VoltarO Brasil está vivenciando uma espécie de boom de projetos visando a produção dos chamados minerais críticos e estratégicos, com foco principal nas terras raras, mas também abrangendo outros minerais como cobre, níquel, grafita, lítio e fertilizantes, principalmente. A expectativa é que sejam investidos, até 2030, nada menos que US$ 21,3 bilhões em projetos para produção desses minerais, uma quantia bastante expressiva.
Nas terras raras, o País ganhou posição de destaque depois que se revelou o potencial que o território brasileiro possui em termos de reservas desse mineral cuja cadeia de produção é dominada pela China. Atualmente, como é sabido, o Brasil detém a segunda posição em termos de reservas potenciais de terras raras, com cerca de 15% das reservas mundiais, segundo o SGB- -CPRM, ou 25%, de acordo com o USGS (United States Geological Survey). Ainda muito longe da China, que detém entre 52% e 58% (dependendo da fonte) do total das reservas mundiais, mas à frente da Austrália, que se coloca em terceiro lugar, com 7% das reservas.
Existem atualmente diversos projetos para produção de terras raras no Brasil, a maioria em estágios iniciais, ou seja, ainda na fase de pesquisa mineral, e alguns mais avançados, em fase de licenciamento e/ ou engenharia. Por enquanto, apenas uma empresa está em produção no País.
Como o mercado de terras raras é amplamente dominado pela China, existe atualmente no mundo ocidental uma espécie de “corrida” visando assegurar o suprimento dessas matérias-primas, liderada pelos Estados Unidos, mas também pela Europa e Japão, principalmente. E o alvo dessa “corrida” são justamente os países com maiores reservas afora a China, ou seja, Brasil e Austrália. No caso dos EUA, a participação tem ocorrido através da oferta de recursos financeiros por parte de instituições de governo em parcerias com a iniciativa privada. Com relação à Europa, as negociações têm ocorrido mais entre as próprias empresas.
Caso todos os projetos que estão previstos sejam concretizados, nos próximos anos o Brasil poderá se transformar em um importante produtor de terras raras, obtidas a partir da lavra de argilas iônicas mas também de rochas.
O Brasil também possui reservas importantes de lítio em rocha dura, níquel, cobre e grafita, que assim como as terras raras é produzido majoritariamente pela China. Cabe destacar que a grafita é um componente importante na fabricação de baterias de veículos elétricos. Há dois projetos no Brasil que iniciaram produção recentemente, sendo possível prever o surgimento de novos empreendimentos em médio prazo.
No caso do lítio, o território brasileiro contém boas reservas de espodumênio, que é o mineral de lítio de rocha dura. Apesar dos reveses de preços que o lítio sofreu nos últimos dois anos, a previsão é que, além das duas unidades em produção no País, outras sejam implementadas nos próximos anos.
O Brasil também é bem-posicionado em termos de reservas de nióbio, que desempenha um papel importante na descarbonização da siderurgia e está sendo utilizado com sucesso em baterias de veículos elétricos. Lembramos que atualmente o país, principalmente através da CBMM, supre 90% do mercado mundial de nióbio.
Cabe mencionar, ainda, que no caso do cobre, outro mineral essencial para a transição energética, o Brasil tem um potencial ainda sendo pesquisado na Província Mineral de Carajás, que na opinião de geólogos especializados pode revelar boas surpresas futuramente.
A seguir, mostramos os principais projetos em minerais críticos que estão sendo conduzidos pelas empresas no Brasil.
Aclara
A Aclara concluiu recentemente o Estudo de Viabilidade do projeto Carina, em Goiás, com base na norma canadense 43.101, confirmando um projeto com capacidade de produção média anual de 4.378 toneladas de óxidos de terras raras (REO) contidos em um concentrado misto de terras raras com alto teor de disprósio e térbio (DyTb) e neodímio e praseodímio (NdPr) de 4,2% e 27,2%, respectivamente. O projeto prevê também a produção de outros elementos de terras raras pesados (HREE) estratégicos, como: 173 toneladas de Samário (Sm), 176 toneladas de Gadolínio (Gd), 10 toneladas de Lutécio (Lu) e 1.160 toneladas de Ítrio (Y). Segundo a empresa, a produção futura de Disprósio e Térbio em Carina equivalerá a cerca de 11,8% do que era a estimativa de produção da China em 2024. A vida útil prevista para o empreendimento inicialmente é de 18 anos.
O Custo de capital inicial (Capex de Construção) é de US$ 678,2 milhões, mais uma contingência de US$ 102,7 milhões, totalizando US$ 780,9 milhões. Este valor é US$ 100,4 milhões superior ao Capex de Construção anteriormente divulgado pela empresa em seu Estudo de Pré-Viabilidade, “devido principalmente à variação cambial, à inflação e à maior precisão da engenharia”. O Valor Presente Líquido (VPL) após impostos é de aproximadamente US$ 1,7 bilhão, a uma taxa de desconto de 8,0%, com base nas previsões de preços da Argus Media. A Taxa Interna de Retorno (TIR) após impostos é de 26,9%, com um período de retorno de 2,9 anos. A Receita líquida média anual prevista é de US$ 599 milhões e o lucro médio anual antes de juros, impostos, depreciação e amortização (EBITDA) de aproximadamente US$ 460 milhões.
A empresa planeja iniciar os trabalhos preliminares no local até o terceiro trimestre de 2026, como parte do investimento em construção. Isso inclui a construção de acampamentos, melhorias nas estradas e determinada infraestrutura auxiliar para preparar o local para a construção acelerada em 2027. O Estudo de Viabilidade incorpora uma estratégia de modularização que permite a fabricação e a preparação do local em paralelo, reduzindo custos. Estima-se que o comissionamento comece no primeiro semestre de 2028, com a produção inicial no segundo semestre do mesmo ano e aumento gradual da produção ao longo de 2029.
Segundo o diretor de operações da Aclara, Hugh Broadhurst, "Concluir um Estudo de Viabilidade apenas seis meses após o nosso Estudo de Pré-Viabilidade é uma conquista significativa, e quero reconhecer o esforço dedicado de nossa equipe e parceiros técnicos que o tornaram possível. O nível de detalhamento de engenharia que estamos apresentando hoje é substancial — e reflete o trabalho considerável que foi investido no Projeto Carina desde o início. Continuamos sendo a única empresa no mundo a relatar reservas de minerais de terras raras pesadas provenientes de argilas iônicas, de acordo com a norma NI 43-101. Demonstramos nosso processo metalúrgico por meio de uma planta piloto de operação contínua. Este Estudo de Viabilidade se baseia nessa fundação com um nível de rigor apropriado à importância do Projeto. Nosso caminho para o mercado, por meio de nossa instalação de separação 100% própria, que está planejada para ser construída na Louisiana, EUA, reduz ainda mais os riscos do Projeto Carina e apoia nossa estratégia de vender terras raras confiáveis e rastreáveis para clientes de alto padrão. Isso estabelece firmemente nossa cadeia de suprimentos inicial inteiramente no continente americano. Nosso produto de alta pureza, O design de processos sustentáveis e a estratégia integrada "da mina ao ímã" agora são sustentados pela engenharia de uma das empresas líderes mundiais. Continuaremos trabalhando para aprimorar nossa tecnologia, que, a médio prazo, também planejamos aplicar no Brasil e em outros países onde operamos. O mundo precisa de um fornecimento concreto, independente e resiliente de terras raras pesadas — e a Aclara foi criada para fornecer exatamente isso."
Bemisa
A Bemisa está desenvolvendo um projeto de terras raras em Bambuí (MG) que, segundo a empresa, é um exemplo claro de como depósitos aparentemente simples podem exigir soluções tecnológicas sofisticadas. Com centenas de milhões de toneladas já delineadas, a iniciativa aposta na simplicidade geológica e na complexidade do processamento para viabilizar a produção.
O depósito conta com cerca de 600 milhões de toneladas de recursos medidos e indicados a 0,28% TREO, e 1,5 bilhão de toneladas adicionais ainda em avaliação. O depósito, do tipo iônico, concentra- -se principalmente em NdPr (Óxido de Neodímio-Praseodímio) — elementos críticos para a transição energética — com teores médios entre 0,3% e 0,4% TREO. A mineralização ocorre em camadas rasas, com profundidades médias entre 45 e 55 metros, o que favorece a lavra.
A geologia é bastante simples. São camadas horizontais rasas. No entanto, o verdadeiro desafio está no processamento. A empresa já realizou mais de 600 testes metalúrgicos e cerca de 1.500 ensaios de lixiviação, buscando validar o fluxograma até a produção de carbonatos mistos de terras raras. A campanha atual inclui cerca de 210 furos, com o objetivo de suportar uma certificação formal de recursos no curto prazo. A ideia é ter todos os dados necessários para apoiar uma certificação de recursos até o próximo ano.
O cronograma prevê ainda estudos de pré-viabilidade por volta de 2029, refletindo a cautela típica de projetos de terras raras, onde decisões sobre separação e refino impactam fortemente o CAPEX.
Leia a matéria completa na edição 456 da Brasil Mineral
Copiar o textoAté o dia 7 de maio de 2025, sete municípios estavam bloqueados para recebimento dos recursos do FPM
Baixar áudioOs municípios brasileiros recebem nesta sexta-feira (8) a primeira parcela de maio do Fundo de Participação dos Municípios (FPM). Ao todo, a União vai transferir cerca de R$ 9,3 bilhões às prefeituras, valor aproximadamente 8% maior do que o repassado no mesmo período do ano passado, quando o montante ficou em R$ 8,6 bilhões.
Tradicionalmente, os repasses do FPM são realizados nos dias 10, 20 e 30 de cada mês. Neste primeiro decêndio de maio, porém, o pagamento foi antecipado para o primeiro dia útil anterior porque o dia 10 cairá em um domingo.
Apesar das oscilações registradas ao longo dos últimos meses, os repasses FPM ainda apresentam desempenho considerado positivo para as prefeituras brasileiras. A análise é do especialista em orçamento público, Cesar Lima. Segundo ele, o comportamento do fundo demonstra sinais de estabilidade, embora ainda exija acompanhamento nos próximos meses.
“Vem confirmando uma certa estabilidade, na qual nós temos o primeiro e o terceiro decêndio com valores melhores em relação ao exercício passado e o segundo decêndio com valores um pouco mais abaixo do que foi apresentado no ano passado. Contudo, o resultado deste ano ainda se encontra favorável para os municípios. Vamos aguardar no decorrer do tempo e estaremos avaliando o comportamento do FPM diante das novas regras de arrecadação do Tesouro Nacional relativos ao Imposto de Renda”, destaca.
No Nordeste, a Bahia lidera o volume de recursos, com mais de R$ 750 milhões destinados aos municípios do estado. Entre as cidades contempladas estão Vitória da Conquista e Juazeiro, que recebem cerca de R$ 5,5 milhões cada.
Na Região Sul, o maior repasse ficará com o Rio Grande do Sul, cujos municípios vão dividir mais de R$ 591 milhões. Entre os maiores valores estão os destinados a Alvorada e Canoas, com aproximadamente R$ 4,8 milhões para cada município.
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No Centro-Oeste, Goiás concentra o maior volume de recursos da região, somando cerca de R$ 302 milhões. As cidades de Rio Verde e Luziânia estão entre as que recebem os maiores valores, acima de R$ 4,7 milhões cada.
Já na Região Norte, o Pará aparece como o estado com maior participação no repasse, totalizando R$ 266 milhões. Castanhal e Santarém receberão cerca de R$ 4,1 milhões cada.
No Sudeste, São Paulo concentra o maior volume de recursos do país nesta parcela do FPM. O estado vai receber aproximadamente R$ 1,1 bilhão. Entre os municípios contemplados estão Santa Bárbara d'Oeste e São Bernardo do Campo, com cerca de R$ 5 milhões para cada cidade.
Até o dia 7 de maio de 2025, sete municípios estavam bloqueados para recebimento dos recursos do FPM. São eles:
Para regularizar a situação, o gestor municipal deve identificar qual órgão determinou o bloqueio, verificar a pendência apontada e providenciar a regularização.
Os recursos não são perdidos de forma definitiva. Os valores permanecem retidos até que a situação do município seja normalizada.
O Fundo de Participação dos Municípios é considerado uma das principais fontes de receita para cerca de 80% das cidades brasileiras. Previsto na Constituição Federal, o fundo é formado por 22,5% da arrecadação da União com o Imposto de Renda (IR) e o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI).
O valor destinado a cada município varia conforme o número de habitantes e é atualizado anualmente com base nos dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Copiar o textoO concurso 3005 da Mega-Sena foi realizado nesta quinta-feira (06/05/2026), no Espaço da Sorte, em São Paulo, e divulgado pela Caixa Econômica Federal. O sorteio não teve vencedores na faixa principal.
O próximo sorteio está marcado para sábado (9), com prêmio estimado em R$ 45.000.000,00. Aproveite a oportunidade e faça sua aposta para concorrer.
17 - 23 - 29 - 30 - 48 - 50
Para participar, basta escolher de 6 a 15 números entre os 60 disponíveis no volante. A aposta mínima custa R$ 5,00, e quanto mais números você marcar, maior o preço — mas também maiores as chances de ganhar. Os sorteios acontecem três vezes por semana, às terças, quintas e sábados, sempre às 21h (horário de Brasília).
| Números apostados | Probabilidade de acertar 6 dezenas |
|---|---|
| 6 números | 1 em 50.063.860 |
| 7 números | 1 em 7.151.980 |
| 8 números | 1 em 1.787.995 |
| 9 números | 1 em 595.998 |
| 10 números | 1 em 238.399 |
| 15 números | 1 em 10.003 |
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Parte da arrecadação das apostas da Mega-Sena é destinada a programas sociais do governo federal, como:
Copiar o textoO concurso 3679 da Lotofácil foi realizado nesta quinra-feira (07/05/2026), no Espaço da Sorte, em São Paulo, e divulgado pela Caixa Econômica Federal. 3 apostadores acertaram as 15 dezenas e levaram para casa o prêmio de R$ 487.135,89. Os bilhetes premiados foram adquiridos em Porto Seguro (BA), Fortaleza (CE) e Lagoa Dourada (MG).
O prêmio estimado para o próximo concurso da Lotofácil, de número 3680, que será realizado na sexta-feira, 8 de abril de 2026, está estimado em R$ 6.000.000,00. Aproveite a oportunidade e faça sua aposta para concorrer!
01 - 02 - 03 - 07 - 08 - 10 - 11 - 13 - 14 - 17 - 18 - 21 - 22 - 23 - 24
A aposta mínima, de 15 números, custa R$ 3,50 com chance de 1 em 3.268.760 e a máxima custa R$ 46.512 com chance de 1 em 211.
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Quantidade de números jogados |
Valor da aposta |
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15 |
R$ 3,50 |
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R$ 48,00 |
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R$ 408,00 |
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R$ 2.448,00 |
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19 |
R$ 11.628,00 |
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20 |
R$ 46.512,00 |
De segunda-feira a sábado, às 21h.
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Baixar áudioA previsão do tempo para a Região Sul nesta sexta-feira (8), de acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), é de possibilidade de chuva no Paraná e grande parte de Santa Catarina e na microrregião gaúcha do nordeste e metropolitana de Porto Alegre.
Pancadas de chuva nas regiões catarinenses de São Miguel do Oeste e Chepecó. O mesmo acontece nas demais regiões do Rio Grande do Sul.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 13°C em Porto Alegre. Já a máxima pode chegar até 28°C, em Florianópolis. A umidade relativa do ar varia entre 40% e 95%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA previsão do tempo para a Região Centro-Oeste nesta sexta-feira (8), de acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), aponta céu com poucas nuvens em Goiás, no Distrito Federal e em quase todo o estado de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.
No sul de Mato Grosso do Sul, extremo oeste e norte de Mato Grosso, a previsão é de pancadas de chuva isoladas.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 18°C em Goiânia e Brasília. Já a máxima pode chegar até 33°C, em Cuiabá. A umidade relativa do ar varia entre 30% e 100%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA previsão do tempo para a Região Sudeste nesta sexta-feira (8), de acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), apresenta poucas nuvens em Minas Gerais, e também em grande parte do estado de São Paulo e do Rio de Janeiro.
Possibilidade de chuvas isoladas no litoral do Espírito Santo, e em pontos isolados do litoral norte fluminense.
Entre as capitais, mínima de 16ºC em Belo Horizonte. A máxima deve chegar a 35ºC no Rio de Janeiro. A umidade relativa do ar varia entre 40% e 100%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA previsão do tempo para a Região Norte nesta sexta-feira (8), de acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), aponta pancadas de chuva acompanhadas de trovoadas isoladas nos estados do Amazonas, Roraima, Amapá, Acre, Rondônia e em grande parte do Pará.
No Tocantins e no sudeste paraense o sol aparece entre nuvens.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 22°C em Porto Velho. A máxima pode chegar até 36°C, em Palmas. A umidade relativa do ar varia entre 50% e 98%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA previsão do tempo para a Região Nordeste nesta sexta-feira (8), de acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), indica pancadas de chuva acompanhadas de trovoadas isoladas em toda a faixa norte, abrangendo os estados do Maranhão, Piauí e Ceará.
No litoral leste, também são esperadas pancadas de chuva desde o Rio Grande do Norte até o sul da Bahia, atingindo capitais como Natal, João Pessoa, Recife, Maceió, Aracaju e Salvador. Já no interior da região, especialmente no sertão de Pernambuco e na maior parte do território baiano, céu variando entre poucas e muitas nuvens, mas sem expectativa de chuva.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 23°C em Salvador, João Pessoa e São Luís. Já a máxima pode chegar até 34°C, em Teresina. A umidade relativa do ar varia entre 50% e 100%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia.
Copiar o textoRecursos vão apoiar medidas emergenciais em municípios de nove estados brasileiros
Baixar áudioO Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), por meio da Defesa Civil Nacional, autorizou nesta quinta-feira (7) o repasse de R$ 5.628.262,21 para ações de resposta e recuperação em 23 municípios afetados por desastres nos estados do Acre, Amazonas, Bahia, Minas Gerais, Pará, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Sul e Tocantins. As portarias com a liberação dos valores foram publicadas no Diário Oficial da União (DOU). Confira abaixo:
Os recursos foram autorizados a partir de critérios técnicos que levam em conta a magnitude dos desastres, o número de desabrigados e desalojados e as necessidades apresentadas nos planos de trabalho enviados pelas prefeituras.
Municípios que tiverem o reconhecimento federal de situação de emergência ou estado de calamidade pública podem solicitar recursos ao MIDR para ações de defesa civil. As solicitações devem ser realizadas por meio do Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2iD). A partir dos planos de trabalho enviados, a equipe técnica da Defesa Civil Nacional avalia as metas e valores propostos. Após aprovação, os repasses são formalizados por meio de portaria no DOU, liberando os valores correspondentes.
A Defesa Civil Nacional também oferece uma série de cursos a distância para capacitar e qualificar agentes municipais e estaduais no uso do S2iD. O objetivo é preparar os profissionais das três esferas de governo para responderem de forma eficiente às situações de emergência. Confira aqui a lista completa dos cursos.
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Baixar áudioO Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), por meio da Defesa Civil Nacional, reconheceu, nesta quinta-feira (7), a situação de emergência em 15 cidades afetadas por desastres nos estados do Acre, Amazonas, Bahia, Maranhão, Pará, Paraíba, Rio Grande do Sul e Sergipe. As portarias com os reconhecimentos foram publicadas no Diário Oficial da União (DOU). Confira mais detalhes abaixo:
Passam por um período de estiagem os municípios de Andorinha, na Bahia; Gado Bravo, Nova Palmeira e Pedra Lavrada, na Paraíba, e Entre-Ijuís, Tucunduva, Muliterno, Santa Margarida do Sul e Campina das Missões, no Rio Grande do Sul.
Já Monte Alegre de Sergipe e Porto da Folha, em Sergipe, enfrentam a seca, que é um período de ausência de chuva mais prolongado do que a estiagem.
Por outro lado, as cidades de Manicoré, no Amazonas; Peri Mirim, no Maranhão, e Concórdia do Pará, no Pará, foram castigadas por fortes chuvas, enquanto Xapuri, no Acre, obteve o reconhecimento federal de situação de emergência por causa de enxurradas.
Agora, as prefeituras já podem solicitar recursos do Governo Federal para ações de defesa civil, como compra de cestas básicas, água mineral, refeição para trabalhadores e voluntários, kits de limpeza de residência, higiene pessoal e dormitório, entre outros.
Os municípios com reconhecimento federal de situação de emergência ou de estado de calamidade pública podem solicitar apoio financeiro ao MIDR por meio do Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2iD). A Defesa Civil Nacional avalia os planos de trabalho enviados e, após a aprovação, publica portaria no DOU com os valores a serem liberados.
A Defesa Civil Nacional oferece uma série de cursos a distância para habilitar e qualificar agentes municipais e estaduais para o uso do S2iD. As capacitações têm como foco os agentes de proteção e defesa civil nas três esferas de governo. Confira neste link a lista completa dos cursos.
Com informações do MIDR
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A instalação de uma comissão especial na Câmara dos Deputados, no fim de abril, marcou o início dos debates sobre a atualização do limite de faturamento anual do Microempreendedor Individual (MEI), previsto no PLP 108/2021. A proposta pode ampliar o teto para até R$ 130 mil e abrir espaço para a revisão de outras faixas do Simples Nacional. Representantes do setor destacam o papel do regime tributário no incentivo à atividade empresarial no país e a importância da revisão das tabelas para preservar a formalização.
O colegiado é presidido pela deputada Any Ortiz (Progressistas-RS), que já adiantou que o projeto deve contemplar outras faixas do Simples Nacional – como micro e pequenas empresas.
O ex-presidente da Associação Comercial da Paraíba e empresário, André Amaral Filho, defende que a revisão das tabelas de enquadramento do MEI garante crescimento real das empresas.
“O reajuste do Simples Nacional e do MEI é uma justiça tributária. Vale lembrar que o crescimento que se tem visto nas empresas não é um crescimento real, é um crescimento que tem sido estimulado pela inflação. O empreendedor fatura mais, mas não porque está crescendo; ele fatura mais porque a aquisição de produtos ficou mais cara e a venda desses produtos acabou também ficando mais cara”, diz André Amaral.
Na avaliação de André Amaral Filho, atualizar os limites do Simples Nacional para os MEIs vai fazer com que os empreendedores tenham um crescimento orgânico, com ganhos para o negócio.
“Que essas tabelas sejam reajustadas para que o empreendedor tenha um ganho real e consiga faturar mais, que continue dentro da formalidade e não precise abrir um segundo CNPJ no nome de alguém da sua família porque está tentando sobreviver, está precisando faturar mais, vender mais ou acabar caindo na informalidade. Essa medida é urgente e necessária para que a gente acompanhe e faça com que exista um crescimento real dentro dos negócios brasileiros, dentro das famílias brasileiras que se empenham em desenvolver algum setor da atividade produtiva”, pondera André Amaral Filho.
A atualização do limite de enquadramento no Simples Nacional é uma pauta prioritária para entidades empresariais, em especial para a Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB), que defende o aumento do teto anual do MEI para R$ 144,9 mil.
O presidente da CACB, da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (FACESP) e da Associação Comercial de SP (ACSP), Alfredo Cotait Neto, afirma que atualizar a tabela do Simples é importante para evitar que empresas deixem o regime simplificado ou migrem para a informalidade.
“O que nós precisamos é conscientizar os nossos políticos da importância da aprovação do aumento do limite do Simples Nacional, pelo menos para o MEI, o microempreendedor individual, e para o micro e a microempresa. Sem isso, as empresas ou vão mudar o seu regime ou vão para informalidade”, pontua Cotait.
As regras atuais não são atualizadas desde 2018 e limitam as receitas da categoria em R$ 81 mil, além de permitir o registro de apenas um funcionário. Além da atualização dos limites, a proposta permitirá a contratação de até dois empregados. Já para as micro e pequenas empresas, o reajuste da receita não vem desde 2016.
O senador Efraim Filho (PL-PB) destaca o papel Simples Nacional como um dos principais instrumentos de incentivo à atividade empresarial no Brasil.
“Milhões de brasileiros realizam seus sonhos por meio do próprio negócio e a gente sabe sim que o Simples Nacional é um dos principais instrumentos de incentivo ao empreendedorismo no país, porque ele nasceu para facilitar a vida de quem produz, de quem gera emprego e também de quem movimenta a economia do nosso país. Ao unificar tributos e reduzir a burocracia, o Simples valoriza o pequeno, o médio empresário, permitindo que ele foque no que realmente importa, crescer, inovar e gerar oportunidades”, ressalta o senador.
Para Efraim Filho (PL-PB), quanto menores forem as barreiras enfrentadas pelos empreendedores, maior será o espaço para investimentos e expansão econômica. Ele reforça, ainda, que fortalecer o Simples Nacional significa apoiar quem movimenta a economia diariamente.
“Quanto menos barreiras o empreendedor encontrar pela frente, mais espaço haverá para quem quer trabalhar, para quem quer investir, quem quer gerar empregos e fazer o Brasil avançar. Como presidente da Frente Parlamentar do Comércio e Serviços e vice-presidente da Frente Parlamentar do Ambiente de Negócios, eu realmente acredito que fortalecer o Simples Nacional é acreditar em quem empreende, em quem acorda cedo e faz a economia girar todos os dias nesse nosso Brasil”, afirma o parlamentar.
Na avaliação da a CACB, o ajuste deve contemplar todas as faixas de enquadramento do Simples Nacional, além do MEI, assim como adiantou a deputada Any Ortiz (Progressistas-RS) – presidente da Comissão Especial. Segundo a Confederação, com a atualização, o valor máximo do MEI subiria de R$ 81 mil para R$ 144,913,41.
Confira como a CACB defende a ampliação dos tetos de faturamento:
O sistema associativista nacional, liderado pela CACB, reivindica a correção em 83,03% dos limites de faturamento para enquadramento no Simples Nacional, com base na inflação acumulada nos últimos sete anos.
A entidade tem o compromisso de pressionar parlamentares e setor produtivo para levar a proposta à aprovação.
A expectativa é que os debates na comissão avancem nas próximas semanas, com a possibilidade de ajustes em todas as faixas do Simples Nacional, ampliando o alcance da política e o impacto da medida sobre pequenos negócios em todo o país.
Copiar o textoQuando a demanda por minerais estratégicos ganha protagonismo na transição energética e no redesenho das cadeias globais de suprimentos, o Brasil se movimenta para ocupar um espaço mais relevante nesse cenário. É com essa proposta que surge o BRAMINVEST 2026, evento que será realizado em Goiânia no final do ano, com o objetivo de conectar investidores internacionais a oportunidades concretas no setor mineral latino-americano.
Mais do que uma conferência, o encontro se apresenta como uma plataforma estruturada de negócios. “O BRAMINVEST 2026 é o maior hub de negócios de mineração da América Latina, conectando investidores globais a ativos minerários validados. Nosso objetivo é promover parcerias estratégicas e rodadas de negócios para impulsionar o setor mineral na região”, afirma Wilson Borges, CEO da Expert Brasil Mining, realizadora do evento.
A escolha de Goiânia como sede não é casual. Inserida em uma das regiões mais promissoras da mineração brasileira, a capital goiana funciona como porta de entrada para um cinturão mineral relevante, com presença de ouro, níquel e outros recursos de alto valor. “Goiânia é um polo estratégico da mineração brasileira, com proximidade a depósitos ricos em ouro, níquel e outros minerais. A localização facilita o networking entre players locais e internacionais, maximizando oportunidades reais”, destaca Borges.
A proposta do BRAMINVEST é clara: reduzir distâncias entre capital e projetos. Para isso, o evento aposta em um formato que combina conteúdo técnico, acesso a financiamento e, principalmente, interação direta entre investidores e detentores de ativos. “Os participantes terão acesso a palestras sobre negócios na mineração, linhas de crédito inovadoras e rodadas exclusivas de negociação de bens minerais, além de conhecer muitas oportunidades de investimento no setor. É o lugar ideal para fechar deals e explorar o potencial da América Latina”, completa o executivo.
Na mesma linha, Getúlio Faria, presidente executivo do BRAMINVEST, reforça o caráter prático da iniciativa. “O BRAMINVEST será uma grande plataforma de negócios na mineração, que vai conectar o capital nacional e internacional com ativos minerários qualificados que buscam investimento para viabilizar a operação. Além disso, teremos rodadas de negócios onde ocorrerá a compra e venda de bens minerários”, explica.
A expectativa dos organizadores é que o evento contribua diretamente para destravar projetos que hoje esbarram na falta de funding, especialmente em segmentos considerados estratégicos. “Nossa expectativa é que o evento traga impactos positivos na viabilização de projetos de mineração que precisam de investimentos para se tornarem realidade, com a negociação de ativos de alto potencial como ouro, cobre, terras raras e outros minerais estratégicos”, afirma Faria. Segundo ele, o movimento também reforça o posicionamento do país no cenário global: “O BRAMINVEST posiciona o Brasil como hub de investimentos, gerando empregos e impactos econômicos e sociais relevantes onde os projetos minerários serão implementados”.
Para investidores estrangeiros, o diferencial está na curadoria dos projetos apresentados. A organização promete um ambiente de negócios com maior previsibilidade e qualidade de informação, reduzindo riscos típicos de operações em estágio inicial. “O BRAMINVEST será uma grande vitrine de oportunidades em ativos minerais que passarão por um rigoroso processo de curadoria, para que sejam apresentadas nas negociações apenas aquelas aptas a receber investimentos, com informações robustas que justifiquem os aportes”, ressalta Faria. E conclui: “É a oportunidade de diversificar portfólios com ativos minerais latino-americanos de baixo risco e alto rendimento”.
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Baixar áudioA inteligência artificial ganhou protagonismo nas discussões do Dia Nacional da Comunicação, celebrado na terça-feira (5), durante o Qualcomm Innovation Summit Brazil, realizado em São Paulo. No evento, o ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho, apresentou as iniciativas do governo federal voltadas à preparação do país para a nova era tecnológica, com foco na ampliação e modernização da infraestrutura digital.
Segundo o ministro, a estratégia do governo envolve diferentes frentes que atuam de forma coordenada. “O Governo do Brasil conduz essa agenda de forma integrada, com atuação coordenada entre diferentes frentes estratégicas”, afirmou.
“Nesse contexto, o Ministério das Comunicações está desenvolvendo ações voltadas para o fortalecimento de uma infraestrutura composta por redes, data centers, cabos submarinos, espectro, energia, profissionais qualificados e segurança jurídica”, acrescentou.
Um dos pontos destacados foi a criação da Política Nacional de Data Centers, ainda em elaboração. A proposta busca oferecer maior previsibilidade ao setor, com garantias nas áreas jurídica e energética.
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A iniciativa também pretende aproveitar vantagens competitivas do país, como a matriz energética limpa, a localização estratégica, a extensa rede de cabos submarinos e o tamanho do mercado interno. Atualmente, o Brasil concentra cerca de metade do mercado latino-americano de data centers.
Outro eixo considerado essencial é a expansão das redes móveis. O modelo de leilão adotado no país, que condiciona o uso do espectro a compromissos de investimento, tem acelerado a implementação do 5G e ampliado o alcance do 4G, inclusive em regiões menos atrativas economicamente.
“Nos últimos anos, o 5G avançou de forma expressiva, com presença em 1,78 mil municípios e cobertura para quase 70% da população. Ao mesmo tempo, o 4G continua sendo ampliado em áreas rurais, localidades remotas e regiões ainda sem cobertura adequada. Nossa missão é fazer com que a transformação digital alcance todos os brasileiros, impactando a educação, a saúde, a segurança, a agricultura, a indústria, a mobilidade e a cidadania”, declarou o ministro.
A agenda também inclui projetos voltados à integração regional e à soberania digital. Entre eles está o programa Norte Conectado, que prevê a instalação de 13 mil quilômetros de cabos de fibra óptica nos rios amazônicos. A iniciativa deve levar conectividade a cerca de 70 localidades que hoje dependem de soluções via satélite, geralmente mais caras e limitadas.
Já a Política Nacional de Rodovias pretende garantir acesso contínuo à internet em trechos estratégicos de estradas, o que pode melhorar a segurança viária, facilitar o monitoramento de cargas e otimizar a logística, especialmente no agronegócio. Na ocasião, o ministro reforçou o objetivo de ampliar o acesso digital no país.
“Todas essas frentes se conectam em uma mesma agenda. O Governo do Brasil quer levar internet a quem ainda está desconectado, melhorar a qualidade das redes onde já existe cobertura, ampliar a capacidade de processamento e armazenamento de dados, qualificar pessoas, apoiar a inovação e criar um ambiente no qual as empresas possam investir com previsibilidade”, concluiu.
O Qualcomm Innovation Summit Brazil 2026 reúne representantes de universidades, operadoras, indústria, centros de pesquisa, startups e governo, com debates sobre conectividade, computação inteligente e inteligência artificial.
O Dia Nacional das Comunicações, celebrado em 5 de maio, homenageia o Marechal Rondon, considerado o patrono da área no Brasil por seu papel na implantação de linhas telegráficas que ajudaram a integrar diferentes regiões do país.
Copiar o textoSaiba como evitar o aumento de peso com a idade
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Baixar áudioAlgumas pessoas sentem que ganham peso mais fácil do que antes. Mas, o Dr. Márcio Aurélio Silva Pinto, conta que “o metabolismo só começa a diminuir de verdade após os 60 anos, cerca de 0,7% ao ano”.
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Baixar áudioO orçamento das famílias brasileiras sofre pressões diferentes conforme a localização geográfica. Levantamento da Serasa Experian revela que, em 2025, os consumidores da Região Norte comprometeram, em média, 80,5% da renda com despesas financeiras gerais — que incluem dívidas, contas básicas e outros gastos essenciais.
O Nordeste aparece logo em seguida, com 78% do orçamento comprometido, seguido pelo Centro-Oeste, com 74,7%. Já as regiões Sudeste e Sul apresentam os menores índices — 72,7% e 71,9%, respectivamente — indicando um fôlego financeiro relativamente maior para as famílias dessas localidades.
A diferença está diretamente relacionada ao nível de renda média regional. O Sudeste lidera com renda média de R$ 4.448, seguido pelo Sul (R$ 4.308) e pelo Centro-Oeste (R$ 4.296). Na sequência aparecem o Norte, com renda média de R$ 3.018, e o Nordeste, que registra o menor valor do país: R$ 2.821. A distância entre a maior e a menor média regional chega a R$ 1.627.
Na prática, isso significa que moradores de regiões com menor renda precisam destinar uma parcela maior do orçamento ao pagamento de despesas financeiras, o que reduz a margem disponível para consumo, poupança e gastos com imprevistos.
Em nota, a economista-chefe da Serasa Experian, Camila Abdelmalack, destaca o impacto dessa baixa folga financeira no cotidiano das famílias. “Com tão pouca renda disponível após pagar despesas financeiras, cresce a dificuldade de absorver imprevistos, planejar compras maiores ou acessar crédito em condições mais favoráveis”, alerta.
A análise da série histórica indica que o comprometimento da renda das famílias brasileiras permanece elevado desde 2022.
No mesmo intervalo, a renda média do consumidor cresceu em todas as regiões, mas de forma desigual.
Segundo o vice-presidente de crédito e plataformas da Serasa Experian, Eduardo Mônaco, o crescimento desigual da renda, aliado ao alto nível de comprometimento financeiro, evidencia desafios estruturais que ainda atingem parte significativa da população brasileira.
“Esse cenário exige modelos de crédito cada vez mais precisos e responsáveis, baseados em inteligência de dados, para apoiar decisões alinhadas à realidade financeira de cada região”, afirma em nota.
O estudo foi elaborado com base na nova versão 5.0 da Solução Renda da Serasa Experian, que reúne informações sobre renda média, origem da fonte de renda do consumidor e nível de comprometimento com despesas financeiras gerais.
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Baixar áudioEm 2026, entrou em vigor a nova faixa de isenção do Imposto de Renda. O novo formato beneficia integralmente quem ganha até R$ 5 mil por mês, além de prever uma desoneração gradual para quem recebe até R$ 7.350. Essa medida, porém, acarreta perda de arrecadação por parte dos municípios.
O especialista em orçamento público Cesar Lima explica que o governo até anunciou ações de compensação com o objetivo de garantir um retorno efetivo dos valores aos cofres das prefeituras, mas não há garantia de que isso será cumprido. Diante disso, ele considera que existe a possibilidade de a execução de serviços básicos destinados à população ficar comprometida.
“De maneira geral, vai impactar em todos os serviços que o município presta, como nas áreas de saúde e educação. Alguns já prestam segurança pública através de suas guardas civis municipais. Então, isso, com certeza, vai fazer falta para os municípios, o que muito provavelmente pode preceder de bloqueios orçamentários nos municípios”, afirma.
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De acordo com o governo federal, com o intuito de reduzir a queda na arrecadação, foi restabelecida em 2026 a cobrança de imposto sobre a distribuição de lucros e dividendos. Para pessoas físicas residentes no Brasil, incide uma alíquota de 10% sobre os valores que excederem R$ 50 mil por mês — ou R$ 600 mil por ano — recebidos de cada empresa.
O especialista em orçamento Dalmo Palmeira destaca que os cálculos não são claros e, portanto, deixam uma lacuna de entendimento sobre os efeitos da compensação.
Ele também afirma que a legislação estabelece que, caso a reparação não seja cumprida, a União assume essa responsabilidade. No entanto, não há especificação sobre a origem dos recursos que seriam utilizados para essa compensação. Diante disso, Palmeira entende que até mesmo o pagamento do funcionalismo público pode ser afetado.
“Isso aí envolve saúde, educação, infraestrutura, mas, inclusive, outras áreas também podem ser atingidas. A depender da estrutura do financiamento do orçamento de cada município, pode, inclusive, afetar a dificuldade para o pagamento da folha de pessoal por conta dessa redução da receita”, pontua.
Um estudo publicado pela Confederação Nacional de Municípios (CNM) aponta que, caso essa compensação não seja realizada, a medida poderá retirar ao menos R$ 9,5 bilhões por ano dos cofres municipais.
Do total estimado de perdas, cerca de R$ 5 bilhões referem-se à redução da arrecadação própria do Imposto de Renda, enquanto aproximadamente R$ 4,5 bilhões dizem respeito à diminuição dos recursos do Fundo de Participação dos Municípios (FPM).
Copiar o textoO concurso 3678 da Lotofácil foi realizado nesta quarta-feira (06/05/2026), no Espaço da Sorte, em São Paulo, e divulgado pela Caixa Econômica Federal. 3 apostadores acertaram as 15 dezenas e levaram para casa o prêmio de R$ 442.263,76. Os bilhetes premiados foram adquiridos em Montes Claros (MG), Simão Dias (SE) e Santo André (SP)..
O prêmio estimado para o próximo concurso da Lotofácil, de número 3679, que será realizado na quinta-feira, 7 de abril de 2026, está estimado em R$ 2.000.000,00. Aproveite a oportunidade e faça sua aposta para concorrer!
01 - 02 - 03 - 04 - 05 - 06 - 08 - 10 - 11 - 14 - 18 - 20 - 23 - 24 - 25
A aposta mínima, de 15 números, custa R$ 3,50 com chance de 1 em 3.268.760 e a máxima custa R$ 46.512 com chance de 1 em 211.
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Quantidade de números jogados |
Valor da aposta |
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15 |
R$ 3,50 |
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16 |
R$ 48,00 |
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17 |
R$ 408,00 |
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18 |
R$ 2.448,00 |
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19 |
R$ 11.628,00 |
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20 |
R$ 46.512,00 |
De segunda-feira a sábado, às 21h.
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Baixar áudioA previsão do tempo para a Região Sul nesta quinta-feira (7), de acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), mostra pancadas de chuva fortes e trovoadas no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina.
No Paraná, a chuva continua, mas de forma isolada. Com chuvas esperadas para a capital e região leste.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 16°C em Curitiba. Já a máxima pode chegar até 31°C, em Porto Alegre. A umidade relativa do ar varia entre 30% e 95%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA previsão do tempo para a Região Centro-Oeste nesta quinta-feira (7), de acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), indica sol entre poucas nuvens em Goiás, no Distrito Federal e em grande parte de Mato Grosso.
No entanto, em Mato Grosso do Sul são esperadas pancadas de chuva acompanhadas de trovoadas no centro e sul do estado. Para o extremo norte de Mato Grosso também são esperadas chuvas isoladas.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 17°C em Goiânia e Brasília. Já a máxima pode chegar até 33°C, em Cuiabá. A umidade relativa do ar varia entre 30% e 100%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA previsão do tempo para a Região Sudeste nesta quinta-feira (7), de acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), apresenta poucas nuvens em São Paulo e grande parte de Minas Gerais e Espírito Santo. No Rio de Janeiro e em Vitória, a previsão é de possibilidade de chuva ao longo do dia.
A noite, há possibilidade de chuva nas regiões paulistas de Presidente Prudente, Assis, Itapetininga e litoral sul.
Entre as capitais, mínima de 16ºC em Belo Horizonte. A máxima deve chegar a 32ºC no Rio de Janeiro. A umidade relativa do ar varia entre 45% e 100%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA previsão do tempo para a Região Norte nesta quinta-feira (7), de acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), indica pancadas de chuva acompanhadas de trovoadas no Amazonas, Roraima, Amapá, Acre, Rondônia e Pará.
Chuvas também são esperadas em grande parte do Tocantins. O tempo permanece firme e sem chuvas nas microrregiões tocantinenses de Rio Formoso, Gurupi e Dianópolis.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 22°C em Porto Velho. A máxima pode chegar até 35°C, em Palmas. A umidade relativa do ar varia entre 30% e 100%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o textoO resultado da Loteria Federal, concurso 6063 divulgado nesta quarta-feira, 06 de maio de 2026, premiou jogadores de diversas regiões do Brasil. O apostador da Lotérica Gente Feliz, de São Bernando do Campo/SP, levou o primeiro prêmio de R$ 500.000,00. O segundo prêmio, no valor de R$ 35.000,00, foi destinado à aposta da Itapoã Loteria Esportiva em Belo Horizonte/MG, enquanto a aposta feita na Rico Lotérica, em Campinas/SP, faturou R$ 30.000,00.
Outros sortudos incluem a aposta da Renascer Loterias LTDA em Rio de Janeiro/RJ, que recebeu R$ 25.000,00. O último prêmio de R$ 20.363,00 foi da Lotérica da Preça, em São Paulo/SP. A Loteria Federal continua sendo uma das modalidades mais tradicionais e procuradas pelos brasileiros, oferecendo grandes prêmios e oportunidades para quem sonha em mudar de vida.
| Destino | Bilhete | Unidade Lotérica | Cidade/UF | Valor do Prêmio (R$) |
|---|---|---|---|---|
| 1º | 049318 | LOTERICA GENTE FELIZ | SAO BERNARDO DO CAMPO/SP | R$ 500.000,00 |
| 2º | 042302 | ITAPOA LOTERIA ESPORTIVA | BELO HORIZONTE/MG | R$ 35.000,00 |
| 3º | 025860 | RICO LOTERICO | CAMPINAS/SP | R$ 30.000,00 |
| 4º | 047307 | RENASCER LOTERIAS LTDA | RIO DE JANEIRO/RJ | R$ 25.000,00 |
| 5º | 058505 | LOTERICA DA PRACA | PRESIDENTE PRUDENTE/SP | R$ 20.363,00 |
A Loteria Federal é uma modalidade tradicional oferecida pela Caixa Econômica Federal e se destaca pelo formato simples de participação. O apostador adquire um bilhete com um número impresso e, caso o número de seu bilhete coincida com o sorteado, ele leva o prêmio correspondente.
O bilhete inteiro é composto por 10 frações e custa R$ 40,00. Você também pode comprar frações do bilhete, que custam R$ 4,00 cada, com o valor do prêmio proporcional à quantidade de frações adquiridas.
As extrações regulares ocorrem duas vezes por semana, às quartas e aos sábados, e podem ser acompanhadas ao vivo pelo canal oficial da Caixa.
Além do prêmio principal, a Loteria Federal premia também aqueles que acertam frações do número sorteado, como dezenas, centenas e unidades. Há ainda prêmios para números próximos ao primeiro prêmio.
Você pode receber seu prêmio em qualquer lotérica ou nas agências da CAIXA. Caso o prêmio bruto seja superior a R$ 2.259,20, o pagamento deve ser realizado somente nas agências da CAIXA, mediante apresentação de comprovante de identidade original com CPF e do bilhete (ou fração) original e premiado. Valores iguais ou acima de R$ 10.000,00 são pagos no prazo mínimo de dois dias úteis a partir de sua apresentação em agência da CAIXA.
A chance de acerto dos prêmios principais da Loteria Federal varia conforme o tipo de extração e a quantidade de bilhetes emitidos em cada concurso. Veja as probabilidades:
Essas probabilidades indicam quantas apostas concorrem ao prêmio principal em cada sorteio da Loteria Federal.
Para mais informações, acesse Loterias Caixa.
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Baixar áudioA previsão do tempo para a Região Nordeste nesta quinta-feira (7), de acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), é de pancadas de chuva que podem vir acompanhadas de trovoadas nos estados do Maranhão, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Alagoas e Sergipe.
Chuvas também são esperadas nas regiões pernambucanas de agreste, mata, metropolitana de Recife, e centro-norte, nordeste, sul, centro-sul, centro-norte e baiano e metropolitana de Salvador.
Nas demais regiões da Bahia, muitas nuvens, mas sem previsão de chuva.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 23°C em São Luís. Já a máxima pode chegar até 32°C, em Fortaleza e Teresina. A umidade relativa do ar varia entre 50% e 100%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia.
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Baixar áudioAprender a mexer no computador, consertar celular ou até dar os primeiros passos na programação — oportunidades que já beneficiaram mais de 5,3 mil pessoas no Ceará. Em todo o país, mais de 80 mil pessoas se formaram apenas em abril deste ano.
Os cursos, oferecidos pelo programa Computadores para Inclusão, do Ministério das Comunicações, vão do básico ao avançado: desde introdução à informática a Excel, design, programação, manutenção de computadores e conserto de smartphones. A iniciativa aposta na capacitação gratuita em tecnologia como ferramenta para gerar renda, inclusão social e acesso ao mercado de trabalho, especialmente para quem mais precisa.
“É uma iniciativa que abre portas para jovens em busca do primeiro emprego; permite que adultos se reinventem e aprimorem o currículo em um mercado de trabalho cada vez mais competitivo; e ainda possibilita que pessoas da melhor idade estejam inseridas no ambiente digital com mais autonomia no dia a dia, sem depender da ajuda de familiares. O programa é inclusivo e não deixa ninguém de fora da era digital”, disse Frederico de Siqueira Filho, ministro das Comunicações.
Um dos grandes diferenciais da política é a possibilidade dos alunos de baixa renda aliarem teoria com a prática. Os equipamentos defeituosos que o ministério recebe de órgãos e instituições públicas são levados para Centros de Recondicionamento de Computadores (CRCs), espalhados por quase todas as capitais e cidades estratégicas do Brasil. Recuperados, os dispositivos são destinados a escolas públicas, associações e comunidades que não têm acesso à tecnologia, ampliando o impacto social da iniciativa.
O coordenador de Inclusão Digital do Ministério das Comunicações, Gustavo André Lima, destacou que, de Norte a Sul do Brasil, o programa reúne histórias de pessoas que nunca haviam utilizado um computador e que, por meio da iniciativa, enfrentaram o medo da tecnologia, se superaram e, em alguns casos, tornaram-se instrutores dentro do próprio programa.
“Hoje, é muito importante que todos saibam usar aplicativos de celular, acessar arquivos e pastas no computador e utilizar a internet de forma geral. O Brasil ainda tem regiões carentes de letramento digital. O programa busca justamente combater esse abismo digital e democratizar o acesso às tecnologias em todas as regiões, desde as mais remotas até as capitais, onde, ainda assim, há relatos de pessoas que nunca utilizaram um mouse”, disse Gustavo.
Além de levar letramento digital e formar cidadãos de todas as idades em novas tecnologias, a meta do Ministério das Comunicações é ampliar ainda mais o alcance do programa, levando capacitação e acesso digital a um número cada vez maior de brasileiros. As formações têm cargas horárias que vão de 3 a 300 horas, para atender as mais variadas demandas da população, de Norte a Sul do Brasil.
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Baixar áudioAprender a mexer no computador, consertar celular ou até dar os primeiros passos na programação — oportunidades que já beneficiaram mais de 4,9 mil pessoas no Mato Grosso do Sul. Em todo o país, mais de 80 mil pessoas se formaram apenas em abril deste ano.
Os cursos, oferecidos pelo programa Computadores para Inclusão, do Ministério das Comunicações, vão do básico ao avançado: desde introdução à informática a Excel, design, programação, manutenção de computadores e conserto de smartphones. A iniciativa aposta na capacitação gratuita em tecnologia como ferramenta para gerar renda, inclusão social e acesso ao mercado de trabalho, especialmente para quem mais precisa.
“É uma iniciativa que abre portas para jovens em busca do primeiro emprego; permite que adultos se reinventem e aprimorem o currículo em um mercado de trabalho cada vez mais competitivo; e ainda possibilita que pessoas da melhor idade estejam inseridas no ambiente digital com mais autonomia no dia a dia, sem depender da ajuda de familiares. O programa é inclusivo e não deixa ninguém de fora da era digital”, disse Frederico de Siqueira Filho, ministro das Comunicações.
Um dos grandes diferenciais da política é a possibilidade dos alunos de baixa renda aliarem teoria com a prática. Os equipamentos defeituosos que o ministério recebe de órgãos e instituições públicas são levados para Centros de Recondicionamento de Computadores (CRCs), espalhados por quase todas as capitais e cidades estratégicas do Brasil. Recuperados, os dispositivos são destinados a escolas públicas, associações e comunidades que não têm acesso à tecnologia, ampliando o impacto social da iniciativa.
O coordenador de Inclusão Digital do Ministério das Comunicações, Gustavo André Lima, destacou que, de Norte a Sul do Brasil, o programa reúne histórias de pessoas que nunca haviam utilizado um computador e que, por meio da iniciativa, enfrentaram o medo da tecnologia, se superaram e, em alguns casos, tornaram-se instrutores dentro do próprio programa.
“Hoje, é muito importante que todos saibam usar aplicativos de celular, acessar arquivos e pastas no computador e utilizar a internet de forma geral. O Brasil ainda tem regiões carentes de letramento digital. O programa busca justamente combater esse abismo digital e democratizar o acesso às tecnologias em todas as regiões, desde as mais remotas até as capitais, onde, ainda assim, há relatos de pessoas que nunca utilizaram um mouse”, disse Gustavo.
Além de levar letramento digital e formar cidadãos de todas as idades em novas tecnologias, a meta do Ministério das Comunicações é ampliar ainda mais o alcance do programa, levando capacitação e acesso digital a um número cada vez maior de brasileiros. As formações têm cargas horárias que vão de 3 a 300 horas, para atender as mais variadas demandas da população, de Norte a Sul do Brasil.
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Baixar áudioAprender a mexer no computador, consertar celular ou até dar os primeiros passos na programação — oportunidades que já beneficiaram mais de 7,5 mil pessoas em São Paulo. Em todo o país, mais de 80 mil pessoas se formaram apenas em abril deste ano.
Os cursos, oferecidos pelo programa Computadores para Inclusão, do Ministério das Comunicações, vão do básico ao avançado: desde introdução à informática a Excel, design, programação, manutenção de computadores e conserto de smartphones. A iniciativa aposta na capacitação gratuita em tecnologia como ferramenta para gerar renda, inclusão social e acesso ao mercado de trabalho, especialmente para quem mais precisa.
“É uma iniciativa que abre portas para jovens em busca do primeiro emprego; permite que adultos se reinventem e aprimorem o currículo em um mercado de trabalho cada vez mais competitivo; e ainda possibilita que pessoas da melhor idade estejam inseridas no ambiente digital com mais autonomia no dia a dia, sem depender da ajuda de familiares. O programa é inclusivo e não deixa ninguém de fora da era digital”, disse Frederico de Siqueira Filho, ministro das Comunicações.
Um dos grandes diferenciais da política é a possibilidade dos alunos de baixa renda aliarem teoria com a prática. Os equipamentos defeituosos que o ministério recebe de órgãos e instituições públicas são levados para Centros de Recondicionamento de Computadores (CRCs), espalhados por quase todas as capitais e cidades estratégicas do Brasil. Recuperados, os dispositivos são destinados a escolas públicas, associações e comunidades que não têm acesso à tecnologia, ampliando o impacto social da iniciativa.
O coordenador de Inclusão Digital do Ministério das Comunicações, Gustavo André Lima, destacou que, de Norte a Sul do Brasil, o programa reúne histórias de pessoas que nunca haviam utilizado um computador e que, por meio da iniciativa, enfrentaram o medo da tecnologia, se superaram e, em alguns casos, tornaram-se instrutores dentro do próprio programa.
“Hoje, é muito importante que todos saibam usar aplicativos de celular, acessar arquivos e pastas no computador e utilizar a internet de forma geral. O Brasil ainda tem regiões carentes de letramento digital. O programa busca justamente combater esse abismo digital e democratizar o acesso às tecnologias em todas as regiões, desde as mais remotas até as capitais, onde, ainda assim, há relatos de pessoas que nunca utilizaram um mouse”, disse Gustavo.
Além de levar letramento digital e formar cidadãos de todas as idades em novas tecnologias, a meta do Ministério das Comunicações é ampliar ainda mais o alcance do programa, levando capacitação e acesso digital a um número cada vez maior de brasileiros. As formações têm cargas horárias que vão de 3 a 300 horas, para atender as mais variadas demandas da população, de Norte a Sul do Brasil.
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Baixar áudioAprender a mexer no computador, consertar celular ou até dar os primeiros passos na programação — oportunidades que já beneficiaram mais de 4,6 mil pessoas no Pará. Em todo o país, mais de 80 mil pessoas se formaram apenas em abril deste ano.
Os cursos, oferecidos pelo programa Computadores para Inclusão, do Ministério das Comunicações, vão do básico ao avançado: desde introdução à informática a Excel, design, programação, manutenção de computadores e conserto de smartphones. A iniciativa aposta na capacitação gratuita em tecnologia como ferramenta para gerar renda, inclusão social e acesso ao mercado de trabalho, especialmente para quem mais precisa.
“É uma iniciativa que abre portas para jovens em busca do primeiro emprego; permite que adultos se reinventem e aprimorem o currículo em um mercado de trabalho cada vez mais competitivo; e ainda possibilita que pessoas da melhor idade estejam inseridas no ambiente digital com mais autonomia no dia a dia, sem depender da ajuda de familiares. O programa é inclusivo e não deixa ninguém de fora da era digital”, disse Frederico de Siqueira Filho, ministro das Comunicações.
Um dos grandes diferenciais da política é a possibilidade dos alunos de baixa renda aliarem teoria com a prática. Os equipamentos defeituosos que o ministério recebe de órgãos e instituições públicas são levados para Centros de Recondicionamento de Computadores (CRCs), espalhados por quase todas as capitais e cidades estratégicas do Brasil. Recuperados, os dispositivos são destinados a escolas públicas, associações e comunidades que não têm acesso à tecnologia, ampliando o impacto social da iniciativa.
O coordenador de Inclusão Digital do Ministério das Comunicações, Gustavo André Lima, destacou que, de Norte a Sul do Brasil, o programa reúne histórias de pessoas que nunca haviam utilizado um computador e que, por meio da iniciativa, enfrentaram o medo da tecnologia, se superaram e, em alguns casos, tornaram-se instrutores dentro do próprio programa.
“Hoje, é muito importante que todos saibam usar aplicativos de celular, acessar arquivos e pastas no computador e utilizar a internet de forma geral. O Brasil ainda tem regiões carentes de letramento digital. O programa busca justamente combater esse abismo digital e democratizar o acesso às tecnologias em todas as regiões, desde as mais remotas até as capitais, onde, ainda assim, há relatos de pessoas que nunca utilizaram um mouse”, disse Gustavo.
Além de levar letramento digital e formar cidadãos de todas as idades em novas tecnologias, a meta do Ministério das Comunicações é ampliar ainda mais o alcance do programa, levando capacitação e acesso digital a um número cada vez maior de brasileiros. As formações têm cargas horárias que vão de 3 a 300 horas, para atender as mais variadas demandas da população, de Norte a Sul do Brasil.
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Baixar áudioAprender a mexer no computador, consertar celular ou até dar os primeiros passos na programação — oportunidades que já beneficiaram mais de 3,9 mil pessoas no Rio Grande do Sul. Em todo o país, mais de 80 mil pessoas se formaram apenas em abril deste ano.
Os cursos, oferecidos pelo programa Computadores para Inclusão, do Ministério das Comunicações, vão do básico ao avançado: desde introdução à informática a Excel, design, programação, manutenção de computadores e conserto de smartphones. A iniciativa aposta na capacitação gratuita em tecnologia como ferramenta para gerar renda, inclusão social e acesso ao mercado de trabalho, especialmente para quem mais precisa.
“É uma iniciativa que abre portas para jovens em busca do primeiro emprego; permite que adultos se reinventem e aprimorem o currículo em um mercado de trabalho cada vez mais competitivo; e ainda possibilita que pessoas da melhor idade estejam inseridas no ambiente digital com mais autonomia no dia a dia, sem depender da ajuda de familiares. O programa é inclusivo e não deixa ninguém de fora da era digital”, disse Frederico de Siqueira Filho, ministro das Comunicações.
Um dos grandes diferenciais da política é a possibilidade dos alunos de baixa renda aliarem teoria com a prática. Os equipamentos defeituosos que o ministério recebe de órgãos e instituições públicas são levados para Centros de Recondicionamento de Computadores (CRCs), espalhados por quase todas as capitais e cidades estratégicas do Brasil. Recuperados, os dispositivos são destinados a escolas públicas, associações e comunidades que não têm acesso à tecnologia, ampliando o impacto social da iniciativa.
O coordenador de Inclusão Digital do Ministério das Comunicações, Gustavo André Lima, destacou que, de Norte a Sul do Brasil, o programa reúne histórias de pessoas que nunca haviam utilizado um computador e que, por meio da iniciativa, enfrentaram o medo da tecnologia, se superaram e, em alguns casos, tornaram-se instrutores dentro do próprio programa.
“Hoje, é muito importante que todos saibam usar aplicativos de celular, acessar arquivos e pastas no computador e utilizar a internet de forma geral. O Brasil ainda tem regiões carentes de letramento digital. O programa busca justamente combater esse abismo digital e democratizar o acesso às tecnologias em todas as regiões, desde as mais remotas até as capitais, onde, ainda assim, há relatos de pessoas que nunca utilizaram um mouse”, disse Gustavo.
Além de levar letramento digital e formar cidadãos de todas as idades em novas tecnologias, a meta do Ministério das Comunicações é ampliar ainda mais o alcance do programa, levando capacitação e acesso digital a um número cada vez maior de brasileiros. As formações têm cargas horárias que vão de 3 a 300 horas, para atender as mais variadas demandas da população, de Norte a Sul do Brasil.
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Baixar áudioAprender a mexer no computador, consertar celular ou até dar os primeiros passos na programação — oportunidades que já beneficiaram mais de 10 mil pessoas em Pernambuco. Em todo o país, mais de 80 mil pessoas se formaram apenas em abril deste ano.
Os cursos, oferecidos pelo programa Computadores para Inclusão, do Ministério das Comunicações, vão do básico ao avançado: desde introdução à informática a Excel, design, programação, manutenção de computadores e conserto de smartphones. A iniciativa aposta na capacitação gratuita em tecnologia como ferramenta para gerar renda, inclusão social e acesso ao mercado de trabalho, especialmente para quem mais precisa.
“É uma iniciativa que abre portas para jovens em busca do primeiro emprego; permite que adultos se reinventem e aprimorem o currículo em um mercado de trabalho cada vez mais competitivo; e ainda possibilita que pessoas da melhor idade estejam inseridas no ambiente digital com mais autonomia no dia a dia, sem depender da ajuda de familiares. O programa é inclusivo e não deixa ninguém de fora da era digital”, disse Frederico de Siqueira Filho, ministro das Comunicações.
Um dos grandes diferenciais da política é a possibilidade dos alunos de baixa renda aliarem teoria com a prática. Os equipamentos defeituosos que o ministério recebe de órgãos e instituições públicas são levados para Centros de Recondicionamento de Computadores (CRCs), espalhados por quase todas as capitais e cidades estratégicas do Brasil. Recuperados, os dispositivos são destinados a escolas públicas, associações e comunidades que não têm acesso à tecnologia, ampliando o impacto social da iniciativa.
O coordenador de Inclusão Digital do Ministério das Comunicações, Gustavo André Lima, destacou que, de Norte a Sul do Brasil, o programa reúne histórias de pessoas que nunca haviam utilizado um computador e que, por meio da iniciativa, enfrentaram o medo da tecnologia, se superaram e, em alguns casos, tornaram-se instrutores dentro do próprio programa.
“Hoje, é muito importante que todos saibam usar aplicativos de celular, acessar arquivos e pastas no computador e utilizar a internet de forma geral. O Brasil ainda tem regiões carentes de letramento digital. O programa busca justamente combater esse abismo digital e democratizar o acesso às tecnologias em todas as regiões, desde as mais remotas até as capitais, onde, ainda assim, há relatos de pessoas que nunca utilizaram um mouse”, disse Gustavo.
Além de levar letramento digital e formar cidadãos de todas as idades em novas tecnologias, a meta do Ministério das Comunicações é ampliar ainda mais o alcance do programa, levando capacitação e acesso digital a um número cada vez maior de brasileiros. As formações têm cargas horárias que vão de 3 a 300 horas, para atender as mais variadas demandas da população, de Norte a Sul do Brasil.
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Baixar áudioAprender a mexer no computador, consertar celular ou até dar os primeiros passos na programação — oportunidades que já beneficiaram mais de 19 mil pessoas em Minas Gerais. Em todo o país, mais de 80 mil pessoas se formaram apenas em abril deste ano.
Os cursos, oferecidos pelo programa Computadores para Inclusão, do Ministério das Comunicações, vão do básico ao avançado: desde introdução à informática a Excel, design, programação, manutenção de computadores e conserto de smartphones. A iniciativa aposta na capacitação gratuita em tecnologia como ferramenta para gerar renda, inclusão social e acesso ao mercado de trabalho, especialmente para quem mais precisa.
“É uma iniciativa que abre portas para jovens em busca do primeiro emprego; permite que adultos se reinventem e aprimorem o currículo em um mercado de trabalho cada vez mais competitivo; e ainda possibilita que pessoas da melhor idade estejam inseridas no ambiente digital com mais autonomia no dia a dia, sem depender da ajuda de familiares. O programa é inclusivo e não deixa ninguém de fora da era digital”, disse Frederico de Siqueira Filho, ministro das Comunicações.
Um dos grandes diferenciais da política é a possibilidade dos alunos de baixa renda aliarem teoria com a prática. Os equipamentos defeituosos que o ministério recebe de órgãos e instituições públicas são levados para Centros de Recondicionamento de Computadores (CRCs), espalhados por quase todas as capitais e cidades estratégicas do Brasil. Recuperados, os dispositivos são destinados a escolas públicas, associações e comunidades que não têm acesso à tecnologia, ampliando o impacto social da iniciativa.
O coordenador de Inclusão Digital do Ministério das Comunicações, Gustavo André Lima, destacou que, de Norte a Sul do Brasil, o programa reúne histórias de pessoas que nunca haviam utilizado um computador e que, por meio da iniciativa, enfrentaram o medo da tecnologia, se superaram e, em alguns casos, tornaram-se instrutores dentro do próprio programa.
“Hoje, é muito importante que todos saibam usar aplicativos de celular, acessar arquivos e pastas no computador e utilizar a internet de forma geral. O Brasil ainda tem regiões carentes de letramento digital. O programa busca justamente combater esse abismo digital e democratizar o acesso às tecnologias em todas as regiões, desde as mais remotas até as capitais, onde, ainda assim, há relatos de pessoas que nunca utilizaram um mouse”, disse Gustavo.
Além de levar letramento digital e formar cidadãos de todas as idades em novas tecnologias, a meta do Ministério das Comunicações é ampliar ainda mais o alcance do programa, levando capacitação e acesso digital a um número cada vez maior de brasileiros. As formações têm cargas horárias que vão de 3 a 300 horas, para atender as mais variadas demandas da população, de Norte a Sul do Brasil.
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Baixar áudioA análise das propostas que acabam com a escala 6x1 começa a ganhar velocidade no Congresso Nacional. Nesta terça-feira (5), a comissão especial que trata da mudança na jornada de trabalho teve a primeira reunião, um encontro com centrais sindicais, e anunciou audiências públicas em quatro estados brasileiros: Paraíba, São Paulo, Minas Gerais e Rio Grande do Sul.
Segundo o relator da proposta, deputado Léo Prates (Republicanos-BA), dois pontos são inegociáveis: o fim da escala 6x1 e a manutenção dos salários. “Dentro dessas premissas, nós vamos tentar minorar o que tiver que ser minorado para o setor produtivo”, disse o parlamentar.
Ao falar da regra de transição, o relator evitou detalhes do que poderá vir no relatório e disse que o debate dessa parte ainda está ocorrendo. Para Platon Teixeira Neto, ex- juiz do Tribunal Regional do Trabalho de Goiás (TRT-18), sócio do escritório Lara Martins Advogados e professor de Direito Processual do Trabalho, essa fase é essencial para evitar o aumento da judicialização nas cortes trabalhistas do país.
“Em primeiro lugar, é preciso verificar se há uma norma coletiva em vigor e o que será necessário fazer para adaptar a nova legislação. Em segundo lugar, os sindicatos profissionais devem ajudar os trabalhadores no cumprimento da nova legislação que virá e os patronais devem verificar os impactos disso e como isso vai afetar as novas negociações”, afirma o jurista.
Dada a ausência de um texto com as regras definidas, é difícil prever os impactos concretos da mudança. Diferentes estudos indicam resultados distintos com o fim da escala 6x1, dependendo também do novo modelo que passaria a vigorar, seja a jornada de 5 dias de trabalho com 2 de descanso, ou 4 de trabalho e 3 de folga.
O que está claro, segundo Azevedo, é que o setor de comércio deve ser o mais afetado. “Nos shoppings ou nas lojas de rua como farmácias, restaurantes, supermercados, esse impacto vai ser maior, porque vai haver a necessidade de reorganização com escalas, compensações, banco de horas e, muito provavelmente, haverá o aumento do pagamento de horas extras”, declarou o especialista.
Uma das principais justificativas para redução da jornada laboral é permitir aos empregados descansarem e realizarem outras atividades fora do ambiente de trabalho. No entanto, diante do encarecimento do custo de vida, há a preocupação que as horas que venham a se tornar de folga sejam usadas para o complemento de renda, com bicos e trabalhos temporários.
“Há possibilidade disso acontecer, sim, mas isso contraria todo o argumento de que a redução da jornada busca melhorar a qualidade de vida do trabalhador e proporciona melhoria da saúde física e mental”, avaliou Azevedo. Para ele, não há muito o que possa ser feito para impedir que os trabalhadores busquem fontes alternativas de renda, ainda mais se forem atividades informais.
O colegiado vai analisar duas propostas de redução na jornada de trabalho. O texto de autoria do deputado Reginaldo Lopes (PT-MG) reduz a jornada de trabalho de 44 horas para 36 horas semanais, com uma transição prevista para durar dez anos. Já a proposta da deputada Erika Hilton (PSOL-SP) prevê uma escala de quatro dias de trabalho por semana, limitada a 36 horas trabalhadas no período.
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Baixar áudioSegurança hídrica, mudanças climáticas e gestão integrada das águas estiveram no centro da participação do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR) no 3º Fórum Brasil das Águas, em São Luís (MA). Nesta terça-feira (5), o ministério apresentou ações e estratégias federais voltadas à ampliação do acesso à água e ao fortalecimento da governança dos recursos hídricos durante o evento, que reúne representantes dos poderes públicos, setor privado, sociedade civil e entidades internacionais até o próximo dia 8 de maio.
Promovido pela Rede Brasil de Organismos de Bacias Hidrográficas (REBOB), o 3º Fórum Brasil das Águas é considerado o principal encontro técnico e político dedicado aos desafios da água no país. O secretário nacional de Segurança Hídrica (SNSH), Giuseppe Vieira, destacou a agenda voltada à integração de políticas públicas e ao compromisso do MIDR com ações que promovam sustentabilidade e acesso à água para a população. “Vai ser uma semana de discussão sobre a maior riqueza que o nosso país tem, que são os recursos hídricos. Trouxemos o Conselho Nacional de Recursos Hídricos para se reunir em uma de suas reuniões ordinárias durante o evento e, para além disso, vamos poder apresentar a estratégia que o Governo Federal, através do MIDR e da SNSH, tem atuado para garantir segurança hídrica para quem mais necessita”, disse Vieira.
A 51ª Reunião do Conselho Nacional de Recursos Hídricos (CNRH), instância colegiada responsável por definir diretrizes e políticas para o uso e proteção das águas no Brasil, foi realizada nesta terça-feira (5). O encontro reuniu representantes do poder público, usuários e sociedade civil para debater temas essenciais à gestão hídrica no país, fortalecendo a participação institucional e técnica do MIDR na construção de políticas integradas.
A reunião abordou temas como segurança hídrica, mudanças climáticas, revitalização de bacias e gestão das águas, com a participação de representantes do Governo Federal, governos estaduais, comitês de bacias e sociedade civil. “Durante esse Fórum, estamos realizando também a 51ª Reunião do Conselho Nacional de Recursos Hídricos, um espaço não apenas consultivo, mas deliberativo, onde essa política é desenhada”, explicou Alberto Filho, coordenador-geral de Gestão de Recursos Hídricos do MIDR. “Temos buscado promover esses encontros dentro de eventos que reúnem todos os atores do setor, ampliando a participação e as contribuições”, completou.
O Fórum Brasil das Águas representa um espaço estratégico para fortalecer parcerias e consolidar ações interinstitucionais voltadas à segurança hídrica em todo o país. O Maranhão foi escolhido para sediar esta edição por concentrar parte significativa das águas da região Nordeste. Neste ano, o evento tem como tema “Água: a maior riqueza do Brasil”.
Copiar o textoProposta eleva limite de faturamento para R$ 130 mil e ganha apoio do setor produtivo
Baixar áudioA criação de uma comissão especial para analisar o projeto de lei que amplia o limite de faturamento do microempreendedor individual (MEI) deve acelerar a tramitação na Câmara dos Deputados. A avaliação é do presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária, deputado federal Pedro Lupion (Republicanos-PR).
“Esse é o ponto principal [da comissão especial]: podermos sentar para discutir o tema e tentar fazer parte dessa composição, indicar os nossos membros a participarem também para que consigamos avançar”, afirma.
Em março, a Câmara aprovou o regime de urgência para o Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2021. O texto prevê o aumento do limite de faturamento anual do MEI para até R$ 130 mil e autoriza esse perfil de empreendedor a contratar até dois empregados.
Com a urgência, a proposta poderia seguir diretamente ao plenário, sem passar pelas comissões temáticas. Ainda assim, a criação da comissão especial é vista como uma forma de qualificar o debate, reunindo especialistas, representantes do governo e do setor produtivo antes da votação final.
Após eventual aprovação na Câmara, o projeto retorna ao Senado, onde teve origem.
A instalação da comissão especial é considerada uma conquista para o G50+ — grupo estratégico criado pela Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB), com objetivo de ampliar a representação empresarial junto ao Congresso Nacional e ao governo federal.
Para a entidade, a atualização dos limites deve ir além do MEI e alcançar todas as faixas de enquadramento do Simples Nacional. O presidente da CACB, da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (FACESP) e da Associação Comercial de SP (ACSP), Alfredo Cotait Neto, destaca que a medida é essencial para evitar que empresas abandonem o regime simplificado ou migrem para a informalidade.
“O que nós precisamos é conscientizar os nossos políticos da importância da aprovação do aumento do limite do Simples Nacional, pelo menos para o MEI, o microempreendedor individual, e para o micro e a microempresa. Sem isso, as empresas ou vão mudar o seu regime ou vão para informalidade”, afirma.
O presidente da Associação Comercial e Empresarial de Maringá (ACIM), José Carlos Barbieri, explica que a inflação acumulada e o crescimento natural de muitos pequenos negócios têm levado milhares de empreendedores a ultrapassar o limite vigente não por uma expansão estruturada, mas como forma de sustentar suas atividades.
“Nesse contexto, o Projeto de Lei que propõe a atualização desse limite não é apenas uma medida técnica — é uma resposta necessária à dinâmica real da economia”, defende Barbieri.
Ele também avalia que a criação da comissão especial para tratar do tema é um passo estratégico para garantir celeridade e profundidade na análise. “Esse tipo de estrutura permite concentrar esforços, qualificar o debate e construir consensos mais rapidamente, evitando que o projeto se perca em meio a outras pautas no Legislativo”, destaca.
“Atualizar o limite do MEI com urgência é garantir justiça econômica, fortalecer a formalização e impulsionar milhões de pequenos empreendedores que sustentam o crescimento do Brasil”, conclui.
Criado para simplificar o pagamento de tributos e estimular o empreendedorismo, o Simples Nacional reúne diversos impostos em uma única guia e é hoje o principal regime tributário para pequenos negócios no país.
Atualmente, os limites de faturamento são:
Esses valores estão congelados há cerca de sete anos e, segundo representantes do setor produtivo, não acompanham a inflação acumulada no período.
Entidades empresariais defendem a elevação do teto do MEI para aproximadamente R$ 144,9 mil anuais. Para microempresas, o limite sugerido é de cerca de R$ 869,4 mil, enquanto empresas de pequeno porte poderiam alcançar faturamento de até R$ 8,69 milhões.
Na avaliação do setor produtivo, a atualização permitiria que empresas permanecessem no regime simplificado mesmo após crescimento do faturamento, evitando aumento da carga tributária e incentivando a formalização.
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Baixar áudioO acordo entre o Mercosul e a União Europeia entrou em vigor em 1º de maio e tem o potencial de ampliar exportações, modernizar a indústria e aumentar a integração ao mercado global. A medida exige adaptação das empresas brasileiras, sobretudo das de pequeno porte. O tema foi debatido no Podcast do Associativismo do Diário do Comércio, da Associação Comercial de São Paulo (ACSP).
A vigência do acordo marca uma nova etapa para a economia brasileira, já que integra o Brasil a um mercado com Produto Interno Bruto (PIB) de mais de US$ 22 trilhões.
O Podcast do Associativismo da ACSP debateu os desafios e oportunidades do tratado, destacando o papel do associativismo – especialmente com a liderança da Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB) – na preparação de micro e pequenas empresas para competir no comércio internacional.
Para acessar o mercado de mais de 720 milhões de consumidores, o Brasil deve cumprir exigências de sustentabilidade previstas no Pacto Ecológico Europeu. As regras podem exigir adaptações por parte de produtores e empresas.
Diante do regramento internacional, o secretário de Articulação Internacional de Santa Catarina, Paulo Bornhausen, reforça que o papel das entidades é preparar esses novos atores. Na avaliação dele, enquanto grandes companhias já possuem estrutura consolidada para atuar no mercado internacional, os pequenos negócios precisam de orientação e preparação para aproveitar as novas oportunidades.
“As grandes empresas estão no seu caminho. As pequenas e médias precisam encontrar o seu caminho. E aí entra a Associação Comercial de São Paulo com todo o aparato das associações comerciais do Brasil e com a liderança da Associação Comercial de São Paulo, através do seu presidente Alfredo Cotait, para que nós possamos fazer o quê? A preparação de novos atores para o comércio global a partir da pequena e média empresa”, afirmou.
A entrada em vigor do capítulo comercial do acordo representa, na prática, uma mudança imediata nas relações econômicas entre os países do Mercosul e da União Europeia. Com a desoneração de cerca de 92% das exportações, os produtos brasileiros passam a ter mais competitividade no mercado europeu, ao mesmo tempo que o país amplia o acesso a insumos, máquinas e tecnologias, com 543 categorias de bens de capital com alíquota zero.
Para Paulo Bornhausen, o tratado vai além da simples redução de tarifas. Segundo ele, trata-se de um acordo amplo, que estabelece regras para circulação de bens, serviços e capitais, criando um ambiente mais previsível para negócios internacionais. A dimensão política e institucional ainda depende de aprovação em parlamentos europeus, mas a decisão de iniciar a implementação comercial já abre oportunidades concretas.
Ele explica o que muda agora com o acordo provisório. “Esse acordo é maior do que simplesmente um comércio. A parte comercial entrou em vigor dia 1º de maio. Por outro lado, você tem a parte política institucional que precisa ainda passar pelos parlamentos regionais ao longo do tempo. Dia 1 de maio, nós abrimos para o Brasil e para os países do Mercosul e para os países europeus uma grande oportunidade”, avalia Bornhausen.
Segundo o Paulo Bornhausen, alguns mercados já podem sentir o impacto das mudanças. No agronegócio há reflexos diretos e produtos como uva e mel, por exemplo, já se beneficiam da redução tarifária. No caso da uva, a alíquota anterior, que girava em torno de 8% a 9%, foi zerada, abrindo espaço para maior presença no mercado europeu. Já as exportações de mel podem crescer significativamente, com ampliação do volume permitido de 4 mil para até 44 mil toneladas.
De acordo com o Podcast do Associativismo da ACSP, a partir da entrada em vigor do tratado, o Brasil dá início a um processo de modernização estrutural que deve transformar a inserção brasileira no comércio mundial nas próximas décadas.
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Baixar áudioOs principais fatores de endividamento dos brasileiros são gastos com saúde e desemprego, aponta pesquisa BTG/Nexus. Pelo estudo, entre quem ganha até um salário mínimo, as despesas essenciais impactam mais na vida financeira dos mais pobres do que na média nacional. O levantamento revela que as dívidas estão ligadas mais à sobrevivência do que ao consumo.
A pesquisa revela que o endividamento para os brasileiros na base da pirâmide econômica não é uma questão de consumo supérfluo. Os dados mostram que, na média nacional, os gastos com saúde são apontados como motivo de dívida em 32% dos casos. Em relação aos que ganham até um salário mínimo, o índice de pessoas endividadas sobe para 41% desse grupo e diminui conforme a renda aumenta. Confira:
Quando considerado o desemprego entre quem ganha menos, o cenário é semelhante. Para 22% dos brasileiros que ganham até um salário mínimo, o endividamento foi devido à perda de emprego próprio ou de alguém da família. Nesse caso, a média geral é de 13%.
Apesar das diferenças entre as faixas de renda, os gastos do dia a dia — como alimentação e contas fixas — seguem como o principal motivo de endividamento no país, citado por 50% dos entrevistados. Entre os mais pobres, o percentual chega a 48%.
Já entre os brasileiros com renda superior a cinco salários mínimos, o quadro é diferente. Depois das despesas básicas, citadas por 49% dos respondentes, o segundo principal fator de endividamento são as compras parceladas e financiamentos de bens de consumo, mencionados por 35% dos participantes da pesquisa. Em seguida, aparece a queda na renda mensal, para 20%.
Segundo o CEO da Nexus, Marcelo Tokarski, o tipo de despesa explica a diferença no perfil do endividamento. “Os brasileiros que ganham menos se endividam com gastos essenciais. Essas despesas não são opcionais e, muitas vezes, se repetem por vários meses, fazendo com que essas dívidas se tornem cada vez maiores. O impacto da perda de emprego nesse segmento também é mais significativo sobre o endividamento do que em setores com maior renda, dificultando a quitação delas”, afirma Tokarski.
Para a pesquisa a Nexus entrevistou, por telefone, 2.028 pessoas entre os dias 24 e 26 de abril. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-01075/2026.
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Baixar áudioApós mais de uma década suspensa por decisão liminar, a lei que redefine a distribuição dos royalties do petróleo volta ao centro do debate no Supremo Tribunal Federal (STF), que retoma julgamento nesta quarta-feira (6). A Corte vai decidir se mantém ou derruba as regras que hoje concentram a maior parte dessas receitas em estados produtores.
A discussão gira em torno da constitucionalidade da Lei 12.734/2012, que ampliou a divisão dos royalties entre estados e municípios de todo o país, reduzindo a fatia destinada a unidades produtoras como Rio de Janeiro, Espírito Santo e São Paulo. Em 2013, uma liminar da ministra Cármen Lúcia suspendeu os efeitos da norma, mantendo o modelo anterior — decisão que permanece válida até hoje.
Entidades municipalistas defendem a mudança. A Confederação Nacional de Municípios (CNM) sustenta que a suspensão da lei gerou perdas superiores a R$ 111 bilhões para os municípios entre 2013 e 2024. No fim de abril, o consultor jurídico da entidade, Ricardo Hermany, participou de audiência com ministros do STF para apresentar uma proposta construída em conjunto com 19 estados de todas as regiões do país.
Segundo ele, as distorções ficam evidentes quando se comparam cidades próximas. Enquanto Maricá (RJ) registrou cerca de R$ 19.158 por habitante em receitas de royalties, São Gonçalo (RJ), mais populosa, recebeu aproximadamente R$ 54 por morador no mesmo período.
Um levantamento técnico da CNM indica que, em 2025, somente dez municípios concentraram 48,6% de todo o valor destinado à esfera municipal. Maricá, sozinha, ficou com mais de R$ 4 bilhões — o equivalente a 14,3% do total.
Além da CNM, representantes estaduais também acompanharam as discussões no STF, incluindo o governador em exercício de Goiás, Daniel Vilela, e procuradores-gerais de diversos estados.
No Rio Grande do Sul, a Federação das Associações de Municípios (Famurs) calcula que o estado deixou de receber R$ 885 milhões em função da suspensão da lei. Desse total, R$ 570 milhões iriam para os municípios e R$ 315 milhões para o governo estadual. Segundo a entidade, 25% dos recursos seriam destinados à saúde e 75% à educação.
Entre as cidades mais afetadas está Porto Alegre, que poderia receber cerca de R$ 9,8 milhões anuais com a nova divisão. Municípios como Caxias do Sul, Gravataí e Novo Hamburgo também registrariam ganhos próximos de R$ 2,7 milhões por ano. Já localidades menores, como Cristal, Iraí e Saldanha Marinho, teriam incremento anual de cerca de R$ 309 mil.
O julgamento envolve diversas ações diretas de inconstitucionalidade (ADIs 4.916, 4.917, 4.918, 4.920, 5.038 e 5.621) e mobiliza governadores e entidades representativas.
Do lado dos estados produtores, a reação é contrária à redistribuição. A Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) aprovou, no fim de abril, um manifesto em defesa da manutenção da liminar. O texto afirma que a decisão é essencial para “garantir estabilidade institucional, previsibilidade jurídica e respeito ao pacto federativo consagrado pela Constituição.”
O prefeito de Niterói (RJ), Rodrigo Neves, também criticou a possibilidade de mudança. “O Rio de Janeiro, que produz 87% do petróleo do Brasil, já perdeu bilhões de reais de arrecadação de ICMS exatamente por isso. E, evidentemente, o estado do Rio e as cidades do Rio quebrariam caso o Supremo Tribunal Federal distribua de maneira aleatória e indiscriminada os royalties de petróleo que são produzidos, sobretudo no Estado do Rio de Janeiro”, afirmou.
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Senador pelo Espírito Santo, Magno Malta (PL) reforçou o argumento de risco para estados produtores. "Acontece uma tragédia em alto-mar no Espírito Santo, uma tragédia ecológica, que vai botando fogo em tudo. Quem vai nos compensar? Ninguém. O Espírito Santo que se vire, porque ele recebe os royalties do petróleo. Os outros estados da Federação virão para esse processo de compensação? Não", disse em pronunciamento no dia 28 de abril.
Pela Constituição, União, estados, Distrito Federal e municípios têm direito a compensações financeiras pela exploração de recursos naturais, como petróleo e gás. A controvérsia atual trata justamente da forma como esses valores devem ser repartidos.
A lei aprovada em 2012 alterou essa determinação ao ampliar a participação de entes não produtores. A reação do estado do Rio de Janeiro levou à judicialização do tema e à concessão da liminar que interrompeu a mudança.
Mais recentemente, em 2024, a Associação Brasileira de Municípios (ABM) defendeu uma solução negociada para o impasse. Em nota, a entidade destacou a importância de um debate aprofundado no Conselho da Federação para buscar consenso e encerrar a disputa judicial que já se arrasta há mais de dez anos. À época, a associação era presidida por Ary Vanazzi.
Dados do Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro (Siconfi) mostram que o estado do Rio de Janeiro possui 21 municípios com receita superior a R$ 1 bilhão, sendo ao menos cinco deles entre os maiores beneficiados pelos royalties do petróleo.
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Baixar áudioO valor da saca de 60 kg da soja abre esta quarta-feira (6) em queda no interior do Paraná e no litoral do estado, em Paranaguá.
Na primeira região, o grão registra redução de 0,33% e é negociado a R$ 122,51; na segunda, a mercadoria tem recuo de 0,18% e é cotada a R$ 128,91.
INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANÁ
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 05/05/2026 | 122,51 | -0,33% | 0,02% | 24,94 |
| 04/05/2026 | 122,92 | 0,36% | 0,36% | 24,74 |
| 30/04/2026 | 122,48 | -0,08% | -0,27% | 24,71 |
| 29/04/2026 | 122,58 | 0,62% | -0,19% | 24,48 |
| 28/04/2026 | 121,83 | 0,59% | -0,80% | 24,46 |
INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANAGUÁ
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 05/05/2026 | 128,91 | -0,18% | 0,02% | 26,24 |
| 04/05/2026 | 129,14 | 0,20% | 0,20% | 26,00 |
| 30/04/2026 | 128,88 | -0,17% | -0,28% | 26,00 |
| 29/04/2026 | 129,10 | 0,49% | -0,11% | 25,78 |
| 28/04/2026 | 128,47 | 0,63% | -0,60% | 25,80 |
O preço do trigo, por sua vez, registra diminuição de 0,39% no Paraná e alta de 0,33% no Rio Grande do Sul.
No primeiro estado, a tonelada é vendida a R$ 1.338,20, enquanto no segundo é comercializada a R$ 1.264,00.
PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - PARANÁ
| Data | Valor R$/t* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$/t* |
|---|---|---|---|---|
| 05/05/2026 | 1.338,20 | -0,39% | -0,33% | 272,44 |
| 04/05/2026 | 1.343,41 | 0,06% | 0,06% | 270,41 |
| 30/04/2026 | 1.342,67 | -0,07% | 4,49% | 270,86 |
| 29/04/2026 | 1.343,57 | 0,24% | 4,56% | 268,34 |
| 28/04/2026 | 1.340,34 | 0,16% | 4,31% | 269,15 |
PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - RIO GRANDE DO SUL
| Data | Valor R$/t* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$/t* |
|---|---|---|---|---|
| 05/05/2026 | 1.264,00 | 0,33% | 0,24% | 257,33 |
| 04/05/2026 | 1.259,79 | -0,09% | -0,09% | 253,58 |
| 30/04/2026 | 1.260,96 | -1,15% | 9,39% | 254,38 |
| 29/04/2026 | 1.275,64 | 0,00% | 10,67% | 254,77 |
| 28/04/2026 | 1.275,64 | 0,45% | 10,67% | 256,15 |
Os valores são do Cepea.
A saca de soja e a saca de trigo são as principais unidades de comercialização de grãos no Brasil. Cada saca equivale a 60 quilos, padrão adotado por órgãos oficiais como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).
Esse formato padronizado facilita o comércio da soja e do trigo, além de permitir um acompanhamento mais preciso das cotações e variações de preços no mercado nacional.
Copiar o textoJá o preço do açúcar cristal apresenta redução nas principais praças do estado de São Paulo
Baixar áudioO preço do café arábica abre esta quarta-feira (6) em queda de 0,06%, com a saca de 60 kg negociada a R$ 1.758,67 na cidade de São Paulo.
INDICADOR DO CAFÉ ARÁBICA CEPEA/ESALQ
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$ |
|---|---|---|---|---|
| 05/05/2026 | 1.758,67 | -0,06% | -0,16% | 358,04 |
| 04/05/2026 | 1.759,77 | -0,10% | -0,10% | 354,22 |
| 30/04/2026 | 1.761,57 | -0,73% | -6,69% | 355,37 |
| 29/04/2026 | 1.774,50 | -0,02% | -6,00% | 354,40 |
| 28/04/2026 | 1.774,88 | -0,51% | -5,98% | 356,40 |
Já o café robusta teve elevação de 1,57% no preço, sendo comercializado a R$ 924,65.
INDICADOR DO CAFÉ ROBUSTA CEPEA/ESALQ
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$ |
|---|---|---|---|---|
| 05/05/2026 | 924,65 | 1,57% | -0,07% | 188,24 |
| 04/05/2026 | 910,36 | -1,61% | -1,61% | 183,24 |
| 30/04/2026 | 925,26 | -1,66% | -4,19% | 186,66 |
| 29/04/2026 | 940,88 | -1,29% | -2,57% | 187,91 |
| 28/04/2026 | 953,19 | 1,29% | -1,30% | 191,40 |
O preço do açúcar cristal apresenta redução nas principais praças do estado de São Paulo. Na capital, a saca de 50 kg teve recuo de 0,41% e é cotada a R$ 97,43.
INDICADOR DO AÇÚCAR CRISTAL BRANCO CEPEA/ESALQ - SÃO PAULO
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 05/05/2026 | 97,43 | -0,41% | -0,49% | 19,84 |
| 04/05/2026 | 97,83 | -0,08% | -0,08% | 19,69 |
| 30/04/2026 | 97,91 | -1,91% | -7,16% | 19,75 |
| 29/04/2026 | 99,82 | 2,21% | -5,35% | 19,94 |
| 28/04/2026 | 97,66 | -1,06% | -7,40% | 19,61 |
Em Santos (SP), houve recuo de 0,56% e a mercadoria é negociada a R$ 107,43 na média de preços sem impostos.
INDICADOR AÇÚCAR CRISTAL - SANTOS (FOB)
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 05/05/2026 | 107,43 | -0,56% | 1,30% | 21,82 |
| 04/05/2026 | 108,04 | 1,88% | 1,88% | 21,79 |
| 30/04/2026 | 106,05 | -2,15% | -7,06% | 21,26 |
| 29/04/2026 | 108,38 | 3,70% | -5,01% | 21,68 |
| 28/04/2026 | 104,51 | 2,35% | -8,40% | 20,95 |
A saca de 60 kg do milho, por sua vez, é vendida a R$ 66,73, após diminuição de 0,48%.
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 05/05/2026 | 66,73 | -0,48% | -0,27% | 13,59 |
| 04/05/2026 | 67,05 | 0,21% | 0,21% | 13,50 |
| 30/04/2026 | 66,91 | 0,00% | -4,92% | 13,50 |
| 29/04/2026 | 66,91 | 0,36% | -4,92% | 13,36 |
| 28/04/2026 | 66,67 | 0,00% | -5,26% | 13,39 |
Os valores são do Cepea.
Café arábica e café robusta são as duas principais variedades cultivadas e comercializadas no Brasil, ambas medidas em sacas de 60 kg.
O café arábica (conhecido também como café Conilon, em algumas regiões) tem sabor mais suave, menor teor de cafeína e alta qualidade sensorial, sendo preferido em cafeterias especializadas e nas exportações de cafés premium. Representa cerca de 70% da produção brasileira, com destaque para estados como Minas Gerais e São Paulo.
O café robusta, por sua vez, possui sabor mais amargo, maior concentração de cafeína e corpo mais intenso. É amplamente utilizado na produção de café solúvel e blends comerciais. Seus principais polos produtores são o Espírito Santo e Rondônia, e seu preço costuma ser mais baixo em comparação ao arábica, por conta do perfil mais industrial.
A saca de açúcar cristal no Brasil é padronizada em 50 quilos, especialmente para comercialização no mercado atacadista e para uso na indústria alimentícia. Essa unidade de medida é adotada pelo Cepea/Esalq-USP, principal fonte de cotações diárias do açúcar cristal no país.
A saca de milho equivale a 60 kg de grãos, mesmo padrão utilizado para soja e trigo. Essa medida é oficializada por instituições como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Cepea, sendo amplamente usada em negociações e relatórios de preço do milho.
Copiar o textoA carcaça suína especial apresenta alta de 2,83%, sendo negociada a R$ 8,71, por quilo
Baixar áudioO preço do boi gordo nesta quarta-feira (6) apresenta queda de 0,11%; a arroba está sendo negociada a R$ 353,80, no estado de São Paulo.
INDICADOR DO BOI GORDO CEPEA/ESALQ
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 05/05/2026 | 353,80 | -0,11% | -0,18% | 72,03 |
| 04/05/2026 | 354,20 | -0,07% | -0,07% | 71,30 |
| 30/04/2026 | 354,45 | -0,23% | -0,44% | 71,50 |
| 29/04/2026 | 355,25 | -0,88% | -0,21% | 70,95 |
| 28/04/2026 | 358,40 | -0,64% | 0,67% | 71,97 |
Na Grande São Paulo, em São José do Rio Preto e em Descalvado, os preços do frango apresentam elevação. O frango congelado passou a ser negociado a R$ 7,21, ao passo que o frango resfriado agora é vendido a R$ 7,22.
PREÇOS DO FRANGO CONGELADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|
| 05/05/2026 | 7,21 | 0,70% | 0,70% |
| 04/05/2026 | 7,16 | 0,00% | 0,00% |
| 30/04/2026 | 7,16 | 0,00% | -1,10% |
| 29/04/2026 | 7,16 | 0,00% | -1,10% |
| 28/04/2026 | 7,16 | 0,00% | -1,10% |
PREÇOS DO FRANGO RESFRIADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|
| 05/05/2026 | 7,22 | 0,70% | 0,70% |
| 04/05/2026 | 7,17 | 0,00% | 0,00% |
| 30/04/2026 | 7,17 | 0,00% | -1,38% |
| 29/04/2026 | 7,17 | 0,00% | -1,38% |
| 28/04/2026 | 7,17 | 0,00% | -1,38% |
A carcaça suína especial apresenta alta de 2,83%, sendo negociada a R$ 8,71, por quilo, nos atacados da Grande São Paulo.
O suíno vivo registra aumento em todos os estados analisados, com é o caso São Paulo, onde o produto é comercializado a R$ 5,40.
Indicador do Suíno Vivo CEPEA/ESALQ - MENSAL (R$/KG)
| Período | MG - posto | PR - a retirar | RS - a retirar | SC - a retirar | SP - posto |
|---|---|---|---|---|---|
| abr 2026 | 5,94 | 5,42 | 5,55 | 5,40 | 5,89 |
| mar 2026 | 6,74 | 6,62 | 6,74 | 6,55 | 6,93 |
| fev 2026 | 6,77 | 6,66 | 6,75 | 6,60 | 6,91 |
| jan 2026 | 7,94 | 7,78 | 7,83 | 7,76 | 8,25 |
| dez 2025 | 8,44 | 8,27 | 8,31 | 8,30 | 8,84 |
PREÇOS DA CARCAÇA SUÍNA ESPECIAL (R$/kg)
| Data | Média | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|
| 05/05/2026 | 8,71 | 2,83% | 3,44% |
| 04/05/2026 | 8,47 | 0,59% | 0,59% |
| 30/04/2026 | 8,42 | 0,00% | -12,66% |
| 29/04/2026 | 8,42 | 0,00% | -12,66% |
| 28/04/2026 | 8,42 | -1,41% | -12,66% |
O boi gordo é o bovino macho pronto para o abate, com peso mínimo de 16 arrobas líquidas de carcaça (aproximadamente 240 kg) e até 42 meses de idade. Atende aos padrões do mercado nacional e internacional, incluindo exportações para Europa, China e cota Hilton.
O frango congelado passa por congelamento rápido, com temperaturas abaixo de -12°C, garantindo maior vida útil para armazenamento e transporte a longas distâncias.
Já o frango resfriado é mantido entre 0°C e 4°C, com validade de 5 a 7 dias, oferecendo textura e sabor mais próximos do fresco, ideal para consumidores exigentes e restaurantes.
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