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Baixar áudioA reforma tributária vai obrigar micro e pequenas empresas a rever a forma como calculam impostos, administram créditos e tomam decisões sobre o regime tributário. A transição para o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) também coloca os pequenos negócios diante de uma escolha: permanecer no Simples Nacional ou avaliar a migração para o chamado regime híbrido.
As mudanças foram discutidas nesta quarta-feira (23), durante o seminário “Pense nas Pequenas Primeiro”, promovido pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). Especialistas, empresários e representantes do setor público também debateram acesso ao crédito, produtividade, competitividade e redução do Custo Brasil.
Uma das mudanças apresentadas durante o evento foi a chamada apuração assistida. Segundo a auditora de Curitiba (PR) e integrante do Comitê Gestor do IBS, Clarissa Mendes, informações dos documentos fiscais serão integradas aos sistemas de apuração.
A proposta, segundo ela, é reduzir o trabalho manual das empresas e automatizar parte do processo de declaração.
“A apuração assistida para o Simples Nacional é justamente a declaração do PGDAS. Os valores apresentados nos documentos fiscais vão automaticamente, por meio de integrações de sistema, ser apresentados no PGDAS”, explicou.
Clarissa também destacou que uma calculadora será integrada aos documentos fiscais para fazer o cálculo do IBS e da CBS. A medida busca facilitar a adaptação das empresas à variação das alíquotas durante o período de transição.
O consultor e ex-auditor fiscal da Fazenda de São Paulo, Ângelo de Ângelis, chamou atenção para outro aspecto da tributação das pequenas empresas: os impostos pagos indiretamente na compra de insumos.
Segundo ele, a cumulatividade tributária pode comprometer uma parcela significativa do capital de giro das empresas do Simples Nacional.
“Existem os impostos invisíveis. Então aquilo que a empresa do Simples paga na compra, muitas delas não enxergam isso como pagamento de imposto — e é pagamento de imposto”, afirmou.
De Ângelis disse que simulações feitas com dados reais de empresas indicaram casos em que essa cumulatividade chega a comprometer quase 40% das necessidades de capital de giro.
Durante o seminário, o diretor de Desenvolvimento Industrial da CNI, Mário Sérgio Telles, refletiu sobre os efeitos da reforma tributária na economia e no dia a dia do setor produtivo. Ele apontou que, embora as projeções gerais possam parecer abstratas no presente, a real dimensão das mudanças no crescimento do país e nos negócios só será sentida a médio e longo prazo.
"Eu sei que muitas vezes os empresários desprezam esse efeito — 'eu quero saber o que vai acontecer na minha empresa' —, mas o efeito sobre o crescimento econômico, que hoje é teórico, está no modelo. Daqui uns cinco, seis anos, nós vamos conversar sobre o efeito econômico que essa reforma tributária vai ter, e aí vai ser mais palpável, porque nós vamos estar vendo o que aconteceu", afirmou Telles.
Para o presidente da CNI, Ricardo Alban, o fortalecimento das pequenas e médias empresas é necessário para ampliar a competitividade das cadeias produtivas brasileiras.
Segundo Alban, a estratégia não deve se concentrar apenas nas grandes empresas, mas integrar negócios de diferentes portes aos mercados nacional e internacional.
“Não adianta a gente focar na competitividade das grandes empresas, porque senão nós vamos ficar a reboque das cadeias produtivas internacionais e de outros concorrentes”, afirmou.
O acesso ao financiamento também esteve entre os temas discutidos. Especialistas analisaram as dificuldades enfrentadas pelas empresas para obter crédito e mecanismos públicos que podem reduzir os riscos das operações.
O representante da Jornada Nacional de Inovação da Indústria, Carlos Bork, defendeu maior integração entre o Sebrae e as federações estaduais das indústrias para ampliar o atendimento às empresas.
“Se nós juntarmos o Sebrae e a capilaridade das federações, a gente impacta e chega em muito mais pessoas, muito mais empresários lá na ponta”, disse.
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Já a representante da Agência Brasileira de Gestão de Fundos Garantidores e Garantias, Mayra Madri, destacou o Seguro de Crédito à Exportação como mecanismo de redução de risco para operações destinadas ao mercado externo.
A produtividade foi outro ponto levantado durante o evento. O economista e professor da Universidade de Brasília (UnB), José Ronaldo de Souza, afirmou que o país precisará elevar a produtividade para sustentar taxas de crescimento econômico nas próximas décadas.
“Para crescer 2%, nós vamos ter que crescer 1% em média nas próximas décadas a produtividade, sendo que a gente ficou com ela estagnada por décadas”, afirmou.
O debate também tratou da participação das pequenas empresas nas cadeias produtivas. O gerente de Competitividade do Sebrae Nacional ressaltou que o aumento da competitividade industrial depende da integração entre negócios de diferentes portes.
“Quando a gente olha para o processo produtivo de uma empresa, às vezes a gente pensa o que é mais importante: máquinas, pessoas ou o que está na frente? O mais importante é o fluxo. Quando a gente fala sobre o pequeno e leva esse raciocínio de um processo produtivo para uma lógica de desenvolvimento de cadeia produtiva, a gente tem que 92% das empresas industriais são pequenas empresas”, afirmou.
O encerramento do evento foi dedicado ao Custo Brasil. Segundo a CNI, os custos associados a entraves como infraestrutura e outros fatores que reduzem a competitividade chegam a R$ 1,7 trilhão por ano, o equivalente a 20% do Produto Interno Bruto (PIB).
O diretor de Desenvolvimento Industrial da CNI, Mário Sérgio Telles, afirmou que esse diferencial de custos dificulta tanto a inserção das empresas brasileiras nas cadeias globais quanto a competição no mercado doméstico.
O economista e professor da UnB, Jorge Arbache, defendeu que a estratégia de reindustrialização aproveite vantagens competitivas brasileiras, como a geração de energia renovável e a biomassa.
Copiar o textoArábica sobe 0,11% em São Paulo
Baixar áudioO preço do café arábica abre esta quinta-feira (24) com alta de 0,11%, com a saca de 60 kg negociada a R$1.513,01 na cidade de São Paulo.
O café robusta teve uma alta de 0,15%, sendo comercializado a R$938,40.
INDICADOR DO CAFÉ ARÁBICA CEPEA/ESALQ
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$ |
|---|---|---|---|---|
| 23/09/2026 | 1.513,01 | 0,11% | -13,47% | 292,82 |
| 22/09/2026 | 1.511,31 | -1,49% | -13,56% | 296,16 |
| 21/09/2026 | 1.534,23 | -0,80% | -12,25% | 300,42 |
| 18/09/2026 | 1.546,58 | 0,30% | -11,55% | 300,54 |
| 17/09/2026 | 1.541,97 | -1,56% | -11,81% | 299,94 |
INDICADOR DO CAFÉ ROBUSTA CEPEA/ESALQ
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$ |
|---|---|---|---|---|
| 23/09/2026 | 938,40 | 0,15% | -8,19% | 181,61 |
| 22/09/2026 | 936,96 | -2,17% | -8,33% | 183,61 |
| 21/09/2026 | 957,72 | -0,84% | -6,30% | 187,53 |
| 18/09/2026 | 965,79 | 0,08% | -5,51% | 187,68 |
| 17/09/2026 | 965,02 | -1,26% | -5,59% | 187,71 |
O preço do açúcar cristal apresentou baixa de 0,59% na capital de São Paulo. A saca de 50 kg é cotada a R$120,08.
INDICADOR DO AÇÚCAR CRISTAL BRANCO CEPEA/ESALQ - SÃO PAULO
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 23/09/2026 | 120,08 | -0,59% | 5,56% | 23,24 |
| 22/09/2026 | 120,79 | 0,55% | 6,19% | 23,67 |
| 21/09/2026 | 120,13 | 0,07% | 5,61% | 23,52 |
| 18/09/2026 | 120,05 | 0,39% | 5,54% | 23,33 |
| 17/09/2026 | 119,58 | 0,25% | 5,13% | 23,26 |
Em Santos (SP), houve uma alta de 0,91%, e a mercadoria é negociada a R$126,82 na média de preços sem impostos.
Indicador Açúcar Cristal - Santos (FOB)
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 23/09/2026 | 126,82 | 0,91% | -0,84% | 24,67 |
| 22/09/2026 | 125,68 | 0,28% | -1,73% | 24,56 |
| 21/09/2026 | 125,33 | 0,47% | -2,00% | 24,52 |
| 18/09/2026 | 124,74 | -0,32% | -2,46% | 24,19 |
| 17/09/2026 | 125,14 | -2,10% | -2,15% | 24,29 |
A saca de 60 kg do milho, por sua vez, é vendida a R$69,82, após uma alta de 0,11%.
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| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 23/09/2026 | 69,82 | 0,11% | -0,58% | 13,51 |
| 22/09/2026 | 69,74 | 0,17% | -0,70% | 13,67 |
| 21/09/2026 | 69,62 | 0,48% | -0,87% | 13,63 |
| 18/09/2026 | 69,29 | 0,06% | -1,34% | 13,46 |
| 17/09/2026 | 69,25 | 0,07% | -1,40% | 13,47 |
Os dados são do Cepea.
Café arábica e café robusta são as duas principais variedades cultivadas e comercializadas no Brasil, ambas medidas em sacas de 60 kg.
O café arábica (conhecido também como café Conilon, em algumas regiões) tem sabor mais suave, menor teor de cafeína e alta qualidade sensorial, sendo preferido em cafeterias especializadas e nas exportações de cafés premium. Representa cerca de 70% da produção brasileira, com destaque para estados como Minas Gerais e São Paulo.
O café robusta, por sua vez, possui sabor mais amargo, maior concentração de cafeína e corpo mais intenso. É amplamente utilizado na produção de café solúvel e blends comerciais. Seus principais polos produtores são o Espírito Santo e Rondônia, e seu preço costuma ser mais baixo em comparação ao arábica, por conta do perfil mais industrial.
A saca de açúcar cristal no Brasil é padronizada em 50 quilos, especialmente para comercialização no mercado atacadista e para uso na indústria alimentícia. Essa unidade de medida é adotada pelo Cepea/Esalq-USP, principal fonte de cotações diárias do açúcar cristal no país.
A saca de milho equivale a 60 kg de grãos, mesmo padrão utilizado para soja e trigo. Essa medida é oficializada por instituições como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Cepea, sendo amplamente usada em negociações e relatórios de preço do milho.
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Baixar áudioA saca de 60 quilos da soja inicia esta quinta-feira (24) com redução no interior do Paraná e redução na região litorânea de Paranaguá.
No interior paranaense, o grão apresenta alta de 0,28%, com a saca negociada a R$155,07. Em Paranaguá, a baixa foi de 0,17%, levando a cotação para R$161,65.
INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANÁ
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 23/09/2026 | 155,07 | -0,28% | 2,48% | 30,01 |
| 22/09/2026 | 155,50 | 0,15% | 2,77% | 30,47 |
| 21/09/2026 | 155,26 | 0,05% | 2,61% | 30,40 |
| 18/09/2026 | 155,18 | 0,15% | 2,56% | 30,16 |
| 17/09/2026 | 154,95 | -0,24% | 2,41% | 30,14 |
INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANAGUÁ
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 23/09/2026 | 161,65 | -0,17% | 1,39% | 31,28 |
| 22/09/2026 | 161,93 | 0,25% | 1,56% | 31,73 |
| 21/09/2026 | 161,52 | -0,23% | 1,30% | 31,63 |
| 18/09/2026 | 161,89 | -0,08% | 1,54% | 31,46 |
| 17/09/2026 | 162,02 | 0,09% | 1,62% | 31,52 |
O trigo teve redução de preço no Paraná e aumento no Rio Grande do Sul.
No Paraná, a tonelada do cereal é comercializada a R$1.533,55. No Rio Grande do Sul, o produto é vendido a R$1.418,34.
PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - RIO GRANDE DO SUL
| Data | Valor R$/t* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$/t* |
|---|---|---|---|---|
| 23/09/2026 | 1.418,34 | -0,08% | 5,14% | 274,50 |
| 22/09/2026 | 1.419,47 | -0,03% | 5,22% | 278,16 |
| 21/09/2026 | 1.419,84 | 1,38% | 5,25% | 278,02 |
| 18/09/2026 | 1.400,50 | 1,11% | 3,81% | 272,15 |
| 17/09/2026 | 1.385,09 | 0,37% | 2,67% | 269,42 |
PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - PARANÁ
| Data | Valor R$/t* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$/t* |
|---|---|---|---|---|
| 23/09/2026 | 1.533,55 | -0,11% | 5,30% | 296,80 |
| 22/09/2026 | 1.535,23 | 0,20% | 5,41% | 300,85 |
| 21/09/2026 | 1.532,17 | 1,45% | 5,20% | 300,01 |
| 18/09/2026 | 1.510,24 | 0,03% | 3,70% | 293,48 |
| 17/09/2026 | 1.509,74 | -0,15% | 3,66% | 293,67 |
Os dados são do Cepea.
A saca de soja e a saca de trigo são as principais unidades de comercialização de grãos no Brasil. Cada saca equivale a 60 quilos, padrão adotado por órgãos oficiais como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).
Esse formato padronizado facilita o comércio da soja e do trigo, além de permitir um acompanhamento mais preciso das cotações e variações de preços no mercado nacional.
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Baixar áudioO preço do boi gordo teve aumento nesta quinta-feira (24). Em São Paulo, a arroba é negociada a R$357,40.
INDICADOR DO BOI GORDO CEPEA/ESALQ
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 23/09/2026 | 357,40 | 0,37% | 3,77% | 69,17 |
| 22/09/2026 | 356,10 | 0,41% | 3,40% | 69,78 |
| 21/09/2026 | 354,65 | 0,50% | 2,98% | 69,44 |
| 18/09/2026 | 352,90 | 0,10% | 2,47% | 68,58 |
| 17/09/2026 | 352,55 | 0,07% | 2,37% | 68,58 |
No mercado de frango, os valores apresentam estabilidade na Grande São Paulo, em São José do Rio Preto e em Descalvado. O quilo do frango congelado é vendido a R$8,32 enquanto o frango resfriado está cotado a R$8,35.
PREÇOS DO FRANGO CONGELADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|
| 23/09/2026 | 8,32 | 0,00% | 13,66% |
| 22/09/2026 | 8,32 | 0,12% | 13,66% |
| 21/09/2026 | 8,31 | 0,00% | 13,52% |
| 18/09/2026 | 8,31 | -0,24% | 13,52% |
| 17/09/2026 | 8,33 | -0,12% | 13,80% |
PREÇOS DO FRANGO RESFRIADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|
| 23/09/2026 | 8,35 | 0,00% | 14,54% |
| 22/09/2026 | 8,35 | 0,12% | 14,54% |
| 21/09/2026 | 8,34 | 0,36% | 14,40% |
| 18/09/2026 | 8,31 | -0,24% | 13,99% |
| 17/09/2026 | 8,33 | 0,00% | 14,27% |
Já a carcaça suína especial teve aumento nos atacados da Grande São Paulo, onde o quilo custa R$8,12.
Entre os estados analisados, o suíno vivo registra declínio no preço em Santa Catarina, onde o animal é comercializado a R$4,85.
PREÇOS DA CARCAÇA SUÍNA ESPECIAL (R$/kg)
| Data | Média | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|
| 23/09/2026 | 8,12 | 0,87% | 11,08% |
| 22/09/2026 | 8,05 | 1,39% | 10,12% |
| 21/09/2026 | 7,94 | 1,02% | 8,62% |
| 18/09/2026 | 7,86 | 0,13% | 7,52% |
| 17/09/2026 | 7,85 | 0,00% | 7,39% |
INDICADOR DO SUÍNO VIVO CEPEA/ESALQ (R$/kg)
| Data | Média | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|
| 23/09/2026 | 8,12 | 0,87% | 11,08% |
| 22/09/2026 | 8,05 | 1,39% | 10,12% |
| 21/09/2026 | 7,94 | 1,02% | 8,62% |
| 18/09/2026 | 7,86 | 0,13% | 7,52% |
| 17/09/2026 | 7,85 | 0,00% | 7,39% |
Os dados são do Cepea.
O boi gordo é o bovino macho pronto para o abate, com peso mínimo de 16 arrobas líquidas de carcaça (aproximadamente 240 kg) e até 42 meses de idade. Atende aos padrões do mercado nacional e internacional, incluindo exportações para Europa, China e cota Hilton.
O frango congelado passa por congelamento rápido, com temperaturas abaixo de -12°C, garantindo maior vida útil para armazenamento e transporte a longas distâncias.
Já o frango resfriado é mantido entre 0°C e 4°C, com validade de 5 a 7 dias, oferecendo textura e sabor mais próximos do fresco, ideal para consumidores exigentes e restaurantes.
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Baixar áudioTuristas de diferentes regiões do país estão sendo entrevistados para ajudar a traçar um perfil dos viajantes e entender como eles planejam e avaliam suas viagens. Realizada pelo Ministério do Turismo (MTur) e pelo Itaipu Parquetec, a Pesquisa Nacional de Demanda Turística (PNDT) já começou em 50 municípios das cinco regiões brasileiras (veja lista abaixo). A previsão é realizar cerca de 22,5 mil entrevistas presenciais até 3 de outubro. Os resultados devem ser disponibilizados até abril de 2027.
O levantamento vai reunir informações para apoiar o desenvolvimento do turismo nacional. A pesquisa vai analisar os seguintes aspectos:
O questionário é padronizado para todos os municípios participantes. As perguntas abordam informações como meios de transporte, hospedagem, tempo de permanência, composição dos grupos de viagem, atividades realizadas e gastos durante a estadia.
Além da dimensão dos padrões de comportamento dos turistas, a pesquisa também deve apontar a percepção dos visitantes sobre infraestrutura, qualidade dos serviços, acessibilidade, segurança, conectividade e preços.
Segundo o ministro do Turismo, Gustavo Feliciano, a pesquisa ocorre em um momento de expansão do setor e pode ajudar o governo a formular políticas públicas com base em informações atualizadas.
“A pesquisa vem num momento oportuno, porque o turismo no Brasil tem crescido bastante e um dos nossos desafios à frente do ministério é poder fazer com que esse crescimento se torne permanente e a gente possa avançar cada vez mais. E a pesquisa se dá exatamente para que a gente possa, recolhendo os dados mais apurados e fiéis do momento turístico que nós estamos fazendo, implementar políticas públicas consistentes para desenvolver o turismo em todas as regiões do Brasil”, afirma.
A escolha dos 50 municípios foi baseada no Mapa do Turismo Brasileiro e em indicadores relacionados à atividade turística, como o Índice Geral dos Municípios – ranking que categoriza os destinos a partir da análise de 70 indicadores, distribuídos em dez dimensões relacionadas ao turismo.
O ministro destaca que a abrangência nacional da pesquisa busca considerar as diferenças entre os destinos brasileiros.
“A gente leva em consideração os indicadores que nós temos nos Índices Gerais dos Municípios e a participação na atuação turística. Então, é importante destacar que é uma pesquisa nacional. O Brasil é um país continental, com várias demandas, belezas naturais, vários tipos de turismo, então é uma pesquisa bastante abrangente. Muito vai ser discutido e cinquenta municípios do nosso país estão sendo escolhidos nesse momento”, ressalta.
A seleção reúne cidades das cinco regiões e inclui destinos como Ananindeua (PA), Salvador (BA), Fortaleza (CE), Foz do Iguaçu (PR), Brasília (DF) e Cuiabá (MT). Conforme o MTur, a expectativa é ampliar a participação dos municípios posteriormente.
A pesquisa integra as ações do Observatório Nacional de Turismo Sustentável e é coordenada pela Rede Brasileira de Observatórios de Turismo (RBOT), que é responsável pelo planejamento metodológico, coordenação da coleta de dados e consolidação dos resultados.
A expectativa do MTur é de que os dados contribuam para identificar padrões de comportamento dos visitantes e orientar ações voltadas ao desenvolvimento dos destinos.
Também estão previstos workshops nas cinco regiões do país e uma conferência nacional até o primeiro semestre de 2027. O objetivo será apresentar a metodologia e compartilhar conhecimentos relacionados ao levantamento.
A proposta é que informações sobre o perfil e o comportamento dos visitantes possam ajudar a direcionar investimentos e estratégias para o setor, com impactos sobre pequenas e grandes empresas, além dos trabalhadores que integram a cadeia produtiva do turismo.
O ministério também aponta a pesquisa como instrumento para apoiar o desenvolvimento econômico dos destinos e a preservação do patrimônio natural e cultural do país.
A coleta da Pesquisa Nacional de Demanda Turística (PNDT) é realizada por pesquisadores capacitados e identificados por crachá, em pontos de circulação e concentração de visitantes. Estão aptos a participar do estudo turistas brasileiros e estrangeiros com 18 anos ou mais. É necessário não ser residente do município pesquisado e ter realizado ou pretendido realizar ao menos uma pernoite no destino durante a viagem.
Região Norte
Ananindeua/PA
Belém/PA
Boa Vista/RR
Cruzeiro do Sul/AC
Ji-Paraná/RO
Macapá/AP
Manaus/AM
Palmas/TO
Paraíso do Tocantins/TO
Porto Velho/RO
Rio Branco/AC
Região Nordeste
João Pessoa/PB
Recife/PE
Maceió/AL
Natal/RN
Aracaju/SE
Cabedelo/PB
Caucaia/CE
Fernando de Noronha/PE
Fortaleza/CE
Japaratinga/AL
Parnaíba/PI
Parnamirim/RN
Porto Seguro/BA
Salvador/BA
São Cristóvão/SE
São José de Ribamar/MA
São Luís/MA
Teresina/PI
Região Sudeste
São Paulo/SP
Rio de Janeiro/RJ
Armação dos Búzios/RJ
Belo Horizonte/MG
Extrema/MG
Ilhabela/SP
Vila Velha/ES
Vitória/ES
Região Sul
Balneário Camboriú/SC
Curitiba/PR
Florianópolis/SC
Foz do Iguaçu/PR
Gramado/RS
Porto Alegre/RS
Região Centro-Oeste
Brasília/DF
Caldas Novas/GO
Campo Grande/MS
Cuiabá/MT
Goiânia/GO
Sinop/MT
Três Lagoas/MS
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Baixar áudioA arrecadação federal somou R$ 235,5 bilhões em agosto, crescimento real de 8,25% em relação ao mesmo mês de 2025. O resultado foi influenciado, entre outros fatores, pelo desempenho do setor de extração de petróleo e gás natural, cuja arrecadação passou de R$ 871 milhões em agosto do ano passado para R$ 14,4 bilhões neste ano. Os dados foram divulgados pela Receita Federal, na última terça-feira (22)
O montante arrecadado representa o melhor resultado para o mês em toda a série histórica, que começou em 1995.
Já no acumulado dos oito primeiros meses de 2026, a arrecadação atingiu R$ 2,112 trilhões. O valor representa uma alta real de 7,12%.
Os dados mostram que, quando consideradas apenas as receitas administradas pela Receita Federal, houve alta real de 8,24% em agosto. O total foi de R$ 227,865 bilhões. Já de janeiro a agosto, as administradas somaram R$ 2,019 trilhões – com uma alta real de 7,10%.
A Receita Federal destacou que entre os principais indicadores que ajudam a explicar o desempenho da arrecadação das receitas federais no oitavo mês de 2026, em comparação em relação ao ano passado, apenas a produção industrial apresentou recuo (1,07%). Já os indicadores de venda de bens, serviços, massa salarial e o valor em dólar das importações cresceram.
Conforme o com o fisco, o dado do mês foi também impactado de forma positiva por ganhos considerados não recorrentes. Um dos destaques é o incremento de R$ 1,944 bilhão em imposto de exportação de óleo bruto, que foi classificado pela Receita Federal como fator não recorrente e relacionado a alterações na legislação.
Este ano, o imposto de exportação, relacionado à tributação de combustíveis, gerou R$ 9,926 bilhões aos cofres públicos.
No recorte de desempenho por setor, a extração de petróleo e gás natural atingiu R$ 14,429 bilhões em agosto deste ano, contra R$ 871 milhões no mesmo período no ano anterior.
O desempenho positivo também foi impactado pelo comércio atacadista, com avanço de 11,89%, seguido por atividades auxiliares do setor financeiro, com incremento de 29,8% e fabricação de produtos do fumo, que registrou alta de 112,7%.
Entre os principais responsáveis pelo resultado de agosto estão o Imposto de Renda das empresas (IRPJ) e a contribuição paga pelas empresas sobre seus lucros (CSLL), atualizada pelo IPCA, que apresentou crescimento real de 13,09% em relação ao mesmo mês de 2025. Os dois tributos totalizaram R$ 34,1 bilhões.
Já as receitas previdenciárias apresentaram avanço de 4,3% em agosto deste ano e somaram R$ 63 bilhões e o ganho com Imposto de Importação subiu cerca de 22,7%.
Copiar o textoOs pagamentos são realizados preferencialmente na Poupança CAIXA ou conta CAIXA Tem
Baixar áudioA CAIXA inicia nesta quarta-feira (23), o pagamento do Bolsa Família referente ao mês de setembro para os beneficiários com o Número de Identificação Social (NIS) terminado em 5.
Os pagamentos são realizados preferencialmente na Poupança CAIXA ou conta CAIXA Tem. Com a conta CAIXA Tem, os beneficiários podem pagar contas e fazer transferências diretamente pelo aplicativo no celular.
O valor também pode ser movimentado com o cartão de débito da conta em comércios, Unidades Lotéricas, Correspondentes CAIXA Aqui, terminais de autoatendimento e Agências da CAIXA. Além disso, é possível realizar saques sem cartão nos terminais de autoatendimento e Unidades Lotéricas, utilizando a identificação biométrica previamente cadastrada em uma agência da CAIXA.
Para baixar os aplicativos CAIXA Tem e Bolsa Família, basta acessar a loja de aplicativos do seu smartphone. É gratuito.
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Baixar áudioA Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) divulgou o Plano de Preparação para o Enfrentamento dos Impactos do El Niño 2026/2027 sobre os Recursos Hídricos do Brasil. O documento reúne medidas de monitoramento, operação de reservatórios e regulação que devem orientar a atuação da agência até março de 2027, quando termina o verão no hemisfério sul.
Segundo projeções do Centro de Previsão Climática da Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (NOAA), divulgadas em agosto, a chance de o El Niño persistir entre setembro e novembro deste ano é praticamente certa, com probabilidade de mais de 80% de o fenômeno se manter até o início de 2027. As mesmas projeções apontam mais de 90% de chance de o El Niño atingir intensidade classificada como "muito forte" ainda neste segundo semestre.
Os efeitos do fenômeno não devem se distribuir de maneira uniforme pelo país. No Sul, o aumento do volume de chuvas e das vazões dos rios deve elevar o risco de cheias, exigindo atenção redobrada ao monitoramento de barragens e ao nível dos rios para proteger áreas urbanas e infraestruturas. Já no Sudeste e no Centro-Oeste, a preocupação é com ondas de calor mais longas, enquanto no Norte o acompanhamento se concentra nos níveis dos rios da bacia amazônica.
No Nordeste, o principal risco é a seca. Um grupo técnico coordenado pela ANA já trabalha com cenários de distribuição de água para os açudes do Semiárido, diante da possibilidade de a próxima estação chuvosa (2026/2027) render menos do que o esperado. A recarga dos açudes de pequeno e grande porte deve cair de forma significativa, o que pode afetar a irrigação e o abastecimento das cidades da região e exigir reforço no bombeamento de água pelo Projeto de Integração do Rio São Francisco.
O comportamento distinto das chuvas em cada região também preocupa o setor elétrico. A ANA e demais órgãos vão acompanhar de perto as vazões que chegam às usinas hidrelétricas, já que será preciso equilibrar a geração de energia com o controle de cheias e os demais usos da água nos mesmos reservatórios; um desafio que se torna maior quando algumas bacias enfrentam queda nos volumes armazenados e, outras, risco de enchente.
Para colocar o plano em prática, a ANA poderá usar três instrumentos regulatórios extraordinários: declarar situação de escassez hídrica em rios e reservatórios sob domínio da União, o que permite limitar captações ou flexibilizar regras de operação já em vigor; negociar condições especiais de operação de reservatórios em casos de queda expressiva nos volumes armazenados ou de risco de cheias; e estabelecer condições especiais de uso da água nos 57 sistemas hídricos locais do Semiárido nordestino, com a possibilidade de convocar reuniões extraordinárias para negociar a distribuição da água entre os usuários.
A estratégia também prevê a instalação de salas de crise regionalizadas, voltadas ao acompanhamento de eventos críticos relacionados à segurança hídrica, ao abastecimento e a infraestruturas estratégicas, incluindo o setor elétrico. Uma dessas salas já está em funcionamento no Sul do país.
O plano prevê ainda a divulgação de boletins mensais sobre a evolução do El Niño, produzidos em parceria com instituições como Inpe, Inmet, Serviço Geológico do Brasil, Cemaden, Censipam e Cenad, além da transmissão pública das reuniões das salas de crise. O Monitor de Secas, ferramenta que reúne mensalmente o diagnóstico da seca nos 26 estados e no Distrito Federal, deve continuar orientando a antecipação de medidas de resposta.
Copiar o textoEntidades defendem correção pela inflação e regra permanente de atualização
Baixar áudioOs limites de faturamento para enquadramento no Simples Nacional estão congelados desde 2018, enquanto preços, salários e outros custos das empresas aumentaram. Para especialistas e entidades empresariais, a defasagem pode fazer com que pequenos negócios mudem de faixa tributária sem que isso represente um aumento real de sua capacidade econômica.
Além do impacto sobre o valor dos tributos, a situação pode afetar o planejamento financeiro, a estrutura de custos e as decisões de expansão das empresas, avalia o diretor-geral da Faculdade do Comércio de São Paulo (FAC-SP) e vice-presidente da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), Wilson Victorio Rodrigues.
“Existe uma injustiça, porque ao longo dos últimos anos a gente testemunhou tudo sendo reajustado no Brasil. Salário de servidor público, enfim, os juros aumentando, a inflação aumentando, tudo no Brasil aumenta. E esse reajuste agora, com quem gera a riqueza, com quem produz, a gente não vê esse tipo de reajuste incentivando, na verdade, quem empreende”, afirma.
A discussão sobre os limites está relacionada ao risco de empresas que registram aumento nominal de receita ultrapassarem as faixas de enquadramento sem que isso represente, necessariamente, crescimento equivalente de sua capacidade econômica. Com a inflação, o faturamento pode aumentar apenas para acompanhar a elevação dos preços, enquanto os limites tributários permanecem congelados.
A atualização dos valores é defendida pela Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB) e pela Associação Comercial de São Paulo (ACSP), que publicaram o manifesto Um Brasil que não pode ser esquecido nesta segunda-feira (22).
O documento reúne cerca de 1,4 mil entidades do sistema associativista e cobra dos candidatos à Presidência da República a atualização imediata dos limites de faturamento e a criação de uma regra permanente de correção pela inflação.
De acordo com o manifesto, assinado pelo presidente da CACB, da ACSP e da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp), Alfredo Cotait Neto, defende-se que os limites de enquadramento do MEI e do Simples Nacional sejam corrigidos periodicamente pela inflação, por meio de mecanismo automático previsto em lei, evitando que novas defasagens se acumulem ao longo dos anos.
Segundo Cotait, a tabela permanece sem correção desde 2018. “No Brasil, tudo muda, tudo corrige, mas a tabela do Simples não. Estamos desde 2018 com essa tabela sem nenhuma atualização e estamos pleiteando a correção pela inflação. Essa mudança vai ajudar muito os empreendedores a não se desenquadrarem, para que possam continuar, mesmo atingindo o limite, trabalhando, gerando renda e sem precisar paralisar seus negócios”, destaca.
Segundo o documento, os pequenos negócios somam cerca de 24 milhões de empresas, representam 95% das empresas ativas, respondem por 26,5% do Produto Interno Bruto (PIB) e estão relacionados a 80% das vagas de trabalho geradas em 2025.
A CACB defende que o limite anual do MEI passe de R$ 81 mil para R$ 144,9 mil. Para o Simples Nacional, a proposta é elevar o teto de faturamento das microempresas de R$ 360 mil para R$ 869,4 mil e o das empresas de pequeno porte de R$ 4,8 milhões para R$ 8,69 milhões.
Cotait defende que a atualização dos limites não seja apenas uma correção da defasagem acumulada desde 2018. A proposta da entidade inclui a criação de uma regra permanente, com atualização periódica dos valores pela inflação e um mecanismo automático previsto em lei.
A proposta busca evitar que os valores voltem a perder poder de compra ao longo dos anos e que novas defasagens exijam alterações pontuais na legislação.
A discussão ocorre paralelamente à tramitação de propostas no Congresso Nacional para alterar o limite de faturamento do MEI. O governo federal apoia uma proposta que prevê elevar o teto de R$ 81 mil para R$ 110 mil em 2027 e para R$ 140 mil em 2028. Os valores ainda dependem da conclusão da tramitação legislativa.
Além da atualização dos limites, o manifesto da CACB também questiona como as micro e pequenas empresas serão tratadas na Reforma Tributária, especialmente com a entrada do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), e defende a manutenção de condições que preservem o caixa e a competitividade desses negócios.
A entidade estima que a atualização dos limites poderia contribuir para a geração de mais de 869 mil empregos e movimentar R$ 81,2 bilhões na economia, segundo cálculos apresentados pela própria CACB.
Copiar o texto66% das solicitações foram rejeitadas pela Receita Federal mas ainda podem ser regularizadas
Baixar áudioA Receita Federal divulgou, nesta terça-feira (22), o primeiro balanço das solicitações de opção pelo Simples Nacional e pelo regime regular de apuração do IBS e da CBS para o ano de 2027. Até 18 de setembro, foram registradas 181.172 solicitações de opção pelo Simples Nacional e 165.034 solicitações de opção pelo regime de recolhimento dos novos impostos do país. As manifestações devem ser feitas até o dia 30 de setembro nos portalis virtuais do Simples Nacional ou do e-CAC.
Dentre as opções pelo Simples Nacional, 119.549 foram indeferidas, 66% do total. As empresas com pedido negado, no entanto, ainda estão dentro do prazo legal de 30 dias para regularizar as pendências que motivaram o indeferimento e reverter a situação junto ao Fisco.
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Empresas já optantes pelo regime simplificado também precisam decidir como vão recolher o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) a partir de 2027. Há dois modelos disponíveis: o "puro", em que os dois tributos seguem sendo pagos na guia única do Simples, e o "híbrido", em que passam a ser recolhidos separadamente, pelo regime regular. Essa última opção pode facilitar o aproveitamento de créditos por clientes pessoas jurídicas. Quem não se manifestar permanece automaticamente no modelo puro até junho de 2027, quando surge nova janela de escolha.
O IBS e a CBS integram o IVA-Dual criado pela Reforma Tributária do Consumo e já vêm sendo cobrados, em caráter de teste, desde janeiro de 2026. O IBS substitui o ICMS, de competência estadual, e o ISS, de competência municipal; a CBS substitui as contribuições federais PIS e Cofins.
Um dos principais entraves para a decisão das empresas é a falta de uma alíquota definitiva para os dois tributos. Em julho, o Comitê Gestor do IBS passou a trabalhar, apenas para fins de projeção, com uma alíquota conjunta estimada de 27,91% (18,70% de IBS e 9,21% de CBS), percentual que supera a referência de 26,5% prevista em lei. Essa indefinição é cobrada há meses por representantes empresariais, que apontam o cenário como um fator de insegurança no planejamento tributário das empresas justamente no mês em que precisam tomar a decisão.
Outro fator de incômodo é a falta de atualização dos limites de faturamento das faixas do Simples Nacional. Atualmente, o teto anual do regime é de R$ 81 mil para o Microempreendedor Individual (MEI), R$ 360 mil para microempresas e R$ 4,8 milhões para empresas de pequeno porte — valores defasados há 8 anos e corroídos pela inflação acumulada no período, bem como pelo aumento dos custos de produção.
A atualização desses limites está em discussão no Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2021, na Câmara dos Deputados. O texto prevê elevar o teto do MEI para R$ 110 mil ainda em 2026 e R$ 140 mil a partir de 2027, e entidades do setor produtivo pressionam para que a correção alcance também as demais faixas, em cerca de 83% — o que levaria o teto das microempresas a R$ 869,4 mil e o das pequenas empresas a R$ 8,69 milhões.
O impasse está no impacto fiscal: o Ministério da Fazenda estima custo de R$ 50 bilhões às contas públicas caso todas as faixas sejam corrigidas, e de R$ 8,1 bilhões até 2029 apenas com o reajuste do MEI. Apesar da resistência da equipe econômica, o deputado Jorge Goetten (Republicanos-SC) garante que o relatório trará atualização para as companhias de todos os portes, mas não divulgou o percentual do reajuste.
A combinação entre a defasagem nos limites e a indefinição da alíquota já produz efeitos práticos: entidades relatam empresas migrando de regime tributário ou fechando as portas, num cenário em que o aumento nominal do faturamento — puxado pela própria inflação — nem sempre reflete crescimento real do negócio, mas pode ser suficiente para tirar a empresa do Simples Nacional.
Nesta semana, a Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB) publicou o manifesto "Um Brasil que não pode ser esquecido", assinado por cerca de 1,4 mil federações e associações comerciais de todo o país, cobrando dos candidatos às eleições deste ano um posicionamento sobre a atualização dos limites do Simples Nacional e do MEI. Segundo o documento, o pedido não se trata de privilégios ou novos benefícios para os pequenos negócios, que somam cerca de 24 milhões de empresas no Brasil, 95% das empresas ativas do país, 26,5% do PIB e 80% das vagas de trabalho geradas em 2025.
Apesar da pressão do setor produtivo, o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, decidiu adiar para depois das eleições de outubro a votação do PLP 108/2021, diante da resistência da equipe econômica à versão mais ampla do projeto — o que deixa o prazo de opção deste mês sem qualquer perspectiva de mudança nos limites de faturamento ou na alíquota definitiva do IBS e da CBS.
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Baixar áudioA Fundação Nacional de Artes, a Funarte, atua há cinco décadas no desenvolvimento das artes brasileiras. Vinculada ao Ministério da Cultura, a instituição trabalha com artes visuais, circo, dança, música e teatro.
Sua trajetória começou em 1975, com a missão de incentivar e apoiar as atividades artísticas em todo o país. Inicialmente, a atuação estava concentrada principalmente na música e nas artes plásticas, hoje compreendidas no campo das artes visuais.
Ao longo do tempo, a Fundação passou por mudanças administrativas e ampliou suas áreas de atuação. Hoje, a Funarte realiza chamadas públicas, apoia a circulação de obras e promove atividades de formação e intercâmbio.
Também mantém teatros, espaços culturais e acervos, além de desenvolver ações de cooperação internacional.
O Centro de Documentação e Pesquisa da Fundação reúne mais de um milhão de itens relacionados às artes e à história da instituição.
Em 2026, o centro ganhou uma sede própria em um casarão tombado no Rio de Janeiro.
Na formação artística, a Funarte mantém a Escola Nacional de Circo Luiz Olimecha, criada em 1982.
A escola oferece um curso técnico de dois anos, com bolsas de estudo, em parceria com o Instituto Federal do Rio de Janeiro.
Entre as iniciativas da Fundação está o Programa Funarte de Difusão Nacional, voltado à circulação de produções e ao intercâmbio entre diferentes territórios.
Já o Programa Funarte de Apoio a Ações Continuadas contempla grupos, coletivos, espaços e eventos que desenvolvem atividades regulares.
A Fundação também coordena a implementação da Política Nacional das Artes, instituída em 2026.
A política busca ampliar o acesso e promover o direito da população às artes.
Suas diretrizes incluem a diversidade cultural, a liberdade de criação, a inclusão e a acessibilidade.
As chamadas públicas, os serviços e as informações sobre os espaços culturais estão disponíveis em gov.br/funarte.
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Baixar áudioO Ofício das Baianas de Acarajé mantém vivos saberes de matriz africana transmitidos entre gerações. Registrado como Patrimônio Cultural do Brasil em 2005, o ofício reúne conhecimentos sobre o preparo dos alimentos, a religiosidade, as roupas tradicionais e a venda em tabuleiro.
O reconhecimento foi concedido pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).
Preparado com feijão-fradinho e frito no azeite de dendê, o acarajé tem origem na África Ocidental. Os conhecimentos sobre seu preparo chegaram ao Brasil com africanos escravizados. Esses saberes foram preservados principalmente por mulheres negras.
O alimento também mantém vínculos com as religiões de matriz africana e com práticas do candomblé.
Nas ruas, praças, feiras e festas populares, os tabuleiros reúnem acarajé, abará, cocadas, mingaus e outras preparações da culinária afro-brasileira.
Cada elemento faz parte dessa tradição, da escolha dos ingredientes à organização do tabuleiro.
O aprendizado acontece entre familiares e também na troca de conhecimentos com outras baianas.
Em 2022, o Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural aprovou a revalidação do título. A decisão também ampliou a abrangência do registro para todo o território nacional, onde a prática tenha sido ou venha a ser identificada. As ações de salvaguarda buscam apoiar a continuidade do ofício e a transmissão dos conhecimentos às próximas gerações.
A participação das próprias baianas faz parte desse processo de preservação.
Mais informações em gov.br/cultura.
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Baixar áudioO Ministério da Cultura (MinC) ampliou para 30 de outubro de 2026 o prazo para a comprovação anual da execução dos recursos da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, a PNAB.
Estados, municípios e o Distrito Federal devem ficar atentos à nova data. Os entes federativos precisam comprovar a execução de, no mínimo, 60% dos recursos para receber a próxima parcela da PNAB.
Repassados pelo Governo Federal, por meio do MinC, os recursos da PNAB são destinados ao financiamento de ações, projetos e iniciativas culturais em todo o país.
O Ministério da Cultura informa ainda que vai reabrir a Plataforma CultBR para o envio dos Planos de Aplicação dos Recursos pelos estados e pelo Distrito Federal.
Além disso, equipes do ministério vão realizar reuniões com os estados que apresentam dificuldades na execução dos recursos, com orientações para apoiar a implementação da política.
A população também pode acompanhar a aplicação dos recursos pelo Painel de Dados da Política Nacional Aldir Blanc, disponível no site do MinC, em www.gov.br/cultura.
No painel, é possível consultar informações sobre o planejamento e a execução da PNAB nos estados e municípios.
Copiar o textoO bilhete 040292 levou o 1º prêmio da Loteria Federal 6103, sorteada em 23/09/2026.
Resultado oficial conferido com a Caixa às 20:19. consulte o resultado oficial no site da Caixa
| Destino | Bilhete | Unidade Lotérica | Cidade/UF | Valor do Prêmio (R$) |
|---|---|---|---|---|
| 1º | 040292 | MACHADO LOTERIAS | VITORIA/ES | R$ 500.000,00 |
| 2º | 053081 | LOTERICA DO MERCADO | ARACAJU/SE | R$ 35.000,00 |
| 3º | 065578 | AGENCIA LOTERICA MILIONARIA | CACADOR/SC | R$ 30.000,00 |
| 4º | 042304 | LOTERICA CANTINHO DA SORTE | BARRA DO BUGRES/MT | R$ 25.000,00 |
| 5º | 065837 | LOTERIA GRANDE JOGADA | PAULISTA/PE | R$ 20.363,00 |
O resultado da Loteria Federal, concurso 6103, divulgado nesta quarta-feira, 23 de setembro de 2026, premiou apostadores do Espírito Santo, de Sergipe, de Santa Catarina, de Mato Grosso e de Pernambuco. O sorteio foi realizado no Espaço da Sorte, em São Paulo/SP. O bilhete vendido na Machado Loterias, em Vitória/ES, levou o primeiro prêmio de R$ 500.000,00. O segundo prêmio, no valor de R$ 35.000,00, foi destinado ao bilhete da Loterica do Mercado, em Aracaju/SE, enquanto a aposta feita na Agencia Loterica Milionaria, em Caçador/SC, faturou R$ 30.000,00.
Entre os demais sortudos, o quarto prêmio, de R$ 25.000,00, saiu para o bilhete da Loterica Cantinho da Sorte, em Barra do Bugres/MT, e o quinto prêmio, de R$ 20.363,00, saiu para o bilhete da Loteria Grande Jogada, em Paulista/PE. A Loteria Federal continua sendo uma das modalidades mais tradicionais e procuradas pelos brasileiros, oferecendo grandes prêmios e oportunidades para quem sonha em mudar de vida.
A Loteria Federal é uma modalidade tradicional oferecida pela Caixa Econômica Federal e se destaca pelo formato simples de participação. O apostador adquire um bilhete com um número impresso e, caso o número de seu bilhete coincida com o sorteado, ele leva o prêmio correspondente.
O bilhete inteiro é composto por 10 frações. Também é possível comprar frações do bilhete, com o valor do prêmio proporcional à quantidade de frações adquiridas.
As extrações regulares ocorrem duas vezes por semana — às quartas, às 20h, e no fim de semana, atualmente no domingo, às 11h — e podem ser acompanhadas ao vivo pelo canal oficial da Caixa.
Além do prêmio principal, a Loteria Federal também premia bilhetes com aproximações e unidades do número sorteado, conforme as regras de cada extração.
O prêmio pode ser recebido em qualquer casa lotérica ou nas agências da Caixa. Para valores mais altos, o pagamento deve ser feito diretamente em uma agência da Caixa, mediante apresentação de documento de identificação com CPF e do bilhete ou fração original premiada.
A chance de ganhar na Loteria Federal varia conforme o tipo de extração e a quantidade de bilhetes emitidos em cada concurso. Quanto maior a emissão, maior o número de bilhetes concorrendo ao prêmio principal.
Para mais informações, acesse Loterias Caixa.
Assista ao sorteio da Loteria Federal 6103 na transmissão oficial da Caixa.
Veja o resultado da Loteria Federal 6102.
Redação Brasil 61
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Baixar áudioO Ibovespa encerrou o pregão desta quarta-feira (23) em queda de 0,86%, aos 185.814,09 pontos. O índice chegou a subir durante a sessão, mas perdeu força diante da piora do ambiente externo e do avanço dos rendimentos dos títulos do Tesouro dos Estados Unidos.
A expectativa de juros americanos mais elevados aumentou a cautela dos investidores. Segundo analistas, o nível dos juros nos Estados Unidos é um dos principais fatores para a realização dos mercados, já que taxas maiores podem favorecer o direcionamento de recursos para os títulos americanos.
A alta do petróleo, por outro lado, ajudou a sustentar as ações de empresas do setor. Os papéis preferenciais da Petrobras (PETR4) subiram 2,59%, enquanto os ordinários (PETR3) avançaram 2,61%. A Prio (PRIO3) também fechou em alta de 0,66%.
Na outra ponta, as ações da Vale (VALE3), que têm peso relevante na composição do índice, recuaram 1,85%. Entre os bancos, Bradesco (BBDC4) caiu 2,2% e Itaú (ITUB4) cedeu 1,88%.
No exterior, as bolsas de Nova York também fecharam em queda. O Dow Jones recuou 0,68%, o S&P 500 caiu 0,75% e o Nasdaq perdeu 1,13%. O movimento ocorreu em meio à alta dos rendimentos dos Treasuries e às expectativas de novos aumentos dos juros nos Estados Unidos.
Ações em alta no Ibovespa
Ações em queda no Ibovespa
O volume total negociado na B3 foi de R$ 29.741.366.082, em meio a 3.476.671 de negócios.
Os dados da bolsa podem ser consultados no site da B3.
O Ibovespa (Índice Bovespa) é o principal indicador do mercado acionário brasileiro. Calculado pela B3, ele reflete a média do desempenho das ações mais negociadas na bolsa, com base em critérios de volume e liquidez. O índice é composto por uma carteira teórica de ativos, que representa cerca de 80% do volume financeiro total negociado no mercado.
A B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) é a bolsa de valores oficial do Brasil, sediada em São Paulo. É responsável pela negociação de ações, derivativos, títulos públicos e privados, câmbio e outros ativos financeiros. A B3 está entre as maiores bolsas do mundo em infraestrutura e valor de mercado.
Copiar o textoOs números sorteados da Lotofácil 3787, de 23/09/2026, foram: 03 - 04 - 06 - 08 - 10 - 11 - 12 - 13 - 15 - 17 - 19 - 20 - 22 - 23 - 24.
03 - 04 - 06 - 08 - 10 - 11 - 12 - 13 - 15 - 17 - 19 - 20 - 22 - 23 - 24
Números lidos ao vivo na transmissão oficial da Caixa e conferidos por dupla leitura independente; a conferência com o resultado oficial da Caixa sai em instantes. consulte o resultado oficial no site da Caixa
O resultado da Lotofácil concurso 3787 foi divulgado nesta quarta-feira, 23 de setembro de 2026. O sorteio foi realizado pela Caixa Econômica Federal, no Espaço da Sorte, em São Paulo.
Os dados de premiação e o número de apostas ganhadoras serão atualizados assim que divulgados oficialmente pela Caixa.
A aposta mínima, de 15 números, custa R$ 3,50 com chance de 1 em 3.268.760 e a máxima custa R$ 46.512 com chance de 1 em 211.
|
Quantidade de números jogados |
Valor da aposta |
|---|---|
|
15 |
R$ 3,50 |
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16 |
R$ 48,00 |
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17 |
R$ 408,00 |
|
18 |
R$ 2.448,00 |
|
19 |
R$ 11.628,00 |
|
20 |
R$ 46.512,00 |
De segunda-feira a sexta-feira, às 21h, e no domingo, às 11h.
Quer apostar sem complicação? Use a Surpresinha e deixe o sistema escolher os números para você — uma forma prática e rápida de participar dos sorteios.
Prefere insistir nos seus números da sorte? Aposte com a Teimosinha e concorra com a mesma combinação por 3, 6, 12, 18 ou 24 concursos seguidos, aumentando suas chances de ganhar sem precisar refazer a aposta a cada sorteio.
Veja o resultado da Lotofácil 3786.
Redação Brasil 61
Copiar o textoCapitais dos três estados têm mínima de 10°C, enquanto as máximas chegam a 22°C
Baixar áudioA Região Sul terá predomínio de poucas nuvens nesta quinta-feira (24), com condição semelhante nos três estados, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
No Paraná, o tempo permanece com poucas nuvens na maior parte do estado. Em Curitiba, a temperatura varia entre 10°C e 20°C.
Em Santa Catarina, a previsão também indica poucas nuvens ao longo do dia. Na capital, Florianópolis, os termômetros ficam entre 10°C e 22°C.
No Rio Grande do Sul, poucas nuvens predominam em grande parte do território. Em Porto Alegre, a mínima prevista é de 10°C, e a máxima chega a 21°C.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o texto
Baixar áudioA quinta-feira (24) será de muitas nuvens e chuva em parte da Região Sudeste, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Em São Paulo, o céu fica com muitas nuvens em grande parte do estado. Na capital paulista, os termômetros variam entre 13°C e 19°C, com muitas nuvens ao longo do dia.
No Rio de Janeiro, há possibilidade de chuva isolada em diferentes áreas do estado. Na capital, a mínima será de 17°C e a máxima de 23°C, também com possibilidade de chuva isolada.
Em Minas Gerais, a chuva pode ocorrer de forma isolada em parte do estado, principalmente em áreas do centro e leste mineiro. Em Belo Horizonte, as temperaturas ficam entre 20°C e 24°C, com possibilidade de chuva isolada.
No Espírito Santo, a instabilidade alcança diferentes áreas do estado, com pancadas de chuva isoladas. Em Vitória, a mínima prevista é de 20°C e a máxima chega a 31°C, com pancadas de chuva isoladas ao longo do dia.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioNesta quinta-feira (24), o tempo varia entre muitas nuvens e ocorrência de chuva em diferentes áreas da Região Norte, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
No Tocantins, há possibilidade de chuva isolada em parte do estado, enquanto outras áreas permanecem com muitas nuvens. Em Palmas, a previsão também indica possibilidade de chuva isolada, com temperaturas entre 26°C e 38°C.
No Pará, predominam muitas nuvens, com áreas de pancadas de chuva isoladas, principalmente no oeste e sudoeste do estado. Em Belém, os termômetros variam de 24°C a 34°C, com muitas nuvens.
No Amapá, a maior parte do estado terá muitas nuvens, com pancadas de chuva e trovoadas isoladas no norte do estado. Em Macapá, a mínima será de 25°C e a máxima de 34°C, com muitas nuvens.
Em Roraima, a previsão aponta pancadas de chuva e trovoadas isoladas em grande parte do estado. Boa Vista terá temperaturas entre 26°C e 35°C, sob a mesma condição.
No Amazonas, há pancadas de chuva e trovoadas isoladas em diferentes áreas, com condições mais intensas em parte do oeste do estado. Em Manaus, a mínima será de 28°C e a máxima chega a 38°C, com pancadas de chuva e trovoadas isoladas.
Em Rondônia, há possibilidade de chuva isolada em parte do estado, além de áreas com pancadas de chuva. Em Porto Velho, os termômetros ficam entre 25°C e 37°C, com possibilidade de chuva isolada.
No Acre, a previsão indica possibilidade de chuva isolada, com áreas de maior instabilidade no oeste do estado. Em Rio Branco, a temperatura varia entre 22°C e 34°C, também com possibilidade de chuva isolada.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o textoCapitais registram temperaturas de até 39°C, enquanto áreas do oeste da região têm previsão de chuva
Baixar áudioA previsão para esta quinta-feira (24) indica muitas nuvens em grande parte do Nordeste, enquanto áreas do interior apresentam variação nas condições do tempo, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Na Bahia, Salvador terá muitas nuvens, com temperaturas entre 22°C e 30°C. A condição também predomina no nordeste, centro e leste do estado, enquanto o oeste e sudoeste baianos têm possibilidade de chuva isolada.
Em Sergipe, Aracaju registra mínima de 23°C e máxima de 30°C, com muitas nuvens. O cenário se mantém semelhante nas demais áreas do estado.
Em Alagoas, Maceió terá muitas nuvens, com mínima de 21°C e máxima de 31°C. A nebulosidade também predomina no interior alagoano.
Em Pernambuco, Recife terá temperaturas entre 24°C e 31°C, com muitas nuvens. A condição se estende por boa parte do estado.
Na Paraíba, João Pessoa registra mínima de 24°C e máxima de 31°C, também com muitas nuvens. O mesmo cenário predomina nas demais áreas paraibanas.
No Rio Grande do Norte, Natal terá muitas nuvens, com temperaturas entre 24°C e 31°C. A condição permanece semelhante no restante do estado.
No Ceará, Fortaleza terá mínima de 25°C e máxima de 30°C, com muitas nuvens. No interior, o tempo varia entre muitas e poucas nuvens.
No Piauí, Teresina terá poucas nuvens, com mínima de 25°C e máxima de 39°C, a maior entre as capitais nordestinas. No sul do estado, há áreas com possibilidade de chuva isolada e pancadas de chuva.
No Maranhão, São Luís terá muitas nuvens, com temperaturas entre 25°C e 32°C. No sul e sudoeste do estado, a previsão indica pancadas de chuva, com possibilidade de trovoadas em algumas áreas.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA quinta-feira (24) terá pancadas de chuva e trovoadas isoladas em grande parte do Centro-Oeste, enquanto áreas de Mato Grosso do Sul terão menor presença de nuvens, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
No Distrito Federal, Brasília terá muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas isoladas. A temperatura mínima será de 20°C, e a máxima chega a 30°C.
Em Goiás, a previsão indica pancadas de chuva e trovoadas isoladas em grande parte do estado, principalmente nas áreas centrais e do sul goiano. No norte do estado, há trechos com chuva isolada e variação de nebulosidade. Em Goiânia, os termômetros ficam entre 18°C e 34°C.
Em Mato Grosso, as pancadas de chuva e trovoadas isoladas atingem principalmente as áreas centrais e do leste do estado. No oeste mato-grossense, a previsão é de pancadas de chuva isoladas. Em Cuiabá, são esperadas pancadas de chuva e trovoadas isoladas, com mínima de 21°C e máxima de 37°C.
Em Mato Grosso do Sul, o tempo fica com poucas nuvens em grande parte do estado. No norte sul-mato-grossense, a nebulosidade aumenta e há áreas com possibilidade de chuva isolada. Em Campo Grande, a previsão é de poucas nuvens, com temperaturas entre 16°C e 29°C.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioO prazo de inscrição para o processo eleitoral dos representantes da sociedade civil no Conselho Nacional de Política Cultural (CNPC) foi estendido até o dia 30 de setembro de 2026. A data inicial estava prevista para o dia 22 de setembro, mas a Comissão Eleitoral entendeu que o prazo maior amplia a participação da sociedade civil no processo.
A alteração no Edital de Chamamento Público MinC nº 9 também altera o período da análise documental, que deve ocorrer entre os dias 1º e 13 de outubro de 2026. Clique aqui para acessar a íntegra do documento.
Todo o processo continua sendo realizado por meio da plataforma digital Vota Cultura e definirá a composição de 21 Colegiados Nacionais de Participação Social e do Plenário do CNPC para o mandato de 2026 a 2029.
Além do calendário, a alteração do edital modifica o anexo que trata das comprovações documentais. Ele foi reestruturado para permitir a inclusão de novos documentos, como portfólios, vídeos e complementos, após finalizada a inscrição. Essa inclusão, no entanto, deve estar estritamente relacionada à correção dos motivos que geraram a inabilitação pela comissão avaliadora, ou seja, durante a fase de recursos.
O edital retificado também estabelece que, caso a pessoa precise alterar dados cadastrais ou anexos, será possível fazer uma nova inscrição. Nesse caso, o cadastro anterior será totalmente cancelado e todos os documentos deverão ser anexados novamente. Esse processo poderá ser refeito quantas vezes necessário, sendo válida apenas a última inscrição enviada.
Há mudanças também no procedimento de confirmação complementar para pessoas negras. Agora, ela será realizada de forma remota e assíncrona, por meio do envio de fotos e vídeo. A sessão telepresencial por videoconferência que estava prevista será utilizada apenas para a resolução de eventuais problemas técnicos.
Para povos e comunidades tradicionais, será permitido o uso de formulários de declaração de pertencimento em formato coletivo. Isso significa que é possível utilizar uma única declaração com assinaturas das lideranças para atestar o pertencimento de várias pessoas. O nome e o CPF de cada uma delas deve constar na lista. A medida foi adotada em respeito à dinâmica de organização de aldeias, quilombos e terreiros.
Também houve mudança referente à participação de servidores públicos na eleição. Servidores da União que atuam nas áreas finalísticas da cultura seguem proibidos de votar e de se candidatar. Já servidores de estados e municípios ligados à cultura podem se inscrever para votar, mas não podem concorrer. E os servidores, inclusive da União, vinculados a áreas não finalísticas (áreas meio) estão liberados tanto para votar quanto para se candidatar.
Por fim, o texto regulamenta que a promoção e a campanha eleitoral ficam permitidas imediatamente após a efetivação da inscrição da pessoa candidata.
Lembrando que todas as inscrições serão avaliadas e posteriormente declaradas habilitadas, se cumprirem todos os requisitos. A previsão é que a lista seja divulgada no dia 14 de outubro.
Materiais de orientação, guias informativos e tutoriais em vídeo estão disponíveis na página do CNPC. Clique aqui para acessar. Pedidos de informações e dúvidas podem ser enviados para [email protected]
Com informações do Ministério da Cultura.
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Baixar áudioEntidades empresariais brasileiras cobraram dos candidatos às eleições deste ano um posicionamento sobre a atualização dos limites do Simples Nacional e do Microempreendedor Individual (MEI). O manifesto intitulado "Um Brasil que não pode ser esquecido", liderado pela Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB), já conta com a adesão de cerca de 1,4 mil federações e associações nacionais.
Segundo o texto, os pequenos negócios somam cerca de 24 milhões de empresas no Brasil, representam 95% das empresas ativas do país, respondem por 26,5% do PIB e foram responsáveis por 80% das vagas de trabalho geradas em 2025. No entanto, as entidades alertam que os limites de faturamento dos MEIs, das microempresas e das empresas de pequeno porte estão congelados desde 2018, sem qualquer correção pela inflação acumulada no período, mesmo com o aumento dos custos para produzir, contratar e manter um negócio aberto.
“Não se trata de criar um novo benefício ou privilégio. Trata-se de impedir que a inflação, silenciosamente, transforme pequenos negócios em empresas tributariamente maiores sem que tenham experimentado crescimento real”, pontua o documento.
O Simples Nacional é o regime tributário simplificado destinado a microempresas e empresas de pequeno porte, unificando o pagamento de tributos e reduzindo a burocracia para quem empreende. A última atualização foi aprovada em 2016 pelo Congresso Nacional, mas passou a valer só 2 anos depois.
Os limites atuais são:
●MEI: R$ 81 mil;
●Microempresa: R$ 360 mil; e
●Empresa de pequeno porte: R$ 4,8 milhões.
A CACB defende a atualização imediata dos tetos em cerca de 83% nos valores de enquadramento: o do MEI passaria para R$ 144,9 mil, o da microempresa iria para R$ 869,4 mil, e o da empresa de pequeno porte subiria para R$ 8,69 milhões. Além da correção pontual, a entidade defende a criação de uma regra permanente de atualização automática pelos índices de inflação, prevista em lei, para evitar que a defasagem volte a se acumular. Segundo cálculos da confederação, a medida teria potencial para gerar mais de 869 mil empregos e movimentar R$ 81,2 bilhões na economia.
Na Câmara dos Deputados, o Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2021 discute o reajuste dos microempreendedores individuais para R$ 110 mil em 2026 e para R$ 140 mil a partir de 2027. As entidades patronais pressionam para que a atualização das demais faixas do Simples Nacional sejam incluídas, e o relatório do deputado federal Jorge Goetten (Republicanos-SC) deve atender ao pedido.
Sillas Souza Cezar, economista e pesquisador do Laboratório de Governo (LabGov) da Escola de Artes, Ciências e Humanidades da Universidade de São Paulo (EACH/USP), avalia que o obstáculo hoje é político. “É preciso encontrar um texto. Esse texto depende de negociação entre as lideranças, que vão ouvir as suas bases, os empresários, incluir isso na pauta e negociar, porque tem setor que quer uma coisa, tem setor que quer outra coisa. Depois disso resolvido, equacionado, segue a tramitação legislativa. Tecnicamente dá, politicamente, eu acho um pouco difícil”, alerta.
O ponto de maior atrito é o impacto fiscal da medida. O Ministério da Fazenda estima impacto de aproximadamente R$ 50 bilhões nas contas públicas caso todas as faixas de enquadramento do Simples sejam contempladas. Já para o aumento específico do teto do MEI, a equipe econômica calcula custos de R$ 8,1 bilhões aos cofres públicos até 2029. Diante da falta de acordo, o presidente da Câmara, Hugo Motta, decidiu adiar para depois das eleições a votação do PLP 108/2021.
“No Brasil, tudo muda, tudo corrige, mas a tabela do Simples não. Estamos desde 2018 com essa tabela sem nenhuma atualização e estamos pleiteando a correção pela inflação. Essa mudança vai ajudar muito os empreendedores a não se desenquadrarem, para que possam continuar, mesmo atingindo o limite, trabalhando, gerando renda e sem precisar paralisar seus negócios", ressalta Alfredo Cotait Neto, presidente da CACB, da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (FACESP) e da Associação Comercial de SP (ACSP), foi taxativo ao afirmar que o empresariado rejeita a ideia de aprovar somente a correção para MEIs.
Segundo Cezar, a indefinição sobre o perfil fiscal do próximo governo, tanto na propensão de gastar quanto no foco arrecadatório, também pesa na decisão. “Para o próximo ano, a gente não sabe se a gente vai ter um governo mais gastão ou menos gastão. A gente não sabe se o Flávio vai ser mais ou menos gastão, uma vez que o Bolsonaro, apesar do discurso de reduzir gasto, expandiu. E a gente também não sabe se o Lula, se ganhar, vai reduzir os gastos ou vai manter o ritmo. Então, há uma incerteza aí.”
Impactos
O impacto da demora já é sentido no país. No Pará, cerca de 300 empresas associadas à Associação Comercial de Belém, cerca de 25% do total, estariam enfrentando dificuldades para permanecer no regime simplificado. Segundo o presidente da entidade, Isan Palmeira, no período de quase 10 anos no qual não há atualização dos limites de faturamento do Simples Nacional, muitos produtos mais que dobraram de preço. Como consequência, muitas companhias acabam sendo empurradas para a informalidade ou fecham as portas.
O calendário também agrava a urgência. O prazo para adesão ao enquadramento tributário deste ano se encerra em 30 de setembro, mas a expectativa é de que a eventual correção do teto de faturamento só venha a ser definida em outubro, depois da data-limite para a decisão dos empreendedores.
Para a CACB, corrigir o Simples Nacional não é conceder privilégio, mas reparar uma defasagem que penaliza quem gera trabalho e renda no país. Enquanto o impasse entre Congresso e governo não se resolve, o manifesto resume o recado das entidades aos futuros governantes: o pequeno empreendedor não pode ser lembrado apenas na eleição — precisa estar no centro da agenda econômica do Brasil.
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Baixar áudioO preço do café arábica abre esta quarta-feira (23) com recuo de 1,49%, com a saca de 60 kg negociada a R$ 1.511,31 na cidade de São Paulo.
O café robusta também teve recuo de 2,17%, sendo comercializado a R$ 936,96.
INDICADOR DO CAFÉ ARÁBICA CEPEA/ESALQ
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$ |
|---|---|---|---|---|
| 22/09/2026 | 1.511,31 | -1,49% | -13,56% | 296,16 |
| 21/09/2026 | 1.534,23 | -0,80% | -12,25% | 300,42 |
| 18/09/2026 | 1.546,58 | 0,30% | -11,55% | 300,54 |
| 17/09/2026 | 1.541,97 | -1,56% | -11,81% | 299,94 |
| 16/09/2026 | 1.566,48 | -1,38% | -10,41% | 303,52 |
INDICADOR DO CAFÉ ROBUSTA CEPEA/ESALQ
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$ |
|---|---|---|---|---|
| 22/09/2026 | 936,96 | -2,17% | -8,33% | 183,61 |
| 21/09/2026 | 957,72 | -0,84% | -6,30% | 187,53 |
| 18/09/2026 | 965,79 | 0,08% | -5,51% | 187,68 |
| 17/09/2026 | 965,02 | -1,26% | -5,59% | 187,71 |
| 16/09/2026 | 977,32 | -0,86% | -4,38% | 189,37 |
O preço do açúcar cristal apresenta alta de 0,55% na capital de São Paulo. A saca de 50 kg é cotada a R$ 120,79.
INDICADOR DO AÇÚCAR CRISTAL BRANCO CEPEA/ESALQ - SÃO PAULO
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 22/09/2026 | 120,79 | 0,55% | 6,19% | 23,67 |
| 21/09/2026 | 120,13 | 0,07% | 5,61% | 23,52 |
| 18/09/2026 | 120,05 | 0,39% | 5,54% | 23,33 |
| 17/09/2026 | 119,58 | 0,25% | 5,13% | 23,26 |
| 16/09/2026 | 119,28 | 0,96% | 4,86% | 23,11 |
Em Santos (SP), também houve recuo de 0,28%, e a mercadoria é negociada a R$ 125,68 na média de preços sem impostos.
Indicador Açúcar Cristal - Santos (FOB)
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 22/09/2026 | 125,68 | 0,28% | -1,73% | 24,56 |
| 21/09/2026 | 125,33 | 0,47% | -2,00% | 24,52 |
| 18/09/2026 | 124,74 | -0,32% | -2,46% | 24,19 |
| 17/09/2026 | 125,14 | -2,10% | -2,15% | 24,29 |
| 16/09/2026 | 127,83 | 0,28% | -0,05% | 24,81 |
A saca de 60 kg do milho, por sua vez, é vendida a R$ 69,74 após leve aumento de 0,17%.
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 22/09/2026 | 69,74 | 0,17% | -0,70% | 13,67 |
| 21/09/2026 | 69,62 | 0,48% | -0,87% | 13,63 |
| 18/09/2026 | 69,29 | 0,06% | -1,34% | 13,46 |
| 17/09/2026 | 69,25 | 0,07% | -1,40% | 13,47 |
| 16/09/2026 | 69,20 | -0,27% | -1,47% | 13,41 |
Os dados são do Cepea.
Café arábica e café robusta são as duas principais variedades cultivadas e comercializadas no Brasil, ambas medidas em sacas de 60 kg.
O café arábica (conhecido também como café Conilon, em algumas regiões) tem sabor mais suave, menor teor de cafeína e alta qualidade sensorial, sendo preferido em cafeterias especializadas e nas exportações de cafés premium. Representa cerca de 70% da produção brasileira, com destaque para estados como Minas Gerais e São Paulo.
O café robusta, por sua vez, possui sabor mais amargo, maior concentração de cafeína e corpo mais intenso. É amplamente utilizado na produção de café solúvel e blends comerciais. Seus principais polos produtores são o Espírito Santo e Rondônia, e seu preço costuma ser mais baixo em comparação ao arábica, por conta do perfil mais industrial.
A saca de açúcar cristal no Brasil é padronizada em 50 quilos, especialmente para comercialização no mercado atacadista e para uso na indústria alimentícia. Essa unidade de medida é adotada pelo Cepea/Esalq-USP, principal fonte de cotações diárias do açúcar cristal no país.
A saca de milho equivale a 60 kg de grãos, mesmo padrão utilizado para soja e trigo. Essa medida é oficializada por instituições como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Cepea, sendo amplamente usada em negociações e relatórios de preço do milho.
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Baixar áudioO preço do boi gordo apresenta alta de 0,41% nesta quarta-feira (23). Em São Paulo, a arroba é negociada a R$ 356,10.
INDICADOR DO BOI GORDO CEPEA/ESALQ
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 22/09/2026 | 356,10 | 0,41% | 3,40% | 69,78 |
| 21/09/2026 | 354,65 | 0,50% | 2,98% | 69,44 |
| 18/09/2026 | 352,90 | 0,10% | 2,47% | 68,58 |
| 17/09/2026 | 352,55 | 0,07% | 2,37% | 68,58 |
| 16/09/2026 | 352,30 | 0,37% | 2,29% | 68,26 |
No mercado de frango, os preços apresentam alta na Grande São Paulo, em São José do Rio Preto e em Descalvado. O quilo do frango congelado está cotado a R$ 8,32 e o do frango resfriado a R$ 8,35.
PREÇOS DO FRANGO CONGELADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|
| 22/09/2026 | 8,32 | 0,12% | 13,66% |
| 21/09/2026 | 8,31 | 0,00% | 13,52% |
| 18/09/2026 | 8,31 | -0,24% | 13,52% |
| 17/09/2026 | 8,33 | -0,12% | 13,80% |
| 16/09/2026 | 8,34 | 5,04% | 13,93% |
PREÇOS DO FRANGO RESFRIADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|
| 22/09/2026 | 8,35 | 0,12% | 14,54% |
| 21/09/2026 | 8,34 | 0,36% | 14,40% |
| 18/09/2026 | 8,31 | -0,24% | 13,99% |
| 17/09/2026 | 8,33 | 0,00% | 14,27% |
| 16/09/2026 | 8,33 | 5,04% | 14,27% |
A carcaça suína especial apresenta alta de 1,39% nos atacados da Grande São Paulo, onde o quilo custa R$ 8,05.
Entre os estados analisados, o suíno vivo registra o menor preço no Paraná, onde o animal é comercializado a R$ 4,63.
PREÇOS DA CARCAÇA SUÍNA ESPECIAL (R$/kg)
| Data | Média | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|
| 22/09/2026 | 8,05 | 1,39% | 10,12% |
| 21/09/2026 | 7,94 | 1,02% | 8,62% |
| 18/09/2026 | 7,86 | 0,13% | 7,52% |
| 17/09/2026 | 7,85 | 0,00% | 7,39% |
| 16/09/2026 | 7,85 | 0,51% | 7,39% |
INDICADOR DO SUÍNO VIVO CEPEA/ESALQ (R$/kg)
| Data | Estado | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|---|
| 22/09/2026 | MG - posto | 5,46 | 2,63% | 8,76% |
| 22/09/2026 | PR - a retirar | 4,63 | 0,22% | 3,12% |
| 22/09/2026 | RS - a retirar | 4,75 | 0,00% | 4,63% |
| 22/09/2026 | SC - a retirar | 4,85 | 0,83% | 6,13% |
| 22/09/2026 | SP - posto | 5,20 | 1,36% | 7,66% |
Os dados são do Cepea.
O boi gordo é o bovino macho pronto para o abate, com peso mínimo de 16 arrobas líquidas de carcaça (aproximadamente 240 kg) e até 42 meses de idade. Atende aos padrões do mercado nacional e internacional, incluindo exportações para Europa, China e cota Hilton.
O frango congelado passa por congelamento rápido, com temperaturas abaixo de -12°C, garantindo maior vida útil para armazenamento e transporte a longas distâncias.
Já o frango resfriado é mantido entre 0°C e 4°C, com validade de 5 a 7 dias, oferecendo textura e sabor mais próximos do fresco, ideal para consumidores exigentes e restaurantes.
Copiar o textoSoja abre em valorização no Paraná e cotação do trigo diverge entre o mercado paranaense e o gaúcho
Baixar áudioA saca de 60 quilos da soja inicia a quarta-feira (23) em alta no interior do Paraná e na região litorânea de Paranaguá.
No mercado paranaense, o grão apresenta alta de 0,15%, com a saca negociada a R$ 155,50. Em Paranaguá, alta de 0,25%, levando a cotação para R$ 161,93.
INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANÁ
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 22/09/2026 | 155,50 | 0,15% | 2,77% | 30,47 |
| 21/09/2026 | 155,26 | 0,05% | 2,61% | 30,40 |
| 18/09/2026 | 155,18 | 0,15% | 2,56% | 30,16 |
| 17/09/2026 | 154,95 | -0,24% | 2,41% | 30,14 |
| 16/09/2026 | 155,33 | 1,13% | 2,66% | 30,10 |
INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANAGUÁ
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 22/09/2026 | 161,93 | 0,25% | 1,56% | 31,73 |
| 21/09/2026 | 161,52 | -0,23% | 1,30% | 31,63 |
| 18/09/2026 | 161,89 | -0,08% | 1,54% | 31,46 |
| 17/09/2026 | 162,02 | 0,09% | 1,62% | 31,52 |
| 16/09/2026 | 161,88 | 0,80% | 1,53% | 31,37 |
Preço do trigo recua no Rio Grande do Sul e avança no Paraná.
No Paraná, a tonelada do cereal é comercializada a R$ 1.535,23. No Rio Grande do Sul, o produto é vendido a R$ 1.419,47.
PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - RIO GRANDE DO SUL
| Data | Valor R$/t* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$/t* |
|---|---|---|---|---|
| 22/09/2026 | 1.419,47 | -0,03% | 5,22% | 278,16 |
| 21/09/2026 | 1.419,84 | 1,38% | 5,25% | 278,02 |
| 18/09/2026 | 1.400,50 | 1,11% | 3,81% | 272,15 |
| 17/09/2026 | 1.385,09 | 0,37% | 2,67% | 269,42 |
| 16/09/2026 | 1.380,03 | 1,37% | 2,30% | 267,40 |
PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - PARANÁ
| Data | Valor R$/t* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$/t* |
|---|---|---|---|---|
| 22/09/2026 | 1.535,23 | 0,20% | 5,41% | 300,85 |
| 21/09/2026 | 1.532,17 | 1,45% | 5,20% | 300,01 |
| 18/09/2026 | 1.510,24 | 0,03% | 3,70% | 293,48 |
| 17/09/2026 | 1.509,74 | -0,15% | 3,66% | 293,67 |
| 16/09/2026 | 1.512,00 | 0,16% | 3,82% | 292,97 |
Os dados são do Cepea.
A saca de soja e a saca de trigo são as principais unidades de comercialização de grãos no Brasil. Cada saca equivale a 60 quilos, padrão adotado por órgãos oficiais como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).
Esse formato padronizado facilita o comércio da soja e do trigo, além de permitir um acompanhamento mais preciso das cotações e variações de preços no mercado nacional.
Copiar o textoProdutores rurais e empresas do setor precisam ficar atentos ao calendário tributário: o prazo para entrega da Declaração do Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural (DITR) 2026 termina às 23h59min59s do dia 30 de setembro, no horário de Brasília. As regras foram publicadas pela Receita Federal na Instrução Normativa RFB nº 2.330, de 22 de junho de 2026.
A DITR é obrigatória para pessoas físicas e jurídicas que sejam proprietárias, titulares do domínio útil ou possuidoras de imóvel rural, com exceção dos casos de imunidade ou isenção previstos em lei. Segundo o presidente do Sistema Faep, Ágide Eduardo Meneguette, é importante que agricultores e pecuaristas fiquem atentos ao calendário para não deixar a entrega para a última hora.
A principal novidade deste ano está na forma de envio. Todas as pessoas jurídicas, independentemente do tamanho da propriedade, e as pessoas físicas com imóveis rurais de mais de 100 hectares são obrigadas a transmitir a declaração pelo serviço digital "Minhas Declarações do ITR", disponível na área de Imóveis do Portal de Serviços da Receita Federal.
O acesso pode ser feito por computador ou celular, mas exige conta Gov.br nos níveis Prata ou Ouro obtidos por reconhecimento facial no aplicativo ou pelo cadastro de dados bancários.
Contribuintes obrigados a usar o novo serviço digital que enviarem a declaração pelo programa tradicional correm o risco de ter o documento cancelado de ofício pela Receita Federal.
Já para pessoas físicas com imóveis rurais de até 100 hectares, continua disponível o Programa ITR 2026, que pode ser instalado no computador, com transmissão pelo próprio programa ou pelo Receitanet.
Entre os documentos exigidos estão CPF, RG e comprovante de residência atualizado, no caso de pessoas físicas, e cartão do CNPJ e contrato social, no caso de empresas.
O imposto apurado na DITR pode ser pago em até quatro quotas iguais, mensais e sucessivas, desde que nenhuma parcela seja inferior a R$ 50. Quando o valor devido for menor que R$ 100, o pagamento deve ser feito em quota única. Tanto a quota única quanto a primeira parcela vencem em 30 de setembro, a mesma data-limite para a entrega da declaração.
A entrega da DITR fora do prazo sujeita o contribuinte a multa de 1% ao mês-calendário ou fração de atraso, calculada sobre o total do imposto devido, com valor mínimo de R$ 50. Além da multa, o atraso pode gerar pendências junto à Receita Federal, limitar o acesso a crédito rural e até impedir a comercialização do imóvel.
Quem identificar erro, omissão ou informação incorreta depois de enviar a declaração pode apresentar uma retificadora, desde que a Receita Federal ainda não tenha iniciado procedimento de lançamento de ofício. A declaração retificadora substitui integralmente a original.
A recomendação da Receita Federal e de entidades do setor é não deixar o envio para os últimos dias, já que instabilidades no sistema e documentos pendentes costumam aparecer justamente na reta final do prazo.
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Baixar áudioA primavera começou na noite desta terça-feira (22) e deve trazer temperaturas acima da média em grande parte do Brasil. O período também deve apresentar mudanças na distribuição das chuvas. A estação segue até o dia 21 de dezembro e marca a transição entre os períodos seco e chuvoso, principalmente no Brasil Central.
As informações constam no Prognóstico Climático da Primavera de 2026, elaborado pelo Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) e pela Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme).
Com o avanço da primavera, aumenta gradualmente a umidade e as chuvas retornam a diferentes áreas do país. O fluxo de umidade vindo da Amazônia tende a se intensificar, o que contribui para a formação de chuva no Centro-Oeste, Sudeste e em parte do centro-sul da Região Norte.
Além disso, podem ocorrer os primeiros episódios da Zona de Convergência do Atlântico Sul, a ZCAS, sistema meteorológico associado a períodos prolongados de chuva.
Na Região Sul, a combinação entre massas de ar com características térmicas diferentes, frentes frias e áreas de baixa pressão pode provocar chuva intensa, rajadas de vento, descargas atmosféricas e queda de granizo. Esse cenário também pode favorecer eventos de tempo severo, como microexplosões, caracterizadas por correntes de ar descendentes muito intensas, e tornados.
Para o trimestre entre outubro e dezembro, a previsão indica os maiores acumulados de chuva no oeste e sul da Região Norte, em toda a Região Centro-Oeste, na Região Sul e em partes do Sudeste.
Os menores volumes são esperados para o Nordeste, principalmente no leste e norte da região, que atravessam o período mais seco do ano durante o trimestre. A previsão também aponta baixos acumulados para o extremo norte da Amazônia.
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Quando comparada à média climatológica, a previsão aponta anomalias de precipitação na Região Sul, principalmente no Rio Grande do Sul, em Santa Catarina e no sul e leste do Paraná. Nesses locais, os acumulados podem ficar até 200 milímetros acima da média histórica do trimestre.
Também são esperadas chuvas acima da média em Mato Grosso do Sul, no sul de Goiás, em São Paulo, no Rio de Janeiro, no centro-sul de Minas Gerais e no leste do Nordeste, entre o Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco e Alagoas.
Em sentido contrário, a precipitação deve ficar abaixo da média em grande parte da Região Norte, em Mato Grosso e na área agrícola do MATOPIBA, que reúne Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia.
O déficit de chuva pode chegar a 200 milímetros em Roraima, no norte e leste do Amazonas, no norte e oeste do Pará e no Amapá.
A previsão para outubro, novembro e dezembro também indica temperaturas acima da média em grande parte do país. As maiores anomalias positivas devem ocorrer na Região Norte e em áreas do Nordeste, Centro-Oeste e Sudeste, onde as temperaturas podem superar em 1°C a média climatológica.
De acordo com o levamtamento, o cenário pode favorecer ondas de calor e aumentar o desconforto térmico. A combinação de ar quente e úmido, principalmente durante a passagem de frentes frias, também pode contribuir para a formação de tempestades e outros eventos de tempo severo.
No Rio Grande do Sul, a previsão indica temperaturas próximas da média nas regiões central e leste. Já o oeste e o sul do estado devem registrar temperaturas abaixo da média.
O prognóstico também considera a influência do El Niño, fenômeno associado ao aquecimento anômalo das águas do Oceano Pacífico Equatorial. As projeções indicam elevada probabilidade de ocorrência de um evento de intensidade muito forte durante o trimestre OND de 2026.
O fenômeno altera os padrões de circulação atmosférica e pode modificar a distribuição das chuvas no Brasil. De forma geral, o El Niño está relacionado à redução das precipitações no Norte e no Nordeste e ao aumento dos volumes de chuva na Região Sul.
A previsão para a primavera apresenta características compatíveis com esse padrão, de acordo com a distribuição das anomalias de precipitação.
A atuação da ZCAS também pode sofrer alterações. Uma possível posição mais ao sul do que a observada normalmente pode favorecer chuvas acima da média no sul do Centro-Oeste e do Sudeste. Ao mesmo tempo, as áreas mais ao norte dessas regiões podem registrar precipitação abaixo da média.
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Baixar áudioO split payment, mecanismo de recolhimento de tributos previsto na reforma tributária, começará a ser disponibilizado no segundo semestre de 2027, segundo informações da Receita Federal divulgadas pelo jornal Folha de S.Paulo. A implementação será gradual e, inicialmente, de uso opcional pelos contribuintes.
Na primeira etapa, o sistema será voltado a operações comerciais entre empresas, ou seja, transações em que tanto o pagador quanto o recebedor tenham CNPJ. A ferramenta não estará disponível, nesse primeiro momento, para vendas a pessoas físicas.
A Receita informou que ainda não é possível afirmar quando o uso do split payment se tornará obrigatório. A previsão é que, à medida que os meios de pagamento estejam preparados para executar a separação dos tributos, o mecanismo passe a ser exigido nas operações em que for aplicável.
Na primeira fase, o split payment será restrito às operações B2B. A limitação faz parte da estratégia para viabilizar a implantação do mecanismo em 2027. A Receita também informou que o sistema será disponibilizado inicialmente para um grupo restrito de empresas, antes de ser ampliado aos demais CNPJs.
O primeiro modelo do split payment não contemplará todos os meios de pagamento. Ficarão de fora, inicialmente, operações com cartões de crédito e débito, vouchers, criptomoedas e meios não eletrônicos.
A ferramenta poderá ser utilizada em transferências por TEF e TED, boletos e Pix entre empresas, desde que os participantes optem pelo mecanismo.
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A implementação começará em um ambiente de “produção assistida”, com operações reais e transferência efetiva de recursos. Segundo a Receita, os primeiros testes envolverão TEF e Pix chave intrabancário, em operações realizadas dentro da mesma instituição financeira. Depois, serão incluídos TED, boleto, Pix dinâmico e Pix automático.
Nos meios de pagamento em que o comprador informa os dados da operação, como TEF, TED e determinadas modalidades de Pix, será utilizado o chamado split “inteligente”. Nesse modelo, a separação dos tributos será feita com base nos valores informados na transação, sem consulta aos órgãos de governo. Caso haja retenção superior ao valor devido, o fornecedor deverá ser ressarcido em até três dias úteis.
Já no boleto, no Pix com QR Code dinâmico e no Pix automático, em que os dados são informados pelo vendedor, será utilizado o split “super inteligente”. Nesse caso, a instituição financeira consultará a Receita Federal e o Comitê Gestor do IBS para verificar se os tributos já foram quitados por outra forma, inclusive por meio de créditos, e se a separação é necessária.
As operações realizadas por Microempreendedores Individuais (MEIs) ficarão fora do split payment. Isso ocorre porque o mecanismo foi criado para separar os novos tributos sobre bens e serviços, CBS e IBS, que começam a substituir os atuais tributos a partir de 2027.
Segundo a Receita Federal, o MEI não recolhe CBS e IBS sobre suas vendas e, por isso, não gera crédito desses tributos para a empresa que compra seus produtos ou serviços. Sem esses impostos na operação, não há valor a ser separado pelo split payment.
Já as empresas do Simples Nacional poderão utilizar o mecanismo. A possibilidade também se aplica às microempresas que permanecerem no chamado Simples “puro”, com o recolhimento dos tributos em guia única.
De acordo com a Receita, a medida permite que os valores de CBS e IBS recolhidos sejam convertidos em crédito para os clientes dessas empresas quando eles forem contribuintes dos novos tributos.
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Baixar áudioO Ministério do Turismo (MTur) está desenvolvendo um diagnóstico e um plano de ação parahttps://www.gov.br/turismo/pt-br. A iniciativa é resultado de uma cooperação técnica com a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) e prevê estudos sobre potencialidades, desafios e oportunidades de desenvolvimento da atividade turística em áreas próximas a países vizinhos.
A expectativa da pasta é ampliar oportunidades para os agentes locais, como comunidades tradicionais e empreendedores da cadeia produtiva do turismo. O levantamento deve, ainda, identificar desafios relacionados à infraestrutura, conectividade, governança e promoção turística.
O ministro do Turismo, Gustavo Feliciano, explica que o estudo busca identificar as vocações turísticas das regiões de fronteira e avaliar como a proximidade com países vizinhos pode ser aproveitada para ampliar o fluxo de visitantes.
“A gente está buscando diagnosticar as vocações dos estados e das regiões. Então, a fronteira e a proximidade que se tem com países vizinhos, a gente, junto da Unesco, está fazendo um estudo fronteiriço para que a gente possa aproveitar o fluxo de turistas, não só no aumento da conectividade com esse estado, não só no encurtamento de distâncias com países vizinhos, e que a gente possa fazer esse estudo fronteiriço para fortalecer e fomentar o turismo da região”, destaca Feliciano.
No eixo que envolve Amapá e Pará, os estudos abrangem áreas relacionadas ao Suriname e à Guiana Francesa e devem considerar aspectos territoriais, econômicos, sociais e culturais. Também estão previstas análises no Acre e em Rondônia, nas áreas de fronteira com Peru e Bolívia, além de Santa Catarina e Rio Grande do Sul, na região de fronteira com países do Mercosul, no Sul do país.
O estudo envolve o envio de equipes técnicas do MTur ao estado de Rondônia e deve englobar a análise dos fluxos turísticos, oferta de atrativos, serviços e equipamentos turísticos disponíveis em toda a região, além de mapear as iniciativas de cooperação internacional já existentes.
O projeto busca promover o desenvolvimento do turismo a partir de uma abordagem integrada, com estratégias para formulação e aprimoramento de políticas públicas que considerem a preservação ambiental, a valorização das culturas locais e a cooperação entre estados e países fronteiriços.
A iniciativa ganhou força após discussões realizadas na reunião de ministros do Turismo do Mercosul, em 2023, e está alinhada às diretrizes do Comitê Nacional de Fronteiras e à elaboração da Estratégia Nacional de Fronteiras.
Segundo o Ministério do Turismo, o Brasil recebeu 9,3 milhões de turistas internacionais em 2025. Cerca de 65% eram de origem de países sul-americanos, o que reforça a relevância das áreas de fronteira para o fluxo turístico internacional.
Copiar o textoO euro, por sua vez, encerrou o dia cotado a R$ 5,84
Baixar áudioO dólar operou em alta nesta terça-feira (22) e fechou o pregão cotado a R$ 5,10. Durante a manhã, a moeda americana chegou a R$ 5,11, com avanço de 0,22%, em um movimento acompanhado pela queda dos preços do petróleo no mercado internacional.
A commodity recuou para menos de US$ 100 por barril ao longo do dia. A redução dos preços pode influenciar o mercado de câmbio brasileiro, já que o Brasil está entre os países exportadores de petróleo.
Quando a cotação da commodity cai, as receitas obtidas com as exportações do produto podem diminuir. Esse movimento pode reduzir o fluxo de dólares associado às vendas de petróleo para o exterior.
Com menor entrada da moeda americana relacionada às exportações, o real pode perder força frente ao dólar. O câmbio, no entanto, também é influenciado por outros fatores internos e externos, como juros, cenário fiscal e comportamento dos mercados internacionais.
O índice DXY, que mede a força do dólar frente a outras moedas globais, fechou aos 100,35 pontos.
O euro, por sua vez, encerrou o pregão cotado a R$ 5,84.
A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.
| Código | BRL | USD | EUR | GBP | JPY | CHF | CAD | AUD |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| BRL | 1 | 0,1960 | 0,1712 | 0,1469 | 30,8551 | 0,1609 | 0,2757 | 0,2755 |
| USD | 5,1011 | 1 | 0,8735 | 0,7494 | 157,39 | 0,8207 | 1,4063 | 1,4054 |
| EUR | 5,8404 | 1,1448 | 1 | 0,8580 | 180,19 | 0,9395 | 1,6101 | 1,6088 |
| GBP | 6,8061 | 1,3343 | 1,1656 | 1 | 210,01 | 1,0949 | 1,8765 | 1,8752 |
| JPY | 0,0324 | 0,0064 | 0,0055 | 0,0048 | 1 | 0,5214 | 0,0089 | 0,0089 |
| CHF | 6,2164 | 1,2185 | 1,0644 | 0,9133 | 191,81 | 1 | 1,7139 | 1,7125 |
| CAD | 3,6274 | 0,7111 | 0,6211 | 0,5329 | 111,92 | 0,5836 | 1 | 0,9992 |
| AUD | 3,6306 | 0,7116 | 0,6216 | 0,5333 | 111,99 | 0,5840 | 1,0008 | 1 |
Os dados são da Investing.com.
Copiar o textoOs números sorteados da Mega-Sena 3061, de 22/09/2026, foram: 24 - 25 - 28 - 37 - 47 - 55.
24 - 25 - 28 - 37 - 47 - 55
Resultado oficial conferido com a Caixa às 21:25. consulte o resultado oficial no site da Caixa
O concurso 3061 da Mega-Sena foi realizado nesta terça-feira (22/09/2026), no Espaço da Sorte, em São Paulo, e divulgado pela Caixa Econômica Federal. O sorteio não teve vencedores na faixa principal e o prêmio acumulou.
O próximo sorteio está marcado para quinta-feira (24/09/2026), com prêmio estimado em R$ 38.000.000,00. Aproveite a oportunidade e faça sua aposta para concorrer.
A arrecadação total do concurso foi de R$ 41.300.088,00.
Para participar, basta escolher de 6 a 15 números entre os 60 disponíveis no volante. A aposta mínima custa R$ 5,00, e quanto mais números você marcar, maior o preço — mas também maiores as chances de ganhar. Os sorteios acontecem três vezes por semana: às terças e quintas, às 21h, e aos domingos, às 11h (horário de Brasília).
| Números apostados | Probabilidade de acertar 6 dezenas |
|---|---|
| 6 números | 1 em 50.063.860 |
| 7 números | 1 em 7.151.980 |
| 8 números | 1 em 1.787.995 |
| 9 números | 1 em 595.998 |
| 10 números | 1 em 238.399 |
| 15 números | 1 em 10.003 |
Para aumentar as chances de ganhar, é possível participar de bolões organizados pelas lotéricas ou formar um grupo de apostas. O valor mínimo por cota é de R$ 6,00, e o bolão pode ter de 2 a 100 cotas.
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Parte da arrecadação das apostas da Mega-Sena é destinada a programas sociais do governo federal, como:
Assista ao sorteio da Mega-Sena 3061 na transmissão oficial da Caixa.
Veja o resultado da Mega-Sena 3060.
Redação Brasil 61
Copiar o textoOs números sorteados da Lotofácil 3786, de 22/09/2026, foram: 01 - 03 - 06 - 07 - 08 - 09 - 12 - 13 - 14 - 16 - 18 - 21 - 23 - 24 - 25.
01 - 03 - 06 - 07 - 08 - 09 - 12 - 13 - 14 - 16 - 18 - 21 - 23 - 24 - 25
Resultado corrigido às 21:26 conforme a apuração oficial da Caixa. consulte o resultado oficial no site da Caixa
O concurso 3786 da Lotofácil foi realizado nesta terça-feira (22/09/2026), no Espaço da Sorte, em São Paulo, e divulgado pela Caixa Econômica Federal. Uma aposta acertou as 15 dezenas e levou para casa o prêmio de R$ 1.490.773,81. O bilhete premiado foi registrado em Fortaleza/CE.
O prêmio estimado para o próximo concurso da Lotofácil, de número 3787, que será realizado na quarta-feira, 23 de setembro de 2026, está estimado em R$ 2.000.000,00. Aproveite a oportunidade e faça sua aposta para concorrer!
A arrecadação total do concurso foi de R$ 18.373.680,50.
A aposta mínima, de 15 números, custa R$ 3,50 com chance de 1 em 3.268.760 e a máxima custa R$ 46.512 com chance de 1 em 211.
|
Quantidade de números jogados |
Valor da aposta |
|---|---|
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15 |
R$ 3,50 |
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16 |
R$ 48,00 |
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17 |
R$ 408,00 |
|
18 |
R$ 2.448,00 |
|
19 |
R$ 11.628,00 |
|
20 |
R$ 46.512,00 |
De segunda-feira a sexta-feira, às 21h, e no domingo, às 11h.
Quer apostar sem complicação? Use a Surpresinha e deixe o sistema escolher os números para você — uma forma prática e rápida de participar dos sorteios.
Prefere insistir nos seus números da sorte? Aposte com a Teimosinha e concorra com a mesma combinação por 3, 6, 12, 18 ou 24 concursos seguidos, aumentando suas chances de ganhar sem precisar refazer a aposta a cada sorteio.
Assista ao sorteio da Lotofácil 3786 na transmissão oficial da Caixa.
Veja o resultado da Lotofácil 3785.
Redação Brasil 61
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Baixar áudioA Região Sul terá uma quarta-feira (23) marcada por temperaturas baixas, muitas nuvens e possibilidade de chuva em algumas áreas. Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia, as temperaturas mínimas ficam entre 6°C e 10°C nas capitais da região.
Em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, a temperatura varia entre 6°C e 17°C. A previsão indica poucas nuvens pela manhã, aumento da nebulosidade durante a tarde e novamente poucas nuvens à noite. Os ventos serão fracos a moderados, com possibilidade de rajadas.
Em Curitiba, no Paraná, os termômetros ficam entre 7°C e 12°C. O céu terá muitas nuvens durante a manhã e a tarde. À noite, a previsão indica poucas nuvens. Os ventos permanecem fracos a moderados.
Já em Florianópolis, em Santa Catarina, a mínima será de 10°C e a máxima de 17°C. O dia começa com muitas nuvens e ventos moderados com rajadas. Durante a tarde, há possibilidade de chuva isolada. À noite, o céu permanece com muitas nuvens.
As três capitais apresentam tendência de queda nas temperaturas, principalmente Curitiba e Porto Alegre.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA Região Sudeste terá uma quarta-feira (23) de tempo instável, muitas nuvens e previsão de chuva. Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia, as temperaturas máximas variam entre 18°C e 28°C nas capitais.
Em São Paulo, os termômetros ficam entre 13°C e 18°C. A previsão indica muitas nuvens com pancadas de chuva durante a manhã e a tarde. À noite, podem ocorrer pancadas de chuva isoladas. A umidade relativa do ar chega a 100%.
No Rio de Janeiro, a mínima será de 20°C e a máxima de 25°C. Há previsão de muitas nuvens, pancadas de chuva e trovoadas isoladas pela manhã. Durante a tarde e a noite, as pancadas de chuva e trovoadas continuam, com possibilidade de rajadas de vento.
Em Belo Horizonte, os termômetros variam entre 16°C e 28°C. O dia começa com muitas nuvens e possibilidade de chuva isolada. Durante a tarde e a noite, estão previstas pancadas de chuva e trovoadas.
Em Vitória, no Espírito Santo, a mínima será de 20°C e a máxima de 27°C. Há possibilidade de chuva isolada pela manhã. À tarde, podem ocorrer pancadas de chuva e, durante a noite, pancadas acompanhadas de trovoadas.
As temperaturas apresentam tendência de queda em São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Vitória.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA Região Centro-Oeste terá uma quarta-feira (23) marcada por muitas nuvens e possibilidade de chuva isolada em diferentes áreas. Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia, as temperaturas variam entre 17°C e 32°C nas capitais da região.
Em Brasília, a mínima prevista é de 21°C e a máxima chega a 31°C. O dia começa com muitas nuvens. À tarde, há possibilidade de chuva isolada e, durante a noite, podem ocorrer pancadas de chuva isoladas. A umidade relativa do ar varia entre 30% e 80%.
Em Goiânia, os termômetros ficam entre 22°C e 32°C. A previsão indica muitas nuvens pela manhã, possibilidade de chuva isolada à tarde e pancadas de chuva isoladas durante a noite.
Em Cuiabá, a temperatura varia entre 22°C e 31°C. Há possibilidade de chuva isolada durante a manhã, a tarde e a noite. A umidade máxima chega a 90%, enquanto a mínima fica em 50%.
Já Campo Grande terá temperaturas mais baixas, com mínima de 17°C e máxima de 24°C. A previsão indica muitas nuvens e possibilidade de chuva isolada pela manhã e à tarde. À noite, o céu fica com poucas nuvens.
Os ventos na região variam de fracos a moderados, com possibilidade de rajadas em alguns períodos.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA Região Nordeste terá uma quarta-feira (23) de temperaturas elevadas e muitas nuvens em grande parte das capitais. Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia, a maior temperatura prevista entre as capitais da região é de 38°C em Teresina, no Piauí.
Na capital piauiense, a mínima será de 23°C. O céu permanece com poucas nuvens durante a manhã, a tarde e a noite. A umidade relativa do ar pode chegar a apenas 20%.
Em Fortaleza, no Ceará, os termômetros variam entre 25°C e 33°C. A previsão indica muitas nuvens ao longo de todo o dia, com ventos fracos a moderados e possibilidade de rajadas.
São Luís, no Maranhão, terá mínima de 25°C e máxima de 33°C. O céu fica com muitas nuvens durante os três períodos, e a umidade máxima chega a 92%.
No litoral, Recife terá temperaturas entre 20°C e 31°C, com muitas nuvens durante o dia. Em João Pessoa, a mínima será de 23°C e a máxima de 30°C, também com muitas nuvens e ventos fracos a moderados.
Em Natal, os termômetros variam entre 25°C e 30°C, com muitas nuvens durante todo o dia.
Maceió terá mínima de 21°C e máxima de 30°C. A capital alagoana terá muitas nuvens, com ventos fracos a moderados e possibilidade de rajadas à noite.
Em Aracaju, a temperatura fica entre 21°C e 30°C. O céu permanece com muitas nuvens durante todo o dia.
Salvador terá mínima de 21°C e máxima de 30°C. A previsão indica muitas nuvens e ventos fracos a moderados, com rajadas durante a tarde.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA Região Norte terá uma quarta-feira (23) de calor intenso e variação de nebulosidade. Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia, as temperaturas máximas podem chegar a 39°C em Palmas, no Tocantins, e Porto Velho, em Rondônia.
Em Manaus, no Amazonas, a mínima prevista é de 27°C e a máxima chega a 37°C. A capital terá muitas nuvens durante a manhã, a tarde e a noite, com ventos fracos a moderados.
Em Rio Branco, no Acre, os termômetros variam entre 22°C e 35°C. O dia será de muitas nuvens, com possibilidade de chuva isolada pela manhã e à noite. Durante a tarde, estão previstas pancadas de chuva.
Em Porto Velho, a temperatura fica entre 25°C e 39°C. A previsão indica muitas nuvens e possibilidade de chuva isolada pela manhã. À tarde, podem ocorrer pancadas de chuva, com nova possibilidade de chuva isolada durante a noite.
Em Belém, no Pará, a mínima será de 25°C e a máxima de 35°C. A capital terá poucas nuvens durante a manhã e a tarde, com aumento da nebulosidade à noite.
Já Macapá, no Amapá, terá temperaturas entre 25°C e 33°C. O céu fica com muitas nuvens pela manhã, poucas nuvens à tarde e possibilidade de chuva isolada durante a noite.
Em Boa Vista, em Roraima, os termômetros variam entre 27°C e 37°C. A previsão indica muitas nuvens durante o dia e poucas nuvens à noite.
Em Palmas, o calor será intenso. A máxima chega a 39°C, com poucas nuvens durante a tarde e a noite. A umidade relativa do ar pode chegar a apenas 20%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o textoO volume total negociado na B3 foi de R$ 29.692.102.683, em meio a 3.670.268 de negócios
Baixar áudioO Ibovespa fechou esta terça-feira (22) em alta de 0,47%, aos 187.465 pontos, após reverter as perdas registradas ao longo da sessão e passar para o campo positivo no fim do pregão.
Durante a manhã, o principal índice da Bolsa brasileira chegou a cair 0,69%, aos 185.313 pontos, por volta das 11h45. O mercado operava sob cautela no cenário doméstico, enquanto a queda dos preços do petróleo pressionava as ações da Petrobras, que têm participação relevante na composição do índice.
Os investidores também repercutiram a ata do Comitê de Política Monetária (Copom). O documento apontou que as expectativas de inflação permanecem desancoradas, fator acompanhado pelo mercado diante das perspectivas para a condução dos juros no país.
Apesar das perdas registradas durante parte do dia, o Ibovespa ganhou força no fim da sessão e encerrou o pregão no campo positivo.
Ações em alta no Ibovespa
Ações em queda no Ibovespa
O volume total negociado na B3 foi de R$ 29.692.102.683, em meio a 3.670.268 de negócios.
Os dados da bolsa podem ser consultados no site da B3.
O Ibovespa (Índice Bovespa) é o principal indicador do mercado acionário brasileiro. Calculado pela B3, ele reflete a média do desempenho das ações mais negociadas na bolsa, com base em critérios de volume e liquidez. O índice é composto por uma carteira teórica de ativos, que representa cerca de 80% do volume financeiro total negociado no mercado.
A B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) é a bolsa de valores oficial do Brasil, sediada em São Paulo. É responsável pela negociação de ações, derivativos, títulos públicos e privados, câmbio e outros ativos financeiros. A B3 está entre as maiores bolsas do mundo em infraestrutura e valor de mercado.
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Baixar áudioA Academia Brasileira de Cinema anunciou, no último dia 16 de setembro, Feito Pipa, de Allan Deberton, como o representante do país na disputa por uma vaga no Oscar 2027.
Feito Pipa contou com apoio da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (PNAB), PNAB Ceará, do governo do Ceará, Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA), Agência Nacional do Cinema (Ancine) e Ministério da Cultura.
O filme acompanha a história de Gugu, um menino que sonha em se tornar jogador de futebol. O menino mora com a avó e, com uma piora no quadro de saúde da responsável, ele tenta esconder do pai a situação para evitar ser separado dela. Estão no elenco Lázaro Ramos, Teca Pereira e o garoto Yuri Gomes.
O longa foi rodado em Quixadá, no Ceará, e nasceu de memórias de infância dos roteiristas Deberton e André Araújo em Russas, interior cearense, construindo uma narrativa sobre amadurecimento, pertencimento e afeto.
O filme teve sua estreia mundial no Festival de Berlim, onde venceu o Urso de Cristal, uma premiação concedido pelo público jovem, e o grande prêmio do júri da mostra paralela Generation Kplus. Feito Pipa estreia nas salas de cinema brasileiras no dia 5 de novembro.
Durante o 28º Festival Internacional de Cinema de Xangai (SIFF), realizado no âmbito das comemorações do Ano Cultural Brasil-China, Feito Pipa integrou a exposição Belt and Road Film Week e a Mostra Focus Brazil.
Ser escolhido para representar o Brasil ainda não garante a indicação. Cada país aponta um filme à Academia norte-americana, que analisa e seleciona aqueles que concorrem ao prêmio de Melhor Filme Internacional. Os indicados serão divulgados no dia 21 de janeiro de 2027 e a cerimônia do Oscar será no dia 14 de março de 2027.
Em 2025, o Brasil venceu a categoria pela primeira vez com o filme Ainda Estou Aqui, de Walter Salles e neste ano voltou a ser indicado com O Agente Secreto, de Kleber Mendonça Filho, mas acabou não levando o prêmio.
De acordo com a Academia Brasileira de Cinema, ao todo, 15 longas-metragens foram inscritos e habilitados para a seleção e seis foram pré-selecionados.
Foram eles:
Com informações do Ministério da Cultura.
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