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Baixar áudioO Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), por meio da Defesa Civil Nacional, reconheceu, nesta sexta-feira (13), a situação de emergência em 30 cidades afetadas por desastres nos estados do Amazonas, Bahia, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo e Sergipe. As portarias com os reconhecimentos foram publicadas no Diário Oficial da União (DOU). Confira mais detalhes abaixo:
Foram castigados por fortes chuvas os municípios de Arataca, Cachoeira, Camacan, Medeiros Neto e Nova Ibiá, na Bahia; Peixoto de Azevedo, no Mato Grosso; Rio Negro, no Mato Grosso do Sul; Argirita, Mato Verde, Padre Paraíso, Pescador, Santa Maria do Salto e Taparuba, em Minas Gerais; Belém e Rio Maria, no Pará; Jucati, em Pernambuco; Bom Jardim, Japeri e Natividade, no Rio de Janeiro; Maximiliano de Almeida, no Rio Grande do Sul; Imbituba, em Santa Catarina, e Canindé de São Francisco, em Sergipe.
As cidades de Eirunepé e Itamarati, no Amazonas, e Aperibé, no Rio de Janeiro, obtiveram o reconhecimento federal de situação de emergência por causa de inundações, enquanto estrela, no Rio Grande do Sul, devido a vendaval.
Por outro lado, os municípios de Mogeiro, na Paraíba, e São Francisco de Assis do Piauí, no Piauí, passam por um período de estiagem. Já Óbidos, no Pará, registrou erosão continental/boçorocas, e Dumont, em São Paulo, erosão continental/laminar.
Agora, as prefeituras já podem solicitar recursos do Governo Federal para ações de defesa civil, como compra de cestas básicas, água mineral, refeição para trabalhadores e voluntários, kits de limpeza de residência, higiene pessoal e dormitório, entre outros.
Os municípios com reconhecimento federal de situação de emergência ou de estado de calamidade pública podem solicitar apoio financeiro ao MIDR por meio do Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2iD). A Defesa Civil Nacional avalia os planos de trabalho enviados e, após a aprovação, publica portaria no DOU com os valores a serem liberados.
A Defesa Civil Nacional oferece uma série de cursos a distância para habilitar e qualificar agentes municipais e estaduais para o uso do S2iD. As capacitações têm como foco os agentes de proteção e defesa civil nas três esferas de governo. Confira neste link a lista completa dos cursos.
Com informações do MIDR
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Baixar áudioA integração de políticas públicas e o fortalecimento de estratégias voltadas ao desenvolvimento regional marcaram a 8ª Reunião Ordinária do Comitê-Executivo da Câmara de Políticas de Integração Nacional e Desenvolvimento Regional, realizada nesta quinta-feira (12), em formato híbrido, em Brasília. O encontro reuniu representantes de diversos órgãos do Governo Federal para discutir iniciativas alinhadas à Política Nacional de Desenvolvimento Regional (PNDR).
Entre os principais temas da pauta estiveram a proposta de implantação de um ponto fronteiriço estratégico da Rota 3 Bioceânica, no chamado “Quadrante Rondon”, e a apresentação do Plano Integrado de Desenvolvimento Sustentável dos Territórios Indígenas do Estado de Roraima (PIDSTI/RR). As iniciativas buscam fortalecer a integração produtiva, ampliar oportunidades econômicas e promover o desenvolvimento sustentável em territórios estratégicos da Região Norte.
A reunião foi aberta pelo secretário-executivo adjunto do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), Tito Queiroz, que destacou a importância do colegiado como espaço de articulação entre diferentes áreas do Governo Federal para promover políticas públicas voltadas à redução das desigualdades regionais. “O trabalho integrado entre ministérios e instituições é fundamental para avançarmos em ações estruturantes que ampliem oportunidades e impulsionem o desenvolvimento nas regiões que mais precisam”, ressaltou.
A programação incluiu ainda a apresentação do Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) sobre a proposta de apoio interministerial à implantação de um ponto fronteiriço estratégico vinculado à Rota 3 Bioceânica. A iniciativa é considerada relevante para fortalecer a integração logística e produtiva entre regiões brasileiras e países da América do Sul.
Outro destaque foi a apresentação do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS) sobre o programa Acredita no Primeiro Passo. A iniciativa busca a inclusão socioeconômica e a ampliação de oportunidades para a população em situação de vulnerabilidade.
A Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia (Sudam) também apresentou a proposta de um Pacto de Metas a ser pactuado no Conselho Deliberativo da autarquia (Condel), além do Plano Integrado de Desenvolvimento Sustentável dos Territórios Indígenas de Roraima, alinhado às estratégias do Plano Regional de Desenvolvimento da Amazônia (PRDA 2024–2027) e às diretrizes da PNDR.
A coordenadora de Planos e Projetos da Sudam, Vilmara Salgado, apresentou o Plano Integrado de Desenvolvimento Sustentável dos Territórios Indígenas do Estado de Roraima e destacou que a iniciativa é voltada para o estado, que reúne 10 etnias diferentes, incluindo povos de origem brasileira e também transfronteiriça. Segundo ela, os desafios estruturais presentes nesses territórios exigem coordenação, integração e transversalidade entre diferentes políticas públicas, o que torna o plano estratégico para a região.
“Os planos integrados trabalham a partir de recortes territoriais específicos dentro da Amazônia Legal. São territórios que demandam uma atuação mais célere e ações mais imediatas do poder público. A proposta é oferecer suporte de forma mais ágil e assertiva para essas comunidades. Esses planos dialogam com o PRDA e com a Política Nacional de Desenvolvimento Regional, mas têm justamente a característica de acelerar respostas e garantir um atendimento mais direcionado às necessidades desses territórios”, explicou Vilmara.
Outro ponto da pauta foi a apresentação da proposta de estruturação do Programa de Convergência dos Níveis de Desenvolvimento Regional, iniciativa que busca promover maior equilíbrio socioeconômico entre as diferentes regiões do país.
O diretor do Departamento de Políticas de Desenvolvimento Regional e Ordenamento Territorial do MIDR, João Mendes, destacou que o primeiro encontro do ano foi produtivo para debater iniciativas voltadas ao desenvolvimento regional no país. “Mais uma vez, neste encontro, voltamos o olhar para o território e, sobretudo, para as pessoas que o constroem e dão sentido a ele. Discutimos, por exemplo, a realidade dos territórios indígenas, que exigem um tratamento diferenciado e modelos de desenvolvimento próprios, respeitando suas especificidades. Esses povos não se encaixam nos modelos tradicionais que costumamos aplicar”, afirmou.
“Também destacamos a importância de promover o desenvolvimento regional a partir das demandas apresentadas pelo MAPA, inclusive para facilitar o escoamento de produtos entre Brasil e Bolívia. Essa integração pode beneficiar ambos os países, especialmente no caso dos fertilizantes, área em que o Brasil ainda é dependente e na qual a Bolívia possui produção em larga escala”, completou.
O Comitê-Executivo da Câmara de Políticas de Integração Nacional e Desenvolvimento Regional é uma instância de governança da Política Nacional de Desenvolvimento Regional (PNDR), instituída pelo Decreto nº 11.962, de 22 de março de 2024. O colegiado tem como missão promover a articulação entre políticas setoriais federais e entes federativos, fortalecendo mecanismos de financiamento, planejamento estratégico e monitoramento das ações voltadas à redução das desigualdades regionais no Brasil.
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Baixar áudioA Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) avançou na definição de ações voltadas ao fortalecimento do empreendedorismo feminino no comércio exterior. Como parte desse esforço, o Programa Mulheres e Negócios Internacionais (MNI) realizou uma oficina estratégica para consolidar o plano de ação dos ciclos de 2026 e 2027.
Durante o encontro, participantes discutiram propostas de iniciativas alinhadas aos objetivos do programa, considerando a continuidade de ações já em andamento e a criação de novas frentes de atuação. As sugestões foram analisadas com base em critérios de impacto e viabilidade, com o objetivo de definir prioridades e garantir a execução das iniciativas dentro da capacidade operacional do programa.
A atividade também incluiu uma etapa de validação colaborativa entre os grupos, que sugeriram ajustes e identificaram possíveis lacunas. Os insumos gerados irão subsidiar a versão final do plano de ação do MNI, fortalecendo a governança e o alinhamento entre estratégia e execução.
Vale destacar que, nos dias 19 e 20 de março, a ApexBrasil realizará o Encontro Mulheres e Negócios Internacionais: inserção, empoderamento e impacto. O evento será na sede da Agência, em Brasília (DF), e reunirá empresárias, lideranças institucionais e parceiros para marcar os três anos do Programa Mulheres e Negócios Internacionais. A iniciativa reafirma o compromisso da ApexBrasil com a ampliação da presença feminina no comércio exterior.
Segundo a diretora de Negócios da Agência, Ana Repezza, o momento também vai celebrar três anos de atuação da iniciativa. “Nesses três anos, a gente já atendeu mais de 7 mil empresas lideradas por mulheres e a grande maioria delas, cerca de 61%, são empresas de micro, pequeno ou médio porte”, destacou.
“Esse é um programa que nós criamos em 2023 pensando em incluir ainda mais mulheres no esforço exportador, no comércio exterior e fazer com que elas tenham maior empoderamento, maior liberdade nas suas decisões e, obviamente, que isso contribua para o desenvolvimento do país, com mais geração de emprego, geração de renda, especialmente entre as minorias”, complementou.
As ações do programa ganham ainda mais relevância no contexto do Dia Internacional da Mulher, celebrado em 8 de março. A data reforça a importância de ampliar oportunidades e fortalecer a presença feminina em diferentes setores, incluindo o comércio exterior, historicamente marcado pela predominância masculina.
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Entre as iniciativas da ApexBrasil voltadas ao tema está o Programa Mulheres e Negócios Internacionais, que incentiva e apoia a internacionalização de empresas lideradas por mulheres. O programa já foi reconhecido com o Prêmio de Boas Práticas do Movimento Elas Lideram 2030, da Rede Brasil do Pacto Global da ONU, e no WTPO Awards 2024, premiação do International Trade Centre voltada a iniciativas que promovem inclusão de gênero e desenvolvimento sustentável.
“Atualmente, mais de 7 mil empresas lideradas por mulheres recebem apoio da ApexBrasil, e os resultados demonstram a relevância das iniciativas voltadas à internacionalização de negócios”, destacam Ana Claudia e Maira Pinto, responsáveis pelo projeto.
Outra iniciativa é o Elas Exportam, programa de mentoria e capacitação que conecta empresárias com experiência em comércio exterior a empreendedoras interessadas em iniciar ou ampliar suas exportações.
A iniciativa também recebeu reconhecimento internacional da Organização Mundial do Comércio com o Prêmio Igualdade de Gênero no Comércio, na categoria Mulheres Empreendedoras.
Para a coordenação de eventos nacionais e digitais da ApexBrasil, representada por Dea Alves, o avanço da participação feminina no setor é perceptível.
“A mudança mais marcante é o aumento da representatividade e o reconhecimento da capacidade técnica e de liderança das mulheres. Ainda há desafios, mas é inspirador ver como estamos conquistando espaço em um setor tão dinâmico e importante para o país”, afirma.
Com iniciativas de capacitação, mentoria e promoção comercial, a ApexBrasil busca ampliar a presença de mulheres no comércio exterior e contribuir para um ecossistema exportador mais diverso e inclusivo
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Baixar áudioJovens de baixa renda da capital piauiense Teresina tiveram um fim de semana de muita capacitação em tecnologia gratuita com a Carreta Digital. Ao todo, 65 estudantes concluíram os cursos de robótica e montagem e configuração de Computadores de Alto Desempenho, com direito a certificado.
A iniciativa, coordenada pelo Ministério das Comunicações e executada pela Rede Brasileira de Certificação, Pesquisa e Inovação (RBCIP) com auxílio da prefeitura municipal, também entregou 15 computadores recondicionados.
O ministro Frederico de Siqueira Filho afirma que o objetivo da Carreta Digital é democratizar a educação tecnológica e facilitar o acesso desses jovens a um emprego com melhor remuneração. “Isso é uma oportunidade que o Governo Federal está dando para que essas crianças possam se inserir nesse contexto de capacitação na área de tecnologia, robótica, desenvolvimento de jogos e, com isso, facilitar a entrada dessa criançada no mercado de trabalho”, ressalta.
A atividade compôs a sétima edição do Governo do Brasil na Rua, programa do Governo Federal que leva serviços públicos gratuitos diretamente às comunidades. A escola móvel está instalada no Ginásio Arena Verdão, localizado na Rua Rui Barbosa, no Centro de Teresina.
“Essa é uma oportunidade importante para jovens alunos aprenderem conceitos básicos, ganharem experiência técnica e chegarem com conhecimento ao mercado de trabalho. A Carreta Digital é um projeto que transforma vidas por onde passa e é nela que o aluno inicia o aprendizado para, mais tarde, colocar em prática tudo o que aprendeu, seja no ambiente profissional quanto na vida”, completa Siqueira Filho.
Aline Marcon, coordenadora executiva do projeto, exalta a capacidade transformadora da Carreta Digital. “É uma grande oportunidade para que os jovens sejam iniciados em uma profissão que pode favorecer a entrada no mercado de trabalho, apoiar suas famílias no uso das novas tecnologias e complementar conhecimentos em matemática, física e outras habilidades”, destaca.
Lançada em 2024, a Carreta Digital do Ministério das Comunicações já capacitou mais de 11 mil jovens em vários estados de diversas regiões do Brasil. A iniciativa possibilita aulas presenciais em locais que frequentemente têm pouco ou nenhum acesso a recursos educacionais tecnológicos. Além dos cursos oferecidos para os alunos de Teresina, a proposta mais ampla da Carreta Digital oferece ainda programação em Python, manutenção de celulares e desenvolvimento de jogos.
Com o objetivo de certificar mais de 20 mil alunos, o projeto reafirma o compromisso da RBCIP e do Ministério das Comunicações com a inclusão digital e a formação profissional de jovens brasileiros.
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Baixar áudioO presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Ricardo Alban, afirma que debates sobre mudanças estruturais — como a redução da jornada de trabalho — precisam considerar os principais desafios para o crescimento econômico do país, como a produtividade estagnada, os juros elevados, o aumento do endividamento e o peso do Custo Brasil.
Segundo ele, discussões desse tipo devem ser amadurecidas e não devem ocorrer de forma precipitada, especialmente em ano eleitoral.
“O Brasil cresceu sua produtividade 0,5 ponto percentual ao ano de 1981 a 2023. A indústria decresceu 0,3%. É óbvio que o acesso à introdução de novas tecnologias e à inovação, como a inteligência artificial, permite um ganho de produtividade, mas nós estamos atrasados”, ressalta.
Entre os principais obstáculos ao crescimento econômico, Alban destaca o chamado Custo Brasil — conjunto de barreiras estruturais, burocráticas e econômicas que afetam o ambiente de negócios e o desenvolvimento do país.
“O grande calcanhar de Aquiles do país é o Custo Brasil, no qual está toda a carga tributária, os juros elevados, os problemas de infraestrutura e de energia, que é algo que nós precisaríamos enfrentar com vontade. Não há racionalidade no preço da nossa energia, com tantos penduricários embutidos”, afirma.
Alban também chama atenção para o nível elevado das taxas de juros. Segundo ele, o próprio Banco Central indica que a taxa neutra poderia estar entre 4% e 5%, mas o país enfrenta dificuldades para reduzir o custo do crédito. Atualmente, a taxa básica de juros (Selic) está em 15% ao ano.
Esse cenário, segundo Alban, contribui para o aumento do endividamento e da inadimplência entre famílias e empresas. Dados do Banco Central mostram que o endividamento das famílias passou de 48,4% para 49,7% entre dezembro de 2024 e dezembro de 2025. Já a inadimplência das pessoas físicas no sistema financeiro subiu de 3,5% em dezembro de 2024 para 5,2% em janeiro de 2026.
Entre as empresas, a inadimplência também aumentou, passando de 2,0% para 2,6% no mesmo período.
“A inadimplência e a bola de neve dos juros sobre endividamento têm feito com que todos tenham que rolar o endividamento com novas operações sujeitas ao Imposto sobre Operações Financeiras (IOF)”, alerta.
O presidente da CNI afirma que o setor produtivo — incluindo a indústria — está disposto a colaborar na busca por soluções para os principais desafios da economia brasileira. Para isso, representantes do setor irão ao Congresso Nacional, no próximo dia 24 de março, para entregar a Agenda Legislativa da Indústria, documento que reúne propostas consideradas prioritárias para melhorar o ambiente de negócios no país.
Além disso, a CNI também pretende apresentar o projeto Brasil 2050, um conjunto de propostas estratégicas voltadas ao desenvolvimento econômico de longo prazo.
“É a visão do setor industrial sobre o que é necessário para o Brasil chegar a 2050, não mais como um país em desenvolvimento ou como um país do amanhã, mas como um país que nós queremos. E nós queremos participar de forma uníssona e contributiva, não apenas ser críticos e jogar pedra”, afirma.
Segundo Alban, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, convidou o setor industrial a apresentar as pautas da agenda judiciária da indústria.
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Baixar áudioMais de R$ 40 milhões serão destinados a projetos que buscam ampliar o acesso à comunicação no Brasil. A iniciativa da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), vinculada ao Ministério das Comunicações (MCom), também estende até 31 de dezembro de 2027 o prazo para conclusão das ações. O recurso será repartido em três frentes:
Segundo o ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho, o aporte financeiro garante “que mais brasileiros tenham acesso à comunicação de qualidade. A expansão da telefonia móvel, o fortalecimento da TV digital e o desenvolvimento da TV 3.0 fazem parte de uma agenda estratégica para modernizar as comunicações no país”.
Com a prorrogação do prazo, a Anatel busca implementar iniciativas estratégicas no setor de comunicação pública. Entre as ações em andamento está o programa Brasil Digital, que amplia a oferta de canais públicos no território nacional.
A medida também contempla a instalação de estações experimentais de TV 3.0 em emissoras públicas, como a Empresa Brasil de Comunicação (EBC) e a Rede Legislativa, que reúne TV Câmara, TV Senado, TVs das Assembleias Legislativas e TVs de Câmaras Municipais.
A TV 3.0 é considerada pelo MCom a próxima evolução da televisão aberta no país. A tecnologia permite aproximar a experiência da TV tradicional das plataformas digitais, por meio de imagem em ultra definição, som aprimorado e interatividade.
Coordenados pelo Grupo de Implantação do Processo de Redistribuição e Digitalização de Canais de TV e RTV (Gired) — órgão da Anatel responsável pela transição da TV analógica para a digital no Brasil — os projetos contribuem para acelerar a adoção da nova tecnologia e ampliar o acesso da população a conteúdos digitais.
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A Câmara dos Deputados aprovou um projeto de lei que regulamenta a venda e o uso de spray de pimenta ou de extratos vegetais para autodefesa de mulheres. A proposta será enviada para análise do Senado Federal.
De autoria da deputada Gorete Pereira (MDB-CE), o Projeto de Lei 727/26 foi aprovado com substitutivo da relatora, deputada Gisela Simona (União-MT).
Segundo o texto, mulheres maiores de 18 anos poderão comprar o spray. Adolescentes entre 16 e 18 anos também poderão adquirir o produto, mediante autorização expressa de responsável legal. O dispositivo deverá ter aprovação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e seguir padrões técnicos e de segurança definidos pelo Poder Executivo.
Após negociações com parlamentares, a relatora incluiu regra para o uso da substância oleoresina capsicum (O.C.), presente na composição de sprays de pimenta.
Quando esse componente for utilizado, o fabricante deverá seguir as normas do Comando do Exército, já que a substância é considerada de uso restrito.
De acordo com a relatora, retirar o O.C. do spray tornaria o dispositivo ineficaz para a defesa pessoal. A substância provoca inflamação imediata das mucosas, fechamento involuntário dos olhos, tosse, dificuldade para respirar e ardência intensa na pele.
O projeto considera o spray um instrumento portátil de menor potencial ofensivo. Mesmo assim, recipientes com capacidade superior a 50 mililitros continuarão restritos às Forças Armadas do Brasil, aos órgãos de segurança pública e a instituições responsáveis pela proteção de autoridades.
Para comprar o spray, a proposta estabelece alguns requisitos:
O vendedor deverá manter, por cinco anos, registro simplificado da venda com dados do comprador e da pessoa que terá a posse do produto, seguindo normas da Lei Geral de Proteção de Dados. O objetivo é permitir a rastreabilidade do dispositivo.
Além disso, o estabelecimento deverá emitir documento fiscal e fornecer orientações básicas sobre o uso correto, seguro e responsável do spray.
O texto também cria um programa nacional de capacitação voltado às mulheres para orientação sobre defesa pessoal e uso de instrumentos de menor potencial ofensivo.
Entre as diretrizes do programa estão:
A implementação do programa dependerá de regulamentação específica, disponibilidade orçamentária e convênios com entidades parceiras.
O spray deverá ser de uso individual e intransferível e não poderá conter substâncias de efeito letal ou de toxicidade permanente.
Para que o uso seja considerado legal, a mulher deverá empregar o dispositivo apenas para repelir agressão injusta, atual ou iminente, de forma proporcional e moderada, até a neutralização da ameaça.
O projeto prevê penalidades em caso de uso indevido:
Caso o spray seja roubado, furtado ou perdido, a possuidora deverá registrar ocorrência policial em até 72 horas após tomar conhecimento do fato.
O projeto também inclui no Estatuto do Desarmamento (Lei 10.826/03) dispositivo que isenta esse tipo de spray dos controles mais rigorosos aplicados a armas letais quando ele for adquirido, possuído e portado por mulheres conforme as regras da futura lei.
A proposta tem como objetivo ampliar mecanismos de proteção contra agressões físicas e sexuais. O texto segue agora para análise do Senado.
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Baixar áudioO Ministério da Saúde (MS) inicia nesta sexta-feira (13) uma nova etapa do programa Agora Tem Especialistas, criado para reduzir o tempo de espera no Sistema Único de Saúde (SUS). Nesta rodada, 18 municípios de 15 estados passam a receber carretas destinadas à saúde da mulher e a exames de imagem. A iniciativa reforça a oferta de procedimentos voltados à prevenção de doenças, entre elas o câncer de mama e o câncer do colo do útero.
Confira os municípios contemplados:
As cidades de Milagres (CE), Santana (AP), Sousa (PB) e São José dos Campos (SP) também recebem unidades móveis especializadas em exames de imagem, com tomografias destinadas ao diagnóstico de doenças graves e à definição de condutas médicas.
De acordo com o MS, a ação já alcançou 138 regiões de saúde atendidas. Durante a inauguração de uma carreta em Planaltina (DF) nesta quinta-feira (12), o ministro Alexandre Padilha celebrou a marca.
“As mulheres, que são a maioria usando o SUS, são uma prioridade absoluta nossa. Contando com Planaltina, a gente já ultrapassou mais de 130 regiões em todo o Brasil. Só no mês de março vamos chegar a 150 regiões com as carretas de saúde da mulher; as específicas para o problema de visão, de oftalmologia; e a carreta para tomografia”, afirmou Padilha.
A Pasta aponta ainda que as unidades móveis zeraram a fila de espera em 23 cidades. “Por onde ela passa vai zerando a fila, vai atendendo esses locais em parceria com as secretarias municipais, estaduais, hospitais filantrópicos e Santas Casas”, disse o ministro.
O MS projeta alcançar 150 carretas até o fim de 2026. Atualmente, o Agora Tem Especialistas conta com 52 unidades móveis em operação:
Além dessa iniciativa, o programa realiza mutirões, amplia os horários de atendimento e firma parcerias com hospitais privados e filantrópicos.
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Baixar áudioO Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) foi de 0,70% em fevereiro, acumulando alta de 1,03% no ano de 2026. Publicado nesta quinta-feira (12) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o indicador mostrou resultado 0,37 ponto percentual maior do que a variação de janeiro, quando foi de 0,33%, mas menor do que o mesmo período de 2025, quando foi de 1,31%.
O IPCA acumula alta de 3,81% nos últimos 12 meses, abaixo dos 4,44% observados nos 12 meses terminados em dezembro. Com esse resultado, a prévia da inflação se mostrou ainda mais próxima da meta de 3,0% estipulada pelo Banco Central, considerando a margem de erro de 1,5% para mais ou para menos, e poderá ter impacto na promessa do Comitê de Política Monetária (Copom) de iniciar o ciclo de cortes na taxa de juros na reunião da próxima semana e na decisão de realizar um primeiro corte de 0,25% ou de 0,50%.
Dentre os grupos de produtos e serviços pesquisados, Educação apresentou a maior variação, subindo 5,21%, e o maior impacto no resultado, com 0,31 ponto percentual, sendo responsável por cerca de 44% do índice. A maior contribuição, de 6,20%, veio dos cursos regulares, devido aos reajustes habitualmente praticados no início do ano letivo. As maiores variações foram nos subitens ensino médio (8,19%), ensino fundamental (8,11%) e pré-escola (7,48%).
O grupo Transportes foi responsável pela segunda maior variação, subindo 0,74%, e segundo maior impacto, com 0,15 ponto percentual, devido à alta de 11,40% na passagem aérea. Também apontaram altas o seguro voluntário de veículos (5,62%), o conserto de automóvel (1,22%) e o ônibus urbano (1,14%). O IBGE ressalta, ainda, a variação de -0,47% nos combustíveis com quedas na gasolina (-0,61%) e no gás veicular (-3,10%), e altas no etanol (0,55%) e no óleo diesel (0,23%).
No grupo Saúde e cuidados pessoais (0,59%), sobressaem os artigos de higiene pessoal (0,92%) e o plano de saúde (0,49%). O grupo Habitação apresentou variação de 0,30% em fevereiro, após a queda de 0,11% registrada em janeiro. A alta foi impulsionada pelo subitem taxa de água e esgoto (0,84%).
A energia elétrica residencial variou 0,33% em fevereiro, com a permanência da bandeira tarifária verde. Já o subitem gás encanado apresentou recuo de 1,60%.
O grupo Alimentação e bebidas acelerou de uma variação de 0,23% em janeiro para 0,26% em fevereiro. Após variação de 0,10% em janeiro, a alimentação no domicílio registrou variação de 0,23% em fevereiro.
Principais alimentos em alta:
Principais alimentos em queda:
A alimentação fora do domicílio apresentou alta de 0,34% em fevereiro, mas desacelerou em relação a janeiro, quando teve alta de 0,55%. A variação da taxa foi influenciada pelo lanche, que passou de 0,27% para 0,15%, e pela refeição, que saiu de 0,66% para 0,49%.
Com informações do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.
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Baixar áudioA Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) entregou à Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), na quarta-feira (11), a Agenda Legislativa 2026. O documento reúne 100 projetos que a entidade entende como prioritários para o setor.
As propostas estão estruturadas em dois eixos centrais:
No primeiro, o foco é em formas de tornar o ambiente de negócios das cadeias relacionadas aos agronegócios mais competitivas e produtivas. Pautas legislativas relacionadas a direito de propriedade, relações trabalhistas, tributação, política agrícola, meio ambiente e recursos hídricos estão dentro desse núcleo. Uma matéria de destaque é o Projeto de Lei 2.951 de 2024, que moderniza o Seguro Rural no Brasil, que aguarda aval do presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), para ser votado em plenário.
Já o segundo eixo contém projetos legislativos que tratam de competitividade e participação no mercado internacional. Ele abrange infraestrutura, logísticas, relações internacionais, produção agropecuária, ciência e tecnologia. Um dos exemplos é o acordo comercial entre Mercosul e União Europeia, recentemente aprovado pelo parlamento brasileiro e à espera da sanção presidencial.
O presidente da CNA, João Martins, ressaltou a importância econômica do agro para a economia brasileira, tendo sido o setor de maior crescimento em 2025. “O agro precisa de um Congresso que entenda que o produtor rural tem que ser apoiado para continuar produzindo”, alertou o executivo
Uma das dificuldades para execução da agenda é o calendário. Por ser ano eleitoral, os deputados vão se debruçar sobre as principais votações no primeiro semestre. Após julho, os parlamentares vão se dedicar às campanhas, com retorno ao trabalho estimado para o fim de outubro.
Os recentes escândalos financeiros, como as fraudes a benefícios de aposentados e pensionistas do INSS e o processo de liquidação do Banco Master, também minam o espaço para o debate político e acentuam as divisões ideológicas.
No entanto, lideranças da FPA afirmam que as articulações para avançar com as matérias no primeiro semestre já foram iniciadas. O presidente da bancada, o deputado federal Pedro Lupion (Republicanos-PB), apresentou as propostas da CNA para o presidente do senado, Davi Alcolumbre (União-AP), nesta semana e pretende fazer o mesmo com Hugo Motta, na intenção de dar celeridade à análise de pelo menos alguns desses projetos.
Também há preocupação com o cenário internacional, motivada principalmente pela guerra entre Estados Unidos, Israel e Irã. O aumento dos insumos essenciais ao campo, como combustíveis fósseis e fertilizantes, acende um alerta no setor. No entanto, o problema também encontra caminhos de solução internamente na agropecuária brasileira, com a produção de biocombustíveis a partir do beneficiamento de cana-de-açúcar, soja e milho.
Milho que, por si só, gera uma aflição à parte. O Irã é o país que mais importa a commodity do Brasil e, em 2025, adquiriu mais de 9 milhões de toneladas por cerca de US$ 2 bilhões pagos aos produtores nacionais, 23% do faturamento da cadeia conforme dados do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa).
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Baixar áudioA possível perda de arrecadação por parte dos municípios brasileiros ocasionada pela nova faixa de isenção do Imposto de Renda será sentida, principalmente, pelos entes de menor porte. A projeção consta em estudo divulgado pela Confederação Nacional de Municípios (CNM).
Segundo o levantamento, caso as medidas compensatórias anunciadas pelo governo não produzam os efeitos esperados, cerca de 1,7 mil cidades perderão recursos financeiros. Dessas, aproximadamente 1,2 mil têm população inferior a 50 mil habitantes.
O especialista em orçamento Dalmo Palmeira explica que essa relação está ligada ao fato de os municípios menores serem mais dependentes dos recursos do Fundo de Participação dos Municípios (FPM), composto em parte pelo que a União arrecada com o Imposto de Renda.
“Normalmente, a arrecadação de tributos municipais é menor, em alguns casos, do que o próprio FPM que é recebido. Se o FPM cair, isso vai gerar um impacto bastante grande nesses municípios, especialmente nos menores, que são mais dependentes. Então, existe realmente esse risco, apesar da garantia que tem na Lei 15.270 para que haja a compensação dessas perdas”, pontua.
“Temos que ter atenção em relação a esse ponto, especialmente nos municípios menores, para saber qual é o impacto, porque isso é caso a caso. Cada município vai ter um impacto diferenciado, a depender de qual grau de dependência que tem do FPM e também em relação aos seus próprios impostos locais”, complementa.
Dalmo, porém, destaca que, mesmo diante desse cenário, a nova faixa de isenção também pode causar algum efeito positivo para as finanças municipais.
“Isso vai fazer com que as pessoas tenham mais dinheiro na mão e vai fazer com que a economia local possa girar mais. Então, nesse aspecto, pode ser que haja uma melhoria na economia local e, logicamente, pode inclusive gerar mais tributos municipais, já que em cada um desses municípios vai haver pessoas com mais recursos nas mãos para poder estar utilizando e melhorando o consumo e, logicamente, melhorando também a atividade comercial nos municípios”, considera.
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Ainda de acordo com o estudo da CNM, a perda de receita será generalizada entre municípios de todos os portes populacionais e também entre as Unidades da Federação.
O estudo mostra que, sem compensação, a medida poderá retirar ao menos R$ 9,5 bilhões por ano dos cofres municipais. Desse total, cerca de R$ 5 bilhões referem-se à redução da arrecadação própria do Imposto de Renda, enquanto R$ 4,5 bilhões dizem respeito à diminuição dos recursos FPM.
A nova faixa de isenção do Imposto de Renda, em vigor desde janeiro deste ano, beneficia contribuintes com rendimentos mensais de até R$ 5 mil e prevê redução gradual do imposto para quem recebe até R$ 7.350.
Segundo o governo federal, para mitigar a perda de arrecadação, foi retomada em 2026 a tributação sobre a distribuição de lucros e dividendos. Para pessoas físicas residentes no Brasil, aplica-se uma alíquota de 10% sobre valores que ultrapassem R$ 50 mil mensais — ou R$ 600 mil anuais — por empresa.
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Baixar áudioO preço do boi gordo abre esta sexta-feira (13) em alta de 0,07%. A arroba é negociada a R$ 347,50, no estado de São Paulo.
INDICADOR DO BOI GORDO CEPEA/ESALQ
| DATA | VALOR R$* | VAR./DIA | VAR./MÊS | VALOR US$* |
|---|---|---|---|---|
| 12/03/2026 | 347,50 | 0,07% | -1,60% | 66,35 |
| 11/03/2026 | 347,25 | 0,13% | -1,67% | 67,24 |
| 10/03/2026 | 346,80 | -0,17% | -1,80% | 67,20 |
| 09/03/2026 | 347,40 | 0,39% | -1,63% | 67,17 |
| 06/03/2026 | 346,05 | -0,36% | -2,01% | 65,91 |
Nos atacados da Grande São Paulo, São José do Rio Preto e Descalvado, os preços do frango congelado apresentaram estabilidade, assim como os do frango resfriado. A primeira mercadoria é vendida a R$ 7,05, enquanto a segunda é comercializada a R$ 7,09.
PREÇOS DO FRANGO CONGELADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP
| DATA | VALOR R$ | VAR./DIA | VAR./MÊS |
|---|---|---|---|
| 12/03/2026 | 7,05 | 0,00% | -2,89% |
| 11/03/2026 | 7,05 | 0,00% | -2,89% |
| 10/03/2026 | 7,05 | 0,00% | -2,89% |
| 09/03/2026 | 7,05 | -0,14% | -2,89% |
| 06/03/2026 | 7,06 | 0,00% | -2,75% |
PREÇOS DO FRANGO RESFRIADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP
| DATA | VALOR R$ | VAR./DIA | VAR./MÊS |
|---|---|---|---|
| 12/03/2026 | 7,09 | 0,00% | -3,01% |
| 11/03/2026 | 7,09 | 0,00% | -3,01% |
| 10/03/2026 | 7,09 | 0,00% | -3,01% |
| 09/03/2026 | 7,09 | -0,14% | -3,01% |
| 06/03/2026 | 7,10 | 0,00% | -2,87% |
A carcaça suína especial também volta a apontar estabilidade no preço, sendo negociada a R$ 10,12 por quilo, nos atacados da Grande São Paulo.
PREÇOS DA CARCAÇA SUÍNA ESPECIAL (R$/kg)
| DATA | MÉDIA | VAR./DIA | VAR./MÊS |
|---|---|---|---|
| 12/03/2026 | 10,12 | 0,00% | 0,20% |
| 11/03/2026 | 10,12 | 0,00% | 0,20% |
| 10/03/2026 | 10,12 | 0,40% | 0,20% |
| 09/03/2026 | 10,08 | 0,80% | -0,20% |
| 06/03/2026 | 10,00 | 0,40% | -0,99% |
O preço do suíno vivo registra estabilidade no Rio Grande do Sul e em São Paulo e desvalorização de 0,15% em Minas Gerais, no Paraná e em Santa Catarina. As mercadorias variam entre R$ 6,63 e R$ 6,96.
INDICADOR DO SUÍNO VIVO CEPEA/ESALQ (R$/kg)
| DATA | ESTADO | VALOR R$* | VAR./DIA | VAR./MÊS |
|---|---|---|---|---|
| 12/03/2026 | MG - posto | 6,75 | -0,15% | -0,15% |
| 12/03/2026 | PR - a retirar | 6,68 | -0,15% | 1,37% |
| 12/03/2026 | RS - a retirar | 6,80 | 0,00% | 1,04% |
| 12/03/2026 | SC - a retirar | 6,63 | -0,15% | 1,84% |
| 12/03/2026 | SP - posto | 6,96 | 0,00% | 0,87% |
Os valores são do Cepea.
O boi gordo é o bovino macho pronto para o abate, com peso mínimo de 16 arrobas líquidas de carcaça (aproximadamente 240 kg) e até 42 meses de idade. Atende aos padrões do mercado nacional e internacional, incluindo exportações para Europa, China e cota Hilton.
O frango congelado passa por congelamento rápido, com temperaturas abaixo de -12°C, garantindo maior vida útil para armazenamento e transporte a longas distâncias. Já o frango resfriado é mantido entre 0°C e 4°C, com validade de 5 a 7 dias, oferecendo textura e sabor mais próximos do fresco, ideal para consumidores exigentes e restaurantes.
Copiar o textoO preço do café arábica volta a subir, enquanto o açúcar apresenta reajustes
Baixar áudioO preço do café arábica abre esta sexta-feira (13) em alta de 1,51%, com a saca de 60 kg negociada a R$ 1.901,07 na cidade de São Paulo.
INDICADOR DO CAFÉ ARÁBICA CEPEA/ESALQ
| DATA | VALOR R$ | VAR./DIA | VAR./MÊS | VALOR US$ |
|---|---|---|---|---|
| 12/03/2026 | 1.901,07 | 1,51% | 5,76% | 363,01 |
| 11/03/2026 | 1.872,75 | -2,39% | 4,18% | 362,66 |
| 10/03/2026 | 1.918,60 | -0,56% | 6,73% | 371,75 |
| 09/03/2026 | 1.929,37 | 0,85% | 7,33% | 373,04 |
| 06/03/2026 | 1.913,12 | 2,04% | 6,43% | 364,40 |
O café robusta teve alta de 1,25% no preço, sendo comercializado a R$ 1.011,41.
INDICADOR DO CAFÉ ROBUSTA CEPEA/ESALQ
| DATA | VALOR R$ | VAR./DIA | VAR./MÊS | VALOR US$ |
|---|---|---|---|---|
| 12/03/2026 | 1.011,41 | 1,25% | -2,07% | 193,13 |
| 11/03/2026 | 998,97 | -3,67% | -3,27% | 193,45 |
| 10/03/2026 | 1.037,08 | -2,81% | 0,42% | 200,95 |
| 09/03/2026 | 1.067,07 | -0,34% | 3,32% | 206,32 |
| 06/03/2026 | 1.070,68 | 0,48% | 3,67% | 203,94 |
Já o preço do açúcar cristal apresenta variação nas principais praças do estado de São Paulo. Na capital, a saca de 50 kg teve desvalorização de 1,53% e é cotada a R$ 95,79.
INDICADOR DO AÇÚCAR CRISTAL BRANCO CEPEA/ESALQ - SÃO PAULO
| DATA | VALOR R$* | VAR./DIA | VAR./MÊS | VALOR US$* |
|---|---|---|---|---|
| 12/03/2026 | 95,79 | -1,53% | -2,84% | 18,29 |
| 11/03/2026 | 97,28 | -1,26% | -1,33% | 18,84 |
| 10/03/2026 | 98,52 | 0,21% | -0,07% | 19,09 |
| 09/03/2026 | 98,31 | 0,96% | -0,28% | 19,01 |
| 06/03/2026 | 97,38 | -0,25% | -1,23% | 18,55 |
Em Santos (SP), a mercadoria teve valorização de 1,57%, sendo negociada a R$ 109,31 na média de preços sem impostos.
INDICADOR AÇÚCAR CRISTAL - SANTOS (FOB)
| DATA | VALOR R$* | VAR./DIA | VAR./MÊS | VALOR US$* |
|---|---|---|---|---|
| 12/03/2026 | 109,31 | 1,57% | 2,05% | 21,00 |
| 11/03/2026 | 107,62 | 0,71% | 0,48% | 20,86 |
| 10/03/2026 | 106,86 | -4,08% | -0,23% | 20,70 |
| 09/03/2026 | 111,40 | 2,82% | 4,01% | 21,37 |
| 06/03/2026 | 108,34 | 2,23% | 1,15% | 20,49 |
A saca de 60 kg do milho, por sua vez, é vendida a R$ 71,56, após valorização de 0,34%.
INDICADOR DO MILHO ESALQ/BM&FBOVESPA
| DATA | VALOR R$* | VAR./DIA | VAR./MÊS | VALOR US$* |
|---|---|---|---|---|
| 12/03/2026 | 71,56 | 0,34% | 2,92% | 13,66 |
| 11/03/2026 | 71,32 | 0,32% | 2,57% | 13,81 |
| 10/03/2026 | 71,09 | 0,65% | 2,24% | 13,77 |
| 09/03/2026 | 70,63 | 0,10% | 1,58% | 13,66 |
| 06/03/2026 | 70,56 | 0,46% | 1,48% | 13,44 |
Os valores são do Cepea.
Café arábica e café robusta são as duas principais variedades cultivadas e comercializadas no Brasil, ambas medidas em sacas de 60 kg.
A saca de açúcar cristal no Brasil é padronizada em 50 quilos, especialmente para comercialização no mercado atacadista e para uso na indústria alimentícia. Essa unidade de medida é adotada pelo Cepea/Esalq-USP, principal fonte de cotações diárias do açúcar cristal no país.
A saca de milho equivale a 60 kg de grãos, mesmo padrão utilizado para soja e trigo. Essa medida é oficializada por instituições como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Cepea, sendo amplamente usada em negociações e relatórios de preço do milho.
Copiar o textoA soja apresenta alta no Paraná e em Paranaguá; o trigo sofre reajustes
Baixar áudioO valor da saca de 60 kg da soja abre esta sexta-feira (13) em alta, tanto no interior do Paraná quanto no litoral do estado, em Paranaguá.
Na primeira região, o grão teve valorização de 0,50% e é negociado a R$ 122,92; na segunda, a mercadoria teve valorização de 1,20% e é cotada a R$ 130,87.
INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANÁ
| DATA | VALOR R$* | VAR./DIA | VAR./MÊS | VALOR US$* |
|---|---|---|---|---|
| 12/03/2026 | 122,92 | 0,50% | 1,84% | 23,47 |
| 11/03/2026 | 122,31 | 0,25% | 1,33% | 23,69 |
| 10/03/2026 | 122,00 | -0,47% | 1,08% | 23,64 |
| 09/03/2026 | 122,57 | -0,61% | 1,55% | 23,70 |
| 06/03/2026 | 123,32 | 1,25% | 2,17% | 23,49 |
INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANAGUÁ
| DATA | VALOR R$* | VAR./DIA | VAR./MÊS | VALOR US$* |
|---|---|---|---|---|
| 12/03/2026 | 130,87 | 1,22% | 3,19% | 24,99 |
| 11/03/2026 | 129,29 | 0,38% | 1,94% | 25,04 |
| 10/03/2026 | 128,80 | -0,94% | 1,55% | 24,96 |
| 09/03/2026 | 130,02 | -0,88% | 2,52% | 25,14 |
| 06/03/2026 | 131,18 | 1,27% | 3,43% | 24,99 |
O preço do trigo, por sua vez, registra valorização de 0,59% no Paraná e estabilidade no Rio Grande do Sul. No primeiro estado, a tonelada é vendida a R$ 1.217,19, enquanto no segundo é comercializada a R$ 1.093,06.
PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - PARANÁ
| DATA | VALOR R$/T* | VAR./DIA | VAR./MÊS | VALOR US$/T* |
|---|---|---|---|---|
| 12/03/2026 | 1.217,19 | 0,59% | 3,32% | 232,42 |
| 11/03/2026 | 1.210,08 | -0,10% | 2,72% | 234,33 |
| 10/03/2026 | 1.211,34 | 0,19% | 2,82% | 234,71 |
| 09/03/2026 | 1.209,02 | 0,10% | 2,63% | 233,76 |
| 06/03/2026 | 1.207,77 | 1,49% | 2,52% | 230,05 |
PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - RIO GRANDE DO SUL
| DATA | VALOR R$/T* | VAR./DIA | VAR./MÊS | VALOR US$/T* |
|---|---|---|---|---|
| 12/03/2026 | 1.093,06 | 0,00% | -0,52% | 208,72 |
| 11/03/2026 | 1.093,06 | 0,13% | -0,52% | 211,67 |
| 10/03/2026 | 1.091,60 | 0,00% | -0,65% | 211,51 |
| 09/03/2026 | 1.091,60 | 0,60% | -0,65% | 211,06 |
| 06/03/2026 | 1.085,06 | 0,05% | -1,24% | 206,68 |
Os valores são do Cepea.
A saca de soja e a saca de trigo são as principais unidades de comercialização de grãos no Brasil. Cada saca equivale a 60 quilos, padrão adotado por órgãos oficiais como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).
Esse formato padronizado facilita o comércio da soja e do trigo, além de permitir um acompanhamento mais preciso das cotações e variações de preços no mercado nacional.
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Baixar áudioO Ibovespa voltou a fechar o pregão em baixa de 2,55%, aos 179.284 pontos. O desempenho do índice foi influenciado pelo clima de aversão a risco no exterior causado pela escalada nas tensões no Oriente Médio e pela disparada dos preços do petróleo, além dos dados da inflação de fevereiro acima do esperado.
O novo líder supremo do Irã afirmou, nesta quinta-feira (12), que os EUA devem fechar todas as suas bases militares na região. Ele complementou dizendo que o Estreito de Ormuz, responsável pelo fornecimento de um quinto do petróleo do mundo, deve permanecer fechado como instrumento de pressão contra os EUA e Israel. Com a escalada nas tensões, os preços do petróleo voltaram a disparar, acumulando valorização de mais de 30% e o barril do Brent acima de US$ 100.
No cenário doméstico, os investidores repercutiram os resultados do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) acima do esperado. Divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quinta, o IPCA de fevereiro foi de 0,70%, após alta de 0,30% em janeiro, acumulando alta de 3,81% em 12 meses — melhor do que o valor acumulado de janeiro, que foi de 4,44%.
Segundo analistas do setor, os resultados vieram acima do esperado e surpreenderam negativamente. Apesar da inflação acumulada em 12 meses ter se aproximado mais da meta estipulada pelo Banco Central — que é de 3% com margem de erro de 1,5% para cima ou para baixo —, os analistas argumentam que o resultado fortaleceu as apostas em um corte de somente 0,25% na taxa Selic na próxima reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) na próxima semana.
O governo federal anunciou uma série de medidas para conter os preços dos combustíveis, dada a alta do petróleo. Além de zerar a cobrança de PIS/Cofins sobre diesel para importação e comercialização, o Planalto anunciou a subvenção ao óleo diesel para produtores e importadores, a ser operada pela Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). O pacote veio unido à contrapartida de um imposto de 12% sobre a exportação de petróleo.
Apenas seis ações encerraram o pregão em alta no Ibovespa. Em destaque, apoiados pela disparada do petróleo, os papéis da Petrobras tiveram avanços de 1,45% e 0,45%, calibrando os impactos do pacote de medidas anunciado pelo governo.
Confira as ações com melhor e pior desempenho no último fechamento:
Ações em alta no Ibovespa
CIABRASF Cia Brasileira de Servicos Financeiros SA (ADMF3): +32,15%
Dotz SA (DOTZ3): +23,23%
Ações em queda no Ibovespa
Cia. de Fiacao e Tecidos Cedro e Cachoeira (CEDO3): -27,45%
YDUQS Participacoes SA (YDUQ3): -14,83%
O volume total negociado na B3 foi de R$ 35.655.898.763, em meio a 4.541.469 negócios.
Os dados da bolsa podem ser consultados no site da B3.
O Ibovespa (Índice Bovespa) é o principal indicador do mercado acionário brasileiro. Calculado pela B3, ele reflete a média do desempenho das ações mais negociadas na bolsa, com base em critérios de volume e liquidez. O índice é composto por uma carteira teórica de ativos, que representa cerca de 80% do volume financeiro total negociado no mercado.
A B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) é a bolsa de valores oficial do Brasil, sediada em São Paulo. É responsável pela negociação de ações, derivativos, títulos públicos e privados, câmbio e outros ativos financeiros. A B3 está entre as maiores bolsas do mundo em infraestrutura e valor de mercado.
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Baixar áudioO dólar comercial encerrou o último pregão em alta de 1,61% frente ao real, cotado a R$ 5,24, revertendo as perdas das últimas sessões. O câmbio acompanhou a tendência externa, com o indicador DXY — que compara o dólar a uma cesta de seis divisas globais como euro e libra — apresentando alta de 0,50%.
O desempenho da moeda estadunidense foi influenciado pela escalada nas tensões no Oriente Médio após declarações do novo líder supremo do Irã, além da disparada do petróleo e dos dados da inflação brasileira de fevereiro acima do esperado.
O novo líder supremo do Irã, Mojtaba Khamenei, afirmou, nesta quinta-feira (12), que os EUA devem fechar todas as suas bases militares na região. Ele complementou dizendo que o Estreito de Ormuz, responsável pelo fornecimento de um quinto do petróleo do mundo, deve permanecer fechado como instrumento de pressão contra os EUA e Israel.
Com a escalada nas tensões, os preços do petróleo voltaram a disparar, acumulando valorização de mais de 30%. Segundo analistas do setor, o mercado voltou a concentrar as apostas em dezembro como o mês mais provável para a retomada do ciclo de corte nos juros dos Estados Unidos pelo Federal Reserve (Fed) — o Banco Central do país. Na véspera, as apostas se concentravam no mês de julho.
No cenário doméstico, os investidores repercutiram os resultados do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) acima do esperado. Divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quinta, o IPCA de fevereiro foi de 0,70%, após alta de 0,30% em janeiro, acumulando alta de 3,81% em 12 meses — melhor do que o valor acumulado de janeiro, que foi de 4,44%.
Segundo analistas do setor, os resultados vieram acima do esperado e surpreenderam negativamente. Apesar da inflação acumulada em 12 meses ter se aproximado mais da meta estipulada pelo Banco Central — que é de 3% com margem de erro de 1,5% para cima ou para baixo —, os analistas argumentam que o resultado fortaleceu as apostas em um corte de somente 0,25% na taxa Selic na próxima reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) na próxima semana.
O euro, por sua vez, encerrou a sessão em alta de 0,54%, cotado a R$ 6,04.
A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.
| Código | BRL | USD | EUR | GBP | JPY | CHF | CAD | AUD |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| BRL | 1 | 0,1906 | 0,1656 | 0,1428 | 30,3780 | 0,1499 | 0,2600 | 0,2693 |
| USD | 5,2459 | 1 | 0,8687 | 0,7495 | 159,35 | 0,7863 | 1,3637 | 1,4129 |
| EUR | 6,0387 | 1,1511 | 1 | 0,8628 | 183,44 | 0,9051 | 1,5696 | 1,6264 |
| GBP | 6,9993 | 1,3343 | 1,1591 | 1 | 212,63 | 1,0491 | 1,8194 | 1,8852 |
| JPY | 3,29182 | 0,627510 | 0,54514 | 0,470301 | 1 | 0,4934 | 0,85574 | 0,88656 |
| CHF | 6,6716 | 1,2718 | 1,1048 | 0,9532 | 202,67 | 1 | 1,7343 | 1,7973 |
| CAD | 3,8468 | 0,7333 | 0,6370 | 0,5497 | 116,87 | 0,5767 | 1 | 1,0361 |
| AUD | 3,7131 | 0,7078 | 0,6149 | 0,5305 | 112,79 | 0,5565 | 0,9651 | 1 |
Os dados são da Investing.com
Copiar o textoO concurso 2983 da Mega-Sena foi realizado nesta quinta-feira (12/03/2026), no Espaço da Sorte, em São Paulo, e divulgado pela Caixa Econômica Federal. O sorteio não teve vencedores na faixa principal.
O prêmio para o próximo sorteio está marcado para sábado (14), está estimado em R$ 75.000.000,00. Aproveite a oportunidade e faça sua aposta para concorrer.
03 - 15 - 30 - 32 - 40 - 52
Para participar, basta escolher de 6 a 15 números entre os 60 disponíveis no volante. A aposta mínima custa R$ 5,00, e quanto mais números você marcar, maior o preço — mas também maiores as chances de ganhar. Os sorteios acontecem três vezes por semana, às terças, quintas e sábados, sempre às 21h (horário de Brasília).
| Números apostados | Probabilidade de acertar 6 dezenas |
|---|---|
| 6 números | 1 em 50.063.860 |
| 7 números | 1 em 7.151.980 |
| 8 números | 1 em 1.787.995 |
| 9 números | 1 em 595.998 |
| 10 números | 1 em 238.399 |
| 15 números | 1 em 10.003 |
Para aumentar as chances de ganhar, é possível participar de bolões organizados pelas lotéricas ou formar um grupo de apostas. O valor mínimo por cota é de R$ 6,00, e o bolão pode ter de 2 a 100 cotas.
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Parte da arrecadação das apostas da Mega-Sena é destinada a programas sociais do governo federal, como:
Copiar o textoO concurso 3634 da Lotofácil foi realizado nesta quinta-feira (12/03/2026), no Espaço da Sorte, em São Paulo, e divulgado pela Caixa Econômica Federal. 3 apostadores acertaram as 15 dezenas e levaram para casa o prêmio de R$ 587.281,16. Os bilhetes premiados foram adquiridos em Nova Friburgo (RJ), São Gonçalo (RJ) e Santa Maria (RS).
O prêmio para o próximo concurso da Lotofácil, de número 3635, que será realizado na sexta-feira, 13 de março de 2026, está estimado em R$ 2.000.000,00. Aproveite a oportunidade e faça sua aposta para concorrer!
03 - 04 - 05 - 06 - 07 - 08 - 10 - 11 - 13 - 14 - 16 - 18 - 19 - 21 - 25
A aposta mínima, de 15 números, custa R$ 3,50 com chance de 1 em 3.268.760 e a máxima custa R$ 46.512 com chance de 1 em 211.
|
Quantidade de números jogados |
Valor da aposta |
|---|---|
|
15 |
R$ 3,50 |
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16 |
R$ 48 |
|
17 |
R$ 408 |
|
18 |
R$ 2.448 |
|
19 |
R$ 11.628 |
|
20 |
R$ 46.512 |
De segunda-feira a sábado, às 21h.
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A previsão do tempo para esta sexta-feira (13) indica instabilidade em áreas da Região Sul do país.
No Paraná, a expectativa é de muitas nuvens com pancadas de chuva isoladas em municípios do norte e noroeste paranaense, como Londrina, São Sebastião da Amoreira, Cornélio Procópio, além de São Pedro do Paraná e Alto Paraíso.
Já no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina, a previsão é de tempo mais estável, com poucas nuvens ao longo do dia.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 15°C, em Curitiba. Já a máxima deve atingir até 31°C, em Porto Alegre. A umidade relativa do ar varia entre 60% e 100%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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A previsão do tempo para esta sexta-feira (13) indica instabilidade em estados da Região Centro-Oeste.
Em Mato Grosso, a expectativa é de fortes chuvas em áreas do sul e sudeste do estado, em municípios como Primavera do Leste e Rondonópolis, além de Nova Marilândia, na região médio-norte.
Em Mato Grosso do Sul, a previsão é de muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas isoladas, abrangendo desde municípios do Pantanal e norte do estado, como Corumbá e Coxim, até cidades do sul sul-mato-grossense, como Naviraí e Amambai.
Já em Goiás e no Distrito Federal, a expectativa é de muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas ao longo do dia.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 21°C, em Brasília. Já a máxima deve chegar a 32°C, em Cuiabá. A umidade relativa do ar varia entre 45% e 100%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Em São Paulo, a expectativa é de muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas isoladas em municípios do noroeste paulista, como José Bonifácio, Guaiçara e Osvaldo Cruz.
Em Minas Gerais, a instabilidade se concentra em cidades do Triângulo Mineiro, como Uberlândia, Santa Juliana e Veríssimo.
No estado do Rio de Janeiro, o dia será de muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas isoladas em áreas do interior fluminense.
Já no Espírito Santo, as precipitações mais intensas devem ocorrer em municípios da região serrana capixaba, como Venda Nova do Imigrante, Muniz Freire e Alegre.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 17°C, em São Paulo. Já a máxima pode chegar até 34°C, em Vitória. A umidade relativa do ar varia entre 40% e 100%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o textoAcre, Rondônia e Tocantins registram muitas nuvens com pancadas de chuva ao longo do dia
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A previsão do tempo para esta sexta-feira (13) indica muita instabilidade em estados da Região Norte.
Acre, Rondônia e Tocantins registram muitas nuvens com pancadas de chuva ao longo do dia.
No Amazonas, as precipitações mais intensas devem ocorrer em municípios do sudoeste e centro do estado, como Jutaí, Alvarães e Tapauá.
Em Roraima, a expectativa é de muitas nuvens com possibilidade de chuva isolada em áreas do sul do estado, como Rorainópolis e Caracaraí.
No Amapá, há previsão de muitas nuvens com pancadas de chuva em municípios do sul amapaense, como Mazagão e Vitória do Jari.
Já no Pará, pode haver muitas nuvens com pancadas de chuva em áreas do arquipélago do Marajó e nordeste paraense, como Melgaço, Portel e Moju.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 23°C, em Rio Branco. Já a máxima pode chegar a 37°C, em Boa Vista. A umidade relativa do ar varia entre 40% e 100%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta de chuvas intensas para áreas da Região Nordeste nesta sexta-feira (13).
No Maranhão, a expectativa é de fortes precipitações em municípios da região central e sul do estado, como Amarante do Maranhão, Grajaú e Montes Altos.
No Piauí, a instabilidade atinge cidades do sul piauiense, como Baixa Grande do Ribeiro, Currais e Monte Alegre do Piauí.
No Ceará, pode haver chuva em municípios da região norte do estado, como Sobral e Uruoca.
No Rio Grande do Norte, a previsão indica muitas nuvens com possibilidade de chuva isolada em Mossoró e Serra do Mel, na região oeste potiguar.
Na Paraíba, há previsão de chuva em municípios do sertão paraibano, como Poço de José de Moura e Santa Helena.
Já em Pernambuco, Alagoas e Sergipe, o dia será de muitas nuvens, sem previsão de grandes acumulados.
Na Bahia, pode haver chuva em áreas do oeste baiano, em municípios como Formosa do Rio Preto e Santa Rita de Cássia.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 23°C em Maceió. Já a máxima pode chegar a 34°C, em Recife. A umidade relativa do ar varia entre 45% e 95%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o textoO vice-governador de Goiás, Daniel Vilela, recebeu uma delegação de autoridades japonesas para a assinatura de um Memorando de Entendimento entre a Organização Japonesa para Metais e Segurança Energética (JOGMEC) e a Autoridade de Minerais Críticos do Estado de Goiás (Amic). A iniciativa reforça o movimento do Governo goiano para transformar o potencial mineral do estado em desenvolvimento industrial e novas oportunidades econômicas. O Estado concentra cerca de 25% da disponibilidade mundial de terras raras e já reúne projetos estratégicos em andamento no setor. “Goiás é hoje referência pelo seu subsolo, pela quantidade e pela qualidade desse minério. Agora damos um segundo passo, que pode trazer grande impacto econômico e social para o estado, com transferência de tecnologia e agregação de valor aqui dentro, que é o nosso objetivo”, afirmou o vice-governador.
Ele disse que o acordo com os japoneses fortalece a estratégia de não limitar Goiás à extração do minério bruto. Segundo ele, a meta do Estado é avançar no processamento local, ampliar a presença goiana na cadeia produtiva e transformar riqueza mineral em emprego, renda e fortalecimento da economia regional. “A partir de agora teremos formalmente essa parceria para fazer um uso cada vez mais intenso desse potencial e movimentar a economia do Estado com um minério de grande importância para o mercado internacional”, disse. Pela Amic, o secretário-geral de Governo, Adriano da Rocha Lima, afirmou que o Estado trabalha para consolidar uma política mineral de médio e longo prazo, capaz de levar Goiás a uma posição de destaque também na industrialização. Ele lembrou que o estado reúne minerais críticos como nióbio, cobre, alumínio e outros ativos estratégicos, com atenção especial às terras raras pesadas, hoje muito demandadas pela indústria tecnológica e automotiva. “O que Goiás quer é garantir que toda a cadeia produtiva seja realizada aqui. Esse acordo permite avançar mais rápido, com intercâmbio de tecnologia e apoio à pesquisa”, afirmou.
O representante diplomático do Japão no Brasil, Yasushi Noguchi, comentou que a colaboração com Goiás ganhou impulso após a missão comercial do governador Ronaldo Caiado ao país, no ano passado. Ainda segundo ele, a cooperação atende a uma agenda estratégica do governo japonês ligada à segurança econômica e à resiliência das cadeias produtivas. “Queremos compartilhar nossa experiência no desenvolvimento de minerais importantes, como as terras raras, e queremos compartilhar nossa tecnologia com o Estado de Goiás”. Na mesma linha, o conselheiro sênior da JOGMEC, Masaru Sato, reafirmou o compromisso da instituição com o desenvolvimento da exploração de recursos e com a construção de uma cadeia de abastecimento benéfica para Brasil e Japão. “Continuamos comprometidos em contribuir para o desenvolvimento da exploração de recursos e para a construção de uma cadeia de abastecimento que seja benéfica tanto para o Japão quanto para o Brasil”, disse.
Goiás conta com governança específica para minerais estratégicos, operações em curso em Minaçu, Nova Roma e Iporá, além de projetos com investimentos bilionários. As terras raras são insumos usados em turbinas eólicas, veículos elétricos, baterias, equipamentos eletrônicos, data centers e sistemas de defesa, o que coloca Goiás em posição central em uma agenda global ligada à transição energética e à indústria de alta tecnologia. Em Nova Roma, a Aclara Resources trabalha para desenvolver a atividade na região, com expectativa de investir R$ 2,8 bilhões e gerar 5,7 mil empregos diretos e indiretos. Também presente na reunião, o vice-presidente da empresa, José Palma, agradeceu a cooperação com o Governo de Goiás. “O estado nos acolheu de braços abertos e estamos trabalhando em estreita colaboração com as autoridades estaduais e municipais para garantir que nosso projeto seja um catalisador positivo e um parceiro estratégico no desenvolvimento”.
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Baixar áudioO Senado aprovou nesta terça-feira (10) o Projeto de Lei 5.874/2025, que promove uma ampla reestruturação das carreiras do serviço público federal. O texto prevê a criação de mais de 24 mil novos cargos efetivos, com foco na expansão da educação superior e da rede federal de ensino técnico. A proposta segue agora para sanção presidencial.
De acordo com o relator da matéria, senador Randolfe Rodrigues (PT-AP), cerca de 270 mil servidores públicos podem ser beneficiados pelas mudanças previstas no projeto.
Segundo o parlamentar, a iniciativa representa um avanço na valorização do serviço público.
“Valorização do serviço público e valorização dos servidores é um compromisso a ser cumprido por um governo que compreende a necessidade de fortalecimento do Estado brasileiro”, afirmou.
A votação foi acompanhada pelo presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, e pela ministra da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, Esther Dweck.
O texto aprovado prevê a criação de mais de 24 mil novos cargos no serviço público federal, distribuídos entre diferentes áreas e órgãos da administração.
Veja como serão distribuídas as vagas:
Universidades federais
Institutos federais de educação
Ministério da Gestão e da Inovação
O projeto também prevê a criação do Instituto Federal do Sertão Paraibano (IFSertãoPB).
Entre as mudanças previstas está a criação da carreira de Analista Técnico do Poder Executivo Federal (ATE).
A nova carreira será formada a partir da transformação de 6,9 mil cargos administrativos atualmente vagos, que hoje estão distribuídos por diferentes órgãos da administração pública.
Os profissionais terão formação em áreas como:
A remuneração será composta por vencimento básico e Gratificação de Desempenho de Atividades Executivas (GDATE).
Segundo o texto, o topo da carreira poderá chegar a cerca de R$ 15,8 mil, após o reenquadramento previsto para abril de 2026.
O projeto também estabelece outras medidas administrativas e de valorização de servidores, entre elas:
De acordo com estimativas do governo, o impacto orçamentário das medidas pode chegar a R$ 4,16 bilhões em 2026.
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Baixar áudioO governo federal vai investigar os recentes aumentos nos preços dos combustíveis registrados em postos da Bahia, do Rio Grande do Norte, de Minas Gerais, do Rio Grande do Sul e do Distrito Federal. A Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), órgão ligado ao Ministério da Justiça e Segurança Pública, encaminhou nesta terça-feira (10) um ofício ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) solicitando a apuração do caso.
A medida foi tomada após sindicatos do setor denunciarem que distribuidoras dessas unidades federativas estariam elevando os preços de venda com base na alta do petróleo no mercado internacional, associada ao conflito no Oriente Médio.
Apesar da justificativa, a Petrobras não anunciou reajustes nos preços dos combustíveis vendidos em suas refinarias.
Em nota publicada nas redes sociais, o Sindicato do Comércio de Combustíveis da Bahia (SindiCombustíveis-BA) afirmou estar preocupado com os efeitos do cenário internacional sobre o mercado baiano. “O conflito envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã tem pressionado as cotações do petróleo no mercado internacional e já provoca reflexos no Brasil”, disse a entidade.
O Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo do Rio Grande do Norte (Sindipostos-RN) também destacou nas redes sociais que o conflito “já começa a refletir na alta do preço do petróleo no mercado internacional, acendendo um sinal de atenção para o setor de combustíveis no Brasil”.
Em Minas Gerais, o Minaspetro alertou nas redes sociais que a defasagem no preço do diesel já supera R$ 2 por litro e, na gasolina, se aproxima de R$ 1.
“As companhias estão restringindo a venda e praticando preços exorbitantes, principalmente para os revendedores marca própria. Já há relatos de postos totalmente secos em Minas Gerais. O Minaspetro está monitorando a situação e irá acionar os órgãos reguladores para mitigar o risco de desabastecimento”, afirmou a entidade.
De acordo com o Sindicato das Empresas Distribuidoras de Combustíveis e de Lubrificantes no Distrito Federal (Sindicombustíveis-DF), o preço da gasolina nas refinarias da Petrobras está cerca de R$ 0,84 abaixo do valor praticado no mercado internacional. No caso do diesel, a diferença chega a R$ 1,90.
Na refinaria da Bahia, que é privatizada e compra petróleo no mercado externo, a gasolina está cerca de R$ 0,22 mais barata que no mercado internacional e o diesel, R$ 0,89. Já na refinaria do Rio Grande do Norte, também privatizada, a gasolina está R$ 0,41 abaixo e o diesel, R$ 0,75.
Por outro lado, na refinaria do Amazonas, os preços estão acima da referência internacional: a gasolina custa cerca de R$ 0,23 a mais e o diesel, R$ 0,02, o que contribui para que a Região Norte tenha os combustíveis mais caros do país.
No Distrito Federal, o presidente do Sindicombustíveis-DF, Paulo Tavares, afirma que distribuidoras regionais, que trabalham com produto importado, não conseguem manter preços competitivos diante da alta internacional. Segundo ele, quem tem abastecido o mercado local são postos chamados de “bandeira branca”, abastecidos pelas três maiores distribuidoras do país — Shell, Ipiranga e Vibra — detentoras de cotas de fornecimento da Petrobras.
“A Petrobras é autossuficiente na produção de petróleo, mas não é autossuficiente no refino do diesel. Esse reajuste maior do diesel ocorre porque o Brasil importa 25% do combustível. Essas três maiores distribuidoras (Shell, Ipiranga e Vibra) já subiram seus preços no diesel, na região do Distrito Federal, entre R$ 0,45 e R$ 0,48 por litro”, afirma.
No caso da gasolina, Shell e Vibra reajustaram o preço em R$ 0,10 por litro, enquanto a Ipiranga aplicou aumento de R$ 0,17.
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Baixar áudioO Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) divulgou o prognóstico climático para este trimestre de 2026, de março a maio. O documento indica um cenário de transição climática que deverá exigir atenção redobrada dos produtores rurais devido à variação na umidade do solo e ao risco de estresse hídrico em culturas essenciais de segunda safra. Enquanto o Norte e o Centro-Oeste devem manter bons níveis de umidade para o milho safrinha, áreas do Nordeste e do Sudeste podem enfrentar restrições hídricas severas que ameaçam a produtividade de grãos e pastagens, especialmente na porção final do trimestre.
Na Região Norte, a previsão indica volumes de chuva acima da média histórica em grande parte do Amazonas, Pará e Roraima, o que deve manter os níveis de umidade no solo superiores a 80% . Essa condição favorece o desenvolvimento inicial do milho segunda safra e a manutenção das pastagens, mas o excesso hídrico pode dificultar operações de colheita e elevar riscos fitossanitários. Em contrapartida, o sul do Tocantins deve enfrentar chuvas abaixo da média e redução de até 40% no armazenamento de água no solo em maio, limitando o crescimento de forrageiras.
A Região Nordeste deve registrar chuvas abaixo da média na maior parte do território, com déficits de até 100 mm no litoral do Rio Grande do Norte e da Paraíba. Aliado a temperaturas até 1 ºC acima da média, o armazenamento hídrico no solo tende a cair para níveis inferiores a 30%. O cenário é crítico para as lavouras de sequeiro de milho e feijão, com previsão de déficits acentuados em abril no Piauí, Pernambuco e Bahia, o que trará maior demanda por irrigação na fruticultura do Vale do São Francisco.
Na Região Centro-Oeste, o prognóstico aponta chuvas acima da média em Mato Grosso e no norte de Mato Grosso do Sul, favorecendo o estabelecimento do milho safrinha e do algodão em março e abril. A partir de abril, contudo, a previsão é a de uma redução progressiva da umidade do solo, com estoques baixando para menos de 60% em maio. Essa transição para um cenário de déficit hídrico pode comprometer o potencial produtivo das lavouras de segunda safra em fases críticas de desenvolvimento, além de elevar as temperaturas em toda a região.
Para a Região Sudeste, espera-se chuvas abaixo da média no centro-norte de Minas Gerais, Espírito Santo e Rio de Janeiro. Embora o início do trimestre apresente umidade satisfatória para culturas como milho, feijão e trigo sequeiro, há projeção de uma restrição hídrica crescente, especialmente em maio. O atraso nas semeaduras de segunda safra pode fazer com que as culturas atinjam fases de florescimento e enchimento de grãos sob forte estresse hídrico, impactando o peso e o número de grãos por espiga.
Na Região Sul, o cenário é de recuperação gradativa da umidade no solo no Rio Grande do Sul e manutenção de níveis acima de 70% nas demais áreas. No Paraná, as condições são favoráveis para milho, batata e feijão de segunda safra. Entretanto, a previsão de chuvas abaixo da média em Santa Catarina e no sudoeste do Paraná, somada às temperaturas até 1 ºC acima do normal, exigirá monitoramento dos produtores. Além disso, o excesso hídrico previsto para abril e maio no noroeste gaúcho pode encurtar as janelas de colheita da soja e do arroz, afetando a qualidade final dos produtos.
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioUma pesquisa realizada pela Associação Brasileira de Bancos (ABBC) em parceria com a Nexus Pesquisa e Inteligência de Dados indica que 56% dos beneficiários do INSS recorreram ao empréstimo consignado por necessidade financeira imediata, reforçando a relevância dessa modalidade de crédito para aposentados e pensionistas.
De acordo com o levantamento, os recursos obtidos são direcionados principalmente para quitar dívidas em atraso (35%), pagar despesas do cotidiano (34%) e custear gastos médicos (28%). Como os entrevistados puderam indicar mais de uma resposta, os percentuais podem ultrapassar 100%.
Os dados revelam um cenário de pressão sobre o orçamento doméstico desse público. Atualmente, 53% dos entrevistados afirmam possuir dívidas em atraso, enquanto apenas 14% avaliam sua situação financeira como boa ou ótima. As maiores preocupações estão relacionadas ao pagamento de contas da casa (51%) e à quitação de dívidas ou empréstimos (32%).
Quando questionados sobre a possibilidade de não ter acesso ao consignado, 70% disseram que a ausência da modalidade poderia prejudicar sua organização financeira. Entre aqueles que ainda têm margem para contratar crédito, 73% afirmaram que provavelmente recorreriam novamente ao consignado.
O levantamento também traçou o perfil de quem contrata esse tipo de crédito. 88% dos entrevistados são responsáveis pelo sustento da família, sendo que 59% atuam como os únicos provedores do domicílio. Em muitos casos, o empréstimo é utilizado para cobrir despesas essenciais em períodos de maior fragilidade econômica.
Em relação ao processo de contratação, 84% consideraram a operação fácil ou muito fácil. O atendimento presencial em agências bancárias aparece como o canal individual mais utilizado, com 30% das contratações, associado principalmente à sensação de segurança. Já canais digitais — como aplicativos, sites de bancos e WhatsApp — somados representam 53% das operações, destacando-se pela rapidez e conveniência.
Entre os entrevistados que relataram dificuldades no processo, os principais obstáculos mencionados foram os bloqueios mensais do benefício para contratação de crédito realizados pelo INSS e a restrição para novos empréstimos nos primeiros 90 dias após a concessão do benefício.
Para Leandro Vilain, CEO da ABBC, os dados mostram que o consignado faz parte da dinâmica financeira de uma parcela significativa dos beneficiários.
“O empréstimo consignado é uma alternativa segura e acessível para aposentados e pensionistas do INSS, atendendo majoritariamente um público de baixa renda, muitas vezes com restrições cadastrais, com uma das menores taxas do mercado, contribuindo para a inclusão financeira e previsibilidade orçamentária”, destaca.
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Vilain também ressalta que o debate sobre crédito precisa considerar tanto o acesso quanto o uso responsável. De acordo com ele, o crédito formal desempenha um papel relevante no sistema financeiro ao oferecer opções estruturadas e regulamentadas, e a atuação das instituições deve priorizar transparência, responsabilidade institucional e sustentabilidade das operações.
Já Marcelo Tokarski, CEO da Nexus, afirma que o estudo apresenta um retrato descritivo do perfil dos consumidores que recorrem ao consignado. Segundo ele, os resultados indicam que a modalidade é utilizada sobretudo para cobrir despesas correntes e compromissos financeiros já existentes, ajudando a compreender como esse tipo de crédito se insere no orçamento doméstico desse público.
A pesquisa foi realizada por entrevistas telefônicas, com margem de erro de 2,8 pontos percentuais e nível de confiança de 95%. A pesquisa foi realizada entre 10 e 22 de fevereiro de 2026, com 1.200 aposentados e pensionistas que contrataram empréstimo consignado vinculado ao INSS, abrangendo todas as regiões do país
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Baixar áudioDe janeiro a março de 2026, os municípios brasileiros partilharam mais de R$ 41 bilhões do Fundo de Participação dos Municípios (FPM). O valor representa um aumento de aproximadamente 5% em comparação com o mesmo período de 2025, quando o montante foi de cerca de R$ 39 bilhões.
Contudo, nos repasses referentes aos dois últimos decêndios deste ano, os valores foram inferiores aos registrados no mesmo período do ano anterior. Para o especialista em orçamento público Cesar Lima, essa tendência pode estar relacionada aos efeitos da nova faixa de isenção do Imposto de Renda, já que parte do FPM é composta pelos recursos arrecadados pela União com esse tributo.
“Isso impacta, claro, diretamente os municípios. O que o governo espera é que, com a criação da alíquota de 10% para quem ganha mais de R$ 50 mil por mês, esses valores possam ser compensados, resultando em um equilíbrio. Contudo, temos observado que, nos últimos decêndios do FPM, houve queda — inclusive no mais recente, que registrou redução significativa de cerca de 11% em relação ao ano passado —, muito provavelmente já como reflexo da diminuição na arrecadação”, avalia.
Fonte: Tesouro Nacional
Segundo o governo federal, para mitigar a perda de arrecadação, foi retomada em 2026 a tributação sobre a distribuição de lucros e dividendos. Para pessoas físicas residentes no Brasil, aplica-se uma alíquota de 10% sobre valores que ultrapassem R$ 50 mil mensais — ou R$ 600 mil anuais — por empresa. Para beneficiários domiciliados no exterior, a mesma alíquota incide sobre os dividendos pagos ou remetidos, independentemente do valor.
Lima, no entanto, afirma que, mesmo com essa previsão, ainda não há garantias de que a medida compensará integralmente as perdas municipais.
“Não existe, na legislação atual, um mecanismo que obrigue a União a fazer uma complementação direta ao FPM para cobrir perdas decorrentes de mudanças em alíquotas ou faixas de isenção. Também não há comprovação de que a tributação adicional de 10% sobre rendas acima de R$ 50 mil mensais será suficiente, especialmente considerando a possibilidade de planejamento tributário para reduzir essa incidência”, afirma.
Um estudo divulgado pela Confederação Nacional de Municípios (CNM) estima que, caso as medidas compensatórias anunciadas não produzam os resultados esperados, o impacto nos cofres das prefeituras pode chegar a R$ 9,5 bilhões por ano.
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De acordo com o levantamento, a medida produzirá dois efeitos distintos nas finanças municipais. O primeiro diz respeito aos recursos repassados por meio do FPM, cujo prejuízo pode alcançar R$ 4,6 bilhões. O segundo está relacionado à arrecadação própria das prefeituras proveniente do Imposto de Renda retido na fonte, com perdas projetadas de pelo menos R$ 4,9 bilhões.
A nova faixa de isenção do Imposto de Renda, em vigor desde janeiro deste ano, beneficia contribuintes com rendimentos mensais de até R$ 5 mil e prevê redução gradual do imposto para quem recebe até R$ 7.350.
Copiar o textoEm Paranaguá, a soja marca o período em alta; no Paraná, o trigo apresenta queda
Baixar áudioA saca de 60 quilos da soja inicia esta quinta-feira (12) com valorização no Paraná. No interior do estado, o grão é negociado a R$ 122,31, com alta de 0,25%. Já no porto de Paranaguá, principal referência no litoral paranaense, a cotação apresenta elevação de 0,38%, sendo negociada a R$ 129,29.
INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANÁ
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 11/03/2026 | 122,31 | 0,25% | 1,33% | 23,69 |
| 10/03/2026 | 122,00 | -0,47% | 1,08% | 23,64 |
| 09/03/2026 | 122,57 | -0,61% | 1,55% | 23,70 |
| 06/03/2026 | 123,32 | 1,25% | 2,17% | 23,49 |
| 05/03/2026 | 121,80 | 0,48% | 0,91% | 23,06 |
INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANAGUÁ
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 11/03/2026 | 129,29 | 0,38% | 1,94% | 25,04 |
| 10/03/2026 | 128,80 | -0,94% | 1,55% | 24,96 |
| 09/03/2026 | 130,02 | -0,88% | 2,52% | 25,14 |
| 06/03/2026 | 131,18 | 1,27% | 3,43% | 24,99 |
| 05/03/2026 | 129,54 | 1,04% | 2,14% | 24,53 |
O preço do trigo apresenta desvalorização no Paraná e a tonelada é negociada a R$ 1.210,08. E no Rio Grande do Sul, a tonelada do grão registra elevação de 0,13%, sendo cotada a R$ 1.093,06.
PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - PARANÁ
| Data | Valor R$/t* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$/t* |
|---|---|---|---|---|
| 11/03/2026 | 1.210,08 | -0,10% | 2,72% | 234,33 |
| 10/03/2026 | 1.211,34 | 0,19% | 2,82% | 234,71 |
| 09/03/2026 | 1.209,02 | 0,10% | 2,63% | 233,76 |
| 06/03/2026 | 1.207,77 | 1,49% | 2,52% | 230,05 |
| 05/03/2026 | 1.190,04 | -1,08% | 1,02% | 225,30 |
PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - RIO GRANDE DO SUL
| Data | Valor R$/t* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$/t* |
|---|---|---|---|---|
| 11/03/2026 | 1.093,06 | 0,13% | -0,52% | 211,67 |
| 10/03/2026 | 1.091,60 | 0,00% | -0,65% | 211,51 |
| 09/03/2026 | 1.091,60 | 0,60% | -0,65% | 211,06 |
| 06/03/2026 | 1.085,06 | 0,05% | -1,24% | 206,68 |
| 05/03/2026 | 1.084,48 | -0,10% | -1,30% | 205,32 |
Os dados são do Cepea.
A saca de soja e a saca de trigo são as principais unidades de comercialização de grãos no Brasil. Cada saca equivale a 60 quilos, padrão adotado por órgãos oficiais como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).
Esse formato padronizado facilita o comércio da soja e do trigo, além de permitir um acompanhamento mais preciso das cotações e variações de preços no mercado nacional.
Copiar o textoAs cotações do frango congelado apresentam estabilidade, carcaça suína segue a mesma tendência
Baixar áudioO preço do boi gordo nesta quinta-feira (12) apresenta alta; a arroba está sendo negociada a R$ 347,25, no estado de São Paulo.
INDICADOR DO BOI GORDO CEPEA/ESALQ
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 11/03/2026 | 347,25 | 0,13% | -1,67% | 67,24 |
| 10/03/2026 | 346,80 | -0,17% | -1,80% | 67,20 |
| 09/03/2026 | 347,40 | 0,39% | -1,63% | 67,17 |
| 06/03/2026 | 346,05 | -0,36% | -2,01% | 65,91 |
| 05/03/2026 | 347,30 | -0,39% | -1,66% | 65,75 |
Na Grande São Paulo, em São José do Rio Preto e em Descalvado, os preços do frango apresentam estabilidade pelo segundo dia consecutivo. O frango congelado passou a ser negociado a R$ 7,05, enquanto o frango resfriado fechou a R$ 7,09.
PREÇOS DO FRANGO CONGELADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|
| 11/03/2026 | 7,05 | 0,00% | -2,89% |
| 10/03/2026 | 7,05 | 0,00% | -2,89% |
| 09/03/2026 | 7,05 | -0,14% | -2,89% |
| 06/03/2026 | 7,06 | 0,00% | -2,75% |
| 05/03/2026 | 7,06 | 0,00% | -2,75% |
PREÇOS DO FRANGO RESFRIADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|
| 11/03/2026 | 7,09 | 0,00% | -3,01% |
| 10/03/2026 | 7,09 | 0,00% | -3,01% |
| 09/03/2026 | 7,09 | -0,14% | -3,01% |
| 06/03/2026 | 7,10 | 0,00% | -2,87% |
| 05/03/2026 | 7,10 | 0,00% | -2,87% |
A carcaça suína especial também apresenta estabilidade, sendo negociada a R$ 10,12, por quilo, nos atacados da Grande São Paulo.
O suíno vivo registra alta na maior parte dos estados, com destaque para São Paulo onde o animal é comercializado a R$ 6,96.
PREÇOS DA CARCAÇA SUÍNA ESPECIAL (R$/kg)
| Data | Média | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|
| 11/03/2026 | 10,12 | 0,00% | 0,20% |
| 10/03/2026 | 10,12 | 0,40% | 0,20% |
| 09/03/2026 | 10,08 | 0,80% | -0,20% |
| 06/03/2026 | 10,00 | 0,40% | -0,99% |
| 05/03/2026 | 9,96 | -2,45% | -1,39% |
INDICADOR DO SUÍNO VIVO CEPEA/ESALQ (R$/kg)
| Data | Estado | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|---|
| 11/03/2026 | MG - posto | 6,76 | 0,00% | 0,00% |
| 11/03/2026 | PR - a retirar | 6,69 | 0,30% | 1,52% |
| 11/03/2026 | RS - a retirar | 6,80 | 0,29% | 1,04% |
| 11/03/2026 | SC - a retirar | 6,64 | 0,00% | 2,00% |
| 11/03/2026 | SP - posto | 6,96 | 0,29% | 0,87% |
Os valores são do Cepea.
O boi gordo é o bovino macho pronto para o abate, com peso mínimo de 16 arrobas líquidas de carcaça (aproximadamente 240 kg) e até 42 meses de idade. Atende aos padrões do mercado nacional e internacional, incluindo exportações para Europa, China e cota Hilton.
O frango congelado passa por congelamento rápido, com temperaturas abaixo de -12°C, garantindo maior vida útil para armazenamento e transporte a longas distâncias. Já o frango resfriado é mantido entre 0°C e 4°C, com validade de 5 a 7 dias, oferecendo textura e sabor mais próximos do fresco, ideal para consumidores exigentes e restaurantes.
Copiar o textoVeja os valores do café arábica, café robusta, açúcar cristal e do milho no mercado
Baixar áudioO preço do café arábica nesta quinta-feira (12) registra baixa e a saca de 60 kg é negociada por R$ 1.872,75, na cidade de São Paulo.
INDICADOR DO CAFÉ ARÁBICA CEPEA/ESALQ
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$ |
|---|---|---|---|---|
| 11/03/2026 | 1.872,75 | -2,39% | 4,18% | 362,66 |
| 10/03/2026 | 1.918,60 | -0,56% | 6,73% | 371,75 |
| 09/03/2026 | 1.929,37 | 0,85% | 7,33% | 373,04 |
| 06/03/2026 | 1.913,12 | 2,04% | 6,43% | 364,40 |
| 05/03/2026 | 1.874,79 | 0,80% | 4,29% | 354,94 |
O café robusta apresentou desvalorização de 3,67% e está sendo negociado a R$ 998,97.
INDICADOR DO CAFÉ ROBUSTA CEPEA/ESALQ
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$ |
|---|---|---|---|---|
| 11/03/2026 | 998,97 | -3,67% | -3,27% | 193,45 |
| 10/03/2026 | 1.037,08 | -2,81% | 0,42% | 200,95 |
| 09/03/2026 | 1.067,07 | -0,34% | 3,32% | 206,32 |
| 06/03/2026 | 1.070,68 | 0,48% | 3,67% | 203,94 |
| 05/03/2026 | 1.065,57 | -0,22% | 3,18% | 201,74 |
O preço do açúcar cristal apresenta variação nas principais praças do estado de São Paulo. Na capital, a saca de 50 kg registra baixa de 1,26%, cotada a R$ 97,28.
INDICADOR DO AÇÚCAR CRISTAL BRANCO CEPEA/ESALQ - SÃO PAULO
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 11/03/2026 | 97,28 | -1,26% | -1,33% | 18,84 |
| 10/03/2026 | 98,52 | 0,21% | -0,07% | 19,09 |
| 09/03/2026 | 98,31 | 0,96% | -0,28% | 19,01 |
| 06/03/2026 | 97,38 | -0,25% | -1,23% | 18,55 |
| 05/03/2026 | 97,62 | -0,62% | -0,98% | 18,48 |
Em Santos (SP), a mercadoria é negociada a R$ 107,62; a cotação média apresenta elevação de 0,71%.
INDICADOR AÇÚCAR CRISTAL - SANTOS
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 11/03/2026 | 107,62 | 0,71% | 0,48% | 20,86 |
| 10/03/2026 | 106,86 | -4,08% | -0,23% | 20,70 |
| 09/03/2026 | 111,40 | 2,82% | 4,01% | 21,37 |
| 06/03/2026 | 108,34 | 2,23% | 1,15% | 20,49 |
| 05/03/2026 | 105,98 | 3,59% | -1,05% | 20,21 |
A saca de 60 kg do milho é negociada a R$ 71,32, com alta de 0,32%.
INDICADOR DO MILHO ESALQ/BM&FBOVESPA
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 11/03/2026 | 71,32 | 0,32% | 2,57% | 13,81 |
| 10/03/2026 | 71,09 | 0,65% | 2,24% | 13,77 |
| 09/03/2026 | 70,63 | 0,10% | 1,58% | 13,66 |
| 06/03/2026 | 70,56 | 0,46% | 1,48% | 13,44 |
| 05/03/2026 | 70,24 | 0,01% | 1,02% | 13,30 |
Os dados são do Cepea.
Café arábica e café robusta são as duas principais variedades cultivadas e comercializadas no Brasil, ambas medidas em sacas de 60 kg.
A saca de açúcar cristal no Brasil é padronizada em 50 quilos, especialmente para comercialização no mercado atacadista e para uso na indústria alimentícia. Essa unidade de medida é adotada pelo Cepea/Esalq-USP, principal fonte de cotações diárias do açúcar cristal no país.
A saca de milho equivale a 60 kg de grãos, mesmo padrão utilizado para soja e trigo. Essa medida é oficializada por instituições como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Cepea, sendo amplamente usada em negociações e relatórios de preço do milho.
Copiar o textoMoeda norte-americana encerra cotada a R$ 5,15, com leve alta de 0,04%
Baixar áudioO dólar fechou o último pregão perto da estabilidade, cotado a R$ 5,15, com leve alta de 0,04%.
De acordo com especialistas, o real segue atrativo para investidores por causa do patamar elevado dos juros no Brasil e da forte presença das commodities na economia.
Analistas apontam que a alta de produtos como petróleo, soja e milho também contribui para sustentar a moeda brasileira, mesmo diante de preocupações com a inflação.
Já o euro encerrou o último pregão em baixa, cotado a R$ 6,00.
A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.
| Código | BRL | USD | EUR | GBP | JPY | CHF | CAD | AUD |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| BRL | 1 | 0,1939 | 0,1664 | 0,1435 | 30,8155 | 0,1513 | 0,2635 | 0,2692 |
| USD | 5,1586 | 1 | 0,8646 | 0,7455 | 158,96 | 0,7804 | 1,3593 | 1,3982 |
| EUR | 6,0096 | 1,1566 | 1 | 0,8624 | 183,86 | 0,9026 | 1,5722 | 1,6174 |
| GBP | 6,9207 | 1,3413 | 1,1597 | 1 | 213,21 | 1,0467 | 1,8231 | 1,8756 |
| JPY | 3,24519 | 0,629069 | 0,54389 | 0,468977 | 1 | 0,4909 | 0,85512 | 0,87962 |
| CHF | 6,6101 | 1,2815 | 1,1079 | 0,9553 | 203,69 | 1 | 1,7423 | 1,7920 |
| CAD | 3,7950 | 0,7357 | 0,6361 | 0,5485 | 116,95 | 0,5741 | 1 | 1,0288 |
| AUD | 3,7154 | 0,7151 | 0,6183 | 0,5331 | 113,67 | 0,5581 | 0,9720 | 1 |
Os dados são da Investing.com.
Copiar o textoAvanço de 0,28% foi impulsionado principalmente por ações do setor de petróleo
Baixar áudioO Ibovespa fechou o último pregão em alta de 0,28%, aos 183.969 pontos. Durante o dia, o principal índice da bolsa brasileira oscilou entre 182.021 pontos na mínima e 185.714 pontos na máxima, com volume financeiro de R$ 26,47 bilhões.
De acordo com especialistas, o desempenho positivo foi impulsionado principalmente pela valorização das ações do setor de petróleo, acompanhando a alta da commodity no mercado internacional.
Analistas também destacam que as tensões geopolíticas no cenário externo seguem influenciando os mercados globais, especialmente diante de preocupações com a oferta de petróleo.
Confira as ações com melhor e pior desempenho no último fechamento:
Ações em alta no Ibovespa
Ações em queda no Ibovespa
O volume total negociado na B3 foi de R$ 26.641.231.897, em meio a 3.350.207 negócios.
Os dados da bolsa podem ser consultados no site da B3.
O Ibovespa (Índice Bovespa) é o principal indicador do mercado acionário brasileiro. Calculado pela B3, ele reflete a média do desempenho das ações mais negociadas na bolsa, com base em critérios de volume e liquidez. O índice é composto por uma carteira teórica de ativos, que representa cerca de 80% do volume financeiro total negociado no mercado.
A B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) é a bolsa de valores oficial do Brasil, sediada em São Paulo. É responsável pela negociação de ações, derivativos, títulos públicos e privados, câmbio e outros ativos financeiros. A B3 está entre as maiores bolsas do mundo em infraestrutura e valor de mercado.
Copiar o textoO concurso 3633 da Lotofácil foi realizado nesta quarta-feira (11/03/2026), no Espaço da Sorte, em São Paulo, e divulgado pela Caixa Econômica Federal. 2 apostadores acertaram as 15 dezenas e levaram para casa o prêmio de R$ 2.076.050,22. Os bilhetes premiados foram adquiridos em Saçvador (BA) e Teresina (PI).
O prêmio para o próximo concurso da Lotofácil, de número 3634, que será realizado na quinta-feira, 12 de março de 2026, está estimado em R$ 2.000.000,00. Aproveite a oportunidade e faça sua aposta para concorrer!
01 - 05 - 06 - 07 - 10 - 11 - 13 - 17 - 18 - 20 - 21 - 22 - 23 - 24 - 25
A aposta mínima, de 15 números, custa R$ 3,50 com chance de 1 em 3.268.760 e a máxima custa R$ 46.512 com chance de 1 em 211.
|
Quantidade de números jogados |
Valor da aposta |
|---|---|
|
15 |
R$ 3,50 |
|
16 |
R$ 48 |
|
17 |
R$ 408 |
|
18 |
R$ 2.448 |
|
19 |
R$ 11.628 |
|
20 |
R$ 46.512 |
De segunda-feira a sábado, às 21h.
Quer apostar sem complicação? Use a Surpresinha e deixe o sistema escolher os números para você — uma forma prática e rápida de participar dos sorteios.
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Baixar áudioA previsão do tempo para o Sul do país, nesta quinta-feira (12), indica céu com muitas nuvens para toda a região, com chuvas de diferentes intensidades para os três estados ao longo do dia.
Pela manhã, a previsão é com muitas nuvens para toda a região e possibilidade de chuvas isoladas para o centro-norte e leste do Paraná, centro-leste de Santa Catarina e centro-leste do Rio Grande do Sul. As chuvas devem amanhecer mais intensas no norte e leste do Paraná e no litoral leste entre o Paraná e o Rio Grande do Sul.
Durante a tarde, as chuvas se intensificam em todo o estado de Santa Catarina, centro-leste do Paraná e nordeste do Rio Grande do Sul, acompanhadas de trovoadas no centro-leste paranaense e catarinense e no nordeste gaúcho.
À noite, as chuvas perdem intensidade e se restringem ao centro-norte e leste do Paraná e litoral leste entre Santa Catarina e o Rio Grande do Sul. As pancadas de chuva se restringem ao centro-nordeste do Paraná e nordeste do litoral catarinense, mas sem trovoadas.
O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta de perigo de tempestade para o extremo-sul do Paraná, oeste e centro-sul de Santa Catarina e norte e litoral do Rio Grande do Sul.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 15°C, em Curitiba. Já a máxima pode chegar até 29°C, em Porto Alegre. A umidade relativa do ar varia entre 50% e 100%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioO projeto do Ramal do Piancó avançou mais uma etapa do licenciamento ambiental com a realização de audiências públicas nos municípios de Mauriti (CE) e Conceição (PB), nesta terça e quarta-feira (10 e 11). Os encontros contaram com a participação do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR) e foram conduzidos pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).
As audiências têm como objetivo garantir transparência e participação social, permitindo que a população conheça os detalhes do projeto, esclareça dúvidas e apresente sugestões e preocupações sobre a iniciativa. O Ramal do Piancó é um empreendimento hídrico estratégico que busca fortalecer a segurança hídrica e promover o desenvolvimento regional por meio da conexão com o Projeto de Integração do Rio São Francisco (PISF).
A primeira audiência foi realizada na Câmara Municipal de Mauriti, no Ceará, e a segunda ocorreu na Câmara Municipal de Conceição, na Paraíba. A iniciativa mobilizou moradores de municípios da região do Vale do Piancó, como Boa Ventura, Diamante, Ibiara, Itaporanga e Piancó, diretamente beneficiados pela futura estrutura hídrica. “Esse é um rito normal do licenciamento ambiental para obtenção da licença prévia para implantação do projeto. Depois dessa etapa, apresentamos os programas ambientais ao Ibama para a licença de instalação e, após a implantação da obra, a licença de operação, quando a água poderá ser liberada para o ramal”, explicou Elianeiva de Queiroz Odisio, coordenadora-geral de Programas Ambientais da Secretaria Nacional de Segurança Hídrica do MIDR.
O projeto prevê a ampliação do acesso às águas do Rio São Francisco para a bacia do rio Piancó, no Sertão paraibano, região que ainda não havia sido contemplada diretamente com essa ligação. Segundo Elianeiva, a iniciativa atende a uma demanda histórica da população local. “O Eixo Norte do Projeto São Francisco já está concluído e opera há algum tempo, levando água para Paraíba, Ceará e agora também para o Rio Grande do Norte. Mas a bacia do Piancó não tinha sido contemplada com essa ligação. Essa foi uma reivindicação do povo paraibano. O ramal contará com duas adutoras que levarão quatro metros cúbicos por segundo para a bacia do Piancó”, destacou.
A coordenadora ressaltou ainda que as audiências públicas são um momento fundamental de diálogo com a sociedade. “Essa é a hora que a gente conversa com a população para saber o que ela acha do projeto e o que espera dele”, finalizou.
Durante os encontros, técnicos responsáveis apresentaram informações sobre o Estudo de Impacto Ambiental (EIA) e o Relatório de Impacto Ambiental (RIMA), além das medidas previstas para reduzir e compensar possíveis impactos da obra.
Segundo o coordenador-geral da Coordenação de Empreendimentos Fluviais e Pontuais Terrestres do Ibama, Edmilson Comparini Maturana, as audiências públicas são fundamentais para garantir transparência no processo de licenciamento. “Essas audiências visam dar transparência e colher contribuições da população para análise dos técnicos do Ibama. Uma das motivações é explicar como o projeto vai se desenvolver na região, quais são os impactos previstos e as medidas mitigadoras e compensatórias. A equipe técnica acolhe essas informações, confronta com os estudos de impacto ambiental e emite um parecer para aperfeiçoar e melhor definir a licença ambiental”, explicou.
Com cerca de 19 quilômetros de extensão, o Ramal do Piancó irá conectar o Eixo Norte do PISF à bacia do rio Piancó, contribuindo para a segurança hídrica, fortalecimento das atividades produtivas e o desenvolvimento socioeconômico da região.
Com investimento estimado em cerca de R$ 350 milhões, o empreendimento integra o conjunto de estruturas associadas ao Projeto de Integração do Rio São Francisco, ampliando o alcance das águas do Velho Chico no Nordeste.
Copiar o textoChuvas cobrem a região ao longo do dia, com trovoadas; temperaturas variam entre 19°C e 33°C
Baixar áudioA previsão do tempo para a Região Centro-Oeste, nesta quinta-feira (12), indica a presença de muitas nuvens e chuvas intensas para toda a região ao longo do dia, acompanhadas de trovoadas.
O dia amanhece já com a previsão de muitas nuvens e pancadas de chuva isoladas para toda a região. As pancadas de chuva devem amanhecer acompanhadas de trovoadas na porção centro-norte de Mato Grosso do Sul, extremo-sul de Goiás e centro-oeste de Mato Grosso.
Durante a tarde, as chuvas se mantêm sobre as mesmas áreas, enquanto as trovoadas recuam no oeste de Mato Grosso.
À noite, as pancadas de chuva com trovoadas tomam todo o estado de Mato Grosso, sul e extremo-norte de Goiás e se restringem ao centro-norte em Mato Grosso do Sul.
O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta de perigo potencial de chuvas intensas para todo o Distrito Federal, centro-norte de Goiás e centro-nordeste de Mato Grosso, além de alerta de perigo de chuvas intensas para o centro-oeste e sul de Mato Grosso, sul de Goiás e centro-norte de Mato Grosso do Sul.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 19°C em Brasília. Já a máxima pode chegar até 33°C, em Cuiabá. A umidade relativa do ar varia entre 50% e 100%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA previsão do tempo para a Região Sudeste do país, nesta quinta-feira (12), é de céu com muitas nuvens para toda a região e chuvas de diferentes intensidades em todos os estados ao longo do dia, acompanhadas de trovoadas e com maior intensidade à tarde.
Pela manhã, a previsão é de céu com muitas nuvens para toda a região e pancadas de chuva isoladas para quase toda a região — à exceção do norte de Minas Gerais, onde deve chover com menor intensidade, e extremo-norte mineiro, onde não deve chover. As pancadas de chuva devem amanhecer acompanhadas de trovoadas em todo o estado de São Paulo, oeste do Rio de Janeiro e extremo-sul de Minas Gerais.
Durante a tarde, as chuvas tomam toda a região, e as pancadas de chuva acompanhadas de trovoadas tomam todo o Rio de Janeiro e centro-sul do Espírito Santo.
À noite, as chuvas se mantêm sobre toda a região, com menor intensidade no norte mineiro. As pancadas de chuva com trovoadas se restringem ao Rio de Janeiro, centro-sul de Minas Gerais, sul do Espírito Santo e centro-norte de São Paulo.
O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta de perigo de chuvas intensas para todo o Espírito Santo, centro-norte e extremo-sul de São Paulo, leste do Rio de Janeiro e quase todo o estado de Minas Gerais — à exceção do extremo-norte —, além de alerta de grande perigo de acumulado de chuva para o centro-oeste do Rio, extremo-leste de São Paulo e extremo-sul mineiro.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 17°C em São Paulo. Já a máxima pode chegar até 32°C, em Vitória. A umidade relativa do ar varia entre 60% e 100%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA previsão do tempo para a Região Norte do país, nesta quinta-feira (12), indica céu com muitas nuvens para toda a região e chuvas de diferentes intensidades para todos os estados ao longo do dia.
Pela manhã, a previsão é de muitas nuvens e pancadas de chuva isoladas para quase toda a região — à exceção de Roraima, onde deve chover com menor intensidade —, que devem amanhecer acompanhadas de trovoadas em todos os estados, exceto pelo extremo-norte do Amazonas e sul do Tocantins.
Durante a tarde, as pancadas de chuva com trovoadas se mantêm sobre as mesmas áreas, exceto por Tocantins, que deve ficar sob pancadas de chuva sem trovoadas.
À noite, as pancadas de chuva tomam toda a região, enquanto as trovoadas voltam a tomar o Tocantins e deixam o Acre, centro-oeste de Rondônia e centro-oeste do Amazonas.
O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta de perigo potencial de chuvas intensas para toda a região, além de alerta de perigo de chuvas intensas para o Acre, Rondônia, Amazonas, faixa central do Pará, centro-norte e extremo-sul do Amapá, extremo-norte do Tocantins e extremo-sul de Roraima.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 23°C, em Belém e Rio Branco. Já a máxima pode chegar até 36°C, em Boa Vista. A umidade relativa do ar varia entre 40% e 100%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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