VoltarO volume total negociado na B3 foi de R$ 28.667.742.658, em meio a 3.804.240 de negócios
Baixar áudioO Ibovespa fechou o pregão desta terça-feira (25) em alta de 1,61%, aos 174.667,94 pontos, após oscilar ao longo do dia.
Pela manhã, o principal índice da Bolsa brasileira chegou a recuar 0,08%, pressionado principalmente pelas ações da Petrobras. Naquele momento, os papéis da Vale avançavam 0,10%, enquanto as ações de bancos também registravam alta. Bradesco PN subia 0,55%, Banco do Brasil avançava 0,65% e BTG Pactual ganhava 1,52%.
O desempenho da Vale foi favorecido pelo minério de ferro, enquanto o setor financeiro contribuiu para sustentar o índice. Já as ações da Petrobras operaram em queda durante a manhã, acompanhando a baixa dos preços do petróleo no mercado internacional.
Ações em alta no Ibovespa
Ações em queda no Ibovespa
O volume total negociado na B3 foi de R$ 28.667.742.658, em meio a 3.804.240 de negócios.
Os dados da bolsa podem ser consultados no site da B3.
O Ibovespa (Índice Bovespa) é o principal indicador do mercado acionário brasileiro. Calculado pela B3, ele reflete a média do desempenho das ações mais negociadas na bolsa, com base em critérios de volume e liquidez. O índice é composto por uma carteira teórica de ativos, que representa cerca de 80% do volume financeiro total negociado no mercado.
A B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) é a bolsa de valores oficial do Brasil, sediada em São Paulo. É responsável pela negociação de ações, derivativos, títulos públicos e privados, câmbio e outros ativos financeiros. A B3 está entre as maiores bolsas do mundo em infraestrutura e valor de mercado.
Copiar o textoO euro, por sua vez, encerrou o pregão cotado a R$ 6,00
Baixar áudioO dólar encerrou a sessão desta terça-feira (25) cotado a R$ 5,14. A moeda operou próxima da estabilidade no fim da manhã, cotada a R$ 5,15, depois de abrir o pregão em leve alta. O movimento ocorreu em meio à queda dos preços do petróleo e a um cenário mais favorável nos mercados internacionais.
No exterior, investidores avaliam que as sanções dos Estados Unidos contra o Irã têm como objetivo ampliar a pressão por negociações, sem indicar, neste momento, uma intensificação do conflito. A percepção reduz parte das preocupações com uma escalada das tensões no Oriente Médio e contribui para um ambiente de maior busca por risco nos mercados.
O índice DXY, que mede a força do dólar frente a outras moedas globais, fechou aos 99,01 pontos.
O euro, por sua vez, encerrou o pregão cotado a R$ 6,04.
A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.
| Código | BRL | USD | EUR | GBP | JPY | CHF | CAD | AUD |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| BRL | 1 | 0,1944 | 0,1664 | 0,1423 | 30,9390 | 0,1557 | 0,2689 | 0,2711 |
| USD | 5,1423 | 1 | 0,8564 | 0,7325 | 159,18 | 0,8011 | 1,3834 | 1,3951 |
| EUR | 6,0096 | 1,1676 | 1 | 0,8553 | 185,87 | 0,9354 | 1,6153 | 1,6290 |
| GBP | 7,0212 | 1,3653 | 1,1692 | 1 | 217,32 | 1,0937 | 1,8886 | 1,9048 |
| JPY | 3,23203 | 0,628239 | 0,53804 | 0,460162 | 1 | 0,5033 | 0,86908 | 0,87650 |
| CHF | 6,4221 | 1,2483 | 1,0691 | 0,9143 | 198,70 | 1 | 1,7268 | 1,7416 |
| CAD | 3,7189 | 0,7229 | 0,6190 | 0,5295 | 115,07 | 0,5791 | 1 | 1,0085 |
| AUD | 3,6890 | 0,7168 | 0,6139 | 0,5250 | 114,09 | 0,5741 | 0,9916 | 1 |
Os dados são da Investing.com.
Copiar o textoO sorteio da Mega-Sena concurso 3049 acontece nesta terça-feira, 25 de agosto de 2026, a partir das 21h (horário de Brasília). Realizado pela Caixa Econômica Federal, o evento será transmitido ao vivo pelas redes oficiais. Acompanhe aqui a cobertura completa e confira os números assim que forem divulgados oficialmente.
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| Números apostados | Probabilidade de acertar 6 dezenas |
|---|---|
| 6 números | 1 em 50.063.860 |
| 7 números | 1 em 7.151.980 |
| 8 números | 1 em 1.787.995 |
| 9 números | 1 em 595.998 |
| 10 números | 1 em 238.399 |
| 15 números | 1 em 10.003 |
Para aumentar as chances de ganhar, é possível participar de bolões organizados pelas lotéricas ou formar um grupo de apostas. O valor mínimo por cota é de R$ 6,00, e o bolão pode ter de 2 a 100 cotas.
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Parte da arrecadação das apostas da Mega-Sena é destinada a programas sociais do governo federal, como:
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Baixar áudioA quarta-feira será de muitas nuvens e chuva em áreas do Paraná e de Santa Catarina. No Paraná, Curitiba terá mínima de 12 e máxima de 22°C, com chuva isolada pela manhã e pancadas de chuva e trovoadas durante a tarde. À noite, há possibilidade de novas pancadas de chuva.
Em Florianópolis, a temperatura varia entre 15 e 20°C. A previsão indica muitas nuvens e chuva isolada pela manhã, céu nublado à tarde e possibilidade de chuva isolada à noite.
No Rio Grande do Sul, o tempo fica mais estável. Porto Alegre terá poucas nuvens durante todo o dia, com temperaturas entre 11 e 23°C.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioNo Centro-Oeste, a quarta-feira será marcada pelo calor. Em Mato Grosso do Sul, a previsão indica muitas nuvens, chuva isolada pela manhã e pancadas de chuva com trovoadas à tarde e à noite.
Campo Grande terá mínima de 19°C e máxima de 33°C, enquanto Cuiabá pode registrar 25 a 38°C. Na capital mato-grossense, há previsão de muitas nuvens e chuva isolada durante a tarde e a noite.
Em Goiânia, a temperatura varia entre 24 e 34°C. O dia começa com poucas nuvens, mas o céu fica mais nublado à tarde, com possibilidade de chuva isolada durante a noite.
Brasília terá mínima de 19°C e máxima de 30°C. A previsão indica poucas nuvens pela manhã, muitas nuvens à tarde e possibilidade de chuva isolada à noite. A umidade relativa do ar pode variar entre 20% e 60%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA Região Sudeste terá uma quarta-feira com muitas nuvens e ocorrência de chuva em diferentes áreas. Em Minas Gerais, São Paulo e Rio de Janeiro, há previsão de pancadas de chuva, inclusive com trovoadas.
Belo Horizonte terá mínima de 15°C e máxima de 30 °C, com muitas nuvens pela manhã e pancadas de chuva isoladas à tarde e à noite. No Rio de Janeiro, a temperatura varia entre 17 e 26°C, com chuva isolada pela manhã e pancadas de chuva e trovoadas durante a tarde e a noite.
São Paulo terá mínima de 15°C e máxima de 22°C. A previsão indica muitas nuvens com chuva isolada pela manhã e pancadas de chuva e trovoadas à tarde e à noite.
Em Vitória, os termômetros ficam entre 20 e 26°C, com muitas nuvens e possibilidade de pancadas de chuva isoladas à tarde e de chuva com trovoadas durante a noite.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA Região Norte terá uma quarta-feira de muitas nuvens e ocorrência de chuva isolada em diferentes áreas. No Acre, Rondônia, Amazonas, Roraima, Amapá e Pará há previsão de períodos de instabilidade, principalmente durante a manhã, tarde e noite.
Em Boa Vista, a previsão indica muitas nuvens com pancadas de chuva isoladas ao longo do dia, com temperaturas entre 26 e 34°C. Em Manaus, a mínima será de 26°C e a máxima de 36°C, com chuva isolada pela manhã e possibilidade de chuva à noite.
Porto Velho terá temperaturas entre 25 e 38°C, com muitas nuvens e chuva isolada durante o dia. Em Rio Branco, os termômetros variam de 23 a 33°C, também com muitas nuvens e chuva isolada. Belém terá mínima de 24°C e máxima de 34°C, com chuva isolada à tarde e à noite. Macapá terá entre 25 e 32°C, com possibilidade de chuva isolada ao longo do dia.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA Região Nordeste terá uma quarta-feira com muitas nuvens principalmente no litoral. Há possibilidade de chuva isolada durante a manhã em pontos do litoral, enquanto em grande parte da tarde e da noite o tempo permanece com muitas nuvens.
Em Aracaju, a previsão é de 23 a 30°C, com possibilidade de chuva isolada pela manhã. Maceió terá mínima de 22°C e máxima de 31°C, também com possibilidade de chuva isolada pela manhã. Recife varia entre 21 e 31°C, com possibilidade de chuva isolada pela manhã e muitas nuvens nos demais períodos.
João Pessoa terá temperaturas entre 22 e 31°C, com possibilidade de chuva isolada pela manhã. Natal também terá mínima de 22°C e máxima de 31°C. Em Fortaleza, os termômetros ficam entre 23 e 31°C, com muitas nuvens durante todo o dia.
No interior, o calor aumenta. Teresina terá mínima de 19°C e máxima de 37°C, com poucas nuvens durante todo o dia. Em São Luís, a temperatura varia entre 25 e 32°C, com muitas nuvens. Salvador terá mínima de 23 e máxima de 28°C, com muitas nuvens durante a manhã e a tarde.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioO Gasto Brasil, plataforma que monitora as despesas públicas da União, dos estados, do Distrito Federal e dos municípios, superou o Impostômetro, da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), em R$ 1 trilhão na noite do último sábado (22). A diferença considera, de um lado, as despesas públicas primárias registradas pelo Gasto Brasil e, de outro, a arrecadação de impostos, taxas e contribuições acompanhada pelo Impostômetro.
A marca ocorre poucos dias depois do lançamento nacional do Gasto Brasil na Câmara dos Deputados, em Brasília, realizado em 11 de agosto pela Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB) e pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA). A apresentação reuniu parlamentares, lideranças empresariais e representantes do associativismo de diferentes regiões do país.
Alfredo Cotait Neto, presidente da CACB, da ACSP e da Federação das Associações Comerciais paulistas (FACESP), acredita que uma das necessidades que o painel já indica é a revisão estrutural dos gastos públicos.
"O que nós queremos com essa iniciativa é alertar os parlamentares da importância de uma reforma administrativa urgente, principalmente considerando que em 2027 inicia-se uma nova gestão ou a continuação desta, mas de modo que a gente tem que iniciar a gestão com a reforma administrativa, senão vamos ter problemas na sequência do futuro do Brasil", declarou o dirigente.
A distância de R$ 1 trilhão ganha relevância também pelo ritmo de crescimento das despesas em 2026. O Gasto Brasil atingiu R$ 3 trilhões em 15 de julho, cerca de 20 dias antes do que havia ocorrido em relação à referência de 2025. Na ocasião, a plataforma apontava aceleração das despesas públicas em relação ao ano anterior.
No lançamento em Brasília, em 11 de agosto, o Gasto Brasil já registrava mais de R$ 3,4 trilhões em despesas públicas desde o início do ano. Desse total, quase R$ 1,6 trilhão (46,5%) correspondia à União, enquanto os estados somavam R$ 926,2 bilhões e os municípios, R$ 908,1 bilhões.
“Esta conta também não é nossa. Nós lançamos o Gasto Brasil, onde mostramos que o Governo está gastando mais do que arrecada. É o desequilíbrio das contas públicas. Nós temos que trabalhar para falar para o governo: corte de gastos já! Equilíbrio nas contas. É isso que o povo está pedindo”, alertou Cotait Neto.
Criado pela CACB em parceria com a ACSP, o Gasto Brasil foi lançado em 2025 como uma ferramenta complementar ao Impostômetro. Os dois painéis passaram a compartilhar a estrutura instalada na sede da ACSP, permitindo visualizar, lado a lado, a arrecadação tributária e o ritmo das despesas públicas.
A plataforma reúne dados oficiais e permite consultar as despesas por esfera de governo, além de recortes econômicos, valores por população e informações sobre a qualidade dos dados. A ferramenta foi desenvolvida para ampliar a transparência e facilitar o acompanhamento das contas públicas por cidadãos, empresários, jornalistas, parlamentares e entidades da sociedade civil.
“Qual é a nossa grande preocupação? Trazer uma ferramenta que qualquer um pode olhar e analisar, com o mesmo conceito. Não precisa ser economista, não precisa ser advogado, não precisa ser nada. Precisa simplesmente olhar não só para um número, olhar para um gráfico e dizer assim: ‘está subindo e algo está errado’. É a plataforma ser user friendly, no sentido que você possa mostrar e demonstrar isso para todos”, afirmou Cláudio Queiroz, coordenador do Gasto Brasil.
O lançamento em Brasília ampliou o alcance institucional da iniciativa. A exposição do Painel Gasto Brasil na Câmara dos Deputados levou a ferramenta para o centro do debate sobre orçamento e gestão pública no Congresso.
Já o Impostômetro foi criado pela ACSP em 2005 e registra, em tempo real, o total de impostos, taxas e contribuições pagos pelos contribuintes aos governos federal, estadual e municipal.
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Baixar áudioO texto da PEC do Fim da Escala 6x1 já está oficialmente com a Comissão de Constituição e Justiça do Senado Federal. O despacho da presidência da Casa foi publicado nesta sexta-feira (21) e marca o início da tramitação da matéria.
O texto propõe a diminuição da carga horária máxima de 44 para 40 horas semanais sem redução salarial e foi aprovado pela Câmara dos Deputados no fim de maio. No entanto, a relação entre o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), e o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, deteriorou este ano, tendo como ápice a rejeição de Jorge Messias para uma vaga no Supremo Tribunal Federal articulada por Alcolumbre.
Nas últimas semanas, um jantar promovido pelo ministro do Supremo, Alexandre de Moraes, e um café da manhã no Palácio da Alvorada foram suficientes para a retomada das conversas entre os dois. Como parte do acordo, o presidente do Senado destravou as pautas de interesse do governo.
O Palácio do Planalto e a base governista no Congresso articulam para votar e aprovar a proposta durante o esforço concentrado na primeira semana de setembro. A intenção é usar a possível aprovação da matéria como trunfo político durante a campanha para as eleições de outubro, dada a popularidade do tema.
O mesmo contexto que faz os congressistas aliados ao governo terem pressa, causa receio no setor produtivo. Para os empresários, é necessário mais tempo e estudos para estimar o correto impacto da mudança na gestão das companhias, na economia do setor privado e na produtividade do país.
Alfredo Cotait Neto, presidente da Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB), da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (FACESP) e da Associação Comercial de SP (ACSP), defende o adiamento das discussões. “Vale a pena o debate, porém, vamos discutir isso em 2027, fora do período eleitoral, fora dessa eventual interferência eleitoreira. Eu acho que a sociedade civil está pronta para debater, tanto os trabalhadores, como os empresários, e encontrar a melhor solução, mas sem nunca esquecer que na reforma trabalhista já pode haver a negociação, porque o negociado prevalece sobre o legislado”, disse.
Fernando Queiroz Filho, presidente da Associação Comercial e Empresarial de Santo Antônio de Jesus (ACESAJ), na Bahia, alerta que a medida pode acrescentar ainda mais dificuldades para o empreendedorismo no país, já bastante prejudicado pelas altas taxas de juros e carga tributária. “É uma ingenuidade imaginar que a gente vai diminuir a carga de trabalho sem impactar na produção. Isso não existe em nenhum lugar do mundo. A produção, ela é diretamente determinada, é uma relação do período de trabalho com a mão de obra. Então, a gente não pode imaginar que isso não vai ter impacto”, considera.
Temores que se espalham pelo país. 2,5 mil quilômetros ao sul, no Paraná, Edmilson Iareski, presidente da Associação Comercial e Empresarial de Foz do Iguaçu (ACIFI), garante que não se trata de insensibilidade dos empresários quanto a melhores condições de vida dos funcionários. “Não somos contrários à modernização das relações de trabalho ou à busca por melhor qualidade de vida. A preocupação é que uma alteração definida por lei, sem considerar as diferenças entre setores e tamanhos de empresas, possa produzir efeitos contrários aos desejados, especialmente sobre emprego, renda e competitividade”, aponta.
Como ocorre com qualquer outra proposta de emenda constitucional, a CCJ do Senado terá até 30 dias para apresentar o relatório da PEC 221/2019. Para ser aprovada, a matéria precisa de maioria simples dos parlamentares presentes na sessão para votação.
Uma vez aprovada no colegiado, a proposição pode ser votada em Plenário. Nesse caso, são necessários três quintos dos votos da casa, ou seja, 49 senadores favoráveis ao texto em dois turnos. Se não houver alterações em relação ao conteúdo aprovado na Câmara, a matéria pode ser promulgada pelo Congresso Nacional. Caso contrário, retorna para nova análise dos deputados.
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