VoltarCuritiba pode registrar máxima de apenas 15°C, enquanto Porto Alegre chega a 17°C
Baixar áudioA Região Sul terá um sábado de muitas nuvens e temperaturas baixas. Em Curitiba, a previsão indica muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas. A temperatura mínima será de 13°C, e a máxima de apenas 15°C. A umidade relativa do ar varia entre 90% e 100%.
Florianópolis terá muitas nuvens com possibilidade de chuva isolada. Os termômetros variam entre 14°C e 16°C, enquanto a umidade fica entre 70% e 90%.
Em Porto Alegre, a previsão é de muitas nuvens, com mínima de 9°C e máxima de 17°C. A umidade relativa do ar varia entre 55% e 90%.
Os ventos serão fracos a moderados. Em Florianópolis, há previsão de rajadas.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o textoSão Paulo e Rio de Janeiro têm previsão de pancadas de chuva e trovoadas isoladas
Baixar áudioO sábado será de muitas nuvens na Região Sudeste, com previsão de pancadas de chuva e trovoadas em parte das cidades.
Em Belo Horizonte, há possibilidade de chuva isolada. A temperatura mínima será de 15°C, e a máxima de 32°C. A umidade relativa do ar varia entre 30% e 90%.
No Rio de Janeiro, a previsão indica muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas isoladas. Os termômetros ficam entre 16°C e 26°C, e a umidade varia de 50% a 95%.
São Paulo também terá muitas nuvens, com pancadas de chuva e trovoadas. A temperatura mínima será de 15°C, enquanto a máxima chega a 22°C. A umidade relativa do ar fica entre 80% e 95%.
Em Vitória, a previsão é de muitas nuvens, com temperaturas entre 19°C e 30°C. A umidade máxima chega a 95%, enquanto a mínima fica em 40%.
Os ventos serão fracos a moderados, com previsão de rajadas no Rio de Janeiro e em Vitória.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o textoTemperaturas chegam a 35°C em Cuiabá e Palmas, enquanto Campo Grande pode ter trovoadas
Baixar áudioA Região Centro-Oeste terá um sábado marcado por muitas nuvens e ocorrência de pancadas de chuva em diferentes áreas.
Em Campo Grande, a previsão é de muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas. A temperatura mínima será de 18°C, e a máxima de 30°C, com umidade entre 30% e 70%.
Cuiabá também terá muitas nuvens, com pancadas de chuva e trovoadas isoladas. Os termômetros variam entre 26°C e 35°C, enquanto a umidade fica entre 40% e 65%.
Em Goiânia, a previsão indica muitas nuvens com pancadas de chuva isoladas. A temperatura mínima será de 21°C, e a máxima chega a 33°C.
Brasília terá muitas nuvens com pancadas de chuva isoladas. A mínima será de 20°C, e a máxima de 29°C, com umidade relativa do ar entre 30% e 60%.
Em Palmas, o tempo fica com muitas nuvens e possibilidade de chuva isolada. A temperatura varia entre 25°C e 35°C, com umidade mínima de 25%.
Os ventos devem ser fracos a moderados, com rajadas previstas em Campo Grande e Cuiabá.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o textoTemperaturas chegam a 38°C em Teresina, enquanto cidades do litoral podem registrar chuva isolada
Baixar áudioO sábado será de muitas nuvens em grande parte da Região Nordeste. Em Aracaju, a previsão é de muitas nuvens, com temperatura mínima de 22°C e máxima de 30°C. A umidade relativa do ar varia entre 60% e 95%.
Em Maceió, o tempo também fica com muitas nuvens e possibilidade de chuva isolada. A temperatura varia entre 21°C e 31°C. Recife terá muitas nuvens com chuva isolada, com mínima de 22°C e máxima de 31°C.
Em João Pessoa, a previsão indica muitas nuvens e chuva isolada, com temperaturas entre 22°C e 31°C. Natal terá muitas nuvens com possibilidade de chuva isolada e máxima de 32°C.
Fortaleza terá muitas nuvens, com mínima de 23°C e máxima de 31°C. Em São Luís, também há previsão de muitas nuvens com possibilidade de chuva isolada, e os termômetros variam entre 25°C e 33°C.
Já Teresina terá poucas nuvens e temperaturas mais elevadas, entre 24°C e 38°C. Em Salvador, a previsão é de muitas nuvens, com mínima de 21°C e máxima de 31°C.
Os ventos devem variar de fracos a moderados, com possibilidade de rajadas em algumas localidades.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o textoTempo fica nublado em grande parte da região, com temperaturas que podem chegar a 37°C em Manaus
Baixar áudioA Região Norte terá um sábado de muitas nuvens em grande parte do território. Em Belém, há possibilidade de chuva isolada, com mínima de 24°C e máxima de 34°C. Em Macapá, também há possibilidade de chuva isolada, com temperaturas entre 25°C e 32°C.
Manaus terá muitas nuvens com chuva isolada. Os termômetros variam entre 27°C e 37°C, e a umidade relativa do ar fica entre 45% e 84%.
Em Porto Velho, a previsão indica muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas isoladas. A temperatura mínima será de 24°C, e a máxima chega a 34°C.
Já em Rio Branco, o tempo fica com muitas nuvens e chuva isolada, com mínima de 21°C e máxima de 33°C. Em Boa Vista, a previsão é de muitas nuvens, com temperaturas entre 26°C e 35°C.
Os ventos variam entre fracos e fracos a moderados nas localidades, conforme a previsão do INMET.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) lançou um portfólio com 41 oportunidades de investimento no setor mineral brasileiro voltadas a investidores estrangeiros. Com capital estimado em US$ 7,3 bilhões, a publicação reúne projetos de 29 empresas e proponentes distribuídos por 11 estados, com foco em minerais estratégicos para a transição energética.
As oportunidades abrangem diferentes estágios de desenvolvimento, desde a pesquisa até o processamento e a transformação de minerais. A proposta é permitir que investidores identifiquem projetos de acordo com o nível de maturidade, volume de capital e modelo de investimento de seu interesse.
Entre os minerais contemplados estão terras raras, grafita natural, níquel, cobre, cobalto, lítio, nióbio, titânio e vanádio. O portfólio também inclui projetos de bauxita, potássio, areias minerais pesadas e manganês.
Minas Gerais concentra o maior número de oportunidades, com 19 projetos. Em seguida aparece a Bahia, com oito projetos, estado que se destaca como um dos principais polos brasileiros de minerais estratégicos para a transição energética. Também há oportunidades no Pará, Mato Grosso, Tocantins, Paraná, Goiás, Piauí, Pernambuco, Sergipe e São Paulo.
Segundo a ApexBrasil, o objetivo da publicação é ampliar a visibilidade internacional das oportunidades do setor mineral brasileiro e facilitar a conexão entre investidores estrangeiros e responsáveis pelos projetos, estimulando a entrada de capital e a formação de novas parcerias.
Para o presidente da ApexBrasil, Laudemir Müller, o potencial brasileiro vai além da produção de minerais estratégicos e inclui a possibilidade de ampliar a agregação de valor no país.
“O objetivo é trazer investimentos para aumentar a atividade de mineração no Brasil, mas, principalmente, para a gente agregar valor nessa cadeia dos minerais raros, tão importantes para a nova indústria e para a transição energética”, afirma.
Para orientar a análise dos investidores, o portfólio divide as oportunidades em três categorias:
O portfólio também contempla oportunidades de investimento em etapas de transformação mineral, incluindo beneficiamento físico, processamento químico e refino. Segundo a ApexBrasil, essas atividades permitem ampliar a agregação de valor aos minerais produzidos no país e avançar na cadeia produtiva.
Na cadeia de níquel e cobalto, por exemplo, as oportunidades vão desde projetos de mineração até a retomada de uma refinaria localizada em São Paulo.
O Portfólio de Projetos no Setor Mineral está disponível para download no portal da ApexBrasil.
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Copiar o textoFenômeno pode elevar temperaturas, atrasar chuvas e aumentar o risco de queimadas no Brasil
Baixar áudioDe setembro a novembro, o Brasil tem 90% de probabilidade de enfrentar um episódio de El Niño muito forte. A previsão é do Centro de Previsão Climática, da Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (CPC/NOAA), divulgado no início de agosto de 2026. Segundo boletim divulgado pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), em parceria com outras instituições, a previsão indica temperaturas acima da média em quase todo o país.
Há possibilidade de chuvas que superem a média histórica na Região Sul e de um trimestre mais seco nas regiões Norte e Nordeste.
O Boletim nº 3 do Painel El Niño 2026-2027 aponta que a combinação de calor e estiagem prolongada nas regiões Central e Norte do país pode implicar em um problema adicional: as queimadas. Conforme o boletim, o cenário aumenta o potencial de propagação de queimadas, especialmente se o início da estação chuvosa atrasar – o que, segundo o Inmet, já é considerado provável.
A publicação é realizada pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), em parceria com o Inmet, a Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA), o Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden), o Serviço Geológico do Brasil (SGB), a Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil (Sedec) e o Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia (Censipam).
O boletim também informa que, geralmente, o trimestre marca a transição da seca para o período chuvoso na Amazônia Legal e no Pantanal. No entanto, diante de um El Niño mais intenso e prolongado, pode existir atraso neste processo.
Segundo o instituto, projeções do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia (Censipam) indicam chuvas abaixo da média em nove estados, sendo: Amapá, Roraima, Pará, Maranhão, Amazonas, Acre, norte de Mato Grosso e nas porções norte e central do Tocantins e Rondônia. O fenômeno também deve impactar as temperaturas, que devem ficar acima da média em toda a região.
Na prática, isso pode prolongar as condições típicas de estiagem durante parte da primavera, mantendo o solo mais seco e a vegetação mais suscetível ao fogo por mais tempo do que o habitual.
O alerta dos pesquisadores da NOAA é de que, historicamente, eventos de El Niño mais intensos não significam automaticamente impactos mais severos. Mas aumentam a probabilidade de que ocorram.
Em nota, o Inmet reforçou a necessidade de monitoramento contínuo das condições meteorológicas nas próximas semanas, tanto em escala de curto prazo quanto sazonal, com o objetivo de identificar as áreas mais vulneráveis a secas, ondas de calor e episódios de chuva intensa com antecedência.
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Baixar áudioO Brasil se prepara para a nova temporada de cruzeiros, que começa no fim de outubro, com aumento de 24% na oferta de leitos em relação ao ciclo anterior. Segundo o Ministério do Turismo (MTur), serão mais de 831 mil vagas distribuídas em oito navios que vão operar na costa brasileira.
A temporada 2026/2027 contará com 675 escalas e 187 roteiros. A pasta estima que a estrutura deverá superar o impacto econômico do ciclo anterior, quando o setor movimentou R$ 4,28 bilhões na economia nacional.
“O turismo de cruzeiros gera resultados concretos para os destinos das rotas marítimas brasileiras. É um setor que fortalece pequenos negócios e cria oportunidades em várias frentes", explicou o ministro do Turismo, Gustavo Feliciano, durante uma visita técnica ao Porto do Recife (PE), nesta quinta-feira (3).
Uma das principais portas de entrada dos cruzeiros internacionais no país, o terminal da capital pernambucana será o responsável pelas boas-vindas aos meganavios da nova temporada.
O primeiro navio internacional a chegar no porto deve ser o Buenavista, da empresa Corazul Cruzeiros. Será a primeira vez da companhia em águas brasileiras. De acordo com a Clia Brasil (Associação Brasileira de Cruzeiros Marítimos), a atracagem está prevista para o dia 31 de outubro com 2.014 passageiros e 751 tripulantes.
Durante encontro com representantes do setor do turismo pernambucano, Feliciano destacou a expectativa de ampliar, ao longo do tempo, o potencial turístico de Recife e fortalecer o setor no estado.
“A expectativa é que a gente possa, exatamente, através do pontapé inicial aqui do Recife com a chegada desses navios, poder aumentar o fluxo e a frequência de navios a partir de Recife, para que essa temporada seja mais potencializada”, afirmou.
Embora os turistas permaneçam no porto por apenas algumas horas antes de seguirem viagem, o ministro destacou que o retorno desses visitantes à região depende de esforços conjuntos do MTur e dos profissionais que atuam no setor turístico local.
“A partir dessa primeira experiência, a gente espera que o turista possa criar um elo de relação com aquele roteiro, com aquela rota. Então ele vai vir para o Recife, talvez conheça algumas coisas por perto, mas cabe exatamente a quem faz o turismo de Pernambuco, e nós do ministério, divulgar o resto do estado, as belezas naturais que se tem no litoral sul, no litoral norte, que tem no interior do estado, para que exatamente ele tenha esse conhecimento e possa retornar e regressar”, destacou o chefe da pasta.
Ainda de acordo com o MTur, alimentação, comércio, transporte, passeios e hospedagem lideram a lista de serviços beneficiados pelos gastos de passageiros e tripulantes no fomento às economias locais.
Nas cidades de escala, o gasto médio gerado por cada cruzeirista é de R$ 800,98. Já nos destinos de embarque e desembarque, em que a permanência e o consumo são maiores, a média chega a R$ 962,55 por passageiro.
O setor também traz benefícios para o mercado de trabalho. Na temporada 2025/2026, o segmento foi responsável pela criação de 64.529 postos de trabalho — dos quais 63.321 correspondem a empregos diretos e indiretos na cadeia produtiva.
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Baixar áudioO Serviço Social da Indústria (SESI) lançou a Academia da Saúde da Indústria, uma plataforma voltada à capacitação, articulação e desenvolvimento de lideranças na área de saúde do setor. A iniciativa busca transformar a gestão da saúde em um ativo estratégico para a indústria brasileira, com foco em educação executiva, inteligência estratégica, networking e inovação.
Segundo o superintendente de Saúde da Indústria, Emmanuel Lacerda, a Academia da Saúde será o braço educacional do Movimento Empresarial pela Saúde (MES) e pretende atender à necessidade de qualificação de gestores de saúde, benefícios e recursos humanos das empresas industriais.
“A partir de um processo de experiências práticas, a ideia é que a gente leve uma melhor gestão do benefício e da saúde e impacte positivamente na vida de milhares de pessoas que estão trabalhando na indústria ou são dependentes de trabalhadores da indústria”, explica.
O SESI já atua como agente integrador do ecossistema de saúde, conectando empresas, academia, governo, prestadores de serviços, operadoras, instituições de pesquisa e entidades representativas.
Segundo a entidade, a Academia da Saúde da Indústria deverá estimular a construção de soluções colaborativas para desafios complexos do setor, a partir da qualificação permanente, do intercâmbio de experiências e da produção de conhecimento aplicado.
A iniciativa também pretende contribuir para melhorar a gestão dos investimentos corporativos em saúde, com potencial para favorecer a retenção de talentos, reduzir o afastamento de profissionais, elevar a produtividade e adequar os custos assistenciais.
Para isso, a plataforma oferece:
A metodologia da Academia da Saúde da Indústria é dividida em quatro etapas:
A iniciativa é destinada a empresas de médio e grande porte integrantes do Movimento Empresarial pela Saúde (MES), além de executivos C-Level, gestores e especialistas em saúde, representantes do governo, operadoras, instituições de ciência e tecnologia (ICTs) e universidades.
Para participar dos programas, capacitações e imersões da Academia da Saúde da Indústria, a empresa precisa primeiro aderir ao MES por meio do formulário oficial de inscrição do SESI.
A Academia da Saúde da Indústria foi anunciada durante o Conecta Saúde 2026, realizado na última terça-feira (1º), em São Paulo. Promovido pelo SESI e pelo Conselho Nacional do SESI (CN-SESI), com apoio da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP), o evento reuniu mais de 500 participantes, entre lideranças empresariais, gestores públicos, representantes do setor de saúde e especialistas.
O encontro discutiu como transformar diferentes atendimentos, informações e serviços de saúde em uma jornada contínua, capaz de acompanhar as pessoas antes, durante e depois de um quadro de saúde.
Na abertura do evento, o diretor-superintendente do SESI, Paulo Mol, destacou que uma visão integral da saúde exige o acompanhamento da trajetória do trabalhador ao longo do tempo, conectando informações, atendimentos e diferentes pontos da rede. Segundo ele, essa mudança passa por uma atuação mais preventiva, que começa antes do surgimento da doença e prioriza a continuidade do cuidado.
O presidente do Conselho Nacional do SESI, Fausto Junior, ressaltou que esse avanço também depende da capacidade de integrar os diferentes atores que fazem parte do sistema de saúde.
Confira outros detalhes no portal da indústria.
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Baixar áudioO dólar fechou o pregão aos R$ 5,10, após abrir a quinta-feira em queda e chegar à mínima de R$ 5,07 durante a sessão. O movimento acompanhou a trajetória da moeda no exterior, com o DXY, índice que compara a moeda americana com seis divisas de economias desenvolvidas, também em baixa.
A pressão sobre a moeda americana ocorre em meio à queda dos rendimentos dos títulos do Tesouro dos Estados Unidos, os Treasuries. O movimento veio após dados de emprego privado, medidos pelo ADP, ficarem abaixo das expectativas e de declarações de John Williams, do Federal Reserve, moderarem as apostas em um novo aperto monetário.
No cenário doméstico, o mercado segue atento às pesquisas eleitorais. No exterior, investidores também aguardam a divulgação do payroll, relatório de emprego dos Estados Unidos, que pode fornecer novas pistas sobre os próximos passos da política de juros do Federal Reserve.
O euro, por sua vez, encerrou o pregão cotado a R$ 5,90.
A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.
| Código | BRL | USD | EUR | GBP | JPY | CHF | CAD | AUD |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| BRL | 1 | 0,1960 | 0,1685 | 0,1448 | 30,5185 | 0,1582 | 0,2701 | 0,2736 |
| USD | 5,1033 | 1 | 0,8598 | 0,7392 | 155,74 | 0,8073 | 1,3785 | 1,3883 |
| EUR | 5,9067 | 1,1630 | 1 | 0,8597 | 181,12 | 0,9388 | 1,6029 | 1,6146 |
| GBP | 6,9051 | 1,3529 | 1,1633 | 1 | 210,70 | 1,0921 | 1,8647 | 1,8783 |
| JPY | 3,27681 | 0,642076 | 0,55212 | 0,474609 | 1 | 0,5183 | 0,88513 | 0,89142 |
| CHF | 6,3214 | 1,2388 | 1,0649 | 0,9157 | 192,93 | 1 | 1,7060 | 1,7203 |
| CAD | 3,7021 | 0,7254 | 0,6242 | 0,5363 | 113,00 | 0,5857 | 1 | 1,0085 |
| AUD | 3,6562 | 0,7203 | 0,6193 | 0,5324 | 112,18 | 0,5815 | 0,9928 | 1 |
Os dados são da Investing.com.
Copiar o textoSaca de 60 quilos é negociada a R$ 151,68 no interior do Paraná e a R$ 160,14 em Paranaguá
Baixar áudioA saca de 60 quilos da soja inicia esta sexta-feira (4) com redução no interior do Paraná e na região litorânea de Paranaguá.
No mercado paranaense, o grão apresenta baixa de 0,61%, com a saca negociada a R$ 151,68. Em Paranaguá, a baixa foi de 0,53%, levando a cotação para R$ 160,14.
INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANÁ
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 03/09/2026 | 151,68 | -0,61% | 0,24% | 29,72 |
| 02/09/2026 | 152,61 | -0,29% | 0,86% | 29,88 |
| 01/09/2026 | 153,06 | 1,16% | 1,16% | 29,72 |
| 31/08/2026 | 151,31 | -0,01% | 10,23% | 29,20 |
| 28/08/2026 | 151,32 | 1,41% | 10,24% | 29,09 |
INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANAGUÁ
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 03/09/2026 | 160,14 | -0,53% | 0,44% | 31,38 |
| 02/09/2026 | 160,99 | -0,09% | 0,97% | 31,52 |
| 01/09/2026 | 161,14 | 1,07% | 1,07% | 31,29 |
| 31/08/2026 | 159,44 | -0,20% | 10,03% | 30,77 |
| 28/08/2026 | 159,76 | 3,04% | 10,25% | 30,71 |
O trigo teve um aumento de preço no Paraná e redução no Rio Grande do Sul.
No Paraná, a tonelada do cereal é comercializada a R$ 1.456,52. No Rio Grande do Sul, o produto é vendido a R$ 1.359,38.
PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - RIO GRANDE DO SUL
| Data | Valor R$/t* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$/t* |
|---|---|---|---|---|
| 03/09/2026 | 1.359,38 | 0,26% | 0,77% | 266,34 |
| 02/09/2026 | 1.355,88 | 0,56% | 0,51% | 265,44 |
| 01/09/2026 | 1.348,29 | -0,06% | -0,06% | 261,80 |
| 31/08/2026 | 1.349,04 | 0,13% | 2,05% | 260,33 |
| 28/08/2026 | 1.347,35 | 0,13% | 1,93% | 259,01 |
PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - PARANÁ
HTML
| Data | Valor R$/t* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$/t* |
|---|---|---|---|---|
| 03/09/2026 | 1.456,52 | 0,20% | 0,01% | 285,37 |
| 02/09/2026 | 1.453,63 | -0,29% | -0,19% | 284,58 |
| 01/09/2026 | 1.457,92 | 0,10% | 0,10% | 283,09 |
| 31/08/2026 | 1.456,41 | 0,27% | 3,59% | 281,05 |
| 28/08/2026 | 1.452,55 | 0,22% | 3,32% | 279,23 |
Os dados são do Cepea.
A saca de soja e a saca de trigo são as principais unidades de comercialização de grãos no Brasil. Cada saca equivale a 60 quilos, padrão adotado por órgãos oficiais como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).
Esse formato padronizado facilita o comércio da soja e do trigo, além de permitir um acompanhamento mais preciso das cotações e variações de preços no mercado nacional.
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Baixar áudioO Ibovespa fechou o pregão aos 185.188,13 pontos, em alta, com investidores atentos às pesquisas eleitorais e ao cenário político brasileiro. O índice chegou a operar acima dos 187 mil pontos durante a manhã, quando registrava avanço de 1,39%.
Segundo analistas, os ativos brasileiros continuam apresentando desempenho positivo em meio ao cenário eleitoral mais aquecido, movimento potencializado pela melhora do fluxo de recursos para o mercado local.
Entre os destaques, as ações da Petrobras avançaram com a valorização do petróleo no mercado internacional. Os papéis preferenciais da companhia chegaram a subir 1,5% durante a sessão.
O setor financeiro também teve desempenho positivo. As ações do Itaú avançaram 1,93%, enquanto os papéis do BTG tiveram alta de 2,6%.
Com a queda dos juros futuros, empresas mais sensíveis às taxas também ganharam força. As ações da Renner subiram 2,82%, enquanto a Magazine Luiza avançou 4,44%.
Ações em alta no Ibovespa
Ações em queda no Ibovespa
Dotz SA (DOTZ3) -14,63%
O volume total negociado na B3 foi de R$ 34.902.313.785, em meio a 4.525.242 de negócios.
Os dados da bolsa podem ser consultados no site da B3.
O Ibovespa (Índice Bovespa) é o principal indicador do mercado acionário brasileiro. Calculado pela B3, ele reflete a média do desempenho das ações mais negociadas na bolsa, com base em critérios de volume e liquidez. O índice é composto por uma carteira teórica de ativos, que representa cerca de 80% do volume financeiro total negociado no mercado.
A B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) é a bolsa de valores oficial do Brasil, sediada em São Paulo. É responsável pela negociação de ações, derivativos, títulos públicos e privados, câmbio e outros ativos financeiros. A B3 está entre as maiores bolsas do mundo em infraestrutura e valor de mercado.
Copiar o textoCondição de instabilidade atinge os três estados e temperaturas variam de 8°C a 23°C nas capitais
Baixar áudioA sexta-feira (4) será de muitas nuvens e possibilidade de chuva isolada nos três estados da Região Sul, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
No Rio Grande do Sul, Porto Alegre terá mínima de 8°C e máxima de 18°C, com muitas nuvens e possibilidade de chuva isolada. No restante do estado, a nebulosidade também predomina, enquanto áreas do oeste e da Campanha Gaúcha apresentam períodos com menor cobertura de nuvens.
Em Santa Catarina, Florianópolis registra temperaturas entre 18°C e 22°C, também com muitas nuvens e possibilidade de chuva isolada. A instabilidade alcança principalmente o leste catarinense, enquanto áreas do oeste têm variação de nebulosidade.
No Paraná, Curitiba terá mínima de 11°C e máxima de 23°C, com muitas nuvens e possibilidade de chuva isolada. A condição de maior nebulosidade predomina em grande parte do estado, com possibilidade de precipitação em áreas do sul e leste paranaense.
A radiação solar e o vento promovem a evaporação; o vapor resfriado condensa em núcleos, formando nuvens e, quando as gotículas ou cristais crescem o suficiente, ocorre precipitação. Considera-se precipitação toda água líquida ou sólida que cai das nuvens e alcança o solo (garoa, chuva, chuva/garoa congelante, neve, granizo, graupel, etc.). Sua quantidade é medida por pluviômetro (com registro contínuo via pluviógrafo) e expressa preferencialmente em milímetros.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o textoPossibilidade de chuva isolada alcança o Distrito Federal e áreas do norte da região
Baixar áudioA sexta-feira (4) será de muitas nuvens em grande parte do Centro-Oeste, com possibilidade de chuva isolada em áreas mais ao norte da região, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
No Distrito Federal, Brasília terá muitas nuvens e possibilidade de chuva isolada. Os termômetros variam entre 20°C e 31°C.
Em Goiás, a previsão indica maior presença de nuvens no centro e no sul do estado, enquanto áreas do norte goiano podem registrar chuva isolada. Em Goiânia, a temperatura varia de 21°C a 35°C, com muitas nuvens.
Em Mato Grosso, há possibilidade de chuva isolada principalmente no norte do estado. Nas áreas centrais e no sul mato-grossense, o céu permanece com muitas nuvens. Cuiabá terá mínima de 27°C e máxima de 38°C.
Em Mato Grosso do Sul, muitas nuvens predominam na maior parte do estado, com períodos de menor nebulosidade em áreas do centro-sul. Em Campo Grande, os termômetros ficam entre 22°C e 32°C.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA sexta-feira (4) terá variação de nebulosidade na Região Sudeste, com maior presença de nuvens em São Paulo e tempo com poucas nuvens nos demais estados, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Em São Paulo, muitas nuvens predominam em boa parte do território. Na capital, os termômetros variam entre 14°C e 27°C.
No Rio de Janeiro, a previsão indica poucas nuvens na maior parte do estado. Na capital, a temperatura mínima será de 18°C, com máxima de 30°C.
Em Minas Gerais, o tempo também fica com poucas nuvens na maior parte do território. Em Belo Horizonte, a mínima prevista é de 17°C, enquanto a máxima chega a 27°C.
No Espírito Santo, poucas nuvens predominam ao longo do dia. Em Vitória, as temperaturas variam entre 16°C e 31°C, a maior máxima prevista entre as capitais do Sudeste.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA mais recente pesquisa Datafolha para a eleição presidencial, divulgada nesta quinta-feira (3), aponta que o eleitorado brasileiro permanece dividido em contextos regionalizados. Enquanto Luiz Inácio Lula da Silva (PT) continua com uma margem favorável no Norte e no Nordeste, Flávio Bolsonaro (PL) lidera as intenções de voto no Sudeste, Sul e Centro-Oeste no primeiro turno.
No cenário nacional, o petista conta com 39% das intenções de voto, e Flávio Bolsonaro soma 33%. Na sequência aparecem Ronaldo Caiado (PSD), com 5%; Renan Santos (Missão), com 4%; Romeu Zema (Novo), com 3%; e Augusto Cury (Avante), com 2%. Votos brancos e nulos somam 6%, enquanto 4% declararam-se indecisos.
No mês de junho, a diferença entre Lula e Flávio no 1º turno era de 10 pontos (41% a 31%). No mês seguinte, ficou entre oito pontos na segunda quinzena (40% a 32%). Agora, a distância caiu para seis pontos, o que aponta para uma diminuição gradual na vantagem do petista no período analisado.
No Nordeste, Lula responde por 53% da preferência, contra 25% de Flávio Bolsonaro. Contudo, Flávio Bolsonaro assume a liderança nas outras três regiões do país. No Sul, o senador lidera com 38%, enquanto Lula obtém 33%. No Sudeste, o registro é de 36% a 33% a favor do parlamentar liberal.
No recorte envolvendo Norte/Centro-Oeste, o cenário aponta 35% a 33%, a favor de Flávio contra Lula.
Em um eventual embate direto de segundo turno, o resultado nacional aponta 47% para Lula e 43% para Flávio Bolsonaro. Votos brancos, nulos ou em nenhum somam 9%, e 2% não responderam.
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O desenho regional indica que o desfecho da disputa dependerá do comportamento do eleitorado no Sudeste e da migração dos votos depositados nos candidatos de terceira via no Centro-Sul, além da capacidade de manutenção dos percentuais de Lula no Norte e Nordeste.
A avaliação negativa do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva aumentou na comparação com o levantamento realizado na segunda quinzena de julho. Agora, 41% dos eleitores consideram a gestão petista como ruim ou péssima. Outros 33% afirmaram que o governo é ótimo ou bom. 25% avaliam a administração como regular. Um por cento não soube responder.
No mês de julho, a avaliação negativa do governo chegava a 38%, ao passo que 32% relatavam uma percepção positiva. Para 28%, a gestão era regular.
Já a aprovação do trabalho de Lula como presidente aparece em 47%. A desaprovação chega a 50%, e 3% dos entrevistados não opinaram.
De acordo com pesquisa realizada na segunda quinzena de julho, 49% dos eleitores aprovavam a atuação de Lula na Presidência, enquanto 48% desaprovavam.
A pesquisa foi realizada com eleitores de 16 anos ou mais, por meio de entrevistas presenciais em pontos de circulação de pessoas. O levantamento utilizou questionário estruturado, com checagem de pelo menos 20% das entrevistas feitas por cada entrevistador.
O trabalho de campo ocorreu nos dias 18 e 19 de agosto de 2026, em 128 municípios de todo o país, com 2.058 entrevistas. A margem de erro máxima é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, considerando nível de confiança de 95%. O levantamento foi realizado para a Folha de S.Paulo e a TV Globo. A pesquisa está registrada no TSE, com o código BR-04496/2026.
Copiar o textoPalmas e Porto Velho podem registrar chuva isolada; temperaturas chegam a 38°C em Rondônia e no Acre
Baixar áudioA sexta-feira (4) será de muitas nuvens em grande parte da Região Norte, com ocorrência de chuva em algumas áreas, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
No Tocantins, há possibilidade de chuva isolada, inclusive em Palmas, onde os termômetros variam entre 24°C e 37°C. A condição também alcança áreas do centro e sul do estado.
No Pará, o céu permanece com muitas nuvens em Belém, com temperaturas entre 24°C e 35°C. No oeste paraense, há previsão de pancadas de chuva isoladas, enquanto nas demais áreas predomina a nebulosidade.
No Amapá, Macapá registra muitas nuvens, com mínima de 24°C e máxima de 33°C. A mesma condição predomina em grande parte do estado.
Em Roraima, Boa Vista terá muitas nuvens e temperaturas entre 26°C e 36°C. Há previsão de pancadas isoladas no oeste do estado.
No Amazonas, Manaus terá mínima de 28°C e máxima de 37°C, com muitas nuvens. Pancadas de chuva isoladas são esperadas no oeste e noroeste amazonense, enquanto a nebulosidade predomina nas demais áreas.
Em Rondônia, Porto Velho registra temperaturas entre 25°C e 38°C, com possibilidade de chuva isolada. Áreas do norte e oeste do estado podem ter pancadas de chuva.
No Acre, Rio Branco terá muitas nuvens, com mínima de 23°C e máxima de 38°C. No norte e oeste acreano, há previsão de pancadas isoladas, enquanto o restante do estado permanece com maior presença de nuvens.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o textoPrecipitações isoladas podem atingir áreas da faixa leste da região
Baixar áudioA sexta-feira (4) terá variação de nebulosidade e possibilidade de chuva em parte do litoral do Nordeste. No interior da região, a previsão indica predomínio de muitas nuvens, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Na Bahia, Salvador terá muitas nuvens e possibilidade de chuva isolada, com temperaturas entre 22°C e 29°C. A condição de chuva também alcança áreas do oeste baiano, enquanto no centro do estado há predomínio de céu com menor nebulosidade.
Em Sergipe, Aracaju terá muitas nuvens, com mínima de 24°C e máxima de 29°C. A possibilidade de chuva fica concentrada principalmente em áreas próximas ao litoral.
Em Alagoas, Maceió registra temperaturas entre 22°C e 30°C, com muitas nuvens e possibilidade de chuva isolada. A mesma condição ocorre principalmente no leste alagoano.
Em Pernambuco, Recife terá mínima de 23°C e máxima de 30°C, também com possibilidade de chuva isolada. As precipitações ficam concentradas sobretudo na Zona da Mata e no litoral.
Na Paraíba, João Pessoa terá muitas nuvens e possibilidade de chuva isolada, com temperaturas entre 23°C e 31°C. A instabilidade se concentra principalmente no leste paraibano.
No Rio Grande do Norte, Natal registra mínima de 23°C e máxima de 31°C, com muitas nuvens e possibilidade de chuva isolada. A condição também pode ocorrer no leste potiguar.
No Ceará, Fortaleza terá muitas nuvens, com temperaturas entre 25°C e 32°C. No restante do estado, predomina o tempo com nebulosidade variável.
No Piauí, Teresina terá mínima de 22°C e máxima de 38°C, com muitas nuvens. A maior parte do estado permanece sem indicação de chuva significativa.
No Maranhão, São Luís registra temperaturas entre 25°C e 33°C, com muitas nuvens. No interior maranhense, também predomina a nebulosidade, enquanto áreas do oeste do estado podem registrar pancadas isoladas.
A radiação solar e o vento promovem a evaporação; o vapor resfriado condensa em núcleos, formando nuvens e, quando as gotículas ou cristais crescem o suficiente, ocorre precipitação. Considera-se precipitação toda água líquida ou sólida que cai das nuvens e alcança o solo (garoa, chuva, chuva/garoa congelante, neve, granizo, graupel, etc.). Sua quantidade é medida por pluviômetro (com registro contínuo via pluviógrafo) e expressa preferencialmente em milímetros.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA partir desta quinta-feira (3) está suspensa a exportação de produtos de origem animal do Brasil para a União Europeia (UE). A medida inclui carne de frango, bovina e suína, além de ovos, mel, pescados e animais vivos destinados à produção de alimentos e decorre da aplicação da legislação do bloco europeu que restringe o uso de determinados antimicrobianos na produção animal — como antibióticos.
Em 2025 a UE importou US$ 1,8 bilhão em produtos de origem animal do Brasil, o equivalente a 368,1 mil toneladas, segundo dados do Agrostat - Sistema de Estatísticas de Comércio Exterior do Agronegócio Brasileiro.
No setor de frango, a expectativa é que a suspensão seja revertida em novembro, após a conclusão da auditoria europeia. Até lá, as perdas podem chegar a aproximadamente US$ 243 milhões, considerando a média mensal exportada pelo Brasil ao bloco neste ano, de US$ 97,136 milhões.
Segundo o Relatório Anual 2026 da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), o Paraná é o principal estado exportador de carne de frango do país, com 2.103.688 toneladas embarcadas em 2025, o equivalente a 40,76% do total. Santa Catarina aparece em segundo lugar, com 1.201.818 toneladas, seguida por Rio Grande do Sul, São Paulo e Goiás.
No mercado de carne bovina, o estado paranaense ocupou a décima posição entre as UF exportadoras em 2025, com 46.819 toneladas, segundo o Beef Report 2026, da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (ABIEC).
De acordo com a Federação da Agricultura do Estado do Paraná (FAEP), o embargo europeu pode provocar um impacto superior a US$ 392,2 milhões por ano nas principais cadeias pecuárias do estado: avicultura e bovinocultura de corte.
Principais estados exportadores de carne de frango em 2025
Paraná — 2.103.688 toneladas (40,76%)
No caso da carne bovina, o setor brasileiro pode deixar de exportar cerca de US$ 1,828 bilhão entre setembro deste ano e julho de 2028, tempo necessário para adaptação da cadeia às novas exigências. O valor considera a média mensal de embarques registrada ao longo de 2026.
Na avaliação do professor de Agronegócio Global do Insper, Marcos Jank, o impacto da suspensão sobre as exportações brasileiras não deve ser tão expressivo, uma vez que a União Europeia representa um mercado menor em comparação com a China.
Segundo dados da ABIEC, o Brasil exportou 4.529.156 toneladas de carne bovina em 2025. Desse total, 2.143.058 toneladas tiveram a China como destino, enquanto 231.456 toneladas foram embarcadas para o mercado europeu.
“O que acontece na Europa é que eles pagam preços melhores, porque a gente atende diversos segmentos lá, por isso, os preços são mais altos do que em outros lugares do mundo. Mas os volumes são bastante baixos e restringidos por cotas”, afirma Jank.
Por outro lado, o professor também destaca a abertura, pelos Estados Unidos, de uma cota de três meses para a importação de 300 mil toneladas de carne bovina do Brasil e do Paraguai como uma alternativa para o redirecionamento das exportações.
“Parte do que a gente deixou de vender para a União Europeia vai para os Estados Unidos, que estão precisando de carne. Os Estados Unidos estão em um ano muito ruim de produção e é por isso que o tarifaço não entrou para carne bovina”, destaca.
Principais estados exportadores de carne bovina em 2025
O professor do Departamento de Economia da Universidade de Brasília (ECO/UnB), José Luis Oreiro, avalia que a restrição europeia pode pressionar para baixo os preços das carnes de frango e bovina no mercado brasileiro.
“O redirecionamento de mais de 100 mil toneladas de carne bovina e 230 mil toneladas de frango, que antes iriam para a Europa, vai aumentar imediatamente a oferta disponível no mercado interno. O mercado interno brasileiro tem capacidade para absorver esse volume excedente, mas o aumento da disponibilidade local pressiona as margens de lucro dos frigoríficos e pode resultar em produtos mais baratos nos supermercados”, explica.
O especialista em comércio exterior e sócio da Barral Parente Pinheiro Advogados, Celso Figueiredo, tem avaliação diferente. Para ele, a suspensão não deve provocar impacto significativo nos preços das carnes no mercado interno, diante da participação relativamente pequena da União Europeia nas exportações brasileiras e da existência de outros mercados compradores.
“Também tem muita questão do mercado consumidor interno brasileiro que acaba dando um direcionamento muito mais forte e direto na dinâmica de preços. Eventualmente, se houver um aumento no consumo muito maior do que [a oferta] de carne bovina e frango no Brasil, pode ser que assim haja um aumento de preços aqui no mercado brasileiro”, afirma.
Em resposta às exigências da União Europeia, o Brasil adotou, desde 1º de julho, novos procedimentos para o controle do uso de antimicrobianos na cadeia de proteínas e de outros produtos de origem animal.
Como mostrou o Estadão, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva enviou, em 31 de julho, uma carta à presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, na qual pediu a reinclusão do Brasil na lista de fornecedores de carne de frango e mel do bloco antes da conclusão das auditorias europeias sobre o sistema brasileiro de controle de antimicrobianos na produção animal.
No caso do frango e do mel, a exclusão do Brasil da lista poderá ser revertida em novembro, após a conclusão da auditoria europeia e a análise dos resultados pelas instâncias competentes.
Já para a carne bovina, o período de restrição pode ser mais longo. O produto brasileiro pode permanecer fora do mercado europeu até meados de 2028, em razão do tempo necessário para adaptação da cadeia às novas exigências. O ciclo de vida dos bovinos pode durar de 24 a 36 meses. Por isso, ainda não há previsão de uma auditoria europeia específica, já que o Brasil ainda não teria animais com o ciclo completo após a adoção do novo protocolo.
Associações brasileiras do setor de carnes demonstram preocupação com a interrupção das exportações de produtos de origem animal do Brasil para a União Europeia.
Em nota, a ABIEC informou que atua em conjunto com os demais elos da cadeia produtiva e presta suporte técnico ao Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), autoridade sanitária brasileira responsável pelas negociações com as autoridades europeias.
No âmbito da iniciativa privada, a entidade informou ter desenvolvido, em conjunto com a Associação Brasileira das Empresas de Certificação por Auditoria e Rastreabilidade (ABCAR) e a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), um protocolo privado de controle do uso de antimicrobianos.
“O protocolo, que faz parte das garantias oficiais brasileiras, já está em processo de execução junto à cadeia, sendo que 100% das empresas associadas à ABIEC e habilitadas ao mercado europeu estão aderidas”, informa.
A ABPA, por sua vez, informou em nota que acompanha, junto ao governo brasileiro, o andamento da missão europeia responsável por inspecionar o sistema brasileiro de produção de carne de frango. Segundo a entidade, o trabalho tem ocorrido de forma satisfatória até o momento.
A entidade ressalta ainda que a avicultura brasileira já atende integralmente aos requisitos estabelecidos pela UE para a importação de carne de frango.
Entre os possíveis destinos para os volumes que deixarem de ser enviados à União Europeia, José Luis Oreiro cita China e Estados Unidos, que, segundo ele, têm capacidade e escala para absorver parte da oferta excedente.
“Outra alternativa é o Oriente Médio, um mercado com forte poder de compra, que já representa uma grande fatia das exportações de frango e carne bovina brasileira, especialmente em operações com certificação halal”, sugere.
Celso Figueiredo também aponta a Ásia como uma alternativa, diante do crescimento das exportações brasileiras para a região nos últimos anos.
“Vietnã abriu mercado para carne em 2025. Existe uma expectativa de exportar cada vez mais para a Indonésia. Existe uma expectativa de abrir o mercado japonês. Mas eu diria que nada seria de curto prazo no caso desses países asiáticos. O mais provável é o redirecionamento para países que já têm uma previsibilidade de cota ou de abertura comercial imediata, além do próprio mercado brasileiro”, afirma.
Em nota, a ABIEC ressalta que a carne bovina brasileira continuará sendo comercializada nos mercados para os quais o país está habilitado. A entidade afirma ainda que não há previsão de substituição automática do mercado europeu, uma vez que cada destino possui demandas específicas por produtos e cortes.
“A prioridade da ABIEC é contribuir para que esse fluxo comercial seja restabelecido no menor prazo possível, preservando a diversificação dos destinos, a competitividade da cadeia e a presença internacional da carne bovina brasileira”, conclui.
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Baixar áudioQuase metade dos trabalhadores da indústria brasileira não pratica atividade física nos momentos de lazer. Além disso, um em cada cinco profissionais relata nível elevado de estresse. É o que revela o VigIndústria Brasil - levantamento do Serviço Social da Indústria (SESI) divulgado na terça-feira (1º), durante o Conecta Saúde 2026, em São Paulo.
O estudo também aponta que 71% dos trabalhadores consomem poucas frutas e hortaliças. Entre os entrevistados, cerca de 34% passam três horas ou mais por dia em computadores, tablets ou celulares durante o tempo de lazer, seja para acessar redes sociais, assistir a filmes ou jogar. Entre os trabalhadores com menos de 30 anos, esse percentual chega a 48%.
A especialista em saúde integral do SESI, Georgia Matos, chama atenção para os efeitos da exposição prolongada às telas entre os trabalhadores mais jovens. Segundo ela, as consequências podem ir além da falta de descanso adequado.
“O que a gente percebeu é que os trabalhadores jovens, principalmente, têm apresentado indicadores de risco relacionados à hiper conexão, com muito tempo de tela. Isso tem interferido no sono, na qualidade dos relacionamentos e no nível de estresse. É algo que chamou atenção, e acho que as indústrias precisam ficar muito atentas”, considera.
O VigIndústria é realizado em parceria entre o SESI, o Conselho Nacional do SESI (CN-SESI) e o Ministério da Saúde. O levantamento busca identificar fatores de risco e diferentes necessidades dos trabalhadores para orientar empresas na definição de prioridades e no planejamento de ações de promoção da saúde e prevenção de doenças crônicas.
Ainda segundo Georgia Matos, os dados podem ser usados pelas empresas para direcionar ações a grupos com necessidades específicas.
“Os dados precisam chegar à tomada de decisão. Se identificamos, por exemplo, uma concentração maior de determinado fator de risco em uma população, essa informação deve ajudar a orientar programas, campanhas, acompanhamento e ações específicas para aquele grupo”, afirma.
Além do nível elevado de estresse, relatado por 20,3% dos trabalhadores, 18,7% afirmaram ter dificuldade para relaxar e aproveitar o tempo de lazer. Entre os menores de 30 anos, a proporção chega a 21%.
Por meio de nota, o diretor administrativo adjunto da Associação Nacional de medicina do Trabalho (ANAMT) Ricardo de Almeida Sebba, afirmou que os dados da pesquisa revelam um acúmulo preocupante de fatores de risco. Para ele, inatividade física, alimentação inadequada, excesso de peso, estresse persistente, sono de má qualidade e uso excessivo de telas não atuam isoladamente, já que se somam e potencializam seus efeitos ao longo dos anos.
“Esse conjunto aumenta a probabilidade de obesidade, hipertensão arterial, alterações do colesterol, diabetes tipo 2, doenças cardiovasculares, acidente vascular cerebral e alguns tipos de câncer. Também favorece perda de condicionamento físico, redução de força muscular, dores e limitações osteomusculares. No campo da saúde mental, pode contribuir para distúrbios do sono, ansiedade, depressão e esgotamento profissional”, explica.
“No ambiente profissional, as consequências podem aparecer como fadiga, menor capacidade de concentração e tomada de decisão, queda da capacidade para o trabalho, presenteísmo, aumento do absenteísmo, afastamentos prolongados e incapacidade precoce”, complementa Sebba.
A obesidade aparece como a condição crônica mais frequente entre as investigadas pelo VigIndústria e está presente em 22,7% dos trabalhadores. Na sequência estão os problemas crônicos de coluna, relatados por 19%, o colesterol alto, com 17%, e a hipertensão, com 16%.
O levantamento também mostra aumento da prevalência de algumas doenças conforme a idade avança. É o caso do diabetes, identificado em 5,7% do total de entrevistados. O percentual passa de 3% entre os trabalhadores com menos de 30 anos para 8% na faixa de 40 a 59 anos e chega a 22% entre aqueles com 60 anos ou mais.
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Ricardo de Almeida Sebba reforça que uma vida saudável não exige que todos se tornem atletas, mas requer regularidade e compromisso com hábitos sustentáveis.
“O primeiro passo é incorporar o movimento à rotina. Para adultos, recomenda-se acumular entre 150 e 300 minutos semanais de atividade física moderada ou entre 75 e 150 minutos de atividade vigorosa, além de exercícios de fortalecimento muscular em pelo menos dois dias da semana”, orienta. Por fim, não é tecnicamente correto atribuir toda a responsabilidade ao trabalhador. As empresas também precisam criar condições reais para escolhas saudáveis”, pontua.
Para o presidente do Conselho Nacional do SESI, Fausto Junior, os resultados podem contribuir para orientar a gestão da saúde dos trabalhadores de acordo com as necessidades identificadas em diferentes regiões.
“Nesse processo, o SESI desempenha um papel complementar ao Sistema Único de Saúde (SUS), conforme previsto na Constituição e na legislação. Pela sua capilaridade e presença no mundo do trabalho, pode somar esforços e ampliar o alcance das ações de promoção, prevenção e cuidado junto aos trabalhadores da indústria. Essa articulação entre governo, Sistema Indústria e empresas é fundamental para transformar conhecimento em melhores condições de saúde e qualidade de vida”, destaca.
O levantamento também avaliou como os trabalhadores percebem a segurança no ambiente profissional. Para 84% dos entrevistados, a segurança é importante para a empresa. Mais de sete em cada dez também afirmam que a organização prioriza a prevenção e consideram o ambiente de trabalho seguro.
Há diferenças, porém, quando o levantamento considera o treinamento para situações de emergência e prevenção de acidentes conforme o porte das empresas. Entre trabalhadores de micro e pequenas indústrias, 56% afirmam receber esse tipo de treinamento. Nas médias e grandes empresas, o percentual sobe para 68%.
O levantamento foi realizado entre julho e dezembro de 2025 e ouviu 57.952 trabalhadores de 825 empresas. Ao todo, foram analisados 33 indicadores, distribuídos em seis dimensões: sociodemográfica; comportamentos de risco; bem-estar mental; morbidade referida; percepção de saúde e autocuidado; e cultura de segurança.
A proposta é reunir informações sobre fatores de risco e necessidades dos profissionais para subsidiar a definição de prioridades e o planejamento de medidas de promoção da saúde e prevenção de doenças.
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Baixar áudioO Tribunal Superior Eleitoral (TSE) definiu os critérios para caracterizar um conteúdo como deepfake nas Eleições 2026. Pela tese, para ser enquadrado como deepfake, o conteúdo gerado ou manipulado por inteligência artificial (IA) deve ter realismo ou verossimilhança e alterar imagem, voz ou manifestação de pessoa viva, falecida ou fictícia.
A decisão, tomada por maioria no dia 1º de setembro por 5 votos a 2, deve orientar o julgamento de casos semelhantes pela Justiça Eleitoral.
A Corte também estabeleceu uma condição para a aplicação da proibição do uso de deepfake nas eleições: o conteúdo precisa ser caracterizado como propaganda eleitoral.
Deepfake é um conteúdo sintético produzido ou manipulado por IA, usado para criar ou alterar vídeos, áudios e imagens de maneira realista.
No caso analisado, o TSE negou um pedido da Federação Brasil da Esperança (FE Brasil) para retirar do ar e proibir a veiculação do vídeo de um deepfake de Jair Bolsonaro declarando apoio à candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência da República.
A FE Brasil é formada pelo Partido dos Trabalhadores (PT), Partido Comunista do Brasil (PCdoB) e Partido Verde (PV).
O vídeo em questão recriou, com inteligência artificial, a imagem e a voz do ex-presidente Jair Bolsonaro e foi reproduzido durante a convenção partidária do Partido Liberal (PL), realizada em 25 de julho.
A partir do entendimento, o TSE rejeitou o pedido de retirada do vídeo e de aplicação de multa, por 4 votos a 3.
No julgamento, o relator, ministro Kassio Nunes Marques, considerou que o vídeo foi apresentado durante uma convenção partidária, destinada às deliberações internas da legenda, e que não houve pedido explícito de voto. Ele destacou, ainda, que a manifestação não configurou propaganda eleitoral antecipada.
Para o Colegiado, a transmissão do evento pela internet também não transforma automaticamente uma manifestação de apoio político em propaganda eleitoral antecipada.
A Corte destacou que, nesses casos, é necessário analisar o conteúdo da mensagem, a linguagem utilizada, os destinatários e o contexto em que o material foi produzido e divulgado.
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Baixar áudioO Plenário do Senado aprovou na terça-feira (1º) o PL 278/2026, que cria incentivos fiscais para estimular a instalação de data centers no país. O texto, aprovado sem mudanças de mérito, segue agora para sanção presidencial.
A proposta institui o Regime Especial de Tributação para Serviços de Datacenter (Redata), que suspende por cinco anos, na compra de equipamentos, o Imposto de Importação, o PIS/Cofins, o PIS/Cofins-Importação e o IPI. A renúncia tributária deve chegar a cerca de R$ 5,2 bilhões em 2026, caindo para R$ 1 bilhão nos dois anos seguintes.
O projeto era uma das prioridades do esforço concentrado do Congresso, articulado pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre. Relatado pelo senador Cid Gomes (PSB-CE), o texto tramitou em regime de urgência depois que a medida provisória que criava o Redata perdeu a validade sem ser votada.
Segundo o Ministério da Fazenda, cerca de 60% dos dados e da inteligência artificial usados no Brasil ainda são processados no exterior, em boa parte por causa dos custos tributários mais altos no país, dependência que o programa busca reduzir.
Podem aderir ao Redata os centros de processamento voltados a computação em nuvem, processamento de alto desempenho e uso de inteligência artificial, entre outras finalidades, mediante autorização do Ministério da Fazenda. Como contrapartida, as empresas terão de:
Empresas instaladas nas regiões Norte, Nordeste, Centro-Oeste ou em áreas de agências de desenvolvimento regional podem ter essas exigências reduzidas para 8% e 1,6%, respectivamente.
A suspensão de impostos não vale para componentes também fabricados na Zona Franca de Manaus e o benefício do Imposto de Importação se aplica só a produtos sem equivalente nacional. Empresas que descumprirem os compromissos terão de pagar os tributos suspensos, com juros e multa, podendo perder a habilitação ao regime. O acompanhamento ficará a cargo do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços e do Ministério da Fazenda.
Copiar o textoPEC segue para o Plenário e prevê redução gradual da jornada, sem corte de salários
Baixar áudioA Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou nesta quarta-feira (2) a PEC 221/2019, que reduz a jornada máxima de trabalho de 44 para 40 horas semanais e prevê dois dias de repouso remunerado por semana. A proposta, que ficou conhecida por estabelecer o fim da escala 6x1, segue agora para análise do Plenário.
O texto mantém o limite de até oito horas de trabalho por dia, com possibilidade de compensação de horários e de redução da jornada por meio de acordo ou convenção coletiva. Determina ainda que um dos dois dias de descanso seja, preferencialmente, aos domingos. Não poderá haver redução salarial.
A proposta foi aprovada em votação simbólica, com 27 senadores presentes. Na mesma reunião, os senadores aprovaram requerimento para que a PEC tramite em calendário especial no Plenário, com o objetivo de reduzir os prazos regimentais.
A PEC passou pela Câmara em maio deste ano. No Senado, a relatoria manteve o texto aprovado pelos deputados. Na CCJ, foram apresentadas 35 emendas, todas rejeitadas pelo relator.
No Plenário, a proposta precisa cumprir cinco sessões de discussão antes da votação em primeiro turno. A aprovação exige pelo menos três quintos dos votos dos senadores, ou 49 dos 81 parlamentares, em cada um dos dois turnos. Entre as votações, há um intervalo mínimo previsto no regimento, que pode ser abreviado mediante acordo.
A PEC prevê uma implantação gradual. Dois meses depois da publicação da eventual emenda constitucional, a jornada máxima semanal passará de 44 para 42 horas. Um ano e dois meses após a publicação, o limite chegará às 40 horas semanais.
Durante esse período, acordos ou convenções coletivas poderão ampliar a jornada diária para acomodar as 42 horas semanais, desde que sejam preservados os dois dias de repouso.
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As convenções coletivas também poderão estabelecer formas de compensação dos dias de descanso, desde que a média mensal assegure dois dias de folga por semana, com pelo menos um dia de repouso a cada sete dias. Uma lei ordinária poderá criar regimes diferenciados de jornada e descanso, desde que respeitados os limites constitucionais.
A PEC determina ainda que cláusulas de acordos coletivos incompatíveis com as novas regras perderão validade dois meses depois da publicação da emenda. Trabalhadores que já tenham jornada igual ou inferior a 40 horas semanais não terão redução proporcional da carga horária, mas terão direito ao segundo dia de repouso remunerado.
Uma lei complementar poderá estabelecer regras de transição específicas para microempreendedores individuais, microempresas e empresas de pequeno porte, desde que seja preservado o nível de emprego.
A proposta não aplica as novas regras de duração e controle da jornada a empregados com diploma de nível superior que recebam pelo menos 2,5 vezes o teto do Regime Geral de Previdência Social (RGPS). A exceção deixa de valer se houver liberalidade do empregador ou previsão em acordo coletivo. As regras sobre repouso continuam sendo aplicadas.
Servidores públicos da União, dos estados, do Distrito Federal e dos municípios também ficam fora das novas regras de duração e controle da jornada. Eventuais disputas relacionadas ao tema serão julgadas pela Justiça do Trabalho.
Nos contratos da administração pública que envolvam mão de obra, incluindo concessões de serviços e obras, a redução da jornada dependerá de aditamento contratual. O procedimento deverá ocorrer em até um ano para preservar o equilíbrio econômico-financeiro dos contratos.
Já o segundo dia de repouso não dependerá de aditamento e começará a valer dois meses após a publicação da emenda. Para os trabalhadores vinculados a esses contratos, a redução da jornada ocorrerá na data do aditamento ou, no máximo, ao fim do prazo de um ano, sem redução salarial.
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Baixar áudioOs gastos dos municípios com a área da saúde superaram o piso constitucional em 7,2% em 2025, estabelecido pela Emenda Constitucional (EC) 29/2000 e fixado em 15%. O dado integra a segunda edição de um relatório da Confederação Nacional de Municípios (CNM), baseado em dados declarados ao Sistema de Informações sobre Orçamentos Públicos em Saúde (Siops).
O estudo destaca um panorama do impacto da Média e Alta Complexidade (MAC) do Sistema Único de Saúde (SUS) e aponta que, em 2025, os municípios brasileiros aplicaram, em média, 22,2% da receita resultante de impostos e transferências constitucionais em ações e serviços públicos de saúde.
O levantamento aponta que a elevação nos gastos dos municípios com saúde gera sobrecarga orçamentária nas administrações locais. Na avaliação da CNM, a sobrecarga financeira às cidades relacionada à área da saúde tem sido um dos principais desafios para a gestão municipal.
Em nota, o presidente da Confederação, Paulo Ziulkoski, disse que os desafios vão além dos problemas com recursos. “Além da pressão orçamentária, a gestão municipal enfrenta o desafio de novos modelos de remuneração por “pacotes” e a fragmentação do financiamento via programas federais, como o Programa Agora Tem Especialistas (Pate)”, destaca.
O relatório ainda indica que 1.448 municípios reportaram aplicação superior a 25% de suas receitas próprias em saúde, ou seja, mais de 10 pontos percentuais acima do piso obrigatório. Conforme o estudo, dessas cidades, 445 aplicaram valores equivalentes ou superiores ao dobro do valor constitucionalmente obrigatório.
Confira os maiores percentuais médios de aplicação de recursos em saúde observados por UF:
“Esses dados evidenciam um padrão de elevado comprometimento orçamentário dos entes municipais, com potenciais repercussões sobre a sustentabilidade fiscal local”, diz um trecho da publicação da CNM.
Segundo a entidade, a ampliação contínua da aplicação municipal em saúde demonstra que os governos locais têm assumido uma parcela crescente no financiamento do SUS, mesmo em um cenário de restrições fiscais e aumento da demanda por serviços públicos.
Os dados declarados ao Siops indicam que 99,6% dos 5.560 municípios que prestaram informações ao sistema em 2025 cumpriram o limite mínimo constitucional de aplicação em ações e serviços públicos de saúde.
A principal despesa municipal em saúde foi com Assistência Hospitalar e Ambulatorial. A participação no total dos gastos foi de 43,5% em 2020 para 45,8% em 2025, alcançando R$ 155 bilhões.
Em seguida aparece a Atenção Primária à Saúde (APS), que aumentou de 34,6% para 36,2% no período e totalizou R$ 122 bilhões em 2025.
De acordo com o levantamento, de cada R$ 100 aplicados em saúde, cerca de R$ 82 foram destinados à Assistência Hospitalar ou à APS.
A CNM defendeu, em nota, medidas que readequem o modelo de financiamento do SUS.
“É imprescindível o desenvolvimento de medidas estruturantes que promovam a recomposição e readequação do modelo de financiamento do SUS, garantindo uma participação mais equitativa entre a União, os estados e os municípios”, destacou Ziulkoski, em nota.
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Baixar áudioO preço do café arábica abre esta quinta-feira (3) com recuo de 1,96%, com a saca de 60 kg negociada a R$ 1.696,62 na cidade de São Paulo.
O café robusta também teve recuo de 1,55%, sendo comercializado a R$ 991,71.
INDICADOR DO CAFÉ ARÁBICA CEPEA/ESALQ
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$ |
|---|---|---|---|---|
| 02/09/2026 | 1.696,62 | -1,96% | -2,96% | 332,15 |
| 01/09/2026 | 1.730,56 | -1,02% | -1,02% | 336,03 |
| 31/08/2026 | 1.748,44 | 1,15% | 0,24% | 337,41 |
| 28/08/2026 | 1.728,61 | -0,81% | -0,89% | 332,30 |
| 27/08/2026 | 1.742,74 | -3,22% | -0,08% | 337,35 |
INDICADOR DO CAFÉ ROBUSTA CEPEA/ESALQ
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$ |
|---|---|---|---|---|
| 02/09/2026 | 991,71 | -1,55% | -2,98% | 194,15 |
| 01/09/2026 | 1.007,35 | -1,45% | -1,45% | 195,60 |
| 31/08/2026 | 1.022,13 | -0,53% | -6,45% | 197,25 |
| 28/08/2026 | 1.027,55 | 0,55% | -5,95% | 197,53 |
| 27/08/2026 | 1.021,90 | -1,37% | -6,47% | 197,81 |
O preço do açúcar cristal apresenta aumento na capital de São Paulo. A saca de 50 kg é cotada a R$ 115,41.
INDICADOR DO AÇÚCAR CRISTAL BRANCO CEPEA/ESALQ - SÃO PAULO
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 02/09/2026 | 115,41 | 0,79% | 1,46% | 22,59 |
| 01/09/2026 | 114,51 | 0,67% | 0,67% | 22,23 |
| 31/08/2026 | 113,75 | 1,51% | 24,32% | 21,95 |
| 28/08/2026 | 112,06 | 1,33% | 22,47% | 21,54 |
| 27/08/2026 | 110,59 | 2,42% | 20,86% | 21,41 |
Em Santos (SP), houve aumento de 1,71%, e a mercadoria é negociada a R$ 131,07 na média de preços sem impostos.
Indicador Açúcar Cristal - Santos (FOB)
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 02/09/2026 | 131,07 | 1,71% | 2,49% | 25,56 |
| 01/09/2026 | 128,87 | 0,77% | 0,77% | 24,99 |
| 31/08/2026 | 127,89 | 1,74% | 20,32% | 24,68 |
| 28/08/2026 | 125,70 | -1,86% | 18,26% | 24,17 |
| 27/08/2026 | 128,08 | 2,13% | 20,50% | 24,80 |
A saca de 60 kg do milho, por sua vez, é vendida a R$ 70,94 após leve recuo de 0,03%.
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 02/09/2026 | 70,94 | -0,03% | 1,01% | 13,89 |
| 01/09/2026 | 70,96 | 1,04% | 1,04% | 13,78 |
| 31/08/2026 | 70,23 | 1,04% | 7,63% | 13,55 |
| 28/08/2026 | 69,51 | 0,67% | 6,53% | 13,36 |
| 27/08/2026 | 69,05 | 0,38% | 5,82% | 13,37 |
Os dados são do Cepea.
Café arábica e café robusta são as duas principais variedades cultivadas e comercializadas no Brasil, ambas medidas em sacas de 60 kg.
O café arábica (conhecido também como café Conilon, em algumas regiões) tem sabor mais suave, menor teor de cafeína e alta qualidade sensorial, sendo preferido em cafeterias especializadas e nas exportações de cafés premium. Representa cerca de 70% da produção brasileira, com destaque para estados como Minas Gerais e São Paulo.
O café robusta, por sua vez, possui sabor mais amargo, maior concentração de cafeína e corpo mais intenso. É amplamente utilizado na produção de café solúvel e blends comerciais. Seus principais polos produtores são o Espírito Santo e Rondônia, e seu preço costuma ser mais baixo em comparação ao arábica, por conta do perfil mais industrial.
A saca de açúcar cristal no Brasil é padronizada em 50 quilos, especialmente para comercialização no mercado atacadista e para uso na indústria alimentícia. Essa unidade de medida é adotada pelo Cepea/Esalq-USP, principal fonte de cotações diárias do açúcar cristal no país.
A saca de milho equivale a 60 kg de grãos, mesmo padrão utilizado para soja e trigo. Essa medida é oficializada por instituições como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Cepea, sendo amplamente usada em negociações e relatórios de preço do milho.
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Baixar áudioO preço do boi gordo apresenta alta de 0,40% nesta quinta-feira (3). Em São Paulo, a arroba é negociada a R$ 347,40.
INDICADOR DO BOI GORDO CEPEA/ESALQ
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 02/09/2026 | 347,40 | 0,40% | 0,87% | 68,01 |
| 01/09/2026 | 346,00 | 0,46% | 0,46% | 67,18 |
| 31/08/2026 | 344,40 | -0,28% | -0,62% | 66,46 |
| 28/08/2026 | 345,35 | 0,25% | -0,35% | 66,39 |
| 27/08/2026 | 344,50 | 0,58% | -0,59% | 66,69 |
No mercado de frango, os preços apresentam recuo na Grande São Paulo, em São José do Rio Preto e em Descalvado. O frango congelado é vendido a R$ 7,34, enquanto o frango resfriado custa R$ 7,35.
PREÇOS DO FRANGO CONGELADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|
| 02/09/2026 | 7,34 | -1,08% | 0,27% |
| 01/09/2026 | 7,42 | 1,37% | 1,37% |
| 31/08/2026 | 7,32 | 0,00% | 2,52% |
| 28/08/2026 | 7,32 | 0,27% | 2,52% |
| 27/08/2026 | 7,30 | 0,00% | 2,24% |
PREÇOS DO FRANGO RESFRIADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|
| 02/09/2026 | 7,35 | -0,54% | 0,82% |
| 01/09/2026 | 7,39 | 1,37% | 1,37% |
| 31/08/2026 | 7,29 | 0,00% | 1,96% |
| 28/08/2026 | 7,29 | 0,28% | 1,96% |
| 27/08/2026 | 7,27 | 0,00% | 1,68% |
A carcaça suína especial apresenta estabilidade de preço nos atacados da Grande São Paulo, onde o quilo custa R$ 7,16.
Entre os estados analisados, o suíno vivo registra o menor preço no Paraná, onde o animal é comercializado a R$ 4,45.
PREÇOS DA CARCAÇA SUÍNA ESPECIAL (R$/kg)
| Data | Média | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|
| 02/09/2026 | 7,16 | 0,00% | -2,05% |
| 01/09/2026 | 7,16 | -2,05% | -2,05% |
| 31/08/2026 | 7,31 | -0,95% | -11,07% |
| 28/08/2026 | 7,38 | 0,00% | -10,22% |
| 27/08/2026 | 7,38 | 0,00% | -10,22% |
INDICADOR DO SUÍNO VIVO CEPEA/ESALQ (R$/kg)
| Data | Estado | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|---|
| 02/09/2026 | MG - posto | 5,02 | 0,00% | 0,00% |
| 02/09/2026 | PR - a retirar | 4,45 | -0,67% | -0,89% |
| 02/09/2026 | RS - a retirar | 4,53 | -0,22% | -0,22% |
| 02/09/2026 | SC - a retirar | 4,52 | -0,88% | -1,09% |
| 02/09/2026 | SP - posto | 4,83 | 0,00% | 0,00% |
Os dados são do Cepea.
O boi gordo é o bovino macho pronto para o abate, com peso mínimo de 16 arrobas líquidas de carcaça (aproximadamente 240 kg) e até 42 meses de idade. Atende aos padrões do mercado nacional e internacional, incluindo exportações para Europa, China e cota Hilton.
O frango congelado passa por congelamento rápido, com temperaturas abaixo de -12°C, garantindo maior vida útil para armazenamento e transporte a longas distâncias.
Já o frango resfriado é mantido entre 0°C e 4°C, com validade de 5 a 7 dias, oferecendo textura e sabor mais próximos do fresco, ideal para consumidores exigentes e restaurantes.
Copiar o textoO trigo tem aumento de preço no Rio Grande do Sul e recuo no Paraná
Baixar áudioA saca de 60 quilos da soja inicia a quinta-feira (3) em baixa no interior do Paraná e na região litorânea de Paranaguá.
No mercado paranaense, o grão apresenta recuo de 0,29%, com a saca negociada a R$ 152,61. Em Paranaguá, o recuo foi de 0,09%, levando a cotação para R$ 160,99.
INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANÁ
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 02/09/2026 | 152,61 | -0,29% | 0,86% | 29,88 |
| 01/09/2026 | 153,06 | 1,16% | 1,16% | 29,72 |
| 31/08/2026 | 151,31 | -0,01% | 10,23% | 29,20 |
| 28/08/2026 | 151,32 | 1,41% | 10,24% | 29,09 |
| 27/08/2026 | 149,21 | 0,82% | 8,70% | 28,88 |
INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANAGUÁ
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 02/09/2026 | 160,99 | -0,09% | 0,97% | 31,52 |
| 01/09/2026 | 161,14 | 1,07% | 1,07% | 31,29 |
| 31/08/2026 | 159,44 | -0,20% | 10,03% | 30,77 |
| 28/08/2026 | 159,76 | 3,04% | 10,25% | 30,71 |
| 27/08/2026 | 155,05 | 0,31% | 7,00% | 30,01 |
O trigo tem aumento de preço no Rio Grande do Sul e recuo no Paraná.
No Paraná, a tonelada do cereal é comercializada a R$ 1.453,63. No Rio Grande do Sul, o produto é vendido a R$ 1.355,88.
PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - RIO GRANDE DO SUL
| Data | Valor R$/t* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$/t* |
|---|---|---|---|---|
| 02/09/2026 | 1.355,88 | 0,56% | 0,51% | 265,44 |
| 01/09/2026 | 1.348,29 | -0,06% | -0,06% | 261,80 |
| 31/08/2026 | 1.349,04 | 0,13% | 2,05% | 260,33 |
| 28/08/2026 | 1.347,35 | 0,13% | 1,93% | 259,01 |
| 27/08/2026 | 1.345,65 | 0,42% | 1,80% | 260,48 |
PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - PARANÁ
| Data | Valor R$/t* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$/t* |
|---|---|---|---|---|
| 02/09/2026 | 1.453,63 | -0,29% | -0,19% | 284,58 |
| 01/09/2026 | 1.457,92 | 0,10% | 0,10% | 283,09 |
| 31/08/2026 | 1.456,41 | 0,27% | 3,59% | 281,05 |
| 28/08/2026 | 1.452,55 | 0,22% | 3,32% | 279,23 |
| 27/08/2026 | 1.449,36 | -0,33% | 3,09% | 280,56 |
Os dados são do Cepea.
A saca de soja e a saca de trigo são as principais unidades de comercialização de grãos no Brasil. Cada saca equivale a 60 quilos, padrão adotado por órgãos oficiais como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).
Esse formato padronizado facilita o comércio da soja e do trigo, além de permitir um acompanhamento mais preciso das cotações e variações de preços no mercado nacional.
Copiar o textoO volume total negociado na B3 foi de R$ 40.858.471.657, em meio a 5.094.018 de negócios
Baixar áudioO Ibovespa encerrou o pregão desta quarta-feira (2) em alta de 2,98%, aos 185.073,86 pontos. O índice avançou ao longo da sessão, em meio à repercussão de novos dados sobre o cenário eleitoral brasileiro.
A pesquisa Quaest apontou redução da diferença entre Lula e Flávio Bolsonaro em uma eventual disputa de segundo turno. O resultado repercutiu entre os investidores e contribuiu para o desempenho positivo da bolsa brasileira.
A valorização deu continuidade ao movimento registrado na terça-feira, quando o Ibovespa completou dez sessões consecutivas de alta.
Segundo Filipe Villegas, estrategista da Genial Investimentos, o mercado passou a considerar com maior intensidade a possibilidade de alternância de poder nas eleições, fator que influenciou o comportamento dos ativos domésticos.
Ações em alta no Ibovespa
Ações em queda no Ibovespa
O volume total negociado na B3 foi de R$ 40.858.471.657, em meio a 5.094.018 de negócios.
Os dados da bolsa podem ser consultados no site da B3.
O Ibovespa (Índice Bovespa) é o principal indicador do mercado acionário brasileiro. Calculado pela B3, ele reflete a média do desempenho das ações mais negociadas na bolsa, com base em critérios de volume e liquidez. O índice é composto por uma carteira teórica de ativos, que representa cerca de 80% do volume financeiro total negociado no mercado.
A B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) é a bolsa de valores oficial do Brasil, sediada em São Paulo. É responsável pela negociação de ações, derivativos, títulos públicos e privados, câmbio e outros ativos financeiros. A B3 está entre as maiores bolsas do mundo em infraestrutura e valor de mercado.
Copiar o textoO euro, por sua vez, encerrou o pregão cotado a R$ 5,91
Baixar áudioO dólar fechou esta quarta-feira (2) em queda de 0,91%, negociado a R$ 5,10. O movimento ocorreu em meio à repercussão de novos dados do cenário eleitoral brasileiro e de indicadores econômicos dos Estados Unidos.
A pesquisa Quaest mostrou diminuição da distância entre Lula e Flávio Bolsonaro em uma eventual disputa de segundo turno. O resultado influenciou a percepção dos investidores e favoreceu os ativos brasileiros.
Para Nicolas Borsoi, estrategista sênior da Tullet Prebon, a redução da vantagem de Lula nas pesquisas contribuiu para o comportamento do mercado doméstico, acompanhada de maior disposição dos investidores para aplicações de maior risco.
No cenário internacional, a moeda norte-americana também perdeu força após dados de emprego apontarem desaceleração do mercado de trabalho dos Estados Unidos. Os números influenciam as expectativas sobre a trajetória dos juros no país e contribuíram para a desvalorização do dólar.
O índice DXY, que mede a força do dólar frente a outras moedas globais, fechou aos 99,59 pontos.
O euro, por sua vez, encerrou o pregão cotado a R$ 5,91.
A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.
| Código | 🇧🇷 BRL | 🇺🇸 USD | 🇪🇺 EUR | 🇬🇧 GBP | 🇯🇵 JPY | 🇨🇭 CHF | 🇨🇦 CAD | 🇦🇺 AUD |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| 🇧🇷 BRL | 1 | 0,1964 | 0,1695 | 0,1456 | 31,1616 | 0,1596 | 0,2719 | 0,2740 |
| 🇺🇸 USD | 5,0928 | 1 | 0,8630 | 0,7414 | 158,70 | 0,8129 | 1,3845 | 1,3947 |
| 🇪🇺 EUR | 5,8997 | 1,1588 | 1 | 0,8591 | 183,90 | 0,9420 | 1,6043 | 1,6161 |
| 🇬🇧 GBP | 6,8668 | 1,3489 | 1,1640 | 1 | 214,06 | 1,0965 | 1,8674 | 1,8811 |
| 🇯🇵 JPY | 3,20904 | 0,630120 | 0,54376 | 0,467148 | 1 | 0,5122 | 0,87240 | 0,87877 |
| 🇨🇭 CHF | 6,2649 | 1,2302 | 1,0616 | 0,9120 | 195,23 | 1 | 1,7030 | 1,7156 |
| 🇨🇦 CAD | 3,6784 | 0,7223 | 0,6233 | 0,5355 | 114,63 | 0,5872 | 1 | 1,0074 |
| 🇦🇺 AUD | 3,6505 | 0,7171 | 0,6188 | 0,5316 | 113,79 | 0,5829 | 0,9927 | 1 |
Os dados são da Investing.com.
Copiar o textoO sorteio da Lotofácil 3778 ocorre nesta quarta-feira (02), no ESPAÇO DA SORTE em São Paulo (SP)
O concurso 3778 da Lotofácil foi realizado nesta quarta-feira (02/09/2026), no Espaço da Sorte, em São Paulo, e divulgado pela Caixa Econômica Federal. O sorteio não teve vencedores na faixa principal.
O prêmio estimado para o próximo concurso da Lotofácil, de número 3779, que será realizado na quinta-feira, 3 de setembro de 2026, está estimado em R$ 5.000.000,00. Aproveite a oportunidade e faça sua aposta para concorrer!
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Quantidade de números jogados |
Valor da aposta |
|---|---|
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15 |
R$ 3,50 |
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16 |
R$ 48,00 |
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17 |
R$ 408,00 |
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18 |
R$ 2.448,00 |
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19 |
R$ 11.628,00 |
|
20 |
R$ 46.512,00 |
De segunda-feira a sábado, às 21h.
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Copiar o textoCapital paranaense registra mínima de 7°C, a mais baixa entre todas as capitais brasileiras
Baixar áudioSegundo o INMET, a quinta-feira (3) na Região Sul começa com frio intenso, especialmente em Curitiba (PR), que registra a menor mínima entre todas as capitais brasileiras: 7°C, com possibilidade de nevoeiro ou névoa úmida pela manhã.
A máxima na capital paranaense chega a 22°C, com céu mais aberto ao longo da tarde e da noite. Florianópolis (SC) tem mínima de 15°C e máxima de 22°C, também com nevoeiro ou névoa úmida no início do dia e aumento de nebulosidade a partir da tarde.
Porto Alegre (RS) fica entre 13°C e 25°C, com muitas nuvens e possibilidade de chuva isolada à tarde, evoluindo para pancadas de chuva durante a noite.
Os ventos sopram fracos a moderados nas três capitais, com rajadas mais intensas em Florianópolis durante a tarde.
O INMET recomenda atenção redobrada com o frio pela manhã, especialmente em Curitiba, onde há risco de geada em áreas mais altas, além de cuidado com a chuva que se intensifica ao longo da noite em Porto Alegre.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o textoBrasília e Goiânia têm tempo mais nublado, com chance de chuva isolada à noite
Baixar áudioO INMET prevê que a quinta-feira (3) no Centro-Oeste terá calor forte em todas as capitais, com destaque para Cuiabá (MT), que chega a 37°C de máxima, com mínima de 23°C e céu com muitas nuvens ao longo do dia.
Goiânia (GO) fica entre 19°C e 35°C, também com nebulosidade e possibilidade de chuva isolada à noite. Brasília (DF) tem mínima de 19°C e máxima de 31°C, com muitas nuvens desde a manhã e chance de chuva isolada já no período da manhã e novamente à noite.
Campo Grande (MS) se destaca com tempo mais aberto, poucas nuvens e temperaturas entre 16°C e 31°C, sem previsão de chuva significativa.
Os ventos seguem fracos a moderados na maior parte da região, com rajadas pontuais em Goiânia e Campo Grande durante a tarde.
O INMET reforça a recomendação de hidratação constante e cuidados com a baixa umidade, que ainda cai a níveis entre 30% e 40% no período mais quente do dia.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o textoBH tem mínima de 12°C, enquanto Rio de Janeiro e Vitória têm céu mais aberto
Baixar áudioDe acordo com o INMET, a quinta-feira (3) no Sudeste traz um cenário de transição, com melhora gradual do tempo em parte da região.
Belo Horizonte (MG) tem a menor mínima entre as capitais do Sudeste, com 12°C, e máxima de 27°C, sob céu com muitas nuvens ao longo do dia.
O Rio de Janeiro (RJ) tem tempo mais estável, com poucas nuvens em todos os períodos, mínima de 18°C e máxima de 28°C. Vitória (ES) fica entre 18°C e 28°C, ainda com muitas nuvens e possibilidade de chuva isolada ao longo do dia.
Os ventos no Rio de Janeiro sopram de fracos a moderados, com rajadas pela manhã, enquanto em Belo Horizonte as rajadas ocorrem principalmente no período da manhã.
O INMET destaca a queda acentuada da temperatura mínima em Belo Horizonte, resultado do ar mais seco e frio que ainda influencia o interior de Minas Gerais, mesmo com a melhora observada no restante da região.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o textoManaus e Porto Velho lideram as máximas da região, com até 38°C
Baixar áudioDe acordo com o INMET, a quinta-feira (3) na Região Norte mantém o calor elevado, mas com céu mais carregado e chance de chuva isolada na maioria das capitais.
Manaus (AM) tem a maior mínima da região, com 27°C, e máxima de 37°C, com muitas nuvens e possibilidade de pancadas ao longo de todo o dia. Porto Velho (RO) chega a 38°C de máxima, com mínima de 24°C, também com chuva isolada em todos os períodos.
Rio Branco (AC) fica entre 23°C e 37°C, seguindo o mesmo padrão de instabilidade. Boa Vista (RR) tem mínima de 26°C e máxima de 35°C, com nebulosidade e chuva possível desde a manhã.
Belém (PA) varia entre 24°C e 34°C, e Macapá (AP) entre 25°C e 33°C, ambas com muitas nuvens ao longo do dia e chance de chuva isolada à noite.
Os ventos seguem fracos a moderados, predominantemente dos quadrantes leste e nordeste.
O INMET recomenda atenção a pancadas de chuva rápidas no fim do dia, além dos cuidados de sempre com o calor e a exposição solar durante a tarde.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o textoO resultado da Loteria Federal, concurso 6097, divulgado nesta quarta-feira, 02 de setembro de 2026, premiou jogadores de diversas regiões do Brasil. O bilhete vendido na Loterias Bendengo, em Feira de Santana/BA, levou o primeiro prêmio de R$ 500.000,00. O segundo prêmio, no valor de R$ 35.000,00, foi destinado ao bilhete da Jalucrei Loterias, em São Paulo/SP, enquanto a aposta feita na Ello Consultorias, em Cacoal/RO, faturou R$ 30.000,00.
Outros sortudos incluem o bilhete vendido na Loteria Popular, em Goiânia/GO, que recebeu R$ 25.000,00. O quinto prêmio, de R$ 20.363,00, saiu para Loteria Trevo, em Vitória da Conquista/BA. A Loteria Federal continua sendo uma das modalidades mais tradicionais e procuradas pelos brasileiros, oferecendo grandes prêmios e oportunidades para quem sonha em mudar de vida.
A Loteria Federal é uma modalidade tradicional oferecida pela Caixa Econômica Federal e se destaca pelo formato simples de participação. O apostador adquire um bilhete com um número impresso e, caso o número de seu bilhete coincida com o sorteado, ele leva o prêmio correspondente.
O bilhete inteiro é composto por 10 frações. Também é possível comprar frações do bilhete, com o valor do prêmio proporcional à quantidade de frações adquiridas.
As extrações regulares ocorrem duas vezes por semana, às quartas e aos sábados, e podem ser acompanhadas ao vivo pelo canal oficial da Caixa.
Além do prêmio principal, a Loteria Federal também premia bilhetes com aproximações e unidades do número sorteado, conforme as regras de cada extração.
O prêmio pode ser recebido em qualquer casa lotérica ou nas agências da Caixa. Para valores mais altos, o pagamento deve ser feito diretamente em uma agência da Caixa, mediante apresentação de documento de identificação com CPF e do bilhete ou fração original premiada.
A chance de ganhar na Loteria Federal varia conforme o tipo de extração e a quantidade de bilhetes emitidos em cada concurso. Quanto maior a emissão, maior o número de bilhetes concorrendo ao prêmio principal.
Para mais informações, acesse Loterias Caixa.
Copiar o textoEnquanto a costa tem nuvens e chuva isolada, o Piauí registra a maior temperatura do Brasil
Baixar áudioSegundo o INMET, a quinta-feira (3) no Nordeste terá o litoral dominado por muitas nuvens, com possibilidade de chuva isolada à noite na maioria das capitais.
Salvador (BA) tem mínima de 22°C e máxima de 28°C, com chance de chuva já a partir da manhã.
Recife (PE), Maceió (AL), João Pessoa (PB), Natal (RN) e Aracaju (SE) seguem o mesmo padrão, com nebulosidade ao longo do dia e temperaturas entre 21°C e 31°C.
Fortaleza (CE) tem mínima de 25°C e máxima de 32°C, com céu mais aberto durante a tarde.
São Luís (MA) fica entre 25°C e 32°C, com muitas nuvens em todos os períodos.
Já no interior, Teresina (PI) se destaca com a maior temperatura entre todas as capitais do Brasil nesta quinta-feira: mínima de 22°C e máxima de 41°C, sob céu com poucas nuvens e baixa umidade, que pode cair a 30%.
O INMET chama atenção para o forte contraste entre a faixa litorânea, mais amena e nublada, e o sertão nordestino, com calor extremo e risco à saúde para quem se expõe ao sol sem proteção.
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Baixar áudioIniciativas mantidas pela sociedade civil podem solicitar a certificação como Biblioteca Comunitária e Ponto de Cultura em um único processo. A adesão é gratuita, realizada exclusivamente pela internet e segue em fluxo contínuo, sem prazo de encerramento.
A ação integra o Sistema Nacional de Bibliotecas Públicas (SNBP) e a Política Nacional de Cultura Viva (PNCV) e está relacionada às ações locais de incentivo à leitura.
O processo ocorre em duas etapas:
A dupla certificação permite que a iniciativa passe a integrar o mapeamento oficial de iniciativas culturais do Governo Federal e tenha acesso a ações de formação, oficinas e intercâmbios promovidos pelas políticas públicas. A certificação também possibilita a utilização dos selos oficiais de Ponto de Cultura e Biblioteca Comunitária, além de pontuação adicional em determinadas seleções públicas, conforme as regras de cada edital.
Podem participar bibliotecas comunitárias mantidas por:
O procedimento é realizado pela internet, por meio do sistema de cadastro do Sistema Nacional de Bibliotecas Públicas.
As solicitações são analisadas por ordem de envio, em lotes. Caso a equipe técnica identifique pendências na primeira ou na segunda etapa, a pessoa responsável será notificada pelo próprio sistema para realizar os ajustes.
Os resultados das certificações serão divulgados periodicamente nos canais oficiais.
Em caso de indeferimento, poderá ser apresentado recurso administrativo, observadas as orientações e os prazos informados na respectiva notificação.
Edital: Biblioteca Comunitária é Cultura Viva
Inscrições: permanentes e gratuitas, em fluxo contínuo e exclusivamente pela internet
Informações: Coordenação-Geral de Leitura e Bibliotecas (CGLEB)
E-mail: [email protected]
Telefone: (61) 2024-2649
Acesse aqui todas as informações, o edital e os documentos: Edital Biblioteca Comunitária é Cultura Viva.
Copiar o textoLOC.: Bibliotecas comunitárias mantidas pela sociedade civil já podem solicitar, em um único processo, a certificação como Biblioteca Comunitária e Ponto de Cultura.//
As inscrições para o Edital Biblioteca Comunitária é Cultura Viva são gratuitas, realizadas pela internet e permanecem abertas em fluxo contínuo, sem prazo de encerramento.//
Podem participar organizações da sociedade civil, associações, organizações não governamentais, grupos de bairro e coletivos culturais, com ou sem CNPJ.//
Para solicitar a certificação, a iniciativa deve comprovar pelo menos dois anos de atividades contínuas de incentivo à leitura. A atuação pode ser demonstrada por meio de relatórios, fotografias, matérias publicadas pela imprensa, listas de presença e outros documentos.//
Com a dupla certificação, a biblioteca passa a integrar o mapeamento oficial de iniciativas culturais e pode participar de ações de formação, oficinas e intercâmbios promovidos pelas políticas públicas.//
A certificação também permite o uso dos selos oficiais de Biblioteca Comunitária e Ponto de Cultura e pode garantir pontuação adicional em determinadas seleções públicas, conforme as regras de cada edital.//
As bibliotecas que já possuem cadastro no Sistema Nacional de Bibliotecas Públicas devem acessar a plataforma, atualizar seus dados e documentos e manifestar o interesse na certificação como Ponto de Cultura.//
As iniciativas que ainda não estão cadastradas devem solicitar o cadastramento no sistema. Depois da liberação do acesso, será necessário entrar com uma conta Gov.br, preencher o formulário e anexar os documentos exigidos.//
A ação integra o Sistema Nacional de Bibliotecas Públicas e a Política Nacional de Cultura Viva, fortalecendo iniciativas comunitárias de incentivo à leitura em diferentes regiões do país.//
Para mais informações, acesse: www.gov.br/cultura//
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Baixar áudioO Brasil pode levar de 17 a 30 anos para acumular o ganho de produtividade necessário para compensar uma eventual redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais. A estimativa consta em um estudo da Confederação Nacional da Indústria (CNI).
A projeção considera um cenário em que as empresas mantêm os empregos e os salários e absorvem a redução das horas trabalhadas sem diminuir a remuneração. Com a jornada menor e a manutenção dos postos de trabalho e dos salários, as empresas teriam de produzir a mesma quantidade em menos tempo.
Nesse cenário, o total de horas trabalhadas cairia cerca de 7,8%, enquanto a produtividade por hora precisaria aumentar entre 8,3% e 8,5% para compensar a redução.
Para a CNI, o principal desafio está na velocidade de crescimento da produtividade brasileira. Entre 1981 e 2024, a produção por hora trabalhada avançou, em média, 0,5% ao ano. Mantido esse ritmo, seriam necessários aproximadamente 17 anos para acumular o ganho de produtividade necessário.
No entanto, considerando o desempenho mais recente, o prazo aumenta significativamente. Nos últimos seis anos analisados, a produtividade cresceu, em média, 0,28% ao ano. Nesse ritmo, o país levaria cerca de 30 anos para alcançar o ganho necessário.
O presidente da CNI, Ricardo Alban, defende que a discussão sobre a redução da jornada para 40 horas semanais, associada ao fim da escala 6x1, seja feita sem a influência do calendário eleitoral.
“É muito difícil para os senadores e os deputados tomarem decisões racionais e equilibradas com a motivação eleitoral. Isso não vai ser prudente, nem bom para o país no médio e longo prazo. Então reitero esse apelo para que deixemos essa discussão para depois das eleições. Nós precisamos fazê-la de forma responsável e, garanto, o setor produtivo não fugirá dessa mesa”, afirma.
O levantamento também estima quanto cada setor precisaria elevar a produtividade para compensar a redução da jornada. As diferenças refletem características como a intensidade do uso de mão de obra e a capacidade de reorganização dos processos produtivos.
O estudo também avalia outros dois cenários de adaptação das empresas à redução da jornada.
No primeiro, as empresas não absorveriam o aumento dos custos e poderiam desligar trabalhadores com jornadas superiores ao novo limite. Nesse caso, o número de empregos formais poderia cair de aproximadamente 41 milhões para 18,9 milhões. A redução representaria entre 53,7% e 77,5% da folha de pagamento das empresas.
No segundo cenário de acomodação, as empresas substituiriam trabalhadores com jornadas superiores ao limite por profissionais com salários proporcionalmente menores. Nessa hipótese, a massa salarial poderia recuar entre 2,9% e 6%, o equivalente a aproximadamente R$ 4,3 bilhões a R$ 7,3 bilhões por mês.
Alban afirma que, embora milhões de trabalhadores possam ser diretamente beneficiados pela redução da jornada, os efeitos econômicos poderiam atingir toda a população.
“Nós temos cerca de 14, 15 milhões de trabalhadores e trabalhadoras que poderão ser beneficiados por essa redução da jornada. Mas são cerca de 12, 14% da população. Toda a população vai pagar por um aumento do custo de vida, quer seja de serviços, quer seja de produtos”, pondera.
O Brasil está entre as economias de menor produtividade no mundo. Segundo dados da Organização Internacional do Trabalho (OIT), o país ocupa a 100ª posição mundial em produtividade por trabalhador e a 91ª em produtividade por hora trabalhada.
O desempenho brasileiro está distante do registrado em economias como Irlanda, Noruega, Estados Unidos e Bélgica, que apresentam níveis de produtividade entre três e seis vezes superiores aos do Brasil.
Segundo a CNI, a produtividade é influenciada não apenas pelo desempenho dos trabalhadores, mas também por fatores como incorporação de tecnologia, qualificação profissional, infraestrutura, inovação e organização dos processos produtivos.
A entidade ressalta ainda que uma produtividade baixa dificulta o crescimento econômico, a elevação dos salários e a ampliação dos investimentos. O aumento dos custos de produção também pode pressionar os preços e reduzir a competitividade das empresas.
Ainda segundo o estudo, a jornada de trabalho aparece em 81,5% dos acordos e convenções coletivas analisados, o equivalente a mais de 37 mil instrumentos considerados em um período de 12 meses.
Do total, 61,8% tratam diretamente da distribuição do tempo de trabalho, com cláusulas relacionadas a horas extras, compensação, carga horária, intervalos, descansos, turnos, domingos e feriados.
Outros 31,1% abordam os efeitos da jornada sobre diferentes condições de trabalho, incluindo adicional noturno, vale-transporte, participação nos lucros e resultados e outros benefícios.
Para a CNI, os dados mostram que a negociação coletiva não trata apenas da duração da jornada, mas também da forma como o tempo de trabalho é organizado e de seus impactos sobre outras condições e direitos negociados.
O levantamento completo está disponível no portal da indústria.
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Baixar áudioEmpresas brasileiras do setor de alimentos e bebidas participam de uma das principais feiras do segmento em Miami, nos Estados Unidos. O evento será realizado entre os dias 14 e 16 de setembro e a comitiva de empresários brasileiros é organizada no âmbito do Brazilian Suppliers, um projeto do Conselho Brasileiro das Empresas Comerciais Importadoras e Exportadoras (CECIEx) e a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil).
A viagem é realizada anualmente desde 2023 e o projeto providencia um estande próprio para empresas brasileiras. Este ano, 12 empresas estarão presentes, sendo 2 indústrias e 10 companhias exportadoras, que vão expor os mais variados produtos nacionais: água mineral, gin, vodka, temperos e condimentos, geleias, biscoitos de coco, arroz, açúcar, feijão, café, mel, chocolates, doces, snacks, produtos sem açúcar, cereais, goiabada, peixes frescos, congelados, secos e enlatados, frutas frescas e em conserva, água de coco e creme de açaí.
Para Victor Mellão, diretor-executivo do Masterint Group e diretor no CECIEx, essa gama de itens tende a dar ainda mais destaque para a participação do grupo na feira.
“Além das empresas filiadas – as comerciais exportadoras –, também abriu espaço para indústrias, propiciou esse ambiente de integração, de aproximação entre os dois perfis empresariais. Então você tem uma multiplicidade significativa de produtos presentes, já que as comerciais, muitas vezes, trabalham em rede com diversos empreendimentos do setor de alimentos e bebidas”, afirma.
Empresas brasileiras participantes na edição da Americas Food & Bevarage Show 2026:
A feira é considerada estratégica por abarcar vários mercados internacionais. Além de consumidores e fornecedores norte-americanos, o evento atrai representantes de diversos segmentos caribenhos, como supermercadistas, lojistas de alimentos, restaurantes, empresas de catering, hotéis, atacadistas e distribuidores, bem como exportadores e importadores.
Mellão acredita que a integração de diferentes regiões do Ocidente e as experiências anteriores vão contribuir para o fechamento de mais acordos este ano.
“Muitas dessas empresas já se conhecem e têm a oportunidade da feira para atualizar amostras, para conhecer novos produtos, para avançar em uma negociação que já vem de outrora. Então, acredito que a expectativa é muito grande, até porque, além desses contatos prévios, tem sempre público novo. É uma feira que leva bastante público não só da Flórida, dos estados vizinhos e de outros estados mais distantes dos Estados Unidos, mas também empresas da América Central, do Caribe”, destaca.
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Nas últimas três edições, a participação brasileira contou com 35 empresas e ultrapassou a marca de mais de US$ 5,5 bilhões em negócios fechados. Além de apresentar produtos e buscar novos negócios, as companhias que participam da comitiva contam com assessoria das entidades durante o processo de inserção no mercado internacional.
Toda a infraestrutura para os expositores brasileiros é fornecida pela organização do CECIEx, como chão de feira, montagem, comunicação visual, armazenagem, credenciamento e até encontro com potenciais compradores. A iniciativa também visa promover o aumento das exportações de micros, pequenas e médias empresas e conta com o apoio do Conselho da Mulher Empreendedora e da Cultura (CMEC), ligado à Associação Comercial de São Paulo (ACSP).
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Baixar áudioA Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB) entregou a parlamentares, na segunda-feira (31), uma nota pública pela rejeição ou tratamento isonômico em relação à isenção da chamada “Taxa das Blusinhas”. O conteúdo da carta foi lido no plenário da Câmara dos Deputados nesta terça-feira (1º) pela deputada federal Adriana Ventura (NOVO-SP).
O documento, protocolado nos gabinetes dos presidentes do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), da comissão que analisa o tema, o deputado Reginaldo Lopes (PT-MG), e da relatora da Medida Provisória nº 1.357/2026, a senadora Leila Barros (PDT-DF), pede ao Congresso Nacional para derrubar a MP e restabelecer o regime da Lei nº 14.902/2024, aprovada pelo Legislativo e sancionada pela presidência da República.
Caso o Congresso mantenha a isenção aos produtos importados, o setor produtivo solicita que a desoneração seja estendida, em igualdade de condições, à mercadoria idêntica vendida pelo comércio brasileiro. A entidade representa mais de 2.300 associações comerciais e mais de 2 milhões de empreendedores.
“O que a CACB pede é tratamento igual, não proteção. Se o governo entende que a compra de até US$ 50 merece desoneração, que estenda o mesmo benefício à mesma mercadoria vendida pelo comércio nacional”, leu a parlamentar. “Aprovada, a medida consagrará uma distorção inaceitável: o Estado brasileiro cobrando do seu próprio empreendedor o imposto que dispensa da mercadoria idêntica vendida de fora do país”, acrescenta.
Sem esse mecanismo, Alfredo Cotait Neto, presidente da CACB, da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (FACESP) e da Associação Comercial de SP (ACSP), teme que o setor produtivo nacional não seja capaz de enfrentar a concorrência internacional e pede por uma contramedida que reequilibre o mercado.
“A longo prazo, se você não restabelece a isonomia, você prejudica a indústria nacional, prejudica as empresas brasileiras e prejudica a geração de emprego e renda, que está problemática no nosso país. Portanto, é fundamental a volta da cobrança”, afirma o executivo.
A Medida Provisória, prevista para perder a validade no próximo dia 8 de setembro, zera a alíquota de importação para compras até 50 dólares em plataformas de e-commerce, anteriormente definida em 20% sobre o valor do produto. Criada em 2024 com a intenção declarada de proteger o comércio nacional, a taxa foi suspensa pelo próprio governo em maio deste ano.
Para Cotait Neto, o momento em que a discussão é feita também é prejudicial. O representante empresarial entende que o período eleitoral dificulta a análise racional e de impactos que a volta da isenção do imposto pode ter sobre toda a cadeia produtiva brasileira.
“Tudo que é no momento eleitoral tem vários significados. Por isso é que eu acho que é inadequado, e foi inadequado, o governo ter retirado a taxa. Mandaram uma Medida Provisória para o Congresso que está vencendo exatamente por causa do momento eleitoral. Então, a volta, se houver, é mais uma questão de justiça, de você voltar a tentar blindar e defender um pouco as empresas brasileiras”, conclui.
Diante das reações e pressões do setor produtivo, parlamentares governistas anunciaram que devem inserir no relatório um dispositivo que permita a compensação à indústria e varejo nacionais. A ideia é determinar a reavaliação da medida periodicamente pelo Ministério da Fazenda para constatar os impactos e, em caso de prejuízos consideráveis, disponibilizar formas de compensação.
A previsão era que o relatório fosse lido na comissão que analisa a MP na segunda-feira. No entanto, após impasses, reuniões com as lideranças do Congresso e dois adiamentos, uma nova sessão do colegiado foi marcada para esta quarta-feira (2) para que o parecer seja discutido.
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