reúne as potencialidades turísticas dos 26 estados e do Distrito Federal em uma programação voltada à promoção de destinos, experiências culturais, gastronomia, artesanato, qualificação profissional e geração de negócios.
SAIBA MAIS: https://www.gov.br
Copiar o textoPesquisa da ACSP indica crescimento do ticket médio do presente, mas cautela com compras parceladas
Baixar áudioOs consumidores brasileiros devem movimentar o comércio no Dia das Mães deste ano com preferência pelas lojas físicas e aumento no valor gasto com presentes. É o que mostra uma pesquisa de intenção de compra realizada pela Associação Comercial de São Paulo (ACSP), em parceria com a PiniOn, com 1.643 entrevistados em todo o país.
No total, 45,8% dos entrevistados disseram que pretendem comprar presentes para as mães este ano, enquanto 31,9% não devem consumir neste período. Outros 22,3% ainda estão indecisos.
Segundo o levantamento, entre os consumidores que pretendem presentear, 62,1% preferem fazer as compras presencialmente em lojas físicas. Desse total, 41,6% priorizam pequenos estabelecimentos, reforçando a importância do comércio de rua e de bairro — comportamento semelhante ao registrado em 2025.
A pesquisa também aponta aumento na disposição para gastar. Entre os consumidores que irão às compras em 2026, 39,1% disseram que pretendem investir mais do que no ano passado, enquanto 33% afirmaram que devem reduzir o valor dos presentes.
A faixa de gasto predominante também cresceu. Agora, 77,6% das intenções de compra estão concentradas entre R$ 50 e R$ 750. Em 2025, o intervalo variava entre R$ 50 e R$ 600, indicando avanço no ticket médio, ainda que dentro de valores considerados acessíveis.
Os setores de vestuário, calçados e acessórios lideram as intenções de compra, citados por 50,5% dos consumidores. Em seguida aparecem perfumes e cosméticos, com 43,2%, e chocolates e flores, com 29,5%.
Entre os itens individuais, os produtos de menor valor seguem em destaque. O chocolate aparece como o presente mais procurado, com 14,5% das preferências, mantendo relevância mesmo após a Páscoa.
Por outro lado, produtos de maior valor agregado perderam espaço. Móveis e eletrodomésticos representam 20,7% das intenções de compra, enquanto eletrônicos somam 11,5%. Juntos, esses segmentos recuaram para 32,2%, ante 38,4% registrados em 2025. Segundo a pesquisa, o cenário reflete o impacto dos juros elevados e do alto nível de endividamento das famílias.
A forma de pagamento também acompanha esse comportamento mais cauteloso do consumidor. A pesquisa aponta predominância dos pagamentos à vista — em dinheiro, débito ou PIX — e menor disposição para parcelamentos na maioria das categorias.
O crédito continua mais presente apenas nas compras de maior valor, como eletrodomésticos e viagens.
A antecipação do 13º salário, por sua vez, não deve ter impacto significativo nas vendas. Segundo o levantamento, 69,6% dos entrevistados disseram que não pretendem utilizar o recurso neste período.
Em Brasília (DF), a loja Eleni Costa Calçados já registra aumento na procura por presentes para o Dia das Mães, especialmente por sapatos e bolsas de couro. Segundo a proprietária, Eleni Costa, o valor médio das compras varia entre R$ 1 mil e R$ 1,2 mil, e o parcelamento no cartão de crédito é a modalidade de pagamento mais utilizada.
Para atrair consumidores, a empresária aposta em promoções e sorteios.
“Para o Dia das Mães, eu vou fazer um sorteio com vários presentes entre as pessoas que comprarem na loja: botox, diária em hotel fazenda, R$ 300 em compras na minha loja, óculos, escova, sobrancelha para a filha e para a mãe”, explica.
O especialista em empreendedorismo, Rafic Júnior, destaca que o Dia das Mães é a segunda data mais importante para o varejo brasileiro, atrás apenas do Natal, e orienta os lojistas a apostarem em estratégias emocionais e relacionamento com clientes.
“Ninguém compra um perfume, compra um abraço que vai junto. Ninguém compra um jantar, compra a memória que vai ficar. Sua comunicação precisa falar disso”, orienta.
“Estoque limitado, atendimento com hora marcada, entrega garantida até sábado. Isso é urgência verdadeira. O cliente moderno identifica quando você está enganando, quando você está blefando. Seja honesto e rápido em comunicar seus diferenciais”, recomenda.
“Quem são os clientes que já te conhecem e que já compraram de você? Ali está o cliente com a carteira aberta. Ele já te conhece, já confia em você. Então aproveite para pedir uma indicação, vender algo, uma oportunidade, uma promoção. Na sua lista de WhatsApp tem contatos de quem já comprou de você? Mande uma mensagem personalizada, uma oferta exclusiva. Isso se converte muito mais rápido”, aconselha.
Neste Dia das Mães, a presidente nacional do Conselho da Mulher Empreendedora e da Cultura (CMEC), Ana Claudia Badra Cotait, alerta para a chamada “taxa rosa” — prática em que produtos destinados ao público feminino têm preços superiores aos equivalentes masculinos.
Segundo pesquisa da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), produtos na cor rosa ou com personagens femininos custam, em média, 12,3% mais caro do que as demais versões.
“Muitas peças masculinas e femininas possuem o mesmo corte. Tanto é que existe muita coisa unissex no mercado hoje. Então, por que a mercadoria de mulher é mais cara que a de homem?”, analisa.
“É extremamente importante para a sociedade entender que hoje existem grupos CMEC que podem dar apoio para a mulher. Para ela chegar numa loja que tem produto masculino e feminino e falar: ‘olha aqui, a camiseta é igual. Por que eu estou pagando mais caro pela minha, sendo que é a mesma coisa?’”, afirma.
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Baixar áudioA participação brasileira na Hannover Messe 2026, maior feira de tecnologia industrial do mundo, reforçou a imagem do país como parceiro estratégico para a transição energética e para a nova indústria global. A avaliação é do presidente da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), Laudemir Muller.
Com uma delegação recorde e o status de país parceiro do evento realizado em Hanôver, na Alemanha, entre 20 e 24 de abril, o Brasil buscou ampliar sua presença junto a investidores e empresas europeias em meio a um cenário internacional de reconfiguração geopolítica.
“O Brasil sai com outro tamanho da Hannover Messe”, afirmou Muller ao fazer um balanço da participação brasileira. Segundo ele, o país levou à feira sua maior comitiva já registrada, com 300 empresas participantes, das quais 140 atuaram como expositores.
Para o dirigente da ApexBrasil, o contexto internacional favoreceu o interesse europeu pelo Brasil. “O Brasil se mostrou como o país da negociação, da abertura, uma nação estável. Isso é algo muito importante para os europeus e, especialmente, para os alemães”, declarou.
Além do alinhamento diplomático, Muller apontou que o interesse internacional também está relacionado ao potencial brasileiro em áreas consideradas estratégicas para a economia de baixo carbono. Entre elas estão a oferta de energia limpa, os biocombustíveis e a disponibilidade de minerais críticos e terras-raras, essenciais para tecnologias ligadas à inteligência artificial e à transição energética.
A participação brasileira ocupou seis pavilhões da feira e recebeu mais de cinco mil visitas, de acordo com a ApexBrasil. O foco esteve em soluções ligadas à indústria 4.0, conceito que integra automação, inteligência artificial e comunicação entre máquinas.
“As máquinas se adaptam, conversam entre si e aprendem sozinhas. E adaptação é uma grande característica do Brasil. Sabemos adaptar e criar”, disse Muller.
Embora o fechamento imediato de contratos não fosse o único objetivo da missão brasileira, a expectativa era ampliar conexões comerciais e atrair investimentos. Cerca de 60 startups participaram da feira em busca de parceiros internacionais e oportunidades de desenvolvimento conjunto de tecnologias.
Na concepção de Muller, o principal resultado foi ampliar a visibilidade internacional das empresas nacionais. “A feira faz as pessoas te conhecerem e verem tua solução. Quando esse relacionamento amadurece é que se fecha um negócio”, afirmou.
Outro tema que ganhou espaço durante a feira foi o acordo comercial entre Mercosul e União Europeia, que entrou em vigor provisoriamente em 1º de maio. Para Muller, o tratado reforça um movimento de abertura econômica em contraste com o aumento de barreiras comerciais observado em outras partes do mundo.
“O acordo é a comprovação de que, enquanto alguns países se fecham, aumentam tarifas, buscam o conflito e pressionam o preço da energia, outros como o Brasil e a Alemanha, e as nações do Mercosul e da União Europeia, estão no caminho contrário, de abertura e negociação”, afirmou.
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De acordo com estimativas da ApexBrasil, a eliminação de tarifas para 543 produtos brasileiros poderá gerar cerca de US$ 1 bilhão adicional em exportações para a Europa já no primeiro ano de vigência do acordo. Atualmente, as vendas brasileiras para o mercado europeu giram em torno de US$ 50 bilhões.
“Temos estimativa na ApexBrasil de que os produtos com tarifa zero para entrar na Europa podem render ao Brasil, só no primeiro ano, cerca de US$ 1 bilhão a mais em exportações para a Europa”, disse Muller.
A discussão sobre biocombustíveis também esteve entre os principais temas debatidos durante a Hannover Messe. O dirigente afirmou que ainda existem barreiras regulatórias na Europa relacionadas ao biodiesel de soja e ao etanol de milho produzidos no Brasil.
Segundo ele, parte dos europeus associa a expansão dos biocombustíveis à redução da oferta de alimentos e ao avanço do desmatamento, interpretação que, na visão da ApexBrasil, ignora as especificidades da agricultura tropical brasileira.
O evento contou ainda com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e do chanceler alemão, Friedrich Merz.
Ao defender o potencial brasileiro na transição energética, Lula argumentou que o modelo brasileiro é mais sustentável do que os combustíveis fósseis e destacou a contribuição do setor para a redução das emissões de gases de efeito estufa.
“A gente resolveu desmistificar o preconceito que se tenta colocar no combustível renovável produzido pelo Brasil. O que aconteceu é que o combustível renovável do Brasil emite bem menos CO2 do que o combustível fóssil. Chega a reduzir 90% de emissão de CO2”, disse o presidente.
No campo dos minerais estratégicos, o governo brasileiro pretende aproveitar o aumento global da demanda por terras-raras e outros insumos essenciais para a indústria tecnológica e para a inteligência artificial.
Para Muller, a orientação do presidente Lula é desenvolver uma cadeia de mineração verde e agregar valor aos minerais dentro do país. “Não queremos ser apenas exportadores de mais um mineral”, afirmou. Ele ressaltou, contudo, que a expansão desse setor exigirá elevados investimentos e participação de capital internacional.
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Baixar áudioÀs vésperas do Dia das Mães, comemorado em 10 de maio, o Banco da Amazônia promoveu um evento entre colaboradoras destinado à escuta, acolhimento e troca de experiências sobre maternidade. Realizado no auditório Rio Amazonas, em Belém (PA), o encontro abordou temas como maternidade solo, tardia, precoce e atípica, além dos desafios da dupla jornada enfrentada pelas mulheres.
A programação especial em homenagem ao Dia das Mães celebrou diferentes experiências da maternidade e promoveu reflexões sobre os desafios enfrentados pelas mulheres no cotidiano, como as dificuldades de conciliar trabalho, família e cobranças sociais.
A coordenadora de Qualidade de Vida do Banco da Amazônia, Thaís Gomes, destacou a importância de criar espaços de diálogo voltados às mulheres.
“Nós temos algo em comum, que é a dupla jornada, que é sermos as melhores gestoras dentro das nossas casas, com os nossos filhos, na contramão de uma sociedade que, lá atrás, dizia que a gente não podia sair de casa para trabalhar. Então, esse espaço foi construído por nós e para nós”, disse Gomes.
O evento foi realizado pela Gerência de Gestão de Pessoas em parceria com o Centro Cultural Banco da Amazônia.
Um dos destaques do encontro foi a participação da escritora e cantora rondoniense Carol Terra. A artista é autora do livro "Mãe aos 15 – Maternidade, Música e Resiliência” – um dos 28 projetos selecionados pelo edital do programa Rouanet Norte, que apoia projetos na Região Norte e tem o Banco da Amazônia como um dos patrocinadores.
Carol Terra enviou um vídeo para as participantes do evento relatando a experiência de ser mãe na adolescência e a importância do patrocínio do Banco da Amazônia, por meio do programa Rouanet Norte. “Em que outra oportunidade eu poderia ter levado toda uma equipe, toda uma estrutura, para uma turnê, onde a gente pôde fazer o lançamento do meu primeiro livro, como escritora?”, disse Carol.
A gerente do Centro Cultural Banco da Amazônia, Ana Amélia Fadul, destacou o papel do suporte ao lançamento do livro. “Eu fico muito feliz de ter participado de um projeto que conseguiu que uma jovem publicasse seu livro e falasse da sua história de resiliência para as colaboradoras do Banco”, salientou Fadul.
O Programa Rouanet Norte é implementado pelo Ministério da Cultura e busca equilibrar a distribuição de investimentos em projetos culturais no Brasil.
A programação contou, ainda, com a participação em vídeo da diretora Comercial e de Distribuição do Banco, Joana Lima, que abordou a temática da maternidade e propósito. O debate teve a mediação da criadora de conteúdo digital Isis Vieira, com momentos de descontração e emoção. Durante a conversa, Isis compartilhou reflexões sobre maternidade afetiva e adoção.
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Baixar áudioA nova edição do Boletim InfoGripe, divulgada na quinta-feira (7) pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), revela que o aumento dos casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) no país é causado pelo período sazonal de maior circulação do vírus da influenza A e do vírus sincicial respiratório (VSR).
Segundo o levantamento, o crescimento das notificações já era esperado para esta época do ano, com maior intensidade prevista para meados de maio. No entanto, como a circulação da influenza A começou mais cedo em 2026, especialmente no Norte e Nordeste do país, alguns estados dessas regiões já apresentam sinais de queda nos casos confirmados pela doença.
Por outro lado, toda a Região Sul, alguns estados do Norte — como Acre, Rondônia e Roraima — e do Sudeste — como São Paulo e Espírito Santo —, além de Alagoas, continuam registrando avanço nos casos de SRAG associados à influenza A.
O boletim também alerta para o aumento das ocorrências de SRAG provocadas pelo VSR, vírus que afeta principalmente crianças menores de 2 anos. O crescimento foi identificado em estados de todas as regiões do país, entre eles Amapá, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Espírito Santo, Maranhão, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraíba, Pernambuco, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo.
Já Acre, Goiás, Roraima e Rondônia apresentam sinais de queda dos casos de VSR, enquanto em Alagoas, Amazonas, Mato Grosso, Sergipe e Tocantins, o cenário é de estabilidade ou oscilação.
Os casos de SRAG associados à Covid-19 apresentam tendência de alta apenas nos estados do Ceará e Maranhão.
Com exceção de Paraná e São Paulo, todas as unidades da federação apresentam incidência de SRAG em níveis de alerta, risco ou alto risco. Em grande parte delas, há tendência de crescimento no longo prazo, como Acre, Alagoas, Amapá, Amazonas, Distrito Federal, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraíba, Pará, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro e Santa Catarina.
Entre as capitais, 18 registram atividade de SRAG em níveis de alerta, risco ou alto risco, com sinal de crescimento de SRAG na tendência de longo prazo. Estão nessa lista Belém (PA), Belo Horizonte (MG), Brasília (DF), Campo Grande (MS), Cuiabá (MT), Florianópolis (SC), Goiânia (GO), João Pessoa (PB), Macapá (AP), Maceió (AL), Manaus (AM), Natal (RN), Porto Alegre (RS), Rio Branco (AC), Rio de Janeiro (RJ), São Luís (MA), São Paulo (SP) e Teresina (PI).
Segundo o InfoGripe, na maioria dessas capitais, o aumento das internações por SRAG ocorre principalmente entre crianças menores de 2 anos. O destaque é para Maceió, Palmas e Campo Grande, onde também foi observado crescimento dos casos entre idosos.
Nas últimas quatro semanas epidemiológicas, a distribuição dos vírus entre os casos positivos de SRAG foi a seguinte:
Entre os óbitos, a presença dos mesmos agentes foi:
O levantamento do InfoGripe tem como base os dados inseridos no Sistema de Informação da Vigilância Epidemiológica da Gripe, atualizados até 2 de maio, e é referente à Semana Epidemiológica (SE) 17. Confira outros detalhes no link.
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Baixar áudioO julgamento no Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a nova divisão dos royalties do petróleo foi suspenso na quinta-feira (7) após pedido de vista do ministro Flávio Dino, acolhido pelo presidente da Corte, ministro Edson Fachin. A análise havia começado na sessão da última quarta-feira (6) e, até o momento, apenas a relatora, ministra Cármen Lúcia, apresentou voto.
Os ministros julgam a constitucionalidade da Lei 12.734/2012, alvo das Ações Diretas de Inconstitucionalidade (ADIs) 4.916, 4.917, 4.918, 4.920, 5.038 e 5.621. A norma ampliou a distribuição dos royalties do petróleo para estados e municípios de todo o país, reduzindo a parcela destinada aos entes produtores, como Rio de Janeiro, Espírito Santo e São Paulo.
Em seu voto, Cármen Lúcia se posicionou contra as mudanças e defendeu a inconstitucionalidade da lei. A ministra também ampliou esse entendimento para outros dispositivos, além dos questionados diretamente nas ações.
Segundo a relatora, a legislação ultrapassou os limites de uma simples revisão de percentuais e alterou a lógica constitucional das compensações financeiras pagas aos entes afetados pela exploração mineral e petrolífera.
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Para a ministra, embora os recursos naturais pertençam à União, a Constituição assegura tratamento diferenciado aos estados e municípios que sofrem impactos diretos da atividade econômica. “A compensação financeira não se vincula à exploração em si, mas aos problemas que ela gera”, afirmou.
A discussão no Supremo ocorre porque, em 2013, uma liminar concedida pela própria Cármen Lúcia suspendeu os efeitos da Lei 12.734/2012 e manteve as regras anteriores de distribuição. Essa decisão continua válida até hoje.
A Confederação Nacional de Municípios (CNM), que defende a redistribuição dos royalties, afirma que a suspensão da lei provocou perdas superiores a R$ 111 bilhões aos municípios entre 2013 e 2024. Durante sustentação oral no STF, o consultor jurídico da entidade, Ricardo Hermany, defendeu uma divisão mais ampla dos recursos.
“Com a judicialização, é preciso trazer luzes especificamente para a questão municipal. O federalismo fiscal brasileiro exige uma melhor distribuição e os impactos sociais já foram demonstrados pela Procuradoria-Geral da República, que a excessiva concentração não traz melhorias sociais”, afirmou.
No fim de abril, Hermany participou de reuniões com ministros do Supremo para apresentar uma proposta construída em conjunto com 19 estados de diferentes regiões do país. Segundo ele, as distorções ficam evidentes ao comparar municípios vizinhos do Rio de Janeiro.
Enquanto Maricá arrecadou cerca de R$ 19.158 por habitante em royalties, São Gonçalo, município mais populoso, recebeu aproximadamente R$ 54 por morador no mesmo período.
O presidente da CNM, Paulo Ziulkoski, acompanhou o primeiro dia de julgamento no plenário do STF. Segundo ele, uma eventual vitória da entidade poderia gerar acréscimo de cerca de R$ 20 bilhões ao Fundo de Participação dos Municípios (FPM).
“A nossa luta vem há mais de 13 anos. Foi consagrado por nós aqui, quando derrubamos o veto da ex-presidente Dilma. De lá pra cá, jamais esmorecemos. Mês a mês, ano a ano, Marcha após Marcha, nós reforçamos o quanto essa questão é importante para os municípios”, declarou.
Do outro lado da disputa, entidades do Rio de Janeiro defendem a manutenção da liminar que suspendeu a lei. A Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) divulgou manifesto afirmando que a decisão é fundamental para “garantir estabilidade institucional, previsibilidade jurídica e respeito ao pacto federativo consagrado pela Constituição”.
“É o tema mais urgente para o nosso estado e tem causado muita preocupação a todos. Temos que nos unir para defender o que é nosso por direito. Só em 2025 deixamos de ganhar R$ 25 bilhões, e em troca disso recebemos uma compensação financeira de R$ 11 bilhões. E isso provoca um problema em uma escala econômica”, diz trecho do manifesto.
Após a suspensão do julgamento, a Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan) voltou a cobrar uma solução definitiva para o tema. Segundo a entidade, a indefinição prolonga um ambiente de insegurança jurídica para o estado, os municípios fluminenses e toda a cadeia produtiva de petróleo e gás.
“O voto da ministra reforça argumentos já apresentados pela federação, como, por exemplo, o de que os estados produtores já abrem mão da arrecadação de ICMS incidente sobre a venda de óleo na origem”, afirmou a Firjan.
De acordo com a federação, o Rio de Janeiro deixou de arrecadar cerca de R$ 64 bilhões em ICMS, repassados a outros estados ao longo do último ano.
Ao justificar o pedido de vista, Flávio Dino afirmou que o voto da relatora esclareceu pontos centrais da controvérsia, mas disse considerar necessário aprofundar a análise de alguns aspectos do processo, especialmente diante das mudanças legislativas ocorridas nas últimas duas décadas.
Copiar o textoO euro, por sua vez, encerrou o pregão cotado em torno de R$ 5,79
Baixar áudioO dólar concluiu o último pregão cotado a R$ 4,89. O resultado foi influenciado pela divulgação de dados do mercado de trabalho dos Estados Unidos, que vieram acima do esperado.
O cenário reforçou a percepção de resiliência da economia daquele país, apesar do choque de energia provocado pela guerra no Irã.
O principal indicador do mercado de trabalho do país norte-americano confirmou a criação de mais de 115 mil vagas no mês abril. A taxa de desemprego ficou em 4,3%.
Vale destacar que a divisa já vinha de queda desde a abertura, reflexo da estabilidade dos contratos futuros de petróleo.
O euro, por sua vez, encerrou o pregão cotado em torno de R$ 5,79.
A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.
| CÓDIGO | 🇧🇷 BRL | 🇺🇸 USD | 🇪🇺 EUR | 🇬🇧 GBP | 🇯🇵 JPY | 🇨🇭 CHF | 🇨🇦 CAD | 🇦🇺 AUD |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| BRL | 1 | 0,2044 | 0,1727 | 0,1493 | 32,0210 | 0,1587 | 0,2795 | 0,2808 |
| USD | 4,8932 | 1 | 0,8485 | 0,7336 | 156,68 | 0,7764 | 1,3677 | 1,3802 |
| EUR | 5,7904 | 1,1785 | 1 | 0,8646 | 184,67 | 0,9152 | 1,6119 | 1,6266 |
| GBP | 6,6663 | 1,3632 | 1,1566 | 1 | 213,61 | 1,0585 | 1,8647 | 1,8817 |
| JPY | 0,0312 | 0,0064 | 0,0054 | 0,0047 | 1 | 0,4955 | 0,0087 | 0,0088 |
| CHF | 6,3024 | 1,2880 | 1,0929 | 0,9447 | 201,75 | 1 | 1,7616 | 1,7773 |
| CAD | 3,5776 | 0,7312 | 0,6204 | 0,5363 | 114,58 | 0,5677 | 1 | 1,0089 |
| AUD | 3,5607 | 0,7248 | 0,6148 | 0,5315 | 113,55 | 0,5627 | 0,9909 | 1 |
Os dados são da Investing.com.
Copiar o textoPesquisa apresentada no 10º Salão do Turismo indica impacto de R$ 40,7 bilhões na economia em 2025
Baixar áudioTurismo em Unidades de Conservação injetou R$ 40,7 bi na economia brasileira em 2025, segundo estudo do ICMBio, elaborado no âmbito do Programa Natureza com as Pessoas, que conta com o apoio do Ministério do Turismo.
O estudo apresentado nesta quinta-feira (7), durante o 10º Salão do Turismo, em Fortaleza (CE), apontou que cada R$ 1 investido nas Unidades de Conservação federais do Brasil gera retorno de R$ 15,60 para a economia.
Para o Ministro do Turismo, Gustavo Feliciano, os números reforçam o potencial que o Brasil tem no turismo de natureza. “E mostram que nossas Unidades de Conservação são cada vez mais reconhecidas como destinos estratégicos para o país”, completou.
Socióloga e diretora de Criação e Manejo de Unidades de Conservação do ICMBio, Iara Vasco reforça que a pesquisa, ainda não publicada oficialmente, integra o Programa Natureza com as Pessoas, lançado durante o 9º Salão do Turismo, em 2024. “Desde então, começamos a compreender o Turismo de Base Comunitária nas reservas extrativistas como uma alternativa que vai além do manejo de recursos naturais, mas também como um potencial econômico, e não apenas financeiro, impulsionando uma cadeia produtiva da qual nós sequer tínhamos dimensão”, afirma.
Thiago Beraldo, pesquisador e presidente do Grupo de Turismo em Áreas Protegidas da União Internacional para a Conservação da Natureza (UICN/IUCN), explicou que a metodologia do estudo aplicou mais de 2 mil questionários em oito UCs federais e também é replicada em vários países.
“Existem duas formas de avaliar uma UC: a análise financeira e a análise econômica. Elas respondem a perguntas distintas e levam a conclusões diferentes. Na análise econômica, avaliamos tudo o que o turista deixa na economia do município onde a Unidade está localizada.”
O Salão do Turismo é promovido pelo Ministério do Turismo, com apoio do Governo do Ceará e da Prefeitura de Fortaleza. O evento reúne representantes das 27 unidades da Federação e apresenta atrações ligadas à gastronomia, artesanato, cultura, tecnologia e inovação no setor turístico.
Copiar o texto10º Salão do Turismo destaca cultura, negócios e destinos turísticos do Brasil
Baixar áudioNo Dia Nacional do Turismo, data celebrada nesta sexta-feira (8), o 10º Salão do Turismo transformou Fortaleza (CE) na vitrine oficial do setor no Brasil. O evento vai até este sábado (9). Pela primeira vez realizado na região Nordeste, o salão ocupa o Centro de Eventos do Ceará para conectar a cadeia produtiva, autoridades e o público interessado na diversidade cultural brasileira.
O Ministro do Turismo, Gustavo Feliciano, ressaltou que o salão é uma oportunidade de integração nacional. “O Salão é a melhor oportunidade para o brasileiro conhecer, em um só lugar, novos destinos e culturas de todo o Brasil. Viajar é para todo mundo, e este evento mostra que o turismo tem um leque enorme de possibilidades. Também é um espaço de qualificação e, principalmente, de negócios.”
No primeiro dia do evento, ocorrido nesta quinta-feira (7), o ministro anunciou a liberação de R$ 1 bilhão em crédito via Fundo Geral de Turismo (Fungetur) para microempreendedores individuais (MEIs) de baixa renda inscritos no CadÚnico.
O Ministério do Turismo também apresentou o “Guia Para Atender Bem Turistas Neurodivergentes”, que reúne orientações para qualificar o atendimento e ampliar a acessibilidade em destinos turísticos de todo o país.
Com a presença de expositores de todas as 27 unidades federativas, o evento funciona como um hub de negócios. Empreendedores locais utilizam o espaço para estreitar conexões e buscar novos fornecedores.
É o caso de Vívian Sales, coordenadora da área comercial da empresa Fortaleza Fruit, localizada no bairro Papicu da capital. Ela destacou que o foco é a negociação: "Viemos para estreitar conexões. Trabalhamos com frutas congeladas e temperos e passamos nos estandes para conhecer produtos e negociar demandas de outras regiões para atender chefes de cozinha locais", afirmou.
O público que circulou pelo Centro de Eventos aprovou a diversidade. A cantora cearense Maria Adelino relatou que o evento surpreende pela riqueza cultural. “Estou achando tudo incrível. Tem muitos brindes em todos os estandes. Está tudo muito lindo, música ao vivo, cultura muito rica em todos os lugares. Estou amando”, comentou.
Até mesmo o público estrangeiro acompanha a movimentação. A italiana Donatella Festa, que reforma uma pousada na praia Canoa Quebrada (CE), no município de Aracati (CE), buscou o evento para entender as ofertas do mercado brasileiro e utilizar ferramentas digitais de cadastramento turístico. “Me parece tudo muito interessante [no Salão do Turismo]. Já participei de uma reunião sobre um aplicativo da Embratur. Vou me cadastrar para entender melhor”, contou.
Diversidade: Ao visitar o espaço das Macrorregiões, o público pode explorar as experiências, a culinária e os destinos de todos os estados brasileiros. A identidade nacional ganha os holofotes na área de Manifestações Culturais, onde o palco recebe a grandiosidade dos bois-bumbás do Festival de Parintins, o humor consagrado dos comediantes cearenses, o ritmo do forró e muito mais.
Diversão e Culinária: Para as famílias e os viajantes, dos mais tranquilos aos mais radicais, o setor de Parques e Atrações apresenta as melhores opções de diversão espalhadas pelo país. Os sabores inconfundíveis da nossa terra estão reunidos no Armazém da Agricultura Familiar, que conta com 18 expositores, de nove estados, e mais de 80 produtos diferentes, complementando as belezas do espaço de Artesanato com produtos de moda e decoração criados pelas mãos de 37 artesãos, de 14 estados.
Negócios: Os profissionais e empresários também têm foco e presença garantidos. A 2ª edição do Brasil Mais Crédito para o Turismo oferece orientação técnica e apoio direto para acesso a linhas de financiamento do Fundo Geral de Turismo (Fungetur), permitindo simulações de crédito no próprio local. O Espaço para Negócios promove encontros e rodadas ideais para impulsionar o crescimento do seu empreendimento, enquanto o Núcleo do Conhecimento traz especialistas do setor para debater tendências e capacitar o mercado de turismo no Brasil e no mundo.
Copiar o textoO volume total negociado na B3 foi de R$ 33.185.051.015, em meio a 4.062.718 negócios
Baixar áudioO índice da bolsa de valores brasileira (Ibovespa) fechou o último pregão cotado aos 184.108 pontos. O resultado foi registrado em meio a divulgação de dados do mercado de trabalho dos Estados Unidos. Foram criados de mais de 115 mil vagas em abril.
Uma maior estabilidade nos contratos futuros de petróleo também influenciou os resultados do índice.
Essa movimentação também contribui para queda dos juros futuros, provocando alívio na pressão sobre empresas ligadas à economia doméstica.
Confira as ações com melhor e pior desempenho no último fechamento:
Ações em alta no Ibovespa
Ações em queda no Ibovespa
O volume total negociado na B3 foi de R$ 33.185.051.015, em meio a 4.062.718 negócios.
Os dados da bolsa podem ser consultados no site da B3.
O Ibovespa (Índice Bovespa) é o principal indicador do mercado acionário brasileiro. Calculado pela B3, ele reflete a média do desempenho das ações mais negociadas na bolsa, com base em critérios de volume e liquidez. O índice é composto por uma carteira teórica de ativos, que representa cerca de 80% do volume financeiro total negociado no mercado.
A B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) é a bolsa de valores oficial do Brasil, sediada em São Paulo. É responsável pela negociação de ações, derivativos, títulos públicos e privados, câmbio e outros ativos financeiros. A B3 está entre as maiores bolsas do mundo em infraestrutura e valor de mercado.
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Baixar áudioCada vez mais brasileiros têm acesso à internet móvel de última geração. Em menos de quatro anos desde o início da implantação comercial do 5G, o Brasil ultrapassou a marca de 1,5 mil municípios com acesso à cobertura.
Segundo dados mais recentes do Governo do Brasil, o sinal já está presente em 1.521 municípios, 3,5% acima da meta de 1.469 cidades prevista para este ano. Em relação ao mesmo período do ano passado, o crescimento chega a cerca de 64%. A expectativa do Ministério das Comunicações é que, até o fim deste ano, a tecnologia esteja disponível para aproximadamente 80% da população brasileira.
“Quando a gente leva conectividade, a gente tá melhorando a segurança pública, a cidadania, mais acesso a serviços digitais. Hoje os principais serviços públicos estão todos no digital”, destacou o ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho.
O ministério enxerga o resultado como uma combinação de fatores. Entre eles estão os investimentos realizados pelas operadoras após o leilão do 5G, a atuação coordenada entre o Ministério das Comunicações e a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e a simplificação de regras para a instalação de infraestrutura, como antenas e redes de transmissão. Além disso, políticas públicas voltadas à inclusão digital e à interiorização da conectividade ajudaram a ampliar o alcance da tecnologia para além dos grandes centros urbanos.
A implantação da rede faz parte da estratégia do governo para interiorizar o 5G no Brasil e expandir o acesso à conectividade em todas as regiões do país. Com todas as capitais já atendidas, os esforços agora se concentram em levar conectividade de alta velocidade para municípios de pequeno e médio porte.
A partir do cronograma definido pela Anatel, que estabelece metas progressivas, a ampliação da cobertura prevê alcançar 30% das cidades com menos de 30 mil habitantes até dezembro de 2026, 60% em 2027, 90% em 2028 e chegar à universalização, ou seja, 100% em 2029.
“Estamos atravessando a maior transformação de conectividade da nossa história. Nosso objetivo é acelerar esse processo e, se possível, antecipar a expansão para 2027, garantindo que cada vez mais brasileiros tenham acesso ao 5G”, completou Siqueira Filho.
Nesta semana, quatro empresas arremataram o leilão da faixa de 700 MHz por um total de R$ 23 milhões. O lote deve beneficiar mais de 864 localidades, principalmente áreas rurais e remotas, além de levar conectividade a cerca de 6,5 mil quilômetros de rodovias federais em 16 estados, trechos que ainda sofrem com a falta de sinal, com investimento estimado em R$ 2 bilhões.
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Baixar áudioAmpliar o acesso à informação, cultura local e serviços de utilidade pública na Amazônia Legal. Foi com este objetivo que o Ministério das Comunicações autorizou a instalação de duas novas rádios comunitárias nos municípios de Sinop (MT) e Porto Velho (RO). A medida tem o potencial de beneficiar cerca de 680 mil pessoas.
As portarias de autorização foram publicadas no Diário Oficial da União na última quarta-feira (6). A iniciativa é voltada para associações comunitárias sem fins lucrativos, responsáveis por operar as emissoras e produzir conteúdos voltados às necessidades das próprias comunidades.
O ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira FIlho, reforça que o compromisso do governo é ampliar cada vez mais o acesso à comunicação de qualidade. “A gente entende que a radiodifusão beneficia a população com entretenimento, com o jornalismo seguro, com combate a fake news, com combate a desinformação. Então, a gente está valorizando a radiodifusão no Brasil”, afirmou.
A rádio comunitária é uma estação de baixa potência que leva informação e integração social à comunidade onde está inserida, estimulando a difusão de ideias, cultura e tradições. Dessa forma, fortalece o convívio social e contribui para o desenvolvimento local.
Qualquer comunidade do Brasil pode solicitar a abertura de uma emissora, desde que cumpra requisitos e formalidades exigidos pelo Ministério das Comunicações.
Além disso, o ministério disponibiliza o Espaço do Radiodifusor, onde uma equipe especializada fica disponível para tirar as dúvidas em relação à obtenção de outorga para rádio comunitária. O serviço funciona tanto de forma presencial, na sede do órgão, em Brasília (DF), quanto por telefone ou e-mail: (61) 2027-6397 e [email protected]. O horário de atendimento é das 8h às 12h e das 13h às 18h.
Copiar o textoO concurso 3680 da Lotofácil foi realizado nesta sexta-feira (08/05/2026), no Espaço da Sorte, em São Paulo, e divulgado pela Caixa Econômica Federal. 3 apostadores acertaram as 15 dezenas e levaram para casa o prêmio de R$ 2.251.225,30. Os bilhetes premiados foram adquiridos em Visconde do Rio Branco (MG), Ribeirão Preto (SP) e São Paulo (SP).
O prêmio estimado para o próximo concurso da Lotofácil, de número 3681, que será realizado no sábado, 9 de abril de 2026, está estimado em R$ 2.000.000,00. Aproveite a oportunidade e faça sua aposta para concorrer!
01 - 02 - 03 - 04 - 05 - 07 - 08 - 09 - 11 - 15 - 16 - 19 - 22 - 24 - 25
A aposta mínima, de 15 números, custa R$ 3,50 com chance de 1 em 3.268.760 e a máxima custa R$ 46.512 com chance de 1 em 211.
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Quantidade de números jogados |
Valor da aposta |
|---|---|
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15 |
R$ 3,50 |
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16 |
R$ 48,00 |
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17 |
R$ 408,00 |
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18 |
R$ 2.448,00 |
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19 |
R$ 11.628,00 |
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20 |
R$ 46.512,00 |
De segunda-feira a sábado, às 21h.
Quer apostar sem complicação? Use a Surpresinha e deixe o sistema escolher os números para você — uma forma prática e rápida de participar dos sorteios.
Prefere insistir nos seus números da sorte? Aposte com a Teimosinha e concorra com a mesma combinação por 3, 6, 12, 18 ou 24 concursos seguidos, aumentando suas chances de ganhar sem precisar refazer a aposta a cada sorteio.
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Baixar áudioA previsão do tempo para a Região Sul neste sábado (9), de acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), é de variação entre muitas e poucas nuvens em quase todo o Rio Grande do Sul.
No Paraná, Santa Catarina e microrregiões gaúchas de Erechim, Sananduva e Vacaria, a previsão é de chuvas fortes.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 9°C em Curitiba. Já a máxima pode chegar até 20°C, em Curitiba e Florianópolis. A umidade relativa do ar varia entre 40% e 95%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA previsão do tempo para a Região Centro-Oeste neste sábado (9), de acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), apresenta pancadas de chuva com trovoadas isoladas em Mato Grosso do Sul, grande parte de Mato Grosso e sul goiano.
Nas demais regiões de Goiás, no Distrito Federal e nordeste mato-grossense, variação entre muitas e poucas nuvens.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 11°C em Campo Grande. Já a máxima pode chegar até 32°C, em Cuiabá. A umidade relativa do ar varia entre 30% e 90%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA previsão do tempo para a Região Sudeste neste sábado (9), de acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), aponta pancadas de chuva isoladas a partir da tarde no estado de São Paulo. Possibilidade de chuva no Triângulo Mineiro, Alto Paranaíba, sul e sudoeste de Minas.
Nas demais regiões de Minas Gerais, no Rio de Janeiro e no Espírito Santo, a previsão é de sol entre nuvens.
Entre as capitais, mínima de 16ºC em Belo Horizonte. A máxima deve chegar a 35ºC no Rio de Janeiro. A umidade relativa do ar varia entre 20% e 100%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA previsão do tempo para a Região Norte neste sábado (9), de acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), indica pancadas de chuva frequentes e trovoadas isoladas nos estados do Amazonas, Roraima, Amapá, Acre, Rondônia e Pará,
Por outro lado, grande parte do estado do Tocantins apresenta sol entre nuvens. Nas microrregiões tocantinenses do Bico do Papagaio e Araguaína, a previsão é de possibilidade de chuva.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 23°C em Rio Branco, Boa Vista, Porto Velho e Belém. A máxima pode chegar até 36°C, em Palmas. A umidade relativa do ar varia entre 30% e 100%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA previsão do tempo para a Região Nordeste neste sábado (9), de acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), indica pancadas de chuva desde o litoral da Bahia até o Rio Grande do Norte, abrangendo capitais como Salvador, Aracaju, Maceió e Recife. Na faixa norte, que inclui o Ceará, Piauí e Maranhão, o cenário também é de pancadas de chuva com trovoadas isoladas
Já no interior da região, com destaque para o sertão baiano, sul do Piauí e o interior de Pernambuco, céu com poucas nuvens.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 22°C em São Luís. Já a máxima pode chegar até 32°C, em Teresina. A umidade relativa do ar varia entre 60% e 100%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia.
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Baixar áudioDois anos após as enchentes devastadoras que atingiram o Rio Grande do Sul, o estado passou a ter a maior cobertura de monitoramento climático do país. Com a inauguração de novas estações meteorológicas automáticas do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), a capacidade de acompanhamento das condições do tempo praticamente dobrou. A rede local agora conta com 98 estações em operação.
“Há um esforço grande do Governo Federal para avançar na modernização do nosso sistema de monitoramento meteorológico. Posso dizer, com muita alegria, que o Rio Grande do Sul é o primeiro estado do Brasil completamente coberto, sem vazios. Isso é fruto da importância de apoiar todos os setores da economia - comércio, serviços, portos, aeroportos e, sobretudo, a agricultura - com informação fidedigna”, afirmou o ministro da Agricultura e Pecuária, André de Paula.
O ministro esteve em Porto Alegre, nessa quinta-feira (7), onde participou da cerimônia “Governo do Brasil do lado do povo gaúcho: 2 anos de reconstrução do Rio Grande do Sul”. O evento teve como objetivo acompanhar o andamento das ações de reconstrução no estado, bem como formalizar a autorização para o início de novas obras financiadas com recursos do Governo Federal em municípios atingidos pelas enchentes de abril e maio de 2024.
André de Paula destacou os investimentos na modernização e ampliação do sistema de monitoramento meteorológico no estado. Segundo o ministro, a medida assegura a capacidade de previsão climática e emissão de alertas antecipados para eventos extremos, como chuvas intensas, enchentes e estiagens, além de contribuir diretamente para o fortalecimento da atuação da Defesa Civil e para a prevenção de desastres.
A iniciativa também beneficia o agronegócio local. A expansão da rede de monitoramento do clima ajuda o setor agropecuário no planejamento de plantio, irrigação e manejo de culturas.
Além disso, o ministro ressaltou o esforço feito na recuperação da capacidade produtiva em regiões afetadas por eventos climáticos extremos através do Programa Nacional de Modernização e Apoio à Produção Agrícola (Promaq). “Graças à atuação da bancada federal, já entregamos 500 máquinas ao estado. São esforços que se somam e demonstram o compromisso claro e permanente do Governo Federal de estar ao lado do povo gaúcho”, disse.
Durante o evento, foi apresentado um balanço consolidado das ações federais executadas ao longo dos últimos dois anos no Rio Grande do Sul, com destaque para iniciativas de reconstrução, retomada econômica e apoio direto à população atingida.
Desde o início das ações emergenciais, mais de R$ 89 bilhões em recursos federais foram destinados ao estado e aos municípios gaúchos, dos quais 94% já foram executados. Os investimentos abrangem diversas frentes, incluindo assistência social, habitação, defesa civil, infraestrutura, saúde, educação, apoio econômico e ações de prevenção de desastres.
Uma das principais formas de financiamento é o Fundo de Apoio à Infraestrutura para Recuperação e Adaptação a Eventos Climáticos Extremos (FIRECE). Instituído em dezembro de 2024, o fundo destinou R$ 6,5 bilhões para obras estruturantes de prevenção e mitigação de desastres, destinados ao fortalecimento dos sistemas de proteção contra cheias.
Após a apresentação do balanço das ações, a segunda etapa do evento foi marcada pela autorização para o início de novas obras em mais de dez municípios gaúchos, com foco na reconstrução de infraestrutura urbana e na ampliação da resiliência das cidades.
Na área habitacional, mais de mil unidades do programa Minha Casa, Minha Vida tiveram autorização para início das obras. Ao todo, 22 municípios serão contemplados com a construção de 540 unidades habitacionais, no valor de R$ 72 milhões. Adicionalmente, contratos no valor de R$ 126 milhões viabilizam a construção de 632 moradias na modalidade Reconstrução, destinada a famílias que perderam suas residências nas enchentes de 2024.
Por meio do Novo PAC, também foram autorizadas obras de urbanização da Comunidade Steigleder, em São Leopoldo, além de intervenções em saneamento no município de Pinhal e ações de regularização fundiária de interesse social em Caxias do Sul, beneficiando centenas de famílias.
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Baixar áudioO Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), por meio da Defesa Civil Nacional, reconheceu, nesta sexta-feira (8), a situação de emergência em nove cidades afetadas por desastres nos estados de Alagoas, Amazonas, Bahia, Paraíba, Paraná e Rio Grande do Sul. As portarias com os reconhecimentos foram publicadas no Diário Oficial da União (DOU). Confira mais detalhes abaixo:
Passam por um período de estiagem os municípios de Minador do Negrão, em Alagoas; Oliveira dos Brejinhos, na Bahia; Bananeiras e Tacima, na Paraíba; Goioxim, no Paraná, e São José do Inhacorá, no Rio Grande do Sul.
Foi castigada por fortes chuvas a cidade de Nova Olinda do Norte, no Amazonas, enquanto Espigão Alto do Iguaçu e Quedas do Iguaçu, no Paraná, obteviram o reconhecimento federal de situação de emergência por causa de enxurradas.
Agora, as prefeituras já podem solicitar recursos do Governo Federal para ações de defesa civil, como compra de cestas básicas, água mineral, refeição para trabalhadores e voluntários, kits de limpeza de residência, higiene pessoal e dormitório, entre outros.
Os municípios com reconhecimento federal de situação de emergência ou de estado de calamidade pública podem solicitar apoio financeiro ao MIDR por meio do Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2iD). A Defesa Civil Nacional avalia os planos de trabalho enviados e, após a aprovação, publica portaria no DOU com os valores a serem liberados.
A Defesa Civil Nacional oferece uma série de cursos a distância para habilitar e qualificar agentes municipais e estaduais para o uso do S2iD. As capacitações têm como foco os agentes de proteção e defesa civil nas três esferas de governo. Confira neste link a lista completa dos cursos.
Com informações do MIDR
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Baixar áudioO Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), por meio da Defesa Civil Nacional, autorizou nesta sexta-feira (8) o repasse de R$ 12.078.529,28 para ações de resposta e recuperação em 15 municípios afetados por desastre. As portarias com a liberação dos valores foram publicadas no Diário Oficial da União (DOU). Confira abaixo:
Os recursos foram autorizados a partir de critérios técnicos que levam em conta a magnitude dos desastres, o número de desabrigados e desalojados e as necessidades apresentadas nos planos de trabalho enviados pelas prefeituras.
Municípios que tiverem o reconhecimento federal de situação de emergência ou estado de calamidade pública podem solicitar recursos ao MIDR para ações de defesa civil. As solicitações devem ser realizadas por meio do Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2iD). A partir dos planos de trabalho enviados, a equipe técnica da Defesa Civil Nacional avalia as metas e valores propostos. Após aprovação, os repasses são formalizados por meio de portaria no DOU, liberando os valores correspondentes.
A Defesa Civil Nacional também oferece uma série de cursos a distância para capacitar e qualificar agentes municipais e estaduais no uso do S2iD. O objetivo é preparar os profissionais das três esferas de governo para responderem de forma eficiente às situações de emergência. Confira aqui a lista completa dos cursos.
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Baixar áudioCom inscrições abertas até 8 de junho, o II Edital Escolas Livres de Formação em Arte e Cultura está no ar. Realizado pelo Ministério da Cultura (MinC), por meio da Secretaria de Formação Artística e Cultural, Livro e Leitura (Sefli), o chamamento é uma oportunidade para organizações da sociedade civil sem fins lucrativos como Escolas Livres de Formação em Arte e Cultura, com vistas à ampliação e ao fortalecimento da Rede Nacional de Escolas Livres de Formação em Arte e Cultura receberem certificação federal.
“Participar do edital significa entrar para uma Rede Nacional de Escolas Livres reconhecida pelo Ministério da Cultura, e isso abre portas para futuras parcerias e formações com o MinC, para o fomento direto por estados e municípios e para a articulação com outras escolas em todo o país. Uma Escola Livre sozinha é uma experiência, somente. Uma Rede Nacional de Escolas Livres, articulada, em diálogo e troca constante de saberes, é uma política pública”, afirma o diretor de Educação e Formação Artística Sefli do MinC, Rafael Maximiniano.
A partir da aprovação, as OSCs receberão Certificado de Adesão ao Programa Nacional de Escolas Livres de Formação em Arte e Cultura, conforme Instrução Normativa MinC nº 24, de 2025; poderão identificar-se como Escolas Livres de Formação em Arte e Cultura em suas ações institucionais; terão seus dados publicados no Cadastro Nacional de Escolas Livres de Formação em Arte e Cultura, divulgado na página do Ministério da Cultura na internet; e comporão a Rede Nacional Escolas Livres de Formação em Arte e Cultura.
Além disso, os espaços certificados passam a experiências formativas que atuam em consonância com os princípios da educação popular, da diversidade cultural e dos direitos culturais, fortalecendo o Sistema Nacional de Cultura (SNC) e a execução das metas do Plano Nacional de Cultura (PNC).
A certificação como Escola Livre de Formação em Arte e Cultura não implica em qualquer repasse de recursos do Ministério da Cultura à organização da sociedade civil, sendo de caráter voluntário sua adesão ao Programa, atendidos os requisitos dispostos na Instrução Normativa MinC nº 24, de 2025, e no edital.
Poderão participar da Chamada Pública, as organizações da sociedade civil sem fins lucrativos que atendam, cumulativamente, aos seguintes requisitos: mínimo de 3 anos de existência formal; não estejam em situação de inidoneidade declarada por órgão de controle; mínimo de 1 ano de experiência comprovada no campo da formação artística e cultural; mínimo de 1 ano de experiência comprovada no campo da democratização do acesso à cultura, com relevância na promoção de cidadania cultural e direitos humanos.
As inscrições podem ser realizadas no período de 04/05/2026 a 08/06/2026 aqui. As organizações interessadas deverão apresentar, em linhas gerais, as informações sobre a OSC e suas atividades, a partir da documentação comprobatória. Cada uma poderá apresentar apenas uma candidatura por CNPJ.
Para saber mais, encaminhar dúvida para o E-mail [email protected].
Conheça as Escolas Livres, clicando aqui.
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Baixar áudioA disputa pela faixa de 700 MHz terminou com quatro empresas vencedoras e a promessa de ampliar o acesso à internet em regiões pouco atendidas do país. O leilão, finalizado na segunda-feira (4), foi conduzido pela Anatel e arrecadou cerca de R$ 23 milhões em lances.
Os lotes foram distribuídos entre diferentes operadoras: a Brisanet ficou com os lotes A02 e A03, a Unifique levou o A04, e a iez! arrematou o A05. Já o lote A01, voltado para a região da Amazônia, também foi licitado e ficou com a operadora Amazônia.
A iniciativa deve impulsionar a inclusão digital e ampliar o acesso à informação, além de abrir caminho para novas oportunidades de desenvolvimento econômico e social em diversas regiões do Brasil.
Com investimento estimado em R$ 2 bilhões, a expectativa é beneficiar mais de 864 localidades, com foco em áreas remotas e rurais. O projeto também prevê levar conectividade a cerca de 6,5 mil quilômetros de rodovias federais em 16 estados — trechos que ainda enfrentam limitações de sinal.
“É mais infraestrutura para o Brasil em telecomunicações, mais capilaridade, conectividade de rodovias, conectividade de zona rural. A expectativa é que a gente já consiga ter benefício e impacto na vida das pessoas ainda em 2026”, afirmou o ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho.
“A ideia é que o Brasil possa ter mais infraestrutura digital, através desses investimentos que as operadoras vão fazer, levando mais conectividade para as rodovias federais, para as zonas rurais e distritos que, até então, não têm nada de cobertura móvel, viabilizando cada vez mais entretenimento, qualidade de vida e cidadania para essa população”, complementou.
Considerada estratégica, a faixa de 700 MHz possibilita um alcance maior de sinal, mesmo com menos torres. Essa medida facilita a expansão da cobertura, sobretudo em regiões de difícil acesso. Sua liberação ocorreu após o avanço da TV digital, que reorganizou o uso das frequências e abriu espaço para a ampliação dos serviços móveis.
"Com essa frequência, as prestadoras podem colocar uma estação só e ter 25, 30 quilômetros de alcance entre uma estação e outra, permitindo, então, usar menos estações, gastar menos recursos para dar uma maior cobertura. É bom se dizer também que ela é uma faixa complementar a outras faixas que dão mais capacidade", destacou o secretário de Telecomunicações, do Ministério das Comunicações, Hermano Tercius.
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O processo agora entra nas etapas de adjudicação e homologação, seguidas pela assinatura dos termos de autorização, prevista para o fim de julho deste ano.
“Essa sessão é um ato final de um processo extremamente longo e dia de agradecer, especialmente, ao Ministério das Comunicações, pela diretriz de política pública extremamente clara e objetiva, com o papel institucional da agência, de executar as políticas públicas”, pontuou o presidente da Anatel, Carlos Baigorri.
A faixa de 700 MHz já passou por diferentes etapas ao longo dos anos. Em 2012, três partes foram adquiridas por operadoras, mas uma parcela permaneceu sem interessados. Em 2021, esse trecho foi leiloado e arrematado pela Winity, que acabou desistindo do contrato em 2023 e devolvendo o direito de uso ao governo.
Diante disso, uma nova licitação foi organizada. Após consulta pública realizada entre dezembro de 2024 e janeiro de 2025, o edital foi elaborado, aprovado pelo conselho diretor da Anatel em julho do mesmo ano e publicado em fevereiro de 2026. O recebimento das propostas ocorreu em 15 de abril, quando oito empresas apresentaram documentação.
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Baixar áudioA insegurança jurídica, o elevado gasto público e o excesso de burocracia estão entre os principais entraves ao ambiente de negócios no Brasil, segundo representantes do setor produtivo. A avaliação foi apresentada durante audiência pública realizada na Câmara dos Deputados para discutir fatores estruturais que afetam a economia brasileira. O debate contou com a participação de representantes da Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB).
O vice-presidente da CACB e integrante do Conselho Superior da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), Roberto Ordine, disse que a insegurança jurídica enfrentada pelos empreendedores do país afasta investidores. “Se o Brasil não recebe a quantidade de investimento que deveria, é pelas dificuldades que são vistas, seja de uma forma direta ou indireta, prejudicando a entrada de capital.”
Roberto Ordine defendeu políticas de simplificação tributária, menos intervenção do Estado e mais liberdade para empreender, com tempo dedicado à produtividade e não às obrigações tributárias decorrentes do excesso de burocracia.
Na avaliação de Ordine, para fortalecer a produtividade, ampliar a segurança jurídica e estimular os investimentos são necessárias regras fixas para os empreendedores.
“Nós temos que ter um conjunto de regras que não fiquem alterando periodicamente. É preciso que o empreendedor tenha liberdade de trabalhar, de empreender e sem ficar preocupado com o excesso de obrigações trabalhistas ou sociais. E isto, sempre imposto de cima para baixo, não permite que se gaste o tempo na produção, na produtividade, e sim, nas obrigações”, afirmou.
Para os participantes da audiência pública, em função dos excessos burocráticos, em alguns casos, a decisão da empresa deixa de ser comercial – voltada a impulsionar o negócio, com investimentos – para ser uma decisão tributária.
“Temos que tirar esses nós que trancam a nossa economia, essas dificuldades da burocracia que impedem o empreendedor”, pontuou Ordine no debate.
Durante a audiência pública, a plataforma Gasto Brasil – desenvolvida pela CACB e a ACSP e que monitora em tempo real os gastos públicos primários do Brasil – foi citada como exemplo de transparência e de política que contribui para que parlamentares, gestores públicos e cidadãos entendam os dispêndios do governo.
A plataforma unifica as despesas das esferas municipal, estadual e federal e também detalha os montantes destinados à Previdência, além de gastos com pessoal e encargos sociais – que, hoje, correspondem a 60% do total das despesas do governo federal, conforme a CACB.
O consultor-executivo do Gasto Brasil, Claudio Queiroz, avaliou que é inevitável, em algum momento, a aprovação de reformas como a administrativa e a previdenciária, para aliviar as contas públicas que crescem em ritmo acelerado.
“Se olharmos o gasto previdenciário, é uma das linhas que vem crescendo mais. Não vemos outra maneira de, num curto período, ter que sofrer algumas alterações. Seja a reforma administrativa, e previdenciária. O BPC, por exemplo, está evoluindo para 1% do PIB já. As coisas estão crescendo e a população não está percebendo. Essa ferramenta vem ao encontro de possibilitar a visualização de uma maneira muito fácil das principais despesas”, mencionou Queiroz.
Claudio Queiroz destacou o potencial da ferramenta para os cidadãos acompanharem o gasto público e cobrar medidas de contenção.
“Essa ferramenta traz transparência para que a população possa acompanhar e cobrar prefeitos, governadores e gestores públicos. Os dados são obtidos em fontes oficiais do Tesouro Nacional e organizados em categorias que permitem aos cidadãos acompanhar a evolução dos gastos primários”, frisou Queiroz.
O debate atendeu a um pedido da deputada Adriana Ventura (Novo-SP). Na justificativa da solicitação da audiência pública, a parlamentar citou estudos que elucidam que o Custo Brasil – que inclui carga tributária, burocracia, insegurança jurídica e problemas logísticos – refletem em perdas relevantes e comprometem a competitividade das empresas.
Além de representantes da CACB, a discussão também contou com a participação de economistas e representantes da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomercio-SP) e do Sindicato Nacional de Comissárias de Despachos, Agentes Transitários e Intermediários de Carga, Logística e Fretes em Comércio Internacional, da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).
Durante a audiência pública, Adriana Ventura (Novo-SP) afirmou que não há como discutir políticas que afetem o setor produtivo, como a mudança de jornada e escala de trabalho, sem ouvir a posição dos empresários. Ela disse, ainda, que iria protocolar um requerimento à Comissão Especial sobre a escala de trabalho 6×1 para solicitar a participação de entidades empresariais em todas as reuniões.
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Baixar áudioO Rio Grande do Sul passou a contar com 98 estações meteorológicas automáticas do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), ampliando a cobertura de monitoramento climático no estado. As novas estruturas foram inauguradas nesta quinta-feira (7), em Porto Alegre, pelo ministro da Agricultura e Pecuária, André de Paula.
A ampliação da rede busca reforçar a prevenção a eventos climáticos extremos, melhorar a precisão das previsões meteorológicas e oferecer mais suporte ao setor agropecuário gaúcho, especialmente após as enchentes que atingiram o estado nos últimos meses.
A cerimônia teve a participação do diretor do Inmet, Carlos Alberto Jurgielewicz, além de representantes do setor produtivo, técnicos e autoridades.
Durante o evento, o ministro André de Paula afirmou que a entrega das estações representa um compromisso assumido pelo governo federal com o Rio Grande do Sul.
“Essas novas estações automáticas vão ser muito importantes, tanto do ponto de vista do apoio à segurança civil e às comunidades, quanto, sobretudo, no apoio aos nossos agricultores”, afirmou o ministro.
Segundo ele, a modernização da rede permitirá maior antecedência na identificação de riscos climáticos e ajudará produtores rurais no planejamento das safras.
“Os agricultores terão agora dados que permitirão um melhor planejamento das suas safras e a previsão de qualquer incidente climático com antecedência, mitigando os efeitos sobre a agricultura”, ressaltou.
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André de Paula também classificou o projeto como um marco para o monitoramento meteorológico no estado.
“O que nós estamos fazendo aqui divide a história das questões climáticas no Rio Grande do Sul em dois momentos: antes e depois. Nós tínhamos 44 estações antigas e analógicas. Agora elas são automáticas, são 98, e o estado está completamente coberto”, declarou.
O investimento na ampliação da rede foi de R$ 12,8 milhões. Das 98 estações em funcionamento, 44 substituíram equipamentos antigos, enquanto outras 54 foram instaladas em municípios e regiões que ainda não possuíam monitoramento meteorológico.
As unidades operam de forma automatizada e enviam dados em tempo real sobre temperatura do ar, umidade relativa, precipitação, vento, radiação solar, pressão atmosférica e condições do solo.
Na avaliação do diretor do Inmet, Carlos Alberto Jurgielewicz, os novos equipamentos devem aumentar a precisão das previsões meteorológicas e ampliar a interação com a população.
“Com isso, a nossa previsão meteorológica para o Rio Grande do Sul terá mais precisão e mais interação com a população. Todas as novas estações têm sensor de temperatura e umidade do solo, o que vai dar previsibilidade sobre as condições do solo e auxiliar diretamente a agricultura”, afirmou.
De acordo com ele, os dados coletados também serão integrados ao Sistema de Suporte à Decisão na Agropecuária (Sisdagro), contribuindo para o planejamento das atividades agrícolas.
Durante a solenidade, o ministro também citou a recomposição do quadro técnico do Inmet após autorização de concurso público pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
“Depois de 20 anos, o presidente Lula autorizou concurso para o Inmet. Saímos de 202 servidores para 304, um aumento de 50% no quadro técnico, reoxigenando a instituição”, disse.
Com a expansão da rede, o Rio Grande do Sul passa a figurar entre os estados brasileiros com maior cobertura de estações meteorológicas automáticas.
Todas as estações já estão em funcionamento, com dados meteorológicos disponibilizados em tempo quase real no portal do Inmet: https://portal.inmet.gov.br/.
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Baixar áudioMicroempreendedores individuais (MEIs) que atuam no turismo contam agora com uma linha de crédito inédita. O programa “Do Lado do Turismo Brasileiro” oferece até R$ 21 mil por operação, com juros de 5% ao ano (mais INPC) e carência de seis meses.
O anúncio foi feito pelo ministro do Turismo, Gustavo Feliciano, nesta quinta-feira (7), durante a abertura do 10º Salão do Turismo, no Centro de Eventos do Ceará, em Fortaleza (CE).
A iniciativa foca em profissionais inscritos no CadÚnico e no Cadastur, como guias de turismo, artesãos, motoristas e vendedores ambulantes.
De acordo com o Ministério do Turismo, em um primeiro momento, a iniciativa estará disponível para os MEIs do Nordeste do país e em seguida será ampliada para todo o Brasil.
O ministro disse que a ação foi pensada especialmente para esse público, que enfrenta restrições estruturais de acesso ao sistema financeiro formal.
“[A linha de crédito] é uma condição para aquelas pessoas que, às vezes, ficam à margem do sistema financeiro do nosso país, mas que têm um papel importantíssimo no setor do turismo. São os micro e pequenos empreendedores individuais: a mulher que vende acarajé, o vendedor de coco, o carrinho de picolé. Essas pessoas têm muita dificuldade para contratar crédito, se inserir no mercado e melhorar o ambiente de trabalho. Por isso, lançamos, junto ao Ministério do Desenvolvimento Social, um aporte de R$ 100 milhões para oferecer crédito exatamente a essas pessoas que têm essa necessidade, que estão no Cadastur, mas ainda não têm acesso às linhas de financiamento das instituições financeiras do país”, explicou Feliciano.
Nesta fase inicial, o recurso está disponível apenas para empreendedores da Região Nordeste. O interessado deve atender aos seguintes critérios:
● Estar inscrito no CadÚnico (renda mensal de até meio salário-mínimo por pessoa);
● Possuir registro ativo no Cadastur (sistema de formalização do Ministério do Turismo);
● Atuar em atividades como hospedagem, alimentação, transporte ou eventos.
Os recursos são do Fundo Geral do Turismo (Novo Fungetur), com garantia do Fundo de Garantia de Operações (FGO). Isso dispensa a exigência de garantias reais por parte do microempreendedor.
O processo ocorre de forma virtual pelo canal de atendimento do Banco do Nordeste (BNB). Após a manifestação de interesse, um agente de crédito realiza uma entrevista para analisar a viabilidade do negócio e a finalidade do recurso.
O crédito permite investimentos em:
1. Compra de equipamentos e bens móveis;
2. Aquisição de utensílios e ferramentas;
3. Pequenas reformas e modernização de instalações.
O prazo total para pagamento é de 24 meses. O Governo Federal destinou R$ 100 milhões iniciais para garantir as operações de crédito voltadas ao público de baixa renda.
Atualmente, o Cadastur registra mais de 46 mil microempreendedores que podem ser beneficiados. Aqueles que ainda não são MEIs podem formalizar a microempresa e se inscrever no sistema para buscar o financiamento.
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Baixar áudioO Ministério do Turismo lançou, nesta quinta-feira (7), durante o Salão do Turismo, em Fortaleza (CE), o “Guia Para Atender Bem Turistas Neurodivergentes”. A iniciativa estabelece orientações práticas para qualificar o atendimento e ampliar a acessibilidade em destinos turísticos de todo o Brasil.
O documento baseia-se em pesquisa nacional da Universidade do Estado do Amazonas (UEA), realizada com 761 participantes entre fevereiro e março de 2026. O levantamento incluiu autistas, pessoas com TDAH, dislexia, familiares e profissionais da área.
Para o ministro do Turismo, Gustavo Feliciano, a elaboração do guia representa mais um passo para democratizar o turismo no Brasil.
“Esse material vai contribuir para que todos vivam as experiências turísticas com conforto, respeito e dignidade. Essa é uma diretriz do governo do presidente Lula, de cuidar das pessoas e ampliar o acesso a direitos”, afirmou.
A pesquisa, que orientou a formulação do Guia, aponta que as barreiras enfrentadas por este público superam a estrutura física. O preparo das equipes é o fator de maior impacto na experiência. Segundo os dados, o julgamento de comportamentos e a falta de flexibilidade no atendimento afastam visitantes:
● 90,1% relataram julgamentos relacionados a comportamentos neurodivergentes.
● 89,8% apontaram que funcionários não compreendem suas necessidades.
● 87,5% citaram falta de flexibilidade no atendimento.
● 83,7% relataram ausência de acolhimento e respeito ao informar necessidades.
● 79% apontaram falta de respeito à autonomia e à dignidade.
● 77,5% indicaram ausência de espaços adequados para regulação sensorial.
● 77% destacaram dificuldade com tempo de espera sem previsibilidade.
● 71,5% relataram falta de informação sobre adaptações disponíveis.
Para os municípios que buscam fortalecer o turismo, a qualificação profissional é prioritária. O treinamento das equipes foi citado como medida principal por 63,3% dos profissionais entrevistados e 55,6% dos familiares.
O turismo para neurodivergentes exige atenção a fatores sensoriais. O barulho intenso causa desconforto para 72,7% dos participantes. Além disso, luzes fortes, aglomerações e mudanças inesperadas de roteiro comprometem o bem-estar e a permanência nos locais.
O guia evidencia que algumas soluções práticas são de baixo custo, mas de alto impacto, organizadas em três eixos principais: ambiente sensorial, comunicação e previsibilidade da informação, além da capacitação das equipes.
Entre as recomendações estão:
- Organização de fluxos e rotas alternativas para reduzir aglomerações.
- Criação de áreas de pausa e regulação sensorial.
- Possibilidade de pausa e retorno durante atividades.
- Sinalização clara de saídas e rotas alternativas.
- Comunicação antecipada sobre intensidade sonora, estímulos visuais e tempo de espera.
- Disponibilização de mapas, roteiros e informações prévias sobre o ambiente.
- Uso de linguagem simples, direta e acessível.
- Treinamento contínuo das equipes para acolhimento adequado.
- Flexibilização de procedimentos e atendimentos.
- Criação de ambientes mais previsíveis e organizados.
O estudo revela ainda que experiências negativas reduzem a recomendação de um destino para mais de 80% das pessoas neurodivergentes e seus familiares. Por outro lado, adaptações simples, como a oferta de protetores auriculares ou a organização de fluxos para evitar filas, podem transformar a percepção do visitante.
Copiar o textoO Brasil está vivenciando uma espécie de boom de projetos visando a produção dos chamados minerais críticos e estratégicos, com foco principal nas terras raras, mas também abrangendo outros minerais como cobre, níquel, grafita, lítio e fertilizantes, principalmente. A expectativa é que sejam investidos, até 2030, nada menos que US$ 21,3 bilhões em projetos para produção desses minerais, uma quantia bastante expressiva.
Nas terras raras, o País ganhou posição de destaque depois que se revelou o potencial que o território brasileiro possui em termos de reservas desse mineral cuja cadeia de produção é dominada pela China. Atualmente, como é sabido, o Brasil detém a segunda posição em termos de reservas potenciais de terras raras, com cerca de 15% das reservas mundiais, segundo o SGB- -CPRM, ou 25%, de acordo com o USGS (United States Geological Survey). Ainda muito longe da China, que detém entre 52% e 58% (dependendo da fonte) do total das reservas mundiais, mas à frente da Austrália, que se coloca em terceiro lugar, com 7% das reservas.
Existem atualmente diversos projetos para produção de terras raras no Brasil, a maioria em estágios iniciais, ou seja, ainda na fase de pesquisa mineral, e alguns mais avançados, em fase de licenciamento e/ ou engenharia. Por enquanto, apenas uma empresa está em produção no País.
Como o mercado de terras raras é amplamente dominado pela China, existe atualmente no mundo ocidental uma espécie de “corrida” visando assegurar o suprimento dessas matérias-primas, liderada pelos Estados Unidos, mas também pela Europa e Japão, principalmente. E o alvo dessa “corrida” são justamente os países com maiores reservas afora a China, ou seja, Brasil e Austrália. No caso dos EUA, a participação tem ocorrido através da oferta de recursos financeiros por parte de instituições de governo em parcerias com a iniciativa privada. Com relação à Europa, as negociações têm ocorrido mais entre as próprias empresas.
Caso todos os projetos que estão previstos sejam concretizados, nos próximos anos o Brasil poderá se transformar em um importante produtor de terras raras, obtidas a partir da lavra de argilas iônicas mas também de rochas.
O Brasil também possui reservas importantes de lítio em rocha dura, níquel, cobre e grafita, que assim como as terras raras é produzido majoritariamente pela China. Cabe destacar que a grafita é um componente importante na fabricação de baterias de veículos elétricos. Há dois projetos no Brasil que iniciaram produção recentemente, sendo possível prever o surgimento de novos empreendimentos em médio prazo.
No caso do lítio, o território brasileiro contém boas reservas de espodumênio, que é o mineral de lítio de rocha dura. Apesar dos reveses de preços que o lítio sofreu nos últimos dois anos, a previsão é que, além das duas unidades em produção no País, outras sejam implementadas nos próximos anos.
O Brasil também é bem-posicionado em termos de reservas de nióbio, que desempenha um papel importante na descarbonização da siderurgia e está sendo utilizado com sucesso em baterias de veículos elétricos. Lembramos que atualmente o país, principalmente através da CBMM, supre 90% do mercado mundial de nióbio.
Cabe mencionar, ainda, que no caso do cobre, outro mineral essencial para a transição energética, o Brasil tem um potencial ainda sendo pesquisado na Província Mineral de Carajás, que na opinião de geólogos especializados pode revelar boas surpresas futuramente.
A seguir, mostramos os principais projetos em minerais críticos que estão sendo conduzidos pelas empresas no Brasil.
Aclara
A Aclara concluiu recentemente o Estudo de Viabilidade do projeto Carina, em Goiás, com base na norma canadense 43.101, confirmando um projeto com capacidade de produção média anual de 4.378 toneladas de óxidos de terras raras (REO) contidos em um concentrado misto de terras raras com alto teor de disprósio e térbio (DyTb) e neodímio e praseodímio (NdPr) de 4,2% e 27,2%, respectivamente. O projeto prevê também a produção de outros elementos de terras raras pesados (HREE) estratégicos, como: 173 toneladas de Samário (Sm), 176 toneladas de Gadolínio (Gd), 10 toneladas de Lutécio (Lu) e 1.160 toneladas de Ítrio (Y). Segundo a empresa, a produção futura de Disprósio e Térbio em Carina equivalerá a cerca de 11,8% do que era a estimativa de produção da China em 2024. A vida útil prevista para o empreendimento inicialmente é de 18 anos.
O Custo de capital inicial (Capex de Construção) é de US$ 678,2 milhões, mais uma contingência de US$ 102,7 milhões, totalizando US$ 780,9 milhões. Este valor é US$ 100,4 milhões superior ao Capex de Construção anteriormente divulgado pela empresa em seu Estudo de Pré-Viabilidade, “devido principalmente à variação cambial, à inflação e à maior precisão da engenharia”. O Valor Presente Líquido (VPL) após impostos é de aproximadamente US$ 1,7 bilhão, a uma taxa de desconto de 8,0%, com base nas previsões de preços da Argus Media. A Taxa Interna de Retorno (TIR) após impostos é de 26,9%, com um período de retorno de 2,9 anos. A Receita líquida média anual prevista é de US$ 599 milhões e o lucro médio anual antes de juros, impostos, depreciação e amortização (EBITDA) de aproximadamente US$ 460 milhões.
A empresa planeja iniciar os trabalhos preliminares no local até o terceiro trimestre de 2026, como parte do investimento em construção. Isso inclui a construção de acampamentos, melhorias nas estradas e determinada infraestrutura auxiliar para preparar o local para a construção acelerada em 2027. O Estudo de Viabilidade incorpora uma estratégia de modularização que permite a fabricação e a preparação do local em paralelo, reduzindo custos. Estima-se que o comissionamento comece no primeiro semestre de 2028, com a produção inicial no segundo semestre do mesmo ano e aumento gradual da produção ao longo de 2029.
Segundo o diretor de operações da Aclara, Hugh Broadhurst, "Concluir um Estudo de Viabilidade apenas seis meses após o nosso Estudo de Pré-Viabilidade é uma conquista significativa, e quero reconhecer o esforço dedicado de nossa equipe e parceiros técnicos que o tornaram possível. O nível de detalhamento de engenharia que estamos apresentando hoje é substancial — e reflete o trabalho considerável que foi investido no Projeto Carina desde o início. Continuamos sendo a única empresa no mundo a relatar reservas de minerais de terras raras pesadas provenientes de argilas iônicas, de acordo com a norma NI 43-101. Demonstramos nosso processo metalúrgico por meio de uma planta piloto de operação contínua. Este Estudo de Viabilidade se baseia nessa fundação com um nível de rigor apropriado à importância do Projeto. Nosso caminho para o mercado, por meio de nossa instalação de separação 100% própria, que está planejada para ser construída na Louisiana, EUA, reduz ainda mais os riscos do Projeto Carina e apoia nossa estratégia de vender terras raras confiáveis e rastreáveis para clientes de alto padrão. Isso estabelece firmemente nossa cadeia de suprimentos inicial inteiramente no continente americano. Nosso produto de alta pureza, O design de processos sustentáveis e a estratégia integrada "da mina ao ímã" agora são sustentados pela engenharia de uma das empresas líderes mundiais. Continuaremos trabalhando para aprimorar nossa tecnologia, que, a médio prazo, também planejamos aplicar no Brasil e em outros países onde operamos. O mundo precisa de um fornecimento concreto, independente e resiliente de terras raras pesadas — e a Aclara foi criada para fornecer exatamente isso."
Bemisa
A Bemisa está desenvolvendo um projeto de terras raras em Bambuí (MG) que, segundo a empresa, é um exemplo claro de como depósitos aparentemente simples podem exigir soluções tecnológicas sofisticadas. Com centenas de milhões de toneladas já delineadas, a iniciativa aposta na simplicidade geológica e na complexidade do processamento para viabilizar a produção.
O depósito conta com cerca de 600 milhões de toneladas de recursos medidos e indicados a 0,28% TREO, e 1,5 bilhão de toneladas adicionais ainda em avaliação. O depósito, do tipo iônico, concentra- -se principalmente em NdPr (Óxido de Neodímio-Praseodímio) — elementos críticos para a transição energética — com teores médios entre 0,3% e 0,4% TREO. A mineralização ocorre em camadas rasas, com profundidades médias entre 45 e 55 metros, o que favorece a lavra.
A geologia é bastante simples. São camadas horizontais rasas. No entanto, o verdadeiro desafio está no processamento. A empresa já realizou mais de 600 testes metalúrgicos e cerca de 1.500 ensaios de lixiviação, buscando validar o fluxograma até a produção de carbonatos mistos de terras raras. A campanha atual inclui cerca de 210 furos, com o objetivo de suportar uma certificação formal de recursos no curto prazo. A ideia é ter todos os dados necessários para apoiar uma certificação de recursos até o próximo ano.
O cronograma prevê ainda estudos de pré-viabilidade por volta de 2029, refletindo a cautela típica de projetos de terras raras, onde decisões sobre separação e refino impactam fortemente o CAPEX.
Leia a matéria completa na edição 456 da Brasil Mineral
Copiar o textoAté o dia 7 de maio de 2025, sete municípios estavam bloqueados para recebimento dos recursos do FPM
Baixar áudioOs municípios brasileiros recebem nesta sexta-feira (8) a primeira parcela de maio do Fundo de Participação dos Municípios (FPM). Ao todo, a União vai transferir cerca de R$ 9,3 bilhões às prefeituras, valor aproximadamente 8% maior do que o repassado no mesmo período do ano passado, quando o montante ficou em R$ 8,6 bilhões.
Tradicionalmente, os repasses do FPM são realizados nos dias 10, 20 e 30 de cada mês. Neste primeiro decêndio de maio, porém, o pagamento foi antecipado para o primeiro dia útil anterior porque o dia 10 cairá em um domingo.
Apesar das oscilações registradas ao longo dos últimos meses, os repasses FPM ainda apresentam desempenho considerado positivo para as prefeituras brasileiras. A análise é do especialista em orçamento público, Cesar Lima. Segundo ele, o comportamento do fundo demonstra sinais de estabilidade, embora ainda exija acompanhamento nos próximos meses.
“Vem confirmando uma certa estabilidade, na qual nós temos o primeiro e o terceiro decêndio com valores melhores em relação ao exercício passado e o segundo decêndio com valores um pouco mais abaixo do que foi apresentado no ano passado. Contudo, o resultado deste ano ainda se encontra favorável para os municípios. Vamos aguardar no decorrer do tempo e estaremos avaliando o comportamento do FPM diante das novas regras de arrecadação do Tesouro Nacional relativos ao Imposto de Renda”, destaca.
No Nordeste, a Bahia lidera o volume de recursos, com mais de R$ 750 milhões destinados aos municípios do estado. Entre as cidades contempladas estão Vitória da Conquista e Juazeiro, que recebem cerca de R$ 5,5 milhões cada.
Na Região Sul, o maior repasse ficará com o Rio Grande do Sul, cujos municípios vão dividir mais de R$ 591 milhões. Entre os maiores valores estão os destinados a Alvorada e Canoas, com aproximadamente R$ 4,8 milhões para cada município.
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No Centro-Oeste, Goiás concentra o maior volume de recursos da região, somando cerca de R$ 302 milhões. As cidades de Rio Verde e Luziânia estão entre as que recebem os maiores valores, acima de R$ 4,7 milhões cada.
Já na Região Norte, o Pará aparece como o estado com maior participação no repasse, totalizando R$ 266 milhões. Castanhal e Santarém receberão cerca de R$ 4,1 milhões cada.
No Sudeste, São Paulo concentra o maior volume de recursos do país nesta parcela do FPM. O estado vai receber aproximadamente R$ 1,1 bilhão. Entre os municípios contemplados estão Santa Bárbara d'Oeste e São Bernardo do Campo, com cerca de R$ 5 milhões para cada cidade.
Até o dia 7 de maio de 2025, sete municípios estavam bloqueados para recebimento dos recursos do FPM. São eles:
Para regularizar a situação, o gestor municipal deve identificar qual órgão determinou o bloqueio, verificar a pendência apontada e providenciar a regularização.
Os recursos não são perdidos de forma definitiva. Os valores permanecem retidos até que a situação do município seja normalizada.
O Fundo de Participação dos Municípios é considerado uma das principais fontes de receita para cerca de 80% das cidades brasileiras. Previsto na Constituição Federal, o fundo é formado por 22,5% da arrecadação da União com o Imposto de Renda (IR) e o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI).
O valor destinado a cada município varia conforme o número de habitantes e é atualizado anualmente com base nos dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Copiar o textoO concurso 3005 da Mega-Sena foi realizado nesta quinta-feira (06/05/2026), no Espaço da Sorte, em São Paulo, e divulgado pela Caixa Econômica Federal. O sorteio não teve vencedores na faixa principal.
O próximo sorteio está marcado para sábado (9), com prêmio estimado em R$ 45.000.000,00. Aproveite a oportunidade e faça sua aposta para concorrer.
17 - 23 - 29 - 30 - 48 - 50
Para participar, basta escolher de 6 a 15 números entre os 60 disponíveis no volante. A aposta mínima custa R$ 5,00, e quanto mais números você marcar, maior o preço — mas também maiores as chances de ganhar. Os sorteios acontecem três vezes por semana, às terças, quintas e sábados, sempre às 21h (horário de Brasília).
| Números apostados | Probabilidade de acertar 6 dezenas |
|---|---|
| 6 números | 1 em 50.063.860 |
| 7 números | 1 em 7.151.980 |
| 8 números | 1 em 1.787.995 |
| 9 números | 1 em 595.998 |
| 10 números | 1 em 238.399 |
| 15 números | 1 em 10.003 |
Para aumentar as chances de ganhar, é possível participar de bolões organizados pelas lotéricas ou formar um grupo de apostas. O valor mínimo por cota é de R$ 6,00, e o bolão pode ter de 2 a 100 cotas.
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Prefere insistir nos seus números da sorte? Aposte com a Teimosinha e concorra com a mesma combinação por 2, 3, 4, 6, 8, 9 ou até 12 concursos seguidos, aumentando suas chances de ganhar sem precisar refazer a aposta a cada sorteio.
Parte da arrecadação das apostas da Mega-Sena é destinada a programas sociais do governo federal, como:
Copiar o textoO concurso 3679 da Lotofácil foi realizado nesta quinra-feira (07/05/2026), no Espaço da Sorte, em São Paulo, e divulgado pela Caixa Econômica Federal. 3 apostadores acertaram as 15 dezenas e levaram para casa o prêmio de R$ 487.135,89. Os bilhetes premiados foram adquiridos em Porto Seguro (BA), Fortaleza (CE) e Lagoa Dourada (MG).
O prêmio estimado para o próximo concurso da Lotofácil, de número 3680, que será realizado na sexta-feira, 8 de abril de 2026, está estimado em R$ 6.000.000,00. Aproveite a oportunidade e faça sua aposta para concorrer!
01 - 02 - 03 - 07 - 08 - 10 - 11 - 13 - 14 - 17 - 18 - 21 - 22 - 23 - 24
A aposta mínima, de 15 números, custa R$ 3,50 com chance de 1 em 3.268.760 e a máxima custa R$ 46.512 com chance de 1 em 211.
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Quantidade de números jogados |
Valor da aposta |
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15 |
R$ 3,50 |
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16 |
R$ 48,00 |
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17 |
R$ 408,00 |
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18 |
R$ 2.448,00 |
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19 |
R$ 11.628,00 |
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20 |
R$ 46.512,00 |
De segunda-feira a sábado, às 21h.
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Baixar áudioA previsão do tempo para a Região Sul nesta sexta-feira (8), de acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), é de possibilidade de chuva no Paraná e grande parte de Santa Catarina e na microrregião gaúcha do nordeste e metropolitana de Porto Alegre.
Pancadas de chuva nas regiões catarinenses de São Miguel do Oeste e Chepecó. O mesmo acontece nas demais regiões do Rio Grande do Sul.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 13°C em Porto Alegre. Já a máxima pode chegar até 28°C, em Florianópolis. A umidade relativa do ar varia entre 40% e 95%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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