26/05/2024 15:40h

Norte do Amazonas, do Pará, Roraima e Amapá com alerta de chuvas intensas

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Instituto Nacional de Meteorologia alerta para o período de chuvas intensas em toda a faixa que vai do centro-norte do Amazonas e Pará. Os estados de Roraima e Amapá também têm previsão de grandes volumes de chuva nesta segunda-feira. No Norte, o tempo fica firme apenas no estado do Acre, Tocantins e sudeste do Pará.
A previsão se mantém à tarde e à noite.

Apesar da chuva forte, o calor continua nos estados. Os termômetros podem chegar aos 34°C, em Boa Vista (RR), e aos 35°C, em Macapá (AP), Belém (PA), Manaus (AM). Já em Porto Velho (RO) a temperatura mínima fica em 16ºC e 22ºC em Palmas (TO).

As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia

Lívia Braz, o tempo e a temperatura.
 

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26/05/2024 15:32h

Previsão de chuva apenas para o Sul de MS, onde há perigo potencial de chuvas mais volumosas

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Tempo seco e quente, característico desta época do ano, deve predominar em grande parte da região Centro-Oeste. A previsão do Instituto Nacional de Meteorologia, o Inmet, para esta segunda-feira, é de sol com altas temperaturas durante o dia e grande amplitude térmica — já que os termômetros devem variar muito entre as madrugadas mais frescas e os dias mais quentes. Não há previsão de chuva para todos os estados do Centro-Oeste — com exceção de Mato Grosso do Sul, onde pode chover forte neste começo de semana.

No sul do estado há um alerta emitido pelo Inmet sobre fortes chuvas que podem superar os 50 milímetros, com possibilidade de rajadas de vento. 

Os termômetros podem chegar aos 28°C, em Cuiabá (MT) e aos 21°C, em Campo Grande. 

Mínimas de 15°C, em Goiânia (GO) — e 13°C, em Brasília (DF).

As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia

Lívia Braz, o tempo e a temperatura.
 

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26/05/2024 15:30h

Litoral Paulista tem alerta de chuvas intensas. Previsão de chuva também para Rio De Janeiro, Espírito Santo. Em Minas chove no sul de na Zona da mata

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A semana começa com previsão de chuva em boa parte do Sudeste. O Instituto Nacional de Meteorologia emitiu alerta de perigo potencial por conta do grande volume de chuva em toda a faixa litorânea do estado de São Paulo. Cidades como Bertioga, Caraguatatuba e Guarujá têm chuvas que podem ultrapassar os 100 milímetros por dia. 

No restante do estado paulista há previsão de tempo nublado com chuva em áreas isoladas. No norte de São Paulo o tempo fica seco e quente. Mesma previsão para Minas Gerais: chove no sul do estado e na Zona da Mata. Já nas outras regiões, tempo firme e calor. 
Em todo o estado do Rio de Janeiro e Espírito Santo há previsão de chuva que vai da manhã até a noite. 

Os termômetros não passam dos 21°C em São Paulo (SP) e 26ºC em Vitória (ES), já a mínima fica em 17º C no Rio de Janeiro (RJ) e em Belo Horizonte (MG).

As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia

Lívia Braz, o tempo e a temperatura.
 

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26/05/2024 15:30h

Inmet alerta para perigo de chuvas intensas e mais volumosas em PE, PA, CE, PI e MA

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O início da semana será marcado por chuva em todo o litoral nordestino. Na faixa que vai do Sul da Bahia até o Maranhão. Com alerta para chuvas intensas na faixa litorânea que vai de Pernambuco, passando pelo Paraíba, Ceará, Piauí e Maranhão. 

Segundo o alerta do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) a chuva pode chegar até 50 milímetros por dia com ventos variando entre 40 e 60 km/h; Apesar disso, é baixo o risco de corte de energia e de queda de galhos de árvores. Nas demais áreas do interior Nordestino, previsão de tempo firme e seco, com altas temperaturas ao longo de toda a segunda-feira. 

Os termômetros podem chegar aos 29°C, em São Luís (MA), 28ºC em Natal (RN) e 32ºC em Fortaleza (CE).

Mínimas de 24°C, em Aracaju (SE) e em Salvador (BA).

As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia

Lívia Braz, o tempo e a temperatura.
 

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26/05/2024 00:02h

Além disso, 70,2% da população que reside em moradias sem acesso à rede de distribuição de água tratada está abaixo da linha de pobreza, aponta Trata Brasil

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Os serviços de saneamento básico em áreas rurais apresentam ainda mais desafios do que em áreas urbanas. É o que mostra o estudo A vida sem saneamento: para quem falta e onde mora essa população?, do Instituto Trata Brasil ,ao revelar que 6 em cada 10 moradias rurais não têm acesso à rede de água. 

O ambientalista e professor da Universidade de Brasília (UnB) José Francisco Gonçalves lamenta essa situação. Ele diz que o Brasil precisa levar a pauta do saneamento básico para todas as regiões, principalmente em áreas mais afetadas pela falta dos serviços.

“Não é possível mais, no século XXI, existirem casas sem água potável e sem rede coletora da água utilizada nesses domicílios — sejam eles domésticos ou comerciais e industriais. Isso tudo são atributos que estão previstos a serem alcançados até 2030. E isso requer com que muitos setores, tanto os setores produtivos brasileiros quanto o setor público, tenham compromissos e, por que não, possam se unir dentro de uma mesma política apartidária”, observa.

Conforme o levantamento, do total das moradias brasileiras com privação de acesso à rede de distribuição de água tratada, 35,8% estavam em áreas urbanas e 64,2% em áreas rurais, indicando uma inadequação maior das moradias deste meio.

Além disso, 70,2% da população que reside em moradias sem acesso à rede de distribuição de água tratada está abaixo da linha de pobreza, identificou o estudo.

Um cenário ainda maior

Ao analisar um panorama de maneira mais ampla, as estatísticas da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Continuada (PNADC)  — que também participou do estudo— indicam que, em 2022, 8,916 milhões de moradias não estavam ligadas à rede geral de abastecimento de água tratada. O número corresponde a 12% do total de residências no país, afetando 27,270 milhões de pessoas. O Nordeste concentra a maior parte delas — 35%. Um total de 3,117 milhões residências em 2022. 

Na opinião do técnico de planejamento e pesquisa na Diretoria de Estudos e Políticas Regionais, Urbanas e Ambientais (Dirur) do Ipea, Gesmar Rosa dos Santos, as fragilidades estruturantes do setor nas áreas rurais, principalmente no Norte e Nordeste, onde o esgotamento sanitário é conhecido pelo grande déficit de atendimento, dificultam a oferta de saneamento básico adequado.

“Saneamento é infraestrutura. É caro e as pessoas não conseguem, não têm conhecimento em sua casa, pessoas mais simples do meio rural, aí você imagina quilombolas, seringueiros, ribeirinhos, outros povos tradicionais, têm muita dificuldade de entender o que fazer, achar a tecnologia mais adequada, dar manutenção e fazer o projeto para fazer uma instalação”, avalia.

O especialista ressalta: “Custam milhares de reais para fazer um sistema melhorado de esgotamento sanitário e de abastecimento de água”. 

O Congresso Nacional aprovou, em 2020, o Novo Marco Legal do Saneamento. A lei nº 14.026/2020 tem o objetivo de aperfeiçoar os serviços no Brasil e ainda garantir que 99% da população tenha água potável disponível e 90%, coleta e tratamento de esgotos até 2033.  
 

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26/05/2024 00:01h

O MAPA já publicou o Zoneamento Agrícola de Risco Climático (ZARC) para a cultura da soja, ano safra 2024/2025

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Os agricultores que seguem as recomendações do Zoneamento Agrícola de Risco Climático (ZARC) — estudo que identifica regiões e épocas de menor risco climático para o plantio e semeadura das culturas — já podem se organizar para o período de semeadura. O Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA), instituído pelo Decreto 9.841/2019, já publicou o zoneamento agrícola da soja. Segundo o advogado especialista em direito agrário Francisco Torma, o zoneamento é uma ferramenta que permite definir um calendário propício para o plantio de algumas culturas agrícolas.

“É o período que permite ao produtor identificar a melhor época para plantar, levando em conta a região do país, a cultura e os diferentes tipos de solos”, explica.

De acordo com o especialista, após o estudo da área é produzido um calendário com as melhores datas para cada região. “Quanto mais informações forem disponibilizadas, quanto mais informações o produtor tiver sobre as condições ambientais, mais assertivo será o calendário agrícola”, reforça.

Para o analista de mercado de Safras & Mercado Luiz Fernando Gutierrez Roque, “o objetivo é direcionar e trazer informações para os produtores semearem, plantarem, produzirem nas épocas corretas em cada região, em cada estado, para tentar diminuir o risco fora dessas janelas”, ressalta

Conforme Gutierrez, mesmo com situações climáticas não esperadas, ainda assim o período estabelecido é o que apresenta menor probabilidade de perdas: “Não quer dizer que não possa ter problemas climáticos, é óbvio que pode, mas dentro dessas janelas a gente tem, teoricamente, um menor risco, principalmente climático nesse sentido”, analisa.

De acordo com o Ministério da Agricultura, a soja, por exemplo, ao simular a probabilidade de perdas, acontece em torno de 20%, 30% e 40%, devido à ocorrência de eventos meteorológicos adversos.

Confira aqui os períodos de vazio sanitário e de calendário de semeadura de soja em nível nacional, referentes à safra 2024/2025.

Estados para zoneamento

O advogado especialista em direito agrário Francisco Torma diz que a escolha dos estados para o zoneamento agrícola leva em consideração, além dos atributos climáticos, fatores como condições do solo.

“A soja, por exemplo, tem um calendário que evita que sua colheita seja muito tardia e coincida com a chegada do frio, situação climática que não é adequada a esta cultura. Precisam ser unidades federativas que apresentem cultura e variações climáticas consideráveis”, esclarece.

O engenheiro agrônomo Charles Dayer acrescenta mais um fator. Ele destaca que os estados escolhidos foram aqueles com maior produção. “Essas regiões foram separadas pensando na questão da produtividade — e se você faz um extrato elas vão ter um clima semelhante entre si”, analisa.

Estados para zoneamento agrícola

  • Rio de Janeiro
  • Goiás
  • Mato Grosso
  • Mato Grosso do Sul
  • Bahia
  • Maranhão
  • Piauí
  • Acre
  • Pará
  • Rondônia
  • Tocantins
  • Minas Gerias
  • São Paulo
  • Paraná
  • Rio Grande do Sul
  • Santa Catarina
  • Distrito Federal.  

Brasil e o potencial de produção

Na opinião do analista de mercado de Safras & Mercado Luiz Fernando Gutierrez Roque, a produção agrícola brasileira tem um grande potencial para exportação. Segundo Roque, as condições climáticas e territoriais colocam o Brasil em uma posição de destaque.

“Tem um ambiente, tem uma geografia favorável à produção de soja na maior parte do país, ou em grande parte do país. Tem terras para serem abertas, digamos assim, ou exploradas nos próximos anos”, salienta.

O engenheiro agrônomo Charles Dayer ainda acrescenta: “O Brasil já tem questão de maquinaria agrícola desenvolvida, tecnologia de semente desenvolvida, a técnica dos produtores é desenvolvida — então o Brasil é uma potência mundial em produção de soja. Essa ferramenta pode ajudar a manter ou elevar, até dependendo da situação, a produtividade”, observa.

O Ministério da Agricultura e Pecuária alerta que os agricultores que seguem as recomendações do ZARC estão menos sujeitos aos riscos climáticos e podem ser beneficiados pelo Programa de Garantia da Atividade Agropecuária (Proagro) e pelo Programa de Subvenção ao prêmio do Seguro Rural (PSR). Conforme a pasta, muitos agentes financeiros só liberam o crédito rural para cultivos em áreas zoneadas.

Para ter acesso aos indicativos do ZARC, os produtores podem consultar a plataforma “Painel de Indicação de Riscos” ou no aplicativo móvel Zarc Plantio Certo, disponível nas lojas de aplicativos:  iOS e Android. 


 

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25/05/2024 16:10h

A temperatura pode variar entre 16ºC e 38ºC

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Domingo (26) com chuvas no Norte

Confira agora a previsão do tempo no seu estado. 

Acre

Domingo (26) com tempo encoberto em todo o Acre e sem previsão de chuva. 

Amapá

A previsão é de pancadas de chuva acompanhadas por trovoadas isoladas em todo o Amapá. 

Amazonas

Neste domingo (26), chuvas são esperadas em todo o Amazonas, sendo mais fortes no norte e centro amazonense. 

Pará

Pancadas de chuva são esperadas no Baixo Amazonas, Marajó, Metropolitana de Belém e nordeste paraense. Chuvas brandas no sudoeste do estado e microrregiões de Tucuruí e Paragominas. 

Rondônia

Domingo (26) sem previsão de chuvas em Rondônia. Muitas nuvens em Porto Velho e Ariquemes. Nas demais localidades do estado, tempo aberto.    

Roraima

A previsão é de pancadas de chuva acompanhadas por trovoadas isoladas em todo o estado de Roraima.

Tocantins

Domingo (26) com tempo encoberto e sem chuvas em todo o estado. 

Temperatura mínima e máxima na região

A temperatura mínima fica em torno de 16°C, no município de Santa Isabel do Rio Negro, no Amazonas, e a máxima prevista é de 38°C, em Jacareacanga, no Pará. A umidade relativa do ar varia entre 35% e 95%.

As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia.
 

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25/05/2024 16:00h

A temperatura pode variar entre 14ºC e 36ºC

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Para este domingo (26), chuvas são esperadas em todos os estados do Nordeste

Confira agora a previsão do tempo no seu estado. 

Alagoas

Para este domingo (26), a previsão é de chuva isolada em grande parte de Alagoas, com exceção das microrregiões de Serrana do Sertão Alagoano, Alagoana do Sertão do São Francisco e Santana do Ipanema, onde não há previsão de chuva.

Bahia

Previsão de chuva isolada no sul e nordeste baiano e metropolitana de Salvador. Tempo encoberto nas demais localidades da Bahia.  

Ceará 

Domingo (26) com pancadas de chuva no noroeste e norte cearense e metropolitana de Fortaleza. Chuvas isoladas em Jaguaribe. No sul e centro-sul cearense, poucas nuvens. 

Maranhão

Pancadas de chuva são esperadas no norte maranhense e microrregiões de Gurupi, Pindaré, Baixo Parnaíba Maranhense, Chapadinha, Médio Mearim, Codó e Coelho Neto. Chuvas brandas no Alto Mearim e Grajaú e Caxias.

Paraíba

Domingo (26) com tempo encoberto em toda a Paraíba. Chuvas isoladas são esperadas no agreste e na mata paraibana. 

Pernambuco

Para este domingo (26) a previsão é de chuva isolada no agreste e mata pernambucana e metropolitana de Recife. Em Araripina, Salgueiro, Petrolina e Itaparica, poucas nuvens. 

Piauí

Previsão de pancadas de chuva no norte e centro-norte piauiense. Nas demais localidades do Piauí, tempo ensolarado. 

Rio Grande do Norte

Domingo (26) com chuva isolada em grande parte do Rio Grande do Norte, com exceção das microrregiões de Serra de São Miguel, Pau dos Ferros, Seridó Ocidental e Oriental, onde não há previsão de chuva.     

Sergipe

Domingo (26) com chuva isolada em quase todo o estado, com exceção das cidades de Canindé de São Francisco e Poço Redondo, onde não há previsão de chuva.

Temperatura mínima e máxima na região

A temperatura mínima fica em torno de 14°C, no município de Mucugê, na Bahia — e a máxima prevista é de 36ºC, na cidade de Tutóia, no Maranhão. A umidade relativa do ar varia entre 55% e 100%.

As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia.
 

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25/05/2024 15:54h

A temperatura pode variar entre 9ºC e 37ºC

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Domingo (26) com chuvas em todo o Mato Grosso do Sul. 

Confira agora a previsão do tempo no seu estado. 

Distrito Federal

Domingo (26) com tempo encoberto e sem chuvas no Distrito Federal.

Goiás

A previsão é de muitas nuvens em todo o estado de Goiás. Chuvas isoladas são esperadas no sul goiano. 

Mato Grosso

A previsão para este domingo (26) é de chuva apenas nos municípios de Apiacás, Alto Araguaia e Alto Taquari. Tempo encoberto nas demais regiões do estado. 

Mato Grosso do Sul

Domingo (26) com tempo encoberto e chuvas isoladas em todo o Mato Grosso do Sul. 

Temperatura mínima e máxima na região

A temperatura mínima fica em torno de 9°C, em Paranhos, no Mato Grosso do Sul — e a máxima prevista é de 38ºC, na cidade de Apiacás, no Mato Grosso. A umidade relativa do ar varia entre 30% e 95%.

As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia.
 

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25/05/2024 15:50h

A temperatura pode variar entre 11ºC e 31ºC

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Domingo (26), com previsão de chuva em todos os estados do Sudeste.

Confira agora a previsão do tempo no seu estado. 

Espírito Santo

A previsão para este domingo (26) é de tempo encoberto e chuva isolada em todo o Espírito Santo. 

Minas Gerais

Tempo encoberto em todo o estado de Minas Gerais. Chuvas isoladas são esperadas no Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba, oeste, sul e sudoeste de Minas, Campo das Vertentes e Zona da Mata e microrregiões de Almenara, Nanuque e Aimorés. 

Rio de Janeiro

Domingo (26) com tempo nublado e pancadas de chuva em todo o estado do Rio de Janeiro.

São Paulo

Domingo (26) chuvoso em todo o estado de São Paulo. Pancadas de chuva são esperadas no vale do paraíba, macro metropolitana, Campinas e Piracicaba.

Temperatura mínima e máxima na região

A temperatura mínima fica em torno de 11°C, em Guapiara, em São Paulo, e a máxima prevista é de 31ºC, em Santa Fé de Minas, em Minas Gerais. A umidade relativa do ar varia entre 40% e 100%.

As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia.
 

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25/05/2024 00:07h

Neste episódio o cirurgião Vascular, Manoel Lobato fala sobre a má circulação nas pernas causada por obstrução arterial

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As dores nas pernas são ocorrências comuns e podem se tornar mais frequentes com o avançar da idade. Uma situação específica que muitas pessoas enfrentam é conhecida como claudicação intermitente, caracterizada pela dificuldade de caminhar ou realizar exercícios, que melhora com o repouso. Isso ocorre devido à má circulação nas pernas, especialmente nas artérias responsáveis por levar o sangue para essa região.


A obstrução arterial consiste no estreitamento das artérias, ou seja, o cano que leva o sangue e o oxigênio para o corpo, vai aos poucos sendo entupido até o momento em que totalmente obstruído. O resultado disso é que as células e tecidos que dependem do sangue dessa artéria que está com problema, começam a ter menos sangue, nutrientes e oxigênio e passam a sofrer com os sintomas, que vai depender da artéria afetada. A obstrução arterial pode acontecer em qualquer artéria do corpo. 


Principais sintomas 


O primeiro sintoma da obstrução das artérias dos membros inferiores é justamente a dor para caminhar, a chamada claudicação intermitente, geralmente ela começa alguns minutos após o início da caminhada. É semelhante a uma câimbras na panturrilha que começa após algumas dezenas de metros caminhados e piora progressivamente, até que a pessoa precise parar de caminhar. Alguns minutos após a parada, a pessoa sente um alívio da dor e consegue caminhar novamente. Isso acontece porque ao sair do repouso os músculos necessitam de mais nutrientes, oxigênio e precisam então de mais sangue. Como as artérias que levam este sangue estão obstruídas, elas não conseguem levar a quantidade necessária de sangue para aquele músculo aí vem a dor. 


A pele fica mais seca e descamativa, o membro pode ficar mais gelado que o normal e à medida que o problema evolui, a artéria vai ficando cada vez mais fechada e a dor passa a ocorrer até mesmo durante o repouso, sem fazer exercício algum.


No estágio final, o sangue não chega no tecido e começa a morrer, então surgem feridas que normalmente ocorrem nas extremidades do corpo, como nos dedos e no pé. Pode ainda surgir necrose e gangrena do membro, que é quando uma ferida com necrose evolui para infecção. Como você deve imaginar, não devemos esperar chegar nessa fase para procurar o médico.


Fatores de risco 


O mecanismo principal responsável pela obstrução arterial é a aterosclerose, que consiste em um processo de formação de placas ricas em colesterol, cálcio e células inflamatórias na parede das artérias. Isso acontece em praticamente todos os adultos, alguns mais e outros menos, mas sabemos que quem tem determinados problemas de saúde terá maior risco de formação dessas placas. Segue os sete principais fatores de risco:

  • Diabetes;
  • Tabagismo;
  • Hipertensão arterial; 
  • Colesterol alto;
  • Obesidade;
  • Sedentarismo; 
  • Casos na família; 
  • Idade avançada.


Diagnóstico 


Para realizar o diagnóstico do problema, é levado em conta as queixas do paciente e o exame físico, irá avaliar a pele, temperatura da pele e principalmente o pulso. Quando a circulação é normal, é possível sentir os pulsos nas artérias das pernas, atrás dos joelhos ou mesmo nos pés, quem tem problemas de obstrução nas artérias das pernas, deixam de ter um ou mais pulsos nas artérias das pernas ou no pé. Nos casos suspeitos, exames como ultrassom com doppler podem confirmar o diagnóstico. 


Tratamento 

  • O primeiro passo é tratar dos fatores de risco;
  • Se o paciente fuma, é essencial parar de fumar. Além disso, o controle da pressão arterial, diabetes e do colesterol podem parar a evolução da doença; 
  • Perder peso e uma dieta balanceada também são muito importantes;
  • A prática de exercícios físicos, principalmente a caminhada e musculação para as pernas, podem estimular a formação de novos vasos arteriais que vão criar caminhos paralelos para que o sangue possa reverter a situação da doença. 


Nos casos mais graves em que essas medidas não são suficientes para controlar a doença e feridas nos pés e nas pernas acabam aparecendo, é necessário a realização de procedimentos cirúrgicos para desobstruir a circulação e existem dois tipos de cirurgias nesses casos:

 

  1. Endovascular: popularmente conhecida como a desobstrução dos vasos por um cateterismo ou angioplastia. Nessa técnica, é utilizado uma espécie de balão para abrir a circulação por dentro dos vasos;
  2. Ponte de veia safena nas artérias dos membros inferiores: essa cirurgia é mais trabalhosa e mais demorada que a endovascular, por isso é a segunda opção no tratamento das obstruções arteriais. 


Quando as cirurgias para restauração da circulação arterial dos membros inferiores não tem sucesso, a falta de circulação acaba provocando uma piora da ferida nas pernas com piora da dor e muitas vezes, a amputação dos membros, acaba sendo indicada como a última opção para salvar a vida do paciente, já que essas feridas podem evoluir como uma infecção muito grave.


É importante estar atento aos sintomas e procurar orientação médica para investigar a causa e buscar o tratamento adequado.


Para mais informações, assista ao vídeo no canal Doutor Ajuda no youtube.

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25/05/2024 00:05h

O inventário permite identificar os impactos das atividades operacionais, além de estabelecer estratégias, planos e metas para a redução das emissões de GEE

O Instituto Brasileiro de Mineração (IBRAM) lança no próximo dia 28 de maio, a partir das 10h, a nova edição do Inventário de Emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE) do setor mineral 2024 – Ano base 2022, no SHIS QI 12 conjunto zero casa 4 – Brasília (DF). O documentário é considerado crucial para que as organizações contribuam efetivamente para o combate às mudanças climáticas. O inventário permite identificar os impactos das atividades operacionais, além de estabelecer estratégias, planos e metas para a redução das emissões de GEE. Esta publicação orientará ações futuras, promovendo estratégias de desenvolvimento de baixo carbono.

O primeiro inventário lançado pelo IBRAM sobre GEE ocorreu em 2009, seguido de uma edição atualização em 2012. O inventário desse ano conta com a parceria da Way Carbon e traz aperfeiçoamentos na metodologia e destaca o maior envolvimento das mineradoras associadas e demais do setor. A mineração brasileira abraçou a causa da transição energética e tem intensificado sua atuação em sintonia com este objetivo. “O Inventário de GEE de 2024 será um avanço para o setor definir as melhores estratégias para ações futuras de descarbonização de suas atividades”, diz o diretor-presidente do IBRAM, Raul Jungmann.

Para Jungmann, a mineração tem papel fundamental na busca por soluções sustentáveis, de modo a contribuir decisivamente para o desenvolvimento da economia verde. As mineradoras associadas ao IBRAM já realizam há anos programas voltados à mitigação dos GEE, de ampliação de uso deenergia limpa, entre outras iniciativas. Este movimento setorial está entre os compromissos da Agenda ESG da Mineração do Brasil, que o Instituto e seus associados desenvolvem nos últimos anos. As inscrições para acompanhar o lançamento do inventário de GEE do IBRAM podem ser feitas pelo https://ibram-eventos.com.br/enrollment/F/lancamento-inventario-setorial-gee-na-mineracao/71.

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O Índice de Confiança do Consumidor (ICC), divulgado pelo FGV Ibre, apontou queda de 4,0 pontos no mês de maio, chegando a 89,2 pontos, após duas subidas consecutivas.

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Dados divulgados pela FGV IBRE, nesta sexta-feira (24), revelam que o Índice de Confiança do Consumidor (ICC) apresentou queda de 4,0 pontos, fechando o mês de maio em 89,2 pontos. O resultado veio após duas altas seguidas.

Em maio, a tendência de queda foi pressionada pelas expectativas em relação aos próximos meses, enquanto nas avaliações sobre o momento atual ocorreu estabilidade. De acordo com o levantamento, o Índice de Expectativas teve redução de 6,7 pontos, para 95,5 pontos. Trata-se do menor nível desde dezembro de 2022, quando o patamar estava em 94,6 pontos. Por outro lado, o Índice da Situação Atual ficou estagnado, em 80,6 pontos.

Segundo Anna Carolina Gouveia, economista e pesquisadora do FGV IBRE, a forte queda do índice foi a maior desde setembro de 2021, quando houve um recuo de mais de 6,0 pontos. 

“As expectativas vinham gerando em torno da neutralidade, ou seja, os consumidores já não estão nem tão pessimistas, nem tão otimistas — e agora com o forte recuo das expectativas esse indicador passou para um patamar de pessimismo moderado. Esse resultado está muito atrelado aos acontecimentos no Sul, que levam ao aumento da incerteza quanto à economia local e à economia como um todo”, explica Gouveia.

Para Renan Gomes de Pieri, economista da FGV-SP, resta saber se esse efeito ficará restrito a maio deste ano ou se permanecerá pelo restante do ano.

“É natural que a percepção do consumidor sobre economia possa variar, de mês a mês, por fatores pontuais relacionados àquele mês. Muitas vezes um mês em que as vendas do varejo foram melhores pode tornar os empreendedores mais otimistas, um mês que gera mais empregos pode tornar as pessoas mais favoráveis à economia. E especificamente no mês de maio a percepção do consumidor está atrelada à economia futura, com os consumidores esperando um cenário um pouco menos favorável do que anteriormente”, aponta.

Entre os quesitos que compõem o ICC, o que mede o ímpeto de compras de bens duráveis foi o que mais contribuiu para o recuo da confiança no mês, ao cair 8,3 pontos, para 78,8 pontos. Já a estabilidade nas avaliações sobre o momento foi notada na percepção acerca da economia local, onde o indicador ficou em 92,3 pontos, após duas altas seguidas.  


 

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25/05/2024 00:03h

Especialista dá dicas de como usar o dinheiro da segunda parcela

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Os aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) já começaram a receber a segunda parcela do 13° salário. Até o dia 7 de junho, mais de 33,6 milhões de segurados receberão o pagamento, de acordo com o último dígito do Número de Inscrição Social (NIS).

O pagamento da segunda parcela para os segurados que recebem um salário mínimo (R$ 1.412)  já foi iniciado. Aqueles que têm renda superior ao mínimo começarão a receber a partir do dia 3 de junho.

Confira o calendário completo:

 

A presidente do Conselho Regional de Contabilidade, Sucena Hummel, recomenda que os segurados verifiquem suas dívidas e suas despesas variáveis e fixas, utilizando o dinheiro recebido para organizar a vida financeira.

“Se tiver alguma dívida, dê prioridade no pagamento, principalmente aquelas que possuem taxas de juros elevadas. Planeje as suas despesas anuais pensando no IPVA, IPTU, seguro saúde. E se possível, se sobrar uma reserva, identificar e fazer um investimento para ter uma reserva de emergência. É muito importante organizar e quitar dívidas, para que as pessoas não fiquem pagando juros altos”, destaca.

Como acessar os valores?

O extrato com os valores está disponível no portal e no aplicativo Meu INSS.

Quem não possui acesso à internet pode consultar os valores e o calendário pelo telefone 135. O atendimento está disponível de segunda a sábado, das 7h às 22h.

Rio Grande do Sul

Devido às chuvas intensas e enchentes que atingiram o Rio Grande do Sul, os pagamentos aos segurados que recebem benefícios assistenciais e previdenciários, que seriam creditados de 24 de maio a 7 de junho, já começaram a ser pagos na sexta-feira (24).

Caso a agência bancária da localidade esteja fechada, recomenda-se verificar nos canais de atendimento do banco uma unidade alternativa ou mais próxima para assistência.

As informações são do Ministério da Previdência.

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25/05/2024 00:02h

De acordo com a proposta, a isenção valerá para as microempresas com receita anual de R$ 96 mil. O programa está em análise na Câmara dos Deputados.

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O projeto de lei complementar que busca desobrigar microempresas com receita bruta anual de até R$ 96 mil dos impostos do Simples Nacional, por 5 anos, foi aprovado pela Comissão de Indústria, Comércio e Serviços da Câmara dos Deputados. Trata-se do PLP 35/23, de autoria do deputado José Medeiros (PL-MT).

O deputado Jorge Goetten (PL-SC), relator do Projeto, recomendou a aprovação em seu voto. “A proposta busca proporcionar um alívio fiscal para os pequenos negócios que, em razão da pandemia de Covid-19, foram severamente afetados. O incentivo fiscal proposto deverá auxiliar na geração de empregos e de renda”, apontou. 

Segundo o economista Otto Nogomi, do Instituto de Ensino e Pesquisa INSPER, dois aspectos importantes devem ser considerados. “Será importante estabelecer mecanismos eficazes de monitoramento e fiscalização para garantir que as empresas não abusem da isenção — e que ela seja aplicada de forma justa e eficiente. E o segundo é que a isenção por 5 anos deve ser analisada no contexto de longo prazo, considerando se as microempresas estarão preparadas para enfrentar a carga tributária normal após o período de isenção", afirma.

Hoje, o faturamento anual que permite o enquadramento no regime simplificado de tributação é de até R$ 360 mil para as microempresas e de até R$ 4,8 milhões para as pequenas.

Na opinião de Juliana Diniz, microempreendedora de 40 anos de Brasília (DF), dona de uma empresa de entrega de bebidas, o projeto é muito válido e realmente compensatório por tudo que os responsáveis por pequenos negócios passaram durante a pandemia  — e até mesmo durante esse primeiro ano pós-pandemia.

"Eu acho muito justo, inclusive, é uma forma compensatória. Esse ano nós já tivemos o reajuste do Simples Nacional, de R$ 60 para pouco mais de R$ 80, então, isso vai ajudar muito de forma a dar um incentivo maior porque, nós, MEI, já temos uma renda, digamos, limitada, por sermos micro empresários. Então qualquer R$ 70,00 que a gente tenha que pagar por mês, já faz a diferença no final do ano”, aponta.

O que esperar?

A proposta ainda deve ser analisada pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania, da Câmara dos Deputados. Depois, seguirá para o Plenário  onde poderá ser votada para futura implementação.

 

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25/05/2024 00:01h

Nos últimos dez anos, foram R$ 639 bilhões de prejuízos, sem contar com as enchentes ocorridas no Rio Grande do Sul, aponta CNM

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Os desastres decorrentes de ocorrências com chuvas — ciclones, tempestades, enchentes, inundações, vendavais, alagamentos e deslizamentos de terra — colocam o país em estado de alerta. Só nos primeiros meses do ano, o Brasil teve mais de R$ 32 bilhões em prejuízos causados por desastres naturais. Os dados foram apresentados pelo presidente da Confederação Nacional de Municípios (CNM), Paulo Ziulkoski, durante coletiva de imprensa para apresentar a XXV Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios.

O presidente da CNM disse que os impactos econômicos e sociais podem ser menores com políticas de gestão urbana e prevenção do risco de desastres. Ele cita uma pesquisa da própria CNM que comprova isso.

“2474 municípios não receberam recursos nem da União nem dos estados para auxiliar em ações de prevenção de eventos climáticos extremos, seca, inundações, alagamentos, deslizamentos, encosta, entre outros. Até incêndios também. Então isso aqui é uma resposta efetiva lá na ponta”, lamenta.

Com o tema “Pacto Federativo: um olhar para a população desprotegida”, o encontro destacou as dificuldades enfrentadas pelos municípios e a necessidade de conseguir mais apoio para cumprir com os compromissos.

Dados da CNM revelam que, nos últimos dez anos, os desastres causaram R$ 639 bilhões de prejuízos, sem contar com as enchentes ocorridas no Rio Grande do Sul. O estudo aponta que todos os municípios do Brasil tiveram eventos da natureza nos últimos meses. Foram mais de 64 mil decretos de emergência ou calamidade e 418 milhões de pessoas afetadas, sendo 2.667 mortes, 925 milhões de desabrigados e 4,1 milhões de desalojados. 

“Foram R$ 81 bilhões de prejuízo aos cofres públicos e o governo só autorizou o repasse de R$ 9 bilhões”, denunciou o presidente da CNM.

O advogado especialista em direito previdenciário André Luiz Moro Bittencourt ressalta que, além disso, o país pode ter impacto também no sistema de contribuição social,causado por problemas decorrentes de um desastre natural.

“Uma série de pessoas vão fechar seus estabelecimentos. Não tem como reconstruir todo aquele pátio fabril ou outras situações que o seu comércio necessita. Vai ter que pensar agora em como pagar suas contas, em como fazer os encerramentos dos contratos de trabalho.Então isso vai gerar um problema econômico e vai gerar uma situação desfavorável para as contas da previdência”, lembra.

“Quanto menos empregos a gente tem, menos contribuições sociais são vertidas, menos dinheiro entra. O equilíbrio e o avanço da economia ele está intimamente ligado com o avanço das contas da Previdência Social”, reforça o advogado.

Marcha dos prefeitos

Entre os dias 20 e 23 de maio, representantes dos governos municipais de todo o país se encontraram em Brasília para mais uma edição da Marcha dos Prefeitos. A 25⁰ edição aborda o tema “Pacto Federativo: um olhar para a população desprotegida”. Organizado pela Confederação Nacional de Municípios (CNM), o  evento reuniu prefeitos de todo o país, para discutir e reivindicar melhorias nas políticas públicas e na distribuição de recursos federais.
 

 

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24/05/2024 20:29h

Brasil trocou experiência com outros países e abre espaço para discussões futuros sobre Segurança Hídrica, Todos os participantes do Fórum se mostraram preocupados com o Rio Grande do Sul e atentos com os efeitos das mudanças climáticas no mundo.

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Preparação para os desafios com as intensas mudanças climáticas, gestão dos recursos e empreendimentos hídricos, ações de revitalização de bacias hidrográficas, cooperação na gestão de água que abastece mais de um país, utilização de tecnologias sociais para levar água, em quantidade e qualidade aos que mais precisa. Esses foram os temas debatidos pelo Governo Federal, representado pelo Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA), Ministério das Relações Exteriores, entre outros, e representantes de governos de outros países, no 10º Fórum Mundial da Água, realizado entre os dias 20 e 24 de maio, em Bali, na Indonésia.

Representando o ministro Waldez Góes, em missão para dar assistência à população gaúcha, afetada pelas enchentes, esteve presente o secretário Nacional de Segurança Hídrica, Giuseppe Vieira, mostrou-se satisfeito com o evento. “Foi uma semana muito produtiva, onde toda a delegação brasileira trabalhou ativamente. Participamos de vários painéis e assistimos a diversas experiências. Teve novidade da criação do Pavilhão Latino-Americano, para ficarmos ainda mais próximos dos nossos vizinhos”, avaliou os trabalhos.

“Uma grande conquista foi a criação do Conselho Latino-Americano da Água, que foi muito bem vista pelas autoridades do Conselho Mundial da Água, para que possamos garantir que as estratégias na América Latina tenham um espaço a serem debatidas, sejam com relação à gestão unilateral dos recursos hídricos, mas, principalmente, nas áreas transfronteiriças, por subsolo ou superficial”, disse Giuseppe.

A chefe da Assessoria Especial de Assuntos Internacionais, Renata Carvalho. acrescentou que o Fórum foi um momento histórico, um importante rumo a uma gestão sustentável e coordenada dos recursos hídricos na nossa região. "No conselho, os nossos interesses, enquanto região, serão discutidos, e poderemos compartilhar mais do que os nossos desafios, como também as boas práticas que conseguimos implementar”, acrescentou Renata. Carvalho.

Programa Água Doce

Criado em 2004, o Programa Água Doce tem por objetivo garantir uma política pública permanente de acesso à água de qualidade para o consumo humano, por meio do aproveitamento sustentável de águas subterrâneas salobras e salinas, no semiárido brasileiro.

Para isso, é preciso estabelecer cuidados técnicos, ambientais e sociais na implantação e gestão de sistemas de dessalinização, levando-se em consideração a presença de sais nas águas subterrâneas dessa região. Desde a criação do Programa Água Doce, foram investidos R$ 434 milhões, beneficiando 250 mil pessoas, são disponibilizados 4 milhões de litros de água potável por dia em dez estados diferentes. São eles de Alagoas, Bahia, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Sergipe, Rio Grande do Norte e norte de Minas Gerais.

“É uma ação extremamente importante, porque o Programa Água Doce aproveita poços perfurados, onde a água não está em condição de ser consumida pela população por conta do alto índice de salinidade. Nós instalamos dessalinizadores a partir do mapeamento desses poços. O equipamento transforma aquela água, que até então não poderia ser consumida, em água em condições de consumo”, destaca o secretário Nacional de Segurança Hídrica.

Em razão da realidade do semiárido brasileiro, que sofre problemas pela escassez de água, em alguns lugares do país, a alternativa que tem para poder abastecer a população é perfurando poços artesianos. "Temos água em abundância, mas, na região semiárida brasileira, entre os estados do Nordeste e o norte de Minas Gerais, por exemplo, isso não ocorre”, explicou o secretário.

Gestão das águas transfronteiriças

O MIDR também participou de reuniões a respeito de cooperação na gestão de água que abastece mais de um país, como na cooperação binacional entre Brasil e Uruguai na governança da Bacia da Lagoa Mirim, na Bacia do Prata, que atende pessoas do Argentina, Bolívia, Brasil, Paraguai e Uruguai, o Sistema Aquífero Guarani, entre outros.

O Sistema Aquífero Guarani é gerido por Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai. O objetivo do projeto é ajudar os quatro países a acelerar a implementação das ações regionais propostas e estabelecer os quadros de coordenação técnica e as ferramentas essenciais para o cumprimento das disposições do Aquífero Guarani. A implementação, com ações regionais, aumenta o conhecimento do Sistema Aquífero Guarani e permite um entendimento mais completo de seu funcionamento.

“A questão da hidrodiplomacia foi bastante abordada durante o Fórum e ficou demonstrado que o Brasil tem uma excelente governança em seus projetos, sem deixar a desejar a nenhum dos outros países, porém um ponto que vale ressaltar e precisa ser aprimorado é o contato com a população que vive na área, fazer uma mobilização social maior e envolvê-los, enquanto estivermos realizando projetos futuros”, comentou a diretora de Revitalização de Bacias e Planejamento de Segurança Hídrica do MIDR, Fernanda Ayres.

Outras trocas de experiência

O pontapé foi dado para diversas ações, a partir dessa semana de trocas de experiências e estudos:  “Fomos convidados também por organismos internacionais, por governos de outros países para fazermos inúmeras reuniões bilaterais. Diversas ações serão desenvolvidas, após a articulação de novas parcerias com países da Europa, do Oriente Médio também. Todos painéis e debates fizeram com que a gente refletisse bastante e será de fundamental relevância para tratarmos no Conselho Nacional de Recursos Hídricos retomado este ano pelo presidente Lula”, disse Giuseppe.

“Apresentamos também para o mundo iniciativas que nosso país é protagonista e consegue inspirar também na busca por soluções com relação à disponibilidade hídrica, como no caso do Programa Água Doce, nas agendas de revitalização de bacias e de potencializar a agricultura irrigada, devido ao grande potencial que nosso país tem para ampliar essa política pública, além da ações da ANA na questão de controle do uso da água e da situação das bacias por todo o nosso país”, completou o secretário Nacional de Segurança Hídrica.

Sobre o futuro, a chefe da Assessoria Especial de Assuntos Internacionais comemorou “Fizemos agendas também para a prevenção de enchentes, de desastres naturais, todo mundo no Fórum se mostrou preocupado com o Rio Grande do Sul, mas, também, atentos com os efeitos das mudanças climáticas, que tem acometido nosso país e vários outros no mundo. Tanto no Fórum, quanto no Conselho Latino-Americano estão sendo debatidos em alto nível estratégias comuns para aumentar a resiliência e reduzir as perdas e danos. Além disso, vale mencionar a atenção de todos os países, prestando condolências com o que está ocorrendo no Rio Grande do Sul”, finalizou Renata Carvalho.

Fonte: MIDR

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24/05/2024 20:10h

A temperatura pode variar entre 14ºC e 37ºC

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Para este sábado (25), há previsão de chuva apenas em algumas localidades da região Nordeste. 

Confira agora a previsão do tempo no seu estado. 

Alagoas

O sábado (25) começa com tempo encoberto em todo o estado. Possibilidade de chuva no leste e agreste alagoano. Durante a tarde, não há previsão de chuva no estado. À noite, chuvas isoladas no município de Maragogi. 

Bahia

O dia começa com possibilidade de chuva na metropolitana de Salvador e microrregiões de Alagoinhas, Entre Rios, Valença e Ilhéus-Itabuna. Durante a tarde, chuvas isoladas na metropolitana de Salvador e microrregiões de Alagoinhas, Entre Rios, Valença, Jequié, Serrinha e Feira de Santana. À noite, não há previsão de chuva no estado. 

Ceará 

Este sábado (25) começa com tempo aberto em todo o Ceará. Durante a tarde, chuvas são esperadas na faixa litorânea cearense. No sul do estado, o céu continua com poucas nuvens. À noite, o tempo fica encoberto e sem chuvas em todo o estado.

Maranhão

O dia começa com possibilidade de chuva nas microrregiões do Litoral Ocidental Maranhense e Gurupi. Poucas nuvens em Gerais de Balsas, Chapadas das Mangabeiras, Chapadas do Alto Itapecuru e Caxias. Durante a tarde, chuvas isoladas são esperadas no norte, oeste e microrregião do Baixo Parnaíba Maranhense. À noite, as chuvas são previstas apenas no norte e oeste maranhense. 

Paraíba

O sábado (25) começa com chuva isolada na mata paraibana. Poucas nuvens nas demais localidades do estado. Durante a tarde, o tempo fica encoberto em toda a Paraíba. À noite, chuvas isoladas são esperadas apenas na mata e agreste paraibano.

Pernambuco

Este sábado (25) começa com chuva isolada na metropolitana de Recife e mata pernambucana. Muitas nuvens no agreste pernambucano e tempo aberto nas demais localidades do estado. Durante a tarde não há previsão de chuva no estado. À noite, chuvas isoladas são esperadas no agreste e mata pernambucana e metropolitana de Recife. 

Piauí

O dia começa com tempo aberto em todo o Piauí. Durante a tarde, chuvas isoladas no norte do estado. Muitas nuvens no centro-norte piauiense e poucas nuvens nas demais localidades do estado. À noite, não há previsão de chuvas no estado. Muitas nuvens no norte e centro-norte do Piauí. 

Rio Grande do Norte

O sábado (25) começa com tempo aberto em quase todo o Rio Grande do Norte. Apenas no município de Natal, o tempo fica nublado e com chuva. Durante a tarde, o tempo fica encoberto e há  previsão de chuva no leste potiguar e microrregiões de Mossoró, Vale do Açu, Macau e Baixa Verde. À noite, o tempo continua encoberto, mas sem previsão de chuvas. 

Sergipe

Este sábado (25) começa com tempo encoberto em todo o estado de Sergipe. Possibilidade de chuva no leste e agreste sergipano. Durante a tarde, chuvas isoladas são esperadas nas cidades de Tobias Barreto, Itabaianinha, Tomar do Geru, Umbaúba, Santa Luzia do Itanhy, Estância e Indiaroba. À noite, o tempo fica encoberto e sem previsão de chuvas. 

Avisos meteorológicos

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) alerta para perigo potencial de acumulado de chuvas na faixa litorânea de Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco e Alagoas, atingindo cidades como Parnaíba (PI), Fortaleza (CE), Natal (RN), João Pessoa (PB). Recife (PE) e Maceió (AL).

Temperatura mínima e máxima na região

A temperatura mínima fica em torno de 14°C, no município de Mucugê, na Bahia — e a máxima prevista é de 37ºC, na cidade de Sobral, em Fortaleza. A umidade relativa do ar varia entre 55% e 100%.

As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia.
 

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24/05/2024 19:32h

A temperatura pode variar entre 2ºC e 22ºC

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Domingo (26) com possibilidade de geada nos estados da região Sul.

Confira agora a previsão do tempo no seu estado. 

Paraná

A previsão para este domingo (26) é de chuva isolada em grande parte do Paraná. Possibilidade de geada no sudoeste paraense e microrregião de Palmas. Sem chuvas em Guarapuava, Cascavel, Prudentópolis, Irati, União da Vitória e São Mateus do Sul.

Santa Catarina

Domingo (26) com possibilidade de geada no oeste catarinense e Serrana. Chuvas isoladas são esperadas apenas nas cidades de São Francisco do Sul, Itapoá, Garuva e Campo Alegre.

Rio Grande do Sul 

Possibilidade de geada no noroeste, centro ocidental e sudoeste gaúcho. Muitas nuvens nas microrregiões de Osório e Litoral Lagunar. Nas demais localidades do estado, poucas nuvens.

Temperatura mínima e máxima na região

A temperatura mínima fica em torno de 2°C, no município de Aceguá, no Rio Grande do Sul — e a máxima prevista é de 22ºC, na cidade de Cruzeiro do Oeste, no Paraná. A umidade relativa do ar varia entre 50% e 100%.

As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia.
 

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24/05/2024 19:16h

A temperatura pode variar entre 17ºC e 38ºC

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Sábado (25) com fortes chuvas em estados da Região Norte

Confira agora a previsão do tempo no seu estado. 

Acre

O sábado (25) começa com tempo encoberto em todo o Acre. Possibilidade de chuva na microrregião de Cruzeiro do Sul. Durante a tarde, chuvas isoladas são esperadas em todo o estado. À noite, chuvas isoladas são esperadas apenas nas cidades de Mâncio Lima e Rodrigues Alves.

Amapá

O dia começa com tempo nublado em todo o Amapá. Pancadas de chuva nas cidades de Oiapoque, Calçoene, Serra do Navio, Pedra Branca do Amapari e Laranjal do Jari. Nas demais cidades do estado, apenas há possibilidade de chuva. Durante a tarde e à noite, as fortes chuvas são acompanhadas por trovoadas isoladas em todo o Amapá. 

Amazonas

O sábado (25) começa com tempo encoberto em todo o Amazonas. Pancadas de chuvas acompanhadas por trovoadas isoladas são esperadas no norte, sudoeste e centro amazonense. No sul do estado, há apenas possibilidade de chuva. Durante a tarde, as chuvas atingem todo o estado, sendo mais fortes no norte e centro amazonense. À noite, apenas nas microrregiões de Purus e Boca do Acre não têm previsão de chuva. 

Pará

O dia começa com muitas nuvens em todo o Pará. Pancadas de chuva são esperadas na microrregião de Óbidos. Possibilidade de chuva nas demais localidades do estado, com exceção do sudeste paraense, onde não há previsão de chuva. Durante a tarde e à noite, as pancadas de chuva atingem todo o Baixo Amazonas, Marajó e metropolitana de Belém. Chuvas isoladas em Itaituba.

Rondônia

O sábado (25) começa com muitas nuvens em todo o estado de Rondônia. Pancadas de chuva são esperadas nas microrregiões de Colorado do Oeste, Cacoal e Vilhena. Possibilidade de chuva nas demais regiões do estado. Durante a tarde, as chuvas atingem toda Rondônia, mas são mais fortes no Colorado do Oeste, Cacoal e Vilhena. À noite, não há previsão de chuvas no estado.

Roraima

A previsão para este sábado (25) é de tempo nublado e pancadas de chuva acompanhadas por trovoadas em todo o estado de Roraima. 

Tocantins

O sábado (25) começa com tempo encoberto. Durante a tarde, o céu fica com poucas nuvens. À noite o tempo volta a ficar encoberto. 

Avisos meteorológicos

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) alerta para perigo potencial de queda de temperaturas em todo o Acre e Rondônia, atingindo cidades como Brasiléia (AC) e Cerejeiras (RO).

Também há alerta para perigo potencial de chuvas fortes e ventos intensos no Amazonas, Rondônia, Pará e Amapá, atingindo cidades como Maraã (AM), Boa Vista (RR), Almeirim (PA) e Macapá (AP)

Temperatura mínima e máxima na região

A temperatura mínima fica em torno de 17°C, no município de Uiramutã, em Roraima — e a máxima prevista é de 38°C, em São Félix do Xingu, no Pará. A umidade relativa do ar varia entre 40% e 95%.

As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia.
 

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24/05/2024 18:48h

A temperatura pode variar entre 2ºC e 23ºC

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Sábado (25) com nevoeiro em algumas localidades da região Sul. Há alerta para queda de temperatura em todo o Sul.

Confira agora a previsão do tempo no seu estado. 

Paraná

O sábado (25) começa com muitas nuvens em todo o Paraná. Possibilidade de chuva nas cidades de Guaraqueçaba, Antonina, Paranaguá, Morretes e Guaratuba. Nevoeiro no sudoeste paranaense e na microrregião de Foz do Iguaçu. 

Durante a tarde, o tempo continua encoberto e sem chuvas em todo o estado. À noite, chuvas isoladas na metropolitana de Curitiba.

Santa Catarina

O dia começa com tempo encoberto em toda a Santa Catarina. Nevoeiro nas microrregiões de São Miguel do Oeste, Chapecó, Xanxerê e Concórdia.

Possibilidade de chuva nas cidades de São Francisco do Sul, Itapoá e Garuva.

Durante a tarde, o céu continua com muitas nuvens em todo o estado. À noite, chuvas isoladas são esperadas nos municípios de Itapoá, Garuva, São Francisco do Sul, Joinville, Araquari e Campo Alegre.

Rio Grande do Sul 

Este sábado (25) começa com possibilidade de chuva nas microrregiões de Litoral Lagunar, Jaguarão, Pelotas e Osório. Muitas nuvens com nevoeiro seco no noroeste gaúcho. Possibilidade de geada na campanha central e meridional e Santa Maria. 

Durante a tarde, a possibilidade de chuva continua nas microrregiões de Litoral Lagunar, Jaguarão, Pelotas e Osório. À noite, não há previsão de chuva em nenhuma localidade do estado. 

De acordo com a Defesa Civil do estado, cerca de 469 municípios foram afetados devido aos eventos climáticos ocorridos nos últimos dias.

Avisos meteorológicos

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) alerta para perigo de queda de temperaturas em todos os estados da região Sul, afetando cidades como Pato Branco (PR), Tijucas (SC) e Triunfo (RS).

Temperatura mínima e máxima na região

A temperatura mínima fica em torno de 2°C, no município de Pedras Altas, no Rio Grande do Sul — e a máxima prevista é de 23ºC, na cidade de Siqueira Campos, no Paraná. A umidade relativa do ar varia entre 50% e 100%.

As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia.
 

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24/05/2024 17:50h

A temperatura pode variar entre 9ºC e 37ºC

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Sábado (25) com alerta para queda de temperaturas no Centro-Oeste. Possibilidade de chuva em algumas localidades da região

Confira agora a previsão do tempo no seu estado. 

Distrito Federal

Sábado (25) com tempo encoberto durante o dia e à noite.

Goiás

O dia começa com tempo encoberto em todo o estado. Durante a tarde, há possibilidade de chuva no sul goiano. À noite, chuvas isoladas são esperadas nas cidades de Itumbiara, Cachoeira Dourada, Inaciolândia, Gouvelândia, Quirinópolis, Paranaiguara, Itarumã, Cachoeira Alta, Caçu e Itajá. 

Mato Grosso

O sábado (25) começa com tempo encoberto em todo o estasdo. Possibilidade de chuva nas cidades de Alto Araguaia, Alto Taquari, Itiquira, Alto Garças e Pedra Preta. Durante a tarde, há possibilidade de chuva no sudeste mato-grossense e nas microrregiões de Aripuanã, Alta Floresta, Alto Teles Pires e Arinos. À noite, há possibilidade de chuva apenas na cidade de Apiacás.

Mato Grosso do Sul

Durante a manhã e à tarde deste sábado (25), a previsão é de tempo encoberto. Possibilidade de chuva nas microrregiões de Alto Taquari, Cassilândia e Paranaíba. À noite, chuvas isoladas nas cidades de Cassilândia, Inocência, Paranaíba e Aparecida do Taboado. 

Avisos meteorológicos

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) alerta para perigo potencial de queda de temperaturas em Mato Grosso do Sul, Mato Grosso e Goiás, atingindo cidades como Aquidauana (MS), Cuiabá (MT) e Rio Verde (GO). 

Temperatura mínima e máxima na região

A temperatura mínima fica em torno de 9°C, em Sete Quedas, no Mato Grosso do Sul — e a máxima prevista é de 37ºC, na cidade de Colniza, no Mato Grosso. A umidade relativa do ar varia entre 40% e 90%.

As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia.

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24/05/2024 17:46h

A temperatura pode variar entre 10ºC e 35ºC

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Sábado (25) com alerta para chuvas e vendaval no Sudeste.

Confira agora a previsão do tempo no seu estado. 

Espírito Santo

A previsão para este sábado (25) é de tempo encoberto em todo o Espírito Santo. 

Minas Gerais

O dia começa com tempo encoberto em todo o estado de Minas Gerais. Possibilidade de chuva nas cidades de Frutal, São Francisco de Sales, Iturama, Carneirinho e Limeira do Oeste. Durante a tarde, há possibilidade de chuva no Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba, oeste, sul e sudoeste de Minas e Campo das Vertentes. À noite, a possibilidade de chuva continua e pancadas de chuvas são esperadas no sul e sudoeste de Minas.

Rio de Janeiro

O sábado (25) começa com tempo encoberto em todo o estado do Rio de Janeiro. Possibilidade de chuva no sul fluminense. Durante a tarde e à noite, há possibilidade de chuva são esperadas nas microrregiões de Baía da Ilha Grande, Itaguaí, Rio de Janeiro e Lagos. 

São Paulo

O dia começa com tempo encoberto em todo o estado de São Paulo. Possibilidade de chuva no litoral sul e vale do paraíba paulista, metropolitana de São Paulo, São José do Rio Preto e Araraquara. Durante a tarde, pancadas de chuva são esperadas no litoral sul e vale do paraíba paulista, metropolitana de São Paulo. Nas demais localidades do estado, há possibilidade de chuva. À noite, pancadas de chuva são esperadas no vale do paraíba, metropolitana de São Paulo, macro metropolitana, Campinas, Piracicaba, Araraquara e Ribeirão Preto. 

Avisos meteorológicos

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) alerta para perigo potencial de vendaval em todo o Rio de Janeiro e Espírito Santo, atingindo cidades como Domingos Martins (ES) e Santo Antônio de Pádua (RJ).

Também há alerta para perigo potencial de chuvas fortes e ventos intensos em todo o estado de São Paulo, atingindo cidades como Amparo.

Temperatura mínima e máxima na região

A temperatura mínima fica em torno de 10°C, em Barra do Turvo, em São Paulo, e a máxima prevista é de 35ºC, em Cachoeiro do Itapemirim, no Espírito Santo. A umidade relativa do ar varia entre 30% e 100%.

As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia.
 

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24/05/2024 10:01h

MIDR apresenta na 25ª Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios suas iniciativas para enfrentar e diminuir a incidência de desastres no país

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Os desastres provocados pelas mudanças climáticas foram destaque na 25ª Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios, recepcionada em Brasília, entre os dias 20 e 24 de maio. Com o painel "Desafios Municipais no Enfrentamento das Mudanças Climáticas", a secretária Nacional de Desenvolvimento Regional e Territorial do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), Adriana Melo, representou o ministro Waldez Góes, que se encontra do Rio Grande do Sul no enfrentamento dos desastres climáticos, que atingem mais de 93% do território gaúcho, para apresentar as ações do Ministério para diminuir os impactos dos desastres para a população brasileira.

Durante o debate, a secretária do MIDR, Adriana Melo, destacou as várias vertentes que são trabalhadas dentro do Ministério para prevenção e para diminuir os impactos dos desastres. “O MIDR tem assumido uma abordagem abrangente em relação às mudanças climáticas em todas as suas iniciativas. Isso inclui a promoção de infraestrutura verde e resiliente, reconhecendo seu papel fundamental na provisão de estruturas sólidas para municípios e estados.

A secretária também acrescentou: "O Ministério está comprometido com o desenvolvimento produtivo sustentável, incentivando cadeias de valor que promovam a produção sem degradar o meio ambiente, especialmente na agricultura. Também valoriza o fortalecimento das capacidades locais e a cooperação da Defesa Civil Nacional, que desempenha um papel crucial no Sistema Nacional de Resposta a Desastres, garantindo uma rápida e eficaz resposta em situações de crise".

Para o prefeito de Mutum, Minas Gerais, Claudinei Freitas, que passou por um desastre no início desde ano, preparar os prefeitos para esses desastres é importante. “Esta é uma realidade que está cada vez mais presente em nossos municípios, especialmente quando se trata de secas e, agora mais recentemente, das enchentes. No início do ano, enfrentamos enchentes que desalojaram pessoas, destruíram pontes e causaram grandes prejuízos financeiros para nossa comunidade. O painel foi de grande utilidade para nos mantermos atualizados e saber onde buscar ajuda nestes momentos críticos, além de nos incentivar a trabalhar na prevenção", explicou o prefeito de Mutum.

A mesa também contou com a participação de Marina da Silva, ministra de estado do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Paulo Ziulkoski, presidente da CNM, Ludovino Lopes, consultor do Banco Mundial, Aldo Rebelo, secretário de Relações Internacionais de São Paulo e relator do código florestal brasileiro, Peter Von Bolen Und Halbach, ceo da VBH, Maria Teresa Uille, presidente do Instituto Clima, e o prefeito de Guaporé/RS, Valdir Carlos Fabris.

Virada Municipalista

Com o início da 25ª Marcha dos prefeitos, o  MIDR abre as portas para receber os prefeitos, oferecendo um espaço para esclarecimentos sobre segurança hídrica, desenvolvimento regional e territorial, fundos e instrumentos financeiros, além de proteção e defesa civil. Os atendimentos que foram iniciados no dia 20 de maio irão até sexta-feira, 24, na sede do MIDR.

Para o prefeito de Buritis, em Rondônia, Roni Irmãozinho, que compareceu ao MIDR, nesta terça-feira (21), para pleitear a construção de pontes, galerias fluviais, patrulhas mecanizadas e infraestrutura, ter acesso a esse atendimento é de grande valia. “A participação do Governo Federal na Marcha dos Prefeitos, trazendo soluções para os problemas que enfrentamos em nossos municípios do Brasil, é de extrema importância”, informou

Fonte: MIDR

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24/05/2024 08:10h

Imunizante protege contra a cepa em maior circulação hoje — a XBB. Grupos prioritários — crianças até 5 anos, idosos e gestantes — devem receber a vacina que protege contra casos graves da doença

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O Distrito Federal já começou a vacinação contra o Covid-19 com o novo imunizante da fabricante Moderna. A vacina monovalente protege contra a cepa XBB — em maior circulação atualmente, segundo o Ministério da Saúde. As 32,8 mil doses de reforço para os grupos prioritários estão sendo aplicadas de segunda a sexta-feira nas unidades de saúde (consultar aqui).

A empreendedora Elis Cristina Martins, de 35 anos, moradora da Ponte Alta do Gama, Distrito Federal, nunca teve Covid. Tomou todas as doses da vacina que previne a doença. Ela atribui o fim da pandemia à ciência e aos avanços da medicina.

“Com essas vacinas, podemos circular livremente, sem a necessidade de máscaras, com menos preocupações. É nosso dever fazer nossa parte mantendo nosso cartão de vacinas completo. É um gesto mínimo de responsabilidade”, enfatiza. 

Nova vacina contra Covid-19: distribuição nacional das doses

Ao todo, o Ministério da Saúde comprou 12,5 milhões de doses de imunizantes e iniciou a distribuição às 27 unidades da federação. Número que, conforme informa o Ministério, será suficiente para atender a todos que precisam neste momento. E avisa que  não vão faltar doses para o público prioritário.

O diretor do Departamento do Programa Nacional de Imunizações, Eder Gatti, ressalta a proteção que o novo imunizante oferece.
“Estamos trazendo uma vacina nova que tem uma cobertura para o tipo de vírus mais atual, que mais circula neste momento. É uma vacina cuja plataforma é de RNA mensageiro. Ela é segura e ela traz proteção contra uma cepa omicron que circula mais”.

Nova vacina contra Covid-19: público-alvo

O público-alvo da vacinação contra a Covid-19 é formado por crianças — de seis meses até menores de cinco anos. E também adultos dos grupos prioritários — maiores 60 anos, pessoas com comorbidades, gestantes e puérperas, trabalhadores da saúde, indígenas e quilombolas, além de população privada de liberdade ou quem vive em abrigos.

Desde janeiro deste ano, a vacinação contra a Covid-19 para esse público prioritário faz parte do Calendário Nacional de Vacinação. Além disso, o Ministério da Saúde passou a recomendar uma dose anual ou semestral para grupos prioritários com cinco anos de idade ou mais e maior risco de desenvolver formas graves da doença, independentemente do número de doses prévias recebidas.

 Quem nunca recebeu uma dose de vacina contra Covid-19 — e quiser se imunizar — pode começar o esquema a qualquer momento, com a recomendação de receber duas doses, com intervalo de 28 dias entre elas. Para isso, basta levar documento de inscrição com foto a uma unidade de saúde.

O presidente da Sociedade Mineira de Infectologia, Adelino de Melo Freire Júnior, reforça que as vacinas vão sendo atualizadas de acordo com as novas cepas dos vírus que circulam, como o que acontece com a vacina da gripe anualmente. Por isso, os grupos mais vulneráveis precisam estar com a vacinação em dia para não contrariem a doença.

 “Essa nova vacina que chega é uma atualização necessária, porque o vírus evoluiu e as vacinas anteriores deixam de ter uma proteção tão eficiente. Então, a vacina nova que está chegando é necessária para a gente se proteger de forma mais ativa contra o vírus que circula hoje”, afirma  Adelino de Melo Freire Júnior.

Para mais informações sobre Covid-19, acesse: www.gov.br/saude.
 

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24/05/2024 08:00h

Nova vacina contra Covid-19 será aplicada no público prioritário. Vacinas como Influenza e Poliomielite também serão oferecidas à população.

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O estado do Ceará já começou a vacinação contra o Covid-19 com o novo imunizante da fabricante Moderna. A vacina monovalente protege contra a cepa XBB — em maior circulação atualmente, segundo o Ministério da Saúde. No sábado, 25, será o Dia D da vacinação — que chama o público prioritário a se imunizar contra a nova vacina da Covid. E o público em geral para atualizar a caderneta com doses de outras vacinas, como Poliomielite e Influenza, por exemplo. 

A coordenadora de imunização do Ceará, Ana Karine Carneiro, explica a importância dos grupos prioritários fazerem a adesão à campanha. 

“Eles são considerados de maior risco para o adoecimento, maior vulnerabilidade. É importante que esses grupos prioritários possam buscar a vacinação, esse processo da atualização, aproveitando que os mesmo grupos prioritários da Influenza são os da Covid. É uma oportunidade de otimizar as estratégias de vacinação”.

Segundo a Secretaria de Saúde estadual, o Ministério enviou um primeiro lote com 108 mil doses do imunizante monovalente, que está sendo distribuído para os 184 municípios do estado — de acordo com os critérios populacionais previstos pela pasta. Cada cidade deve executar suas estratégias de vacinação de acordo com a realidade local.

 Nova vacina contra Covid-19: distribuição nacional das doses

Ao todo, o Ministério da Saúde comprou 12,5 milhões de doses de imunizantes e iniciou a distribuição às 27 unidades da federação. Número que, conforme informa o Ministério, será suficiente para atender a todos que precisam neste momento. E avisa que  não vão faltar doses para o público prioritário.

O diretor do Departamento do Programa Nacional de Imunizações, Eder Gatti, ressalta a proteção que o novo imunizante oferece.

“Estamos trazendo uma vacina nova que tem uma cobertura para o tipo de vírus mais atual, que mais circula neste momento. É uma vacina cuja plataforma é de RNA mensageiro. Ela é segura e ela traz proteção contra uma cepa omicron que circula mais”.

Nova vacina contra Covid-19: público-alvo

O público-alvo da vacinação contra a Covid-19 é formado por crianças — de seis meses até menores de cinco anos. E adultos dos grupos prioritários — maiores de 60 anos, pessoas com comorbidades, gestantes e puérperas, trabalhadores da saúde, indígenas e quilombolas, além de população privada de liberdade ou quem vive em abrigos.

Desde janeiro deste ano, a vacinação contra a Covid-19 para esse público prioritário faz parte do Calendário Nacional de Vacinação. Além disso, o Ministério da Saúde passou a recomendar uma dose anual ou semestral para grupos prioritários com cinco anos de idade ou mais e maior risco de desenvolver formas graves da doença, independentemente do número de doses prévias recebidas.

 Quem nunca recebeu uma dose de vacina contra covid-19 — e quiser se imunizar — pode começar o esquema a qualquer momento, com a recomendação de receber duas doses, com intervalo de 28 dias entre elas. Para isso, basta levar documento de inscrição com foto a uma unidade de saúde.

O presidente da Sociedade Mineira de Infectologia, Adelino de Melo Freire Júnior, reforça que as vacinas vão sendo atualizadas de acordo com as novas cepas dos vírus que circulam — como o que acontece com a vacina da gripe anualmente. Por isso, os grupos mais vulneráveis precisam estar com a vacinação em dia para não contraírem a doença.

 “Essa nova vacina que chega é uma atualização necessária, porque o vírus evoluiu e as vacinas anteriores deixam de ter uma proteção tão eficiente. Então, a vacina nova que está chegando é necessária para a gente se proteger de forma mais ativa contra o vírus que circula hoje”, afirma Adelino de Melo Freire Júnior.

Para mais informações sobre Covid-19, acesse: www.gov.br/saude.
 

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24/05/2024 01:08h

As maiores altas ficaram por conta das ações da Suzano e das Lojas Renner, com tiveram saltos de 3,68% e 2,21%, respectivamente

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O índice da bolsa de valores brasileira (Ibovespa) começou as negociações desta sexta-feira (24) cotado aos 124.615 pontos. O patamar foi registrado após queda de 0,82%.

O índice começou o último dia em baixa e foi pressionado pelo cenário de frustração no mercado financeiro provocado pelos dados econômicos dos Estados Unidos.

As maiores altas ficaram por conta das ações da Suzano e das Lojas Renner, com tiveram saltos de 3,68% e 2,21%, respectivamente. 

Já as baixas mais expressivas foram percebidas em ações da MRV, com queda de 4,79%; e do grupo Carrefour, com recuo de 4,50%. 

O volume total negociado na B3 foi de R$ 22 bilhões.

Os dados da bolsa de valores brasileira podem ser consultados no site da B3. 
 

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24/05/2024 01:07h

Em relação aos quilos dos frangos congelado e resfriado, houve estabilidade nos preços. O primeiro segue comercializado a R$ 7,02 e o segundo a R$ 7,29

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A cotação do boi gordo apresentou queda de 0,54%, nesta sexta-feira (24). Com o resultado, a arroba de 15 quilo do produto passou a custar R$ 222,50, no estado de São Paulo. 

Em relação aos quilos dos frangos congelado e resfriado, houve estabilidade nos preços. O primeiro segue comercializado a R$ 7,02 e o segundo a R$ 7,29. Para os dois produtos, as regiões de referência são da Grande São Paulo, São José do Rio Preto e Descalvado.

A carcaça suína especial também não sofreu alteração no preço e a mercadoria é comercializada a R$ 10,09, em atacados da Grande São Paulo.  Para o quilo do suíno vivo, a tendência foi de estabilidade na maioria dos estados analisados pelo Cepea, como é o caso do Rio Grande do Sul, onde o produto é vendido a R$ 6,27. Já no Paraná, houve aumento e a mercadoria custa R$ 6,50. Em Minas Gerais, o registro foi de queda e o produto custa R$ 7,19.

As informações são do Cepea.   


 

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24/05/2024 01:06h

O euro, por sua vez, começou esta sexta-feira (24) cotado a R$ 5,56

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O dólar começou esta sexta-feira (24) cotado a R$ 5,15, após queda de 0,06%. No dia anterior, o câmbio começou com um recuo mais expressivo, mas se restabeleceu depois que pedidos de seguro-desemprego nos Estados Unidos frustraram as expectativas dos investidores. 

O cenário sugeriu uma economia mais aquecida do que o esperado, o que pode causar uma pressão na inflação e reduzir espaço para cortes na taxa de juros do país norte-americano. 

O euro, por sua vez, começou esta sexta-feira (24) cotado a R$ 5,56. 

Os dados são da Companhia Morningstar. 
 

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24/05/2024 01:04h

Para o café robusta, houve redução de 1,93% no preço e a mercadoria é negociada a R$ 1.056,35

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Nesta sexta-feira (24), a saca de 60 quilos do café arábica custa R$ 1.224,54, na cidade de São Paulo, após queda de 1,31%. Para o café robusta, houve redução de 1,93% no preço e a mercadoria é negociada a R$ 1.056,35. Os valores se referem à saca de 60 quilos, preço líquido, à vista, para retirada nas imediações da região produtora de Colatina e São Gabriel da Palha, no Espírito Santo. 

Para o açúcar cristal, em São Paulo, o preço subiu 1,63% e o produto é vendido a R$ 139,44. No litoral paulista, o preço médio, sem impostos, da saca de 50 quilos teve aumento de 4,80%, com a mercadoria negociada a R$ 138,35.

Já a saca de 60 kg do milho apresentou elevação de 0,69% no preço e é negociada a R$ 59,77 para a região de referência de Campinas (SP).

Os valores são do Cepea.  


 

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24/05/2024 01:02h

A tendência de alta também se repetiu no litoral do estado, após aumento de 0,03% no valor do produto, que é vendido a R$ 140,20 em Paranaguá

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Após alta de 0,50% no preço, a saca de 60 quilos de soja passou a ser negociada a R$ 134,86, nesta sexta-feira (24), em diferentes regiões do interior do Paraná. 

A tendência de alta também se repetiu no litoral do estado, após aumento de 0,03% no valor do produto, que é vendido a R$ 140,20 em Paranaguá. 

Já em relação ao trigo, no Paraná, houve aumento de 1,81% no último fechamento, com a tonelada do produto negociada a R$ 1.445,66.

No Rio Grande do Sul, por sua vez, o preço subiu 0,55% e a mercadoria é negociada a R$ 1.328,43, por tonelada. 

Os valores são do Cepea.    

 

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24/05/2024 00:15h

Na fase aguda, provoca febre, dores de cabeça e cansaço. Mas sem tratamento, pode evoluir e afetar órgãos como o coração, intestino e o esôfago. Mas a rede pública oferece diagnóstico e tratamento para a doença de Chagas, uma das 11 doenças determinadas socialmente, que o programa Brasil Saudável, do Governo Federal, pretende eliminar até 2030

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Os primeiros sintomas são comuns a várias doenças: febre, cansaço, dor de cabeça. Mas a doença de Chagas, ainda endêmica na região Norte, pode impactar esôfago, intestino e coração, e levar à morte. O Amapá é o segundo estado com maior incidência da doença no Brasil, atrás apenas do Pará. Segundo o Ministério da Saúde, em 2023, foram 31 infecções pela doença. 

Multissistêmica, a doença de Chagas é caracterizada por uma fase aguda — que pode durar semanas ou meses —, apresentando sintomas leves ou até assintomática. Também existe a fase crônica, como explica o coordenador-geral de Vigilância de Zoonoses e Doenças de Transmissão Vetorial do Ministério da Saúde, Francisco Edilson Ferreira de Lima Júnior.

“Uma vez persistindo, a infecção vai desenvolver uma forma aguda, que pode ser subclínica ou manifestar sinais — como febre. Depois disso, [a infecção] entra numa forma que chamamos de ‘indeterminada’, que não consegue ser identificada — não tem sintomas clássicos. E, após algum tempo, que pode durar anos, pode desenvolver a forma crônica. E essa é uma forma que pode ser tanto cardíaca — que afeta o coração — como digestiva, podendo afetar o esôfago e o intestino. Se a pessoa tratar, tanto na fase aguda como na forma indeterminada, ela pode, sim, eliminar o Trypanossoma cruzi e não desenvolver essa forma crônica”.

Doença de Chagas: transmissão no Amapá

Uma das principais formas de transmissão no Amapá é a oral, no consumo de alimentos contaminados por barbeiro com o Trypanosoma cruzi — devido à falta de higiene e de cuidados no momento do processamento. Em 2023, pelo menos quatro mortes pela doença foram causadas depois da ingestão de açaí natural contaminado com o barbeiro, segundo a Secretaria de Saúde do Amapá. Um problema comum, como explica Rackel Barroso, gerente do Núcleo de Vigilância Ambiental estadual.

“A contaminação na nossa região acontece, na maioria das vezes, por conta de alguma falha no processamento do açaí natural — que é um alimento muito consumido aqui, na região. No momento que o fruto é processado, às vezes de forma muito artesanal, pode haver uma contaminação pelo vetor”. 

Foi justamente dessa forma que a analista administrativa Valéria Lima, de 39 anos, de Macapá, contraiu Chagas. Ela, a filha pequena, o marido e outras 14 pessoas. Todos participavam de uma festa no interior do estado. Comeram açaí artesanal e, poucos dias depois, os sintomas apareceram. 

A primeira a sentir os sinais foi a própria Valéria: febre alta por mais de 10 dias seguidos. O resultado do exame demorou e só no décimo oitavo dia, já internada e tomando soro, que veio o diagnóstico. Mas assim que o tratamento começou, os sintomas cederam. “No terceiro dia de medicação, já sumiu a febre, sumiram as manchas”, relata.

“Como foi descoberta logo no começo, a medicação já começa a fazer efeito. Tive nada e só precisei fazer check-up anual. Hoje, faço a cada dois anos. Tenho uma vida normal”. 

A gerente da Vigilância Ambiental Rackel Barroso explica como a população pode se prevenir contra essa forma de transmissão da doença de Chagas.  

“Primeiro, evitar essa maneira [de consumir o produto] que não passa por todas as etapas de processamento, inclusive o branqueamento — que é um choque térmico que o fruto passa no momento do preparo. E também pela catação, que é uma esteira de tratamento onde se põe o fruto e embaixo caem todas as sujidades, ou seja, aquilo que a gente não quer que esteja no alimento”, orienta a gerente. 
 
A gestora ainda indica que a população procure locais de processamento do fruto que tenham licença de Vigilância Sanitária e cumpram todas as etapas de cuidado e certificação do preparo do açaí. 

Além da transmissão oral, há também a vetorial, pela picada do barbeiro infectado, permitindo a entrada do parasita Trypanosoma cruzi na corrente sanguínea. Há uma terceira forma de transmissão, a vertical, quando a gestante infectada por Trypanosoma cruzi pode passar para o bebê durante a gestação ou no parto. 
Para evitar que o barbeiro entre em casa e forme colônias, o Ministério da Saúde recomenda o uso de mosquiteiros ou telas metálicas em janelas e a aplicação de inseticidas residuais realizada por equipe técnica habilitada. Também preconiza o uso de repelentes, roupas de mangas longas, durante atividades noturnas em áreas de mata.

Doença de Chagas: referência e tratamento no Amapá

No Amapá, o atendimento começa sempre na Atenção Primária, ou seja, em uma das Unidades Básicas de Saúde (UBS) dos municípios. O médico pede um exame específico que deve ser realizado no Laboratório Central de Saúde Pública do Amapá (Lacen).  Com o resultado em mãos, a pessoa retorna ao médico na UBS. Caso positivo, o encaminhamento é feito a três unidades de referência da doença, em Macapá (AP), para dar início ao tratamento e acompanhamento com especialista. São elas: Hospital de Clínicas Alberto Lima (Hcal), Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Zona Norte e UBS Rubin Aronovitch, onde há um médico infectologista para o atendimento às pessoas com a doença.

O tratamento para as fases aguda e indeterminada da doença dura cerca de 60 dias, feito com Benznidazol em comprimidos, produzido por um laboratório público brasileiro — fornecido exclusivamente pelo SUS. Segundo Francisco Edilson de Lima Júnior, coordenador-geral de Vigilância de Zoonoses e Doenças de Transmissão Vetorial do Ministério da Saúde, quanto antes a pessoa começa a se tratar, maiores as chances de sucesso. 

“O tratamento tem maior eficácia quanto antes for feito. Na forma aguda, tem uma alta eficácia e, também, na forma indeterminada. Na forma crônica, dependendo do estágio que a doença tiver, o tratamento já não vai ter tanto efeito. Os tratamentos para a forma crônica são muito mais úteis para os sintomas”, explica o gestor.

A doença de Chagas é a infecção parasitária que mais mata no Brasil. Autoridades de saúde estimam que a doença de Chagas atinge de um a três milhões de brasileiros atualmente. Boletim epidemiológico do Ministério da Saúde, publicado em abril deste ano, sobre notificações da doença de Chagas, mostra que entre janeiro de 2023 e janeiro de 2024, foram registrados 5,4 mil casos de doença de Chagas, em 710 municípios.

Doença de Chagas: eliminação da doença é um dos objetivos do programa Brasil Saudável

O Ministério da Saúde, por meio do programa Brasil Saudável — que tem como meta a eliminação de 11 doenças socialmente determinadas, entre elas a doença de Chagas—, listou 175 municípios onde o combate aos determinantes sociais relacionados a essas doenças é prioridade. De acordo com as diretrizes do programa, são localidades que possuem altas cargas de duas ou mais doenças ou infecções. A estratégia do programa busca “catalisar e potencializar as ações já existentes e/ou as capacidades de cada Ministério no atendimento às necessidades de populações e territórios mais afetados pelas doenças determinadas socialmente ou sob maior risco”.

“Escolhemos 11, pois são as prevalentes no Brasil. A doença de Chagas, esquistossomose, filariose linfática, geo-helmintíase, malária, oncocercose e tracoma — essas sete são doenças que vamos eliminar — e não ter mais no Brasil, com transmissão igual a zero”, explica o coordenador-executivo do Brasil Saudável e diretor do Departamento de HIV/Aids, Tuberculose, Hepatites Virais e Infecções Sexualmente Transmissíveis do Ministério da Saúde, Draurio Barreira. O gestor completa: “E outras quatro, que não vamos eliminar até 2030 de ter transmissão igual a zero, mas vamos atingir as metas da OMS, que são: tuberculose, aids, hepatites virais e hanseníase”.

Macapá e Serra do Navio são as duas cidades amapaenses prioritárias no Brasil Saudável. A capital possui altas cargas de doença de Chagas, sífilis congênita, HIV/aids, hanseníase e tuberculose. Já o município de Serra do Navio tem cargas elevadas de malária e geo-helmintíases.

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24/05/2024 00:14h

Na fase aguda, provoca febre, dores de cabeça e cansaço. Mas sem tratamento, pode evoluir e afetar órgãos como o coração, intestino e o esôfago. É uma das 11 doenças e infecções socialmente determinadas a terem cargas de transmissão e mortalidade reduzidas, num esforço conjunto de 14 ministérios, o programa Brasil Saudável.

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Os primeiros sintomas são comuns a várias doenças: febre, cansaço, dor de cabeça. Mas a doença de Chagas, ainda endêmica na região Norte, pode impactar esôfago, intestino e coração, e levar à morte. O Amazonas é o terceiro estado com maior incidência da doença no Brasil, atrás apenas do Pará e do Amapá. Segundo o Ministério da Saúde, em 2023, foram 11 infecções pela doença.

Multissistêmica, a doença de Chagas é caracterizada por uma fase aguda — que pode durar semanas ou meses —, apresentando sintomas leves ou até assintomática. Também existe a fase crônica, como explica o coordenador-geral de Vigilância de Zoonoses e Doenças de Transmissão Vetorial do Ministério da Saúde, Francisco Edilson Ferreira de Lima Júnior.

“Uma vez persistindo, a infecção vai desenvolver uma forma aguda, que pode ser subclínica ou manifestar sinais — como febre. Depois disso, [a infecção] entra numa forma que chamamos de ‘indeterminada’, que não consegue ser identificada — não tem sintomas clássicos. E, após algum tempo, que pode durar anos, pode desenvolver a forma crônica. E essa é uma forma que pode ser tanto cardíaca — que afeta o coração — como digestiva, podendo afetar o esôfago e o intestino. Se a pessoa tratar, tanto na fase aguda como na forma indeterminada, ela pode sim eliminar o Trypanossoma cruzi e não desenvolver essa forma crônica”.

Doença de Chagas: transmissão no Amazonas

Uma das principais formas de transmissão no Amazonas é a oral, no consumo de alimentos contaminados por barbeiro com o Trypanosoma cruzi — devido à falta de higiene e de cuidados no momento do processamento. 

Um problema comum, como explica Francisco Edilson Ferreira de Lima Júnior.
“Hoje, temos, em média, notificados cerca de 300 a 400 casos novos agudos no país [por ano]. E imaginamos que pode haver uma subestimativa desse valor por haver alguns pacientes que não diagnosticam e, principalmente, pela forma de transmissão oral — que é ingerindo alimentos que contenham o Trypanosoma cruzi vindo do barbeiro. Ou seja, ou o barbeiro foi triturado junto com o alimento ou que tinha fezes do barbeiro naquele alimento que não foi bem higienizado. Então a contaminação acontece pela forma oral, especialmente na região Norte”.

A pensionista Delma Maria Santos, de 66 anos, tinha o hábito de consumir açaí natural e caldo de cana, sem se preocupar com a procedência desses alimentos. A moradora de Manaus (AM) suspeita que foi desta forma que contraiu Chagas. Ela relata que a forma aguda da doença de Chagas não se manifestou, tampouco teve sintomas. Só descobriu anos mais tarde, durante um exame de rotina. Logo após o diagnóstico, começou o tratamento.

“Tomei o medicamento por 60 dias — um comprimido. Quando terminei, voltei novamente com a doutora e pronto: estava curada e não tomei mais o medicamento. Mas, até hoje, faço acompanhamento, com três exames do coração todo ano. E está tudo bem”, conta a pensionista. 

No caso da transmissão oral, a principal forma de prevenção é a boa higienização dos alimentos, como orienta Francisco Edilson Ferreira de Lima Júnior. “Pois, em geral, isso acontece quando o barbeiro é moído junto com o fruto ou com algo [outro alimento] e a pessoa não viu. Como se trata de um inseto relativamente grande [para identificar] e que se o alimento for bem higienizado, eliminamos grande probabilidade disso [contaminação do alimento] ocorrer”.

Além da transmissão oral, há também a vetorial, pela picada do barbeiro infectado, permitindo a entrada do parasita Trypanosoma cruzi na corrente sanguínea. Há uma terceira forma de transmissão, a vertical, quando a gestante infectada por Trypanosoma cruzi pode passar para o bebê durante a gestação ou no parto.

Para evitar que o barbeiro entre em casa e forme colônias, o Ministério da Saúde recomenda o uso de mosquiteiros ou telas metálicas em janelas e a aplicação de inseticidas residuais realizada por equipe técnica habilitada. Também preconiza o uso de repelentes, roupas de mangas longas, durante atividades noturnas em áreas de mata.

Doença de Chagas: referência e tratamento no Amazonas

No Amazonas, o atendimento referência para doenças tropicais — que inclui a doença de Chagas — é feito na Fundação de Medicina Tropical Heitor Vieira Dourado (FMT-HVD), em Manaus. Mas toda a atenção primária — que inclui Unidades Básicas de Saúde — presente nos municípios brasileiros, está preparada para diagnosticar e tratar a doença. 

O tratamento para as fases aguda e indeterminada da doença dura cerca de 60 dias, feito com Benzimidazol em comprimidos, produzido por um laboratório público brasileiro — fornecido exclusivamente pelo SUS. Segundo Francisco Edilson de Lima Júnior, coordenador-geral de Vigilância de Zoonoses e Doenças de Transmissão Vetorial do Ministério da Saúde, quanto antes o paciente começa a se tratar, maiores as chances de sucesso.

“O tratamento tem maior eficácia quanto antes for feito. Na forma aguda, tem uma alta eficácia e, também, na forma indeterminada. Na forma crônica, dependendo do estágio que a doença tiver, o tratamento já não vai ter tanto efeito. Os tratamentos para a forma crônica são muito mais úteis para os sintomas”, explica o gestor.
A doença de Chagas é a infecção parasitária que mais mata no Brasil. Autoridades de saúde estimam que a doença atinge de um a três milhões de brasileiros atualmente. Boletim epidemiológico do Ministério da Saúde, publicado em abril deste ano, sobre notificações da doença de Chagas, mostra que entre janeiro de 2023 e janeiro de 2024, foram registrados 5,4 mil casos de doença de Chagas, distribuídos em 710 municípios.

Doença de Chagas: doença é um dos alvos do programa Brasil Saudável

O Ministério da Saúde, por meio do programa Brasil Saudável — que tem como meta a erradicação de 11 doenças socialmente determinadas, entre elas a doença de Chagas—, listou 175 municípios onde o combate aos determinantes sociais relacionados a essas doenças é prioridade. De acordo com as diretrizes do programa, são localidades que possuem altas cargas de duas ou mais doenças ou infecções. A estratégia do programa busca “catalisar e potencializar as ações já existentes e/ou as capacidades de cada Ministério no atendimento às necessidades de populações e territórios mais afetados pelas doenças determinadas socialmente ou sob maior risco”.

“Escolhemos 11, pois são as prevalentes no Brasil. A doença de Chagas, esquistossomose, filariose linfática, geo-helmintíase, malária, oncocercose e tracoma — essas sete são doenças que vamos eliminar — e não ter mais no Brasil, com transmissão igual a zero”, explica o coordenador-executivo do Brasil Saudável e diretor do Departamento de HIV/Aids, Tuberculose, Hepatites Virais e Infecções Sexualmente Transmissíveis do Ministério da Saúde, Draurio Barreira. O gestor completa: “E outras quatro, que não vamos eliminar até 2030 de ter transmissão igual a zero, mas vamos atingir as metas da OMS, que são: tuberculose, aids, hepatites virais e hanseníase”.

Barcelos, Lábrea, Uarini, Ipixuna e a capital Manaus são as cinco cidades amazonenses prioritárias no Brasil Saudável. A capital possui altas cargas de doença de Chagas, Sífilis Congênita, Hepatites virais, HIV/Aids, Hanseníase e Tuberculose. Já os outros municípios do estado têm cargas elevadas de Malária e Hanseníase.
 

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24/05/2024 00:06h

Avaliação é da advogada especialista em direito civil Josiane Carvalho. Aprovada por 336 votos a favor e 120 contra na Câmara dos Deputados, a matéria segue agora para apreciação do Senado

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O projeto de lei 709 de 2023 – que estabelece restrições e impedimentos para invasores e ocupantes ilegais de propriedades rurais e prédios públicos – visa garantir o direito à propriedade. A opinião é da advogada especialista em direito civil Josiane Carvalho. O texto base foi aprovado por 336 votos a favor e 120 contra na Câmara dos Deputados. Todas as tentativas de alterar a matéria foram rejeitadas. A proposta segue agora para análise do Senado.  

Ao analisar a proposta, Josiane Carvalho considera a proposta positiva, na medida em que propõe que os possíveis invasores não sejam beneficiados de programas assistenciais financiados para a população em geral, de forma a garantir que o cidadão de bem tenha a sua propriedade também protegida.

“A proposta oferece maior segurança jurídica e proteção aos proprietários de terras que muitas vezes enfrentam invasões que prejudicam suas atividades produtivas e geram conflitos”, avalia. 

Ao endurecer as sanções e acelerar o processo de reintegração de posse, a especialista acredita que os produtores possam ter mais confiança na proteção de suas propriedades e na continuidade de suas operações agrícolas.

O projeto

O texto aprovado é um substitutivo – que altera o texto original e tem preferência na votação – do deputado Pedro Lupion (PP-PR) ao Projeto de Lei 709/23, do deputado Marcos Pollon (PL-MS). 

Pela proposta, quem praticar o crime de invasão de domicílio ou de esbulho possessório pode ser penalizado com algumas ações como não receber benefícios ou incentivos fiscais, como créditos rurais e receber auxílios, benefícios e demais programas do governo federal, entre outros.

Conforme o relator, o objetivo da proposta é apenas garantir que quem invade uma propriedade seja punido, não podendo ter benefícios do Estado. 

“Que o texto já prevê qualquer tipo de malfeito de invasão de propriedade, seja para lá, seja para cá, seja qualquer um. O texto prevê justamente penalizar quem invade qualquer tipo de propriedade, tratando da lei de reforma agrária que ainda continua:

"O que motiva a invasão de propriedade neste país é a certeza da impunidade, que a legislação é falha e nada vai acontecer", afirma Lupion.

Mais penalidades

De acordo com a advogada especialista em direito civil, Josiane Carvalho, ao aumentar as penalidades para os invasores e acelerar os processos judiciais para a reintegração de posse, a medida pode desestimular ações de ocupação ilegal. 

“A efetividade dessa redução vai depender de uma aplicação rigorosa e consistente da lei, pois a dissuasão legal combinada com a agilidade no tratamento das invasões é essencial para alcançar o objetivo proposto por esse projeto de lei”, destaca.

A matéria ainda define invasão como ilícito permanente, considerando que ocupações atuais poderão ser sujeitas às restrições previstas na proposta.

“A invasão por ilícito permanente se refere a ocupações ilegais que são mantidas ao longo do tempo, em oposição a invasões temporárias ou esporádicas. Então, são situações onde os invasores estabelecem residência ou atividades produtivas de forma contínua e prolongada em terras que não lhes pertencem”, explica a advogada Josiane Carvalho.

Conforme dados da Câmara dos Deputados, no ano passado, aconteceram 72 invasões de terra no Brasil. Neste ano, até agora, já foram 32. Um aumento significativo, segundo a especialista.
 

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24/05/2024 00:05h

Mais de US$ 79 bilhões dos US$ 151 bilhões exportados para a União Europeia e China encontraram obstáculos, representando aproximadamente 23% de todas as exportações brasileiras no período

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As barreiras comerciais impostas aos produtos brasileiros impactaram as exportações do país em 2023. Dos US$ 151 bilhões em exportações para a União Europeia e China, mais de US$ 79 bilhões encontraram obstáculos, representando cerca de 23% de todas as exportações brasileiras no período. Os dados são da Confederação Nacional da Indústria (CNI).

O economista Cesar Bergo explica que a pauta de exportação do Brasil é composta, basicamente, por produtos primários do agronegócio, mineração e atividade extrativa do petróleo. 

“Os preços dessas commodities subiram bastante no mercado, mas acontece que o dólar vem desvalorizando e torna o produto brasileiro muito competitivo, porque o Brasil tem reservas tanto minerais, como também na produção agrícola, e acaba que de alguma forma o custo desses produtos fica barato — sobretudo para a comunidade europeia, onde o curso de produção é elevado, e para a China também”, informa.

Barreiras comerciais

O economista destaca que muitas vezes são impostas barreiras comerciais, com tarifas e taxas para os produtos brasileiros.

Na 3ª edição do Relatório de Barreiras Comerciais Identificadas pelo Setor Privado Brasileiro, elaborado pela CNI em conjunto com 20 entidades setoriais da indústria, foram identificadas 85 barreiras comerciais. Esse número representa um aumento de 10% em relação aos 77 registrados na edição anterior.

Segundo a CNI, nos últimos anos tem-se observado aumento tanto em número quanto em tipo. Essas práticas podem ser adotadas em diversas etapas do processo de comércio exterior, como a imposição de requisitos excessivos na fase de saída do país de origem da mercadoria ou na entrada do produto no mercado do comprador.

No levantamento, foram listadas 22 barreiras sanitárias e fitossanitárias (SPS), 17 de regulamento técnico (TBT), 17 de imposto de importação, nove de sustentabilidade, 5 de licenciamento de importação e 15 outras medidas, como cota tarifária de importação e subsídios.

União Europeia (18), China (7) e Japão (7) são os destinos com mais barreiras identificadas.

A gerente de Comércio e Integração Internacional da CNI, Constanza Negri, explica que a Confederação identifica obstáculos impostos por outros países e notifica o governo brasileiro para que seja feito o acompanhamento e negociações conjuntas visando a eliminação dessas barreiras. 

"O crescimento das exportações brasileiras e o aumento da participação nas exportações mundiais dependem de duas grandes medidas: as ligadas às questões domésticas, de competitividade, e as de acesso a mercados, com uma maior participação de produtos brasileiros em outras economias. É nessa segunda parte que entra o relatório de barreiras, com uma contribuição considerável para que o governo brasileiro tenha insumos qualificados para uma estratégia de diplomacia proativa e persistente de eliminação desses obstáculos”, informa Negri.

Segundo a CNI, três exemplos de progresso na eliminação dos entraves comerciais foram:

  • “O fim de exigência de declaração para têxteis na Argentina;
  • A eliminação de restrições excessivas para o comércio de cosméticos na China;
  • A queda de exigências excessivas de rotulagem de alimentos e bebidas no Peru.”
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24/05/2024 00:03h

Os recursos do FPM fazem parte do dinheiro arrecadado pela União e são repassados, a cada dez dias, a todas as prefeituras do país

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Deputados e senadores estão marcando presença na XXV Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios. Durante o painel destinado ao Congresso Nacional, realizado nesta quarta-feira (22), o deputado Hildo Rocha (MDB-MA) destacou a “importância” da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 25/2022. Sugerida pela Confederação Nacional de Municípios (CNM), ela propõe um adicional de 1,5% do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) para o mês de março.

“É uma matéria que a gente tem que ter pressa, porque daqui a pouco deixa de desistir o IPI [Imposto sobre Produtos Industrializados] com a regulamentação da Reforma Tributária. Na hora que houver a transição completa da Emenda Constitucional 132, o IPI vai deixar de existir e significa dizer que ficará só o Imposto de Renda nesse adicional de 1,5%”, pontuou.

O deputado também comentou sobre a PEC 253/2016, sugerida pela CNM. Segundo a Confederação, o texto permite às entidades de representação de Municípios de âmbito nacional ingressar com Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) e com Ação Declaratória de Constitucionalidade (ADC) no Supremo Tribunal Federal (STF). Atualmente, só falta a aprovação da matéria no Plenário da Câmara para ir à promulgação.  

Repasse do FPM

Os recursos do FPM fazem parte do dinheiro arrecadado pela União, através de impostos, e são repassados, a cada dez dias, a todas as prefeituras do país. Portanto, são feitas transferências de dinheiro aos municípios nos dias 10, 20 e 30 de cada mês. Caso a data caia num sábado, domingo ou feriado, o repasse é feito no primeiro dia útil anterior. 

O próximo repasse do FPM está previsto para quinta-feira (30).

O 1º tesoureiro da CNM, Francisco Nélio Aguiar, informou que os cofres receberam os seguintes adicionais do FPM:

  • R$ 7,4 bilhões referentes ao 1% de julho;
  • R$ 1,8 bilhão dos 0,25% do adicional de setembro;
  • R$ 7,2 bilhões para o 1% de dezembro.

No total, foram mais de R$ 16 bilhões em adicionais do FPM.

Leia mais:

FPM: 2º repasse de maio 15% menor para prefeituras

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24/05/2024 00:02h

Na fase aguda, provoca febre, dores de cabeça e cansaço. Mas sem tratamento, pode evoluir e afetar órgãos como o coração, intestino e o esôfago. É uma das 11 doenças e infecções socialmente determinadas a terem cargas de transmissão e mortalidade reduzidas, num esforço conjunto de 14 ministérios, o programa Brasil Saudável

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Os primeiros sintomas são comuns a várias doenças: febre, cansaço, dor de cabeça. Mas a doença de Chagas, ainda endêmica na região Norte, pode impactar esôfago, intestino e coração, e levar à morte. O Pará é o estado com maior incidência da doença no Brasil. Segundo o Ministério da Saúde, em 2023, foram 408 infecções pela doença.

Multissistêmica, a doença de Chagas é caracterizada por uma fase aguda — que pode durar semanas ou meses —, apresentando sintomas leves ou até assintomática. Também existe a fase crônica, como explica o coordenador-geral de Vigilância de Zoonoses e Doenças de Transmissão Vetorial do Ministério da Saúde, Francisco Edilson Ferreira de Lima Júnior.

“Uma vez persistindo, a infecção vai desenvolver uma forma aguda, que pode ser subclínica ou manifestar sinais — como febre. Depois disso, [a infecção] entra numa forma que chamamos de ‘indeterminada’, que não consegue ser identificada — não tem sintomas clássicos. E, após algum tempo, que pode durar anos, pode desenvolver a forma crônica. E essa é uma forma que pode ser tanto cardíaca — que afeta o coração — como digestiva, podendo afetar o esôfago e o intestino. Se a pessoa tratar, tanto na fase aguda como na forma indeterminada, ela pode, sim, eliminar o Trypanossoma cruzi e não desenvolver essa forma crônica”.

Doença de Chagas: transmissão no Pará

Uma das principais formas de transmissão no Pará é a oral, no consumo de alimentos contaminados por barbeiro com o Trypanosoma cruzi — devido à falta de higiene e de cuidados no momento do processamento. Um problema comum, como explica Francisco Edilson Ferreira de Lima Júnior.

“Hoje, temos, em média, notificados cerca de 300 a 400 casos novos agudos no país [por ano]. E imaginamos que pode haver uma subestimativa desse valor por haver alguns pacientes que não diagnosticam e, principalmente, pela forma de transmissão oral — que é ingerindo alimentos que contenham o Trypanosoma cruzi vindo do barbeiro. Ou seja, ou o barbeiro foi triturado junto com o alimento ou que tinha fezes do barbeiro naquele alimento que não foi bem higienizado. Então a contaminação acontece pela forma oral, especialmente na região Norte”.

Foi depois de um almoço em família que a terapeuta ocupacional Lorena Fortuna, de 28 anos, moradora de Belém, se infectou com Chagas. Ela mesma não teve sintoma. Mas o pai, que também comeu açaí natural naquele dia, desenvolveu a forma aguda — com febre alta persistente. Assim que saiu o resultado dele, todos da família passaram por exames e testaram positivo para a doença. Depois de 12 anos da infecção, Lorena conta que os cuidados continuam.

“O tratamento inicial durou dois meses, com um comprimidos diários”, conta Lorena. Lá se vão 12 anos desde a infecção. “Faço acompanhamento até hoje. Eu levei uns anos para ter alta do Instituto Evandro Chagas e continuam os acompanhamentos cardiológicos. Então, uma vez no ano, repito a sorologia do Chagas e faço todos os check ups cardiológicos para ver se não tenho sequela no coração”. 

No caso da transmissão oral, a principal forma de prevenção é a boa higienização dos alimentos, como orienta Francisco Edilson Ferreira de Lima Júnior. “Pois, em geral, isso acontece quando o barbeiro é moído junto com o fruto ou com algo [outro alimento] e a pessoa não viu. Como se trata de um inseto relativamente grande [para identificar] e que se o alimento for bem higienizado, eliminamos grande probabilidade disso [contaminação do alimento] ocorrer”.

Além da transmissão oral, há também a vetorial, pela picada do barbeiro infectado, permitindo a entrada do parasita Trypanosoma cruzi na corrente sanguínea. Há uma terceira forma de transmissão, a vertical, quando a gestante infectada por Trypanosoma cruzi pode passar para o bebê durante a gestação ou no parto. 

Para evitar que o barbeiro entre em casa e forme colônias, o Ministério da Saúde recomenda o uso de mosquiteiros ou telas metálicas em janelas e a aplicação de inseticidas residuais realizada por equipe técnica habilitada. Também preconiza o uso de repelentes, roupas de mangas longas, durante atividades noturnas em áreas de mata.

Doença de Chagas: referência e tratamento no Pará

Em Belém, o Hospital Universitário João de Barros Barreto, o Hospital das Clínicas Gaspar Viana e a Santa Casa são referências no tratamento da doença de Chagas. Mas toda a Atenção Primária — que inclui Unidades Básicas de Saúde — presente nos municípios brasileiros, está preparada para diagnosticar e tratar a doença, esclarece a Secretaria de Saúde do Estado do Pará. 

O tratamento para as fases aguda e indeterminada da doença dura cerca de 60 dias, feito com Benzimidazol em comprimidos, produzido por um laboratório público brasileiro — fornecido exclusivamente pelo SUS. Segundo Francisco Edilson de Lima Júnior, quanto antes o paciente começa a se tratar, maiores as chances de sucesso.

“O tratamento tem maior eficácia quanto antes for feito. Na forma aguda, tem uma alta eficácia e, também, na forma indeterminada. Na forma crônica, dependendo do estágio que a doença tiver, o tratamento já não vai ter tanto efeito. Os tratamentos para a forma crônica são muito mais úteis para os sintomas”, explica o gestor.

A doença de Chagas é a infecção parasitária que mais mata no Brasil. Autoridades de saúde estimam que a doença de Chagas atinge de um a três milhões de brasileiros atualmente. Boletim epidemiológico do Ministério da Saúde, publicado em abril deste ano, sobre notificações da doença de Chagas, mostra que entre janeiro de 2023 e janeiro de 2024, foram registrados 5,4 mil casos de doença de Chagas, distribuídos em 710 municípios.
Doença de Chagas: doença é um dos alvos do programa Brasil Saudável

O Ministério da Saúde, por meio do programa Brasil Saudável — que tem como meta a erradicação de 11 doenças e infecções socialmente determinadas, entre elas a doença de Chagas—, listou 175 municípios onde o combate aos determinantes sociais relacionados a essas doenças é prioridade. De acordo com as diretrizes do programa, são localidades que possuem altas cargas de duas ou mais doenças ou infecções. A estratégia do programa busca “catalisar e potencializar as ações já existentes e/ou as capacidades de cada Ministério no atendimento às necessidades de populações e territórios mais afetados pelas doenças determinadas socialmente ou sob maior risco”.

“Escolhemos 11, pois são as prevalentes no Brasil. A doença de Chagas, esquistossomose, filariose linfática, geo-helmintíase, malária, oncocercose e tracoma — essas sete são doenças que vamos eliminar — e não ter mais no Brasil, com transmissão igual a zero”, explica o coordenador-executivo do Brasil Saudável e diretor do Departamento de HIV/Aids, Tuberculose, Hepatites Virais e Infecções Sexualmente Transmissíveis do Ministério da Saúde, Draurio Barreira. O gestor completa: “E outras quatro, que não vamos eliminar até 2030 de ter transmissão igual a zero, mas vamos atingir as metas da OMS, que são: tuberculose, aids, hepatites virais e hanseníase”.

Afuá, Anajás, Breves, Cametá, Conceição do Araguaia, Gurupá, Igarapé-Miri, Melgaço, Moju, Paragominas e a capital Belém são as onze cidades paraenses prioritárias no Brasil Saudável. A capital possui altas cargas de doença de Chagas, Sífilis Congênita, Hepatites virais, HIV/Aids, Hanseníase e Tuberculose. Já os outros municípios do estado têm cargas elevadas de Malária e Hanseníase.
 

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24/05/2024 00:01h

Desde o início de maio, o Ministério da Saúde ampliou a campanha de vacinação contra a gripe para todas as pessoas acima dos 6 meses de idade

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Desde o início de maio, o Ministério da Saúde ampliou a campanha nacional de vacinação contra a gripe para todas as pessoas acima dos 6 meses de idade. Dessa forma, a família toda pode se proteger contra os vírus da influenza que estão em circulação no país nesta época do ano. O diretor do Departamento do Programa Nacional de Imunizações do Ministério da Saúde, Eder Gatti, explica que a decisão da pasta aconteceu por conta da disponibilidade de doses da vacina e pelo momento epidemiológico.

“Se há disponibilidade de vacina no programa e o vírus da influenza, o vírus da gripe está circulando, nós devemos ampliar o acesso das pessoas para que elas se vacinem e diminua o risco de adoecimento de formas graves da doença — e também diminua a circulação do vírus na comunidade.”

Eder Gatti destaca a importância de levar a família toda para vacinar. “A vacina é importante porque diminui o risco de infecção. Apesar de não ter uma eficácia de 100% para proteger contra a infecção, ela diminui o risco de se infectar. A vacina também diminui significativamente o risco de formas graves da doença e de hospitalização. Então por isso ela é importante, ela acaba resultando na diminuição do número de mortes pela doença.”

Segundo o doutor André Prudente, diretor-geral do Hospital Giselda Trigueiro — unidade pública referência no tratamento de doenças infectocontagiosas de Natal (RN) —, mais de 80% das pessoas vacinadas contra a gripe não vão adoecer; e mesmo os que adoecerem terão um quadro leve da doença. 

“E é importante dizer que a gripe é provocada por um vírus chamado influenza, que é uma doença completamente diferente dos resfriados. Então, a vacina não protege contra o resfriado. O resfriado comum é quando a pessoa está espirrando, o nariz está obstruído, às vezes tem uma coriza, mas fora isso não traz grandes repercussões. Já a gripe pode dar bastante febre, muita dor no corpo e acomete o pulmão — inclusive podendo levar a agravamento e até a óbito. Então, por isso, é importantíssimo que todo mundo se vacine contra a gripe”.

O infectologista também ressalta a importância de pessoas que não fazem parte do grupo prioritário tomarem a vacina contra a gripe durante a campanha de imunização.

“Um jovem de 20 anos pode não ter nenhuma doença associada, mas ele pode ter contato com avô, com um tio, até mesmo o pai idoso, que tem problemas no coração, e essa pessoa se agravar. Sem contar que os jovens fazem parte da força de trabalho e as pessoas com gripe, gripe mais intensa, não conseguem trabalhar, se ausentam do trabalho e isso traz impacto também para a economia”.

Vacinação contra a gripe: antecipação da campanha

Este ano, o Ministério da Saúde decidiu antecipar a campanha de vacinação contra a gripe nas Regiões Nordeste, Centro-Oeste, Sudeste e Sul, devido ao aumento da circulação de vírus respiratórios no país. Até o dia 11 de maio (Semana Epidemiológica 19), a pasta registrou 23.551 casos de hospitalização por Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), sendo 19% associados ao vírus da influenza.

As doses começaram a ser aplicadas no dia 25 de março. Na Região Norte, a campanha aconteceu ainda mais cedo, entre novembro de 2023 e fevereiro de 2024. A meta do Ministério da Saúde é vacinar, pelo menos, 90% de cada um dos grupos prioritários:

  • Crianças de 6 meses a menores de 6 anos;
  • Crianças indígenas de 6 meses a menores de 9 anos;
  • Trabalhadores da Saúde;
  • Gestantes;
  • Puérperas;
  • Professores dos ensinos básico e superior;
  • Povos indígenas;
  • Idosos com 60 anos ou mais;
  • Pessoas em situação de rua;
  • Profissionais das forças de segurança e de salvamento;
  • Profissionais das Forças Armadas;
  • Pessoas com doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais (independentemente da idade);
  • Pessoas com deficiência permanente;
  • Caminhoneiros;
  • Trabalhadores do transporte rodoviário coletivo (urbano e de longo curso);
  • Trabalhadores portuários;
  • Funcionários do sistema de privação de liberdade;
  • População privada de liberdade, além de adolescentes e jovens sob medidas socioeducativas (entre 12 e 21 anos).

Até 22 de maio, do total de 75,8 milhões de pessoas do grupo prioritário, apenas 27,1 milhões se imunizaram contra a gripe, segundo o painel de imunizações do Ministério da Saúde, ou seja, 34,6% do público-alvo.

O programador Maciel Júnior, de 28 anos, mora no Gama, cidade da região administrativa do Distrito Federal — e faz parte do grupo prioritário. Ele tomou a vacina há cerca de um mês e relata a importância de se proteger neste momento.

“Sou imunodeprimido, então faço parte de um grupo de risco, o que torna o acesso à vacina até mais fácil, porque nós dos grupos prioritários temos preferência para tomar a vacina. E também acredito que, para mim, tomar a vacina seja ainda mais crucial. Eu acredito que é muito importante a gente se imunizar, tanto para proteger a gente de doenças graves, como é o caso da gripe, quanto para ajudar a reduzir a propagação do vírus e auxiliar na imunidade coletiva”.

Cleiton Ferreira, de 44 anos, é professor do Ensino Básico na cidade de Uberlândia (MG). Por fazer parte do grupo prioritário, ele já se imunizou, mas não deixou de levar a esposa e os três filhos — um bebê de 1 ano, uma menina de 5 e outra de 7 — para tomarem as doses contra a gripe.

“A conscientização da população nesse sentido é muito importante, de saber que se trata não só da proteção da nossa família, mas de toda a sociedade, do bairro, da cidade, do país inteiro como um todo. É uma questão de esclarecimento da população de que a vacinação, como estratégia coletiva, salva muitas vidas. Aqui na minha cidade, a campanha de vacinação é bastante eficaz. Tem um aplicativo que a gente acessa e fica sabendo sobre as campanhas; eles enviam mensagem. No caso que a gente tem um bebê, eles acompanham a vacinação do bebê”.

Vacinação contra a gripe: vacina trivalente

O diretor do Departamento do Programa Nacional de Imunizações, Eder Gatti, explica que a vacina contra a gripe muda de composição anualmente de acordo com os tipos de vírus influenza que são mais frequentemente observados pela vigilância em saúde. “É uma mudança organizada pela Organização Mundial de Saúde e acontece obedecendo a dados de vigilância, ou seja, obedecendo os vírus que mais circulam no momento”.

O infectologista André Prudente explica o motivo da dose ser trivalente. “A vacina atual tem três subtipos, que são os que estão circulando no mundo atualmente: o subtipo A H1N1, o A H3N2 e o influenza B. Então o fato dela ser trivalente significa que protege contra esses três tipos”.

Segundo ele, não há problema em tomar a vacina trivalente da gripe  junto com outros imunizantes do Calendário Nacional de Vacinação, como o da Covid-19, por exemplo. “Inclusive, a recomendação é fazer junto [a imunização], justamente para não perder a oportunidade, porque é tão difícil a pessoa ir ao serviço de saúde e tomar a vacina. Então, podem ser feitas as duas vacinas concomitantemente, ao mesmo tempo, sem grandes problemas”.

Para os que ficam preocupados com os efeitos colaterais, o doutor André Prudente afirma que a vacina da gripe é uma das mais seguras possíveis. “Ela não é de vírus vivo, então não vai dar gripe por causa da vacina. Ela pode dar uma dor local, pode ter um pouquinho de febre, mas normalmente não mais do que isso”.

Para se vacinar, procure um posto de vacinação mais próximo de sua residência. Saiba mais em www.gov.br/saude/gripe.

VSR: Fiocruz alerta para o aumento nas internações por infecções respiratórias

Casos de SRAG registram aumento contínuo no Brasil; alerta Fiocruz

Brasil registra sinalização de queda no número de casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave

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23/05/2024 22:50h

Os beneficiários são aqueles com o Número de Identificação Social, o NIS, terminado em 6

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Nesta sexta-feira, 24 de maio, a CAIXA realiza o pagamento do Bolsa Família para os beneficiários com o Número de Identificação Social - NIS, terminado em 6.

O pagamento é realizado preferencialmente na conta do CAIXA Tem ou na Poupança Fácil da CAIXA. Vale lembrar que, com a conta no CAIXA Tem, o beneficiário pode fazer transferências, pagar contas e fazer até PIX direto no aplicativo do celular. 

O benefício também pode ser movimentado utilizando o cartão de débito da conta nos comércios ou nas Unidades Lotéricas, Correspondentes CAIXA Aqui, terminais de autoatendimento e em Agências da CAIXA. 

Para baixar os aplicativos CAIXA Tem e Bolsa Família é bem fácil, basta entrar na loja de aplicativos do seu smartphone. É de graça. Não se esqueça!
 

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23/05/2024 22:33h

A comitiva acompanhou o funcionamento das bombas de escoamento de água do município. O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional aprovou R$ 268,1 milhões, para atender 198 municípios, e aprovou 359 planos de trabalhos

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Em mais uma ação do Governo Federal ao povo gaúcho, o ministro da Integração e do Desenvolvimento Regional, Waldez Góes, visitou, nesta quinta-feira (23), o dique de São Leopoldo. O ministro da Secretaria Extraordinária da Presidência da República de Apoio à Reconstrução do Rio Grande do Sul, Paulo Pimenta, e o prefeito da cidade, Ary Vanazzi, estavam presentes.

A comitiva acompanhou o funcionamento das bombas de escoamento de água do município. “Neste momento, nossa prioridade é retirar a água das cidades, limpar os bairros, recuperar toda a infraestrutura pública atingida e as casas dos moradores, aumentar a largura dos diques de São Leopoldo e de Canoas, cuidar da situação em Porto Alegre e revitalizar o sistema de bombeamento”, disse o ministro Waldez Góes.

O ministro Paulo Pimenta reforçou que as medidas de apoio ao Rio Grande do Sul são prioridade do Governo Lula. “O presidente Lula nos pediu para acompanhar de perto a situação dos municípios e para acelerarmos o processo de reconstrução. A chuva voltou com força em São Leopoldo, é importante estarmos perto dos moradores neste momento”, afirmou o ministro Pimenta.

Nessa quarta-feira (22), os ministros também visitaram o bairro Mathias Velho, em Canoas, onde mais de 70 mil casas foram atingidas. Waldez e Paulo Pimenta também participaram de reuniões com universidades e institutos federais gaúchos.

Até o momento, o Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR) aprovou R$ 268,1 milhões para atender 198 municípios. Além disso, 359 planos de trabalho também foram aprovados. Até a publicação desta matéria, foram registradas 163 mortes. Atualmente, há 72 pessoas desaparecidas, 581.643 desalojadas e 65.762 em abrigos. O número de resgate de animais chegou a 12.440 e, até agora, 468 municípios foram afetados pela chuva.

Auxílio Reconstrução

Para ajudar as vítimas do Rio Grande do Sul, o ministro Waldez Góes criou o Auxílio Reconstrução, que vai liberar R$ 5,1 mil, em parcela única, para famílias desabrigadas e desalojadas. A Medida Provisória que cria o auxílio foi publicada no dia 15 de maio: e a portaria com a regulamentação, na terça-feira (21), em edição extra do Diário Oficial da União (DOU).

O valor do Auxílio Reconstrução será pago por família. Até o momento, 369 municípios gaúchos, que tiveram o estado de calamidade pública ou a situação de emergência reconhecida pela Defesa Civil Nacional até o dia 15 de maio, serão contemplados. O pagamento do benefício será feito em três etapas. Confira o site do Auxílio Reconstrução .

Fonte: MIDR

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