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Baixar áudioA previsão do tempo para a Região Sul nesta quarta-feira (29) de acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) é de pancadas de chuva e trovoadas no Paraná e grande parte de Santa Catarina.
No Rio Grande do Sul, o frio é intenso. Possibilidade de chuva no Centro Ocidental e Oriental gaúcho durante a manhã. Enquanto a metade sul e oeste gaúcha apresentam poucas nuvens, o norte do estado e o litoral catarinense podem registrar chuvas isoladas ao longo do dia.
Entre as capitais, mínima de 9ºC em Porto Alegre. A máxima deve chegar a 24ºC em Florianópolis e Porto Alegre. A umidade relativa do ar varia entre 30% e 100%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA previsão do tempo para a Região Centro-Oeste nesta quarta-feira (29) de acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) é de pancadas de chuva acompanhadas de trovoadas em Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, que podem ocorrer desde a manhã até a noite.
Já o estado de Goiás e o Distrito Federal apresentam tempo mais seco e estável. Nessas áreas, a previsão é de céu variando entre muitas nuvens e aberturas de sol, mas sem chuva. No leste de Mato Grosso e em algumas faixas de transição com Goiás, podem ocorrer chuvas isoladas e passageiras.
Entre as capitais, mínima de 16ºC em Brasília. A máxima deve chegar a 33ºC em Cuiabá. A umidade relativa do ar varia entre 30% e 90%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA previsão do tempo para a Região Sudeste nesta quarta-feira (29) de acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), é de pancadas de chuva no estado de São Paulo ao longo de todo o dia, ganhando força durante a tarde e noite. No litoral do Rio de Janeiro e do Espírito Santo, o dia é de muitas nuvens com aberturas de sol e sem previsão de chuva na maior parte da costa capixaba e fluminense.
No interior da região, o tempo permanece firme. Em grande parte de Minas Gerais e no centro-norte do Espírito Santo, predomina o céu com poucas nuvens e sol. Já na capital mineira, em áreas do Triângulo Mineiro e no Rio de Janeiro, o cenário é de muitas nuvens durante todo o período, porém sem chuva.
Entre as capitais, mínima de 17ºC em Belo Horizonte. A máxima deve chegar a 36ºC no Rio de Janeiro. A umidade relativa do ar varia entre 30% e 100%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA previsão do tempo para a Região Norte nesta quarta-feira (29), de acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) indica pancadas de chuva acompanhadas de trovoadas isoladas no Amazonas, Pará, Amapá, Roraima, Rondônia e Acre. Essas tempestades tendem a ser mais frequentes e intensas durante os períodos da tarde e da noite.
No Tocantins, as chuvas se concentram nas mesorregiões do Bico do Papagaio, Araguaína, Miracema do Tocantins, Jalapão e Porto Nacional.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 23°C em Palmas e Rio Branco. Já a máxima pode chegar até 34°C, em Manaus. A umidade relativa do ar varia entre 40% e 100%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA previsão do tempo para esta quarta-feira (29) no Nordeste de acordo com dados do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), é de pancadas de chuva e trovoadas, principalmente na faixa norte da região, abrangendo todo o estado do Maranhão, o centro-norte do Piauí e o litoral do Ceará. No litoral leste, entre o Rio Grande do Norte e Alagoas, o dia deve registrar pancadas de chuva intercaladas com períodos de muitas nuvens, enquanto em Sergipe e no litoral da Bahia a possibilidade é de chuvas isoladas.
Já no interior da região, o tempo segue sem chuvas. Grande parte do sertão e o centro-sul da Bahia apresentam céu com muitas nuvens, mas sem previsão de chuva, enquanto o extremo sul baiano deve registrar poucas nuvens ao longo do dia.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 23°C em Maceió e São Luís. Já a máxima pode chegar até 32°C, em Natal. A umidade relativa do ar varia entre 50% e 95%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia.
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Baixar áudioAtenção, organizações sociais de todo o Brasil! O Fundo Sociambiental CAIXA lançou um edital público para apoiar projetos de gestão da água nas cidades. Serão investidos 10 milhões de reais. A ideia é apoiar soluções inovadoras, sustentáveis e inclusivas.
As inscrições estão abertas no site www.investidor.bussolasocial.com.br/caixaeconomicafederal/editais. Os interessados têm até o dia 22 de maio. Podem participar da seleção as entidades privadas sem fins lucrativos e cooperativas sociais. Cada concorrente pode apresentar um projeto.
O diretor de sustentabilidade e cidadania digital da caixa, Jean Benevides, ressalta a importância da iniciativa do Banco.
"O Fundo Socioambiental da Caixa prima pelo cuidado, tanto com as pessoas como com o nosso planeta, que é a nossa casa. E, com esta chamada pública, nós queremos encontrar e apoiar aquelas iniciativas que possam ser replicadas em todo o Brasil. Queremos projetos que ajudem a economizar os recursos hídricos, aprimorar os processos de saneamento e levar a água para os milhões de brasileiros que ainda estão apartados desse recurso que é básico para a vida", destaca.
A execução dos projetos pode durar entre 24 e 36 meses. Para outras informações, acesse: www.caixa.gov.br/sustentabilidade/fundosocioambientalcaixa.
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Baixar áudioA alta do petróleo e de outros insumos, impulsionada pela guerra no Oriente Médio, provocou um aumento expressivo no preço médio das matérias-primas no Brasil. Segundo a pesquisa Sondagem Industrial, divulgada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), o índice de evolução do preço das matérias-primas passou de 55,3 pontos no quarto trimestre de 2025 para 66,1 pontos no primeiro trimestre de 2026 — um salto de 10,8 pontos no período.
O índice não atingia patamar tão elevado desde o segundo trimestre de 2022, quando o fluxo do comércio global ainda se recuperava dos efeitos da pandemia.
O alto custo ou a falta de matérias-primas também ganhou destaque no ranking dos principais problemas enfrentados pelo setor industrial. O desafio foi apontado por 30,8% dos industriais no primeiro trimestre de 2026, contra 17,3% no no último trimestre de 2025, passando a ocupar agora a segunda colocação.
Em primeiro lugar permanece a elevada carga tributária, embora tenha recuado de 41,1% para 34,8% das assinalações. Na terceira posição aparecem as taxas de juros elevadas, com 27,2%, praticamente estáveis em relação ao trimestre anterior.
O gerente de Análise Econômica da CNI, Marcelo Azevedo, afirma que a maior preocupação dos empresários reflete os impactos do cenário internacional.
“Essa maior preocupação dos empresários com a falta ou o alto custo das matérias-primas reflete o que vem acontecendo no conflito no Oriente Médio, que vem trazendo dificuldades e elevação de custos com petróleo e outros insumos importantes”, afirma.
Segundo o levantamento, os industriais demonstraram insatisfação com as condições financeiras das empresas. O índice que mede essa percepção caiu 2,9 pontos na passagem do quarto trimestre de 2025 para o primeiro trimestre de 2026, passando de 50,1 para 47,2 pontos.
O índice de satisfação com o lucro operacional também recuou 2,6 pontos, atingindo 41,9 pontos — o menor valor desde o segundo trimestre de 2020, quando registrou 37 pontos, período em que a indústria sofria os efeitos mais intensos da pandemia.
Já o índice de acesso ao crédito caiu 1,9 ponto, passando de 40,9 pontos no quarto trimestre de 2025 para 39 pontos no primeiro trimestre de 2026, a pior marca em três anos. O indicador permanece bem abaixo da linha de 50 pontos, indicando grande dificuldade das empresas para obter crédito.
“Os juros ainda exercem uma pressão significativa sobre a situação financeira das empresas, especialmente aquelas que já vêm trazendo dívidas anteriores. Também há uma pressão maior de custos que já vinha acontecendo no final do ano passado com relação à mão de obra, mas nesse primeiro trimestre de 2026, há um custo maior com relação a insumos e matérias-primas, pressionando a situação financeira das empresas”, destaca Azevedo.
Apesar do aumento no custo das matérias-primas, a produção industrial avançou em março. O índice que mede essa evolução subiu 8,3 pontos em relação a fevereiro, passando de 45,4 pontos para 53,7 pontos.
Segundo a CNI, o resultado positivo era esperado, já que março costuma marcar a transição de queda para alta na produção industrial.
Seguindo essa tendência, a Utilização da Capacidade Instalada (UCI) cresceu de 66% para 69%, superando a média histórica para o mês de março, que é de 67%.
Já o índice de evolução do nível de estoques apresentou leve variação negativa de 0,1 ponto, atingindo 49,5 pontos. Ao permanecer abaixo da linha de 50 pontos, o indicador mostra que os estoques de produtos industriais continuam abaixo do nível considerado ideal pelos empresários.
Além disso, o índice que mede a evolução do número de empregados também avançou, passando de 48 para 49,1 pontos. Apesar da terceira alta consecutiva, o indicador segue abaixo da linha de 50 pontos, indicando que o emprego industrial ainda apresenta queda, embora de forma menos intensa e disseminada.
Segundo a CNI, os resultados positivos para a produção e a UCI em março contribuíram para melhorar as expectativas dos empresários para os próximos meses. Todos os índices de expectativas registraram alta em abril, com exceção do indicador relacionado ao número de empregados.
Apesar disso, a intenção de investimento do setor segue contida diante do cenário externo e os juros altos. Em abril, o índice de intenção de investimento caiu 1,1 ponto, passando de 54,8 pontos para 53,7 pontos — a quarta queda consecutiva.
A pesquisa completa está disponível no site da CNI.
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Baixar áudioA CAIXA paga, nesta terça-feira, 28 de abril, nova parcela do Programa Pé-de-Meia para os estudantes do Ensino Médio regular e Ensino Médio da Educação de Jovens e Adultos, a EJA, nascidos nos meses de março e abril.
O incentivo será creditado na conta Poupança CAIXA Tem e os valores podem ser movimentados pelo App CAIXA Tem.
O estudante pode pagar contas, fazer transferências e PIX, direto no aplicativo.
Além disso, pode movimentar os valores com o cartão do programa, fazendo compras e pagamentos.
O Programa Pé-de-Meia apoia a permanência e a conclusão escolar dos estudantes matriculados no Ensino Médio e na Educação de Jovens e Adultos da rede pública.
Para consultar as demais datas de pagamento do programa Pé-de-Meia, acesse o site da CAIXA em www.caixa.gov.br.
O Pé-de-Meia é um programa de incentivo financeiro-educacional do Governo Federal para estudantes do ensino médio público inscritos no CadÚnico. Ele funciona como uma poupança para manter a frequência e estimular a conclusão do ensino médio, reduzindo desigualdades e promovendo inclusão e mobilidade social.
Copiar o textoOs pagamentos são realizados preferencialmente na Poupança CAIXA ou conta CAIXA Tem
Baixar áudioA CAIXA inicia nesta terça-feira (28), o pagamento do Bolsa Família referente ao mês de abril para os beneficiários com o Número de Identificação Social (NIS) terminado em 8.
Os pagamentos são realizados preferencialmente na Poupança CAIXA ou conta CAIXA Tem. Com a conta CAIXA Tem, os beneficiários podem pagar contas e fazer transferências diretamente pelo aplicativo no celular.
O benefício também pode ser movimentado com o cartão de débito da conta em comércios, Unidades Lotéricas, Correspondentes CAIXA Aqui, terminais de autoatendimento e Agências da CAIXA. Além disso, é possível realizar saques sem cartão nos terminais de autoatendimento e Unidades Lotéricas, utilizando a identificação biométrica previamente cadastrada em uma agência da CAIXA.
No aplicativo Bolsa Família é possível acompanhar as informações do benefício, além de receber atualizações e novidades sobre o programa.
Para baixar os aplicativos CAIXA Tem e Bolsa Família, basta acessar a loja de aplicativos do seu smartphone. É gratuito.
O Programa Bolsa Família é a transferência mensal de renda do maior programa social do Brasil, reconhecido por tirar milhões de famílias da fome. O modelo atual considera tamanho e características do núcleo familiar: lares com três ou mais pessoas tendem a receber valores maiores do que famílias unipessoais, reforçando a proteção social.
Além da renda, o Bolsa Família integra políticas públicas para ampliar acesso a saúde, educação e assistência social. O foco é promover dignidade e cidadania, articulando ações complementares (esporte, ciência, trabalho) para a superação da pobreza e a transformação social.
Para ter direito ao pagamento do Bolsa Família, a renda por pessoa da família deve ser de até R$ 218/mês.
Exemplo: 1 pessoa com salário mínimo (R$ 1.518) em família de 7 integrantes → renda per capita de R$ 216,85. Como está abaixo de R$ 218, a família é elegível ao benefício.
Mesmo inscrita no CadÚnico, a família só recebe quando for selecionada pelo sistema do programa. A inclusão é contínua e mensal, de forma automatizada, conforme os critérios de elegibilidade e a atualização cadastral.
Preciso estar no CadÚnico? Sim, é obrigatório para concorrer ao pagamento do Bolsa Família.
O valor é igual para todos? Não. O modelo considera o tamanho e o perfil familiar, podendo variar.
Cadastro feito = pagamento imediato? Não. A seleção é mensal e automatizada; a família começa a receber quando é incluída.
Onde tirar dúvidas? Procure o CRAS do seu município ou os canais oficiais do programa.
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Baixar áudioMais de 200 artesãos de diferentes regiões do Brasil começaram, no último dia 15 de abril, uma jornada de capacitação voltada à exportação. A iniciativa integra a Trilha do Conhecimento para Exportação do Artesanato Brasileiro, promovida pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil). O objetivo é preparar o setor para atuar no comércio exterior.
A ação faz parte do Programa Brasil Feito à Mão, que busca aproximar artesãos do mercado global, incentivando práticas sustentáveis, o empreendedorismo e a valorização da identidade cultural brasileira.
O projeto é realizado em parceria com o Programa do Artesanato Brasileiro (PAB), vinculado ao Ministério do Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte (MEMP), e com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae).
A proposta é qualificar os profissionais para o comércio internacional, ampliando a presença do artesanato brasileiro no exterior e promovendo geração de renda com base em princípios de sustentabilidade e comércio justo.
A etapa inicial da trilha teve início com um webinar conduzido pelas equipes de Competitividade e Inteligência de Mercado da ApexBrasil. Durante o encontro, foram apresentados dados sobre o posicionamento do artesanato brasileiro no cenário internacional, além de tendências, oportunidades e orientações práticas sobre mercados com potencial para o setor.
Na abertura, a coordenadora de Competitividade da ApexBrasil, Rafaella Paolinelli, ressaltou a relevância cultural e econômica do artesanato nacional.
“O que vocês produzem não é só um produto, é cultura, é identidade, é história. E isso tem muito valor no mundo inteiro, especialmente para os compradores internacionais. A gente sabe que a exportação não acontece da noite para o dia, não é imediata. Isso tudo é uma construção e é por meio dessa Trilha que a gente gostaria de mostrar isso para vocês”, destacou.
A programação incluiu ainda a participação de representantes do PAB/MEMP e do Sebrae Nacional, além da apresentação de um caso de sucesso: a marca paraense Seiva Amazon Design, sediada em Ananindeua (PA).
Criada oficialmente em 2021, após experimentações iniciadas em 2018, a empresa desenvolve biojoias a partir de borracha nativa amazônica e resíduos reaproveitados, como o caroço de açaí transformado em pó. O modelo de produção é descentralizado e envolve mulheres de comunidades extrativistas, promovendo geração de renda aliada à valorização da biodiversidade regional.
A CEO da marca, Lidia Abrahim, compartilhou a experiência de internacionalização do negócio e destacou o papel das instituições parceiras.
“Desde o início, a gente sonhou com um negócio que já nascesse com vocação para exportar, mas entendendo que esse caminho seria construído passo a passo, com qualificação e preparação”, pontuou.
Ao longo dessa trajetória, o apoio do Sebrae e da ApexBrasil foi fundamental para que eu entendesse melhor o mercado internacional, aprimorasse meus processos e chegasse mais preparada às rodadas de negócios. Foi esse processo que nos permitiu construir uma cultura de exportação dentro do negócio e concretizar a primeira venda internacional”, acrescentou.
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Outra empresa participante é a Amarjon Biojoias, que desde 2008 fabrica semijoias a partir de elementos da natureza, como folhas, flores e sementes. Para Isabel Ribeiro, sócia-diretora do empreendimento, a evolução dos negócios foi evidente, sobretudo por participar de iniciativas promovidas pela ApexBrasil.
“Sem a base da ApexBrasil, nós não conseguiríamos chegar onde nós chegamos atualmente. Nós estamos já em nove países, então são vários clientes e também agora nós fechamos uma parceria com a Turquia. Então aconselho a todas as empresas que têm o desejo de expandir no mercado internacional, que procurem a ApexBrasil. Realmente, isso só vai agregar o prazer com os resultados”, afirmou.
A Trilha do Conhecimento foi desenhada para desenvolver competências em exportação e habilidades comerciais estratégicas, com foco em negociação e gestão de vendas internacionais. A iniciativa também busca conectar artesãos e grupos produtivos a oportunidades reais de negócios.
O percurso é dividido em três fases sequenciais e eliminatórias. A primeira aborda conceitos introdutórios sobre exportação, com cursos à distância e webinars. Já a segunda etapa é dedicada à preparação prática, com quatro encontros online. A terceira, por sua vez, inclui mentoria individual, concessão de bolsa exportação e divulgação dos participantes na plataforma Buy Brazil.
Ao combinar conteúdo técnico, experiências reais e articulação com instituições de apoio, o programa inaugura uma nova fase de preparação do artesanato brasileiro para o mercado internacional. A expectativa é ampliar as oportunidades para empreendedores que transformam cultura, identidade e território em produtos com potencial de alcance global.
Ao longo do ano, a iniciativa segue com uma série de ações voltadas à promoção e à internacionalização do artesanato brasileiro. Em maio, está prevista uma palestra no Salão do Artesanato, em São Paulo (SP). Já em julho, ocorre a Rodada de Negócios Exporta Mais Brasil Artesanato, durante a Fenearte, em Olinda (PE), ainda com confirmação pendente.
Para o mês de setembro, está programada a Missão de Negócios da Jornada Exportadora do Artesanato, em Paris, na França, com inscrições a serem abertas em breve. Já em dezembro, os artesãos participarão da Feira Internacional Expoartesanías, em Bogotá, na Colômbia, por meio do Programa +Feiras, ampliando a presença do setor em mercados estratégicos internacionais.
Copiar o textoO Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE) realizou, dia 22 de abril, workshop dedicado à atualização do estudo prospectivo sobre terras raras no Brasil, com horizonte até 2040. A abertura do encontro foi conduzida pelo diretor-presidente do CGEE, Anderson Gomes, com participação dos diretores Connie McManus e Geraldo Nunes, reforçando o papel da instituição como articuladora de conhecimento estratégico voltado à formulação de políticas públicas em ciência, tecnologia e inovação. A iniciativa reuniu pesquisadores, especialistas e representantes de instituições estratégicas para discutir os desafios e as oportunidades relacionados ao desenvolvimento dessas cadeias produtivas no Brasil.
O workshop contou ainda com a palestra do professor Silvio Meira, do Centro de Estudos e Sistemas Avançados do Recife (Cesar) e da TDS Company, duas instituições mais relevantes do País em inovação e tecnologia, que abordou aspectos estratégicos a serem incorporados ao estudo. Também participaram o diretor do Departamento de Programas de Inovação (Depin) do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), Osório Coelho Guimarães Neto, e equipe da pasta, além de Ronaldo Carmona, da Escola Superior de Guerra (ESG) e da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep). O evento marca um novo ciclo de atualização de um tema que já mobiliza o CGEE há mais de uma década. Em 2013, a instituição publicou o estudo Usos e aplicações de terras raras no Brasil: 2012–2030, elaborado a partir de demanda do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). À época, o objetivo foi estruturar uma agenda estratégica para o desenvolvimento dessas cadeias produtivas, incluindo a construção de cenários globais, a definição de um roadmap nacional e a identificação de direcionadores para setores como ímãs permanentes, catalisadores, ligas metálicas e fósforos.
Mais de uma década depois, terras raras voltam à agenda pública diante da reconfiguração geopolítica e da transição energética global. As terras raras são insumos essenciais para tecnologias como turbinas eólicas, veículos elétricos, equipamentos médicos, sistemas de defesa e dispositivos eletrônicos avançados. Nesse contexto, o workshop buscou atualizar diagnósticos, revisar estratégias e apontar caminhos para o fortalecimento da autonomia tecnológica brasileira. A programação refletiu a complexidade da cadeia produtiva e a necessidade de uma abordagem integrada. Entre os temas discutidos estiveram o cenário global e suas implicações para o Brasil, os principais atores e prioridades nacionais, além da construção de um novo roadmap estratégico para o período 2026–2040. Também foram abordadas etapas críticas da cadeia, como mineração, concentração, refino - incluindo a separação de óxidos por extração por solvente - e o desenvolvimento de aplicações industriais.
Especialistas convidados apresentaram direcionadores estratégicos para diferentes segmentos, como a produção de ímãs permanentes, catalisadores, ligas metálicas, fósforos e materiais para polimento e fabricação de vidros e lentes especiais. A agenda incluiu ainda discussões sobre economia circular e sustentabilidade, refletindo a crescente preocupação com o uso responsável desses recursos. A condução dos debates envolveu nomes como Fátima Ludovico, Fernando Landgraf, Fernando Lins, Mariele Bonfante, Juliano Engerroff e Wagner Macedo, entre outros especialistas com atuação reconhecida no tema.
Para o diretor-presidente do CGEE, a diversidade de participantes evidencia o esforço do Centro em articular competências científicas e institucionais para enfrentar um desafio que é, ao mesmo tempo, tecnológico, industrial e estratégico. “Esse esforço de articulação não é pontual. Ele se insere na missão histórica do CGEE de conectar produção científica, análise estratégica e tomada de decisão pública. Ao reunir pesquisadores, centros de pesquisa e atores institucionais, o Centro contribui para consolidar uma base de evidências capaz de orientar políticas públicas mais robustas e coordenadas. Entregaremos os resultados à ministra Luciana Santos [MCTI] e ao presidente Lula”, afirmou Anderson Gomes.
A Academia Brasileira de Ciências (ABC) publicou nota técnica em dezembro de 2025, onde destacou que o Brasil detém cerca de 23% das reservas globais de terras raras, mas ainda não domina etapas de maior valor agregado, como refino, metalurgia e fabricação de ímãs permanentes. O documento aponta, ainda, a persistência de lacunas já identificadas em estudos anteriores do próprio CGEE, especialmente no que diz respeito à ausência de infraestrutura para escalonamento industrial. “Nesse cenário, a atualização do estudo prospectivo ganha importância estratégica. Ao revisar cenários, identificar gargalos e propor direcionadores, o trabalho contribui para alinhar políticas mineral, industrial, energética e de defesa, em um contexto de crescente disputa global por recursos críticos”, finalizou Gomes. A proposta do CGEE sinaliza um movimento de continuidade e aprofundamento de uma agenda de Estado, reforçando seu papel como espaço de construção coletiva de estratégias para o desenvolvimento nacional em ciência, tecnologia e inovação. O estudo ‘Usos e aplicações de terras raras no Brasil : 2012-2030 pode ser acessado clicando aqui.
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Baixar áudioEm um eventual segundo turno na disputa pela Presidência da República, o atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece em empate técnico com os pré-candidatos: o senador Flávio Bolsonaro (PL) e os ex-governadores Romeu Zema (Novo) e Ronaldo Caiado (PSD). Os dados são da pesquisa Nexus/BTG, divulgada nesta segunda-feira (27).
Na simulação entre Lula e Flávio Bolsonaro, o petista ficou com 46% das intenções de voto, enquanto o senador registrou 45%, configurando empate técnico dentro da margem de erro.
Os votos em branco, nulo ou em nenhum dos dois candidatos somaram 8%, e 1% dos entrevistados não soube ou preferiu não responder.
O levantamento também faz uma comparação com os resultados de março, quando Lula e Flávio empataram em 46%.
Nos cenários com os demais pré-candidatos, o levantamento aponta os seguintes resultados para o segundo turno:
Lula e Zema
Em março, Lula tinha 46% e Zema 40%.
Lula e Caiado
Em março, Lula tinha 46% e Caiado 41%.
O levantamento da Nexus/BTG ouviu 2.028 eleitores entre 24 e 26 de abril. A margem de erro é de 2 pontos percentuais (p.p.), para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.
Apesar das simulações com nomes considerados de terceira via, apenas Flávio Bolsonaro fica próximo de disputar o segundo turno com o atual presidente. Segundo o levantamento, no voto espontâneo para o primeiro turno, Lula manteve 41%. Já Flávio Bolsonaro oscilou dentro da margem de erro, recuando de 38% em março para 36% em abril.
Entre os demais pré-candidatos, as variações de intenção de votos entre março e abril foram:
O índice de rejeição — que mede o percentual de eleitores que afirmam não votar em determinado candidato de jeito nenhum — ficou numericamente empatado entre Lula e Flávio Bolsonaro, ambos com 48%. Há quatro semanas, a rejeição ao presidente Lula era de 49%.
Já entre os eleitores que votariam apenas em Lula, o índice é de 34%, e o de Flávio é de 27%; sem variações em relação ao levantamento anterior.
A pesquisa também aponta avanço, dentro da margem de erro, na avaliação do governo federal. A taxa de aprovação subiu de 45% para 46%, enquanto a desaprovação caiu de 51% para 49%. Com isso, o saldo negativo do governo passou de -6 p.p. para -3 p.p.
O levantamento investigou ainda o nível de endividamento dos brasileiros. Segundo os dados, 59% dos entrevistados afirmaram possuir alguma dívida, sendo que 24% têm débitos em atraso há mais de 30 dias.
Além disso, ao considerar uma cesta composta por nove itens — incluindo contas, serviços e produtos —, cerca de metade dos eleitores relatou ter maior dificuldade de consumo hoje em comparação com o governo anterior, encerrado em dezembro de 2022. Essa percepção inclui desde a compra de roupas, celulares e medicamentos até o pagamento de contas e aquisição de alimentos.
De acordo com a análise, essa percepção econômica influencia o comportamento eleitoral. Entre os entrevistados que afirmam ter pouca ou nenhuma dificuldade de consumo atualmente, há preferência significativamente maior por Lula em um eventual segundo turno contra Flávio Bolsonaro.
Por outro lado, entre aqueles que relatam maior dificuldade para comprar produtos e pagar contas, a preferência eleitoral se concentra mais em Flávio Bolsonaro.
A pesquisa completa está disponível no site da Nexus.
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Baixar áudioA Floresta Amazônica consegue se recuperar mesmo após sofrer impactos expressivos, como queimadas, períodos prolongados de seca e tempestades intensas. Árvores voltam a crescer e processos ecológicos se restabelecem. Porém, essa regeneração não ocorre exatamente como antes, já que a floresta se recompõe com menor variedade de espécies e maior sensibilidade a novos distúrbios.
Essa é a principal conclusão de uma pesquisa publicada na revista PNAS e baseada em duas décadas de observação em campo, conduzida por cientistas brasileiros. O estudo mostra que, após os danos, algumas espécies mais sensíveis desaparecem ou se tornam raras, enquanto outras, mais resistentes e capazes de lidar com ambientes difíceis, passam a dominar.
Os autores entendem que esse efeito sobre a vegetação não leva à transformação da Amazônia em savana, como algumas hipóteses sugeriam. Confirme o estudo, a floresta continua existindo, mas com composição mais simplificada e homogênea em determinadas áreas.
Mas ao mesmo tempo que demonstra capacidade de recuperação, o estudo chama atenção para um ponto crítico: a floresta alterada fica mais exposta a eventos extremos.
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Secas mais intensas, incêndios frequentes e o avanço do desmatamento tornam o sistema mais frágil. As mudanças climáticas globais agravam este cenário, afetando funções essenciais da floresta, como o armazenamento de carbono e a regulação das chuvas.
Fenômenos climáticos de grande escala, como o El Niño — responsável por alterar padrões de chuva ao aquecer o oceano Pacífico — também interferem nesse equilíbrio, influenciando a frequência e a intensidade dos impactos.
Os pesquisadores observaram diferenças importantes dentro da própria floresta. Nas áreas mais internas, longe das bordas, a vegetação se recompõe com mais rapidez quando o fogo é controlado, mantendo níveis relativamente estáveis de diversidade.
Já nas regiões próximas a áreas abertas, como pastos, estradas ou plantações, a recuperação é mais lenta e incompleta. Entre 2004 e 2024, essas bordas perderam parte significativa da variedade de espécies, com reduções que chegaram a quase metade em alguns casos. A diversidade de espécies diminuiu entre 20% e 46% no período de 2004 a 2024.
Isso ocorre porque o contato com áreas abertas altera temperatura, umidade e outros aspectos do microclima.
Outro elemento que influenciou esse processo foi a presença de gramíneas. Elas se espalharam principalmente nas bordas após incêndios mais severos e contribuíram para a ocorrência de novos focos de fogo mais intensos, dificultando a regeneração de árvores. Algumas dessas plantas são de origem africana, como a Andropogon gayanus, além de espécies como Imperata e Aristida longifolia, associadas a ambientes de pastagem.
Com o avanço da vegetação arbórea ao longo do tempo — especialmente a partir de meados da década de 2010 — essas gramíneas foram perdendo espaço. Hoje, sobrevivem apenas em pequenas áreas mais sombreadas. Isso indica que, apesar das mudanças profundas, não há evidências de uma conversão permanente da floresta em um ambiente semelhante ao de savana.
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Baixar áudioO preço do boi gordo nesta terça-feira (28) apresenta queda de 0,36%; a arroba está sendo negociada a R$ 360,70, no estado de São Paulo.
INDICADOR DO BOI GORDO CEPEA/ESALQ
| DATA | VALOR R$* | VAR./DIA | VAR./MÊS | VALOR US$* |
|---|---|---|---|---|
| 27/04/2026 | 360,70 | -0,36% | 1,32% | 72,43 |
| 24/04/2026 | 362,00 | -0,11% | 1,69% | 72,41 |
| 23/04/2026 | 362,40 | -0,40% | 1,80% | 72,35 |
| 22/04/2026 | 363,85 | -0,59% | 2,21% | 73,17 |
| 20/04/2026 | 366,00 | 0,25% | 2,81% | 73,58 |
Na Grande São Paulo, em São José do Rio Preto e em Descalvado, os preços do frango apresentam queda de 0,42%. O frango congelado é negociado a R$ 7,16, e o frango resfriado é vendido a R$ 7,17.
PREÇOS DO FRANGO CONGELADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP
| DATA | VALOR R$ | VAR./DIA | VAR./MÊS |
|---|---|---|---|
| 27/04/2026 | 7,16 | -0,42% | -1,10% |
| 24/04/2026 | 7,19 | -0,55% | -0,69% |
| 23/04/2026 | 7,23 | 0,00% | -0,14% |
| 22/04/2026 | 7,23 | -1,50% | -0,14% |
| 20/04/2026 | 7,34 | 0,00% | 1,38% |
PREÇOS DO FRANGO RESFRIADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP
| DATA | VALOR R$ | VAR./DIA | VAR./MÊS |
|---|---|---|---|
| 27/04/2026 | 7,17 | -0,42% | -1,38% |
| 24/04/2026 | 7,20 | -0,55% | -0,96% |
| 23/04/2026 | 7,24 | 0,00% | -0,41% |
| 22/04/2026 | 7,24 | -1,63% | -0,41% |
| 20/04/2026 | 7,36 | 0,00% | 1,24% |
A carcaça suína especial apresenta baixa de 0,93%, sendo negociada a R$ 8,54, por quilo, nos atacados da Grande São Paulo.
O suíno vivo também registra queda em todos os estados analisados, com é o caso de Minas Gerais, onde o produto é comercializado a R$ 5,66.
PREÇOS DA CARCAÇA SUÍNA ESPECIAL (R$/kg)
| DATA | MÉDIA | VAR./DIA | VAR./MÊS |
|---|---|---|---|
| 27/04/2026 | 8,54 | -0,93% | -11,41% |
| 24/04/2026 | 8,62 | 0,00% | -10,58% |
| 23/04/2026 | 8,62 | -0,23% | -10,58% |
| 22/04/2026 | 8,64 | -1,93% | -10,37% |
| 20/04/2026 | 8,81 | -1,78% | -8,61% |
INDICADOR DO SUÍNO VIVO CEPEA/ESALQ (R$/kg)
| DATA | ESTADO | VALOR R$* | VAR./DIA | VAR./MÊS |
|---|---|---|---|---|
| 27/04/2026 | MG - posto | 5,66 | -0,35% | -13,85% |
| 27/04/2026 | PR - a retirar | 4,93 | -2,57% | -19,84% |
| 27/04/2026 | RS - a retirar | 5,14 | -3,02% | -18,28% |
| 27/04/2026 | SC - a retirar | 4,94 | -0,80% | -19,81% |
| 27/04/2026 | SP - posto | 5,41 | -1,64% | -18,15% |
Os dados são do Cepea.
O boi gordo é o bovino macho pronto para o abate, com peso mínimo de 16 arrobas líquidas de carcaça (aproximadamente 240 kg) e até 42 meses de idade. Atende aos padrões do mercado nacional e internacional, incluindo exportações para Europa, China e cota Hilton.
O frango congelado passa por congelamento rápido, com temperaturas abaixo de -12°C, garantindo maior vida útil para armazenamento e transporte a longas distâncias.
Já o frango resfriado é mantido entre 0°C e 4°C, com validade de 5 a 7 dias, oferecendo textura e sabor mais próximos do fresco, ideal para consumidores exigentes e restaurantes.
Copiar o textoO preço do trigo registra alta de 0,18% no Paraná; e de 0,79% no Rio Grande do Sul
Baixar áudioO valor da saca de 60 kg da soja abre esta terça-feira (28) em alta no interior do Paraná e queda no litoral do estado, em Paranaguá.
Na primeira região, o grão teve valorização de 0,17% e é negociado a R$ 121,12; na segunda, a mercadoria teve baixa de 0,06% e é cotada a R$ 127,66.
INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANÁ
| DATA | VALOR R$* | VAR./DIA | VAR./MÊS | VALOR US$* |
|---|---|---|---|---|
| 27/04/2026 | 121,12 | 0,17% | -1,38% | 24,32 |
| 24/04/2026 | 120,91 | 0,35% | -1,55% | 24,19 |
| 23/04/2026 | 120,49 | -0,11% | -1,89% | 24,05 |
| 22/04/2026 | 120,62 | 0,37% | -1,78% | 24,25 |
| 20/04/2026 | 120,17 | -0,20% | -2,15% | 24,16 |
INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANAGUÁ
| DATA | VALOR R$* | VAR./DIA | VAR./MÊS | VALOR US$* |
|---|---|---|---|---|
| 27/04/2026 | 127,66 | -0,06% | -1,22% | 25,63 |
| 24/04/2026 | 127,74 | 0,66% | -1,16% | 25,55 |
| 23/04/2026 | 126,90 | -0,42% | -1,81% | 25,33 |
| 22/04/2026 | 127,43 | 1,19% | -1,40% | 25,63 |
| 20/04/2026 | 125,93 | -0,41% | -2,56% | 25,32 |
O preço do trigo, por sua vez, registra valorização de 0,18% no Paraná; e de 0,79% no Rio Grande do Sul. No primeiro estado, a tonelada é vendida a R$ 1.338,20, enquanto no segundo é comercializada a R$ 1.269,96.
PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - PARANÁ
| DATA | VALOR R$/T* | VAR./DIA | VAR./MÊS | VALOR US$/T* |
|---|---|---|---|---|
| 27/04/2026 | 1.338,20 | 0,18% | 4,15% | 268,71 |
| 24/04/2026 | 1.335,79 | -0,18% | 3,96% | 267,21 |
| 23/04/2026 | 1.338,21 | -0,30% | 4,15% | 267,16 |
| 22/04/2026 | 1.342,19 | 0,19% | 4,46% | 269,89 |
| 20/04/2026 | 1.339,61 | 0,77% | 4,26% | 269,32 |
PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - RIO GRANDE DO SUL
| DATA | VALOR R$/T* | VAR./DIA | VAR./MÊS | VALOR US$/T* |
|---|---|---|---|---|
| 27/04/2026 | 1.269,96 | 0,79% | 10,17% | 255,01 |
| 24/04/2026 | 1.260,04 | 1,28% | 9,31% | 252,06 |
| 23/04/2026 | 1.244,12 | 0,70% | 7,93% | 248,38 |
| 22/04/2026 | 1.235,52 | 0,67% | 7,19% | 248,45 |
| 20/04/2026 | 1.227,34 | 0,01% | 6,48% | 246,75 |
Os valores são do Cepea.
A saca de soja e a saca de trigo são as principais unidades de comercialização de grãos no Brasil. Cada saca equivale a 60 quilos, padrão adotado por órgãos oficiais como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).
Esse formato padronizado facilita o comércio da soja e do trigo, além de permitir um acompanhamento mais preciso das cotações e variações de preços no mercado nacional.
Copiar o textoPreços do café arábica e açúcar apresentam queda
Baixar áudioO preço do café arábica abre esta terça-feira (28) em queda de 2,58%, com a saca de 60 kg negociada a R$ 1.784,03 na cidade de São Paulo.
INDICADOR DO CAFÉ ARÁBICA CEPEA/ESALQ
| DATA | VALOR R$ | VAR./DIA | VAR./MÊS | VALOR US$ |
|---|---|---|---|---|
| 27/04/2026 | 1.784,03 | -2,58% | -5,50% | 358,24 |
| 24/04/2026 | 1.831,26 | 0,77% | -2,99% | 366,33 |
| 23/04/2026 | 1.817,26 | 2,67% | -3,74% | 362,80 |
| 22/04/2026 | 1.770,08 | -0,32% | -6,24% | 355,94 |
| 20/04/2026 | 1.775,85 | 0,58% | -5,93% | 357,03 |
O café robusta também teve queda, desta vez de 1,47%, sendo comercializado a R$ 941,05.
INDICADOR DO CAFÉ ROBUSTA CEPEA/ESALQ
| DATA | VALOR R$ | VAR./DIA | VAR./MÊS | VALOR US$ |
|---|---|---|---|---|
| 27/04/2026 | 941,05 | -1,47% | -2,56% | 188,97 |
| 24/04/2026 | 955,12 | 1,43% | -1,10% | 191,06 |
| 23/04/2026 | 941,63 | 0,91% | -2,50% | 187,99 |
| 22/04/2026 | 933,13 | 2,58% | -3,38% | 187,64 |
| 20/04/2026 | 909,64 | 2,73% | -5,81% | 182,88 |
O preço do açúcar cristal apresenta variação nas principais praças do estado de São Paulo. Na capital, a saca de 50 kg teve recuo de 0,95% e é cotada a R$ 98,71.
INDICADOR DO AÇÚCAR CRISTAL BRANCO CEPEA/ESALQ - SÃO PAULO
| DATA | VALOR R$* | VAR./DIA | VAR./MÊS | VALOR US$* |
|---|---|---|---|---|
| 27/04/2026 | 98,71 | -0,95% | -6,40% | 19,82 |
| 24/04/2026 | 99,66 | 3,75% | -5,50% | 19,94 |
| 23/04/2026 | 96,06 | -3,01% | -8,91% | 19,18 |
| 22/04/2026 | 99,04 | -0,35% | -6,09% | 19,92 |
| 20/04/2026 | 99,39 | -0,51% | -5,76% | 19,98 |
Em Santos (SP), a mercadoria também diminuiu. A queda foi de 0,53%, e a commodite é negociada a R$ 102,11 na média de preços sem impostos.
INDICADOR AÇÚCAR CRISTAL - SANTOS (FOB)
| DATA | VALOR R$* | VAR./DIA | VAR./MÊS | VALOR US$* |
|---|---|---|---|---|
| 27/04/2026 | 102,11 | -0,53% | -10,51% | 20,54 |
| 24/04/2026 | 102,65 | 2,43% | -10,04% | 20,50 |
| 23/04/2026 | 100,21 | 0,12% | -12,17% | 20,23 |
| 22/04/2026 | 100,09 | 0,86% | -12,28% | 20,16 |
| 20/04/2026 | 99,24 | 0,44% | -13,02% | 19,91 |
A saca de 60 kg do milho, por sua vez, é vendida a R$ 66,67, após aumento de 0,06% no preço.
INDICADOR DO MILHO ESALQ/BM&FBOVESPA
| DATA | VALOR R$* | VAR./DIA | VAR./MÊS | VALOR US$* |
|---|---|---|---|---|
| 27/04/2026 | 66,67 | 0,06% | -5,26% | 13,39 |
| 24/04/2026 | 66,63 | 0,41% | -5,31% | 13,33 |
| 23/04/2026 | 66,36 | 0,03% | -5,70% | 13,25 |
| 22/04/2026 | 66,34 | -0,17% | -5,73% | 13,34 |
| 20/04/2026 | 66,45 | -0,54% | -5,57% | 13,36 |
Os valores são do Cepea.
Café arábica e café robusta são as duas principais variedades cultivadas e comercializadas no Brasil, ambas medidas em sacas de 60 kg.
O café arábica (conhecido também como café Conilon, em algumas regiões) tem sabor mais suave, menor teor de cafeína e alta qualidade sensorial, sendo preferido em cafeterias especializadas e nas exportações de cafés premium. Representa cerca de 70% da produção brasileira, com destaque para estados como Minas Gerais e São Paulo.
O café robusta, por sua vez, possui sabor mais amargo, maior concentração de cafeína e corpo mais intenso. É amplamente utilizado na produção de café solúvel e blends comerciais. Seus principais polos produtores são o Espírito Santo e Rondônia, e seu preço costuma ser mais baixo em comparação ao arábica, por conta do perfil mais industrial.
A saca de açúcar cristal no Brasil é padronizada em 50 quilos, especialmente para comercialização no mercado atacadista e para uso na indústria alimentícia. Essa unidade de medida é adotada pelo Cepea/Esalq-USP, principal fonte de cotações diárias do açúcar cristal no país.
A saca de milho equivale a 60 kg de grãos, mesmo padrão utilizado para soja e trigo. Essa medida é oficializada por instituições como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Cepea, sendo amplamente usada em negociações e relatórios de preço do milho.
Copiar o textoO euro, por sua vez, encerrou o pregão cotado em torno de R$ 5,86
Baixar áudioO dólar concluiu o último pregão cotado a R$ 4,98, após alta de 0,31%. O valor foi atingido após a moeda voltar a ser negociada abaixo da barreira psicológica dos cinco reais, interrompendo a leve pressão de alta vista no fim da semana anterior.
Entre os principais motivos para o resultado está a expectativa em torno da "Super Quarta", com as decisões de juros no Brasil e nos EUA, além dos desdobramentos diplomáticos no Oriente Médio. O avanço nas propostas para destravar o tráfego no Estreito de Hormuz trouxe um alívio pontual ao risco global, favorecendo moedas de países exportadores de petróleo como o Brasil.
Próximo ao encerramento da sessão, a moeda americana registrava estabilidade na comparação com divisas fortes. Medida pelo índice DXY, o dólar registrava uma leve variação negativa de 0,05%, operando na casa dos 98,48 pontos.
O euro, por sua vez, encerrou o pregão cotado em torno de R$ 5,86.
A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.
| Código | BRL | USD | EUR | GBP | JPY | CHF | CAD | AUD |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| BRL | 1 | 0,2007 | 0,1706 | 0,1477 | 32,0005 | 0,1577 | 0,2735 | 0,2783 |
| USD | 4,9818 | 1 | 0,8531 | 0,7388 | 159,43 | 0,7854 | 1,3625 | 1,3914 |
| EUR | 5,8617 | 1,1722 | 1 | 0,8660 | 186,84 | 0,9206 | 1,5970 | 1,6310 |
| GBP | 6,7454 | 1,3535 | 1,1547 | 1 | 215,79 | 1,0631 | 1,8441 | 1,8833 |
| JPY | 0,0312 | 0,0063 | 0,0054 | 0,0046 | 1 | 0,4927 | 0,0085 | 0,0087 |
| CHF | 6,3430 | 1,2732 | 1,0862 | 0,9407 | 203,05 | 1 | 1,7347 | 1,7715 |
| CAD | 3,6564 | 0,7340 | 0,6262 | 0,5423 | 117,02 | 0,5765 | 1 | 1,0210 |
| AUD | 3,5939 | 0,7187 | 0,6131 | 0,5310 | 114,57 | 0,5645 | 0,9792 | 1 |
Os dados são da Investing.com.
Copiar o textoO volume total negociado na B3 foi de R$ 20.6 bilhões, em meio a 3,4 milhões negócios
Baixar áudioO índice da bolsa de valores brasileira (Ibovespa) concluiu a última sessão em queda, em meio a incertezas envolvendo as tensões no Oriente Médio e expectativas sobre juros.
Ao fim do pregão, o índice sofreu recuo de 0,61%, cotado aos 189.578 pontos.
O resultado levou em conta o fracasso das negociações diplomáticas entre EUA e Irã e a paralisação do tráfego no Estreito de Ormuz. Para analistas do mercado financeiro, o cenário externo somado à elevação das projeções de inflação no Boletim Focus elevou o risco e a cautela dos investidores.
Confira as ações com melhor e pior desempenho no último fechamento:
Ações em alta no Ibovespa
Ações em queda no Ibovespa
O volume total negociado na B3 foi de R$ 20.697.455.549, em meio a 3.417.992 negócios.
Os dados da bolsa podem ser consultados no site da B3.
O Ibovespa (Índice Bovespa) é o principal indicador do mercado acionário brasileiro. Calculado pela B3, ele reflete a média do desempenho das ações mais negociadas na bolsa, com base em critérios de volume e liquidez. O índice é composto por uma carteira teórica de ativos, que representa cerca de 80% do volume financeiro total negociado no mercado.
A B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) é a bolsa de valores oficial do Brasil, sediada em São Paulo. É responsável pela negociação de ações, derivativos, títulos públicos e privados, câmbio e outros ativos financeiros. A B3 está entre as maiores bolsas do mundo em infraestrutura e valor de mercado.
Copiar o textoO concurso 3671 da Lotofácil foi realizado nesta segunda (27/04/2026), no Espaço da Sorte, em São Paulo, e divulgado pela Caixa Econômica Federal. O sorteio não teve vencedores na faixa principal.
O prêmio estimado para o próximo concurso da Lotofácil, de número 3672, que será realizado na terça-feira, 28 de abril de 2026, está estimado em R$ 5.000.000,00. Aproveite a oportunidade e faça sua aposta para concorrer!
01 - 03 - 04 - 05 - 06 - 07 - 09 - 10 - 12 - 13 - 15 - 16 - 17 - 18 - 21
A aposta mínima, de 15 números, custa R$ 3,50 com chance de 1 em 3.268.760 e a máxima custa R$ 46.512 com chance de 1 em 211.
|
Quantidade de números jogados |
Valor da aposta |
|---|---|
|
15 |
R$ 3,50 |
|
16 |
R$ 48,00 |
|
17 |
R$ 408,00 |
|
18 |
R$ 2.448,00 |
|
19 |
R$ 11.628,00 |
|
20 |
R$ 46.512,00 |
De segunda-feira a sábado, às 21h.
Quer apostar sem complicação? Use a Surpresinha e deixe o sistema escolher os números para você — uma forma prática e rápida de participar dos sorteios.
Prefere insistir nos seus números da sorte? Aposte com a Teimosinha e concorra com a mesma combinação por 3, 6, 12, 18 ou 24 concursos seguidos, aumentando suas chances de ganhar sem precisar refazer a aposta a cada sorteio.
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Baixar áudioUma frente fria atua na Região Sul neste início de semana. Nesta terça-feira (28), a previsão é de poucas nuvens e geada pela manhã em áreas do Rio Grande do Sul.
Em Santa Catarina, o céu varia entre poucas e muitas nuvens, com pancadas de chuva no norte do estado.
No Paraná, há previsão de chuva. O Inmet emitiu alerta de perigo potencial para chuvas intensas em áreas do Norte Pioneiro, Oeste, Noroeste e Região Metropolitana de Curitiba.
Entre as capitais, mínimas de 6ºC em Porto Alegre (RS) e 14ºC em Curitiba (PR). A máxima deve chegar a 20ºC em Florianópolis (SC).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o textoO Inmet emitiu alerta de perigo potencial para chuvas intensas em áreas dos dois estados
Baixar áudioA previsão para esta terça-feira (28) indica chuva em Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. No Distrito Federal e em Goiás, o tempo permanece estável.
O Inmet emitiu alerta de perigo potencial para chuvas intensas em áreas de Mato Grosso do Sul e Mato Grosso. O aviso vale para municípios do Pantanal e leste sul-mato-grossense, além do norte e nordeste mato-grossense.
A previsão indica acumulados de até 50 mm por dia.
Entre as capitais, mínimas de 16ºC em Brasília (DF) e 18ºC em Campo Grande (MS). As máximas devem chegar a 32ºC em Cuiabá (MT) e Goiânia (GO).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o textoO Inmet emitiu alerta de perigo potencial para chuvas intensas em áreas desses estados
Baixar áudioA previsão indica tempo estável e pouca nebulosidade em Minas Gerais e no Espírito Santo nesta terça-feira (28). Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), a passagem de uma frente fria favorece chuva em São Paulo e no Rio de Janeiro.
O Inmet emitiu alerta de perigo potencial para chuvas intensas em áreas das regiões metropolitanas de São Paulo e Rio de Janeiro, Vale do Paraíba, Baixada Fluminense e interior paulista. O aviso inclui municípios das regiões de Campinas, Bauru, Piracicaba e Grande São Paulo. No Rio de Janeiro, alcança a capital, Sul Fluminense e Baixadas.
A previsão indica acumulados de até 50 mm por dia.
Entre as capitais, mínimas de 17ºC em Belo Horizonte (MG) e 19ºC em São Paulo (SP) e Rio de Janeiro (RJ). A máxima deve chegar a 33ºC em Vitória (ES).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia.
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Baixar áudioA previsão indica chuva na Região Norte nesta terça-feira (28). Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), haverá céu com muitas nuvens, pancadas de chuva e trovoadas isoladas em todos os estados da região.
O Inmet emitiu alerta de perigo potencial para chuvas intensas em áreas do Nordeste e Sudeste do Pará, Amazonas, Acre, Amapá, Tocantins e Roraima. O aviso vale para municípios como Abaetetuba (PA), Acará (PA) e Abreulândia (TO).
A previsão indica acumulados de até 50 mm por dia.
Entre as capitais, mínimas de 23ºC em Rio Branco (AC) e Palmas (TO), e de 24ºC em Manaus (AM) e Boa Vista (RR). As máximas devem chegar a 30ºC em Porto Velho (RO), 32ºC em Macapá (AP) e 33ºC em Belém (PA).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia.
Copiar o textoO Inmet emitiu alerta de perigo potencial para chuvas intensas em áreas do MA e PI
Baixar áudioA previsão indica chuva em áreas da Região Nordeste nesta terça-feira (28). Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), haverá céu com muitas nuvens, pancadas de chuva e trovoadas isoladas no Maranhão, centro-norte do Piauí e no litoral norte e leste da região, até o Rio Grande do Norte e Pernambuco.
O Inmet emitiu alerta de perigo potencial para chuvas intensas em áreas desses estados. O aviso inclui as regiões metropolitanas de Recife (PE) e Fortaleza (CE), além de municípios como Abreu e Lima (PE) e Acarape (CE).
No interior do Nordeste e nas demais áreas, o tempo segue seco, sem previsão de chuva e com baixa umidade.
Entre as capitais, mínimas de 22ºC em Maceió (AL) e de 23ºC em Salvador (BA), Aracaju (SE) e São Luís (MA). As máximas devem chegar a 29ºC em Fortaleza (CE) e Natal (RN), 30ºC em João Pessoa (PB) e Recife (PE), e 31ºC em Teresina (PI).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia.
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Baixar áudioO Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), por meio da Defesa Civil Nacional, reconheceu, nesta segunda-feira (27), a situação de emergência em 18 cidades afetadas por desastres nos estados de Alagoas, Maranhão, Minas Gerais, Paraíba, Paraná, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Santa Catarina. As portarias com os reconhecimentos foram publicadas no Diário Oficial da União (DOU). Confira mais detalhes abaixo:
Passam por um período de estiagem os municípios de Pariconha, em Alagoas; Igaracy e São José da Princesa, na Paraíba; Coronel Domingos Soares, no Paraná; Dom Inocêncio, no Piauí, e Guarani das Missões, Porto Mauá, Santo Ângelo e Sete de Setembro, no Rio Grande do Sul. Já Isaías Coelho, no Piauí, efrenta a seca, que é um período de ausência de chuva mais prolongado do que a estiagem.
Por outro lado, foram castigadas por fortes chuvas as cidades de Lago da Pedra, no Maranhão; Boa Esperança e Passabém, em Minas Gerais; Barreiras do Piauí, no Piauí; Cachoeiras de Macacu, no Rio de Janeiro, e São Pedro de Alcântara, em Santa Catarina.
Já Poté, em Minas Gerais, e Antonina, no Paraná, obtiveram o reconhecimento federal de situação de emergência por causa de vendaval e enxurradas, respectivamente.
Agora, as prefeituras já podem solicitar recursos do Governo Federal para ações de defesa civil, como compra de cestas básicas, água mineral, refeição para trabalhadores e voluntários, kits de limpeza de residência, higiene pessoal e dormitório, entre outros.
Os municípios com reconhecimento federal de situação de emergência ou de estado de calamidade pública podem solicitar apoio financeiro ao MIDR por meio do Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2iD). A Defesa Civil Nacional avalia os planos de trabalho enviados e, após a aprovação, publica portaria no DOU com os valores a serem liberados.
A Defesa Civil Nacional oferece uma série de cursos a distância para habilitar e qualificar agentes municipais e estaduais para o uso do S2iD. As capacitações têm como foco os agentes de proteção e defesa civil nas três esferas de governo. Confira neste link a lista completa dos cursos.
Com informações do MIDR
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Baixar áudioO Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), por meio da Defesa Civil Nacional, autorizou nesta segunda-feira (27) o repasse de R$ 568 para ações de resposta na cidade paraense de Água Azul do Norte, afetada por desastre. A portaria com a liberação do valor foram publicadas no Diário Oficial da União (DOU). Confira abaixo:
Os recursos foram autorizados a partir de critérios técnicos que levam em conta a magnitude dos desastres, o número de desabrigados e desalojados e as necessidades apresentadas nos planos de trabalho enviados pelas prefeituras.
Municípios que tiverem o reconhecimento federal de situação de emergência ou estado de calamidade pública podem solicitar recursos ao MIDR para ações de defesa civil. As solicitações devem ser realizadas por meio do Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2iD). A partir dos planos de trabalho enviados, a equipe técnica da Defesa Civil Nacional avalia as metas e valores propostos. Após aprovação, os repasses são formalizados por meio de portaria no DOU, liberando os valores correspondentes.
A Defesa Civil Nacional também oferece uma série de cursos a distância para capacitar e qualificar agentes municipais e estaduais no uso do S2iD. O objetivo é preparar os profissionais das três esferas de governo para responderem de forma eficiente às situações de emergência. Confira aqui a lista completa dos cursos.
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Baixar áudioCom foco na ampliação das exportações brasileiras e na valorização de produtos da biodiversidade nacional, a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) iniciou, na quarta-feira (23), mais uma edição do Programa Exporta Mais Brasil, desta vez voltada ao setor de frutas processadas.
A iniciativa integra a feira Brasil na Mesa, promovida pela Embrapa em parceria com a ApexBrasil, o Sebrae e diversos ministérios e órgãos públicos, na sede da Embrapa Cerrados.
A cerimônia de abertura contou com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e do vice-presidente Geraldo Alckmin, além de ministros e outras autoridades. Durante a visita aos estandes, Lula ressaltou a relevância da qualidade dos produtos nacionais para a conquista de novos mercados internacionais.
“Nós sabemos que não basta produzir. Para a gente ganhar mercado, é preciso produzir com excelência de qualidade. Quanto mais sofisticados formos, mais mercado a gente ganha e vai disputar com os mercados mais sofisticados. Nós temos tecnologia, temos mão de obra e temos expertise”, destacou Lula.
"Ninguém tem a quantidade de produto para oferecer ao mundo que o Brasil tem. É preciso pesquisa e é preciso qualidade. Nós já temos 540 produtos na bandeja para entregar para os europeus", complementou o presidente.
A programação segue até este sábado (25) e inclui a participação de cinco compradores internacionais, provenientes de Portugal, Bélgica, Canadá, México e América Central. O intuito é apresentar a diversidade e a qualidade dos produtos brasileiros, especialmente aqueles com potencial de inserção no mercado externo. Ao longo do evento, esses compradores participam de rodadas de negócios com 24 empresas nacionais, ampliando oportunidades de exportação.
Segundo Pedro Netto, gerente de Agronegócios da ApexBrasil, esta edição do programa ganha destaque por ocorrer em um ambiente voltado à promoção de frutas típicas dos biomas brasileiros.
"Essa edição é especial, dentro da Feira Brasil na Mesa, que é um evento organizado pela Embrapa com apoio da ApexBrasil e de outras instituições focadas em divulgar frutas típicas brasileiras, dos biomas brasileiros para o público nacional e internacional", pontuou.
A iniciativa reúne empresas e cooperativas da agricultura familiar que transformam essas matérias-primas em produtos com potencial exportador, contribuindo para geração de renda e maior presença do Brasil no comércio internacional.
Além das atividades na feira, os compradores internacionais cumpriram uma agenda de visitas técnicas.
A programação começou na cooperativa Central do Cerrado, que reúne organizações comunitárias voltadas ao uso sustentável da biodiversidade dos biomas Cerrado e Caatinga. Em seguida, o grupo visitou a empresa Cerrado Blue, pioneira na produção de mirtilo no Cerrado, que também desenvolve produtos derivados como geleias, molhos e chá a partir das folhas da planta.
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A primeira edição da feira Brasil na Mesa também celebra os 53 anos da Embrapa e oferece uma programação diversificada, com degustações, Cozinha Show — experiência gastronômica com preparo de pratos ao vivo —, feira de produtores, apresentação de pesquisas, políticas públicas, rodadas de negócios e praça de alimentação. Os visitantes ainda podem conhecer vitrines tecnológicas e percorrer uma trilha pelo Cerrado.
Outro destaque é o seminário de socioeconomia, que reúne especialistas, pesquisadores, produtores e gestores públicos para discutir desafios e oportunidades da agricultura brasileira em um contexto de transformações tecnológicas, pressões geopolíticas e demanda por sustentabilidade e inclusão.
Um dos principais espaços do evento é o Estande Brasil, que concentra informações, serviços e iniciativas voltadas à produção de alimentos, desenvolvimento regional, inclusão socioprodutiva e apoio à agricultura familiar. No local, a ApexBrasil apresenta dados e ações relacionadas à exportação de frutas brasileiras, reforçando o potencial do setor no mercado internacional.
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Baixar áudioO transporte de mercadorias em contêineres entre portos brasileiros — conhecido como cabotagem — pode reduzir em até 8,2% as emissões líquidas de CO₂ de todo o setor de transporte de cargas no país. O dado é de um estudo da Confederação Nacional da Indústria (CNI).
Segundo o levantamento, o Brasil tem potencial para quadruplicar o volume de cargas transportadas por cabotagem no longo prazo.
Para alcançar esse crescimento, serão necessários:
Atualmente, a cabotagem representa apenas 9,2% do transporte de cargas no país. Considerando apenas os portos que já oferecem o serviço, o estudo indica que o volume de cargas transportadas entre portos brasileiros por contêineres pode crescer até 163%, mais que o dobro do nível atual. Nesse cenário, a estimativa é de redução de 4,5% nas emissões de CO₂.
O setor de transportes em geral responde por 13,5% das emissões líquidas brasileiras de gases de efeito estufa (GEE). Dentro desse total, o transporte rodoviário concentra 92% desse volume, refletindo a forte dependência do Brasil desse modal, que responde por 66,2% da matriz de transporte nacional.
A cabotagem, por sua vez, é significativamente menos poluente. Em média, esse tipo de transporte emite entre 12% e 15% do volume de CO₂ gerado por caminhões para transportar a mesma quantidade de carga.
Segundo a CNI, além do ganho ambiental, o transporte de cargas a longa distância por navios também reduz externalidades negativas comuns ao transporte rodoviário, como acidentes, roubo de carga, avarias e congestionamentos nas estradas.
O mestre em transporte pela Universidade de Brasília (UnB), Emmanuel Aldano, afirma que os ganhos surgem a partir da substituição do grande fluxo de caminhões por transporte de cabotagem.
“A grande vantagem de você migrar essa carga para operações de modo transporte de alta capacidade, como a cabotagem marítima, é que você desafoga as rodovias, aumenta a eficiência econômica dessas operações e, consequentemente, você melhora o meio ambiente. Para a indústria, é muito importante que essa descarbonização das operações logísticas também venha com esse olhar da eficiência econômica”, pontua.
No entanto, a eficiência dos modais logísticos depende da distância percorrida.
Na comparação direta entre transporte rodoviário e cabotagem, a vantagem marítima começa a se consolidar entre 850 km e 1.050 km.
Emmanuel Aldano explica que cada modo de transporte tem suas especificidades, por isso, não existe um modal melhor que o outro. “O que existe é uma melhor aplicabilidade em relação ao tipo de carga, frequência, volume, bem como a melhor conexão possível entre o ponto A e o ponto B, que muitas vezes passa por mais de um modal”, explica.
Segundo o estudo, um dos principais desafios à expansão da cabotagem no Brasil é a exigência documental semelhante à do transporte internacional de longa distância, mesmo em operações domésticas.
Além da burocracia, também são necessários investimentos para tornar o setor mais competitivo. Entre os principais gargalos identificados estão:
O especialista em infraestrutura da CNI, Ramon Cunha, ressalta que a expansão do setor depende da superação desses obstáculos.
“Precisamos superar uma série de dificuldades, dentre elas o baixo investimento em infraestrutura portuária, as restrições na oferta de linhas regulares da prestação dos serviços de cabotagem, a própria burocracia do setor e até mesmo a necessidade de desmistificação do modal. Isso implicaria em uma mudança na cultura logística dos empresários nacionais para que entendam os benefícios da cabotagem”, destaca.
Diante do cenário apresentado, a CNI defende a necessidade de um ambiente regulatório favorável ao setor e avalia que o Marco Legal da Cabotagem (Lei 14.301/22) representou um avanço ao incentivar o transporte de cargas entre portos brasileiros e fortalecer a indústria naval.
A regulamentação da lei pelo Decreto 12.555/2025 introduziu critérios relacionados ao uso de embarcações mais sustentáveis. Segundo a CNI, após a publicação do normativo, quatro novas empresas passaram a operar no país e 16 embarcações foram incorporadas à frota, ampliando a oferta de serviços e contribuindo para maior equilíbrio na matriz de transporte de cargas.
Em dezembro de 2025, o governo federal abriu uma consulta pública para definir as regras para a classificação de embarcações sustentáveis.
No entanto, Ramon Cunha alerta que exigências excessivas podem ter efeito contrário ao esperado.
“Se forem impostos critérios rígidos e excessivos para o cumprimento dessas chamadas embarcações sustentáveis, pode ser que a portaria resulte em efeitos contrários, de modo que isso dificulte não só a expansão do modal, mas que também usuários atuais migrem suas operações para alternativas mais poluentes, como, por exemplo, o transporte rodoviário”, destaca.
Para o especialista, a redistribuição das cargas entre os diferentes modais, respeitando a vocação de cada um, já seria um passo decisivo não apenas para reduzir emissões, mas também para diminuir custos logísticos e aumentar a segurança nas rodovias brasileiras.
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Copiar o textoOs pagamentos são realizados preferencialmente na Poupança CAIXA ou conta CAIXA Tem
Baixar áudioA CAIXA inicia nesta segunda-feira (27), o pagamento do Bolsa Família referente ao mês de abril para os beneficiários com o Número de Identificação Social (NIS) terminado em 7.
Os pagamentos são realizados preferencialmente na Poupança CAIXA ou conta CAIXA Tem. Com a conta CAIXA Tem, os beneficiários podem pagar contas e fazer transferências diretamente pelo aplicativo no celular.
O benefício também pode ser movimentado com o cartão de débito da conta em comércios, Unidades Lotéricas, Correspondentes CAIXA Aqui, terminais de autoatendimento e Agências da CAIXA. Além disso, é possível realizar saques sem cartão nos terminais de autoatendimento e Unidades Lotéricas, utilizando a identificação biométrica previamente cadastrada em uma agência da CAIXA.
No aplicativo Bolsa Família é possível acompanhar as informações dos benefícios, além de receber atualizações e novidades sobre o programa.
Para baixar os aplicativos CAIXA Tem e Bolsa Família, basta acessar a loja de aplicativos do seu smartphone. É gratuito.
O Programa Bolsa Família é a transferência mensal de renda do maior programa social do Brasil, reconhecido por tirar milhões de famílias da fome. O modelo atual considera tamanho e características do núcleo familiar: lares com três ou mais pessoas tendem a receber valores maiores do que famílias unipessoais, reforçando a proteção social.
Além da renda, o Bolsa Família integra políticas públicas para ampliar acesso a saúde, educação e assistência social. O foco é promover dignidade e cidadania, articulando ações complementares (esporte, ciência, trabalho) para a superação da pobreza e a transformação social.
Para ter direito ao pagamento do Bolsa Família, a renda por pessoa da família deve ser de até R$ 218/mês.
Exemplo: 1 pessoa com salário mínimo (R$ 1.518) em família de 7 integrantes → renda per capita de R$ 216,85. Como está abaixo de R$ 218, a família é elegível ao benefício.
Mesmo inscrita no CadÚnico, a família só recebe quando for selecionada pelo sistema do programa. A inclusão é contínua e mensal, de forma automatizada, conforme os critérios de elegibilidade e a atualização cadastral.
Preciso estar no CadÚnico? Sim, é obrigatório para concorrer ao pagamento do Bolsa Família.
O valor é igual para todos? Não. O modelo considera o tamanho e o perfil familiar, podendo variar.
Cadastro feito = pagamento imediato? Não. A seleção é mensal e automatizada; a família começa a receber quando é incluída.
Onde tirar dúvidas? Procure o CRAS do seu município ou os canais oficiais do programa.
Copiar o textoO presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou que o relatório do projeto que trata dos minerais críticos (Projeto de Lei 2.780/2024), as chamadas terras raras, será apresentado no dia 4 de maio e votado em seguida no Plenário. O texto do deputado Arnaldo Jardim (Cidadania-SP) vai contribuir para garantir investimentos em educação e mão-de-obra qualificada no Brasil. Para Motta,o projeto "representará um grande avanço na legislação para podermos nos beneficiar ao máximo dessa reserva de minerais críticos. Devemos aproveitar essa janela não só para exploração, mas para exportação desses produtos com alto valor agregado, o que vai deixar riqueza para investirmos em educação e mão de obra de qualidade", disse Motta. A expectativa era de que a proposta fosse votada nessa semana de abril, mas a pedido do governo a votação foi adiada. "Queremos que as indústrias possam se instalar aqui sem haver compromisso prévio com nenhum país ou preconceito, mas fazendo o que é melhor para o Brasil", completou Motta.
O relator do projeto, deputado Arnaldo Jardim, informa que o adiamento do relatório deve-se a pedido do governo, que considerou necessário mais prazo para análise da proposta.
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Baixar áudioA CAIXA paga, nesta segunda-feira, 27 de abril, nova parcela do Programa Pé-de-Meia para os estudantes do Ensino Médio regular e Ensino Médio da Educação de Jovens e Adultos, a EJA, nascidos nos meses de janeiro e fevereiro.
O incentivo será creditado na conta Poupança CAIXA Tem e os valores podem ser movimentados pelo App CAIXA Tem.
O estudante pode pagar contas, fazer transferências e PIX, direto no aplicativo.
Além disso, pode movimentar os valores com o cartão do programa, fazendo compras e pagamentos.
O Programa Pé-de-Meia apoia a permanência e a conclusão escolar dos estudantes matriculados no Ensino Médio e na Educação de Jovens e Adultos da rede pública.
Para consultar as demais datas de pagamento do programa Pé-de-Meia, acesse o site da CAIXA em www.caixa.gov.br.
O Pé-de-Meia é um programa de incentivo financeiro-educacional do Governo Federal para estudantes do ensino médio público inscritos no CadÚnico. Ele funciona como uma poupança para manter a frequência e estimular a conclusão do ensino médio, reduzindo desigualdades e promovendo inclusão e mobilidade social.
Copiar o textoSaiba o que o corrimento vaginal diz sobre a sua saúde
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Baixar áudioO corrimento vaginal é normal e importante para a saúde íntima. Ele ajuda na lubrificação e proteção. Mas, fique atenta aos sinais:
“Observar seu padrão é essencial. Mudanças no cheiro, cor ou sintomas associados merecem atenção médica”, orienta a ginecologista dra. Denise Yanasse Ortega (CRM: 124.923/ SP)
Notou algo diferente? Procure seu médico!
Copiar o textoSemana também marca a sabatina de Jorge Messias ao STF e criação da comissão especial da jornada 6x1
Baixar áudioA última semana de abril marca também o fim de uma sequência de três feriadões nacionais em um mês. Essa sequência de dias de folga limitou o trabalho no Congresso Nacional, que agora corre para acelerar as votações dos assuntos tidos como prioritários para este ano, já comprometido pelo calendário eleitoral.
Na quinta-feira (30), véspera do feriado de 1º de maio, um dos principais compromissos da semana é a sessão conjunta para análise dos vetos sobre o PL da Dosimetria. Deputados e senadores decidem se derrubam ou não as alterações feitas pelo presidente Lula ao projeto que altera as penas para crimes como tentativa de golpe de Estado e os atos de 8 de janeiro de 2023, e pode beneficiar condenados, réus e investigados, como o ex-presidente Jair Bolsonaro.
Com isso, as sessões nos plenários das duas casas vão se limitar à terça (28) e quarta-feira (29). As pautas ainda não foram definidas tanto no Senado Federal quanto na Câmara dos Deputados. Os assuntos da Casa Baixa serão definidos em cima do laço, na reunião entre líderes partidários agendada para terça-feira.
Sem as definições de assuntos para os plenários, as comissões ganham destaques. Uma das principais foi recém-criada: a comissão especial que vai analisar o fim da jornada 6x1. O despacho de instalação do colegiado, que será formado por 74 deputados, foi publicado pelo presidente da Câmara, deputado Hugo Motta (Republicanos-PB), na sexta-feira passada (24).
No Senado, o presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), o senador Otto Alencar (PSD-BA), marcou para quarta-feira a sabatina e votação da indicação de Jorge Messias para o Supremo Tribunal Federal (STF). O relatório do senador Weverton Rocha (PDT- MA) é favorável à indicação do atual Advogado-geral da União (AGU) para ocupar a vaga aberta após a aposentadoria de Luiz Roberto Barroso, em outubro de 2025.
Há ainda a expectativa para instalação da Comissão Mista de Orçamento (CMO). Responsável pela análise dos projetos orçamentários e fiscalização da execução, o grupo pode ser instalado até a última semana de abril, sendo que, este ano, a presidência fica com integrante da Câmara dos Deputados e a relatoria com o Senado. Entre as propostas em análise, está o projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2027 (PLN 2/2026), entregue pelo governo ao Congresso Nacional no último dia 15. Dentre outros tópicos, a proposta eleva o salário-mínimo para R$ 1.717,00 no próximo ano.
Copiar o textoMudanças acompanham a implementação gradual do IBS e da CBS e exigem ajustes nos sistemas municipais
Baixar áudioO período de transição da Reforma Tributária já começou e, assim como os contribuintes, as administrações municipais também precisam redobrar a atenção às novas normas.
O Comitê Gestor do Simples Nacional (CGSN) publicou uma resolução (nº 186/2026), que estabelece prazos e condições para a opção pelo Simples Nacional no ano-calendário de 2027, com o objetivo de alinhar o sistema à implementação gradual do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e da Contribuição Social sobre Bens e Serviços (CBS).
Apesar de não haver impacto direto e imediato na arrecadação, a mudança da norma indica uma transformação estrutural na gestão tributária, impulsionada pela futura substituição do Imposto Sobre Serviços (ISS).
De acordo com a resolução, a opção pelo Simples Nacional para o ano-calendário de 2027 deverá ser formalizada entre 1º e 30 de setembro de 2026, por meio do Portal do Simples Nacional.
A antecipação decorre da necessidade de compatibilizar o regime simplificado com a nova sistemática do IBS e da CBS. Além disso, a medida permite que as empresas realizem planejamento tributário com maior previsibilidade, considerando os impactos do novo modelo.
A opção pelo Simples Nacional poderá ser cancelada em definitivo até 30 de novembro de 2026, garantindo margem de decisão caso ocorram alterações no faturamento ou no enquadramento societário.
Caso a solicitação de cancelamento seja negada, a empresa terá prazo de até 30 dias para regularizar eventuais pendências impeditivas, incluindo débitos tributários, contados a partir do conhecimento do termo de indeferimento. Após a regularização das pendências, a opção será aprovada.
Segundo a Resolução CGSN nº 186/2026, as empresas poderão escolher apurar e recolher o IBS e a CBS pelo regime regular (fora da guia unificada do Simples) exclusivamente no período de janeiro a junho de 2027.
Essa escolha deverá ser feita no mesmo período da opção pelo Simples Nacional — de 1º a 30 de setembro de 2026 — e produzirá efeitos a partir de 1º de janeiro de 2027. Nessa hipótese, as parcelas relativas ao IBS e à CBS não serão recolhidas pelo Simples Nacional, sem que isso implique exclusão do contribuinte do regime.
A opção pelo regime regular do IBS e da CBS também poderá ser cancelada em definitivo até o último dia de novembro de 2026.
A resolução estabelece regras específicas para empresas que iniciarem as atividades entre 1º de outubro e 31 de dezembro de 2026. Nesses casos, não será necessária a antecipação da opção, que deverá ser realizada no momento da inscrição do CNPJ.
Nessas situações:
As novas regras não se aplicam ao Sistema de Recolhimento em Valores Fixos Mensais (SIMEI), que continuará seguindo seu regramento próprio de valores fixos. Assim, o microempreendedor individual (MEI) continuará seguindo as normas específicas já previstas para essa categoria.
Com a maior integração entre os fiscos da União, estados e municípios e o aumento do compartilhamento de dados, a atuação das administrações municipais dependerá cada vez mais de sistemas digitais modernos. Por isso, a Confederação Nacional dos Municípios (CNM) alerta que “a modernização não é opcional”.
A entidade recomenda que gestores — especialmente em municípios com elevada dependência do ISS — iniciem análises internas de impacto e invistam em soluções tecnológicas compatíveis com os novos padrões nacionais para evitar perdas de eficiência na arrecadação.
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Copiar o textoPrecipitações mais intensas são esperadas no PR e norte de SC; temperaturas variam entre 17°C e 25°C
Baixar áudioA previsão do tempo para o Sul do país, nesta segunda-feira (27), indica céu de muitas nuvens para a maior parte da região — à exceção do Rio Grande do Sul, que deve ficar sob céu claro — e chuvas isoladas para todo o Paraná e centro-norte de Santa Catarina.
As chuvas devem vir mais intensas e acompanhadas de trovoadas no centro-sul paranaense e nordeste de Santa Catarina, mas sem trovoadas.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 17°C, em Curitiba, Florianópolis e Porto Alegre. Já a máxima pode chegar até 25°C, em Curitiba e Florianópolis. A umidade relativa do ar varia entre 30% e 90%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o textoPrecipitações devem ser mais intensas a oeste da região; temperaturas variam entre 20°C e 33°C
Baixar áudioA previsão do tempo para a Região Centro-Oeste, nesta segunda-feira (27), indica a presença de muitas nuvens para toda a região e chuvas de diferentes intensidades para o centro-oeste do território.
Somente o Distrito Federal, centro-leste de Goiás e extremo-nordeste de Mato Grosso do Sul devem escapar das precipitações, as quais devem vir mais intensas nos centros-norte e oeste de Mato Grosso e oeste de Mato Grosso do Sul.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 20°C em Campo Grande. Já a máxima pode chegar até 33°C, em Goiânia. A umidade relativa do ar varia entre 30% e 75%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o textoHá previsão de chuvas isoladas para o centro-sul de São Paulo; temperaturas variam entre 16°C e 34°C
Baixar áudioA previsão do tempo para a Região Sudeste do país, nesta segunda-feira (27), é de céu aberto e de poucas nuvens para a maior parte da região, com chuvas isoladas para o centro-sul de São Paulo.
As chuvas devem vir mais intensas na extremidade-sul do estado, mas sem trovoadas.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 16°C em Belo Horizonte. Já a máxima pode chegar até 34°C, no Rio de Janeiro e em Vitória. A umidade relativa do ar varia entre 25% e 100%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o textoSomente o sul do TO deve escapar das pancadas de chuva; temperaturas variam entre 23°C e 33°C
Baixar áudioA previsão do tempo para a Região Norte do país, nesta segunda-feira (27), indica céu com muitas nuvens e pancadas de chuva isoladas para quase toda a região.
Somente o sul do Tocantins, onde deve chover com menor intensidade, deve escapar das pancadas de chuva, as quais devem vir acompanhadas de trovoadas em todo o Acre, quase todo o Amazonas — à exceção do norte — e centro-nordeste do Pará.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 23°C, em Palmas e Rio Branco. Já a máxima pode chegar até 33°C, em Belém e Boa Vista. A umidade relativa do ar varia entre 60% e 100%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA previsão do tempo para a Região Nordeste do país, nesta segunda-feira (27), indica céu de muitas nuvens para toda a região e chuvas de diferentes intensidades com algumas trovoadas para quase todo o território, mais intensas no centro-norte.
Somente a Bahia — à exceção do extremo-noroeste e do litoral nordeste —, centro-oeste de Pernambuco e oeste de Alagoas e do Sergipe devem escapar das precipitações, as quais devem vir mais intensas em todo o Maranhão, Ceará, Rio Grande do Norte, centros-oeste e norte do Piauí e oeste da Paraíba, e acompanhadas de trovoadas no norte do Maranhão e do Piauí e noroeste cearense.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 24°C em Fortaleza, João Pessoa, Natal e Teresina. Já a máxima pode chegar até 32°C, em João Pessoa. A umidade relativa do ar varia entre 50% e 100%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o textoO Instituto Brasileiro de gemas e Metais Preciosos (IBGM) divulgou nota em que esclarece ser favorável à rastreabilidade do ouro, inclusive liderando projetos pioneiros de integridade no setor. No entanto, repudia os artigos 6º e 7º do PL 3025/23, aprovado no dia 22 de abril pela Câmara dos Deputados. Segundo o IBGM, a proposta estabelece uma taxa arbitrária de R$ 5 mil por quilo de ouro, sem qualquer estudo técnico que justifique esse valor, tampouco especifica a destinação dos recursos ou onde serão investidos. O IBGM considera que sem essas definições, a medida se configura, na prática, como um mecanismo meramente arrecadatório.
Além disso, o instituto afirma ser inadmissível conceder exclusividade da rastreabilidade à Casa da Moeda, órgão que não possui expertise no setor mineral, em detrimento da Agência Nacional de Mineração (ANM). Por se tratar de uma commodity de alto valor, esse encarecimento tende a inibir as exportações e a estimular a ilegalidade. Ao fixar taxas e exclusividade operacional no corpo da lei, o texto ignora o rito técnico tradicional.
"Não é usual, nem recomendável, que um Projeto de Lei estabeleça valores de taxas ou defina executores exclusivos. Geralmente, esses detalhes cabem à regulamentação posterior feita pelo órgão técnico — no caso, a ANM — para garantir que o sistema seja adaptável e economicamente viável", destaca o diretor executivo do IBGM, Ecio Morais. No Senado, o IBGM atuará para que a fiscalização seja moderna e digital, garantindo que a rastreabilidade cumpra seu papel de combater o crime, sem inviabilizar a produção legal e os empregos no Brasil.
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