Voltar
Baixar áudioNesta sexta-feira (6), foram anunciados os finalistas do 9º Prêmio Nacional de Inovação (PNI). Ao todo, 59 iniciativas chegaram à etapa final da premiação, envolvendo empresas de diferentes portes, ecossistemas de inovação e pesquisadores de 17 estados: AL, AM, BA, CE, ES, GO, MG, MS, PA, PE, PB, PR, RJ, RN, RS, SC, SP.
Considerada a maior premiação de inovação do país, o PNI reconhece soluções inovadoras desenvolvidas no Brasil e reforça o papel estratégico da inovação para aumentar a produtividade, a competitividade e o desenvolvimento econômico e social.
A especialista em Inovação e Sustentabilidade da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Gabriela Vieira, afirma que a premiação busca fortalecer a cultura de inovação no setor industrial brasileiro.
“Ele vai ser uma vitrine nacional, onde empresas e indústrias trazem os seus cases de sucesso e impulsionam essas conexões, ajudando para que essas devidas conexões e parceiros consigam orientar investimentos, políticas públicas e até pautar prioridades tecnológicas.”
O anúncio dos vencedores ocorrerá em 26 de março, durante o 11º Congresso de Inovação da Indústria, no WTC, em São Paulo. Com inscrição gratuita, todos os participantes recebem um relatório de feedback de avaliação. Já os finalistas ganham certificados, troféus, divulgação em mídia espontânea e participação no congresso.
Ao longo de oito edições, o PNI já registrou mais de 16,5 mil inscritos e premiou 113 iniciativas de todas as regiões do país. Só na 9ª edição, foram registradas 1.451 inscrições — sendo 1.165 de empresas, 107 de ecossistemas de inovação e 179 de pesquisadores.
A novidade desta edição é que os projetos passaram a ser avaliados também pela efetividade no mercado, com base em resultados mensuráveis e impacto positivo na sociedade.
O prêmio é promovido pela Mobilização Empresarial pela Inovação (MEI) — que reúne a Confederação Nacional da Indústria (CNI) e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) — em correalização com o Serviço Social da Indústria (SESI), o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI), o Instituto Euvaldo Lodi (IEL) e o Ministério de Ciência Tecnologia e Inovação (MCTI).
1- Descarbonização
Pequenas empresas
Médias empresas
Grandes empresas
2- Recursos Renováveis
Pequenas empresas
Médias empresas
Grandes empresas
3- Digitalização
Pequenas empresas
Médias empresas
Grandes empresas
4- IA para produtividade
Pequenas empresas
Médias empresas
Grandes empresas
5- Lei do Bem
Médias empresas
Grandes empresas
6- Ecossistemas de Inovação
Pequeno porte
Médio porte
Grande porte
7- Pesquisador Empreendedor
Pequena empresa
Média empresa
Grande empresa
Segundo Gabriela Vieira, o processo de avaliação do PNI começa com a etapa de inscrição, na qual empresas e pesquisadores respondem a questionários sobre seus projetos. As informações são então analisadas em um processo estruturado de avaliação técnica, conduzido por especialistas capacitados na metodologia desenvolvida pelo prêmio.
“Feita essa análise de aderência, os processos que têm o melhor desempenho avançam para validação, onde é realizada a entrevista diretamente com a empresa participante e esses profissionais capacitados na metodologia do prêmio. No final desse processo, ocorre uma segunda banca de juízes também formada por diversas instituições, representantes e lideranças desse ecossistema de inovação e eles são responsáveis por validar os finalistas e definir os vencedores de cada categoria”, explica.
O gerente de inovação do Sebrae, Paulo Renato, destaca que os temas foram definidos a partir das necessidades reais das empresas e das transformações do cenário global.
“Como é que as empresas estão otimizando recursos e gastos, por exemplo, de energia ou água? Como é que as pequenas empresas estão utilizando recursos renováveis para melhorar a sua eficiência e impactando menos o meio ambiente? Induzir as empresas a começarem a usar ferramentas de IA, para começar a melhorar os seus pequenos negócios.”
Confira outros detalhes no site do Prêmio Nacional de Inovação.
VEJA MAIS:
Copiar o textoO Serviço Geológico do Brasil (SGB) informa que publicou, este ano, os mapas geológicos na escala 1:100.000 das folhas Cacoal e Serra Azul, de Rondônia. O lançamento desses produtos, segundo o órgão, representa um avanço no conhecimento geológico e dos recursos minerais do estado. No ano passado, o SGB já havia disponibilizado a nota explicativa Geologia e Recursos Minerais de Rondônia, escala 1:500.000.Todas as publicações estão disponíveis gratuitamente no Repositório Institucional de Geociências (RiGeo), do SGB.
A nota explicativa Geologia e Recursos Minerais do estado de Rondônia faz parte da série Geologia e Recursos Minerais dos estados brasileiros – escala 1:500.000, enquanto as folhas Cacoale Serra Azul fazem parte do projeto Geologia e Potencial Mineral do Centro-Leste de Rondônia, fruto da iniciativa mapeamento geológico sistemático na escala 1:100.000.
Ainda segundo o SGB, Rondônia tem uma geologia diversificada com rochas pertencentes a diferentes ambientes geológicos e idades, o que favorece a presença de importantes recursos minerais. Entre os bens minerais de interesse econômico no estado destacam-se o estanho, ouro, cobre, manganês, ferro, gemas (diamante, topázio, ametista, turmalina, água-marinha, grafita), minerais industriais (areia, brita, argila, cascalho) e insumos para agricultura (calcário e fosfato).
Os organizadores da nota explicativa Geologia e Recursos Minerais do estado de Rondônia são os pesquisadores Carlos Eduardo Santos de Oliveira, Dalton Rosemberg Valentim da Silva e Gustavo Negrello Bergami, que também estão entre os autores das folhas Cacoal e Serra Azul, juntamente com Carlos Augusto Silva Provenzano, Marco Aurélio Piacentini Pinheiro e Wilson Lopes de Oliveira Neto.
O Projeto Geologia e Potencial Mineral do Centro-Leste de Rondônia foi executado pela Residência de Porto Velho do SGB, com coordenação nacional do Departamento de Geologia da Diretoria de Geologia e Recursos Minerais do SGB.
Copiar o texto
Baixar áudioVolumes elevados de chuva registrados nos últimos dias na região do MATOPIBA, que abrange áreas do Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia, têm ajudado a recuperar a umidade do solo e beneficiado lavouras de soja em fase de enchimento de grãos. No entanto, o excesso de precipitação já começa a trazer desafios para produtores que estão na fase de colheita.
De acordo com informações do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), a semeadura da safra 2025/2026 ocorreu com leve atraso em relação aos anos anteriores, devido à irregularidade das chuvas no início da estação chuvosa. Ao longo do ciclo da cultura também foram registrados períodos de deficiência hídrica, principalmente durante a fase vegetativa e no início do período reprodutivo.
Entre o fim de fevereiro e os primeiros dias de março, houve mudança no padrão meteorológico da região, com pancadas de chuva de maior volume e recuperação da umidade no solo. Essa condição favorece o desenvolvimento das lavouras que ainda estão em formação de grãos.
Por outro lado, nas áreas onde a soja já atingiu maturação fisiológica, o excesso de umidade tem dificultado a entrada de máquinas nas lavouras, atrasando a colheita. O solo encharcado também prejudica a trafegabilidade em estradas vicinais e pode afetar o escoamento da produção, além de aumentar o risco de perdas na qualidade dos grãos.
Outro ponto de atenção é o ambiente mais favorável à ocorrência de doenças fúngicas e aumento da pressão de pragas, especialmente nas áreas onde a semeadura foi realizada mais tarde. A combinação de alta umidade do ar, solo saturado e menor incidência de radiação solar pode limitar o potencial produtivo das lavouras.
A previsão do tempo indica continuidade das chuvas pelo menos até quarta-feira, 11 de março, principalmente no sul do Maranhão, centro-norte do Tocantins e em áreas do Piauí. Em alguns pontos, os acumulados podem ultrapassar 100 milímetros, sobretudo entre os dias 5 e 6.
Diante desse cenário, especialistas recomendam que produtores acompanhem diariamente as atualizações meteorológicas e monitorem as condições de umidade do solo para planejar as operações agrícolas e reduzir possíveis perdas na colheita.
Copiar o texto
Baixar áudioOs motoristas brasileiros já podem sentir no bolso os efeitos da guerra no Oriente Médio. Apesar da queda no preço do etanol anidro nas últimas duas semanas, as distribuidoras repassaram aumentos aos postos de combustíveis nesta quinta-feira (5): o diesel ficou R$ 0,20 mais caro por litro e a gasolina teve alta de R$ 0,03. As informações são do Sindicato das Empresas Distribuidoras de Combustíveis e de Lubrificantes no Distrito Federal (Sindicombustíveis-DF).
Segundo o presidente da entidade, Paulo Tavares, a Petrobras ainda não anunciou reajustes oficiais nos preços praticados no Brasil. Mesmo assim, existe atualmente uma defasagem em relação ao mercado internacional: cerca de R$ 0,70 por litro na gasolina e de R$ 1,90 no diesel.
Mesmo que a estatal não tenha alterado seus preços, distribuidoras de praticamente todo o país já aumentaram os valores cobrados nos postos. Para Tavares, o reajuste mais expressivo no diesel está ligado à dependência brasileira de importações.
“Esse reajuste maior do diesel ocorre porque o Brasil importa 25% do combustível. O país só produz 75% do diesel consumido em suas refinarias, apesar de ser autossuficiente na produção de petróleo. E, provavelmente, esse reajuste linear de R$ 0,20 se deve à importação do mercado internacional, que está com uma defasagem muito grande em relação aos preços da Petrobras”, explica.
Outro fator apontado pelo sindicato é a situação das distribuidoras regionais que não possuem cotas de compra junto à Petrobras. Essas empresas dependem do mercado externo para abastecer seus estoques, ficando sujeitas às cotações internacionais.
“Neste momento, o produto importado está muito mais caro que o nacional. Ou seja, se uma pequena distribuidora fosse vender diesel hoje para o meu posto, eu ia comprar por R$ 1,90 mais caro por litro, [em comparação com as distribuidoras que têm cotas da Petrobras], que são Vibra, Shell e Ipiranga”, afirma Tavares.
A pressão sobre os combustíveis ocorre em meio à escalada militar no Oriente Médio. Os preços globais do petróleo subiram após ataques lançados pelo Irã na região, em resposta a bombardeios realizados pelos Estados Unidos e por Israel.
O petróleo Brent — referência internacional para a commodity — chegou a subir cerca de 10% na abertura dos mercados asiáticos na segunda-feira (2), ultrapassando os US$ 82 por barril (aproximadamente R$ 421,60).
A reação dos mercados também foi impulsionada por relatos de que ao menos três navios foram atacados no fim de semana nas proximidades do Estreito de Ormuz, rota marítima ao sul do Irã por onde passa cerca de 20% de todo o petróleo e gás comercializados no mundo.
Após os episódios, o Irã alertou embarcações para que evitassem atravessar a região, o que reduziu drasticamente o tráfego de navios na entrada do estreito.
Em nota, a Petrobras informou que possui rotas alternativas à região do conflito entre Estados Unidos e Irã. Segundo a estatal, essa estratégia “dá segurança e custos competitivos para as operações da companhia, preservando as margens”.
A empresa afirmou ainda que a maior parte de seus fluxos de importação ocorre fora da área de tensão; as poucas rotas afetadas podem ser redirecionadas, o que afasta, neste momento, o risco de interrupções nas operações de importação e exportação da companhia.
VEJA MAIS:
Copiar o textoSaiba como frear o envelhecimento cerebral
Baixar áudio
Baixar áudio
Baixar áudio
Baixar áudioAssim como o corpo, o cérebro também envelhece. Com o tempo, ele diminui um pouco de tamanho e a comunicação entre os neurônios (as células cerebrais) pode ficar mais lenta. Isso pode afetar memória, atenção e a capacidade de aprender coisas novas.
Percebeu dificuldade para lembrar nomes, aprender um idioma ou mexer em um celular novo? Esses são sinais comuns do envelhecimento cerebral.
“Mas, a boa notícia é que existem maneiras simples de manter o cérebro ativo e saudável ao longo da vida”, explica o neurologista, Dr. Leonel T. Takada (CRM: 112.075/ SP).
Cuidar da saúde mental é investir em uma vida mais longa, ativa e feliz. Se notar dificuldades maiores, procure um neurologista para orientação.
Copiar o texto
Baixar áudioO Ibovespa voltou a fechar o pregão em queda de 0,82%, aos 179.364 pontos, acumulando baixa de 5% na semana. O desempenho do índice foi influenciado pela escalada dos conflitos geopolíticos no Oriente Médio e pela disparada do preço do petróleo, que limitou as perdas do pregão.
Após uma semana do ataque conjunto entre os EUA e Israel contra o Irã, no último sábado (28), ainda não há expectativas de um acordo para o fim do conflito. O presidente Donald Trump exigiu a “rendição incondicional” do Irã. O preço do petróleo está em disparada desde o início do conflito, com o Brent tendo superado a marca de US$ 90 por barril, o que também acabou favorecendo a bolsa brasileira e as petrolíferas.
A produção industrial brasileira cresceu 1,8% entre dezembro e janeiro, e subiu 0,2% em comparação a janeiro de 2025, sempre acima das expectativas. Segundo economistas ouvidos pela Reuters, a espera era por alta de 0,7% entre dezembro e janeiro e queda de 0,7% na comparação anual.
As ações da Petrobras foram algumas das mais negociadas da sessão e fecharam com valorização de 5%, apoiadas pelo preço do petróleo. A estatal superou os R$ 580 milhões em valor de mercado pela primeira vez na história.
Confira as ações com melhor e pior desempenho no último fechamento:
Ações em alta no Ibovespa
Construtora Tenda SA (TEND3): +9,95%
Mercantil Financeira SA - Credito, Financiamento e Investimento Non-Cum Perp Pfd (MERC4): +8,33%
Ações em queda no Ibovespa
CM Hospitalar SA (VVEO3): -12,59%
Armac Locacao Logistica e Servicos SA (ARML3): -10,75%
O volume total negociado na B3 foi de R$ 32.582.835.372, em meio a 4.734.034 negócios.
Os dados da bolsa podem ser consultados no site da B3.
O Ibovespa (Índice Bovespa) é o principal indicador do mercado acionário brasileiro. Calculado pela B3, ele reflete a média do desempenho das ações mais negociadas na bolsa, com base em critérios de volume e liquidez. O índice é composto por uma carteira teórica de ativos, que representa cerca de 80% do volume financeiro total negociado no mercado.
A B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) é a bolsa de valores oficial do Brasil, sediada em São Paulo. É responsável pela negociação de ações, derivativos, títulos públicos e privados, câmbio e outros ativos financeiros. A B3 está entre as maiores bolsas do mundo em infraestrutura e valor de mercado.
Copiar o textoA sequência de altas do dólar foi interrompida pelo payroll; moeda acumulou alta de 2,14% na semana
Baixar áudioO dólar comercial encerrou o último pregão em queda de 0,82% frente ao real, cotado a R$ 5,24, acumulando alta de 2,14% na semana. O câmbio acompanhou a tendência externa, com o indicador DXY — que compara o dólar a uma cesta de seis divisas globais como euro e libra — apresentando baixa de 0,35%.
O desempenho da moeda estadunidense foi influenciado pela reação do mercado aos dados mais fracos do que o esperado do mercado de trabalho, o payroll, dos Estados Unidos e pela escalada das tensões geopolíticas no Oriente Médio e a disparada dos preços do petróleo.
Após uma semana do ataque conjunto entre os EUA e Israel contra o Irã, no último sábado (28), ainda não há expectativas de um acordo para o fim do conflito. O presidente Donald Trump exigiu a “rendição incondicional” do Irã. O preço do petróleo está em disparada desde o início do conflito, com o Brent tendo superado a marca de US$ 90 por barril, o que também acabou favorecendo o real.
O principal fator de influência no dólar, contudo, foi a divulgação do payroll, o relatório oficial de empregos dos EUA, que mostrou queda de 92 mil vagas de emprego no país em fevereiro frente à expectativa de criação de 55 mil. Além disso, a taxa de desemprego também subiu, de 4,3% para 4,4%. Os dados de janeiro e dezembro também foram revisados para baixo.
O euro, por sua vez, encerrou a sessão em baixa de 0,15%, cotado a R$ 6,10.
A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.
| Código | BRL | USD | EUR | GBP | JPY | CHF | CAD | AUD |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| BRL | 1 | 0,1906 | 0,1641 | 0,1423 | 30,0934 | 0,1480 | 0,2588 | 0,2713 |
| USD | 5,2455 | 1 | 0,8609 | 0,7463 | 157,87 | 0,7765 | 1,3575 | 1,4230 |
| EUR | 6,1045 | 1,1615 | 1 | 0,8669 | 183,36 | 0,9020 | 1,5766 | 1,6532 |
| GBP | 7,0288 | 1,3400 | 1,1536 | 1 | 211,53 | 1,0406 | 1,8188 | 1,9071 |
| JPY | 0,0332 | 0,0063 | 0,0055 | 0,0047 | 1 | 0,4919 | 0,0086 | 0,0090 |
| CHF | 6,7553 | 1,2878 | 1,1087 | 0,9611 | 203,28 | 1 | 1,7480 | 1,8329 |
| CAD | 3,8644 | 0,7367 | 0,6343 | 0,5498 | 116,30 | 0,5720 | 1 | 1,0485 |
| AUD | 3,6864 | 0,7026 | 0,6050 | 0,5244 | 110,91 | 0,5456 | 0,9537 | 1 |
Os dados são da Investing.com
Copiar o textoO concurso 3629 da Lotofácil foi realizado nesta sexta-feira (06/03/2026), no Espaço da Sorte, em São Paulo, e divulgado pela Caixa Econômica Federal. 3 apostadores acertaram as 15 dezenas e levaram para casa o prêmio de R$ 665.977,43. Os bilhetes premiados foram adquiridos em Jaguaré (ES), Bayeux (PB) e Campina Grande (PB).
O prêmio para o próximo concurso da Lotofácil, de número 3630, que será realizado na sexta-feira, 6 de março de 2026, está estimado em R$ 8.500.000,00. Aproveite a oportunidade e faça sua aposta para concorrer!
01 - 04 - 07 - 13 - 14 - 15 - 16 - 17 - 19 - 20 - 21 - 22 - 23 - 24 - 25
A aposta mínima, de 15 números, custa R$ 3,50 com chance de 1 em 3.268.760 e a máxima custa R$ 46.512 com chance de 1 em 211.
|
Quantidade de números jogados |
Valor da aposta |
|---|---|
|
15 |
R$ 3,50 |
|
16 |
R$ 48 |
|
17 |
R$ 408 |
|
18 |
R$ 2.448 |
|
19 |
R$ 11.628 |
|
20 |
R$ 46.512 |
De segunda-feira a sábado, às 21h.
Quer apostar sem complicação? Use a Surpresinha e deixe o sistema escolher os números para você — uma forma prática e rápida de participar dos sorteios.
Prefere insistir nos seus números da sorte? Aposte com a Teimosinha e concorra com a mesma combinação por por 3, 6, 12, 18 ou 24 concursos seguidos, aumentando suas chances de ganhar sem precisar refazer a aposta a cada sorteio.
Copiar o textoNo Paraná, a previsão é de muitas nuvens com chuva isolada em todo o estado
Baixar áudio
O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta de tempestade e ventos costeiros para a Região Sul neste sábado (7).
No Paraná, a previsão é de muitas nuvens com chuva isolada em todo o estado.
Em Santa Catarina, municípios do oeste catarinense, como Flor do Sertão, Coronel Freitas e Bandeirante, devem registrar muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas.
No Rio Grande do Sul, o mesmo cenário deve ocorrer em cidades do norte gaúcho, como Caseiros e Sertão. Já municípios da região central do estado, como Capão do Cipó, Jaguari e Júlio de Castilhos, podem registrar queda de granizo.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 15°C, em Curitiba. Já a máxima deve atingir até 26°C, em Florianópolis. A umidade relativa do ar varia entre 45% e 95%.
Precipitação originada de nuvens convectivas, sobretudo cumulonimbus, que atinge o solo em forma de esferas ou fragmentos irregulares de gelo. Quando o diâmetro das partículas é ≥ 5 mm, classificam-se como granizo; partículas menores são classificadas como granizo miúdo e/ou neve granulada (graupel). Em boletins METAR, utiliza-se ‘GR’ para granizo e ‘GS’ para granizo miúdo/neve granulada. Unidades isoladas são chamadas de ‘pedras de granizo’.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o texto
Baixar áudio
O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta de chuvas intensas para a Região Centro-Oeste neste sábado (7).
Em Mato Grosso, a previsão é de muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas em municípios da região nordeste do estado, como Gaúcha do Norte, Canarana e Paranatinga.
Já em Mato Grosso do Sul, a instabilidade mais intensa deve atingir cidades do Pantanal e da região norte sul-mato-grossense, como Corumbá, Figueirão e São Gabriel do Oeste.
Em Goiás e no Distrito Federal, a expectativa é de muitas nuvens com pancadas de chuva ao longo do dia, mantendo o tempo instável em grande parte da região.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 20°C, em Brasília. Já a máxima deve chegar a 34°C, em Campo Grande. A umidade relativa do ar varia entre 25% e 100%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o texto