VoltarO sorteio da Mega-Sena concurso 3040 acontece nesta terça-feira, 04 de agosto de 2026, a partir das 21h (horário de Brasília). Realizado pela Caixa Econômica Federal, o evento será transmitido ao vivo pelas redes oficiais. Acompanhe aqui a cobertura completa e confira os números assim que forem divulgados oficialmente.
Para participar, basta escolher de 6 a 15 números entre os 60 disponíveis no volante. A aposta mínima custa R$ 5,00, e quanto mais números você marcar, maior o preço — mas também maiores as chances de ganhar. Os sorteios acontecem três vezes por semana, às terças, quintas e sábados, sempre às 21h (horário de Brasília).
| Números apostados | Probabilidade de acertar 6 dezenas |
|---|---|
| 6 números | 1 em 50.063.860 |
| 7 números | 1 em 7.151.980 |
| 8 números | 1 em 1.787.995 |
| 9 números | 1 em 595.998 |
| 10 números | 1 em 238.399 |
| 15 números | 1 em 10.003 |
Para aumentar as chances de ganhar, é possível participar de bolões organizados pelas lotéricas ou formar um grupo de apostas. O valor mínimo por cota é de R$ 6,00, e o bolão pode ter de 2 a 100 cotas.
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Parte da arrecadação das apostas da Mega-Sena é destinada a programas sociais do governo federal, como:
Copiar o textoO sorteio da Lotofácil concurso 3753 acontece nesta terça-feira, 04 de agosto de 2026, a partir das 21h (horário de Brasília). Realizado pela Caixa Econômica Federal, o evento será transmitido ao vivo pelas redes oficiais. Acompanhe aqui a cobertura completa e confira os números assim que forem divulgados oficialmente.
A aposta mínima, de 15 números, custa R$ 3,50 com chance de 1 em 3.268.760 e a máxima custa R$ 46.512 com chance de 1 em 211.
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Quantidade de números jogados |
Valor da aposta |
|---|---|
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15 |
R$ 3,50 |
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16 |
R$ 48,00 |
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17 |
R$ 408,00 |
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18 |
R$ 2.448,00 |
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19 |
R$ 11.628,00 |
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20 |
R$ 46.512,00 |
De segunda-feira a sábado, às 21h.
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Baixar áudioA Região Sul terá uma quarta-feira (5) de muitas nuvens, com previsão de pancadas de chuva e trovoadas isoladas nos três estados. As temperaturas permanecem amenas nas capitais, sem grandes variações entre as áreas analisadas, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
No Rio Grande do Sul, Porto Alegre terá mínima de 18°C e máxima de 24°C, com muitas nuvens, pancadas de chuva e trovoadas isoladas. A mesma condição deve ocorrer em áreas da Região Metropolitana de Porto Alegre, Serra, Centro Oriental, Campanha e Sul do estado, com possibilidade de chuva ao longo do dia.
Em Santa Catarina, Florianópolis registra mínima de 15°C e máxima de 22°C, também com muitas nuvens, pancadas de chuva e trovoadas isoladas. A instabilidade deve alcançar ainda áreas do Oeste, Planalto Serrano, Vale do Itajaí e Sul catarinense.
No Paraná, Curitiba terá mínima de 16°C e máxima de 23°C, sob muitas nuvens, com pancadas de chuva e trovoadas isoladas. A condição deve se estender por áreas do Norte, Oeste, Centro-Sul e Leste paranaense.
De forma geral, a previsão indica instabilidade em grande parte da Região Sul, com chuva acompanhada de trovoadas isoladas e temperaturas mais baixas nas capitais.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA previsão para esta quarta-feira (5) indica muitas nuvens em grande parte do Centro-Oeste, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
No Distrito Federal, Brasília terá mínima de 15°C e máxima de 28°C, com muitas nuvens ao longo do dia. A condição deve permanecer estável nas demais áreas do território.
Em Goiás, Goiânia registra mínima de 18°C e máxima de 31°C, também sob muitas nuvens. A nebulosidade predomina nas regiões Centro e Sul Goiano, sem previsão de mudança significativa nas condições do tempo.
Em Mato Grosso, Cuiabá terá mínima de 23°C e máxima de 35°C, com muitas nuvens. A nebulosidade também predomina nas regiões Norte, Centro-Sul e Sudeste Mato-Grossense, mantendo o estado com tempo nublado.
Já em Mato Grosso do Sul, Campo Grande terá mínima de 21°C e máxima de 30°C, com muitas nuvens e ocorrência de chuva. A instabilidade também deve atingir áreas do Centro, Sul e Sudoeste de Mato Grosso do Sul, onde há previsão de precipitação ao longo do dia.
Céu totalmente encoberto por oito oitavos na camada de nuvens. A cobertura de nuvens é estimada em oitavos (oktas) da abóbada celeste, somando-se todas as nuvens presentes naquela camada específica.
A radiação solar e o vento promovem a evaporação; o vapor resfriado condensa em núcleos, formando nuvens e, quando as gotículas ou cristais crescem o suficiente, ocorre precipitação. Considera-se precipitação toda água líquida ou sólida que cai das nuvens e alcança o solo (garoa, chuva, chuva/garoa congelante, neve, granizo, graupel, etc.). Sua quantidade é medida por pluviômetro (com registro contínuo via pluviógrafo) e expressa preferencialmente em milímetros.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA Região Sudeste terá muitas nuvens nesta quarta-feira (5). As temperaturas apresentam variação entre as capitais, com máxima de 35°C no Rio de Janeiro, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Em São Paulo, a previsão indica muitas nuvens, com mínima de 18°C e máxima de 30°C. A condição de maior nebulosidade também aparece no litoral sul e no Vale do Ribeira, onde há possibilidade de chuva isolada.
No Rio de Janeiro, o tempo permanece com muitas nuvens. Os termômetros variam entre 17°C e 35°C, com a maior máxima entre as capitais da região. A condição se estende pelas principais áreas do estado.
Em Minas Gerais, Belo Horizonte terá muitas nuvens, com mínima de 14°C e máxima de 28°C. A nebulosidade predomina também nas demais áreas do estado.
No Espírito Santo, Vitória registra mínima de 18°C e máxima de 28°C, com muitas nuvens ao longo do dia. A mesma condição predomina nas demais áreas do território capixaba.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioNa Região Norte, a previsão para esta quarta-feira (5) indica predomínio de muitas nuvens e temperaturas elevadas. As condições de chuva variam entre os estados, com possibilidade de precipitações isoladas no extremo norte e pancadas de chuva em áreas de Roraima e do Amazonas, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
No Tocantins, Palmas terá poucas nuvens, com mínima de 21°C e máxima de 36°C. A condição de tempo mais aberto também deve predominar no estado, com temperaturas elevadas principalmente nas áreas do Ocidental e Oriental do Tocantins.
No Pará, Belém terá muitas nuvens e possibilidade de chuva isolada, com temperaturas entre 24°C e 34°C. A nebulosidade deve permanecer presente também no Nordeste Paraense, Marajó e Baixo Amazonas, enquanto outras áreas do estado terão variação de nebulosidade e períodos de tempo mais aberto.
No Amapá, Macapá terá mínima de 24°C e máxima de 32°C, com muitas nuvens e possibilidade de chuva isolada. A condição deve se estender a áreas do Norte e Sul do Amapá, com variação na ocorrência das precipitações.
Em Roraima, Boa Vista terá temperaturas entre 25°C e 33°C, com muitas nuvens e pancadas de chuva isoladas. A instabilidade também pode ocorrer em áreas do Norte e Sul de Roraima, principalmente durante períodos de maior formação de nuvens.
No Amazonas, Manaus terá mínima de 26°C e máxima de 35°C, com muitas nuvens e pancadas de chuva isoladas. A condição de instabilidade pode ocorrer em diferentes áreas do estado, incluindo o Centro, Norte, Sudoeste e Sul Amazonense.
Em Rondônia, Porto Velho terá temperaturas entre 23°C e 35°C, com muitas nuvens. A nebulosidade deve predominar também nas áreas do Madeira-Guaporé e Leste Rondoniense, sem previsão de mudança significativa na condição do tempo.
No Acre, Rio Branco terá mínima de 22°C e máxima de 34°C, também sob muitas nuvens. A condição deve predominar no Vale do Acre e Vale do Juruá, mantendo as temperaturas elevadas ao longo do dia.
A radiação solar e o vento promovem a evaporação; o vapor resfriado condensa em núcleos, formando nuvens e, quando as gotículas ou cristais crescem o suficiente, ocorre precipitação. Considera-se precipitação toda água líquida ou sólida que cai das nuvens e alcança o solo (garoa, chuva, chuva/garoa congelante, neve, granizo, graupel, etc.). Sua quantidade é medida por pluviômetro (com registro contínuo via pluviógrafo) e expressa preferencialmente em milímetros.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA previsão para o Nordeste nesta quarta-feira (5) indica predomínio de muitas nuvens e possibilidade de chuva isolada em áreas do litoral. A instabilidade se concentra principalmente entre o Leste e o Nordeste da região, enquanto áreas do interior terão períodos de maior estabilidade e menor cobertura de nuvens, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Na Bahia, Salvador terá mínima de 20°C e máxima de 29°C, com muitas nuvens e chuva isolada. A condição de chuva também deve ocorrer em áreas do Litoral Sul, Recôncavo e Nordeste Baiano, enquanto o interior terá variação de nebulosidade.
Em Sergipe, Aracaju marca 22°C de mínima e 29°C de máxima, com muitas nuvens e chuva isolada. A instabilidade se concentra principalmente no Leste Sergipano, enquanto as demais áreas do estado terão variação de nuvens.
Em Alagoas, Maceió terá temperaturas entre 20°C e 29°C, com muitas nuvens e chuva isolada. A chuva também pode ocorrer no Leste Alagoano, enquanto o interior terá períodos de maior estabilidade.
Em Pernambuco, Recife registra mínima de 21°C e máxima de 28°C, com muitas nuvens e chuva isolada. A instabilidade permanece principalmente na Mata Pernambucana e no Agreste, enquanto o Sertão terá maior variação de nebulosidade.
Na Paraíba, João Pessoa terá 22°C de mínima e 29°C de máxima, com muitas nuvens e chuva isolada. A chuva se concentra na Mata Paraibana, enquanto o interior apresenta períodos de céu mais aberto.
No Rio Grande do Norte, Natal terá mínima de 23°C e máxima de 30°C, com muitas nuvens e possibilidade de chuva isolada. A condição também pode ocorrer no Leste Potiguar, com maior variação de nebulosidade no interior.
No Ceará, Fortaleza registra 25°C de mínima e 30°C de máxima, com muitas nuvens e possibilidade de chuva isolada. A instabilidade fica mais concentrada na faixa litorânea, enquanto o interior terá períodos de céu parcialmente aberto.
No Piauí, Teresina terá a maior temperatura entre as capitais nordestinas, com mínima de 20°C e máxima de 35°C. A previsão é de poucas nuvens na capital e em grande parte do estado, sem indicação de chuva significativa.
No Maranhão, São Luís terá temperaturas entre 25°C e 33°C, com muitas nuvens e possibilidade de chuva isolada. A instabilidade também pode atingir áreas do Norte Maranhense, enquanto o centro e o sul do estado terão variação de nebulosidade.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioO comércio eletrônico tem ampliado as oportunidades para empresas brasileiras alcançarem novos mercados internacionais. Nesse contexto, a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) promove, em São Paulo, uma rodada de negócios que reúne 14 compradores internacionais e cerca de 40 empresas brasileiras interessadas em expandir seus negócios no mercado externo.
A iniciativa integra a programação do E-Xport Meeting 2026, evento voltado à internacionalização de empresas brasileiras por meio do comércio eletrônico. Além das rodadas de negócios, a programação reúne representantes dos sete escritórios internacionais da ApexBrasil para aproximar empresários brasileiros das oportunidades identificadas em mercados estratégicos.
Segundo o presidente da ApexBrasil, Laudemir Müller, a proposta é ampliar a participação das empresas brasileiras no comércio eletrônico internacional.
"Nós estamos trazendo 14 compradores internacionais, que vão se encontrar com mais ou menos 40 empresas brasileiras, que querem comercializar e vender seus produtos no e-commerce. Toda a Apex está aqui, nós trouxemos todos os nossos escritórios do mundo inteiro para trazer para cá, para esse grande evento aqui em São Paulo, as oportunidades que o Brasil tem para exportar via o e-commerce."
Dados apresentados durante o evento mostram que o Brasil ocupa atualmente a 8ª posição entre os maiores mercados de comércio eletrônico do mundo e poderá registrar crescimento de 60% até 2030, em comparação com 2025. No cenário global, o e-commerce deve movimentar US$ 5,1 trilhões neste ano, consolidando-se como um dos principais canais para expansão dos negócios internacionais.
Nesta edição, o Exporta Mais Brasil, iniciativa integrada ao E-Xport Meeting, promove encontros entre compradores internacionais e empresas brasileiras dos segmentos de alimentos, bebidas, cosméticos e cuidados pessoais. A programação inclui ainda palestras, inteligência de mercado e visitas técnicas para apresentar a capacidade produtiva da indústria nacional a potenciais parceiros comerciais.
A iniciativa integra a estratégia da ApexBrasil de ampliar a presença de micro, pequenas e médias empresas brasileiras no comércio internacional, utilizando o comércio eletrônico como porta de entrada para novos mercados.
Um dos diferenciais do E-Xport Meeting 2026 é a participação dos representantes dos sete escritórios internacionais da ApexBrasil, localizados nos Estados Unidos, China, Rússia, Colômbia, Índia, Emirados Árabes Unidos e Bélgica.
Durante o evento, os representantes compartilham experiências acumuladas nos principais destinos das exportações brasileiras e apresentam oportunidades identificadas em seus respectivos mercados. Também orientam empresários sobre tendências de consumo, exigências regulatórias e estratégias para ampliar a presença de produtos brasileiros no comércio eletrônico internacional.
Para a diretora de Negócios da ApexBrasil, Maria Paula Velloso, a integração entre especialistas da Agência, compradores internacionais e empresas brasileiras permite transformar informações sobre mercados externos em oportunidades concretas de negócios.
"Ao longo dos três dias de programação, reunimos especialistas e representantes dos escritórios da ApexBrasil em diferentes regiões do mundo para compartilhar informações sobre mercados e oportunidades. As rodadas de negócios complementam esse trabalho ao aproximar empresas brasileiras de compradores internacionais e transformar conhecimento em conexões comerciais que podem gerar novos negócios."
A participação das equipes internacionais permite que empresas brasileiras tenham acesso a informações qualificadas sobre mercados estratégicos e fortaleçam sua preparação para exportar por meio dos canais digitais.
A indústria brasileira de chocolates esteve entre os destaques do E-Xport Meeting 2026, que reuniu compradores estrangeiros interessados em conhecer fornecedores nacionais e ampliar parcerias comerciais. Como parte da programação, empresários internacionais visitaram fábricas da região de São Paulo para conhecer de perto a capacidade produtiva, a inovação e a qualidade dos produtos brasileiros antes das rodadas de negócios.
Uma das empresas visitadas foi a Mestiço Chocolates, que abriu as portas de sua nova fábrica para receber a delegação internacional. Para a fundadora da empresa, Claudia Gamba, o encontro representou uma oportunidade de apresentar o potencial da indústria brasileira diretamente a compradores de diferentes mercados.
"Foi uma honra receber esse grupo na nossa fábrica e mostrar, com muito orgulho, um pouco do chocolate brasileiro. Estamos ampliando nossa produção e essa foi a primeira vez que abrimos a fábrica para visitantes. Poder apresentar nossos produtos a compradores internacionais interessados no Brasil torna esse momento ainda mais especial."
As visitas técnicas integraram as ações do projeto Brasil Sweets & Snacks, desenvolvido pela ApexBrasil em parceria com a Associação Brasileira da Indústria de Chocolates, Amendoim e Balas (Abicab). Paralelamente, as rodadas de negócios também reuniram empresas do segmento de cosméticos e cuidados pessoais, ampliando as oportunidades de negócios para diferentes setores da indústria brasileira.
Entre os participantes estava o diretor da empresa indiana Smush, Sahil Khanna, que destacou o potencial dos fornecedores brasileiros para o desenvolvimento de novos produtos no mercado indiano.
"Conseguimos nos reunir com muitas empresas brasileiras e estamos muito animados com a possibilidade de levar um pouco da beleza brasileira para a Índia. Estamos em busca de parceiros que possam fornecer ingredientes e produtos brasileiros para lançarmos uma linha inspirada no Brasil no mercado indiano. Encontramos empresas com grande potencial e acreditamos que essa conexão pode gerar resultados importantes para os dois países."
Segundo a fundadora da empresa de cosméticos indiana Smush, Smriti Mamgain, foi possível encontrar parceiros interessantes, com produtos locais, para vender na Índia.
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Baixar áudioO Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) divulgou um boletim técnico com as principais informações sobre o monitoramento do El Niño 2026, reunindo dados observados, previsões climáticas e os possíveis impactos do fenômeno sobre o território brasileiro nos próximos meses. O documento foi elaborado em conjunto com instituições responsáveis pelo acompanhamento climático nacional e internacional.
Segundo o Inmet, o El Niño já está estabelecido no Oceano Pacífico Equatorial e apresenta probabilidade superior a 90% de permanecer ativo durante o segundo semestre de 2026, com possibilidade de persistência até o verão de 2026/2027. O fenômeno é caracterizado pelo aquecimento anormal das águas superficiais do Pacífico Equatorial, capaz de alterar a circulação atmosférica e modificar os padrões de chuva e temperatura em diversas partes do mundo.
As projeções climáticas para o trimestre de julho, agosto e setembro indicam tendência de chuvas acima da média em áreas da Região Sul. Já no centro-norte do país, que engloba parte das regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste, a previsão é de precipitações abaixo da média climatológica. Além disso, os modelos apontam alta probabilidade de temperaturas acima da média em grande parte do Brasil, favorecendo a ocorrência de ondas de calor e aumentando o risco de incêndios florestais.
Os impactos do El Niño variam de acordo com a intensidade do fenômeno e as características de cada região. Entre os setores mais sensíveis estão a agricultura, os recursos hídricos, a geração de energia, a saúde pública e a gestão de riscos de desastres naturais, que dependem de informações atualizadas para o planejamento de ações preventivas.
O Inmet reforça que o acompanhamento das condições climáticas será contínuo e que novas atualizações serão divulgadas conforme a evolução do fenômeno e das previsões meteorológicas.
Copiar o textoNovo modelo amplia a capacidade de registros de empresas e não altera os CNPJs já existentes
Baixar áudioA Receita Federal iniciou a implementação do CNPJ em formato alfanumérico ao emitir, na última sexta-feira (31), o primeiro cadastro com letras e números no país. A medida faz parte do processo de modernização do sistema de identificação das pessoas jurídicas e tem como objetivo ampliar a capacidade de emissão de novos registros, acompanhando o crescimento da atividade econômica.
O primeiro CNPJ alfanumérico foi emitido para uma filial do Banco do Brasil. A partir de agora, novas inscrições poderão receber combinações de letras e números, enquanto os CNPJs já existentes permanecem válidos e não precisarão ser alterados ou substituídos.
Segundo a Receita Federal, a mudança foi planejada para garantir a continuidade do cadastro nacional nas próximas décadas, além de preparar o sistema para atender às demandas decorrentes da expansão do número de empresas e da Reforma Tributária do Consumo. Apesar da novidade, novos CNPJs ainda poderão ser emitidos apenas com números, já que a capacidade do modelo atual ainda não foi totalmente utilizada.
A implementação também exige atenção de empresas, órgãos públicos, instituições financeiras e desenvolvedores de software. A Receita orienta que sistemas de cadastro, emissão de documentos fiscais, ERPs, softwares contábeis e bases de dados sejam adaptados para aceitar códigos alfanuméricos. A falta dessas adequações poderá provocar falhas em integrações, dificuldades no cadastramento de novas empresas e rejeições em processos que utilizam o CNPJ como identificador.
De acordo com o órgão, a emissão dos CNPJs alfanuméricos será gradual ao longo de 2026, permitindo que empresas e instituições concluam os ajustes tecnológicos necessários. A Receita Federal informou ainda que continuará monitorando a implantação para garantir a estabilidade, a segurança e o pleno funcionamento do novo modelo.
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Baixar áudioA Expo & Congresso Brasileiro de Mineração (EXPOSIBRAM 2026) entra na reta final de preparação com expansão da estrutura e expectativa de realizar a maior edição de sua história. Segundo o Instituto Brasileiro de Mineração (IBRAM), organizador do evento, a feira comercializou 100% da área de exposição e ampliou o espaço destinado aos expositores de 15 mil para mais de 17 mil metros quadrados, além de aumentar o número de estandes de 600 para mais de 750.
A EXPOSIBRAM será realizada entre os dias 24 e 27 de agosto, no Expominas, em Belo Horizonte (MG), reunindo empresas, autoridades públicas, investidores, especialistas, pesquisadores e representantes da cadeia mineral. A programação inclui a feira de exposição e o Congresso Brasileiro de Mineração, com debates sobre minerais críticos, transição energética, descarbonização, inovação, transformação digital e sustentabilidade.
A expansão do evento acompanha o aumento da demanda global por minerais estratégicos, considerados essenciais para tecnologias de baixo carbono e para a transição energética. Segundo o diretor-presidente do IBRAM, Pablo Cesário, a expectativa é que esta seja a maior edição já realizada.
"Estamos preparando uma EXPOSIBRAM histórica, que deve reunir um número recorde de participantes e expositores. O evento reflete a força e a relevância da mineração brasileira, promovendo o encontro entre conhecimento, tecnologia, investimentos e oportunidades de negócios para impulsionar o desenvolvimento responsável do setor”, destacou o diretor-presidente.
Além da programação técnica, a edição de 2026 amplia iniciativas voltadas à educação e à geração de negócios. O espaço Mineramundo, dedicado à educação mineral, já contabiliza mais de 12 mil crianças inscritas. Já as Rodadas de Negócios vão reunir mais de 300 fornecedores e cerca de 15 mineradoras, com o objetivo de estimular parcerias comerciais e fortalecer a cadeia produtiva da mineração.
Os interessados em participar da EXPOSIBRAM 2026 já podem realizar o credenciamento. A visita à feira de exposição é gratuita, mediante inscrição prévia, enquanto a participação no Congresso Brasileiro de Mineração requer o pagamento de taxa. As inscrições podem ser feitas no site oficial do evento.
A educação mineral será um dos destaques da EXPOSIBRAM 2026. O Mineramundo, espaço interativo voltado à divulgação da atividade mineral, já registra mais de 12 mil crianças inscritas para participar das atividades durante o evento. A iniciativa busca aproximar estudantes do universo da mineração por meio de experiências educativas e interativas, apresentando temas relacionados aos recursos minerais, inovação, sustentabilidade e à importância do setor para o desenvolvimento econômico e tecnológico do país.
Segundo o IBRAM, o espaço integra as ações voltadas à aproximação entre a mineração e a sociedade, incentivando o conhecimento sobre a cadeia mineral nas novas gerações.
As Rodadas de Negócios da EXPOSIBRAM 2026 já contam com mais de 300 fornecedores inscritos, que terão a oportunidade de apresentar produtos, equipamentos, tecnologias e serviços a cerca de 15 empresas mineradoras durante o evento.
Os encontros foram estruturados para aproximar fornecedores e mineradoras, estimular novas parcerias comerciais e ampliar as oportunidades de negócios ao longo da cadeia produtiva mineral.
De acordo com o Instituto Brasileiro de Mineração (IBRAM), a programação busca fortalecer o ambiente de negócios do setor e incentivar a conexão entre empresas em um momento de crescimento da demanda por soluções voltadas à inovação, sustentabilidade e minerais estratégicos.
EXPOSIBRAM 2026
Data: 24 a 27 de agosto de 2026
Local: Expominas – Belo Horizonte (MG)
Mais informações: https://exposibram2026.ibram.org.br/
Copiar o textoConfira calendário e chapas presidenciais já oficializadas
Baixar áudioO prazo estabelecido pela Justiça Eleitoral para os partidos políticos realizarem as convenções partidárias termina nesta quarta-feira (5). A data, prevista no calendário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), vale para a escolha de candidatos à Presidência da República, governos estaduais, Senado Federal e Câmara dos Deputados. Os eventos oficializam candidaturas e definem coligações para as eleições de 2026.
Na disputa pelo Palácio do Planalto, parte das chapas já foi oficializada. No domingo (2), o PT confirmou a candidatura à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, tendo o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) novamente como candidato a vice. A coligação tem ainda PDT, PSB, PSOL, PCdoB, PV, Rede e Avante.
Também já oficializaram candidaturas para presidente o PL, com o senador Flávio Bolsonaro; o PSD, com o ex-governador de Goiás, Ronaldo Caiado; o Novo, com o ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema; o Avante, com o escritor Augusto Cury; e o Missão, com Renan Santos.
Foram oficializadas, ainda, as candidaturas do economista Edmilson Costa (PCB), da dentista do SUS Samara Martins (UP), do presidente do PCO, Rui Costa Pimenta, do professor Hertz Dias (PSTU) e do advogado Leonardo Avalanche (PRTB).
Em relação à definição dos candidatos à vice-presidente, Flávio Bolsonaro (PL) e Romeu Zema (Novo) ainda não definiram os nomes para as suas chapas e articulam com outros partidos a composição.
Nesta terça-feira (4), o União Brasil realiza encontro para definir a posição da sigla nas Eleições 2026.
Até esta quarta-feira (5), os partidos que ainda não realizaram convenções nacionais precisam oficializar seus candidatos à presidência e definir eventuais alianças, conforme o calendário da Justiça Eleitoral.
Quando as convenções forem encerradas, os partidos poderão registrar oficialmente as candidaturas na Justiça Eleitoral dentro do prazo previsto no calendário eleitoral.
Pelo calendário eleitoral, as chapas e coligações podem ser definidas até 15 de agosto, prazo final para o registro das candidaturas na Justiça Eleitoral.
Já a propaganda eleitoral passa a ser permitida logo em seguida, a partir de 16 de agosto, inclusive na internet.
O 1º turno está marcado para o dia 4 de outubro e o 2º turno, se houver, para o dia 25 de outubro de 2026.
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Baixar áudioA edição mais recente da Pesquisa BTG/Nexus sobre as intenções de voto para a Presidência da República nas eleições de 2026, divulgada nesta segunda-feira (3), aponta mudanças no comportamento do eleitorado em diferentes regiões do país, especialmente no Nordeste, Sudeste e no conjunto formado por Norte e Centro-Oeste.
Principal base eleitoral do atual presidente Lula (PT), o Nordeste registra redução da vantagem do petista, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) avança na região. No Sudeste, onde a disputa vinha se mostrando mais equilibrada, Lula ampliou a vantagem no primeiro turno. O atual presidente também passou a liderar no primeiro turno no Norte e Centro-Oeste.
No Nordeste, Lula aparece com 48% das intenções de voto no primeiro turno, contra 34% de Flávio Bolsonaro. Os demais pré-candidatos não ultrapassam 5%. Apesar da liderança, a vantagem do atual presidente diminuiu em relação aos levantamentos anteriores.
Em um eventual segundo turno, a diferença também diminuiu. Lula registra 52% das intenções de voto, contra 39% de Flávio. O petista, no entanto, ainda venceria a disputa na região.
O Nordeste apresenta os indicadores mais favoráveis ao governo federal. Segundo a pesquisa, 52% dos entrevistados aprovam a gestão Lula, índice que representa uma queda de 10 pontos percentuais em relação ao levantamento anterior. Além disso, 43% classificam o governo como ótimo ou bom.
Nas pesquisas anteriores, o Nordeste apresentava a maior proporção de eleitores que se declaravam “lulistas convictos”. Porém, no atual levantamento, a região perdeu a liderança para o Sudeste, onde 27% dos entrevistados se identificam dessa forma, contra 26% no Nordeste.
Ao mesmo tempo, o Nordeste passou a registrar uma proporção ligeiramente maior de “bolsonaristas convictos”: 28% dos eleitores da região se identificam dessa maneira.
Na Região Sul, o cenário continua favorável a Flávio Bolsonaro. Na simulação para o primeiro turno, o candidato do PL registra 51% das intenções de voto, contra 27% de Lula. Em um eventual segundo turno, a vantagem aumenta: Flávio chega a 57%, enquanto o atual presidente soma 32%.
A região também concentra os indicadores mais negativos para o governo federal. A desaprovação à gestão chega a 63%, enquanto 56% dos entrevistados classificam o governo como ruim ou péssimo.
O Sul reúne ainda a maior parcela de eleitores que se identificam como “bolsonaristas convictos”, com 35%. A rejeição a Lula também supera 50% na região.
No Sudeste, Lula amplia a vantagem no primeiro turno e aparece com 42% das intenções de voto, contra 35% de Flávio Bolsonaro. No entanto, em um eventual segundo turno, a disputa fica mais equilibrada. Lula registra 47% das intenções de voto, contra 42% do adversário.
Na avaliação do governo, 48% dos entrevistados aprovam a gestão federal, enquanto 47% a desaprovam. Outros 38% classificam o governo como ótimo ou bom, e 43% como ruim ou péssimo.
A região também reproduz a polarização observada no cenário nacional. Ao todo, 27% dos entrevistados se declaram “lulistas convictos”, enquanto 29% se identificam como “bolsonaristas convictos”.
No conjunto formado por Norte e Centro-Oeste, o cenário se inverteu em relação à rodada anterior. Flávio Bolsonaro, que liderava no primeiro turno, agora aparece atrás de Lula.
O atual presidente registra 40% das intenções de voto, contra 34% de Flávio. Ronaldo Caiado (PSD) aparece na terceira posição, com 10%.
Já em um eventual segundo turno, Flávio Bolsonaro retoma a liderança, com 48% das intenções de voto, contra 44% de Lula.
Na avaliação do governo federal, 49% dos entrevistados aprovam a gestão, enquanto 46% a desaprovam. A região também apresenta a maior proporção de eleitores classificados como não polarizados, grupo que representa 26% dos entrevistados.
No cenário nacional para o primeiro turno, Lula lidera com 41% das intenções de voto, seguido por Flávio Bolsonaro, com 37%. Em relação à rodada anterior da pesquisa, realizada no final de julho, Lula registrou uma queda de um ponto percentual, enquanto Flávio Bolsonaro avançou um ponto. As duas variações estão dentro da margem de erro da pesquisa.
Os demais pré-candidatos aparecem com índices de um dígito: Ronaldo Caiado registra 5% das intenções de voto, Renan Santos (Missão) soma 4% e Romeu Zema (Novo), 3%.
Na simulação de segundo turno entre Lula e Flávio Bolsonaro, o cenário também permaneceu tecnicamente equilibrado. O atual presidente aparece com 46% das intenções de voto, contra 45% do adversário. Lula caiu um ponto percentual, enquanto Flávio avançou dois pontos, diferenças que permanecem dentro da margem de erro da pesquisa.
A Pesquisa BTG/Nexus ouviu 2.002 eleitores entre os dias 31 de julho e 2 de agosto de 2026. A amostra foi composta por 42% de entrevistados do Sudeste, 28% do Nordeste, 16% do Norte/Centro-Oeste e 14% do Sul. A margem de erro é de dois pontos percentuais, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-02874/2026.
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Baixar áudioO preço do boi gordo terá aumento de 0,39% nesta terça-feira (4). Em São Paulo, a arroba é negociada a R$ 347,90.
INDICADOR DO BOI GORDO CEPEA/ESALQ
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 03/08/2026 | 347,90 | 0,39% | 0,39% | 68,39 |
| 31/07/2026 | 346,55 | -0,10% | 3,02% | 68,30 |
| 30/07/2026 | 346,90 | -0,14% | 3,12% | 68,45 |
| 29/07/2026 | 347,40 | -0,09% | 3,27% | 68,09 |
| 28/07/2026 | 347,70 | 1,00% | 3,36% | 67,94 |
No mercado de frango, os valores apresentam declínio na Grande São Paulo, em São José do Rio Preto e em Descalvado. O quilo do frango congelado é vendido a R$ 6,87 e o frango resfriado a R$ 6,89.
PREÇOS DO FRANGO CONGELADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|
| 03/08/2026 | 6,87 | -3,78% | -3,78% |
| 31/07/2026 | 7,14 | 0,00% | -1,65% |
| 30/07/2026 | 7,14 | -0,14% | -1,65% |
| 29/07/2026 | 7,15 | 0,00% | -1,52% |
| 28/07/2026 | 7,15 | 0,00% | -1,52% |
PREÇOS DO FRANGO RESFRIADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|
| 03/08/2026 | 6,89 | -3,64% | -3,64% |
| 31/07/2026 | 7,15 | -0,14% | -1,52% |
| 30/07/2026 | 7,16 | 0,00% | -1,38% |
| 29/07/2026 | 7,16 | 0,00% | -1,38% |
| 28/07/2026 | 7,16 | 0,00% | -1,38% |
A carcaça suína especial também apresenta baixa de preço nos atacados da Grande São Paulo, onde o quilo custa R$ 7,76.
Entre os estados analisados, o suíno vivo registra o menor preço no Paraná, onde o animal é comercializado a R$ 4,64.
PREÇOS DA CARCAÇA SUÍNA ESPECIAL (R$/kg)
| Data | Média | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|
| 03/08/2026 | 7,76 | -5,60% | -5,60% |
| 31/07/2026 | 8,22 | 0,00% | -3,52% |
| 30/07/2026 | 8,22 | 0,00% | -3,52% |
| 29/07/2026 | 8,22 | 0,74% | -3,52% |
| 28/07/2026 | 8,16 | 0,00% | -4,23% |
INDICADOR DO SUÍNO VIVO CEPEA/ESALQ (R$/kg)
| Data | Estado | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|---|
| 03/08/2026 | MG - posto | 5,26 | -0,19% | -0,19% |
| 03/08/2026 | PR - a retirar | 4,64 | -0,22% | -0,22% |
| 03/08/2026 | RS - a retirar | 4,72 | -0,84% | -0,84% |
| 03/08/2026 | SC - a retirar | 4,70 | -3,09% | -3,09% |
| 03/08/2026 | SP - posto | 5,06 | -0,78% | -0,78% |
Os dados são do Cepea.
O boi gordo é o bovino macho pronto para o abate, com peso mínimo de 16 arrobas líquidas de carcaça (aproximadamente 240 kg) e até 42 meses de idade. Atende aos padrões do mercado nacional e internacional, incluindo exportações para Europa, China e cota Hilton.
O frango congelado passa por congelamento rápido, com temperaturas abaixo de -12°C, garantindo maior vida útil para armazenamento e transporte a longas distâncias.
Já o frango resfriado é mantido entre 0°C e 4°C, com validade de 5 a 7 dias, oferecendo textura e sabor mais próximos do fresco, ideal para consumidores exigentes e restaurantes.
Copiar o textoO trigo tem declínio de preço no Rio Grande do Sul e estabilidade no Paraná
Baixar áudioA saca de 60 quilos da soja inicia terça-feira (4) em baixa no interior do Paraná e na região litorânea de Paranaguá.
No mercado paranaense, o grão apresenta declínio de 0,44%, com a saca negociada a R$ 136,66. Em Paranaguá, o declínio foi de 0,60%, levando a cotação para R$ 144,04.
INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANÁ
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 03/08/2026 | 136,66 | -0,44% | -0,44% | 26,87 |
| 31/07/2026 | 137,27 | -0,40% | 7,72% | 27,05 |
| 30/07/2026 | 137,82 | -0,85% | 8,15% | 27,19 |
| 29/07/2026 | 139,00 | -0,73% | 9,08% | 27,24 |
| 28/07/2026 | 140,02 | -0,40% | 9,88% | 27,36 |
INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANAGUÁ
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 03/08/2026 | 144,04 | -0,60% | -0,60% | 28,32 |
| 31/07/2026 | 144,91 | -0,26% | 8,48% | 28,56 |
| 30/07/2026 | 145,29 | -1,04% | 8,77% | 28,67 |
| 29/07/2026 | 146,81 | -0,73% | 9,90% | 28,77 |
| 28/07/2026 | 147,89 | 0,09% | 10,71% | 28,90 |
O trigo tem aumento de preço no Rio Grande do Sul e no Paraná.
No Paraná, a tonelada do cereal é comercializada a R$ 1.406,32. No Rio Grande do Sul, o produto é vendido a R$ 1.325,69.
PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - RIO GRANDE DO SUL
| Data | Valor R$/t* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$/t* |
|---|---|---|---|---|
| 03/08/2026 | 1.325,69 | 0,29% | 0,29% | 260,60 |
| 31/07/2026 | 1.321,88 | 0,00% | -0,57% | 260,52 |
| 30/07/2026 | 1.321,88 | -0,96% | -0,57% | 260,83 |
| 29/07/2026 | 1.334,69 | 0,28% | 0,39% | 261,60 |
| 28/07/2026 | 1.330,99 | 0,50% | 0,11% | 260,06 |
PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - PARANÁ
| Data | Valor R$/t* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$/t* |
|---|---|---|---|---|
| 03/08/2026 | 1.406,32 | 0,03% | 0,03% | 276,45 |
| 31/07/2026 | 1.405,92 | 0,00% | 2,72% | 277,08 |
| 30/07/2026 | 1.405,91 | 0,00% | 2,72% | 277,41 |
| 29/07/2026 | 1.405,86 | -0,31% | 2,72% | 275,55 |
| 28/07/2026 | 1.410,28 | 0,49% | 3,04% | 275,55 |
Os dados são do Cepea.
A saca de soja e a saca de trigo são as principais unidades de comercialização de grãos no Brasil. Cada saca equivale a 60 quilos, padrão adotado por órgãos oficiais como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).
Esse formato padronizado facilita o comércio da soja e do trigo, além de permitir um acompanhamento mais preciso das cotações e variações de preços no mercado nacional.
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Baixar áudioO preço do café arábica abre esta terça-feira (4) com baixa de 1,83%, com a saca de 60 kg negociada a R$ 1.712,28 na cidade de São Paulo.
O café robusta também teve baixa de 0,45%, sendo comercializado a R$ 1.087.68.
INDICADOR DO CAFÉ ARÁBICA CEPEA/ESALQ
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$ |
|---|---|---|---|---|
| 03/08/2026 | 1.712,28 | -1,83% | -1,83% | 336,60 |
| 31/07/2026 | 1.744,18 | -0,13% | 10,48% | 343,75 |
| 30/07/2026 | 1.746,47 | -0,88% | 10,63% | 344,61 |
| 29/07/2026 | 1.761,96 | -1,13% | 11,61% | 345,35 |
| 28/07/2026 | 1.782,18 | 3,28% | 12,89% | 348,22 |
INDICADOR DO CAFÉ ROBUSTA CEPEA/ESALQ
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$ |
|---|---|---|---|---|
| 03/08/2026 | 1.087,68 | -0,45% | -0,45% | 213,82 |
| 31/07/2026 | 1.092,56 | 1,09% | 2,90% | 215,33 |
| 30/07/2026 | 1.080,81 | 0,11% | 1,79% | 213,26 |
| 29/07/2026 | 1.079,57 | -3,09% | 1,67% | 211,60 |
| 28/07/2026 | 1.114,00 | 2,45% | 4,92% | 217,66 |
O preço do açúcar cristal apresenta declínio de 0,74% na capital de São Paulo. A saca de 50 kg é cotada a R$ 90,82.
INDICADOR DO AÇÚCAR CRISTAL BRANCO CEPEA/ESALQ - SÃO PAULO
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 03/08/2026 | 90,82 | -0,74% | -0,74% | 17,85 |
| 31/07/2026 | 91,50 | -0,97% | 0,25% | 18,03 |
| 30/07/2026 | 92,40 | -0,57% | 1,24% | 18,23 |
| 29/07/2026 | 92,93 | 0,58% | 1,82% | 18,21 |
| 28/07/2026 | 92,39 | -0,39% | 1,23% | 18,05 |
Em Santos (SP), houve aumento de 1,93%, e a mercadoria é negociada a R$ 108,34 na média de preços sem impostos.
Indicador Açúcar Cristal - Santos (FOB)
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 03/08/2026 | 108,34 | 1,93% | 1,93% | 21,36 |
| 31/07/2026 | 106,29 | 1,17% | -2,33% | 20,93 |
| 30/07/2026 | 105,06 | -1,38% | -3,46% | 20,71 |
| 29/07/2026 | 106,53 | -0,03% | -2,11% | 20,80 |
| 28/07/2026 | 106,56 | 0,82% | -2,09% | 20,82 |
A saca de 60 kg do milho, por sua vez, é vendida a R$ 65,24 após declínio de 0,02%.
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 03/08/2026 | 65,24 | -0,02% | -0,02% | 12,82 |
| 31/07/2026 | 65,25 | -0,08% | 2,63% | 12,86 |
| 30/07/2026 | 65,30 | -0,05% | 2,71% | 12,88 |
| 29/07/2026 | 65,33 | 0,17% | 2,75% | 12,80 |
| 28/07/2026 | 65,22 | -0,38% | 2,58% | 12,74 |
Os dados são do Cepea.
Café arábica e café robusta são as duas principais variedades cultivadas e comercializadas no Brasil, ambas medidas em sacas de 60 kg.
O café arábica (conhecido também como café Conilon, em algumas regiões) tem sabor mais suave, menor teor de cafeína e alta qualidade sensorial, sendo preferido em cafeterias especializadas e nas exportações de cafés premium. Representa cerca de 70% da produção brasileira, com destaque para estados como Minas Gerais e São Paulo.
O café robusta, por sua vez, possui sabor mais amargo, maior concentração de cafeína e corpo mais intenso. É amplamente utilizado na produção de café solúvel e blends comerciais. Seus principais polos produtores são o Espírito Santo e Rondônia, e seu preço costuma ser mais baixo em comparação ao arábica, por conta do perfil mais industrial.
A saca de açúcar cristal no Brasil é padronizada em 50 quilos, especialmente para comercialização no mercado atacadista e para uso na indústria alimentícia. Essa unidade de medida é adotada pelo Cepea/Esalq-USP, principal fonte de cotações diárias do açúcar cristal no país.
A saca de milho equivale a 60 kg de grãos, mesmo padrão utilizado para soja e trigo. Essa medida é oficializada por instituições como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Cepea, sendo amplamente usada em negociações e relatórios de preço do milho.
Copiar o textoO euro, por sua vez, encerrou o pregão cotado a R$ 5,86
Baixar áudioO dólar fechou esta segunda-feira (3) cotado a R$ 5,08, operando próximo da estabilidade após o alívio das tensões geopolíticas no Oriente Médio.
A suspensão dos ataques dos EUA ao Irã e a sinalização de um acordo entre os países reduziram a busca pela moeda americana como ativo de proteção.
O índice DXY, que mede a força do dólar frente a outras moedas globais, fechou aos 99,73 pontos.
O euro, por sua vez, encerrou o pregão cotado a R$ 5,86.
A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.
| Código | BRL | USD | EUR | GBP | JPY | CHF | CAD | AUD |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| BRL | 1 | 0,1968 | 0,1703 | 0,1459 | 30,9335 | 0,1595 | 0,2764 | 0,2799 |
| USD | 5,0817 | 1 | 0,8690 | 0,7444 | 157,18 | 0,8105 | 1,4046 | 1,4285 |
| EUR | 5,8720 | 1,1508 | 1 | 0,8567 | 180,90 | 0,9328 | 1,6166 | 1,6439 |
| GBP | 6,8313 | 1,3434 | 1,1673 | 1 | 211,16 | 1,0887 | 1,8867 | 1,9187 |
| JPY | 3,23260 | 0,636153 | 0,55275 | 0,473530 | 1 | 0,5156 | 0,89351 | 0,90855 |
| CHF | 6,2698 | 1,2339 | 1,0721 | 0,9185 | 193,95 | 1 | 1,7331 | 1,7626 |
| CAD | 3,6179 | 0,7119 | 0,6187 | 0,5300 | 111,92 | 0,5770 | 1 | 1,0171 |
| AUD | 3,5718 | 0,7001 | 0,6083 | 0,5211 | 110,05 | 0,5674 | 0,9834 | 1 |
Os dados são da Investing.com.
Copiar o textoO volume total negociado na B3 foi de R$ 21.700.000.000,00, em meio a 2.847.949 negócios
Baixar áudioO Ibovespa fechou estável nesta segunda-feira (3), aos 178.000 pontos.
O anúncio de trégua entre Estados Unidos e Irã derrubou as cotações do petróleo no mercado internacional.
Com isso, o recuo das ações de petroleiras e mineradoras acabou pesando sobre o desempenho da bolsa brasileira.
Ações em alta no Ibovespa
Randoncorp S.A. (RAPT3) +41,77%
Randoncorp S.A. (RAPT3F) +38,74%
Ações em queda no Ibovespa
Fiset Fl Ref Pfd (FSRF11F) −22,22%
Gafisa S.A. (GFSA3F) −20,00%
O volume total negociado na B3 foi de R$ 21.700.000.000,00, em meio a 2.847.949 negócios.
Os dados da bolsa podem ser consultados no site da B3.
O Ibovespa (Índice Bovespa) é o principal indicador do mercado acionário brasileiro. Calculado pela B3, ele reflete a média do desempenho das ações mais negociadas na bolsa, com base em critérios de volume e liquidez. O índice é composto por uma carteira teórica de ativos, que representa cerca de 80% do volume financeiro total negociado no mercado.
A B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) é a bolsa de valores oficial do Brasil, sediada em São Paulo. É responsável pela negociação de ações, derivativos, títulos públicos e privados, câmbio e outros ativos financeiros. A B3 está entre as maiores bolsas do mundo em infraestrutura e valor de mercado.
Copiar o textoO concurso 3752 da Lotofácil foi realizado nesta segunda-feira (03/08/2026), no Espaço da Sorte, em São Paulo, e divulgado pela Caixa Econômica Federal. O sorteio não teve vencedores na faixa principal.
O prêmio estimado para o próximo concurso da Lotofácil, de número 3753, que será realizado na terça-feira, 04 de agosto de 2026, está estimado em R$ 5.000.000,00. Aproveite a oportunidade e faça sua aposta para concorrer!
02 - 03 - 06 - 07 - 09 - 10 - 11 - 12 - 13 - 14 - 15 - 16 - 17 - 21 - 24
A aposta mínima, de 15 números, custa R$ 3,50 com chance de 1 em 3.268.760 e a máxima custa R$ 46.512 com chance de 1 em 211.
|
Quantidade de números jogados |
Valor da aposta |
|---|---|
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15 |
R$ 3,50 |
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16 |
R$ 48,00 |
|
17 |
R$ 408,00 |
|
18 |
R$ 2.448,00 |
|
19 |
R$ 11.628,00 |
|
20 |
R$ 46.512,00 |
De segunda-feira a sábado, às 21h.
Quer apostar sem complicação? Use a Surpresinha e deixe o sistema escolher os números para você — uma forma prática e rápida de participar dos sorteios.
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Baixar áudioA Região Sul terá tempo instável nesta terça-feira (4), principalmente no Rio Grande do Sul.
Segundo o Inmet, o estado gaúcho permanece com muitas nuvens, pancadas de chuva e trovoadas isoladas ao longo do dia. Em Santa Catarina, a previsão indica muitas nuvens e possibilidade de chuva isolada, especialmente no litoral. Já o Paraná terá céu encoberto, mas sem previsão de chuva significativa.
Em Porto Alegre, a temperatura varia entre 19°C e 23°C, com chuva e trovoadas. Curitiba registra mínima de 16°C e máxima de 26°C. Em Florianópolis, os termômetros ficam entre 16°C e 24°C, com possibilidade de chuva isolada durante a tarde.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o textoNebulosidade aumenta em alguns pontos da região, mas não há previsão de chuva significativa
Baixar áudioA previsão do Inmet para esta terça-feira (4) indica predomínio de tempo seco em toda a Região Centro-Oeste.
Apesar do aumento de nebulosidade ao longo do dia, não há previsão de chuva significativa. A umidade relativa do ar permanece baixa durante a tarde, principalmente em Goiás, Distrito Federal, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.
Em Cuiabá, a temperatura varia entre 23°C e 36°C. Campo Grande terá mínima de 20°C e máxima de 30°C. Em Goiânia, os termômetros ficam entre 18°C e 31°C, enquanto Brasília registra temperaturas entre 15°C e 26°C.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA terça-feira será de tempo estável na maior parte da Região Sudeste.
Segundo o Inmet, São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro permanecem com muitas nuvens, mas sem previsão de chuva significativa. No Espírito Santo, especialmente no litoral, há possibilidade de chuva isolada ao longo do dia.
As temperaturas seguem elevadas durante a tarde, principalmente no Rio de Janeiro e em São Paulo.
Na capital paulista, os termômetros variam entre 16°C e 30°C. No Rio de Janeiro, a temperatura fica entre 14°C e 34°C. Belo Horizonte registra mínima de 13°C e máxima de 28°C. Em Vitória, a variação será de 17°C a 28°C, com possibilidade de chuva isolada.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA terça-feira (4) será marcada pela permanência das instabilidades em grande parte da Região Norte. Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), Amazonas, Acre, Rondônia, Roraima, Amapá e Pará terão muitas nuvens, com possibilidade de chuva isolada ao longo do dia.
No Tocantins, o cenário permanece diferente, com predomínio de poucas nuvens e tempo seco. A baixa umidade do ar exige atenção, principalmente durante as horas mais quentes do dia.
Entre as capitais, Belém varia entre 24°C e 34°C, com possibilidade de chuva isolada. Em Manaus, a temperatura fica entre 25°C e 34°C. Boa Vista registra mínima de 25°C e máxima de 33°C. Já Palmas terá tempo firme, com temperaturas entre 20°C e
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioNesta terça-feira (4), a umidade vinda do oceano mantém o céu encoberto e favorece chuva isolada na faixa litorânea entre Sergipe e Rio Grande do Norte.
Estados como Sergipe, Alagoas, Pernambuco, Paraíba e Rio Grande do Norte podem registrar pancadas rápidas, principalmente entre a madrugada e a manhã. Na Bahia, o litoral também permanece com muitas nuvens e possibilidade de chuva isolada.
Já no interior do Maranhão, Piauí, Ceará e oeste baiano, o tempo segue mais firme, com poucas nuvens e calor durante a tarde.
Entre as capitais, Salvador terá temperaturas entre 21°C e 30°C. Recife varia de 22°C a 29°C. Fortaleza registra mínima de 25°C e máxima de 30°C. São Luís chega aos 33°C, enquanto Teresina alcança 34°C.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioAs despesas públicas primárias dos estados da região Centro-Oeste somaram R$ 109,2 bilhões entre 1º de janeiro e 27 de julho de 2026, segundo a plataforma Gasto Brasil, desenvolvida pela Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB) em parceria com a Associação Comercial de São Paulo (ACSP). Confira os gastos estaduais.
Com mais de 2,8 milhões de habitantes, os gastos do Distrito Federal alcançaram R$ 35,5 bilhões no período. O total corresponde a 9,5% do Produto Interno Bruto (PIB) da unidade federativa em 2025, estimado em R$ 365,7 bilhões, e equivale a uma despesa per capita de aproximadamente R$ 12,3 mil.
Em Goiás, as despesas somaram R$ 31,8 bilhões, o equivalente a 9,2% do PIB estadual do ano passado (R$ 336,7 bilhões). O gasto per capita foi de aproximadamente R$ 4,4 mil, com base em uma população de 7 milhões de habitantes.
Luiz Cláudio Ledra, presidente da Associação Comercial e Industrial de Anápolis (Acia), gostaria de ver a gestão desses gastos semelhante ao que ocorre em uma empresa bem dirigida. “O empresário sabe que dentro de uma empresa, não basta ter receita. É preciso ter uma gestão, planejamento, prioridades, controle e resultados. E com dinheiro público, deve ser da mesma forma. Cada real arrecadado da sociedade precisa voltar em serviços melhores, seja na infraestrutura, seja na saúde, na educação, na segurança, na inovação, para que a gente tenha condições reais para o desenvolvimento econômico”, afrimou o representante setorial.
Em Mato Grosso, os gastos alcançaram R$ 26,1 bilhões, valor equivalente a 9,3% do PIB estadual de 2025 (R$ 273 bilhões). A despesa per capita foi de cerca de R$ 6,9 mil, considerando os 3,6 milhões de habitantes do estado.
“É de fundamental importância que o empresariado tenha noção, e a sociedade como um todo, do que o Estado brasileiro consome. Porque as pessoas pagam impostos sem reclamar porque não têm consciência do que tão pagando. Então, é nosso papel do associativismo demonstrar para a sociedade e criar esse espaço, inclusive de pressão, em cima do próprio governo nos três níveis”, salientou Jonas Alves, presidente da Federação das Associações Comerciais e Empresariais do estado (Facmat).
Por fim, em Mato Grosso do Sul, onde a população soma 2,7 milhões de habitantes, as despesas públicas estaduais atingiram R$ 15,8 bilhões entre janeiro e julho de 2026. O montante representa uma despesa per capita de aproximadamente R$ 5,6 mil e a 8,4% em relação ao PIB local do ano passado (R$ 184,4 bilhões).
Na avaliação de Omar Aukar, presidente da Associação Comercial e Industrial de Campo Grande (ACICG), o painel possibilita uma reflexão mais aprofundada sobre a qualidade dos gastos e não apenas a quantidade. “Não se trata apenas de gastar menos, mas de gastar melhor, com planejamento, prioridades bem definidas e foco em resultados. Quando o dinheiro público é aplicado de forma eficiente, toda a sociedade ganha, inclusive o ambiente de negócios, que passa a ter mais segurança para investir e crescer”, disse o empresário.
Somando todas as esferas públicas (União, DF, estados e municípios), a despesa governamental ultrapassou a marca de R$ 3,2 trilhões desde o início de 2026. O governo federal concentra a maior parte dos gastos, com mais de R$ 1,4 trilhão (46% do total) do gasto público, enquanto estados (R$ 843,7 bilhões) e os municípios (R$ 827,2 bilhões) dividem o restante.
O total de pagamentos feitos pelas administrações supera em mais de R$ 800 bilhões o valor arrecadado com impostos. De acordo com dados da plataforma Impostômetro apurados no mesmo dia, a arrecadação no país é de R$ 2,3 trilhões.
Análises como essa e muitas outras farão parte do Painel de Gasto Brasil a partir do dia 11 de agosto. O lançamento das novas funcionalidades, uma parceria entre a CACB e a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), vai ocorrer na Câmara dos Deputados e traz recortes econômicos, detalhamento dos gastos por população, índice de qualidade das informações e novos indicadores para ampliar a transparência das despesas públicas.
Para o presidente da CACB, da ACSP e da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (FACESP), Alfredo Cotait Neto, acompanhar as despesas públicas é fundamental para aprimorar a gestão. Segundo ele, o país precisa avançar em medidas como reforma administrativa, planejamento, controle fiscal e definição de critérios para investimentos públicos.
“Esta conta também não é nossa. Nós lançamos o Gasto Brasil, onde mostramos que o Governo está gastando mais do que arrecada. Nós temos que trabalhar para falar para o governo: corte de gastos já! Equilíbrio nas contas. É isso que o povo está pedindo”, destacou Cotait Neto.
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Baixar áudioA obrigatoriedade de inscrição no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) para pessoas físicas que exercem determinadas atividades econômicas e precisam emitir documentos fiscais foi adiada para 1º de janeiro de 2027. A decisão, já anunciada pela Receita Federal e pelo Comitê Gestor do Imposto sobre Bens e Serviços (CGIBS), foi oficializada pelo Decreto nº 13.075/2026.
A exigência faz parte das mudanças previstas pela reforma tributária sobre o consumo (Lei Complementar nº 214/2025) e inicialmente entraria em vigor em 1º de julho de 2026. Com o adiamento, os contribuintes terão mais tempo para se adaptar, enquanto a Receita Federal desenvolve um sistema simplificado de inscrição no CNPJ, inspirado no modelo utilizado pelo Microempreendedor Individual (MEI).
No entanto, a mudança não significa que toda pessoa física será obrigada a abrir um CNPJ. A exigência se aplica apenas aos contribuintes que exerçam determinadas atividades econômicas e que, pelas regras da reforma tributária, estejam sujeitos à emissão de documentos fiscais para recolhimento da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) e do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS).
Entre os grupos que podem ser alcançados pela medida estão:
Até 31 de dezembro de 2026, permanecem válidos os mecanismos atualmente utilizados para a identificação fiscal das pessoas físicas nas situações abrangidas pela regulamentação da CBS.
A Receita Federal e o CGIBS também divulgaram, por meio do Ato Conjunto RFB/CGIBS nº 4/2026, o cronograma para o início da obrigatoriedade de emissão dos documentos fiscais eletrônicos com destaque do IBS e da CBS.
O calendário orienta contribuintes, profissionais da área fiscal e desenvolvedores de sistemas sobre os prazos para adequação às novas exigências da reforma tributária.
Além de definir as datas em que cada documento fiscal eletrônico passará a ser obrigatório, o ato também informa quando serão disponibilizados os leiautes técnicos dos documentos que ainda não tiveram os padrões técnicos publicados.
Segundo a Receita Federal e o CGIBS, determinadas datas poderão sofrer ajustes pontuais em razão de necessidades técnicas ou operacionais que surjam durante a implementação. A previsão, no entanto, é manter o cronograma de implantação da reforma tributária.
O calendário leva em consideração as particularidades dos diferentes setores da economia, o prazo necessário para adequação dos sistemas emissores e a realização de testes prévios pelos contribuintes.
Ainda na primeira quinzena de agosto, será divulgado o cronograma de disponibilização dos ambientes para emissão dos documentos fiscais.
O ato também prevê a criação de um programa de conformidade para 2026, com caráter prioritariamente orientador durante a implantação da reforma. A ferramenta deve incluir medidas de autorregularização para que os contribuintes possam corrigir informações durante a fase de adaptação, respeitados os limites e as condições estabelecidos na legislação.
O cronograma completo para a emissão dos documentos fiscais eletrônicos pode ser consultado neste link.
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Baixar áudioA Campanha Nacional de Multivacinação 2026 começa na próxima segunda-feira (3) em todos os municípios brasileiros com o objetivo de atualizar a caderneta de vacinação de crianças e adolescentes menores de 15 anos. A mobilização segue até 1º de setembro, com o Dia D de vacinação marcado para 22 de agosto, quando estados e municípios promoverão ações para ampliar o acesso aos imunizantes.
A estratégia do Ministério da Saúde busca identificar e aplicar as vacinas previstas no Calendário Nacional de Vacinação que estejam em atraso. Para participar, pais e responsáveis devem levar a criança ou o adolescente a uma unidade de saúde com a caderneta de vacinação e um documento de identificação. Após a avaliação do histórico vacinal, serão aplicadas as doses necessárias para regularizar o esquema de imunização.
A campanha ocorre em um momento em que o país busca recuperar as coberturas vacinais e reduzir o risco de reintrodução de doenças imunopreveníveis. Em São Paulo, por exemplo, a mobilização será realizada nos 645 municípios e contará com a atualização das cadernetas de vacinação. O estado também reforçará a imunização contra o sarampo, seguindo orientações do Ministério da Saúde para ampliar a proteção da população.
A campanha será realizada em todo o país, com ações organizadas pelas secretarias estaduais e municipais de saúde.
Em Mato Grosso do Sul, a mobilização envolverá os 79 municípios, com foco na atualização das cadernetas vacinais e na ampliação da cobertura entre crianças e adolescentes. A estratégia prevê ações nas unidades de saúde e atividades de mobilização para facilitar o acesso da população aos imunizantes.
Em Foz do Iguaçu (PR), a campanha será realizada nas 28 unidades básicas de saúde (UBSs) do município. Durante a mobilização, as equipes vão intensificar a avaliação das cadernetas de vacinação para identificar esquemas vacinais incompletos e aplicar as doses previstas no Calendário Nacional de Vacinação. Segundo a coordenadora do Programa Municipal de Imunização, Adriana Izuka, a campanha é uma oportunidade para que pais e responsáveis regularizem a situação vacinal de crianças e adolescentes.
"A Campanha de Multivacinação é uma oportunidade para que pais e responsáveis atualizem a caderneta de vacinação de crianças e adolescentes menores de 15 anos. Muitas vezes, uma dose fica em atraso sem que a família perceba. Por isso, orientamos que todos procurem a unidade de saúde mais próxima com a caderneta de vacinação. Manter a vacinação em dia é uma das formas mais eficazes de prevenir doenças e proteger não apenas cada criança e adolescente, mas toda a comunidade."
A campanha é destinada a crianças e adolescentes com menos de 15 anos (até 14 anos, 11 meses e 29 dias). O objetivo não é aplicar uma vacina específica, mas verificar a situação vacinal de cada pessoa e administrar as doses que estiverem em atraso, conforme o Calendário Nacional de Vacinação.
Além da atualização da caderneta, a mobilização busca ampliar a cobertura vacinal e prevenir o retorno de doenças imunopreveníveis, reforçando a importância da vacinação como uma das principais estratégias de proteção da saúde pública.
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Baixar áudioPesquisa Datafolha mostra que as mulheres brasileiras declaram sofrer menos influência de pessoas próximas na decisão de voto do que os homens. Segundo o levantamento, 31% das eleitoras dizem que a opinião de amigos exerce algum grau de influência sobre seu voto. Entre os homens, o percentual é de 40%.
Considerando o eleitorado brasileiro como um todo, 36% afirmam que a opinião de outras pessoas influencia sua decisão nas urnas. Desse total, 16% dizem sofrer muita influência e 20%, pouca influência. A maioria, porém, 62%, afirma que a opinião de amigos próximos não interfere no voto.
A influência dos amigos é maior entre os eleitores mais jovens. Na faixa de 16 a 24 anos, 44% afirmam sofrer algum grau de influência. O índice cai para 31% entre aqueles de 35 a 44 anos e fica em 33% entre os eleitores com 60 anos ou mais.
A opinião de companheiros de relacionamento — como maridos, esposas, namorados e namoradas — exerce algum grau de influência sobre o voto de 38% dos eleitores. Para 20%, a influência é alta; para 18%, é baixa. Entre os homens, 40% afirmam que o voto é influenciado pelo companheiro ou companheira. Entre as mulheres, o percentual é de 36%.
Entre os eleitores que têm filhos com 16 anos ou mais, 36% dizem que os filhos exercem algum grau de influência sobre sua decisão de voto. O percentual inclui 21% que relatam muita influência e 15% pouca influência. Novamente, a taxa é maior entre homens (40%) do que entre mulheres (33%).
A influência também varia conforme a escolaridade: chega a 44% entre eleitores que estudaram até o ensino fundamental, 39% entre aqueles com ensino médio e 30% entre os que têm ensino superior.
Jornalistas e outras pessoas da imprensa exercem influência sobre o voto de 38% dos eleitores. Para 17%, a influência é muita; para 21%, é pouca.
O efeito é mais significativo entre os jovens. Entre eleitores de 16 a 24 anos, 54% dizem sofrer algum grau de influência de jornalistas e pessoas da imprensa. O percentual cai para 45% na faixa de 25 a 34 anos e fica entre 32% e 35% nas faixas etárias mais avançadas.
Também há diferenças de acordo com o posicionamento político declarado. Entre os eleitores que se identificam como bolsonaristas, 33% afirmam sofrer algum grau de influência de jornalistas e pessoas da imprensa. O índice sobe para 41% entre os petistas e chega a 44% entre os eleitores que não se identificam com nenhum dos dois polos.
Pessoas que os eleitores acompanham nas redes sociais influenciam o voto de 32% dos entrevistados — 15% relatam muita influência e 17% pouca influência. Nesse caso, o percentual é maior entre homens (36%) do que entre mulheres (29%).
A influência das redes também é mais expressiva entre os jovens: chega a 39% nas faixas de 16 a 24 anos e de 25 a 34 anos.
Líderes de igrejas apresentam o menor nível de influência entre os fatores analisados pela pesquisa. Ao todo, 23% dos eleitores dizem sofrer algum grau de influência dessas lideranças: 13% apontam muita influência e 10% pouca influência.
A escolaridade é um dos fatores que mais diferenciam os resultados. Entre eleitores que estudaram até o ensino fundamental, 30% afirmam que líderes religiosos influenciam sua decisão de voto. O percentual cai para 22% entre aqueles com ensino médio e para 15% entre os que têm ensino superior.
A diferença também é pequena entre católicos e evangélicos: 24% dos católicos dizem sofrer influência de líderes religiosos, ante 28% dos evangélicos.
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Baixar áudioO preço do café arábica abre esta segunda-feira (03) com baixa de 0,13%, com a saca de 60 kg negociada a R$ 1.744,18 na cidade de São Paulo.
O café robusta teve uma alta de 1,09%, sendo comercializado a R$ 1.092,56.
INDICADOR DO CAFÉ ARÁBICA CEPEA/ESALQ
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$ |
|---|---|---|---|---|
| 31/07/2026 | 1.744,18 | -0,13% | 10,48% | 343,75 |
| 30/07/2026 | 1.746,47 | -0,88% | 10,63% | 344,61 |
| 29/07/2026 | 1.761,96 | -1,13% | 11,61% | 345,35 |
| 28/07/2026 | 1.782,18 | 3,28% | 12,89% | 348,22 |
| 27/07/2026 | 1.725,66 | 2,95% | 9,31% | 337,77 |
INDICADOR DO CAFÉ ROBUSTA CEPEA/ESALQ
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$ |
|---|---|---|---|---|
| 31/07/2026 | 1.092,56 | 1,09% | 2,90% | 215,33 |
| 30/07/2026 | 1.080,81 | 0,11% | 1,79% | 213,26 |
| 29/07/2026 | 1.079,57 | -3,09% | 1,67% | 211,60 |
| 28/07/2026 | 1.114,00 | 2,45% | 4,92% | 217,66 |
| 27/07/2026 | 1.087,34 | 1,55% | 2,40% | 212,83 |
O preço do açúcar cristal apresenta baixa de 0,97% na capital de São Paulo. A saca de 50 kg é cotada a R$ 91,50.
INDICADOR DO AÇÚCAR CRISTAL BRANCO CEPEA/ESALQ - SÃO PAULO
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 31/07/2026 | 91,50 | -0,97% | 0,25% | 18,03 |
| 30/07/2026 | 92,40 | -0,57% | 1,24% | 18,23 |
| 29/07/2026 | 92,93 | 0,58% | 1,82% | 18,21 |
| 28/07/2026 | 92,39 | -0,39% | 1,23% | 18,05 |
| 27/07/2026 | 92,75 | -0,59% | 1,62% | 18,15 |
Em Santos (SP), houve uma alta de 1,17%, e a mercadoria é negociada a R$ 106,29 na média de preços sem impostos.
Indicador Açúcar Cristal - Santos (FOB)
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 31/07/2026 | 106,29 | 1,17% | -2,33% | 20,93 |
| 30/07/2026 | 105,06 | -1,38% | -3,46% | 20,71 |
| 29/07/2026 | 106,53 | -0,03% | -2,11% | 20,80 |
| 28/07/2026 | 106,56 | 0,82% | -2,09% | 20,82 |
| 27/07/2026 | 105,69 | -0,93% | -2,89% | 20,72 |
A saca de 60 kg do milho, por sua vez, é vendida a R$ 65,25, após uma baixa de 0,08%.
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 31/07/2026 | 65,25 | -0,08% | 2,63% | 12,86 |
| 30/07/2026 | 65,30 | -0,05% | 2,71% | 12,88 |
| 29/07/2026 | 65,33 | 0,17% | 2,75% | 12,80 |
| 28/07/2026 | 65,22 | -0,38% | 2,58% | 12,74 |
| 27/07/2026 | 65,47 | -0,41% | 2,97% | 12,81 |
Os dados são do Cepea.
Café arábica e café robusta são as duas principais variedades cultivadas e comercializadas no Brasil, ambas medidas em sacas de 60 kg.
O café arábica (conhecido também como café Conilon, em algumas regiões) tem sabor mais suave, menor teor de cafeína e alta qualidade sensorial, sendo preferido em cafeterias especializadas e nas exportações de cafés premium. Representa cerca de 70% da produção brasileira, com destaque para estados como Minas Gerais e São Paulo.
O café robusta, por sua vez, possui sabor mais amargo, maior concentração de cafeína e corpo mais intenso. É amplamente utilizado na produção de café solúvel e blends comerciais. Seus principais polos produtores são o Espírito Santo e Rondônia, e seu preço costuma ser mais baixo em comparação ao arábica, por conta do perfil mais industrial.
A saca de açúcar cristal no Brasil é padronizada em 50 quilos, especialmente para comercialização no mercado atacadista e para uso na indústria alimentícia. Essa unidade de medida é adotada pelo Cepea/Esalq-USP, principal fonte de cotações diárias do açúcar cristal no país.
A saca de milho equivale a 60 kg de grãos, mesmo padrão utilizado para soja e trigo. Essa medida é oficializada por instituições como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Cepea, sendo amplamente usada em negociações e relatórios de preço do milho.
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Baixar áudioO preço do boi gordo teve uma baixa de 0,10% nesta segunda-feira (3). Em São Paulo, a arroba é negociada a R$ 346,55.
INDICADOR DO BOI GORDO CEPEA/ESALQ
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 31/07/2026 | 346,55 | -0,10% | 3,02% | 68,30 |
| 30/07/2026 | 346,90 | -0,14% | 3,12% | 68,45 |
| 29/07/2026 | 347,40 | -0,09% | 3,27% | 68,09 |
| 28/07/2026 | 347,70 | 1,00% | 3,36% | 67,94 |
| 27/07/2026 | 344,25 | 0,01% | 2,33% | 67,38 |
No mercado de frango, os valores apresentam leve declínio na Grande São Paulo, em São José do Rio Preto e em Descalvado. O quilo do frango congelado é vendido a R$ 7,14, enquanto o frango resfriado está cotado a R$ 7,15.
PREÇOS DO FRANGO CONGELADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|
| 31/07/2026 | 7,14 | 0,00% | -1,65% |
| 30/07/2026 | 7,14 | -0,14% | -1,65% |
| 29/07/2026 | 7,15 | 0,00% | -1,52% |
| 28/07/2026 | 7,15 | 0,00% | -1,52% |
| 27/07/2026 | 7,15 | 0,00% | -1,52% |
PREÇOS DO FRANGO RESFRIADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|
| 31/07/2026 | 7,15 | -0,14% | -1,52% |
| 30/07/2026 | 7,16 | 0,00% | -1,38% |
| 29/07/2026 | 7,16 | 0,00% | -1,38% |
| 28/07/2026 | 7,16 | 0,00% | -1,38% |
| 27/07/2026 | 7,16 | 0,00% | -1,38% |
Já a carcaça suína especial teve uma alta nos atacados da Grande São Paulo, onde o quilo custa R$ 8,22.
Entre os estados analisados, o suíno vivo registra declínio no preço em Santa Catarina, onde o animal é comercializado a R$ 4,85.
PREÇOS DA CARCAÇA SUÍNA ESPECIAL (R$/kg)
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| Data | Média | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|
| 31/07/2026 | 8,22 | 0,00% | -3,52% |
| 30/07/2026 | 8,22 | 0,00% | -3,52% |
| 29/07/2026 | 8,22 | 0,74% | -3,52% |
| 28/07/2026 | 8,16 | 0,00% | -4,23% |
| 27/07/2026 | 8,16 | -3,20% | -4,23% |
INDICADOR DO SUÍNO VIVO CEPEA/ESALQ (R$/kg)
| Data | Estado | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|---|
| 31/07/2026 | MG - posto | 5,27 | 0,00% | -10,22% |
| 31/07/2026 | PR - a retirar | 4,65 | 1,31% | 0,43% |
| 31/07/2026 | RS - a retirar | 4,76 | 0,42% | -5,74% |
| 31/07/2026 | SC - a retirar | 4,85 | 1,46% | -3,96% |
| 31/07/2026 | SP - posto | 5,10 | 0,79% | -3,41% |
O boi gordo é o bovino macho pronto para o abate, com peso mínimo de 16 arrobas líquidas de carcaça (aproximadamente 240 kg) e até 42 meses de idade. Atende aos padrões do mercado nacional e internacional, incluindo exportações para Europa, China e cota Hilton.
O frango congelado passa por congelamento rápido, com temperaturas abaixo de -12°C, garantindo maior vida útil para armazenamento e transporte a longas distâncias.
Já o frango resfriado é mantido entre 0°C e 4°C, com validade de 5 a 7 dias, oferecendo textura e sabor mais próximos do fresco, ideal para consumidores exigentes e restaurantes.
Copiar o textoO setor mineral brasileiro abriu 2026 com um desempenho que surpreendeu até mesmo os analistas do Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram). O faturamento do primeiro semestre atingiu R$ 150,7 bilhões, ante R$ 139,2 bilhões registrados no mesmo período do ano anterior — crescimento de 8,2% que desafia a sazonalidade historicamente desfavorável dos primeiros meses do ano. Os dados foram apresentados em coletiva de imprensa realizada pelo Ibram, com detalhamento conduzido pelo presidente da entidade, Pablo Cesário.
"Esse é um resultado realmente surpreendente e curioso, porque o primeiro semestre, em geral, tem mais incidência de chuvas e outros fatores operacionais que limitam, que têm menos impacto. Então é um resultado muito forte", afirmou o presidente do Ibram durante a apresentação.
O crescimento da receita foi acompanhado por uma performance igualmente expressiva no comércio exterior. O valor das exportações minerais brasileiras avançou 24% no período, alcançando US$ 25 bilhões, mesmo diante de uma queda de 2,4% no volume físico exportado. A explicação está na valorização das commodities — especialmente ouro e cobre —, que mais do que compensaram a redução nas quantidades embarcadas.
As importações minerais também cresceram, registrando alta de 18,99% em valor. Ainda assim, o saldo da balança comercial exclusivamente mineral chegou a R$ 20,3 bilhões, colocando o setor na posição de principal contribuinte para o superávit comercial do país. "A mineração é responsável por 48% do saldo da balança comercial brasileira, incluindo todos os produtos", destacou o presidente do Ibram.
A arrecadação de tributos acompanhou o ritmo. O setor recolheu R$ 52 bilhões em impostos e contribuições no primeiro semestre, crescimento de 8,2% em relação ao mesmo intervalo de 2024, dos quais R$ 3,8 bilhões correspondem à Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais (Cfem).
Em meio ao cenário positivo, o minério de ferro — ainda a principal commodity do setor — apresentou queda de 3,1% no faturamento, apesar do aumento na produção física. O presidente do Ibram contextualizou a razão: a variação negativa de preço no mercado internacional foi o principal fator, e ela foi amplamente compensada pelo desempenho de outras commodities.
Ouro e cobre foram os protagonistas dessa compensação. O ouro, em particular, tem se beneficiado de uma mudança estrutural na forma como bancos centrais ao redor do mundo reservam valor. "Há uma tendência de longo prazo de retomada do preço, de aumento do valor, simplesmente porque a oferta não vai conseguir acompanhar a demanda", analisou o presidente do Ibram. Ele acrescentou que o destino das exportações brasileiras do metal precioso está fortemente concentrado na China — com a maior parte do volume adquirido pelo Banco Central chinês para formação de reservas.
O cobre, por sua vez, foi descrito como um mineral de demanda crescente e insubstituível no processo de eletrificação global. "Ele é absolutamente necessário em todo o processo de eletrificação, seja de transporte, de processamento de dados. Se tem um daqueles minérios que realmente acompanhamos num mercado de commodity, é o cobre", afirmou o presidente do Ibram. A perspectiva de longo prazo é de pressão contínua sobre os preços, dado o ritmo de exaustão de minas ativas e a lentidão na entrada de novas reservas em operação.
O mercado de trabalho do setor registrou variação positiva sutil no semestre: 421 novas vagas, levando o total para 229.614 postos de emprego direto. O número não inclui trabalhadores em empresas prestadoras de serviço à mineração, o que, segundo o Ibram, tornaria o impacto da atividade ainda mais expressivo ao longo de toda a cadeia.
O presidente da entidade destacou que o emprego é um indicador mais lento do que o faturamento. "O emprego é um indicador de atividade econômica que é mais lento. Primeiro a receita aumenta, depois isso vai sendo acompanhado ao longo do tempo. E da mesma forma, quando a receita diminui, o emprego reage mais devagar", explicou. Nos últimos cinco anos, o setor gerou 785 mil novos postos de trabalho, saindo de um patamar mais baixo para os atuais 229 mil empregos diretos — trajetória descrita como "crescimento relevante e consistente ao longo dos anos."
Minas Gerais segue na liderança do emprego setorial, com 38,2% das vagas, seguida pelo Pará (34,6%) e pela Bahia (5%). O Ibram, entretanto, projeta que o Pará assumirá a liderança da produção mineral nacional nos próximos anos, dada a velocidade com que a província mineral vem se expandindo.
Entre as preocupações apresentadas pelo Ibram, a crise de abastecimento de enxofre ocupou posição de destaque. O mineral, insumo básico para a fabricação de ácido sulfúrico — presente em fertilizantes, saneamento básico, mineração e indústria química —, saiu de uma faixa histórica de US$ 100 por tonelada para ser negociado a US$ 1.200 por tonelada, alta de aproximadamente 1.100%.
O problema, segundo o Ibram, não é apenas de preço, mas de disponibilidade física. Boa parte da produção mundial de enxofre é subproduto do refino de petróleo proveniente do Oriente Médio e de regiões do leste europeu, como o Cazaquistão — áreas em que os conflitos armados interromperam cadeias logísticas e destruíram capacidade produtiva. "Cinquenta por cento do enxofre do mundo passa pelo Estreito de Ormuz. Esse trânsito continua impedido e não se tem ideia de quanto da capacidade de produção de enxofre do mundo foi destruída nos conflitos", detalhou o presidente do Ibram.
A situação já provoca a interrupção de plantas de ácido sulfúrico no Brasil, e os estoques nacionais foram descritos como "bastante preocupantes". "Isso afeta a mineração, não é apenas a agricultura, a indústria química também não funciona sem isso", alertou o presidente da entidade.
Outro ponto de forte crítica do Ibram foi a inclusão da mineração no escopo do Imposto Seletivo, previsto no bojo da reforma tributária. Para a entidade, trata-se de um erro conceitual e técnico que pode comprometer a competitividade do setor no longo prazo.
"Não existem exemplos no mundo de imposto seletivo que afetam a mineração e o petróleo. Esse imposto, quando criado, tem como objetivo desincentivar o consumo de produtos que tenham externalidades negativas de saúde, de ambiente. E, portanto, incide apenas naqueles produtos destinados diretamente ao consumo", argumentou o presidente do Ibram.
A crítica vai além da estranheza conceitual. O Ibram aponta que, na prática, o Imposto Seletivo sobre mineração funciona como um imposto de exportação disfarçado, com efeitos sobre a cumulatividade tributária que a própria reforma pretendia eliminar. "O que o Imposto Seletivo faz, ao incidir na mineração, é criar cumulatividade tributária e destruir ou diminuir a nossa capacidade competitiva", afirmou.
Para reforçar o argumento, o presidente do Ibram recorreu ao exemplo argentino: "A incidência de um imposto de exportação sobre a pecuária argentina levou à destruição de um dos setores mais competitivos da economia argentina em 30, 40 anos." Com a regulamentação das alíquotas ainda em discussão, o Ibram defende que a alíquota aplicável à mineração seja zero — ou que, ao menos, sejam reconhecidas diferenciações dentro do próprio minério de ferro, premiando, por exemplo, produtos com menor intensidade de carbono.
Um terceiro alerta do Ibram diz respeito ao julgamento do Supremo Tribunal Federal sobre a constitucionalidade da Lei nº 5.709/1971, que restringe a posse de terras por empresas com capital estrangeiro. O STF julgou a lei constitucional, mas o acórdão ainda não foi publicado na íntegra, gerando uma zona cinzenta jurídica que afeta diretamente empresas mineradoras — que necessitam de grandes extensões de terra não apenas para lavra, mas sobretudo para projetos de compensação ambiental e social.
"Nossas empresas hoje não têm clareza se os ativos que elas têm, podem manter. E caso elas não tenham, as operações podem ser profundamente impactadas", afirmou o presidente do Ibram. A entidade acompanha com atenção um projeto de lei em tramitação no Senado que tenta equacionar a questão. A indefinição, porém, já é suficiente para gerar insegurança entre investidores estrangeiros — em um momento em que o Brasil tenta justamente atrair mais capital externo para o setor.
Na pauta legislativa, o Ibram manifestou apoio ao avanço do PL 2.780, que institui uma política nacional para minerais críticos e estratégicos, e acompanha com expectativa o PL 4.443, de autoria do senador Renan Calheiros, relatado pelo senador Esperidião Amin na Comissão de Assuntos Econômicos e em debate na Comissão de Infraestrutura do Senado. "O regime que se encontrou é maduro. Há mudanças, ajustes, mas que são ajustes relevantes que precisam ser feitos, e que ele seja aprovado no menor prazo possível", defendeu Cesário.
O ponto central do debate gira em torno da composição e dos poderes do Conselho de Minerais Críticos e Estratégicos previsto nos projetos. "O grande debate ao redor desse texto é sobre qual é o papel desse conselho e quais poderes ele terá", resumiu o presidente do Ibram, que relatou ter percebido, em reunião recente, um raro consenso bipartidário: senadores de situação e oposição concordaram que o tema é prioritário e precisa avançar. A expectativa é de que a pauta retorne à Comissão de Infraestrutura na semana do dia 10 de agosto.
No plano geopolítico, o presidente do Ibram defendeu que o Brasil aproveite sua posição de "não alinhamento automático" para liderar um arranjo plurilateral de fornecimento de minerais críticos. "O Brasil tem uma característica de autonomia internacional. Nós somos vistos por todas as grandes potências — americanos, europeus, chineses, japoneses — como confiáveis, ao mesmo tempo", disse. Para ele, o país deve exigir, em contrapartida ao fornecimento seguro de minerais, acesso a tecnologias, mercados previsíveis e mecanismos de cofinanciamento. "Nós podemos liderar um arranjo global ou pelo menos plurilateral em que haja ganha-ganha", afirmou.
A estimativa de investimentos do setor para o período 2026–2030 permanece em US$ 76,9 bilhões, monitorada anualmente pelo Ibram. A curva projetada é crescente e, segundo a entidade, reflete tanto a realocação de cadeias produtivas globais quanto a transição energética em curso — que coloca a mineração no centro da demanda por insumos para energias limpas, eletrificação e processamento de dados.
Para sustentar esse crescimento, o Ibram identificou como uma das principais fragilidades estruturais do setor a escassez de mecanismos de financiamento adequados às características da atividade mineral. Hoje, mais de 130 empresas com operações no Brasil estão listadas em bolsas estrangeiras, enquanto apenas cinco mineradoras têm ações negociadas em território nacional. A entidade já iniciou discussões com o Ministério da Fazenda para criar um instrumento similar ao existente na Austrália e no Canadá — um mecanismo que permita que investimentos em pesquisa mineral sejam reconhecidos como despesas dedutíveis no Imposto de Renda.
Em resposta a perguntas de jornalistas, o presidente do Ibram reforçou o alerta sobre a infiltração do crime organizado na mineração ilegal. Com o ouro em patamares recordes, o incentivo econômico para a atividade ilícita cresceu proporcionalmente — e as barcas utilizadas no garimpo ilegal, que custam entre R$ 10 milhões e R$ 15 milhões, passaram a ser financiadas por organizações criminosas. A presença de armas de alto calibre e a resistência armada em operações de fiscalização do Ibama e da Polícia Federal são, segundo o Ibram, evidências concretas dessa infiltração.
"O crime organizado se tornou investidor na mineração ilegal porque ela é muito rentável, mas também porque presta outro serviço: lavagem de dinheiro", afirmou o presidente do Ibram. A entidade mantém programas de cooperação com a Polícia Federal e o Ministério Público e trabalha, junto ao Sebrae e ao Ministério de Minas e Energia, em medidas para estimular a formalização de pequenos garimpeiros que desejam sair da clandestinidade.
O quadro geral desenhado pelo Ibram aponta para uma trajetória de expansão sustentada, lastreada em fundamentos de longo prazo. A transição energética global, a realocação de cadeias industriais, a valorização de minerais críticos e o potencial ainda subexplorado de províncias como o Pará e o interior da Bahia e de Goiás compõem um cenário favorável. A participação da mineração no PIB, na arrecadação e no saldo comercial tende a crescer.
Os riscos, contudo, são reais e urgentes: o imposto seletivo mal calibrado, a crise do enxofre, a insegurança jurídica sobre terras e o avanço do garimpo ilegal podem comprometer investimentos e competitividade. O setor chega ao segundo semestre de 2025 mais forte em números — e mais exigente em políticas públicas à altura do papel que já demonstra desempenhar na economia brasileira. (Equipe Brasil Mineral)
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Baixar áudioA saca de 60 quilos da soja inicia esta segunda-feira (3) com redução no interior do Paraná e na região litorânea de Paranaguá.
No mercado paranaense, o grão apresenta baixa de 0,40%, com a saca negociada a R$ 137,27. Em Paranaguá, a baixa foi de 0,26%, levando a cotação para R$ 144,91.
INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANÁ
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 31/07/2026 | 137,27 | -0,40% | 7,72% | 27,05 |
| 30/07/2026 | 137,82 | -0,85% | 8,15% | 27,19 |
| 29/07/2026 | 139,00 | -0,73% | 9,08% | 27,24 |
| 28/07/2026 | 140,02 | -0,40% | 9,88% | 27,36 |
| 27/07/2026 | 140,58 | 0,23% | 10,32% | 27,52 |
INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANAGUÁ
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 31/07/2026 | 144,91 | -0,26% | 8,48% | 28,56 |
| 30/07/2026 | 145,29 | -1,04% | 8,77% | 28,67 |
| 29/07/2026 | 146,81 | -0,73% | 9,90% | 28,77 |
| 28/07/2026 | 147,89 | 0,09% | 10,71% | 28,90 |
| 27/07/2026 | 147,75 | -0,42% | 10,61% | 28,92 |
O trigo teve uma estabilidade de preço no Paraná e no Rio Grande do Sul.
No Paraná, a tonelada do cereal é comercializada a R$ 1.405,92. No Rio Grande do Sul, o produto é vendido a R$ 1.321,88.
PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - RIO GRANDE DO SUL
PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - PARANÁ
| Data | Valor R$/t* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$/t* |
|---|---|---|---|---|
| 31/07/2026 | 1.405,92 | 0,00% | 2,72% | 277,08 |
| 30/07/2026 | 1.405,91 | 0,00% | 2,72% | 277,41 |
| 29/07/2026 | 1.405,86 | -0,31% | 2,72% | 275,55 |
| 28/07/2026 | 1.410,28 | 0,49% | 3,04% | 275,55 |
| 27/07/2026 | 1.403,44 | 0,01% | 2,54% | 274,70 |
A saca de soja e a saca de trigo são as principais unidades de comercialização de grãos no Brasil. Cada saca equivale a 60 quilos, padrão adotado por órgãos oficiais como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).
Esse formato padronizado facilita o comércio da soja e do trigo, além de permitir um acompanhamento mais preciso das cotações e variações de preços no mercado nacional.
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Baixar áudioA previsão do tempo para a Região Sul nesta segunda-feira (3) indica condições distintas entre os três estados, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
No Rio Grande do Sul, a instabilidade será mais presente, com muitas nuvens e ocorrência de pancadas de chuva acompanhadas de trovoadas. Em Porto Alegre, os termômetros variam entre 15°C e 23°C. A chuva também pode ocorrer nas regiões Norte, Nordeste, Centro-Oriental e Metropolitana de Porto Alegre, enquanto o Sul e a Campanha terão períodos de maior estabilidade.
Em Santa Catarina, a previsão indica muitas nuvens ao longo do dia. Em Florianópolis, a temperatura mínima será de 17°C, com máxima de 23°C. A nebulosidade também predomina nas regiões do Vale do Itajaí, Norte Catarinense, Grande Florianópolis e Sul do estado.
No Paraná, o tempo permanece mais estável, com poucas nuvens. Curitiba terá mínima de 13°C e máxima de 25°C. A condição também predomina nas regiões Metropolitana de Curitiba, Campos Gerais, Norte Central, Norte Pioneiro e Oeste paranaense.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o textoCapitais da região registram pouca nebulosidade, com temperaturas variando entre 13°C e 37°C
Baixar áudioA previsão do tempo para a Região Centro-Oeste nesta segunda-feira (3), indica poucas nuvens nas quatro capitais, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
No Distrito Federal, Brasília registra mínima de 13°C e máxima de 27°C, com poucas nuvens ao longo do dia.
Em Goiás, Goiânia terá mínima de 15°C e máxima de 30°C, também sob poucas nuvens. A condição se mantém predominante no estado, sem previsão de mudança significativa no tempo.
Em Mato Grosso, Cuiabá terá mínima de 26°C e máxima de 37°C, a maior temperatura prevista entre as capitais do Centro-Oeste. O estado permanece com poucas nuvens na maior parte do território.
Em Mato Grosso do Sul, Campo Grande terá mínima de 19°C e máxima de 32°C, com poucas nuvens. A previsão indica tempo estável também nas demais áreas do estado.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o textoRio de Janeiro terá muitas nuvens e Vitória pode registrar pancadas de chuva isoladas
Baixar áudioNa Região Sudeste, a segunda-feira (3) terá condições de tempo diferentes entre os estados, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Em São Paulo, a previsão indica poucas nuvens na capital, com temperaturas entre 13°C e 27°C. No interior, o tempo permanece predominantemente estável, sem mudança significativa nas condições previstas.
No Rio de Janeiro, a capital terá muitas nuvens, com mínima de 15°C e máxima de 30°C. A maior presença de nebulosidade também deve ocorrer em áreas do litoral e do sul fluminense, enquanto outras regiões do estado terão variação de nebulosidade.
Em Minas Gerais, Belo Horizonte terá poucas nuvens, com temperaturas entre 11°C e 27°C. A condição de tempo mais estável deve predominar também no interior mineiro, sem previsão de chuva significativa.
No Espírito Santo, Vitória terá céu nublado e possibilidade de pancadas de chuva isolada, com mínima de 17°C e máxima de 26°C. A instabilidade também pode atingir áreas do litoral e do nordeste capixaba.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioNa Região Norte, a previsão do tempo para esta segunda-feira (3) indica condições de chuva em diferentes áreas, principalmente no norte da região, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Em Rondônia, Porto Velho terá mínima de 23°C e máxima de 33°C, com muitas nuvens. A condição deve predominar também nas áreas do norte, centro e leste do estado.
No Acre, Rio Branco registra mínima de 22°C e máxima de 33°C, com muitas nuvens. A mesma condição deve ocorrer nas regiões do Vale do Acre e do Vale do Juruá.
No Amazonas, Manaus terá mínima de 26°C e máxima de 34°C, com muitas nuvens e possibilidade de chuva isolada. A instabilidade também pode atingir áreas do norte e do centro do estado.
Em Roraima, Boa Vista terá mínima de 24°C e máxima de 33°C, com muitas nuvens, pancadas de chuva e trovoadas isoladas. A instabilidade deve se estender por áreas do norte, centro e sul do estado.
No Pará, Belém terá mínima de 24°C e máxima de 34°C, com muitas nuvens, pancadas de chuva e trovoadas isoladas. A ocorrência de chuva também é prevista para áreas do nordeste paraense, Marajó e baixo Amazonas.
No Amapá, Macapá terá mínima de 25°C e máxima de 34°C, com muitas nuvens, pancadas de chuva e trovoadas isoladas. A condição também deve atingir áreas do norte e do sul do estado.
No Tocantins, Palmas terá mínima de 19°C e máxima de 34°C, com poucas nuvens. A previsão indica tempo semelhante na maior parte do estado, incluindo as regiões norte, central e sul.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA previsão do tempo para esta segunda-feira (3) indica maior concentração de nebulosidade sobre o litoral do Nordeste, com possibilidade de chuva isolada em parte da faixa costeira. No interior da região, as condições são de menor nebulosidade e temperaturas mais elevadas, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Na Bahia, Salvador terá mínima de 22°C e máxima de 28°C, com muitas nuvens e possibilidade de chuva isolada. A mesma condição deve predominar no litoral e em áreas próximas à faixa costeira. No interior, a nebulosidade tende a ser menor.
Em Sergipe, Aracaju registra mínima de 23°C e máxima de 27°C, com muitas nuvens e possibilidade de chuva isolada. A instabilidade fica concentrada principalmente no litoral.
Em Alagoas, Maceió terá temperaturas entre 21°C e 26°C, com muitas nuvens e possibilidade de chuva isolada. A condição também deve ocorrer na faixa leste do estado.
Em Pernambuco, Recife terá mínima de 21°C e máxima de 26°C, com muitas nuvens e possibilidade de chuva isolada. A nebulosidade será maior na faixa litorânea e na Zona da Mata.
Na Paraíba, João Pessoa terá mínima de 22°C e máxima de 28°C, com céu nublado e pancadas de chuva isoladas. A condição deve atingir principalmente o litoral e áreas próximas.
No Rio Grande do Norte, Natal terá temperaturas entre 22°C e 27°C, com céu nublado e pancadas de chuva isoladas. A instabilidade deve se concentrar no litoral.
No Ceará, Fortaleza terá mínima de 25°C e máxima de 30°C, com muitas nuvens. No interior, a nebulosidade tende a diminuir.
No Piauí, Teresina terá mínima de 25°C e máxima de 36°C, com poucas nuvens. O tempo permanece mais aberto em grande parte do estado, com calor predominando no centro-norte e no sudeste piauiense.
No Maranhão, São Luís terá mínima de 25°C e máxima de 33°C, com muitas nuvens e possibilidade de chuva isolada. A nebulosidade também estará presente no norte maranhense, enquanto o interior terá variação maior de cobertura de nuvens.
Céu totalmente encoberto por oito oitavos na camada de nuvens. A cobertura de nuvens é estimada em oitavos (oktas) da abóbada celeste, somando-se todas as nuvens presentes naquela camada específica.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o textoEstudo aponta que gênero, raça e origem familiar definem mobilidade social no Brasil
Baixar áudioA educação é o fator mais associado à ascensão de renda no Brasil. A conclusão é do Atlas da Mobilidade Social, uma plataforma pública desenvolvida pelo Instituto Mobilidade e Desenvolvimento Social (Imds), em parceria com o grupo de pesquisa Prospera Lab. Os dados mostram, ainda, que as maiores probabilidades de mobilidade concentram-se nas regiões Sul, Sudeste e em partes do Centro-Oeste.
Entre as dimensões avaliadas, a educação apresentou a associação mais forte com a mobilidade social ascendente. De acordo com o levantamento, municípios que registram melhores indicadores educacionais tendem a apresentar maiores chances de mobilidade ascendente.
Os dados mostram que localidades com Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) mais elevado e menor distorção idade-série apresentam melhores resultados em mobilidade social.
Ao analisar as chances de ascensão social de jovens oriundos de famílias de baixa renda nas diferentes regiões do país, o Atlas identificou que as maiores probabilidades de mobilidade concentram-se nas regiões Sul, Sudeste e em partes do Centro-Oeste.
Já as menores taxas de mobilidade foram identificadas nas regiões Norte e Nordeste. Segundo a Agência Brasil, o resultado revela territórios onde a pobreza tende a ser mais persistente entre gerações.
Ou seja, a reprodução das desvantagens sociais, em que filhos de famílias de renda mais baixa têm maior chance de permanecer no mesmo grupo da distribuição, é mais intensa em municípios das regiões Norte e Nordeste.
O estudo mostra, ainda, desigualdades de oportunidades pelo país. Enquanto em Assis Brasil (AC), 84,4% dos jovens oriundos de famílias que pertenciam aos 25% mais pobres permanecem nesse mesmo grupo de renda quando adultos, em Ponte Serrada (SC), apenas 2,13% dos jovens permanecem nesse estrato de renda. O município acreano possui um dos piores resultados do país; já o catarinense evidencia um ambiente mais favorável à ascensão socioeconômica.
Além da educação, o Atlas também mostra que as oportunidades de ascensão econômica variam conforme raça, gênero e origem familiar.
O levantamento revela que, entre jovens brancos que nasceram em famílias situadas entre os 25% mais pobres da distribuição de renda, 36,3% permanecem nesse grupo na vida adulta. Entre os não brancos, a probabilidade sobe para 51,6%.
Segundo o Atlas, o gênero também impacta as possibilidades de mobilidade social. Entre os filhos de pais que estavam entre os 25% mais pobres da população, cerca de um terço dos homens (32,9%) permanece no mesmo nível de renda na vida adulta. Entre as mulheres, a proporção chega a 65,1%.
A disparidade aparece, ainda, no recorte racial: enquanto 69% das mulheres não brancas continuam entre os 25% mais pobres quando adultas, entre as mulheres brancas esse percentual é menor, de 52,9%.
Conforme a Agência Brasil, as estimativas foram calculadas utilizando métodos contemporâneos de mensuração da mobilidade social e dados administrativos da Receita Federal, dos Ministérios do Trabalho e Emprego e do Desenvolvimento Social, além de pesquisas domiciliares do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
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Baixar áudioO Anuário de Segurança Pública, divulgado pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP), mostra que o Brasil registrou 19.398 casos de estupro e 64.990 de estupro de vulnerável em 2025. A Região Norte concentra os maiores números de casos do crime no país. Dos oito estados com as maiores taxas de estupro do Brasil, sete integram a Amazônia Legal. Entre as Unidades da Federação, Roraima apresentou a maior taxa do país, seguido por Rondônia e pelo Acre.
O levantamento destaca que a violência sexual atinge de maneira desproporcional meninas e mulheres. Em 2025, elas foram 9 em cada 10 vítimas. A prevalência é refletida nas taxas de ambos os crimes, que saltam para 16,5 estupros e 51,3 registros de estupro de vulnerável a cada 100 mil mulheres.
O estado de Roraima lidera o ranking com a maior taxa de casos de estupro a cada 100 mil habitantes, com 127,1 casos. Em segundo lugar aparece Rondônia, com uma taxa de 97,1 para o mesmo recorte populacional. Na sequência, estão o Acre e o Amapá, com 96,6 e 89,6 casos a cada 100 mil habitantes, respectivamente.
Em relação às menores taxas, o Ceará apresentou a menor taxa, com 20,6 estupros a cada 100 mil habitantes, seguido de Minas Gerais, com 26,8, e Pernambuco, com 27,7.
Confira o ranking estadual das oito UF com maior taxa de estupros e estupros de vulnerável do país em 2025:
Em comparação com os dados de 2024, 21 dos 27 estados apresentaram queda de registros. Apenas Rio Grande do Norte, Rio de Janeiro, Pará, Amazonas, Paraíba e Maranhão registraram aumento no número de casos, sendo que o território maranhense teve um crescimento de 19,5%.
O anuário mostra que os estados que possuem as maiores taxas de estupro – sendo Roraima, Acre, Rondônia, Amapá e Mato Grosso do Sul – também aparecem no ranking dos 10 municípios com as maiores taxas do país em 2025, ao lado de municípios do Pará e do Paraná.
A lista é integrada por quatro capitais: Boa Vista (RR), Porto Velho (RO), Rio Branco (AC) e Macapá (AP). O estudo analisa que a presença das capitais no ranking municipal pode ser justificada por serem cidades com maior concentração de ocorrências, além de funcionarem como polos regionais para atendimentos especializados e denúncias.
As cidades de Boa Vista (RR) e Ariquemes (RO) lideram o ranking municipal de violência sexual em municípios com mais de 100 mil habitantes, com taxas de 110,8 e 102,6, respectivamente.
Confira o rankings dos dez municípios com maiores taxas estupro e estupro de vulnerável do país em 2025:
A análise considera registros dos dois tipos do crime: estupro e estupro de vulnerável.
O Código Penal brasileiro define os crimes de estupro e estupro de vulnerável nos artigos 213 e 217-A. Confira a definição, conforme a legislação:
Conforme o estudo, ambos os crimes em 2025 indicam, novamente, a prevalência dos casos de estupro de vulnerável frente aos estupros.
O anuário revela que a violência sexual no Brasil afeta, principalmte, crianças e adolescentes. O crime contra menores de 14 anos corresponde a 77% dos registros em 2025.
Em relação às taxas por população, foram registrados 30,5 estupros de vulnerável a cada 100 mil habitantes, contra 9,1 estupros.
Os indicadores identificaram que as principais vítimas de estupro no Brasil são do sexo feminino, representando 93,3% dos casos registrados no ano passado. Já as vitímas do sexo masculino correspondem a 6,7% dos registros.
O cenário se repete nos casos de estupro de vulnerável, onde meninas e adolescentes de até 14 anos somam 85,6% das ocorrências, frente a 14,4% de vítimas do sexo masculino.
O estudo pontua que o baixo percentual de casos envolvendo homens e meninos não significa, contudo, ignorar a violência sexual contra o gênero masculino. “É importante reconhecer que esses casos também são marcados por elevada subnotificação, atravessada por normas de masculinidade, estigma e vergonha”, diz um trecho da publicação.
Pelo anuário, entre as vítimas masculinas registradas, crianças e adolescentes predominam. A proporção de vítimas do sexo masculino é quase duas vezes maior nos casos de estupro de vulnerável, cerca de 14%, do que nos casos de estupro, cerca de 7%.
O Anuário Brasileiro de Segurança Pública é integrado por informações fornecidas pelas secretarias de segurança pública estaduais, polícias civis, militares e federal, entre outras fontes oficiais da Segurança Pública.
Com o retrato da Segurança Pública brasileira, é uma ferramenta voltada a produzir conhecimento, incentivar a avaliação de políticas públicas e promover o debate de novos temas na agenda do setor.
O documento completo pode ser acessado em www.forumseguranca.org.br. Para acessar, é preciso clicar na aba publicações e, em seguida, em anuário. Os dados podem ser baixados em dois formatos, em PDF e em formato de planilha.
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Baixar áudioAs prefeituras já podem solicitar o parcelamento de dívidas com a União, previsto na Emenda Constitucional nº 136/2025 (PEC dos Precatórios). Os municípios interessados em aderir à medida devem enviar um ofício de manifestação de interesse à Secretaria do Tesouro Nacional até o dia 9 de setembro, com as respectivas leis autorizativas publicadas no Diário Oficial do município. Os débitos podem ser pagos em até 360 parcelas.
O Decreto nº 13.080/2026 detalha as novas condições financeiras para os entes municipais. Além de permitir o parcelamento em até 360 parcelas mensais sucessivas, também há possibilidade de redução de juros e mudanças dos indexadores originais das dívidas pelo IPCA.
Conforme o Tesouro Nacional, o decreto se aplica somente às dívidas contratuais administradas pela Secretaria do Tesouro Nacional (STN).
O município deve enviar um ofício à Secretaria do Tesouro Nacional (STN), por meio do e-mail [email protected], até o dia 9 de setembro.
Confira o que o documento deve conter:
Em nota, a Frente Nacional de Prefeitas e Prefeitos (FNP) destacou que o município pode optar pela amortização de percentual do saldo devedor, com transferência de valores, bens móveis ou imóveis, créditos junto ao setor privado ou União. Também é possível optar pela compensação financeira da exploração de gás, petróleo, recursos hídricos ou minerais, entre outros. Para algumas opções, é preciso uma lei municipal específica.
As prefeituras também podem optar pelo compromisso de investimento dos juros que deixarão de ser pagos à União em áreas como educação, saneamento, habitação, adaptação climática, transportes ou segurança pública.
A prefeitura que optar por essa modalidade deverá apresentar um plano de aplicação dos recursos, com a identificação das obras e intervenções previstas, os benefícios esperados e o cronograma físico-financeiro. Além disso, será obrigada a prestar contas, semestralmente, ao tribunal de contas e ao Poder Legislativo municipal.
As prestações serão calculadas conforme a Tabela Price e vencem no dia 15 do mês seguinte ao de assinatura do contrato/aditivo. Em caso de amortização, o saldo devedor será atualizado após a transferência dos ativos à União.
A legislação estabelece situações onde o município poderá ser excluído do parcelamento. Confira:
Em caso de contratação de empréstimo para pagar prestações do parcelamento;
Caso haja exclusão do ente, o município perde os benefícios financeiros obtidos com a adesão e o saldo devedor será recalculado.
O site do Tesouro disponibiliza uma página com respostas para sanar dúvidas das prefeituras sobre a aplicação do decreto, no site: www.tesourotransparente.gov.br. Na mesma página, também é possível acessar um quadro com todas as combinações possíveis de juros a serem pagos à União, percentuais de amortização extraordinária e de investimento.
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