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Baixar áudioAs exportações brasileiras de pulses registraram crescimento de 30% na comparação entre 2025 e 2024, com resultado de US$ 448,1 milhões. Levantamento do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) mostra que os feijões secos lideraram a pauta exportadora, ao responderem por mais de 98% do valor total no ano. Na sequência, destacaram-se as ervilhas preparadas ou conservadas, com US$ 3,9 milhões, e os feijões preparados ou conservados, que somaram US$ 859,9 mil.
O comparativo da safra 2025/26 reafirma o feijão como a principal pulse produzida no Brasil, conforme a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). A empresa estima que a produção total deve superar 3 milhões de toneladas, alta de 0,5% em relação à colheita anterior. O resultado indica estabilidade, mas com leve tendência de crescimento na oferta nacional.
Ao destacar a relevância nutricional das pulses e a presença diária na mesa dos brasileiros, o ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, ressaltou as medidas de apoio aos produtores rurais para ampliar a oferta desses alimentos. “Trabalhamos para incentivar cada vez mais a produção desses alimentos por meio de políticas e incentivos aos produtores rurais”, disse.
Segundo a Pasta, para serem habilitados à exportação, os estabelecimentos que atuam na cadeia de produtos vegetais, subprodutos e resíduos de valor econômico destinados ao consumo humano devem:
Em protocolos específicos, o Mapa fiscaliza o cumprimento das exigências sanitárias dos países de destino. A atuação é realizada pela Secretaria de Defesa Agropecuária (SDA), que acompanha inspeções e certificações de produtos vegetais destinados à exportação.
A SDA também executa ações de fiscalização em estabelecimentos comerciais e unidades de beneficiamento e empacotamento, com a coleta de amostras para classificação fiscal, a fim de verificar a conformidade dos produtos com os padrões oficiais. Dados do ministério apontam que os feijões são os produtos mais inspecionados, com destaque para o feijão-de-corda e o feijão-comum.
De acordo com o Instituto Brasileiro do Feijão e Pulses (IBRAFE), pulses são leguminosas secas comestíveis, ricas em proteínas, fibras, vitaminas e aminoácidos, como:
O termo vem do latim puls, que significa “sopa grossa”, em referência ao caldo espesso produzido quando esses grãos são cozidos. O IBRAFE foi pioneiro na adoção da palavra no Brasil.
Em 2016, a Organização das Nações Unidas (ONU) instituiu o Dia Mundial das Pulses, celebrado em 10 de fevereiro, para incentivar a produção e o consumo desses alimentos essenciais para a nutrição e a segurança alimentar global.
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Baixar áudioMais de R$ 2,9 bilhões em prejuízos já foram contabilizados em razão da seca e da estiagem que atingem dezenas de municípios do Nordeste desde dezembro. No período, a região registrou 204 decretos de situação de emergência, com impactos principalmente sobre propriedades rurais, produção agropecuária, abastecimento de água e serviços essenciais.
De acordo com levantamento da Confederação Nacional de Municípios (CNM), mais de 2,2 milhões de nordestinos foram afetados pela crise hídrica. Do total estimado em perdas, R$ 2,2 bilhões recaem sobre o setor privado, incluindo agricultura, pecuária, indústria e comércio local.
Outros R$ 682,8 milhões estão relacionados a prejuízos no abastecimento de água potável. Já os serviços essenciais, como assistência médica e ações emergenciais, a exemplo da contratação de carros-pipa, somam cerca de R$ 100 milhões em danos.
Diante do cenário, a CNM se solidarizou com os municípios atingidos e reforçou que, conforme a Lei 12.608/2012, que institui o Sistema Nacional de Proteção e Defesa Civil (Sinpdec), cabe à União e aos estados apoiar os entes municipais em ações de socorro, assistência humanitária, prevenção, recuperação e reconstrução em casos de desastres naturais.
A entidade orienta que os gestores acionem as defesas civis estaduais e federais, decretem situação de emergência e realizem a avaliação de danos. Também recomenda o registro das informações no Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2iD), com envio de plano de trabalho para viabilizar o reconhecimento federal e a liberação de recursos para medidas como distribuição de água, cestas básicas e inclusão na Operação Carro-Pipa.
Apesar da previsão de atuação articulada entre os entes federativos, a CNM destaca que os municípios enfrentam dificuldades práticas, como escassez de apoio técnico e financeiro para mapeamento de áreas de risco e elaboração de alertas antecipados, etapas fundamentais para os Planos de Contingência.
Como resposta, a Confederação lidera a criação do Consórcio Nacional para Gestão Climática e Prevenção de Desastres (Conclima). A iniciativa pretende fortalecer a atuação municipal na prevenção e resposta a desastres, além de apoiar a adaptação às mudanças climáticas, com suporte técnico para elaboração de planos e projetos voltados à captação de recursos e à promoção da sustentabilidade e resiliência local.
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Baixar áudioA Advocacia Geral da União (AGU) lançou, no fim de janeiro, o Programa Pactua Mais, que traz condições mais flexíveis de pagamento para devedores de créditos não tributários da União. A partir de agora, o desconto máximo deixa de ser de 10% e passa a 50%, sendo concedido até em casos de parcelamentos em prazos mais longos, de até 60 vezes, caso haja o pagamento de uma entrada.
O programa é uma iniciativa da Procuradoria Geral da União (PGU), braço operacional da AGU. Segundo o advogado-geral da União, Jorge Messias, o Pactua Mais vai reduzir a judicialização e aumentar a arrecadação em casos de devedores. “O programa expressa uma nova metodologia para negociar acordos com devedores. Estamos oferecendo mais opções para que os devedores da União quitem suas dívidas, com descontos e parcelamentos”, explica.
O programa prevê descontos regressivos de acordo com o saldo devedor. Para pagamentos à vista, uma primeira faixa prevê a oferta de descontos de até 50% para dívidas de até R$ 20 mil, seguido de uma faixa de R$ 20 mil a R$ 60 mil com percentual máximo de 35%, outra entre R$ 60 mil e R$ 100 mil com percentual máximo de 30% e uma última, acima de R$100 mil, que pode ser descontada em até 25%.
Há, também, previsão de descontos para pagamentos parcelados. Em casos de negociações sem entrada, o parcelamento máximo é de 24 vezes, com desconto de até 20%. Em casos de negociações que envolvam uma entrada mínima de 20%, o parcelamento pode ser feito em até 60 vezes, com descontos relativos — 25% (duas a 12 parcelas); 20% (13 a 24 parcelas); 10% (25 a 36 parcelas); e 5% (37 a 60 parcelas).
Dentre as faixas, tanto de pagamentos à vista quanto parcelados, a PGU não deu detalhes sobre os possíveis fatores que definirão as taxas exatas de desconto de cada pagamento, dado que as faixas de desconto foram definidas como sendo de “até X%”.
O Pactua Mais também permite que acordos mais simples sejam resolvidos pelo sistema automatizado da AGU, o que dispensa a aprovação prévia por advogados e possibilita a revisão de taxas de juros. As negociações são individuais, contemplam pessoas jurídica e física e devem ser solicitadas pelos devedores nas unidades estaduais da PGU.
Em 2025, pelas regras antigas, a PGU celebrou mais de 1,8 mil acordos para pagamento voluntário de dívidas — a maioria referente a condenações no Tribunal de Contas da União (TCU) por mau uso de verbas federais. Outra parte expressiva dos créditos provém de processos da Justiça Eleitoral. Os acordos arrecadaram R$ 263 milhões. Com o Pactua Mais, a expectativa é de aumento em torno de 20%, que representaria um montante de R$ 315 milhões.
A procuradora-geral da União, Clarice Calixto, explica que esse tipo de solução extrajudicial costuma ser procurada pelos devedores quando há bloqueio de bens ou negativação em cadastros de crédito. Ela reforça a aposta do programa na desjudicialização. “Com os novos descontos e opções de parcelamento, espera-se que mais pessoas busquem regularizar suas dívidas. Ao aumentar o número de pagamentos voluntários, a demanda nas varas judiciais deve diminuir, já que esses acordos podem suspender e até encerrar ações de execução”, destaca.
Com dados da AGU.
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Baixar áudioA nova faixa de isenção do Imposto de Renda (IR), que entrou em vigor em 2026, beneficia contribuintes com rendimentos de até R$ 5 mil mensais. A medida também prevê redução gradual do imposto para rendas de até R$ 7.350. Contudo, ainda não há definição sobre como o ajuste não comprometerá as finanças municipais.
A preocupação é manifestada por entidades como a Confederaçãco Nacional de Municípios (CNM), que estima perdas anuais de pelo menos R$ 5,1 bilhões para os entes locais, caso não haja compensação.
Segundo a CNM, a isenção impacta os municípios por dois canais. O primeiro é a redução imediata do Fundo de Participação dos Municípios (FPM), estimada em R$ 4,6 bilhões, com possibilidade de compensação parcial ou integral por meio da tributação mínima do IR. O segundo refere-se à perda de arrecadação própria, estimada em R$ 5,1 bilhões. Diferentemente do FPM, essa perda não deverá ser integralmente compensada pela nova tributação.
A Federação Goiana de Municípios (FGM) também demonstrou preocupação. De acordo com a entidade, sem uma compensação eficiente, apenas em Goiás a perda anual pode chegar a aproximadamente R$ 387,7 milhões, sendo R$ 153,5 milhões referentes à arrecadação própria e R$ 234,2 milhões decorrentes da redução dos repasses do FPM.
“A medida, embora traga alívio para milhões de trabalhadores, deve gerar impactos expressivos nas finanças locais, reduzindo significativamente as receitas municipais. Esse impacto tende a agravar o cenário fiscal dos municípios, que já enfrentam limitações orçamentárias para manter serviços básicos. Sem compensações adequadas, os efeitos da renúncia fiscal poderão comprometer políticas públicas essenciais”, afirma a FGM.
Para mitigar a perda de arrecadação, o governo retomou a tributação sobre a distribuição de lucros e dividendos. Para pessoas físicas residentes no Brasil, a alíquota será de 10% sobre valores que ultrapassarem R$ 50 mil mensais — ou R$ 600 mil anuais — por empresa. Para beneficiários domiciliados no exterior, a mesma alíquota incidirá sobre os dividendos pagos ou remetidos, independentemente do valor.
O especialista em orçamento público Cesar Lima considera a preocupação legítima, pois não há indícios concretos de que as perdas serão integralmente compensadas, sobretudo no caso do FPM.
“Não existe na legislação atual um mecanismo que obrigue a União a fazer uma complementação direta no FPM para cobrir perdas decorrentes de mudanças em alíquotas ou faixas de isenção. Também não há comprovação de que a tributação adicional de 10% sobre rendas acima de R$ 50 mil mensais será suficiente, especialmente considerando a possibilidade de planejamento tributário para reduzir essa incidência”, afirma.
O tema também é debatido no Congresso Nacional. O deputado federal Sidney Leite (PSD-AM) afirma que, além das alterações no IR, a reforma tributária deixou lacunas quanto aos recursos destinados aos municípios.
“Havia um acordo com o ministro da Fazenda para que, após a votação da reforma tributária, fosse encaminhado um projeto de lei tratando da questão dos fundos. A informação é que isso virá do Imposto Seletivo. No entanto, quando discutimos e aprovamos a reforma, o Imposto Seletivo não tinha função arrecadatória relevante. É preciso esclarecer como o governo pretende repor e garantir o financiamento desses fundos”, afirma.
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Atualmente, o FPM é composto por 22,5% da arrecadação da União com o Imposto de Renda e o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). Conforme a reforma tributária, o IPI sofrerá alterações significativas.
“A questão do IPI ainda é uma grande incógnita. O ano de 2026 será um período de teste para avaliar quanto o IBS e a CBS arrecadarão e se será possível projetar o impacto da redução do IPI sobre os municípios e o FPM”, avalia Cesar Lima.
O especialista acrescenta que ainda é incerto se o Fundo de Compensação de Benefícios Fiscais criado pela reforma tributária garantirá a manutenção dos recursos municipais, uma vez que depende de regulamentação para produzir efeitos concretos.
A partir de 2027, o IPI terá alíquota reduzida a zero para quase todos os produtos, permanecendo apenas para itens que concorram com a Zona Franca de Manaus (ZFM), com o objetivo de preservar sua competitividade.
Copiar o textoO preço do suíno vivo está estável no RS; o frango resfriado e o congelado apresentam alta
Baixar áudioO preço do boi gordo abre esta quinta-feira (12) em alta de 1,36%. A arroba é negociada a R$ 341,90, no estado de São Paulo.
INDICADOR DO BOI GORDO CEPEA/ESALQ
| DATA | VALOR R$* | VAR./DIA | VAR./MÊS | VALOR US$* |
|---|---|---|---|---|
| 11/02/2026 | 341,90 | 1,36% | 4,59% | 65,93 |
| 10/02/2026 | 337,30 | 0,03% | 3,18% | 64,85 |
| 09/02/2026 | 337,20 | 0,07% | 3,15% | 65,00 |
| 06/02/2026 | 336,95 | 0,24% | 3,07% | 64,55 |
| 05/02/2026 | 336,15 | 0,87% | 2,83% | 63,99 |
Nos atacados da Grande São Paulo, São José do Rio Preto e Descalvado, os preços do frango congelado apresentaram valorização de 2,69%, enquanto os do frango resfriado apresentaram valorização de 2,24%. A primeira mercadoria é vendida a R$ 7,26, enquanto a segunda é comercializada a R$ 7,29.
PREÇOS DO FRANGO CONGELADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP
| DATA | VALOR R$ | VAR./DIA | VAR./MÊS |
|---|---|---|---|
| 11/02/2026 | 7,26 | 2,69% | 3,86% |
| 10/02/2026 | 7,07 | 1,43% | 1,14% |
| 09/02/2026 | 6,97 | 0,00% | -0,29% |
| 06/02/2026 | 6,97 | 0,14% | -0,29% |
| 05/02/2026 | 6,96 | 0,00% | -0,43% |
PREÇOS DO FRANGO RESFRIADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP
| DATA | VALOR R$ | VAR./DIA | VAR./MÊS |
|---|---|---|---|
| 11/02/2026 | 7,29 | 2,24% | 3,40% |
| 10/02/2026 | 7,13 | 1,42% | 1,13% |
| 09/02/2026 | 7,03 | 0,00% | -0,28% |
| 06/02/2026 | 7,03 | 0,14% | -0,28% |
| 05/02/2026 | 7,02 | 0,00% | -0,43% |
A carcaça suína especial também volta a apontar queda de 2,76% no preço, sendo negociada a R$ 10,21 por quilo nos atacados da Grande São Paulo.
PREÇOS DA CARCAÇA SUÍNA ESPECIAL (R$/kg)
| DATA | MÉDIA | VAR./DIA | VAR./MÊS |
|---|---|---|---|
| 11/02/2026 | 10,21 | -2,76% | -8,27% |
| 10/02/2026 | 10,50 | -0,10% | -5,66% |
| 09/02/2026 | 10,51 | -0,28% | -5,57% |
| 06/02/2026 | 10,54 | -1,40% | -5,30% |
| 05/02/2026 | 10,69 | -1,11% | -3,95% |
O preço do suíno vivo registra estabilidade no Rio Grande do Sul e desvalorização de 0,15% em Minas Gerais e no Paraná, de 0,30% em Santa Catarina e de 0,14% em São Paulo. As mercadorias variam entre R$ 6,59 e R$ 6,81.
INDICADOR DO SUÍNO VIVO CEPEA/ESALQ (R$/kg)
| DATA | ESTADO | VALOR R$* | VAR./DIA | VAR./MÊS |
|---|---|---|---|---|
| 11/02/2026 | MG - posto | 6,78 | -0,15% | -4,24% |
| 11/02/2026 | PR - a retirar | 6,66 | -0,15% | -1,91% |
| 11/02/2026 | RS - a retirar | 6,81 | 0,00% | 0,74% |
| 11/02/2026 | SC - a retirar | 6,59 | -0,30% | -1,79% |
| 11/02/2026 | SP - posto | 6,96 | -0,14% | -1,83% |
Os valores são do Cepea.
O boi gordo é o bovino macho pronto para o abate, com peso mínimo de 16 arrobas líquidas de carcaça (aproximadamente 240 kg) e até 42 meses de idade. Atende aos padrões do mercado nacional e internacional, incluindo exportações para Europa, China e cota Hilton.
O frango congelado passa por congelamento rápido, com temperaturas abaixo de -12°C, garantindo maior vida útil para armazenamento e transporte a longas distâncias. Já o frango resfriado é mantido entre 0°C e 4°C, com validade de 5 a 7 dias, oferecendo textura e sabor mais próximos do fresco, ideal para consumidores exigentes e restaurantes.
Copiar o textoO preço do café arábica volta a subir, enquanto o açúcar apresenta reajustes
Baixar áudioO preço do café arábica abre esta quinta-feira (12) em alta de 0,12%, com a saca de 60 kg negociada a R$ 1.863,80 na cidade de São Paulo.
INDICADOR DO CAFÉ ARÁBICA CEPEA/ESALQ
| DATA | VALOR R$ | VAR./DIA | VAR./MÊS | VALOR US$ |
|---|---|---|---|---|
| 11/02/2026 | 1.863,80 | 0,12% | -11,02% | 359,39 |
| 10/02/2026 | 1.861,64 | -0,00% | -11,12% | 357,94 |
| 09/02/2026 | 1.861,69 | -1,22% | -11,12% | 358,85 |
| 06/02/2026 | 1.884,66 | -1,65% | -10,02% | 361,05 |
| 05/02/2026 | 1.916,31 | -0,79% | -8,51% | 364,80 |
O café robusta teve baixa de 1,02% no preço, sendo comercializado a R$ 1.058,11.
INDICADOR DO CAFÉ ROBUSTA CEPEA/ESALQ
| DATA | VALOR R$ | VAR./DIA | VAR./MÊS | VALOR US$ |
|---|---|---|---|---|
| 11/02/2026 | 1.058,11 | -1,02% | -12,70% | 204,03 |
| 10/02/2026 | 1.069,05 | 0,52% | -11,80% | 205,55 |
| 09/02/2026 | 1.063,50 | -0,49% | -12,25% | 204,99 |
| 06/02/2026 | 1.068,70 | -0,43% | -11,82% | 204,73 |
| 05/02/2026 | 1.073,36 | -0,53% | -11,44% | 204,33 |
Já o preço do açúcar cristal apresenta variação nas principais praças do estado de São Paulo. Na capital, a saca de 50 kg teve desvalorização de 1,95% e é cotada a R$ 99,67.
INDICADOR DO AÇÚCAR CRISTAL BRANCO CEPEA/ESALQ - SÃO PAULO
| DATA | VALOR R$* | VAR./DIA | VAR./MÊS | VALOR US$* |
|---|---|---|---|---|
| 11/02/2026 | 99,67 | -1,95% | -4,98% | 19,22 |
| 10/02/2026 | 101,65 | 1,55% | -3,09% | 19,54 |
| 09/02/2026 | 100,10 | -0,53% | -4,57% | 19,29 |
| 06/02/2026 | 100,63 | -1,11% | -4,06% | 19,28 |
| 05/02/2026 | 101,76 | -1,03% | -2,98% | 19,37 |
Em Santos (SP), a mercadoria teve desvalorização de 1,35%, sendo negociada a R$ 103,48 na média de preços sem impostos.
INDICADOR AÇÚCAR CRISTAL - SANTOS (FOB)
| DATA | VALOR R$* | VAR./DIA | VAR./MÊS | VALOR US$* |
|---|---|---|---|---|
| 11/02/2026 | 103,48 | -1,35% | -3,55% | 19,96 |
| 10/02/2026 | 104,90 | -1,49% | -2,23% | 20,16 |
| 09/02/2026 | 106,49 | -0,53% | -0,75% | 20,50 |
| 06/02/2026 | 107,06 | -0,58% | -0,21% | 20,45 |
| 05/02/2026 | 107,68 | -0,66% | 0,36% | 20,48 |
A saca de 60 kg do milho, por sua vez, é vendida a R$ 67,21, após alta de 0,22%.
INDICADOR DO MILHO ESALQ/BM&FBOVESPA
| DATA | VALOR R$* | VAR./DIA | VAR./MÊS | VALOR US$* |
|---|---|---|---|---|
| 11/02/2026 | 67,21 | 0,22% | 1,68% | 12,96 |
| 10/02/2026 | 67,06 | -0,04% | 1,45% | 12,89 |
| 09/02/2026 | 67,09 | 0,46% | 1,50% | 12,93 |
| 06/02/2026 | 66,78 | 0,44% | 1,03% | 12,79 |
| 05/02/2026 | 66,49 | 0,08% | 0,59% | 12,66 |
Os valores são do Cepea.
Café arábica e café robusta são as duas principais variedades cultivadas e comercializadas no Brasil, ambas medidas em sacas de 60 kg.
A saca de açúcar cristal no Brasil é padronizada em 50 quilos, especialmente para comercialização no mercado atacadista e para uso na indústria alimentícia. Essa unidade de medida é adotada pelo Cepea/Esalq-USP, principal fonte de cotações diárias do açúcar cristal no país.
A saca de milho equivale a 60 kg de grãos, mesmo padrão utilizado para soja e trigo. Essa medida é oficializada por instituições como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Cepea, sendo amplamente usada em negociações e relatórios de preço do milho.
Copiar o textoA soja apresenta baixa no Paraná e em Paranaguá; o trigo sofre reajustes
Baixar áudioO valor da saca de 60 kg da soja abre esta quinta-feira (12) em baixa, tanto no interior do Paraná quanto no litoral do estado, em Paranaguá.
Na primeira região, o grão teve valorização de 0,20% e é negociado a R$ 119,46; na segunda, a mercadoria teve valorização de 1,18% e é cotada a R$ 126,95.
INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANÁ
| DATA | VALOR R$* | VAR./DIA | VAR./MÊS | VALOR US$* |
|---|---|---|---|---|
| 11/02/2026 | 119,46 | 0,20% | 0,08% | 23,04 |
| 10/02/2026 | 119,22 | -0,07% | -0,12% | 22,92 |
| 09/02/2026 | 119,30 | -1,29% | -0,05% | 22,99 |
| 06/02/2026 | 120,86 | 0,84% | 1,26% | 23,15 |
| 05/02/2026 | 119,85 | 0,98% | 0,41% | 22,82 |
INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANAGUÁ
| DATA | VALOR R$* | VAR./DIA | VAR./MÊS | VALOR US$* |
|---|---|---|---|---|
| 11/02/2026 | 126,95 | 1,18% | 1,63% | 24,48 |
| 10/02/2026 | 125,47 | 0,59% | 0,45% | 24,12 |
| 09/02/2026 | 124,73 | -1,34% | -0,14% | 24,04 |
| 06/02/2026 | 126,43 | 0,65% | 1,22% | 24,22 |
| 05/02/2026 | 125,61 | 1,02% | 0,56% | 23,91 |
O preço do trigo, por sua vez, registra desvalorização de 0,16% no Paraná e valorização de 0,05% no Rio Grande do Sul. No primeiro estado, a tonelada é vendida a R$ 1.166,91, enquanto no segundo é comercializada a R$ 1.066,54.
PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - PARANÁ
| DATA | VALOR R$/T* | VAR./DIA | VAR./MÊS | VALOR US$/T* |
|---|---|---|---|---|
| 11/02/2026 | 1.166,91 | -0,16% | -0,52% | 225,01 |
| 10/02/2026 | 1.168,75 | 0,20% | -0,36% | 224,72 |
| 09/02/2026 | 1.166,42 | -0,41% | -0,56% | 224,83 |
| 06/02/2026 | 1.171,18 | -0,29% | -0,15% | 224,36 |
| 05/02/2026 | 1.174,56 | -0,17% | 0,13% | 223,60 |
PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - RIO GRANDE DO SUL
| DATA | VALOR R$/T* | VAR./DIA | VAR./MÊS | VALOR US$/T* |
|---|---|---|---|---|
| 11/02/2026 | 1.066,54 | 0,05% | 0,75% | 205,66 |
| 10/02/2026 | 1.066,05 | 0,00% | 0,70% | 204,97 |
| 09/02/2026 | 1.066,05 | -0,04% | 0,70% | 205,48 |
| 06/02/2026 | 1.066,46 | -0,32% | 0,74% | 204,30 |
| 05/02/2026 | 1.069,92 | 1,23% | 1,07% | 203,68 |
Os valores são do Cepea.
A saca de soja e a saca de trigo são as principais unidades de comercialização de grãos no Brasil. Cada saca equivale a 60 quilos, padrão adotado por órgãos oficiais como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).
Esse formato padronizado facilita o comércio da soja e do trigo, além de permitir um acompanhamento mais preciso das cotações e variações de preços no mercado nacional.
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Baixar áudioO Ibovespa voltou a fechar o pregão em alta de 2,03%, aos 189.699 pontos, novo valor nominal recorde para o fechamento, após renovar a máxima histórica intradia aos 190.047 pontos. O desempenho do índice foi influenciado pela continuidade do fluxo de capital estrangeiro para países emergentes, pelas falas do presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, e pelos resultados da pesquisa eleitoral da Genial/Quaest.
No exterior, os principais índices das Bolsas de Nova York fecharam em tom misto após a divulgação do Payroll, o principal dado do mercado de trabalho dos EUA. O resultado indicou a criação de 130 mil vagas de emprego em janeiro, acima do esperado pelo mercado, enquanto a taxa de desemprego caiu a 4,3%. Segundo a agência Reuters, o cenário fez com que as apostas pela manutenção da taxa de juros na próxima reunião do FOMC — o Copom do país — subissem para 95% na manhã desta quarta-feira (11).
De acordo com analistas do setor, o ambiente externo segue favorável aos países emergentes, com a continuidade de um relevante fluxo de capitais em direção a ativos de maior retorno — movimento que segue beneficiando o Brasil devido ao diferencial de juros da Selic, mesmo com o Payroll mais forte nos EUA.
No cenário doméstico, o desempenho do Ibovespa foi empurrado pela continuidade de fluxo de capital estrangeiro para países emergentes, o que também favoreceu o desempenho dos “pesos pesados”. As ações da Petrobras, assim como as da Vale, fecharam em alta de mais de 3%, na contramão do petróleo e da estabilidade do minério de ferro.
O presidente do BC, Gabriel Galípolo, reforçou, em discurso na manhã desta quarta (11), a intenção da autarquia de iniciar o afrouxamento monetário em março, e explicou que a decisão de esperar os 45 dias teve o objetivo claro de reunir mais confiança antes de iniciar o ciclo de cortes. A aposta majoritária do mercado é a de um corte inicial de 0,50% na Selic em março, na próxima reunião do Copom.
Outro fator que influenciou o índice durante a sessão foi a divulgação da pesquisa Genial/Quaest, a primeira rodada sem a inclusão do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas. O resultado mostrou a manutenção da liderança do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ante o senador Flávio Bolsonaro em todos os sete cenários abordados, tanto em primeiro quanto em segundo turno. O petista mantém vantagem de 4 a 8 pontos, a depender do cenário.
Confira as ações com melhor e pior desempenho no último fechamento:
Ações em alta no Ibovespa
Suzano S.A. (SUZB3): +13,32%
MPM Corporeos SA (ESPA3): +12,50%
Ações em queda no Ibovespa
Agrogalaxy Participacoes SA (AGXY3): -8,49%
Nordon Industrias Metalurgicas S.A. (NORD3): -8,16%
O volume total negociado na B3 foi de R$ 38.569.041.343, em meio a 4.786.215 negócios.
Os dados da bolsa podem ser consultados no site da B3.
O Ibovespa (Índice Bovespa) é o principal indicador do mercado acionário brasileiro. Calculado pela B3, ele reflete a média do desempenho das ações mais negociadas na bolsa, com base em critérios de volume e liquidez. O índice é composto por uma carteira teórica de ativos, que representa cerca de 80% do volume financeiro total negociado no mercado.
A B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) é a bolsa de valores oficial do Brasil, sediada em São Paulo. É responsável pela negociação de ações, derivativos, títulos públicos e privados, câmbio e outros ativos financeiros. A B3 está entre as maiores bolsas do mundo em infraestrutura e valor de mercado.
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Baixar áudioO dólar comercial encerrou o último pregão em baixa de 0,18% frente ao real, cotado a R$ 5,18, repetindo o menor patamar em 21 meses. O câmbio destoou da tendência externa, com o indicador DXY — que compara o dólar a uma cesta de seis divisas globais como euro e libra — apresentando leve alta de 0,03%.
O desempenho da moeda estadunidense foi influenciado pela divulgação dos dados do mercado de trabalho dos Estados Unidos (Payroll) mais fortes do que o esperado, pela continuidade do fluxo de capitais em direção aos mercados emergentes e pelo desempenho com recorde intradia do Ibovespa.
No exterior, o dólar comercial se fortaleceu frente às moedas globais com a divulgação do Payroll, o principal dado do mercado de trabalho dos EUA. O resultado indicou a criação de 130 mil vagas de emprego em janeiro, acima do esperado pelo mercado, enquanto a taxa de desemprego caiu a 4,3%. Segundo a agência Reuters, o cenário fez com que as apostas pela manutenção da taxa de juros na próxima reunião do FOMC — o Copom do país — subissem para 95% na manhã desta quarta-feira (11).
De acordo com analistas do setor, o ambiente externo segue favorável aos países emergentes, com a continuidade de um relevante fluxo de capitais em direção a ativos de maior retorno — movimento que segue beneficiando o real devido ao diferencial de juros da Selic, mesmo com o Payroll mais forte nos EUA.
No cenário doméstico, o real ganhou força frente ao dólar com o desempenho positivo do Ibovespa, que voltou a renovar o recorde intradia acima dos 190 mil pontos. Para analistas do setor, o desempenho do índice reforça a percepção do apetite a risco e mostra que o mercado tratou o relatório estadunidense (Payroll) como insuficiente para reverter a tendência de rotação global, permitindo que o real mantivesse força frente ao dólar.
O euro, por sua vez, encerrou a sessão em baixa de 0,32%, cotado a R$ 6,15.
A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.
| Código | BRL | USD | EUR | GBP | JPY | CHF | CAD | AUD |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| BRL | 1 | 0,1929 | 0,1619 | 0,1411 | 29,5379 | 0,1488 | 0,2619 | 0,2699 |
| USD | 5,1825 | 1 | 0,8421 | 0,7337 | 153,09 | 0,7711 | 1,3572 | 1,4034 |
| EUR | 6,1568 | 1,1874 | 1 | 0,8712 | 181,78 | 0,9157 | 1,6115 | 1,6664 |
| GBP | 7,0654 | 1,3630 | 1,1478 | 1 | 208,65 | 1,0510 | 1,8497 | 1,9127 |
| JPY | 3,38537 | 0,653189 | 0,55007 | 0,479260 | 1 | 0,5037 | 0,88648 | 0,91667 |
| CHF | 6,7216 | 1,2968 | 1,0921 | 0,9515 | 198,53 | 1 | 1,7600 | 1,8199 |
| CAD | 3,8189 | 0,7368 | 0,6205 | 0,5406 | 112,80 | 0,5682 | 1 | 1,0340 |
| AUD | 3,7064 | 0,7126 | 0,6001 | 0,5228 | 109,08 | 0,5495 | 0,9671 | 1 |
Os dados são da Investing.com
Copiar o textoO concurso 3611 da Lotofácil foi realizado nesta quarta-feira (11/02/2026), no Espaço da Sorte, em São Paulo, e divulgado pela Caixa Econômica Federal. 1 apostador acertou as 15 dezenas e levou para casa o prêmio de R$ 1.857.100,69. O bilhete premiado foi adquirido em São Luis (MA). De acordo com o Censo Demográfico de 2022, a capital maranhense possui cerca de 1.037.775 habitantes. A cidade consolidou-se como um dos principais centros logísticos e culturais do Nordeste, apresentando paisagens icônicas como o seu Centro Histórico (Patrimônio Mundial da UNESCO), o Palácio dos Leões e a Orla da Praia do Calhau.
O prêmio para o próximo concurso da Lotofácil, de número 3612, que será realizado na quinta-feira, 12 de fevereiro de 2026, está estimado em R$ 1.800.000,00. Aproveite a oportunidade e faça sua aposta para concorrer!
01 - 02 - 03 - 04 - 05 - 06 - 10 - 11 - 12 - 14 - 15 - 17 - 18 - 19 - 25
A aposta mínima, de 15 números, custa R$ 3,50 com chance de 1 em 3.268.760 e a máxima custa R$ 46.512 com chance de 1 em 211.
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Quantidade de números jogados |
Valor da aposta |
|---|---|
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15 |
R$ 3,50 |
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16 |
R$ 48 |
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17 |
R$ 408 |
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18 |
R$ 2.448 |
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19 |
R$ 11.628 |
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20 |
R$ 46.512 |
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O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta de tempestade para os estados da Região Sul do país nesta quinta-feira (12).
No Paraná, a expectativa é de muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas isoladas, principalmente na região Centro-Oeste paranaense, em municípios como Floresta, Barbosa Ferraz e Engenheiro Beltrão.
Em Santa Catarina, o dia será de muitas nuvens com chuva isolada ao longo do dia, em diferentes áreas do estado.
Já no Rio Grande do Sul, a instabilidade será mais intensa na região da Campanha Gaúcha, com possibilidade de queda de granizo nos municípios de Candiota, Bagé e Pinheiro Machado.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 18°C, em Curitiba. Já a máxima deve atingir até 36°C, em Porto Alegre. A umidade relativa do ar varia entre 35% e 100%.
Precipitação originada de nuvens convectivas, sobretudo cumulonimbus, que atinge o solo em forma de esferas ou fragmentos irregulares de gelo. Quando o diâmetro das partículas é ≥ 5 mm, classificam-se como granizo; partículas menores são classificadas como granizo miúdo e/ou neve granulada (graupel). Em boletins METAR, utiliza-se ‘GR’ para granizo e ‘GS’ para granizo miúdo/neve granulada. Unidades isoladas são chamadas de ‘pedras de granizo’.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta de chuvas intensas para os estados da Região Centro-Oeste e para o Distrito Federal nesta quinta-feira (12).
Em Mato Grosso do Sul, a chuva deve ocorrer com maior intensidade na região Leste do estado, especialmente nos municípios de Ribas do Rio Pardo, Santa Rita do Pardo e Água Clara, onde há previsão de pancadas fortes acompanhadas de trovoadas.
Já em Mato Grosso, as precipitações mais intensas atingem áreas do Norte mato-grossense, como Colniza, Aripuanã e Juara, municípios que podem registrar volumes elevados de chuva ao longo do dia.
Em Goiás e no Distrito Federal, a expectativa é de muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas isoladas, cenário típico de instabilidade no período chuvoso.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 18°C, em Brasília. Já a máxima deve chegar a 33°C, em Cuiabá. A umidade relativa do ar varia entre 40% e 100%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta de tempestade para os quatro estados da Região Sudeste do país nesta quinta-feira (12).
Em Minas Gerais, a instabilidade mais intensa deve atingir municípios do Alto Paranaíba, como Rio Paranaíba, São Gotardo e Tapira, onde há previsão de chuvas fortes acompanhadas de trovoadas.
No estado de São Paulo, a expectativa é de muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas isoladas ao longo do dia, cenário que pode provocar acumulados significativos em diferentes áreas do estado.
No Rio de Janeiro, as chuvas mais fortes devem se concentrar na região Sul Fluminense, especialmente nos municípios de Resende, Quatis e Volta Redonda.
Já no Espírito Santo, o tempo permanece nublado ao longo do dia, com possibilidade de chuva em pontos isolados.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 17°C, em Belo Horizonte. Já a máxima pode chegar até 34°C, em Vitória. A umidade relativa do ar varia entre 50% e 100%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta de perigo potencial de chuvas intensas para a Região Norte do país nesta quinta-feira (12).
No Acre, Rondônia e Amapá, a previsão é de muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas isoladas ao longo do dia, mantendo o tempo instável nesses estados.
No Amazonas, as precipitações mais intensas devem atingir municípios da região Central e do Médio Solimões, como Coari, Tefé e Tapauá, com possibilidade de volumes elevados de chuva.
Em Roraima, a expectativa é de muitas nuvens com chuva isolada em todo o estado ao longo do dia.
Já no Pará, as chuvas mais intensas se concentram em áreas do sudoeste e sudeste paraense, especialmente nos municípios de Altamira, São Félix do Xingu e Trairão.
No Tocantins, a previsão é de muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas isoladas, principalmente na região Central do estado, em municípios como Porto Nacional, Silvanópolis e Santa Rosa do Tocantins.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 23°C, em Rio Branco e Porto Velho. Já a máxima pode chegar a 35°C, em Boa Vista. A umidade relativa do ar varia entre 40% e 100%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o textoO resultado da Loteria Federal, concurso 6041, divulgado nesta quarta-feira, 11 de fevereiro de 2026, premiou jogadores de diversas regiões do Brasil. O apostador da Japan Loterias LTDA, de São Paulo/SP, levou o primeiro prêmio de R$ 500.000,00. O segundo prêmio, no valor de R$ 35.000,00, foi destinado à aposta da Adeus Patrão em São Paulo/SP, enquanto a aposta feita na Lotérica Mocelin em Curitiba/PR, faturou R$ 30.000,00.
Outros sortudos incluem a aposta da Esperança Lotérica, no Nova Friburgo/RJ, que recebeu R$ 25.000,00. O último prêmio de R$ 20.363,00 foi da Lotérica Carlos Sampaio MMC, em São Paulo/SP. A Loteria Federal continua sendo uma das modalidades mais tradicionais e procuradas pelos brasileiros, oferecendo grandes prêmios e oportunidades para quem sonha em mudar de vida.
| Destino | Bilhete | Unidade Lotérica | Cidade/UF | Valor do Prêmio (R$) |
|---|---|---|---|---|
| 1º | 037337 | JAPAN LOTERIAS LTDA | SAO PAULO/SP | R$ 500.000,00 |
| 2º | 041527 | ADEUS PATRAO | SAO PAULO/SP | R$ 35.000,00 |
| 3º | 026222 | LOTERICA MOCELIN | CURITIBA/PR | R$ 30.000,00 |
| 4º | 059440 | ESPERANCA LOTERICA | NOVA FRIBURGO/RJ | R$ 25.000,00 |
| 5º | 084328 | LOTERICA CARLOS SAMPAIO MMC | SAO PAULO/SP | R$ 20.363,00 |
A Loteria Federal é uma modalidade tradicional oferecida pela Caixa Econômica Federal e se destaca pelo formato simples de participação. O apostador adquire um bilhete com um número impresso e, caso o número de seu bilhete coincida com o sorteado, ele leva o prêmio correspondente.
O bilhete inteiro é composto por 10 frações e custa R$ 40,00. Você também pode comprar frações do bilhete que custam R$ 4,00 cada com o valor do prêmio proporcional à quantidade de frações adquiridas.
As extrações regulares ocorrem duas vezes por semana, às quartas e sábados, e podem ser acompanhadas ao vivo pelo canal oficial da Caixa.
Além do prêmio principal, a Loteria Federal premia também aqueles que acertam frações do número sorteado, como as dezenas, centenas e unidades. Há ainda prêmios para números próximos ao primeiro prêmio.
Você pode receber seu prêmio em qualquer lotérica ou nas agências da CAIXA. Caso o prêmio bruto seja superior a R$ 2.259,20, o pagamento deve ser realizado somente nas agências da CAIXA, mediante apresentação de comprovante de identidade original com CPF e do bilhete (ou fração) original e premiado. Valores iguais ou acima de R$ 10.000,00 são pagos no prazo mínimo de dois dias úteis a partir de sua apresentação em Agência da CAIXA.
A chance de acerto dos prêmios principais da Loteria Federal varia conforme o tipo de extração e a quantidade de bilhetes emitidos em cada concurso. Veja as probabilidades :
Essas probabilidades indicam quantas apostas concorrem ao prêmio principal em cada sorteio da Loteria Federal.
Para mais informações, acesse Loterias Caixa.
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O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta de chuvas intensas para a Região Nordeste nesta quinta-feira (12).
No Maranhão, as precipitações mais intensas devem atingir municípios do Norte maranhense, como Santa Helena e Nova Olinda do Maranhão.
No Piauí, as chuvas mais fortes se concentram na região litorânea, especialmente em Luís Correia e Ilha Grande.
No Ceará, a instabilidade toma conta do estado, com previsão de pancadas de chuva em diversas áreas.
Já no Rio Grande do Norte, a chuva deve ocorrer com mais intensidade na região Oeste potiguar, em municípios como Mossoró e Felipe Guerra.
Na Paraíba, Pernambuco, Alagoas e Sergipe, a previsão indica chuva principalmente na faixa litorânea ao longo do dia.
Na Bahia, as precipitações se concentram no Sul e Extremo Sul baiano, com destaque para os municípios de Santa Luzia, Belmonte e Santa Cruz Cabrália.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 23°C em Fortaleza. Já a máxima pode chegar a 31°C, em João Pessoa e Recife. A umidade relativa do ar varia entre 50% e 95%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioDepois de 12 anos, o Ministério da Cultura retoma a Teia Nacional dos Pontos de Cultura.
O maior encontro da rede Cultura Viva acontece de 24 a 29 de março, em Aracruz, no Espírito Santo.
Pela primeira vez, o evento é realizado fora de uma capital, em território indígena, com presença dos povos Tupiniquim e Guarani.
A secretária de Cidadania e Diversidade Cultural do MinC, Márcia Rollemberg, fala sobre o encontro.
“A Teia é um momento de celebração, de encontro, de diálogo, de reflexão. É um momento que também abriga um compromisso institucional de pactuação, de construção e aperfeiçoamento da nossa Política Nacional Cultura Viva, que é uma política que reconhece os direitos culturais no conjunto da sociedade.”
Com o tema “Pontos de Cultura pela Justiça Climática”, a Teia reúne agentes culturais, povos tradicionais, sociedade civil e gestores públicos de todas as regiões do país.
A programação inclui apresentações artísticas, debates, oficinas, vivências culturais, feira de economia criativa e solidária e o Fórum Nacional dos Pontos de Cultura.
A multiplicidade cultural dos diferentes lugares do Brasil é um dos destaques da Teia Nacional, diz a secretária do MinC.
“[A Teia] tem como grande motivação o fazer cultural, fazer artístico, fazer nas comunidades, os conhecimentos que são gerados pelas comunidades, pela população, pelo povo do país em todos os territórios com as suas diversidades de expressões, com suas diversidades de modos de viver.”
Criados em 2004, os Pontos de Cultura são entidades e grupos culturais que desenvolvem ações de base comunitária em seus territórios.
Atualmente, o Brasil conta com mais de 13 mil e 700 Pontos certificados, que podem acessar as políticas públicas de fomento à cultura.
Esse crescimento é resultado da retomada de investimentos e da articulação da Política Nacional Aldir Blanc, que garante um piso anual de 400 milhões de reais para o fortalecimento da Cultura Viva em todo o território nacional.
A Política Nacional de Cultura Viva completa mais de 20 anos como a principal iniciativa de cultura comunitária do Brasil.
A Teia Nacional dos Pontos de Cultura é uma realização do Ministério da Cultura, em parceria com o Governo do Espírito Santo, a Prefeitura de Aracruz e a Comissão Nacional dos Pontos de Cultura.
Para mais informações, acesse o site: https://www.gov.br/culturaviva/ e clique no banner da 6ª Teia.
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Baixar áudioA política de territorialização das ações culturais do Governo do Brasil estão cada vez mais fortalecidas.
Entre os destaques está a economia criativa como vetor estratégico de desenvolvimento regional.
O Ministério da Cultura e o Consórcio Nordeste assinaram, em Alagoas, um Protocolo de Intenções que marca o lançamento do Programa Nordeste Criativo.
O programa reconhece os produtos culturais e criativos do Nordeste como importantes ferramentas econômicas. Destaca a secretária de Economia Criativa do Ministério da Cultura, Cláudia Leitão.
“Nós somos a região das festas, da gastronomia, da cultura alimentar típica. Nós somos a região também das novas tecnologias, do Porto Digital em Recife, de toda uma atuação na área do design, nós somos também uma região das artes, da música, do teatro, dos festivais, dos musicais. Nós somos também a região da moda, da arquitetura, do urbanismo, das mídias do audiovisual, dos games.”
A proposta também articula cultura, inovação tecnológica, turismo, educação e diversidade simbólica. Afirma Cláudia Leitão.
“São muitas as vocações do Nordeste, além de uma natureza impressionante, uma possibilidade de um avanço para um turismo cultural e criativo, voltado às culturas tradicionais populares, mas também, as produções contemporâneas nas áreas do patrimônio material e imaterial, natureza e cultura juntas em favor de negócios que tem tudo para serem uma grande alternativa de desenvolvimento sustentável.”
A iniciativa aconteceu durante a primeira Assembleia Geral do Consórcio Nordeste 2026, com a apresentação da Carta de Maceió.
O documento consolida a visão de um Nordeste comprometido com um projeto compartilhado de desenvolvimento. Entre os eixos centrais, está o Nordeste Criativo.
O Consórcio Nordeste também anunciou apoio à Política Nacional de Economia Criativa – Brasil Criativo, do Governo do Brasil por meio do MinC. A secretária de Economia Criativa comenta a importância da política do MinC.
“Toda a construção do Ministério da Cultura na perspectiva da formulação, implementação e monitoramento de políticas públicas se dá dentro de uma visão regional. Acreditamos no Norte criativo, na Amazônia criativa, acreditamos em políticas para o Centro-Oeste, para o Sul, para o Sudeste e o Nordeste sai na frente.”
Por meio do Consórcio Nordeste, governadoras e governadores dos nove estados reafirmam o compromisso com a redução das desigualdades históricas e a construção de um futuro mais justo, sustentável e integrado para o Nordeste e para o Brasil.
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Baixar áudioO debate sobre o fim da escala 6x1 — modelo em que o trabalhador atua seis dias consecutivos e descansa um — voltou a ganhar destaque no Congresso Nacional e tem mobilizado parlamentares, entidades empresariais e representantes do mercado de trabalho. A proposta, defendida por parte dos parlamentares como uma forma de ampliar a qualidade de vida dos trabalhadores, levanta questionamentos sobre os impactos econômicos e operacionais para empresas de diferentes setores.
Nos últimos meses, projetos de lei, declarações públicas e discussões em comissões parlamentares intensificaram o embate entre a busca por melhores condições de trabalho e a preocupação com a sustentabilidade das empresas, especialmente no comércio e no setor de serviços, que dependem de funcionamento contínuo e escalas mais extensas.
Atualmente, quatro propostas de emenda à Constituição (PECs) tramitam no Congresso sobre o tema. Uma delas é a PEC 8/2025, que prevê a redução da jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais.
Segundo o relator da Subcomissão Especial da Escala de Trabalho 6x1, deputado federal Luiz Gastão (PSD-CE), o relatório final deve propor a redução da contribuição previdenciária patronal de 20% para 10% em empresas nas quais a folha de pagamento representa 30% ou mais do faturamento.
“Nós sabemos da importância do trabalhador ter mais dias de descanso, ter uma vida mais saudável, mas também sabemos que a economia precisa que as empresas estejam saudáveis e competitivas”, afirma.
A Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB) acompanha o avanço do debate com cautela e reforça a necessidade de uma análise ampla antes de qualquer alteração no atual modelo de jornada de trabalho. A entidade alerta que o fim da escala 6x1, se implementado de forma abrupta, pode trazer efeitos significativos para o mercado.
Entre os principais pontos de atenção estão o aumento dos custos operacionais, a necessidade de contratações adicionais, a redução da margem de lucro e, em alguns casos, o risco de fechamento de vagas ou informalidade. A preocupação é maior entre micro, pequenas e médias empresas, que possuem menor capacidade de absorver mudanças repentinas na legislação trabalhista.
Segundo a CACB, setores como comércio, turismo, alimentação e serviços essenciais seriam diretamente afetados, já que operam com horários estendidos e dependem de escalas para manter o atendimento ao público.
O vice-presidente da CACB, Valmir Rodrigues da Silva, avalia que países desenvolvidos conseguem adotar jornadas menores porque contam com alta produtividade — realidade ainda distante no Brasil. Segundo ele, enquanto um trabalhador brasileiro leva, em média, uma hora para produzir o que um norte-americano faz em 15 minutos, fatores como educação, infraestrutura e tecnologia ainda limitam ganhos de produtividade.
“Quando você reduz a carga horária, tendo uma produtividade baixa, naturalmente que isso vai impactar nos custos, e esse custo será repassado ao mercado”, destaca.
Ele também chama atenção para o risco enfrentado por empresas que não conseguem repassar ao mercado o aumento dos custos. No caso de negócios que atuam como fornecedores e conseguem distribuir esse reajuste ao longo da cadeia produtiva, o impacto tende a ser menor. Já para quem está na ponta, lidando diretamente com o consumidor final, a margem de manobra é reduzida: se o público não absorver a alta de preços, a empresa pode ter sua rentabilidade comprometida e, no pior cenário, ser levada ao fechamento.
Fernando Moraes, empresário do setor de telefonia e presidente do Conselho Superior da Federação das Associações Comerciais e Empresariais do Estado do Paraná (Faciap), avalia que a possível extinção da escala 6x1 precisa ser analisada com muita cautela.
“O comércio e os serviços dependem fortemente de mão de obra e operam com margens apertadas. Uma mudança desse porte, sem transição e sem contrapartidas como desoneração da folha e ganhos de produtividade, pode elevar custos, reduzir competitividade e afetar a geração de empregos. Defendemos diálogo e equilíbrio para que o avanço nas relações de trabalho não resulte em efeitos negativos para a economia”, ressalta.
Defensores do fim da escala 6x1 argumentam que a mudança pode trazer ganhos à saúde física e mental dos trabalhadores, além de melhorar o equilíbrio entre vida profissional e pessoal. No entanto, especialistas apontam que os impactos sobre a produtividade e a economia variam conforme o setor, o porte da empresa e o modelo de implementação.
Para a CACB, é inegável que a redução da jornada pode melhorar a qualidade de vida, mas é preciso avaliar os impactos financeiros também para o trabalhador.
“O trabalhador também é comprador. Então se o preço é impactado, se o custo subir, ele vai ter que fazer um esforço maior para manter aquilo que ele já tem”, afirma Valmir Rodrigues.
A entidade defende que o caminho mais equilibrado passa pelo diálogo entre governo, Congresso, trabalhadores e empresários, além da busca por alternativas como a flexibilização de jornadas, acordos coletivos e modelos adaptáveis à realidade de cada atividade econômica.
Enquanto o tema segue em discussão no Congresso Nacional, a CACB reforça que qualquer mudança na legislação trabalhista deve ser construída com base em dados técnicos e impacto real na economia, de forma a garantir avanços sociais sem comprometer a geração de empregos e a competitividade das empresas brasileiras.
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Baixar áudioParlamentares e representantes do setor produtivo defendem que entidades sem fins lucrativos fiquem fora do corte de 10% em incentivos e benefícios tributários federais previsto na Lei Complementar nº 224/2025. O tema foi debatido durante reunião da Frente Parlamentar do Empreendedorismo (FPE), realizada em 3 de fevereiro, em Brasília.
Na ocasião, o deputado federal Domingos Sávio (PL-MG), representando a Frente Parlamentar de Comércio e Serviços (FCS), destacou o papel dessas associações e defendeu que elas sejam excluídas da redução.
“A Lei Complementar nº 224/2025 deixou um entendimento de que só quem tiver CEBAS (Certificação de Entidades Beneficentes de Assistência Social), só quem for entidade filantrópica [poderá ficar de fora da norma]. As associações sem fins lucrativos não são filantrópicas, mas têm um papel social fundamental para este equilíbrio no ambiente democrático”, afirmou.
O vice-presidente jurídico da Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB), Anderson Trautman Cardoso, apresentou pleito de que o corte de 10% não atinja as associações civis, sem fins lucrativos, ao secretário da Receita Federal, Robinson Barreirinhas.
A reivindicação da CACB é deixar de fora dessa redução de incentivos fiscais prevista na Lei Complementar 224/2025 as associações civis, sem fins lucrativos. “Há uma sinalização muito positiva do secretário Barreirinhas de que o tema será enfrentado com boas perspectivas de termos um desfecho positivo”, disse Cardoso.
A LC 224/2025 determina a redução de 10% nos incentivos e benefícios tributários federais. Na prática, se antes uma empresa ou entidade usufruía de um benefício que reduzia a carga tributária em determinado valor, agora esse benefício tende a ser 10% menor, salvo exceções previstas em lei.
Os tributos atingidos incluem:
A medida impacta benefícios associados a praticamente todos os principais tributos federais pagos pelas empresas.
Para os optantes do Simples Nacional, não há alteração, já que o regime não está sujeito a corte de benefícios.
No caso de empresas no Lucro Presumido com faturamento anual acima de R$ 5 milhões, o governo deverá aplicar uma presunção de lucro 10% maior sobre a parcela que exceder esse limite.
Já para empresas fora do Simples (e que não estejam em outras exceções), o corte de 10% pode atingir incentivos federais como isenções, reduções, créditos presumidos e outros mecanismos classificados como “gasto tributário” na Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2026.
Pela norma, entidades sem fins lucrativos podem ser impactadas pela redução dos benefícios fiscais. No entanto, há dois grupos principais de exceções:
Imunidades previstas na Constituição Federal
Exceções previstas na LC 224/2025
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Copiar o textoO Governo do Estado do Mato Grosso do Sul declarou 845,9775 hectares de utilidade pública, localizados em 13 trechos de fazendas de Corumbá, para que a mineradora LHG Mining Corumbá S.A, empresa controlada pela JBS, possa utilizar as áreas para a passagem de um Transportador de Correia de Longa Distância (TCLD) e um Terminal Ferroviário/Pátio de Produtos. As obras abrangem plano de expansão da mineradora, que entrou no setor em 2022, em sucessão à MCR (Mineração Corumbaense Reunida). A LHG espera investir R$ 4 bilhões na região rural de Corumbá para duplicar a produção de minério de ferro e manganês das atuais 12 milhões de toneladas por ano para 25 milhões de toneladas anuais.
Os trechos mapeados para a estruturação da logística de transporte da LHG passam por nove propriedades, incluindo áreas próprias da mineradora. Pelo decreto, a LHG é autorizada a buscar solução amigável ou mesmo judicial para a utilização das áreas, assumindo as despesas. A LHG poderá, inclusive, invocar urgência para concretizar a posse das áreas. Com o término do transporte ferroviário, o minério de ferro passou a ser escoado pelo Rio Paraguai ou totalmente por rodovias quando o rio fica com o nível baixo, chegando a ser colocados 800 caminhões por dia pelas mineradoras que atuam na região do Pantanal. No caso da LHG, já havia sido noticiado por autoridades do Estado o interesse do grupo em criar um ramal ferroviário até um porto na margem do Rio. A empresa teve aprovado financiamento de R$ 3,7 bilhões do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) para a construção de balsas e empurradores para reforçar a navegação.
A mineradora tem apostado no transporte hidroviário, uma vez que os investimentos na Malha Oeste são incertos. O Governo Federal vai levar a leilão o ramal entre Corumbá e Mairinque na tentativa de atrair capital privado, admitindo, inclusive, repartir o trecho em lotes para facilitar a concessão. Em outra frente, também deve fazer a concessão da Hidrovia Paraguai Paraná, o que permitirá dragagens pontuais e melhorar as condições de navegabilidade.
Após a criação de uma nova rota viária, caminhões das mineradoras passaram a circular pela região onde vivem moradores de Porto Esperança, motivando reclamações e até investigação do Ministério Público. A existência de outra alternativa para escoar o minério da mina até o embarque também diminuiria o impacto sobre a comunidade. No EIA/RIMA (Estudo de Impacto Ambiental) que apresentou para obter licença para a expansão, constou que o projeto, a 58 km de Corumbá e a 430 km de Campo Grande, tem acesso realizado pela BR-262. A região de Corumbá é uma das áreas mais ricas em minérios do Brasil, destacando-se especialmente pelas jazidas de minério de ferro e manganês. Em um debate sobre o uso da hidrovia, realizado em 2024, um executivo da empresa considerou o minério da região com a “melhor qualidade do mundo”, retirado em pedras grandes, chamadas “lamps”. (com informações de Campo Grande News)
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Baixar áudioSeis municípios brasileiros vão se tornar laboratórios práticos de ações de prevenção de riscos de desastres e desenvolvimento urbano sustentável. A iniciativa integra a segunda fase do projeto Desenvolvimento Urbano Integrado com enfoque na Redução de Riscos de Desastres Geo-hidrológicos (DUI-RRD Cidades), coordenado pelo Ministério das Cidades em parceria com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).
As cidades selecionadas foram Belo Horizonte e Nova Lima, em Minas Gerais; Nova Friburgo, Paraíba do Sul e Petrópolis, no Rio de Janeiro; e Simões Filho, na Bahia. As ações começam em março e incluem a aplicação e o monitoramento da metodologia prevista no manual do DUI-RRD Cidades. Em maio, está prevista uma oficina presencial para adequar o manual à realidade de cada território.
A segunda fase do projeto teve início em maio de 2025, quando 12 municípios foram escolhidos entre 21 candidatos. Ao longo dos últimos meses, foram apresentadas nove propostas, que agora servirão de base para os testes práticos e para a consolidação do manual.
O secretário Nacional de Desenvolvimento Urbano e Metropolitano, Carlos Tomé Junior, ressaltou a relevância da iniciativa. Segundo ele, projetos como o DUI-RRD Cidades ajudam a transformar o planejamento urbano em uma ferramenta concreta de preparação das cidades para os desafios futuros.
Para chegar à versão atual da diretriz, foram realizadas oficinas temáticas que adaptaram as ideias originais a uma metodologia voltada à integração de políticas públicas, participação social, preservação ambiental e adaptação às mudanças climáticas.
Os municípios que não avançaram para a segunda fase poderão acompanhar as atividades como observadores, garantindo a disseminação do conhecimento para além dos projetos pilotos.
Entre as ações previstas, Belo Horizonte e Nova Lima vão substituir infraestrutura cinza por Soluções Baseadas na Natureza, como jardins de chuva, pátios naturalizados e reflorestamento de encostas. Nova Friburgo e Petrópolis concentram esforços na institucionalização da gestão de riscos e no fortalecimento da participação comunitária. Já Paraíba do Sul e Simões Filho apostam na integração entre saneamento básico, requalificação urbana e regularização fundiária para reduzir vulnerabilidades e riscos à saúde pública.
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Baixar áudioO Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou o financiamento de R$ 148,5 milhões para a construção de uma usina de biometano em Toledo, no oeste do Paraná. O investimento total previsto para o empreendimento é de cerca de R$196 milhões, de responsabilidade da Bioo Paraná Holding S.A.
O projeto deve gerar cerca de 210 empregos diretos e indiretos na fase de construção e aproximadamente 90 empregos permanentes após o início da operação, impulsionando o desenvolvimento econômico local.
A unidade terá capacidade planejada de produzir 11 milhões de metros cúbicos de biometano por ano, combustível natural e renovável equivalente ao gás natural, produzido a partir de resíduos orgânicos da agroindústria por meio de biodigestores. Essa produção deve evitar aproximadamente 80 mil toneladas de emissões de CO₂ equivalente por ano na atmosfera, contribuindo para a mitigação de gases de efeito estufa.
Além do biometano, a usina também produzirá fertilizante de matriz orgânica para uso na agricultura regional e CO₂ biogênico purificado, que poderá ser utilizado pela indústria de bebidas e por outros setores, em substituição ao gás carbônico de origem fóssil. Essas linhas de produção têm potencial para fechar ciclos produtivos e fortalecer a economia circular no território.
A operação integra a política de incentivo à economia circular e à transição energética no país. Por isso, foi viabilizada com recursos do Fundo Clima (R$ 101,5 milhões) e da linha Finem (R$ 47,1 milhões), destinados ao financiamento de grandes projetos, principalmente nas áreas de saneamento básico, infraestrutura e meio ambiente.
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Baixar áudioA Receita Federal enviou, nesta terça-feira (10), 1,2 milhão de comunicados a contribuintes com ao menos uma parcela de parcelamentos em atraso. O movimento é o pontapé inicial da ação nacional de conformidade Parcela em Dia, iniciativa da Receita Federal que visa orientar os contribuintes, prevenir a exclusão de programas de parcelamento e incentivar a busca por regularidade fiscal.
A ação abrange pessoas físicas, empresas — inclusive as optantes pelo Simples Nacional — e entes públicos, como municípios. Dentre o valor total cobrado no âmbito da ação, que é de R$ 6,4 bilhões, uma parcela majoral, de R$ 5,5 bilhões, está relacionada a dívidas sobre parcelamentos do Simples Nacional.
A receita explica que a Parcela em Dia tem caráter preventivo e corretivo, pois o acúmulo de três parcelas em atraso acarreta a exclusão do parcelamento e a consequente necessidade imediata de pagamento do valor total em aberto. Além disso, em casos de parcelamentos especiais, a inadimplência pode resultar na perda de condições beneficiárias concedidas, como reduções de multas e juros.
Diante do cenário apresentado, a Receita Federal reforça a importância da regularização das parcelas em atraso, por meio do pagamento das parcelas devedoras ou da solicitação de reparcelamento, quando disponível, visando evitar a incidência de juros adicionais e preservar os benefícios originais do parcelamento.
A Receita Federal instrui contadores e contribuintes a acessar regularmente a Caixa Postal do e-CAC para verificar o recebimento de comunicações no âmbito do Parcela em Dia e, assim, regularizar parcelas não pagas.
A Caixa Postal do e-CAC deve ser acessada autenticando o acesso à conta gov.br relacionada aos parcelamentos que se deseja conferir.
Confira a lista de valores totais em atraso por estado e a parcela referente a empresas do Simples Nacional:
| Estado | Saldo Devedor | Simples Nacional (valor total) | Simples Nacional (%) |
|---|---|---|---|
| Acre | R$ 16.715.885,15 | R$ 15.062.286,86 | 90,11% |
| Alagoas | R$ 77.699.956,41 | R$ 68.800.741,05 | 88,55% |
| Amazonas | R$ 70.998.239,02 | R$ 60.325.777,16 | 84,97% |
| Amapá | R$ 19.182.556,12 | R$ 15.981.334,00 | 83,31% |
| Bahia | R$ 490.533.630,45 | R$ 449.479.607,99 | 91,63% |
| Ceará | R$ 232.685.542,82 | R$ 203.423.894,70 | 87,42% |
| Distrito Federal | R$ 183.550.408,49 | R$ 162.445.375,39 | 88,50% |
| Espírito Santo | R$ 159.194.509,43 | R$ 145.932.964,88 | 91,67% |
| Goiás | R$ 305.341.277,50 | R$ 281.976.566,78 | 92,35% |
| Maranhão | R$ 143.162.793,61 | R$ 127.808.144,79 | 89,27% |
| Minas Gerais | R$ 680.934.241,80 | R$ 591.344.415,90 | 86,84% |
| Mato Grosso do Sul | R$ 107.798.474,50 | R$ 95.006.928,00 | 88,13% |
| Mato Grosso | R$ 210.404.545,11 | R$ 193.651.200,09 | 92,04% |
| Pará | R$ 183.177.461,19 | R$ 153.436.474,57 | 83,76% |
| Paraíba | R$ 86.848.089,79 | R$ 75.558.963,29 | 87,00% |
| Pernambuco | R$ 231.926.880,90 | R$ 210.082.997,06 | 90,58% |
| Piauí | R$ 72.421.807,50 | R$ 63.744.471,35 | 88,02% |
| Paraná | R$ 409.592.115,89 | R$ 353.600.077,78 | 86,33% |
| Rio de Janeiro | R$ 635.484.741,34 | R$ 566.580.548,00 | 89,16% |
| Rio Grande do Norte | R$ 102.909.930,85 | R$ 93.376.254,81 | 90,74% |
| Rondônia | R$ 64.349.648,16 | R$ 60.763.646,06 | 94,43% |
| Roraima | R$ 17.278.032,87 | R$ 14.707.484,18 | 85,12% |
| Rio Grande do Sul | R$ 297.654.350,60 | R$ 243.558.717,74 | 81,83% |
| Santa Catarina | R$ 426.218.810,26 | R$ 373.338.579,99 | 87,59% |
| Sergipe | R$ 43.591.206,88 | R$ 39.225.833,89 | 89,99% |
| São Paulo | R$ 1.046.106.188,39 | R$ 716.060.212,03 | 68,45% |
| Tocantins | R$ 53.774.119,88 | R$ 46.169.716,38 | 85,86% |
Os dados são da Receita Federal.
Copiar o textoEm relação ao minério de ferro, o valor agregado da produção chegou a R$ 159 bilhões
Baixar áudioDados do Anuário Mineral Brasileiro 2025 revelam que a produção de substâncias metálicas e de grafita alcançou R$ 220,5 bilhões em 2024. Foram analisados os quadros de 14 substâncias metálicas, somadas à grafita, que, juntas, correspondem a 82% do valor da produção mineral brasileira.
O levantamento, divulgado no início desta semana, apresenta um panorama do desempenho econômico do setor, com destaque para minerais estratégicos para a transição energética e para o impacto da atividade na balança comercial e na arrecadação pública.
“A mineração brasileira precisa ser compreendida a partir de dados, e não de percepções. O Anuário é um instrumento público a serviço desse debate”, destaca o diretor-geral da Agência Nacional de Mineração (ANM), Mauro Sousa.
No caso do minério de ferro, por exemplo, o valor agregado da produção chegou a R$ 159 bilhões. O documento também contempla minerais como grafita, alumínio, cobre, cromo, lítio, manganês, níquel e zinco.
Clique aqui para ter acesso ao Anuário Mineral Brasileiro 2025
Os dados consolidados têm como base os Relatórios Anuais de Lavra (RAL), preenchidos pelos mineradores com informações referentes às atividades realizadas em 2024.
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Segundo a superintendente de Economia Mineral da ANM, Inara Oliveira Barbosa, o Anuário contribui para a elaboração de informações estratégicas. A partir dos cenários apresentados, são formuladas análises que auxiliam na definição de políticas públicas e na tomada de decisões nos setores público e privado.
“Ele [o Anuário Mineral Brasileiro] permite compreender não apenas o desempenho econômico da mineração, mas também seu papel estrutural no desenvolvimento regional, na transição energética e na inserção internacional do Brasil”, afirmou.
Em 2024, o saldo da balança comercial do segmento mineral foi de US$ 42 bilhões, resultado de exportações que somaram US$ 59,9 bilhões e importações que atingiram US$ 17,9 bilhões. A China manteve-se como o principal destino das exportações brasileiras e também como o maior fornecedor de substâncias metálicas ao país.
No Brasil, mais de 270 minas das substâncias analisadas estão em operação, das quais 109 são de minério de ferro. A atividade gera retorno ao Estado por meio da Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais (CFEM). Em 2024, a arrecadação com a produção das substâncias metálicas analisadas, somadas à grafita, chegou a R$ 7 bilhões.
Com o objetivo de viabilizar o fluxo da atividade minerária, a ANM outorgou, no período, cerca de 4.800 autorizações de pesquisa, 56 concessões de lavra e 141 permissões de lavra garimpeira.
Copiar o textoVeja os valores do café arábica, café robusta, açúcar cristal e do milho no mercado
Baixar áudioO preço do café arábica nesta quarta-feira (11) registra estabilidade e a saca de 60 kg é negociada por R$ 1.861,64, na cidade de São Paulo.
INDICADOR DO CAFÉ ARÁBICA CEPEA/ESALQ
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$ |
|---|---|---|---|---|
| 10/02/2026 | 1.861,64 | -0,00% | -11,12% | 357,94 |
| 09/02/2026 | 1.861,69 | -1,22% | -11,12% | 358,85 |
| 06/02/2026 | 1.884,66 | -1,65% | -10,02% | 361,05 |
| 05/02/2026 | 1.916,31 | -0,79% | -8,51% | 364,80 |
| 04/02/2026 | 1.931,50 | -2,03% | -7,78% | 367,14 |
O café robusta apresentou valorização de 0,52% e está sendo negociado a R$ 1.069,05.
INDICADOR DO CAFÉ ROBUSTA CEPEA/ESALQ
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$ |
|---|---|---|---|---|
| 10/02/2026 | 1.069,05 | 0,52% | -11,80% | 205,55 |
| 09/02/2026 | 1.063,50 | -0,49% | -12,25% | 204,99 |
| 06/02/2026 | 1.068,70 | -0,43% | -11,82% | 204,73 |
| 05/02/2026 | 1.073,36 | -0,53% | -11,44% | 204,33 |
| 04/02/2026 | 1.079,10 | -1,46% | -10,97% | 205,11 |
O preço do açúcar cristal apresenta variação nas principais praças do estado de São Paulo. Na capital, a saca de 50 kg registra alta, cotada a R$ 101,65.
INDICADOR DO AÇÚCAR CRISTAL BRANCO CEPEA/ESALQ - SÃO PAULO
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 10/02/2026 | 101,65 | 1,55% | -3,09% | 19,54 |
| 09/02/2026 | 100,10 | -0,53% | -4,57% | 19,29 |
| 06/02/2026 | 100,63 | -1,11% | -4,06% | 19,28 |
| 05/02/2026 | 101,76 | -1,03% | -2,98% | 19,37 |
| 04/02/2026 | 102,82 | -2,83% | -1,97% | 19,54 |
Em Santos (SP), a mercadoria é negociada a R$ 104,90; a cotação média apresenta desvalorização de 1,49%.
INDICADOR AÇÚCAR CRISTAL - SANTOS
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 10/02/2026 | 104,90 | -1,49% | -2,23% | 20,16 |
| 09/02/2026 | 106,49 | -0,53% | -0,75% | 20,50 |
| 06/02/2026 | 107,06 | -0,58% | -0,21% | 20,45 |
| 05/02/2026 | 107,68 | -0,66% | 0,36% | 20,48 |
| 04/02/2026 | 108,39 | -0,79% | 1,03% | 20,70 |
A saca de 60 kg do milho é negociada a R$ 67,06, com queda de 0,04%.
INDICADOR DO MILHO ESALQ/BM&FBOVESPA
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 10/02/2026 | 67,06 | -0,04% | 1,45% | 12,89 |
| 09/02/2026 | 67,09 | 0,46% | 1,50% | 12,93 |
| 06/02/2026 | 66,78 | 0,44% | 1,03% | 12,79 |
| 05/02/2026 | 66,49 | 0,08% | 0,59% | 12,66 |
| 04/02/2026 | 66,44 | 0,24% | 0,51% | 12,63 |
Os dados são do Cepea.
Café arábica e café robusta são as duas principais variedades cultivadas e comercializadas no Brasil, ambas medidas em sacas de 60 kg.
A saca de açúcar cristal no Brasil é padronizada em 50 quilos, especialmente para comercialização no mercado atacadista e para uso na indústria alimentícia. Essa unidade de medida é adotada pelo Cepea/Esalq-USP, principal fonte de cotações diárias do açúcar cristal no país.
A saca de milho equivale a 60 kg de grãos, mesmo padrão utilizado para soja e trigo. Essa medida é oficializada por instituições como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Cepea, sendo amplamente usada em negociações e relatórios de preço do milho.
Copiar o textoEm Paranaguá, a soja marca o período em alta; no Rio Grande do Sul, o trigo apresenta estabilidade
Baixar áudioA saca de 60 quilos da soja inicia esta quarta-feira (11) com variação no Paraná. No interior do estado, o grão é negociado a R$ 119,22, com baixa de 0,07%. Já no porto de Paranaguá, principal referência no litoral paranaense, a cotação apresenta valorização de 0,59%, sendo negociada a R$ 125,47.
INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANÁ
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 10/02/2026 | 119,22 | -0,07% | -0,12% | 22,92 |
| 09/02/2026 | 119,30 | -1,29% | -0,05% | 22,99 |
| 06/02/2026 | 120,86 | 0,84% | 1,26% | 23,15 |
| 05/02/2026 | 119,85 | 0,98% | 0,41% | 22,82 |
| 04/02/2026 | 118,69 | -0,03% | -0,56% | 22,56 |
INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANAGUÁ
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 10/02/2026 | 125,47 | 0,59% | 0,45% | 24,12 |
| 09/02/2026 | 124,73 | -1,34% | -0,14% | 24,04 |
| 06/02/2026 | 126,43 | 0,65% | 1,22% | 24,22 |
| 05/02/2026 | 125,61 | 1,02% | 0,56% | 23,91 |
| 04/02/2026 | 124,34 | -0,17% | -0,46% | 23,63 |
O preço do trigo apresenta alta no Paraná e a tonelada é negociada a R$ 1.168,75. E no Rio Grande do Sul, a tonelada do grão registra estabilidade, sendo cotada a R$ 1.066,05.
PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - PARANÁ
| Data | Valor R$/t* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$/t* |
|---|---|---|---|---|
| 10/02/2026 | 1.168,75 | 0,20% | -0,36% | 224,72 |
| 09/02/2026 | 1.166,42 | -0,41% | -0,56% | 224,83 |
| 06/02/2026 | 1.171,18 | -0,29% | -0,15% | 224,36 |
| 05/02/2026 | 1.174,56 | -0,17% | 0,13% | 223,60 |
| 04/02/2026 | 1.176,58 | 0,12% | 0,31% | 223,64 |
PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - RIO GRANDE DO SUL
| Data | Valor R$/t* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$/t* |
|---|---|---|---|---|
| 10/02/2026 | 1.066,05 | 0,00% | 0,70% | 204,97 |
| 09/02/2026 | 1.066,05 | -0,04% | 0,70% | 205,48 |
| 06/02/2026 | 1.066,46 | -0,32% | 0,74% | 204,30 |
| 05/02/2026 | 1.069,92 | 1,23% | 1,07% | 203,68 |
| 04/02/2026 | 1.056,90 | 0,00% | -0,16% | 200,89 |
Os dados são do Cepea.
A saca de soja e a saca de trigo são as principais unidades de comercialização de grãos no Brasil. Cada saca equivale a 60 quilos, padrão adotado por órgãos oficiais como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).
Esse formato padronizado facilita o comércio da soja e do trigo, além de permitir um acompanhamento mais preciso das cotações e variações de preços no mercado nacional.
Copiar o textoAs cotações do frango congelado e do frango resfriado apresentam alta; carcaça suína registra baixa
Baixar áudioO preço do boi gordo nesta quarta-feira (11) apresenta valorização; a arroba está sendo negociada a R$ 337,30, no estado de São Paulo.
INDICADOR DO BOI GORDO CEPEA/ESALQ
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 10/02/2026 | 337,30 | 0,03% | 3,18% | 64,85 |
| 09/02/2026 | 337,20 | 0,07% | 3,15% | 65,00 |
| 06/02/2026 | 336,95 | 0,24% | 3,07% | 64,55 |
| 05/02/2026 | 336,15 | 0,87% | 2,83% | 63,99 |
| 04/02/2026 | 333,25 | 1,32% | 1,94% | 63,34 |
Na Grande São Paulo, em São José do Rio Preto e em Descalvado, os preços do frango apresentaram elevação. O frango congelado passou a ser negociado a R$ 7,07, com alta de 1,43%, enquanto o frango resfriado fechou a R$ 7,13, com elevação de 1,42%.
PREÇOS DO FRANGO CONGELADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|
| 10/02/2026 | 7,07 | 1,43% | 1,14% |
| 09/02/2026 | 6,97 | 0,00% | -0,29% |
| 06/02/2026 | 6,97 | 0,14% | -0,29% |
| 05/02/2026 | 6,96 | 0,00% | -0,43% |
| 04/02/2026 | 6,96 | 0,87% | -0,43% |
PREÇOS DO FRANGO RESFRIADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|
| 10/02/2026 | 7,13 | 1,42% | 1,13% |
| 09/02/2026 | 7,03 | 0,00% | -0,28% |
| 06/02/2026 | 7,03 | 0,14% | -0,28% |
| 05/02/2026 | 7,02 | 0,00% | -0,43% |
| 04/02/2026 | 7,02 | 0,86% | -0,43% |
A carcaça suína especial apresenta baixa de 0,10%, sendo negociada a R$ 10,50, por quilo, nos atacados da Grande São Paulo.
O suíno vivo também registra alta em todos os estados, com destaque para São Paulo, onde o animal é comercializado a R$ 6,97.
PREÇOS DA CARCAÇA SUÍNA ESPECIAL (R$/kg)
| Data | Média | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|
| 10/02/2026 | 10,50 | -0,10% | -5,66% |
| 09/02/2026 | 10,51 | -0,28% | -5,57% |
| 06/02/2026 | 10,54 | -1,40% | -5,30% |
| 05/02/2026 | 10,69 | -1,11% | -3,95% |
| 04/02/2026 | 10,81 | 0,00% | -2,88% |
INDICADOR DO SUÍNO VIVO CEPEA/ESALQ (R$/kg)
| Data | Estado | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|---|
| 10/02/2026 | MG - posto | 6,79 | 0,15% | -4,10% |
| 10/02/2026 | PR - a retirar | 6,67 | -0,60% | -1,77% |
| 10/02/2026 | RS - a retirar | 6,81 | -0,44% | 0,74% |
| 10/02/2026 | SC - a retirar | 6,61 | 0,00% | -1,49% |
| 10/02/2026 | SP - posto | 6,97 | 1,31% | -1,69% |
Os valores são do Cepea.
O boi gordo é o bovino macho pronto para o abate, com peso mínimo de 16 arrobas líquidas de carcaça (aproximadamente 240 kg) e até 42 meses de idade. Atende aos padrões do mercado nacional e internacional, incluindo exportações para Europa, China e cota Hilton.
O frango congelado passa por congelamento rápido, com temperaturas abaixo de -12°C, garantindo maior vida útil para armazenamento e transporte a longas distâncias. Já o frango resfriado é mantido entre 0°C e 4°C, com validade de 5 a 7 dias, oferecendo textura e sabor mais próximos do fresco, ideal para consumidores exigentes e restaurantes.
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Baixar áudioO dólar fechou o último pregão em leve alta, com valorização de 0,16%, cotado a R$ 5,19. O movimento acompanhou o avanço da moeda americana frente às principais divisas internacionais, em um dia marcado por maior força do dólar no cenário externo.
De acordo com especialistas, a alta reflete um ajuste técnico após a realização observada nos últimos dias, sem a influência de fatores domésticos relevantes. A avaliação é de que o comportamento do câmbio esteve mais ligado às dinâmicas do mercado internacional do que a eventos internos.
Analistas apontam ainda que, nos próximos pregões, o dólar tende a seguir sensível a dados econômicos dos Estados Unidos, especialmente aqueles relacionados ao mercado de trabalho, que ajudam a balizar as expectativas sobre a política monetária americana.
Já o euro encerrou o último pregão em baixa, cotado a R$ 6,18.
A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.
| Código | BRL | USD | EUR | GBP | JPY | CHF | CAD | AUD |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| BRL | 1 | 0,1925 | 0,1617 | 0,1410 | 29,6997 | 0,1478 | 0,2608 | 0,2718 |
| USD | 5,1945 | 1 | 0,8403 | 0,7324 | 154,27 | 0,7675 | 1,3548 | 1,4126 |
| EUR | 6,1834 | 1,1901 | 1 | 0,8718 | 183,60 | 0,9134 | 1,6123 | 1,6812 |
| GBP | 7,0956 | 1,3653 | 1,1472 | 1 | 210,62 | 1,0478 | 1,8495 | 1,9287 |
| JPY | 3,36715 | 0,648193 | 0,54463 | 0,474767 | 1 | 0,4975 | 0,87817 | 0,91567 |
| CHF | 6,7672 | 1,3028 | 1,0948 | 0,9543 | 201,03 | 1 | 1,7650 | 1,8404 |
| CAD | 3,8341 | 0,7381 | 0,6203 | 0,5407 | 113,88 | 0,5665 | 1 | 1,0427 |
| AUD | 3,6784 | 0,7079 | 0,5948 | 0,5185 | 109,21 | 0,5433 | 0,9590 | 1 |
Os dados são da Investing.com.
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Baixar áudioO Ibovespa encerrou o último pregão com leve queda de 0,16%, aos 185.929 pontos. Durante a sessão, o principal índice do mercado acionário brasileiro chegou a trocar de sinal algumas vezes e encostou nos 187 mil pontos, mas perdeu fôlego no decorrer do dia.
De acordo com especialistas, o movimento refletiu ajustes pontuais após a renovação de máximas recentes, além de um cenário de maior cautela por parte dos investidores. A avaliação é de que a volatilidade observada ao longo do pregão esteve ligada a fatores específicos do mercado, sem mudanças relevantes no quadro macroeconômico.
Mesmo com o recuo, analistas destacam que o índice segue em patamar elevado, sustentado pelo desempenho positivo acumulado nas últimas sessões.
Confira as ações com melhor e pior desempenho no último fechamento:
Ações em alta no Ibovespa
Ações em queda no Ibovespa
O volume total negociado na B3 foi de R$ 28.037.436.527, em meio a 3.762.872 negócios.
Os dados da bolsa podem ser consultados no site da B3.
O Ibovespa (Índice Bovespa) é o principal indicador do mercado acionário brasileiro. Calculado pela B3, ele reflete a média do desempenho das ações mais negociadas na bolsa, com base em critérios de volume e liquidez. O índice é composto por uma carteira teórica de ativos, que representa cerca de 80% do volume financeiro total negociado no mercado.
A B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) é a bolsa de valores oficial do Brasil, sediada em São Paulo. É responsável pela negociação de ações, derivativos, títulos públicos e privados, câmbio e outros ativos financeiros. A B3 está entre as maiores bolsas do mundo em infraestrutura e valor de mercado.
Copiar o textoO concurso 2971 da Mega-Sena foi realizado nesta terça-feira (10/02/2026), no Espaço da Sorte, em São Paulo, e divulgado pela Caixa Econômica Federal. O sorteio não teve vencedores na faixa principal.
O prêmio para o próximo sorteio está marcado para quinta-feira (12), está estimado em R$ 55.000.000,00. Aproveite a oportunidade e faça sua aposta para concorrer.
01 - 27 - 39 - 40 - 46 - 56
Para participar, basta escolher de 6 a 15 números entre os 60 disponíveis no volante. A aposta mínima custa R$ 5,00, e quanto mais números você marcar, maior o preço — mas também maiores as chances de ganhar. Os sorteios acontecem três vezes por semana, às terças, quintas e sábados, sempre às 21h (horário de Brasília).
| Números apostados | Probabilidade de acertar 6 dezenas |
|---|---|
| 6 números | 1 em 50.063.860 |
| 7 números | 1 em 7.151.980 |
| 8 números | 1 em 1.787.995 |
| 9 números | 1 em 595.998 |
| 10 números | 1 em 238.399 |
| 15 números | 1 em 10.003 |
Para aumentar as chances de ganhar, é possível participar de bolões organizados pelas lotéricas ou formar um grupo de apostas. O valor mínimo por cota é de R$ 6,00, e o bolão pode ter de 2 a 100 cotas.
Quer apostar sem complicação? Use a Surpresinha e deixe o sistema escolher os números para você — uma forma prática e rápida de participar dos sorteios.
Prefere insistir nos seus números da sorte? Aposte com a Teimosinha e concorra com a mesma combinação por 2, 3, 4, 6, 8, 9 ou até 12 concursos seguidos, aumentando suas chances de ganhar sem precisar refazer a aposta a cada sorteio.
Parte da arrecadação das apostas da Mega-Sena é destinada a programas sociais do governo federal, como:
Copiar o textoO concurso 3610 da Lotofácil foi realizado nesta terça-feira (10/02/2026), no Espaço da Sorte, em São Paulo, e divulgado pela Caixa Econômica Federal. 6 apostadores acertaram as 15 dezenas e levaram para casa o prêmio de R$ 1.036.708,93. Os bilhetes premiados foram adquiridos em Brasília (DF), Alvinópolis (MG), Abaetetuba (PA), Belém (PA), São José dos Pinhais (PR) e Florianópolis (SC).
O prêmio para o próximo concurso da Lotofácil, de número 3611, que será realizado na quarta-feira, 11 de fevereiro de 2026, está estimado em R$ 1.800.000,00. Aproveite a oportunidade e faça sua aposta para concorrer!
01 - 03 - 05 - 07 - 08 - 10 - 13 - 14 - 17 - 20 - 21 - 22 - 23 - 24 - 25
A aposta mínima, de 15 números, custa R$ 3,50 com chance de 1 em 3.268.760 e a máxima custa R$ 46.512 com chance de 1 em 211.
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Quantidade de números jogados |
Valor da aposta |
|---|---|
|
15 |
R$ 3,50 |
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16 |
R$ 48 |
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17 |
R$ 408 |
|
18 |
R$ 2.448 |
|
19 |
R$ 11.628 |
|
20 |
R$ 46.512 |
De segunda-feira a sábado, às 21h.
Quer apostar sem complicação? Use a Surpresinha e deixe o sistema escolher os números para você — uma forma prática e rápida de participar dos sorteios.
Prefere insistir nos seus números da sorte? Aposte com a Teimosinha e concorra com a mesma combinação por por 3, 6, 12, 18 ou 24 concursos seguidos, aumentando suas chances de ganhar sem precisar refazer a aposta a cada sorteio.
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Baixar áudioA previsão do tempo para a Região Sudeste do país, nesta quarta-feira (11), é de céu de muitas nuvens para quase toda a região — à exceção do extremo-nordeste de Minas Gerais a partir da tarde —, com chuvas de diferentes intensidades para todos os estados ao longo do dia, mais intensas e acompanhadas de trovoadas a partir da tarde. Há, ainda, possibilidade de queda de granizo para Minas Gerais à noite.
Pela manhã, a previsão é de céu de muitas nuvens para toda a região, com possibilidade de chuvas isoladas para o Rio de Janeiro, São Paulo, centro-oeste e sul de Minas Gerais e extremo-sul do Espírito Santo. As chuvas devem amanhecer mais intensas e acompanhadas de trovoadas em todo o Rio, Minas Gerais e centro-norte de São Paulo.
Durante a tarde, as chuvas se intensificam e se restringem a São Paulo, quase todo o Rio de Janeiro — à exceção do extremo-norte — e oeste e centro-sul e de Minas Gerais, acompanhadas de trovoadas em todo o estado paulista, centro-oeste do Rio e centro-sudoeste mineiro.
À noite, as pancadas de chuva acompanhadas de trovoadas tomam todo o Rio de Janeiro, sul do Espírito Santo, centro-oeste e sul de Minas Gerais e extremo-norte de São Paulo, enquanto o restante do estado paulista deve ficar sob pancadas de chuva isoladas mas sem trovoadas. Há previsão de possibilidade de queda de granizo para o extremo-noroeste de Minas Gerais.
O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta de perigo potencial de chuvas intensas para quase toda a região — à exceção do norte do Espírito Santo e nordeste de Minas Gerais.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 17°C em Belo Horizonte. Já a máxima pode chegar até 34°C, em Vitória. A umidade relativa do ar varia entre 50% e 100%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA previsão do tempo para o Sul do país, nesta quarta-feira (11), indica céu de muitas nuvens para a maior parte da região, com pancadas de chuva e trovoadas para os três estados ao longo do dia. Há possibilidade de queda de granizo no Rio Grande do Sul durante todo o dia.
Pela manhã, a previsão é de muitas nuvens para toda a região e pancadas de chuva acompanhadas de trovoadas para quase todo o Rio Grande do Sul — à exceção da porção central do extremo-norte —, os extremos-leste e oeste de Santa Catarina e o extremo-oeste do Paraná. O extremo-norte paranaense deve amanhecer sob chuvas menos intensas, enquanto o centro-sul gaúcho deve ter trovoadas acompanhando as pancadas de chuva. Há, ainda, possibilidade de queda de granizo para o sul do Rio Grande do Sul.
Durante a tarde, o céu deve continuar com muitas nuvens em quase toda a região — à exceção do oeste do Paraná — e as possibilidades de chuva isoladas se restringem a todo o Rio Grande do Sul, centro-sul e leste de Santa Catarina e extremo-nordeste e leste do Paraná, com maior intensidade e acompanhadas de trovoadas em todo o estado gaúcho, centro-sul catarinense e extremo-noroeste do Paraná. A possibilidade de queda de granizo se estende a todo o centro-sul do Rio Grande do Sul.
À noite, as chuvas se intensificam e se restringem a todo o Rio Grande do Sul, Santa Catarina e sul e extremo-norte do Paraná, acompanhadas de trovoadas no centro-sul gaúcho. A possibilidade de queda de granizo se restringe ao sul gaúcho.
O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta de perigo potencial de tempestade para quase todo o estado do Rio Grande do Sul — à exceção do extremo-norte —, além de alerta de perigo de tempestade para o sul do estado gaúcho.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 17°C, em Curitiba. Já a máxima pode chegar até 35°C, em Porto Alegre. A umidade relativa do ar varia entre 40% e 100%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA previsão do tempo para a Região Norte do país, nesta quarta-feira (11), indica céu com muitas nuvens para toda a região e chuvas de diferentes intensidades com trovoadas para quase todos os estados ao longo do dia — à exceção do centro-norte de Roraima, onde não deve chover. As precipitações devem cobrir quase toda a região durante todo o dia e ter maior intensidade à noite. Há, ainda, previsão de possibilidade de queda de granizo para o Tocantins à noite.
Pela manhã, a previsão é de muitas nuvens para quase toda a região — à exceção de Roraima, que deve ficar sob poucas nuvens —, e pancadas de chuva isoladas para quase toda a região — à exceção de Roraima, oeste do Amapá, noroeste do Pará e extremo-norte do Amazonas, onde não deve chover —, que devem amanhecer acompanhadas de trovoadas em todo o Acre, Rondônia, centro-sul e oeste do Amazonas, centro-sudoeste do Pará e sudoeste do Tocantins.
Durante a tarde, as pancadas de chuva isoladas avançam sobre todo o Amapá e a maior parte do noroeste do Pará, mas as trovoadas se restringem ao Acre, Rondônia, centro-sul do Amazonas, centro-oeste do Tocantins e extremo-sudeste do Pará.
À noite, as chuvas isoladas se expandem e tomam todo o Amazonas, noroeste do Pará e a parte central do sul de Roraima. As pancadas de chuva com trovoadas tomam todo o Acre, Rondônia, Tocantins e centros-sul do Amazonas e do Pará. Há, ainda, possibilidade de queda de granizo para o sudoeste do Tocantins.
O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta de perigo potencial de chuvas intensas para toda a região, além de alerta de perigo de chuvas intensas para Rondônia, extremo-oeste do Pará, leste do Amazonas e norte do Tocantins.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 23°C, em Belém, Macapá, Palmas e Rio Branco. Já a máxima pode chegar até 36°C, em Boa Vista. A umidade relativa do ar varia entre 45% e 100%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA previsão do tempo para a Região Nordeste do país, nesta quarta-feira (11), indica céu de muitas nuvens para quase toda a região — à exceção do litoral da Bahia —, e chuvas de diferentes intensidades para o interior oeste e litorais norte e nordeste ao longo do dia. Há, ainda, previsão de trovoadas para a maior parte dos estados do centro-oeste ao longo do dia, além de possibilidade de queda de granizo para a Bahia, o Maranhão e o Piauí à noite.
Pela manhã, a previsão é de possibilidade de chuvas isoladas para todo o Maranhão, Ceará, centros-norte e sudoeste do Piauí, extremo-oeste da Bahia, além do litoral norte do Rio Grande do Norte e todo o litoral leste entre o Rio Grande do Norte e Sergipe. As chuvas devem amanhecer mais intensas no Maranhão, centro-sudoeste do Piauí e extremo-oeste da Bahia e vir acompanhadas de trovoadas somente na porção sul do extremo-oeste baiano.
Durante a tarde, as chuvas se intensificam e se mantêm em quase todas as mesmas áreas, deixando a maior parte do extremo-oeste baiano — à exceção do extremo-norte da área —, e as pancadas de chuva devem vir acompanhadas de trovoadas somente no centro-sul do Maranhão.
À noite, a possibilidade de chuvas isoladas toma o Maranhão, centro-oeste e sudoeste do Piauí, extremo-oeste da Bahia e todo o litoral entre o Maranhão e a cidade de Salvador. As chuvas mais intensas se restringem ao centro-sul do Maranhão, sul do Piauí, extremo-oeste baiano e litoral entre o Ceará e Pernambuco, vindo acompanhadas de trovoadas no centro-sul maranhense, sul do Piauí e extremo-oeste baiano. Há, ainda, possibilidade de queda de granizo para o extremo-oeste da Bahia e extremos-sul do Maranhão e do Piauí.
O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta de perigo potencial de chuvas intensas para todo o Maranhão, centro-oeste e sul do Piauí e oeste da Bahia, além de alerta de perigo de chuvas intensas para o sul do Maranhão, sudoeste do Piauí e extremo-noroeste da Bahia.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 23°C em São Luís. Já a máxima pode chegar até 31°C, em Aracaju, Recife e São Luís. A umidade relativa do ar varia entre 50% e 96%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA previsão do tempo para a Região Centro-Oeste, nesta quarta-feira (11), indica a presença de muitas nuvens e pancadas de chuva para quase toda a região — à exceção do sul de Mato Grosso do Sul, que deve escapar às precipitações —, com possibilidade de trovoadas em todos os estados ao longo do dia. Há, ainda, previsão de chance de queda de granizo em Goiás à noite.
O dia amanhece já com a previsão de muitas nuvens para toda a região e possibilidade de chuvas isoladas para quase toda a região — à exceção do centro-sul de Mato Grosso do Sul, onde não deve chover. As chuvas amanhecem mais intensas e acompanhadas de trovoadas em todo o DF, Goiás, Mato Grosso e nordeste de Mato Grosso do Sul.
Durante a tarde, as pancadas de chuva sem trovoadas avançam sobre o centro-norte de Mato Grosso do Sul, enquanto as demais áreas se mantêm sob as mesmas condições. O nordeste do Goiás tem previsão de possibilidade de queda de granizo.
À noite, as pancadas de chuva com trovoadas tomam quase toda a região — à exceção do centro-sul de Mato Grosso do Sul, que deve se manter sob poucas nuvens e sem chuvas.
O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta de perigo potencial de chuvas intensas para todo o estado de Goiás, Distrito Federal e centro-norte de Mato Grosso, além de alerta de perigo de chuvas intensas para o extremo-noroeste de Mato Grosso.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 18 °C em Brasília. Já a máxima pode chegar até 33 °C, em Campo Grande. A umidade relativa do ar varia entre 40% e 100%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o textoRecursos vão reforçar medidas emergenciais em cidades do Mato Grosso, Piauí e Rio Grande do Sul
Baixar áudioO Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), por meio da Defesa Civil Nacional, autorizou, nesta terça-feira (10), o repasse de R$ 1.583.688,09 milhão para ações de resposta em três municípios afetados por desastres. Receberão recursos cidades do Mato Grosso, Piauí e Rio Grande do Sul. As portarias com a liberação dos valores foram publicadas no Diário Oficial da União (DOU). Confira abaixo:
Os recursos foram autorizados a partir de critérios técnicos que levam em conta a magnitude dos desastres, o número de desabrigados e desalojados e as necessidades apresentadas nos planos de trabalho enviados pelas prefeituras.
Estados e municípios que tiverem o reconhecimento federal de situação de emergência ou estado de calamidade pública podem solicitar apoio ao MIDR. As solicitações são feitas pelo Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2iD). Após análise e aprovação da equipe técnica da Defesa Civil Nacional, os repasses são formalizados em portaria publicada no Diário Oficial da União (DOU).
As informações são do MIDR
Copiar o textoA Brasil Mineral informa que estão abertas as inscrições para o 2º. Prêmio Mineração & Comunidades de valorização e engajamento com comunidades em territórios com mineração. O prêmio, criado pela Brasil Mineral em 2025, visa “reconhecer, valorizar e incentivar iniciativas focadas na sustentabilidade socioamabiental, mostrando com transparência as ações do setor mineral relacionadas ao desenvolvimento e fortalecimento das comunidades e da qualidade de vida das pessoas em territórios mineradores”.
O 2º Prêmio Mineração & Comunidades é direcionado aos gestores tecnicamente responsáveis pela elaboração e implantação de projetos socioambientais, de desenvolvimento, culturais e educativos nas comunidades do entorno de operações de mineração e abrange cinco categorias:
Os trabalhos inscritos deverão representar um projeto prático implantado ou iniciado, no máximo, nos últimos dois anos (2024 e 2025). Trabalhos inscritos na edição de 2025 do Prêmio “Mineração & Comunidades” não poderão ser inscritos novamente nesta edição.
Obrigatoriamente, o trabalho inscrito deverá ter sido implantado no território de entorno de um empreendimento minerário e ter ou estar contribuindo para o incremento da qualidade de vida das comunidades daquele território.
O projeto poderá ter sido implantado pela empresa, sua Fundação, Instituto, Fundos ou por uma consultoria contratada.
O envolvimento direto das comunidades na execução do projeto deverá ser comprovado, bem como o público beneficiado e os resultados/benefícios/impactos positivos obtidos com a implementação do trabalho.
As inscrições para o prêmio se encerram às 18 horas do dia 30 de março de 2026. A premiação dos trabalhos acontecerá durante o 11º. Seminário Mineração &/X Comunidades, nos dias 16 e 17 de junho, em Belo Horizonte – MG.
O regulamento e as inscrições para o prêmio estão disponíveis clicando aqui.
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Baixar áudioDivulgado nesta segunda-feira (9) pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), o Índice de Preços ao Consumidor - Semanal (IPC-S) da primeira quadrissemana de fevereiro subiu 0,59%, repetindo o valor apurado na última divulgação, e acumula variação de 3,98% nos últimos 12 meses e de 1,18% em 2026.
Três das oito classes de despesas que compõem o índice apresentaram aumento nas suas taxas de variação. A maior contribuição para o resultado do IPC-S veio do grupo Educação, Leitura e Recreação — cuja variação passou de um crescimento de 1,16% na quarta quadrissemana de janeiro para um de 1,74% na primeira de fevereiro —, seguido por Habitação (de 0,23% para 0,37%) e Despesas Diversas (de 0,23% para 0,27%).
Enquanto o grupo Comunicação repetiu a taxa de variação da última apuração, de 0,00%, os grupos Alimentação (de 0,70% para 0,49%), Vestuário (de -0,62% para -1,30%), Saúde e Cuidados Pessoais (de 0,46% para 0,36%) e Transportes (de 1,18% para 1,15%) apresentaram recuo em suas taxas.
O IPC-S atua como um medidor a curto prazo da inflação para famílias de renda entre um e 33 salários mínimos, e pode auxiliar na identificação de tendências. O período avaliado pelo índice corresponde às quatro semanas entre os dias 7 de janeiro e 7 de fevereiro de 2026.
Com informações da FGV.
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