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LOC.: O Brasil subiu no ranking global de atração de investimentos estrangeiros e passou a ocupar a terceira posição entre os países que mais receberam capital produtivo em 2025.
Os dados são da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico, a OCDE. Segundo o levantamento, o país recebeu SETENTA E SETE BILHÕES DE DÓLARES em investimento estrangeiro direto ao longo do ano. Apenas Estados Unidos e China ficaram à frente do Brasil.
A OCDE desconsidera na comparação territórios usados principalmente para trânsito financeiro, como Hong Kong e Singapura. Com isso, o Brasil superou economias como Alemanha e Reino Unido.
O relatório também aponta crescimento de QUINZE POR CENTO nos fluxos internacionais de investimento em relação ao ano anterior.
Segundo o gerente de Inteligência de Mercado da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos, a ApexBrasil, Gustavo Ribeiro, o resultado mostra uma retomada da circulação global de capital e uma melhora da posição brasileira no cenário internacional.
TEC./SONORA: Gustavo Ribeiro, gerente de Inteligência de Mercado da ApexBrasil
“Mostra uma reativação de fluxos em 2025 em relação a 2024. E os dois países que ficaram na frente do Brasil foram Estados Unidos e China. E o Brasil em terceiro, isso é muito significativo. Historicamente, o Brasil fica em quinto, sexto nessa recepção de fluxo. Então, ele ganha duas posições, excluindo as jurisdições que normalmente são de trânsito de capital, Hong Kong e Singapura.”
LOC.: Nos últimos anos, o governo brasileiro ampliou ações de promoção comercial no exterior. Em parceria com os ministérios das Relações Exteriores e do Desenvolvimento, a ApexBrasil realizou VINTE E DUAS missões empresariais com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e outras CINCO com o vice-presidente Geraldo Alckmin.
Segundo a agência, os encontros reuniram mais de DEZ MIL empresários brasileiros e estrangeiros e resultaram em anúncios de aproximadamente DUZENTOS E CINQUENTA BILHÕES DE REAIS em investimentos previstos para o país.
Entre os setores que mais receberam aportes estão infraestrutura, transição energética, veículos elétricos, energia eólica e energia solar, com destaque para investimentos chineses no Brasil.
Reportagem, Marquezan Araújo