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O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta de tempestade para os estados do Paraná e de Santa Catarina nesta quarta-feira (4). Já no Rio Grande do Sul, o aviso é de onda de calor, com predomínio de tempo firme.
No Paraná, as precipitações mais intensas devem se concentrar em municípios do Noroeste paranaense, como Douradina, Amaporã e Altônia, com risco de chuva forte.
Em Santa Catarina, a previsão indica muitas nuvens e pancadas de chuva isoladas, principalmente na região litorânea, afetando cidades como Jaguaruna, São Francisco do Sul e Barra Velha.
Já no Rio Grande do Sul, o tempo segue claro e estável, com poucas nuvens em grande parte do estado, inclusive na Região Metropolitana de Porto Alegre, sob influência da onda de calor.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 17°C, em Curitiba. Já a máxima deve atingir até 34°C, em Porto Alegre. A umidade relativa do ar varia entre 40% e 100%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta de tempestade para os três estados da Região Centro-Oeste e também para o Distrito Federal nesta quarta-feira (4).
Em Mato Grosso do Sul, o risco de granizo pode ser generalizado, com impacto em municípios das regiões Oeste e Sudoeste do estado, como Corumbá, Bonito e Porto Murtinho.
Em Mato Grosso, as precipitações mais intensas devem atingir cidades do Sul e Sudeste mato-grossense, incluindo Rondonópolis, Barão de Melgaço e Pedra Preta.
Já em Goiás e no Distrito Federal, o dia será marcado por muitas nuvens, com chance de chuva isolada ao longo do dia, sem descartar episódios de trovoadas.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 19°C, em Brasília. Já a máxima deve chegar a 33°C, em Cuiabá. A umidade relativa do ar varia entre 50% e 100%.
Precipitação originada de nuvens convectivas, sobretudo cumulonimbus, que atinge o solo em forma de esferas ou fragmentos irregulares de gelo. Quando o diâmetro das partículas é ≥ 5 mm, classificam-se como granizo; partículas menores são classificadas como granizo miúdo e/ou neve granulada (graupel). Em boletins METAR, utiliza-se ‘GR’ para granizo e ‘GS’ para granizo miúdo/neve granulada. Unidades isoladas são chamadas de ‘pedras de granizo’.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta de tempestade para os quatro estados da Região Sudeste nesta quarta-feira (4). A previsão indica chuva intensa, acompanhada de rajadas de vento e descargas elétricas em diferentes áreas.
Em São Paulo, as precipitações mais fortes devem atingir municípios do interior paulista, com destaque para Dobrada, Itajobi e Morro Agudo, localizados nas regiões Central e Norte do estado.
Em Minas Gerais, a expectativa é de chuvas intensas em cidades do Norte mineiro, como Várzea da Palma, Buritizeiro e São Gonçalo do Abaeté, áreas que seguem sob maior instabilidade atmosférica ao longo do dia.
No Rio de Janeiro e no Espírito Santo, o tempo permanece carregado, com muitas nuvens, pancadas de chuva e trovoadas isoladas em diferentes regiões dos estados.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 18°C, em São Paulo e Belo Horizonte. Já a máxima pode chegar até 33°C, no Rio de Janeiro. A umidade relativa do ar varia entre 45% e 100%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta de perigo potencial de chuvas intensas para a Região Norte do país nesta quarta-feira (4). A previsão indica instabilidade, com pancadas de chuva e trovoadas isoladas em vários estados.
No Acre e em Rondônia, o dia será de muitas nuvens, com pancadas de chuva e trovoadas isoladas ao longo do dia.
No Amazonas, as precipitações mais intensas devem atingir municípios do Centro e Sul do estado, como Coari, Tapauá e Novo Aripuanã.
Em Roraima, há possibilidade de chuva isolada em áreas do Centro-Sul, com destaque para Caracaraí e Rorainópolis.
No Amapá, a instabilidade predomina em todo o estado, mantendo o tempo fechado e com risco de chuva a qualquer momento.
Já no Pará, a previsão indica muitas nuvens, com pancadas de chuva e trovoadas isoladas no Nordeste paraense, atingindo municípios como São Caetano de Odivelas, Maracanã e São João de Pirabas.
No Tocantins, a instabilidade se concentra na região central do estado, com previsão de chuva em Ponte Alta do Tocantins, Monte do Carmo e Paraíso do Tocantins.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 22°C, em Rio Branco. Já a máxima pode chegar a 35°C, em Boa Vista. A umidade relativa do ar varia entre 40% e 100%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta de perigo potencial de acumulado de chuva para todo o Nordeste brasileiro nesta quarta-feira (4). A previsão indica volumes elevados em pontos específicos da região, além de muita nebulosidade ao longo do dia.
No Maranhão, as precipitações mais intensas devem atingir municípios do Sul maranhense, como Alto Parnaíba, Balsas e Nova Colinas.
No Piauí, a chuva mais significativa se concentra no Sudoeste do estado, alcançando São Gonçalo do Gurguéia, Monte Alegre do Piauí e Santa Filomena.
Na Bahia, a instabilidade pode atingir grande parte do estado, com maior intensidade no Oeste baiano, especialmente em Serra Dourada, Santana e São Félix do Coribe.
No Ceará e no Rio Grande do Norte, a expectativa é de muitas nuvens, com possibilidade de chuva isolada em diferentes áreas.
Na Paraíba, pode chover de forma isolada em municípios do Sertão, como Sousa, Poço de José de Moura e Aparecida.
Em Pernambuco, a chuva deve atingir áreas do Sertão do Araripe, com destaque para Dormentes, Araripina e Bodocó.
Já em Alagoas e Sergipe, o dia será marcado por muitas nuvens, com instabilidade persistente ao longo do dia.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 23°C em Maceió. Já a máxima pode chegar a 32°C, em Salvador e Aracaju. A umidade relativa do ar varia entre 55% e 100%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o textoProjeto do MCom já beneficiou 700 mil pessoas em todo o país
Baixar áudioDesde a criação do programa Computadores para Inclusão, em 2010, a Bahia recebeu 3.253 computadores em 371 pontos de inclusão digital. Os principais locais de doação da iniciativa do Ministério das Comunicações (MCom) são associações, escolas públicas e projetos voltados ao letramento digital e à capacitação em informática. No período, o programa formou 346 pessoas no estado.
No Brasil, o Computadores para Inclusão já entregou 70 mil máquinas, com impacto estimado em mais de 700 mil pessoas. Segundo o ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho, de forma prioritária, a ação visa abrir oportunidades de emprego e renda.
“Estamos colocando essas pessoas no mercado de trabalho qualificado; além de gerar inclusão, avançamos na construção da soberania digital do nosso país, com mão de obra de qualidade. O programa Computadores para Inclusão tem uma missão clara: transformar tecnologia que não teria uso em oportunidade para a juventude e toda comunidade. Equipamentos que seriam descartados viram ferramentas de aprendizado, lazer e trabalho”, disse o ministro.
Reciclagem
Presente em todos os estados do país, o programa tem como base a economia circular: equipamentos obsoletos de órgãos públicos são encaminhados aos Centros de Recondicionamento de Computadores (CRCs), reformados e doados a escolas públicas, associações, centros socioeducativos, penitenciárias, comunidades indígenas e quilombolas, além de áreas rurais e remotas. Os alunos dos cursos de capacitação dos CRCs fazem a recuperação das máquinas.
De acordo com o MCom, o programa já evitou o descarte de mais de 1,2 milhão de equipamentos, o que corresponde a 11 mil toneladas de resíduos eletrônicos.
Com total de 100 mil doações de computadores ao longo dos anos, a Caixa Econômica Federal é o principal parceiro do projeto.
Copiar o textoProjeto do MCom já beneficiou 700 mil pessoas em todo o país
Baixar áudioDesde a criação do programa Computadores para Inclusão, em 2010, Goiás recebeu 4.910 computadores em 391 pontos de inclusão digital. Os principais locais de doação da iniciativa do Ministério das Comunicações (MCom) são associações, escolas públicas e projetos voltados ao letramento digital e à capacitação em informática. No período, o programa formou 2.376 pessoas no estado.
No Brasil, o Computadores para Inclusão já entregou 70 mil máquinas, com impacto estimado em mais de 700 mil pessoas. Segundo o ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho, de forma prioritária, a ação visa abrir oportunidades de emprego e renda.
“Estamos colocando essas pessoas no mercado de trabalho qualificado; além de gerar inclusão, avançamos na construção da soberania digital do nosso país, com mão de obra de qualidade. O programa Computadores para Inclusão tem uma missão clara: transformar tecnologia que não teria uso em oportunidade para a juventude e toda comunidade. Equipamentos que seriam descartados viram ferramentas de aprendizado, lazer e trabalho”, disse o ministro.
Reciclagem
Presente em todos os estados do país, o programa tem como base a economia circular: equipamentos obsoletos de órgãos públicos são encaminhados aos Centros de Recondicionamento de Computadores (CRCs), reformados e doados a escolas públicas, associações, centros socioeducativos, penitenciárias, comunidades indígenas e quilombolas, além de áreas rurais e remotas. Os alunos dos cursos de capacitação dos CRCs fazem a recuperação das máquinas.
De acordo com o MCom, o programa já evitou o descarte de mais de 1,2 milhão de equipamentos, o que corresponde a 11 mil toneladas de resíduos eletrônicos.
Com total de 100 mil doações de computadores ao longo dos anos, a Caixa Econômica Federal é o principal parceiro do projeto.
Copiar o textoProjeto do MCom já beneficiou 700 mil pessoas em todo o país
Baixar áudioDesde a criação do programa Computadores para Inclusão, em 2010, o estado de Tocantins recebeu 311 computadores em 34 pontos de inclusão digital. Os principais locais de doação da iniciativa do Ministério das Comunicações são associações, escolas públicas e projetos voltados ao letramento digital e à capacitação em informática. No período, o programa formou 30 pessoas no estado.
No Brasil, o programa já entregou 70 mil computadores, com impacto estimado em mais de 700 mil pessoas. Segundo o ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho, de forma prioritária, a ação visa abrir oportunidades de emprego e renda.
“Estamos colocando essas pessoas no mercado de trabalho qualificado; além de gerar inclusão, avançamos na construção da soberania digital do nosso país, com mão de obra de qualidade. O programa Computadores para Inclusão tem uma missão clara: transformar tecnologia que não teria uso em oportunidade para a juventude e toda comunidade. Equipamentos que seriam descartados viram ferramentas de aprendizado, lazer e trabalho”, disse o ministro.
Presente em todos os estados do país, o programa tem como base a economia circular: equipamentos obsoletos de órgãos públicos são encaminhados aos Centros de Recondicionamento de Computadores (CRCs), reformados e doados a escolas públicas, associações, centros socioeducativos, penitenciárias, comunidades indígenas e quilombolas, além de áreas rurais e remotas. Os alunos dos cursos de capacitação dos CRCs fazem a recuperação das máquinas.
De acordo com o MCom, o programa já evitou o descarte de mais de 1,2 milhão de equipamentos, o que corresponde a 11 mil toneladas de resíduos eletrônicos.
Com total de 100 mil doações de computadores ao longo dos anos, a Caixa Econômica Federal é o principal parceiro do projeto.
Copiar o textoProjeto do MCom já beneficiou 700 mil pessoas em todo o país
Baixar áudioDesde a criação do programa Computadores para Inclusão, em 2010, o estado da Paraíba recebeu 1.034 computadores em 120 pontos de inclusão digital. Os principais locais de doação da iniciativa do Ministério das Comunicações são associações, escolas públicas e projetos voltados ao letramento digital e à capacitação em informática. No período, o programa formou 750 pessoas no estado.
No Brasil, o programa já entregou 70 mil computadores, com impacto estimado em mais de 700 mil pessoas. Segundo o ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho, de forma prioritária, a ação visa abrir oportunidades de emprego e renda.
“Estamos colocando essas pessoas no mercado de trabalho qualificado; além de gerar inclusão, avançamos na construção da soberania digital do nosso país, com mão de obra de qualidade. O programa Computadores para Inclusão tem uma missão clara: transformar tecnologia que não teria uso em oportunidade para a juventude e toda comunidade. Equipamentos que seriam descartados viram ferramentas de aprendizado, lazer e trabalho”, disse o ministro.
Presente em todos os estados do país, o programa tem como base a economia circular: equipamentos obsoletos de órgãos públicos são encaminhados aos Centros de Recondicionamento de Computadores (CRCs), reformados e doados a escolas públicas, associações, centros socioeducativos, penitenciárias, comunidades indígenas e quilombolas, além de áreas rurais e remotas. Os alunos dos cursos de capacitação dos CRCs fazem a recuperação das máquinas.
De acordo com o MCom, o programa já evitou o descarte de mais de 1,2 milhão de equipamentos, o que corresponde a 11 mil toneladas de resíduos eletrônicos.
Com total de 100 mil doações de computadores ao longo dos anos, a Caixa Econômica Federal é o principal parceiro do projeto.
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Baixar áudioDesde a criação do programa Computadores para Inclusão, em 2010, o estado do Acre recebeu 304 computadores em 38 pontos de inclusão digital. Os principais locais de doação da iniciativa do Ministério das Comunicações (MCom) são associações, escolas públicas e projetos voltados ao letramento digital e à capacitação em informática.
No Brasil, o programa já entregou 70 mil computadores, com impacto estimado em mais de 700 mil pessoas. Segundo o ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho, de forma prioritária, a ação visa abrir oportunidades de emprego e renda.
“Estamos colocando essas pessoas no mercado de trabalho qualificado; além de gerar inclusão, avançamos na construção da soberania digital do nosso país, com mão de obra de qualidade. O programa Computadores para Inclusão tem uma missão clara: transformar tecnologia que não teria uso em oportunidade para a juventude e toda comunidade. Equipamentos que seriam descartados viram ferramentas de aprendizado, lazer e trabalho”, disse o ministro.
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Presente em todos os estados do país, o programa tem como base a economia circular: equipamentos obsoletos de órgãos públicos são encaminhados aos Centros de Recondicionamento de Computadores (CRCs), reformados e doados a escolas públicas, associações, centros socioeducativos, penitenciárias, comunidades indígenas e quilombolas, além de áreas rurais e remotas. Os alunos dos cursos de capacitação dos CRCs fazem a recuperação das máquinas.
De acordo com o MCom, o programa já evitou o descarte de mais de 1,2 milhão de equipamentos, o que corresponde a 11 mil toneladas de resíduos eletrônicos.
Com total de 100 mil doações de computadores ao longo dos anos, a Caixa Econômica Federal é o principal parceiro do projeto.
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Baixar áudioO Programa Cooperar para Exportar, lançado pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), foi destaque na Gulfood 2026, considerada a maior feira de alimentos e bebidas do Oriente Médio. A participação no evento marcou a estreia internacional da iniciativa.
Apresentado inicialmente durante o Exporta Mais Cooperativas, em dezembro de 2025, em Salvador (BA), o programa tem como objetivo ampliar a inserção do cooperativismo brasileiro no mercado externo por meio de ações estruturadas de capacitação, promoção comercial e geração de negócios.
O presidente da ApexBrasil, Jorge Viana, avalia que a presença brasileira na Gulfood representa um avanço estratégico para o cooperativismo nacional. Segundo ele, o Brasil vem ampliando de forma significativa o número de empresas participantes da feira, o que demonstra a expansão das oportunidades de negócios no exterior.
“Trouxemos quase 200 empresas — antes, a média era de 90. A novidade nesta edição é a presença das cooperativas. Com o novo programa da ApexBrasil, o Cooperar para Exportar, realizado em parceria com o Ministério da Agricultura, o Ministério do Desenvolvimento Regional e o Ministério do Desenvolvimento Agrário, vamos fazer com que o Brasil venda ainda mais”, destacou.
Viana também projetou que os negócios gerados ao longo da feira devem alcançar cerca de US$3,5 bilhões em 2026, reforçando a relevância do evento como plataforma estratégica para a expansão das exportações brasileiras no Oriente Médio.
A Gulfood 2026 foi realizada em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, entre os dias 26 e 30 de janeiro de 2026. Pela primeira vez, o evento ocorreu simultaneamente em dois locais: o Dubai World Trade Centre (DWTC) e o Dubai Exhibition Centre (DEC), localizado na Expo City Dubai.
A feira foi organizada por setores. Carnes, proteínas e bebidas ficaram concentradas no DWTC, enquanto grãos, pulses, world food e segmentos emergentes de alto valor agregado foram apresentados no DEC.
Em 2026, o Programa Cooperar para Exportar estima atender cerca de 450 cooperativas em todo o país. As ações incluem qualificação para exportação, participação em feiras internacionais, missões comerciais e rodadas de negócios.
Na Gulfood, nove cooperativas integraram a delegação brasileira, representando diferentes regiões e cadeias produtivas. Na ocasião, o gerente de Agronegócio da ApexBrasil, Laudemir Muller, destacou o papel do programa no fortalecimento dos pequenos negócios e da agricultura familiar.
“Estamos na primeira grande ação internacional do Cooperar para Exportar. Aqui na Gulfood contamos com a presença de nove cooperativas. Estamos apresentando ao público internacional a agricultura familiar e o cooperativismo do Brasil. Também mostramos a integração da Apex com órgãos e instituições parceiras do governo”, afirmou.
Participaram da feira as seguintes cooperativas:
Para a ApexBrasil, a presença dessas cooperativas evidencia a diversidade e o potencial competitivo do cooperativismo brasileiro no mercado internacional, com produtos que vão do açaí amazônico a frutas do semiárido, além de mel, cafés especiais e derivados de mandioca.
Entre os destaques está a Cooperativa Agropecuária Familiar de Canudos, Uauá e Curaçá (Coopercuc), da Bahia. A fundadora Jussara Dantas apresentou o umbu, fruta típica do semiárido ainda pouco conhecida no mercado internacional.
“Já exportamos para França, Áustria, Itália, Alemanha e agora estamos enviando para o Reino Unido”, relatou.
Segundo a empreendedora, a cooperativa reúne 298 agricultores familiares de três municípios, sendo 70% mulheres.
O Perfil de Comércio e Investimentos da ApexBrasil identificou 446 oportunidades para produtos brasileiros nos Emirados Árabes Unidos. Entre os setores mais representativos estão os de produtos alimentícios — como castanha de caju, cevada e extratos — além de artigos manufaturados, como vidros, pneus, couros e peles.
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Baixar áudioDesde a criação do programa Computadores para Inclusão, em 2010, o estado do Paraná recebeu 2.325 computadores em 313 pontos de inclusão digital. Os principais locais de doação da iniciativa do Ministério das Comunicações são associações, escolas públicas e projetos voltados ao letramento digital e à capacitação em informática. No período, o programa formou 1.701 pessoas no estado.
No Brasil, o programa já entregou 70 mil computadores, com impacto estimado em mais de 700 mil pessoas. Segundo o ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho, de forma prioritária, a ação visa abrir oportunidades de emprego e renda.
“Estamos colocando essas pessoas no mercado de trabalho qualificado; além de gerar inclusão, avançamos na construção da soberania digital do nosso país, com mão de obra de qualidade. O programa Computadores para Inclusão tem uma missão clara: transformar tecnologia que não teria uso em oportunidade para a juventude e toda comunidade. Equipamentos que seriam descartados viram ferramentas de aprendizado, lazer e trabalho”, disse o ministro.
Presente em todos os estados do país, o programa tem como base a economia circular: equipamentos obsoletos de órgãos públicos são encaminhados aos Centros de Recondicionamento de Computadores (CRCs), reformados e doados a escolas públicas, associações, centros socioeducativos, penitenciárias, comunidades indígenas e quilombolas, além de áreas rurais e remotas. Os alunos dos cursos de capacitação dos CRCs fazem a recuperação das máquinas.
De acordo com o MCom, o programa já evitou o descarte de mais de 1,2 milhão de equipamentos, o que corresponde a 11 mil toneladas de resíduos eletrônicos.
Com total de 100 mil doações de computadores ao longo dos anos, a Caixa Econômica Federal é o principal parceiro do projeto.
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Baixar áudioDesde a criação do programa Computadores para Inclusão, em 2010, o estado de Alagoas recebeu 252 computadores em 26 pontos de inclusão digital. Os principais locais de doação da iniciativa do Ministério das Comunicações (MCom) são associações, escolas públicas e projetos voltados ao letramento digital e à capacitação em informática.
No Brasil, o programa já entregou 70 mil computadores, com impacto estimado em mais de 700 mil pessoas. Segundo o ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho, de forma prioritária, a ação visa abrir oportunidades de emprego e renda.
“Estamos colocando essas pessoas no mercado de trabalho qualificado; além de gerar inclusão, avançamos na construção da soberania digital do nosso país, com mão de obra de qualidade. O programa Computadores para Inclusão tem uma missão clara: transformar tecnologia que não teria uso em oportunidade para a juventude e toda comunidade. Equipamentos que seriam descartados viram ferramentas de aprendizado, lazer e trabalho”, disse o ministro.
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Presente em todos os estados do país, o programa tem como base a economia circular: equipamentos obsoletos de órgãos públicos são encaminhados aos Centros de Recondicionamento de Computadores (CRCs), reformados e doados a escolas públicas, associações, centros socioeducativos, penitenciárias, comunidades indígenas e quilombolas, além de áreas rurais e remotas. Os alunos dos cursos de capacitação dos CRCs fazem a recuperação das máquinas.
De acordo com o MCom, o programa já evitou o descarte de mais de 1,2 milhão de equipamentos, o que corresponde a 11 mil toneladas de resíduos eletrônicos.
Com total de 100 mil doações de computadores ao longo dos anos, a Caixa Econômica Federal é o principal parceiro do projeto.
Copiar o textoProjeto do MCom já beneficiou 700 mil pessoas em todo o país
Baixar áudioDesde a criação do programa Computadores para Inclusão, em 2010, o estado de Pernambuco recebeu 3.358 computadores em 360 pontos de inclusão digital. Os principais locais de doação da iniciativa do Ministério das Comunicações são associações, escolas públicas e projetos voltados ao letramento digital e à capacitação em informática. No período, o programa formou 10.314 pessoas no estado.
No Brasil, o programa já entregou 70 mil computadores, com impacto estimado em mais de 700 mil pessoas. Segundo o ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho, de forma prioritária, a ação visa abrir oportunidades de emprego e renda.
“Estamos colocando essas pessoas no mercado de trabalho qualificado; além de gerar inclusão, avançamos na construção da soberania digital do nosso país, com mão de obra de qualidade. O programa Computadores para Inclusão tem uma missão clara: transformar tecnologia que não teria uso em oportunidade para a juventude e toda comunidade. Equipamentos que seriam descartados viram ferramentas de aprendizado, lazer e trabalho”, disse o ministro.
Presente em todos os estados do país, o programa tem como base a economia circular: equipamentos obsoletos de órgãos públicos são encaminhados aos Centros de Recondicionamento de Computadores (CRCs), reformados e doados a escolas públicas, associações, centros socioeducativos, penitenciárias, comunidades indígenas e quilombolas, além de áreas rurais e remotas. Os alunos dos cursos de capacitação dos CRCs fazem a recuperação das máquinas.
De acordo com o MCom, o programa já evitou o descarte de mais de 1,2 milhão de equipamentos, o que corresponde a 11 mil toneladas de resíduos eletrônicos.
Com total de 100 mil doações de computadores ao longo dos anos, a Caixa Econômica Federal é o principal parceiro do projeto.
Copiar o textoProjeto do MCom já beneficiou 700 mil pessoas em todo o país
Baixar áudioDesde a criação do programa Computadores para Inclusão, em 2010, o Espírito Santo recebeu 192 computadores em 20 pontos de inclusão digital. Os principais locais de doação da iniciativa do Ministério das Comunicações (MCom) são associações, escolas públicas e projetos voltados ao letramento digital e à capacitação em informática.
No Brasil, o programa já entregou 70 mil computadores, com impacto estimado em mais de 700 mil pessoas. Segundo o ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho, de forma prioritária, a ação visa abrir oportunidades de emprego e renda.
“Estamos colocando essas pessoas no mercado de trabalho qualificado; além de gerar inclusão, avançamos na construção da soberania digital do nosso país, com mão de obra de qualidade. O programa Computadores para Inclusão tem uma missão clara: transformar tecnologia que não teria uso em oportunidade para a juventude e toda comunidade. Equipamentos que seriam descartados viram ferramentas de aprendizado, lazer e trabalho”, disse o ministro.
Reciclagem
Presente em todos os estados do país, o programa tem como base a economia circular: equipamentos obsoletos de órgãos públicos são encaminhados aos Centros de Recondicionamento de Computadores (CRCs), reformados e doados a escolas públicas, associações, centros socioeducativos, penitenciárias, comunidades indígenas e quilombolas, além de áreas rurais e remotas. Os alunos dos cursos de capacitação dos CRCs fazem a recuperação das máquinas.
De acordo com o MCom, o programa já evitou o descarte de mais de 1,2 milhão de equipamentos, o que corresponde a 11 mil toneladas de resíduos eletrônicos.
Com total de 100 mil doações de computadores ao longo dos anos, a Caixa Econômica Federal é o principal parceiro do projeto.
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Baixar áudioDesde a criação do programa Computadores para Inclusão, em 2010, o estado do Piauí recebeu 873 computadores em 83 pontos de inclusão digital. Os principais locais de doação da iniciativa do Ministério das Comunicações são associações, escolas públicas e projetos voltados ao letramento digital e à capacitação em informática. No período, o programa formou 1.258 pessoas no estado.
No Brasil, o programa já entregou 70 mil computadores, com impacto estimado em mais de 700 mil pessoas. Segundo o ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho, de forma prioritária, a ação visa abrir oportunidades de emprego e renda.
“Estamos colocando essas pessoas no mercado de trabalho qualificado; além de gerar inclusão, avançamos na construção da soberania digital do nosso país, com mão de obra de qualidade. O programa Computadores para Inclusão tem uma missão clara: transformar tecnologia que não teria uso em oportunidade para a juventude e toda comunidade. Equipamentos que seriam descartados viram ferramentas de aprendizado, lazer e trabalho”, disse o ministro.
Presente em todos os estados do país, o programa tem como base a economia circular: equipamentos obsoletos de órgãos públicos são encaminhados aos Centros de Recondicionamento de Computadores (CRCs), reformados e doados a escolas públicas, associações, centros socioeducativos, penitenciárias, comunidades indígenas e quilombolas, além de áreas rurais e remotas. Os alunos dos cursos de capacitação dos CRCs fazem a recuperação das máquinas.
De acordo com o MCom, o programa já evitou o descarte de mais de 1,2 milhão de equipamentos, o que corresponde a 11 mil toneladas de resíduos eletrônicos.
Com total de 100 mil doações de computadores ao longo dos anos, a Caixa Econômica Federal é o principal parceiro do projeto.
Copiar o textoProjeto do MCom já beneficiou 700 mil pessoas em todo o país
Baixar áudioDesde a criação do programa Computadores para Inclusão, em 2010, o estado do Mato Grosso recebeu 1.873 computadores em 134 pontos de inclusão digital. Os principais locais de doação da iniciativa do Ministério das Comunicações (MCom) são associações, escolas públicas e projetos voltados ao letramento digital e à capacitação em informática.
No Brasil, o programa já entregou 70 mil computadores, com impacto estimado em mais de 700 mil pessoas. Segundo o ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho, de forma prioritária, a ação visa abrir oportunidades de emprego e renda.
“Estamos colocando essas pessoas no mercado de trabalho qualificado; além de gerar inclusão, avançamos na construção da soberania digital do nosso país, com mão de obra de qualidade. O programa Computadores para Inclusão tem uma missão clara: transformar tecnologia que não teria uso em oportunidade para a juventude e toda comunidade. Equipamentos que seriam descartados viram ferramentas de aprendizado, lazer e trabalho”, disse o ministro.
Reciclagem
Presente em todos os estados do país, o programa tem como base a economia circular: equipamentos obsoletos de órgãos públicos são encaminhados aos Centros de Recondicionamento de Computadores (CRCs), reformados e doados a escolas públicas, associações, centros socioeducativos, penitenciárias, comunidades indígenas e quilombolas, além de áreas rurais e remotas. Os alunos dos cursos de capacitação dos CRCs fazem a recuperação das máquinas.
De acordo com o MCom, o programa já evitou o descarte de mais de 1,2 milhão de equipamentos, o que corresponde a 11 mil toneladas de resíduos eletrônicos.
Com total de 100 mil doações de computadores ao longo dos anos, a Caixa Econômica Federal é o principal parceiro do projeto.
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Baixar áudioDesde a criação do programa Computadores para Inclusão, em 2010, o estado do Rio de Janeiro recebeu 2.790 computadores em 185 pontos de inclusão digital. Os principais locais de doação da iniciativa do Ministério das Comunicações são associações, escolas públicas e projetos voltados ao letramento digital e à capacitação em informática. No período, o programa formou 1.511 pessoas no estado.
No Brasil, o programa já entregou 70 mil computadores, com impacto estimado em mais de 700 mil pessoas. Segundo o ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho, de forma prioritária, a ação visa abrir oportunidades de emprego e renda.
“Estamos colocando essas pessoas no mercado de trabalho qualificado; além de gerar inclusão, avançamos na construção da soberania digital do nosso país, com mão de obra de qualidade. O programa Computadores para Inclusão tem uma missão clara: transformar tecnologia que não teria uso em oportunidade para a juventude e toda comunidade. Equipamentos que seriam descartados viram ferramentas de aprendizado, lazer e trabalho”, disse o ministro.
Presente em todos os estados do país, o programa tem como base a economia circular: equipamentos obsoletos de órgãos públicos são encaminhados aos Centros de Recondicionamento de Computadores (CRCs), reformados e doados a escolas públicas, associações, centros socioeducativos, penitenciárias, comunidades indígenas e quilombolas, além de áreas rurais e remotas. Os alunos dos cursos de capacitação dos CRCs fazem a recuperação das máquinas.
De acordo com o MCom, o programa já evitou o descarte de mais de 1,2 milhão de equipamentos, o que corresponde a 11 mil toneladas de resíduos eletrônicos.
Com total de 100 mil doações de computadores ao longo dos anos, a Caixa Econômica Federal é o principal parceiro do projeto.
Copiar o textoProjeto do MCom já beneficiou 700 mil pessoas em todo o país
Baixar áudioDesde a criação do programa Computadores para Inclusão, em 2010, o Amapá recebeu 2.586 computadores em 103 pontos de inclusão digital. Os principais locais de doação da iniciativa do Ministério das Comunicações (MCom) são associações, escolas públicas e projetos voltados ao letramento digital e à capacitação em informática. No período, o programa formou 2.201 pessoas no estado.
No Brasil, o Computadores para Inclusão já entregou 70 mil máquinas, com impacto estimado em mais de 700 mil pessoas. Segundo o ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho, de forma prioritária, a ação visa abrir oportunidades de emprego e renda.
“Estamos colocando essas pessoas no mercado de trabalho qualificado; além de gerar inclusão, avançamos na construção da soberania digital do nosso país, com mão de obra de qualidade. O programa Computadores para Inclusão tem uma missão clara: transformar tecnologia que não teria uso em oportunidade para a juventude e toda comunidade. Equipamentos que seriam descartados viram ferramentas de aprendizado, lazer e trabalho”, disse o ministro.
Reciclagem
Presente em todos os estados do país, o programa tem como base a economia circular: equipamentos obsoletos de órgãos públicos são encaminhados aos Centros de Recondicionamento de Computadores (CRCs), reformados e doados a escolas públicas, associações, centros socioeducativos, penitenciárias, comunidades indígenas e quilombolas, além de áreas rurais e remotas. Os alunos dos cursos de capacitação dos CRCs fazem a recuperação das máquinas.
De acordo com o MCom, o programa já evitou o descarte de mais de 1,2 milhão de equipamentos, o que corresponde a 11 mil toneladas de resíduos eletrônicos.
Com total de 100 mil doações de computadores ao longo dos anos, a Caixa Econômica Federal é o principal parceiro do projeto.
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Baixar áudioDesde a criação do programa Computadores para Inclusão, em 2010, o estado do Rio Grande do Norte recebeu 1.942 computadores em 169 pontos de inclusão digital. Os principais locais de doação da iniciativa do Ministério das Comunicações são associações, escolas públicas e projetos voltados ao letramento digital e à capacitação em informática.
No Brasil, o programa já entregou 70 mil computadores, com impacto estimado em mais de 700 mil pessoas. Segundo o ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho, de forma prioritária, a ação visa abrir oportunidades de emprego e renda.
“Estamos colocando essas pessoas no mercado de trabalho qualificado; além de gerar inclusão, avançamos na construção da soberania digital do nosso país, com mão de obra de qualidade. O programa Computadores para Inclusão tem uma missão clara: transformar tecnologia que não teria uso em oportunidade para a juventude e toda comunidade. Equipamentos que seriam descartados viram ferramentas de aprendizado, lazer e trabalho”, disse o ministro.
Presente em todos os estados do país, o programa tem como base a economia circular: equipamentos obsoletos de órgãos públicos são encaminhados aos Centros de Recondicionamento de Computadores (CRCs), reformados e doados a escolas públicas, associações, centros socioeducativos, penitenciárias, comunidades indígenas e quilombolas, além de áreas rurais e remotas. Os alunos dos cursos de capacitação dos CRCs fazem a recuperação das máquinas.
De acordo com o MCom, o programa já evitou o descarte de mais de 1,2 milhão de equipamentos, o que corresponde a 11 mil toneladas de resíduos eletrônicos.
Com total de 100 mil doações de computadores ao longo dos anos, a Caixa Econômica Federal é o principal parceiro do projeto.
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Baixar áudioDesde a criação do programa Computadores para Inclusão, em 2010, o Ceará recebeu 3.319 computadores em 315 pontos de inclusão digital. Os principais locais de doação da iniciativa do Ministério das Comunicações (Mcom) são associações, escolas públicas e projetos voltados ao letramento digital e à capacitação em informática. No período, o programa formou 5.153 pessoas no estado.
No Brasil, o Computadores para Inclusão já entregou 70 mil máquinas, com impacto estimado em mais de 700 mil pessoas. Segundo o ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho, de forma prioritária, a ação visa abrir oportunidades de emprego e renda.
“Estamos colocando essas pessoas no mercado de trabalho qualificado; além de gerar inclusão, avançamos na construção da soberania digital do nosso país, com mão de obra de qualidade. O programa Computadores para Inclusão tem uma missão clara: transformar tecnologia que não teria uso em oportunidade para a juventude e toda comunidade. Equipamentos que seriam descartados viram ferramentas de aprendizado, lazer e trabalho”, disse o ministro.
Reciclagem
Presente em todos os estados do país, o programa tem como base a economia circular: equipamentos obsoletos de órgãos públicos são encaminhados aos Centros de Recondicionamento de Computadores (CRCs), reformados e doados a escolas públicas, associações, centros socioeducativos, penitenciárias, comunidades indígenas e quilombolas, além de áreas rurais e remotas. Os alunos dos cursos de capacitação dos CRCs fazem a recuperação das máquinas.
De acordo com o MCom, o programa já evitou o descarte de mais de 1,2 milhão de equipamentos, o que corresponde a 11 mil toneladas de resíduos eletrônicos.
Com total de 100 mil doações de computadores ao longo dos anos, a Caixa Econômica Federal é o principal parceiro do projeto.
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Baixar áudioDesde a criação do programa Computadores para Inclusão, em 2010, o estado do Rio Grande do Sul recebeu 3.050 computadores em 250 pontos de inclusão digital. Os principais locais de doação da iniciativa do Ministério das Comunicações são associações, escolas públicas e projetos voltados ao letramento digital e à capacitação em informática. No período, o programa formou 3.895 pessoas no estado.
No Brasil, o programa já entregou 70 mil computadores, com impacto estimado em mais de 700 mil pessoas. Segundo o ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho, de forma prioritária, a ação visa abrir oportunidades de emprego e renda.
“Estamos colocando essas pessoas no mercado de trabalho qualificado; além de gerar inclusão, avançamos na construção da soberania digital do nosso país, com mão de obra de qualidade. O programa Computadores para Inclusão tem uma missão clara: transformar tecnologia que não teria uso em oportunidade para a juventude e toda comunidade. Equipamentos que seriam descartados viram ferramentas de aprendizado, lazer e trabalho”, disse o ministro.
Presente em todos os estados do país, o programa tem como base a economia circular: equipamentos obsoletos de órgãos públicos são encaminhados aos Centros de Recondicionamento de Computadores (CRCs), reformados e doados a escolas públicas, associações, centros socioeducativos, penitenciárias, comunidades indígenas e quilombolas, além de áreas rurais e remotas. Os alunos dos cursos de capacitação dos CRCs fazem a recuperação das máquinas.
De acordo com o MCom, o programa já evitou o descarte de mais de 1,2 milhão de equipamentos, o que corresponde a 11 mil toneladas de resíduos eletrônicos.
Com total de 100 mil doações de computadores ao longo dos anos, a Caixa Econômica Federal é o principal parceiro do projeto.
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Baixar áudioDesde a criação do programa Computadores para Inclusão, em 2010, o Distrito Federal recebeu 5.780 computadores em 435 pontos de inclusão digital. Os principais locais de doação da iniciativa do Ministério das Comunicações (MCom) são associações, escolas públicas e projetos voltados ao letramento digital e à capacitação em informática. No período, o programa formou 5.619 pessoas no estado.
No Brasil, o Computadores para Inclusão já entregou 70 mil máquinas, com impacto estimado em mais de 700 mil pessoas. Segundo o ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho, de forma prioritária, a ação visa abrir oportunidades de emprego e renda.
“Estamos colocando essas pessoas no mercado de trabalho qualificado; além de gerar inclusão, avançamos na construção da soberania digital do nosso país, com mão de obra de qualidade. O programa Computadores para Inclusão tem uma missão clara: transformar tecnologia que não teria uso em oportunidade para a juventude e toda comunidade. Equipamentos que seriam descartados viram ferramentas de aprendizado, lazer e trabalho”, disse o ministro.
Reciclagem
Presente em todos os estados do país, o programa tem como base a economia circular: equipamentos obsoletos de órgãos públicos são encaminhados aos Centros de Recondicionamento de Computadores (CRCs), reformados e doados a escolas públicas, associações, centros socioeducativos, penitenciárias, comunidades indígenas e quilombolas, além de áreas rurais e remotas. Os alunos dos cursos de capacitação dos CRCs fazem a recuperação das máquinas.
De acordo com o MCom, o programa já evitou o descarte de mais de 1,2 milhão de equipamentos, o que corresponde a 11 mil toneladas de resíduos eletrônicos.
Com total de 100 mil doações de computadores ao longo dos anos, a Caixa Econômica Federal é o principal parceiro do projeto.
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Baixar áudioDesde a criação do programa Computadores para Inclusão, em 2010, o estado de Rondônia recebeu 506 computadores em 44 pontos de inclusão digital. Os principais locais de doação da iniciativa do Ministério das Comunicações são associações, escolas públicas e projetos voltados ao letramento digital e à capacitação em informática.
No Brasil, o programa já entregou 70 mil computadores, com impacto estimado em mais de 700 mil pessoas. Segundo o ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho, de forma prioritária, a ação visa abrir oportunidades de emprego e renda.
“Estamos colocando essas pessoas no mercado de trabalho qualificado; além de gerar inclusão, avançamos na construção da soberania digital do nosso país, com mão de obra de qualidade. O programa Computadores para Inclusão tem uma missão clara: transformar tecnologia que não teria uso em oportunidade para a juventude e toda comunidade. Equipamentos que seriam descartados viram ferramentas de aprendizado, lazer e trabalho”, disse o ministro.
Presente em todos os estados do país, o programa tem como base a economia circular: equipamentos obsoletos de órgãos públicos são encaminhados aos Centros de Recondicionamento de Computadores (CRCs), reformados e doados a escolas públicas, associações, centros socioeducativos, penitenciárias, comunidades indígenas e quilombolas, além de áreas rurais e remotas. Os alunos dos cursos de capacitação dos CRCs fazem a recuperação das máquinas.
De acordo com o MCom, o programa já evitou o descarte de mais de 1,2 milhão de equipamentos, o que corresponde a 11 mil toneladas de resíduos eletrônicos.
Com total de 100 mil doações de computadores ao longo dos anos, a Caixa Econômica Federal é o principal parceiro do projeto.
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Baixar áudioDesde a criação do programa Computadores para Inclusão, em 2010, o Amazonas recebeu 1.100 computadores em 56 pontos de inclusão digital. Os principais locais de doação da iniciativa do Ministério das Comunicações (MCom) são associações, escolas públicas e projetos voltados ao letramento digital e à capacitação em informática. No período, o programa formou 2.865 pessoas no estado.
No Brasil, o Computadores para Inclusão já entregou 70 mil máquinas, com impacto estimado em mais de 700 mil pessoas. Segundo o ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho, de forma prioritária, a ação visa abrir oportunidades de emprego e renda.
“Estamos colocando essas pessoas no mercado de trabalho qualificado; além de gerar inclusão, avançamos na construção da soberania digital do nosso país, com mão de obra de qualidade. O programa Computadores para Inclusão tem uma missão clara: transformar tecnologia que não teria uso em oportunidade para a juventude e toda comunidade. Equipamentos que seriam descartados viram ferramentas de aprendizado, lazer e trabalho”, disse o ministro.
Reciclagem
Presente em todos os estados do país, o programa tem como base a economia circular: equipamentos obsoletos de órgãos públicos são encaminhados aos Centros de Recondicionamento de Computadores (CRCs), reformados e doados a escolas públicas, associações, centros socioeducativos, penitenciárias, comunidades indígenas e quilombolas, além de áreas rurais e remotas. Os alunos dos cursos de capacitação dos CRCs fazem a recuperação das máquinas.
De acordo com o MCom, o programa já evitou o descarte de mais de 1,2 milhão de equipamentos, o que corresponde a 11 mil toneladas de resíduos eletrônicos.
Com total de 100 mil doações de computadores ao longo dos anos, a Caixa Econômica Federal é o principal parceiro do projeto.
Copiar o textoProjeto do MCom já beneficiou 700 mil pessoas em todo o país
Baixar áudioDesde a criação do programa Computadores para Inclusão, em 2010, o estado de Roraima recebeu 261 computadores em 20 pontos de inclusão digital. Os principais locais de doação da iniciativa do Ministério das Comunicações são associações, escolas públicas e projetos voltados ao letramento digital e à capacitação em informática. No período, o programa formou 200 pessoas no estado.
No Brasil, o programa já entregou 70 mil computadores, com impacto estimado em mais de 700 mil pessoas. Segundo o ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho, de forma prioritária, a ação visa abrir oportunidades de emprego e renda.
“Estamos colocando essas pessoas no mercado de trabalho qualificado; além de gerar inclusão, avançamos na construção da soberania digital do nosso país, com mão de obra de qualidade. O programa Computadores para Inclusão tem uma missão clara: transformar tecnologia que não teria uso em oportunidade para a juventude e toda comunidade. Equipamentos que seriam descartados viram ferramentas de aprendizado, lazer e trabalho”, disse o ministro.
Presente em todos os estados do país, o programa tem como base a economia circular: equipamentos obsoletos de órgãos públicos são encaminhados aos Centros de Recondicionamento de Computadores (CRCs), reformados e doados a escolas públicas, associações, centros socioeducativos, penitenciárias, comunidades indígenas e quilombolas, além de áreas rurais e remotas. Os alunos dos cursos de capacitação dos CRCs fazem a recuperação das máquinas.
De acordo com o MCom, o programa já evitou o descarte de mais de 1,2 milhão de equipamentos, o que corresponde a 11 mil toneladas de resíduos eletrônicos.
Com total de 100 mil doações de computadores ao longo dos anos, a Caixa Econômica Federal é o principal parceiro do projeto.
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Baixar áudioDesde a criação do programa Computadores para Inclusão, em 2010, o Maranhão recebeu 10.717 computadores em 885 pontos de inclusão digital. O estado lidera o número de doações feitas pelo Ministério das Comunicações (MCom) a associações, escolas públicas e projetos voltados ao letramento digital e à capacitação em informática. No período, o programa formou 622 pessoas no estado.
No Brasil, o Computadores para Inclusão já entregou 70 mil máquinas, com impacto estimado em mais de 700 mil pessoas. Segundo o ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho, de forma prioritária, a ação visa abrir oportunidades de emprego e renda.
“Estamos colocando essas pessoas no mercado de trabalho qualificado; além de gerar inclusão, avançamos na construção da soberania digital do nosso país, com mão de obra de qualidade. O programa Computadores para Inclusão tem uma missão clara: transformar tecnologia que não teria uso em oportunidade para a juventude e toda comunidade. Equipamentos que seriam descartados viram ferramentas de aprendizado, lazer e trabalho”, disse o ministro.
Reciclagem
Presente em todos os estados do país, o programa tem como base a economia circular: equipamentos obsoletos de órgãos públicos são encaminhados aos Centros de Recondicionamento de Computadores (CRCs), reformados e doados a escolas públicas, associações, centros socioeducativos, penitenciárias, comunidades indígenas e quilombolas, além de áreas rurais e remotas. Os alunos dos cursos de capacitação dos CRCs fazem a recuperação das máquinas.
De acordo com o MCom, o programa já evitou o descarte de mais de 1,2 milhão de equipamentos, o que corresponde a 11 mil toneladas de resíduos eletrônicos.
Com total de 100 mil doações de computadores ao longo dos anos, a Caixa Econômica Federal é o principal parceiro do projeto.
Copiar o textoProjeto do MCom já beneficiou 700 mil pessoas em todo o país
Baixar áudioDesde a criação do programa Computadores para Inclusão, em 2010, o estado de Santa Catarina recebeu 421 computadores em 35 pontos de inclusão digital. Os principais locais de doação da iniciativa do Ministério das Comunicações são associações, escolas públicas e projetos voltados ao letramento digital e à capacitação em informática.
No Brasil, o programa já entregou 70 mil computadores, com impacto estimado em mais de 700 mil pessoas. Segundo o ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho, de forma prioritária, a ação visa abrir oportunidades de emprego e renda.
“Estamos colocando essas pessoas no mercado de trabalho qualificado; além de gerar inclusão, avançamos na construção da soberania digital do nosso país, com mão de obra de qualidade. O programa Computadores para Inclusão tem uma missão clara: transformar tecnologia que não teria uso em oportunidade para a juventude e toda comunidade. Equipamentos que seriam descartados viram ferramentas de aprendizado, lazer e trabalho”, disse o ministro.
Presente em todos os estados do país, o programa tem como base a economia circular: equipamentos obsoletos de órgãos públicos são encaminhados aos Centros de Recondicionamento de Computadores (CRCs), reformados e doados a escolas públicas, associações, centros socioeducativos, penitenciárias, comunidades indígenas e quilombolas, além de áreas rurais e remotas. Os alunos dos cursos de capacitação dos CRCs fazem a recuperação das máquinas.
De acordo com o MCom, o programa já evitou o descarte de mais de 1,2 milhão de equipamentos, o que corresponde a 11 mil toneladas de resíduos eletrônicos.
Com total de 100 mil doações de computadores ao longo dos anos, a Caixa Econômica Federal é o principal parceiro do projeto.
Copiar o textoProjeto do MCom já beneficiou 700 mil pessoas em todo o país
Baixar áudioDesde a criação do programa Computadores para Inclusão, em 2010, o Mato Grosso do Sul recebeu 1.399 computadores em 145 pontos de inclusão digital. Os principais locais de doação da iniciativa do Ministério das Comunicações (Mcom) são associações, escolas públicas e projetos voltados ao letramento digital e à capacitação em informática. No período, o programa formou 3.148 pessoas no estado.
No Brasil, o Computadores para Inclusão já entregou 70 mil máquinas, com impacto estimado em mais de 700 mil pessoas. Segundo o ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho, de forma prioritária, a ação visa abrir oportunidades de emprego e renda.
“Estamos colocando essas pessoas no mercado de trabalho qualificado; além de gerar inclusão, avançamos na construção da soberania digital do nosso país, com mão de obra de qualidade. O programa Computadores para Inclusão tem uma missão clara: transformar tecnologia que não teria uso em oportunidade para a juventude e toda comunidade. Equipamentos que seriam descartados viram ferramentas de aprendizado, lazer e trabalho”, disse o ministro.
Reciclagem
Presente em todos os estados do país, o programa tem como base a economia circular: equipamentos obsoletos de órgãos públicos são encaminhados aos Centros de Recondicionamento de Computadores (CRCs), reformados e doados a escolas públicas, associações, centros socioeducativos, penitenciárias, comunidades indígenas e quilombolas, além de áreas rurais e remotas. Os alunos dos cursos de capacitação dos CRCs fazem a recuperação das máquinas.
De acordo com o MCom, o programa já evitou o descarte de mais de 1,2 milhão de equipamentos, o que corresponde a 11 mil toneladas de resíduos eletrônicos.
Com total de 100 mil doações de computadores ao longo dos anos, a Caixa Econômica Federal é o principal parceiro do projeto.
Copiar o textoProjeto do MCom já beneficiou 700 mil pessoas em todo o país
Baixar áudioDesde a criação do programa Computadores para Inclusão, em 2010, o estado de São Paulo recebeu 5.184 computadores em 325 pontos de inclusão digital. Os principais locais de doação da iniciativa do Ministério das Comunicações são associações, escolas públicas e projetos voltados ao letramento digital e à capacitação em informática. No período, o programa formou 7.536 pessoas no estado.
No Brasil, o programa já entregou 70 mil computadores, com impacto estimado em mais de 700 mil pessoas. Segundo o ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho, de forma prioritária, a ação visa abrir oportunidades de emprego e renda.
“Estamos colocando essas pessoas no mercado de trabalho qualificado; além de gerar inclusão, avançamos na construção da soberania digital do nosso país, com mão de obra de qualidade. O programa Computadores para Inclusão tem uma missão clara: transformar tecnologia que não teria uso em oportunidade para a juventude e toda comunidade. Equipamentos que seriam descartados viram ferramentas de aprendizado, lazer e trabalho”, disse o ministro.
Presente em todos os estados do país, o programa tem como base a economia circular: equipamentos obsoletos de órgãos públicos são encaminhados aos Centros de Recondicionamento de Computadores (CRCs), reformados e doados a escolas públicas, associações, centros socioeducativos, penitenciárias, comunidades indígenas e quilombolas, além de áreas rurais e remotas. Os alunos dos cursos de capacitação dos CRCs fazem a recuperação das máquinas.
De acordo com o MCom, o programa já evitou o descarte de mais de 1,2 milhão de equipamentos, o que corresponde a 11 mil toneladas de resíduos eletrônicos.
Com total de 100 mil doações de computadores ao longo dos anos, a Caixa Econômica Federal é o principal parceiro do projeto.
Copiar o textoProjeto do MCom já beneficiou 700 mil pessoas em todo o país
Baixar áudioDesde a criação do programa Computadores para Inclusão, em 2010, o Pará recebeu 3.876 computadores em 325 pontos de inclusão digital. Os principais locais de doação da iniciativa do Ministério das Comunicações (MCom) são associações, escolas públicas e projetos voltados ao letramento digital e à capacitação em informática. No período, o programa formou 4.616 pessoas no estado.
No Brasil, o Computadores para Inclusão já entregou 70 mil máquinas, com impacto estimado em mais de 700 mil pessoas. Segundo o ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho, de forma prioritária, a ação visa abrir oportunidades de emprego e renda.
“Estamos colocando essas pessoas no mercado de trabalho qualificado; além de gerar inclusão, avançamos na construção da soberania digital do nosso país, com mão de obra de qualidade. O programa Computadores para Inclusão tem uma missão clara: transformar tecnologia que não teria uso em oportunidade para a juventude e toda comunidade. Equipamentos que seriam descartados viram ferramentas de aprendizado, lazer e trabalho”, disse o ministro.
Reciclagem
Presente em todos os estados do país, o programa tem como base a economia circular: equipamentos obsoletos de órgãos públicos são encaminhados aos Centros de Recondicionamento de Computadores (CRCs), reformados e doados a escolas públicas, associações, centros socioeducativos, penitenciárias, comunidades indígenas e quilombolas, além de áreas rurais e remotas. Os alunos dos cursos de capacitação dos CRCs fazem a recuperação das máquinas.
De acordo com o MCom, o programa já evitou o descarte de mais de 1,2 milhão de equipamentos, o que corresponde a 11 mil toneladas de resíduos eletrônicos.
Com total de 100 mil doações de computadores ao longo dos anos, a Caixa Econômica Federal é o principal parceiro do projeto.
Copiar o textoProjeto do MCom já beneficiou 700 mil pessoas em todo o país
Baixar áudioDesde a criação do programa Computadores para Inclusão, em 2010, o estado de Sergipe recebeu 759 computadores em 91 pontos de inclusão digital. Os principais locais de doação da iniciativa do Ministério das Comunicações são associações, escolas públicas e projetos voltados ao letramento digital e à capacitação em informática. No período, o programa formou 2.694 pessoas no estado.
No Brasil, o programa já entregou 70 mil computadores, com impacto estimado em mais de 700 mil pessoas. Segundo o ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho, de forma prioritária, a ação visa abrir oportunidades de emprego e renda.
“Estamos colocando essas pessoas no mercado de trabalho qualificado; além de gerar inclusão, avançamos na construção da soberania digital do nosso país, com mão de obra de qualidade. O programa Computadores para Inclusão tem uma missão clara: transformar tecnologia que não teria uso em oportunidade para a juventude e toda comunidade. Equipamentos que seriam descartados viram ferramentas de aprendizado, lazer e trabalho”, disse o ministro.
Presente em todos os estados do país, o programa tem como base a economia circular: equipamentos obsoletos de órgãos públicos são encaminhados aos Centros de Recondicionamento de Computadores (CRCs), reformados e doados a escolas públicas, associações, centros socioeducativos, penitenciárias, comunidades indígenas e quilombolas, além de áreas rurais e remotas. Os alunos dos cursos de capacitação dos CRCs fazem a recuperação das máquinas.
De acordo com o MCom, o programa já evitou o descarte de mais de 1,2 milhão de equipamentos, o que corresponde a 11 mil toneladas de resíduos eletrônicos.
Com total de 100 mil doações de computadores ao longo dos anos, a Caixa Econômica Federal é o principal parceiro do projeto.
Copiar o textoProjeto do MCom já beneficiou 700 mil pessoas em todo o país
Baixar áudioDesde a criação do programa Computadores para Inclusão, em 2010, Minas Gerais recebeu 8.777 computadores em 837 pontos de inclusão digital. Os principais locais de doação da iniciativa do Ministério das Comunicações (MCom) são associações, escolas públicas e projetos voltados ao letramento digital e à capacitação em informática. No período, o programa formou 17.591 pessoas no estado.
No Brasil, o Computadores para Inclusão já entregou 70 mil máquinas, com impacto estimado em mais de 700 mil pessoas. Segundo o ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho, de forma prioritária, a ação visa abrir oportunidades de emprego e renda.
“Estamos colocando essas pessoas no mercado de trabalho qualificado; além de gerar inclusão, avançamos na construção da soberania digital do nosso país, com mão de obra de qualidade. O programa Computadores para Inclusão tem uma missão clara: transformar tecnologia que não teria uso em oportunidade para a juventude e toda comunidade. Equipamentos que seriam descartados viram ferramentas de aprendizado, lazer e trabalho”, disse o ministro.
Reciclagem
Presente em todos os estados do país, o programa tem como base a economia circular: equipamentos obsoletos de órgãos públicos são encaminhados aos Centros de Recondicionamento de Computadores (CRCs), reformados e doados a escolas públicas, associações, centros socioeducativos, penitenciárias, comunidades indígenas e quilombolas, além de áreas rurais e remotas. Os alunos dos cursos de capacitação dos CRCs fazem a recuperação das máquinas.
De acordo com o MCom, o programa já evitou o descarte de mais de 1,2 milhão de equipamentos, o que corresponde a 11 mil toneladas de resíduos eletrônicos.
Com total de 100 mil doações de computadores ao longo dos anos, a Caixa Econômica Federal é o principal parceiro do projeto.
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Baixar áudioO cidadão que se encontra em situação de vulnerabilidade ou risco social tem o direito de ser amparado pelo Sistema Único de Assistência Social (SUAS). Essa política pública, vinculada ao Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS), é responsável por organizar e executar os serviços de acolhimento social em todo o país.
Os Centros de Referência de Assistência Social (CRAS) são a principal porta de entrada para o SUAS e atuam na orientação, acolhimento e encaminhamento da população às ações ofertadas pelo sistema. Em 2024, os CRAS realizaram cerca de 40 milhões de atendimentos e contabilizaram aproximadamente 220 mil pessoas acolhidas institucionalmente, conforme dados da Pasta.
O SUAS está presente em cerca de 99% dos municípios brasileiros, com ao menos uma unidade do CRAS em funcionamento. Segundo o MDS, existem mais de 8 mil centros distribuídos pelo país. Para facilitar a localização dessas unidades, o ministério disponibiliza o Mapa Social, uma ferramenta pública e interativa que reúne informações sobre os principais locais da rede socioassistencial em todo o território nacional.
| UFs | Quantidade de CRAS | % do total |
|---|---|---|
| Acre | 29 | 0,3% |
| Alagoas | 141 | 1,6% |
| Amazonas | 96 | 1,1% |
| Amapá | 22 | 0,3% |
| Bahia | 652 | 7,6% |
| Ceará | 408 | 4,8% |
| Distrito Federal | 32 | 0,4% |
| Espírito Santo | 156 | 1,8% |
| Goiás | 281 | 3,3% |
| Maranhão | 322 | 3,8% |
| Minas Gerais | 1.190 | 13,9% |
| Mato Grosso do Sul | 134 | 1,6% |
| Mato Grosso | 164 | 1,9% |
| Pará | 269 | 3,1% |
| Paraíba | 271 | 3,2% |
| Pernambuco | 348 | 4,1% |
| Piauí | 274 | 3,2% |
| Paraná | 570 | 6,7% |
| Rio de Janeiro | 478 | 5,6% |
| Rio Grande do Norte | 222 | 2,6% |
| Rondônia | 62 | 0,7% |
| Roraima | 22 | 0,3% |
| Rio Grande do Sul | 564 | 6,6% |
| Santa Catarina | 394 | 4,6% |
| Sergipe | 107 | 1,3% |
| São Paulo | 1.185 | 13,9% |
| Tocantins | 153 | 1,8% |
Nos CRAS, a população é atendida pelo Serviço de Proteção e Atendimento Integral à Família (PAIF), que consiste em um trabalho social continuado com as famílias, com o objetivo de:
Além de acolher, orientar e realizar o acompanhamento das famílias, os centros operacionalizam o registro do Cadastro Único (CadÚnico), instrumento que garante o acesso a programas sociais como o Bolsa Família e o Benefício de Prestação Continuada (BPC). No CRAS, também é possível:
De acordo com Rosilene Rocha, gerente de projeto da Secretaria Nacional de Assistência Social (SNAS), “o CRAS faz uma espécie de prevenção e mobilização: mobilização para as situações de risco e prevenção para que não se instalem vulnerabilidades nas famílias e comunidades”.
A gestora reforça que todo e qualquer cidadão brasileiro pode acessar o SUAS. Segundo ela, é comum que a assistência social seja confundida apenas com o atendimento à população de baixa renda. No entanto, a política atende tanto às pessoas em situação de pobreza quanto àquelas que se encontram em diferentes contextos de vulnerabilidade social. “Quem demandar, a porta tem que estar aberta”, destaca.
Rocha acrescenta que, embora haja priorização das famílias de baixa renda, em razão do elevado nível de desigualdade social existente no Brasil, a vulnerabilidade social é distinta da pobreza. “Há, por exemplo, mulheres de classe média que sofrem violência doméstica, situação que as coloca em vulnerabilidade”, explica.
No Brasil há oito anos, a imigrante venezuelana Zuleika Del Valle Viloria, de 34 anos, moradora de São José dos Pinhais (PR), acessou os serviços do CRAS após enfrentar uma situação de vulnerabilidade social, sem rede de apoio familiar e com dificuldades de inserção no mercado de trabalho.
Beneficiária do Bolsa Família, Zuleika relata que o atendimento recebido foi fundamental para garantir proteção ao filho de 10 anos. “A minha vida tem um antes e um depois de ter conhecido a assistência social”, afirma.
A partir do acompanhamento pelo SUAS, ela passou a participar de atividades culturais e socioeducativas e a integrar os espaços de controle social da política de assistência. Zuleika foi eleita delegada dos usuários e, posteriormente, tornou-se a primeira usuária escolhida para representar São José dos Pinhais no Conselho Estadual de Assistência Social do Paraná, com apoio majoritário de pessoas em situação de rua.
Atualmente, segue como usuária da rede socioassistencial, atua como cantora em eventos públicos e se prepara para retomar a graduação em Jornalismo. Segundo Zuleika, a assistência social é um caminho de apoio para quem enfrenta situações de vulnerabilidade: “aos adolescentes e às pessoas que enfrentam problemas com bebida ou drogas, que ainda têm a esperança de sair dessa situação ou que precisam de alguém, procurem o CRAS. Lá, vocês vão receber o encaminhamento necessário e vão perceber que não estão sozinhos”.
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Copiar o textoSaiba o que pode ser e os tratamentos
Baixar áudioA coceira anal, conhecida como prurido anal, é comum, mas poucas pessoas falam sobre o assunto. “As principais causas vão desde má higiene, verminose (como oxiúros), hemorroidas e fissuras até infecções fúngicas,” explica a coloproctologista Dra. Beatriz Azevedo.
O uso excessivo de papel higiênico e pomadas sem orientação pode piorar ainda mais a situação. Para aliviar e prevenir:
Se o problema persistir, procure um coloproctologista para avaliação adequada.
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Copiar o textoCinco dos oito grupos de despesas tiveram variações positivas frente à 3ª quadrissemana
Baixar áudioDivulgado nesta segunda-feira (2) pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), o Índice de Preços ao Consumidor - Semanal (IPC-S) da quarta quadrissemana de janeiro subiu 0,59% e acumula variação de 4,60% nos últimos 12 meses.
Cinco das oito classes de despesas que compõem o índice apresentaram aumento nas suas taxas de variação. A maior contribuição para o resultado do IPC-S veio do grupo Transportes — cuja variação passou de um crescimento de 0,86% na terceira quadrissemana de janeiro para um de 1,18% na quarta —, seguido por Habitação (0,06% para 0,23%), Despesas Diversas (0,19% para 0,23%), Saúde e Cuidados Pessoais (0,44% para 0,46%) e Educação, Leitura e Recreação (1,14% para 1,16%).
Enquanto os grupos Alimentação e Comunicação repetiram as taxas de variação da última apuração, de 0,70% e 0,00%, respectivamente, o grupo Vestuário foi o único a apresentar recuo, de -0,39% para -0,62%.
O IPC-S atua como um medidor a curto prazo da inflação para famílias de renda entre um e 33 salários mínimos, e pode auxiliar na identificação de tendências. O período avaliado pelo índice corresponde às quatro semanas entre os dias 31 de dezembro de 2025 e 31 de janeiro de 2026.
Com informações da FGV.
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O estado do Rio de Janeiro mantém a liderança na produção de gás natural no Brasil. De acordo com a 8ª edição do relatório Perspectivas do Gás no Rio 2025-2026, elaborado pela Firjan SENAI SESI, o estado responde por 75% de todo o volume produzido no país, com uma produção diária de 137 milhões de metros cúbicos, resultado 20% superior ao registrado no ano anterior.
O estudo aponta que o mercado de gás natural atravessa uma transformação estrutural, impulsionada pelos cinco anos da Nova Lei do Gás, por avanços regulatórios, novos investimentos em infraestrutura e pela adoção de modelos de negócio mais flexíveis, incluindo novos contratos e o uso do biogás.
Nesse contexto, o Rio de Janeiro se consolida como o principal polo de movimentação e processamento de gás natural do Brasil. O relatório reforça que o gás natural deixou de ser apenas um insumo energético e passou a ocupar papel central na competitividade industrial e na segurança energética nacional.
Um dos principais desafios do setor é ampliar o aproveitamento do gás produzido internamente. Os dados indicam que, proporcionalmente, uma parcela menor da produção chegou ao mercado em 2025 quando comparada a 2021, passando de 42% para 33%.
Esse movimento não representa retrocesso na oferta, mas sim um crescimento da produção em ritmo superior ao da disponibilização ao mercado.
A entrada em operação do gasoduto Rota 3 e da Unidade de Processamento de Gás Natural (UPGN) do Complexo Boaventura foi determinante para ampliar o volume de gás nacional ofertado, revertendo a tendência de queda observada nos últimos anos.
Evolução do gás nacional disponível:
A Firjan SENAI SESI destaca que a redução dos preços do gás natural é essencial para ampliar a competitividade da indústria. A formação do preço final envolve toda a cadeia, da produção à distribuição, exigindo equilíbrio entre modicidade tarifária e retorno adequado aos investimentos.
No Rio de Janeiro, a composição do preço ao consumidor industrial é estimada em:
A federação ressalta a importância de iniciativas que promovam a redução de custos em todas essas etapas, de forma coordenada, para fortalecer a competitividade do setor produtivo e garantir segurança jurídica aos investimentos.
Copiar o textoSegmentos otimistas em janeiro somam apenas nove e se concentram nas regiões Nordeste e Centro-Oeste
Baixar áudioO Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI) mostra que o número de segmentos industriais otimistas em janeiro de 2026 subiu de sete para nove em relação a dezembro do ano passado. Apesar do avanço, 20 setores industriais estão pessimistas. Os dados foram divulgados pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).
Os dados sinalizam uma melhora no sentimento dos empresários no início do ano. Porém, a especialista em Políticas e Indústria da CNI, Larissa Nocko, analisa que os resultados de janeiro não trazem mudanças significativas em comparação ao que foi observado na falta de confiança ao longo de 2025.
“Ainda é cedo para enxergar uma reversão desse quadro, uma vez que, embora o índice geral de confiança do empresário industrial tenha mostrado um avanço na passagem de dezembro de 2025 para janeiro de 2026, o estado geral continua sendo de falta de confiança. Então, ainda seria muito precoce apostar em uma continuidade, uma vez que o cenário não mudou de forma relevante em janeiro, na comparação com o que se apresentou ao longo de 2025 como um todo”, diz.
O ICEI varia de 0 a 100 pontos. Os valores acima de 50 pontos indicam confiança do empresário. Já os valores abaixo de 50 demonstram falta de confiança do empresário.
O índice de confiança da indústria caiu em 15 dos 29 setores industriais analisados, enquanto 14 setores registraram avanço em janeiro de 2026. Os resultados mostram que quatro setores passaram do cenário de falta de confiança para confiança e que dois setores fizeram a transição contrária, de confiança para falta de confiança.
O ICEI Setorial aponta que quatro setores estão com o menor índice de otimismo em janeiro. Entre os setores menos confiantes estão: Metalurgia (43,7 pontos); Couros e artefatos de couro (44,9 pontos); Celulose e papel (45 pontos); Vestuário e acessórios (45,5 pontos).
Já os setores mais confiantes, com índice acima de 50, são:
Entre as pequenas indústrias, o ICEI continuou em 47,9 pontos. Em relação às de médio porte, o indicador subiu 0,7 ponto, para 49 pontos. Já entre as grandes empresas, o índice subiu 0,4 ponto, para 49,5 pontos. Apesar dos avanços, todos os portes de empresa continuam abaixo dos 50 pontos. Conforme a CNI, o fenômeno indica que os empresários seguem pessimistas.
A publicação destaca que a falta de confiança tem se tornado menos intensa e disseminada entre as médias e grandes empresas.
O cenário com predominância da falta de confiança entre os industriais também é observado no recorte por região geográfica. A região Nordeste foi a única a demonstrar confiança durante todo o ano de 2025 e manteve a maior alta do ICEI em janeiro de 2026, com avanço de 1,4 ponto, chegando aos 55,1 pontos. Já entre as indústrias localizadas no Centro-Oeste, o ICEI subiu 0,7 ponto, para 51,4 pontos.
Em contrapartida, os empresários das demais regiões do país seguem sem confiança. No Sul o pessimismo é mais intenso. Entre os sulistas, o ICEI subiu 0,6 pontos, para 46,4 pontos. O Sudeste, por sua vez, teve alta sutil de 0,1 ponto, atingindo 47,3 pontos.
A única região que apresentou variação negativa de 0,1 ponto foi a Região Norte, cujo ICEI alcançou 48,7 pontos. De acordo com o levantamento, o Norte do país apresenta falta de confiança há seis meses.
Na atual edição do ICEI Setorial, a CNI consultou 1.642 empresas, sendo 671 de pequeno porte; 587 de médio porte; e 384 de grande porte, entre 5 e 14 de janeiro de 2026.
Copiar o textoMinistro defendeu a corte e individualizou condutas na abertura do Ano Judiciário de 2026
Baixar áudio“O protagonismo tem seus ônus e efeitos para a legitimidade institucional. Os ministros respondem pelas escolhas que fazem, as decisões que nós todos tomamos, os casos que priorizamos, a forma como nos comunicamos, tudo isso importa.”
Foi com essa declaração que o presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Edson Fachin, deu início ao ano judiciário em 2026. A fala ocorre em meio à acusações de parcialidade e decisões contraditórias de alguns integrantes da Suprema Corte brasileira, principalmente dos ministros Dias Toffoli e Alexandre de Moraes, envolvidos nas investigações da fraude bilionária relacionada ao Banco Master, liquidado no fim do ano passado pelo Banco Central.
Diante desse panorama, Fachin defendeu publicamente a criação do Código de Ética e de Conduta para o STF. Segundo o ministro, esse é o projeto central de sua gestão à frente da Corte, que terá a relatoria da ministra Carmen Lúcia, e é essencial para arrefecer a disputa entre os Poderes da República.
“A questão é a de saber se chegou a hora de o Tribunal sinalizar, por seus atos próprios, que o momento é outro. Minha convicção é que esse momento chegou. A fase agora é a da retomada plena da construção institucional de longo prazo. Cabe então refletir sobre a causa, e não apenas quanto aos sintomas”, avaliou o presidente do STF.
As eleições de 2026 também ganharam menção do magistrado. Fachin exaltou a condução dos últimos pleitos pela Justiça Eleitoral, com foco no combate às informações falsas, e instruiu à Justiça se manter equidistante de quaisquer posições políticas.
“Se os tempos exigerem mais de nós, sejamos maiores que os desafios. Enquanto a magistratura brasileira permanecer íntegra e firme, a democracia permanecerá em pé com plena legitimidade”, finalizou Fachin.
A cerimônia contou com a presença dos chefes dos outros dois poderes da República: o presidente do Executivo, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), e os do Legislativo: Davi Alcolumbre (União-AP), presidente do Senado Federal, e Hugo Motta (Republicanos-PB), da Câmara dos Deputados.
Os demais 9 ministros titulares do STF também marcaram presença, além de Jorge Messias, indicado por Lula para substituir o aposentado Luís Roberto Barroso e que deve ser sabatinado pelo Senado nas próximas semanas.
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Baixar áudioOs trabalhos do Poder Legislativo tiveram início nesta segunda-feira (2) com uma sessão solene conjunta entre deputados e senadores. O ano de 2026 marca os 200 anos da primeira sessão legislativa do Brasil, marco que foi ressaltado tanto pelo presidente do Congresso Nacional e do Senado Federal, Davi Alcolumbre (União-AP), quanto pelo mandatário da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB).
No seu discurso, Alcolumbre defendeu o Legislativo como o poder da pacificação de conflitos, mas ressaltou que essa postura não significa omissão. “Este é o compromisso que assumo como Presidente do Congresso Nacional: não ampliar conflitos, mas ajudar a resolvê-los; não estimular extremismos, mas construir consensos possíveis; não fugir das tensões próprias da vida democrática, mas tratá-las com seriedade e com maturidade.”
Minutos antes, foi Hugo Motta quem fez uso da palavra. O paraibano anunciou as matérias prioritárias, acordadas com os líderes partidários, para discussão neste ano, que deve ser concentrado no primeiro semestre devido às eleições. Entre elas os pacotes de combate ao crime organizado, a PEC da Escala 6x1 e a ratificação do acordo União Europeia-Mercosul. “Conto com os nobres pares para fazermos de 2026 um ano de serenidade, de firmeza institucional e de entregas concretas”, concluiu Motta.
O primeiro ato foi a leitura da mensagem do Poder Executivo com as entregas de 2025 e as prioridades para 2026. O texto foi apresentado pelo ministro da Casa Civil, Rui Costa (PT-BA), e lido pelo 1º Secretário-Geral da Mesa da Câmara dos Deputados, deputado Carlos Veras (PT-BA).
Os pontos destacados:
Para 2026, a Presidência da República alega estar comprometida com a responsabilidade fiscal e promete seguir investindo no desenvolvimento do país, com maior atração de capital exterior e aumento da renda das famílias. No âmbito do Legislativo, o Palácio do Planalto compartilha a priorização do combate ao crime organizado, com a PEC da Segurança Pública e o PL Antifacção, bem como a PEC da Escala 6x1 sem redução de salário, a regulação do trabalho por aplicativos e o esforço nacional para conter a onda de feminicídios.
Após realizar a abertura do Ano Judiciário, o presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Edson Fachin, também compareceu à cerimônia do Legislativo. A intenção foi passar uma mensagem de união institucional com os demais poderes, além de se colocar à disposição para trabalhar nas questões de interesse nacional.
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