17/06/2024 14:11h

Ela será veiculada em todos os estados da Região Norte e busca difundir informações sobre o programa na Amazônia para promover geração de empregos com baixa emissão de carbono e redução da desigualdade

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Com foco em atrair pequenos e médios produtores para as Rotas de Integração Nacional, o Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR) lançou, neste sábado (15), a nova campanha publicitária do programa em Macapá (AP).

A campanha, que será veiculada em todos os estados da Região Norte, busca difundir informações sobre as Rotas de Integração Nacional na Amazônia e, com isso, promover geração de empregos com baixa emissão de carbono e redução da desigualdade entre as regiões do Brasil.

A Amazônia foi escolhida devido à importância estratégica e à rica biodiversidade. Desenvolver cadeias produtivas locais gera empregos com baixa emissão de carbono. Além disso, tem indicadores socioeconômicos inferiores aos das demais regiões do país, o que demanda ações específicas para reduzir a desigualdade regional.

Essa é a primeira vez que o Brasil faz uma campanha de divulgação das Rotas de Integração Nacional na Amazônia. “O programa está acontecendo e vai ganhar mais visibilidade com a divulgação dessa campanha publicitária nos blogs, rádios, televisões e jornais. O que nós queremos é dar essa visibilidade mesmo e aproveitar esse momento”, afirmou o ministro Waldez Góes.

No evento, o ministro também destacou a importância das rotas. “O programa é uma chance única para nós, da Amazônia, nos incluirmos nos processos e nas oportunidades que tanto o Brasil, quanto o mundo estão proporcionando. O Brasil, sob a liderança do presidente Lula, está abrindo novos mercados, gerando mais confiança para o investidor local e internacional e, diante disso, a Amazônia e o Amapá não podem continuar, de certa forma, vivendo nos indicadores mais desfavoráveis em termos econômicos e sociais”, disse.

O ministro Waldez ressaltou, ainda, como resolver essa questão. “Primeiro, com um planejamento bem estruturado, feito pelo presidente Lula, com o Plano Plurianual (PPA), Rotas de Integração Sul-americana e a Política Nacional de Desenvolvimento Regional. Depois, com os programas executivos, como o Desenvolve Amazônia. O Rotas de Integração Nacional é um dos principais programas desse projeto porque estrutura as cadeias produtivas locais em uma visão tanto de desenvolvimento do mercado local, quanto nacional e internacional”, explicouA secretária nacional de Políticas de Desenvolvimento Regional e Territorial, Adriana Melo, reforçou que o programa Rotas de Integração Nacional é a principal estratégia de desenvolvimento produtivo da Política Nacional de Desenvolvimento Regional (PNDR). “Essa política tem como objetivo reduzir as desigualdades sociais e econômicas do nosso país a partir de estratégias que vão desde a articulação de diversos setores, como a educação profissional, infraestrutura, acesso a serviços, fortalecimento de capacidades governativas dos entes federados, até a estruturação produtiva. Nós entendemos que o desenvolvimento produtivo é a alavanca de transformação dos territórios e tem a capacidade de reverter quadros de desigualdades regionais”, completou.

Também no evento, o vice-governador do Amapá, Antônio Teles Júnior, parabenizou a iniciativa do Governo Federal de priorizar as cadeias produtivas da Amazônia.

Produtor beneficiado pela Rota do Pescado, o pescador Jonas Monteiro diz que se sente acolhido pelo programa. “Toda ajuda para a pesca é bem-vinda porque ajuda a sustentar a minha família”, afirmou.

Dez anos do programa

O programa Rotas de Integração Nacional completa dez anos e, depois de muito êxito na criação do polo de frutas no Vale do São Francisco, no Nordeste brasileiro, busca desenvolver e ampliar cadeias produtivas na Amazônia.

Até o momento, foram investidos mais de R$ 79 milhões por todo o país. O incentivo é voltado a pequenos e médios produtores familiares, que são organizados em associações e cooperativas. A partir daí, recebem treinamento, assistência técnica e financiamento. O resultado é que pequenos arranjos locais se avolumam a ponto de se transformarem em agroindústrias exportadoras.

Em 2023, as Rotas de Integração Nacional alocaram cerca de R$ 30 milhões para todas as regiões. Dessa quantia, 60% foram destinados à Amazônia em 15 novos projetos, beneficiando diretamente 64 mil famílias produtoras por meio de ações de certificação, assistência técnica, aquisição de insumos, equipamentos e implantação de agroindústria.

Mais de R$ 18 milhões foram investidos em pesquisa, inovação e processamento do cacau, desenvolvimento sustentável e profissionalização da cadeia produtiva na Rota do Açaí, e criação e certificação dos produtos da Rota do Pescado.

13 rotas

Atualmente, o programa conta com 13 rotas: do Açaí; da Avicultura Caipira; da Biodiversidade; do Cacau; do Cordeiro; da Economia Circular; da Fruticultura; do Leite; da Mandioca; do Mel; da Moda; do Pescado; e da Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC). Duas delas (da Avicultura Caipira e da Mandioca) foram lançadas no ano passado.

Na Região Norte, são cinco rotas, distribuídas em 11 polos:

Rota do Açaí: quatro polos (três no Pará e um no Amapá);

Rota da Biodiversidade: dois polos (um no Amazonas e um no Amapá);

Rota do Cacau: dois polos (um no Acre e um no Pará);

Rota do Mel: um polo no Pará;

Rota do Pescado: dois polos (um no Acre e um no Amapá).

Política de financiamento

O arranjo dos polos e a criação das rotas é o passo inicial de uma ambiciosa estratégia de desenvolvimento para a Amazônia. Depois que os pequenos produtores se organizam em associações e cooperativas, o MIDR atua para facilitar o acesso a linhas de crédito com o objetivo de expandir os negócios.

Para isso, preparou o orçamento do Fundo Constitucional de Financiamento do Norte (FNO). Não apenas o tamanho do FNO cresceu de R$ 9 bilhões em 2023 para R$ 14 bilhões neste ano, quanto a fatia destinada à bioeconomia e à agricultura familiar saiu de menos de R$ 20 milhões no ano passado para, pelo menos, R$ 2,8 bilhões em 2024.

Fonte: MIDR

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17/06/2024 03:00h

A saca de 60 quilos do café arábica custa R$ 1.340,75

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Os preços das sacas de 60 quilos dos cafés arábica e robusta caíram no último fechamento e são negociadas a R$ 1.340,75, na cidade de São Paulo, e a R$ 1.193,80, nas imediações da região produtora de Colatina e São Gabriel da Palha, no estado do Espírito Santo. 

Já as sacas de 50 quilos do açúcar cristal e de 60 quilos do milho obtiveram alta de preços. O preço do açúcar cristal custa R$ 136,75 em São Paulo e R$ 137,10 em Santos. Para o milho, o valor é de R$ 58,00, aproximadamente, na referência de Campinas (SP).

Os valores são do Cepea.
 

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17/06/2024 03:00h

O suíno vivo é negociado a R$ 7,30 em Minas Gerais

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Em quase todos os estados monitorados, o indicador do suíno vivo esteve com preços estáveis. A única exceção é São Paulo, onde os preços subiram 0,30% e são negociados a R$ 6,97/quilo. No Rio Grande do Sul e Minas Gerais, há estabilidade, a R$ 6,30 e R$ 7,30. 

No último fechamento, a cotação da arroba do boi gordo subiu e é negociada a R$ 221,25 no estado de São Paulo. 
Frango congelado e resfriado obtiveram queda de preços e são comercializados a R$ 7,10 e R$ 7,35/quilo, em atacados da Grande São Paulo, São José do Rio Preto e Descalvado. 

As informações são do Cepea
 

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17/06/2024 03:00h

Na última sexta-feira (14), a commodity caiu 2,35% no estado

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Os preços da soja e do trigo caíram no último fechamento, com destaque para o trigo no interior do Paraná. O preço dele caiu 2,35% e a tonelada é comercializada a R$ 1.517,65. 

No Rio Grande do Sul, a diminuição do valor foi mais discreta, a 0,07%. No estado, a tonelada de trigo custa R$ 1.431,30.

Já a saca de 60 quilos da soja é comercializada a R$ 140,05 em Paranaguá (PR). No interior do estado, o preço é de R$ 135,50. 

Os valores são do Cepea/USP.
 

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17/06/2024 03:00h

O índice pode se valorizar com sinalização de corte de gastos

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O índice da bolsa de valores brasileira (Ibovespa) pôde subir levemente no último fechamento, a 0,08%. As falas dos ministros Fernando Haddad, da Fazenda, e Simone Tebet, do Planejamento e Orçamento, que sinalizaram compromisso fiscal na última semana, foram bem interpretadas pelos investidores. Hoje, o índice está cotado a 119.662 pontos. 

Entre as ações mais negociadas, Bradesco (BBDC4) e WEG (WEGE3) subiram, aproximadamente 1,00%. Porém, Petrobras (PETR4), Vale (VALE3) e Itaú Unibanco (ITUB4) puxaram o índice para baixo. 

Para as demais ações, Vamos (VAMO3), Petz (PETZ3), MRV (MRVE3) e CVC (CVCB3) estão em alta, enquanto as baixas ficam com Embraer (EMBR3), Gerdau (GGBR4), Marfrig (MRFG3) e CSN Mineração (CMIN3). 

O volume negociado no último fechamento foi de R$ 18,2 bilhões. 

Os dados referentes à bolsa de valores brasileira podem ser consultados através da B3.

 

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17/06/2024 03:00h

Cenário externo e preocupações no Brasil explicam a valorização

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O câmbio do real em relação ao dólar e ao euro não sustentou a baixa e está novamente em alta no início desta semana. Na semana passada, uma mudança no tom das falas do Presidente da República, sinalizando responsabilidade com as contas públicas, pôde arrefecer a desvalorização da moeda. Porém, o otimismo durou pouco. 

Os fatores internos que mais desfavorecem o real estão relacionados à responsabilidade fiscal do governo e à capacidade de cumprimento da meta de déficit zero estabelecida. O não cumprimento da meta do arcabouço fiscal coloca em xeque a performance da economia. Existem disputas entre os Poderes Executivo e Legislativo e o governo federal tem sofrido derrotas constantes em matérias que poderiam elevar a sua arrecadação. Há uma piora da sensação de risco e o governo se vê obrigado a estimular cortes de gastos. Os ministros Fernando Haddad, da Fazenda, e Simone Tebet, do Planejamento e Orçamento, já sinalizaram nesse sentido. 

Em reunião na última sexta-feira (14) com agentes do mercado financeiro, em São Paulo, Fernando Haddad reforçou seu compromisso com a questão fiscal no Brasil.

No dia, houve também a divulgação do índice BC-Br, pelo Banco Central, que é considerado uma prévia do desempenho da economia. O indicador mostrou um mês de abril estagnado, com crescimento de 0,01%, abaixo das expectativas. 

Já no exterior, há uma forte influência da alta dos juros americanos sobre todos os países emergentes - não apenas o Brasil. Com a perspectiva de juros considerados altos para o país, há saída de dólar do mercado brasileiro, elevando a cotação. 

Hoje, o dólar comercial inicia a semana a R$ 5,38 - 0,45% mais alto em comparação à última semana. O euro segue o ritmo, a R$ 5,76. 

As cotações são da companhia Morningstar
 

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17/06/2024 03:00h

Prazo para que municípios com até 50 mil habitantes encerrem todos os lixões termina no dia 2 de agosto, conforme previsto na Política Nacional de Resíduos Sólidos

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Mais um prazo se aproxima e o Brasil novamente não deverá cumprir o plano de acabar com os mais de 3 mil lixões que ainda existem no país - conforme estabelecido na Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS). De acordo com o presidente da Associação Brasileira de Resíduos e Meio Ambiente (ABREMA), Pedro Maranhão, a Pesquisa de Resíduos Sólidos 2023 revela que pouco se tem avançado na adequação do manejo dos resíduos sólidos no Brasil e a situação ainda preocupa.

“Nós temos mais de 3 mil lixões. E o lixão posto a céu aberto, ele principalmente, através do chorume, contamina o lençol freático, contamina os igarapés, os rios, fazendo com que isso acarrete uma série de doenças na área de saúde e realmente prejudique o meio ambiente”, alerta.

A Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) do Ministério do Meio Ambiente prevê que municípios com até 50 mil habitantes possam garantir a destinação correta dos resíduos sólidos, atendendo a Lei 14.026/2020, que atualizou o Marco do Saneamento (Lei 11.445/2007). Mas, sem condições de cumprirem as regras, o prazo para o cumprimento dessa meta foi estendido para 2024 e se encerra no dia 2 de agosto.

O professor, advogado, especialista em direito dos resíduos e sócio da S2F Partners Fabrício Soler entende que, para que o processo de erradicação aconteça, os gestores precisam ter comprometimento e fazer um planejamento.

“Não se deve adotar lixões, mas sim extingui-los imediatamente do território nacional. E os principais desafios para essa transição é a questão da sustentabilidade econômico-financeira, a atuação dos órgãos de controle e o maior envolvimento dos tribunais de contas dos estados, buscando efetivar o cumprimento da política nacional de resíduos sólidos”, salienta.

Menos produção de resíduos sólidos

Na opinião da advogada Daniela Libório, especialista em direito urbanístico e ambiental, encerrar com o despejo irregular de resíduos sólidos depende de um esforço conjunto entre governo e população.

“A população toma essas ações na medida que o estado não oferta uma saída. Assim, reforçamos mais uma vez a importância estratégica do município com a população para esclarecer e informar como deve ser feito cada tipo de descarte. A população também precisa ter melhor compreensão dos impactos do descarte irregular de resíduos”, salienta 

Para Daniela Libório, é fundamental que haja uma grande campanha sobre diminuição de produção de resíduos. 

“O Brasil é um dos países que mais produz lixo no mundo, per capita. Assim, não só a cadeia de produção precisaria ser transformada em um sistema circular (reciclagem), e não linear (uso de matéria prima e descarte do resíduo). A população também precisa ter melhor compreensão dos impactos do descarte irregular de resíduos”, observa.

Na opinião do ambientalista Charles Dayer, quanto maior a produção de resíduos sólidos, maior a preocupação com a destinação desses materiais que precisam ser descartados.

“Vamos ter problemas muito graves de coleta de lixo. Tanto que a gente vai ver que em vários municípios ainda existe a figura do lixão, a céu aberto. A gente tem uma política nacional de resíduos sólidos que prevê o encerramento da atividade dessas infraestruturas e substituição por aterro sanitário. Só que a gente vê recorrentemente o não cumprimento disso”, observa. 

Lixões X Aterros sanitários

O presidente da ABREMA, Pedro Maranhão, explica que os lixões são depósitos a céu aberto sem qualquer tratamento sanitário. O despejo dos resíduos nessas localidades é ilegal. Já os aterros sanitários, Maranhão conta que são uma operação licenciada e fiscalizada por órgãos ambientais de controle. “É a forma mais adequada para o tratamento final dos resíduos e ainda geram insumo para produção de biocombustíveis e geração limpa de eletricidade”, esclarece.

Mas ele admite que garantir o processo de transição para aterros sanitários – conforme previsto no PNRS – ainda está longe do ideal. Segundo o presidente da ABREMA, a rede de aterros sanitários do Brasil não chega a 700 unidades e ainda existem municípios que, mesmo com aterros sanitários acessíveis e com capacidade operacional para tratamento dos resíduos locais, continuam utilizando lixões. 

“É preciso vencer essa barreira. A disposição irregular de resíduos é uma escolha muitas vezes tomada por administradores públicos por limitações para assumir os custos logísticos e operacionais. Porém, os recursos supostamente economizados acabam sendo despendidos em problemas de saúde pública causados pelo lixo irregular”, desabafa.

Quem precisa conviver com o lixo jogado na rua reclama. A faxineira Maria do Carmo Vieira de Jesus, moradora de Brasília, conta que, na rua onde mora, as pessoas não têm consciência dos riscos para a saúde e para o meio ambiente ao descartarem os resíduos no terreno vazio ao lado de sua casa.

“A maioria do lixo é tudo na rua jogado, entendeu? A coleta não passa assim direto, entendeu? Os bichos ficam rasgando o lixo e espalhando no meio da rua — e é muito ruim isso, ficar com aquele lixo no meio da rua jogado, rasgado. É muito ruim mesmo”, reclama. 

Consórcios dos municípios

Para que a medida consiga ser adotada, o Novo Marco do Saneamento permite o uso de um mesmo aterro sanitário por diversos municípios situados no entorno. A medida possibilita ganhos de escala e consequente redução de custos. 

“Hoje um aterro atende 30, 40 cidades. Aí o custo sai menor. Muito difícil uma cidade fazer um aterro e conseguir sustentar esse aterro. Só resolve através da regionalização. Um aterro para várias cidades, porque divide o custo. Então é fundamental hoje os prefeitos se organizarem e verem na sua região um aterro. Pelo menos num raio de 100 km tem mais viabilidade econômica eles levarem para o aterro do que fazerem um aterro na sua cidade, que sai muito caro, afirma Pedro Maranhão, presidente da Abrema.
 

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17/06/2024 03:00h

A vacina monovalente protege contra a cepa XBB — em maior circulação atualmente, segundo o Ministério da Saúde

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Os municípios acreanos já utilizam o novo imunizante contra a Covid-19. A vacina monovalente protege contra a cepa XBB — em maior circulação atualmente, segundo o Ministério da Saúde. O Acre recebeu as doses que estão sendo distribuídas aos municípios de todo o estado. A vacina será aplicada como reforço para os grupos prioritários.

Quem faz parte desses grupos e sabe a importância da vacina está sempre com a caderneta em dia. Como a defensora pública aposentada Rosa Maria Rita Bayma, moradora do bairro Morada do Sol, em Rio Branco (AC), de 71 anos. Com a imunização em dia, ela incentiva todos a fazerem o mesmo. 

“Toda vacina que aparece eu tomo, minha carteira de vacinação está ‘lotada’. E acho que ajuda muito a diminuir os casos e é uma importante prevenção.” 

O público-alvo da vacinação contra a Covid-19 é formado por crianças — de seis meses até menores de cinco anos. E também adultos dos grupos prioritários —  pessoas com mais de 60 anos, pessoas com comorbidades e gestantes.

O Movimento Nacional pela Vacinação, campanha encabeçada pelo Ministério da Saúde, entrou em nova etapa e pretende vacinar ao menos SETENTA MILHÕES de pessoas contra a Covid-19. Na primeira quinzena de maio, o Brasil recebeu as doses que protegem da variante XBB. Esse lote foi distribuído para todas as Unidades da Federação.  

O infectologista Adelino de Melo Freire Junior reforça que as vacinas vão sendo atualizadas de acordo com as novas cepas dos vírus que circulam, como o que acontece com a vacina da gripe anualmente. Por isso, os grupos mais vulneráveis precisam estar com a vacinação em dia para não contrariem a doença. 

 
“Essa nova vacina que chega é uma atualização necessária, porque o vírus evoluiu e as vacinas anteriores deixam de ter uma proteção tão eficiente. Então, a vacina nova que está chegando é necessária para a gente se proteger de forma mais ativa contra o vírus que circula hoje.”
 
Com a proximidade do inverno e a queda nas temperaturas em algumas regiões do país, aumenta a incidência de doenças respiratórias, assim como síndromes gripais. Por isso, medidas de proteção — além da vacina — devem ser tomadas, como usar máscara em caso de suspeita de alguma doença, cobrir o rosto quando espirrar, além de evitar espaços fechados. Essas medidas podem ajudar a reduzir a circulação do vírus da Covid.
 
Procure uma Unidade Básica de Saúde, leve a caderneta e vacine-se contra a Covid-19.
 
Para mais informações, acesse: www.gov.br/saude.
 

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17/06/2024 03:00h

A vacina monovalente protege contra a cepa XBB — em maior circulação atualmente, segundo o Ministério da Saúde

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Os municípios rondonienses já utilizam o novo imunizante contra a Covid-19. A vacina monovalente protege contra a cepa XBB — em maior circulação atualmente, segundo o Ministério da Saúde. Rondônia recebeu as doses que estão sendo distribuídas aos municípios de todo o estado. A vacina é aplicada como reforço para os grupos prioritários.

Quem faz parte do público-alvo, não pode descuidar da imunização. É o caso da advogada Carol Gonçalves Ferreira, de 29 anos. A moradora do bairro Olaria, de Porto Velho (RO), tem esclerose múltipla — uma doença autoimune, que causa lesão nos nervos. 
Ela já se vacinou e sabe da importância do imunizante para a saúde coletiva. 

“A importância de se imunizar não só para a própria proteção, mas também para a proteção dos outros, saúde pública e para reduzir drasticamente as formas mais graves da doença, evitando óbitos e internações.”

O público-alvo da vacinação contra a Covid-19 é formado por crianças — de seis meses até menores de cinco anos. E também adultos dos grupos prioritários —  pessoas com mais de 60 anos, pessoas com comorbidades e gestantes.

O Movimento Nacional pela Vacinação, campanha encabeçada pelo Ministério da Saúde, entrou em nova etapa e pretende vacinar ao menos SETENTA MILHÕES de pessoas contra a Covid-19. Na primeira quinzena de maio, o Brasil recebeu as doses que protegem da variante XBB. Esse lote foi distribuído para todas as Unidades da Federação.  

O infectologista Adelino de Melo Freire Junior reforça que as vacinas vão sendo atualizadas de acordo com as novas cepas dos vírus que circulam, como o que acontece com a vacina da gripe anualmente. Por isso, os grupos mais vulneráveis precisam estar com a vacinação em dia para não contrariem a doença. 

“Essa nova vacina que chega é uma atualização necessária, porque o vírus evoluiu e as vacinas anteriores deixam de ter uma proteção tão eficiente. Então, a vacina nova que está chegando é necessária para a gente se proteger de forma mais ativa contra o vírus que circula hoje.”

Com a proximidade do inverno e a queda nas temperaturas em algumas regiões do país, aumenta a incidência de doenças respiratórias, assim como síndromes gripais. Por isso, medidas de proteção — além da vacina — devem ser tomadas, como usar máscara em caso de suspeita de alguma doença, cobrir o rosto quando espirrar, além de evitar espaços fechados. Essas medidas podem ajudar a reduzir a circulação do vírus da Covid.

Procure uma Unidade Básica de Saúde, leve a caderneta e vacine-se contra a Covid-19.

Para mais informações, acesse: www.gov.br/saude.

 

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17/06/2024 03:00h

A vacina monovalente protege contra a cepa XBB — em maior circulação atualmente, segundo o Ministério da Saúde

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Os municípios alagoanos já utilizam o novo imunizante contra a Covid-19. A vacina monovalente protege contra a cepa XBB — em maior circulação atualmente, segundo o Ministério da Saúde. Alagoas já recebeu as doses que estão sendo distribuídas aos municípios de todo o estado. A vacina é aplicada como reforço para os grupos prioritários.

O analista de dados Victor Netto da Silva, de 35 anos, morador do bairro Antares, de Maceió (AL), conta que ele e a esposa grávida tomaram a última dose contra a Covid, em janeiro deste ano. O sentimento é de segurança:

“A vacina — independentemente do tipo de imunização, mas principalmente da Covid -– garante que não haja uma propagação ainda maior da doença e nem um efeito prolongado e mais grave nas pessoas imunizadas. Por isso, é de suma importância a confiança nessas vacinas.”  

O Movimento Nacional pela Vacinação, campanha encabeçada pelo Ministério da Saúde, entrou em nova etapa e pretende vacinar ao menos SETENTA MILHÕES de pessoas contra a Covid-19. Na primeira quinzena de maio, o Brasil recebeu as doses que protegem da variante XBB. Esse lote foi distribuído para todas as Unidades da Federação.  

O infectologista Adelino de Melo Freire Junior reforça que as vacinas vão sendo atualizadas de acordo com as novas cepas dos vírus que circulam, como o que acontece com a vacina da gripe anualmente. Por isso, os grupos mais vulneráveis precisam estar com a vacinação em dia para não contrariem a doença. 

“Essa nova vacina que chega é uma atualização necessária, porque o vírus evoluiu e as vacinas anteriores deixam de ter uma proteção tão eficiente. Então, a vacina nova que está chegando é necessária para a gente se proteger de forma mais ativa contra o vírus que circula hoje.”

Com a proximidade do inverno e a queda nas temperaturas em algumas regiões do país, aumenta a incidência de doenças respiratórias, assim como síndromes gripais. Por isso, medidas de proteção — além da vacina — devem ser tomadas, como usar máscara em caso de suspeita de alguma doença, cobrir o rosto quando espirrar, além de evitar espaços fechados. Essas medidas podem ajudar a reduzir a circulação do vírus da Covid.

Procure uma Unidade Básica de Saúde, leve a caderneta e vacine-se contra a Covid-19.

Para mais informações, acesse: www.gov.br/saude.
 

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17/06/2024 03:00h

A vacina monovalente protege contra a cepa XBB — em maior circulação atualmente, segundo o Ministério da Saúde

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Os municípios sul-mato-grossenses já utilizam o novo imunizante contra a Covid-19. A vacina monovalente protege contra a cepa XBB — em maior circulação atualmente, segundo o Ministério da Saúde. O Mato Grosso do Sul recebeu as doses que estão sendo distribuídas a todos os seus municípios. A vacina é aplicada como reforço para os grupos prioritários.

A vacina é segura, eficiente e eficaz para todos os públicos, garante a coordenadora de Imunização do Mato Grosso do Sul, Ana Paula Rezende. A gestora reforça a importância de todos estarem imunizados.

“Especialmente aqueles que não tomaram ainda a vacina, não tomaram nenhuma dose, que busquem a unidade de saúde, busquem a vacina. Estamos num período epidemiológico relativamente grave, pois estamos no inverno, quando há uma maior circulação dos vírus respiratórios. Esse é o momento de se prevenir e nós temos a vacina.”

O Movimento Nacional pela Vacinação, campanha encabeçada pelo Ministério da Saúde, entrou em nova etapa e pretende vacinar ao menos SETENTA MILHÕES de pessoas contra a Covid-19. Na primeira quinzena de maio, o Brasil recebeu as doses que protegem da variante XBB. Esse lote foi distribuído para todas as Unidades da Federação.  

O infectologista Adelino de Melo Freire Junior reforça que as vacinas vão sendo atualizadas de acordo com as novas cepas dos vírus que circulam, como o que acontece com a vacina da gripe anualmente. Por isso, os grupos mais vulneráveis precisam estar com a vacinação em dia para não contrariem a doença. 

“Essa nova vacina que chega é uma atualização necessária, porque o vírus evoluiu e as vacinas anteriores deixam de ter uma proteção tão eficiente. Então, a vacina nova que está chegando é necessária para a gente se proteger de forma mais ativa contra o vírus que circula hoje.”

Com a proximidade do inverno e a queda nas temperaturas em algumas regiões do país, aumenta a incidência de doenças respiratórias, assim como síndromes gripais. Por isso, medidas de proteção — além da vacina — devem ser tomadas, como usar máscara em caso de suspeita de alguma doença, cobrir o rosto quando espirrar, além de evitar espaços fechados. Essas medidas podem ajudar a reduzir a circulação do vírus da Covid.

Procure uma Unidade Básica de Saúde, leve a caderneta e vacine-se contra a Covid-19.

Para mais informações, acesse: www.gov.br/saude
 

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17/06/2024 03:00h

A vacina monovalente protege contra a cepa XBB — em maior circulação atualmente, segundo o Ministério da Saúde

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Os municípios baianos já utilizam o novo imunizante contra a Covid-19. A vacina monovalente protege contra a cepa XBB — em maior circulação atualmente, segundo o Ministério da Saúde. A Bahia recebeu as doses que estão sendo distribuídas aos municípios de todo o estado. A vacina será aplicada como reforço para os grupos prioritários.

A importância da vacina e da adesão desses grupos é reforçada pela coordenadora de Imunizações e Vigilância Epidemiológica da Bahia, Vânia Vanden Broucke. 

“É muito importante que esses grupos atualizem suas cadernetas de vacinação contra a Covid-19, pois são os grupos mais vulneráveis a terem casos graves e óbitos decorrentes da doença.” 

O Movimento Nacional pela Vacinação, campanha encabeçada pelo Ministério da Saúde, entrou em nova etapa e pretende vacinar ao menos SETENTA MILHÕES de pessoas contra a Covid-19. Na primeira quinzena de maio, o Brasil recebeu as doses que protegem da variante XBB. Esse lote foi distribuído para todas as Unidades da Federação.  

O infectologista Adelino de Melo Freire Junior reforça que as vacinas vão sendo atualizadas de acordo com as novas cepas dos vírus que circulam, como o que acontece com a vacina da gripe anualmente. Por isso, os grupos mais vulneráveis precisam estar com a vacinação em dia para não contrariem a doença. 

“Essa nova vacina que chega é uma atualização necessária, porque o vírus evoluiu e as vacinas anteriores deixam de ter uma proteção tão eficiente. Então, a vacina nova que está chegando é necessária para a gente se proteger de forma mais ativa contra o vírus que circula hoje.”

Com a proximidade do inverno e a queda nas temperaturas em algumas regiões do país, aumenta a incidência de doenças respiratórias, assim como síndromes gripais. Por isso, medidas de proteção — além da vacina — devem ser tomadas, como usar máscara em caso de suspeita de alguma doença, cobrir o rosto quando espirrar, além de evitar espaços fechados. Essas medidas podem ajudar a reduzir a circulação do vírus da Covid.

Procure uma Unidade Básica de Saúde, leve a caderneta e vacine-se contra a Covid-19.

Para mais informações, acesse: www.gov.br/saude.
 

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17/06/2024 03:00h

A vacina será aplicada como dose de reforço para os grupos prioritários

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Os municípios paraibanos já utilizam o novo imunizante contra a Covid-19. A vacina monovalente protege contra a cepa XBB — em maior circulação atualmente, segundo o Ministério da Saúde. A vacina será aplicada como dose de reforço para os grupos prioritários.

A chefe do Núcleo Estadual de Imunização da Paraíba, Márcia Mayara Queiroga, reforça a importância desses grupos procurarem o serviço de saúde para manter a imunização em dia.

“A Covid-19 ainda preocupa. Nós temos ainda um cenário epidemiológico com casos graves e hospitalizações por Covid. Após a vacinação, a gente diminui esses números de casos graves e precisamos manter a população vacinada — principalmente as pessoas dos grupos prioritários, que são os que têm maior risco de hospitalização por Covid-19.” 

O Movimento Nacional pela Vacinação, campanha encabeçada pelo Ministério da Saúde, entrou em nova etapa e pretende vacinar ao menos SETENTA MILHÕES de pessoas contra a Covid-19. Na primeira quinzena de maio, o Brasil recebeu doses que protegem da variante XBB. Esse lote foi distribuído para todas as Unidades da Federação.  

O infectologista Adelino de Melo Freire Junior reforça que as vacinas vão sendo atualizadas de acordo com as novas cepas dos vírus que circulam, como o que acontece com a vacina da gripe anualmente. Por isso, os grupos mais vulneráveis precisam estar com a vacinação em dia para não contrariem a doença. 

“Essa nova vacina que chega é uma atualização necessária, porque o vírus evoluiu e as vacinas anteriores deixam de ter uma proteção tão eficiente. Então, a vacina nova que está chegando é necessária para a gente se proteger de forma mais ativa contra o vírus que circula hoje.”

Com a proximidade do inverno e a queda nas temperaturas em algumas regiões do país, aumenta a incidência de doenças respiratórias, assim como síndromes gripais. Por isso, medidas de proteção — além da vacina — devem ser tomadas, como usar máscara em caso de suspeita de alguma doença, cobrir o rosto quando espirrar, além de evitar espaços fechados. Essas medidas podem ajudar a reduzir a circulação do vírus da Covid.

Procure uma Unidade Básica de Saúde, leve a caderneta e vacine-se contra a Covid-19.

Para mais informações, acesse: www.gov.br/saude.

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17/06/2024 03:00h

A vacina monovalente protege contra a cepa XBB — em maior circulação atualmente, segundo o Ministério da Saúde

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Os municípios sergipanos já utilizam o novo imunizante contra a Covid-19. A vacina monovalente protege contra a cepa XBB — em maior circulação atualmente, segundo o Ministério da Saúde. A vacina será aplicada como dose de reforço para os grupos prioritários.

A gerente de imunização da Secretaria de Saúde de Sergipe, Ilani Paulina da Silva, reforça a importância desses grupos procurarem o serviço de saúde para manter a imunização em dia.

“O vírus da Covid continua circulante no meio ambiente. A vacina protege contra o agravamento e o possível desenvolvimento das síndromes respiratórias graves — e estamos no período da sazonalidade aqui no Nordeste. Por isso é muito importante que as pessoas procurem a vacina para que a rede de saúde não sofra um abarrotamento com os casos de síndromes gripais que são causados pela sintomatologia tanto da Influenza quanto da Covid.” 

O Movimento Nacional pela Vacinação, campanha encabeçada pelo Ministério da Saúde, entrou em nova etapa e pretende vacinar ao menos SETENTA MILHÕES de pessoas contra a Covid-19. Na primeira quinzena de maio, o Brasil recebeu doses que protegem da variante XBB. Esse lote foi distribuído para todas as Unidades da Federação.  

O infectologista Adelino de Melo Freire Junior reforça que as vacinas vão sendo atualizadas de acordo com as novas cepas dos vírus que circulam, como o que acontece com a vacina da gripe anualmente. Por isso, os grupos mais vulneráveis precisam estar com a vacinação em dia para não contrariem a doença. 

“Essa nova vacina que chega é uma atualização necessária, porque o vírus evoluiu e as vacinas anteriores deixam de ter uma proteção tão eficiente. Então, a vacina nova que está chegando é necessária para a gente se proteger de forma mais ativa contra o vírus que circula hoje.”

Com a proximidade do inverno e a queda nas temperaturas em algumas regiões do país, aumenta a incidência de doenças respiratórias, assim como síndromes gripais. Por isso, medidas de proteção — além da vacina — devem ser tomadas, como usar máscara em caso de suspeita de alguma doença, cobrir o rosto quando espirrar, além de evitar espaços fechados. Essas medidas podem ajudar a reduzir a circulação do vírus da Covid.

Procure uma Unidade Básica de Saúde, leve a caderneta e vacine-se contra a Covid-19.

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17/06/2024 03:00h

O país ainda perde 37,78% da água tratada antes de chegar às residências brasileiras

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Os desperdícios de água que ocorrem no processo de abastecimento e distribuição podem impactar negativamente nos cofres públicos e no atendimento à população. Um levantamento do Instituto Trata Brasil em parceria com a GO Associados revela que o país pode arrecadar R$ 40 bilhões até 2034 com a redução dessas perdas. 

Pensando em como o governo pode trabalhar essas perdas, a secretária executiva da Frente Parlamentar Mista do Saneamento Básico Beatriz Nóbrega destaca a participação da iniciativa privada como um dos vetores para permitir que tudo que foi desejado e estabelecido como meta seja alcançado.

“Principalmente do ponto de vista de atração de investimentos e aporte de recurso, que são necessários tanto para a gente desenvolver a manutenção dos sistemas como também para novas infraestruturas, para a expansão dos serviços, para desenvolvimento e internalizar novas tecnologias que são capazes de aumentar a eficiência e a qualidade da prestação dos serviços e do cumprimento dos contratos e daquilo que fornece saúde e qualidade de vida para a população”, observa.

Segundo o estudo, antes de chegar às residências, 37,78% da água tratada é desperdiçada, sendo que o nível aceitável de perdas – definido pela Portaria 490/2021, do Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR) – indica que para um município contar com um grau de excelência deve ter no máximo 25% em perdas na distribuição.

O estado de São Paulo, por exemplo, conseguiria atender 2.390.337 habitantes com a redução de perdas de água. O número equivale a 1.377 piscinas olímpicas, de acordo com a pesquisa. Bahia, Pernambuco, Maranhão, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Amazonas também estão entre os estados que mais seriam beneficiados.

Redução das perdas

Se o Brasil diminuir dos atuais 37,78% para os 25% previstos pela Portaria 490/2021, o volume economizado seria da ordem de 1,3 bilhão de m3. Dados da pesquisa mostram que seria o equivalente ao consumo médio do recurso de aproximadamente 22 milhões de brasileiros. A população potencialmente atendida é calculada considerando-se somente as perdas físicas e sua redução até a meta de 25%.

Na opinião da presidente executiva do Instituto Trata Brasil, Luana Pretto, o volume de perdas é um indicador chave que reflete diretamente nas qualidades de gestão e operação. Para ela, com um plano estruturado de redução de perdas, investimentos contínuos, priorizando o tema na agenda pública e com ações estratégicas constantes, é possível atingir a meta estabelecida pelo Ministério do Desenvolvimento Regional.

“A gente estaria aí investindo aproximadamente 20 bilhões de reais para reduzir perdas e teria um ganho de 40 bilhões de reais. Isso sem contar em todo ganho ambiental que vem ao longo desse processo de redução de perdas. Quando a gente olha os cases de sucesso de redução de perdas nos últimos cinco anos, a gente vê que é possível reduzir perdas”, avalia.
 

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17/06/2024 03:00h

A vacina monovalente protege contra a cepa XBB — em maior circulação atualmente, segundo o Ministério da Saúde

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Os municípios maranhenses já utilizam o novo imunizante contra a Covid-19. A vacina monovalente protege contra a cepa XBB — em maior circulação atualmente, segundo o Ministério da Saúde. A vacina será aplicada como dose de reforço para os grupos prioritários.

A Ivanna Karolyne da Cruz, de 27 anos, mora no bairro Torre, do município maranhense de Campestre. A fisioterapeuta relata que todos da família seguem à risca os esquemas de vacinação contra a Covid-19.

Para Ivanna, tomar a vacina é um ato que vai além de um cuidado pessoal: 

“Na minha opinião, a vacinação é de suma importância para prevenir e imunizar. Eu não faço parte do grupo de risco, mas tenho familiares que fazem parte — pai e mãe — e todos eles também foram imunizados.” 

O Movimento Nacional pela Vacinação, campanha encabeçada pelo Ministério da Saúde, entrou em nova etapa e pretende vacinar ao menos SETENTA MILHÕES de pessoas contra a Covid-19. Na primeira quinzena de maio, o Brasil recebeu doses que protegem da variante XBB. Esse lote foi distribuído para todas as Unidades da Federação.  

O infectologista Adelino de Melo Freire Junior reforça que as vacinas vão sendo atualizadas de acordo com as novas cepas dos vírus que circulam, como o que acontece com a vacina da gripe anualmente. Por isso, os grupos mais vulneráveis precisam estar com a vacinação em dia para não contrariem a doença. 

“Essa nova vacina que chega é uma atualização necessária, porque o vírus evoluiu e as vacinas anteriores deixam de ter uma proteção tão eficiente. Então, a vacina nova que está chegando é necessária para a gente se proteger de forma mais ativa contra o vírus que circula hoje.”

Com a proximidade do inverno e a queda nas temperaturas em algumas regiões do país, aumenta a incidência de doenças respiratórias, assim como síndromes gripais. Por isso, medidas de proteção — além da vacina — devem ser tomadas, como usar máscara em caso de suspeita de alguma doença, cobrir o rosto quando espirrar, além de evitar espaços fechados. Essas medidas podem ajudar a reduzir a circulação do vírus da Covid.

Procure uma Unidade Básica de Saúde, leve a caderneta e vacine-se contra a Covid-19.

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17/06/2024 03:00h

Na primeira quinzena de maio, o Brasil recebeu doses que protegem da variante XBB. Esse lote foi distribuído para todas as Unidades da Federação

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Os municípios piauienses já utilizam o novo imunizante contra a Covid-19. A vacina monovalente protege contra a cepa XBB — em maior circulação atualmente, segundo o Ministério da Saúde. A vacina será aplicada como dose de reforço para os grupos prioritários.

A vendedora Rita de Cássia Soares Teixeira, de 58 anos, moradora do bairro Macaúba, em Teresina (PI), está com a vacinação contra a Covid em dia. Tomou as doses que são recomendadas para a idade dela e apoia todas as campanhas de imunização. 

“É necessário, sim, a gente se vacinar. Tudo que contribui para a gente ficar imune, para não adoecer, é importante. A pessoa tendo a oportunidade de se vacinar para evitar a morte — tanto a sua quanto a dos seus — isso é necessário.” 

O Movimento Nacional pela Vacinação, campanha encabeçada pelo Ministério da Saúde, entrou em nova etapa e pretende vacinar ao menos SETENTA MILHÕES de pessoas contra a Covid-19. Na primeira quinzena de maio, o Brasil recebeu doses que protegem da variante XBB. Esse lote foi distribuído para todas as Unidades da Federação.  

O infectologista Adelino de Melo Freire Junior reforça que as vacinas vão sendo atualizadas de acordo com as novas cepas dos vírus que circulam, como o que acontece com a vacina da gripe anualmente. Por isso, os grupos mais vulneráveis precisam estar com a vacinação em dia para não contrariem a doença. 

“Essa nova vacina que chega é uma atualização necessária, porque o vírus evoluiu e as vacinas anteriores deixam de ter uma proteção tão eficiente. Então, a vacina nova que está chegando é necessária para a gente se proteger de forma mais ativa contra o vírus que circula hoje.”

Com a proximidade do inverno e a queda nas temperaturas em algumas regiões do país, aumenta a incidência de doenças respiratórias, assim como síndromes gripais. Por isso, medidas de proteção — além da vacina — devem ser tomadas, como usar máscara em caso de suspeita de alguma doença, cobrir o rosto quando espirrar, além de evitar espaços fechados. Essas medidas podem ajudar a reduzir a circulação do vírus da Covid.

Procure uma Unidade Básica de Saúde, leve a caderneta e vacine-se contra a Covid-19.

Para mais informações, acesse: www.gov.br/saude.
 

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17/06/2024 03:00h

Insegurança alimentar, moradias inadequadas, com muitas pessoas e pouca circulação de ar — os determinantes sociais ainda são decisivos para alta incidência da doença nas populações mais vulneráveis. A tuberculose é uma das 11 doenças e 5 infecções socialmente determinadas que o programa Brasil Saudável, do Governo Federal, pretende eliminar ou controlar, até 2030, com redução da incidência e do número de mortes.

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Em 2013, quando o cantor Thiaguinho foi diagnosticado com tuberculose, muita gente se surpreendeu com o fato da doença ainda estar em circulação no país. Não só está presente, como foi diagnosticada, em 2023, em mais de 81 mil brasileiros. Em 2022, matou 5,8 mil pessoas no país, segundo boletim epidemiológico do Ministério da Saúde. 

A principal forma de contágio da doença é aérea — quando uma pessoa infectada com o bacilo tosse, espirra ou fala. O principal sintoma ainda é a tosse persistente, chamada tosse prolongada, que costuma durar três semanas ou mais. E os determinantes sociais ainda são fatores que perpetuam a existência da tuberculose no país, como explica a coordenadora-geral de Vigilância da Tuberculose, Micoses Endêmicas e Micobactérias não Tuberculosas do Ministro da Saúde, Fernanda Dockhorn. 

“A tuberculose está ligada muito às condições de vida da população. Então, as populações que vivem em uma situação de empobrecimento, em ambientes aglomerados, onde o ar não circula tão bem, estão mais sujeitos ao adoecimento . Além disso, as pessoas em situação de vulnerabilidade social, muitas vezes, vivenciam mais dificuldades de acesso a serviços e diagnóstico tardio”.

A coordenadora ainda levanta outro determinante: a insegurança alimentar, já que a tuberculose está ligada à desnutrição. “Se uma pessoa vivencia problemas em relação à segurança alimentar, está com dificuldades de ter acesso a uma alimentação adequada, ela acaba tendo maior risco de ter tuberculose depois de uma infecção”.

Tuberculose: incidência no Brasil

Em 2023, aponta o boletim do Ministério da Saúde, foram notificados 80.012 casos novos de tuberculose no Brasil. Isso corresponde a uma incidência de 37,3 casos por casos por 100 mil habitantes. Dois dos estados com a maior incidência da doença — são o Rio de Janeiro (70,7 casos/100 mil) e Amazonas (81,6 casos/100 mil). 

Mas o estado onde o problema também é grave, Roraima (85,7 casos/100 mil), tem outras determinações sociais. “Manaus (AM) e o Rio de Janeiro (RJ) possuem muitas comunidades que apresentam uma determinação social específica relacionada aos grandes centros urbanos. Muitas pessoas em situações precárias de vida, vivenciando situações de insegurança alimentar, entre outros fatores que favorecem a tuberculose e a perpetuação dela naquele ambiente. Roraima tem uma situação muito específica, já que é um estado pequeno, mas que recebe muitos imigrantes e tem uma população indígena importante em seu território. Essas populações possuem necessidades específicas, podem vivenciar barreiras de acesso aos cuidados em saúde por questões culturais, geográficas e podem também estar sujeitas a uma situações de desnutrição que favorece o adoecimento por tuberculose”.

A médica infectologista de referência de tuberculose da Secretaria de Saúde de Roraima, Nayara Melo dos Santos, relata as condições de vulnerabilidade: “são pessoas que vivenciam um alto risco social: existem casos de imigrantes que vêm andando do país vizinho, que vivenciam inúmeras dificuldades para ter acesso a uma alimentação adequada, para terem acesso a um abrigo. São pessoas que chegam, não conseguem vaga no abrigo, ficam em situação de rua e precisam de uma atenção específica”.
 

Tuberculose: diagnóstico e tratamento 

A professora Nathália Raposo, 24 anos, adoeceu de tuberculose quando morava em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, em 2018. Os primeiros sintomas foram febre, seguida de suor excessivo na madrugada, e muita tosse. Mas só foi buscar um serviço de saúde quando começou a sentir dores para respirar. 

“Fui ao posto de saúde e lá relatei os sintomas. E me orientaram sobre como fazer o exame. Fiz, aguardei o resultado. Com o resultado em mãos, neste mesmo posto médico, tive a primeira consulta, já iniciei o tratamento e lá mesmo tive acesso ao medicamento”, relata. 

O tratamento da Nathália foi feito via oral, com antibióticos. São seis meses de tratamento, feito em casa, com acompanhamento mensal nas unidades de atenção primária à saúde. E segundo Fernanda Dockhorn, “com tratamento, a maioria das pessoas já não transmite a doença em 15 dias.”

A coordenadora do Ministério orienta: para se ter acesso ao diagnóstico, a porta de entrada preferencial deve ser a Atenção Primária à Saúde. “Mesmo em um município pequeno, a Atenção Primária à Saúde deve ser sensível, tem que perceber quando tem suspeita ou não da doença. Todo o medicamento é fornecido pelo SUS, de forma gratuita”. A adesão total ao tratamento — com duração mínima de seis meses — é fundamental para que a pessoa fique curada. 

Tuberculose: atuação do Programa Brasil Saudável nos grupos mais vulneráveis 

O boletim do Ministério da Saúde revela que, a partir de 2021, houve elevação do número de casos de tuberculose em populações em situação de vulnerabilidade, com destaque para a população em situação de rua”. Além deste grupo, também estão mais vulneráveis a desenvolver a tuberculose as pessoas vivendo com HIV/aids, indígenas, imigrantes e população privada de liberdade. 

“As maiores cargas hoje, além das pessoas com HIV/aids, são as pessoas privadas de liberdade”, revela Fernanda Dockhorn. “Para quem vive com HIV ou aids, há mais chances de ficar doente depois de se infectar [com tuberculose]”. E o estudo do Ministério evidencia essa realidade: a coinfecção entre tuberculose e HIV passou de 8,6%, em 2022, para 9,3%, em 2023.

Criado em fevereiro como um programa de governo, o Brasil Saudável é uma estratégia coordenada pelo Ministério da Saúde que inclui outros 13 ministérios. Juntos, desenvolvem ações frente às populações e territórios prioritários – tanto para combater a tuberculose quanto para outras 10 doenças e cinco infecções consideradas problemas de saúde pública. 

As diretrizes  do programa estão voltadas para o enfrentamento à fome e à pobreza, a promoção da proteção social e dos direitos humanos, o fortalecimento da capacitação de agentes sociais, o estímulo à ciência, tecnologia e inovação e a expansão de iniciativas em infraestrutura, saneamento e meio ambiente. 

A meta do programa em relação à eliminação da TB como problema de saúde pública é reduzir a incidência para menos de 10 casos por 100 mil habitantes e fazer cair o número de mortes pela doença para menos de  230 por ano,  até 2030. O que para a coordenadora Fernanda Dockhorn, é uma meta possível, mas depende de um esforço coletivo. “O Brasil está no caminho, a gente tem o Brasil Saudável como uma ferramenta para ampliar as ações interministeriais, a proteção social para as pessoas com TB, e o atendimento adequado para quem é privado de liberdade, por exemplo”.

Para saber mais sobre a tuberculose e sobre o programa Brasil Saudável, acesse: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/brasil-saudavel.
 

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17/06/2024 03:00h

A vacina monovalente protege contra a cepa XBB — em maior circulação atualmente

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Roraima já começou a vacinação contra a Covid-19 com o novo imunizante da fabricante Moderna. A vacina monovalente protege contra a cepa XBB — em maior circulação atualmente. As doses já foram distribuídas aos municípios roraimenses. A vacina será aplicada como reforço para os grupos prioritários.

A estudante Carolina Prestes de Almeida, de 25 anos, mora no Centro de Boa Vista. Não faz parte de grupo de risco, mas acredita que a vacina é a melhor forma de se proteger de qualquer doença. 

Ela conta que assim que teve acesso às doses contra a Covid, correu para se imunizar. Hoje, com o esquema vacinal completo, incentiva outras pessoas a buscarem essa proteção.

“Para mim, a importância da vacinação é se imunizar contra a doença e contribuir diretamente para o controle e eliminação do vírus ou da bactéria que se aplica a vacina.”  

O público-alvo da vacinação contra a Covid-19 é formado por crianças — de seis meses até menores de cinco anos. E também adultos dos grupos prioritários — pessoas com mais de 60 anos, pessoas com comorbidades e gestantes.

O Movimento Nacional pela Vacinação, campanha encabeçada pelo Ministério da Saúde, entrou em nova etapa e pretende vacinar ao menos SETENTA MILHÕES de pessoas contra a Covid-19. Na primeira quinzena de maio, o Brasil recebeu as doses que protegem da variante XBB. Esse lote foi distribuído para todas as Unidades da Federação, que têm autonomia para começar a aplicação imediatamente.  

O infectologista Adelino de Melo Freire Junior reforça que as vacinas vão sendo atualizadas de acordo com as novas cepas dos vírus que circulam, como o que acontece com a vacina da gripe anualmente. Por isso, os grupos mais vulneráveis precisam estar com a vacinação em dia para não contrariem a doença. 

“Essa nova vacina que chega é uma atualização necessária, porque o vírus evoluiu e as vacinas anteriores deixam de ter uma proteção tão eficiente. Então, a vacina nova que está chegando é necessária para a gente se proteger de forma mais ativa contra o vírus que circula hoje.”

Com a proximidade do inverno e a queda nas temperaturas em algumas regiões do país, aumenta a incidência de doenças respiratórias, assim como síndromes gripais. Por isso, medidas de proteção — além da vacina — devem ser tomadas, como usar máscara em caso de suspeita de alguma doença, cobrir o rosto quando espirrar, além de evitar espaços fechados. Essas medidas podem ajudar a reduzir a circulação do vírus da Covid.

Procure uma Unidade Básica de Saúde, leve a caderneta e vacine-se contra a Covid-19.

Para mais informações, acesse: www.gov.br/saude.
 

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17/06/2024 03:00h

A vacina monovalente protege contra a cepa XBB — em maior circulação atualmente

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O Paraná começou a vacinação contra o Covid-19 com o novo imunizante da fabricante Moderna. A vacina monovalente protege contra a cepa XBB — em maior circulação atualmente. O estado já distribuiu as doses aos TREZENTOS E NOVENTA E NOVE municípios paranaenses. A vacina será aplicada como reforço para os grupos prioritários.
A chefe da divisão de Vigilância do Programa de Imunização da Secretaria de Saúde do estado, Virgínia Dobkowski, convoca todas as pessoas do público prioritário para a vacinação.

“Essas doses estão disponíveis para serem aplicadas nas 1.850 salas de vacinas distribuídas pelos nossos municípios paranaenses. É importante destacar que essa vacina tem a cepa nova. Então, todas as pessoas que pertencem aos grupos prioritários e que já tomaram as vacinas que protegem das outras cepas, precisam ser ‘revacinadas’ com a cepa atualizada.” 

O público-alvo da vacinação contra a Covid-19 é formado por crianças — de seis meses até menores de cinco anos. E também adultos dos grupos prioritários — pessoas com mais de 60 anos, pessoas com comorbidades e gestantes.

O Movimento Nacional pela Vacinação, campanha encabeçada pelo Ministério da Saúde, entrou em nova etapa e pretende vacinar ao menos SETENTA MILHÕES de pessoas contra a Covid-19. Na primeira quinzena de maio, o Brasil recebeu as doses que protegem da variante XBB. Esse lote foi distribuído para todas as Unidades da Federação, que têm autonomia para começar a aplicação imediatamente.  

O infectologista Adelino de Melo Freire Junior reforça que as vacinas vão sendo atualizadas de acordo com as novas cepas dos vírus que circulam, como o que acontece com a vacina da gripe anualmente. Por isso, os grupos mais vulneráveis precisam estar com a vacinação em dia para não contrariem a doença. 

“Essa nova vacina que chega é uma atualização necessária, porque o vírus evoluiu e as vacinas anteriores deixam de ter uma proteção tão eficiente. Então, a vacina nova que está chegando é necessária para a gente se proteger de forma mais ativa contra o vírus que circula hoje.”

Com a proximidade do inverno e a queda nas temperaturas em algumas regiões do país, aumenta a incidência de doenças respiratórias, assim como síndromes gripais. Por isso, medidas de proteção — além da vacina — devem ser tomadas, como usar máscara em caso de suspeita de alguma doença, cobrir o rosto quando espirrar, além de evitar espaços fechados. Essas medidas podem ajudar a reduzir a circulação do vírus da Covid.

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17/06/2024 03:00h

A vacina monovalente protege contra a cepa XBB — em maior circulação atualmente, segundo o Ministério da Saúde

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O estado do Rio de Janeiro começou a vacinação contra o Covid-19 com o novo imunizante da fabricante Moderna. A vacina monovalente protege contra a cepa XBB — em maior circulação atualmente, segundo o Ministério da Saúde. As doses já foram distribuídas aos NOVENTA E DOIS municípios fluminenses. A vacina será aplicada como reforço para os grupos prioritários.

A professora Elenir Rosa de Azevedo faz parte desse grupo. Aos 68 anos, a moradora da Pedra de Guaratiba, Zona Oeste do Rio de Janeiro, valoriza a ciência. Por isso, sempre está com imunização atualizada.

“Acho muito importante tomar vacina, sim. Eu tomo todas, faço parte de todas as campanhas, tenho a minha caderneta de vacinação em dia, inclusive a da Covid. Acho que se trata de uma prevenção para a nossa saúde e todos deveriam participar, tanto crianças quanto nós, adultos.”

O público-alvo da vacinação contra a Covid-19 é formado por crianças — de seis meses até menores de cinco anos. E também adultos dos grupos prioritários — pessoas com mais de 60 anos, pessoas com comorbidades e gestantes.

O Movimento Nacional pela Vacinação, campanha encabeçada pelo Ministério da Saúde, entrou em nova etapa e pretende vacinar ao menos SETENTA MILHÕES de pessoas contra a Covid-19. Na primeira quinzena de maio, o Brasil recebeu as doses que protegem da variante XBB. Esse lote foi distribuído para todas as Unidades da Federação, que têm autonomia para começar a aplicação imediatamente.  

O infectologista Adelino de Melo Freire Junior reforça que as vacinas vão sendo atualizadas de acordo com as novas cepas dos vírus que circulam, como o que acontece com a vacina da gripe anualmente. Por isso, os grupos mais vulneráveis precisam estar com a vacinação em dia para não contrariem a doença. 

“Essa nova vacina que chega é uma atualização necessária, porque o vírus evoluiu e as vacinas anteriores deixam de ter uma proteção tão eficiente. Então, a vacina nova que está chegando é necessária para a gente se proteger de forma mais ativa contra o vírus que circula hoje.”

Com a proximidade do inverno e a queda nas temperaturas em algumas regiões do país, aumenta a incidência de doenças respiratórias, assim como síndromes gripais. Por isso, medidas de proteção — além da vacina — devem ser tomadas, como usar máscara em caso de suspeita de alguma doença, cobrir o rosto quando espirrar, além de evitar espaços fechados. Essas medidas podem ajudar a reduzir a circulação do vírus da Covid.

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17/06/2024 03:00h

A vacina monovalente protege contra a cepa XBB — em maior circulação atualmente

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Os municípios amapaenses começaram a vacinação contra o Covid-19 com o novo imunizante da fabricante Moderna. A vacina monovalente protege contra a cepa XBB — em maior circulação atualmente. O estado recebeu as doses que estão sendo distribuídas às cidades. A vacina será aplicada como reforço para os grupos prioritários.

A Andriely Katrine, de 22 anos, do Renascer 1, em Macapá, está atenta ao esquema vacinal contra a Covid-19. Ela é estudante de enfermagem e entusiasta da vacinação. 

“Tanto como cidadã, usuária do SUS, tanto como acadêmica e futura profissional de saúde, acho muito importante incentivar a cultura da vacinação e aderir a ela também. Por ela [pela vacina], evita que a gente contraia e reduz os sintomas da doença [Covid-19].” 

O público-alvo da vacinação contra a Covid-19 é formado por crianças — de seis meses até menores de cinco anos. E também adultos dos grupos prioritários — pessoas com mais de 60 anos, pessoas com comorbidades e gestantes.

O Movimento Nacional pela Vacinação, campanha encabeçada pelo Ministério da Saúde, entrou em nova etapa e pretende vacinar ao menos SETENTA MILHÕES de pessoas contra a Covid-19. Na primeira quinzena de maio, o Brasil recebeu as doses que protegem da variante XBB. Esse lote foi distribuído para todas as Unidades da Federação, que têm autonomia para começar a aplicação imediatamente.  

O infectologista Adelino de Melo Freire Junior reforça que as vacinas vão sendo atualizadas de acordo com as novas cepas dos vírus que circulam, como o que acontece com a vacina da gripe anualmente. Por isso, os grupos mais vulneráveis precisam estar com a vacinação em dia para não contrariem a doença. 

“Essa nova vacina que chega é uma atualização necessária, porque o vírus evoluiu e as vacinas anteriores deixam de ter uma proteção tão eficiente. Então, a vacina nova que está chegando é necessária para a gente se proteger de forma mais ativa contra o vírus que circula hoje.”

Com a proximidade do inverno e a queda nas temperaturas em algumas regiões do país, aumenta a incidência de doenças respiratórias, assim como síndromes gripais.

Por isso, medidas de proteção — além da vacina — devem ser tomadas, como usar máscara em caso de suspeita de alguma doença, cobrir o rosto quando espirrar, além de evitar espaços fechados. Essas medidas podem ajudar a reduzir a circulação do vírus da Covid.

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17/06/2024 03:00h

Cientista político avalia, ainda, que o poder dado à Mesa Diretora para propor a suspensão deve ser visto com cautela.

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A Mesa Diretora da Câmara dos Deputados poderá propor a suspensão, por medida cautelar, do mandato de deputado federal por até seis meses por quebra de decoro parlamentar. O Projeto de Resolução 32/24, da Mesa Diretora, foi aprovado pela Casa na última quarta-feira (12). 

Pelo texto, a decisão deverá ser deliberada pelo Conselho de Ética e Decoro Parlamentar em até três dias úteis com prioridade sobre demais deliberações. A proposta já foi promulgada como Resolução 11/24.

Caso o Conselho de Ética decida pela suspensão, o deputado alvo da punição poderá recorrer diretamente ao Plenário. Em caso de rejeição do pedido pelo Conselho, somente a Mesa poderá apresentar recurso ao plenário.

Pelas novas regras, para evitar decisão unilateral do presidente da Câmara sobre o tema, cuja permissão compõe outras matérias de competência da Mesa Diretora, o projeto exclui essa possibilidade no Regimento Interno da Casa. Dessa forma, somente a Mesa poderá decidir.

Prós e contras

O cientista político Alexandre Rocha destaca que o instrumento pode melhorar o funcionamento da Câmara. Porém, ele salienta que o poder dado à Mesa Diretora deve ser visto com cautela, tendo em vista que o mandato parlamentar tem o suporte da representatividade dos cidadãos. 

“É algo que tem que se olhar com cuidado, porque essa discussão de decoro parlamentar pode, muitas vezes, ali ser um conceito muito amplo para julgar parlamentares e deixá-los de fora das decisões da Casa. Então, eu vejo dessa perspectiva. Mas, no geral, imagino que pode ser um instrumento para melhorar a atividade parlamentar”, pontua o cientista político.

O especialista explica que já existiam medidas de disciplina dos parlamentares na Casa – algumas no regimento interno e outras resoluções. Para ele, a nova decisão “é uma atitude extrema, tendo em vista esses últimos fatos de discussões entre parlamentares e que provocou essa situação”. 

Contexto 

Segundo a Mesa Diretora, o projeto pretende prevenir “a ocorrência de confrontos desproporcionalmente acirrados entre parlamentares”.

O Código de ética e Decoro Parlamentar lista diversas regras que devem ser seguidas para manutenção de um ambiente político adequado. O cientista político Alexandre Rocha lista algumas ações que qualificam a quebra de decoro parlamentar: 

  • Praticar ofensas físicas ou morais nas dependências da Câmara
  • Desacatar por atos ou palavras outro parlamentar, a Mesa, comissão ou os respectivos presidentes, entre outras.

“Particularmente, essa última é o que a gente tem mais visto e imagino que foi ela que tenha motivado essa medida de suspensão do parlamentar, porque ultimamente tem tido muito bate-boca, muitas brigas até quase físicas entre parlamentares e isso se enquadra justamente numa quebra do decoro parlamentar, que se espera ali uma civilidade, hombridade, respeito com as decisões e as manifestações dos outros parlamentares”, avalia o especialista.

                

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17/06/2024 03:00h

Conheça a trajetória da Francisca Vieira, fundadora e CEO da Natural Cotton Color. A empresa exporta peças streetwear para 10 países. Empresária teve apoio da ApexBrasil, que promove a internacionalização de micro e pequenas empresas

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Uma cadeia têxtil completa, com produtos de pegada sustentável, somada à vocação inovadora dos empreendedores brasileiros. Esses fatores elevaram a qualidade da moda e do vestuário 'Made in Brazil' que, atualmente, têm espaço garantido em lojas e salões mundo afora. O setor de vestuário somou US$ 188,6 milhões em exportações, no ano passado, segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC). 

Nesta primeira matéria de uma série de histórias inspiradoras sobre empreendedores que decidiram exportar, vamos mostrar a trajetória da Francisca Vieira, empresária da Paraíba. Ela é fundadora e CEO da Natural Cotton Color. A empresa exporta peças streetwear — um estilo de roupas causais que preza pelo conforto — feitas com algodão ecológico para 10 países. “Estamos vivendo um momento de ouro”, revela.

História

Na década de 1990, o Brasil tinha participação tímida no mercado internacional de algodão. Foi somente na virada do milênio, quando o Brasil começou a investir em tecnologia e em políticas agrícolas de apoio, que o setor começou a se destacar.

E foi em meio a esse contexto e à crescente busca do mercado internacional por produtos com pegada sustentável que Francisca vislumbrou uma oportunidade. Em 2005 — dez anos após fundar a Natural Cotton Color —, a empresária resolveu desenvolver um projeto de moda a partir de um tipo de algodão naturalmente colorido e orgânico, cujo produto final tem a mesma cor da pluma.

"O Brasil nem falava em sustentabilidade. Na Europa, já havia salões voltados para design sustentável. Fiz pesquisa de mercado, visitei vários países e, em Londres, encontrei esse salão que só tinha produtos sustentáveis. Olhei e pensei: 'meu salão é aqui'," lembra.

Foi aí que surgiu a Natural Cotton Color, conta Francisca Vieira. "A gente era uma empresa de streetwear e resolvemos trabalhar com a exportação a partir desse produto ecológico. Houve muita pesquisa para chegar a essa marca, que era um nome que traduzia o nosso trabalho", afirma.

Quando o assunto é fabricação de malhas e tecidos planos, ela diz que o algodão colorido pode gerar economia de até 87,5% de água em relação aos processos convencionais de produção.

Suporte

A empresária conta que a mudança de identidade da empresa foi impulsionada pelo Programa Texbrasil, que tem apoio da ApexBrasil.  O programa ajuda empresas têxteis brasileiras a internacionalizar as suas marcas.

"Soube que tinha o programa da Texbrasil e disse a eles: ‘quero que vocês vão na Paraíba, nem que seja para dizer que a gente não presta para nada’. Quinze dias depois desse chute na porta, chegou o Texbrasil. E aí foi quando a gente começou a trabalhar o produto. A Natural Cotton Color foi feita a quatro mãos. Duas mãos, é claro, da Francisca Vieira — e outras duas do programa da Apex", afirma.

Francisca ressalta que o suporte dos programas de exportação da ApexBrasil é fundamental para que micro e pequenos empresários consigam vender seus produtos a outros países. "Os programas podem, sim, ser uma virada de chave para uma empresa crescer. A Apex é imprescindível para a exportação da moda brasileira", pontua.

Hoje, a Natural Cotton Color exporta para 10 países, entre eles Estados Unidos, Reino Unido e Japão. O grupo também tem lojas pop-ups (por período determinado) na Itália, Alemanha e França.

As empresas do grupo faturam entre R$ 1,2 milhão e R$ 2,2 milhões por ano e, segundo a CEO, não vão parar por aí. "Temos um projeto pré-aprovado junto à Apex, de R$ 6 milhões a R$ 7 milhões, voltado exclusivamente para moda sustentável, para a gente voltar a ousar e ampliar esses mercados — porque tem uns oito anos que não temos avançado por questão financeira".

Texbrasil

Conduzido pela Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit) em parceria com a ApexBrasil, o Programa de Internacionalização da Indústria Têxtil e de Moda Brasileira (Texbrasil) atua junto às empresas do setor têxtil e de confecção no desenvolvimento de estratégias para conquistar o mercado global. Ao longo de 20 anos, já auxiliou cerca de 1,6 mil marcas. No período, realizou mais de 7 mil ações, incluindo quase 450 edições de feiras internacionais. Para mais informações sobre o Texbrasil, acesse: texbrasil.com.br

O Texbrasil é um dos diversos projetos que a agência celebrou com diferentes segmentos da economia brasileira, entre eles os de alimentos e bebidas; agronegócios; casa e construção; economia criativa; máquinas e equipamentos; tecnologia; e saúde. Por meio das parcerias, a ApexBrasil e associações empresariais promovem a indústria brasileira no mercado internacional. 

Fazem parte do rol de ações desenvolvidas no âmbito dos projetos setoriais as missões empresariais, rodadas de negócios, apoio à participação em feiras internacionais e visitas de compradores estrangeiros ao Brasil. 

Para mais informações sobre empresas que internacionalizam suas vendas e projetos de incentivo à exportação, acesse: www.apexbrasil.com.br.

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17/06/2024 03:00h

Os beneficiários são aqueles com o Número de Identificação Social, o NIS, terminado em 1

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Nesta segunda-feira, 17 de junho, a CAIXA inicia o pagamento do Bolsa Família e do Auxílio Gás referentes ao mês de junho para os beneficiários com o Número de Identificação Social - NIS terminado em 1. O Auxílio Gás é pago a cada 2 meses, seguindo o calendário do Programa Bolsa Família. 

Os pagamentos são realizados preferencialmente na conta do CAIXA Tem ou na Poupança Fácil da CAIXA. Vale lembrar que, com a conta no CAIXA Tem, o beneficiário pode fazer transferências, pagar contas e fazer até PIX direto no aplicativo do celular.

Os benefícios também podem ser movimentados utilizando o cartão de débito da conta nos comércios ou nas Unidades Lotéricas, Correspondentes CAIXA Aqui, terminais de autoatendimento e em Agências da CAIXA. 

Para baixar os aplicativos CAIXA Tem e Bolsa Família é bem fácil, basta entrar na loja de aplicativos do seu smartphone. É de graça. Não se esqueça!

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17/06/2024 03:00h

O vírus com maior circulação no país hoje é o Ômicron XBB e a nova vacina disponível na rede de saúde para o público prioritário

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Febre, dor no corpo, dor de cabeça com possibilidade de perda de olfato e paladar. Apesar da mutação do vírus de 2019 para cá, a Covid-19 ainda causa os mesmos sintomas. O vírus com maior circulação no país hoje é o Ômicron XBB e a nova vacina disponível na rede de saúde para o público prioritário — composto por idosos, crianças de seis meses a cinco anos e portadores de comorbidades — protege contra ela. 

O médico infectologista Marcelo Daher explica as características dessa variante, a importância de completar o esquema vacinal nas mais variadas idades. 

“A variante XBB não traz nenhuma diferença em relação às variantes. Não há gravidade e não há nenhuma diferença de sinais e sintomas. O esquema de vacinação funciona da mesma maneira, a gente considera um adulto vacinado que tomou pelo menos três doses da vacina e uma criança vacinada que tomou pelo menos duas doses da vacina.”

O Ministério da Saúde reforça que essa é uma vacina segura, eficaz e eficiente para proteger contra mortes e contra as formas mais graves da doença. Em maio, DOZE MILHÃO E MEIO de doses da nova vacina foram distribuídas aos estados e já estão sendo aplicadas nas unidades de saúde.

Para crianças de seis meses a menores de cinco anos, a vacina foi incluída no Calendário Nacional de Vacinação do SUS. Para grupos prioritários com cinco anos de idade ou mais, a recomendação é uma dose anual ou semestral, independentemente do número de doses já recebidas. Os grupos prioritários incluem pessoas com condições de saúde que aumentam o risco de complicações pela Covid-19.

Procure uma Unidade Básica de Saúde, leve a caderneta e vacine-se contra a Covid-19.

Para mais informações, acesse: www.gov.br/saude.
 

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16/06/2024 18:00h

A temperatura pode variar entre 22°C e 35°C

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Nesta segunda-feira (17), o dia começa com muitas nuvens e pancadas de chuva isoladas em Belém, Manaus, Macapá e Boa Vista. Nas capitais Rio Branco, Porto Velho e Palmas é esperado tempo com sol e poucas nuvens.

Nos municípios de Conceição do Tocantins (TO), Sucupira (TO) e Rondom do Pará (PA) o céu aparece com poucas nuvens.

Chuvas intensas são esperadas em Roraima e boa parte do Amazonas e Amapá, com volume de chuva entre 20 e 30 mm/h ou até 50 mm/dia e ventos intensos (40-60 km/h). Baixo risco de corte de energia elétrica, queda de galhos de árvores, alagamentos e descargas elétricas.

Calçoene e Oiapoque, no Amapá, são possíveis regiões afetadas.

A temperatura mínima fica em torno de 16ºC em Santa Isabel do Rio Negro, no Amazonas, e a máxima pode chegar aos 37ºC Cujubim, em Rondônia. A umidade relativa do ar varia entre 45% e 100%.

As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia.
 

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16/06/2024 18:00h

A temperatura pode variar entre 23ºC e 33ºC

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A segunda-feira (17) começa com muitas nuvens e chuvas isoladas em todas as capitais da região Nordeste, exceto em São Luís, no Maranhão. 

Durante a tarde, as nuvens chegam a São Luís, com previsão de pancadas isoladas em todo o litoral do Maranhão. Todo o restante da região litorânea do Nordeste permanece com muitas nuvens e possibilidade de chuvas isoladas.

A previsão destaca o aviso de perigo de acumulado de chuva nas cidades litorâneas e agreste do centro-leste potiguar, destacadamente a região metropolitana de Natal. O volume previsto é entre 30 e 100 mm/dia. Há risco de alagamentos, deslizamentos de encostas e transbordamentos de rios nas cidades com estas áreas de risco. 

O Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) também aponta risco potencial de acumulado de chuva em áreas do centro do Rio Grande do Norte, a região de Borborema, Mata Paraibana e Jaguaribe. São esperadas chuvas entre 20 e 50 mm/dia, com baixo risco de alagamentos e de pequenos deslizamentos.

A temperatura mínima fica em torno de 15ºC, em Jaborandi, na Bahia, e a máxima pode chegar aos 33ºC, em Alto Parnaíba, no Piauí. A umidade relativa do ar varia entre 30% e 100%

As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia.
 

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16/06/2024 18:00h

A temperatura pode variar entre 10ºC e 34ºC

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Para o início da semana o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) emitiu alerta, grau perigo, de tempestade no Sul de Santa Catarina e centro norte do Rio Grande do Sul. Há possibilidade de chuva entre 30 e 100 mm/dia, ventos intensos (60-100 km/h) e queda de granizo acompanhadas, possivelmente, de trovoadas e rajadas de vento, em especial na Região Serrana, Grande Florianópolis e Metropolitana de Porto Alegre. Existe risco de alagamentos e queda de árvores.

Entre os municípios que devem ser atingidos pelas precipitações estão Urupema (SC), Chapecó (SC), Canoas (RS) e Caxias do Sul (RS). 

No Paraná e Santa Catarina, há aviso de perigo potencial de tempestade, com chuva entre 20 e 50 mm/dia, ventos intensos (40-60 km/h) e queda de granizo nas regiões do Vale do Itajaí, da grande Florianópolis e do Sudoeste Paranaense.

Foi apontado, pelo Instituto, um baixo risco de corte de energia elétrica, queda de galhos de árvores, alagamentos e descargas elétricas.

A temperatura mínima fica em torno de 10ºC em Santa Vitória do Palmar – RS e 34ºC em Icaraíma – PR. A umidade relativa do ar varia entre 25% e 100%.

As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia.
 

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16/06/2024 18:00h

A temperatura pode variar entre 11ºC e 35º

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Nesta segunda-feira (17), o dia começa com céu nublado no sul de São Paulo e encoberto na região serrana do Rio de Janeiro, no norte do Espírito Santo e em algumas cidades de Minas Gerais, como Uberlândia, Teófilo Otoni e São João do Paraíso, sem previsão de chuvas. No restante da região, o céu aparece claro e sem nuvens.

À tarde, a previsão indica uma dispersão na quantidade de nuvens na região, deixando, praticamente, toda região com poucas nuvens, com exceção do oeste de Minas Gerais e sudeste de São Paulo, que permanecem com céu claro.

O Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) emitiu alerta de baixa umidade no sudoeste de Minas Gerais e nordeste de São Paulo, com umidade entre 20% e 30%. Algumas cidades atingidas são Araraquara e Barretos, em São Paulo, e Delfim Moreira e Uberlândia, em Minas Gerais.

A temperatura mínima fica em torno de 11ºC em Rio Pardo de Minas – MG e a máxima prevista é de 35º em Campos dos Goytacazes – RJ. A umidade relativa do ar fica entre 30% e 95% na região. 

As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia.
 

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16/06/2024 18:00h

A temperatura pode variar entre 13ºC e 35ºC.

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Nesta segunda-feira (17), o dia começa com céu claro em quase todos os estados. Já em Cuiabá e no sul de Goiás o céu aparece encoberto, mas sem possibilidade de chuva.

À tarde, o tempo muda e a previsão indica céu claro em toda a Região Centro-Oeste.

O Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) alerta patra baixa umidade em grande parte do Mato Grosso, no Sul do Mato Grosso e oeste de Goiás, com umidade entre 20% e 30%. Algumas cidades atingidas são Aquidauana e Corumbá, no Mato Grosso do Sul, Lucas do Rio Verde e Alta Floresta no, Mato Grosso, e Goiânia e Lagoa Santa, em Goiás.

A temperatura mínima fica em torno de 13°C, no Distrito Federal, e a máxima prevista é de 38ºC, em Apiacás, no Mato Grosso. A umidade relativa do ar fica entre 20% e 90% na região. 

As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia.
 

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16/06/2024 03:00h

As inscrições vão até o dia 1º de julho. O processo oferta vagas que restaram da seleção do primeiro semestre nas instituições privadas; veja os critérios

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Os estudantes interessados em aderir ao Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) têm uma nova chance de conseguir ingressar no programa. Na última quarta-feira (12), o Ministério da Educação (MEC) publicou o Edital nº 19, com regras para o processo de oferta e ocupação de vagas remanescentes referentes ao primeiro semestre de 2024. As inscrições vão de 27 de junho até o dia 1º de julho. 

A oportunidade de ocupar as vagas remanescentes do Fies é destinada exclusivamente aos estudantes que estão matriculados no curso, turno e local de oferta para os quais se inscreveram. Os candidatos devem, ainda, cumprir cumulativamente os requisitos:

  • É obrigatório que os candidatos estejam em situação de “cursando” no momento da inscrição ou ter cursado o referido semestre com aproveitamento em pelo menos 75% das disciplinas – caso o semestre já tenha sido encerrado;
  • Ter participado do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) a partir da edição de 2010;
  • Possua renda familiar mensal bruta per capita de até 3 salários mínimos; 

Confira como se inscrever:

  • O estudante deve acessar o sistema de seleção do Fies (Fies Seleção), disponível no Portal Acesso Único do MEC, entre os dias 27 de junho e 1º de julho (até as 23 horas e 59 minutos, no horário de Brasília);
  • Efetuar cadastro no "Login Único" do governo federal e criar uma conta gov.br ou acessá-la, caso já possua conta;
  • O resultado da ordem de classificação e da pré-seleção será divulgado em 4 de julho de 2024 – sendo, chamada única e lista de espera. 

Ampliação do acesso ao ensino superior

Os candidatos com renda familiar per capita de até meio salário-mínimo que estejam inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) terão prioridade na classificação para a ocupação das vagas remanescentes. Nesses casos, o edital também permite solicitar a contratação de financiamento de até 100% dos encargos educacionais cobrados pelas instituições. 

O coordenador do Colégio Militar em Brasília e mestre em História Social pela Universidade de Brasília (UnB), Isaac Marra, avalia que o Fies potencializa as oportunidades de ingresso no ensino superior no país. Ele destaca que a prioridade de seleção para os inscritos no CadÚnico colabora para a melhoria de vida desses estudantes, bem como para o exercício da cidadania.

"De fato, essa possibilidade de obter uma educação de qualidade no contexto daqueles que estão inscritos no cadastro único é um fator determinante para melhorar, se não assegura, mas pelo menos abre caminho, viabiliza melhores condições de vida, de trabalho, de existência e da cidadania efetiva", avalia Isaac.

O especialista ressalta, ainda, o papel do Fies na promoção da equidade de oportunidades. Segundo ele, o programa colabora para o desenvolvimento econômico e social do país, com a formação de profissionais qualificados.

"Ele (o estudante) pode se dedicar mais ao preparo dos estudos do que se preocupar com a quitação de um financiamento em si. Então, nesse sentido, o Fies com certeza ajuda a formar essa mão de obra diversificada, mais competente e capaz de atender algumas demandas e os desafios mais sensíveis do mercado, promovendo inclusive o desenvolvimento econômico e social do país", salienta.

Instituições de ensino

As mantenedoras de instituições de educação superior (IES) devem demonstrar seu interesse entre 17 e 20 de junho para participar da oferta de vagas remanescentes. Os critérios para a participação das IES estão elencados no mesmo edital.

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16/06/2024 03:00h

Em casos graves a dengue pode afetar coração, rins, fígado e cérebro, dizem especialistas. O Brasil lidera o ranking mundial de casos da doença, com 82% em todo o mundo.

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É comum que pacientes infectados por dengue sintam dores no corpo, febre alta e tenham manchas na pele. Esses sintomas duram em torno de 5 a 7 dias. Porém, mesmo após a cura, alguns sintomas podem persistir, como a fadiga extrema, dores musculares e articulares, além de manchas na pele.

Estou com dengue, o que fazer?

O infectologista Julival Ribeiro aponta que as pessoas diagnosticadas com dengue grave, chamada de dengue hemorrágica, podem continuar com sintomas e ter sequelas, como insuficiência cardíaca e miocardite – uma inflamação do tecido muscular do coração. Julival menciona, ainda, que podem haver sequelas cerebrais.

“A depender do quadro clínico da dengue, se foi grave, podem surgir manifestações neurológicas, por exemplo, perda de memória, se a pessoa teve uma inflamação no cérebro, e irritabilidade. Tudo isso pode acontecer a longo prazo com a dengue”, destaca o infectologista.

Caso o paciente apresente sintomas semanas após a cura, deve procurar assistência médica. “Nas pessoas que tiveram dengue grave, é que essas alterações podem durar por longo tempo, ou mesmo tornar-se um problema crônico. Portanto, quem teve dengue, apresenta sintomas depois de várias semanas ou meses, deve procurar um serviço de saúde para esclarecer”, indica Julival.

Dengue hemorrágica

As alterações de saúde afetam, em especial, pacientes que tiveram dengue hemorrágica. O especialista em doenças tropicais do hospital Anchieta e infectologista, Manuel Palácios, explica como a dengue clássica evolui para a hemorrágica.

“A dengue pode evoluir para dengue hemorrágica, ou dengue grave, quando há um aumento da permeabilidade vascular, levando a vazamento de plasma, sangramentos graves e falência de órgãos. A fase crítica, onde o paciente está mais vulnerável, pode durar de 24 a 48 horas”, pontua.

Segundo Manuel Palácios, os sintomas da progressão da doença costumam aparecer entre o 3º e o 7º dia e coincidem com a queda da febre. Os sintomas são:

  • Sangramentos espontâneos: nas gengivas, nariz e trato gastrointestinal
  • Dor abdominal intensa e contínua
  • Vômitos persistentes
  • Letargia ou irritabilidade

A médica intensivista do Hospital Santa Marta, localizado em Taguatinga Sul no Distrito Federal, Adele Vasconcelos, explica que a dengue causa desidratação interna por perda de líquido, o que faz com que o sangue engrosse e as plaquetas caiam – fatores que aumentam o risco de hemorragia. “A evolução da dengue para a hemorrágica depende de organismo para organismo. A gente só considera uma dengue como hemorrágica se o paciente tiver algum tipo de sangramento, seja ocular, no nariz, na boca, na urina, nas fezes, às vezes até na cabeça, um AVC”, salienta a médica.

Em relação às sequelas da dengue grave, órgãos como coração, rins, fígado e cérebro podem ser afetados. A professora do Gama, no Distrito Federal, Gláucia Ferreira Matos, 45 anos, teve a doença em março deste ano. Ela relata que, além da dengue ter afetado a imunidade dela, tem investigado problemas nos rins e fígado.

“A dengue atingiu gravemente o meu fígado, consequentemente o meu rim também e, agora, eu venho fazendo acompanhamento, exames de sangue, hemograma, alguns exames mais específicos para acompanhar, porque eu venho sentindo sintomas que eu nunca tive na vida antes de ter dengue”, conta a professora.

Têm maior risco de desenvolver dengue hemorrágica crianças, idosos, gestantes, portadores de doenças imunossupressoras (HIV/Aids, doenças autoimunes, neoplasias), além de pessoas com doenças crônicas, como diabetes e hipertensão e indivíduos previamente infectados com um sorotipo diferente do vírus da dengue.

Quadro diagnóstico 

  • Dengue clássica: febre alta, dor de cabeça, dor por trás dos olhos, dores musculares e articulares, exantema (manchas na pele) e, às vezes, sangramento leve das gengivas ou nariz. Dura geralmente de 5 a 7 dias;
  • Depois podem persistir: fadiga extrema, que pode durar várias semanas; dores musculares e articulares, por algumas semanas ou meses; exantema pode aparecer novamente alguns dias após a febre ter cessado e durar de 1 a 5 dias;
  • Progressão para dengue hemorrágica: sangramentos espontâneos nas gengivas, nariz , dor abdominal, vômitos persistentes. Costumam aparecer entre o 3º e o 7º dia, coincidindo com a queda da febre;
  • Sinais de dengue grave: choque, caracterizado por pulso fraco e rápido, pressão arterial baixa, extremidades frias e úmidas; sangramento grave (vômitos com sangue, fezes escuras, sangramento vaginal excessivo, entre outros); comprometimento de fígado, cérebro, coração. Podem surgir de 3 a 7 dias após o início dos sintomas (nos casos graves);

Repercussão da dengue no país

O Ministério da Saúde pontua que, em 2024, o avanço histórico da doença no país fez 10 estados e o Distrito Federal decretarem situação de emergência. 

Veja alguns dados sobre atendimentos por dengue na rede pública do país:

  • Goiás: 3.835 internações de janeiro a 4 de junho de 2024;
  • Mato Grosso: 1.991 hospitalizações este ano (enviados até dia 4 de junho);
  • Bahia: foram 9.958 hospitalizados em 2024 (enviados até dia 5 de junho);
  • Distrito Federal: 72.615 pacientes foram atendidos por dengue este ano (dados até 14 de junho).

Em um levantamento realizado pelo Sindicato dos Hospitais, Clínicas e Laboratórios do Estado de São Paulo (SindHosp), de 3 a 13 de maio de 2024, 96% dos hospitais paulistas registraram aumento de internações de pacientes por dengue e síndrome respiratória aguda grave (SRAG).

Segundo o informe da Organização Mundial da Saúde (OMS), o Brasil lidera o número de diagnósticos e mortes por dengue em 2024, com 82% dos casos registrados no mundo, sendo 6,3 milhões de casos prováveis e 3 milhões confirmados em laboratório.

Prevenção e combate à dengue 

Com uma vistoria de 10 minutos semanais em casa, os moradores podem acabar com os possíveis criadouros do mosquito transmissor da dengue, o Aedes aegypti, segundo o Ministério da Saúde. Confira alguns cuidados:

  • Colocar areia nos vasos de plantas;
  • Verificar garrafas, pneus, calhas, caixas d'água;
  • Checar o recipiente atrás da geladeira e climatizador;
  • Olhar plantas e pratos que acumulem água;
  • Amarrar bem sacos de lixo;
  • Limpar bem as calhas de casa.

Para mais informações sobre a dengue e formas de prevenção, acesse: www.gov.br/mosquito.  
 

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15/06/2024 18:00h

A temperatura pode variar entre 13ºC e 36ºC

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Para este domingo (16), poucas nuvens em grande parte do Nordeste e possibilidade de chuva principalmente no litoral dos estados. 

Confira agora a previsão do tempo no seu estado. 

Alagoas

Para este domingo (16), a previsão é de tempo nublado e com chuva apenas no município de Maceió. Poucas nuvens nas demais regiões do estado. 

Bahia

Previsão de pancadas de chuva na metropolitana de Salvador, Alagoinhas, Entre Rios, Jequié, Feira de Santana, Valença e Ilhéus-Itabuna. Nas demais regiões do estado, céu claro e com poucas nuvens. 

Ceará 

A previsão para este domingo (16) é de possibilidade de chuva na metropolitana de Fortaleza, norte do Ceará, Litoral de Camocim e Acaraú, Meruoca, Coreaú, Ibiapaba, Sobral, Litoral de Aracati e Baixo Jaguaribe. Nas demais regiões do estado, poucas nuvens. 

Maranhão

Domingo (16) com possibilidade de chuva no norte maranhense, Gurupi, Pindaré, Baixo Parnaíba Maranhense e Chapadinha. Nas demais localidades do estado, poucas nuvens.     

Paraíba

Domingo (16) com poucas nuvens e sem previsão de chuva em toda a Paraíba. 

Pernambuco

Para este domingo (16), tempo nublado e com chuva apenas no município de Recife. Nas demais localidades do estado, poucas nuvens. 

Piauí

Para este domingo (16), a previsão é de possibilidade de chuva apenas no norte piauiense e poucas nuvens nas demais regiões do estado. 

Rio Grande do Norte

Domingo (16) com possibilidade de chuva apenas nas cidades de Mossoró, Baraúna, Serra do Mel, Carnaubais, Porto do Mangue, Macau e Guamaré. Nas demais regiões do estado, poucas nuvens. 

Sergipe

Domingo (16) com tempo encoberto e pancadas de chuva apenas no leste sergipano. Nas demais regiões do estado, poucas nuvens. 

Temperatura mínima e máxima na região

A temperatura mínima fica em torno de 13°C, no município de Piatã, na Bahia — e a máxima prevista é de 36ºC, na cidade de Buriti dos Lopes, no Piauí. A umidade relativa do ar varia entre 40% e 100%.

As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia.
 

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15/06/2024 18:00h

A temperatura pode variar entre 15ºC e 38ºC

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Domingo (16) com pancadas de chuva em regiões do Norte e poucas nuvens em outras localidades.

Confira agora a previsão do tempo no seu estado. 

Acre

Domingo (16) com poucas nuvens e sem previsão de chuvas em todo o Acre. 

Amapá

A previsão é de tempo encoberto em todo o Amapá. Possibilidade de chuva nas cidades de Tartarugalzinho, Cutias, Macapá, Itaubal, Ferreira Gomes, Porto Grande, Mazagão, Vitória do Jari e Santana. Nas demais regiões do estado, pancadas de chuva acompanhadas de trovoadas isoladas. 

Amazonas

Neste domingo (16), pancadas de chuva acompanhadas por trovoadas isoladas no norte amazonense e cidades como Presidente Figueiredo, Urucará e Nhamundá. Possibilidade de chuva no centro amazonense e Alto Solimões. Poucas nuvens e sem previsão de chuvas nas demais localidades do estado. 

Pará

Domingo (16) com pancadas de chuva no Baixo Amazonas. Possibilidade de chuva no Marajó, metropolitana de Belém e nordeste paraense. Nas demais localidades do estado, poucas nuvens e sem previsão de chuvas em todo o Pará. 

Rondônia

Domingo (16) com poucas nuvens e sem previsão de chuvas em todo o estado de Rondônia. 

Roraima

A previsão é de tempo nublado, pancadas de chuva acompanhadas por trovoadas isoladas em todo o estado de Roraima.

Tocantins

Domingo (16) com tempo claro e poucas nuvens em todo o Tocantins.

Temperatura mínima e máxima na região

A temperatura mínima fica em torno de 15°C, no município de Santa Isabel do Rio Negro, no Amazonas, e a máxima prevista é de 38°C, em Pimenteiras do Oeste, em Rondônia. A umidade relativa do ar varia entre 25% e 95%.

As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia.
 

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15/06/2024 18:00h

A temperatura pode variar entre 11ºC e 33ºC

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Domingo (16) com poucas nuvens em todo o Sudeste. Névoa seca em São Paulo e Minas Gerais. 

Confira agora a previsão do tempo no seu estado. 

Espírito Santo

A previsão para este domingo (16) é de poucas nuvens e tempo claro em todo o Espírito Santo. 

Minas Gerais

Domingo (16) com poucas nuvens e céu claro em todo o estado de Minas Gerais. Névoa seca em Ituiutaba e Frutal. 

Rio de Janeiro

A previsão para este domingo (16) é de poucas nuvens e tempo claro em todo o estado do Rio de Janeiro. 

São Paulo

Domingo (16) com tempo claro e poucas nuvens em todo o estado de São Paulo. Névoa seca em São José do Rio Preto, Araçatuba e Presidente Prudente. 

Temperatura mínima e máxima na região

A temperatura mínima fica em torno de 11°C, em Senador Amaral, Minas Gerais, e a máxima prevista é de 33ºC, em Presidente Epitácio, em São Paulo. A umidade relativa do ar varia entre 30% e 95%.

As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia.

 

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15/06/2024 18:00h

A temperatura pode variar entre 14ºC e 37ºC

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Domingo (16) com tempo claro em todo o Centro-Oeste e névoa seca no Mato Grosso do Sul, Mato Grosso e Goiás.

Confira agora a previsão do tempo no seu estado. 

Distrito Federal

Domingo (16) com céu claro no Distrito Federal.

Goiás

A previsão é de céu claro em todo o estado de Goiás. Névoa seca no sul goiano. 

Mato Grosso

A previsão para este domingo (16) é de tempo claro em todo o Mato Grosso. Névoa seca no sudeste, sudoeste e centro-sul mato-grossense, atingindo cidades como Guarantã do Norte e Alta Floresta. 

Mato Grosso do Sul

Domingo (16) com céu claro e névoa seca em todo o Mato Grosso do Sul, em cidades como Coxim e Aquidauana. 

Temperatura mínima e máxima na região

A temperatura mínima fica em torno de 14°C, em Jataí, em Goiás — e a máxima prevista é de 37ºC, na cidade de Colniza, no Mato Grosso. A umidade relativa do ar varia entre 20% e 85%.

As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia.
 

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15/06/2024 18:00h

A temperatura pode variar entre 10ºC e 33ºC

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Domingo (16) com pancadas de chuva no Rio Grande do Sul e regiões de Santa Catarina. Sem chuvas no Paraná.

Confira agora a previsão do tempo no seu estado. 

Paraná

A previsão para este domingo (16) é de poucas nuvens em todo o Paraná. Névoa seca no noroeste paranaense e microrregião de Astorga. 

Santa Catarina

Domingo (16) com pancadas de chuva e trovoadas no sul catarinense e Serrana. Possibilidade de chuva na Grande Florianópolis, Vale do Itajaí, norte e oeste catarinense. 

Rio Grande do Sul 

Previsão de pancadas de chuva acompanhadas de trovoadas isoladas no noroeste e nordeste gaúcho. Fortes chuvas também na Metropolitana de Porto Alegre, centro oriental gaúcho, Campanha Ocidental e Litoral Lagunar. Nas demais regiões do estado, tempo encoberto e sem chuvas. 

Temperatura mínima e máxima na região

A temperatura mínima fica em torno de 10°C, no município de Herval, no Rio Grande do Sul — e a máxima prevista é de 33ºC, na cidade de Douradina, no Paraná. A umidade relativa do ar varia entre 35% e 95%.

As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia.
 

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15/06/2024 03:00h

Comparado a abril de 2023, o IBC-Br aumentou 4,01%. No acumulado dos últimos 12 meses, o crescimento foi de 1,81%

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O crescimento da economia brasileira em abril registrou uma leve alta de 0,01%, segundo os dados do Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br). Com isso, o índice alcançou 154,72 pontos no observado e 148,38 pontos na série dessazonalizada.

Para Júlio Miragaya, conselheiro federal do Conselho Federal de Economia (Cofecon), o índice do Banco Central não permite uma análise mais aprofundada em relação do desempenho econômico, pois trata de um único mês e a economia brasileira é "extremamente" volátil.

"Outros índices permitem ter uma análise mais clara, seja pela projeção do Ministério da Fazenda, seja pela projeção do Relatório de Mercado Focus ou do próprio Fundo Monetário Internacional, que aponta um crescimento do PIB [Produto Interno Bruto] oscilando entre 2% e 2,5%", explica.

André Galhardo, consultor econômico da Remessa Online, afirma que o desempenho do comércio varejista e do setor de serviços influenciaram no resultado de 0,01%.

"A indústria recuou 0,5% em abril e isso acabou puxando o IBC-Br para baixo. No entanto, apesar desse crescimento meramente marginal, depois de uma queda de 0,36% registrada no mês de março, ainda temos o comércio varejista e o setor serviços como catalisadores do crescimento econômico do Brasil em 2024, com ressalva apenas em relação ao mês de maio", destaca.

De acordo com os dados, na comparação com abril de 2023, o IBC-Br registrou um aumento de 4,01%. No acumulado dos últimos 12 meses, o índice avançou 1,81%.

Para o economista Cesar Bergo, o resultado mostra que a economia brasileira está estável.

"Esse número é importante, porque no mês de março nós tivemos uma queda. Isso mostra uma recuperação da economia e, mais do que isso, uma dinâmica positiva. Mesmo que esse mês tenha registrado 0,01%, no acumulado do ano temos [alta] de 2,08%", aponta.

No trimestre encerrado em abril, o IBC-Br registrou um aumento de 0,76% em comparação com o trimestre anterior. Em relação ao mesmo trimestre do ano passado, o crescimento foi de 1,63%.

Expectativas

Cesar Bergo explica que o resultado do mês de maio deve ser negativo, devido às questões climáticas e desastres que aconteceram no sul do Brasil.

"Com os investimentos feitos no Rio Grande do Sul para sua recuperação, é provável que a partir de junho haja uma compensação dessa perda e o crescimento deve ser retomado. Não tenha dúvida que o setor de serviço está mostrando muita força", aponta.

Bergo pontua que o Banco Central não deve reduzir mais a taxa de juros e, caso reduza, será em uma dinâmica menor. Ele explica que isso impacta diretamente as finanças das empresas e outras questões relacionadas à economia do país.

Para André Galhardo, as expectativas para os próximos meses são positivas para o comércio varejista e setor de serviços, o que deve dar continuidade ao processo de crescimento da economia brasileira. Ele destaca que a inflação continua subindo, mas em um ritmo menos intenso, o que abre espaço no orçamento familiar e dá condições para famílias consumirem produtos de valores maiores.

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15/06/2024 03:00h

Só a região Sudeste foi responsável por 55% desse total, aponta ABREMA

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‘Proibido jogar lixo e entulho neste local’. Em diversos lugares as pessoas já se depararam com placas com esse tipo de alerta. Mas o mau hábito de jogar lixo nas ruas pode custar caro. A pesquisa Panorama dos Resíduos Sólidos no Brasil 2023, da Associação Brasileira de Resíduos e Meio Ambiente (ABREMA) mostra que as despesas dos municípios com limpeza urbana giraram em torno de R$ 29,2 bilhões, só em 2022. 

Para o sócio da SPLaw e doutor em direito pela PUC-SP, Guillermo Glassman, a crescente geração desse tipo de resíduo e as práticas de descarte inadequadas podem custar caro.

“Dentre essas possíveis destinações de resíduos sólidos urbanos, a que causa maiores prejuízos ao meio ambiente e as populações próximas são, sem dúvida, os lixões, que consistem basicamente em locais de descarte de lixo a céu aberto, sem qualquer medida efetiva de controle ambiental”, observa.

Segundo o levantamento, a região Sudeste é responsável por 55% desse total. Em termos de custos per capita, a região Sudeste também é a que mais destina recursos para limpeza urbana, com aproximadamente R$ 15,70 mensais por habitante – valor acima da média nacional de R$ 11,96 por habitante por mês.

De acordo com o estudo, os serviços de limpeza urbana incluem, além da varrição de vias e limpeza de áreas públicas, a coleta, transporte, tratamento e disposição final de resíduos sólidos urbanos. 

As projeções do Panorama 2023 indicam que o mercado de limpeza urbana como um todo – gastos municipais e privados – movimentou cerca de R$ 31,2 bilhões, apenas em 2022. Esse montante equivale a um aumento de 4,2% em comparação ao valor estimado para 2021. 

Em termos de distribuição geográfica, as regiões Norte e Nordeste apresentaram as maiores variações em total gasto, com aumento de 9,8% e 9,0%, respectivamente. Ainda acima da média nacional, o Centro-Oeste apresentou um aumento de 6,1% no montante gasto. As regiões Sudeste e Sul apresentaram aumentos de 2,5% e 0,8%, respectivamente.

O advogado e sócio da S2F Partners (consultoria especializada em gestão de resíduos e economia circular), Fabricio Soler, lamenta a situação. Para ele, o cenário de gastos com a limpeza urbana poderia ser evitado.

“O cenário da gestão e gerenciamento de resíduos no Brasil está estagnado. O índice de coleta gira em torno de 91% a 92%, 93%. O que significa dizer que o Brasil ainda tem 18 milhões de brasileiros que descartam nas próprias casas, terrenos baldios; ou seja, não tem coleta”, reclama.
 

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