ONU

04/10/2021 14:45h

Segundo o diretor de Relações Internacionais da capital mineira, Hugo Salomão, o objetivo do projeto é fomentar o desenvolvimento sustentável e de baixo carbono a nível municipal

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Entre esta segunda-feira (4) e o dia 8 de outubro de 2021, a capital mineira será palco da Semana do Clima: Belo Horizonte rumo à COP26. Trata-se de uma preparação para a 26ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima - evento que ocorrerá em novembro, em Glasgow, na Escócia.

Segundo o diretor de Relações Internacionais da prefeitura, Hugo Salomão, o evento em BH integra a plataforma consolidada de agendas, eventos e ações municipais que mobilizam esforços para dar centralidade à agenda climática e engajar agentes públicos e sociedade civil no debate e implementação das ideias na capital.

“Começamos o engajamento para que pudéssemos trazer para Belo Horizonte um pouco dessa pauta e pudéssemos discutir, a nível local, como melhor implementar essas agendas e identificar princípios, diretrizes e caminhos a serem seguidos, para que Belo Horizonte possa estar a frente nesse processo implementação de economia de baixo carbono, e de redução de gases de efeito estufa”, explica.

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Durante a programação, o município vai reunir mais de 50 painelistas. Entre eles estarão representantes de governos, organizações nacionais e internacionais, por exemplo. Todos debaterão projetos, ações e experiências sobre mudanças climáticas.

Participantes

A Semana do Clima em Belo Horizonte vai contar com a presença de titulares das secretarias municipais de Meio Ambiente (SMMA); de Planejamento, Orçamento e Gestão (SMPOG); de Obras e Infraestrutura (SMOBI), de Desenvolvimento Econômico (SMDE), de Fazenda (SMFA); de Superintendência de Limpeza Urbana (SLU), entre outros.

Das organizações internacionais, devem participar representantes da ONU, União Europeia, WWF, Metrópolis e ICLEI (Governos Locais pela Sustentabilidade) -, cidades estrangeiras - como Medellín, Manchester e Cidade do México.

Os envolvidos vão expor suas experiências nos eixos temáticos que compõem a programação oficial da COP 26: natureza; energia; gestão de resíduos; infraestrutura e gestão de riscos; economia e finanças; mobilidade e transporte; e juventude, gênero e participação.
 

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02/09/2021 18:00h

Realizada pelo Impacto Acadêmico das Nações Unidas (UNAI), o evento será no dia 23 de setembro, das 10h30 às 12h, de forma gratuita

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No dia 23 de setembro, a iniciativa Impacto Acadêmico das Nações Unidas (UNAI) realiza o webinar "Cidades Sustentáveis: O que aprendemos com a Covid-19". O objetivo é refletir sobre a importância das universidades na promoção do conceito de sustentabilidade nos centros urbanos sob várias perspectivas, além de analisar o impacto da pandemia em curso e entender quais oportunidades podem surgir desta crise.

As inscrições são gratuitas e podem ser feitas no site da ONU. O evento será das 10h30 às 12h, no horário de Brasília. 

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Alinhado à Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável, o evento é promovido em conjunto com a UNISINOS, uma instituição membro da UNAI no Brasil, que também atua como o Hub UNAI para o Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 11: Cidades e comunidades sustentáveis.

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Desenvolvimento Regional
30/08/2021 18:00h

Serão destinados quatro milhões e oitocentos mil dólares para a iniciativa, o que representa mais de 25 milhões de reais

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A Bacia da Lagoa Mirim, localizada na região de fronteira entre o Brasil e o Uruguai, vai contar com recursos da Organização das Nações Unidas, a ONU, para preservação de seu ecossistema.

Os recursos virão do Fundo Global para o Meio Ambiente. Serão destinados quatro milhões e oitocentos mil dólares para a iniciativa, o que representa mais de 25 milhões de reais. 

Sérgio Costa, secretário nacional de Segurança Hídrica do Ministério do Desenvolvimento Regional, o MDR, explica a importância desse projeto para a preservação ambiental da região.

"Esses investimentos são extremamente importantes, porque vão trazer maior desenvolvimento e o melhor uso dessas águas, tanto para o Brasil quanto para nosso vizinho Uruguai"

Com mais de 3.700 quilômetros quadrados de área, a Bacia da Lagoa Mirim é o segundo maior lago da América do Sul. A extensão e qualidade de suas águas favorecem usos múltiplos, como atividades agrícolas, florestais, pecuárias, pesqueiras, aquícolas, turísticas e de abastecimento de água, entre outras.

Para saber mais sobre as ações de segurança hídrica do governo federal, acesse, mdr.gov.br.

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18/07/2021 17:00h

Iniciativa do Ministério da Cidadania vai fortalecer o acompanhamento de gestantes e crianças de até seis anos

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Ministério da Cidadania lança campanha ABC para a Primeira Infância: Amar, Brincar e Cuidar. A iniciativa conta com a parceria do Fundo Conjunto para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas, com o intuito de priorizar a proteção e os cuidados à primeira infância.

Dentre as ações, a campanha vai fortalecer o Programa Criança Feliz, do governo federal, que realiza visitas domiciliares para acompanhar gestantes e crianças de até seis anos, em cerca de 3 mil municípios brasileiros. Segundo a pasta, o programa já fez mais de 23 milhões de visitas.

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Além disso, a campanha ABC disponibiliza um e-book, no qual é contada a história de um casal de cientistas à espera de um bebê e, pela primeira vez, eles não sabem o que fazer. De forma lúdica, o livro oferece dicas sobre como cuidar dos filhos durante a primeira infância.

Segundo o Ministério da Cidadania, estudos comprovam que os primeiros anos de vida são o período com a maior “janela de oportunidades” para o desenvolvimento humano integral.

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Educação
08/07/2021 11:05h

Em seminário da ONU Brasil, participantes indicaram estratégias para que o país retome as atividades nas escolas e minimize os impactos já causados pela pandemia na educação

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Nesta quarta-feira (7), lideranças educacionais da ONU (Organização das Nações Unidas) no Brasil, entidades, profissionais da educação e autoridades federais, estaduais e municipais defenderam a volta das aulas presenciais no país, durante o Seminário "Reabertura Segura das Escolas”. 
 
Os participantes debateram os impactos do fechamento das escolas por causa da pandemia da Covid-19 no ensino brasileiro, os desafios para uma retomada segura das atividades e, principalmente, apontaram caminhos para que as escolas recebam os alunos o quanto antes, de modo a minimizar os impactos negativos causados pela interrupção das aulas presenciais. 
 
Representante do Unicef (Fundo das Nações Unidas para a Infância) no Brasil, Florence Bauer, disse que é necessário empreender todos os esforços para reabrir as escolas no país que, segundo ela, está entre as nações que há mais tempo estão com as atividades presenciais suspensas. 
 
“Temos os instrumentos necessários para possibilitar uma reabertura segura das escolas. Precisamos reabrir as escolas agora no mês de agosto, quando começa o segundo semestre. Essa é uma janela de oportunidade que não podemos perder para devolver esse direito à educação a milhões de meninos e meninas”, disse. 
 
Segundo o próprio Unicef, mais de cinco milhões de estudantes estavam sem atividades escolares ou fora da escola em outubro do ano passado, no país. 

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Protocolos

Amplamente divulgadas e conhecidas pela população, as medidas não-farmacológicas para evitar a propagação do novo coronavírus foram citadas pelos participantes do seminário como passo importante para a garantia da segurança sanitária no retorno às aulas presenciais. 
 
Segundo Socorro Gross, representante da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) e da Organização Mundial da Saúde (OMS) no Brasil, é possível retomar as atividades presenciais de maneira segura, a exemplo do que já ocorre em algumas cidades pelo território nacional e em outros países. “Hoje é o momento de reabrir. Não é amanhã. Isso pode ser feito a partir das medidas que conhecemos serem efetivas, como a utilização de máscaras, a lavagem das mãos com água e sabão e o distanciamento social entre as pessoas”, disse. 
 
Presente no evento, Mauro Luiz Rabelo, secretário de Educação Básica do Ministério da Educação (MEC), elencou outras medidas que devem ser incluídas neste processo de retomada gradual das aulas presenciais. "[É preciso incluir] o escalonamento dos horários de início e fim do dia escolar; divisão das classes em turnos para reduzir o tamanho das turmas e garantir o distanciamento recomendado; realização de avaliações de diagnóstico para identificar as lacunas de aprendizagem; atendimento mais individualizado para estudantes; reforço escolar, entre outras,” completou.

Durante a solenidade de abertura, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, destacou que a pasta trabalha junto ao MEC, à AGU (Advocacia-Geral da União) e à Casa Civil na elaboração de uma portaria que vai disciplinar o retorno seguro às aulas, numa espécie de política homogênea para todo o país. 

Busca ativa

Os painelistas indicaram que as redes de educação deverão ir atrás dos alunos que não voltarem às aulas presenciais, evitando o abandono e a evasão escolar. Luiz Miguel Garcia, presidente da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime) reforçou a importância dessa medida. “A realização da busca ativa escolar é fundamental para que possamos ter a garantia de que teremos todos os alunos na escola. Tínhamos um número de, aproximadamente, um milhão de alunos fora da escola [antes da pandemia] e esse número salta, agora, para aproximadamente cinco milhões. Isso é muito assustador”, lamentou. 
 
Renan Ferreirinha, secretário Municipal de Educação do Rio de Janeiro, destacou o trabalho da pasta local para a retomada gradual das aulas. Após a elaboração de um protocolo sanitário, 38 escolas da capital fluminense voltaram às atividades presenciais no início do ano letivo. 
 
Hoje, 1.521 das 1.543 escolas da rede municipal já ofertam o ensino presencial. Aliado às medidas sanitárias, ele destacou a busca ativa pelos estudantes. “Nós fazemos um trabalho de busca ativa dos nossos alunos. Ninguém pode ficar para trás. Cada aluno tem que ser recuperado”, disse. 

Arte: Brasil 61

Comunicação

Fazer pais e responsáveis, estudantes e profissionais da educação entenderem que a retomada pode ser segura, mesmo em meio à pandemia, é um dos desafios que as autoridades vão enfrentar. Pesquisa divulgada pelo Datafolha, em maio, aponta que 46% dos participantes acreditam que as escolas devem ficar fechadas até o fim da epidemia global. 

Para Vitor de Angelo, presidente do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), o retorno seguro às aulas presenciais não deve ser confundido com risco zero de contaminação por Covid-19 nas escolas, pois “isso nem com vacina” seria possível garantir. “É importante fazer esse debate da retomada de forma honesta, clara e transparente. O retorno seguro do qual precisamos falar é de segurança dentro de um contexto pandêmico e isso não deve ser percebido com irresponsabilidade, porque se essa for a conclusão imediata, então jamais teremos retorno seguro”, afirmou. 
 
Segundo Olavo Nogueira Filho, diretor executivo do Todos pela Educação, é preciso trazer segurança para a comunidade escolar quando o assunto é voltar às atividades presenciais. "Não é apenas um problema de uma opinião pública fortemente contrária a esse processo, mas mesmo nas escolas que estão reabrindo, muitas das famílias sequer estão mandando os alunos”, destacou. 
 
Pesquisa do Unicef, publicada em 30 de junho, sobre os Impactos Primários e Secundários da Covid-19 em Crianças e Adolescentes, dá uma mostra do tamanho desse desafio. De acordo com o estudo, 23% dos participantes afirmaram que a criança ou o adolescente voltarão quando a escola reabrir, e 74% dizem que o retorno só ocorrerá quando alguém da família considerar que não há risco de contaminação.  

Arte: Brasil 61

Avaliação 

Embora inúmeros estudos apontem os efeitos danosos que a interrupção das aulas presenciais trouxe para o aprendizado dos estudantes, especialistas que participaram do painel defenderam a realização de avaliações após o retorno presencial das aulas como forma de aferir o real impacto do fechamento das escolas sobre os estudantes. 
 
Maria Helena Castro, presidente do Conselho Nacional de Educação (CNE), disse que a realização de avaliações de diagnóstico dos estudantes será fundamental. “As perdas cognitivas foram significativas. É importante que haja um esforço no sentido de promover avaliações de diagnóstico dos estudantes para auxiliar os professores na recuperação de todos os estudantes”, recomendou. 
 
Segundo Ferreirinha, secretário de Educação do Rio de Janeiro, esse tipo de estratégia é primordial para entender os problemas de aprendizagem em decorrência da pandemia. “Criamos uma coordenação de avaliação e realizamos uma avaliação de diagnóstico para que a gente consiga entender o nível do aluno, quais são as lacunas de conhecimento e para isso sermos mais assertivos e conseguir corrigir essas lacunas”, explicou. 

Infraestrutura

O presidente da Undime, Luiz Miguel Garcia, reforçou que o país precisa investir em infraestrutura para garantir o retorno das aulas, pois há escolas que não possuem recursos básicos. Dados do Censo Escolar da Educação Básica de 2020, divulgados pelo MEC, apontam que 4.325 escolas sequer têm banheiros. 
 
“Voltar às aulas implica também na questão de receber esses alunos em situação adequada. Imagina a condição de higiene que se precisa e ainda temos escolas sem coleta de esgoto, sem abastecimento de água e sem água potável? Em relação a ventilação, menos de 50% das escolas municipais e estaduais estão adequadas, num ponto que é importante para o cumprimento dos protocolos.”

Arte: Brasil 61
 

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Educação
06/07/2021 11:20h

Especialistas de saúde e educação vão debater caminhos para reabertura segura das escolas

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A Organização das Nações Unidas (ONU) no Brasil vai promover nesta quarta-feira (7) o seminário “Reabertura Segura das Escolas''. O evento conta com a participação de especialistas nas áreas de saúde e educação da ONU, da sociedade civil, sindicatos, gestão pública municipal e do Governo Federal. 
 
Dividido em três painéis, o seminário tem o objetivo de discutir os impactos do fechamento das escolas, os desafios que o País enfrenta para uma retomada segura das aulas e quais caminhos podem ser adotados para que a reabertura seja adequada no contexto da pandemia da Covid-19. 

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Estão confirmados na solenidade de abertura o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga. Florence Bauer, representante do Unicef no Brasil; Marlova Noleto, representante da Unesco no Brasil e Socorro Gross, responsável pela OPAS em território nacional. 
 
O evento começa às 10h e terá transmissão pelo canal da ONU Brasil, no Youtube. 

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31/05/2021 11:30h

Programação será com base no tema proposto pela ONU: restauração dos ecossistemas

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Começa nesta terça-feira (1º) a Semana do Meio Ambiente no Distrito Federal. O evento, promovido pela Secretaria de Meio Ambiente (Sema) e o Brasília Ambiental trará uma programação alusiva ao Dia Mundial do Meio Ambiente, que está marcado para o próximo sábado (5). A Organização das Nações Unidas (ONU) propôs que o tema deste ano seja a restauração dos ecossistemas. 
 
A programação vai contar com oficinas sobre Água, Gênero e Pertencimento à Bacia Hidrográfica, um webinário sobre o Mapa de Cobertura e Uso do Solo do DF e a inauguração de trilhas no Parque das Copaíbas, no Lago Sul, por exemplo. Segundo o secretário do Meio Ambiente, Sarney Filho, “a restauração é fundamental e urgente, como forma de minimizar as mudanças climáticas e a insegurança hídrica.”

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Segundo Sarney, o Distrito Federal tem aquíferos que abastecem algumas das principais bacias hidrográficas e, além disso, está situado no Cerrado, “savana com maior biodiversidade do planeta.”
 
No dia 5 de junho, a ONU Vai lançar a Década das Nações Unidas da Restauração de Ecossistemas 2021-2030, cujo objetivo é aumentar a restauração de ecossistemas degradados e destruídos, evitar a perda de um milhão de espécies e aumentar a segurança alimentar, o abastecimento de água e a subsistência. 

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05/04/2021 00:00h

Iniciativa é uma parceria entre UNICEF, Unaids e Cedaps

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Jovens de todo o Brasil podem participar do curso online e gratuito HIV+Covid-19 – Prevenção em tempo de pandemia para adolescentes e jovens. A iniciativa é uma parceria entre o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), Centro de Promoção da Saúde (Cedaps) e o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids (Unaids).

Através da plataforma digital, os jovens podem se inscrever e já iniciar o curso, que ficará disponível por seis meses. A duração média é de três a quatro horas para conclusão e, ao final, será emitido um certificado de participação.

O curso é totalmente autoinstrucional, ou seja, o aluno pode acompanhar o conteúdo sem a necessidade de um tutor e pode estudar de acordo com seu próprio ritmo de aprendizagem e disponibilidade de tempo.

Arte - Unicef

A chefe da área de Saúde e HIV/Aids do UNICEF no Brasil, Cristina Albuquerque, destaca como é importante, em tempos de pandemia, os adolescentes e jovens terem acesso a informações confiáveis sobre prevenção do HIV e outras infecções sexualmente transmissíveis.

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A produção do curso contou com apoio e curadoria de 23 adolescentes e jovens; contribuição de profissionais e ativistas; além de estudos de caso e análise participativa de materiais informativos e educativos sobre o tema.

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26/02/2021 12:00h

O evento é aberto a indígenas e não indígenas, com oito horas de capacitação entre os dias 1º e 3 de março e inscrições abertas até 26 de fevereiro

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A Organização das Nações Unidas (ONU) Brasil abriu inscrições para um workshop sobre o sistema internacional de proteção de direitos dos povos indígenas. O evento acontece entre 1º e 3 de março, on-line e aberto a indígenas e não indígenas.

As inscrições encerram nesta sexta-feira (26). O curso será conduzido pelo Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos, com oito horas de capacitação.

O workshop tem como objetivo oferecer um panorama sobre mecanismos internacionais de defesa dos direitos humanos, com foco em pessoas indígenas, para proporcionar bases que permitam a essas populações acompanhar e dar apoio às comunidades e organizações na defesa dos próprios direitos.

 

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Brasil
23/12/2020 00:00h

O objetivo da iniciativa é auxiliar os governos na implementação e no monitoramento dos princípios da Agenda

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O Programa das Nações Unidas para os Assentamentos Humanos (UN-Habitat) lançou o Novo Guia sobre a Nova Agenda Urbana (NAU). O objetivo da iniciativa é auxiliar os governos na implementação e no monitoramento dos princípios da Agenda. 

Na Nova Agenda Urbana, os gestores locais perceberão a visão geral focada em estabelecer padrões globais para o desenvolvimento urbano nas próximas décadas, além de oferecer uma mudança de paradigma na construção e gerenciamento das cidades, em especial o acesso à moradia adequada e o direito à cidade.

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O guia, disponível em língua inglesa, considera estudos de caso, infográficos e ações ilustrativas para viabilizar estratégias, políticas e iniciativas. A Confederação Nacional de Municípios (CNM) lembra que o novo guia é um dos produtos previstos para auxiliar os gestores no uso da Plataforma de Agenda Urbana.

 

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Brasil 61