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Baixar áudioO Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), por meio da Defesa Civil Nacional, reconheceu, nesta sexta-feira (27), a situação de emergência em 21 cidades afetadas por desastres nos estados de Alagoas, Amazonas, Bahia, Ceará, Minas Gerais, Pará, Paraná, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte e Rio Grande do Sul. As portarias com os reconhecimentos foram publicadas no Diário Oficial da União (DOU). Confira mais detalhes abaixo:
Foram castigados por fortes chuvas os municípios de Caculé e Vitória da Conquista, na Bahia; Caiana, Cristália, Monte Azul, Água Comprida, Senhora dos Remédios e Rio Bonito, em Minas Gerais; Mojuí dos Campos, no Pará; Doutor Ulysses, no Paraná; Santa Luz, no Piauí, e Cruzeta, no Rio Grande do Norte.
Já Atalaia do Norte, no Amazonas, e Cambuci, no Rio de Janeiro, obtiveram o reconhecimento federal de situação de emergência por causa de inundações.
Por outro lado, passam por um período de estiagem as cidades de Água Branca, em Alagoas; Cansanção, na Bahia; Quixadá, no Ceará; Santa Mariana, no Paraná; Betânia do Piauí, no Piauí, e Santo Cristo, no Rio Grande do Sul.
O município de Tomé-Açu, no Pará, registrou outras infestações.
Agora, as prefeituras já podem solicitar recursos do Governo Federal para ações de defesa civil, como compra de cestas básicas, água mineral, refeição para trabalhadores e voluntários, kits de limpeza de residência, higiene pessoal e dormitório, entre outros.
Os municípios com reconhecimento federal de situação de emergência ou de estado de calamidade pública podem solicitar apoio financeiro ao MIDR por meio do Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2iD). A Defesa Civil Nacional avalia os planos de trabalho enviados e, após a aprovação, publica portaria no DOU com os valores a serem liberados.
A Defesa Civil Nacional oferece uma série de cursos a distância para habilitar e qualificar agentes municipais e estaduais para o uso do S2iD. As capacitações têm como foco os agentes de proteção e defesa civil nas três esferas de governo. Confira neste link a lista completa dos cursos.
Com informações do MIDR
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Baixar áudioA previsão do tempo para a Região Nordeste do país, neste sábado (28), indica céu com algumas nuvens e chuvas de diferentes intensidades para parte do interior noroeste e litorais norte e sudeste da região ao longo do dia, sem trovoadas.
Pela manhã, a previsão é de céu de muitas nuvens para quase toda a região — à exceção do sertão entre o sudeste do Piauí, sudoeste de Pernambuco e centro-oeste da Bahia — e possibilidade de chuvas isoladas para quase todo o Maranhão — à exceção do extremo-sudeste —, norte do Piauí, noroeste do Ceará e todo o litoral entre o Recife e o sul da Bahia. As chuvas devem amanhecer mais intensas no centro-norte do Maranhão, extremo-norte do Piauí e extremo-sul do litoral da Bahia.
Durante a tarde, as possibilidades de chuvas isoladas tomam todo o litoral sudeste até João Pessoa, além do centro-sul da Bahia. As pancadas de chuva isoladas deixam o Piauí e se restringem ao noroeste do Maranhão, e também tomam todo o litoral entre o Sergipe e a Bahia.
À noite, as possibilidades de chuvas isoladas deixam a Paraíba e o sudoeste da Bahia, enquanto as pancadas de chuva se restringem ao centro-norte do Maranhão, norte do Piauí, extremo-noroeste do Ceará e todo o litoral da Bahia.
O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta de perigo potencial de chuvas intensas para o litoral sudeste da Bahia, abaixo de Feira de Santana, além de alerta de perigo potencial de acumulado de chuva para todo o litoral entre Alagoas e Pernambuco.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 24°C em Maceió, Recife e São Luís. Já a máxima pode chegar até 33°C, em Fortaleza e Natal. A umidade relativa do ar varia entre 45% e 100%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioIntegrando a programação do Caminho das Águas, o ministro da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), Waldez Góes, esteve, nesta quinta-feira (26), no Piauí, para tratar do fortalecimento da infraestrutura hídrica no estado, com foco em obras estratégicas voltadas ao abastecimento humano e ao desenvolvimento regional.
Em Teresina, Góes participou da solenidade de assinatura da Ordem de Serviço da Adutora de Jaicós, que será construída no semiárido piauiense. A Adutora é um empreendimento estratégico voltado ao fortalecimento do abastecimento humano na região. A obra será executada pela Secretaria Estadual de Defesa Civil do Piauí e a previsão de conclusão das obras é para maio de 2027.
“É sempre uma alegria estar no Piauí, especialmente para tratar de um tema que, no Governo Federal, está sob minha responsabilidade: a infraestrutura hídrica do Nordeste”, disse o ministro Waldez. “Dentro do Novo PAC, que coordeno, organizamos oito eixos estratégicos, e a segurança hídrica é central para garantir desenvolvimento e qualidade de vida para a população”, completou.
O investimento total previsto é de R$ 135,5 milhões, dos quais R$ 118 milhões correspondem a recursos federais. Com extensão de 54,5 quilômetros, a adutora foi projetada para garantir segurança hídrica à população local, beneficiando cerca de 22 mil pessoas. A ação faz parte da estratégia do MIDR para enfrentar os efeitos da escassez hídrica e promover soluções estruturantes no semiárido, por meio de obras incluídas no Novo PAC.
“Assinamos o contrato para o início das obras que vão levar água e qualidade de vida para mais de 20 mil pessoas do centro-sul piauiense. Uma conquista que é fruto da parceria entre o MDS e o MIDR”, destacou o ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS), Wellington Dias. “Investir em água é investir em segurança alimentar e no futuro do nosso povo. O Piauí avança com o trabalho do governo do presidente Lula”, completou.
Na sequência, a comitiva, que contou também com a presença do secretário Nacional de Segurança Hídrica, Giuseppe Vieira, seguiu para o município de Cocal, onde foi realizada uma visita técnica à Barragem Nova Algodões. O empreendimento é uma das principais obras hídricas em execução no estado, com capacidade de armazenamento de 55 milhões de metros cúbicos de água e investimento federal de R$ 240 milhões. A barragem está em execução desde dezembro de 2023 e apresenta avanço físico superior a 21%, com previsão de conclusão em 2028.
Além da vistoria técnica, a agenda em Cocal marcou a liberação de novos investimentos para a continuidade das obras da Barragem Nova Algodões, que tem como finalidade o abastecimento humano e deverá beneficiar cerca de 28 mil pessoas no município e na região do entorno. Os recursos garantem o avanço do cronograma e a continuidade de uma obra estratégica para a região.
As ações do MIDR no estado incluem ainda um conjunto de obras e projetos estruturantes, como a retomada das barragens Tinguis e Atalaia, estudos para a Barragem de Castelo e projetos de adutoras regionais. Um Estudo de Viabilidade do Canal de Integração do Sertão Piauiense, eixo oeste do Projeto de Integração do Rio São Francisco (PISF) também faz parte das ações.
As iniciativas consolidam a atuação do Governo Federal na ampliação da segurança hídrica e na promoção do desenvolvimento sustentável no semiárido piauiense. Os investimentos garantem o avanço de obras estruturantes e ampliam o acesso à água para milhares de famílias.
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Baixar áudioO Programa Inova Talentos, do Instituto Euvaldo Lodi (IEL), está com 266 vagas abertas para pesquisadores interessados em atuar em projetos de pesquisa, desenvolvimento e inovação (PD&I) em todo o país. A iniciativa oferece bolsas que podem chegar a R$ 12 mil, conforme o nível de formação e a função exercida.
Podem participar estudantes e profissionais de diferentes níveis de formação — de graduandos a doutores — em diversas áreas do conhecimento, como administração, marketing, engenharias, ciência da computação, contabilidade, farmácia, psicologia, entre outras.
Os bolsistas terão um contrato inicial de 12 meses, com possibilidade de prorrogação, e poderão atuar nos formatos presencial, híbrido ou remoto, dependendo do projeto. As oportunidades estão distribuídas por todo o país, com maior concentração nos estados de São Paulo, Santa Catarina, Paraná, Pernambuco, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul.
O Inova Talentos é uma iniciativa do IEL em parceria com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT).
A gerente de Carreiras e Desenvolvimento Empresarial do IEL Nacional, Michelle Queiroz, afirma que o Inova Talentos é uma ferramenta essencial para acelerar a inovação na indústria brasileira, tornando as empresas mais modernas e competitivas.
“Na prática, o programa funciona como uma ponte estratégica, pois conectamos as necessidades reais de pesquisa das empresas a profissionais altamente qualificados. Esses pesquisadores mergulham nos desafios da indústria para desenvolver novos produtos, processos e soluções tecnológicas”, destaca.
Segundo ela, o Inova Talentos contribui diretamente para a formação profissional dos participantes.
“[O participante] tem como desenvolver soft skills corporativas, porque vai trabalhar na gestão de prazos e metas. Vai trabalhar em equipes multidisciplinares, com pessoas do marketing, do financeiro, da engenharia. Vai trabalhar também na visão de viabilidade comercial e na escalabilidade de produtos. Dessa forma, ele adquire todo o conhecimento sobre a empresa e vai para o mercado de trabalho muito mais preparado”, ressalta.
Natura Cosméticos S/A
Marelli Sistemas Automotivos Indústria e Comércio
Instituto Itaú de Ciência, Tecnologia e Inovação
Companhia Brasileira de Alumínio
Vale
Banco Bradesco
Os interessados devem entrar em contato com o IEL do próprio estado para verificar as etapas dos processos seletivos e as vagas disponíveis na região.
Todas as informações e outras oportunidades podem ser consultadas no site de vagas do IEL – Inova Talentos.
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Baixar áudioA CAIXA paga, nesta sexta-feira, 27 de março, a primeira parcela de 2026 do Programa Pé-de-Meia para os estudantes do Ensino Médio regular e Ensino Médio da Educação de Jovens e Adultos, a EJA, nascidos nos meses de setembro e outubro.
O incentivo será creditado na conta Poupança CAIXA Tem e os valores podem ser movimentados pelo CAIXA Tem.
O estudante pode pagar contas, fazer transferências e PIX, direto no aplicativo.
Além disso, pode movimentar os valores com o cartão do programa, fazendo compras e pagamentos.
O Programa Pé-de-Meia apoia a permanência e a conclusão escolar dos estudantes matriculados no Ensino Médio e na Educação de Jovens e Adultos da rede pública.
Para mais informações sobre os pagamentos do Pé-de-Meia, acesse: www.caixa.gov.br.
O Pé-de-Meia é um programa de incentivo financeiro-educacional do Governo Federal para estudantes do ensino médio público inscritos no CadÚnico. Ele funciona como uma poupança para manter a frequência e estimular a conclusão do ensino médio, reduzindo desigualdades e promovendo inclusão e mobilidade social.
Copiar o textoOs pagamentos são realizados preferencialmente na Poupança CAIXA ou conta CAIXA Tem
Baixar áudioA CAIXA inicia nesta sexta-feira (27), o pagamento do Bolsa Família referente ao mês de março para os beneficiários com o Número de Identificação Social (NIS) terminado em 8.
Os pagamentos são realizados preferencialmente na Poupança CAIXA ou conta CAIXA Tem. Com a conta CAIXA Tem, os beneficiários podem pagar contas e fazer transferências diretamente pelo aplicativo no celular.
O benefício também pode ser movimentado com o cartão de débito da conta em comércios, Unidades Lotéricas, Correspondentes CAIXA Aqui, terminais de autoatendimento e Agências da CAIXA. Além disso, é possível realizar saques sem cartão nos terminais de autoatendimento e Unidades Lotéricas, utilizando a identificação biométrica previamente cadastrada em uma agência da CAIXA.
No aplicativo Bolsa Família é possível acompanhar as informações do benefício, além de receber atualizações e novidades sobre o programa.
Para baixar os aplicativos CAIXA Tem e Bolsa Família, basta acessar a loja de aplicativos do seu smartphone. É gratuito.
O Programa Bolsa Família é a transferência mensal de renda do maior programa social do Brasil, reconhecido por tirar milhões de famílias da fome. O modelo atual considera tamanho e características do núcleo familiar: lares com três ou mais pessoas tendem a receber valores maiores do que famílias unipessoais, reforçando a proteção social.
Além da renda, o Bolsa Família integra políticas públicas para ampliar acesso a saúde, educação e assistência social. O foco é promover dignidade e cidadania, articulando ações complementares (esporte, ciência, trabalho) para a superação da pobreza e a transformação social.
Para ter direito ao pagamento do Bolsa Família, a renda por pessoa da família deve ser de até R$ 218/mês.
Exemplo: 1 pessoa com salário mínimo (R$ 1.518) em família de 7 integrantes → renda per capita de R$ 216,85. Como está abaixo de R$ 218, a família é elegível ao benefício.
Mesmo inscrita no CadÚnico, a família só recebe quando for selecionada pelo sistema do programa. A inclusão é contínua e mensal, de forma automatizada, conforme os critérios de elegibilidade e a atualização cadastral.
Preciso estar no CadÚnico? Sim, é obrigatório para concorrer ao pagamento do Bolsa Família.
O valor é igual para todos? Não. O modelo considera o tamanho e o perfil familiar, podendo variar.
Cadastro feito = pagamento imediato? Não. A seleção é mensal e automatizada; a família come
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Baixar áudioPovos de 10 aldeias indígenas de Tabatinga (AM) foram contemplados com 100 computadores do Governo do Brasil. As doações foram feitas na quarta-feira (25), fruto de um Acordo de Cooperação Técnica entre os ministérios das Comunicações e dos Direitos Humanos.
As máquinas, que seriam descartadas por órgãos públicos, foram renovadas. Agora, passam a compor pequenos laboratórios públicos de informática como instrumentos de inclusão digital para a população próxima à fronteira entre Brasil, Peru e Colômbia. Todos os equipamentos foram recondicionados por jovens capacitados profissionalmente nos Centros de Recondicionamento de Computadores (CRCs) do Ministério das Comunicações, espalhados pelo Brasil.
A secretária-executiva do Ministério das Comunicações, Sônia Faustino, destacou que os materiais ajudam a garantir o direito humano à inclusão digital e a promoção da cidadania em áreas remotas. “Quando levamos computadores para uma comunidade indígena, não estamos apenas entregando equipamentos, estamos abrindo caminhos para educação, para comunicação, para autonomia e para o fortalecimento cultural. A Amazônia não está à margem do Brasil, ela ocupa o lugar central na construção do nosso projeto de país”, afirmou.
Cada aldeia terá, ao menos, dez computadores. As escolhas são feitas com base na urgência de inclusão digital da região. O direcionamento das doações é de responsabilidade do Ministério dos Direitos Humanos, em parceria com a Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai).
“O governo do presidente Lula tem nos orientado a construir políticas públicas com escuta, com parceria e com presença real nos territórios. Seguiremos trabalhando para que a coletividade, a tecnologia e a comunicação sejam instrumentos de igualdade, de dignidade e de futuro para todos e todas”, completou Faustino.
Wesley Lima, chefe de Gabinete da Secretaria Nacional dos Direitos das Pessoas LGBTQIA+ do MDH, exaltou as possibilidades da parceria interministerial. “Mais do que ampliar o acesso à tecnologia, a entrega desses computadores também contribui para o enfrentamento das violências e das desigualdades. É um aprendizado importante dos últimos anos e que, hoje, se torna central para a atuação do governo”, declarou.
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Baixar áudioA Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) lidera a organização da participação do Brasil como país parceiro oficial da Hannover Messe 2026, a maior feira industrial do mundo, realizada na Alemanha. O evento está previsto para ocorrer entre os dias 20 e 24 de abril de deste ano.
A iniciativa marca um reposicionamento estratégico da indústria brasileira no cenário global, alinhado à política industrial retomada pelo governo do presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva e conduzida pelo vice-presidente e ministro do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Geraldo Alckmin.
A decisão de assumir o papel de país parceiro ocorre em sintonia com a recriação do MDIC e com a implementação da política industrial Nova Indústria Brasil (NIB), que recoloca o setor produtivo no centro da estratégia de desenvolvimento nacional.
“O Brasil chega à Hannover Messe em um novo momento, com a retomada da política industrial liderada pelo presidente Lula e pelo vice-presidente Geraldo Alckmin, por meio da Nova Indústria Brasil. Nosso objetivo é apresentar ao mundo um país competitivo, sustentável e inovador, capaz de atrair investimentos e de participar das grandes transformações tecnológicas que estão redefinindo a indústria global”, destaca o presidente da ApexBrasil, Jorge Viana.
“Dois anos atrás, nós, da direção da ApexBrasil, começamos a trabalhar com a direção da Hannover Messe a participação do Brasil neste ano de 2026. Daí o nosso interesse de levar o que o Brasil tem de novo, de inovação na indústria, para a maior feira industrial do mundo”, complementa.
A participação brasileira foi articulada pela ApexBrasil, em parceria com a Embaixada do Brasil em Berlim, o Ministério das Relações Exteriores e o MDIC.
“Toda a nossa indústria é baseada em uma matriz energética quase 100% renovável. Isso significa que produzir no Brasil, cooperar com o Brasil para a produção industrial, significa cooperar em prol de uma produção industrial com uma pegada de carbono cada vez menor. E isso hoje é um diferencial estratégico, é um diferencial competitivo”, explica Ana Repezza.
Com a implementação da NIB, o país voltou a contar com uma política industrial estruturada, baseada em inovação, competitividade, sustentabilidade e fortalecimento das cadeias produtivas. No primeiro ano do programa, a produção industrial cresceu 3,1%, com previsão de investimentos de R$ 300 bilhões até 2026.
O cenário macroeconômico também reforça essa trajetória. A inflação projetada para o período de 2023 a 2026 tende a ser a menor desde o Plano Real, enquanto a taxa de desemprego se aproxima de 5%, segundo dados recentes. O Índice de Gini atingiu o menor nível da série histórica, indicando redução da desigualdade e ampliação do consumo.
O Brasil se destaca globalmente na agenda de transição energética e descarbonização. Quase 90% da eletricidade do país provém de fontes renováveis — uma das matrizes mais limpas do mundo.
Além disso, o país possui a segunda maior reserva global de terras raras, insumos essenciais para tecnologias como veículos elétricos, turbinas eólicas, baterias e semicondutores.
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Essa combinação de energia limpa, recursos naturais estratégicos e base industrial fortalece o posicionamento do Brasil como destino relevante para investimentos internacionais voltados à economia de baixo carbono.
O ambiente econômico favorável também se reflete na confiança externa. O Brasil já ocupou a quarta posição entre os maiores destinos de investimento estrangeiro direto no mundo, com ingressos superiores a US$ 60 bilhões em um único ano.
No comércio exterior, o país registra resultados históricos, com recordes de exportações e superávits na balança comercial, evidenciando competitividade e integração às cadeias globais.
Na Hannover Messe 2026, o Brasil terá sua maior participação já registrada. Serão seis pavilhões, reunindo 140 empresas expositoras e mais de 300 participantes, em uma área total de 2.700 m².
Os espaços serão distribuídos em diferentes halls temáticos:
A iniciativa busca ampliar a visibilidade internacional da indústria brasileira e consolidar o país como polo de tecnologia, inovação e negócios.
A perspectiva de implementação do acordo entre Mercosul e União Europeia adiciona uma dimensão estratégica à participação brasileira. O bloco combinado representa um mercado de mais de 700 milhões de consumidores e um PIB estimado em cerca de US$ 22 trilhões, ampliando oportunidades de comércio, investimento e integração produtiva.
Como país parceiro oficial, o Brasil se apresenta como uma potência industrial sustentável e inovadora, combinando indústria, startups, centros de pesquisa e matriz energética limpa para oferecer soluções em digitalização, descarbonização, transição energética e manufatura avançada.
A iniciativa conta com o apoio de instituições como o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (SEBRAE), a Vale, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), a Confederação Nacional do Transporte (CNT) e a Volkswagen.
Também participam entidades estratégicas como Embraer, Confederação Nacional da Indústria (CNI), AHK Brasil, Deutsche Messe, ABIMAC, ABINEE e Softex.
Essa articulação entre governo, setor produtivo e instituições reforça uma agenda comum voltada à inovação, sustentabilidade e inserção internacional do Brasil — posicionando o país como protagonista na indústria do futuro.
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Baixar áudioA atuação da Defesa Civil na proteção de animais em situações de desastre foi tema de um bate-papo realizado nesta quinta-feira (26), promovido pela Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil (Sedec) e disponível no canal do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR) no Youtube. O encontro reuniu especialistas para discutir desafios e caminhos para aprimorar a gestão voltada aos animais em cenários de emergência.
A coordenadora-geral de Assistência Humanitária da Sedec, Júnia Ribeiro, destacou que a demanda por atendimento a animais em desastres não é recente e, historicamente, tem sido atendida principalmente por voluntários. “A demanda por atendimento emergencial dos animais afetados por desastres é antiga e, na maior parte das vezes, é feita pelo voluntariado e pelos protetores de animais. Após o desastre no Rio Grande do Sul, em 2024, essa necessidade ficou ainda mais evidente, e hoje buscamos estruturar um atendimento em nível nacional”, afirmou.
Durante o encontro, também foi ressaltada a importância do planejamento prévio e da integração entre diferentes setores do poder público. O diretor do Departamento de Proteção à Vida Animal de Peruíbe (SP), Raphael Barreiros, enfatizou que a preparação é essencial para uma resposta eficiente. “Planejar, prevenir, mapear e ter um plano de contingência é fundamental. Em Peruíbe, já trabalhamos com uma atuação integrada entre várias secretarias e investimos na capacitação das equipes para garantir uma resposta mais rápida e organizada”, explicou.
Outro ponto central do debate foi o conceito de Saúde Única (One Health), que considera a interdependência entre a saúde humana, animal e ambiental. A advogada e voluntária da Defesa Civil em Niterói (RJ), Yasmin Radef, destacou que esse entendimento é cada vez mais necessário. “Não é possível cuidar da saúde das pessoas sem considerar os animais e o meio ambiente. Se um desses pilares está em desequilíbrio, todos os outros também estarão”, disse.
A veterinária e presidente do Grupo de Resposta a Animais em Desastres (GRAD), Carla Sassi, chamou atenção para o reconhecimento das famílias multiespécie e os impactos disso na gestão de desastres. “Hoje, o conceito de família multiespécie já é juridicamente reconhecido. Em situações de desastre, isso fica evidente, porque muitas pessoas se recusam a sair de áreas de risco sem seus animais ou acabam se colocando em risco para não se separar deles”, destacou.
Ela também ressaltou a importância de incluir os animais no planejamento das ações de resposta. “Quando são feitos levantamentos em áreas vulneráveis, não basta saber apenas quantas pessoas vivem ali. É fundamental entender também quantos animais fazem parte dessas famílias para garantir um planejamento mais eficiente, humano e realista”, completou.
O debate reforçou a necessidade de fortalecimento de políticas públicas, integração entre órgãos e inclusão dos animais nos planos de contingência, como forma de garantir respostas mais eficazes e humanizadas em situações de desastre.
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Baixar áudioO Ministério da Educação autorizou o funcionamento dos primeiros 38 campi de institutos federais previstos no plano de expansão da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica. A medida integra o pacote de investimentos do Novo Programa de Aceleração do Crescimento, o Novo PAC.
O anúncio foi feito pelo ministro Camilo Santana durante reunião com dirigentes do Conselho Nacional das Instituições da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica.
Além da autorização dos novos campi, o MEC confirmou o repasse de R$ 120 milhões para alimentação estudantil na Rede Federal, reforçando o orçamento já previsto para 2026. Também foram anunciados R$ 50 milhões para aquisição de equipamentos e R$ 30 milhões para projetos de extensão.
Segundo o ministro, o objetivo é garantir não apenas a infraestrutura, mas também condições de permanência dos estudantes. “Não adianta só fazer o restaurante e não ter o recurso para garantir a alimentação. No total, são R$ 200 milhões que estamos colocando no fortalecimento da Rede Federal”, afirmou.
Durante o evento, o MEC e a Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial credenciaram três novos institutos federais como unidades da rede, com investimento de R$ 9 milhões.
Os novos campi estão distribuídos em diversos estados e têm foco na interiorização da educação profissional e tecnológica. As unidades foram consideradas aptas após análise técnica que avaliou infraestrutura, organização administrativa e capacidade acadêmica.
Com a autorização, a Rede Federal passa a contar com 724 unidades em todo o país. A medida representa uma etapa decisiva da política de expansão, ao transformar estruturas físicas em oferta efetiva de vagas.
O investimento em alimentação estudantil integra a Política Nacional de Assistência Estudantil e busca reduzir a evasão e ampliar o acesso à educação pública de qualidade, especialmente para alunos em situação de vulnerabilidade.
Copiar o textoGuerra eleva fretes, insumos e embalagens; ABPA fala em repasse iminente ao consumidor
Baixar áudioOs preços das carnes de ave e suína, além dos ovos, devem aumentar em função da guerra no Oriente Médio. O principal motivo é a elevação dos custos de frete e de embalagens, de acordo com a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA).
O levantamento da entidade indica que o transporte dos alimentos subiu entre 10% e 20%, a depender da rota. A logística de grãos, como milho e soja, usados na nutrição animal, encareceu ainda mais. Já nas embalagens, cujos insumos são importados e têm no petróleo a principal matéria-prima, os reajustes chegam a 30%.
"Somam-se a esses custos as 'taxas de guerra' determinadas pelas empresas armadoras, o maior tempo de trânsito dos navios, entre outros fatores, que se refletem no mercado interno", diz a nota publicada pela associação.
No mercado de ovos, há expectativa de equilíbrio entre oferta e demanda, principalmente se comparado ao período da quaresma do ano passado, quando a procura pelo item estava superaquecida. Com o crescimento do setor, o abastecimento deve ser garantido, mesmo com o consumo em alta, impulsionado pela substituição de proteínas que ocorre nesta época do ano. Ainda assim, os custos secundários da cadeia também devem se refletir nos preços.
"Frente a esse quadro, é possível que ocorram, nos próximos dias, repasses aos preços para o consumidor, tanto de ovos quanto de carne de frango e carne suína", alerta a associação no documento.
Para ajudar a superar as dificuldades, a ABPA pediu que o governo federal coloque em prática um plano emergencial de contenção de danos. A ideia é lançar mão de mecanismos de apoio ao capital de giro das empresas exportadoras.
"Iniciativas semelhantes já foram adotadas pelo governo federal em momentos anteriores de elevada volatilidade internacional, como no âmbito de programas de estímulo ao crédito e à liquidez para setores estratégicos da economia", diz o texto.
Entre as possibilidades que poderiam ser avaliadas, destacam-se:
Segundo a entidade, o objetivo das medidas é assegurar liquidez temporária às empresas exportadoras, permitindo que o setor mantenha o fluxo regular de embarques enquanto as rotas logísticas internacionais são reorganizadas.
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Baixar áudioUma pesquisa da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) investiga uma nova estratégia para tornar a quimioterapia mais eficiente e menos agressiva ao organismo dos pacientes portadores de câncer. O estudo visa minimizar os efeitos colaterais dos medicamentos — como enjoos, vômito e queda de cabelo —, utilizando nanopartículas de sílica anexadas a ácido fólico para transportá-los diretamente até as células tumorais e evitando tecidos saudáveis.
Apresentada na tese de doutorado da pesquisadora doutora do Instituto de Química (Inqui) da UFMS Kristiane Fanti Del Pino, a proposta previa a utilização dos fármacos Citarabina — utilizado no tratamento de leucemias, linfomas e alguns cânceres de sistema nervoso central — e Doxorrubicina (controle) — utilizado no tratamento de diferentes tipos de câncer — incorporados às nanopartículas de sílica modificadas com ácido fólico com o objetivo de direcionar a liberação dos medicamentos às células cancerosas.
“O foco do nosso estudo é o de tentar amenizar esses efeitos colaterais adversos que o fármaco causa, porque os pacientes ficam muito debilitados quando eles começam a fazer quimioterapia. Não é só algo de estética, que caiu o cabelo, aí a pessoa tem que usar lenço, ou usar peruca. Não, realmente, o sistema imunológico fica muito abalado e essas pessoas sentem muito mal-estar, mas muito mesmo”, destaca a doutora.
No modelo atual de quimioterapia, esses medicamentos são liberados abertamente no organismo do paciente e agem sobre todas as células, o que resulta nos efeitos colaterais e prejudica a eficiência. O sistema proposto pelo estudo funciona quase como um "Cavalo de Troia", no qual as nanopartículas de sílica atuam como veículos reforçados de transporte de quantidades maiores de medicamento, que os protegem de agir sobre células saudáveis, enquanto o revestimento de ácido fólico atua como um “ímã”, direcionando o sistema até as células cancerígenas. Com superfícies ricas em receptores de folato, essas células reconhecem o ácido fólico do sistema e se agarram a ele, absorvendo a nanopartícula que, então, libera o fármaco.
O estudo está, atualmente, em fase pré-clínica, já tendo envolvido testes em animais. Na primeira fase de testes em laboratório, após serem incorporados às nanopartículas de sílica, os medicamentos foram aplicados em modelos experimentais de câncer in vitro. Os resultados indicaram a obtenção da característica de seletividade para o fármaco combinado à nanopartícula de até 300 vezes para células cancerígenas. Isso significa que a medicação combinada às nanopartículas de sílica foram, nos testes in vitro, 300 vezes mais ativas nas células tumorais do que nas células saudáveis.
Na segunda fase do estudo, com testes in vivo — quando se introduz a testagem em animais —, a equipe incindiu células tumorais em camundongos para que eles desenvolvessem a doença e aplicou a combinação dos fármacos com a nanopartícula de sílica. Os resultados obtidos, ainda que preliminares, reforçaram a capacidade de redução dos tumores em até 99,6% e não mostraram nenhuma queda de pelo nos animais. Apesar disso, a pesquisadora explica que os resultados ainda são inconclusivos e são necessários mais testes em animais para a confirmação da hipótese de que o método diminuiria efeitos colaterais como queda capilar.
O trabalho foi realizado pela pesquisadora sob a orientação e coordenação do professor do Inqui Marco Antonio Utrera Martines e apoio da professora doutora da Faculdade de Ciências Farmacêuticas, Alimentos e Nutrição (FACFAN) da UFMS Daniele Bogo. Para a realização dos testes pré-clínicos, a pesquisa contou com a parceria do Programa de Saúde e Desenvolvimento do Centro-Oeste, e foi realizada em conjunto com a Faculdade de Medicina (FAMED) da UFMS, no espaço do laboratório de biologia molecular da FACFAN.
Apesar dos resultados promissores, o estudo ainda precisa percorrer algumas etapas antes de estar apto à testagem em seres humanos. Kristiane explica que a pesquisa, que foi desenvolvida durante cerca de sete anos, ainda necessita de testes de dosagem correta em animais, tempo de liberação das medicações, entre outros passos para poder avançar aos testes em humanos.
Além disso, a doutora pesquisadora, que atualmente segue em um grupo distinto de pesquisa, destaca que dependeria de uma série de parcerias para retomar o estudo, pois precisaria de uma equipe que envolvesse biólogos, médicos e outros profissionais, além de verba para subsídio e manutenção da equipe. Ela reforça a torcida para que algum órgão de fomento reconheça o valor e o potencial da pesquisa e ofereça a oportunidade de dar seguimento a ela, uma vez que os resultados apresentados são resultado de anos de trabalho e que o tratamento oncológico é uma preocupação crescente no país.
“Particularmente, eu gostaria que a gente conseguisse apoio de algum órgão de fomento, CAPES, CNPQ, não sei, que pudesse nos dar a oportunidade para poder continuar desenvolvendo essa pesquisa, porque, com os testes pré-clínicos, ela apresentou ser bem promissora. E logo a gente conseguir, dentro de alguns anos pois leva tempo, trazer isso até o SUS”, complementa Kristiane.
Com dados da UFMS.
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Baixar áudioO Senado aprovou, nesta quarta-feira (25), o Projeto de Lei Complementar (PLP) 6/2024 que estabelece normas em caso de desmembramento de parte de um município para incorporação a outro. Aprovada por unanimidade, com 62 votos favoráveis, a proposta segue para sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
O PLP determina que a separação de áreas ocorra apenas quando destinada a outro município, vedada a criação de novo ente municipal. O texto proíbe ainda o desmembramento interestadual, ou seja, a transferência de territórios entre estados.
Como o processo afeta o cálculo do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) e de outras transferências constitucionais e legais, o projeto prevê que a nova divisão desses recursos só será aplicada no exercício financeiro seguinte à aprovação da lei estadual que definir os novos limites entre os municípios.
O projeto estabelece o prazo de até 15 anos, a partir da publicação da lei, para apresentar a solicitação de desmembramento. A medida prevê ainda a suspensão do processo no ano anterior ao Censo Demográfico de 2030, a fim de evitar impactos nos cálculos do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A retomada ocorrerá após a divulgação dos resultados da contagem populacional.
Para formalizar o pedido, o processo deverá cumprir etapas específicas:
De acordo com o texto, os estudos de viabilidade devem contemplar análises de natureza econômico-financeira e fiscal dos municípios após o desmembramento, além da avaliação da infraestrutura disponível e da prestação de serviços públicos essenciais. Também será exigida análise urbanística e social, ao considerar os aspectos relacionados à identidade e ao sentimento de pertencimento da população residente na área afetada.
O debate sobre normas para a redefinição de limites territoriais entre municípios ocorre em meio à repercussão da disputa entre cidades de Sergipe.
O Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF-5) confirmou a decisão que determina a devolução de 11,4% do território de Aracaju a São Cristóvão. A área em disputa, localizada na Zona de Expansão, tem cerca de 20,7 km² e a decisão deve impactar aproximadamente 30 mil moradores.
A Prefeitura de Aracaju afirma que administra a região há mais de 70 anos e destaca os investimentos realizados na área, considerada estratégica para o crescimento urbano da capital. Já São Cristóvão sustenta que o território possui vínculos históricos com o município e que a decisão reforça a segurança jurídica do processo.
O caso ainda aguarda a conclusão de um estudo técnico do governo de Sergipe, que servirá de base para a redefinição dos limites entre os municípios.
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Copiar o textoO preço do café arábica volta a cair, enquanto o açúcar apresenta reajustes
Baixar áudioO preço do café arábica abre esta sexta-feira (27) em baixa de 0,48%, com a saca de 60 kg negociada a R$ 1.968,47 na cidade de São Paulo.
INDICADOR DO CAFÉ ARÁBICA CEPEA/ESALQ
| DATA | VALOR R$ | VAR./DIA | VAR./MÊS | VALOR US$ |
|---|---|---|---|---|
| 26/03/2026 | 1.968,47 | -0,48% | 9,50% | 375,23 |
| 25/03/2026 | 1.977,91 | -0,07% | 10,03% | 378,84 |
| 24/03/2026 | 1.979,36 | 0,79% | 10,11% | 376,52 |
| 23/03/2026 | 1.963,83 | 0,06% | 9,25% | 375,28 |
| 20/03/2026 | 1.962,67 | 1,98% | 9,18% | 368,99 |
O café robusta teve baixa de 0,89% no preço, sendo comercializado a R$ 1.017,10.
INDICADOR DO CAFÉ ROBUSTA CEPEA/ESALQ
| DATA | VALOR R$ | VAR./DIA | VAR./MÊS | VALOR US$ |
|---|---|---|---|---|
| 26/03/2026 | 1.017,10 | -0,89% | -1,52% | 193,88 |
| 25/03/2026 | 1.026,26 | -0,18% | -0,63% | 196,56 |
| 24/03/2026 | 1.028,09 | 1,50% | -0,45% | 195,57 |
| 23/03/2026 | 1.012,93 | -0,11% | -1,92% | 193,57 |
| 20/03/2026 | 1.014,04 | 0,88% | -1,81% | 190,65 |
Já o preço do açúcar cristal apresenta variação nas principais praças do estado de São Paulo. Na capital, a saca de 50 kg teve valorização de 1,52% e é cotada a R$ 103,83.
INDICADOR DO AÇÚCAR CRISTAL BRANCO CEPEA/ESALQ - SÃO PAULO
| DATA | VALOR R$* | VAR./DIA | VAR./MÊS | VALOR US$* |
|---|---|---|---|---|
| 26/03/2026 | 103,83 | 1,52% | 5,31% | 19,79 |
| 25/03/2026 | 102,28 | 0,02% | 3,74% | 19,59 |
| 24/03/2026 | 102,26 | 1,48% | 3,72% | 19,45 |
| 23/03/2026 | 100,77 | -0,54% | 2,21% | 19,26 |
| 20/03/2026 | 101,32 | 0,81% | 2,77% | 19,05 |
Em Santos (SP), a mercadoria teve valorização de 2,86%, sendo negociada a R$ 118,18 na média de preços sem impostos.
INDICADOR AÇÚCAR CRISTAL - SANTOS (FOB)
| DATA | VALOR R$* | VAR./DIA | VAR./MÊS | VALOR US$* |
|---|---|---|---|---|
| 26/03/2026 | 118,18 | 2,86% | 10,34% | 22,59 |
| 25/03/2026 | 114,89 | -2,29% | 7,26% | 21,98 |
| 24/03/2026 | 117,58 | 1,70% | 9,77% | 22,35 |
| 23/03/2026 | 115,62 | -1,93% | 7,95% | 22,05 |
| 20/03/2026 | 117,90 | 1,03% | 10,07% | 22,33 |
A saca de 60 kg do milho, por sua vez, é vendida a R$ 70,33, após desvalorização de 0,17%.
INDICADOR DO MILHO ESALQ/BM&FBOVESPA
| DATA | VALOR R$* | VAR./DIA | VAR./MÊS | VALOR US$* |
|---|---|---|---|---|
| 26/03/2026 | 70,33 | -0,17% | 1,15% | 13,41 |
| 25/03/2026 | 70,45 | -0,79% | 1,32% | 13,49 |
| 24/03/2026 | 71,01 | -0,34% | 2,13% | 13,51 |
| 23/03/2026 | 71,25 | -0,17% | 2,47% | 13,61 |
| 20/03/2026 | 71,37 | -0,36% | 2,65% | 13,42 |
Os valores são do Cepea.
Café arábica e café robusta são as duas principais variedades cultivadas e comercializadas no Brasil, ambas medidas em sacas de 60 kg.
A saca de açúcar cristal no Brasil é padronizada em 50 quilos, especialmente para comercialização no mercado atacadista e para uso na indústria alimentícia. Essa unidade de medida é adotada pelo Cepea/Esalq-USP, principal fonte de cotações diárias do açúcar cristal no país.
A saca de milho equivale a 60 kg de grãos, mesmo padrão utilizado para soja e trigo. Essa medida é oficializada por instituições como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Cepea, sendo amplamente usada em negociações e relatórios de preço do milho.
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Baixar áudioO preço do boi gordo abre esta sexta-feira (27) em alta de 0,25%. A arroba é negociada a R$ 355,55, no estado de São Paulo.
INDICADOR DO BOI GORDO CEPEA/ESALQ
| DATA | VALOR R$* | VAR./DIA | VAR./MÊS | VALOR US$* |
|---|---|---|---|---|
| 26/03/2026 | 355,55 | 0,25% | 0,68% | 67,78 |
| 25/03/2026 | 354,65 | 0,92% | 0,42% | 67,93 |
| 24/03/2026 | 351,40 | 0,20% | -0,50% | 66,84 |
| 23/03/2026 | 350,70 | 0,01% | -0,69% | 67,02 |
| 20/03/2026 | 350,65 | 0,30% | -0,71% | 65,92 |
Nos atacados da Grande São Paulo, São José do Rio Preto e Descalvado, os preços do frango congelado apresentaram estabilidade, enquanto os do frango resfriado apresentaram desvalorização de 0,29%. A primeira mercadoria é vendida a R$ 6,90, enquanto a segunda é comercializada a R$ 6,90.
PREÇOS DO FRANGO CONGELADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP
| DATA | VALOR R$ | VAR./DIA | VAR./MÊS |
|---|---|---|---|
| 26/03/2026 | 6,90 | 0,00% | -4,96% |
| 25/03/2026 | 6,90 | 0,29% | -4,96% |
| 24/03/2026 | 6,88 | 0,00% | -5,23% |
| 23/03/2026 | 6,88 | 1,03% | -5,23% |
| 20/03/2026 | 6,81 | 0,00% | -6,20% |
PREÇOS DO FRANGO RESFRIADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP
| DATA | VALOR R$ | VAR./DIA | VAR./MÊS |
|---|---|---|---|
| 26/03/2026 | 6,90 | -0,29% | -5,61% |
| 25/03/2026 | 6,92 | -0,14% | -5,34% |
| 24/03/2026 | 6,93 | 0,00% | -5,20% |
| 23/03/2026 | 6,93 | 0,87% | -5,20% |
| 20/03/2026 | 6,87 | 0,00% | -6,02% |
A carcaça suína especial também volta a apontar estabilidade no preço, sendo negociada a R$ 9,95 por quilo, nos atacados da Grande São Paulo.
PREÇOS DA CARCAÇA SUÍNA ESPECIAL (R$/kg)
| DATA | MÉDIA | VAR./DIA | VAR./MÊS |
|---|---|---|---|
| 26/03/2026 | 9,95 | 0,00% | -1,49% |
| 25/03/2026 | 9,95 | 0,00% | -1,49% |
| 24/03/2026 | 9,95 | -0,90% | -1,49% |
| 23/03/2026 | 10,04 | -0,89% | -0,59% |
| 20/03/2026 | 10,13 | 0,00% | 0,30% |
O preço do suíno vivo registra estabilidade no Rio Grande do Sul, valorização de 0,43% em São Paulo, e desvalorização de 0,15% em Minas Gerais e no Paraná e de 1,23% em Santa Catarina. As mercadorias variam entre R$ 6,43 e R$ 6,96.
INDICADOR DO SUÍNO VIVO CEPEA/ESALQ (R$/kg)
| DATA | ESTADO | VALOR R$* | VAR./DIA | VAR./MÊS |
|---|---|---|---|---|
| 26/03/2026 | MG - posto | 6,72 | -0,15% | -0,59% |
| 26/03/2026 | PR - a retirar | 6,62 | -0,15% | 0,46% |
| 26/03/2026 | RS - a retirar | 6,74 | 0,00% | 0,15% |
| 26/03/2026 | SC - a retirar | 6,43 | -1,23% | -1,23% |
| 26/03/2026 | SP - posto | 6,96 | 0,43% | 0,87% |
Os valores são do Cepea.
O boi gordo é o bovino macho pronto para o abate, com peso mínimo de 16 arrobas líquidas de carcaça (aproximadamente 240 kg) e até 42 meses de idade. Atende aos padrões do mercado nacional e internacional, incluindo exportações para Europa, China e cota Hilton.
O frango congelado passa por congelamento rápido, com temperaturas abaixo de -12°C, garantindo maior vida útil para armazenamento e transporte a longas distâncias. Já o frango resfriado é mantido entre 0°C e 4°C, com validade de 5 a 7 dias, oferecendo textura e sabor mais próximos do fresco, ideal para consumidores exigentes e restaurantes.
Copiar o textoA soja apresenta alta no Paraná e em Paranaguá; o trigo sofre reajustes
Baixar áudioO valor da saca de 60 kg da soja abre esta sexta-feira (27) em alta, tanto no interior do Paraná quanto no litoral do estado, em Paranaguá.
Na primeira região, o grão teve valorização de 0,85% e é negociado a R$ 123,92; na segunda, a mercadoria teve valorização de 0,87% e é cotada a R$ 130,37.
INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANÁ
| DATA | VALOR R$* | VAR./DIA | VAR./MÊS | VALOR US$* |
|---|---|---|---|---|
| 26/03/2026 | 123,92 | 0,85% | 2,67% | 23,62 |
| 25/03/2026 | 122,87 | 0,12% | 1,80% | 23,53 |
| 24/03/2026 | 122,72 | 0,14% | 1,67% | 23,34 |
| 23/03/2026 | 122,55 | -0,70% | 1,53% | 23,42 |
| 20/03/2026 | 123,41 | 0,69% | 2,25% | 23,20 |
INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANAGUÁ
| DATA | VALOR R$* | VAR./DIA | VAR./MÊS | VALOR US$* |
|---|---|---|---|---|
| 26/03/2026 | 130,37 | 0,87% | 2,79% | 24,85 |
| 25/03/2026 | 129,25 | -0,69% | 1,91% | 24,75 |
| 24/03/2026 | 130,15 | 0,22% | 2,62% | 24,76 |
| 23/03/2026 | 129,87 | -0,57% | 2,40% | 24,82 |
| 20/03/2026 | 130,61 | 0,95% | 2,98% | 24,55 |
O preço do trigo, por sua vez, registra valorização de 0,27% no Paraná e de 0,31% no Rio Grande do Sul. No primeiro estado, a tonelada é vendida a R$ 1.272,01, enquanto no segundo é comercializada a R$ 1.129,56.
PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - PARANÁ
| DATA | VALOR R$/T* | VAR./DIA | VAR./MÊS | VALOR US$/T* |
|---|---|---|---|---|
| 26/03/2026 | 1.272,01 | 0,27% | 7,97% | 242,47 |
| 25/03/2026 | 1.268,54 | 1,22% | 7,68% | 242,97 |
| 24/03/2026 | 1.253,22 | 0,14% | 6,38% | 238,39 |
| 23/03/2026 | 1.251,49 | 0,00% | 6,23% | 239,15 |
| 20/03/2026 | 1.251,47 | 0,02% | 6,23% | 235,28 |
PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - RIO GRANDE DO SUL
| DATA | VALOR R$/T* | VAR./DIA | VAR./MÊS | VALOR US$/T* |
|---|---|---|---|---|
| 26/03/2026 | 1.129,56 | 0,31% | 2,81% | 215,32 |
| 25/03/2026 | 1.126,03 | 1,05% | 2,48% | 215,67 |
| 24/03/2026 | 1.114,33 | 0,00% | 1,42% | 211,97 |
| 23/03/2026 | 1.114,33 | 0,58% | 1,42% | 212,94 |
| 20/03/2026 | 1.107,94 | 0,62% | 0,84% | 208,30 |
Os valores são do Cepea.
A saca de soja e a saca de trigo são as principais unidades de comercialização de grãos no Brasil. Cada saca equivale a 60 quilos, padrão adotado por órgãos oficiais como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).
Esse formato padronizado facilita o comércio da soja e do trigo, além de permitir um acompanhamento mais preciso das cotações e variações de preços no mercado nacional.
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Baixar áudioO Ibovespa voltou a fechar o pregão em baixa de 1,45%, aos 182.732 pontos. O desempenho do índice foi influenciado pelo clima de aversão a risco de investidores do exterior devido às incertezas relacionadas ao conflito no Oriente Médio e pelos temores de choques inflacionários com o resultado do IPCA-15 acima do esperado.
O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA-15), tomado como a prévia da inflação, subiu 0,44% em março, puxada por Alimentação e Bebidas e Despesas Pessoais. O aumento veio além do esperado, que era de uma alta de 0,29% no mês. Além disso, o IPCA-15 teve alta acumulada de 3,90% em 12 meses, dentro da meta de 3% estipulada pelo Banco Central — com margem de erro de 1,5% para cima ou para baixo —, e mostrou desaceleração frente aos dados de fevereiro, que foram de alta mensal de 0,84% e 4,10% no acumulado em 12 meses.
Segundo analistas do setor, o IPCA-15 ainda não mostrou sinais de grande impacto pelo aumento de preços decorrente do conflito no Oriente Médio, o que deverá acontecer a partir do resultado de março do indicador, com a pressão nos preços de combustíveis, entre outros.
No exterior, o mercado seguiu monitorando os desdobramentos do conflito no Irã e aumentou o clima de aversão a risco após novas incertezas sobre a duração da guerra. Segue em crescente o desencontro de narrativas entre as autoridades iranianas e estadunidenses sobre a existência de negociações para um acordo entre os países. Enquanto o presidente dos EUA, Donald Trump, reiteradamente afirma que o país persa está “desesperado por um acordo”, as autoridades do Irã voltam a negar a existência de uma negociação para um cessar-fogo.
O petróleo voltou a subir mais de 4,5%, com o barril do Brent sendo cotado, novamente, a mais de US$100. Os índices de Wall Street também reagiram ao dia de incertezas quanto à duração do conflito, fechando a sessão com perdas. O índice Nasdaq, em destaque negativo, caiu 10% em relação à máxima histórica e entrou em território de correção.
No Ibovespa, o destaque foram as petroleiras, que subiram em bloco com a valorização do petróleo. Além disso, a Petrobras repercutiu a descoberta de petróleo no campo de Marlim Sul, no pré-sal da Bacia de Campos, o que auxiliou na valorização dos papéis da empresa.
Confira as ações com melhor e pior desempenho no último fechamento:
Ações em alta no Ibovespa
Grupo Ser Educacional SA (SEER3): +15,16%
Banco do Estado do Rio Grande do Sul SA 6 % Conv Pfd A (BRSR5): +14,24%
Ações em queda no Ibovespa
GOL Linhas Aereas Inteligentes S.A. Pfd (GOLL54): -16,72%
Equatorial Maranhao Distribuidora de Energia SA (EQMA3B): -15,16%
O volume total negociado na B3 foi de R$ 26.599.263.458, em meio a 3.256.414 negócios.
Os dados da bolsa podem ser consultados no site da B3.
O Ibovespa (Índice Bovespa) é o principal indicador do mercado acionário brasileiro. Calculado pela B3, ele reflete a média do desempenho das ações mais negociadas na bolsa, com base em critérios de volume e liquidez. O índice é composto por uma carteira teórica de ativos, que representa cerca de 80% do volume financeiro total negociado no mercado.
A B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) é a bolsa de valores oficial do Brasil, sediada em São Paulo. É responsável pela negociação de ações, derivativos, títulos públicos e privados, câmbio e outros ativos financeiros. A B3 está entre as maiores bolsas do mundo em infraestrutura e valor de mercado.
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Baixar áudioO dólar comercial encerrou o último pregão em alta de 0,69% frente ao real, cotado a R$ 5,25. O câmbio acompanhou a tendência externa, com o indicador DXY — que compara o dólar a uma cesta de seis divisas globais como euro e libra — apresentando alta de 0,38%.
O desempenho da moeda estadunidense foi influenciado pela continuidade do sentimento de aversão a risco dos investidores em meio a novos desdobramentos do conflito no Oriente Médio e por dados inflacionários no cenário doméstico.
O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA-15), tomado como a prévia da inflação, subiu 0,44% em março, puxado por Alimentação e Bebidas e Despesas Pessoais. O aumento veio além do esperado, que era de uma alta de 0,29% no mês. Além disso, o IPCA-15 teve alta acumulada de 3,90% em 12 meses, dentro da meta de 3% estipulada pelo Banco Central — com margem de erro de 1,5% para cima ou para baixo —, e mostrou desaceleração frente aos dados de fevereiro, que foram de alta mensal de 0,84% e 4,10% no acumulado em 12 meses.
Segundo analistas do setor, o IPCA-15 ainda não mostrou sinais de grande impacto pelo aumento de preços decorrente do conflito no Oriente Médio, o que deverá acontecer a partir do resultado de março do indicador, com a pressão nos preços de combustíveis, entre outros.
No exterior, o mercado seguiu monitorando os desdobramentos do conflito no Irã e aumentou o clima de aversão a risco após novas incertezas sobre a duração da guerra. Segue em crescente o desencontro de narrativas entre as autoridades iranianas e estadunidenses sobre a existência de negociações para um acordo entre os países. Enquanto o presidente dos EUA, Donald Trump, reiteradamente afirma que o país persa está “desesperado por um acordo”, as autoridades do Irã voltam a negar a existência de uma negociação para um cessar-fogo.
O petróleo voltou a subir mais de 4,5%, com o barril do Brent sendo cotado, novamente, a mais de US$ 100. Segundo analistas do setor, a escalada das tensões no conflito sustentou os juros nos EUA em patamares elevados e reforçou a busca por proteção, favorecendo o dólar.
O euro, por sua vez, encerrou a sessão em alta de 0,04%, cotado a R$ 6,04.
A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.
| Código | BRL | USD | EUR | GBP | JPY | CHF | CAD | AUD |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| BRL | 1 | 0,1908 | 0,1656 | 0,1432 | 30,4729 | 0,1516 | 0,2644 | 0,2774 |
| USD | 5,2422 | 1 | 0,8672 | 0,7499 | 159,75 | 0,7948 | 1,3859 | 1,4526 |
| EUR | 6,0387 | 1,1535 | 1 | 0,8652 | 184,29 | 0,9167 | 1,5987 | 1,6757 |
| GBP | 6,9859 | 1,3336 | 1,1559 | 1 | 213,05 | 1,0601 | 1,8479 | 1,9371 |
| JPY | 3,28147 | 0,625998 | 0,54281 | 0,469462 | 1 | 0,4975 | 0,86748 | 0,90913 |
| CHF | 6,5956 | 1,2582 | 1,0910 | 0,9433 | 201,02 | 1 | 1,7439 | 1,8277 |
| CAD | 3,7828 | 0,7216 | 0,6258 | 0,5410 | 115,28 | 0,5734 | 1 | 1,0484 |
| AUD | 3,6045 | 0,6885 | 0,5970 | 0,5164 | 109,97 | 0,5471 | 0,9539 | 1 |
Os dados são da Investing.com
Copiar o textoO concurso 2989 da Mega-Sena foi realizado nesta quinta-feira (26/03/2026), no Espaço da Sorte, em São Paulo, e divulgado pela Caixa Econômica Federal. O sorteio não teve vencedores na faixa principal.
O próximo sorteio está marcado para sábado (28), com prêmio estimado em R$ 40.000.000,00. Aproveite a oportunidade e faça sua aposta para concorrer.
06 - 14 - 28 - 31 - 56 - 59
Para participar, basta escolher de 6 a 15 números entre os 60 disponíveis no volante. A aposta mínima custa R$ 5,00, e quanto mais números você marcar, maior o preço — mas também maiores as chances de ganhar. Os sorteios acontecem três vezes por semana, às terças, quintas e sábados, sempre às 21h (horário de Brasília).
| Números apostados | Probabilidade de acertar 6 dezenas |
|---|---|
| 6 números | 1 em 50.063.860 |
| 7 números | 1 em 7.151.980 |
| 8 números | 1 em 1.787.995 |
| 9 números | 1 em 595.998 |
| 10 números | 1 em 238.399 |
| 15 números | 1 em 10.003 |
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Parte da arrecadação das apostas da Mega-Sena é destinada a programas sociais do governo federal, como:
Copiar o textoO concurso 3646 da Lotofácil foi realizado nesta quinta-feira (26/03/2026), no Espaço da Sorte, em São Paulo, e divulgado pela Caixa Econômica Federal. 1 apostador acertou as 15 dezenas e levou para casa o prêmio de R$ 1.058.039,24. O bilhete premiado foi adquirido em São Paulo (SP). De acordo com o Censo Demográfico de 2022, a capital paulista possui cerca de 11.451.245 habitantes. A cidade consolidou-se como o maior centro financeiro, corporativo e mercantil da América Latina, apresentando paisagens icônicas como a Avenida Paulista, o Parque do Ibirapuera e o Edifício Copan.
O prêmio estimado para o próximo concurso da Lotofácil, de número 3647, que será realizado na sexta-feira, 27 de março de 2026, está estimado em R$ 2.000.000,00. Aproveite a oportunidade e faça sua aposta para concorrer!
01 - 03 - 05 - 07 - 08 - 11 - 13 - 15 - 16 - 18 - 19 - 20 - 23 - 24 - 25
A aposta mínima, de 15 números, custa R$ 3,50 com chance de 1 em 3.268.760 e a máxima custa R$ 46.512 com chance de 1 em 211.
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Quantidade de números jogados |
Valor da aposta |
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15 |
R$ 3,50 |
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16 |
R$ 48,00 |
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17 |
R$ 408,00 |
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18 |
R$ 2.448,00 |
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19 |
R$ 11.628,00 |
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20 |
R$ 46.512,00 |
De segunda-feira a sábado, às 21h.
Quer apostar sem complicação? Use a Surpresinha e deixe o sistema escolher os números para você — uma forma prática e rápida de participar dos sorteios.
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O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta de chuvas intensas para a Região Sul nesta sexta-feira (27).
No Paraná, a previsão é de muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas isoladas em Campo Bonito, Laranjal e Diamante do Sul, municípios da região centro-oeste do estado.
Em Santa Catarina, o mesmo cenário se repete em Curitibanos, Brunópolis e Rio do Campo, localizados na região serrana.
Já no Rio Grande do Sul, há muitas nuvens com possibilidade de chuva isolada em Bagé, Santana do Livramento e Alegrete, na região da Campanha Gaúcha.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 17°C, em Curitiba. Já a máxima deve atingir até 34°C, em Porto Alegre. A umidade relativa do ar varia entre 50% e 100%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) indica que a previsão do tempo para esta sexta-feira (27) na Região Sudeste será de variação entre instabilidade e tempo firme.
No estado de São Paulo, há chance de chuva isolada nos municípios de Mirante do Paranapanema, Presidente Epitácio e Marabá Paulista, localizados na região do Pontal do Paranapanema, no extremo oeste paulista.
Já em Minas Gerais, a previsão é de tempo claro com poucas nuvens ao longo do dia em grande parte do estado, garantindo estabilidade no clima.
No Rio de Janeiro e no Espírito Santo, o tempo segue mais fechado, com predominância de céu nublado durante esta sexta-feira.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 17°C, em Belo Horizonte. Já a máxima pode chegar até 33°C, no Rio de Janeiro. A umidade relativa do ar varia entre 50% e 100%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta de chuvas intensas para a Região Norte nesta sexta-feira (27).
No Acre, Rondônia e Amazonas, a previsão é de muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas ao longo do dia.
Em Roraima, chove em Caracaraí, Caroebe e Alto Alegre, municípios das regiões sul e central do estado.
No Amapá, a chuva será intensa em Cutias, Tartarugalzinho e Ferreira Gomes, na região leste.
Já no Pará, a instabilidade é forte em Moju e Paragominas, no nordeste paraense.
No Tocantins, a chuva atinge cidades do norte ao sul do estado, como Darcinópolis, Filadélfia, Talismã e Peixe.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 23°C, em Rio Branco. Já a máxima pode chegar a 36°C, em Boa Vista. A umidade relativa do ar varia entre 40% e 100%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta de chuvas intensas para a Região Nordeste nesta sexta-feira (27).
No Maranhão, a previsão é de muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas isoladas em Matões do Norte, Lago Verde e Brejo de Areia, na região central do estado.
No Piauí, há muitas nuvens com pancadas de chuva isolada em Esperantina e Miguel Alves, no norte piauiense. No Ceará, pode chover em Amontada e Sobral, no litoral e norte do estado.
No Rio Grande do Norte, o dia será de muitas nuvens. Já na Paraíba, Pernambuco, Alagoas e Sergipe, há previsão de chuva na faixa litorânea.
Na Bahia, há chance de chuva isolada em São José da Vitória e Santa Luzia, no sul do estado.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 23°C em Teresina. Já a máxima pode chegar a 32°C, em Natal. A umidade relativa do ar varia entre 55% e 95%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioO Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), por meio da Defesa Civil Nacional, autorizou, nesta quinta-feira (26), o repasse de R$ 3.237.175,06 para ações de resposta em seis municípios afetados por desastres. Serão atendidas cidades em Mato Grosso, Pará, Bahia, Piauí e Minas Gerais. Receberão os recursos os municípios de Salto do Céu (MT); Rio Maria e Bom Jesus do Tocantins (PA); Canavieiras (BA); Coronel José Dias (PI); e São João do Paraíso (MG). As portarias com a liberação dos valores foram publicadas no Diário Oficial da União (DOU). Confira abaixo:
Os recursos foram autorizados a partir de critérios técnicos que levam em conta a magnitude dos desastres, o número de desabrigados e desalojados e as necessidades apresentadas nos planos de trabalho enviados pelas prefeituras.
Estados e municípios que tiverem o reconhecimento federal de situação de emergência ou estado de calamidade pública podem solicitar apoio ao MIDR. As solicitações são feitas pelo Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2iD). Após análise e aprovação da equipe técnica da Defesa Civil Nacional, os repasses são formalizados em portaria publicada no Diário Oficial da União (DOU).
As informações são do MIDR
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Baixar áudioO Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta de chuvas intensas para a Região Centro-Oeste nesta sexta-feira (27).
Em Mato Grosso, há previsão de muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas em São Félix do Araguaia, Paranatinga e Ribeirão Cascalheira, nas regiões nordeste e centro-leste do estado.
Em Mato Grosso do Sul, chove forte em Corumbá, no Pantanal, além de Figueirão e Três Lagoas, no norte e leste.
Em Goiás, há chance de chuva isolada em Crixás, Montes Claros de Goiás e Arenópolis, nas regiões norte e oeste.
No Distrito Federal, o dia será de céu nublado.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 18°C, em Brasília. Já a máxima deve chegar a 31°C, em Campo Grande. A umidade relativa do ar varia entre 45% e 100%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioOs 68 mil habitantes de Venâncio Aires, no Rio Grande do Sul, ganharam novos canais de televisão digital aberta e gratuita. O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense inaugurou, na última terça-feira (24), a IFSul TV, emissora que passa a integrar a Rede Nacional de Comunicação Pública, em parceria com a Empresa Brasil de Comunicação (EBC).
Com o início das transmissões, os moradores passam a receber sinal digital em alta definição, podendo assistir à programação da TV Brasil pelo canal 2.1, além dos conteúdos da Rede Legislativa, transmitidos pelo canal 9.
Para o ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho, a iniciativa reforça o empenho do Governo Federal em garantir comunicação de qualidade e dignidade para todos os brasileiros. “Muito importante para democratizar o acesso à comunicação, garantindo sim que todo mundo possa ter acesso à real informação, à informação correta, fidedigna. E é nesse papel que a gente está liderando o Ministério de Comunicações, com o propósito que garanta a política pública na ponta, para que as pessoas possam se inserir e se sentir valorizadas”, afirmou o ministro.
A emissora foi implantada por meio do Programa Brasil Digital, coordenado pelo Ministério das Comunicações, com investimento federal de R$ 430 mil em equipamentos e infraestrutura de transmissão.
“Levar televisão digital aberta e gratuita para mais cidades brasileiras é garantir que a população tenha acesso à informação, à educação e à cultura com qualidade. A chegada da IFSul TV a Venâncio Aires fortalece a comunicação pública e amplia oportunidades de conhecimento para toda a região”, concluiu Siqueira Filho.
O Programa Brasil Digital, instituído pelo Ministério das Comunicações, tem como objetivo expandir a TV aberta e gratuita em tecnologia digital em todo o território nacional. A iniciativa prevê a instalação e a doação de equipamentos transmissores e estações de televisão digital, em parceria com instituições públicas, como universidades, câmaras municipais e assembleias legislativas.
A ação leva para cidades que ainda não contavam com o serviço sinais digitais da Rede Legislativa (TV Câmara, TV Senado e emissoras das assembleias legislativas e câmaras municipais), dos canais da Empresa Brasil de Comunicação (TV Brasil, Canal Educação, Canal Saúde e Canal Gov) e aos conteúdos locais dos parceiros da Rede Nacional de Comunicação Pública.
Além de ampliar o acesso à informação, a política abre espaço para a veiculação de produções locais e regionais, contribuindo para o fortalecimento da comunicação pública e para a valorização da diversidade cultural brasileira.
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Baixar áudioSeis em cada dez indústrias brasileiras (61%) realizaram atividades inovadoras nos últimos três anos. É o que revela uma pesquisa inédita da Confederação Nacional da Indústria (CNI).
O foco das empresas tem sido a modernização interna. Segundo o levantamento, 69% dos industriais direcionaram esforços para a melhoria dos processos produtivos. Como resultado, 38% registraram aumento da produtividade, 21% acessaram novos mercados e 19% obtiveram redução de custos.
Ao tentar acessar instrumentos públicos de apoio à inovação, 36% dos empresários apontaram o excesso de burocracia como principal obstáculo. Em seguida aparecem o risco de devolução de recursos por despesas não aprovadas ou outras penalidades futuras (5%), a falta de entendimento das regras (5%), a lentidão na análise dos processos (5%) e a baixa previsibilidade (3%).
A Região Nordeste é a que mais sente os efeitos do excesso de burocracia, segundo 48% dos industriais. Já o Sudeste aparece como a região menos impactada, com 32%.
Além disso, quatro em cada dez empresários (42%) afirmaram que nem sequer tentaram acessar instrumentos públicos de apoio à inovação.
O superintendente de Tecnologia e Inovação da CNI, Carlos Bork, afirma que grande parte dos empresários industriais em todo o país não conhecem políticas públicas de incentivo à inovação, como a Lei do Bem — principal mecanismo de incentivo fiscal brasileiro para empresas que investem em Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação Tecnológica (PD&I).
A legislação permite que empresas tributadas pelo Lucro Real deduzam gastos com inovação da base de cálculo do IRPJ e da CSLL, reduzindo a carga tributária e estimulando novos investimentos em inovação.
“Não sabem as oportunidades de financiamento a juros baixíssimos que tanto o Sebrae quanto o BNDES e a Finep possuem. Existem grandes políticas públicas, mas elas não estão chegando ao cliente final, que é a nossa indústria”, afirma.
Segundo Bork, a falta de informação leva muitos empresários a acreditar que os processos de acesso ao fomento público são mais burocráticos do que realmente são.
“Eles não usaram, nem viram o quão burocrático é ou não. Só porque alguém contou para eles que era complicado, eles não utilizam. Nós [da CNI] temos a obrigação de diminuir esse gap de informação, chegar mais perto desse empresário e dizer: vamos te ajudar a utilizar uma política pública de fomento à inovação”, explica.
Para quase metade das empresas (46%), a redução das exigências documentais poderia melhorar o acesso ao incentivo público. Outros 29% apontam como melhoria a criação de uma rede de consultores credenciados para micro, pequenas e médias empresas ou a implementação de um cadastro nacional único de empresas inovadoras.
Já 26% defendem o uso de inteligência artificial na triagem e análise inicial dos projetos, para agilizar o processo. Para 18%, a melhoria passa pela aceleração de projetos estratégicos, como os ligados à inteligência artificial e à descarbonização.
Os dados da pesquisa são reforçados pela realidade observada diretamente pela CNI durante a Jornada Nacional da Inovação — iniciativa da Mobilização Empresarial pela Inovação (MEI), em parceria com o Sebrae.
Entre julho de 2025 e março de 2026, o movimento itinerante percorreu as cinco regiões do país e promoveu 50 encontros com mais de 5 mil empresários e pessoas ligadas à tecnologias e inovação. O objetivo foi mapear desafios, oportunidades e experiências inovadoras, especialmente relacionadas com a transição ecológica e a transformação digital.
Segundo a CNI, após a Jornada foi possível constatar que a indústria tem buscado a modernização interna como estratégia para melhorar processos produtivos e reduzir custos. Esse movimento gerou ganhos de eficiência que variam entre 20% e 64%, além da redução de desperdícios e do consumo de energia.
Por outro lado, entraves como burocracia excessiva, linguagem complexa dos editais e o risco de multas severas, caso o projeto inovador precise mudar de rota, continuam afastando empresas das linhas públicas de apoio.
Para reverter esse cenário, a Jornada elaborou uma série de propostas de políticas públicas que estão em debate durante o 11º Congresso de Inovação da Indústria.
A pesquisa de inovação da CNI foi divulgada no primeiro dia do 11º Congresso de Inovação da Indústria, realizado nesta quarta-feira (25) e quinta-feira (26), no WTC, em São Paulo.
Considerado um dos principais eventos de inovação industrial da América Latina, o congresso é uma iniciativa da Mobilização Empresarial pela Inovação (MEI) e correalizado pelo Sistema Indústria — que reúne a CNI, o Serviço Social da Indústria (SESI), o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) e o Instituto Euvaldo Lodi (IEL) — e o Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae).
Segundo Carlos Bork, a expectativa é que os participantes da Jornada Nacional da Inovação ampliem parcerias e oportunidades de negócios durante o evento.
“Muito mais do que um congresso de passar informação, trouxemos as pessoas que conhecemos nesses estados para que se conheçam e, muito além de ouvir as palestras, possam se conectar e serem grandes parceiros de negócios”, afirma.
A participação é gratuita e voltada a lideranças empresariais, especialistas e pesquisadores do ecossistema de inovação público e privado, incluindo empresas, Instituições de Ciência e Tecnologia (ICTs) e startups.
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Baixar áudioA CAIXA paga, nesta quinta-feira, 26 de março, a primeira parcela de 2026 do Programa Pé-de-Meia para os estudantes do Ensino Médio regular e Ensino Médio da Educação de Jovens e Adultos, a EJA, nascidos nos meses de julho e agosto.
O incentivo será creditado na conta Poupança CAIXA Tem e os valores podem ser movimentados pelo CAIXA Tem.
O estudante pode pagar contas, fazer transferências e PIX, direto no aplicativo.
Além disso, pode movimentar os valores com o cartão do programa, fazendo compras e pagamentos.
O Programa Pé-de-Meia apoia a permanência e a conclusão escolar dos estudantes matriculados no Ensino Médio e na Educação de Jovens e Adultos da rede pública.
Para mais informações sobre os pagamentos do Pé-de-Meia, acesse: www.caixa.gov.br.
O Pé-de-Meia é um programa de incentivo financeiro-educacional do Governo Federal para estudantes do ensino médio público inscritos no CadÚnico. Ele funciona como uma poupança para manter a frequência e estimular a conclusão do ensino médio, reduzindo desigualdades e promovendo inclusão e mobilidade social.
Copiar o textoOs pagamentos são realizados preferencialmente na Poupança CAIXA ou conta CAIXA Tem
Baixar áudioA CAIXA inicia nesta quinta-feira (26), o pagamento do Bolsa Família referente ao mês de março para os beneficiários com o Número de Identificação Social (NIS) terminado em 7.
Os pagamentos são realizados preferencialmente na Poupança CAIXA ou conta CAIXA Tem. Com a conta CAIXA Tem, os beneficiários podem pagar contas e fazer transferências diretamente pelo aplicativo no celular.
O benefício também pode ser movimentado com o cartão de débito da conta em comércios, Unidades Lotéricas, Correspondentes CAIXA Aqui, terminais de autoatendimento e Agências da CAIXA. Além disso, é possível realizar saques sem cartão nos terminais de autoatendimento e Unidades Lotéricas, utilizando a identificação biométrica previamente cadastrada em uma agência da CAIXA.
No aplicativo Bolsa Família é possível acompanhar as informações dos benefícios, além de receber atualizações e novidades sobre o programa.
Para baixar os aplicativos CAIXA Tem e Bolsa Família, basta acessar a loja de aplicativos do seu smartphone. É gratuito.
O Programa Bolsa Família é a transferência mensal de renda do maior programa social do Brasil, reconhecido por tirar milhões de famílias da fome. O modelo atual considera tamanho e características do núcleo familiar: lares com três ou mais pessoas tendem a receber valores maiores do que famílias unipessoais, reforçando a proteção social.
Além da renda, o Bolsa Família integra políticas públicas para ampliar acesso a saúde, educação e assistência social. O foco é promover dignidade e cidadania, articulando ações complementares (esporte, ciência, trabalho) para a superação da pobreza e a transformação social.
Para ter direito ao pagamento do Bolsa Família, a renda por pessoa da família deve ser de até R$ 218/mês.
Exemplo: 1 pessoa com salário mínimo (R$ 1.518) em família de 7 integrantes → renda per capita de R$ 216,85. Como está abaixo de R$ 218, a família é elegível ao benefício.
Mesmo inscrita no CadÚnico, a família só recebe quando for selecionada pelo sistema do programa. A inclusão é contínua e mensal, de forma automatizada, conforme os critérios de elegibilidade e a atualização cadastral.
Preciso estar no CadÚnico? Sim, é obrigatório para concorrer ao pagamento do Bolsa Família.
O valor é igual para todos? Não. O modelo considera o tamanho e o perfil familiar, podendo variar.
Cadastro feito = pagamento imediato? Não. A seleção é mensal e automatizada; a família come
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Baixar áudio142 municípios do Rio Grande do Sul afirmam enfrentar falta de óleo diesel. O cenário de escassez ocorre em um contexto de pressão no mercado de combustíveis proveniente da guerra no Oriente Médio e já obrigou prefeitos a suspender obras e atividades dependentes de maquinário para racionalizar o combustível.
Serviços na área da saúde, como o abastecimento de ambulâncias para o transporte de pacientes, estão sendo priorizados, enquanto o transporte escolar e a coleta de lixo em diversas cidades são revistos. Caso o cenário se mantenha, outros serviços essenciais também podem ser afetados.
O questionário da Federação das Associações de Municípios do Rio Grande do Sul (Famurs) foi respondido por mais de 300 prefeituras. “Vamos levar esses dados ao governador e reforçar a necessidade de buscarmos alternativas para garantir o pleno funcionamento dos serviços. Precisamos de respostas efetivas, especialmente por parte do governo federal”, alertou a presidente da Famurs e prefeita de Nonoai (RS), Adriane Perin de Oliveira.
O diesel brasileiro é comercializado com o preço 74% mais barato que o praticado no exterior. Cálculos da Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis (Abicom), indicam que essa defasagem equivale a R$ 2,68.
Quem define o preço do combustível cobrado pelas refinarias das distribuidoras é a Petrobras. Para a Abicom, apesar da estratégia ser inicialmente benéfica ao consumidor, que encontra combustíveis mais baratos no mercado interno, a situação desincentiva a produção e o refino em solo nacional, o que leva à redução da oferta dos produtos e amplia o risco de desabastecimento. A tendência é que as localidades mais afastadas de grandes centros de distribuição sejam as mais impactadas.
O último aumento anunciado pela estatal brasileira sobre o diesel foi no dia 14 de março. O reajuste de R$ 0,38 por litro aconteceu um dia após o governo federal divulgar a isenção do PIS-Cofins sobre o combustível, além de um subsídio para produtores e importadores nacionais e ações de fiscalização para garantir a efetividade das medidas. A expectativa é de uma redução de R$ 0,64 por litro de diesel.
O preço dos combustíveis no Brasil está em alta pela terceira semana consecutiva, conforme pesquisa da Agência Nacional do Petróleo, Gás e Biocombustíveis (ANP). Desde que a guerra começou, a alta foi de 20,4% para o diesel e de 5,9% para a gasolina. O preço médio do litro do diesel no Brasil saiu de R$ 6,03 na semana até 28 de fevereiro, dia em que Estados Unidos e Israel atacaram o Irã, para R$ 7,26 na última semana, encerrada no último sábado (21).
O conflito jogou pressão sobre os estoques existentes no país e sobre a Petrobras, principal fornecedora do mercado interno. A agência informa que o volume de combustíveis importado caiu quase 60% na primeira quinzena de março deste ano em relação ao mesmo período do ano passado. Cerca de 30% do diesel consumido no país e 10% da gasolina vêm de fora.
Copiar o textoÍndice sobe 2 pontos e atinge 88,1, maior nível desde dezembro de 2025
Baixar áudioA confiança do consumidor brasileiro voltou a crescer em março de 2026, após dois meses de retração. O Índice de Confiança do Consumidor (ICC), medido pelo FGV IBRE, avançou 2,0 pontos e chegou a 88,1, o maior patamar desde dezembro do ano passado, quando marcou 89,1 pontos.
Apesar da alta no mês, na média móvel trimestral o indicador apresentou leve recuo de 0,3 ponto, alcançando 87,2 pontos.
Segundo a economista do FGV IBRE, Anna Carolina Gouveia, o resultado positivo foi puxado principalmente pela melhora das expectativas em relação aos próximos meses. O avanço foi observado em quase todas as faixas de renda, com exceção dos consumidores com rendimentos acima de R$ 9.600.
Entre os fatores que contribuíram para a melhora da confiança estão a percepção de manutenção do emprego e da renda, o controle da inflação e a recente redução da taxa de juros, que ajudaram a diminuir o pessimismo das famílias em relação às finanças pessoais.
O Índice de Expectativas (IE) foi o principal responsável pela alta, ao subir 3,4 pontos e atingir 92,1. Já o Índice de Situação Atual (ISA) teve leve queda de 0,3 ponto, ficando em 83,2.
Dentro das expectativas, o destaque foi o indicador de situação financeira futura das famílias, que avançou 6,5 pontos, chegando a 89,4, maior nível desde dezembro de 2025. Já a percepção sobre a economia local futura subiu 1,8 ponto, para 105,5. O indicador de intenção de compra de bens duráveis também cresceu, com alta de 1,1 ponto, atingindo 82,8.
Por outro lado, na avaliação do momento presente, o indicador de situação econômica local atual recuou 1,4 ponto, para 94,7. Em contrapartida, a percepção sobre a situação financeira atual das famílias teve leve melhora, subindo 0,8 ponto, para 72,1.
Copiar o textoCaso em Marabá levanta dúvidas sobre qualidade de obra e uso de recursos públicos
Baixar áudioDuas pontes localizadas sobre o Rio Itacaiunas, na BR-230, no município de Marabá (PA), devem passar por um processo de implosão após o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) constatar que as estruturas podem estar comprometidas. A informação foi divulgada pelo portal Correio de Carajás.
A medida deve atingir tanto a ponte mais recente, com cerca de 16 anos, quanto a mais antiga, com mais de 40 anos de existência. A reportagem do Brasil 61 tentou contato com o DNIT, mas, até o fechamento desta matéria, não obteve resposta.
A ponte mais nova apresenta problemas estruturais, enquanto a mais antiga sofre com desgaste natural e opera há anos com sobrecarga superior à prevista no projeto original. O órgão federal já interditou a estrutura mais recente. Com isso, os condutores passaram a utilizar a ponte antiga nos dois sentidos, concentrando todo o fluxo de veículos.

De acordo com o Correio de Carajás, a intenção do DNIT é implodir inicialmente a ponte mais recente. Somente após a construção de uma nova estrutura, a ponte mais antiga também deverá ser implodida para dar lugar a outra ponte moderna.
As pontes são essenciais para o tráfego na Rodovia Transamazônica, pois garantem não apenas a ligação entre bairros de Marabá, mas também entre municípios e até estados. Conforme o veículo de comunicação, o investimento previsto para cada ponte é de aproximadamente R$ 120 milhões. No entanto, ainda não há previsão orçamentária definida pela União para viabilizar as obras.
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Um dos moradores de Marabá que acompanha o caso de perto é o jornalista Patrick Roberto. Na avaliação dele, a situação é preocupante, especialmente por envolver recursos públicos e gerar impactos diretos à população.
“Uma ponte que tem apenas 15 anos de construída está colapsando, está passando por problemas estruturais, eu acho isso muito grave. E o Estado brasileiro, ou seja, o governo federal, também nos deve respostas no que diz respeito a isso. Alguém tem que pagar por isso. E não só construir uma nova ponte. Lembremos que o próprio ato de derrubar uma ponte, os custos disso são imensos, envolve impacto ambiental”, afirma.
Ele acrescenta: “Vamos aguardar que o Ministério Público Federal esteja junto, acompanhando essa situação, a par do que está sendo colocado, e participe, inclusive, dessa futura investigação do que levou a essa situação, para saber se alguém foi negligente para chegarmos a esse ponto extremo de precisarmos derrubar duas pontes para construção de novas pontes.”
Outra questão que gera preocupação diz respeito à responsabilidade técnica pela ponte mais nova, construída pela CMT Engenharia, especialmente quanto ao cumprimento do prazo de garantia contratual.
A possibilidade de demolição das duas pontes também chamou a atenção de membros do Legislativo de Marabá, como o vereador Marcelo Alves, um dos principais articuladores do tema. Ele afirma ter participado de reuniões com autoridades locais e representantes do DNIT, que já sinalizaram a intenção de implodir as estruturas.
Segundo o parlamentar, um representante do órgão informou que há recursos disponíveis para as obras, mas ainda é necessário definir o melhor momento para executá-las, considerando fatores como o período de cheias do rio.
O vereador também comentou sobre o processo de apuração de responsabilidades pela construção da ponte mais recente.
“Foi comunicado que o Ministério Público Federal e outras autoridades competentes vão começar a fazer essa tramitação de investigação, de possível penalização. Precisamos realmente acompanhar isso para deixar as coisas em ordem, para não acontecer uma tragédia na nossa cidade”, destaca.
Os primeiros indícios de problemas na ponte surgiram em 2017, quando o fotógrafo Jordão Nunes registrou um afundamento no vão central. Posteriormente, engenheiros da prefeitura identificaram fissuras na estrutura. À época, o projetista afirmou que essas alterações eram normais nos primeiros anos de uso.
Com o passar do tempo, no entanto, a ponte continuou apresentando deformações. Em setembro de 2025, especialistas realizaram uma vistoria mais detalhada e, em novembro do mesmo ano, o tráfego de veículos pesados foi proibido.
Desde então, a estrutura vem sendo monitorada por uma empresa especializada, com o uso de sensores, enquanto estudos buscam identificar as causas do comprometimento, o que levou o DNIT a adotar medidas mais rigorosas.
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Baixar áudioA campanha de vacinação contra a gripe começa neste sábado (28) nas regiões Nordeste, Centro-Oeste, Sul e Sudeste. O Dia D de mobilização ocorre na mesma data, com o objetivo de ampliar a cobertura vacinal antes do período de maior contaminação do vírus, no inverno. Coordenada pelo Ministério da Saúde (MS), a ação segue até 30 de maio.
A vacina disponibilizada pelo Sistema Único de Saúde (SUS) protege contra os principais vírus em circulação, incluindo influenza A (H1N1 e H3N2) e influenza B. A proteção costuma ser elevada nos primeiros meses após a aplicação e dura, em média, de seis a 12 meses, o que torna a imunização anual fundamental.
Para 2026, a pasta estabeleceu como meta imunizar ao menos 90% dos grupos prioritários. Devem procurar as Unidades Básicas de Saúde (UBS) crianças de 6 meses a menores de 6 anos, gestantes e pessoas com 60 anos ou mais. A iniciativa abrange ainda uma parcela da população considerada de maior risco:
Dados do Boletim InfoGripe, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), apontam aumento nos casos de influenza A no país. O levantamento indica um volume atípico de notificações de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) para esta época do ano. Tradicionalmente, o vírus apresenta maior circulação no outono e no inverno.
Devido às diferenças climáticas e epidemiológicas entre as regiões, o MS destaca que o vírus influenza circula ao longo de todo o ano. Especialistas apontam a vacinação como a forma mais eficaz de prevenir complicações da doença, reduzir a transmissão e evitar a sobrecarga do sistema de saúde.
Embora o início oficial esteja marcado para o dia 28, as unidades da federação (UFs) estão autorizadas a antecipar a imunização conforme o recebimento das doses. Segundo as secretarias de Saúde estaduais:
Desde 2025, o imunizante contra a gripe passou a integrar o Calendário Nacional de Vacinação para crianças de 6 meses a 6 anos, gestantes e idosos. Com a mudança, esses grupos podem se vacinar ao longo de todo o ano nos postos de saúde.
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Copiar o textoEm Paranaguá, a soja marca o período em queda; no Paraná, o trigo apresenta elevação
Baixar áudioA saca de 60 quilos da soja inicia esta quinta-feira (26) com variação no Paraná. No interior do estado, o grão é negociado a R$ 122,87, com alta de 0,12%. Já no porto de Paranaguá, principal referência no litoral paranaense, a cotação apresenta queda de 0,69%, sendo negociada a R$ 129,25.
INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANÁ
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 25/03/2026 | 122,87 | 0,12% | 1,80% | 23,53 |
| 24/03/2026 | 122,72 | 0,14% | 1,67% | 23,34 |
| 23/03/2026 | 122,55 | -0,70% | 1,53% | 23,42 |
| 20/03/2026 | 123,41 | 0,69% | 2,25% | 23,20 |
| 19/03/2026 | 122,56 | 1,25% | 1,54% | 23,50 |
INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANAGUÁ
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 25/03/2026 | 129,25 | -0,69% | 1,91% | 24,75 |
| 24/03/2026 | 130,15 | 0,22% | 2,62% | 24,76 |
| 23/03/2026 | 129,87 | -0,57% | 2,40% | 24,82 |
| 20/03/2026 | 130,61 | 0,95% | 2,98% | 24,55 |
| 19/03/2026 | 129,38 | 1,66% | 2,01% | 24,81 |
O preço do trigo apresenta alta no Paraná e a tonelada é negociada a R$ 1.268,54. E no Rio Grande do Sul, a tonelada do grão registra aumento de 1,05%, sendo cotada a R$ 1.126,03.
PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - PARANÁ
| Data | Valor R$/t* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$/t* |
|---|---|---|---|---|
| 25/03/2026 | 1.268,54 | 1,22% | 7,68% | 242,97 |
| 24/03/2026 | 1.253,22 | 0,14% | 6,38% | 238,39 |
| 23/03/2026 | 1.251,49 | 0,00% | 6,23% | 239,15 |
| 20/03/2026 | 1.251,47 | 0,02% | 6,23% | 235,28 |
| 19/03/2026 | 1.251,18 | 0,16% | 6,21% | 239,92 |
PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - RIO GRANDE DO SUL
| Data | Valor R$/t* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$/t* |
|---|---|---|---|---|
| 25/03/2026 | 1.126,03 | 1,05% | 2,48% | 215,67 |
| 24/03/2026 | 1.114,33 | 0,00% | 1,42% | 211,97 |
| 23/03/2026 | 1.114,33 | 0,58% | 1,42% | 212,94 |
| 20/03/2026 | 1.107,94 | 0,62% | 0,84% | 208,30 |
| 19/03/2026 | 1.101,12 | 1,03% | 0,22% | 211,14 |
Os dados são do Cepea.
A saca de soja e a saca de trigo são as principais unidades de comercialização de grãos no Brasil. Cada saca equivale a 60 quilos, padrão adotado por órgãos oficiais como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).
Esse formato padronizado facilita o comércio da soja e do trigo, além de permitir um acompanhamento mais preciso das cotações e variações de preços no mercado nacional.
Copiar o textoAs cotações do frango congelado apresentam variação, carcaça suína registra estabilidade
Baixar áudioO preço do boi gordo nesta quinta-feira (26) apresenta alta; a arroba está sendo negociada a R$ 354,65, no estado de São Paulo.
INDICADOR DO BOI GORDO CEPEA/ESALQ
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 25/03/2026 | 354,65 | 0,92% | 0,42% | 67,93 |
| 24/03/2026 | 351,40 | 0,20% | -0,50% | 66,84 |
| 23/03/2026 | 350,70 | 0,01% | -0,69% | 67,02 |
| 20/03/2026 | 350,65 | 0,30% | -0,71% | 65,92 |
| 19/03/2026 | 349,60 | 0,21% | -1,01% | 67,04 |
Na Grande São Paulo, em São José do Rio Preto e em Descalvado, os preços do frango apresentam variação. O frango congelado passou a ser negociado a R$ 6,90 com alta de 0,29%, enquanto o frango resfriado fechou a R$ 6,92 com queda de 0,14%.
PREÇOS DO FRANGO CONGELADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|
| 25/03/2026 | 6,90 | 0,29% | -4,96% |
| 24/03/2026 | 6,88 | 0,00% | -5,23% |
| 23/03/2026 | 6,88 | 1,03% | -5,23% |
| 20/03/2026 | 6,81 | 0,00% | -6,20% |
| 19/03/2026 | 6,81 | 0,00% | -6,20% |
PREÇOS DO FRANGO RESFRIADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|
| 25/03/2026 | 6,92 | -0,14% | -5,34% |
| 24/03/2026 | 6,93 | 0,00% | -5,20% |
| 23/03/2026 | 6,93 | 0,87% | -5,20% |
| 20/03/2026 | 6,87 | 0,00% | -6,02% |
| 19/03/2026 | 6,87 | 0,00% | -6,02% |
A carcaça suína especial apresenta estabilidade sendo negociada a R$ 9,95, por quilo, nos atacados da Grande São Paulo.
O suíno vivo registra queda na maior parte dos estados, com destaque para Minas Gerais onde o animal é comercializado a R$ 6,73.
PREÇOS DA CARCAÇA SUÍNA ESPECIAL (R$/kg)
| Data | Média | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|
| 25/03/2026 | 9,95 | 0,00% | -1,49% |
| 24/03/2026 | 9,95 | -0,90% | -1,49% |
| 23/03/2026 | 10,04 | -0,89% | -0,59% |
| 20/03/2026 | 10,13 | 0,00% | 0,30% |
| 19/03/2026 | 10,13 | 0,00% | 0,30% |
INDICADOR DO SUÍNO VIVO CEPEA/ESALQ (R$/kg)
| Data | Estado | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|---|
| 25/03/2026 | MG - posto | 6,73 | -0,44% | -0,44% |
| 25/03/2026 | PR - a retirar | 6,63 | -0,30% | 0,61% |
| 25/03/2026 | RS - a retirar | 6,74 | -1,46% | 0,15% |
| 25/03/2026 | SC - a retirar | 6,51 | -1,21% | 0,00% |
| 25/03/2026 | SP - posto | 6,93 | -0,29% | 0,43% |
Os valores são do Cepea.
O boi gordo é o bovino macho pronto para o abate, com peso mínimo de 16 arrobas líquidas de carcaça (aproximadamente 240 kg) e até 42 meses de idade. Atende aos padrões do mercado nacional e internacional, incluindo exportações para Europa, China e cota Hilton.
O frango congelado passa por congelamento rápido, com temperaturas abaixo de -12°C, garantindo maior vida útil para armazenamento e transporte a longas distâncias. Já o frango resfriado é mantido entre 0°C e 4°C, com validade de 5 a 7 dias, oferecendo textura e sabor mais próximos do fresco, ideal para consumidores exigentes e restaurantes.
Copiar o textoVeja os valores do café arábica, café robusta, açúcar cristal e do milho no mercado
Baixar áudioO preço do café arábica nesta quinta-feira (26) registra baixa e a saca de 60 kg é negociada por R$ 1.977,91, na cidade de São Paulo.
INDICADOR DO CAFÉ ARÁBICA CEPEA/ESALQ
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$ |
|---|---|---|---|---|
| 25/03/2026 | 1.977,91 | -0,07% | 10,03% | 378,84 |
| 24/03/2026 | 1.979,36 | 0,79% | 10,11% | 376,52 |
| 23/03/2026 | 1.963,83 | 0,06% | 9,25% | 375,28 |
| 20/03/2026 | 1.962,67 | 1,98% | 9,18% | 368,99 |
| 19/03/2026 | 1.924,51 | 0,39% | 7,06% | 369,03 |
O café robusta apresentou desvalorização de 0,18% e está sendo negociado a R$ 1.026,26.
INDICADOR DO CAFÉ ROBUSTA CEPEA/ESALQ
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$ |
|---|---|---|---|---|
| 25/03/2026 | 1.026,26 | -0,18% | -0,63% | 196,56 |
| 24/03/2026 | 1.028,09 | 1,50% | -0,45% | 195,57 |
| 23/03/2026 | 1.012,93 | -0,11% | -1,92% | 193,57 |
| 20/03/2026 | 1.014,04 | 0,88% | -1,81% | 190,65 |
| 19/03/2026 | 1.005,22 | 0,94% | -2,67% | 192,76 |
O preço do açúcar cristal apresenta queda nas principais praças do estado de São Paulo. Na capital, a saca de 50 kg registra alta de 0,02%, cotada a R$ 102,28.
INDICADOR DO AÇÚCAR CRISTAL BRANCO CEPEA/ESALQ - SÃO PAULO
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 25/03/2026 | 102,28 | 0,02% | 3,74% | 19,59 |
| 24/03/2026 | 102,26 | 1,48% | 3,72% | 19,45 |
| 23/03/2026 | 100,77 | -0,54% | 2,21% | 19,26 |
| 20/03/2026 | 101,32 | 0,81% | 2,77% | 19,05 |
| 19/03/2026 | 100,51 | 2,39% | 1,95% | 19,27 |
Em Santos (SP), a mercadoria é negociada a R$ 114,89; a cotação média apresenta baixa de 2,29%.
INDICADOR AÇÚCAR CRISTAL - SANTOS
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 25/03/2026 | 114,89 | -2,29% | 7,26% | 21,98 |
| 24/03/2026 | 117,58 | 1,70% | 9,77% | 22,35 |
| 23/03/2026 | 115,62 | -1,93% | 7,95% | 22,05 |
| 20/03/2026 | 117,90 | 1,03% | 10,07% | 22,33 |
| 19/03/2026 | 116,70 | 5,30% | 8,95% | 22,19 |
A saca de 60 kg do milho é negociada a R$ 70,45, com baixa de 0,79%.
INDICADOR DO MILHO ESALQ/BM&FBOVESPA
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 25/03/2026 | 70,45 | -0,79% | 1,32% | 13,49 |
| 24/03/2026 | 71,01 | -0,34% | 2,13% | 13,51 |
| 23/03/2026 | 71,25 | -0,17% | 2,47% | 13,61 |
| 20/03/2026 | 71,37 | -0,36% | 2,65% | 13,42 |
| 19/03/2026 | 71,63 | 0,60% | 3,02% | 13,74 |
Os dados são do Cepea.
Café arábica e café robusta são as duas principais variedades cultivadas e comercializadas no Brasil, ambas medidas em sacas de 60 kg.
A saca de açúcar cristal no Brasil é padronizada em 50 quilos, especialmente para comercialização no mercado atacadista e para uso na indústria alimentícia. Essa unidade de medida é adotada pelo Cepea/Esalq-USP, principal fonte de cotações diárias do açúcar cristal no país.
A saca de milho equivale a 60 kg de grãos, mesmo padrão utilizado para soja e trigo. Essa medida é oficializada por instituições como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Cepea, sendo amplamente usada em negociações e relatórios de preço do milho.
Copiar o textoDivisa recua no último pregão, com influência do cenário externo
Baixar áudioO dólar fechou o último pregão em queda de 0,62%, cotado a R$ 5,21. Mesmo assim, o índice DXY, que mede a força da moeda americana frente a outras divisas, avançou 0,3%.
De acordo com especialistas, o câmbio segue influenciado por notícias do cenário internacional, especialmente no Golfo Pérsico, o que tem aumentado a volatilidade.
Analistas apontam que sinais de avanço em negociações externas trouxeram alívio ao mercado. O desempenho do petróleo também contribui para manter o real estável, com resultado considerado de médio a positivo frente a outras moedas.
Já o euro encerrou o último pregão em baixa, cotado a R$ 6,05.
A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.
| Código | BRL | USD | EUR | GBP | JPY | CHF | CAD | AUD |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| BRL | 1 | 0,1919 | 0,1652 | 0,1429 | 30,6074 | 0,1519 | 0,2651 | 0,2749 |
| USD | 5,2110 | 1 | 0,8650 | 0,7483 | 159,48 | 0,7918 | 1,3814 | 1,4390 |
| EUR | 6,0350 | 1,1561 | 1 | 0,8652 | 184,38 | 0,9154 | 1,5969 | 1,6637 |
| GBP | 6,9760 | 1,3363 | 1,1559 | 1 | 213,11 | 1,0581 | 1,8458 | 1,9230 |
| JPY | 3,26729 | 0,626979 | 0,54236 | 0,469208 | 1 | 0,4965 | 0,86626 | 0,90232 |
| CHF | 6,5812 | 1,2629 | 1,0922 | 0,9450 | 201,42 | 1 | 1,7447 | 1,8175 |
| CAD | 3,7717 | 0,7238 | 0,6261 | 0,5417 | 115,46 | 0,5733 | 1 | 1,0417 |
| AUD | 3,6382 | 0,6949 | 0,6011 | 0,5200 | 110,82 | 0,5503 | 0,9599 | 1 |
Os dados são da Investing.com.
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Baixar áudioO Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, fechou o último pregão em alta de 1,60%, aos 185.424 pontos, registrando o terceiro avanço consecutivo.
De acordo com especialistas, o desempenho foi influenciado pelo cenário externo, com expectativas em torno de negociações envolvendo conflitos no Oriente Médio. Sinais de possível cessar-fogo chegaram a impulsionar o mercado ao longo do dia, apesar da volatilidade provocada por notícias contraditórias.
Ainda segundo analistas, o índice oscilou durante o pregão, refletindo a instabilidade internacional, mas manteve o movimento positivo até o fechamento.
Confira as ações com melhor e pior desempenho no último fechamento:
Ações em alta no Ibovespa
Ações em queda no Ibovespa
O volume total negociado na B3 foi de R$ 27.976.241.701, em meio a 4.042.852 negócios.
Os dados da bolsa podem ser consultados no site da B3.
O Ibovespa (Índice Bovespa) é o principal indicador do mercado acionário brasileiro. Calculado pela B3, ele reflete a média do desempenho das ações mais negociadas na bolsa, com base em critérios de volume e liquidez. O índice é composto por uma carteira teórica de ativos, que representa cerca de 80% do volume financeiro total negociado no mercado.
A B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) é a bolsa de valores oficial do Brasil, sediada em São Paulo. É responsável pela negociação de ações, derivativos, títulos públicos e privados, câmbio e outros ativos financeiros. A B3 está entre as maiores bolsas do mundo em infraestrutura e valor de mercado.
Copiar o textoO concurso 3645 da Lotofácil foi realizado nesta quarta-feira (25/03/2026), no Espaço da Sorte, em São Paulo, e divulgado pela Caixa Econômica Federal. 1 apostador acertou as 15 dezenas e levou para casa o prêmio de R$ 1.399.315,17. O bilhete premiado foi adquirido em Catalão (GO). De acordo com o Censo Demográfico de 2022, o município de Catalão possui cerca de 114.427 habitantes. A cidade consolidou-se como um dos principais polos industriais, mineradores e do agronegócio de Goiás, apresentando marcos icônicos como a Igreja de Nossa Senhora do Rosário, a Represa do Clube do Povo e o Morro de São João.
O prêmio estimado para o próximo concurso da Lotofácil, de número 3646, que será realizado na quinta-feira, 26 de março de 2026, está estimado em R$ 2.000.000,00. Aproveite a oportunidade e faça sua aposta para concorrer!
01 - 03 - 06 - 07 - 08 - 09 - 10 - 12 - 13 - 15 - 17 - 18 - 19 - 21 - 25
A aposta mínima, de 15 números, custa R$ 3,50 com chance de 1 em 3.268.760 e a máxima custa R$ 46.512 com chance de 1 em 211.
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Quantidade de números jogados |
Valor da aposta |
|---|---|
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15 |
R$ 3,50 |
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16 |
R$ 48,00 |
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17 |
R$ 408,00 |
|
18 |
R$ 2.448,00 |
|
19 |
R$ 11.628,00 |
|
20 |
R$ 46.512,00 |
De segunda-feira a sábado, às 21h.
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