VoltarO sorteio da Loteria Federal concurso 6101 acontece nesta quarta-feira, 16 de setembro de 2026, a partir das 20h (horário de Brasília). Realizado pela Caixa Econômica Federal, o evento será transmitido ao vivo pelas redes oficiais. Acompanhe aqui a cobertura completa e confira os números assim que forem divulgados oficialmente.
Esta página é atualizada em tempo real com o resultado do concurso 6101.
A Loteria Federal é uma modalidade tradicional oferecida pela Caixa Econômica Federal e se destaca pelo formato simples de participação. O apostador adquire um bilhete com um número impresso e, caso o número de seu bilhete coincida com o sorteado, ele leva o prêmio correspondente.
O bilhete inteiro é composto por 10 frações. Também é possível comprar frações do bilhete, com o valor do prêmio proporcional à quantidade de frações adquiridas.
As extrações regulares ocorrem duas vezes por semana — às quartas, às 20h, e no fim de semana, atualmente no domingo, às 11h — e podem ser acompanhadas ao vivo pelo canal oficial da Caixa.
Além do prêmio principal, a Loteria Federal também premia bilhetes com aproximações e unidades do número sorteado, conforme as regras de cada extração.
O prêmio pode ser recebido em qualquer casa lotérica ou nas agências da Caixa. Para valores mais altos, o pagamento deve ser feito diretamente em uma agência da Caixa, mediante apresentação de documento de identificação com CPF e do bilhete ou fração original premiada.
A chance de ganhar na Loteria Federal varia conforme o tipo de extração e a quantidade de bilhetes emitidos em cada concurso. Quanto maior a emissão, maior o número de bilhetes concorrendo ao prêmio principal.
Para mais informações, acesse Loterias Caixa.
Veja o resultado da Loteria Federal 6100.
Redação Brasil 61
Copiar o textoO volume total negociado na B3 foi de R$ 29.401.192.254, em meio a 3.768.496 de negócios
Baixar áudioO Ibovespa, principal índice da B3, fechou o pregão desta quarta-feira (16) aos 185.394 pontos, registrando uma queda de 0,59%. O recuo acelerou o ritmo de perdas cerca de uma hora após a confirmação da alta na taxa de juros dos Estados Unidos.
Por volta das 16h, o indicador já registrava recuo de 0,79%, cotado aos 185.030 pontos, pressionado pela cautela dos investidores globais diante do aperto monetário norte-americano.
O movimento negativo refletiu o desempenho das bolsas de Nova York, que também viraram para o vermelho no período da tarde, com o Dow Jones cedendo 1,00% (aos 51.564 pontos) e o S&P 500 recuando 0,30% (aos 7.561 pontos).
Ações em alta no Ibovespa
Ações em queda no Ibovespa
O volume total negociado na B3 foi de R$ 29.401.192.254, em meio a 3.768.496 de negócios.
Os dados da bolsa podem ser consultados no site da B3.
O Ibovespa (Índice Bovespa) é o principal indicador do mercado acionário brasileiro. Calculado pela B3, ele reflete a média do desempenho das ações mais negociadas na bolsa, com base em critérios de volume e liquidez. O índice é composto por uma carteira teórica de ativos, que representa cerca de 80% do volume financeiro total negociado no mercado.
A B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) é a bolsa de valores oficial do Brasil, sediada em São Paulo. É responsável pela negociação de ações, derivativos, títulos públicos e privados, câmbio e outros ativos financeiros. A B3 está entre as maiores bolsas do mundo em infraestrutura e valor de mercado.
Copiar o textoCuritiba e Florianópolis começam o dia com neblina; Porto Alegre também
Baixar áudioO Sul do Brasil tem quinta-feira (17) com um começo de dia bastante característico do inverno tardio: nevoeiro pela manhã nas três capitais da região, um fenômeno comum nesta época do ano devido à combinação de ar frio e umidade elevada.
Curitiba (PR) amanhece com poucas nuvens e neblina, evoluindo para tempo mais aberto tanto à tarde quanto à noite, quando o céu fica com poucas nuvens e os ventos ganham rajadas; a mínima na capital paranaense é a mais baixa entre as três capitais do Sul, com 10°C, e a máxima chega a 17°C.
Florianópolis (SC) segue um padrão bastante parecido, com nevoeiro logo pela manhã e melhora significativa ao longo do dia, fechando com poucas nuvens tanto à tarde quanto à noite, também com rajadas de vento durante a tarde; a máxima na capital catarinense chega a 20°C, a mais alta entre as capitais do Sul neste dia.
Porto Alegre (RS) também amanhece com neblina, mas o tempo abre rapidamente, com poucas nuvens predominando durante toda a tarde e a noite, e ventos ganhando rajadas nesses dois períodos; a mínima na capital gaúcha empata com a de Curitiba, em 10°C, e a máxima sobe para 21°C.
Os ventos na região variam entre fracos e moderados ao longo do dia, com rajadas presentes à tarde e à noite em praticamente todas as capitais do Sul, mas sem qualquer previsão de chuva significativa em nenhuma delas. Um dia que marca uma transição clara para um padrão de tempo mais estável em toda a região, segundo indicam os dados mais recentes do INMET.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o textoSão Paulo tem nevoeiro pela manhã e máxima de apenas 17°C
Baixar áudioO Sudeste tem quinta-feira (17) com um padrão bastante uniforme entre suas quatro capitais: todas amanhecem com chuva, resultado da passagem de uma frente que traz instabilidade generalizada a toda a região.
O Rio de Janeiro (RJ) tem chuva pela manhã, evoluindo para muitas nuvens à tarde, e fechando a noite com possibilidade de chuva isolada; a máxima na cidade fica em 24°C, com ventos ganhando rajadas tanto à tarde quanto à noite, um comportamento que reforça a instabilidade ao longo de todo o dia na capital fluminense.
São Paulo (SP) se destaca com nevoeiro logo pela manhã, além da chuva, e mantém a menor máxima de toda a Região Sudeste neste dia, apenas 17°C, com mínima de 14°C; um dos valores mais baixos registrados na capital paulista ao longo desta semana.
Belo Horizonte (MG) também amanhece com chuva, seguindo com possibilidade de chuva isolada tanto à tarde quanto à noite, com ventos apresentando rajadas nesses dois períodos, e máxima de 26°C.
Vitória (ES) fecha o quadro da região com o mesmo padrão observado nas demais capitais: chuva pela manhã, chance de chuva isolada no restante do dia, e máxima de 24°C, a segunda mais baixa de todo o Sudeste neste dia, com ventos também ganhando rajadas à tarde e à noite.
Os ventos em toda a região variam entre fracos e moderados, com rajadas presentes à tarde e à noite em praticamente todas as quatro capitais, reforçando o cenário de tempo bastante instável que atinge o Sudeste nesta quinta-feira, num padrão que deve se manter nos próximos dias segundo os dados mais recentes do INMET.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o textoGoiânia e Cuiabá batem 35°C; Brasília tem ventos com rajadas o dia todo
Baixar áudioO Centro-Oeste tem quinta-feira (17) de calor intenso na maior parte das capitais, com Goiânia (GO) e Cuiabá (MT) empatando como as mais quentes de toda a região, ambas com máxima de 35°C.
Em Goiânia, o dia começa e segue com muitas nuvens tanto pela manhã quanto à tarde, mas ganha possibilidade de chuva isolada à noite, quando os ventos também enfraquecem um pouco em relação ao restante do dia.
Cuiabá, por sua vez, mantém o padrão de muitas nuvens ao longo de todos os três períodos, sem qualquer previsão de chuva, com a umidade mínima caindo para apenas 30% durante a tarde, reforçando o ar seco típico da capital mato-grossense nesta época do ano.
Brasília (DF) tem máxima um pouco mais baixa que as duas líderes, fechando em 31°C, mas se destaca pelos ventos: sopram entre fracos e moderados com rajadas nos três períodos do dia, um comportamento que se mantém constante da manhã até a noite, algo pouco comum na capital federal.
A umidade em Brasília também chama atenção, podendo chegar a 95%, mesmo sem qualquer previsão de chuva ao longo do dia. Campo Grande (MS) é a capital mais amena de toda a região neste dia, com máxima de 29°C e mínima de 17°C, mantendo o céu com muitas nuvens ao longo de todo o dia, mas também sem previsão de chuva significativa.
Os ventos na região Centro-Oeste variam bastante conforme a localidade e o horário, indo de calmos e fracos em Cuiabá a moderados com rajadas em Brasília, Campo Grande e Goiânia durante a tarde, um cenário que mostra a diversidade de comportamento do tempo dentro de uma mesma região neste dia.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o textoAracaju, Recife, João Pessoa e Maceió têm chuva pela manhã
Baixar áudioO litoral do Nordeste tem quinta-feira (17) de instabilidade bastante espalhada, com chuva presente logo pela manhã em boa parte das capitais, um comportamento que se repete em praticamente todo o litoral, de Aracaju até João Pessoa.
Aracaju (SE), Recife (PE), João Pessoa (PB) e Maceió (AL) amanhecem com chuva, que dá lugar à possibilidade de chuva isolada ao longo da tarde e da noite, com os ventos ganhando rajadas nesses dois períodos. As máximas nessas capitais ficam entre 27°C e 31°C, com destaque para a umidade bastante elevada, podendo chegar a 100% em Aracaju, Recife e Maceió, que ficam entre os maiores índices do país neste dia.
Salvador (BA) e Natal (RN) têm um comportamento um pouco mais estável em relação às vizinhas, com muitas nuvens ao longo de todo o dia, mas sem previsão de chuva; as máximas ficam em 29°C e 30°C, respectivamente, com umidade também elevada, em torno de 95%.
Fortaleza (CE) se destaca com a maior máxima de todo o litoral nordestino neste dia, 31°C, também sem previsão de chuva, mas com ventos mais intensos do que nas demais capitais, apresentando rajadas ao longo dos três períodos do dia.
São Luís (MA) segue com muitas nuvens durante praticamente todo o dia, ganhando apenas uma pequena chance de chuva isolada à noite, com máxima de 33°C.
No interior nordestino, Teresina (PI) mantém o forte calor característico da região nesta época do ano, com máxima de 38°C, sob céu de muitas nuvens, mas sem qualquer previsão de chuva, mantendo o contraste entre o litoral instável e o interior seco e quente.
Os ventos no Nordeste seguem, de forma geral, entre fracos e moderados, com rajadas presentes em praticamente todo o litoral ao longo do dia.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o textoManaus, Boa Vista e Porto Velho têm pancadas ao longo do dia
Baixar áudioO Norte do país tem quinta-feira (17) de instabilidade generalizada, com chuva presente na maior parte das capitais logo pela manhã, resultado do avanço de uma área de baixa pressão que atinge praticamente toda a Região Amazônica.
Manaus (AM) mantém o calor intenso, com máxima de 37°C e mínima de 27°C, mas o dia é marcado por chuva ao longo da manhã e da tarde, evoluindo para pancadas mais fortes durante a noite, quando os ventos mudam de direção e passam a soprar de noroeste.
Boa Vista (RR) também amanhece com chuva, que se estende pela tarde antes de dar uma trégua à noite, quando fica apenas com possibilidade de chuva isolada; a máxima na capital roraimense chega a 36°C, com umidade máxima de 85%.
Porto Velho (RO) e Rio Branco (AC) têm o cenário mais crítico de toda a região neste dia, com pancadas de chuva e trovoadas previstas justamente durante a tarde, além de chuva já pela manhã. As máximas ficam em 36°C e 35°C, respectivamente, com umidade elevada em ambas as capitais, podendo chegar a 90%.
Belém (PA) e Macapá (AP) têm manhã mais tranquila, sob céu de muitas nuvens, mas ganham possibilidade de chuva isolada à tarde e à noite, com máximas de 35°C e 34°C e umidade também bastante alta, próxima de 90% e 95%, respectivamente.
Palmas (TO) segue como a capital mais quente de todo o Norte, com máxima de 39°C, mas o dia começa com chuva pela manhã, mudando para muitas nuvens à tarde e melhorando de vez à noite, quando o céu fica com poucas nuvens e a umidade mínima despenca para 20%.
Os ventos na região variam entre fracos e moderados, com destaque para as rajadas em Palmas durante a tarde, um comportamento que reforça a instabilidade típica desta época do ano na Região Norte.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o textoO dólar fechou esta terça-feira (15) em leve alta de 0,12%, cotado a R$ 5,15. O movimento ocorreu na véspera de uma importante decisão sobre os juros nos Estados Unidos.
O índice DXY, que mede a força da moeda norte-americana diante de uma cesta de seis moedas de economias desenvolvidas, também registrava alta, de 0,15%. O movimento mostra que a valorização do dólar não ficou restrita ao mercado brasileiro.
Para analistas, a expectativa em torno da decisão do Federal Reserve contribuiu para o avanço da moeda. O mercado trabalha com a possibilidade de alta dos juros nos Estados Unidos enquanto, no Brasil, há expectativa de continuidade do ciclo de redução da Selic, o que influencia o diferencial entre as taxas das duas economias.
O petróleo também esteve entre os fatores observados pelos investidores. A commodity permanece em patamares elevados em meio às tensões no Oriente Médio, aumentando as preocupações com a inflação global. Nesta terça-feira, o Brent era negociado acima dos 100 dólares por barril.
O mercado brasileiro segue atento às decisões de política monetária desta semana. No exterior, o comportamento dos Treasuries e as expectativas sobre os próximos passos do Federal Reserve têm influenciado o dólar e outros ativos financeiros.
O euro, por sua vez, encerrou o pregão cotado a R$ 5,93.
A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.
| Código | BRL | USD | EUR | GBP | JPY | CHF | CAD | AUD |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| BRL | 1 | 0,1940 | 0,1686 | 0,1443 | 30,0989 | 0,1589 | 0,2701 | 0,2728 |
| USD | 5,1545 | 1 | 0,8666 | 0,7423 | 155,14 | 0,8190 | 1,3920 | 1,4025 |
| EUR | 5,9356 | 1,1539 | 1 | 0,8565 | 179,02 | 0,9451 | 1,6062 | 1,6185 |
| GBP | 6,9449 | 1,3472 | 1,1675 | 1 | 209,01 | 1,1034 | 1,8754 | 1,8896 |
| JPY | 3,32245 | 0,644559 | 0,55860 | 0,478435 | 1 | 0,5279 | 0,89725 | 0,90408 |
| CHF | 6,2928 | 1,2209 | 1,0596 | 0,9062 | 189,42 | 1 | 1,7012 | 1,7146 |
| CAD | 3,7029 | 0,7184 | 0,6228 | 0,5333 | 111,45 | 0,5883 | 1 | 1,0079 |
| AUD | 3,6652 | 0,7130 | 0,6179 | 0,5292 | 110,61 | 0,5839 | 0,9924 | 1 |
Os dados são da Investing.com.
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Baixar áudioO preço do café arábica abre esta quarta-feira (16) com baixa de 0,40%, com a saca de 60 kg negociada a R$ 1.588,43 na cidade de São Paulo.
O café robusta teve baixa de 0,66%, sendo comercializado a R$ 985,78.
INDICADOR DO CAFÉ ARÁBICA CEPEA/ESALQ
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$ |
|---|---|---|---|---|
| 15/09/2026 | 1.588,43 | -0,40% | -9,15% | 308,19 |
| 14/09/2026 | 1.594,86 | -0,13% | -8,78% | 309,62 |
| 11/09/2026 | 1.596,87 | -1,36% | -8,67% | 311,64 |
| 10/09/2026 | 1.618,91 | -1,72% | -7,41% | 317,31 |
| 09/09/2026 | 1.647,29 | 0,72% | -5,79% | 322,43 |
INDICADOR DO CAFÉ ROBUSTA CEPEA/ESALQ
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$ |
|---|---|---|---|---|
| 15/09/2026 | 985,78 | -0,66% | -3,56% | 191,27 |
| 14/09/2026 | 992,35 | -0,06% | -2,91% | 192,65 |
| 11/09/2026 | 992,96 | 0,69% | -2,85% | 193,79 |
| 10/09/2026 | 986,16 | -1,08% | -3,52% | 193,29 |
| 09/09/2026 | 996,90 | 1,64% | -2,47% | 195,13 |
O preço do açúcar cristal apresentou baixa de 1,06% na capital de São Paulo. A saca de 50 kg é cotada a R$ 118,15.
INDICADOR DO AÇÚCAR CRISTAL BRANCO CEPEA/ESALQ - SÃO PAULO
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 15/09/2026 | 118,15 | -1,06% | 3,87% | 22,92 |
| 14/09/2026 | 119,41 | 0,19% | 4,98% | 23,18 |
| 11/09/2026 | 119,18 | 0,06% | 4,77% | 23,26 |
| 10/09/2026 | 119,11 | 0,70% | 4,71% | 23,35 |
| 09/09/2026 | 118,28 | 0,80% | 3,98% | 23,15 |
Em Santos (SP), houve uma baixa de 1,61%, e a mercadoria é negociada a R$ 127,47 na média de preços sem impostos.
Indicador Açúcar Cristal - Santos (FOB)
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 15/09/2026 | 127,47 | -1,61% | -0,33% | 24,76 |
| 14/09/2026 | 129,55 | 2,46% | 1,30% | 25,06 |
| 11/09/2026 | 126,44 | -3,80% | -1,13% | 24,83 |
| 10/09/2026 | 131,43 | 2,11% | 2,77% | 25,70 |
| 09/09/2026 | 128,72 | 0,93% | 0,65% | 25,25 |
A saca de 60 kg do milho, por sua vez, é vendida a R$ 69,39, após uma baixa de 0,17%.
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 15/09/2026 | 69,39 | -0,17% | -1,20% | 13,46 |
| 14/09/2026 | 69,51 | -0,37% | -1,03% | 13,50 |
| 11/09/2026 | 69,77 | -0,60% | -0,65% | 13,62 |
| 10/09/2026 | 70,19 | -0,47% | -0,06% | 13,76 |
| 09/09/2026 | 70,52 | -0,54% | 0,41% | 13,80 |
Os dados são do Cepea.
Café arábica e café robusta são as duas principais variedades cultivadas e comercializadas no Brasil, ambas medidas em sacas de 60 kg.
O café arábica (conhecido também como café Conilon, em algumas regiões) tem sabor mais suave, menor teor de cafeína e alta qualidade sensorial, sendo preferido em cafeterias especializadas e nas exportações de cafés premium. Representa cerca de 70% da produção brasileira, com destaque para estados como Minas Gerais e São Paulo.
O café robusta, por sua vez, possui sabor mais amargo, maior concentração de cafeína e corpo mais intenso. É amplamente utilizado na produção de café solúvel e blends comerciais. Seus principais polos produtores são o Espírito Santo e Rondônia, e seu preço costuma ser mais baixo em comparação ao arábica, por conta do perfil mais industrial.
A saca de açúcar cristal no Brasil é padronizada em 50 quilos, especialmente para comercialização no mercado atacadista e para uso na indústria alimentícia. Essa unidade de medida é adotada pelo Cepea/Esalq-USP, principal fonte de cotações diárias do açúcar cristal no país.
A saca de milho equivale a 60 kg de grãos, mesmo padrão utilizado para soja e trigo. Essa medida é oficializada por instituições como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Cepea, sendo amplamente usada em negociações e relatórios de preço do milho.
Copiar o textoSaca de 60 quilos chega a R$ 153,59 no interior e a R$ 160,59 no litoral
Baixar áudioA saca de 60 quilos da soja inicia esta quarta-feira (16) com aumento no interior paranaense e na região litorânea de Paranaguá.
No interior, o grão apresenta alta de 0,45%, com a saca negociada a R$ 153,59. Em Paranaguá, a alta foi de 0,09%, levando a cotação para R$ 160,59.
INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANÁ
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 15/09/2026 | 153,59 | 0,45% | 1,51% | 29,80 |
| 14/09/2026 | 152,90 | 0,05% | 1,05% | 29,68 |
| 11/09/2026 | 152,82 | -0,64% | 1,00% | 29,82 |
| 10/09/2026 | 153,81 | 0,91% | 1,65% | 30,15 |
| 09/09/2026 | 152,43 | 0,13% | 0,74% | 29,84 |
INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANAGUÁ
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 15/09/2026 | 160,59 | 0,09% | 0,72% | 31,16 |
| 14/09/2026 | 160,44 | -0,07% | 0,63% | 31,15 |
| 11/09/2026 | 160,55 | -0,73% | 0,70% | 31,33 |
| 10/09/2026 | 161,73 | 1,01% | 1,44% | 31,70 |
| 09/09/2026 | 160,12 | -0,21% | 0,43% | 31,34 |
O trigo teve aumento de preço no Paraná e no Rio Grande do Sul.
No Paraná, a tonelada do cereal é comercializada a R$ 1.509,58. No Rio Grande do Sul, o produto é vendido a R$ 1.361,32.
PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - RIO GRANDE DO SUL
| Data | Valor R$/t* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$/t* |
|---|---|---|---|---|
| 15/09/2026 | 1.361,32 | 0,30% | 0,91% | 264,13 |
| 14/09/2026 | 1.357,21 | -0,12% | 0,61% | 263,48 |
| 11/09/2026 | 1.358,79 | 0,00% | 0,72% | 265,18 |
| 10/09/2026 | 1.358,79 | -0,19% | 0,72% | 266,32 |
| 09/09/2026 | 1.361,39 | 0,47% | 0,92% | 266,47 |
PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - PARANÁ
| Data | Valor R$/t* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$/t* |
|---|---|---|---|---|
| 15/09/2026 | 1.509,58 | 0,35% | 3,65% | 292,89 |
| 14/09/2026 | 1.504,29 | 0,98% | 3,29% | 292,04 |
| 11/09/2026 | 1.489,65 | 1,12% | 2,28% | 290,72 |
| 10/09/2026 | 1.473,16 | 0,76% | 1,15% | 288,74 |
| 09/09/2026 | 1.462,05 | 0,04% | 0,39% | 286,17 |
Os dados são do Cepea.
A saca de soja e a saca de trigo são as principais unidades de comercialização de grãos no Brasil. Cada saca equivale a 60 quilos, padrão adotado por órgãos oficiais como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).
Esse formato padronizado facilita o comércio da soja e do trigo, além de permitir um acompanhamento mais preciso das cotações e variações de preços no mercado nacional.
Copiar o textoArroba do boi chega a R$ 351 em São Paulo; frango congelado e resfriado também apresentam aumento
Baixar áudioO preço do boi gordo teve um aumento nesta quarta-feira (16). Em São Paulo, a arroba é negociada a R$ 351,00.
INDICADOR DO BOI GORDO CEPEA/ESALQ
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 15/09/2026 | 351,00 | 0,43% | 1,92% | 68,10 |
| 14/09/2026 | 349,50 | 0,00% | 1,48% | 68,21 |
| 11/09/2026 | 349,50 | 0,00% | 1,48% | 68,21 |
| 10/09/2026 | 349,50 | 0,00% | 1,48% | 68,50 |
| 09/09/2026 | 349,50 | 0,33% | 1,48% | 68,41 |
No mercado de frango, os valores apresentam aumento na Grande São Paulo, em São José do Rio Preto e em Descalvado. O quilo do frango congelado é vendido a R$ 7,94 enquanto o frango resfriado está cotado a R$ 7,93.
PREÇOS DO FRANGO CONGELADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|
| 15/09/2026 | 7,94 | 0,89% | 8,47% |
| 14/09/2026 | 7,87 | 1,42% | 7,51% |
| 11/09/2026 | 7,76 | 0,26% | 6,01% |
| 10/09/2026 | 7,74 | 0,65% | 5,74% |
| 09/09/2026 | 7,69 | 0,79% | 5,05% |
PREÇOS DO FRANGO RESFRIADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|
| 15/09/2026 | 7,93 | 0,76% | 8,78% |
| 14/09/2026 | 7,87 | 1,42% | 7,96% |
| 11/09/2026 | 7,76 | 0,26% | 6,45% |
| 10/09/2026 | 7,74 | 0,65% | 6,17% |
| 09/09/2026 | 7,69 | 0,65% | 5,49% |
Já a carcaça suína especial teve um aumento nos atacados da Grande São Paulo, onde o quilo custa R$ 7,81.
Entre os estados analisados, o suíno vivo registra declínio no preço em Santa Catarina, onde o animal é comercializado a R$ 4,58.
PREÇOS DA CARCAÇA SUÍNA ESPECIAL (R$/kg)
| Data | Média | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|
| 15/09/2026 | 7,81 | 6,55% | 6,84% |
| 14/09/2026 | 7,33 | 0,83% | 0,27% |
| 11/09/2026 | 7,27 | 0,00% | -0,55% |
| 10/09/2026 | 7,27 | 0,00% | -0,55% |
| 09/09/2026 | 7,27 | 0,00% | -0,55% |
INDICADOR DO SUÍNO VIVO CEPEA/ESALQ (R$/kg)
| Data | Estado | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|---|
| 15/09/2026 | MG - posto | 5,08 | -0,39% | 1,20% |
| 15/09/2026 | PR - a retirar | 4,49 | 0,45% | 0,00% |
| 15/09/2026 | RS - a retirar | 4,65 | 1,75% | 2,42% |
| 15/09/2026 | SC - a retirar | 4,58 | 1,10% | 0,22% |
| 15/09/2026 | SP - posto | 5,02 | 2,03% | 3,93% |
Os dados são do Cepea.
O boi gordo é o bovino macho pronto para o abate, com peso mínimo de 16 arrobas líquidas de carcaça (aproximadamente 240 kg) e até 42 meses de idade. Atende aos padrões do mercado nacional e internacional, incluindo exportações para Europa, China e cota Hilton.
O frango congelado passa por congelamento rápido, com temperaturas abaixo de -12°C, garantindo maior vida útil para armazenamento e transporte a longas distâncias.
Já o frango resfriado é mantido entre 0°C e 4°C, com validade de 5 a 7 dias, oferecendo textura e sabor mais próximos do fresco, ideal para consumidores exigentes e restaurantes.
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Baixar áudioO Centro-Oeste vivencia de forma mais intensa do que o restante do país os efeitos da estiagem e do calor extremo. É o que aponta pesquisa da Nexus, empresa de pesquisa de opinião da FSB Holding. Segundo o levantamento, 39% dos moradores da região citam a seca prolongada e a falta de água como um dos principais impactos climáticos sentidos no último ano, quase o dobro da média nacional, de 22%, e o maior percentual entre todas as regiões do país.
O calor também aparece com destaque na percepção da população local. Temperaturas acima do normal e ondas de calor intenso foram citadas por 63% dos entrevistados do Centro-Oeste, sendo o efeito mais mencionado na região. Chuvas excessivas e alagamentos foram apontados por 20% dos moradores, enquanto 14% relataram tempestades de vento e granizo. Os entrevistados podiam citar mais de uma ocorrência.
Segundo a pesquisa, os efeitos dos eventos climáticos extremos não se distribuem de forma uniforme pelo país: enquanto a estiagem ganha peso no Centro-Oeste, o Norte se destaca pela percepção do calor e o Sul pelas chuvas excessivas e alagamentos.
Para o CEO da Nexus, Marcelo Tokarski, o resultado chama atenção pelo papel econômico da região. Ele destaca que o Centro-Oeste, forte produtor agrícola e com biomas como o Cerrado e o Pantanal, sente a seca com intensidade quase duas vezes maior que a média do país, o que representa um alerta para a segurança hídrica e para a economia local.
Apesar da frequência de eventos extremos, o Centro-Oeste é a região com o menor percentual de moradores que acreditam que o clima mudou muito no último ano: 50%, ante uma média nacional de 56% e de 69% na Região Norte. Outros 34% dos moradores da região dizem perceber alguma mudança, o que eleva para 84% o total de quem notou alterações no clima.
O levantamento também revela um baixo nível de informação sobre o El Niño entre os moradores do Centro-Oeste: 40% afirmam não conhecer o fenômeno, percentual acima da média nacional, de 36%. Outros 21% dizem já ter ouvido falar, mas sabem pouco sobre o tema.
Depois de receberem uma explicação sobre os efeitos do El Niño, no entanto, 53% dos entrevistados da região passaram a demonstrar alto grau de preocupação.
A pesquisa também mediu a percepção da população sobre a capacidade de resposta dos governos locais às crises climáticas. No Centro-Oeste, 61% dos moradores consideram que sua cidade está "nada preparada" para lidar com as consequências de eventos extremos, e outros 20% avaliam a preparação como "muito pouco adequada". Apenas 2% dos entrevistados apontam preparação total das autoridades locais.
O levantamento foi feito com 2.000 entrevistas presenciais, com abordagem domiciliar face a face e coleta de dados georreferenciados. A amostra é representativa de todos os estados do país, controlada, estratificada e segmentada por sexo, idade, renda e região.
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Baixar áudioMunicípios, prestadores de serviços e entidades reguladoras que iniciaram a inserção de dados no Sistema Nacional de Informações em Saneamento Básico (Sinisa) têm até o dia 23 de setembro para finalizar o procedimento. O prazo foi prorrogado pelo Ministério das Cidades e é exclusivo para os entes locais que iniciaram o cadastramento até o dia 3 de setembro.
Em nota, a Confederação Nacional de Municípios (CNM) destacou a importância de os gestores enviarem as informações. A entidade alertou, ainda, que estar em dia com a declaração ao Sinisa é uma das condicionantes de acesso aos recursos do governo federal.
Os dados a serem preenchidos são referentes ao ano-base 2025. As informações abrangem os serviços de abastecimento de água, esgotamento sanitário, limpeza e manejo de resíduos sólidos, drenagem e manejo de águas pluviais. Há também o módulo de gestão municipal, que deve ser preenchido exclusivamente pelas prefeituras.
Segundo o Ministério das Cidades, o fornecimento dos dados ao Sinisa é uma obrigação legal. Nesse caso, a ausência de envio das informações pelos municípios ou prestadores pode impedir o acesso a recursos federais destinados a ações e investimentos em saneamento básico.
Dados do Ministério das Cidades, apurados até o dia 11 de setembro, mostram que o nível de conclusão varia entre os eixos de saneamento nos municípios. No módulo de Água, 24,86% dos municípios finalizaram o preenchimento, enquanto 72,96% estão com esta etapa em andamento.
Em relação ao Esgoto, foram 37,46% de conclusões e 58,27% com preenchimento ainda em realização. Os números são maiores em Resíduos Sólidos, com 81,92% já enviados e 9,98% em complementação, enquanto Águas Pluviais está com 82,77% e 6,62%, respectivamente. Já o eixo de Gestão Municipal soma 81,04% finalizados e 7,04% em aberto.
Copiar o textoAções da Petrobras sobem mais de 2% e ajudam índice a fechar aos 186.502,64 pontos
Baixar áudioO Ibovespa fechou esta terça-feira (15) em alta, aos 186.502,64 pontos, em um pregão marcado pela valorização das empresas ligadas ao setor de petróleo.
Durante a sessão, o avanço do barril no mercado internacional impulsionou as ações da Petrobras, que têm peso relevante na composição do principal índice da Bolsa brasileira. Por volta das 12h10, os papéis preferenciais da companhia, PETR4, subiam 2,5%, enquanto os ordinários, PETR3, avançavam 3,1%.
Outras empresas do setor também operavam em alta no mesmo horário. As ações da Prio (PRIO3) subiam 0,7%, enquanto os papéis da Brava (BRAV3) avançavam 0,62%.
No exterior, o petróleo Brent avançava 1,75%, cotado a US$ 108,35 por barril. A valorização da commodity favoreceu as empresas do segmento e ajudou a sustentar o Ibovespa, mesmo com a pressão negativa de parte das demais companhias. A alta do petróleo também permaneceu entre os principais fatores acompanhados pelos investidores ao longo do pregão.
Além do movimento das commodities, o mercado brasileiro acompanhou nesta terça-feira as expectativas em torno das decisões de política monetária do Federal Reserve, nos Estados Unidos, e do Banco Central, no Brasil, previstas para esta quarta-feira (16).
Ações em alta no Ibovespa
FASA S.A. (FASA3) +32,00%
Ações em queda no Ibovespa
O volume total negociado na B3 foi de R$ 22.013.545.833, em meio a 3.367.350 de negócios.
Os dados da bolsa podem ser consultados no site da B3.
O Ibovespa (Índice Bovespa) é o principal indicador do mercado acionário brasileiro. Calculado pela B3, ele reflete a média do desempenho das ações mais negociadas na bolsa, com base em critérios de volume e liquidez. O índice é composto por uma carteira teórica de ativos, que representa cerca de 80% do volume financeiro total negociado no mercado.
A B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) é a bolsa de valores oficial do Brasil, sediada em São Paulo. É responsável pela negociação de ações, derivativos, títulos públicos e privados, câmbio e outros ativos financeiros. A B3 está entre as maiores bolsas do mundo em infraestrutura e valor de mercado.
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Baixar áudioO Brasil recebeu 113.228 turistas chineses entre janeiro e agosto de 2026. O número supera em 10% o total registrado durante todo o ano de 2025, quando 103.122 visitantes da China entraram no país. Na comparação com os oito primeiros meses do ano passado, o crescimento foi de 73,3%.
Os dados fazem parte do levantamento oficial do Ministério do Turismo (MTur), em parceria com a Agência Brasileira de Promoção Internacional do Turismo (Embratur) e a Polícia Federal.
Segundo o MTur, a alta ocorre após o início da isenção de visto para turistas chineses, que passou a valer em maio deste ano e vai até 31 de dezembro de 2026. A pasta também destacou que o período foi marcado pelo fortalecimento das relações entre Brasil e China, além de ações de promoção dos destinos brasileiros no mercado asiático, incluindo iniciativas do Ano Cultural Brasil-China.
Para o ministro do Turismo, Gustavo Feliciano, os resultados mostram os efeitos da política de isenção de visto e da aproximação entre os dois países para impulsionar o turismo bilateral.
“[Estou] muito feliz de poder comemorar esses dados. O governo do Brasil adotou a política de isenção de visto e a gente está podendo colher o fruto dessa política, atrelada à proximidade entre países. São políticas públicas como essa que a gente procura e espera desenvolver o turismo do Brasil cada vez mais”, afirmou Feliciano.
Em maio, o chefe da pasta realizou missão oficial na China e se reuniu com representantes de agências de viagens, de empresa aérea e operadores de turismo. “Estamos construindo uma agenda de longo prazo para posicionar o país de forma permanente entre os destinos prioritários do público chinês”, disse o ministro.
Atualmente, Brasil e China contam com uma operação de voo direto com parada técnica na Europa, realizada pela Air China. Outras companhias, como a Emirates, oferecem rotas com conexão.
O MTur criou um Grupo de Trabalho de Turismo Brasil-China para discutir medidas relacionadas à recepção dos visitantes e para apoiar a expansão do fluxo. Entre as iniciativas estão a qualificação do receptivo, adaptação de serviços, capacitação de profissionais e melhoria da experiência dos turistas.
Mais de 330 agências brasileiras já estão aptas a receber turistas chineses. O grupo também deve identificar destinos, rotas e produtos com potencial de atração, além de mapear oportunidades relacionadas à conectividade aérea, mobilidade e infraestrutura.
Entre os destinos apontados estão a Amazônia, Foz do Iguaçu e o Pantanal. A Chapada Diamantina (BA), também vem ganhando espaço entre os turistas chineses, principalmente pela diversidade de fauna e flora e pelos rios da região.
A promoção internacional dos destinos brasileiros também tem sido realizada em parceria entre o Ministério do Turismo e a Embratur, com participação em feiras especializadas, relacionamento com operadores de turismo e companhias aéreas e campanhas voltadas ao mercado asiático.
O crescimento da entrada de turistas chineses ocorre em um cenário de expansão do turismo internacional no Brasil. Dados do MTur indicam que de janeiro a agosto de 2026, o país registrou 6.451.257 chegadas de turistas estrangeiros – sendo o segundo melhor resultado da série histórica para o período.
Apenas no mês de agosto, o país recebeu 576.276 visitantes internacionais. Esse foi o maior número registrado para o mês desde o começo da série histórica, em 2009. O resultado representa alta de 37,9% em relação a agosto de 2019, antes da pandemia, com 158.482 chegadas a mais.
Em todo o ano de 2025, o Brasil registrou o recorde anual de 9,2 milhões de turistas internacionais.
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Baixar áudioO Brasil precisa mais que dobrar os investimentos em infraestrutura para superar o déficit histórico do setor e se aproximar dos padrões internacionais. A conclusão é do estudo Financiamento dos Investimentos em Infraestrutura no Brasil, da Confederação Nacional da Indústria (CNI).
Em 2024, os investimentos em infraestrutura somaram R$ 266,8 bilhões, o equivalente a 2,27% do Produto Interno Bruto (PIB). No entanto, segundo o levantamento, o país precisa elevar esse volume para cerca de 4,65% do PIB — aproximadamente R$ 550 bilhões — e manter esse patamar por pelo menos duas décadas para superar o hiato histórico de investimentos.
O estudo aponta que nenhuma fonte de recursos, isoladamente, é capaz de financiar as necessidades de infraestrutura do país. Para alcançar o volume necessário, será preciso combinar diferentes instrumentos financeiros, ampliar a participação do capital privado e criar um ambiente econômico e institucional que ofereça mais segurança aos investidores.
Para o especialista em infraestrutura da CNI, Ramon Cunha, a experiência internacional mostra que um salto dessa magnitude exige mais do que aperfeiçoar os atuais instrumentos de financiamento.
“É fundamental que o país consiga alcançar um ambiente econômico e institucional sólido, com regras previsíveis e com instrumentos de financiamento que reflitam as reais necessidades do mercado, amparadas em projetos de qualidade com maturação no médio e longo prazo”, afirma.
Do total investido em infraestrutura em 2024, R$ 188,1 bilhões — ou 70,5% — vieram do setor privado. Os investimentos públicos somaram R$ 78,6 bilhões, impulsionados principalmente pelos governos estaduais e municipais.
Os dados também mostram uma mudança na origem dos recursos destinados ao setor ao longo dos últimos anos. O financiamento privado passou de uma média de R$ 88,6 bilhões entre 2010 e 2014 para R$ 184,5 bilhões em 2024. No mesmo período, os recursos públicos recuaram de R$ 208,5 bilhões para R$ 107 bilhões. Já a participação das instituições multilaterais passou de R$ 7,9 bilhões para R$ 8,4 bilhões.
Em termos percentuais, a composição das fontes de financiamento também mudou:
Em 2024, as debêntures foram a principal fonte de financiamento da infraestrutura, com participação de 40%. Em seguida aparecem o capital próprio, com 17,3%, e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), com 16,3%. Na sequência estão:
A participação do financiamento privado também varia entre os segmentos da infraestrutura. Em 2024, o setor privado respondeu por 91% do financiamento em telecomunicações e por 82,1% na energia elétrica. No saneamento, a participação foi de 65,2%, enquanto nos transportes ficou em 36,1%.
Para Ramon Cunha, os números mostram uma transformação na forma de financiar a infraestrutura brasileira, marcada pelo avanço da participação privada. No entanto, segundo ele, essa mobilização ainda precisa ganhar escala.
“É preciso que o país consiga criar condições para mobilizar mais recursos e diversificar as fontes de financiamento, de modo que os recursos disponíveis tenham a escala necessária para alcançar o salto de investimentos que o país tanto necessita”, afirma.
Durante o lançamento do estudo, a superintendente de Crédito Grandes Empresas do Itaú, Ana Paula Silva da Cruz, avaliou que o aumento da participação privada nos investimentos em infraestrutura está relacionado, entre outros fatores, à expansão das concessões.
“Com esse movimento de expansão das concessões, houve também uma importante evolução regulatória. O arcabouço regulatório é algo que exige contínuo aprimoramento, mas, sem dúvida, em determinados setores da economia do mercado de infraestrutura houve evolução. Isso faz com que atraia mais financiadores e investidores. E quanto mais a gente tem uma base extensa de investidores, mais a gente propicia um aumento de bancabilidade privada como um todo”, explicou.
A publicação defende a construção de um novo regime de financiamento para ampliar os investimentos em infraestrutura. Segundo a CNI, esse modelo deve estar apoiado na estabilidade macroeconômica e fiscal, considerada fundamental para reduzir incertezas e o custo do capital.
Outro eixo é o fortalecimento do mercado de capitais, com maior participação de investidores institucionais e a ampliação de instrumentos de financiamento de longo prazo, como fundos de pensão, por exemplo.
O estudo também aponta a necessidade de expandir o crédito privado e o project finance, com estruturas capazes de distribuir os riscos de forma mais eficiente entre os participantes dos projetos.
A proposta inclui ainda a ampliação da carteira de projetos bem estruturados, fortalecendo a capacidade de planejamento e preparação de concessões e parcerias. Nesse processo, instituições como o BNDES e a Caixa podem atuar na estruturação e viabilização dos empreendimentos.
Segurança jurídica, previsibilidade regulatória e autonomia técnica das agências reguladoras também aparecem entre os pilares apontados pela CNI. A avaliação é de que esses fatores precisam funcionar de forma integrada para permitir a mobilização de recursos na escala necessária.
O estudo destaca que o BNDES e outras instituições públicas de desenvolvimento continuam relevantes nesse processo. Segundo a publicação, o desafio é fortalecer sua atuação em um modelo no qual essas instituições contribuam para reduzir riscos, estruturar projetos e ampliar a capacidade de atrair recursos privados de longo prazo.
A análise da CNI também reúne experiências de países como Reino Unido, Chile, Austrália, México, Espanha, Índia e França. Apesar das diferenças entre os modelos adotados, o estudo identifica alguns fatores comuns entre os países com maior capacidade de mobilizar recursos para infraestrutura:
As experiências analisadas também mostram que os recursos públicos permanecem importantes, mas podem ser utilizados de forma estratégica para reduzir riscos, viabilizar projetos e atrair capital privado, em vez de apenas substituir investimentos do mercado.
Durante o lançamento do estudo, o sócio-fundador da Inter.B Consultoria Internacional de Negócios, Cláudio Frischtak, citou o México como um dos exemplos de mudanças institucionais voltadas à ampliação do financiamento de longo prazo.
Segundo ele, a reforma previdenciária realizada em 1997 ampliou o papel dos fundos de pensão no financiamento de longo prazo no país. Em 2009, também foram criados os CKDs, instrumentos destinados à mobilização de recursos privados para investimentos em infraestrutura e parcerias público-privadas (PPPs).
“Na América Latina, a taxa de investimento de países como México e outros é da ordem de 23%, 24%, 25% do PIB. Ou seja, cerca de 9% a 10% acima da nossa taxa de investimento. O México sofreu uma crise macroeconômica de primeira grandeza no início dos anos 1980. E teve que fazer seu dever de casa e não se afastou da disciplina fiscal, independente do partido”, afirmou.
Frischtak também citou Austrália e Chile. Na Austrália, a participação privada ganhou força a partir do início dos anos 1990, com privatizações nos setores de energia, transportes e comunicações. O modelo passou a contar com forte presença de investidores institucionais e fundos de pensão.
No Chile, consolidou-se um ambiente de estabilidade macroeconômica e previsibilidade regulatória. A primeira PPP foi aprovada em 1993 e o marco legal do modelo foi consolidado em 1997, com participação relevante dos fundos de pensão no financiamento da infraestrutura.
“Austrália talvez seja o caso mais clássico de como mobilizar recursos e fundos de pensão, mas não é o único. O Chile faz a mesma coisa. Por que os nossos fundos de pensão ainda estão muito grudados no curto prazo? Porque o investimento de curto prazo é muito rentável. Investir no Tesouro Nacional é muito atraente”, afirmou.
O estudo Financiamento dos Investimentos em Infraestrutura no Brasil está disponível na íntegra no Portal da Indústria.
VEJA MAIS:
Copiar o textoOs números sorteados da Mega-Sena 3058, de 15/09/2026, foram: 14 - 23 - 53 - 56 - 57 - 60.
14 - 23 - 53 - 56 - 57 - 60
Resultado oficial conferido com a Caixa às 21:28. consulte o resultado oficial no site da Caixa
O concurso 3058 da Mega-Sena foi realizado nesta terça-feira (15/09/2026), no Espaço da Sorte, em São Paulo, e divulgado pela Caixa Econômica Federal. O sorteio não teve vencedores na faixa principal e o prêmio acumulou.
O próximo sorteio está marcado para quinta-feira (17/09/2026), com prêmio estimado em R$ 102.000.000,00. Aproveite a oportunidade e faça sua aposta para concorrer.
A arrecadação total do concurso foi de R$ 65.546.934,00.
Para participar, basta escolher de 6 a 15 números entre os 60 disponíveis no volante. A aposta mínima custa R$ 5,00, e quanto mais números você marcar, maior o preço — mas também maiores as chances de ganhar. Os sorteios acontecem três vezes por semana: às terças e quintas, às 21h, e aos domingos, às 11h (horário de Brasília).
| Números apostados | Probabilidade de acertar 6 dezenas |
|---|---|
| 6 números | 1 em 50.063.860 |
| 7 números | 1 em 7.151.980 |
| 8 números | 1 em 1.787.995 |
| 9 números | 1 em 595.998 |
| 10 números | 1 em 238.399 |
| 15 números | 1 em 10.003 |
Para aumentar as chances de ganhar, é possível participar de bolões organizados pelas lotéricas ou formar um grupo de apostas. O valor mínimo por cota é de R$ 6,00, e o bolão pode ter de 2 a 100 cotas.
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Parte da arrecadação das apostas da Mega-Sena é destinada a programas sociais do governo federal, como:
Assista ao sorteio da Mega-Sena 3058 na transmissão oficial da Caixa.
Veja o resultado da Mega-Sena 3057.
Redação Brasil 61
Copiar o textoMassa de ar seco mantém o céu aberto e temperaturas amenas nos três estados sulistas
Baixar áudioA quarta-feira (16) será marcada por tempo firme e predomínio de poucas nuvens em toda a Região Sul. Uma massa de ar seco inibe a formação de chuva nos três estados, garantindo temperaturas amenas e sol ao longo do dia.
O tempo firme prevalece em todo o Rio Grande do Sul. A condição de poucas nuvens se estende da Campanha ao Litoral e da Serra ao Noroeste gaúcho, sem expectativa de instabilidade. Em Porto Alegre, a madrugada registra temperatura baixa, com mínima de 9°C, e a máxima alcança os 18°C no período da tarde.
Em Santa Catarina, o cenário meteorológico segue o mesmo padrão, com estabilidade atmosférica e predomínio de céu com pouca nebulosidade em todas as regiões catarinenses, do Extremo-Oeste à faixa litorânea. Em Florianópolis, os termômetros oscilam entre a mínima de 14°C nas primeiras horas do dia e a máxima de 20°C à tarde.
No Paraná, o tempo seco também comanda as condições do dia em todo o território estadual. Do interior ao Litoral paranaense, o sol aparece entre poucas nuvens e não há previsão de precipitação. Na capital Curitiba, a temperatura varia entre 10°C ao amanhecer e 18°C nas horas mais quentes.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioQuarta-feira com tempo dividido na Região Sudeste.
No estado de São Paulo, o tempo segue estável em todas as áreas, desde o litoral até o oeste paulista, sem indicativo de chuva significativa. Na capital, São Paulo, o dia amanhece com mínima de 13°C e não aquece muito à tarde, alcançando máxima de 17°C, sob predomínio de poucas nuvens.
No Rio de Janeiro, a umidade marítima mantém o céu com muitas nuvens com possibilidade de chuva isolada, quadro que se repete tanto na capital quanto na Costa Verde e no Norte Fluminense. Na cidade do Rio de Janeiro, os termômetros marcam entre 18°C e 23°C.
Em Minas Gerais, o calor e a circulação de umidade favorecem a formação de núcleos de instabilidade. A capital, Belo Horizonte, tem mínima de 16°C, máxima de 30°C e previsão de muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas isoladas, cenário que se estende por toda a região central, Zona da Mata e leste mineiro. No Triângulo Mineiro e no noroeste do estado, a expectativa é de muitas nuvens com pancadas de chuva isoladas.
No Espírito Santo, o quadro de tempo instável é generalizado em todas as mesorregiões capixabas. A previsão aponta para muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas isoladas ao longo do dia, inclusive na faixa litorânea. Em Vitória, a temperatura varia entre mínima de 20°C e máxima de 25°C.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA quarta-feira (16) será de calor expressivo e tempo abafado em toda a Região Norte, com as temperaturas máximas chegando aos 40°C. Enquanto a instabilidade associada ao calor e à umidade espalha pancadas de chuva e trovoadas por grande parte do Amazonas, Acre, Rondônia e Roraima, o tempo firme com céu encoberto predomina no extremo leste regional, entre o Amapá e o litoral do Pará.
No Amazonas, o dia segue abafado e com instabilidade generalizada. No oeste e noroeste do estado, a previsão indica muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas. Já na faixa central, leste e sul amazonense, o quadro é de muitas nuvens com pancadas de chuva isoladas. Em Manaus, os termômetros oscilam entre 27°C e 37°C, sob muitas nuvens com pancadas de chuva.
No Pará, as condições climáticas variam entre as regiões. No centro, leste, nordeste e no Arquipélago do Marajó, o céu fica com muitas nuvens, sem registro de chuva. No sudoeste e oeste paraense, ocorrem muitas nuvens com pancadas de chuva isoladas. Em Belém, os índices ficam entre 24°C e 35°C, com muitas nuvens.
No Acre, a previsão aponta muitas nuvens com pancadas de chuva isoladas em todo o território estadual. Na capital, Rio Branco, a mínima registrada é de 20°C e a máxima alcança 34°C, com muitas nuvens com chuva isolada.
Em Rondônia, o ar quente favorece pancadas de chuva em todo o estado. No norte e centro rondoniense, o tempo apresenta muitas nuvens com pancadas de chuva isoladas, padrão observado em Porto Velho, onde a temperatura varia de 24°C a 35°C. Já no sul e sudeste do estado, ocorrem muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas isoladas.
No Tocantins, as altas temperaturas ditam o ritmo do dia, com predomínio de muitas nuvens com possibilidade de chuva isolada na maior parte das áreas. Em Palmas, a tarde registra o maior pico térmico da região, com mínima de 24°C e máxima de 40°C, sob muitas nuvens com possibilidade de chuva isolada.
Em Roraima, o dia transcorre com muitas nuvens com pancadas de chuva isoladas cobrindo o estado. Em Boa Vista, a mínima fica em 27°C e a máxima chega aos 37°C, com muitas nuvens com chuva isolada.
No Amapá, o padrão meteorológico segue uniforme, marcado apenas pela presença de muitas nuvens e ausência de precipitações. Em Macapá, a temperatura mínima é de 25°C e a máxima alcança os 33°C.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioQuarta-feira com tempo dividido na Região Nordeste. Enquanto a faixa litorânea e o sul baiano recebem instabilidade, o interior segue sob domínio do ar seco e de muito calor.
No Maranhão, o dia segue com predomínio de muitas nuvens e chance de instabilidade passageira no litoral norte. Em São Luís, os termômetros marcam mínima de 26°C e máxima de 32°C, sob céu com muitas nuvens.
No Piauí, o tempo seco e ensolarado predomina no centro-sul, enquanto a metade norte apresenta maior cobertura de nebulosidade. Em Teresina, a previsão indica muitas nuvens, com mínima de 23°C e máxima que atinge 38°C.
No Ceará, a nebulosidade fica concentrada na faixa litorânea e no noroeste, onde o céu varia com muitas nuvens. Na capital, Fortaleza, a temperatura oscila entre 22°C e 30°C. No sertão cearense, o tempo permanece aberto com poucas nuvens.
No Rio Grande do Norte, a instabilidade atua no litoral, trazendo poucas nuvens com possibilidade de chuva isolada, com mínima de 22°C e máxima de 30°C em Natal. No interior e no Sertão potiguar, o tempo segue firme.
Na Paraíba, a faixa litorânea registra poucas nuvens com possibilidade de chuva isolada, marcando mínima de 22°C e máxima de 31°C em João Pessoa. No Agreste e no Sertão, prevalece o ar seco e pouca nebulosidade.
Em Pernambuco, a presença de umidade mantém poucas nuvens com possibilidade de chuva isolada na Zona da Mata e no Litoral, com temperaturas entre 23°C e 29°C em Recife. No Sertão pernambucano, o padrão é de tempo aberto e calor.
Em Alagoas, a previsão para a costa e o Agreste aponta poucas nuvens com possibilidade de chuva isolada, com termômetros entre 22°C e 28°C em Maceió. No Sertão alagoano, as condições são de tempo seco com poucas nuvens.
Em Sergipe, o litoral tem poucas nuvens com possibilidade de chuva isolada, com mínima de 24°C e máxima de 30°C em Aracaju. Conforme se avança para o oeste do estado, o tempo fica firme.
Na Bahia, o sul do estado concentra as maiores instabilidades da região, com muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas isoladas. No Recôncavo e no litoral norte, incluindo Salvador, o céu permanece com muitas nuvens, registrando mínima de 23°C e máxima de 30°C. Já no Oeste e no Sertão baiano, o tempo continua estável, com sol e poucas nuvens.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioEm Mato Grosso do Sul, o dia será de muitas nuvens e tempo seco em todas as áreas, sem expectativa de precipitação. Na capital, Campo Grande, os termômetros oscilam entre 15°C e 26°C.
No estado de Goiás, as condições mudam conforme a latitude. Nas regiões sul e central, cenário que inclui Goiânia, o céu permanece nublado, com mínima de 18°C e calor de até 35°C. Já nas áreas norte e leste goiano, o tempo fica instável, com possibilidade de chuva isolada. Esse mesmo quadro atinge o Distrito Federal, onde Brasília varia de 21°C a 30°C.
Em Mato Grosso, o panorama climático apresenta maior contraste. O sul do estado mantém apenas alta cobertura de nuvens, sem registro de chuva. Na faixa central, abrangendo a capital Cuiabá, a previsão indica muitas nuvens com possibilidade de chuva isolada, marcando entre 20°C e 33°C. Por fim, no norte mato-grossense, as instabilidades ganham força, provocando pancadas de chuva com trovoadas.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioBrasília recebeu cerca de R$ 25,3 milhões no primeiro decêndio de setembro de 2026. O crédito foi efetivado em 10 de setembro, uma quinta-feira, conforme os dados oficiais de distribuição do fundo.
Como este foi o primeiro repasse de setembro, o acumulado do mês coincide com o valor desta parcela e soma cerca de R$ 25,3 milhões. Já nos últimos doze meses, considerando o período encerrado na data deste crédito, o montante transferido chega a aproximadamente R$ 374 milhões.
No terceiro trimestre de 2026, até a data do repasse, os valores somam cerca de R$ 89,1 milhões, contra aproximadamente R$ 78,6 milhões no mesmo intervalo de dias do terceiro trimestre de 2025, uma variação de 13,41%.
Os recursos do FPM vêm da arrecadação federal do Imposto de Renda, o IR, e do Imposto sobre Produtos Industrializados, o IPI. A distribuição segue coeficientes definidos pelo Tribunal de Contas da União, o TCU, com base na população de cada município. Os créditos são feitos em três decêndios por mês, por volta dos dias 10, 20 e 30 — e este foi o primeiro do mês de setembro.
Quando a data prevista para o crédito cai em fim de semana ou feriado, o repasse é antecipado para o dia útil anterior.
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Baixar áudioNo cenário regional, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lidera as simulações de 2° turno nas regiões Nordeste e no Sudeste, mas fica atrás dos adversários nas regiões Norte/Centro-Oeste e Sul. Os dados são da pesquisa BTG/Nexus, sobre as intenções de voto para a Presidência da República nas eleições de 2026, divulgada no dia 14 de setembro.
A 14ª rodada da Pesquisa BTG/Nexus mostra que o cenário eleitoral para a eleição presidencial de 2026 segue competitivo no 1° turno, com Lula (PT) à frente de Flávio Bolsonaro (PL). Os dados mostram que o petista avança de 39% para 45% das intenções de voto, já o candidato do PL passou de 35% para 37%.
O escritor Augusto Cury (Avante) aparece em seguida, com 6%, seguido por Ronaldo Caiado (PSD), com 5%, Renan Santos (Missão), com 2%, e Zema (Novo), com 1%.
O levantamento também mostra que a consolidação das preferências eleitorais aumentou. Entre os entrevistados que escolheram algum candidato no 1°turno, 83% afirmam que a decisão de voto já está tomada e não deve mudar até a eleição. Outros 17% dizem que ainda podem mudar o voto. O índice de decisão consolidada avançou de 81% em relação à rodada anterior para 83% agora.
A pesquisa também testou cinco cenários de eventual segundo turno entre Lula (PT) e os candidatos Flávio Bolsonaro (PL), Ronaldo Caiado (PSD) , Zema (Novo), Augusto Cury (Avante) e Renan Santos (Missão). Em todos os cenários, Lula lidera no Nordeste e no Sudeste, enquanto os adversários aparecem à frente no Norte/Centro-Oeste e no Sul. O candidato do PT também lidera no Norte/Centro-Oeste contra o adversário do Missão.
Lula x Flávio Bolsonaro
O levantamento mostra que no recorte regional do eleitorado, considerando o cenário Lula contra Flávio Bolsonaro (PL) no 2° turno, o petista lidera com 61% das intenções de voto no Nordeste e 48% no Sudeste. Já o senador atingiu 33% entre o eleitorado nordestino e 43% entre os moradores do Sudeste.
Em contrapartida, Flávio Bolsonaro lidera no Sul, com 68% das intenções de voto, ante 29% do petista. Já no recorte Norte/Centro-Oeste, o senador marca 53% e Lula 39% das intenções de voto entre os entrevistados.
Lula x Ronaldo Caiado
No cenário de um eventual 2° turno entre Lula e Ronaldo Caiado (PSD), 64% dos respondentes da Região Nordeste votaria no candidato petista, já 28% em Caiado. Lula também lidera no Sudeste, com 46% ante 42% do adversário.
Nas demais regiões do país, o candidato do PSD aparece na liderança. Caiado lidera entre os eleitores que participaram da pesquisa no Norte/Centro-Oeste, com 51% das intenções de voto, contra 38% de Lula; e no Sul, com 55% das intenções ante 29% registradas em relação ao candidato do PT.
Lula x Romeu Zema
No cenário contra Romeu Zema (Novo) no 2° turno das eleições, Lula mantém vantagem regional nas regiões Nordeste e Sudeste. Já nas regiões Sul e Norte/Centro-Oeste, Zema aparece à frente.
Confira o percentual por região, considerando Lula X Romeu Zema:
Lula x Renan Santos
Em um eventual 2° turno contra Renan Santos (Novo), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) mantém vantagem regional nas regiões Nordeste, Sudeste e no recorte Norte/Centro-oeste. Na Região Nordeste, o petista registra 64% das intenções de voto, contra 26% de Renan Santos. Já no Sudeste, Lula aparece com 47%, ante 37% do candidato do Novo.
Lula também lidera no recorte mapeado pela pesquisa, que considera Norte/Centro-Oeste, com 44% ante 39% de Renan.
Renan Santos, por sua vez, lidera apenas no Sul, com 51%, ante 28% de Lula (PT).
Para a pesquisa, foram entrevistados 2.003 eleitores por telefone, entre os dias 11 e 13 de setembro de 2026. O levantamento ouviu eleitores em todas as 27 unidades da federação, com distribuição proporcional por região.
A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. O número de registro da pesquisa no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) é BR-04076/2026.
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Baixar áudioA previsão desta terça-feira, 15 de setembro, é do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), que indica tendência de estabilidade tanto na temperatura máxima quanto na mínima em relação aos dias anteriores. O quadro se desenha nos últimos dias do inverno, período em que a nebulosidade e as primeiras chuvas já aparecem com mais frequência na capital.
Ao longo do dia, o céu segue com muitas nuvens durante a manhã. À tarde, a nebulosidade se mantém e surge a possibilidade de chuva isolada. Já na noite, a previsão indica muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas isoladas, cenário que pede atenção de quem estiver na rua no fim do dia. A mínima prevista é de 21°C e a máxima chega a 33°C.
A umidade relativa do ar oscila entre 70%, valor máximo registrado nas primeiras horas do dia, e 30%, índice mínimo esperado no período da tarde, quando o calor é mais intenso. O vento sopra de fraco a moderado, com direção predominante entre oeste e sudoeste.
O nascer do sol em Brasília ocorre às 06h08 e o pôr do sol, às 18h07. Com a máxima de 33°C e a umidade caindo à tarde, a recomendação usual é reforçar a ingestão de líquidos e evitar exposição prolongada ao sol nos horários de maior calor.
Para os próximos dias, a tendência é de manutenção da nebulosidade com chuva na capital. Na quarta-feira (16), a previsão é de muitas nuvens com chuva isolada, mínima de 21°C e máxima de 30°C. Na quinta-feira (17), o cenário é de muitas nuvens com possibilidade de chuva isolada, com os mesmos 21°C de mínima e 30°C de máxima.
Na sexta-feira (18), o céu segue com muitas nuvens e possibilidade de chuva isolada, com leve recuo das temperaturas: a mínima prevista é de 19°C e a máxima, de 28°C.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
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Baixar áudioO Ministério da Saúde começou a disponibilizar, no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS), a vacina pneumocócica conjugada 20-valente (Pneumo 20) voltada especificamente para pessoas com 85 anos ou mais.
A estratégia foca no público com maior vulnerabilidade biológica a infecções respiratórias agressivas causadas pelo Streptococcus pneumoniae, patógeno que desencadeia quadros severos de pneumonia e meningite. Ao todo, estima-se que mais de 2,3 milhões de cidadãos formem a população-alvo no país, e o objetivo federal é atingir ao menos 90% desse contingente. Para receber a imunização, não é requerida receita médica, sendo indispensável apenas a apresentação de um documento que ateste a idade do idoso.
O direcionamento prioritário a essa faixa etária fundamenta-se na imunossenescência (o enfraquecimento natural do sistema imunológico decorrente da idade avançada) somado à alta prevalência de doenças crônicas associadas. Essa conjunção de fatores amplia as chances de complicações sistêmicas, que além do trato respiratório podem comprometer o funcionamento cardíaco, renal e neurológico.
Dados de monitoramento reforçam o quadro de alerta: entre pessoas com 85 anos ou mais, as hospitalizações por pneumonia chegaram a 3.097,7 por 100 mil habitantes em 2024 e a 2.902,7 em 2025. Paralelamente, as taxas de mortalidade pela doença atingiram 758,1 e 743,1 óbitos por 100 mil no mesmo biênio.
A aplicação da Pneumo 20 é ajustada conforme a caderneta vacinal pregressa de cada indivíduo. Aqueles que nunca receberam nenhum imunizante pneumocócico têm indicação de dose única da nova vacina. Para os que já tomaram uma dose de Pneumo 13 ou Pneumo 15, orienta-se a aplicação da Pneumo 20 após intervalo de dois meses, enquanto quem recebeu uma única dose de Pneumo 23 deve aguardar um intervalo mínimo de um ano. Por outro lado, idosos que já concluíram esquemas anteriores, a exemplo de duas doses de Pneumo 23 ou a combinação desta com as versões conjugadas, não precisam tomar a Pneumo 20 nesta etapa.
Para garantir que a campanha alcance a meta estipulada, as secretarias de saúde adotarão estratégias extramuros e busca ativa nas residências, dando prioridade a idosos acamados, com barreiras de locomoção, em condições de fragilidade ou sem rede de assistência familiar.
A oportunidade de imunização também será utilizada pelos profissionais de enfermagem para revisar e atualizar outras vacinas em atraso no calendário do idoso, enquanto a pasta prevê estender a cobertura do imunizante gradualmente para faixas etárias anteriores.
Copiar o textoO próximo sorteio da Mega-Sena, concurso 3058, acontece em 15/09, no Espaço da Sorte, em São Paulo (SP), com prêmio estimado em R$95 Milhões. Veja abaixo os dias e horários dos sorteios e o resultado do último concurso.
O próximo concurso da Mega-Sena, de número 3058, será sorteado em 15/09. Os sorteios são realizados no Espaço da Sorte, em São Paulo (SP), e transmitidos ao vivo pela Caixa.
A Mega-Sena sorteia três vezes por semana: às terças-feiras, quintas-feiras e domingos. O sorteio de fim de semana, que antes acontecia no sábado, passou a ser realizado aos domingos, às 11h.
No último sorteio, o concurso 3057, de 13/09, as seis dezenas sorteadas foram: 02-04-16-21-48-53. Resultado da Mega-Sena 3057 (13/09/2026): números sorteados
Para apostar na Mega-Sena, o apostador escolhe de 6 a 20 números entre os 60 disponíveis. A aposta simples, de 6 números, custa R$ 5,00 (confirme o valor vigente). É possível jogar nas lotéricas credenciadas, no site e no aplicativo Loterias Caixa. Aposte no site oficial da Caixa.
A chance de acertar as seis dezenas (Sena) com uma aposta simples, de 6 números, é de 1 em 50.063.860. A Mega-Sena também premia quem acerta 5 números (Quina) e 4 números (Quadra). Marcar mais dezenas aumenta as chances — e o valor da aposta.
As dezenas sorteadas são divulgadas logo após cada sorteio. Você pode conferir o resultado de cada concurso aqui no Brasil 61 e também no site oficial das Loterias Caixa.
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Baixar áudioEscolas estaduais e municipais de todo o país devem se preparar para os possíveis impactos do El Niño 2026-2027. O alerta integra uma nota técnica elaborada por pesquisadores do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden), em parceria com o Instituto Alana. As recomendações são destinadas aos gestores estaduais e municipais das redes de ensino.
O objetivo da iniciativa é contribuir para o fortalecimento das estratégias de adaptação às mudanças climáticas em escolas e comunidades escolares. A ideia também é estimular a gestão na redução de riscos de desastres, considerando os possíveis impactos associados ao El Niño 2026/2027.
A análise indica que o planejamento e a adoção de medidas de preparação para possíveis impactos do fenômeno climático devem integrar as estratégias de gestão de riscos das redes de ensino.
Segundo o Cemaden, eventos climáticos como ondas de calor, secas, inundações, alagamentos, tempestades, vendavais e outros eventos extremos podem afetar a saúde, o bem-estar, a segurança e o direito à educação.
O documento “El Niño 2026-2027: Orientações para a preparação das redes de ensino brasileiras” orienta estados e municípios a adotarem medidas preventivas para reduzir os riscos relacionados aos efeitos do fenômeno climático nas unidades escolares.
Segundo o Cemaden, a preparação das redes de ensino é importante para reduzir os impactos de desastres e garantir maior segurança e continuidade das atividades escolares.
O documento lista uma série de ações sobre como as redes de ensino podem se preparar e reduzir os riscos nas unidades escolares.
Entre as recomendações estão:
A publicação destaca que, embora as Secretarias de Educação sejam responsáveis por orientar e viabilizar parte das ações, a efetividade das medidas depende da articulação com as escolas e as comunidades.
A nota orienta, ainda, que as prefeituras evitem usar as escolas como abrigos temporários. De acordo com o Cemaden, o planejamento municipal deve identificar previamente os locais para acolher a população em situações de desastre.
Pela nota técnica, as escolas devem ser consideradas apenas em caráter excepcional e temporário, para garantir o direito à educação dos estudantes.
Segundo o Cemaden, a adoção das medidas, considerando as características de cada território, pode fortalecer a capacidade local de prevenir e reduzir riscos, preparar as redes para situações de emergência, coordenar ações e enfrentar possíveis impactos.
A nota técnica foi elaborada por pesquisadores especialistas em Educação para Redução de Riscos e Desastres (ERRD) do Cemaden.
A ERRD busca desenvolver, nas comunidades escolares, conhecimentos, habilidades e atitudes que contribuam para prevenir e responder a situações de emergência.
O Cemaden informou que o monitoramento da temperatura do Oceano Pacífico Tropical mostrou que o El Niño apresentou rápido fortalecimento, e alcançou anomalia de cerca de 1,8 °C, em agosto de 2026. As projeções da National Oceanic and Atmospheric Administration (NOAA) indicam que o fenômeno poderá atingir intensidade muito forte no período de setembro a novembro.
Além disso, o período de máxima intensidade deve ocorrer antes do esperado, atualmente, previsto para o trimestre de outubro a dezembro de 2026. “Esse cenário reforça a necessidade de implementação imediata de ações de prevenção e preparação nas redes de ensino”, reforçou o Cemaden, em nota oficial.
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Baixar áudioO preço do café arábica abre esta terça-feira (15) com baixa de 0,13%, com a saca de 60 kg negociada a R$ 1.594,86 na cidade de São Paulo.
O café robusta teve uma baixa de 0,06%, sendo comercializado a R$ 992,35.
INDICADOR DO CAFÉ ARÁBICA CEPEA/ESALQ
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$ |
|---|---|---|---|---|
| 14/09/2026 | 1.594,86 | -0,13% | -8,78% | 309,62 |
| 11/09/2026 | 1.596,87 | -1,36% | -8,67% | 311,64 |
| 10/09/2026 | 1.618,91 | -1,72% | -7,41% | 317,31 |
| 09/09/2026 | 1.647,29 | 0,72% | -5,79% | 322,43 |
| 08/09/2026 | 1.635,57 | -1,47% | -6,46% | 321,20 |
INDICADOR DO CAFÉ ROBUSTA CEPEA/ESALQ
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$ |
|---|---|---|---|---|
| 14/09/2026 | 992,35 | -0,06% | -2,91% | 192,65 |
| 11/09/2026 | 992,96 | 0,69% | -2,85% | 193,79 |
| 10/09/2026 | 986,16 | -1,08% | -3,52% | 193,29 |
| 09/09/2026 | 996,90 | 1,64% | -2,47% | 195,13 |
| 08/09/2026 | 980,78 | 0,42% | -4,05% | 192,61 |
O preço do açúcar cristal apresentou alta de 0,19% na capital de São Paulo. A saca de 50 kg é cotada a R$ 119,41.
INDICADOR DO AÇÚCAR CRISTAL BRANCO CEPEA/ESALQ - SÃO PAULO
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 14/09/2026 | 119,41 | 0,19% | 4,98% | 23,18 |
| 11/09/2026 | 119,18 | 0,06% | 4,77% | 23,26 |
| 10/09/2026 | 119,11 | 0,70% | 4,71% | 23,35 |
| 09/09/2026 | 118,28 | 0,80% | 3,98% | 23,15 |
| 08/09/2026 | 117,34 | 0,47% | 3,16% | 23,04 |
Em Santos (SP), houve uma alta de 2,46%, e a mercadoria é negociada a R$ 129,55 na média de preços sem impostos.
Indicador Açúcar Cristal - Santos (FOB)
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 14/09/2026 | 129,55 | 2,46% | 1,30% | 25,06 |
| 11/09/2026 | 126,44 | -3,80% | -1,13% | 24,83 |
| 10/09/2026 | 131,43 | 2,11% | 2,77% | 25,70 |
| 09/09/2026 | 128,72 | 0,93% | 0,65% | 25,25 |
| 08/09/2026 | 127,53 | 0,77% | -0,28% | 25,08 |
A saca de 60 kg do milho, por sua vez, é vendida a R$ 69,51, após uma baixa de 0,37%.
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 14/09/2026 | 69,51 | -0,37% | -1,03% | 13,50 |
| 11/09/2026 | 69,77 | -0,60% | -0,65% | 13,62 |
| 10/09/2026 | 70,19 | -0,47% | -0,06% | 13,76 |
| 09/09/2026 | 70,52 | -0,54% | 0,41% | 13,80 |
| 08/09/2026 | 70,90 | -0,04% | 0,95% | 13,92 |
Os dados são do Cepea.
Café arábica e café robusta são as duas principais variedades cultivadas e comercializadas no Brasil, ambas medidas em sacas de 60 kg.
O café arábica (conhecido também como café Conilon, em algumas regiões) tem sabor mais suave, menor teor de cafeína e alta qualidade sensorial, sendo preferido em cafeterias especializadas e nas exportações de cafés premium. Representa cerca de 70% da produção brasileira, com destaque para estados como Minas Gerais e São Paulo.
O café robusta, por sua vez, possui sabor mais amargo, maior concentração de cafeína e corpo mais intenso. É amplamente utilizado na produção de café solúvel e blends comerciais. Seus principais polos produtores são o Espírito Santo e Rondônia, e seu preço costuma ser mais baixo em comparação ao arábica, por conta do perfil mais industrial.
A saca de açúcar cristal no Brasil é padronizada em 50 quilos, especialmente para comercialização no mercado atacadista e para uso na indústria alimentícia. Essa unidade de medida é adotada pelo Cepea/Esalq-USP, principal fonte de cotações diárias do açúcar cristal no país.
A saca de milho equivale a 60 kg de grãos, mesmo padrão utilizado para soja e trigo. Essa medida é oficializada por instituições como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Cepea, sendo amplamente usada em negociações e relatórios de preço do milho.
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Baixar áudioProdutores rurais devem enfrentar condições climáticas distintas nas diferentes regiões do país entre setembro e novembro. O Boletim Agroclimatológico Mensal do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) aponta tendência de redução das chuvas e temperaturas elevadas em áreas do Norte, Nordeste e Centro-Oeste, enquanto a Região Sul deve registrar maior disponibilidade de água e excesso de umidade em algumas áreas.
O cenário pode exigir atenção no planejamento das atividades agrícolas e pecuárias, principalmente em relação à disponibilidade de água no solo. O boletim do Inmet apresenta estimativas dos estoques de água e informações climáticas voltadas ao planejamento do setor agropecuário.
No Norte, a previsão indica condições mais secas em parte da região, com impactos sobre a disponibilidade hídrica e o desenvolvimento das atividades no campo. No Nordeste e no Centro-Oeste, a combinação de menor volume de chuvas e temperaturas elevadas também pode aumentar a demanda por água.
Já no Sul, o excesso de umidade pode dificultar operações agrícolas, como preparo do solo, plantio e colheita, além de favorecer a ocorrência de doenças em determinadas culturas.
Norte
Conforme o Boletim, a restrição hídrica, associada à temperatura elevada na Região Norte, poderá intensificar o estresse das culturas e demandar maior atenção em algumas áreas. O alerta é para localidades produtoras de arroz de várzea da região de Marajó, especialmente nas lavouras em fases mais sensíveis ao déficit hídrico, como floração e enchimento de grãos.
Em contrapartida, em Roraima, onde o milho de terceira safra deverá estar nas fases de maturação e colheita, o Inmet informa que o tempo seco previsto para o período tende a favorecer a produção.
Nordeste
Já na Região Nordeste, entre as previsões do Inmet, a deficiência hídrica associada ao calor intenso poderá comprometer o crescimento e a produção de biomassa das pastagens, especialmente nas áreas de sequeiro do Maranhão, Piauí, Ceará, oeste do Rio Grande do Norte, oeste da Paraíba, oeste de Pernambuco, sertão de Sergipe e semiárido baiano.
Nessas regiões nordestinas, há previsão de redução da oferta e da qualidade da forragem. Segundo o boletim, o cenário poderá afetar o ganho de peso dos bovinos de corte e elevar os custos de produção devido à necessidade de suplementação alimentar.
Centro-Oeste
Em setembro, a estiagem deverá favorecer a colheita do algodão, milho de segunda safra e sorgo no Centro-Oeste. Já no sul de Mato Grosso do Sul, as chuvas acima da média poderão dificultar a colheita do milho e do trigo. Em outubro, a insuficiência de água no solo e as altas temperaturas no sudoeste de Mato Grosso poderão prejudicar a germinação e o estabelecimento da soja. Nesse caso, há o risco de falhas e replantio.
O Inmet alerta, ainda, que a menor disponibilidade de água também poderá favorecer incêndios, reduzir a qualidade das pastagens e afetar o desempenho do rebanho.
Já em novembro, a previsão indica alta nos níveis de armazenamento de água no solo em grande parte da região – exceto no sudoeste de Mato Grosso e no norte de Mato Grosso do Sul. Pelo prognóstico, o cenário deve favorecer as lavouras de soja semeadas mais tardiamente.
Sudeste
Para a Região Sudeste, a previsão climática indica chuvas acima da média em São Paulo e triângulo mineiro. Já nas áreas do centro-norte da região deverão ter chuvas abaixo da média, especialmente no centro-norte de Minas Gerais, Espírito Santo e norte do Rio de Janeiro.
A temperatura média do ar também deve permanecer acima da média climatológica em toda a Região Sudeste.
Em grande parte de São Paulo, no sul e sudeste de Minas Gerais e no Rio de Janeiro, a chuva pode favorecer culturas agrícolas, como cana-de-açúcar, hortifruticultura e pastagens.
O Inmet pontua na publicação que, durante o trimestre, o início da semeadura da soja em São Paulo e Minas Gerais poderá ser mais desafiador em Minas Gerais, devido à redução das chuvas, temperaturas elevadas e baixos níveis de água no solo, especialmente em setembro e outubro.
Para milho, feijão e trigo, as condições climáticas devem contribuir para o encerramento da colheita em Minas Gerais, enquanto, em São Paulo, as chuvas poderão dificultar as operações.
Sul
Com a previsão de chuvas acima da média em toda a Região Sul, em setembro, os maiores excedentes deverão se concentrar no sul do Paraná, centro de Santa Catarina e norte do Rio Grande do Sul.
Já o mês de outubro deve registrar os maiores excedentes de chuva do trimestre, estendendo para áreas do sul do Paraná, todo o estado de Santa Catarina e o centro, oeste e norte do Rio Grande do Sul. Já em novembro, o excesso de água no solo está previsto para noroeste do Rio Grande do Sul e oeste de Santa Catarina.
Segundo o Instituto, as condições podem dificultar a semeadura do arroz irrigado, em áreas com drenagem deficiente. O excesso de umidade também poderá atrasar a colheita.
O boletim completo pode ser acessado em portal.inmet.gov.br.
Copiar o textoFPA cobra ajustes na MP para agilizar acesso e destravar repactuações de produtores
Baixar áudioA Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) divulgou, nesta segunda-feira (14), uma carta aberta cobrando ajustes na implementação da Medida Provisória 1.376/2026, que criou o mecanismo de renegociação das dívidas dos produtores rurais. A bancada alega ter recebido relatos de que a renegociação ainda não chega aos produtores na velocidade e na escala necessárias, especialmente entre pequenos produtores e aqueles em maior vulnerabilidade financeira.
Segundo a bancada, entre os principais entraves estão a exigência de laudos agronômicos para comprovar perdas passadas, os custos adicionais que isso gera, a revisão de garantias, a cobrança de entrada de produtores que já não têm capacidade financeira para pagá-la, e restrições que podem comprometer o próprio acesso ao crédito para a safra seguinte. A frente também pede que sejam preservadas as características específicas dos Fundos Constitucionais, para evitar que regras incompatíveis com esses instrumentos prejudiquem produtores de regiões que mais dependem deles.
Em agosto, o Conselho Monetário Nacional (CMN) já havia aprovado uma resolução flexibilizando o uso de recursos obrigatórios por bancos e cooperativas de crédito para quitar ou reduzir dívidas rurais contratadas originalmente com outras fontes de financiamento — as instituições são obrigadas a destinar 31,5% dos recursos captados em depósitos à vista ao Crédito Rural, mas antes só podiam usá-los para renegociar operações da mesma origem. A mudança ampliou o número de dívidas que cada banco pode renegociar, com exceção daquelas vinculadas a fundos constitucionais.
Apesar desse ajuste, a FPA avalia que a implementação segue lenta. Na carta, a bancada afirma que o Congresso precisa exercer plenamente seu papel de acompanhar a execução da política pública, identificar obstáculos e aperfeiçoar o texto para que a solução aprovada produza resultados concretos no campo. O objetivo da frente é que o relatório, sob responsabilidade do deputado federal Paulo Pimenta (PT-RS), líder do governo na Câmara, apresente os ajustes apontados como necessários.
Entre as medidas sugeridas pela FPA para o parecer estão:
Para a entidade, a criação do mecanismo de renegociação foi um passo importante, mas não encerra a responsabilidade institucional sobre o tema. A bancada afirma que seguirá atuando para corrigir os gargalos identificados e cobrar efetividade, para que os instrumentos já aprovados pelo Congresso realmente cheguem ao produtor rural com urgência.
Editada em 15 de julho, a MP tinha validade inicial até 12 de setembro, mas teve seu prazo prorrogado por mais 60 dias — como medida provisória, ela tem força de lei desde a publicação, mas depende de aprovação da Câmara dos Deputados e do Senado para se tornar definitiva. Com a prorrogação, o novo prazo-limite para essa votação passa a ser 11 de novembro. A expectativa é que a matéria seja votada na próxima sessão conjunta do Congresso Nacional, ainda sem data definida.
A MP 1.376/2026, publicada em julho, junto com a Resolução CMN 5.330/2026, autorizou a reestruturação de dívidas bancárias de produtores afetados por adversidades climáticas ou pela queda nos preços de comercialização entre 2019 e 2025. Podem ser renegociadas operações de custeio, comercialização e industrialização já renegociadas ou prorrogadas até 31 de maio deste ano e que estejam adimplentes, além de operações desse tipo contratadas até 31 de dezembro de 2025 que estejam inadimplentes desde janeiro de 2024, e operações de investimento vencidas ou com vencimento entre 2024 e 2026, também inadimplentes desde então.
As condições de pagamento variam conforme o nível de perda do produtor: quem teve perdas moderadas — redução de ao menos 30% da renda bruta em duas ou mais safras — pode parcelar a dívida em até oito anos; já perdas severas, com queda de pelo menos 40% da renda bruta em três ou mais safras, dão direito a prazo de até dez anos. Em ambos os casos, há dois anos de carência para o principal, com pagamento apenas dos juros nesse período.
As taxas variam de 5% a 6% ao ano para operações do Pronaf, de 8% a 9% para o Pronamp e de 11% a 12% para os demais produtores. A norma dispensa decreto municipal de calamidade pública, mas exige comprovação das perdas por meio de laudo técnico elaborado por profissional habilitado.
Ficam de fora dívidas com revendas, tradings, agroindústrias e débitos inscritos na Dívida Ativa da União. O prazo para contratação das operações vai até 12 de novembro de 2026.
Antes mesmo da cobrança da FPA, o CMN já havia tentado destravar parte dos entraves na renegociação das dívidas rurais. Em reunião extraordinária no início de setembro, o colegiado aprovou uma medida que amplia as possibilidades de refinanciamento para produtores, pecuaristas e cooperativas que atendiam aos critérios da Resolução CMN 5.330/2026, mas ficaram de fora por problemas operacionais ou por não conseguirem formalizar a operação dentro do prazo estabelecido.
O CMN também passou a autorizar bancos e cooperativas a oferecer linhas de crédito com recursos livres para recompor dívidas rurais não cobertas pela resolução original, ou nos casos em que os recursos destinados a ela já tenham se esgotado — sempre sujeitas a nova análise de crédito e reclassificação de risco pela instituição financeira. O prazo para contratar essa recomposição também vai até 12 de novembro.
O Conselho ainda aprovou tratamento específico para operações vinculadas aos Fundos Constitucionais de Financiamento do Norte, Nordeste e Centro-Oeste, com classificação de risco mais favorável para determinadas renegociações dentro do Pronaf, do Pronamp e de outras linhas de crédito rural — um dos pontos que a FPA, na carta enviada dias depois, pede que seja preservado sem que novas exigências operacionais comprometam esses instrumentos.
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Baixar áudioO preço do boi gordo teve estabilidade nesta terça-feira (15). Em São Paulo, a arroba é negociada a R$ 349,50.
INDICADOR DO BOI GORDO CEPEA/ESALQ
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 14/09/2026 | 349,50 | 0,00% | 1,48% | 68,21 |
| 11/09/2026 | 349,50 | 0,00% | 1,48% | 68,21 |
| 10/09/2026 | 349,50 | 0,00% | 1,48% | 68,50 |
| 09/09/2026 | 349,50 | 0,33% | 1,48% | 68,41 |
| 08/09/2026 | 348,35 | 0,19% | 1,15% | 68,41 |
No mercado de frango, os valores apresentam aumento na Grande São Paulo, em São José do Rio Preto e em Descalvado. O quilo do frango congelado é vendido a R$ 7,87 enquanto o frango resfriado está cotado a R$ 7,87.
PREÇOS DO FRANGO CONGELADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|
| 14/09/2026 | 7,87 | 1,42% | 7,51% |
| 11/09/2026 | 7,76 | 0,26% | 6,01% |
| 10/09/2026 | 7,74 | 0,65% | 5,74% |
| 09/09/2026 | 7,69 | 0,79% | 5,05% |
| 08/09/2026 | 7,63 | 0,26% | 4,23% |
PREÇOS DO FRANGO RESFRIADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|
| 14/09/2026 | 7,87 | 1,42% | 7,96% |
| 11/09/2026 | 7,76 | 0,26% | 6,45% |
| 10/09/2026 | 7,74 | 0,65% | 6,17% |
| 09/09/2026 | 7,69 | 0,65% | 5,49% |
| 08/09/2026 | 7,64 | 0,39% | 4,80% |
Já a carcaça suína especial teve um aumento nos atacados da Grande São Paulo, onde o quilo custa R$ 7,33.
Entre os estados analisados, o suíno vivo registra declínio no preço em Santa Catarina, onde o quilo do animal é comercializado a R$ 4,53.
PREÇOS DA CARCAÇA SUÍNA ESPECIAL (R$/kg)
| Data | Média | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|
| 14/09/2026 | 7,33 | 0,83% | 0,27% |
| 11/09/2026 | 7,27 | 0,00% | -0,55% |
| 10/09/2026 | 7,27 | 0,00% | -0,55% |
| 09/09/2026 | 7,27 | 0,00% | -0,55% |
| 08/09/2026 | 7,27 | 0,97% | -0,55% |
INDICADOR DO SUÍNO VIVO CEPEA/ESALQ (R$/kg)
| Data | Estado | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|---|
| 14/09/2026 | MG - posto | 5,10 | 0,39% | 1,59% |
| 14/09/2026 | PR - a retirar | 4,47 | 0,90% | -0,45% |
| 14/09/2026 | RS - a retirar | 4,57 | 0,66% | 0,66% |
| 14/09/2026 | SC - a retirar | 4,53 | 1,12% | -0,88% |
| 14/09/2026 | SP - posto | 4,92 | 0,82% | 1,86% |
Os dados são do Cepea.
O boi gordo é o bovino macho pronto para o abate, com peso mínimo de 16 arrobas líquidas de carcaça (aproximadamente 240 kg) e até 42 meses de idade. Atende aos padrões do mercado nacional e internacional, incluindo exportações para Europa, China e cota Hilton.
O frango congelado passa por congelamento rápido, com temperaturas abaixo de -12°C, garantindo maior vida útil para armazenamento e transporte a longas distâncias.
Já o frango resfriado é mantido entre 0°C e 4°C, com validade de 5 a 7 dias, oferecendo textura e sabor mais próximos do fresco, ideal para consumidores exigentes e restaurantes.
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Baixar áudioA saca de 60 quilos da soja inicia esta terça-feira (15) com aumento no interior do Paraná e redução na região litorânea de Paranaguá.
No mercado paranaense, o grão apresenta alta de 0,05%, com a saca negociada a R$ 152,90. Em Paranaguá, a alta foi de 0,07%, levando a cotação para R$ 160,44.
INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANÁ
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 14/09/2026 | 152,90 | 0,05% | 1,05% | 29,68 |
| 11/09/2026 | 152,82 | -0,64% | 1,00% | 29,82 |
| 10/09/2026 | 153,81 | 0,91% | 1,65% | 30,15 |
| 09/09/2026 | 152,43 | 0,13% | 0,74% | 29,84 |
| 08/09/2026 | 152,23 | 0,09% | 0,61% | 29,90 |
INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANAGUÁ
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 14/09/2026 | 160,44 | -0,07% | 0,63% | 31,15 |
| 11/09/2026 | 160,55 | -0,73% | 0,70% | 31,33 |
| 10/09/2026 | 161,73 | 1,01% | 1,44% | 31,70 |
| 09/09/2026 | 160,12 | -0,21% | 0,43% | 31,34 |
| 08/09/2026 | 160,46 | -0,25% | 0,64% | 31,51 |
O trigo teve aumento de preço no Paraná e redução no Rio Grande do Sul.
No Paraná, a tonelada do cereal é comercializada a R$ 1.504,29. No Rio Grande do Sul, o produto é vendido a R$ 1.357,21.
PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - RIO GRANDE DO SUL
| Data | Valor R$/t* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$/t* |
|---|---|---|---|---|
| 14/09/2026 | 1.357,21 | -0,12% | 0,61% | 263,48 |
| 11/09/2026 | 1.358,79 | 0,00% | 0,72% | 265,18 |
| 10/09/2026 | 1.358,79 | -0,19% | 0,72% | 266,32 |
| 09/09/2026 | 1.361,39 | 0,47% | 0,92% | 266,47 |
| 08/09/2026 | 1.355,06 | 0,00% | 0,45% | 266,11 |
PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - PARANÁ
| Data | Valor R$/t* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$/t* |
|---|---|---|---|---|
| 14/09/2026 | 1.504,29 | 0,98% | 3,29% | 292,04 |
| 11/09/2026 | 1.489,65 | 1,12% | 2,28% | 290,72 |
| 10/09/2026 | 1.473,16 | 0,76% | 1,15% | 288,74 |
| 09/09/2026 | 1.462,05 | 0,04% | 0,39% | 286,17 |
| 08/09/2026 | 1.461,42 | 0,27% | 0,34% | 287,00 |
Os dados são do Cepea.
A saca de soja e a saca de trigo são as principais unidades de comercialização de grãos no Brasil. Cada saca equivale a 60 quilos, padrão adotado por órgãos oficiais como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).
Esse formato padronizado facilita o comércio da soja e do trigo, além de permitir um acompanhamento mais preciso das cotações e variações de preços no mercado nacional.
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Baixar áudioNos dias 15 e 16 de setembro, São Paulo recebe a 10ª edição do Corporate Venture in Brasil 2026, considerada a maior conferência de Capital de Risco Corporativo da América Latina e a segunda maior do mundo.
Promovido pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), em parceria com o Global Corporate Venturing (GCV), o evento reunirá corporações, investidores, gestores de inovação, fundos e startups para discutir as principais tendências que estão transformando o setor.
A programação contará com cerca de 100 palestrantes, workshops e uma delegação de pelo menos 35 investidores estrangeiros, provenientes de mercados como China, Estados Unidos, Singapura, Reino Unido, México e Japão. As inscrições estão abertas, com vagas limitadas.
A conferência ocorre em meio à expansão global do Corporate Venture Capital (CVC), prática em que grandes empresas investem diretamente em startups e negócios inovadores.
Diferentemente do venture capital tradicional, o CVC combina a busca por retorno financeiro com objetivos estratégicos das corporações. Os aportes podem ampliar o acesso a novas tecnologias, modelos de negócios e mercados, além de complementar ou transformar operações já existentes.
Segundo o World of Corporate Venturing 2026, publicação do GCV, mais de 3 mil corporações investiram em startups em 2025, participando de 5.221 rodadas, número 30% superior ao registrado no ano anterior. As operações movimentaram US$ 233,8 bilhões, alta de 75% em relação a 2024. Atualmente, cerca de uma em cada cinco rodadas de investimento em startups no mundo conta com a participação de um investidor corporativo.
No Brasil, o CVC também vem ganhando espaço como instrumento de inovação e crescimento. Levantamento da EloGroup, em parceria com ApexBrasil, Associação Brasileira de Private Equity e Venture Capital (ABVCAP) e GCV, identificou a participação de corporações em 66 rodadas de investimento em startups brasileiras, que movimentaram US$ 700 milhões entre julho de 2024 e junho de 2025. Em 30 delas, o equivalente a 45% do total, os CVCs lideraram as captações, que movimentaram US$ 358 milhões.
Para a gerente de Investimentos da ApexBrasil, Helena Brandão, o evento reforça o papel da Agência como fomentadora desse ecossistema no Brasil.
“O Corporate Venture in Brasil já se tornou uma das maiores plataformas globais de Corporate Venture Capital, trazendo dezenas de investidores estrangeiros para se conectar com a economia brasileira. A agenda deste ano trará nomes de peso e conteúdos estratégicos para seguir apoiando o desenvolvimento dessa atividade no país, além de atrair mais capital para fundos e startups.”
Entre os nomes confirmados na programação está Guilherme Horn, Head of WhatsApp for Strategic Markets, responsável por Brasil, Índia e Indonésia. A agenda também reúne executivos e investidores de organizações como Scania, Caterpillar, Vale Ventures, Natura, Boticário, Meituan, 3M, Banco do Brasil e Toronto Stock Exchange.
Outro destaque da edição é Brandon Wang, vice-presidente do Corporate Strategy Group da Synopsys. Ele abordará as perspectivas para o desenvolvimento e a aplicação da Physical AI, ou Inteligência Artificial Física, tema que vem atraindo a atenção de investidores.
Dados do GCV mostram que 41% dos recursos movimentados em rodadas com participação de investidores corporativos em 2025 foram destinados a startups de IA, evidenciando o peso da tecnologia nas estratégias de inovação das grandes empresas.
A programação do Corporate Venture in Brasil também abordará:
A agenda inclui ainda pitches de startups, mesas-redondas, workshops e reuniões individuais de negócios.
A edição de 2026 terá também o Corporate Venture in Brasil Awards, premiação que reconhece destaques do setor em categorias como maior investimento, CVC mais ativo em número de negócios, CVC internacional mais ativo e maior anúncio de captação.
Realizado pela primeira vez em 2015, o Corporate Venture in Brasil foi criado pela ApexBrasil e pelo Global Corporate Venturing com o objetivo de aproximar o ecossistema brasileiro de inovação de grandes investidores corporativos internacionais e estimular empresas brasileiras a desenvolver iniciativas de inovação aberta, desenvolvimento corporativo e investimentos em startups.
O GCV mantém uma rede conectada a mais de 7 mil corporações em diferentes mercados.
Ao longo de sua trajetória, o programa já reuniu mais de 4,5 mil participantes, promoveu mais de 1,3 mil reuniões e trouxe ao Brasil 164 CVCs internacionais, que investiram conjuntamente mais de US$ 800 milhões em fundos e startups nacionais.
As inscrições para a 10ª edição do Corporate Venture in Brasil 2026 estão abertas, com vagas limitadas. Os interessados podem se inscrever neste link.
VEJA MAIS:
Copiar o textoPorto Alegre tem melhora no tempo; Curitiba e Florianópolis seguem com muitas nuvens
Baixar áudioO Sul do Brasil tem terça-feira (15) com ]leve melhora no tempo em relação aos dias anteriores, embora as temperaturas ainda sigam baixas em toda a região, mantendo o clima de inverno tardio característico desta época do ano.
Curitiba (PR) tem uma alta discreta na máxima, que sobe para 19°C, em relação aos 13°C registrados na segunda-feira, mantendo a mínima em 11°C e o céu com muitas nuvens ao longo de todo o dia mas, desta vez, sem previsão de chuva significativa, o que representa um alívio real em relação à instabilidade observada nos últimos dias.
Florianópolis (SC) segue com muitas nuvens tanto pela manhã quanto à noite, mas ganha uma possibilidade de chuva isolada especificamente durante a tarde, período em que os ventos também apresentam rajadas mais perceptíveis. A máxima na capital catarinense fica em 19°C, e a mínima em 14°C, valores bem próximos aos registrados em Curitiba neste mesmo dia.
Já Porto Alegre (RS) tem a melhora mais expressiva de toda a região nesta terça-feira: o céu passa a ter poucas nuvens ao longo de todo o dia, sem qualquer previsão de chuva em nenhum dos três períodos, embora a mínima ainda seja a mais baixa entre as capitais do Sul, com 10°C, mantendo o ar gelado nas primeiras horas da manhã, e a máxima suba para 21°C durante a tarde.
Apesar da melhora gradual observada especialmente em Porto Alegre, a umidade na Região Sul continua bastante elevada, sobretudo em Curitiba e Florianópolis, onde pode chegar a 95% e 90%, respectivamente, mantendo a sensação de tempo úmido mesmo sem chuva prevista. Os ventos seguem fracos na maior parte da região, com rajadas mais pontuais concentradas em Florianópolis durante o período da tarde.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o textoBelo Horizonte também ganha chance de temporais; frio persiste em São Paulo
Baixar áudioO Sudeste tem terça-feira (15) de instabilidade generalizada, com três das quatro capitais da região sob risco de pancadas de chuva acompanhadas de trovoadas isoladas ao longo do dia.
O Rio de Janeiro (RJ) começa a manhã com possibilidade de chuva isolada, mas o quadro se agrava tanto à tarde quanto à noite, quando surge o risco de trovoadas isoladas somadas às pancadas de chuva, um comportamento que se repete há alguns dias na capital fluminense. A máxima na cidade fica em 23°C, com mínima de 18°C, e os ventos sopram entre fracos e moderados, com rajadas ao longo de praticamente todo o dia.
São Paulo (SP) segue como a capital mais fria de toda a região Sudeste, com mínima de 12°C e máxima de apenas 18°C, mantendo o padrão de tempo bastante instável observado nos últimos dias: começa com muitas nuvens pela manhã, evolui para pancadas de chuva acompanhadas de trovoadas isoladas durante a tarde, e fecha a noite com chuva isolada mais fraca, porém constante.
Belo Horizonte (MG) segue uma trajetória bastante parecida, com possibilidade de chuva isolada logo pela manhã e risco de trovoadas isoladas tanto à tarde quanto à noite, com máxima de 27°C e mínima de 15°C a maior amplitude térmica registrada entre as capitais do Sudeste neste dia.
Vitória (ES) é a única capital da região com um comportamento um pouco mais favorável: tem chuva isolada apenas durante a manhã, com melhora ao longo da tarde e da noite, quando o céu permanece com muitas nuvens, mas sem previsão de chuva. A máxima na capital capixaba fica em 27°C, com mínima de 19°C, e os ventos ganham rajadas tanto à tarde quanto à noite, vindos de nordeste, leste e, mais tarde, de norte.
Os ventos em toda a região Sudeste seguem, de forma geral, entre fracos e moderados, com rajadas presentes em vários pontos ao longo do dia, especialmente no litoral.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o textoGoiânia e Brasília têm previsão de pancadas de chuva e trovoadas isoladas à noite
Baixar áudioO Centro-Oeste tem terça-feira (15) marcada pelo avanço da instabilidade em quase todas as capitais da região, um sinal de mudança de padrão em relação aos dias anteriores.
Campo Grande (MS) segue com temperaturas bem mais baixas do que o habitual para a região nesta época do ano, com máxima de apenas 23°C e mínima de 17°C, sob céu de muitas nuvens ao longo de todo o dia; embora não haja previsão de chuva significativa, a umidade máxima pode chegar a 100%, deixando o ar bastante carregado.
Cuiabá (MT) apresenta mudança de comportamento ao longo do dia: começa com muitas nuvens tanto pela manhã quanto à tarde, mas ganha previsão de chuva isolada justamente à noite, com máxima de 30°C e mínima de 17°C, a mesma registrada em Campo Grande.
Goiânia (GO) e Brasília (DF) apresentam o quadro mais instável de toda a região nesta terça-feira: ambas começam o dia com muitas nuvens, mas evoluem para risco de pancadas de chuva acompanhadas de trovoadas isoladas à tarde e à noite. Em Goiânia, a máxima chega a 33°C, enquanto em Brasília também fica em 33°C, com a umidade mínima despencando para apenas 20% durante a tarde. Um contraste marcante entre o calor seco do início do dia e a chuva que se forma ao final da tarde e durante a noite.
Os ventos na região variam bastante conforme a localidade e o horário: em Brasília, sopram moderados pela manhã, mas ficam mais fracos à tarde e à noite; já em Cuiabá, chegam a soprar com rajadas justamente durante a tarde, período de transição do tempo mais estável para o mais instável.
De forma geral, o Centro-Oeste caminha para um padrão de tempo cada vez mais instável nos próximos dias, de acordo com os dados mais recentes do INMET.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o textoSão Luís segue como a capital mais quente da região, com 33°C
Baixar áudioO Nordeste tem terça-feira (15) com tempo bastante estável na maior parte do litoral, sob predomínio de muitas nuvens em todas as capitais, mas sem previsão de chuva significativa na maioria delas.
Aracaju (SE) mantém a máxima em 31°C ao longo de todo o dia, com mínima de 23°C e ventos entre fracos e moderados, soprando de leste e nordeste sem grandes variações entre manhã, tarde e noite.
Fortaleza (CE) também registra máxima de 32°C, mas se diferencia pelos ventos mais intensos, com rajadas tanto pela manhã quanto durante a tarde, um comportamento que já vinha se repetindo nos dias anteriores.
João Pessoa (PB) e Natal (RN) mantêm o padrão estável observado ao longo da semana, com máximas de 32°C em ambas e umidade relativa alta, variando entre 90% e 95%, sem qualquer previsão de chuva ao longo do dia.
Recife (PE) e Maceió (AL) ganham uma pequena chance de chuva isolada durante a tarde, ainda que o cenário geral permaneça de muitas nuvens sem grandes mudanças; as máximas nessas duas capitais ficam em 31°C e 32°C, respectivamente, com umidade podendo chegar a 95% em Maceió.
Salvador (BA) segue com muitas nuvens ao longo de todo o dia, sem chuva prevista em nenhum dos três períodos, e máxima de 31°C, mantendo o padrão observado nos últimos dias.
São Luís (MA) permanece como a capital mais quente de toda a Região Nordeste nesta terça-feira, com máxima de 33°C e mínima de 26°C, repetindo exatamente o comportamento registrado no domingo e na segunda-feira.
Os ventos na região seguem, de forma geral, entre fracos e moderados, com destaque especial para as rajadas mais intensas observadas em Fortaleza ao longo de praticamente todo o dia.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o textoManaus e Rio Branco têm chuva isolada; Boa Vista também pode ter pancadas pela manhã
Baixar áudioA terça-feira (15) mantém o Norte do país como uma das regiões mais quentes do Brasil, com destaque para Palmas (TO), que pode registrar máxima de 40°C, uma das maiores temperaturas de todo o território nacional neste dia, empatando com o interior do Nordeste. A umidade mínima na capital tocantinense cai para apenas 20% durante a tarde, deixando o ar bastante seco, enquanto os ventos sopram entre fracos e moderados, ganhando rajadas justamente no período mais quente do dia, vindas de nordeste e norte.
Manaus (AM) também segue com calor intenso, com máxima de 37°C e mínima de 27°C, mas o dia traz instabilidade adicional: há previsão de chuva isolada tanto pela manhã quanto à tarde, quando o céu fica mais carregado de nuvens antes de abrir novamente à noite.
Porto Velho (RO) e Rio Branco (AC) seguem um padrão parecido de instabilidade, com chuva isolada ao longo de praticamente todo o dia, da manhã até a noite em Rio Branco; a umidade máxima pode chegar a 96%, uma das mais altas registradas no país nesta terça-feira, com máxima de 30°C e mínima de 20°C.
Belém (PA) tem manhã e noite mais estáveis, sob céu de muitas nuvens, mas ganha previsão de chuva isolada especificamente à tarde, quando os ventos também ficam um pouco mais intensos, soprando entre fracos e moderados. A máxima na capital paraense fica em 35°C.
Já Boa Vista (RR) e Macapá (AP) despontam como as capitais mais tranquilas de toda a região neste dia: Boa Vista tem possibilidade de chuva isolada apenas durante a manhã, evoluindo para tempo estável no restante do dia, com máxima de 37°C, enquanto Macapá segue com muitas nuvens ao longo de todo o dia, sem qualquer previsão de chuva, e máxima de 34°C. Os ventos na região variam bastante, entre calmos e moderados, dependendo da capital e do período do dia observado.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioO dólar encerrou a segunda-feira (14) em alta de 0,4%, cotado a R$ 5,14. A moeda norte-americana chegou a operar acima desse nível ao longo do pregão, mas perdeu força e terminou a sessão longe das máximas. O valor é o maior registrado pela divisa desde o dia 1º de setembro.
O movimento ocorreu em meio ao aumento da aversão ao risco nos mercados internacionais. A alta do petróleo, provocada pelo agravamento das tensões geopolíticas no Oriente Médio e pelos riscos de interrupção no fornecimento da commodity, aumentou a preocupação dos investidores com a inflação global. O petróleo Brent chegou a se aproximar dos 110 dólares por barril durante a sessão.
Para analistas, a semana de decisões sobre juros tende a ser intensa, com diferentes fatores influenciando o comportamento da moeda. Além da pressão provocada pelo petróleo, o mercado também acompanha o movimento das taxas dos títulos de longo prazo dos Estados Unidos.
A chamada “Super Quarta”, marcada para 16 de setembro, concentra as decisões de juros do Federal Reserve, nos Estados Unidos, e do Banco Central, no Brasil. A perspectiva de mudanças nas taxas aumenta a cautela dos investidores e pode contribuir para a volatilidade do câmbio.
O cenário externo também tem pressionado os títulos do Tesouro norte-americano. Nesta segunda-feira, o rendimento do Treasury de dez anos chegou a 5,017%, maior nível desde outubro de 2023, em meio às preocupações com a inflação provocada pelo petróleo mais caro.
Das 31 moedas mais líquidas acompanhadas pelo mercado, apenas três registraram valorização frente ao dólar, sinalizando que a alta da moeda norte-americana foi amplamente disseminada no exterior.
O euro, por sua vez, encerrou o pregão cotado a R$ 5,93.
A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.
| Código | BRL | USD | EUR | GBP | JPY | CHF | CAD | AUD |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| BRL | 1 | 0,1942 | 0,1684 | 0,1441 | 29,9847 | 0,1588 | 0,2700 | 0,2724 |
| USD | 5,1488 | 1 | 0,8660 | 0,7408 | 154,38 | 0,8176 | 1,3904 | 1,4007 |
| EUR | 5,9362 | 1,1547 | 1 | 0,8554 | 178,26 | 0,9441 | 1,6054 | 1,6175 |
| GBP | 6,9501 | 1,3499 | 1,1690 | 1 | 208,39 | 1,1035 | 1,8767 | 1,8908 |
| JPY | 3,33515 | 0,647731 | 0,56095 | 0,479881 | 1 | 0,5296 | 0,90060 | 0,90732 |
| CHF | 6,2975 | 1,2232 | 1,0593 | 0,9062 | 188,83 | 1 | 1,7006 | 1,7133 |
| CAD | 3,7031 | 0,7192 | 0,6229 | 0,5329 | 111,04 | 0,5881 | 1 | 1,0073 |
| AUD | 3,6715 | 0,7140 | 0,6182 | 0,5288 | 110,22 | 0,5837 | 0,9926 | 1 |
Os dados são da Investing.com.
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