02/02/2026 20:15h

Movimento da moeda americana acompanhou o cenário externo e o comportamento de outras divisas emergentes

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O dólar encerrou o último pregão em leve alta frente ao real, cotado a R$ 5,25. O movimento refletiu principalmente o fortalecimento da moeda americana no mercado internacional, medido pelo índice que compara o dólar frente a uma cesta de moedas globais.

De acordo com especialistas, o mercado segue atento às sinalizações da política monetária dos Estados Unidos, especialmente diante da expectativa de uma condução mais conservadora em relação aos juros. Esse cenário tem reduzido a pressão por uma desvalorização mais intensa das moedas de países emergentes.

O desempenho do real foi semelhante ao de outras moedas desse grupo, que também oscilaram em leve alta ao longo do pregão. Analistas destacam que, mesmo com a queda de alguns ativos considerados proteção, o dólar mantém sustentação no exterior, o que influencia diretamente o câmbio no Brasil.

Cotação do euro

Já o euro encerrou o último pregão em baixa, cotado a R$6,19.

Cotações

A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.

Código BRL USD EUR GBP JPY CHF CAD AUD
BRL 1 0,1903 0,1613 0,1392 29,6071 0,1484 0,2602 0,2737
USD 5,2565 1 0,8485 0,7320 155,61 0,7800 1,3678 1,4395
EUR 6,1996 1,1785 1 0,8628 183,40 0,9193 1,6119 1,6968
GBP 7,1810 1,3660 1,1591 1 212,57 1,0655 1,8683 1,9666
JPY 3,37746 0,642612 0,54523 0,470400 1 0,5012 0,87887 0,92507
CHF 6,7385 1,2821 1,0877 0,9385 199,51 1 1,7533 1,8454
CAD 3,8429 0,7312 0,6204 0,5352 113,78 0,5703 1 1,0524
AUD 3,6541 0,6946 0,5894 0,5085 108,09 0,5417 0,9500 1

Os dados são da Investing.com.

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02/02/2026 20:14h

Levantamento da ANP mostra quanto os motoristas pagam para abastecer na capital

O preço médio do litro da gasolina comum, nos postos de Vitória, é de R$ 6,04. O dado é do levantamento semanal da ANP, referente à semana de 25/01/2026 a 31/01/2026.

O valor representa uma queda de aproximadamente 1,31% em relação ao preço médio da semana anterior, que foi de R$ 6,12. O recuo no preço da gasolina comum traz um alívio para o consumidor capixaba.

Ainda de acordo com o último levantamento da ANP, o óleo diesel S10 foi comercializado, em média, a R$ 6,03 o litro nos postos da capital. Esse preço é 0,49% menor que os R$ 6,06 registrados no período anterior.

Os valores correspondem à média praticada nos postos de combustíveis da cidade, apurada pela ANP, e podem variar conforme a região, a bandeira do posto e a forma de pagamento.

Como a ANP calcula o preço médio dos combustíveis

Os valores divulgados fazem parte do Levantamento de Preços de Combustíveis, pesquisa de preços de combustíveis realizada semanalmente em 459 localidades, incluindo todas as capitais, estados e o Distrito Federal.

A pesquisa acompanha os preços praticados por revendedores de combustíveis automotivos, como gasolina C, etanol hidratado, óleo diesel B, GNV e também o GLP (gás de cozinha). O levantamento é feito por empresa especializada contratada pela ANP, conforme determina a Lei do Petróleo (Lei nº 9.478/1997).

Pesquisa semanal, dados auditáveis e publicação regular

A coleta dos preços ocorre, em geral, nos três primeiros dias úteis de cada semana, com uso de aplicativo eletrônico em celulares equipados com GPS e câmera, o que garante geolocalização, registro fotográfico e possibilidade de auditoria dos dados coletados.
Após a verificação e validação das informações, os resultados do levantamento são publicados no site da ANP.

Os preços divulgados representam valores médios e podem variar conforme a região da cidade, a bandeira do posto e as condições de pagamento. A orientação da agência ao consumidor é pesquisar antes de abastecer.

Este conteúdo foi produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, a partir de um modelo editorial desenvolvido por jornalista. As pautas, fontes e dados utilizados foram selecionados e verificados por profissional de jornalismo, e o texto passou por supervisão humana antes da publicação. As informações foram adaptadas para cada capital brasileira com base em dados oficiais e fontes confiáveis.
 

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02/02/2026 20:11h

Levantamento da ANP mostra quanto os motoristas pagam para abastecer na capital

O preço médio do litro da gasolina comum, nos postos de Teresina, é de R$ 5,93. O dado é do levantamento semanal da ANP, referente à semana de 25/01/2026 a 31/01/2026.

O valor representa uma leve alta de aproximadamente 0,17% em relação ao preço médio da semana anterior, que foi de R$ 5,92. A variação indica estabilidade com viés de alta na capital piauiense.

Ainda de acordo com o último levantamento da ANP, o óleo diesel comum foi comercializado, em média, a R$ 6,22 o litro nos postos da capital. Esse preço é 2,47% superior ao valor de R$ 6,07 praticado na semana anterior.

Os valores correspondem à média praticada nos postos de combustíveis da cidade, apurada pela ANP, e podem variar conforme a região, a bandeira do posto e a forma de pagamento.

Como a ANP calcula o preço médio dos combustíveis

Os valores divulgados fazem parte do Levantamento de Preços de Combustíveis, pesquisa de preços de combustíveis realizada semanalmente em 459 localidades, incluindo todas as capitais, estados e o Distrito Federal.

A pesquisa acompanha os preços praticados por revendedores de combustíveis automotivos, como gasolina C, etanol hidratado, óleo diesel B, GNV e também o GLP (gás de cozinha). O levantamento é feito por empresa especializada contratada pela ANP, conforme determina a Lei do Petróleo (Lei nº 9.478/1997).

Pesquisa semanal, dados auditáveis e publicação regular

A coleta dos preços ocorre, em geral, nos três primeiros dias úteis de cada semana, com uso de aplicativo eletrônico em celulares equipados com GPS e câmera, o que garante geolocalização, registro fotográfico e possibilidade de auditoria dos dados coletados.
Após a verificação e validação das informações, os resultados do levantamento são publicados no site da ANP.

Os preços divulgados representam valores médios e podem variar conforme a região da cidade, a bandeira do posto e as condições de pagamento. A orientação da agência ao consumidor é pesquisar antes de abastecer.

Este conteúdo foi produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, a partir de um modelo editorial desenvolvido por jornalista. As pautas, fontes e dados utilizados foram selecionados e verificados por profissional de jornalismo, e o texto passou por supervisão humana antes da publicação. As informações foram adaptadas para cada capital brasileira com base em dados oficiais e fontes confiáveis.
 

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02/02/2026 20:08h

Levantamento da ANP mostra quanto os motoristas pagam para abastecer na capital

O preço médio do litro da gasolina comum, nos postos de São Luís, é de R$ 5,64. O dado é do levantamento semanal da ANP, referente à semana de 25/01/2026 a 31/01/2026.

O valor representa uma redução de aproximadamente 0,53% em relação ao preço médio da semana anterior, que foi de R$ 5,67. São Luís mantém um dos preços mais competitivos do país.

Ainda de acordo com o último levantamento da ANP, o óleo diesel comum foi comercializado, em média, a R$ 5,73 o litro nos postos da capital. Esse preço representa uma queda de 1,38% em comparação à semana anterior, quando custava R$ 5,81.

Os valores correspondem à média praticada nos postos de combustíveis da cidade, apurada pela ANP, e podem variar conforme a região, a bandeira do posto e a forma de pagamento.

Como a ANP calcula o preço médio dos combustíveis

Os valores divulgados fazem parte do Levantamento de Preços de Combustíveis, pesquisa de preços de combustíveis realizada semanalmente em 459 localidades, incluindo todas as capitais, estados e o Distrito Federal.

A pesquisa acompanha os preços praticados por revendedores de combustíveis automotivos, como gasolina C, etanol hidratado, óleo diesel B, GNV e também o GLP (gás de cozinha). O levantamento é feito por empresa especializada contratada pela ANP, conforme determina a Lei do Petróleo (Lei nº 9.478/1997).

Pesquisa semanal, dados auditáveis e publicação regular

A coleta dos preços ocorre, em geral, nos três primeiros dias úteis de cada semana, com uso de aplicativo eletrônico em celulares equipados com GPS e câmera, o que garante geolocalização, registro fotográfico e possibilidade de auditoria dos dados coletados.
Após a verificação e validação das informações, os resultados do levantamento são publicados no site da ANP.

Os preços divulgados representam valores médios e podem variar conforme a região da cidade, a bandeira do posto e as condições de pagamento. A orientação da agência ao consumidor é pesquisar antes de abastecer.

Este conteúdo foi produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, a partir de um modelo editorial desenvolvido por jornalista. As pautas, fontes e dados utilizados foram selecionados e verificados por profissional de jornalismo, e o texto passou por supervisão humana antes da publicação. As informações foram adaptadas para cada capital brasileira com base em dados oficiais e fontes confiáveis.
 

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02/02/2026 20:04h

Levantamento da ANP mostra quanto os motoristas pagam para abastecer na capital

O preço médio do litro da gasolina comum, nos postos de Rio Branco, é de R$ 7,22. O dado é do levantamento semanal da ANP, referente à semana de 25/01/2026 a 31/01/2026.

O valor representa estabilidade em relação ao preço médio da semana anterior, que foi de R$ 7,22

Ainda de acordo com o último levantamento da ANP, o óleo diesel comum foi comercializado, em média, a R$ 7,30 o litro nos postos da capital. Esse preço é 0,14% menor que os R$ 7,31 registrados na semana de 18/01 a 24/01.

Os valores correspondem à média praticada nos postos de combustíveis da cidade, apurada pela ANP, e podem variar conforme a região, a bandeira do posto e a forma de pagamento.

Como a ANP calcula o preço médio dos combustíveis

Os valores divulgados fazem parte do Levantamento de Preços de Combustíveis, pesquisa de preços de combustíveis realizada semanalmente em 459 localidades, incluindo todas as capitais, estados e o Distrito Federal.

A pesquisa acompanha os preços praticados por revendedores de combustíveis automotivos, como gasolina C, etanol hidratado, óleo diesel B, GNV e também o GLP (gás de cozinha). O levantamento é feito por empresa especializada contratada pela ANP, conforme determina a Lei do Petróleo (Lei nº 9.478/1997).

Pesquisa semanal, dados auditáveis e publicação regular

A coleta dos preços ocorre, em geral, nos três primeiros dias úteis de cada semana, com uso de aplicativo eletrônico em celulares equipados com GPS e câmera, o que garante geolocalização, registro fotográfico e possibilidade de auditoria dos dados coletados.
Após a verificação e validação das informações, os resultados do levantamento são publicados no site da ANP.

Os preços divulgados representam valores médios e podem variar conforme a região da cidade, a bandeira do posto e as condições de pagamento. A orientação da agência ao consumidor é pesquisar antes de abastecer.

Este conteúdo foi produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, a partir de um modelo editorial desenvolvido por jornalista. As pautas, fontes e dados utilizados foram selecionados e verificados por profissional de jornalismo, e o texto passou por supervisão humana antes da publicação. As informações foram adaptadas para cada capital brasileira com base em dados oficiais e fontes confiáveis.
 

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02/02/2026 20:02h

Levantamento da ANP mostra quanto os motoristas pagam para abastecer na capital

O preço médio do litro da gasolina comum, nos postos do Recife, é de R$ 6,73. O dado é do levantamento semanal da ANP, referente à semana de 25/01/2026 a 31/01/2026.

O valor representa estabilidade em relação ao preço médio da semana anterior, que foi de R$ 6,73

Ainda de acordo com o último levantamento da ANP, o óleo diesel S10 foi comercializado, em média, a R$ 5,86 o litro nos postos da capital. O preço manteve-se inalterado em relação ao período anterior.

Os valores correspondem à média praticada nos postos de combustíveis da cidade, apurada pela ANP, e podem variar conforme a região, a bandeira do posto e a forma de pagamento.

Como a ANP calcula o preço médio dos combustíveis

Os valores divulgados fazem parte do Levantamento de Preços de Combustíveis, pesquisa de preços de combustíveis realizada semanalmente em 459 localidades, incluindo todas as capitais, estados e o Distrito Federal.

A pesquisa acompanha os preços praticados por revendedores de combustíveis automotivos, como gasolina C, etanol hidratado, óleo diesel B, GNV e também o GLP (gás de cozinha). O levantamento é feito por empresa especializada contratada pela ANP, conforme determina a Lei do Petróleo (Lei nº 9.478/1997).

Pesquisa semanal, dados auditáveis e publicação regular

A coleta dos preços ocorre, em geral, nos três primeiros dias úteis de cada semana, com uso de aplicativo eletrônico em celulares equipados com GPS e câmera, o que garante geolocalização, registro fotográfico e possibilidade de auditoria dos dados coletados.
Após a verificação e validação das informações, os resultados do levantamento são publicados no site da ANP.

Os preços divulgados representam valores médios e podem variar conforme a região da cidade, a bandeira do posto e as condições de pagamento. A orientação da agência ao consumidor é pesquisar antes de abastecer.

Este conteúdo foi produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, a partir de um modelo editorial desenvolvido por jornalista. As pautas, fontes e dados utilizados foram selecionados e verificados por profissional de jornalismo, e o texto passou por supervisão humana antes da publicação. As informações foram adaptadas para cada capital brasileira com base em dados oficiais e fontes confiáveis.
 

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02/02/2026 19:00h

Levantamento da ANP mostra quanto os motoristas pagam para abastecer na capital

O preço médio do litro da gasolina comum, nos postos de Porto Velho, é de R$ 7,03. O dado é do levantamento semanal da ANP, referente à semana de 25/01/2026 a 31/01/2026.

O valor representa estabilidade em relação ao preço médio da semana anterior, que foi de R$ 7,03. A capital rondoniense mantém o patamar acima dos sete reais por litro.

Ainda de acordo com o último levantamento da ANP, o óleo diesel comum foi comercializado, em média, a R$ 6,42 o litro nos postos da capital. Esse valor representa uma alta de 0,63% em relação aos R$ 6,38 praticados na semana anterior.

Os valores correspondem à média praticada nos postos de combustíveis da cidade, apurada pela ANP, e podem variar conforme a região, a bandeira do posto e a forma de pagamento.

Como a ANP calcula o preço médio dos combustíveis

Os valores divulgados fazem parte do Levantamento de Preços de Combustíveis, pesquisa de preços de combustíveis realizada semanalmente em 459 localidades, incluindo todas as capitais, estados e o Distrito Federal.

A pesquisa acompanha os preços praticados por revendedores de combustíveis automotivos, como gasolina C, etanol hidratado, óleo diesel B, GNV e também o GLP (gás de cozinha). O levantamento é feito por empresa especializada contratada pela ANP, conforme determina a Lei do Petróleo (Lei nº 9.478/1997).

Pesquisa semanal, dados auditáveis e publicação regular

A coleta dos preços ocorre, em geral, nos três primeiros dias úteis de cada semana, com uso de aplicativo eletrônico em celulares equipados com GPS e câmera, o que garante geolocalização, registro fotográfico e possibilidade de auditoria dos dados coletados.
Após a verificação e validação das informações, os resultados do levantamento são publicados no site da ANP.

Os preços divulgados representam valores médios e podem variar conforme a região da cidade, a bandeira do posto e as condições de pagamento. A orientação da agência ao consumidor é pesquisar antes de abastecer.

Este conteúdo foi produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, a partir de um modelo editorial desenvolvido por jornalista. As pautas, fontes e dados utilizados foram selecionados e verificados por profissional de jornalismo, e o texto passou por supervisão humana antes da publicação. As informações foram adaptadas para cada capital brasileira com base em dados oficiais e fontes confiáveis.
 

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02/02/2026 19:00h

O sorteio da Lotofácil 3603 ocorre na noite desta segunda-feira (02), no ESPAÇO DA SORTE em São Paulo (SP)

O sorteio da Lotofácil concurso 3603 acontece nesta segunda-feira, 02 de fevereiro de 2026, a partir das 21h (horário de Brasília). Realizado pela Caixa Econômica Federal, o evento será transmitido ao vivo pelas redes oficiais. Acompanhe aqui a cobertura completa e confira os números assim que forem divulgados oficialmente.

Qual o valor das apostas da LotoFácil?

A aposta mínima, de 15 números, custa R$ 3,50 com chance de 1 em 3.268.760 e a máxima custa R$ 46.512 com chance de 1 em 211.

Quantidade de números jogados

Valor da aposta

15

R$ 3,50

16

R$ 48

17

R$ 408

18

R$ 2.448

19

R$ 11.628

20

R$ 46.512

Quando acontecem os sorteios da Lotofácil

De segunda-feira a sábado, às 21h.

Facilite sua aposta na loteria com Surpresinha e Teimosinha

Quer apostar sem complicação? Use a Surpresinha e deixe o sistema escolher os números para você — uma forma prática e rápida de participar dos sorteios.

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02/02/2026 18:59h

Levantamento da ANP mostra quanto os motoristas pagam para abastecer na capital

O preço médio do litro da gasolina comum, nos postos de Porto Alegre, é de R$ 6,25. O dado é do levantamento semanal da ANP, referente à semana de 25/01/2026 a 31/01/2026.

O valor representa uma redução de aproximadamente 0,79% em relação ao preço médio da semana anterior, que foi de R$ 6,30. A queda favorece os consumidores da capital gaúcha no final de janeiro.

Ainda de acordo com o último levantamento da ANP, o óleo diesel comum foi comercializado, em média, a R$ 6,00 o litro nos postos da capital. Esse preço é 0,66% menor que os R$ 6,04 registrados no período anterior.

Os valores correspondem à média praticada nos postos de combustíveis da cidade, apurada pela ANP, e podem variar conforme a região, a bandeira do posto e a forma de pagamento.

Como a ANP calcula o preço médio dos combustíveis

Os valores divulgados fazem parte do Levantamento de Preços de Combustíveis, pesquisa de preços de combustíveis realizada semanalmente em 459 localidades, incluindo todas as capitais, estados e o Distrito Federal.

A pesquisa acompanha os preços praticados por revendedores de combustíveis automotivos, como gasolina C, etanol hidratado, óleo diesel B, GNV e também o GLP (gás de cozinha). O levantamento é feito por empresa especializada contratada pela ANP, conforme determina a Lei do Petróleo (Lei nº 9.478/1997).

Pesquisa semanal, dados auditáveis e publicação regular

A coleta dos preços ocorre, em geral, nos três primeiros dias úteis de cada semana, com uso de aplicativo eletrônico em celulares equipados com GPS e câmera, o que garante geolocalização, registro fotográfico e possibilidade de auditoria dos dados coletados.
Após a verificação e validação das informações, os resultados do levantamento são publicados no site da ANP.

Os preços divulgados representam valores médios e podem variar conforme a região da cidade, a bandeira do posto e as condições de pagamento. A orientação da agência ao consumidor é pesquisar antes de abastecer.

Este conteúdo foi produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, a partir de um modelo editorial desenvolvido por jornalista. As pautas, fontes e dados utilizados foram selecionados e verificados por profissional de jornalismo, e o texto passou por supervisão humana antes da publicação. As informações foram adaptadas para cada capital brasileira com base em dados oficiais e fontes confiáveis.
 

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02/02/2026 18:53h

Levantamento da ANP mostra quanto os motoristas pagam para abastecer na capital

O preço médio do litro da gasolina comum, nos postos de Natal, é de R$ 6,56. O dado é do levantamento semanal da ANP, referente à semana de 25/01/2026 a 31/01/2026.

O valor representa uma leve alta de aproximadamente 0,15% em relação ao preço médio da semana anterior, que foi de R$ 6,55. O movimento indica uma variação residual nos preços de revenda.

Ainda de acordo com o último levantamento da ANP, o óleo diesel comum foi comercializado, em média, a R$ 6,35 o litro nos postos da capital. Esse preço é 0,63% superior ao valor de R$ 6,31 registrado na semana anterior.

Os valores correspondem à média praticada nos postos de combustíveis da cidade, apurada pela ANP, e podem variar conforme a região, a bandeira do posto e a forma de pagamento.

Como a ANP calcula o preço médio dos combustíveis

Os valores divulgados fazem parte do Levantamento de Preços de Combustíveis, pesquisa de preços de combustíveis realizada semanalmente em 459 localidades, incluindo todas as capitais, estados e o Distrito Federal.

A pesquisa acompanha os preços praticados por revendedores de combustíveis automotivos, como gasolina C, etanol hidratado, óleo diesel B, GNV e também o GLP (gás de cozinha). O levantamento é feito por empresa especializada contratada pela ANP, conforme determina a Lei do Petróleo (Lei nº 9.478/1997).

Pesquisa semanal, dados auditáveis e publicação regular

A coleta dos preços ocorre, em geral, nos três primeiros dias úteis de cada semana, com uso de aplicativo eletrônico em celulares equipados com GPS e câmera, o que garante geolocalização, registro fotográfico e possibilidade de auditoria dos dados coletados.
Após a verificação e validação das informações, os resultados do levantamento são publicados no site da ANP.

Os preços divulgados representam valores médios e podem variar conforme a região da cidade, a bandeira do posto e as condições de pagamento. A orientação da agência ao consumidor é pesquisar antes de abastecer.

Este conteúdo foi produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, a partir de um modelo editorial desenvolvido por jornalista. As pautas, fontes e dados utilizados foram selecionados e verificados por profissional de jornalismo, e o texto passou por supervisão humana antes da publicação. As informações foram adaptadas para cada capital brasileira com base em dados oficiais e fontes confiáveis.
 

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02/02/2026 18:51h

Levantamento da ANP mostra quanto os motoristas pagam para abastecer na capital

O preço médio do litro da gasolina comum, nos postos de Manaus, é de R$ 6,98. O dado é do levantamento semanal da ANP, referente à semana de 25/01/2026 a 31/01/2026.

O valor representa estabilidade em relação ao preço médio da semana anterior, que foi de R$ 6,98.

Ainda de acordo com o último levantamento da ANP, o óleo diesel comum foi comercializado, em média, a R$ 6,49 o litro nos postos da capital. O valor permaneceu inalterado em comparação ao período anterior.

Os valores correspondem à média praticada nos postos de combustíveis da cidade, apurada pela ANP, e podem variar conforme a região, a bandeira do posto e a forma de pagamento.

Como a ANP calcula o preço médio dos combustíveis

Os valores divulgados fazem parte do Levantamento de Preços de Combustíveis, pesquisa de preços de combustíveis realizada semanalmente em 459 localidades, incluindo todas as capitais, estados e o Distrito Federal.

A pesquisa acompanha os preços praticados por revendedores de combustíveis automotivos, como gasolina C, etanol hidratado, óleo diesel B, GNV e também o GLP (gás de cozinha). O levantamento é feito por empresa especializada contratada pela ANP, conforme determina a Lei do Petróleo (Lei nº 9.478/1997).

Pesquisa semanal, dados auditáveis e publicação regular

A coleta dos preços ocorre, em geral, nos três primeiros dias úteis de cada semana, com uso de aplicativo eletrônico em celulares equipados com GPS e câmera, o que garante geolocalização, registro fotográfico e possibilidade de auditoria dos dados coletados.
Após a verificação e validação das informações, os resultados do levantamento são publicados no site da ANP.

Os preços divulgados representam valores médios e podem variar conforme a região da cidade, a bandeira do posto e as condições de pagamento. A orientação da agência ao consumidor é pesquisar antes de abastecer.

Este conteúdo foi produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, a partir de um modelo editorial desenvolvido por jornalista. As pautas, fontes e dados utilizados foram selecionados e verificados por profissional de jornalismo, e o texto passou por supervisão humana antes da publicação. As informações foram adaptadas para cada capital brasileira com base em dados oficiais e fontes confiáveis.
 

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02/02/2026 18:48h

Levantamento da ANP mostra quanto os motoristas pagam para abastecer na capital

O preço médio do litro da gasolina comum, nos postos de Maceió, é de R$ 5,96. O dado é do levantamento semanal da ANP, referente à semana de 25/01/2026 a 31/01/2026.

O valor representa uma alta de aproximadamente 2,58% em relação ao preço médio da semana anterior, que foi de R$ 5,81

Ainda de acordo com o último levantamento da ANP, o óleo diesel S10 foi comercializado, em média, a R$ 5,96 o litro nos postos da capital. 

Os valores correspondem à média praticada nos postos de combustíveis da cidade, apurada pela ANP, e podem variar conforme a região, a bandeira do posto e a forma de pagamento.

Como a ANP calcula o preço médio dos combustíveis

Os valores divulgados fazem parte do Levantamento de Preços de Combustíveis, pesquisa de preços de combustíveis realizada semanalmente em 459 localidades, incluindo todas as capitais, estados e o Distrito Federal.

A pesquisa acompanha os preços praticados por revendedores de combustíveis automotivos, como gasolina C, etanol hidratado, óleo diesel B, GNV e também o GLP (gás de cozinha). O levantamento é feito por empresa especializada contratada pela ANP, conforme determina a Lei do Petróleo (Lei nº 9.478/1997).

Pesquisa semanal, dados auditáveis e publicação regular

A coleta dos preços ocorre, em geral, nos três primeiros dias úteis de cada semana, com uso de aplicativo eletrônico em celulares equipados com GPS e câmera, o que garante geolocalização, registro fotográfico e possibilidade de auditoria dos dados coletados.
Após a verificação e validação das informações, os resultados do levantamento são publicados no site da ANP.

Os preços divulgados representam valores médios e podem variar conforme a região da cidade, a bandeira do posto e as condições de pagamento. A orientação da agência ao consumidor é pesquisar antes de abastecer.

Este conteúdo foi produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, a partir de um modelo editorial desenvolvido por jornalista. As pautas, fontes e dados utilizados foram selecionados e verificados por profissional de jornalismo, e o texto passou por supervisão humana antes da publicação. As informações foram adaptadas para cada capital brasileira com base em dados oficiais e fontes confiáveis.
 

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02/02/2026 18:40h

A previsão é de chuvas intensas com trovoadas para o centro-norte da região ao longo do dia, com possibilidade de queda de granizo no PR e SC pela manhã; temperaturas variam entre 18°C e 33°C

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A previsão do tempo para o Sul do país, nesta terça-feira (3), indica céu de muitas nuvens para quase toda a região — à exceção do sul do Rio Grande do Sul, que deve ficar sob poucas nuvens durante todo o dia —, com previsão de chuvas para os três estados ao longo do dia. Há possibilidade de queda de granizo no Paraná e em Santa Catarina pela manhã.

Pela manhã, a previsão é de muitas nuvens para quase toda a região — à exceção do sul do Rio Grande do Sul, que deve ficar sob poucas nuvens. O Paraná, Santa Catarina e norte e litoral norte do Rio Grande do Sul devem amanhecer sob chuvas isoladas, com maior intensidade em todo o Paraná, quase todo o estado de Santa Catarina — à exceção do extremo-sul —, e extremo-norte do litoral gaúcho. As pancadas de chuva devem amanhecer acompanhadas de trovoadas no Paraná e centro-oeste de Santa Catarina. Há, ainda, previsão de possibilidade de queda de granizo no norte e sul do Paraná e extremo-noroeste catarinense.

Durante a tarde, as chuvas se estendem ao extremo-oeste e a uma parte maior do litoral norte do Rio Grande do Sul, com as pancadas de chuva com trovoadas se restringindo a quase todo o Paraná — à exceção do extremo-sul —, ao leste de Santa Catarina e ao litoral nordeste do Rio Grande do Sul.

À noite, as chuvas se mantêm sobre as mesmas áreas, com maior intensidade em todo o Paraná, centro-norte e leste catarinenses e litoral nordeste do Rio Grande do Sul, e acompanhadas de trovoadas no Paraná e centro-norte de Santa Catarina.

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta de perigo de tempestades para todo o Paraná, Santa Catarina e extremo-norte do Rio Grande do Sul, além de alerta de grande perigo de onda de calor para o centro-oeste gaúcho e catarinense e extremo-sudoeste do Paraná.

Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 18°C, em Curitiba. Já a máxima pode chegar até 33°C, em Porto Alegre. A umidade relativa do ar varia entre 40% e 100%.

 

5 motivos para acompanhar as previsões do tempo

  • Agricultura: garantia de uma boa colheita;
  • Marinha: proteção de marinheiros, navios e passageiros;
  • Aeronáutica: segurança de pilotos, aeronaves e passageiros;
  • Pesca: condições favoráveis e seguras para a atividade;
  • Turismo: garantia de passeios e viagens tranquilas e agradáveis.

Importância das observações meteorológicas no INMET

As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).

As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

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02/02/2026 18:30h

Há previsão de chuvas intensas acompanhadas de trovoadas para toda a região ao longo do dia, com possibilidade de queda de granizo em MS; temperaturas variam entre 19°C e 34°C

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A previsão do tempo para a Região Centro-Oeste, nesta terça-feira (3), indica a presença de muitas nuvens e pancadas de chuva para toda a região, com possibilidade de trovoadas em todos os estados ao longo do dia. Há, ainda, previsão de chance de queda de granizo em Mato Grosso do Sul pela manhã,

O dia amanhece já com a previsão de muitas nuvens e pancadas de chuva isoladas para toda a região. As pancadas de chuva amanhecem acompanhadas de trovoadas em todo o centro-oeste de Mato Grosso e centro-sul de Mato Grosso do Sul, e há previsão de possibilidade de queda de granizo para o leste central de Mato Grosso do Sul.

Durante a tarde, as pancadas de chuva com trovoadas tomam quase toda a região — à exceção do sudoeste de Mato Grosso e noroeste de Mato Grosso do Sul, onde deve chover com menor intensidade e sem trovoadas

À noite, região continua coberta de chuvas, e as pancadas de chuva com trovoadas se restringem ao Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso do Sul e centro-leste de Mato Grosso.

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta de perigo de tempestades para todo o Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso do Sul e centro-leste de Mato Grosso, alerta de perigo de chuvas intensas para o noroeste de Mato Grosso e alerta de perigo potencial de chuvas intensas para o oeste do estado.

Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 19°C em Brasília. Já a máxima pode chegar até 34°C, em Cuiabá. A umidade relativa do ar varia entre 50% e 100%.

 

5 motivos para acompanhar as previsões do tempo

  • Agricultura: garantia de uma boa colheita;
  • Marinha: proteção de marinheiros, navios e passageiros;
  • Aeronáutica: segurança de pilotos, aeronaves e passageiros;
  • Pesca: condições favoráveis e seguras para a atividade;
  • Turismo: garantia de passeios e viagens tranquilas e agradáveis.

Importância das observações meteorológicas no INMET

As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).

As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

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02/02/2026 18:20h

Há previsão de chuvas intensas com trovoadas para toda a região ao longo do dia, com maior intensidade a partir da tarde e chance de granizo em SP pela manhã; temperaturas variam entre 18°C e 33°C

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A previsão do tempo para a Região Sudeste do país, nesta terça-feira (3), é de céu com muitas nuvens e chuvas de diferentes intensidades para toda a região ao longo do dia, com maior intensidade e acompanhadas de trovoadas a partir da tarde. Há, ainda, previsão de possibilidade de queda de granizo para São Paulo pela manhã.

Pela manhã, a previsão é de céu de muitas nuvens com possibilidade de chuvas isoladas para toda a região — à exceção da parte central do extremo-norte de Minas Gerais, onde não deve chover —, com maior intensidade em todo o estado de São Paulo, Rio de Janeiro, sul e extremo-oeste de Minas Gerais, e acompanhadas de trovoadas no extremo-sudoeste paulista. Há, ainda, previsão de possibilidade de queda de granizo para o extremo-sudoeste de São Paulo.

Durante a tarde, as chuvas continuam sobre as mesmas áreas, mas as pancadas de chuva com trovoadas se expandem para o centro-sul do Espírito Santo, centro-sul e oeste de Minas Gerais, além de Rio e São Paulo.

À noite, as pancadas de chuva com trovoadas tomam toda a região.

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta para perigo de tempestades para toda a região.

Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 18°C em Belo Horizonte e São Paulo. Já a máxima pode chegar até 33°C, em Vitória. A umidade relativa do ar varia entre 60% e 100%.

 

5 motivos para acompanhar as previsões do tempo

  • Agricultura: garantia de uma boa colheita;
  • Marinha: proteção de marinheiros, navios e passageiros;
  • Aeronáutica: segurança de pilotos, aeronaves e passageiros;
  • Pesca: condições favoráveis e seguras para a atividade;
  • Turismo: garantia de passeios e viagens tranquilas e agradáveis.

 

Importância das observações meteorológicas no INMET

As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).

As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

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02/02/2026 18:16h

Levantamento da ANP mostra quanto os motoristas pagam para abastecer na capital

O preço médio do litro da gasolina comum, nos postos de João Pessoa, é de R$ 5,95. O dado é do levantamento semanal da ANP, referente à semana de 25/01/2026 a 31/01/2026.

O valor representa uma queda de aproximadamente 0,34% em relação ao preço médio da semana anterior, que foi de R$ 5,97. A variação reflete um alívio leve para os motoristas da capital paraibana.

Ainda de acordo com o último levantamento da ANP, o óleo diesel comum foi comercializado, em média, a R$ 5,75 o litro nos postos da capital. O preço não sofreu alteração em relação ao levantamento anterior.

Os valores correspondem à média praticada nos postos de combustíveis da cidade, apurada pela ANP, e podem variar conforme a região, a bandeira do posto e a forma de pagamento.

Como a ANP calcula o preço médio dos combustíveis

Os valores divulgados fazem parte do Levantamento de Preços de Combustíveis, pesquisa de preços de combustíveis realizada semanalmente em 459 localidades, incluindo todas as capitais, estados e o Distrito Federal.

A pesquisa acompanha os preços praticados por revendedores de combustíveis automotivos, como gasolina C, etanol hidratado, óleo diesel B, GNV e também o GLP (gás de cozinha). O levantamento é feito por empresa especializada contratada pela ANP, conforme determina a Lei do Petróleo (Lei nº 9.478/1997).

Pesquisa semanal, dados auditáveis e publicação regular

A coleta dos preços ocorre, em geral, nos três primeiros dias úteis de cada semana, com uso de aplicativo eletrônico em celulares equipados com GPS e câmera, o que garante geolocalização, registro fotográfico e possibilidade de auditoria dos dados coletados.
Após a verificação e validação das informações, os resultados do levantamento são publicados no site da ANP.

Os preços divulgados representam valores médios e podem variar conforme a região da cidade, a bandeira do posto e as condições de pagamento. A orientação da agência ao consumidor é pesquisar antes de abastecer.

Este conteúdo foi produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, a partir de um modelo editorial desenvolvido por jornalista. As pautas, fontes e dados utilizados foram selecionados e verificados por profissional de jornalismo, e o texto passou por supervisão humana antes da publicação. As informações foram adaptadas para cada capital brasileira com base em dados oficiais e fontes confiáveis.
 

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02/02/2026 18:14h

Levantamento da ANP mostra quanto os motoristas pagam para abastecer na capital

O preço médio do litro da gasolina comum, nos postos de Goiânia, é de R$ 6,51. O dado é do levantamento semanal da ANP, referente à semana de 25/01/2026 a 31/01/2026.

O valor representa estabilidade em relação ao preço médio da semana anterior, que foi de R$ 6,51. O mercado local manteve o patamar de preços sem variações significativas na última semana.

Ainda de acordo com o último levantamento da ANP, o óleo diesel comum foi comercializado, em média, a R$ 5,89 o litro nos postos da capital. Esse preço é idêntico ao valor registrado na semana anterior, confirmando a tendência de estabilidade.

Os valores correspondem à média praticada nos postos de combustíveis da cidade, apurada pela ANP, e podem variar conforme a região, a bandeira do posto e a forma de pagamento.

Como a ANP calcula o preço médio dos combustíveis

Os valores divulgados fazem parte do Levantamento de Preços de Combustíveis, pesquisa de preços de combustíveis realizada semanalmente em 459 localidades, incluindo todas as capitais, estados e o Distrito Federal.

A pesquisa acompanha os preços praticados por revendedores de combustíveis automotivos, como gasolina C, etanol hidratado, óleo diesel B, GNV e também o GLP (gás de cozinha). O levantamento é feito por empresa especializada contratada pela ANP, conforme determina a Lei do Petróleo (Lei nº 9.478/1997).

Pesquisa semanal, dados auditáveis e publicação regular

A coleta dos preços ocorre, em geral, nos três primeiros dias úteis de cada semana, com uso de aplicativo eletrônico em celulares equipados com GPS e câmera, o que garante geolocalização, registro fotográfico e possibilidade de auditoria dos dados coletados.
Após a verificação e validação das informações, os resultados do levantamento são publicados no site da ANP.

Os preços divulgados representam valores médios e podem variar conforme a região da cidade, a bandeira do posto e as condições de pagamento. A orientação da agência ao consumidor é pesquisar antes de abastecer.

Este conteúdo foi produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, a partir de um modelo editorial desenvolvido por jornalista. As pautas, fontes e dados utilizados foram selecionados e verificados por profissional de jornalismo, e o texto passou por supervisão humana antes da publicação. As informações foram adaptadas para cada capital brasileira com base em dados oficiais e fontes confiáveis.
 

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02/02/2026 18:11h

Levantamento da ANP mostra quanto os motoristas pagam para abastecer na capital

O preço médio do litro da gasolina comum, nos postos de Fortaleza, é de R$ 6,52. O dado é do levantamento semanal da ANP, referente à semana de 25/01/2026 a 31/01/2026.

O valor representa uma alta de aproximadamente 4,82% em relação ao preço médio da semana anterior, que foi de R$ 6,22. O aumento coloca pressão sobre o orçamento dos motoristas cearenses.

Ainda de acordo com o último levantamento da ANP, o óleo diesel S10 foi comercializado, em média, a R$ 5,98 o litro nos postos da capital.

Os valores correspondem à média praticada nos postos de combustíveis da cidade, apurada pela ANP, e podem variar conforme a região, a bandeira do posto e a forma de pagamento.

Como a ANP calcula o preço médio dos combustíveis

Os valores divulgados fazem parte do Levantamento de Preços de Combustíveis, pesquisa de preços de combustíveis realizada semanalmente em 459 localidades, incluindo todas as capitais, estados e o Distrito Federal.

A pesquisa acompanha os preços praticados por revendedores de combustíveis automotivos, como gasolina C, etanol hidratado, óleo diesel B, GNV e também o GLP (gás de cozinha). O levantamento é feito por empresa especializada contratada pela ANP, conforme determina a Lei do Petróleo (Lei nº 9.478/1997).

Pesquisa semanal, dados auditáveis e publicação regular

A coleta dos preços ocorre, em geral, nos três primeiros dias úteis de cada semana, com uso de aplicativo eletrônico em celulares equipados com GPS e câmera, o que garante geolocalização, registro fotográfico e possibilidade de auditoria dos dados coletados.
Após a verificação e validação das informações, os resultados do levantamento são publicados no site da ANP.

Os preços divulgados representam valores médios e podem variar conforme a região da cidade, a bandeira do posto e as condições de pagamento. A orientação da agência ao consumidor é pesquisar antes de abastecer.

Este conteúdo foi produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, a partir de um modelo editorial desenvolvido por jornalista. As pautas, fontes e dados utilizados foram selecionados e verificados por profissional de jornalismo, e o texto passou por supervisão humana antes da publicação. As informações foram adaptadas para cada capital brasileira com base em dados oficiais e fontes confiáveis.
 

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02/02/2026 18:10h

Chuvas de diferentes intensidades com trovoadas são previstas em toda a região ao longo do dia, com maior intensidade à tarde; temperaturas variam entre 23°C e 35°C

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A previsão do tempo para a Região Norte do país, nesta terça-feira (3), indica céu com muitas nuvens para toda a região e chuvas de diferentes intensidades com trovoadas para todos os estados ao longo do dia. As precipitações devem cobrir quase toda a região durante todo o dia e ter maior intensidade na porção centro-oeste da região.

Pela manhã, a previsão é de muitas nuvens e possibilidade de chuvas para toda a região, com chuvas mais intensas em todo o Amapá, Tocantins, centro-sudeste do Amazonas, norte de Rondônia e extremo-oeste do Pará, acompanhadas de trovoadas no centro-sudeste do Amazonas, norte de Rondônia e extremo-oeste do Pará.

Durante a tarde, as chuvas deixam o estado de Roraima, e as pancadas de chuva se expandem a todo o Amapá, Tocantins, litoral nordeste e centro-sul do Pará, quase todo o Amazonas — à exceção dos extremos-nordeste e sudoeste — e extremo-norte de Rondônia. Além disso, essas pancadas de chuva devem vir acompanhadas de trovoadas no Amapá, Tocantins, Amazonas, litoral nordeste e extremo-sudoeste do Pará e extremo-norte de Rondônia.

À noite, as chuvas tomam o sul de Roraima e se mantêm sobre o restante da região, com maior intensidade no Tocantins, linha central do Amazonas e centro-sul do Pará, acompanhadas de trovoadas somente no extremo-sudoeste do Tocantins.

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta de perigo potencial de chuvas intensas para toda a região, e alerta de perigo de chuvas intensas para o Amazonas, Tocantins, Amapá, extremo-norte de Rondônia, sul e noroeste do Pará e extremo-norte do Acre.

Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 23°C, em Palmas e Rio Branco. Já a máxima pode chegar até 35°C, em Boa Vista. A umidade relativa do ar varia entre 45% e 100%.

 

5 motivos para acompanhar as previsões do tempo

  • Agricultura: garantia de uma boa colheita;
  • Marinha: proteção de marinheiros, navios e passageiros;
  • Aeronáutica: segurança de pilotos, aeronaves e passageiros;
  • Pesca: condições favoráveis e seguras para a atividade;
  • Turismo: garantia de passeios e viagens tranquilas e agradáveis.

 

Importância das observações meteorológicas no INMET

 

As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).

 

As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

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02/02/2026 18:09h

Levantamento da ANP mostra quanto os motoristas pagam para abastecer na capital

O preço médio do litro da gasolina comum, nos postos de Florianópolis, é de R$ 6,76. O dado é do levantamento semanal da ANP, referente à semana de 25/01/2026 a 31/01/2026.

O valor representa uma redução de aproximadamente 0,29% em relação ao preço médio da semana anterior, que foi de R$ 6,78. A variação indica um recuo pontual no custo de revenda na capital catarinense.

Ainda de acordo com o último levantamento da ANP, o óleo diesel S10 foi comercializado, em média, a R$ 6,22 o litro nos postos da capital. 

Os valores correspondem à média praticada nos postos de combustíveis da cidade, apurada pela ANP, e podem variar conforme a região, a bandeira do posto e a forma de pagamento.

Como a ANP calcula o preço médio dos combustíveis

Os valores divulgados fazem parte do Levantamento de Preços de Combustíveis, pesquisa de preços de combustíveis realizada semanalmente em 459 localidades, incluindo todas as capitais, estados e o Distrito Federal.

A pesquisa acompanha os preços praticados por revendedores de combustíveis automotivos, como gasolina C, etanol hidratado, óleo diesel B, GNV e também o GLP (gás de cozinha). O levantamento é feito por empresa especializada contratada pela ANP, conforme determina a Lei do Petróleo (Lei nº 9.478/1997).

Pesquisa semanal, dados auditáveis e publicação regular

A coleta dos preços ocorre, em geral, nos três primeiros dias úteis de cada semana, com uso de aplicativo eletrônico em celulares equipados com GPS e câmera, o que garante geolocalização, registro fotográfico e possibilidade de auditoria dos dados coletados.
Após a verificação e validação das informações, os resultados do levantamento são publicados no site da ANP.

Os preços divulgados representam valores médios e podem variar conforme a região da cidade, a bandeira do posto e as condições de pagamento. A orientação da agência ao consumidor é pesquisar antes de abastecer.

Este conteúdo foi produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, a partir de um modelo editorial desenvolvido por jornalista. As pautas, fontes e dados utilizados foram selecionados e verificados por profissional de jornalismo, e o texto passou por supervisão humana antes da publicação. As informações foram adaptadas para cada capital brasileira com base em dados oficiais e fontes confiáveis.
 

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02/02/2026 18:07h

Levantamento da ANP mostra quanto os motoristas pagam para abastecer na capital

O preço médio do litro da gasolina comum, nos postos de Curitiba, é de R$ 6,93. O dado é do levantamento semanal da ANP, referente à semana de 25/01/2026 a 31/01/2026.

O valor representa estabilidade em relação ao preço médio da semana anterior, que foi de R$ 6,93

Ainda de acordo com o último levantamento da ANP, o óleo diesel comum foi comercializado, em média, a R$ 5,70 o litro nos postos da capital. Esse preço é 0,35% superior ao valor de R$ 5,68 praticado na semana anterior.

Os valores correspondem à média praticada nos postos de combustíveis da cidade, apurada pela ANP, e podem variar conforme a região, a bandeira do posto e a forma de pagamento.

Como a ANP calcula o preço médio dos combustíveis

Os valores divulgados fazem parte do Levantamento de Preços de Combustíveis, pesquisa de preços de combustíveis realizada semanalmente em 459 localidades, incluindo todas as capitais, estados e o Distrito Federal.

A pesquisa acompanha os preços praticados por revendedores de combustíveis automotivos, como gasolina C, etanol hidratado, óleo diesel B, GNV e também o GLP (gás de cozinha). O levantamento é feito por empresa especializada contratada pela ANP, conforme determina a Lei do Petróleo (Lei nº 9.478/1997).

Pesquisa semanal, dados auditáveis e publicação regular

A coleta dos preços ocorre, em geral, nos três primeiros dias úteis de cada semana, com uso de aplicativo eletrônico em celulares equipados com GPS e câmera, o que garante geolocalização, registro fotográfico e possibilidade de auditoria dos dados coletados.
Após a verificação e validação das informações, os resultados do levantamento são publicados no site da ANP.

Os preços divulgados representam valores médios e podem variar conforme a região da cidade, a bandeira do posto e as condições de pagamento. A orientação da agência ao consumidor é pesquisar antes de abastecer.

Este conteúdo foi produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, a partir de um modelo editorial desenvolvido por jornalista. As pautas, fontes e dados utilizados foram selecionados e verificados por profissional de jornalismo, e o texto passou por supervisão humana antes da publicação. As informações foram adaptadas para cada capital brasileira com base em dados oficiais e fontes confiáveis.
 

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02/02/2026 18:04h

Levantamento da ANP mostra quanto os motoristas pagam para abastecer na capital

O preço médio do litro da gasolina comum, nos postos de Cuiabá, é de R$ 6,42. O dado é do levantamento semanal da ANP, referente à semana de 25/01/2026 a 31/01/2026.

O valor representa estabilidade em relação ao preço médio da semana anterior, que foi de R$ 6,42

Ainda de acordo com o último levantamento da ANP, o óleo diesel comum foi comercializado, em média, a R$ 6,30 o litro nos postos da capital. Esse preço representa um aumento de 0,48% em comparação à semana anterior, quando o produto custava R$ 6,27.

Os valores correspondem à média praticada nos postos de combustíveis da cidade, apurada pela ANP, e podem variar conforme a região, a bandeira do posto e a forma de pagamento.

Como a ANP calcula o preço médio dos combustíveis

Os valores divulgados fazem parte do Levantamento de Preços de Combustíveis, pesquisa de preços de combustíveis realizada semanalmente em 459 localidades, incluindo todas as capitais, estados e o Distrito Federal.

A pesquisa acompanha os preços praticados por revendedores de combustíveis automotivos, como gasolina C, etanol hidratado, óleo diesel B, GNV e também o GLP (gás de cozinha). O levantamento é feito por empresa especializada contratada pela ANP, conforme determina a Lei do Petróleo (Lei nº 9.478/1997).

Pesquisa semanal, dados auditáveis e publicação regular

A coleta dos preços ocorre, em geral, nos três primeiros dias úteis de cada semana, com uso de aplicativo eletrônico em celulares equipados com GPS e câmera, o que garante geolocalização, registro fotográfico e possibilidade de auditoria dos dados coletados.
Após a verificação e validação das informações, os resultados do levantamento são publicados no site da ANP.

Os preços divulgados representam valores médios e podem variar conforme a região da cidade, a bandeira do posto e as condições de pagamento. A orientação da agência ao consumidor é pesquisar antes de abastecer.

Este conteúdo foi produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, a partir de um modelo editorial desenvolvido por jornalista. As pautas, fontes e dados utilizados foram selecionados e verificados por profissional de jornalismo, e o texto passou por supervisão humana antes da publicação. As informações foram adaptadas para cada capital brasileira com base em dados oficiais e fontes confiáveis.
 

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02/02/2026 18:03h

Levantamento da ANP mostra quanto os motoristas pagam para abastecer na capital

O preço médio do litro da gasolina comum, nos postos de Campo Grande, é de R$ 5,91. O dado é do levantamento semanal da ANP, referente à semana de 25/01/2026 a 31/01/2026.

O valor representa um aumento de aproximadamente 0,34% em relação ao preço médio da semana anterior, que foi de R$ 5,89. A variação aponta uma leve oscilação positiva no custo de abastecimento na capital sul-mato-grossense.

Ainda de acordo com o último levantamento da ANP, o óleo diesel comum foi comercializado, em média, a R$ 5,90 o litro nos postos da capital. Esse preço representa uma alta de 0,17% em relação aos R$ 5,89 registrados na semana anterior.

Os valores correspondem à média praticada nos postos de combustíveis da cidade, apurada pela ANP, e podem variar conforme a região, a bandeira do posto e a forma de pagamento.

Como a ANP calcula o preço médio dos combustíveis

Os valores divulgados fazem parte do Levantamento de Preços de Combustíveis, pesquisa de preços de combustíveis realizada semanalmente em 459 localidades, incluindo todas as capitais, estados e o Distrito Federal.

A pesquisa acompanha os preços praticados por revendedores de combustíveis automotivos, como gasolina C, etanol hidratado, óleo diesel B, GNV e também o GLP (gás de cozinha). O levantamento é feito por empresa especializada contratada pela ANP, conforme determina a Lei do Petróleo (Lei nº 9.478/1997).

Pesquisa semanal, dados auditáveis e publicação regular

A coleta dos preços ocorre, em geral, nos três primeiros dias úteis de cada semana, com uso de aplicativo eletrônico em celulares equipados com GPS e câmera, o que garante geolocalização, registro fotográfico e possibilidade de auditoria dos dados coletados.
Após a verificação e validação das informações, os resultados do levantamento são publicados no site da ANP.

Os preços divulgados representam valores médios e podem variar conforme a região da cidade, a bandeira do posto e as condições de pagamento. A orientação da agência ao consumidor é pesquisar antes de abastecer.

Este conteúdo foi produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, a partir de um modelo editorial desenvolvido por jornalista. As pautas, fontes e dados utilizados foram selecionados e verificados por profissional de jornalismo, e o texto passou por supervisão humana antes da publicação. As informações foram adaptadas para cada capital brasileira com base em dados oficiais e fontes confiáveis.
 

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02/02/2026 18:00h

Chuvas tomam o interior oeste da região durante o dia; temperaturas variam entre 23°C e 33°C

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A previsão do tempo para a Região Nordeste do país, nesta terça-feira (3), indica céu de muitas nuvens para quase toda a região — à exceção do sertão nordestino —, com chuvas isoladas para todo o interior oeste e litoral norte da região durante todo o dia. Há, ainda, previsão de possibilidade de trovoadas para a Bahia ao longo do dia.

Pela manhã, a previsão é de muitas nuvens para quase toda a região — à exceção do sertão nordestino —, com possibilidade de chuvas isoladas para todo o Maranhão, Piauí, centro-oeste do Ceará, oeste e sudeste da Bahia. As chuvas amanhecem mais intensas no extremo-oeste da Bahia e extremo-sul do Maranhão e do Piauí.

Durante a tarde, as chuvas se mantêm sobre as mesmas áreas, mas as pancadas de chuva isoladas se expandem ao centro-sul do Maranhão e do Piauí e a uma porção maior do oeste da Bahia. As pancadas de chuva devem vir acompanhadas de trovoadas no extremo-sul do Piauí e oeste da Bahia.

À noite, as chuvas se expandem  ao litoral norte entre o Ceará e o Rio Grande do Norte, e as pancadas de chuva se restringem ao centro-sul do Piauí e do Maranhão e ao oeste e extremo-sul da Bahia, vindo acompanhadas de trovoadas nessa última área.

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta de perigo de tempestades para o centro-oeste e sul da Bahia e centro-sul do Piauí e do Maranhão, além de alerta de perigo potencial de chuvas intensas para as faixas centrais do Maranhão e do Piauí, centro-sul do Ceará, extremo-oeste do Rio Grande do Norte e da Paraíba, oeste de Pernambuco e coluna central da Bahia.

Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 23°C em João Pessoa. Já a máxima pode chegar até 33°C em Maceió e Teresina. A umidade relativa do ar varia entre 40% e 95%.

 

5 motivos para acompanhar as previsões do tempo

 

  • Agricultura: garantia de uma boa colheita;
  • Marinha: proteção de marinheiros, navios e passageiros;
  • Aeronáutica: segurança de pilotos, aeronaves e passageiros;
  • Pesca: condições favoráveis e seguras para a atividade;
  • Turismo: garantia de passeios e viagens tranquilas e agradáveis.

 

Importância das observações meteorológicas no INMET

 

As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).

 

As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

 

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02/02/2026 17:58h

Levantamento da ANP mostra quanto os motoristas pagam para abastecer na capital

O preço médio do litro da gasolina comum, nos postos de Boa Vista, é de R$ 6,95. O dado é do levantamento semanal da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), referente à semana de 25/01/2026 a 31/01/2026.

O valor representa estabilidade em relação ao preço médio da semana anterior, que foi de R$ 6,95

Ainda de acordo com o último levantamento da ANP, o óleo diesel comum foi comercializado, em média, a R$ 6,85 o litro nos postos da capital. Esse preço é idêntico ao registrado na semana anterior, mantendo a estabilidade nos preços praticados.

Os valores correspondem à média praticada nos postos de combustíveis da cidade, apurada pela ANP, e podem variar conforme a região, a bandeira do posto e a forma de pagamento.

Como a ANP calcula o preço médio dos combustíveis

Os valores divulgados fazem parte do Levantamento de Preços de Combustíveis, pesquisa de preços de combustíveis realizada semanalmente em 459 localidades, incluindo todas as capitais, estados e o Distrito Federal.

A pesquisa acompanha os preços praticados por revendedores de combustíveis automotivos, como gasolina C, etanol hidratado, óleo diesel B, GNV e também o GLP (gás de cozinha). O levantamento é feito por empresa especializada contratada pela ANP, conforme determina a Lei do Petróleo (Lei nº 9.478/1997).

Pesquisa semanal, dados auditáveis e publicação regular

A coleta dos preços ocorre, em geral, nos três primeiros dias úteis de cada semana, com uso de aplicativo eletrônico em celulares equipados com GPS e câmera, o que garante geolocalização, registro fotográfico e possibilidade de auditoria dos dados coletados.
Após a verificação e validação das informações, os resultados do levantamento são publicados no site da ANP.

Os preços divulgados representam valores médios e podem variar conforme a região da cidade, a bandeira do posto e as condições de pagamento. A orientação da agência ao consumidor é pesquisar antes de abastecer.

Este conteúdo foi produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, a partir de um modelo editorial desenvolvido por jornalista. As pautas, fontes e dados utilizados foram selecionados e verificados por profissional de jornalismo, e o texto passou por supervisão humana antes da publicação. As informações foram adaptadas para cada capital brasileira com base em dados oficiais e fontes confiáveis.
 

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02/02/2026 17:51h

Levantamento da ANP mostra quanto os motoristas pagam para abastecer na capital

O preço médio do litro da gasolina comum, nos postos de São Paulo, é de R$ 6,19. O dado é do levantamento semanal da ANP, referente à semana de 25/01/2026 a 31/01/2026.

O valor representa um aumento de aproximadamente 0,49% em relação ao preço médio da semana anterior, que foi de R$ 6,16. A variação indica uma leve pressão de alta no mercado paulistano.

Ainda de acordo com o último levantamento da ANP, o óleo diesel comum foi comercializado, em média, a R$ 6,07 o litro nos postos da capital. Esse preço é 1,17% superior ao valor de R$ 6,00 praticado na semana anterior.

Os valores correspondem à média praticada nos postos de combustíveis da cidade, apurada pela ANP, e podem variar conforme a região, a bandeira do posto e a forma de pagamento.

Como a ANP calcula o preço médio dos combustíveis

Os valores divulgados fazem parte do Levantamento de Preços de Combustíveis, pesquisa de preços de combustíveis realizada semanalmente em 459 localidades, incluindo todas as capitais, estados e o Distrito Federal.

A pesquisa acompanha os preços praticados por revendedores de combustíveis automotivos, como gasolina C, etanol hidratado, óleo diesel B, GNV e também o GLP (gás de cozinha). O levantamento é feito por empresa especializada contratada pela ANP, conforme determina a Lei do Petróleo (Lei nº 9.478/1997).

Pesquisa semanal, dados auditáveis e publicação regular

A coleta dos preços ocorre, em geral, nos três primeiros dias úteis de cada semana, com uso de aplicativo eletrônico em celulares equipados com GPS e câmera, o que garante geolocalização, registro fotográfico e possibilidade de auditoria dos dados coletados.
Após a verificação e validação das informações, os resultados do levantamento são publicados no site da ANP.

Os preços divulgados representam valores médios e podem variar conforme a região da cidade, a bandeira do posto e as condições de pagamento. A orientação da agência ao consumidor é pesquisar antes de abastecer.

Este conteúdo foi produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, a partir de um modelo editorial desenvolvido por jornalista. As pautas, fontes e dados utilizados foram selecionados e verificados por profissional de jornalismo, e o texto passou por supervisão humana antes da publicação. As informações foram adaptadas para cada capital brasileira com base em dados oficiais e fontes confiáveis.
 

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02/02/2026 17:48h

Levantamento da ANP mostra quanto os motoristas pagam para abastecer na capital

O preço médio do litro da gasolina comum, nos postos de Salvador, é de R$ 6,34. O dado é do levantamento semanal da ANP, referente à semana de 25/01/2026 a 31/01/2026.

O valor representa uma alta de aproximadamente 4,11% em relação ao preço médio da semana anterior, que foi de R$ 6,09. O aumento é um dos mais expressivos entre as capitais brasileiras no período analisado.

Ainda de acordo com o último levantamento da ANP, o óleo diesel S10 foi comercializado, em média, a R$ 6,33 o litro nos postos da capital. Esse preço representa um aumento de 3,09% em comparação à semana anterior, quando custava R$ 6,14.

Os valores correspondem à média praticada nos postos de combustíveis da cidade, apurada pela ANP, e podem variar conforme a região, a bandeira do posto e a forma de pagamento.

Como a ANP calcula o preço médio dos combustíveis

Os valores divulgados fazem parte do Levantamento de Preços de Combustíveis, pesquisa de preços de combustíveis realizada semanalmente em 459 localidades, incluindo todas as capitais, estados e o Distrito Federal.

A pesquisa acompanha os preços praticados por revendedores de combustíveis automotivos, como gasolina C, etanol hidratado, óleo diesel B, GNV e também o GLP (gás de cozinha). O levantamento é feito por empresa especializada contratada pela ANP, conforme determina a Lei do Petróleo (Lei nº 9.478/1997).

Pesquisa semanal, dados auditáveis e publicação regular

A coleta dos preços ocorre, em geral, nos três primeiros dias úteis de cada semana, com uso de aplicativo eletrônico em celulares equipados com GPS e câmera, o que garante geolocalização, registro fotográfico e possibilidade de auditoria dos dados coletados.
Após a verificação e validação das informações, os resultados do levantamento são publicados no site da ANP.

Os preços divulgados representam valores médios e podem variar conforme a região da cidade, a bandeira do posto e as condições de pagamento. A orientação da agência ao consumidor é pesquisar antes de abastecer.

Este conteúdo foi produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, a partir de um modelo editorial desenvolvido por jornalista. As pautas, fontes e dados utilizados foram selecionados e verificados por profissional de jornalismo, e o texto passou por supervisão humana antes da publicação. As informações foram adaptadas para cada capital brasileira com base em dados oficiais e fontes confiáveis.
 

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02/02/2026 17:44h

Levantamento da ANP mostra quanto os motoristas pagam para abastecer na capital

O preço médio do litro da gasolina comum, nos postos do Rio de Janeiro, é de R$ 6,15. O dado é do levantamento semanal da ANP, referente à semana de 25/01/2026 a 31/01/2026.

O valor representa uma leve redução de aproximadamente 0,16% em relação ao preço médio da semana anterior, que foi de R$ 6,16. O cenário aponta para uma manutenção dos preços na capital fluminense.

Ainda de acordo com o último levantamento da ANP, o óleo diesel comum foi comercializado, em média, a R$ 6,06 o litro nos postos da capital. Esse preço é 0,33% menor que os R$ 6,08 registrados na semana anterior.

Os valores correspondem à média praticada nos postos de combustíveis da cidade, apurada pela ANP, e podem variar conforme a região, a bandeira do posto e a forma de pagamento.

Como a ANP calcula o preço médio dos combustíveis

Os valores divulgados fazem parte do Levantamento de Preços de Combustíveis, pesquisa de preços de combustíveis realizada semanalmente em 459 localidades, incluindo todas as capitais, estados e o Distrito Federal.

A pesquisa acompanha os preços praticados por revendedores de combustíveis automotivos, como gasolina C, etanol hidratado, óleo diesel B, GNV e também o GLP (gás de cozinha). O levantamento é feito por empresa especializada contratada pela ANP, conforme determina a Lei do Petróleo (Lei nº 9.478/1997).

Pesquisa semanal, dados auditáveis e publicação regular

A coleta dos preços ocorre, em geral, nos três primeiros dias úteis de cada semana, com uso de aplicativo eletrônico em celulares equipados com GPS e câmera, o que garante geolocalização, registro fotográfico e possibilidade de auditoria dos dados coletados.
Após a verificação e validação das informações, os resultados do levantamento são publicados no site da ANP.

Os preços divulgados representam valores médios e podem variar conforme a região da cidade, a bandeira do posto e as condições de pagamento. A orientação da agência ao consumidor é pesquisar antes de abastecer.

Este conteúdo foi produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, a partir de um modelo editorial desenvolvido por jornalista. As pautas, fontes e dados utilizados foram selecionados e verificados por profissional de jornalismo, e o texto passou por supervisão humana antes da publicação. As informações foram adaptadas para cada capital brasileira com base em dados oficiais e fontes confiáveis.
 

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02/02/2026 17:40h

Levantamento da ANP mostra quanto os motoristas pagam para abastecer na capital

O preço médio do litro da gasolina comum, nos postos de Brasília, é de R$ 6,30. O dado é do levantamento semanal da ANP, referente à semana de 25/01/2026 a 31/01/2026.

O valor representa uma queda de aproximadamente 3,23% em relação ao preço médio da semana anterior, que foi de R$ 6,51. A variação reflete uma redução significativa para os motoristas do Distrito Federal no período.

Ainda de acordo com o último levantamento da ANP, o óleo diesel comum foi comercializado, em média, a R$ 5,96 o litro nos postos da capital. Esse preço é o mesmo praticado na semana anterior, consolidando um cenário de estabilidade.

Os valores correspondem à média praticada nos postos de combustíveis da cidade, apurada pela ANP, e podem variar conforme a região, a bandeira do posto e a forma de pagamento.

Como a ANP calcula o preço médio dos combustíveis

Os valores divulgados fazem parte do Levantamento de Preços de Combustíveis, pesquisa de preços de combustíveis realizada semanalmente em 459 localidades, incluindo todas as capitais, estados e o Distrito Federal.

A pesquisa acompanha os preços praticados por revendedores de combustíveis automotivos, como gasolina C, etanol hidratado, óleo diesel B, GNV e também o GLP (gás de cozinha). O levantamento é feito por empresa especializada contratada pela ANP, conforme determina a Lei do Petróleo (Lei nº 9.478/1997).

Pesquisa semanal, dados auditáveis e publicação regular

A coleta dos preços ocorre, em geral, nos três primeiros dias úteis de cada semana, com uso de aplicativo eletrônico em celulares equipados com GPS e câmera, o que garante geolocalização, registro fotográfico e possibilidade de auditoria dos dados coletados.
Após a verificação e validação das informações, os resultados do levantamento são publicados no site da ANP.

Os preços divulgados representam valores médios e podem variar conforme a região da cidade, a bandeira do posto e as condições de pagamento. A orientação da agência ao consumidor é pesquisar antes de abastecer.

Este conteúdo foi produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, a partir de um modelo editorial desenvolvido por jornalista. As pautas, fontes e dados utilizados foram selecionados e verificados por profissional de jornalismo, e o texto passou por supervisão humana antes da publicação. As informações foram adaptadas para cada capital brasileira com base em dados oficiais e fontes confiáveis.
 

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02/02/2026 17:38h

Levantamento da ANP mostra quanto os motoristas pagam para abastecer na capital

O preço médio do litro da gasolina comum, nos postos de Belém, é de R$ 6,25. O dado é do levantamento semanal da ANP, referente à semana de 25/01/2026 a 31/01/2026.

O valor representa um aumento de aproximadamente 1,13% em relação ao preço médio da semana anterior, que foi de R$ 6,18

Ainda de acordo com o último levantamento da ANP, o óleo diesel S10 foi comercializado, em média, a R$ 6,00 o litro nos postos da capital. Esse preço representa uma alta de 0,84% em comparação à semana anterior, quando o produto custava R$ 5,95.

Os valores correspondem à média praticada nos postos de combustíveis da cidade, apurada pela ANP, e podem variar conforme a região, a bandeira do posto e a forma de pagamento.

Como a ANP calcula o preço médio dos combustíveis

Os valores divulgados fazem parte do Levantamento de Preços de Combustíveis, pesquisa de preços de combustíveis realizada semanalmente em 459 localidades, incluindo todas as capitais, estados e o Distrito Federal.

A pesquisa acompanha os preços praticados por revendedores de combustíveis automotivos, como gasolina C, etanol hidratado, óleo diesel B, GNV e também o GLP (gás de cozinha). O levantamento é feito por empresa especializada contratada pela ANP, conforme determina a Lei do Petróleo (Lei nº 9.478/1997).

Pesquisa semanal, dados auditáveis e publicação regular

A coleta dos preços ocorre, em geral, nos três primeiros dias úteis de cada semana, com uso de aplicativo eletrônico em celulares equipados com GPS e câmera, o que garante geolocalização, registro fotográfico e possibilidade de auditoria dos dados coletados.
Após a verificação e validação das informações, os resultados do levantamento são publicados no site da ANP.

Os preços divulgados representam valores médios e podem variar conforme a região da cidade, a bandeira do posto e as condições de pagamento. A orientação da agência ao consumidor é pesquisar antes de abastecer.

Este conteúdo foi produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, a partir de um modelo editorial desenvolvido por jornalista. As pautas, fontes e dados utilizados foram selecionados e verificados por profissional de jornalismo, e o texto passou por supervisão humana antes da publicação. As informações foram adaptadas para cada capital brasileira com base em dados oficiais e fontes confiáveis.
 

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02/02/2026 17:36h

Levantamento da ANP mostra quanto os motoristas pagam para abastecer na capital

O preço médio do litro da gasolina comum, nos postos de Aracaju, é de R$ 6,55. O dado é do levantamento semanal da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), referente à semana de 25/01/2026 a 31/01/2026.

O valor representa uma redução de aproximadamente 0,15% em relação ao preço médio da semana anterior, que foi de R$ 6,56. A variação indica estabilidade no custo do combustível para o consumidor local.

Ainda de acordo com o último levantamento da ANP, o óleo diesel comum foi comercializado, em média, a R$ 5,76 o litro nos postos da capital. Esse preço é idêntico ao registrado na semana de 18/01/2026 a 24/01/2026, mantendo estabilidade.

Os valores correspondem à média praticada nos postos de combustíveis da cidade, apurada pela ANP, e podem variar conforme a região, a bandeira do posto e a forma de pagamento.

Como a ANP calcula o preço médio dos combustíveis

Os valores divulgados fazem parte do Levantamento de Preços de Combustíveis, pesquisa de preços de combustíveis realizada semanalmente em 459 localidades, incluindo todas as capitais, estados e o Distrito Federal.

A pesquisa acompanha os preços praticados por revendedores de combustíveis automotivos, como gasolina C, etanol hidratado, óleo diesel B, GNV e também o GLP (gás de cozinha). O levantamento é feito por empresa especializada contratada pela ANP, conforme determina a Lei do Petróleo (Lei nº 9.478/1997).

Pesquisa semanal, dados auditáveis e publicação regular

A coleta dos preços ocorre, em geral, nos três primeiros dias úteis de cada semana, com uso de aplicativo eletrônico em celulares equipados com GPS e câmera, o que garante geolocalização, registro fotográfico e possibilidade de auditoria dos dados coletados.
Após a verificação e validação das informações, os resultados do levantamento são publicados no site da ANP.

Os preços divulgados representam valores médios e podem variar conforme a região da cidade, a bandeira do posto e as condições de pagamento. A orientação da agência ao consumidor é pesquisar antes de abastecer.

Este conteúdo foi produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, a partir de um modelo editorial desenvolvido por jornalista. As pautas, fontes e dados utilizados foram selecionados e verificados por profissional de jornalismo, e o texto passou por supervisão humana antes da publicação. As informações foram adaptadas para cada capital brasileira com base em dados oficiais e fontes confiáveis.
 

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02/02/2026 17:30h

Levantamento da ANP mostra quanto os motoristas pagam para abastecer na capital

O preço médio do litro da gasolina comum, nos postos de Belo Horizonte, é de R$ 6,18. O dado é do levantamento semanal da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), referente à semana de 25/01/2026 a 31/01/2026.

O valor representa uma queda de R$ 6,22 para R$ 6,18, o que significa uma redução de aproximadamente 0,64% em relação ao preço médio da semana anterior, que foi de R$ 6,22. A variação indica uma leve tendência de queda no custo do combustível para o consumidor belo-horizontino no período analisado.

Ainda de acordo com o último levantamento da ANP, o óleo diesel foi comercializado, em média, a R$ 5,87 o litro nos postos da capital. Esse preço é resultado de uma redução de 0,51% em comparação à semana anterior, quando o produto custava R$ 5,90 , consolidando um cenário de estabilidade com viés de baixa para o combustível.

Os valores correspondem à média praticada nos postos de combustíveis da cidade, apurada pela ANP, e podem variar conforme a região, a bandeira do posto e a forma de pagamento.

Como a ANP calcula o preço médio dos combustíveis

Os valores divulgados fazem parte do Levantamento de Preços de Combustíveis, pesquisa de preços de combustíveis realizada semanalmente em 459 localidades, incluindo todas as capitais, estados e o Distrito Federal.

A pesquisa acompanha os preços praticados por revendedores de combustíveis automotivos, como gasolina C, etanol hidratado, óleo diesel B, GNV e também o GLP (gás de cozinha). O levantamento é feito por empresa especializada contratada pela ANP, conforme determina a Lei do Petróleo (Lei nº 9.478/1997).

Pesquisa semanal, dados auditáveis e publicação regular

A coleta dos preços ocorre, em geral, nos três primeiros dias úteis de cada semana, com uso de aplicativo eletrônico em celulares equipados com GPS e câmera, o que garante geolocalização, registro fotográfico e possibilidade de auditoria dos dados coletados.
Após a verificação e validação das informações, os resultados do levantamento são publicados no site da ANP.

Os preços divulgados representam valores médios e podem variar conforme a região da cidade, a bandeira do posto e as condições de pagamento. A orientação da agência ao consumidor é pesquisar antes de abastecer.

Este conteúdo foi produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, a partir de um modelo editorial desenvolvido por jornalista. As pautas, fontes e dados utilizados foram selecionados e verificados por profissional de jornalismo, e o texto passou por supervisão humana antes da publicação. As informações foram adaptadas para cada capital brasileira com base em dados oficiais e fontes confiáveis.
 

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02/02/2026 16:00h

Coordenado pela Secretaria de Cidadania e Diversidade Cultural, colegiado será composto pelo Sistema MinC, Ministério dos Direitos Humanos e sociedade civil

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O Ministério da Cultura acaba de criar um Comitê Técnico de Cultura LGBTQIA+,  mecanismo que reconhece a centralidade da produção cultural LGBTQIA+ na formação da identidade cultural do país.

O Comitê passa a atuar como instância permanente de diálogo, acompanhamento e proposição de estratégias para valorizar expressões artísticas, preservar a memória cultural e fortalecer iniciativas que combatam a homofobia, a lesbofobia e a transfobia. 

A proposta também amplia a produção de dados e pesquisas sobre cultura LGBTQIA+, ao considerar recortes de raça, território, geração, pessoas com deficiência e povos e comunidades tradicionais.

Para a secretária de Cidadania e Diversidade Cultural do MinC, Márcia Rollemberg, a criação do Comitê representa um avanço estrutural na política cultural brasileira.

“A criação do Comitê Técnico de Cultura LGBTQIA+ reconhece a centralidade da cultura dessas pessoas na diversidade cultural brasileira. É uma produção cultural que promove emancipação, afirma identidades, gera trabalho e renda e fortalece o pertencimento.”

Segundo o Ministério da Cultura, o novo colegiado reforça a cultura como política pública, conectando ações culturais a agendas de direitos humanos, saúde, educação e cidadania.

“É essencial para a ampliação dos direitos culturais, o enfrentamento das violências e a promoção da dignidade, da saúde e da cidadania das pessoas LGBTQIA+.”

O Comitê será coordenado pela Secretaria de Cidadania e Diversidade Cultural e contará com representantes do Ministério da Cultura, de suas entidades vinculadas, do Ministério dos Direitos Humanos e Cidadania, além de seis assentos da sociedade civil. 

Com essa iniciativa, o MinC amplia os canais institucionais de diálogo, fortalece a democracia cultural e consolida a cultura como um direito fundamental para todas as pessoas, em todos os territórios do país.
 

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02/02/2026 04:55h

Saiba os 5 principais sintomas do bicho geográfico

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Você notou linhas vermelhas que se movem na pele e coçam muito? Isso pode ser bicho geográfico, uma infecção causada por larvas de vermes presentes nas fezes de cães e gatos.

“Os principais sintomas são coceira intensa, lesões em forma de mapas e movimento visível da linha na pele,” explica o especialista. A contaminação acontece ao andar descalço ou deitar na areia ou terra contaminada.

O tratamento é simples e eficaz, feito com medicamentos antiparasitários. Para prevenir, use calçados, toalhas na areia e vermifugue seus animais.

Veja o vídeo com a explicação do especialista:

Tenha acesso aos conteúdos do Doutor Ajuda. Acesse o site.

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02/02/2026 04:40h

A expectativa é de que o feriado gere a abertura de 39,2 mil vagas de emprego temporárias, segundo levantamentos da CNC e da FecomercioSP

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O Carnaval de 2026 promete movimentar de forma contundente a atividade turística do país em fevereiro. A projeção da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) é de uma movimentação financeira recorde de R$14,48 bilhões durante o feriado — o que representaria um crescimento real de 3,8% em relação ao mesmo período de 2025 —, enquanto a projeção da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) é de um faturamento de R$18,6 bilhões para o mês de fevereiro — crescimento de 10% em relação ao ano passado.

Ainda segundo o levantamento da CNC, a expectativa é de que o fluxo de turistas estrangeiros durante o período e a estabilização dos preços de serviços essenciais gere a abertura de 39,2 mil vagas de empregos temporários

Segundo o Ministério do Turismo, o desempenho reflete o momento positivo vivido pelo setor, sustentado pelo aumento da geração de empregos e pela desaceleração da inflação, fatores que fortalecem o consumo e estimulam as viagens pelo país.

Além das grandes viagens internacionais, os deslocamentos de curta distância e regionais também contribuem de forma significativa para a economia local, segundo o Ministério do Turismo e a FecomercioSP, o que beneficia hotéis, pousadas, bares, restaurantes, guias de turismo e prestadores de serviços em destinos urbanos e litorâneos.

Segundo levantamento da plataforma Booking.com, destinos como Rio de Janeiro (RJ), Salvador (BA) e Belo Horizonte (MG) estão no topo da lista de preferência de viajantes de perfis que buscam combinar praia, calor e grandes festas e até aqueles que querem aproveitar intensamente a folia urbana. Quando considerados os turistas internacionais, Florianópolis (SC) e São Paulo (SP) também integram os destinos mais almejados para o período.

Com informações do Ministério do Turismo, FecomercioSP e CNC.

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02/02/2026 04:35h

Instrução Normativa nº 20 busca assegurar que atualização ou inclusão no Cadastro Único seja segura e adequada às realidades locais

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A Instrução Normativa nº 20 do Ministério do Desenvolvimento Social (MDS) flexibiliza a atualização ou inclusão de famílias unipessoais no Cadastro Único. A iniciativa busca assegurar que as medidas sejam realizadas de forma segura e adequada às realidades locais.

Pela nova regra, a atualização ou inclusão no CadÚnico poderão ocorrer sem a visita obrigatória ao domicílio em situações específicas, como áreas de violência ou locais de difícil acesso. A mudança considera a manutenção ou concessão de benefício de transferência de renda, como o Bolsa Família, ou o Benefício de Prestação Continuada (BPC).

Também estão incluídos na regra os locais que passam por situação de calamidade pública, emergência ou desastre.

A novidade também se aplica quando a família está em programa de proteção ou medida protetiva, em situação de rua e quando se trata de família indígena ou quilombola, por questões étnicas.

Domicílio coletivo

Em relação às pessoas que vivem em domicílio coletivo, como são as instituições de longa permanência, onde a orientação já é o cadastramento como unipessoal, à exceção de órfãos que são irmãos e menores de idade, o secretário de Avaliação, Gestão da Informação e Cadastro Único do MDS, Rafael Osório, explicou em nota que, nessas circunstâncias, pode haver impedimentos para a concluir a entrevista no domicílio.

“Para que essas pessoas não sejam prejudicadas por dificuldades momentâneas, que impedem o município de realizar a visita, foi publicada a normativa, garantindo o registro e a atualização do cadastro por outras formas de atendimento”, diz em um trecho da nota publicada pelo MDS.

Conforme a Secretaria de Avaliação, Gestão da Informação e Cadastro Único (Sagicad) do MDS estima-se que cerca de 600 mil famílias se enquadram nesses casos e estão dispensadas da verificação domiciliar.

A inscrição ou atualização cadastral deve ser feita nos postos e unidades do CadÚnico ou por meio de mutirões e ações de cadastramento promovidas pela gestão local.

Pela Instrução Normativa, o cadastro domiciliar não será exigido quando a pessoa não participar e não for beneficiária de programas federais de transferência de renda que utilizam o CadÚnico.
 

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02/02/2026 04:30h

Levantamento do governo federal referente a 2024 revela que 58,49% das cidades estão em estágios iniciais ou embrionários de gestão de riscos; Minas Gerais lidera, com mais cidades sem estrutura gestora

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Quase 60% dos municípios brasileiros não dispõem de uma estrutura para a gestão de desastres. O diagnóstico é de um levantamento do governo federal, que revela que 3.255 municípios (58,49% do total) estão nas faixas C e D – consideradas estágios iniciais ou embrionários de gestão de riscos. Os dados são do Indicador de Capacidade Municipal (ICM), referentes a 2024.

Segundo o Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MDIR), os números representam um grande desafio para todo o Sistema Nacional de Proteção e Defesa Civil (Sinpdec).

Indicador de Capacidade Municipal (ICM)

O ICM é destinado a monitorar a preparação das cidades para enfrentar deslizamentos, enxurradas e inundações. A ferramenta é composta por 20 variáveis, divididas em três dimensões:

  • I - Instrumento de Planejamento e Gestão, com oito categorias;

  • II - Coordenação Intersetorial e Capacidades, com sete variáveis;
  • III – Políticas, Programas e Ações, com outras cinco.

Entre as variáveis analisadas estão a existência do plano diretor aprovado por lei municipal, incluindo proteção e defesa civil e o plano municipal de redução de riscos. Também são avaliadas a dotação orçamentária (LOA) para proteção e defesa civil e, ainda, o sistema municipal de monitoramento e alerta antecipado.

A partir das análises, os resultados ICM são divididos em quatro faixas (A, B, C e D). Os indicadores são organizados em listas e a primeira corresponde a de melhor gestão, com maior correspondência entre a estrutura de Defesa Civil do município e as variáveis analisadas pelo MIDR.

Os municípios são classificados por perfil de risco, considerados prioritários e não prioritários, e pelo porte do município – referente ao número de habitantes da cidade. Veja como funciona cada faixa de classificação:

  • Municípios na Faixa A (Alta);
  • Municípios na Faixa B (Intermediária Avançada);
  • Municípios na Faixa C (Intermediária Inicial);
  • Municípios na Faixa D (Inicial).

Inclusive, o ICM compõe o monitoramento do Plano Plurianual (PPA) 2024-2027.

Municípios por faixa

Conforme o Indicador de Capacidade Municipal (ICM), 1.135 municípios integram a faixa C, ou seja, possuem ações de gestão de riscos e de desastres em estágio intermediário inicial.

Confira a lista de número de municípios que estão nas faixas C por UF:

  • Minas Gerais: 166
  • São Paulo: 130
  • Rio Grande do Sul: 110
  • Paraná: 84
  • Santa Catarina: 81
  • Bahia: 78
  • Paraíba: 44
  • Pernambuco: 44
  • Piauí: 39
  • Pará: 38
  • Maranhão: 36
  • Ceará: 35
  • Goiás: 34
  • Rio Grande do Norte: 29
  • Amazonas: 26
  • Espírito Santo: 20
  • Mato Grosso do Sul: 20
  • Mato Grosso: 20
  • Rio de Janeiro: 20
  • Sergipe: 19
  • Tocantins: 17
  • Alagoas: 14
  • Acre: 11
  • Rondônia: 10
  • Amapá: 5
  • Roraima: 5

Já as cidades com ações de gestão de riscos e de desastres em estágio embrionário (D) somam 2.120.

Confira a lista de número de municípios que estão nas faixas D por UF:

  • Minas Gerais: 305
  • Bahia: 251
  • São Paulo: 186
  • Goiás: 172
  • Piauí: 157
  • Maranhão: 156
  • Paraíba: 130
  • Ceará: 106
  • Rio Grande do Norte: 101
  • Tocantins: 96
  • Mato Grosso: 75
  • Rio Grande do Sul: 67
  • Pará: 64
  • Paraná: 63
  • Alagoas: 39
  • Pernambuco: 38
  • Mato Grosso do Sul: 29
  • Santa Catarina: 27
  • Amazonas: 16
  • Rondônia: 15
  • Sergipe: 12
  • Amapá: 5
  • Roraima: 5
  • Espírito Santo: 3
  • Acre: 2

O indicador segue um ciclo de atualização. A previsão é de que o próximo ocorra entre abril e junho de 2026. Os resultados serão disponibilizados na 2ª quinzena de julho de 2026, conforme o MDIR.

Risco de desastres no verão

A Nota Técnica nº 1/2023/SADJ‐VI/SAM/CC/PR, divulgada pelo Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden), aponta que 1.942 municípios apresentam risco de ocorrência de incidentes durante o período de chuvas, como deslizamentos, enxurradas e inundações. 

O estado de Minas Gerais se destaca como a unidade da federação com o maior número de cidades nessas condições, com 283 municípios. Em território mineiro, mais de 1,4 milhão de pessoas vivem em áreas mapeadas como de risco geohidrológico. Entre os municípios listados estão Abadia dos Dourados, Barra Longa, Buritizeiro e Belo Horizonte. 

Outro estado em destaque é Santa Catarina, com 207 municípios classificados como suscetíveis a esse tipo de risco no período de chuvas. Para o verão, a Secretaria de Estado da Proteção informou que, na região do Grande Oeste, os acumulados de chuva tendem a diminuir. Já nas áreas litorâneas, a expectativa é de um período mais chuvoso.

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02/02/2026 04:25h

Setor lidera como mais atrativo para o mercado para 49,2% dos gestores ouvidos pela pesquisa; rodovias e energia elétrica aparecem em seguida

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A 14ª edição do Barômetro da Infraestrutura mostra que o saneamento básico voltou à liderança nas intenções de investimento, com 49,2%. O percentual superou as pretensões de aportes para rodovias (47,8%) e energia elétrica (38,5%). Os dados foram levantados pela Associação Brasileira da Infraestrutura e Indústrias de Base (Abdib) em parceria com a EY-Parthenon.

Os resultados mostram que o setor de saneamento se destacou como o segmento mais atrativo para o mercado. Há um semestre, 40,6% dos entrevistados classificavam o ambiente de investimentos em infraestrutura no país como favorável.

Os dados apontam que o pessimismo recuou de 30,7% para 20,4%. Os números sinalizam, ainda, maior confiança do mercado mesmo diante de incertezas macroeconômicas e geopolíticas, conforme nota da Abdib. Nesse cenário, os dados mostram um avanço do otimismo para investimentos em infraestrutura, com 54,6% dos empresários otimistas.

Em relação ao mercado de trabalho, 47,5% dos entrevistados informaram perspectivas positivas para contratar novos colaboradores, o que representa um avanço de 11,3 pontos percentuais em relação à edição anterior. No entanto, a pouca oferta de mão de obra qualificada segue impactando negócios no setor de infraestrutura, apontada por 87,5% dos participantes.

Parcerias

O estudo também informa que 21,3% das empresas mantiveram os aportes mesmo com juros de 15% ao ano, recorrendo à capital próprio. No ano passado, os investimentos privados em infraestrutura somaram R$ 234,9 bilhões – montante que equivale a 84% do total investido no setor.

“O setor historicamente costuma alavancar grande parte dos investimentos com capital de terceiros, no entanto é possível perceber que parcela das empresas mantém o apetite por investimentos, ainda que tenha que recorrer ao capital próprio”, afirma, em nota, o diretor de planejamento e economia da Abdib, Roberto Guimarães.

O desempenho da iniciativa privada em 2025 também foi mapeado pelo levantamento. Foi registrado um investimento recorde de R$ 234,9 bilhões em infraestrutura – com 84% proveniente do setor privado.

Em relação às Parcerias Público-Privadas e concessões, a União apresentou a mudança mais significativa. Pela primeira vez na série recente, 46,4% dos entrevistados avaliam que o governo federal aproveita parcialmente esse aporte potencial.

Na esfera estadual, mais da metade dos empresários (59%) afirmam que o potencial de investimentos por concessões e PPPs é parcialmente aproveitado. 

A 14ª edição do Barômetro da Infraestrutura deve ser publicada na semana que vem no site www.abdib.org.br.

Sobre o estudo

O Barômetro da Infraestrutura Brasileira é um levantamento semestral realizado pela EY-Parthenon e Abdib de forma digital. O objetivo é captar a opinião de gestores, investidores e especialistas que fomentam projetos de infraestrutura.

Para esta edição foram capturadas 225 respostas, de 20/11 a 13/12/2025.

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02/02/2026 04:20h

Levantamento da Fecomércio-SP estima prejuízo 14% maior este ano com 16 dias sem atividades

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Feriados em dias úteis com possíveis emendas com final de semana, Copa do Mundo e eleições. Essa é uma combinação que empolga o brasileiro para folgas prolongadas ao longo do ano, afinal, 9 dos 10 feriados nacionais de 2026 vão cair em dias da semana.

O setor turístico também acompanha com grande expectativa. Somente na alta temporada do verão, entre dezembro de 2025 a fevereiro, o segmento projeta faturar R$ 218,77 bilhões, segundo a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). Se confirmado, o valor é 3,7% maior do que a receita do mesmo período do ano passado e uma nova máxima histórica.

Por outro lado, algumas atividades econômicas podem ter retração com essa quantidade de datas festivas. Em São Paulo, contando também com os feriados locais, o comércio deve deixar de faturar R$ 17 bilhões em função das pausas em dias comerciais, de acordo com a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP). Uma alta de 13,9% das perdas em relação a 2025. A previsão é de 16 dias sem atividade neste ano.

“As lojas localizadas nesses centros não costumam abrir. Até mesmo lojas de outros segmentos, que estejam localizadas no bairro, também não costumam abrir. Então isso já traz uma perda de faturamento nesses dias.”, explica Thiago Carvalho, assessor econômico da Fecomercio-SP e integrante da equipe responsável pelo levantamento.

Varejo

A projeção considera que o faturamento do varejo em 2025 foi de aproximadamente R$ 1,5 trilhão. As perdas estimadas com os feriados representam 1,1% da receita anual do ramo. A Fecomércio-SP pontua que, apesar de ser relativamente pequeno, o impacto não é desprezível, principalmente para pequenos empreendedores.

Carvalho afirma que as atividades mais sensíveis são aquelas que contam com compras por impulso e gastos do cotidiano. “A pessoa vai trabalhar, ela na volta, eventualmente passa numa farmácia, compra um produto de perfumaria, passa numa loja de roupa, acaba comprando alguma coisa que ela tá precisando. E outras questões relacionadas também à atividade econômica de uma maneira geral. Então, se a pessoa não vai trabalhar, ela não vai consumir aquele combustível do veículo que leva ela até o trabalho”, exemplifica.

O especialista ainda destaca que as perdas são estimadas de uma maneira geral. Em algumas regiões ou cidades, a movimentação de pessoas e o consumo, de fato, aumentam durante feriados, mas se trata de um efeito concentrado. “As pessoas costumam frequentar mais bares, restaurantes, fazer viagens, setor de turismo, etc. Ou seja, acaba havendo uma transferência de renda para esse setor de serviços também, prejudicando aí as vendas do varejo”.

Alternativas

Para minimizar as perdas durante os feriados, a orientação para os empreendedores é compensar nos outros dias. Promoções, brindes e condições especiais de pagamento são formas de atrair mais clientes enquanto nos dias úteis.

Outra estratégia é investir no comércio online. Redes sociais, marketplaces e sites próprios se mostram como alternativas eficazes para fidelizar consumidores e manter as receitas do empreendimento.

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02/02/2026 04:15h

Dos 73 itens barrados pelo presidente Lula, 53 têm que ser analisados antes de quaisquer outros

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No calendário, 2026 começou no dia 1º de janeiro. No Parlamento brasileiro, a data inaugural do ano é este 2 de fevereiro. As atividades começam da forma como 2025 acabou: sessão conjunta entre senadores e deputados. 

O primeiro compromisso é com a análise de vetos presidenciais. São 73 itens barrados pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pendentes de votação. Desse total, 53 trancam a pauta, ou seja, têm que ser analisados antes de quaisquer outros. Doze dos vetos na pauta foram totais, o que quer dizer que rejeitaram integralmente as propostas legislativas.

Dosimetria

Entre as matérias aprovadas pelo Legislativo e barradas pelo Executivo está o PL da Dosimetria (nº 2162/2023). A proposta, aprovada pelas duas casas do Legislativo federal no fim do ano passado, reduz as penas para crimes cometidos contra o Estado democrático de direito.

A Presidência da República justificou a decisão por entender que a medida “representaria não apenas a impunidade baseada em interesses casuísticos, mas também a ameaça ao ordenamento jurídico e a todo o sistema de garantias fundamentais”.

Economia

Dentre os vetos parciais, dois assuntos fiscais sobressaem. 24 pontos da regulamentação da reforma tributária ainda precisam ser analisados por senadores e deputados, 10 referentes à Lei Complementar 214 de 2025, que criou o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), a Contribuição Social sobre Bens e Serviços (CBS) e o Imposto Seletivo (IS), e os demais dispositivos são do PLP 108/2024, texto que deu origem à Lei Complementar 227, que institui o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens e Serviços.

Além desses trechos, há também o impedimento de 37 itens do projeto da Lei Orçamentária Anual (PLOA). Lula rejeitou a inclusão de despesas sugeridas por senadores e deputados durante a tramitação do projeto que totalizam quase R$400 milhões, bem como a proteção aos recursos de políticas estruturantes do agronegócio contra bloqueios e cortes, como o seguro rural. A bancada do setor no Congresso lidera as articulações para a derrubada do veto a esse trecho.

Calendário reduzido

A 4ª Sessão Legislativa Ordinária da 57ª Legislatura coincide com um ano eleitoral, o que deve concentrar as votações no primeiro semestre. Temas estratégicos como segurança pública, regulação do trabalho por aplicativos, marco da inteligência artificial e outras pautas em debate desde o ano passado, se não aprovadas até julho – início informal das campanhas eleitorais –, só serão retomados a partir de outubro, após o primeiro turno das eleições.

A pauta está repleta de temas importantes. Desde as discussões sobre o enfrentamento ao crime organizado, passando pela análise da PEC da Jornada 6x1, até o desfecho das Comissões Parlamentares de Inquérito sobre as fraudes no INSS e a sabatina do indicado pelo Palácio do Planalto à vaga de ministro do Supremo Tribunal Federal, o advogado-geral da União, Jorge Messias.

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