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Baixar áudioO sábado mantém o cenário de instabilidade em parte do Sudeste. São Paulo, sul de Minas Gerais e Rio de Janeiro continuam com previsão de pancadas de chuva e trovoadas isoladas e permanecem sob aviso amarelo de perigo potencial para tempestades.
Em outras áreas, como o Triângulo Mineiro e o sudeste de Minas Gerais, além de partes do Espírito Santo, há possibilidade de chuva isolada. Já o tempo fica firme nas demais áreas, incluindo a capital mineira.
Belo Horizonte terá um sábado quente, com máxima de 34°C. São Paulo terá uma condição mais amena devido à chuva, variando entre 17°C e 27°C. No Rio de Janeiro, a máxima chega a 33°C, enquanto Vitória fica em 33°C.
A diferença entre as áreas do interior será importante: enquanto o sul de Minas e o interior paulista podem ter pancadas e trovoadas, áreas mais ao norte de Minas continuam sob influência de ar quente e seco.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o textoRondônia, Amazonas e áreas de Roraima terão pancadas e trovoadas; Tocantins pode chegar a 38°C
Baixar áudioO sábado será de calor intenso na Região Norte, com aumento da nebulosidade em algumas áreas e manutenção das chuvas, principalmente no oeste. Entre o sudoeste de Roraima, Amazonas e Rondônia, são esperadas pancadas de chuva acompanhadas de trovoadas isoladas.
O INMET mantém aviso amarelo de perigo potencial para tempestades no oeste da região. Acre, áreas de Roraima, oeste e norte do Pará e sudeste do Amapá também podem registrar chuva isolada.
No Tocantins, o tempo permanece ensolarado e quente. Também continua o aviso amarelo para baixa umidade no Tocantins e sudeste do Pará, especialmente durante a tarde.
O calor aumenta. Palmas chega a 38°C, enquanto Boa Vista e Manaus alcançam 37°C. Belém fica entre 25°C e 35°C, Macapá entre 25°C e 34°C, Porto Velho entre 26°C e 35°C e Rio Branco entre 25°C e 35°C.
O INMET também aponta possibilidade de máximas superiores a 40°C em áreas do leste do Amazonas, oeste e sudoeste do Pará, norte de Rondônia, Mato Grosso e Tocantins.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioO sábado será de tempo firme e temperaturas elevadas em grande parte do Nordeste. O céu fica claro ou com poucas nuvens na maior parte do interior, enquanto a faixa litorânea e o norte do Maranhão terão maior presença de nebulosidade e possibilidade de chuvas isoladas.
O aviso amarelo para baixa umidade permanece válido durante a tarde em áreas do interior nordestino. A condição atinge setores do Maranhão, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas e Bahia.
Teresina continua entre os maiores destaques de calor, com máxima de 39°C. São Luís e Salvador chegam a 33°C, enquanto Fortaleza alcança 32°C. Maceió e Recife terão mínimas de 22°C e máximas de 30°C.
A previsão indica que a chuva será mais localizada no litoral, sem mudança significativa no padrão quente e seco predominante no interior. Por isso, áreas do sertão e de outras partes do interior devem registrar baixa umidade durante as horas mais quentes.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioO Círio de Nazaré conecta Belém por meio da fé, da tradição, dos encontros e também da movimentação da cidade. A poucos dias da realização do evento católico paraense, o Banco da Amazônia reforça as tradições da instituição com uma série de ações em preparação à manifestação religiosa. Entre elas, estão o 19º Jantar de Adesão do Círio, realizado nesta quarta-feira (7), e a Gincana Social promovida entre os colaboradores da instituição.
Celebrado no segundo domingo de outubro, em 2026 a procissão principal do Círio de Nazaré acontece no dia 11. No período de preparação, o Banco da Amazônia participou das celebrações com ações que reuniram confraternização e solidariedade.
Realizado no Salão B do Hangar Centro de Convenções, em Belém (PA), a 19ª edição do Jantar de Adesão do Círio de Nazaré reuniu convidados, clientes e parceiros do banco. A arrecadação do evento será destinada às obras sociais da Arquidiocese de Belém. O jantar é feito tradicionalmente durante o período do Círio.
Ao longo da programação do jantar, o presidente do Banco da Amazônia, Luiz Lessa, fez a entrega simbólica de um pix ao arcebispo de Belém, Dom Júlio Endi Akamine.
Lessa destacou que a iniciativa, realizada há 19 anos, demonstra que é uma ação permanente de solidariedade.
“Há 19 anos, o Jantar do Círio mobiliza nossos parceiros em torno de uma contribuição concreta às obras sociais da Arquidiocese de Belém. A cada edição, renovamos uma parceria construída com base na confiança e transformamos a participação dos convidados em apoio às ações que atendem à população paraense”, afirma.
O evento contou ainda com apresentações musicais de Samarone Lacerda e Júlia Passos.
Há cerca de 15 anos outra ação solidária promovida pelo Banco da Amazônia na preparação para o Círio é a Gincana Social do Círio. A mobilização é realizada entre os funcionários do Banco da Amazônia para arrecadar doações de alimentos e itens de limpeza destinados à Casa de Plácido, que acolhe os romeiros que chegam à capital para participar das celebrações do Círio. A casa integra a Pastoral da Acolhida da Paróquia de Nazaré.
Em 2026, a mobilização arrecadou quase 11 mil quilos de alimentos, mais de 2,3 mil itens de higiene e limpeza e outros 124 itens, correspondentes a doações individualizadas.
A Gincana Social se consolidou como uma das principais ações de solidariedade dos colaboradores do Banco da Amazônia.
Para a coordenadora de Gestão de Pessoas do Banco da Amazônia, Thaís Gomes, a mobilização contribui para fortalecer a cultura de solidariedade, integração e responsabilidade social entre os funcionários.
“Mais uma vez tivemos uma participação expressiva dos nossos colaboradores. Cada doação é um gesto que transforma vidas, fortalece nossa cultura de solidariedade e reafirma o propósito humano do Banco da Amazônia”, destacou Thaís Gomes.
As ações do Banco da Amazônia também acompanham a programação religiosa do Círio. Nesta quinta-feira (8), a sede da instituição recebe a Imagem Peregrina de Nossa Senhora de Nazaré. No local, será celebrada uma missa por Dom Júlio Endi Akamine, às 8h.
Durante a Trasladação, no sábado (10), e a grande procissão do Círio, no domingo (11), o Banco da Amazônia também prepara homenagens à Nossa Senhora de Nazaré. Na passagem da Berlinda, haverá apresentações de Vozes da Amazônia, Grupo AMA e Ministério Seráfico, com repertório dedicado à Maria.
Também integra as homenagens preparadas pelo Banco da Amazônia para a Trasladação e para o Círio a tradicional chuva de pétalas de rosas sobre a Berlinda que conduz a imagem de Nossa Senhora de Nazaré. Neste ano, serão utilizados 450 quilos de pétalas.
A programação acompanha movimenta a capital paraense além do aspecto religioso, já que o Círio movimenta a cidade, recebe pessoas, impulsiona atividades comerciais e cria oportunidades para quem vive e trabalha em Belém.
Fora de Belém? Acompanhe o Círio de Nazaré 2026 de casa
As homenagens realizadas pelo Banco da Amazônia durante o Círio serão transmitidas ao vivo pelo canal da instituição no YouTube, em: @bancoamazonia.
Segundo o banco, a transmissão será realizada com câmeras exclusivas com o objetivo de levar as emoções da Trasladação e da grande procissão do Círio para todo o país.
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Baixar áudioA transição para uma economia de baixo carbono deve deixar de focar prioritariamente na formulação de compromissos e ser encarada como uma agenda de implementação prática, sustentabilidade e competitividade industrial. O alerta deu o tom dos debates no evento "Pré-COP31: o papel do setor privado na agenda de clima", promovido pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) nesta quarta-feira (7), em Brasília.
Durante o encontro, lideranças empresariais defenderam que o Brasil não pode encarar a pauta ambiental de forma isolada, mas como um vetor estratégico para atrair investimentos e ampliar a participação da indústria nacional nos mercados globais.
Segundo o vice-presidente da CNI, Marcelo Thomé, a ambição climática das nações precisa caminhar lado a lado com condições concretas de execução no chão de fábrica.
"A transição para uma economia de baixo carbono não deve ser compreendida apenas como uma agenda ambiental. Ela é, também, uma agenda de desenvolvimento econômico, de competitividade, de inovação e de inserção internacional do Brasil", destacou Thomé, que também é presidente da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia.
"Precisamos passar de uma agenda predominantemente orientada à formulação de compromissos para uma agenda orientada à implementação, medindo resultados pela capacidade de transformar prioridades em investimentos, projetos, tecnologias, empregos e oportunidades", enfatizou Thomé
A necessidade de manter o diálogo internacional e fortalecer a resiliência das empresas também foi destacada. O diretor de Relações Institucionais da CNI, Roberto de Oliveira Muniz, reforçou que o setor privado faz parte da solução e alertou para a importância de não abandonar as mesas globais de negociação em meio às instabilidades geopolíticas.
"Os últimos eventos geopolíticos que atacam o multilateralismo nos dão uma convicção: nós não podemos jamais deixar de negociar. Muitos países tiraram a tração dessa agenda e isso cria dificuldades para as empresas poderem atuar com essa pauta no seu core de negócio", alertou Muniz.
Para o diretor, a descarbonização e as políticas de transição devem impulsionar a competitividade do país: "Essa não é uma agenda para criar obstáculo, mas sim para criar oportunidade", complementou.
Completando o olhar sobre os impactos diretos na vida do cidadão, o diretor superintendente do SESI DN, Paulo Mól Júnior, destacou que o debate climático precisa colocar as pessoas e a saúde no centro das decisões.
"Toda política que é feita afeta, ao fim e ao cabo, às pessoas. O debate muitas vezes está na esfera político-econômica e muito pouco centrado na questão social — e isso é um perigo. Precisamos ter esse olhar micro de como essas ações afetam a saúde e o cotidiano no território", defendeu Mól.
O protagonismo tecnológico e a capacidade industrial do país também ganharam espaço no debate. O presidente da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), Olavo Noleto, destacou que a indústria brasileira possui ferramentas exclusivas para comprovar práticas sustentáveis e disputar o mercado internacional, citando o exemplo da rastreabilidade do plástico reciclado por meio da nota fiscal eletrônica.
"Nós temos a melhor tecnologia do mundo de comprovação do material reciclado. Através da nota fiscal eletrônica, conseguimos certificar o nível de reciclagem. Precisamos comprovar na disputa do mercado europeu que nós temos reciclagem, porque a gente quer disputar mercado e tem condições para isso", afirmou Noleto.
O evento Pré-COP31 integra a preparação do setor produtivo brasileiro para a 31ª Conferência do Clima das Nações Unidas, que será realizada em novembro, em Antália, na Turquia. Na ocasião, o setor privado contará com o espaço Implementation Hub Pavilion, na Zona Azul da conferência, e com iniciativas da Sustainable Business COP (SB COP) para apresentar projetos de alto impacto na economia de baixo carbono.
Durante os painéis do evento, as discussões abordaram os gargalos concretos para implementar a transição de baixo carbono na agropecuária e garantir a inclusão dos pequenos produtores na pauta sustentável.
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O diretor Global de Assuntos Corporativos e Sustentabilidade da MBRF, Paulo Pianez, ressaltou a complexidade da cadeia pecuária e defendeu que qualquer exigência de transformação ambiental precisa ser rentável para o produtor rural.
"Não adianta a gente chegar lá e falar para o produtor de mudanças climáticas ou de produção mais sustentável; isso não conversa com ele. A conversa vai ser: como a gente vai fazer com que nós aumentemos a sua rentabilidade e faça o seu negócio gerar mais dinheiro no bolso?", pontuou Pianez.
O diretor destacou ainda que o setor necessita de uma "concertação" entre governos, indústrias e academia para viabilizar instrumentos de crédito e financiamento que cheguem na ponta.
Já a diretora de Sustentabilidade da JBS, Liege Correia, chamou a atenção para o fato de que a maior barreira para o pequeno produtor acessar o financiamento e adotar práticas sustentáveis está na regularização ambiental e na burocracia do Cadastro Ambiental Rural (CAR).
"A agricultura e a produção de alimentos no mundo têm 30% na mão de pequenos produtores. Tem uma fase antes do crédito, que é a fase de o produtor estar regularizado. Se ele não tem um CAR regularizado, não consegue acessar o crédito", explicou Liege. Ela reforçou a necessidade de uma atuação conjunta do setor privado e público para oferecer um tripé essencial no campo: regularização ambiental, assistência técnica contínua e gestão.
A urgência de acelerar a descarbonização das indústrias de difícil abatimento — sem comprometer a segurança energética, a competitividade e o crescimento econômico — dominou o painel voltado ao setor mineral e de infraestrutura.
O presidente da Federação das Indústrias do Estado do Pará (FIEPA) e do Conselho Temático de Infraestrutura da CNI, Alex Carvalho, relembrou os legados construídos na Amazônia e defendeu que a mineração deve ser vista como um vetor central de desenvolvimento sustentável.
"Muito se falou sobre legado e continuidade. A agenda de mineração trouxe diversos cases, inputs e produziu legados para que a sustentabilidade pudesse, inclusive para o cidadão da Amazônia, entender a mineração como um vetor de desenvolvimento socioeconômico", destacou Alex Carvalho.
O presidente apontou ainda o gargalo do financiamento climático global, ressaltando que, dos US$ 60 bilhões captados pelo Brasil em 2023, 81% ainda ficaram concentrados apenas em energia solar e eólica em terra, sendo necessário direcionar capital para projetos industriais financiáveis.
Respondendo sobre o papel da mineração no equilíbrio entre descarbonização e competitividade, o diretor do Instituto Brasileiro de Mineração (IBRAM), Pablo Cesário, defendeu o uso de mecanismos de mercado e incentivos de preços para promover mudanças de comportamento em larga escala.
"Mudanças de grande escala requerem mudanças de comportamento, e mudanças de comportamento na maior parte das vezes acontecem por mecanismos de mercado. O incentivo de preço continua sendo um dos incentivos mais fundamentais", explicou Cesário.
Ainda na questão mineral, o CEO da Samarco, Rodrigo Vilela, destacou que não há transição energética sem mineração, reforçando o compromisso da indústria em reduzir cada vez mais as emissões na produção de minerais essenciais para a economia de baixo carbono.
"Não existe transição energética sem a mineração. A mineração é fundamental para a transição energética. Os minerais críticos e os minerais de maneira geral são fundamentais para esse processo de transição, e como é que nós estamos nos adaptando a isso? Estamos cada vez mais mostrando o nosso produto para a cadeia de produção com menor capacidade de emissão e maior competitividade", ressaltou
A agenda do seminário também tratou do impacto das mudanças climáticas na vida do trabalhador e nas comunidades. Na ocasião, o superintendente de Saúde da Indústria do SESI, Emmanuel de Souza Lacerda, reforçou que a preservação da saúde e o foco na prevenção de doenças são aliados diretos na redução das emissões de gases de efeito estufa no país.
"O setor de saúde, se fosse um país, seria o quinto maior emissor de gases de efeito estufa do mundo. Na verdade, o que emite não é a saúde, é a doença, são as pessoas que adoecem e demandam hospitais. A melhor coisa que a gente tem é cuidar das pessoas e investir em prevenção, pois assim teremos o melhor impacto em termos de mitigação", disse Lacerda.
Os debates do evento também destacaram a importância de unir a infraestrutura essencial — como o saneamento e a digitalização — ao planejamento estratégico dos municípios. Na ocasião, a diretora de Relações Institucionais da AEGEA, Andrea Haggstram, enfatizou que o saneamento deixou de ser visto apenas como uma infraestrutura básica para se tornar um eixo central de adaptação climática e resiliência urbana.
"O saneamento não é mais uma infraestrutura básica, o saneamento é uma infraestrutura de adaptação climática, de segurança hídrica e de resiliência urbana. O mercado financeiro não financia intenções, ele financia engenharia, engenharia conectada à segurança jurídica e a previsibilidade regulatória", pontuou Andrea Haggstram. A executiva ressaltou que a companhia emitiu quase 30 bilhões em instrumentos de dívida ESG desde 2022, demonstrando o forte apetite do mercado global por ativos voltados à sustentabilidade.
Complementando a visão de inovação nos territórios, o chefe de Gabinete da ABDI, Nikolas Passos, apontou que a difusão de tecnologias maduras — como os gêmeos digitais e a modelagem BIM (Building Information Modeling) — é o caminho mais eficiente para modernizar as cidades brasileiras e reduzir custos operacionais e ambientais.
"A gente trabalha muito com esse conceito de difusão de tecnologias. Qual tecnologia que já está pronta e que a gente consegue aplicar? Com o BIM, que é um planejamento integrado de arquitetura e engenharia, você consegue produzir com mais tecnologia, mais eficiência e reduzir custos", destacou Nikolas Passos. Ele reforçou que a disponibilização dessas ferramentas em código aberto na internet é fundamental para destravar o desenvolvimento tecnológico em municípios de todos os portes.
Copiar o textoMinistério da Saúde intensifica vacinação e vigilância em regiões com registros da doença
Baixar áudioO Ministério da Saúde registrou 52 casos de sarampo no Brasil em 2026, sendo 41 em São Paulo, dez no Amazonas e um no Rio de Janeiro. Segundo a pasta, todos os casos foram importados de outros países.
Para conter a transmissão, as equipes de saúde realizam busca ativa, investigação epidemiológica, monitoramento de contatos e bloqueio vacinal. A vacinação também foi intensificada em espaços públicos e locais de grande circulação nas regiões com casos confirmados.
De acordo com o Painel de Doenças Exantemáticas, mais de 3,8 mil casos de sarampo foram notificados ao Ministério da Saúde neste ano. Desse total, 2,3 mil foram descartados e cerca de 1,4 mil permanecem em investigação.
Apesar dos registros, o Ministério da Saúde ressalta que o Brasil continua livre da circulação endêmica do sarampo. Em 2019, em um cenário de baixas coberturas vacinais, o país registrou mais de 20 mil casos da doença. Após mais de 12 meses de transmissão, o Brasil perdeu a certificação internacional de eliminação do vírus.
Em novembro de 2024, a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) recertificou o Brasil como livre da circulação endêmica do sarampo, após a interrupção da transmissão sustentada. Entre 2023 e 2025, foram confirmados 43 casos no país, sem registro de mortes.
Desde 2023, a cobertura das 16 vacinas do calendário infantil aumentou, enquanto o número de crianças não vacinadas caiu 86%, segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) e do Unicef. Em 2025, a cobertura da primeira dose da tríplice viral, que protege contra sarampo, caxumba e rubéola, chegou a 93,10% no Brasil, 94,39% em São Paulo e 89,54% no Amazonas.
O Ministério da Saúde reforça que a vacinação é a principal forma de prevenção e está disponível gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Pessoas com doses em atraso devem procurar uma unidade de saúde para atualizar a caderneta, conforme as recomendações do Programa Nacional de Imunizações (PNI).
Em 2026, o Ministério da Saúde realizou quatro grandes mobilizações de vacinação. Ao todo, mais de 3,8 milhões de doses foram aplicadas em São Paulo e cerca de 192 mil no Amazonas.
Em São Paulo, a vacinação contra o sarampo foi reforçada na capital e nos municípios de Guarulhos, São Bernardo do Campo e Santo André. As ações incluem busca ativa, investigação de casos, acompanhamento de contatos e bloqueio vacinal.
A estratégia também prevê a chamada dose zero da vacina contra o sarampo para crianças de 6 meses a 11 meses e 29 dias. A aplicação é adicional às doses previstas no calendário de rotina, administradas aos 12 e 15 meses.
Na região de tríplice fronteira entre Brasil, Colômbia e Peru, no Amazonas, a pasta intensificou as medidas de resposta após a confirmação de casos importados. Entre as ações estão vacinação, busca ativa, investigação de casos suspeitos, coleta de amostras, identificação e acompanhamento de contatos e bloqueio vacinal, com apoio de equipes federais.
O Ministério da Saúde também reforça o alerta para o risco de transmissão no Brasil diante do avanço do sarampo nos Estados Unidos e em outros países das Américas.
Segundo o Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC), o país registra o maior número anual de casos de sarampo em mais de 35 anos. Mais de 90% dos casos correspondem a pessoas não vacinadas ou com situação vacinal desconhecida, e a maioria dos infectados tem até 19 anos.
Além disso, EUA, Guatemala, México, Peru e Canadá concentram mais de 95% dos casos confirmados em 2026.
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Copiar o textoRetotalização será feita neste sábado (10) e deve levar Douglas Ruas a mais de 50% dos votos válidos
Baixar áudioO Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu, nesta quinta-feira (8), anular os votos recebidos por Anthony Garotinho (Republicanos) na eleição para o governo do Rio de Janeiro. A decisão determina a retotalização dos votos pelo Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ) e pode alterar o resultado do primeiro turno: com a exclusão dos votos de Garotinho, Douglas Ruas (PL) deve ultrapassar 50% dos votos válidos e ser declarado eleito.
Agora, o Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ) deve realizar, neste sábado (10), a retotalização dos votos para governador.
Garotinho recebeu cerca de 270 mil votos, pouco mais de 3% dos votos válidos. Ele disputou a eleição sub judice, depois de o Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ) considerá-lo inelegível em razão de uma condenação por improbidade administrativa.
O ex-governador só desistiu do recurso que o mantinha na disputa após a realização do primeiro turno. O relator do caso no TSE, ministro Floriano de Azevedo Marques, entendeu que o pedido de desistência não deveria ser aceito, mas também rejeitou os argumentos apresentados pela defesa.
O voto do relator foi acompanhado por outros quatro ministros. Dois integrantes da Corte, porém, defenderam que os votos de Garotinho fossem considerados para o cálculo do segundo turno.
Com a decisão, os votos da eleição para o governo do Rio deverão ser novamente totalizados. A retirada dos votos de Garotinho pode alterar a distribuição percentual entre os candidatos e levar Douglas Ruas a superar a marca de 50% dos votos válidos.
Se isso ocorrer, Ruas será considerado eleito já no primeiro turno, eliminando a necessidade de uma segunda votação.
A coligação do candidato ao governo do estado do Rio de Janeiro Eduardo Paes (PSD) recorreu ao Supremo Tribunal Federal (STF) para suspender a decisão da Justiça Eleitoral.
A decisão também ocorre em meio a uma corrida contra o tempo no calendário eleitoral. Na abertura da sessão desta quinta-feira, o presidente do TSE, ministro Kassio Nunes Marques, afirmou que o dia era o prazo final para o tribunal solucionar pendências e definir os candidatos que disputarão eventuais segundos turnos em todo o país.
Segundo o presidente da Corte, decisões tomadas após esse prazo poderiam comprometer etapas da preparação das urnas, incluindo o carregamento dos dados dos candidatos e a distribuição dos equipamentos para os locais de votação.
Com informações da Agência Brasil.
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Baixar áudioA primeira pesquisa PoderData/Aya para o segundo turno da eleição presidencial, marcado para o dia 25 de outubro, mostra o senador Flávio Bolsonaro (PL) à frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), com 53% dos votos válidos contra 47%. O levantamento foi divulgado nesta quinta-feira (8). O primeiro turno foi realizado no último domingo (4).
O recorte regional revela os diferentes cenários no país. Flávio lidera no Sul, com 58% contra 36% de Lula; no Centro-Oeste, Flávio tem 54% contra 39% de Lula; e no Sudeste, o senador aparece com 51% contra 41% do presidente.
Lula, por sua vez, mantém vantagem no Nordeste, onde registra 52% contra 41% de Flávio, e também no Norte, com 48% contra 43%.
Os números indicam que o Nordeste continua sendo o principal reduto eleitoral do presidente, enquanto Flávio apresenta vantagem mais expressiva no Sul, região em que abre uma diferença de 22 pontos percentuais sobre o petista.
A diferença de seis pontos percentuais coloca Flávio Bolsonaro na dianteira da primeira sondagem do segundo turno.
Na comparação com a rodada anterior do instituto, realizada antes do primeiro turno, Flávio avançou três pontos percentuais, enquanto Lula recuou três pontos. A nova pesquisa também ocorre após
Flávio ter terminado a primeira etapa da eleição na liderança.
No primeiro turno, Flávio obteve 47,03% dos votos válidos, enquanto Lula ficou com 45,16%. A diferença foi de 1,87 ponto percentual.
O levantamento também aponta uma diferença no comportamento eleitoral de homens e mulheres.
Entre os homens, Flávio tem 57% das intenções de voto, contra 37% de Lula. Entre as mulheres, o cenário se inverte: o presidente aparece com 50%, contra 42% do senador.
A faixa etária também apresenta diferenças. Entre eleitores de 16 a 24 anos, Lula registra 52%, enquanto Flávio tem 40%. Nas demais faixas, o senador aparece numericamente à frente.
Flávio alcança 50% entre eleitores de 25 a 44 anos, 49% entre aqueles de 45 a 59 anos e 52% entre os eleitores com 60 anos ou mais. Lula registra, respectivamente, 43%, 44% e 42% nesses grupos.
A pesquisa também mostra as intenções de voto conforme a escolaridade. Lula tem seu melhor resultado entre os eleitores com ensino fundamental, grupo no qual aparece com 53%, contra 39% de
Flávio. Entre os que possuem ensino médio, o senador lidera por 55% a 38%. No ensino superior, Flávio tem 51%, contra 45% do presidente.
Na divisão por renda, Lula aparece à frente entre os eleitores que recebem até dois salários mínimos, com 48% contra 42% de Flávio.
Já nas faixas de renda superiores, a vantagem é do senador. Entre os que recebem de dois a cinco salários mínimos, Flávio tem 57% contra 39% de Lula. Na parcela com renda acima de cinco salários mínimos, o placar é de 55% a 43%.
A pesquisa PoderData/Aya mostra ainda que 43% dos eleitores afirmam que não votariam de jeito nenhum em Flávio Bolsonaro, uma queda de 3 pontos percentuais em relação ao levantamento anterior, realizado uma semana antes. Já 46% declaram rejeitar Lula, índice que oscilou 1 ponto para baixo no período.
A pesquisa também detalha que 50% dos eleitores desaprovam o governo do presidente Lula, enquanto 44% aprovam. 6% não souberam responder.
O levantamento PoderData/Aya foi realizado entre 5 e 7 de outubro, por meio de ligações para telefones celulares e fixos. Foram entrevistados 3.000 eleitores em 705 municípios das 27 unidades da Federação.
A margem de erro é de 1,8 ponto percentual, para mais ou para menos, e o intervalo de confiança é de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-08134/2026.
Copiar o textoPecuária e proteína animal registram estabilidade e leves altas no mercado paulista
Baixar áudioO preço do boi gordo apresenta leve alta de 0,05% nesta sexta-feira (9). Em São Paulo, a arroba é negociada a R$ 376,30.
INDICADOR DO BOI GORDO CEPEA/ESALQ
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 08/10/2026 | 376,30 | 0,05% | 3,29% | 74,92 |
| 07/10/2026 | 376,10 | 0,76% | 3,24% | 75,07 |
| 06/10/2026 | 373,25 | 0,08% | 2,46% | 74,95 |
| 05/10/2026 | 372,95 | 0,82% | 2,37% | 74,80 |
| 02/10/2026 | 369,90 | 0,93% | 1,54% | 70,90 |
No mercado de frango, as cotações nas regiões da Grande São Paulo, São José do Rio Preto e Descalvado registram o quilo do produto congelado a R$ 8,38 e o do resfriado a R$ 8,33.
PREÇOS DO FRANGO CONGELADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|
| 08/10/2026 | 8,38 | 0,00% | 0,96% |
| 07/10/2026 | 8,38 | 0,72% | 0,96% |
| 06/10/2026 | 8,32 | 0,00% | 0,24% |
| 05/10/2026 | 8,32 | -0,12% | 0,24% |
| 02/10/2026 | 8,33 | 0,36% | 0,36% |
PREÇOS DO FRANGO RESFRIADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|
| 08/10/2026 | 8,40 | 0,00% | 1,08% |
| 07/10/2026 | 8,40 | 0,84% | 1,08% |
| 06/10/2026 | 8,33 | 0,00% | 0,24% |
| 05/10/2026 | 8,33 | -0,12% | 0,24% |
| 02/10/2026 | 8,34 | 0,36% | 0,36% |
A carcaça suína especial apresenta alta de 0,86% nos atacados da Grande São Paulo, onde o quilo custa R$ 9,33.
Entre os estados analisados, o suíno vivo registra o menor preço em Santa Catarina, onde o animal é comercializado a R$ 5,60.
PREÇOS DA CARCAÇA SUÍNA ESPECIAL (R$/kg)
| Data | Média | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|
| 08/10/2026 | 9,33 | 0,86% | 9,76% |
| 07/10/2026 | 9,25 | 1,43% | 8,82% |
| 06/10/2026 | 9,12 | 5,80% | 7,29% |
| 05/10/2026 | 8,62 | 3,11% | 1,41% |
| 02/10/2026 | 8,36 | -1,65% | -1,65% |
INDICADOR DO SUÍNO VIVO CEPEA/ESALQ (R$/kg)
| Data | Estado | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|---|
| 08/10/2026 | MG - posto | 6,49 | 0,46% | 5,70% |
| 08/10/2026 | PR - a retirar | 5,67 | 0,18% | 5,59% |
| 08/10/2026 | RS - a retirar | 5,62 | 0,00% | 6,64% |
| 08/10/2026 | SC - a retirar | 5,60 | 0,36% | 6,67% |
| 08/10/2026 | SP - posto | 6,43 | 1,90% | 11,25% |
Os dados são do Cepea.
O boi gordo é o bovino macho pronto para o abate, com peso mínimo de 16 arrobas líquidas de carcaça (aproximadamente 240 kg) e até 42 meses de idade. Atende aos padrões do mercado nacional e internacional, incluindo exportações para Europa, China e cota Hilton.
O frango congelado passa por congelamento rápido, com temperaturas abaixo de -12°C, garantindo maior vida útil para armazenamento e transporte a longas distâncias.
Já o frango resfriado é mantido entre 0°C e 4°C, com validade de 5 a 7 dias, oferecendo textura e sabor mais próximos do fresco, ideal para consumidores
Copiar o textoCafé e milho registram queda, enquanto açúcar oscila no mercado paulista
Baixar áudioO preço do café arábica abre esta sexta-feira (9) em baixa de 1,38%, com a saca de 60 kg negociada a R$ 1.544,99 na cidade de São Paulo.
O café robusta teve recuo de 1,46%, sendo comercializado a R$ 955,89.
INDICADOR DO CAFÉ ARÁBICA CEPEA/ESALQ
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$ |
|---|---|---|---|---|
| 08/10/2026 | 1.544,99 | -1,38% | -2,02% | 307,58 |
| 07/10/2026 | 1.566,59 | -0,15% | -0,65% | 312,69 |
| 06/10/2026 | 1.568,95 | 0,02% | -0,50% | 315,05 |
| 05/10/2026 | 1.568,56 | -0,22% | -0,53% | 314,59 |
| 02/10/2026 | 1.572,01 | -0,34% | -0,31% | 301,33 |
INDICADOR DO CAFÉ ROBUSTA CEPEA/ESALQ
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$ |
|---|---|---|---|---|
| 08/10/2026 | 955,89 | -1,46% | -3,00% | 190,30 |
| 07/10/2026 | 970,02 | -0,71% | -1,57% | 193,62 |
| 06/10/2026 | 976,94 | 1,13% | -0,87% | 196,17 |
| 05/10/2026 | 966,00 | -2,66% | -1,98% | 193,74 |
| 02/10/2026 | 992,41 | 2,05% | 0,70% | 190,23 |
O preço do açúcar cristal apresenta leve alta de 0,02% na capital de São Paulo. A saca de 50 kg é cotada a R$ 122,60.
INDICADOR DO AÇÚCAR CRISTAL BRANCO CEPEA/ESALQ - SÃO PAULO
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 08/10/2026 | 122,60 | 0,02% | 1,22% | 24,41 |
| 07/10/2026 | 122,58 | 0,00% | 1,21% | 24,47 |
| 06/10/2026 | 122,58 | -0,16% | 1,21% | 24,62 |
| 05/10/2026 | 122,78 | -0,48% | 1,37% | 24,62 |
| 02/10/2026 | 123,37 | 1,77% | 1,86% | 23,65 |
Em Santos (SP), houve recuo de 2,38%, e a mercadoria é negociada a R$ 133,25 na média de preços sem impostos.
Indicador Açúcar Cristal - Santos (FOB)
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 08/10/2026 | 133,25 | -2,38% | 6,07% | 26,59 |
| 07/10/2026 | 136,50 | 1,10% | 8,66% | 27,34 |
| 06/10/2026 | 135,02 | -0,54% | 7,48% | 27,17 |
| 05/10/2026 | 135,75 | -1,16% | 8,06% | 27,23 |
| 02/10/2026 | 137,34 | 3,92% | 9,33% | 26,29 |
A saca de 60 kg do milho, por sua vez, é vendida a R$ 67,18 após leve baixa de 0,09%.
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 08/10/2026 | 67,18 | -0,09% | -2,17% | 13,37 |
| 07/10/2026 | 67,24 | 0,01% | -2,08% | 13,42 |
| 06/10/2026 | 67,23 | -0,04% | -2,10% | 13,50 |
| 05/10/2026 | 67,26 | -1,85% | -2,05% | 13,49 |
| 02/10/2026 | 68,53 | -0,07% | -0,20% | 13,14 |
Os dados são do Cepea.
Café arábica e café robusta são as duas principais variedades cultivadas e comercializadas no Brasil, ambas medidas em sacas de 60 kg.
O café arábica (conhecido também como café Conilon, em algumas regiões) tem sabor mais suave, menor teor de cafeína e alta qualidade sensorial, sendo preferido em cafeterias especializadas e nas exportações de cafés premium. Representa cerca de 70% da produção brasileira, com destaque para estados como Minas Gerais e São Paulo.
O café robusta, por sua vez, possui sabor mais amargo, maior concentração de cafeína e corpo mais intenso. É amplamente utilizado na produção de café solúvel e blends comerciais. Seus principais polos produtores são o Espírito Santo e Rondônia, e seu preço costuma ser mais baixo em comparação ao arábica, por conta do perfil mais industrial.
A saca de açúcar cristal no Brasil é padronizada em 50 quilos, especialmente para comercialização no mercado atacadista e para uso na indústria alimentícia. Essa unidade de medida é adotada pelo Cepea/Esalq-USP, principal fonte de cotações diárias do açúcar cristal no país.
A saca de milho equivale a 60 kg de grãos, mesmo padrão utilizado para soja e trigo. Essa medida é oficializada por instituições como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Cepea, sendo amplamente usada em negociações e relatórios de preço do milho.
Copiar o textoGrãos operam em alta no Sul, com valorização da soja e avanço do trigo
Baixar áudioA saca de 60 quilos da soja inicia a sexta-feira (9) em alta no interior do Paraná e na região litorânea de Paranaguá.
No interior paranaense, o grão apresenta alta de 0,32%, com a saca negociada a R$ 148,14. Em Paranaguá, a valorização foi de 0,66%, levando a cotação para R$ 154,91.
INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANÁ
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 08/10/2026 | 148,14 | 0,32% | -4,37% | 29,49 |
| 07/10/2026 | 147,67 | 0,32% | -4,67% | 29,47 |
| 06/10/2026 | 147,20 | -1,79% | -4,98% | 29,56 |
| 05/10/2026 | 149,89 | -2,73% | -3,24% | 30,06 |
| 02/10/2026 | 154,10 | -0,16% | -0,52% | 29,54 |
INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANAGUÁ
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 08/10/2026 | 154,91 | 0,66% | -4,12% | 30,84 |
| 07/10/2026 | 153,90 | -1,14% | -4,74% | 30,72 |
| 06/10/2026 | 155,67 | -1,53% | -3,65% | 31,26 |
| 05/10/2026 | 158,09 | -1,16% | -2,15% | 31,71 |
| 02/10/2026 | 159,94 | -0,60% | -1,00% | 30,66 |
Preço do trigo avança no Rio Grande do Sul e no Paraná.
No Paraná, a tonelada do cereal é comercializada a R$ 1.560,92. No Rio Grande do Sul, o produto é vendido a R$ 1.455,60.
PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - RIO GRANDE DO SUL
| Data | Valor R$/t* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$/t* |
|---|---|---|---|---|
| 08/10/2026 | 1.455,60 | 0,07% | 0,34% | 289,79 |
| 07/10/2026 | 1.454,59 | -0,31% | 0,28% | 290,34 |
| 06/10/2026 | 1.459,09 | 0,52% | 0,59% | 292,99 |
| 05/10/2026 | 1.451,52 | -0,21% | 0,06% | 291,12 |
| 02/10/2026 | 1.454,52 | 0,27% | 0,27% | 278,80 |
PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - PARANÁ
| Data | Valor R$/t* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$/t* |
|---|---|---|---|---|
| 08/10/2026 | 1.560,92 | 1,46% | 1,07% | 310,76 |
| 07/10/2026 | 1.538,46 | 0,76% | -0,38% | 307,08 |
| 06/10/2026 | 1.526,89 | -1,57% | -1,13% | 306,61 |
| 05/10/2026 | 1.551,32 | -0,15% | 0,45% | 311,13 |
| 02/10/2026 | 1.553,71 | 1,00% | 0,61% | 297,82 |
Os dados são do Cepea.
A saca de soja e a saca de trigo são as principais unidades de comercialização de grãos no Brasil. Cada saca equivale a 60 quilos, padrão adotado por órgãos oficiais como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).
Esse formato padronizado facilita o comércio da soja e do trigo, além de permitir um acompanhamento mais preciso das cotações e variações de preços no mercado nacional.
Copiar o textoCom uma estratégia estruturada ao longo dos últimos anos e acelerada em 2025, o BNDES consolidou a agenda de minerais críticos e estratégicos (MCE) como uma de suas apostas centrais para a próxima década. O objetivo é posicionar o Brasil como fornecedor confiável, competitivo e sustentável de minerais e materiais transformados, avançando progressivamente nas etapas de maior valor agregado das cadeias globais ligadas à transição energética, à digitalização e à soberania produtiva.
"O Brasil possui uma oportunidade única de converter sua riqueza mineral em liderança industrial e tecnológica", afirma o banco em sua estratégia para o setor, uma frase que sintetiza a ambição que orienta o portfólio de iniciativas em construção.
A estratégia do BNDES não se limita a financiar minas. O banco quer empurrar a cadeia produtiva para frente e entre as prioridades estratégicas definidas pela instituição estão o apoio ao desenvolvimento da cadeia de terras raras, "inicialmente até a produção de óxidos separados e, de forma progressiva, de ligas e ímãs permanentes", o adensamento industrial da cadeia do lítio, "com foco em produtos de grau bateria", e a expansão das cadeias de valor de outros minerais críticos, com destaque para níquel, cobre, grafite, platina e seus derivados, além de minerais relacionados à segurança alimentar.
Trata-se de uma agenda de industrialização, não apenas de mineração. A lógica é que o Brasil, historicamente exportador de commodities brutas, passe a capturar as margens nos processos de refino, produção de materiais intermediários e manufatura de componentes para as grandes cadeias tecnológicas globais, que hoje ficam no exterior
A construção desse posicionamento não é de agora. O BNDES tem adotado iniciativas desde 2023, quando impulsionou linhas de crédito de longo prazo e baixo custo voltadas ao setor, por meio do Programa Mais Inovação e do Fundo Clima. Em 2024, em parceria com a Vale, o banco lançou e estruturou um Fundo de Investimento em Participação dedicado a Minerais Críticos e Estratégicos, instrumento que permite ao banco entrar como sócio em projetos, e não apenas como credor.
O ano de 2025 concentrou dois movimentos de maior envergadura. O primeiro foi o lançamento, em conjunto com a Finep, da Chamada Pública para Transformação de Minerais Estratégicos, a iniciativa de maior repercussão até o momento. O segundo foi a atualização do Regulamento Socioambiental e Climático para Mineração, com diretrizes para o apoio sustentável ao setor mineral, "consolidando as melhores práticas internacionais no tema, com destaque para ações de promoção de desenvolvimento local", conforme descrito pelo banco.
Ainda em 2025, a BNDESPAR, braço de investimento em participações da instituição, definiu os Minerais Críticos e Fertilizantes Minerais como teses prioritárias para investimento direto, abrindo mais uma frente de atuação além do crédito tradicional.
O mais recente impulso veio em agosto de 2026, já no âmbito do Plano Brasil Soberano: os minerais críticos passaram a contar com um referencial de custo financeiro de 3,0% ao ano, condição que coloca o financiamento do BNDES ao setor em patamar altamente competitivo para projetos de longa maturação.
O termômetro mais concreto do interesse do mercado na agenda é a Chamada Pública BNDES-Finep para Transformação de Minerais Estratégicos, em que foram selecionados 56 projetos, totalizando R$ 45,8 bilhões em investimentos. O portfólio abrange cadeias de terras raras, lítio, níquel, grafite, silício, platina e materiais transformados para baterias, entre outros.
O BNDES já aprovou três operações no âmbito da chamada — Weg, Piauí Níquel e Viridis — e analisa atualmente uma carteira de 12 projetos considerados mais maduros, que poderá mobilizar cerca de R$ 9 bilhões em financiamentos, "a depender das estruturas de garantias a serem oferecidas ao BNDES", conforme a instituição.
Os três aprovados já dão uma leitura da diversidade de apostas do banco: da Weg, gigante industrial gaúcha com capacidade de percorrer toda a cadeia de equipamentos para a transição energética, ao Piauí Níquel, projeto de processamento mineral no Nordeste, passando pela Viridis, voltada às terras raras.
Se o apetite do mercado está demonstrado — R$ 45,8 bilhões em projetos submetidos —, o desafio agora é de engenharia financeira. O BNDES reconhece que "a expansão dos investimentos depende da criação de estruturas mais complexas capazes de mitigar riscos geológicos, tecnológicos e de mercado típicos da mineração".
Para enfrentar esse problema, o banco avança em três frentes simultâneas: a avaliação de estruturas de cofinanciamento e compartilhamento de risco, o aprimoramento de estruturas de project finance dedicadas ao setor e a atração de outros investidores e financiadores para ampliar a oferta de capital.
A questão das garantias é central, já que projetos de mineração têm perfil de risco peculiar, pois o recurso mineral não está totalmente provado antes da lavra, as tecnologias de processamento podem apresentar variáveis inesperadas e os preços dos minerais estão sujeitos a ciclos voláteis. Estruturas tradicionais de crédito corporativo muitas vezes não se encaixam nesse esquema. Assim, o caminho que o BNDES sinaliza trilhar — o project finance com compartilhamento de riscos — é o modelo consagrado internacionalmente para viabilizar grandes projetos de infraestrutura e recursos naturais, mas exige instrumentação sofisticada, capacidade técnica dos tomadores e, frequentemente, a presença de múltiplos financiadores.
A atração de outros capitais, através de fundos internacionais, agências multilaterais, bancos de desenvolvimento estrangeiros é, portanto, parte essencial da estratégia, já que O BNDES não pode, nem pretende, carregar sozinho uma carteira dessa magnitude.
O contexto em que essa estratégia se desenvolve não é trivial. A corrida global por minerais críticos intensificou-se nos últimos anos, com Estados Unidos, União Europeia, China, Japão e Coreia do Sul disputando acesso a recursos e construindo políticas industriais agressivas para garantir suas cadeias de suprimentos para a transição energética e a soberania tecnológica. Nesse cenário, países ricos em recursos minerais, dentre os quais o Brasil está incluído de forma privilegiada, com reservas expressivas de terras raras, lítio, níquel, grafite e outros minerais, passaram a ser objeto de intensa disputa diplomática e econômica.
A resposta brasileira, da qual o BNDES é peça importante, é a de não apenas fornecer o mineral bruto, mas de agregar valor domesticamente e de usar o poder de financiamento do Estado para induzir esse salto. A definição de um custo financeiro de 3,0% ao ano para o setor, no âmbito do Plano Brasil Soberano, é um sinal político e econômico nessa direção: o governo federal está disposto a subsidiar o custo de capital para que projetos que de outra forma não conseguiriam “fechar a conta”, especialmente os de processamento e refino, que são mais intensivos em tecnologia e com payback mais longo, se tornem viáveis.
Com 12 projetos mais maduros em análise e potencial de R$ 9 bilhões em financiamentos em negociação, o BNDES deve ampliar sua carteira aprovada ainda em 2026. A evolução das estruturas de garantia será o fator determinante para o ritmo de aprovações. Quanto mais o banco conseguir desenvolver instrumentos que distribuam riscos entre múltiplos agentes, incluindo o próprio Estado, via compartilhamento de risco, mais projetos do pipeline de R$ 45,8 bilhões poderão avançar da seleção para a contratação efetiva.
O Brasil tem o recurso. A demanda internacional existe. O Pais tem, agora, uma política de financiamento com custo competitivo e uma instituição de desenvolvimento mobilizada. O que ainda está sendo construído é a engenharia financeira e institucional capaz de transformar esse potencial em projetos assinados, obras em curso e, finalmente, em cadeias industriais que retenham valor no País. Essa é a aposta do BNDES e, em larga medida, uma aposta do Brasil sobre seu próprio futuro industrial. (Redação Brasil Mineral)
Copiar o textoVolume total negociado na B3 foi de R$ 60.258.921.722, em meio a 6.337.965 de negócios
Baixar áudioO principal índice da bolsa brasileira encerrou o pregão desta quinta-feira (8) em alta de 1,03%, atingindo os 206.402,02 pontos.
Segundo os dados oficiais consolidados pela B3, o principal índice da bolsa brasileira abriu a sessão em 204.299,70 pontos, teve sua mínima registrada em 203.984,56 pontos e alcançou a máxima de 207.953,73 pontos ao longo do dia.
Em virtude do feriado nacional de Nossa Senhora Aparecida, comemorado em 12 de outubro, as atividades da B3 estarão suspensas. A pausa afeta as negociações em diversos segmentos, abrangendo ações, fundos imobiliários (FIIs), ETFs, BDRs, derivativos e renda fixa (tanto privada quanto em formato de ETF).
Durante a data, também não serão realizados registros de operações, compensações, liquidações, transferências de garantias ou movimentações na Central Depositária, englobando os ambientes listados e de balcão organizado. As aplicações e confirmações no Tesouro Direto ficam igualmente interrompidas.
O funcionamento do mercado será restabelecido no dia seguinte, terça-feira (13). O cronograma detalhado de operações para datas comemorativas pode ser consultado no Calendário de Negociação da B3.
Ações em alta no Ibovespa
Ações em queda no Ibovespa
O volume total negociado na B3 foi de R$ 60.258.921.722, em meio a 6.337.965 de negócios.
Os dados da bolsa podem ser consultados no site da B3.
O Ibovespa (Índice Bovespa) é o principal indicador do mercado acionário brasileiro. Calculado pela B3, ele reflete a média do desempenho das ações mais negociadas na bolsa, com base em critérios de volume e liquidez. O índice é composto por uma carteira teórica de ativos, que representa cerca de 80% do volume financeiro total negociado no mercado.
A B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) é a bolsa de valores oficial do Brasil, sediada em São Paulo. É responsável pela negociação de ações, derivativos, títulos públicos e privados, câmbio e outros ativos financeiros. A B3 está entre as maiores bolsas do mundo em infraestrutura e valor de mercado.
Copiar o textoO euro, por sua vez, encerrou o dia cotado a R$ 5,62
Baixar áudioO dólar comercial registrou uma ligeira valorização de 0,17% nesta quinta-feira (8), fechando o dia vendido a R$ 5,02.
De acordo com a Investing.com, a moeda americana abriu a sessão com pouca oscilação em relação ao real. O mercado financeiro operou em ritmo de espera pela publicação dos dados mais recentes da pesquisa Datafolha sobre as eleições presidenciais, alinhando-se ao comportamento da divisa no cenário internacional, onde apresentou leve avanço frente a moedas emergentes.
Logo no início dos negócios, às 9h11, a cotação do dólar à vista subia 0,18%, negociada a R$ 5,0247. Já o dólar futuro com vencimento para novembro, contrato com maior liquidez na B3, registrava estabilidade com viés de alta de 0,01%, cotado a R$ 5,0440.
Na mesma manhã, às 11h30, o Banco Central programou um leilão de swap cambial para rolagem de posições, disponibilizando uma oferta de 50 mil contratos com vencimento em 3 de novembro.
O índice DXY, que mede a força do dólar frente a outras moedas globais, fechou aos 102,19 pontos.
O euro, por sua vez, encerrou o pregão cotado a R$ 5,62.
A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.
| Código | BRL | USD | EUR | GBP | JPY | CHF | CAD | AUD |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| BRL | 1 | 0,1991 | 0,1776 | 0,1505 | 31,4504 | 0,1656 | 0,2833 | 0,2861 |
| USD | 5,0214 | 1 | 0,8919 | 0,7560 | 157,93 | 0,8317 | 1,4225 | 1,4371 |
| EUR | 5,6285 | 1,1211 | 1 | 0,8477 | 177,06 | 0,9324 | 1,5945 | 1,6111 |
| GBP | 6,6415 | 1,3228 | 1,1797 | 1 | 208,89 | 1,1000 | 1,8811 | 1,9009 |
| JPY | 0,0318 | 0,0063 | 0,0056 | 0,0048 | 1 | 0,5266 | 0,0090 | 0,0091 |
| CHF | 6,0375 | 1,2024 | 1,0725 | 0,9091 | 189,89 | 1 | 1,7101 | 1,7279 |
| CAD | 3,5297 | 0,7029 | 0,6271 | 0,5316 | 111,04 | 0,5848 | 1 | 1,0104 |
| AUD | 3,4946 | 0,6959 | 0,6207 | 0,5261 | 109,89 | 0,5787 | 0,9897 | 1 |
Os dados são da Investing.com.
Copiar o textoOs números sorteados da Mega-Sena 3068, de 08/10/2026, foram: 07 - 10 - 39 - 40 - 43 - 57.
07 - 10 - 39 - 40 - 43 - 57
Resultado oficial conferido com a Caixa às 21:28. consulte o resultado oficial no site da Caixa
O concurso 3068 da Mega-Sena foi realizado nesta quinta-feira (08/10/2026), no Espaço da Sorte, em São Paulo, e divulgado pela Caixa Econômica Federal. O sorteio não teve vencedores na faixa principal e o prêmio acumulou.
O próximo sorteio está marcado para domingo (11/10/2026), com prêmio estimado em R$ 112.000.000,00. Aproveite a oportunidade e faça sua aposta para concorrer.
A arrecadação total do concurso foi de R$ 80.608.362,00.
Para participar, basta escolher de 6 a 15 números entre os 60 disponíveis no volante. A aposta mínima custa R$ 5,00, e quanto mais números você marcar, maior o preço — mas também maiores as chances de ganhar. Os sorteios acontecem três vezes por semana: às terças e quintas, às 21h, e aos domingos, às 11h (horário de Brasília).
| Números apostados | Probabilidade de acertar 6 dezenas |
|---|---|
| 6 números | 1 em 50.063.860 |
| 7 números | 1 em 7.151.980 |
| 8 números | 1 em 1.787.995 |
| 9 números | 1 em 595.998 |
| 10 números | 1 em 238.399 |
| 15 números | 1 em 10.003 |
Para aumentar as chances de ganhar, é possível participar de bolões organizados pelas lotéricas ou formar um grupo de apostas. O valor mínimo por cota é de R$ 6,00, e o bolão pode ter de 2 a 100 cotas.
Quer apostar sem complicação? Use a Surpresinha e deixe o sistema escolher os números para você — uma forma prática e rápida de participar dos sorteios.
Prefere insistir nos seus números da sorte? Aposte com a Teimosinha e concorra com a mesma combinação por 2, 3, 4, 6, 8, 9 ou até 12 concursos seguidos, aumentando suas chances de ganhar sem precisar refazer a aposta a cada sorteio.
Parte da arrecadação das apostas da Mega-Sena é destinada a programas sociais do governo federal, como:
Veja o resultado da Mega-Sena 3067.
Redação Brasil 61
Copiar o textoOs números sorteados da Lotofácil 3800, de 08/10/2026, foram: 01 - 02 - 03 - 04 - 05 - 07 - 08 - 09 - 10 - 12 - 13 - 14 - 15 - 19 - 21.
01 - 02 - 03 - 04 - 05 - 07 - 08 - 09 - 10 - 12 - 13 - 14 - 15 - 19 - 21
Resultado oficial conferido com a Caixa às 21:29. consulte o resultado oficial no site da Caixa
O concurso 3800 da Lotofácil foi realizado nesta quinta-feira (08/10/2026), no Espaço da Sorte, em São Paulo, e divulgado pela Caixa Econômica Federal. Três apostas acertaram as 15 dezenas e cada uma levou R$ 1.805.183,78. Os bilhetes premiados foram registrados em Timon/MA e Osasco/SP, além de uma aposta feita pelo canal eletrônico.
O prêmio estimado para o próximo concurso da Lotofácil, de número 3801, que será realizado na sexta-feira, 9 de outubro de 2026, está estimado em R$ 2.000.000,00. Aproveite a oportunidade e faça sua aposta para concorrer!
A arrecadação total do concurso foi de R$ 36.369.329,50.
A aposta mínima, de 15 números, custa R$ 3,50 com chance de 1 em 3.268.760 e a máxima custa R$ 46.512 com chance de 1 em 211.
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Quantidade de números jogados |
Valor da aposta |
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15 |
R$ 3,50 |
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16 |
R$ 48,00 |
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17 |
R$ 408,00 |
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18 |
R$ 2.448,00 |
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19 |
R$ 11.628,00 |
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20 |
R$ 46.512,00 |
De segunda-feira a sexta-feira, às 21h, e no domingo, às 11h.
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Veja o resultado da Lotofácil 3799.
Redação Brasil 61
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Baixar áudioA sexta-feira será de tempo severo em grande parte da Região Sul. Uma área de baixa pressão associada à formação de um ciclone extratropical na costa favorece a formação e o avanço de uma frente fria, aumentando o risco de temporais.
O INMET emitiu aviso vermelho de grande perigo para tempestades no oeste e sudoeste do Paraná, centro e oeste de Santa Catarina e noroeste e norte do Rio Grande do Sul. Entre os municípios citados na área de maior risco estão Cascavel, Foz do Iguaçu, Francisco Beltrão e Pato Branco, no Paraná; Chapecó, São Miguel do Oeste, Campos Novos e Joaçaba, em Santa Catarina; além de Passo Fundo, Erechim, Santo Ângelo e Ijuí, no Rio Grande do Sul.
Nessas áreas, há possibilidade de chuva intensa, tempestades, rajadas fortes de vento e granizo, com previsão de grandes acumulados. O noroeste do Rio Grande do Sul pode registrar até 200 milímetros entre quinta e sábado.
Também há aviso laranja em áreas como o leste de Santa Catarina e centro e nordeste do Rio Grande do Sul, além de aviso amarelo em outras localidades, incluindo Curitiba e Porto Alegre.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA sexta-feira será marcada por contrastes no tempo no Centro-Oeste. Enquanto Mato Grosso do Sul e áreas de Mato Grosso terão aumento da nebulosidade e condições para chuva e trovoadas, o norte de Goiás, Distrito Federal e parte do nordeste de Mato Grosso permanecem sob influência de uma massa de ar quente e seco.
Em Mato Grosso do Sul, a previsão indica pancadas de chuva e trovoadas isoladas em diversas áreas, especialmente no centro-sul e no oeste do estado. Em Mato Grosso, a instabilidade fica mais concentrada no sul, oeste e noroeste. Essas áreas estão sob aviso amarelo para tempestades, com risco de chuva intensa, rajadas de vento e granizo.
No norte e leste de Mato Grosso, centro e norte de Goiás e Distrito Federal, o cenário é diferente. O tempo fica mais firme, com temperaturas elevadas e baixa umidade do ar, também com aviso amarelo durante a tarde.
Entre as capitais, Cuiabá chega a 37°C, Goiânia a 35°C e Brasília a 33°C. Campo Grande terá uma condição mais instável, com máxima de 31°C e possibilidade de pancadas e trovoadas ao longo do dia. O INMET alerta ainda que algumas localidades do norte e leste de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul podem superar 40°C.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA sexta-feira será de tempo instável em parte do Sudeste, principalmente em São Paulo, no sul de Minas Gerais e no sul e oeste do Rio de Janeiro. Nessas áreas, pancadas de chuva e trovoadas isoladas podem ocorrer principalmente durante a tarde.
O INMET mantém aviso amarelo de perigo potencial para tempestades nessas áreas, enquanto o Triângulo Mineiro, região central e sudeste de Minas e outras áreas do Rio de Janeiro podem registrar chuva isolada.
No norte, noroeste e centro de Minas Gerais, a situação será mais seca, com aviso amarelo para baixa umidade do ar. O Espírito Santo terá tempo firme, com poucas condições para chuva.
Nas capitais, Belo Horizonte chega a 33°C, mesma máxima prevista para São Paulo e Rio de Janeiro. Vitória terá a maior máxima entre as capitais da região, com 34°C. No interior, o calor também será significativo, especialmente no norte de Minas Gerais, enquanto as áreas sob influência das instabilidades terão maior variação de nebulosidade e chuva.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA Região Norte terá uma sexta-feira de tempo quente e contrastes entre áreas chuvosas e regiões mais secas. A instabilidade fica concentrada principalmente no oeste da região. Em Rondônia, Acre e em áreas do sudoeste, centro, oeste e noroeste do Amazonas, há previsão de pancadas de chuva e trovoadas isoladas. O noroeste de Roraima também pode registrar chuva forte em alguns pontos.
O INMET mantém aviso amarelo de perigo potencial para tempestades nessas áreas. O alerta indica possibilidade de chuva intensa, rajadas de vento e eventual queda de granizo.
No restante da região, o tempo fica mais firme. Pode chover de forma isolada no oeste e sudoeste de Roraima, no norte e leste do Amapá e na faixa litorânea do Pará. Já no Tocantins e no sudeste do Pará, predominam poucas nuvens e baixa umidade durante a tarde, também com aviso amarelo.
O calor será intenso. As máximas chegam a 37°C em Boa Vista e Manaus, enquanto Palmas pode alcançar 38°C. Em Rio Branco, a temperatura varia entre 24°C e 35°C; Porto Velho fica entre 26°C e 36°C; Belém, entre 24°C e 35°C; e Macapá, entre 25°C e 33°C.
O INMET também aponta possibilidade de temperaturas superiores a 40°C em áreas do leste do Amazonas, oeste do Pará, norte de Rondônia e outras áreas do Norte.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA sexta-feira será de tempo predominantemente firme e quente no Nordeste. A maior parte da região terá poucas nuvens e pouca possibilidade de chuva, principalmente no interior. Apesar disso, algumas áreas da faixa litorânea podem registrar chuva isolada durante a manhã, enquanto o norte do Maranhão também pode ter precipitações pontuais à tarde.
O destaque fica para a baixa umidade do ar. O INMET mantém aviso amarelo de perigo potencial durante a tarde no sul e leste do Maranhão, Piauí, oeste, centro e sul do Ceará, oeste do Rio Grande do Norte e da Paraíba, Pernambuco, Alagoas e em grande parte da Bahia.
No interior nordestino, o calor ganha força. Teresina terá a maior temperatura entre as capitais, chegando a 39°C. São Luís varia entre 26°C e 32°C, enquanto Fortaleza fica entre 26°C e 32°C. No litoral, Aracaju, João Pessoa, Natal, Recife, Maceió e Salvador terão máximas entre 31°C e 33°C.
No interior de estados como Piauí, Maranhão, Ceará e Bahia, a combinação de temperaturas elevadas e baixa umidade exige atenção, principalmente durante as horas mais quentes do dia. À noite, a tendência é de tempo mais firme na maior parte da região.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioO presidente da Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB), da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), e da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp), Alfredo Cotait Neto, convoca as entidades do sistema associativista e sociedade civil a aderirem ao manifesto “Rede Pauta Brasil: Pela reconciliação, pela liberdade e por um Brasil governado para todos”.
O documento propõe a superação da polarização política e reúne princípios considerados fundamentais pelo Sistema do Associativismo para o próximo ciclo de governo.
“Queremos o maior número de adesões para mostrar representatividade do nosso sistema. Vamos dar as mãos e somar esse esforço. Quanto mais entidades assinarem o manifesto, mais força ganhamos para o futuro diálogo com o governo”, afirma.
Segundo o presidente da CACB, o manifesto também defende a independência e o respeito às atribuições de cada Poder da República como forma de criar melhores condições para o ambiente de negócios e o desenvolvimento econômico.
“Pedimos também para que as instituições se reorganizem, para que o governo governe, que o Legislativo legisle e que o Judiciário julgue, cada um na sua competência e na sua função. Queremos que o país volte a ser um lugar mais tranquilo para trabalhar, para que o empreendedorismo cresça e tenhamos segurança jurídica, segurança pública e condições para que os empreendedores possam gerar renda e empregos”, disse.
Para Cotait, o próximo governo precisa ser um “governo da união, do crescimento do país e da paz”.
Na última terça-feira (6), a CACB reuniu cerca de 330 presidentes de federações e associações comerciais de todo o país para o lançamento do manifesto. Durante o encontro, o presidente emérito da CACB, Guilherme Afif Domingos, destacou a importância da mobilização do setor produtivo diante das mudanças políticas e econômicas em curso.
Segundo Afif, além da disputa presidencial, o setor produtivo precisa acompanhar a composição e a atuação do Congresso Nacional e organizar suas posições em torno de princípios comuns.
“Todo mundo está concentrado na eleição do presidente, mas nós temos que olhar a representação no Congresso. Portanto, será um momento muito importante, em que vamos ter que nos mobilizar em torno de ideias e propostas, daquilo que pensamos para o Brasil”, afirmou.
Afif também chamou atenção para temas diretamente relacionados aos pequenos negócios, especialmente o Simples Nacional e a Reforma Tributária.
“O que vai acontecer com o Simples Nacional, que está sendo destratado dentro daquilo que está sendo discutido nas hostes burocráticas do país. Nós temos uma Reforma Tributária e sabemos que, para o comércio e serviço, ela vai ser desastrosa”, disse.
Ana Claudia Badra Cotait, presidente do Conselho Nacional da Mulher Empreendedora e da Cultura (CMEC) — vinculado à CACB —, destacou a adesão das mulheres ao manifesto e a ampliação da participação feminina na representação política e institucional.
“Eu estou muito feliz com a rede toda unida. Nós vamos também postar na rede inteira do CMEC esse manifesto para as pessoas aderirem”, afirmou.
Ana Cláudia também ressaltou o resultado das eleições para o Legislativo e o aumento da presença feminina nas novas bancadas.
O manifesto coloca o trabalho, a liberdade de empreender e o desenvolvimento econômico no centro da agenda defendida pelo Sistema do Associativismo. O documento afirma que a geração de riqueza está diretamente relacionada à atividade de trabalhadores, pequenos comerciantes, produtores rurais, profissionais liberais e empreendedores.
A CACB representa cerca de 2,3 mil associações comerciais e empresariais em todo o país. O peso dos pequenos negócios na economia reforça a importância da agenda defendida pela entidade.
Segundo o Sebrae, o Brasil tinha 24,1 milhões de pequenos negócios com CNPJ ativo no segundo trimestre de 2026. Em 2025, micro e pequenas empresas responderam por 80,5% do saldo de empregos formais, de acordo com levantamento do Sebrae, com dados do Novo Caged.
Nesse contexto, o manifesto defende um ambiente de negócios em que o pequeno empresário não seja pressionado por impostos e burocracia. O documento também reforça a necessidade de regras claras, segurança jurídica e liberdade para trabalhar e empreender.
A proposta também defende que o Estado deve estar a serviço do cidadão e que o desenvolvimento econômico depende da capacidade de trabalhadores e empresas de produzir, investir, inovar e gerar oportunidades.
O manifesto pode ser assinado por pessoas físicas e empresas, mediante CPF ou CNPJ, por meio do site da Rede Pauta Brasil.
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Baixar áudioNo último domingo (4), os brasileiros elegeram 12 mulheres para o Senado Federal, entre as 54 vagas em disputa. É o maior número de senadoras eleitas em um único pleito desde a redemocratização.
Com o resultado das eleições de 2026, a bancada feminina no Senado deve passar das atuais 15 para 18 integrantes a partir de 2027, considerando também as suplentes que estiverem no exercício do mandato. O número corresponde a 22,2% das 81 cadeiras da Casa.
Na Câmara dos Deputados, a presença feminina também aumentou. A bancada passará de 90 para 109 parlamentares a partir de 1º de fevereiro de 2027. As 19 cadeiras adicionais representam crescimento de 21,1% em relação à atual legislatura.
Para a socióloga Débora Messenberg, professora do Departamento de Sociologia da Universidade de Brasília (UnB), o aumento da presença feminina no Congresso Nacional é importante para ampliar a representatividade política de uma população majoritariamente composta por mulheres.
“Mas ainda estamos muito aquém de outros países em termos de representatividade feminina no parlamento. Muitos países, inclusive latino-americanos, estão muito na nossa frente. Isso é um traço da nossa sociedade; a política não é algo que as mulheres tenham como uma participação tão ativa”, afirma.
Apesar do avanço do número de mulheres eleitas como deputadas e senadoras, Ana Claudia Badra Cotait, presidente do Conselho Nacional da Mulher Empreendedora e da Cultura (CMEC) — vinculado à Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB) —, avalia que a representatividade também precisa se refletir na participação nas decisões do Congresso.
“As mulheres que chegam agora na Câmara e no Senado precisam estar no centro das discussões que definem o futuro do país, do orçamento às políticas econômicas, do emprego ao empreendedorismo. Mais do que ocupar cadeiras, é preciso ocupar espaços de liderança e transformar presença em influência”, destaca.
Para Débora Messenberg, a presença de mulheres de diferentes partidos também pode favorecer o diálogo em torno de pautas comuns, mesmo diante de divergências ideológicas. “Mesmo que tenham divergências muito grandes, em termos mais amplos, de uma mulher do PSOL para conversar com uma do PL, por exemplo, existem pautas que elas conseguem encontrar um consenso”.
Ana Claudia Cotait avalia que o próximo Congresso será marcado por debates sobre orçamento, contas públicas e regras que definirão o ambiente de negócios nos próximos anos.
Segundo a senadora Damares Alves (Republicanos-DF), entre as pautas que podem unir as parlamentares está a pauta do cuidado. Para ela, a implementação da Política Nacional do Cuidado deve ser uma das prioridades do próximo Congresso.
“Nós aprovamos, nessa legislatura, a Política Nacional do Cuidado e nós vamos ter que fazer ela ser realidade em todo o país, com regulamentação nos estados, e lutar por orçamento para essa política. Não vamos aceitar nenhum retrocesso. Todos os direitos conquistados estão aí”, pontua.
Segundo Damares, o Senado deve priorizar pautas capazes de reunir parlamentares de diferentes partidos e correntes ideológicas em torno de objetivos comuns. Entre os temas citados pela senadora estão o enfrentamento à violência contra a mulher e ao feminicídio, a participação feminina no mercado de trabalho e o empreendedorismo feminino.
Embora haja uma expansão da presença feminina no Congresso, Débora Messenberg avalia que as parlamentares ainda são frequentemente associadas a temas ligados à reprodução do cuidado e à assistência social.
“Elas são eleitas, inclusive, porque o eleitorado espera que elas reproduzam o cuidado no parlamento. A sua relação com o eleitorado é de demonstrar sempre uma perspectiva familiar, de assistência, de benefícios, e pouca produção relacionada a temas tidos ‘masculinos’”, avalia.
No entanto, para Ana Claudia Cotait, a atuação das parlamentares não deve ficar restrita às chamadas “pautas de mulheres”. Ela defende maior participação feminina em temas econômicos e estruturais.
“Educação, segurança, emprego, crédito, empreendedorismo, inovação e desenvolvimento econômico estarão entre os assuntos centrais do próximo Congresso. As mulheres precisam estar presentes nessas discussões não como espectadoras, mas como protagonistas.”
A presidente do CMEC lembra que milhões de brasileiras são empreendedoras, empregadoras e responsáveis por pequenos negócios e enfrentam desafios como juros elevados, burocracia e dificuldade de acesso ao crédito.
“São problemas econômicos, não questões de gênero. Uma política que favoreça o crescimento dessas empresas beneficia toda a economia”, conclui.
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Baixar áudioHá 21 anos, Eliete Pereira dos Santos trabalha na triagem de materiais recicláveis na Coopere, em São Paulo. Aos 51 anos, ela acompanha um problema que, segundo afirma, persiste apesar de uma lei municipal que restringe o fornecimento de produtos plásticos descartáveis de uso único: materiais sem valor comercial continuam chegando às cooperativas.
“Para nós, está sendo meio complicado. Há muitos anos de briga em relação à coleta, porque vêm para nós uns materiais que não são recicláveis, é mais lixo. Inclusive na parte em que se fala em relação a plástico, na qual já foi lançada uma lei, mas que não se cumpre, porque não tem a fiscalização para se fazer cumprir”, destaca.
Sancionada em janeiro de 2020, a Lei Municipal nº 17.261 proíbe o fornecimento de itens como copos, pratos, talheres, mexedores de bebidas e varas para balões em estabelecimentos e eventos culturais e esportivos da capital paulista. No entanto, seis anos depois, ainda não foi publicado o decreto de regulamentação que detalharia a aplicação e a fiscalização da norma.
Na prática, a falta dessas regras também repercute no trabalho de quem atua na coleta e na triagem. Produtos que não têm mercado para a reciclagem precisam ser separados dos demais materiais, ocupam espaço e demandam mão de obra, mas acabam encaminhados como rejeitos, sem gerar retorno para as cooperativas. Ao contrário, acabam gerando custos para catadores e catadoras.
Eliete afirma que parte dos consumidores e estabelecimentos já mudou de comportamento, mas que a ausência de fiscalização permite a continuidade do fornecimento de descartáveis.
“Algumas pessoas que têm consciência se adequaram, mas outras, que sabem que não tem fiscalização e que não estão nem aí, continuam usando copinho, usando aquele mexedor, usando canudo, e isso retorna para a gente. Só que isso nos atrapalha, porque a gente não tem mercado para estar repassando isso, e acaba indo como rejeito, o que gera grande volume e atrapalha a nossa produção, tanto quanto a nossa renda", afirma.

Eliete Pereira dos Santos trabalha na triagem de materiais recicláveis na Coopere. Foto: Maíra Erlich
A experiência também é relatada por Valquíria Cândido, que trabalha como catadora desde 2008 e atualmente preside a Cooperativa de Trabalho e Coleta do Parque Cocaia (Cooperpac), em São Paulo. Para ela, a redução do fornecimento de descartáveis de uso único teria impacto direto na rotina dos trabalhadores da reciclagem.
"Se a lei estivesse funcionando de verdade e os estabelecimentos parassem de usar os descartáveis, facilitaria muito a vida dos catadores e catadoras, porque as pessoas utilizam e consomem plásticos de uso único e descartam desenfreadamente. Isso vem no meio dos recicláveis. Porém, não tem nenhum valor comercial e onera o trabalho dos catadores e catadoras, porque é um trabalho que não é remunerado”, pontua.

Valquíria Cândido, presidente da Cooperpac. Foto: Maíra Erlich
Além do tempo dedicado à triagem, Valquíria destaca que esses materiais representam um custo para quem trabalha com a reciclagem justamente por não terem valor comercial. Na avaliação dela, a fiscalização da lei poderia contribuir para reduzir a quantidade de resíduos sem aproveitamento econômico que chega às cooperativas.
“Diria que colocassem essa lei para funcionar, que tivesse fiscalização. Isso incentivaria as pessoas a pararem de usar os plásticos de uso único e gerar tanto resíduo que não tem valor para os catadores e ainda prejudica o meio ambiente”, considera.
O problema relatado pelas catadoras está no centro de uma ação judicial apresentada contra a prefeitura de São Paulo. Em 11 de agosto, a Oceana, o Instituto de Defesa de Consumidores (Idec) e o Instituto de Direito Coletivo (IDC) ingressaram com um Mandado de Injunção no Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) para cobrar a regulamentação da lei.
As organizações argumentam que a demora impede a aplicação efetiva da norma e mantém na cadeia de resíduos produtos de baixa ou nenhuma reciclabilidade. Na avaliação de catadores e cooperativas, isso significa dedicar tempo, mão de obra e estrutura a materiais que não geram receita.
Para Lara Iwanicki, diretora de estratégia e advocacy da Oceana, a judicialização ocorreu depois de tentativas de diálogo que, segundo ela, não resultaram na regulamentação.
“A ausência da regulamentação é mais grave, porque o próprio município pediu e criou um grupo de trabalho para criar o decreto. O município se contradiz porque ele impede que, na prática, a lei tenha o impacto para a qual ela foi construída, e que a própria prefeitura defendeu. Chama muita atenção esse tipo de controvérsia, esse tipo de omissão vinda da prefeitura. Na nossa visão, isso é uma escolha política”, afirma Lara.
Na avaliação da Oceana, a redução da circulação desses produtos, por outro lado, poderia diminuir o volume de rejeitos recebido pelas cooperativas e liberar recursos e capacidade de trabalho para materiais com possibilidade de reaproveitamento e comercialização. A regulamentação também permitiria estabelecer critérios mais claros de fiscalização e responsabilização.
Em 2023, a prefeitura de São Paulo criou um Grupo de Trabalho (GT) para elaborar o decreto de regulamentação da Lei 17.261/2020. O grupo deveria definir critérios de aplicação da norma e mecanismos de fiscalização.
A criação do GT ocorreu após pressão de 18 organizações socioambientais. Em janeiro de 2022, elas enviaram uma carta ao prefeito Ricardo Nunes (MDB-SP) – que segue no cargo atualmente - cobrando providências para a implementação da legislação. A reportagem do Brasil 61 tentou contato com a prefeitura de São Paulo, mas até o fechamento desta reportagem não obteve retorno.
A Oceana, o Idec e o IDC sustentam que a ausência do decreto compromete a efetividade da lei e viola direitos constitucionais relacionados à proteção do meio ambiente, à saúde pública e à defesa do consumidor.
A coordenadora do Programa de Saúde do Idec, Marina Paullelli, considera que a ausência de critérios técnicos e de sanções para a aplicação da lei abre espaço para o que se conhece como greenwashing, ou “mentira verde”.
“Pode ser definido como a prática de empresas e governos que usam mensagens socioambientais enganosas para atrair pessoas preocupadas com o planeta, com o meio ambiente e com a sua saúde. É uma estratégia que disfarça a destruição socioambiental com promessas vazias de sustentabilidade e de adequação às normas e regras de proteção ambiental”, explica.
“Nesse sentido, a ausência de regulamentação da lei impede a verificação de adequação a critérios de fácil compreensão pelo consumidor sobre os parâmetros de proteção à sua saúde e de alternativas menos poluidoras e mais saudáveis no comércio. Nesse cenário, podem ser estimuladas falsas soluções ou soluções incompletas que criam a percepção de que o problema está sendo solucionado, quando na realidade podem agravá-lo”, complementa.
A Lei 17.261/2020 já passou por uma disputa judicial sobre sua validade. Em 5 de fevereiro de 2020, poucas semanas depois de sua promulgação, o Sindicato da Indústria de Material Plástico, Transformação e Reciclagem de Material Plástico do Estado de São Paulo (Sindiplast) entrou com uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) contra a prefeitura.
A entidade alegava que o município não teria competência para legislar sobre uma questão ambiental de interesse nacional e também questionava a ausência de estudo sobre o impacto ambiental da medida.
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O TJSP julgou a ação improcedente e reconheceu a constitucionalidade da Lei 17.261/2020, considerando a norma um instrumento de proteção ambiental e de saúde pública.
Durante o processo, a própria prefeitura de São Paulo defendeu a constitucionalidade da lei. O município argumentou que a norma contribuía para garantir o direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, previsto no artigo 225 da Constituição Federal, e o direito à saúde, estabelecido no artigo 196.
O mandado de injunção apresentado agora pelas organizações também menciona esse posicionamento da prefeitura para questionar a demora na regulamentação.
“A omissão da prefeitura em regulamentar a lei, portanto, não pode ser dissociada desses direitos: quem afirmou perante o TJSP que ela existe para protegê-los não pode, ao mesmo tempo, negar a regulamentação que viabilizaria sua efetividade e exercício pela coletividade”, afirma um trecho do mandado de injunção.
Segundo as entidades, a demora na publicação do decreto entra em contradição com a posição defendida pelo município durante a ação que discutiu a constitucionalidade da lei. Para a presidente do IDC, Tatiana Bastos, a aprovação da legislação não encerra a responsabilidade do poder público.
“A aprovação de uma lei é só o primeiro passo de um compromisso público. O IDC entende que essa omissão prolongada revela algo que é estrutural e não só pontual. Uma política ambiental, e que também é de saúde pública, ficar anos represada — mesmo existindo instrumentos técnicos já discutidos, prontos, como a gente demonstrou na peça — sinaliza que o tema segue sendo tratado como algo secundário na agenda pública”, considera.
“Existe claramente uma falta de vontade política de dar sequência a uma pauta que exige enfrentamento real de interesses econômicos que estão extremamente organizados. Para nós, é isso que está acontecendo nessa ação”, enfatiza.
Dados divulgados pela Oceana mostram que a regulamentação da lei poderia evitar o descarte anual de aproximadamente sete bilhões de itens descartáveis. Ou seja, desde que a lei foi aprovada, em 2020, o volume de resíduos que poderia ter sido evitado cerca de 40 bilhões de itens de plástico de uso único. Entre os materiais que constam na lei estão copos, talheres, pratos, mexedores de bebida e varas para balões.
Contudo, a organização considera que o número pode estar subestimado, já que o cálculo leva em conta apenas o consumo per capita no município, não incluindo a população da região metropolitana nem o fluxo de turistas que circulam pela capital.
Globalmente, segundo dados da Organização das Nações Unidas (ONU), cerca de 15 milhões de toneladas de resíduos plásticos chegam ao oceano todos os anos. O volume equivale a dois caminhões de lixo por minuto. O Brasil, oitavo maior poluidor por plástico do mundo, despeja 1,3 milhão de toneladas de resíduos desse material no oceano a cada ano.
A cidade de São Paulo gera cerca de 18 mil toneladas de resíduos por dia. Considerada a média nacional de que 15% do lixo produzido é composto por plástico, são cerca de 2,7 mil toneladas de resíduos plásticos diariamente, ou quase 1 milhão de toneladas por ano.
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Baixar áudioA procura dos brasileiros por crédito aumentou 16,5% no acumulado de 12 meses até agosto de 2026. Os dados são do Indicador de Demanda dos Consumidores por Crédito, da Serasa Experian, divulgado nesta segunda-feira (28).
O levantamento aponta crescimento em todas as unidades da Federação no período. Mato Grosso lidera o resultado nacional, com alta de 36,3%. Na sequência aparecem Acre, com 27,5%, e Amapá, com 26,2%.
Outros estados também registraram avanços expressivos. No Rio Grande do Sul, a procura por crédito cresceu 24,8%. Em Roraima, a alta foi de 24,2%, enquanto Mato Grosso do Sul apresentou aumento de 22,9%.
Na outra ponta, o Distrito Federal teve o menor crescimento entre as unidades da Federação, com 11,2%. São Paulo registrou alta de 11,8%, seguido pelo Rio de Janeiro, com 11,9%.
O indicador também revela diferenças conforme a renda dos consumidores. A maior expansão ocorreu entre aqueles que recebem de um a dois salários mínimos, faixa que registrou aumento de 41% no acumulado de 12 meses.
Entre os consumidores com renda de até um salário mínimo, o crescimento foi de 14,1%. Já nas faixas de cinco a dez salários mínimos e acima de dez salários mínimos, as altas foram de 12% e 7%, respectivamente.
Apesar do avanço no acumulado de 12 meses, a comparação entre agosto de 2026 e o mesmo mês do ano anterior mostra uma alta menor, de 5,5%. Segundo a Serasa Experian, o resultado indica uma desaceleração da procura por crédito.
A economista-chefe da empresa, Camila Abdelmalack, destaca que os juros elevados, os critérios mais rigorosos para a concessão de crédito e o comprometimento da renda exigem cautela por parte dos consumidores.
O indicador considera consultas a CPFs realizadas em processos de avaliação para concessão de crédito. Portanto, o aumento da procura não significa necessariamente que os pedidos tenham sido aprovados ou que os empréstimos tenham sido contratados
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Baixar áudioO Tribunal Superior Eleitoral aprovou por unanimidade a minuta de resolução com o plano de mídia do horário eleitoral gratuito para presidente da República no segundo turno das Eleições 2026. A proposta foi apresentada ao Plenário pelo presidente da Corte e relator da matéria, ministro Kassio Nunes Marques.
A propaganda eleitoral será transmitida entre os dias 9 e 23 de outubro. A determinação abrange emissoras de rádio e televisão de todo o país, incluindo rádios comunitárias e canais por assinatura do Senado Federal, da Câmara dos Deputados, das Assembleias Legislativas, da Câmara Legislativa do Distrito Federal e de Câmaras Municipais.
A veiculação em rede contará com dez minutos diários, exibidos de segunda-feira a sábado em cada bloco. A propaganda por inserções terá o total de 25 minutos diários, transmitidos de segunda-feira a domingo.
O tempo de transmissão será repartido em partes iguais entre as duas candidaturas. Para a propaganda em rede, o Partido Liberal terá cinco minutos, mesmo tempo destinado à Coligação Brasil Pronto Pra Mais, formada por PDT, PSB, Federação Brasil da Esperança (integrada por PT, PCdoB e PV) e Federação PSOL Rede. Na veiculação por inserções, o Partido Liberal e a Coligação Brasil Pronto Pra Mais terão 12 minutos e 30 segundos cada.
A exibição dos programas começará pela candidatura que recebeu mais votos no primeiro turno. A ordem de veiculação será alternada a cada bloco ou inserção. A recepção dos materiais e a transmissão do sinal segue sob responsabilidade do pool de emissoras localizado no TSE.
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Baixar áudioA disputa pela Presidência será decidida em segundo turno, no dia 25 de outubro, entre o senador Flávio Bolsonaro (PL) e o presidente Lula (PT), que terminaram o primeiro turno com 47,03% (56,1 milhões de votos) e 45,16% (53,8 milhões de votos) dos votos válidos, respectivamente. Nos primeiros dias da nova etapa da campanha, os dois lados intensificaram a corrida por alianças externas e ajustaram discurso e estratégia de comunicação para a reta final.
Já nos primeiros dias após o primeiro turno, Flávio Bolsonaro acumula apoios relevantes. Romeu Zema (Novo), sexto colocado na disputa, foi um dos primeiros: "voto contra o PT, voto no Flávio Bolsonaro", declarou em vídeo nas redes sociais. Ronaldo Caiado (PSD), quinto colocado, também aderiu à candidatura em evento em Goiânia: "vamos transformar o Brasil e devolver o Brasil aos brasileiros de bem".
Nos últimos dois dias, a federação formada por União Brasil e Progressistas, que optou pela neutralidade no primeiro turno, também declarou apoio formal. O mesmo fez o ex-presidente Michel Temer (MDB), que associou o resultado das urnas a um desejo da população por "mudança, atenção e respeito".
O engajamento mais decisivo, porém, veio do governador reeleito de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), que entrou de cabeça na articulação política de Flávio e abriu diálogo com com o próprio partido e outras siglas, incluindo o Podemos e o MDB. Os dois já têm dois compromissos marcados para a próxima semana no estado: um almoço com prefeitos da região metropolitana de São Paulo, no domingo (11), e um grande evento em São José dos Campos seguido de motocarreata na segunda (12), reproduzindo o modelo de atos simbólicos da campanha de Jair Bolsonaro em 2022. Tarcísio chegou a defender Flávio publicamente depois da repercussão negativa de sua fala sobre mudar a Constituição, afirmando que alterações constitucionais podem ser necessárias para viabilizar reformas fiscal, do Judiciário e política.
Na frente do discurso, Flávio afirmou que, se eleito, pretende usar o capital político do início do mandato para tentar acabar com a reeleição, e detalhou que sua proposta de mudança na Constituição inclui a redução da maioridade penal e medidas contra o STF. Aliados do senador, porém, alertam internamente para o risco desse tipo de discurso e de um clima de "já ganhou" tão próximo da eleição. Flávio também confirmou presença nos debates do segundo turno, depois de Lula sinalizar que também participaria, com o primeiro confronto entre os dois remarcado pela Band para 18 de outubro.
Já Augusto Cury (Avante) e Renan Santos (Missão), terceiro e quarto colocados no primeiro turno, mantiveram a posição de neutralidade, sem declarar apoio a nenhum dos dois concorrentes. Dessa forma, Lula fica, ao menos por ora, sem nenhum apoio formal de candidato derrotado, cenário inverso ao de 2022, quando o petista recebeu rapidamente o apoio do centro.
Do lado petista, o presidente do partido e coordenador político da campanha, Edinho Silva, defendeu que a disputa precisa se tornar um confronto direto de projetos. Segundo ele, Flávio "é a incerteza, é a insegurança, é alguém que nesse momento tem mais ligações com a milícia do que com o povo brasileiro", enquanto o enquadramento da campanha do presidente busca ampliar críticas à trajetória de Flávio em temas como segurança pública, milícias, pandemia, desmatamento, fome, relações internacionais e patrimônio.
A campanha também redesenhou sua estratégia digital nesta quarta-feira (7), com reuniões entre a coordenação e os deputados com bom desempenho nas urnas e forte presença nas redes que possam impulsionar o alcance de Lula. Entre os assessores e conselheiros petistas, há um consenso de que a comunicação digital precisa melhorar para atrair a juventude, mulheres e reverter a queda de votos. Apesar de uma resistência inicial, Lula já deu início ao plano, inclusive publicando vídeos em formato de ‘selfie’ e com a criação de um canal de apoiadores chamado "Exército do Lula".
No conteúdo das peças publicitárias, Lula publicou um vídeo na terça (6) questionando como Flávio votaria sobre o fim da escala de trabalho 6x1, e outro associando a promessa de "tesouraço" nas contas públicas do senador a cortes em programas sociais como Farmácia Popular, Minha Casa Minha Vida, Mais Médicos e merenda escolar. O presidente também defendeu a PEC da Segurança e resumiu o lema de campanha como "para o povo trabalhador, proteção; para o bandido, prisão", além de convocar apoiadores a irem às ruas e subir o tom de críticas ao STF, na intenção de capturar parte do descontentamento popular com o Judiciário.
As campanhas contratam pesquisas próprias, mas o resultado das estratégias vai ser posto à prova nesta quinta-feira (8). O instituto Datafolha divulga, no fim do dia, o primeiro levantamento de intenção de voto para o segundo turno, com base em 2.520 entrevistas e margem de erro de dois pontos percentuais. Na última pesquisa antes do primeiro turno, divulgada no último sábado (3), o instituto projetava Lula com 45% dos votos válidos contra 42% de Flávio — resultado que subestimou o desempenho do senador, que terminou a votação de domingo na frente, com 47,03% a 45,16%.
Copiar o textoRepasse do primeiro decêndio é 13% maior que o registrado no mesmo período de 2025
Baixar áudioOs municípios brasileiros recebem, nesta sexta-feira (9), R$ 5,4 bilhões referentes ao primeiro decêndio de outubro do Fundo de Participação dos Municípios (FPM). O montante é cerca de 13% superior ao repassado no mesmo período de 2025, quando a transferência foi de R$ 4,8 bilhões.
Apesar do avanço no repasse, o especialista em orçamento público Cesar Lima avalia que ainda há incertezas sobre o comportamento das transferências aos municípios com a transição para o novo modelo tributário.
“Estamos aguardando a partir de janeiro a entrada em vigor de novas regras da reforma tributária para saber como vai ser agora, daqui por diante, esses repasses. Temos o Fundo de Compensação que foi criado para evitar qualquer perda por parte de estados e municípios. Temos um bom ano para o FPM, já estamos no último trimestre do ano e, mais para frente, estaremos aqui no cenário geral de como foi este ano”, destaca.
Os repasses do Fundo de Participação dos Municípios são feitos a cada dez dias. Quando a data prevista coincide com fim de semana ou feriado, o crédito é antecipado para o primeiro dia útil anterior.
O FPM é integrado por parcelas da arrecadação do Imposto de Renda (IR) e do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). Os recursos são divididos entre os municípios seguindo coeficientes definidos pelo Tribunal de Contas da União (TCU), calculados especialmente com base na população de cada cidade, conforme dados oficiais.
São Paulo concentra o maior volume de recursos neste primeiro decêndio de outubro, com aproximadamente R$ 668 milhões. Entre os municípios paulistas com os maiores repasses estão Atibaia, Santa Rita do Passa Quatro e Barueri cada um com valores superiores a R$ 2,9 milhões.
Na sequência aparece Minas Gerais, com cerca de R$ 665 milhões. No estado, Contagem, Governador Valadares e Divinópolis estão entre os municípios que recebem os maiores valores, todos acima de R$ 3 milhões.
Até o dia 6 de outubro de 2026, 15 municípios estavam impedidos de receber recursos do FPM. Confira a lista:
De acordo com o Tesouro Nacional, os bloqueios podem ocorrer por razões distintas, como a falta de recolhimento da contribuição ao Pasep, pendências previdenciárias junto ao INSS, débitos inscritos na dívida ativa da União pela Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) e a ausência de envio de informações ao Sistema de Informações sobre Orçamentos Públicos em Saúde (SIOPS).
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“Para que os municípios que, por ventura, não recebam nesta sexta-feira (9) por motivos de bloqueio, indicamos que procure saber primeiramente quais os motivos desse bloqueio, se por pendência junto aos regimes de previdência próprio ou geral, se por não terem entregues os relatórios exigidos pela Lei de Responsabilidade Fiscal ou mesmo por não terem cumprido com obrigações pecuniárias de empréstimos contraídos com aval da União”, orienta Lima.
Os repasses ficam suspensos de forma temporária. Após a regularização da pendência pelo município, a transferência dos recursos é restabelecida. O dinheiro do FPM costuma ser utilizado no financiamento de áreas como saúde, educação, infraestrutura e pagamento de pessoal.
Copiar o textoSaca de 60 quilos é negociada a R$ 1.566,59 em São Paulo; açúcar fica estável e milho tem leve alta
Baixar áudioO preço do café arábica abre esta quinta-feira (8) com baixa de 0,15%, com a saca de 60 kg negociada a R$ 1.566,59 na cidade de São Paulo.
O café robusta teve uma baixa de 0,71%, sendo comercializado a R$ 970,02.
INDICADOR DO CAFÉ ARÁBICA CEPEA/ESALQ
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$ |
|---|---|---|---|---|
| 07/10/2026 | 1.566,59 | -0,15% | -0,65% | 312,69 |
| 06/10/2026 | 1.568,95 | 0,02% | -0,50% | 315,05 |
| 05/10/2026 | 1.568,56 | -0,22% | -0,53% | 314,59 |
| 02/10/2026 | 1.572,01 | -0,34% | -0,31% | 301,33 |
| 01/10/2026 | 1.577,42 | 0,04% | 0,04% | 302,30 |
INDICADOR DO CAFÉ ROBUSTA CEPEA/ESALQ
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$ |
|---|---|---|---|---|
| 07/10/2026 | 970,02 | -0,71% | -1,57% | 193,62 |
| 06/10/2026 | 976,94 | 1,13% | -0,87% | 196,17 |
| 05/10/2026 | 966,00 | -2,66% | -1,98% | 193,74 |
| 02/10/2026 | 992,41 | 2,05% | 0,70% | 190,23 |
| 01/10/2026 | 972,44 | -1,32% | -1,32% | 186,36 |
O preço do açúcar cristal apresentou estabilidade na capital de São Paulo. A saca de 50 kg é cotada a R$ 122,58.
INDICADOR DO AÇÚCAR CRISTAL BRANCO CEPEA/ESALQ - SÃO PAULO
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 07/10/2026 | 122,58 | 0,00% | 1,21% | 24,47 |
| 06/10/2026 | 122,58 | -0,16% | 1,21% | 24,62 |
| 05/10/2026 | 122,78 | -0,48% | 1,37% | 24,62 |
| 02/10/2026 | 123,37 | 1,77% | 1,86% | 23,65 |
| 01/10/2026 | 121,23 | 0,09% | 0,09% | 23,23 |
Em Santos (SP), houve uma alta de 1,10%, e a mercadoria é negociada a R$ 136,50 na média de preços sem impostos.
Indicador Açúcar Cristal - Santos (FOB)
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 07/10/2026 | 136,50 | 1,10% | 8,66% | 27,34 |
| 06/10/2026 | 135,02 | -0,54% | 7,48% | 27,17 |
| 05/10/2026 | 135,75 | -1,16% | 8,06% | 27,23 |
| 02/10/2026 | 137,34 | 3,92% | 9,33% | 26,29 |
| 01/10/2026 | 132,16 | 5,21% | 5,21% | 25,38 |
A saca de 60 kg do milho, por sua vez, é vendida a R$ 67,24, após uma alta de 0,01%.
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 07/10/2026 | 67,24 | 0,01% | -2,08% | 13,42 |
| 06/10/2026 | 67,23 | -0,04% | -2,10% | 13,50 |
| 05/10/2026 | 67,26 | -1,85% | -2,05% | 13,49 |
| 02/10/2026 | 68,53 | -0,07% | -0,20% | 13,14 |
| 01/10/2026 | 68,58 | -0,13% | -0,13% | 13,14 |
Os dados são do Cepea.
Café arábica e café robusta são as duas principais variedades cultivadas e comercializadas no Brasil, ambas medidas em sacas de 60 kg.
O café arábica (conhecido também como café Conilon, em algumas regiões) tem sabor mais suave, menor teor de cafeína e alta qualidade sensorial, sendo preferido em cafeterias especializadas e nas exportações de cafés premium. Representa cerca de 70% da produção brasileira, com destaque para estados como Minas Gerais e São Paulo.
O café robusta, por sua vez, possui sabor mais amargo, maior concentração de cafeína e corpo mais intenso. É amplamente utilizado na produção de café solúvel e blends comerciais. Seus principais polos produtores são o Espírito Santo e Rondônia, e seu preço costuma ser mais baixo em comparação ao arábica, por conta do perfil mais industrial.
A saca de açúcar cristal no Brasil é padronizada em 50 quilos, especialmente para comercialização no mercado atacadista e para uso na indústria alimentícia. Essa unidade de medida é adotada pelo Cepea/Esalq-USP, principal fonte de cotações diárias do açúcar cristal no país.
A saca de milho equivale a 60 kg de grãos, mesmo padrão utilizado para soja e trigo. Essa medida é oficializada por instituições como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Cepea, sendo amplamente usada em negociações e relatórios de preço do milho.
Copiar o textoSaca de 60 quilos é negociada a R$ 147,67 no interior do estado e a R$ 153,90 no litoral
Baixar áudioA saca de 60 quilos da soja inicia esta quinta-feira (08) com aumento no interior do Paraná e redução na região litorânea de Paranaguá.
No interior paranaense, o grão apresenta alta de 0,32%, com a saca negociada a R$147,67. Em Paranaguá, a baixa foi de 1,14%, levando a cotação para R$153,90.
INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANÁ
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 07/10/2026 | 147,67 | 0,32% | -4,67% | 29,47 |
| 06/10/2026 | 147,20 | -1,79% | -4,98% | 29,56 |
| 05/10/2026 | 149,89 | -2,73% | -3,24% | 30,06 |
| 02/10/2026 | 154,10 | -0,16% | -0,52% | 29,54 |
| 01/10/2026 | 154,35 | -0,36% | -0,36% | 29,58 |
INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANAGUÁ
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 07/10/2026 | 153,90 | -1,14% | -4,74% | 30,72 |
| 06/10/2026 | 155,67 | -1,53% | -3,65% | 31,26 |
| 05/10/2026 | 158,09 | -1,16% | -2,15% | 31,71 |
| 02/10/2026 | 159,94 | -0,60% | -1,00% | 30,66 |
| 01/10/2026 | 160,90 | -0,41% | -0,41% | 30,84 |
O trigo teve aumento de preço no Paraná e redução no Rio Grande do Sul.
No Paraná, a tonelada do cereal é comercializada a R$ 1.538,46. No Rio Grande do Sul, o produto é vendido a R$ 1.454,59.
PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - RIO GRANDE DO SUL
| Data | Valor R$/t* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$/t* |
|---|---|---|---|---|
| 07/10/2026 | 1.454,59 | -0,31% | 0,28% | 290,34 |
| 06/10/2026 | 1.459,09 | 0,52% | 0,59% | 292,99 |
| 05/10/2026 | 1.451,52 | -0,21% | 0,06% | 291,12 |
| 02/10/2026 | 1.454,52 | 0,27% | 0,27% | 278,80 |
| 01/10/2026 | 1.450,60 | 0,00% | 0,00% | 278,00 |
PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - PARANÁ
| Data | Valor R$/t* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$/t* |
|---|---|---|---|---|
| 07/10/2026 | 1.538,46 | 0,76% | -0,38% | 307,08 |
| 06/10/2026 | 1.526,89 | -1,57% | -1,13% | 306,61 |
| 05/10/2026 | 1.551,32 | -0,15% | 0,45% | 311,13 |
| 02/10/2026 | 1.553,71 | 1,00% | 0,61% | 297,82 |
| 01/10/2026 | 1.538,31 | -0,39% | -0,39% | 294,81 |
Os dados são do Cepea.
A saca de soja e a saca de trigo são as principais unidades de comercialização de grãos no Brasil. Cada saca equivale a 60 quilos, padrão adotado por órgãos oficiais como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).
Esse formato padronizado facilita o comércio da soja e do trigo, além de permitir um acompanhamento mais preciso das cotações e variações de preços no mercado nacional.
Copiar o textoA revista Brasil Mineral iniciou a votação para escolha das Empresas e Personalidade do Ano do Setor Mineral. A escolha das Empresas e da Personalidade é feita por voto direto dos leitores, que fazem sua escolha a partir de uma lista elaborada pelo corpo editorial e Conselho Consultivo de Brasil Mineral, composto por mais de 50 técnicos e empresários do setor. São indicadas empresas de grande, médio e pequeno porte que se destacaram em 2025 em ESG, Crescimento, Inovação e Tecnologia e Pesquisa/Prospecção Mineral. As respectivas justificativas para a indicação estão na cédula de votação.
Este ano, as empresas indicadas, são:
INOVAÇÃO E TECNOLOGIA Categoria Grande Porte:
Esclarecemos que as Empresas e Personalidades do Ano foram indicadas sem conhecimento prévio. A votação das Empresas e Personalidade do Ano do Setor Mineral ocorre até o dia 16 de outubro. Para votar, acesse o link https://empresasdoano.com.br/
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Baixar áudioO preço do boi gordo teve alta de 0,76% nesta quinta-feira (8). Em São Paulo, a arroba é negociada a R$ 376,10.
INDICADOR DO BOI GORDO CEPEA/ESALQ
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 07/10/2026 | 376,10 | 0,76% | 3,24% | 75,07 |
| 06/10/2026 | 373,25 | 0,08% | 2,46% | 74,95 |
| 05/10/2026 | 372,95 | 0,82% | 2,37% | 74,80 |
| 02/10/2026 | 369,90 | 0,93% | 1,54% | 70,90 |
| 01/10/2026 | 366,50 | 0,60% | 0,60% | 70,24 |
No mercado de frango, os valores apresentam aumento na Grande São Paulo, em São José do Rio Preto e em Descalvado. O quilo do frango congelado é vendido a R$ 8,38, enquanto o frango resfriado está cotado a R$ 8,40.
PREÇOS DO FRANGO CONGELADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|
| 07/10/2026 | 8,38 | 0,72% | 0,96% |
| 06/10/2026 | 8,32 | 0,00% | 0,24% |
| 05/10/2026 | 8,32 | -0,12% | 0,24% |
| 02/10/2026 | 8,33 | 0,36% | 0,36% |
| 01/10/2026 | 8,30 | 0,00% | 0,00% |
PREÇOS DO FRANGO RESFRIADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|
| 07/10/2026 | 8,40 | 0,84% | 1,08% |
| 06/10/2026 | 8,33 | 0,00% | 0,24% |
| 05/10/2026 | 8,33 | -0,12% | 0,24% |
| 02/10/2026 | 8,34 | 0,36% | 0,36% |
| 01/10/2026 | 8,31 | 0,00% | 0,00% |
Já a carcaça suína especial teve alta nos atacados da Grande São Paulo, onde o quilo custa R$ 9,25.
Entre os estados analisados, o suíno vivo registra declínio no preço em Santa Catarina, onde o animal é comercializado a R$ 5,58.
PREÇOS DA CARCAÇA SUÍNA ESPECIAL (R$/kg)
| Data | Média | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|
| 07/10/2026 | 9,25 | 1,43% | 8,82% |
| 06/10/2026 | 9,12 | 5,80% | 7,29% |
| 05/10/2026 | 8,62 | 3,11% | 1,41% |
| 02/10/2026 | 8,36 | -1,65% | -1,65% |
| 01/10/2026 | 8,50 | 0,00% | 0,00% |
INDICADOR DO SUÍNO VIVO CEPEA/ESALQ (R$/kg)
| Data | Estado | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|---|
| 07/10/2026 | MG - posto | 6,46 | 1,89% | 5,21% |
| 07/10/2026 | PR - a retirar | 5,66 | 0,53% | 5,40% |
| 07/10/2026 | RS - a retirar | 5,62 | 0,54% | 6,64% |
| 07/10/2026 | SC - a retirar | 5,58 | 0,36% | 6,29% |
| 07/10/2026 | SP - posto | 6,31 | 0,00% | 9,17% |
Os dados são do Cepea.
O boi gordo é o bovino macho pronto para o abate, com peso mínimo de 16 arrobas líquidas de carcaça (aproximadamente 240 kg) e até 42 meses de idade. Atende aos padrões do mercado nacional e internacional, incluindo exportações para Europa, China e cota Hilton.
O frango congelado passa por congelamento rápido, com temperaturas abaixo de -12°C, garantindo maior vida útil para armazenamento e transporte a longas distâncias.
Já o frango resfriado é mantido entre 0°C e 4°C, com validade de 5 a 7 dias, oferecendo textura e sabor mais próximos do fresco, ideal para consumidores
Copiar o textoMoeda norte-americana avançou em meio à maior cautela dos investidores no mercado internacional
Baixar áudioO dólar comercial fechou esta quarta-feira (7) em alta de 0,70%, cotado a R$ 5,01. A valorização da moeda norte-americana ocorreu em um dia marcado pela maior cautela dos investidores no mercado internacional.
O movimento foi influenciado pelo fortalecimento dos títulos públicos dos Estados Unidos, os chamados Treasuries, após a divulgação da ata da última reunião do Federal Reserve. O documento reforçou a possibilidade de que os juros norte-americanos permaneçam elevados e de que ocorra uma nova alta ainda neste ano.
Com a perspectiva de juros mais altos nos Estados Unidos, investidores tendem a buscar ativos considerados mais seguros, o que favorece o dólar e aumenta a pressão sobre moedas de países emergentes, como o real.
Segundo analistas, a alta dos Treasuries também contribuiu para o movimento de fortalecimento do dólar em um cenário de maior aversão ao risco.
O avanço da moeda norte-americana ocorreu após o real ter registrado valorização nos últimos dias. No mercado acionário, o movimento de cautela também contribuiu para a queda do Ibovespa, que encerrou o pregão aos 204.302 pontos.
O euro, por sua vez, encerrou o pregão cotado a R$ 5,61.
A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.
| Código | BRL | USD | EUR | GBP | JPY | CHF | CAD | AUD |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| BRL | 1 | 0,1994 | 0,1780 | 0,1508 | 31,5270 | 0,1661 | 0,2844 | 0,2863 |
| USD | 5,0138 | 1 | 0,8934 | 0,7569 | 158,07 | 0,8334 | 1,4257 | 1,4370 |
| EUR | 5,6190 | 1,1193 | 1 | 0,8473 | 177,00 | 0,9325 | 1,5958 | 1,6084 |
| GBP | 6,6316 | 1,3215 | 1,1801 | 1 | 208,89 | 1,1013 | 1,8835 | 1,8980 |
| JPY | 0,0317 | 0,0063 | 0,0056 | 0,0048 | 1 | 0,5270 | 0,0090 | 0,0091 |
| CHF | 6,0190 | 1,2006 | 1,0720 | 0,9080 | 189,69 | 1 | 1,7113 | 1,7235 |
| CAD | 3,5167 | 0,7014 | 0,6265 | 0,5309 | 110,89 | 0,5845 | 1 | 1,0074 |
| AUD | 3,4946 | 0,6962 | 0,6217 | 0,5268 | 110,05 | 0,5801 | 0,9924 | 1 |
Os dados são da Investing.com.
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Baixar áudioO Ibovespa fechou a quarta-feira (7) em queda de 0,74%, aos 204.302,33 pontos. O índice teve a segunda baixa consecutiva depois de alcançar um recorde na segunda-feira.
O movimento foi influenciado principalmente pelo cenário internacional. A ata da última reunião do Federal Reserve, o banco central dos Estados Unidos, mostrou que todos os integrantes apoiaram o aumento dos juros e que a maioria considera possível uma nova alta ainda este ano.
A perspectiva de juros mais elevados nos Estados Unidos aumenta a cautela dos investidores e pode favorecer aplicações consideradas mais seguras, reduzindo o interesse por ativos de maior risco, como ações.
Segundo analistas, a alta dos títulos públicos norte-americanos também vem pressionando os mercados e fortalecendo o dólar.
A devolução de parte dos ganhos recentes das ações de bancos contribuiu para a queda do índice. Os papéis da Vale também pesaram no resultado, com recuo de 2,30%.
Durante o pregão, o Ibovespa chegou à máxima de 206.877,47 pontos e à mínima de 204.176,12 pontos. O volume negociado na B3 foi de R$ 56,8 bilhões.
Ações em alta no Ibovespa
Haga SA Industria e Comercio Pfd (HAGA4F) +15.51%
Ações em queda no Ibovespa
Volume total negociado na B3 foi de R$ 68.482.022.547, em meio a 6.092.911 de negócios.
Os dados da bolsa podem ser consultados no site da B3.
O Ibovespa (Índice Bovespa) é o principal indicador do mercado acionário brasileiro. Calculado pela B3, ele reflete a média do desempenho das ações mais negociadas na bolsa, com base em critérios de volume e liquidez. O índice é composto por uma carteira teórica de ativos, que representa cerca de 80% do volume financeiro total negociado no mercado.
A B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) é a bolsa de valores oficial do Brasil, sediada em São Paulo. É responsável pela negociação de ações, derivativos, títulos públicos e privados, câmbio e outros ativos financeiros. A B3 está entre as maiores bolsas do mundo em infraestrutura e valor de mercado.
Copiar o textoOs números sorteados da Lotofácil 3799, de 07/10/2026, foram: 01 - 03 - 04 - 05 - 07 - 08 - 10 - 12 - 13 - 18 - 19 - 20 - 23 - 24 - 25.
01 - 03 - 04 - 05 - 07 - 08 - 10 - 12 - 13 - 18 - 19 - 20 - 23 - 24 - 25
Resultado oficial conferido com a Caixa às 21:41. consulte o resultado oficial no site da Caixa
Concurso seguinte: Resultado da Lotofácil 3800 (08/10/2026): números sorteados
O concurso 3799 da Lotofácil foi realizado nesta quarta-feira (07/10/2026), no Espaço da Sorte, em São Paulo, e divulgado pela Caixa Econômica Federal. Duas apostas acertaram as 15 dezenas e cada uma levou R$ 510.861,35. Os bilhetes premiados foram registrados em Curitiba/PR e Itaipulândia/PR.
O prêmio estimado para o próximo concurso da Lotofácil, de número 3800, que será realizado na quinta-feira, 8 de outubro de 2026, está estimado em R$ 6.000.000,00. Aproveite a oportunidade e faça sua aposta para concorrer!
A arrecadação total do concurso foi de R$ 20.090.563,50.
A aposta mínima, de 15 números, custa R$ 3,50 com chance de 1 em 3.268.760 e a máxima custa R$ 46.512 com chance de 1 em 211.
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Quantidade de números jogados |
Valor da aposta |
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15 |
R$ 3,50 |
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16 |
R$ 48,00 |
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17 |
R$ 408,00 |
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18 |
R$ 2.448,00 |
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19 |
R$ 11.628,00 |
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20 |
R$ 46.512,00 |
De segunda-feira a sexta-feira, às 21h, e no domingo, às 11h.
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Veja o resultado da Lotofácil 3798.
Redação Brasil 61
Copiar o textoPrevisão indica instabilidade e risco de tempestades com chuva, ventos e granizo no Sul do país
Baixar áudioA quinta-feira (8) traz instabilidade para a Região Sul, com alerta de tempestade emitido para áreas dos três estados, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
No Rio Grande do Sul, as temperaturas variam entre mínimas de 14°C e máximas que chegam a 30°C. O tempo fica nublado com pancadas de chuva e trovoadas isoladas. Em Porto Alegre, a temperatura varia com mínima de 19°C e máxima de 25°C.
O alerta do INMET para o estado abrange o Sudoeste Rio-grandense, Noroeste Rio-grandense, Centro Ocidental Rio-grandense, Metropolitana de Porto Alegre, Sudeste Rio-grandense, Nordeste Rio-grandense e Centro Oriental Rio-grandense.
Em Santa Catarina, a previsão é de muitas nuvens com chuva, com temperaturas que podem chegar até 30ºC. Em Florianópolis, a mínima fica em 19°C e a máxima em 23°C. O aviso de tempestade afeta o Oeste Catarinense e a região Serrana.
No Paraná, o dia apresenta muitas nuvens com possibilidade de chuva isolada. No Norte e Noroeste, as temperaturas podem atingir máximas de até 33ºC. Em Curitiba, os termômetros marcam mínima de 16°C e máxima de 26°C.
A área em alerta no estado inclui o Sudoeste Paranaense. O aviso meteorológico de grau de perigo para tempestade é válido durante toda a quinta-feira, das 00h01 às 23h59. Estão previstos volumes de chuva entre 30 e 60 mm/h ou 50 e 100 mm/dia, ventos intensos de 60 a 100 km/h e queda de granizo, com riscos de corte de energia elétrica, estragos em plantações, queda de árvores e alagamentos.
Céu totalmente encoberto por oito oitavos na camada de nuvens. A cobertura de nuvens é estimada em oitavos (oktas) da abóbada celeste, somando-se todas as nuvens presentes naquela camada específica.
Precipitação originada de nuvens convectivas, sobretudo cumulonimbus, que atinge o solo em forma de esferas ou fragmentos irregulares de gelo. Quando o diâmetro das partículas é ≥ 5 mm, classificam-se como granizo; partículas menores são classificadas como granizo miúdo e/ou neve granulada (graupel). Em boletins METAR, utiliza-se ‘GR’ para granizo e ‘GS’ para granizo miúdo/neve granulada. Unidades isoladas são chamadas de ‘pedras de granizo’.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA previsão do tempo para esta quinta-feira (8) na Região Centro-Oeste indica variação de nebulosidade e alertas meteorológicos em diferentes pontos, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet)
Em Goiás, o dia terá poucas nuvens, com temperaturas entre 21°C a 34°C. Goiânia registra mínima de 20°C e máxima de 33°C. As regiões do Centro, Leste e Norte Goiano estão sob aviso de baixa umidade, com índices variando entre 30% e 20% ao longo do dia.
No Distrito Federal, as temperaturas oscilam entre 18°C e 33°C. Brasília apresenta previsão de poucas nuvens, com mínima de 19°C e máxima de 32°C. A capital federal também está enquadrada no aviso de baixa umidade.
Em Mato Grosso, as temperaturas variam entre 23°C e 38°C. Cuiabá terá muitas nuvens, com os termômetros marcando mínima de 24°C e máxima de 37°C.
Em Mato Grosso do Sul, as temperaturas mínimas previstas são de 20°C e as máximas podem chegar a 33°C. Campo Grande terá muitas nuvens com possibilidade de chuva isolada, registrando mínima de 21°C e máxima de 33°C.
Há aviso de tempestade de grau de severidade de perigo potencial para o Sudoeste de Mato Grosso do Sul e áreas dos Pantanais Sul Mato-grossenseb. O alerta prevê chuva entre 20 e 30 mm/h ou até 50 mm/dia, ventos intensos de 40 a 60 km/h e queda de granizo.
Precipitação originada de nuvens convectivas, sobretudo cumulonimbus, que atinge o solo em forma de esferas ou fragmentos irregulares de gelo. Quando o diâmetro das partículas é ≥ 5 mm, classificam-se como granizo; partículas menores são classificadas como granizo miúdo e/ou neve granulada (graupel). Em boletins METAR, utiliza-se ‘GR’ para granizo e ‘GS’ para granizo miúdo/neve granulada. Unidades isoladas são chamadas de ‘pedras de granizo’.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA quinta-feira (8) será marcada por instabilidades na Região Sudeste, com previsão de pancadas de chuva e trovoadas em áreas de São Paulo e do Rio de Janeiro, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet)
Além disso, está em vigor um aviso meteorológico válido a partir de 00h para os estados de São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro, com risco de chuva entre 20 e 30 mm/h ou até 50 mm/dia, ventos intensos de 40 a 60 km/h e queda de granizo.
As áreas afetadas pelo alerta abrangem Campinas, Vale do Paraíba Paulista, Macro Metropolitana Paulista, Sul/Sudoeste de Minas, Zona da Mata, Campo das Vertentes, Noroeste Fluminense, Centro Fluminense, Sul Fluminense, Metropolitana do Rio de Janeiro e Norte Fluminense.
Em São Paulo, o dia terá muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas isoladas. A capital São Paulo registra mínima de 16°C e máxima de 29°C. No interior de São Paulo, Triângulo Mineiro e Sul de Minas, as mínimas ficam entre 16°C e 19°C, com máximas de 25°C a 31°C, sob o efeito da alta umidade. Nas regiões serranas, como Campos do Jordão, as menores temperaturas variam entre 14°C e 16°C na madrugada e não passam de 24°C à tarde.
No Rio de Janeiro, a previsão indica muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas. Na capital Rio de Janeiro, a mínima fica em 20°C e a máxima alcança 31°C. No interior do Rio de Janeiro e do Espírito Santo, os períodos nublados se alternam com aberturas de sol, mantendo mínimas na casa dos 20°C e máximas entre 28°C e 31°C. As áreas de altitude da região serrana fluminense, como Nova Friburgo, acompanham o padrão ameno, com mínimas de 14°C a 16°C e máximas até 24°C.
Em Minas Gerais, a capital Belo Horizonte terá dia com muitas nuvens, com mínima de 16°C e máxima de 33°C. No norte de Minas Gerais e no Vale do Jequitinhonha, a massa de ar quente e seco mantém temperaturas elevadas, com mínimas entre 22°C e 24°C e máximas que podem superar 40°C no período da tarde.
No Espírito Santo, a capital Vitória apresenta muitas nuvens com possibilidade de chuva isolada, anotando mínima de 22°C e máxima de 32°C.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA previsão do tempo para a Região Norte nesta quinta-feira (8) indica pancadas de chuva acompanhadas de trovoadas em diversos estados, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
No Amazonas, a capital Manaus registra mínima de 27°C e máxima de 37°C com muitas nuvens. No interior do estado, como em Manacapuru, as mínimas ficam entre 24°C e 25°C e as máximas atingem entre 35°C e 37°C, com alta ocorrência de pancadas de chuva e trovoadas no final da tarde.
No Acre, Rio Branco tem mínima de 25°C e máxima de 37°C, com muitas nuvens, pancadas de chuva e trovoadas. O mesmo panorama é observado em municípios do interior como Sena Madureira, onde os termômetros variam de 24°C a 37°C.
Em Rondônia, Porto Velho apresenta variação térmica de 25°C a 36°C, com instabilidades. Cidades do interior rondoniense, a exemplo de Ji-Paraná, registram mínimas em torno de 24°C a 25°C e máximas entre 35°C e 37°C, também acompanhadas de pancadas de chuva e trovoadas.
O INMET emitiu um aviso meteorológico de tempestade classificado como perigo potencial, válido durante toda a quinta-feira, das 00h01 às 23h59. O alerta abrange as regiões do Centro Amazonense, Sudoeste Amazonense, Sul Amazonense, Norte Amazonense, Madeira-Guaporé, Leste Rondoniense e Sudoeste Paraense. São previstos volumes de chuva entre 20 e 30 mm/h ou até 50 mm/dia, ventos intensos de 40 a 60 km/h e possibilidade de queda de granizo.
No Pará, Belém tem mínima de 24°C e máxima de 35°C, com muitas nuvens, pancadas de chuva e trovoadas isoladas. No entanto, no sudeste paraense, em municípios como Redenção, a condição é de tempo mais seco e quente, com máximas atingindo de 38°C a 42°C e mínimas que raramente ficam abaixo de 25°C.
No Amapá, a capital Macapá marca mínima de 25°C e máxima de 34°C, com previsão de pancadas de chuva e trovoadas isoladas. Nos demais municípios do interior do estado, predomina o tempo com poucas nuvens e máximas variando de 36°C a 38°C.
Em Roraima, Boa Vista registra mínima de 27°C e máxima de 37°C com muitas nuvens. No interior do estado, o tempo segue ensolarado com máximas entre 36°C e 38°C.
No Tocantins, a capital Palmas tem mínima de 25°C e máxima de 37°C sob poucas nuvens. Em cidades do interior tocantinense, a exemplo de Gurupi, as temperaturas máximas chegam a variações entre 38°C e 42°C, com queda na umidade do ar.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA previsão do tempo para esta quinta-feira (8) indica chuva e muitas nuvens no litoral da Região Nordeste, enquanto o interior registra temperaturas elevadas e baixa umidade do ar, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
No Maranhão, o dia terá muitas nuvens com possibilidade de chuva isolada na faixa litorânea. São Luís marca mínima de 26°C e máxima de 33°C. No sul do estado, que integra a região do Matopiba, as temperaturas máximas variam entre 37°C e 41°C, com registro de baixa umidade.
No Piauí, o tempo permanece firme com poucas nuvens. Em Teresina, a mínima é de 25°C e a máxima chega a 40°C. As áreas do centro-norte, sudeste e sudoeste piauiense estão sob aviso de baixa umidade.
No Ceará, a previsão indica muitas nuvens. Em Fortaleza, os termômetros variam entre 25°C e 31°C. No sertão e no sul cearense, as máximas ficam entre 35°C e 38°C, acompanhadas de índices reduzidos de umidade relativa do ar.
No Rio Grande do Norte, Natal registra muitas nuvens com chuva, com variação térmica entre 24°C e 30°C.
Na Paraíba, a capital João Pessoa tem previsão de muitas nuvens com chuva, com mínima de 24°C e máxima de 31°C. No Planalto da Borborema e zonas de altitude, as mínimas ficam entre 17°C e 20°C, e as máximas oscilam entre 30°C e 32°C.
Em Pernambuco, o litoral e a região metropolitana de Recife terão muitas nuvens com chuva, com mínima de 25°C e máxima de 32°C. No sertão pernambucano e na região do São Francisco, o dia será quente, com máximas de até 38°C e alerta de umidade baixa.
Em Alagoas, Maceió apresenta muitas nuvens com chuva, registrando mínima de 22°C e máxima de 31°C.
Em Sergipe, a capital Aracaju tem previsão de muitas nuvens, sem indicativo de chuva acentuada, com mínima de 24°C e máxima de 31°C.
Em relação à Bahia, o estado apresenta variação nas condições meteorológicas entre o litoral e o interior. Na capital Salvador, o dia segue com muitas nuvens, registrando mínima de 24°C e máxima de 30°C. Na Chapada Diamantina, as temperaturas são mais amenas, com mínimas entre 17°C e 20°C. Já no centro-norte, centro-sul, vale do São Francisco e extremo oeste baiano, o tempo seco predomina, com temperaturas elevadas.
O INMET emitiu um aviso meteorológico de perigo para baixa umidade, válido das 00h00 às 23h59 desta quinta-feira. A umidade relativa do ar pode variar entre 12% e 20% em áreas do Sertão, do São Francisco e do Matopiba, atingindo trechos dos estados da Bahia, Piauí, Maranhão, Ceará e Pernambuco. O alerta indica risco de incêndios florestais e desconforto à saúde, como ressecamento da pele e irritação nos olhos e vias aéreas.
Período anormalmente seco, em uma região específica, suficientemente prolongado para que a escassez de água provoque sério desequilíbrio hidrológico.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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