Foto: Ricardo Stuckert / PR
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Lula e ApexBrasil defendem crescimento do emprego, dos investimentos e da internacionalização da construção civil brasileira

Evento voltado ao setor reuniu governo e empresários em São Paulo; ApexBrasil destacou ações para ampliar exportações da construção civil brasileira

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A abertura do Encontro Nacional da Indústria da Construção (ENIC 2026), realizada nesta semana em São Paulo, reuniu representantes do governo federal, empresários e entidades do setor da construção civil. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participou da cerimônia e tratou do papel econômico e social da área, com foco em geração de empregos e habitação.

Na ocasião, Lula defendeu a construção civil como um setor estratégico para o país, destacando sua capacidade de movimentar a economia de forma rápida. Ele também ressaltou a importância do diálogo entre governo e iniciativa privada e destacou a importância das políticas habitacionais.

“A construção civil é imprescindível para o futuro desse país. Ela gera emprego com rapidez, movimenta a economia e ajuda a melhorar a vida das pessoas. O empresário sério é aquele que apresenta propostas, dialoga e ajuda o país a crescer”, afirmou.

O presidente também relacionou o tema da moradia à qualidade de vida das famílias brasileiras e à experiência de populações de baixa renda. Para ele, o acesso à casa própria tem impacto direto na estabilidade social.

“Quando uma família conquista sua casa, tudo melhora. A moradia traz tranquilidade, cria vínculos e dá perspectiva de futuro. O Estado precisa assumir sua responsabilidade no enfrentamento do déficit habitacional”, declarou.

Lula acrescentou ainda que é necessário modernizar as relações de trabalho e ampliar a presença feminina no setor da construção civil e no ambiente empresarial.

O presidente da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), Laudemir Muller, também integrou a comitiva de autoridades presentes no evento. Durante o encontro, ele destacou a estratégia de expansão internacional das empresas brasileiras ligadas ao setor.

Muller afirmou que a construção civil nacional passa por um processo de modernização e busca ampliar sua competitividade no exterior, com apoio da agência na abertura de mercados.

“O Brasil possui capacidade técnica, industrial e tecnológica para ampliar sua presença global, tanto em engenharia quanto em materiais e soluções ligadas à construção sustentável. A ApexBrasil atua justamente para conectar essas empresas a novas oportunidades de negócios e mercados internacionais”, pontuou.

"Nós temos 442 empresas que a gente apoia nesse setor, que ano passado exportaram quase 10 bilhões de dólares com investimento nosso, com os nossos projetos setoriais, junto com o setor privado, em torno de 170 milhões. A gente trouxe 8 compradores internacionais que vão negociar com 32 empresas, que vai dar mais ou menos umas 240 reuniões", acrescentou Muller.

ApexBrasil amplia ações para internacionalizar construção civil brasileira

A participação da ApexBrasil ocorreu por meio do programa Exporta Mais Construção e de apoio institucional ao encontro. A ação envolve 32 empresas brasileiras em rodadas de negócios com compradores de oito países, abrangendo segmentos como tintas, esquadrias, ferragens, fechaduras e soluções industriais.

A agência tem intensificado iniciativas voltadas à internacionalização da cadeia da construção, com foco em engenharia, inovação e infraestrutura sustentável. Estudos citados pela ApexBrasil indicam que o acordo Mercosul-União Europeia pode ampliar oportunidades para produtos industriais brasileiros, incluindo materiais de construção e equipamentos.

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Esse movimento ocorre em um cenário de maior atração de investimentos estrangeiros para a indústria brasileira. Entre 2021 e 2025, o setor de máquinas industriais, elétricas e eletrônicas recebeu US$ 2,62 bilhões em investimentos vindos da Europa, enquanto os segmentos de produtos químicos, borracha e plástico somaram US$ 4,52 bilhões.

Dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) mostram que o país atingiu US$ 348,7 bilhões em exportações em 2025, recorde histórico. Dentro desse resultado, empresas ligadas à cadeia da construção vêm ampliando sua inserção externa por meio de feiras, missões comerciais e ações de promoção internacional.
 

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LOC.: Realizado nesta semana em São Paulo, o Encontro Nacional da Indústria da Construção, o ENIC 2026, reuniu empresários, representantes do governo federal e entidades do setor para discutir temas ligados à habitação, infraestrutura, inovação e geração de empregos.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participou da abertura do encontro e afirmou que a construção civil tem papel estratégico para o crescimento econômico do país. Lula também defendeu maior diálogo entre governo e iniciativa privada.

ABRE ASPAS: “A construção civil é imprescindível para o futuro desse país. Ela gera emprego com rapidez, movimenta a economia e ajuda a melhorar a vida das pessoas.” FECHA ASPAS.

Durante o discurso, o presidente voltou a defender políticas habitacionais e afirmou que o acesso à moradia tem impacto direto na estabilidade das famílias brasileiras.

O presidente da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos, a ApexBrasil, Laudemir Muller, também participou do evento e destacou as ações voltadas à internacionalização das empresas brasileiras da construção civil.

Segundo ele, o setor no Brasil passa por um processo de modernização e busca ampliar sua competitividade no exterior, com apoio da agência na abertura de mercados.
 

TEC./SONORA: Laudemir Muller, presidente da ApexBrasil

“Nós temos 442 empresas que a gente apoia nesse setor, que ano passado exportaram quase 10 bilhões de dólares com investimento nosso, com os nossos projetos setoriais, junto com o setor privado, em torno de 170 milhões. A gente trouxe 8 compradores internacionais que vão negociar com 32 empresas, que vai dar mais ou menos 240 reuniões.”
 


LOC.: A ApexBrasil participa do encontro por meio do programa Exporta Mais Construção, que promove rodadas de negócios com compradores de OITO países em segmentos como tintas, ferragens, esquadrias e soluções industriais.

Dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços apontam que o Brasil registrou, em 2025, o maior valor da série histórica de exportações, com um total de TREZENTOS E QUARENTA E OITO BILHÕES E SETECENTOS MILHÕES DE DÓLARES.

Reportagem, Marquezan Araújo