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LOC.: Aprender a mexer no computador, consertar celular ou até dar os primeiros passos na programação — oportunidades que mais de 10 mil pessoas em Pernambuco conseguiram acessar. Em todo o país, mais de 80 mil pessoas foram beneficiadas apenas em abril deste ano.
Os cursos, oferecidos pelo programa Computadores para Inclusão, do Ministério das Comunicações, vão do básico ao avançado: desde introdução à informática a Excel, design, programação, manutenção de computadores e conserto de smartphones. A iniciativa aposta na capacitação gratuita em tecnologia como ferramenta para gerar renda, inclusão social e acesso ao mercado de trabalho, especialmente para quem mais precisa.
O coordenador de Inclusão Digital do Ministério das Comunicações, Gustavo André Lima, destacou que as formações têm cargas horárias que vão de 3 a 300 horas, para atender as mais variadas demandas da população, de Norte a Sul do Brasil.
TEC./SONORA: Gustavo André Lima, coord. Inclusão Digital do Ministério das Comunicações
“O Brasil é um país muito diverso. Então, a capacitação não poderia ser diferente. A gente trabalha hoje com um leque de mais de 215, 230 cursos espalhados por todo o Brasil, dos mais diversos tipos e formatos.”
LOC.: Um dos grandes diferenciais da política é a possibilidade dos alunos de baixa renda aliarem teoria com a prática. Os equipamentos defeituosos que o ministério recebe de órgãos e instituições públicas são levados para Centros de Recondicionamento de Computadores (CRCs), espalhados por quase todas as capitais e cidades estratégicas do Brasil. Recuperados, os dispositivos são destinados a escolas públicas, associações e comunidades que não têm acesso à tecnologia, ampliando o impacto social da iniciativa.
Além de levar letramento digital e formar cidadãos de todas as idades em novas tecnologias, a meta do Ministério das Comunicações é ampliar ainda mais o alcance do programa, levando capacitação e acesso digital a um número cada vez maior de brasileiros.
Reportagem, Álvaro Couto.