VoltarLevantamento da ANP mostra quanto os motoristas pagam para abastecer na capital
O preço médio do litro da gasolina comum nos postos de Rio Branco é de R$ 7,22. O dado é do levantamento semanal da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), referente à semana de 18/01/2026 a 24/01/2026.
O valor representa uma redução de 0,41% em relação ao preço médio da semana anterior, que foi de R$ 7,25. Apesar da leve queda, a capital do Acre mantém um dos preços mais altos do país.
Ainda de acordo com o último levantamento da ANP, o óleo diesel comum foi comercializado, em média, a R$ 7,31 o litro nos postos da capital. Esse preço é idêntico ao registrado na semana de 11/01/2026 a 17/01/2026.
Os valores correspondem à média praticada nos postos de combustíveis da cidade, apurada pela ANP, e podem variar conforme a região, a bandeira do posto e a forma de pagamento.
Os valores divulgados fazem parte do Levantamento de Preços de Combustíveis, pesquisa de preços de combustíveis realizada semanalmente em 459 localidades, incluindo todas as capitais, estados e o Distrito Federal.
A pesquisa acompanha os preços praticados por revendedores de combustíveis automotivos, como gasolina C, etanol hidratado, óleo diesel B, GNV e também o GLP (gás de cozinha). O levantamento é feito por empresa especializada contratada pela ANP, conforme determina a Lei do Petróleo (Lei nº 9.478/1997).
A coleta dos preços ocorre, em geral, nos três primeiros dias úteis de cada semana, com uso de aplicativo eletrônico em celulares equipados com GPS e câmera, o que garante geolocalização, registro fotográfico e possibilidade de auditoria dos dados coletados.
Após a verificação e validação das informações, os resultados do levantamento são publicados no site da ANP.
Os preços divulgados representam valores médios e podem variar conforme a região da cidade, a bandeira do posto e as condições de pagamento. A orientação da agência ao consumidor é pesquisar antes de abastecer.
Este conteúdo foi produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, a partir de um modelo editorial desenvolvido por jornalista. As pautas, fontes e dados utilizados foram selecionados e verificados por profissional de jornalismo, e o texto passou por supervisão humana antes da publicação. As informações foram adaptadas para cada capital brasileira com base em dados oficiais e fontes confiáveis.
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O preço médio do litro da gasolina comum nos postos do Recife é de R$ 6,73. O dado é do levantamento semanal da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), referente à semana de 18/01/2026 a 24/01/2026.
O valor representa uma redução de 0,15% em relação ao preço médio da semana anterior, que foi de R$ 6,74. A alteração indica que o mercado pernambucano manteve os patamares de preço com uma oscilação marginal.
Ainda de acordo com o último levantamento da ANP, o óleo diesel S10 foi comercializado, em média, a R$ 5,86 o litro nos postos da capital. Esse preço é 0,17% inferior ao registrado na semana de 11/01/2026 a 17/01/2026, quando o combustível custava R$ 5,87.
Os valores correspondem à média praticada nos postos de combustíveis da cidade, apurada pela ANP, e podem variar conforme a região, a bandeira do posto e a forma de pagamento.
Os valores divulgados fazem parte do Levantamento de Preços de Combustíveis, pesquisa de preços de combustíveis realizada semanalmente em 459 localidades, incluindo todas as capitais, estados e o Distrito Federal.
A pesquisa acompanha os preços praticados por revendedores de combustíveis automotivos, como gasolina C, etanol hidratado, óleo diesel B, GNV e também o GLP (gás de cozinha). O levantamento é feito por empresa especializada contratada pela ANP, conforme determina a Lei do Petróleo (Lei nº 9.478/1997).
A coleta dos preços ocorre, em geral, nos três primeiros dias úteis de cada semana, com uso de aplicativo eletrônico em celulares equipados com GPS e câmera, o que garante geolocalização, registro fotográfico e possibilidade de auditoria dos dados coletados.
Após a verificação e validação das informações, os resultados do levantamento são publicados no site da ANP.
Os preços divulgados representam valores médios e podem variar conforme a região da cidade, a bandeira do posto e as condições de pagamento. A orientação da agência ao consumidor é pesquisar antes de abastecer.
Este conteúdo foi produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, a partir de um modelo editorial desenvolvido por jornalista. As pautas, fontes e dados utilizados foram selecionados e verificados por profissional de jornalismo, e o texto passou por supervisão humana antes da publicação. As informações foram adaptadas para cada capital brasileira com base em dados oficiais e fontes confiáveis.
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O preço médio do litro da gasolina comum nos postos de Salvador é de R$ 6,09. O dado é do levantamento semanal da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), referente à semana de 18/01/2026 a 24/01/2026.
O valor representa uma redução de 2,09% em relação ao preço médio da semana anterior, que foi de R$ 6,22. O recuo demonstra uma queda expressiva no custo de abastecimento para o consumidor soteropolitano no período.
Ainda de acordo com o último levantamento da ANP, o óleo diesel S10 foi comercializado, em média, a R$ 6,14 o litro nos postos da capital. Esse preço é 2,23% inferior ao registrado na semana de 11/01/2026 a 17/01/2026, quando o combustível custava R$ 6,28.
Os valores correspondem à média praticada nos postos de combustíveis da cidade, apurada pela ANP, e podem variar conforme a região, a bandeira do posto e a forma de pagamento.
Os valores divulgados fazem parte do Levantamento de Preços de Combustíveis, pesquisa de preços de combustíveis realizada semanalmente em 459 localidades, incluindo todas as capitais, estados e o Distrito Federal.
A pesquisa acompanha os preços praticados por revendedores de combustíveis automotivos, como gasolina C, etanol hidratado, óleo diesel B, GNV e também o GLP (gás de cozinha). O levantamento é feito por empresa especializada contratada pela ANP, conforme determina a Lei do Petróleo (Lei nº 9.478/1997).
A coleta dos preços ocorre, em geral, nos três primeiros dias úteis de cada semana, com uso de aplicativo eletrônico em celulares equipados com GPS e câmera, o que garante geolocalização, registro fotográfico e possibilidade de auditoria dos dados coletados.
Após a verificação e validação das informações, os resultados do levantamento são publicados no site da ANP.
Os preços divulgados representam valores médios e podem variar conforme a região da cidade, a bandeira do posto e as condições de pagamento. A orientação da agência ao consumidor é pesquisar antes de abastecer.
Este conteúdo foi produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, a partir de um modelo editorial desenvolvido por jornalista. As pautas, fontes e dados utilizados foram selecionados e verificados por profissional de jornalismo, e o texto passou por supervisão humana antes da publicação. As informações foram adaptadas para cada capital brasileira com base em dados oficiais e fontes confiáveis.
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O preço médio do litro da gasolina comum nos postos de Vitória é de R$ 6,12. O dado é do levantamento semanal da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), referente à semana de 18/01/2026 a 24/01/2026.
O valor representa uma redução de 0,16% em relação ao preço médio da semana anterior, que foi de R$ 6,13. A variação indica estabilidade no mercado capixaba, com uma oscilação mínima para baixo.
Ainda de acordo com o último levantamento da ANP, o óleo diesel S10 foi comercializado, em média, a R$ 6,06 o litro nos postos da capital. Esse preço é idêntico ao registrado na semana de 11/01/2026 a 17/01/2026, quando o combustível também custava R$ 6,06.
Os valores correspondem à média praticada nos postos de combustíveis da cidade, apurada pela ANP, e podem variar conforme a região, a bandeira do posto e a forma de pagamento.
Os valores divulgados fazem parte do Levantamento de Preços de Combustíveis, pesquisa de preços de combustíveis realizada semanalmente em 459 localidades, incluindo todas as capitais, estados e o Distrito Federal.
A pesquisa acompanha os preços praticados por revendedores de combustíveis automotivos, como gasolina C, etanol hidratado, óleo diesel B, GNV e também o GLP (gás de cozinha). O levantamento é feito por empresa especializada contratada pela ANP, conforme determina a Lei do Petróleo (Lei nº 9.478/1997).
A coleta dos preços ocorre, em geral, nos três primeiros dias úteis de cada semana, com uso de aplicativo eletrônico em celulares equipados com GPS e câmera, o que garante geolocalização, registro fotográfico e possibilidade de auditoria dos dados coletados.
Após a verificação e validação das informações, os resultados do levantamento são publicados no site da ANP.
Os preços divulgados representam valores médios e podem variar conforme a região da cidade, a bandeira do posto e as condições de pagamento. A orientação da agência ao consumidor é pesquisar antes de abastecer.
Este conteúdo foi produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, a partir de um modelo editorial desenvolvido por jornalista. As pautas, fontes e dados utilizados foram selecionados e verificados por profissional de jornalismo, e o texto passou por supervisão humana antes da publicação. As informações foram adaptadas para cada capital brasileira com base em dados oficiais e fontes confiáveis.
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O preço médio do litro da gasolina comum, nos postos de São Luís, é de R$ 5,67. O dado é do levantamento semanal da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), referente à semana de 18/01/2026 a 24/01/2026.
O valor representa uma redução de 0,18% em relação ao preço médio da semana anterior, que foi de R$ 5,68. A variação indica um cenário de estabilidade com uma oscilação mínima para baixo no mercado local.
Ainda de acordo com o último levantamento da ANP, o óleo diesel comum foi comercializado, em média, a R$ 5,81 o litro nos postos da capital.
Esse preço é 4,68% superior ao registrado na semana de 11/01/2026 a 17/01/2026, quando o combustível custava R$ 5,55. O aumento no diesel foi consideravelmente superior à variação da gasolina no mesmo período.
Os valores correspondem à média praticada nos postos de combustíveis da cidade, apurada pela ANP, e podem variar conforme a região, a bandeira do posto e a forma de pagamento.
Os valores divulgados fazem parte do Levantamento de Preços de Combustíveis, pesquisa de preços de combustíveis realizada semanalmente em 459 localidades, incluindo todas as capitais, estados e o Distrito Federal.
A pesquisa acompanha os preços praticados por revendedores de combustíveis automotivos, como gasolina C, etanol hidratado, óleo diesel B, GNV e também o GLP (gás de cozinha). O levantamento é feito por empresa especializada contratada pela ANP, conforme determina a Lei do Petróleo (Lei nº 9.478/1997).
A coleta dos preços ocorre, em geral, nos três primeiros dias úteis de cada semana, com uso de aplicativo eletrônico em celulares equipados com GPS e câmera, o que garante geolocalização, registro fotográfico e possibilidade de auditoria dos dados coletados.
Após a verificação e validação das informações, os resultados do levantamento são publicados no site da ANP.
Os preços divulgados representam valores médios e podem variar conforme a região da cidade, a bandeira do posto e as condições de pagamento. A orientação da agência ao consumidor é pesquisar antes de abastecer.
Este conteúdo foi produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, a partir de um modelo editorial desenvolvido por jornalista. As pautas, fontes e dados utilizados foram selecionados e verificados por profissional de jornalismo, e o texto passou por supervisão humana antes da publicação. As informações foram adaptadas para cada capital brasileira com base em dados oficiais e fontes confiáveis.
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O preço médio do litro da gasolina comum, nos postos do Rio de Janeiro, é de R$ 6,16. O dado é do levantamento semanal da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), referente à semana de 18/01/2026 a 24/01/2026.
O valor representa uma alta de aproximadamente 0,48% em relação ao preço médio da semana anterior, que foi de R$ 6,13. O aumento sinaliza uma leve pressão nos preços de revenda para o consumidor fluminense no período analisado.
Ainda de acordo com o último levantamento da ANP, o óleo diesel comum foi comercializado, em média, a R$ 6,08 o litro nos postos da capital. Esse preço é 0,33% superior ao registrado na semana de 11/01/2026 a 17/01/2026, quando o combustível custava R$ 6,06.
Os valores correspondem à média praticada nos postos de combustíveis da cidade, apurada pela ANP, e podem variar conforme a região, a bandeira do posto e a forma de pagamento.
Os valores divulgados fazem parte do Levantamento de Preços de Combustíveis, pesquisa de preços de combustíveis realizada semanalmente em 459 localidades, incluindo todas as capitais, estados e o Distrito Federal.
A pesquisa acompanha os preços praticados por revendedores de combustíveis automotivos, como gasolina C, etanol hidratado, óleo diesel B, GNV e também o GLP (gás de cozinha). O levantamento é feito por empresa especializada contratada pela ANP, conforme determina a Lei do Petróleo (Lei nº 9.478/1997).
A coleta dos preços ocorre, em geral, nos três primeiros dias úteis de cada semana, com uso de aplicativo eletrônico em celulares equipados com GPS e câmera, o que garante geolocalização, registro fotográfico e possibilidade de auditoria dos dados coletados.
Após a verificação e validação das informações, os resultados do levantamento são publicados no site da ANP.
Os preços divulgados representam valores médios e podem variar conforme a região da cidade, a bandeira do posto e as condições de pagamento. A orientação da agência ao consumidor é pesquisar antes de abastecer.
Este conteúdo foi produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, a partir de um modelo editorial desenvolvido por jornalista. As pautas, fontes e dados utilizados foram selecionados e verificados por profissional de jornalismo, e o texto passou por supervisão humana antes da publicação. As informações foram adaptadas para cada capital brasileira com base em dados oficiais e fontes confiáveis.
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O preço médio do litro da gasolina comum nos postos de Maceió é de R$ 5,81. O dado é do levantamento semanal da ANP referente à semana de 18/01/2026 a 24/01/2026.
O valor representa uma redução de 1,19% em relação ao preço médio da semana anterior, que foi de R$ 5,88.
Os valores correspondem à média praticada nos postos de combustíveis da cidade, apurada pela ANP, e podem variar conforme a região, a bandeira do posto e a forma de pagamento.
Os valores divulgados fazem parte do Levantamento de Preços de Combustíveis, pesquisa de preços de combustíveis realizada semanalmente em 459 localidades, incluindo todas as capitais, estados e o Distrito Federal.
A pesquisa acompanha os preços praticados por revendedores de combustíveis automotivos, como gasolina C, etanol hidratado, óleo diesel B, GNV e também o GLP (gás de cozinha). O levantamento é feito por empresa especializada contratada pela ANP, conforme determina a Lei do Petróleo (Lei nº 9.478/1997).
A coleta dos preços ocorre, em geral, nos três primeiros dias úteis de cada semana, com uso de aplicativo eletrônico em celulares equipados com GPS e câmera, o que garante geolocalização, registro fotográfico e possibilidade de auditoria dos dados coletados.
Após a verificação e validação das informações, os resultados do levantamento são publicados no site da ANP.
Os preços divulgados representam valores médios e podem variar conforme a região da cidade, a bandeira do posto e as condições de pagamento. A orientação da agência ao consumidor é pesquisar antes de abastecer.
Este conteúdo foi produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, a partir de um modelo editorial desenvolvido por jornalista. As pautas, fontes e dados utilizados foram selecionados e verificados por profissional de jornalismo, e o texto passou por supervisão humana antes da publicação. As informações foram adaptadas para cada capital brasileira com base em dados oficiais e fontes confiáveis.
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O preço médio do litro da gasolina comum nos postos de Fortaleza é de R$ 6,22. O dado é do levantamento semanal da ANP referente à semana de 18/01/2026 a 24/01/2026.
O valor representa uma alta de 1,63% em relação ao preço médio da semana anterior, que foi de R$ 6,12.
O óleo diesel comum não teve seu preço médio de revenda registrado para Fortaleza no último levantamento. No período de 11/01/2026 a 17/01/2026, o combustível custava, em média, R$ 5,97 nos postos da capital cearense.
Os valores correspondem à média praticada nos postos de combustíveis da cidade, apurada pela ANP, e podem variar conforme a região, a bandeira do posto e a forma de pagamento.
Os valores divulgados fazem parte do Levantamento de Preços de Combustíveis, pesquisa de preços de combustíveis realizada semanalmente em 459 localidades, incluindo todas as capitais, estados e o Distrito Federal.
A pesquisa acompanha os preços praticados por revendedores de combustíveis automotivos, como gasolina C, etanol hidratado, óleo diesel B, GNV e também o GLP (gás de cozinha). O levantamento é feito por empresa especializada contratada pela ANP, conforme determina a Lei do Petróleo (Lei nº 9.478/1997).
A coleta dos preços ocorre, em geral, nos três primeiros dias úteis de cada semana, com uso de aplicativo eletrônico em celulares equipados com GPS e câmera, o que garante geolocalização, registro fotográfico e possibilidade de auditoria dos dados coletados.
Após a verificação e validação das informações, os resultados do levantamento são publicados no site da ANP.
Os preços divulgados representam valores médios e podem variar conforme a região da cidade, a bandeira do posto e as condições de pagamento. A orientação da agência ao consumidor é pesquisar antes de abastecer.
Este conteúdo foi produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, a partir de um modelo editorial desenvolvido por jornalista. As pautas, fontes e dados utilizados foram selecionados e verificados por profissional de jornalismo, e o texto passou por supervisão humana antes da publicação. As informações foram adaptadas para cada capital brasileira com base em dados oficiais e fontes confiáveis.
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O preço médio do litro da gasolina comum nos postos de Florianópolis é de R$ 6,78. O dado é do levantamento semanal da ANP referente à semana de 18/01/2026 a 24/01/2026.
O valor representa uma alta de 0,30% em relação ao preço médio da semana anterior, que foi de R$ 6,76.
O óleo diesel comum não teve seu preço médio de revenda registrado para Florianópolis no último levantamento. Na semana anterior, o combustível era comercializado, em média, a R$ 6,09 o litro.
Os valores correspondem à média praticada nos postos de combustíveis da cidade, apurada pela ANP, e podem variar conforme a região, a bandeira do posto e a forma de pagamento.
Os valores divulgados fazem parte do Levantamento de Preços de Combustíveis, pesquisa de preços de combustíveis realizada semanalmente em 459 localidades, incluindo todas as capitais, estados e o Distrito Federal.
A pesquisa acompanha os preços praticados por revendedores de combustíveis automotivos, como gasolina C, etanol hidratado, óleo diesel B, GNV e também o GLP (gás de cozinha). O levantamento é feito por empresa especializada contratada pela ANP, conforme determina a Lei do Petróleo (Lei nº 9.478/1997).
A coleta dos preços ocorre, em geral, nos três primeiros dias úteis de cada semana, com uso de aplicativo eletrônico em celulares equipados com GPS e câmera, o que garante geolocalização, registro fotográfico e possibilidade de auditoria dos dados coletados.
Após a verificação e validação das informações, os resultados do levantamento são publicados no site da ANP.
Os preços divulgados representam valores médios e podem variar conforme a região da cidade, a bandeira do posto e as condições de pagamento. A orientação da agência ao consumidor é pesquisar antes de abastecer.
Este conteúdo foi produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, a partir de um modelo editorial desenvolvido por jornalista. As pautas, fontes e dados utilizados foram selecionados e verificados por profissional de jornalismo, e o texto passou por supervisão humana antes da publicação. As informações foram adaptadas para cada capital brasileira com base em dados oficiais e fontes confiáveis.
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O preço médio do litro da gasolina comum nos postos de São Paulo é de R$ 6,16. O dado é do levantamento da ANP referente à semana de 18/01/2026 a 24/01/2026.
O valor representa uma redução de 0,32% em relação ao preço médio da semana anterior, que foi de R$ 6,18. A variação indica um ajuste negativo nos preços praticados na maior capital do país.
O óleo diesel comum foi comercializado a R$ 6,00 o litro nos postos da capital. Esse preço é 1,80% inferior ao registrado na semana anterior, quando o combustível custava R$ 6,11.
Os valores correspondem à média praticada nos postos de combustíveis da cidade, apurada pela ANP, e podem variar conforme a região, a bandeira do posto e a forma de pagamento.
Os valores divulgados fazem parte do Levantamento de Preços de Combustíveis, pesquisa de preços de combustíveis realizada semanalmente em 459 localidades, incluindo todas as capitais, estados e o Distrito Federal.
A pesquisa acompanha os preços praticados por revendedores de combustíveis automotivos, como gasolina C, etanol hidratado, óleo diesel B, GNV e também o GLP (gás de cozinha). O levantamento é feito por empresa especializada contratada pela ANP, conforme determina a Lei do Petróleo (Lei nº 9.478/1997).
A coleta dos preços ocorre, em geral, nos três primeiros dias úteis de cada semana, com uso de aplicativo eletrônico em celulares equipados com GPS e câmera, o que garante geolocalização, registro fotográfico e possibilidade de auditoria dos dados coletados.
Após a verificação e validação das informações, os resultados do levantamento são publicados no site da ANP.
Os preços divulgados representam valores médios e podem variar conforme a região da cidade, a bandeira do posto e as condições de pagamento. A orientação da agência ao consumidor é pesquisar antes de abastecer.
Este conteúdo foi produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, a partir de um modelo editorial desenvolvido por jornalista. As pautas, fontes e dados utilizados foram selecionados e verificados por profissional de jornalismo, e o texto passou por supervisão humana antes da publicação. As informações foram adaptadas para cada capital brasileira com base em dados oficiais e fontes confiáveis.
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O preço médio do litro da gasolina comum nos postos de Manaus é de R$ 6,98. O dado é do levantamento da ANP referente à semana de 18/01/2026 a 24/01/2026.
O valor representa estabilidade em relação ao preço médio da semana anterior, que também foi de R$ 6,98. Não houve registro de variação nos preços médios da capital amazonense nesta amostragem.
O óleo diesel comum foi comercializado a R$ 6,49 o litro nos postos da capital. O preço manteve-se rigorosamente estável em comparação aos mesmos R$ 6,49 registrados na semana de 11/01 a 17/01.
Os valores correspondem à média praticada nos postos de combustíveis da cidade, apurada pela ANP, e podem variar conforme a região, a bandeira do posto e a forma de pagamento.
Os valores divulgados fazem parte do Levantamento de Preços de Combustíveis, pesquisa de preços de combustíveis realizada semanalmente em 459 localidades, incluindo todas as capitais, estados e o Distrito Federal.
A pesquisa acompanha os preços praticados por revendedores de combustíveis automotivos, como gasolina C, etanol hidratado, óleo diesel B, GNV e também o GLP (gás de cozinha). O levantamento é feito por empresa especializada contratada pela ANP, conforme determina a Lei do Petróleo (Lei nº 9.478/1997).
A coleta dos preços ocorre, em geral, nos três primeiros dias úteis de cada semana, com uso de aplicativo eletrônico em celulares equipados com GPS e câmera, o que garante geolocalização, registro fotográfico e possibilidade de auditoria dos dados coletados.
Após a verificação e validação das informações, os resultados do levantamento são publicados no site da ANP.
Os preços divulgados representam valores médios e podem variar conforme a região da cidade, a bandeira do posto e as condições de pagamento. A orientação da agência ao consumidor é pesquisar antes de abastecer.
Este conteúdo foi produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, a partir de um modelo editorial desenvolvido por jornalista. As pautas, fontes e dados utilizados foram selecionados e verificados por profissional de jornalismo, e o texto passou por supervisão humana antes da publicação. As informações foram adaptadas para cada capital brasileira com base em dados oficiais e fontes confiáveis.
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O preço médio do litro da gasolina comum nos postos de João Pessoa é de R$ 5,97. O dado é do levantamento da ANP para a semana de 18/01/2026 a 24/01/2026.
O valor representa uma alta de 0,17% em relação ao preço médio da semana anterior, que foi de R$ 5,96. A alteração mostra uma oscilação mínima para o consumidor paraibano no período.
O óleo diesel comum foi comercializado a R$ 5,75 o litro nos postos da capital. Esse preço é 0,69% inferior ao registrado na semana anterior, quando o combustível custava, em média, R$ 5,79.
Os valores correspondem à média praticada nos postos de combustíveis da cidade, apurada pela ANP, e podem variar conforme a região, a bandeira do posto e a forma de pagamento.
Os valores divulgados fazem parte do Levantamento de Preços de Combustíveis, pesquisa de preços de combustíveis realizada semanalmente em 459 localidades, incluindo todas as capitais, estados e o Distrito Federal.
A pesquisa acompanha os preços praticados por revendedores de combustíveis automotivos, como gasolina C, etanol hidratado, óleo diesel B, GNV e também o GLP (gás de cozinha). O levantamento é feito por empresa especializada contratada pela ANP, conforme determina a Lei do Petróleo (Lei nº 9.478/1997).
A coleta dos preços ocorre, em geral, nos três primeiros dias úteis de cada semana, com uso de aplicativo eletrônico em celulares equipados com GPS e câmera, o que garante geolocalização, registro fotográfico e possibilidade de auditoria dos dados coletados.
Após a verificação e validação das informações, os resultados do levantamento são publicados no site da ANP.
Os preços divulgados representam valores médios e podem variar conforme a região da cidade, a bandeira do posto e as condições de pagamento. A orientação da agência ao consumidor é pesquisar antes de abastecer.
Este conteúdo foi produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, a partir de um modelo editorial desenvolvido por jornalista. As pautas, fontes e dados utilizados foram selecionados e verificados por profissional de jornalismo, e o texto passou por supervisão humana antes da publicação. As informações foram adaptadas para cada capital brasileira com base em dados oficiais e fontes confiáveis.
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O preço médio do litro da gasolina comum nos postos de Goiânia é de R$ 6,51. O dado é do levantamento da ANP referente à semana de 18/01/2026 a 24/01/2026.
O valor representa uma redução de 0,15% em relação à semana anterior, que foi de R$ 6,52. A variação indica um cenário de estabilidade com leve tendência de queda no mercado goiano.
O óleo diesel comum foi comercializado, em média, a R$ 5,89 o litro nos postos da capital. Esse preço é 0,17% inferior ao registrado na semana anterior, quando o combustível custava R$ 5,90.
Os valores correspondem à média praticada nos postos de combustíveis da cidade, apurada pela ANP, e podem variar conforme a região, a bandeira do posto e a forma de pagamento.
Os valores divulgados fazem parte do Levantamento de Preços de Combustíveis, pesquisa de preços de combustíveis realizada semanalmente em 459 localidades, incluindo todas as capitais, estados e o Distrito Federal.
A pesquisa acompanha os preços praticados por revendedores de combustíveis automotivos, como gasolina C, etanol hidratado, óleo diesel B, GNV e também o GLP (gás de cozinha). O levantamento é feito por empresa especializada contratada pela ANP, conforme determina a Lei do Petróleo (Lei nº 9.478/1997).
A coleta dos preços ocorre, em geral, nos três primeiros dias úteis de cada semana, com uso de aplicativo eletrônico em celulares equipados com GPS e câmera, o que garante geolocalização, registro fotográfico e possibilidade de auditoria dos dados coletados.
Após a verificação e validação das informações, os resultados do levantamento são publicados no site da ANP.
Os preços divulgados representam valores médios e podem variar conforme a região da cidade, a bandeira do posto e as condições de pagamento. A orientação da agência ao consumidor é pesquisar antes de abastecer.
Este conteúdo foi produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, a partir de um modelo editorial desenvolvido por jornalista. As pautas, fontes e dados utilizados foram selecionados e verificados por profissional de jornalismo, e o texto passou por supervisão humana antes da publicação. As informações foram adaptadas para cada capital brasileira com base em dados oficiais e fontes confiáveis.
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O preço médio do litro da gasolina comum nos postos de Curitiba é de R$ 6,93. O dado é do levantamento semanal da ANP referente à semana de 18/01/2026 a 24/01/2026.
O valor representa estabilidade em relação ao preço médio da semana anterior, que também foi de R$ 6,93. O mercado curitibano manteve os patamares de preço observados entre os dias 11/01 e 17/01.
O óleo diesel comum foi comercializado a R$ 5,68 o litro nos postos da capital. Esse preço é 1,05% inferior ao registrado na semana anterior, quando o combustível custava, em média, R$ 5,74.
Os valores correspondem à média praticada nos postos de combustíveis da cidade, apurada pela ANP, e podem variar conforme a região, a bandeira do posto e a forma de pagamento.
Os valores divulgados fazem parte do Levantamento de Preços de Combustíveis, pesquisa de preços de combustíveis realizada semanalmente em 459 localidades, incluindo todas as capitais, estados e o Distrito Federal.
A pesquisa acompanha os preços praticados por revendedores de combustíveis automotivos, como gasolina C, etanol hidratado, óleo diesel B, GNV e também o GLP (gás de cozinha). O levantamento é feito por empresa especializada contratada pela ANP, conforme determina a Lei do Petróleo (Lei nº 9.478/1997).
A coleta dos preços ocorre, em geral, nos três primeiros dias úteis de cada semana, com uso de aplicativo eletrônico em celulares equipados com GPS e câmera, o que garante geolocalização, registro fotográfico e possibilidade de auditoria dos dados coletados.
Após a verificação e validação das informações, os resultados do levantamento são publicados no site da ANP.
Os preços divulgados representam valores médios e podem variar conforme a região da cidade, a bandeira do posto e as condições de pagamento. A orientação da agência ao consumidor é pesquisar antes de abastecer.
Este conteúdo foi produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, a partir de um modelo editorial desenvolvido por jornalista. As pautas, fontes e dados utilizados foram selecionados e verificados por profissional de jornalismo, e o texto passou por supervisão humana antes da publicação. As informações foram adaptadas para cada capital brasileira com base em dados oficiais e fontes confiáveis.
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Baixar áudioA previsão do tempo para o Sul do país, nesta terça-feira (27), indica céu de poucas nuvens para o centro-sul, com previsão de chuvas para a porção norte da região a partir da tarde.
Pela manhã, a previsão é de poucas nuvens para quase toda a região — à exceção do centro-norte do Paraná e litoral de Santa Catarina, que devem ficar sob muitas nuvens. Não há previsão de chuvas para a região pela manhã.
Durante a tarde, há previsão de chuvas isoladas para todo o centro-norte e leste do Paraná e centro-norte do litoral de Santa Catarina. Essas condições devem se manter até a noite.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 17°C, em Curitiba. Já a máxima pode chegar até 35°C, em Porto Alegre. A umidade relativa do ar varia entre 35% e 100%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA previsão do tempo para a Região Centro-Oeste, nesta terça-feira (27), indica a presença de muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas para quase toda a região ao longo do dia — à exceção do extremo-leste de Goiás, onde não deve chover —, com maior intensidade a partir da tarde.
O dia amanhece já com a previsão de muitas nuvens e pancadas de chuvas isoladas para todo o estado de Mato Grosso, sul de Goiás e centro-norte de Mato Grosso do Sul. As chuvas devem amanhecer acompanhadas de trovoadas no extremo-noroeste de Mato Grosso.
Durante a tarde, a possibilidade de chuvas isoladas toma quase toda a região — à exceção do Distrito Federal e extremo-leste de Goiás —, enquanto as pancadas de chuva com trovoadas tomam todo o estado de Mato Grosso, centro-sul e oeste de Goiás e centro-norte de Mato Grosso do Sul.
À noite, as pancadas de chuva com trovoadas tomam o DF e avançam sobre quase todo o estado de Goiás — à exceção do extremo-leste do estado. O restante das condições devem se manter como à tarde.
O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta de perigo potencial de chuvas intensas para quase todo o estado de Mato Grosso, oeste e centro-sul de Goiás e o centro-nordeste de Mato Grosso do Sul.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 17°C em Brasília. Já a máxima pode chegar até 34°C, em Cuiabá. A umidade relativa do ar varia entre 40% e 100%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o textoLevantamento da ANP mostra quanto os motoristas pagam para abastecer na capital
O preço médio do litro da gasolina comum nos postos de Cuiabá é de R$ 6,42. O dado é do levantamento da ANP referente à semana de 18/01/2026 a 24/01/2026.
O valor representa uma redução de 0,31% em relação ao preço médio da semana anterior, que foi de R$ 6,44. O recuo demonstra um alívio pontual nos preços praticados na capital mato-grossense para o consumidor final.
O óleo diesel comum foi comercializado a R$ 6,27 o litro nos postos da capital. O preço é 0,95% inferior ao registrado na semana anterior, quando a média apurada pela agência era de R$ 6,33.
Os valores correspondem à média praticada nos postos de combustíveis da cidade, apurada pela ANP, e podem variar conforme a região, a bandeira do posto e a forma de pagamento.
Os valores divulgados fazem parte do Levantamento de Preços de Combustíveis, pesquisa de preços de combustíveis realizada semanalmente em 459 localidades, incluindo todas as capitais, estados e o Distrito Federal.
A pesquisa acompanha os preços praticados por revendedores de combustíveis automotivos, como gasolina C, etanol hidratado, óleo diesel B, GNV e também o GLP (gás de cozinha). O levantamento é feito por empresa especializada contratada pela ANP, conforme determina a Lei do Petróleo (Lei nº 9.478/1997).
A coleta dos preços ocorre, em geral, nos três primeiros dias úteis de cada semana, com uso de aplicativo eletrônico em celulares equipados com GPS e câmera, o que garante geolocalização, registro fotográfico e possibilidade de auditoria dos dados coletados.
Após a verificação e validação das informações, os resultados do levantamento são publicados no site da ANP.
Os preços divulgados representam valores médios e podem variar conforme a região da cidade, a bandeira do posto e as condições de pagamento. A orientação da agência ao consumidor é pesquisar antes de abastecer.
Este conteúdo foi produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, a partir de um modelo editorial desenvolvido por jornalista. As pautas, fontes e dados utilizados foram selecionados e verificados por profissional de jornalismo, e o texto passou por supervisão humana antes da publicação. As informações foram adaptadas para cada capital brasileira com base em dados oficiais e fontes confiáveis.
Copiar o textoLevantamento da ANP mostra quanto os motoristas pagam para abastecer na capital
O preço médio do litro da gasolina comum nos postos de Campo Grande é de R$ 5,89. O dado é do levantamento semanal da ANP referente à semana de 18/01/2026 a 24/01/2026.
O valor representa uma alta de 0,17% em relação ao preço médio da semana anterior, que foi de R$ 5,88. O aumento é considerado uma oscilação marginal dentro da normalidade do mercado sul-mato-grossense.
O óleo diesel comum foi comercializado, em média, a R$ 5,89 o litro nos postos da capital. Esse preço é 0,51% superior ao registrado na semana anterior, quando custava R$ 5,86.
Os valores correspondem à média praticada nos postos de combustíveis da cidade, apurada pela ANP, e podem variar conforme a região, a bandeira do posto e a forma de pagamento.
Os valores divulgados fazem parte do Levantamento de Preços de Combustíveis, pesquisa de preços de combustíveis realizada semanalmente em 459 localidades, incluindo todas as capitais, estados e o Distrito Federal.
A pesquisa acompanha os preços praticados por revendedores de combustíveis automotivos, como gasolina C, etanol hidratado, óleo diesel B, GNV e também o GLP (gás de cozinha). O levantamento é feito por empresa especializada contratada pela ANP, conforme determina a Lei do Petróleo (Lei nº 9.478/1997).
A coleta dos preços ocorre, em geral, nos três primeiros dias úteis de cada semana, com uso de aplicativo eletrônico em celulares equipados com GPS e câmera, o que garante geolocalização, registro fotográfico e possibilidade de auditoria dos dados coletados.
Após a verificação e validação das informações, os resultados do levantamento são publicados no site da ANP.
Os preços divulgados representam valores médios e podem variar conforme a região da cidade, a bandeira do posto e as condições de pagamento. A orientação da agência ao consumidor é pesquisar antes de abastecer.
Este conteúdo foi produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, a partir de um modelo editorial desenvolvido por jornalista. As pautas, fontes e dados utilizados foram selecionados e verificados por profissional de jornalismo, e o texto passou por supervisão humana antes da publicação. As informações foram adaptadas para cada capital brasileira com base em dados oficiais e fontes confiáveis.
Copiar o textoO sorteio da Lotofácil concurso 3597 acontece nesta segunda-feira, 26 de janeiro de 2026, a partir das 21h (horário de Brasília). Realizado pela Caixa Econômica Federal, o evento será transmitido ao vivo pelas redes oficiais. Acompanhe aqui a cobertura completa e confira os números assim que forem divulgados oficialmente.
A aposta mínima, de 15 números, custa R$ 3,50 com chance de 1 em 3.268.760 e a máxima custa R$ 46.512 com chance de 1 em 211.
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Quantidade de números jogados |
Valor da aposta |
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15 |
R$ 3,50 |
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16 |
R$ 48 |
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17 |
R$ 408 |
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18 |
R$ 2.448 |
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19 |
R$ 11.628 |
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20 |
R$ 46.512 |
De segunda-feira a sábado, às 21h.
Quer apostar sem complicação? Use a Surpresinha e deixe o sistema escolher os números para você — uma forma prática e rápida de participar dos sorteios.
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Baixar áudioA previsão do tempo para a Região Sudeste do país, nesta terça-feira (27), é de céu com muitas nuvens e chuvas intensas para toda a região ao longo do dia— à exceção do norte de Minas Gerais, que deve permanecer sob poucas nuvens e sem chuvas —, com maior intensidade e acompanhadas de trovoadas na porção centro-sul da região a partir da tarde.
Pela manhã, a previsão é de céu de muitas nuvens para quase toda a região — à exceção do norte de Minas Gerais —, com pancadas de chuva isoladas para o sul de Minas Gerais, centro-oeste do Rio de Janeiro e centro-norte de São Paulo.
Durante a tarde, as chuvas isoladas tomam todo o estado de São Paulo e do Rio de Janeiro, e se mantêm mais intensas e acompanhadas de trovoadas no centro-sul mineiro, centro-oeste do Rio e centro-norte paulista. Essas condições devem se manter até a noite.
O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta para perigo potencial de chuvas intensas para quase todo o estado de São Paulo — à exceção do extremo-sul —, do Rio de Janeiro e para o sul de Minas Gerais, abaixo de Belo Horizonte.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 16°C em Belo Horizonte e São Paulo. Já a máxima pode chegar até 32°C, no Rio de Janeiro. A umidade relativa do ar varia entre 40% e 100%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o textoLevantamento da ANP mostra quanto os motoristas pagam para abastecer na capital
O preço médio do litro da gasolina comum nos postos de Brasília é de R$ 6,51. O dado é do levantamento semanal da ANP referente à semana de 18/01/2026 a 24/01/2026.
O valor representa estabilidade em relação ao preço médio da semana anterior, que também foi de R$ 6,51. O mercado brasiliense não registrou alterações significativas no valor médio da gasolina no período analisado.
Ainda de acordo com o último levantamento da ANP, o óleo diesel comum foi comercializado, em média, a R$ 5,96 o litro nos postos da capital. Esse preço é 0,16% inferior ao registrado na semana anterior, quando o combustível custava R$ 5,97.
Os valores correspondem à média praticada nos postos de combustíveis da cidade, apurada pela ANP, e podem variar conforme a região, a bandeira do posto e a forma de pagamento.
Os valores divulgados fazem parte do Levantamento de Preços de Combustíveis, pesquisa de preços de combustíveis realizada semanalmente em 459 localidades, incluindo todas as capitais, estados e o Distrito Federal.
A pesquisa acompanha os preços praticados por revendedores de combustíveis automotivos, como gasolina C, etanol hidratado, óleo diesel B, GNV e também o GLP (gás de cozinha). O levantamento é feito por empresa especializada contratada pela ANP, conforme determina a Lei do Petróleo (Lei nº 9.478/1997).
A coleta dos preços ocorre, em geral, nos três primeiros dias úteis de cada semana, com uso de aplicativo eletrônico em celulares equipados com GPS e câmera, o que garante geolocalização, registro fotográfico e possibilidade de auditoria dos dados coletados.
Após a verificação e validação das informações, os resultados do levantamento são publicados no site da ANP.
Os preços divulgados representam valores médios e podem variar conforme a região da cidade, a bandeira do posto e as condições de pagamento. A orientação da agência ao consumidor é pesquisar antes de abastecer.
Este conteúdo foi produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, a partir de um modelo editorial desenvolvido por jornalista. As pautas, fontes e dados utilizados foram selecionados e verificados por profissional de jornalismo, e o texto passou por supervisão humana antes da publicação. As informações foram adaptadas para cada capital brasileira com base em dados oficiais e fontes confiáveis.
Copiar o textoLevantamento da ANP mostra quanto os motoristas pagam para abastecer na capital
O preço médio do litro da gasolina comum nos postos de Belém é de R$ 6,18. O dado é do levantamento semanal da ANP referente à semana de 18/01/2026 a 24/01/2026.
O valor representa uma redução de 0,48% em relação ao preço médio da semana anterior, que foi de R$ 6,21. A variação aponta uma leve queda no custo de abastecimento para os motoristas da capital paraense.
Ainda de acordo com o levantamento, o óleo diesel S10 foi comercializado, em média, a R$ 5,95 o litro nos postos da capital. Esse preço é 0,67% inferior ao registrado na semana anterior, quando custava R$ 5,99. A mudança reflete um cenário de estabilidade com leve viés de baixa.
Os valores correspondem à média praticada nos postos de combustíveis da cidade, apurada pela ANP, e podem variar conforme a região, a bandeira do posto e a forma de pagamento.
Os valores divulgados fazem parte do Levantamento de Preços de Combustíveis, pesquisa de preços de combustíveis realizada semanalmente em 459 localidades, incluindo todas as capitais, estados e o Distrito Federal.
A pesquisa acompanha os preços praticados por revendedores de combustíveis automotivos, como gasolina C, etanol hidratado, óleo diesel B, GNV e também o GLP (gás de cozinha). O levantamento é feito por empresa especializada contratada pela ANP, conforme determina a Lei do Petróleo (Lei nº 9.478/1997).
A coleta dos preços ocorre, em geral, nos três primeiros dias úteis de cada semana, com uso de aplicativo eletrônico em celulares equipados com GPS e câmera, o que garante geolocalização, registro fotográfico e possibilidade de auditoria dos dados coletados.
Após a verificação e validação das informações, os resultados do levantamento são publicados no site da ANP.
Os preços divulgados representam valores médios e podem variar conforme a região da cidade, a bandeira do posto e as condições de pagamento. A orientação da agência ao consumidor é pesquisar antes de abastecer.
Este conteúdo foi produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, a partir de um modelo editorial desenvolvido por jornalista. As pautas, fontes e dados utilizados foram selecionados e verificados por profissional de jornalismo, e o texto passou por supervisão humana antes da publicação. As informações foram adaptadas para cada capital brasileira com base em dados oficiais e fontes confiáveis.
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Baixar áudioA previsão do tempo para a Região Norte do país, nesta terça-feira (27), indica céu com muitas nuvens para toda a região e pancadas de chuva com trovoadas para todos os estados ao longo do dia. As precipitações devem cobrir quase toda a região durante todo o dia e ter maior intensidade na porção centro-norte a partir da tarde.
Pela manhã, a previsão é de muitas nuvens para toda a região, com pancadas de chuva isoladas em todos os estados — à exceção do centro-sul do Tocantins, onde não deve chover. As pancadas de chuva devem amanhecer acompanhadas de trovoadas em quase toda a região, à exceção de Roraima, noroeste do Amazonas e do Pará, norte do Amapá e centro de Tocantins.
Durante a tarde, as pancadas de chuva com trovoadas tomam quase toda a região, à exceção do noroeste do Pará, oeste do Amapá, leste de Roraima e extremo-sudeste do Tocantins. Essas condições devem se manter até a noite, com o Tocantins sendo tomado pelas pancadas de chuva acompanhadas de trovoadas.
O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta de perigo potencial de chuvas intensas para todo o Acre, Rondônia, quase todo o Amazonas — à exceção do extremo-norte do estado —, quase todo o Pará — à exceção do noroeste —, centro-leste do Amapá e todo o extremo-oeste de Tocantins.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 22°C, em Rio Branco. Já a máxima pode chegar até 35°C, em Boa Vista. A umidade relativa do ar varia entre 50% e 100%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o textoLevantamento da ANP mostra quanto os motoristas pagam para abastecer na capital
O preço médio do litro da gasolina comum nos postos de Aracaju é de R$ 6,56. O dado é do levantamento semanal da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), referente à semana de 18/01/2026 a 24/01/2026.
O valor representa uma alta de 0,31% em relação ao preço médio da semana anterior, que foi de R$ 6,54. O aumento interrompe a estabilidade de preços, registrando uma leve oscilação para cima no mercado local.
Ainda de acordo com o último levantamento da ANP, o óleo diesel foi comercializado, em média, a R$ 5,76 o litro nos postos da capital.
Os valores correspondem à média praticada nos postos de combustíveis da cidade, apurada pela ANP, e podem variar conforme a região, a bandeira do posto e a forma de pagamento.
Os valores divulgados fazem parte do Levantamento de Preços de Combustíveis, pesquisa de preços de combustíveis realizada semanalmente em 459 localidades, incluindo todas as capitais, estados e o Distrito Federal.
A pesquisa acompanha os preços praticados por revendedores de combustíveis automotivos, como gasolina C, etanol hidratado, óleo diesel B, GNV e também o GLP (gás de cozinha). O levantamento é feito por empresa especializada contratada pela ANP, conforme determina a Lei do Petróleo (Lei nº 9.478/1997).
A coleta dos preços ocorre, em geral, nos três primeiros dias úteis de cada semana, com uso de aplicativo eletrônico em celulares equipados com GPS e câmera, o que garante geolocalização, registro fotográfico e possibilidade de auditoria dos dados coletados.
Após a verificação e validação das informações, os resultados do levantamento são publicados no site da ANP.
Os preços divulgados representam valores médios e podem variar conforme a região da cidade, a bandeira do posto e as condições de pagamento. A orientação da agência ao consumidor é pesquisar antes de abastecer.
Este conteúdo foi produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, a partir de um modelo editorial desenvolvido por jornalista. As pautas, fontes e dados utilizados foram selecionados e verificados por profissional de jornalismo, e o texto passou por supervisão humana antes da publicação. As informações foram adaptadas para cada capital brasileira com base em dados oficiais e fontes confiáveis.
Copiar o textoLevantamento da ANP mostra quanto os motoristas pagam para abastecer na capital
O preço médio do litro da gasolina comum, nos postos de Belo Horizonte, é de R$ 6,22. O dado é do levantamento semanal da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), referente à semana de 18/01/2026 a 24/01/2026.
O valor representa uma alta de aproximadamente 0,16% em relação ao preço médio da semana anterior, que foi de R$ 6,21. O preço médio subiu de R$ 6,21 no período de 11/01/2026 a 17/01/2026 para R$ 6,22 na semana de 18/01/2026 a 24/01/2026, indicando uma tendência de leve elevação no custo do combustível para o consumidor belo-horizontino.
Ainda de acordo com o último levantamento da ANP, o óleo diesel foi comercializado, em média, a R$ 5,90 o litro nos postos da capital. Esse preço é 0,17% superior ao registrado na semana de 11/01/2026 a 17/01/2026, quando o combustível custava R$ 5,89, caracterizando um cenário de estabilidade com viés de alta para o produto no município.
Os valores correspondem à média praticada nos postos de combustíveis da cidade, apurada pela ANP, e podem variar conforme a região, a bandeira do posto e a forma de pagamento.
Os valores divulgados fazem parte do Levantamento de Preços de Combustíveis, pesquisa de preços de combustíveis realizada semanalmente em 459 localidades, incluindo todas as capitais, estados e o Distrito Federal.
A pesquisa acompanha os preços praticados por revendedores de combustíveis automotivos, como gasolina C, etanol hidratado, óleo diesel B, GNV e também o GLP (gás de cozinha). O levantamento é feito por empresa especializada contratada pela ANP, conforme determina a Lei do Petróleo (Lei nº 9.478/1997).
A coleta dos preços ocorre, em geral, nos três primeiros dias úteis de cada semana, com uso de aplicativo eletrônico em celulares equipados com GPS e câmera, o que garante geolocalização, registro fotográfico e possibilidade de auditoria dos dados coletados.
Após a verificação e validação das informações, os resultados do levantamento são publicados no site da ANP.
Os preços divulgados representam valores médios e podem variar conforme a região da cidade, a bandeira do posto e as condições de pagamento. A orientação da agência ao consumidor é pesquisar antes de abastecer.
Este conteúdo foi produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, a partir de um modelo editorial desenvolvido por jornalista. As pautas, fontes e dados utilizados foram selecionados e verificados por profissional de jornalismo, e o texto passou por supervisão humana antes da publicação. As informações foram adaptadas para cada capital brasileira com base em dados oficiais e fontes confiáveis.
Copiar o texto
Baixar áudioA previsão do tempo para a Região Nordeste do país, nesta terça-feira (27), indica céu de muitas nuvens para quase toda a região — à exceção do centro-sul da Bahia —, com pancadas de chuva isoladas para quase todo o território — à exceção do centro-sul baiano — ao longo do dia. Há, ainda, previsão de possibilidade de trovoadas para todos os estados ao longo do dia, com maior intensidade a partir da tarde.
Pela manhã, a previsão é de muitas nuvens para quase toda a região — à exceção do centro-oeste da Bahia —, com pancadas de chuva isoladas para todo o Maranhão, centro-norte do Piauí, Ceará e extremo-leste do litoral baiano. As chuvas devem amanhecer acompanhadas de trovoadas no centro-norte do Maranhão, norte do Piauí e extremo-noroeste do Ceará.
Durante a tarde, as chuvas se expandem e tomam quase toda a região — à exceção do centro-nordeste e sul da Bahia, que devem permanecer sob poucas nuvens —, mas as pancadas de chuva acompanhadas de trovoadas se restringem ao Maranhão, Ceará, centro-norte do Piauí, Rio Grande do Norte, Paraíba e centro-norte de Pernambuco.
À noite, as pancadas de chuva acompanhadas de trovoadas tomam quase todos os estados, à exceção da coluna central da Bahia e do centro-sul de Sergipe.
O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta de perigo potencial de chuvas intensas para o nordeste e litoral nordeste da Bahia, Sergipe, Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte, Ceará e centro-norte do Piauí e do Maranhão, além de alerta de perigo de chuvas intensas para o Rio Grande do Norte, Paraíba, Alagoas, centro-leste de Pernambuco, quase todo o Ceará — à exceção do extremo-sul —, norte do Piauí e nordeste do Maranhão.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 23°C em Maceió e Teresina. Já a máxima pode chegar até 31°C também em Teresina. A umidade relativa do ar varia entre 50% e 100%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioO Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), por meio da Defesa Civil Nacional, autorizou, nesta segunda-feira (26), o repasse de R$ 3 milhões para ações de resposta em nove municípios afetados por desastres.
Receberão recursos as cidades de Epitaciolândia, no Acre, Nova Olinda do Maranhão, no Maranhão, Santa Maria da Vitória e Macaúbas, na Bahia, Cumaru do Norte e Garrafão do Norte, no Pará, Joaíma e Laranjal, em Minas Gerais, e Floriano Peixoto, no Rio Grande do Sul.
As portarias com a liberação dos recursos foram publicadas no Diário Oficial da União (DOU). Confira:
Os recursos foram autorizados a partir de critérios técnicos que levam em conta a magnitude dos desastres, o número de desabrigados e desalojados e as necessidades apresentadas nos planos de trabalho enviados pelas prefeituras.
Estados e municípios que tiverem o reconhecimento federal de situação de emergência ou estado de calamidade pública podem solicitar apoio ao MIDR. As solicitações são feitas pelo Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2iD). Após análise e aprovação da equipe técnica da Defesa Civil Nacional, os repasses são formalizados em portaria publicada no Diário Oficial da União (DOU).
As informações são do MIDR
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Baixar áudioO Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), por meio da Defesa Civil Nacional, reconheceu, nesta segunda-feira (26), a situação de emergência em 16 cidades afetadas por desastres nos estados da Bahia, Goiás, Minas Gerais, Paraíba, Paraná, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul e Santa Catarina. As portarias com os reconhecimentos foram publicadas no Diário Oficial da União (DOU). Confira mais detalhes abaixo:
Foram castigados por fortes chuvas os municípios de Irecê, na Bahia; Passos, Prata, Resplendor e Três Marias, em Minas Gerais; São João da Urtiga, no Rio Grande do Sul, e Gaspar e São João do Itaperiú, no Rio Grande do Sul.
As cidades de Santo Antônio do Descoberto, em Goiás; Pintópolis, em Minas Gerais, e São José dos Pinhais, no Paraná, foram atingidas por alagamentos, vendaval e tornados, respectivamente.
Por outro lado, passam por um período de estiagem os municípios de Boa Vista do Tupim e Piripá, na Bahia, e Santa Cecília e São José do Sabugi, na Paraíba. Já São Fernando, no Rio Grande do Norte, enfrenta a seca, que é um período de ausência de chuva mais prolongado do que a estiagem.
Agora, as prefeituras já podem solicitar recursos do Governo Federal para ações de defesa civil, como compra de cestas básicas, água mineral, refeição para trabalhadores e voluntários, kits de limpeza de residência, higiene pessoal e dormitório, entre outros.
Os municípios com reconhecimento federal de situação de emergência ou de estado de calamidade pública podem solicitar apoio financeiro ao MIDR por meio do Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2iD). A Defesa Civil Nacional avalia os planos de trabalho enviados e, após a aprovação, publica portaria no DOU com os valores a serem liberados.
A Defesa Civil Nacional oferece uma série de cursos a distância para habilitar e qualificar agentes municipais e estaduais para o uso do S2iD. As capacitações têm como foco os agentes de proteção e defesa civil nas três esferas de governo. Confira neste link a lista completa dos cursos.
Com informações do MIDR
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Baixar áudioA gestão de parte dos recursos oriundos do processo de desestatização da Eletrobras ganhou um importante reforço institucional com a criação de comitês gestores responsáveis por direcionar investimentos em ações de revitalização de bacias hidrográficas, sob a presidência do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR). Os colegiados foram instituídos para assegurar que os recursos sejam destinados à recuperação ambiental das bacias, contribuindo para aumentar a disponibilidade de água nos rios e melhorar a operação dos reservatórios das usinas hidrelétricas, sem comprometer o uso prioritário e os múltiplos usos da água.
Para viabilizar a execução dessas ações, foram criadas as contas bancárias específicas para o depósito dos recursos e instituiram-se dois colegiados: o Comitê Gestor da Conta do Programa de Revitalização dos Recursos Hídricos das Bacias Hidrográficas do Rio São Francisco e do Rio Parnaíba (CPR São Francisco e Parnaíba) e o Comitê Gestor da Conta do Programa de Revitalização dos Recursos Hídricos da Área de Influência dos Reservatórios das Usinas Hidrelétricas de Furnas (CPR-Furnas).
Os comitês são órgãos colegiados responsáveis por aprovar a destinação dos recursos e contam com representantes do MIDR, dos ministérios da Agricultura e Pecuária (MAPA), do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), de Minas e Energia (MME), de Portos e Aeroportos (MPOR), das Cidades (MCidades), da Casa Civil da Presidência da República, além da Associação Brasileira de Entidades Estaduais de Meio Ambiente (Abema). “Os comitês gestores têm o grande objetivo de facilitar não apenas as ações a serem realizadas, mas também a gestão integrada, promovendo o multiuso das águas, a resiliência climática e iniciativas de segurança hídrica. Trata-se de uma ação fundamental e estratégica”, explicou Nelton Friedrich, diretor do Departamento de Revitalização de Bacias Hidrográficas e Planejamento em Segurança Hídrica (DRHB) do MIDR.
Além de facilitar o alinhamento com políticas públicas e planos de recursos hídricos, os comitês gestores fortalecem programas de revitalização hidrográfica. Essas ações unem recuperação ambiental e inclusão social e produtiva, garantindo sinergia essencial para obras de qualquer porte.
Atendendo à exigência legal, a Eletrobras deposita anualmente R$ 350 milhões na conta da CPR São Francisco e Parnaíba e R$ 230 milhões na conta da CPR-Furnas, pelo período de dez anos. As parcelas referentes aos anos de 2023, 2024 e 2025 já foram depositadas e, somadas aos rendimentos, resultam em um saldo disponível de R$ 1,33 bilhão.
Os colegiados são presididos pelo MIDR, que também exerce a função de Secretaria Executiva, oferecendo todo o suporte necessário para a realização das reuniões e para o desenvolvimento das atividades administrativas dos comitês.
Desde o início de suas atividades, em agosto de 2023, os colegiados aprovaram oito resoluções e um conjunto expressivo de ações. Ao todo, foram aprovadas 147 iniciativas voltadas às bacias dos rios São Francisco e Parnaíba e 41 ações destinadas à revitalização das áreas de influência dos reservatórios das usinas hidrelétricas de Furnas, que abrangem os estados de Goiás, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Paraná, Rio de Janeiro e São Paulo.
Ao final de 2025, os comitês gestores consolidaram uma carteira de projetos composta por 188 empreendimentos, que representam aproximadamente R$ 4,5 bilhões em investimentos destinados à revitalização dos recursos hídricos. Desse total, 147 empreendimentos, no valor de R$ 2,8 bilhão, são direcionados às bacias dos rios São Francisco e Parnaíba, enquanto 41 projetos, que somam R$ 1,67 milhões, contemplam as áreas de influência de Furnas.
As ações aprovadas até o momento permitirão ampliar a disponibilidade hídrica para os diversos usos da água e aumentar a flexibilidade operativa dos reservatórios de geração de energia, contribuindo para a segurança hídrica, a sustentabilidade ambiental e o desenvolvimento regional.
Copiar o textoGanharam protagonismo mulheres; micro e pequenas empresas; e regiões Norte e Nordeste
Baixar áudioO Brasil encerrou 2025 com US$629,1 bilhões na corrente de comércio internacional, considerado o maior valor já registrado desde 1989. As importações atingiram US$280,4 bilhões, com superávit de US$68,3 bilhões, enquanto as exportações alcançaram US$348,7 bilhões. Desse total, 44% correspondem a empresas apoiadas pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) – cerca de US$153,2 bilhões.
O recorde brasileiro é também um recorde para a ApexBrasil. No ano passado, a Agência apoiou 23.386 empresas, o que representa crescimento 13,5% em relação às 20.596 atendidas em 2024. Dessas, 12.828 participaram pela primeira vez de iniciativas da Agência. O aumento anual de novas empresas foi de 54,9%. Entre as apoiadas, 12.084 eram micro e pequenas empresas, aproximadamente 8,2% a mais do que no ano anterior.
Para o presidente da ApexBrasil, Jorge Viana, os resultados estão baseados nas parcerias estratégicas firmadas entre a Agência e entidades privadas sem fins lucrativos, como associações e federações.
“Temos convênios com 52 setores da economia. São convênios entre R$10 milhões e R$40 milhões. O setor põe a metade, a Apex põe a outra metade. E aí a gente leva as empresas e esse setor para o mundo. Onde tem feira, onde tem eventos, a gente leva. É isso o que a gente faz: trabalha com a promoção”, explicou.
Segundo Viana, apenas em 2024, a ApexBrasil firmou R$250 milhões em convênios com dezenas de parceiros. Os convênios têm duração de dois anos.
Outro fator relacionado ao crescimento das exportações, destacado pelo presidente, foi o aumento no número de escritórios da ApexBrasil, tanto interna, quanto externamente. No país, o número de escritórios passou de cinco para oito, incluindo a nova sede em São Paulo. No exterior, foi de 10 para 19, com perspectiva de inauguração de mais um em Nova Delhi, na Índia, ainda em 2026.
A representatividade feminina nos negócios internacionais também cresceu. Das empresas apoiadas, 5.244 são lideradas por mulheres, número 29,4% superior ao registrado em 2024. Paralelamente, 4.859 empresas apoiadas realizaram exportações, um crescimento de 6,1% em relação ao ano anterior. Além disso, do total das empresas atendidas pela ApexBrasil, 4.892 são das regiões Norte e Nordeste, um aumento de 20,9% em comparação a 2024.
ApexBrasil em Números | Resultados 2025
● US$ 153,2 Bi exportados em 2025
● 43,9% do total do Brasil
● 23.386 empresas apoiadas em 2025 (+ 13,5% vs 2024)
● 12.828 novos atendimentos (54,9% não atendidas em 2024)
● MPEs: 12.084 empresas (+ 8,2% crescimento)
Norte + Nordeste
● 4.892 Empresas
● 20,9% do total
● Crescimento de 20,9% vs 2024
Exportadoras
● Quase 5 mil empresas exportadoras apoiadas em 2025
● Crescimento de 4,6% em relação a 2024
● 4.859 exportaram
Indicadores de Performance
● 396 convertidas em exportadoras -> US$ 93,3 Mi em vendas
● 61,4% aumentaram exportação (2.689 empresas)
● 45,1% diversificaram produtos (1.978 empresas)
● 48,5% diversificaram mercados (2.126 empresas)
Programas e Liderança
● Exporta Mais Brasil: 14 edições em 2025 | 688 Empresas | 5.313 reuniões | R$ 386,7 Mi
● Liderança Feminina: 5.244 empresas
Investimentos
● 365 Investidores Atendidos (Crescimento de 50,6% em relação a 2024)
● US$ 9,92 Bi Em investimentos (69 Projetos | 15 regiões)
Copiar o textoOs pagamentos são realizados preferencialmente na Poupança CAIXA ou conta CAIXA Tem
Baixar áudioA CAIXA inicia nesta segunda-feira (26), o pagamento do Bolsa Família referente ao mês de janeiro para os beneficiários com o Número de Identificação Social (NIS) terminado em 6.
Os pagamentos são realizados preferencialmente na Poupança CAIXA ou conta CAIXA Tem. Com a conta CAIXA Tem, os beneficiários podem pagar contas e fazer transferências diretamente pelo aplicativo no celular.
O benefício também pode ser movimentado com o cartão de débito da conta em comércios, Unidades Lotéricas, Correspondentes CAIXA Aqui, terminais de autoatendimento e Agências da CAIXA. Além disso, é possível realizar saques sem cartão nos terminais de autoatendimento e Unidades Lotéricas, utilizando a identificação biométrica previamente cadastrada em uma agência da CAIXA.
No aplicativo Bolsa Família é possível acompanhar as informações dos benefícios, além de receber atualizações e novidades sobre o programa.
Para baixar os aplicativos CAIXA Tem e Bolsa Família, basta acessar a loja de aplicativos do seu smartphone. É gratuito.
O Programa Bolsa Família é a transferência mensal de renda do maior programa social do Brasil, reconhecido por tirar milhões de famílias da fome. O modelo atual considera tamanho e características do núcleo familiar: lares com três ou mais pessoas tendem a receber valores maiores do que famílias unipessoais, reforçando a proteção social.
Além da renda, o Bolsa Família integra políticas públicas para ampliar acesso a saúde, educação e assistência social. O foco é promover dignidade e cidadania, articulando ações complementares (esporte, ciência, trabalho) para a superação da pobreza e a transformação social.
Para ter direito ao pagamento do Bolsa Família, a renda por pessoa da família deve ser de até R$ 218/mês.
Exemplo: 1 pessoa com salário mínimo (R$ 1.518) em família de 7 integrantes → renda per capita de R$ 216,85. Como está abaixo de R$ 218, a família é elegível ao benefício.
Mesmo inscrita no CadÚnico, a família só recebe quando for selecionada pelo sistema do programa. A inclusão é contínua e mensal, de forma automatizada, conforme os critérios de elegibilidade e a atualização cadastral.
Preciso estar no CadÚnico? Sim, é obrigatório para concorrer ao pagamento do Bolsa Família.
O valor é igual para todos? Não. O modelo considera o tamanho e o perfil familiar, podendo variar.
Cadastro feito = pagamento imediato? Não. A seleção é mensal e automatizada; a família come
Copiar o textoSaiba quando o cansaço pode ser falta de ferro?
Baixar áudioVocê anda muito cansado, com queda de cabelo ou unhas fracas, mesmo dormindo bem? Pode ser anemia por falta de ferro, a deficiência nutricional mais comum no mundo.
“O ferro é essencial para levar oxigênio às células. Sem ele, o corpo não consegue produzir hemoglobina direito, e surgem sintomas como cansaço, palidez, dor de cabeça e até vontade de comer gelo ou terra,” explica a hematologista Dra. Fernanda Santos.
O diagnóstico é simples e feito com exame de sangue. Se tiver sintomas persistentes, procure um médico.
Veja o vídeo com a explicação da especialista clicando aqui.
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Baixar áudioAs regras eleitorais não restringem a continuidade de políticas públicas e funcionamento dos poderes. As vedações se limitam à criação de benefícios sociais com distribuição de bens e verba para a população, e, principalmente, restrições à divulgação de ações e entregas, como a proibição de shows artísticos pagos com recursos públicos.
Ainda assim, a disputa por vagas nos poderes executivos e legislativos, federal e estaduais, vai encurtar o período de funcionamento dos governos, assembleias e Congresso Nacional. Isso acontece pois a maior parte dos mandatários vai ao palanque, seja em busca da reeleição ou em apoio a aliados.
“Não é que a lei proíba novas políticas públicas. Não, mas ela controla o uso da máquina pública em favor de uma candidatura que está pleiteando cargo. Aquele gestor que se planejou, que é assessorado e que de fato não usa a máquina pública, ou não deseja usar a máquina pública a seu favor, ele não vai ter problema nenhum”, afirma Ana Claudia Santano, fundadora e diretora-executiva da organização Transparência Eleitoral Brasil.
O que a lei prevê é a desincompatibilização de candidatos que tenham cargos e funções na administração pública, exceto para aqueles que buscam a reeleição. O prazo para esse afastamento varia entre três e seis meses, de acordo com o cargo ocupado:
Oficialmente, as campanhas, com comícios, carros de som, entrega de “santinhos” e propaganda nos veículos de comunicação começam 50 dias antes do pleito. Ou seja, em 2026, será a partir do dia 16 de agosto, um dia após a data limite para a oficialização da candidatura.
“Todo mundo que tiver envolvido na campanha eleitoral, seja para um novo cargo, caso de prefeito que vai tentar governo, deputado, ou qualquer coisa do gênero, e também os cargos comissionados, eles precisam deixar o cargo para poder fazer campanha”, explica Santano.
Um ponto que os gestores reclamam é sobre a interrupção de políticas públicas. Por conta das restrições, muitos gestores, às vezes por receio de descumprir a legislação, acabam praticando a paralisia defensiva do mandato, um excesso de cautela que prejudica as comunidades que dependem daquele serviço.
Santano ressalta que o remédio para casos assim é planejar e prever as políticas com antecedência. “Eu acho que isso é um excesso de cautela que a gente acaba não tendo. É muito mais fácil sonegar política pública e informação para a sociedade do que efetivamente justificar porque está procedendo daquela forma. E tem que ser justamente o contrário, você não pode desamparar a sociedade e, ao mesmo tempo, você precisa ter ali aquele contexto de provas, comprovando que você está agindo dentro da lei”, esclarece.
A especialista destaca, como exemplo, a limitação de gastos com publicidade. Essas despesas não podem exceder, no primeiro semestre de ano eleitoral, a média dos valores empenhados no mesmo período dos 3 anos anteriores de mandato. É comum os Tribunais de Contas do estado terem material com orientações para os gestores sobre como proceder nesse período.
Copiar o textoAlém dos municípios beneficiados, 10 estados partilharam cerca de R$ 650 milhões
Baixar áudioApós a conclusão de todas as etapas operacionais da distribuição de royalties referentes à produção do mês de novembro de 2025, nos contratos de concessão e de cessão onerosa, 978 municípios receberam mais de R$ 782 milhões. As informações foram divulgadas pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).
Além dos municípios beneficiados, 10 estados partilharam cerca de R$ 650 milhões. Segundo a agência, também foram destinadas parcelas de royalties à União e ao Fundo Especial, conforme previsto na legislação vigente.
Os valores detalhados de royalties por beneficiário podem ser consultados na página "Royalties". As informações referentes ao mês corrente ainda estão em fase de consolidação e deverão ser divulgadas nos próximos dias na mesma página.
Piso do magistério: MP prevê reajuste de 5,4%, com impacto de R$ 8 bilhões aos cofres municipais
Ano eleitoral não é desculpa para interrupção de políticas públicas, avalia especialista
Em relação aos royalties dos contratos de partilha, relativos à produção de novembro do ano passado, os recursos estarão disponíveis aos entes beneficiários assim que todas as etapas operacionais forem finalizadas.
A distribuição dos royalties aos beneficiários observa critérios estabelecidos na Lei nº 7.990/1989 e no Decreto nº 1/1991, que regulamentam a destinação da parcela correspondente a 5% dos royalties.
Também são considerados os dispositivos da Lei nº 9.478/1997 e do Decreto nº 2.705/1998, que tratam da distribuição da parcela superior a 5% dos royalties.
O cálculo dos valores, bem como a apuração e a distribuição dos recursos, são de responsabilidade da ANP. A agência informa que não há data previamente definida para o pagamento dos valores referentes aos royalties.
Os valores depositados, as datas dos repasses e os respectivos beneficiários podem ser consultados no sítio eletrônico do Banco do Brasil. Para isso, no campo "Fundo", deve ser selecionada a opção “ANP – Royalties da ANP”.
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Baixar áudioO Brasil possui 195 municípios que arrecadam mais de R$ 1 bilhão anualmente, segundo dados do Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro (SICONFI). Apesar do volume de receita orçamentária, nem todos esses entes apresentam bons índices relacionados a serviços essenciais, como saúde, educação e saneamento básico, por exemplo.
Por outro lado, existem cidades no país que, mesmo com menor potencial econômico, registram níveis satisfatórios em relação a prestação de serviços nessas áreas. Franco da Rocha (SP), por exemplo, não integra a lista de municípios com receita bilionária, mas lidera o ranking de acesso à saúde, de acordo com levantamento do Centro de Liderança Pública (CLP).
Os dois municípios seguintes do ranking — Goiana (PE) e Votuporanga (SP) — também não estão entre os municípios mais ricos, mas se destacam na mesma dimensão relacionada à saúde.
Em relação ao acesso à educação, o estudo mostra que Barretos (SP) é o segundo melhor colocado no ranking nacional. Ao mesmo tempo, a cidade paulista figura entre as cidades com receita orçamentária bilionária. São Caetano do Sul (SP) aparece tanto na lista dos municípios mais ricos quanto na terceira posição no acesso à educação.
Para o especialista em orçamento público Cesar Lima esse cenário evidencia que a oferta de bons serviços públicos não está necessariamente vinculada à quantidade de recursos disponíveis, mas à qualidade da gestão e ao compromisso do gestor com a população. Segundo ele, o que falta, em muitos casos, é gestão eficiente.
“Não basta ter mais dinheiro para oferecer melhores serviços. É preciso gestão competente e, claro, vontade política de entregar serviços de qualidade à população, especialmente nas áreas de saúde e educação. A Constituição Federal estabelece pisos mínimos de aplicação em saúde e educação, mas alguns municípios tratam esse piso como se fosse um teto”, afirma.
No campo do saneamento básico, Bauru (SP) também recebe receita acima de R$ 1 bilhão, porém aparece como um dos piores em desempenho, conforme levantamento do Instituto Trata Brasil. Outras cidades bilionárias também figuram entre os 20 piores municípios no Ranking do Saneamento 2025. São elas:
Por outro lado, o ranking dos 20 municípios com melhor saneamento também inclui cidades com receita bilionária, como Campinas (SP), Limeira (SP), Niterói (RJ), São José do Rio Preto (SP), Franca (SP), Aparecida de Goiânia (GO), Goiânia (GO), Santos (SP), Uberaba (MG) e Foz do Iguaçu (PR).
Serviços lideram como principal setor entre os municípios bilionários do Brasil
Quase 170 cidades do interior figuram entre as que recebem receita orçamentária acima de R$ 1 bilhão
No que se refere à segurança pública, levantamento da Brasil 61 com base no Anuário Brasileiro de Segurança Pública 2025 aponta que seis municípios com receita orçamentária bilionária estão entre os dez com maiores taxas de Mortes Violentas Intencionais (MVI). Os municípios são: Juazeiro (BA), Camaçari (BA), Cabo de Santo Agostinho (PE), Caucaia (CE), Maracanaú (CE) e Feira de Santana (BA).
Em termos de eficiência na aplicação dos recursos públicos, Osasco (SP) — que aparece como a vigésima cidade mais rica do país — ocupa a primeira posição no ranking de eficiência dos gastos. Na sequência aparecem São Paulo (SP) e Volta Redonda (RJ), como segundo e terceiro melhores, respectivamente.
De acordo com dados do Retornômetro — ferramenta de consultoria tecnológica da empresa Assertif — dos 50 municípios com maior eficiência nos gastos públicos, 38 estão na lista dos municípios bilionários, incluindo Criciúma (SC), Jundiaí (SP) e Ponta Grossa (PR).
O Brasil conta com 195 municípios com receita bilionária. Juntos, esses entes somaram mais de R$ 678 bilhões em arrecadação orçamentária em 2024.
Entre as unidades da federação, o estado de São Paulo concentra o maior volume de receitas arrecadadas pelos municípios, com um total de R$ 250,8 bilhões.
Na sequência aparecem o Rio de Janeiro, com arrecadação superior a R$ 92 bilhões, e Minas Gerais, cujas cidades bilionárias somaram mais de R$ 53 bilhões.
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Baixar áudioO preço do boi gordo abre esta segunda-feira (26) em alta de 0,06%. A arroba é negociada a R$ 321,40, no estado de São Paulo.
INDICADOR DO BOI GORDO CEPEA/ESALQ
| DATA | VALOR R$* | VAR./DIA | VAR./MÊS | VALOR US$* |
|---|---|---|---|---|
| 23/01/2026 | 321,40 | 0,06% | 0,69% | 60,79 |
| 22/01/2026 | 321,20 | 0,66% | 0,63% | 60,80 |
| 21/01/2026 | 319,10 | -0,59% | -0,03% | 59,99 |
| 20/01/2026 | 321,00 | 0,74% | 0,56% | 59,69 |
| 19/01/2026 | 318,65 | 0,19% | -0,17% | 59,41 |
Nos atacados da Grande São Paulo, São José do Rio Preto e Descalvado, os preços do frango congelado apresentaram estabilidade, assim como os do frango resfriado. A primeira mercadoria é vendida a R$ 7,25, enquanto a segunda é comercializada a R$ 7,32.
PREÇOS DO FRANGO CONGELADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP
| DATA | VALOR R$ | VAR./DIA | VAR./MÊS |
|---|---|---|---|
| 23/01/2026 | 7,25 | 0,00% | -10,71% |
| 22/01/2026 | 7,25 | 0,00% | -10,71% |
| 21/01/2026 | 7,25 | 0,00% | -10,71% |
| 20/01/2026 | 7,25 | 0,00% | -10,71% |
| 19/01/2026 | 7,25 | -0,41% | -10,71% |
PREÇOS DO FRANGO RESFRIADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP
| DATA | VALOR R$ | VAR./DIA | VAR./MÊS |
|---|---|---|---|
| 23/01/2026 | 7,32 | 0,00% | -10,07% |
| 22/01/2026 | 7,32 | 0,00% | -10,07% |
| 21/01/2026 | 7,32 | 0,00% | -10,07% |
| 20/01/2026 | 7,32 | 0,00% | -10,07% |
| 19/01/2026 | 7,32 | -0,27% | -10,07% |
A carcaça suína especial também volta a apontar estabilidade no preço, sendo negociada a R$ 11,68 por quilo nos atacados da Grande São Paulo.
PREÇOS DA CARCAÇA SUÍNA ESPECIAL (R$/kg)
| DATA | MÉDIA | VAR./DIA | VAR./MÊS |
|---|---|---|---|
| 23/01/2026 | 11,68 | 0,00% | -9,18% |
| 22/01/2026 | 11,68 | 0,00% | -9,18% |
| 21/01/2026 | 11,68 | 0,00% | -9,18% |
| 20/01/2026 | 11,68 | -5,35% | -9,18% |
| 19/01/2026 | 12,34 | 0,65% | -4,04% |
O preço do suíno vivo registra desvalorização de 1,68% em Minas Gerais, de 1,31% no Paraná, de 0,91% no Rio Grande do Sul, de 0,53% em Santa Catarina e de 0,63% em São Paulo. As mercadorias variam entre R$ 7,48 e R$ 7,87.
INDICADOR DO SUÍNO VIVO CEPEA/ESALQ (R$/kg)
| DATA | ESTADO | VALOR R$* | VAR./DIA | VAR./MÊS |
|---|---|---|---|---|
| 22/01/2026 | MG - posto | 7,76 | 0,00% | -7,95% |
| 22/01/2026 | PR - a retirar | 7,64 | 0,53% | -7,62% |
| 22/01/2026 | RS - a retirar | 7,72 | 0,00% | -6,99% |
| 22/01/2026 | SC - a retirar | 7,52 | -1,83% | -9,94% |
| 22/01/2026 | SP - posto | 7,92 | 0,00% | -11,11% |
Os valores são do Cepea.
O boi gordo é o bovino macho pronto para o abate, com peso mínimo de 16 arrobas líquidas de carcaça (aproximadamente 240 kg) e até 42 meses de idade. Atende aos padrões do mercado nacional e internacional, incluindo exportações para Europa, China e cota Hilton.
O frango congelado passa por congelamento rápido, com temperaturas abaixo de -12°C, garantindo maior vida útil para armazenamento e transporte a longas distâncias. Já o frango resfriado é mantido entre 0°C e 4°C, com validade de 5 a 7 dias, oferecendo textura e sabor mais próximos do fresco, ideal para consumidores exigentes e restaurantes.
Copiar o textoO preço do café arábica volta a subir, enquanto o açúcar apresenta reajustes
Baixar áudioO preço do café arábica abre esta segunda-feira (26) em alta de 1,30%, com a saca de 60 kg negociada a R$ 2.135,31 na cidade de São Paulo.
INDICADOR DO CAFÉ ARÁBICA CEPEA/ESALQ
| DATA | VALOR R$ | VAR./DIA | VAR./MÊS | VALOR US$ |
|---|---|---|---|---|
| 23/01/2026 | 2.135,31 | 1,30% | -1,81% | 403,88 |
| 22/01/2026 | 2.107,84 | -1,31% | -3,08% | 398,99 |
| 21/01/2026 | 2.135,90 | -0,49% | -1,79% | 401,56 |
| 20/01/2026 | 2.146,33 | -1,73% | -1,31% | 399,09 |
| 19/01/2026 | 2.184,18 | 0,18% | 0,43% | 407,19 |
O café robusta teve alta de 0,76% no preço, sendo comercializado a R$ 1.286,48.
INDICADOR DO CAFÉ ROBUSTA CEPEA/ESALQ
| DATA | VALOR R$ | VAR./DIA | VAR./MÊS | VALOR US$ |
|---|---|---|---|---|
| 23/01/2026 | 1.286,48 | 0,76% | 1,79% | 243,33 |
| 22/01/2026 | 1.276,76 | -0,54% | 1,02% | 241,67 |
| 21/01/2026 | 1.283,65 | 0,17% | 1,56% | 241,33 |
| 20/01/2026 | 1.281,48 | -1,54% | 1,39% | 238,28 |
| 19/01/2026 | 1.301,47 | 0,07% | 2,97% | 242,63 |
Já o preço do açúcar cristal apresenta variação nas principais praças do estado de São Paulo. Na capital, a saca de 50 kg teve valorização de 0,24% e é cotada a R$ 104,84.
INDICADOR DO AÇÚCAR CRISTAL BRANCO CEPEA/ESALQ - SÃO PAULO
| DATA | VALOR R$* | VAR./DIA | VAR./MÊS | VALOR US$* |
|---|---|---|---|---|
| 23/01/2026 | 104,84 | 0,24% | -4,68% | 19,83 |
| 22/01/2026 | 104,59 | -0,07% | -4,91% | 19,80 |
| 21/01/2026 | 104,66 | 1,18% | -4,85% | 19,68 |
| 20/01/2026 | 103,44 | -0,89% | -5,96% | 19,23 |
| 19/01/2026 | 104,37 | 0,38% | -5,11% | 19,46 |
Em Santos (SP), a mercadoria teve desvalorização de 1,66%, sendo negociada a R$ 111,11 na média de preços sem impostos.
INDICADOR AÇÚCAR CRISTAL - SANTOS (FOB)
| DATA | VALOR R$* | VAR./DIA | VAR./MÊS | VALOR US$* |
|---|---|---|---|---|
| 23/01/2026 | 111,11 | -1,66% | -4,90% | 21,01 |
| 22/01/2026 | 112,98 | 0,04% | -3,30% | 21,27 |
| 21/01/2026 | 112,93 | 0,27% | -3,34% | 21,16 |
| 20/01/2026 | 112,63 | -1,20% | -3,59% | 20,94 |
| 19/01/2026 | 114,00 | -0,38% | -2,42% | 21,25 |
A saca de 60 kg do milho, por sua vez, é vendida a R$ 66,63, após baixa de 0,13%.
INDICADOR DO MILHO ESALQ/BM&FBOVESPA
| DATA | VALOR R$* | VAR./DIA | VAR./MÊS | VALOR US$* |
|---|---|---|---|---|
| 23/01/2026 | 66,63 | -0,13% | -4,13% | 12,60 |
| 22/01/2026 | 66,72 | -0,48% | -4,00% | 12,63 |
| 21/01/2026 | 67,04 | -0,62% | -3,54% | 12,60 |
| 20/01/2026 | 67,46 | -0,97% | -2,94% | 12,54 |
| 19/01/2026 | 68,12 | -0,42% | -1,99% | 12,70 |
Os valores são do Cepea.
Café arábica e café robusta são as duas principais variedades cultivadas e comercializadas no Brasil, ambas medidas em sacas de 60 kg.
A saca de açúcar cristal no Brasil é padronizada em 50 quilos, especialmente para comercialização no mercado atacadista e para uso na indústria alimentícia. Essa unidade de medida é adotada pelo Cepea/Esalq-USP, principal fonte de cotações diárias do açúcar cristal no país.
A saca de milho equivale a 60 kg de grãos, mesmo padrão utilizado para soja e trigo. Essa medida é oficializada por instituições como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Cepea, sendo amplamente usada em negociações e relatórios de preço do milho.
Copiar o textoA soja apresenta baixa no Paraná e em Paranaguá; o trigo sofre reajustes
Baixar áudioO valor da saca de 60 kg da soja abre esta segunda-feira (26) em baixa, tanto no interior do Paraná quanto no litoral do estado, em Paranaguá.
Na primeira região, o grão teve desvalorização de 0,32% e é negociado a R$ 122,74; na segunda, a mercadoria teve desvalorização de 0,53% e é cotada a R$ 128,66.
INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANÁ
| DATA | VALOR R$* | VAR./DIA | VAR./MÊS | VALOR US$* |
|---|---|---|---|---|
| 23/01/2026 | 122,74 | -0,32% | -9,48% | 23,22 |
| 22/01/2026 | 123,14 | -0,89% | -9,19% | 23,31 |
| 21/01/2026 | 124,25 | 0,49% | -8,37% | 23,36 |
| 20/01/2026 | 123,64 | -1,02% | -8,82% | 22,99 |
| 19/01/2026 | 124,92 | 0,26% | -7,88% | 23,29 |
INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANAGUÁ
| DATA | VALOR R$* | VAR./DIA | VAR./MÊS | VALOR US$* |
|---|---|---|---|---|
| 23/01/2026 | 128,66 | -0,53% | -8,76% | 24,34 |
| 22/01/2026 | 129,34 | -0,29% | -8,28% | 24,48 |
| 21/01/2026 | 129,71 | -0,95% | -8,01% | 24,39 |
| 20/01/2026 | 130,95 | -0,62% | -7,13% | 24,35 |
| 19/01/2026 | 131,77 | 0,24% | -6,55% | 24,57 |
O preço do trigo, por sua vez, registra desvalorização de 0,24% no Paraná e estabilidade no Rio Grande do Sul. No primeiro estado, a tonelada é vendida a R$ 1.182,04, enquanto no segundo é comercializada a R$ 1.051,80.
PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - PARANÁ
| DATA | VALOR R$/T* | VAR./DIA | VAR./MÊS | VALOR US$/T* |
|---|---|---|---|---|
| 23/01/2026 | 1.182,04 | -0,24% | -0,01% | 223,57 |
| 22/01/2026 | 1.184,94 | -0,03% | 0,23% | 224,29 |
| 21/01/2026 | 1.185,27 | -0,37% | 0,26% | 222,84 |
| 20/01/2026 | 1.189,70 | 1,82% | 0,64% | 221,22 |
| 19/01/2026 | 1.168,39 | -0,26% | -1,17% | 217,82 |
PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - RIO GRANDE DO SUL
| DATA | VALOR R$/T* | VAR./DIA | VAR./MÊS | VALOR US$/T* |
|---|---|---|---|---|
| 23/01/2026 | 1.051,80 | 0,00% | 0,55% | 198,94 |
| 22/01/2026 | 1.051,80 | -0,19% | 0,55% | 199,09 |
| 21/01/2026 | 1.053,84 | 0,25% | 0,75% | 198,13 |
| 20/01/2026 | 1.051,18 | 0,51% | 0,49% | 195,46 |
| 19/01/2026 | 1.045,84 | 0,01% | -0,02% | 194,97 |
Os valores são do Cepea.
A saca de soja e a saca de trigo são as principais unidades de comercialização de grãos no Brasil. Cada saca equivale a 60 quilos, padrão adotado por órgãos oficiais como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).
Esse formato padronizado facilita o comércio da soja e do trigo, além de permitir um acompanhamento mais preciso das cotações e variações de preços no mercado nacional.
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A segunda-feira (26) será de instabilidade pontual na Região Sul do país, com chuva isolada em áreas do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná.
No Rio Grande do Sul, a previsão indica chuva isolada em municípios da região das Missões e do Centro-Oeste gaúcho, com registros em São Miguel das Missões, Capão do Cipó e Santiago.
Em Santa Catarina, a expectativa é de muitas nuvens com chuva isolada na faixa litorânea, atingindo municípios do Litoral Norte catarinense, como Balneário Barra do Sul, São Francisco do Sul e Camboriú.
Já no Paraná, as chuvas chegam principalmente ao noroeste do estado, com pancadas previstas para municípios como Douradina, Cruzeiro do Oeste e Marialva, ao longo do dia.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 17°C, em Curitiba. Já a máxima deve atingir até 35°C, em Porto Alegre. A umidade relativa do ar varia entre 45% e 100%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA segunda-feira (26) será marcada por tempo instável em grande parte da Região Centro-Oeste, com chuva forte em áreas de Mato Grosso e pancadas distribuídas entre Mato Grosso do Sul, Goiás e o Distrito Federal.
Em Mato Grosso, a instabilidade mais intensa predomina por todo o estado ao longo do dia, com céu encoberto e pancadas de chuva frequentes, que podem ocorrer em diferentes períodos, atingindo tanto o norte quanto o sul mato-grossense.
Em Mato Grosso do Sul, a chuva se concentra principalmente em municípios do Pantanal e da região norte do estado, como Corumbá, além de áreas do norte sul-mato-grossense, com registro de precipitação em Rio Verde de Mato Grosso e Sonora.
Em Goiás, as precipitações mais intensas se concentram no noroeste goiano, com destaque para os municípios de Nova Crixás, Araguapaz e Aruanã, onde o tempo segue fechado e com chuva ao longo do dia.
Já no Distrito Federal, a expectativa é de muitas nuvens com chuva isolada ao longo do dia, mantendo o tempo instável.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 18°C, em Brasília. Já a máxima deve chegar a 33°C, em Cuiabá. A umidade relativa do ar varia entre 30% e 95%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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