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Baixar áudioA sexta-feira (3) será de frio em toda a Região Sul, segundo a previsão do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET).
No Rio Grande do Sul, Porto Alegre registra temperaturas entre 6°C e 13°C. O dia começa com muitas nuvens e possibilidade de chuva isolada, mas o tempo melhora gradualmente durante a noite.
Em Santa Catarina, Florianópolis terá mínima de 11°C e máxima de 16°C. Há possibilidade de chuva isolada pela manhã, enquanto a nebulosidade diminui à noite.
No Paraná, Curitiba registra temperaturas entre 8°C e 19°C. O céu permanece com muitas nuvens durante praticamente todo o dia, com possibilidade de chuva isolada entre a tarde e a noite.
Na Região Sul, a umidade relativa do ar varia entre 65% e 100%. Os maiores índices são registrados no Paraná, favorecendo a manutenção da nebulosidade e da possibilidade de chuva isolada, enquanto Santa Catarina e Rio Grande do Sul também apresentam níveis elevados de umidade ao longo do dia.
Mesmo com a redução da chuva em parte da região, a massa de ar frio mantém as temperaturas baixas, principalmente durante as primeiras horas da manhã e à noite.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA previsão do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) indica tempo firme em praticamente toda a Região Centro-Oeste nesta sexta-feira (3).
Em Goiás e no Distrito Federal, o céu permanece com poucas nuvens durante todo o dia. Em Brasília, os termômetros variam entre 14°C e 26°C. Já em Goiânia, a mínima será de 14°C e a máxima chega aos 28°C.
Em Mato Grosso, o tempo também segue aberto na maior parte do estado. Cuiabá terá mínima de 18°C e máxima de 28°C, com ventos moderados e rajadas entre a tarde e a noite.
Já em Mato Grosso do Sul, a influência da massa de ar frio mantém muitas nuvens ao longo do dia, principalmente pela manhã e à tarde. Campo Grande registra temperaturas entre 18°C e 25°C, com tendência de declínio da máxima.
Na Região Centro-Oeste, a umidade relativa do ar varia entre 30% e 90%. Os menores índices são esperados em Goiás e Mato Grosso, onde a umidade pode cair para 30% durante a tarde, enquanto Distrito Federal e Mato Grosso do Sul registram valores mais elevados nas primeiras horas do dia.
A combinação entre temperaturas mais baixas e baixa umidade em parte da região exige cuidados, principalmente durante as horas mais quentes do dia.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA passagem de uma frente fria continua influenciando o tempo na Região Sudeste nesta sexta-feira (3), especialmente em São Paulo, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET).
Na capital paulista, a mínima será de 10°C e a máxima não passa dos 16°C. O dia começa com poucas nuvens, mas a nebulosidade aumenta durante a tarde, com possibilidade de chuva isolada à noite.
No Rio de Janeiro, o tempo inicia com poucas nuvens, mas o céu fica mais carregado ao longo do dia. A capital fluminense terá temperaturas entre 16°C e 30°C, com possibilidade de chuva isolada durante a noite.
Em Minas Gerais, o tempo permanece estável. Belo Horizonte registra mínima de 13°C e máxima de 28°C, alternando entre poucas e muitas nuvens.
No Espírito Santo, Vitória terá muitas nuvens durante todo o dia, mas sem previsão de chuva significativa. As temperaturas variam entre 18°C e 31°C.
Na Região Sudeste, a umidade relativa do ar varia entre 35% e 100%. Os menores índices são previstos para Minas Gerais, enquanto Rio de Janeiro e São Paulo registram os maiores valores, favorecendo a presença de nebulosidade e a possibilidade de chuva isolada em algumas áreas.
A atuação da massa de ar frio favorece temperaturas mais baixas principalmente em São Paulo, enquanto os demais estados mantêm tardes mais quentes.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA previsão do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) indica que a sexta-feira (3) será marcada por muitas nuvens e chuva em grande parte da Região Norte.
No Amazonas, Pará, Amapá e Roraima, o dia começa com possibilidade de chuva isolada, enquanto durante a tarde há previsão de pancadas de chuva em diversas áreas. Em Belém, os termômetros variam entre 24°C e 33°C. Manaus registra mínima de 25°C e máxima de 33°C. Em Macapá, a temperatura fica entre 25°C e 32°C, enquanto Boa Vista terá máxima de 32°C.
No Acre, Rondônia e sul do Amazonas, o céu permanece com muitas nuvens durante boa parte do dia. Rio Branco registra temperaturas entre 17°C e 26°C, influenciadas pela atuação de uma massa de ar frio que também provoca queda nas temperaturas no extremo oeste da Amazônia. Em Porto Velho, os termômetros variam entre 21°C e 35°C.
Já no Tocantins, o tempo permanece estável, com poucas nuvens e predomínio de sol. Em Palmas, a temperatura varia entre 19°C e 34°C, e a umidade relativa do ar pode atingir apenas 20% durante a tarde.
A umidade relativa do ar varia entre 20% e 98%. Os menores índices são previstos para o Tocantins, especialmente em Palmas, enquanto Amazonas, Pará, Amapá e Roraima mantêm elevados níveis de umidade ao longo do dia, favorecendo a formação de nuvens e pancadas de chuva.
A combinação entre calor e alta umidade favorece a formação de pancadas de chuva típicas da Região Amazônica, principalmente no período da tarde.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA previsão do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) aponta continuidade das instabilidades no litoral da Região Nordeste nesta sexta-feira (3).
Entre a Bahia e o Rio Grande do Norte, o céu permanece com muitas nuvens e possibilidade de chuva isolada em diversos momentos do dia. Salvador terá temperaturas entre 21°C e 28°C. Em Aracaju, os termômetros variam de 21°C a 27°C. Recife registra mínima de 22°C e máxima de 28°C, enquanto João Pessoa fica entre 23°C e 28°C. Em Maceió, a temperatura varia de 23°C a 27°C. Natal terá mínima de 22°C e máxima de 28°C, e Fortaleza registra temperaturas entre 23°C e 31°C.
No Maranhão, as pancadas de chuva isoladas continuam favorecendo principalmente a faixa norte do estado. Em São Luís, os termômetros variam entre 24°C e 32°C.
No interior do Nordeste, o tempo permanece mais firme. Em Teresina, a temperatura varia entre 21°C e 33°C, com umidade relativa do ar podendo cair para 35% durante a tarde.
A umidade relativa do ar na Região Nordeste varia entre 35% e 100%, com os menores índices previstos para o interior do Piauí durante a tarde e os maiores valores concentrados na faixa litorânea, onde a umidade permanece elevada ao longo do dia.
Os ventos moderados predominam em boa parte do litoral, favorecendo maior transporte de umidade do oceano para a costa leste da região.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA televisão pública passou a alcançar cerca de 3,3 milhões de pessoas no Brasil. O Ministério das Comunicações concedeu, nas últimas semanas, novas consignações de canais digitais para a Empresa Brasil de Comunicação (EBC) e a TV Câmara em 37 municípios de 16 estados brasileiros.
Dos 37 municípios contemplados, 18 passam a contar simultaneamente com a transmissão da EBC e da TV Câmara. É o caso, por exemplo, de Canavieiras (BA), Cariús (CE), Minaçu (GO) e Porto Nacional (TO).
A EBC recebeu autorização para operar o serviço de Retransmissão de Televisão Digital (RTVD) em 29 municípios, distribuídos por 14 estados. Com a EBC, a população dessas localidades, consideradas estratégicas, terá acesso a conteúdo educativo e informativo, como a TV Brasil, o Canal Educação, o Canal Saúde e o Canal Gov, além de conteúdos locais dos parceiros da Rede Nacional de Comunicação Pública.
Já as consignações para a TV Câmara permitem a geração de TV digital (GTVD) em 27 municípios, distribuídos por 14 estados. Com o serviço, os telespectadores poderão acompanhar, em tempo real, o trabalho do Poder Legislativo, fortalecendo a transparência e a participação cidadã.
Segundo o Ministério das Comunicações, a liberação dos canais faz parte da estratégia de ampliação do acesso da população à comunicação pública e fortalecer o setor de radiodifusão no país. As novas consignações contribuem para consolidar a televisão aberta como uma importante janela de inclusão, diversidade cultural e integração entre as diferentes regiões do país.
Frederico de Siqueira Filho, ministro das Comunicações, acredita que ampliar a cobertura contribui para a democratização do acesso à informação no país. “O papel do Ministério das Comunicações é justamente dar condições para que essa infraestrutura digital chegue nos cantos e recantos do Brasil, nas áreas mais remotas. Porque, se não fosse a força do Estado, com certeza, a gente não iria conseguir fazer essa transformação digital também na comunicação pública no interior do Brasil”, afirmou.
O Programa Brasil Digital, instituído pelo Ministério das Comunicações, tem como objetivo expandir a TV aberta e gratuita em tecnologia digital em todo o território nacional. Através da iniciativa, instituições públicas disponibilizam espaços para a instalação de estações transmissoras, enquanto o governo federal fica responsável por viabilizar a infraestrutura necessária para o funcionamento dos canais.
A ação contribui para ampliar o acesso da população a conteúdos educativos, prestação de serviços públicos, cobertura legislativa e programação cultural gratuita a partir dos sinais digitais da Rede Legislativa e dos canais da Empresa Brasil de Comunicação (EBC). Além de viabilizar o acesso à informação, a política abre espaço para a veiculação de produções locais e regionais, contribuindo para o fortalecimento da comunicação pública e para a valorização da diversidade cultural brasileira.
Confira os municípios beneficiados com o serviço de Retransmissão de TV Digital (RTVD):
Confira os municípios beneficiados com o serviço de Geração de TV Digital (GTVD):
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Baixar áudioCompletando 80 anos nesta quarta-feira (1º), o Serviço Social da Indústria (SESI) celebra uma trajetória marcada pela expansão de suas ações nas áreas de educação, saúde, cultura e qualidade de vida. Em 2025, a instituição se consolidou como a maior rede privada de educação do país, com escolas em todos os estados brasileiros.
Ao longo do ano, o SESI registrou mais de 390 mil matrículas na Educação Básica, sendo:
A rede é formada por 468 unidades, sendo 396 escolas, 71 centros de Educação de Jovens e Adultos e uma instituição de ensino superior. Atualmente, o SESI está presente em 377 municípios brasileiros.
Além da educação básica, os programas de Educação Continuada realizaram 436 mil atendimentos em 2025, ampliando as oportunidades de qualificação profissional e desenvolvimento de competências.
O presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI) e diretor do SESI, Ricardo Alban, afirma que a instituição tem papel estratégico na formação de profissionais cada vez mais preparados, com uma visão moderna e alinhada às novas realidades.
"Pessoas mais bem preparadas, com visões modernas, adaptadas às novas realidades que surgem a cada momento, para que possamos trabalhar cada vez mais com uma indústria eficiente, produtiva, para que a indústria brasileira tenha condições competitivas — mesmo com as adversidades que nós temos em tantas outras situações, como o Custo Brasil e a geopolítica", destaca.
Entre 2020 e 2025, mais de 13,2 milhões de espectadores participaram de ações promovidas nos 296 espaços culturais do SESI distribuídos por todo o país. Nesse período, também foram realizadas mais de 1.156 ações culturais pelos 27 departamentos regionais da instituição.
Além disso, os cursos de cultura somaram 131,7 mil matrículas, ampliando o acesso à formação artística e ao desenvolvimento de habilidades criativas.
Por meio do Programa Nacional de Cultura, o SESI executou 168 projetos em diferentes linguagens artísticas e regiões do Brasil. A parceria com o Ministério da Cultura também capacitou mais de 54 mil agentes culturais em 57 oficinas.
Na área da saúde, o SESI manteve uma das maiores estruturas de atendimento voltadas aos trabalhadores da indústria. Em 2025, 76,2 mil empresas utilizaram os serviços de saúde da instituição, beneficiando diretamente 4,4 milhões de pessoas.
Outro destaque foi a aplicação de mais de 881 mil doses de vacinas em trabalhadores da indústria e seus dependentes.
A estrutura de atendimento reúne mais de 500 unidades próprias distribuídas pelos 26 estados e pelo Distrito Federal, incluindo 497 unidades móveis, 317 Centros de Promoção da Saúde e 222 Centros de Saúde e Segurança no Trabalho.
Criado em 1º de julho de 1946, o SESI surgiu para atender às demandas dos trabalhadores e das indústrias por condições dignas de trabalho e qualidade de vida. Com a missão de estudar, planejar e executar ações voltadas ao bem-estar social dos trabalhadores da indústria e de seus dependentes, a instituição se consolidou como uma das principais organizações voltadas ao desenvolvimento social e à promoção da cidadania no país.
Para o presidente do Conselho Nacional do SESI, Fausto Augusto Junior, o aniversário de 80 anos representa não apenas a celebração da história da instituição, mas também um compromisso com os desafios do futuro.
“Este ano, o SESI completa 80 anos. São 80 anos de uma história vinculada às demandas da sociedade brasileira e à garantia de direitos para os trabalhadores da indústria. O futuro colocado a partir disso coloca enormes desafios. Entre eles, que a gente consiga vincular educação, saúde, cultura e esporte às novas demandas do século XXI”, ressalta.
Segundo ele, a instituição continuará investindo em soluções voltadas à inovação, ao desenvolvimento e à melhoria da qualidade de vida dos trabalhadores da indústria e de suas famílias.
Para celebrar as oito décadas de atuação, o SESI foi homenageado, nesta quarta-feira (1º), em sessão solene na Câmara dos Deputados. A cerimônia reuniu lideranças da indústria e parlamentares em reconhecimento à contribuição histórica da instituição para o desenvolvimento social e econômico do país.
Na ocasião, Ricardo Alban destacou que o fortalecimento da competitividade brasileira depende da atuação conjunta entre setor produtivo, poder público e organizações sociais.
"Ao longo de seus 80 anos, o SESI tornou-se referência porque entende que a educação é uma construção coletiva, feita por professores, colaboradores, alunos, famílias e pelo setor produtivo em favor de um país mais qualificado, competitivo e humano", afirmou.
O deputado federal Rodrigo Rollemberg (PSB-DF) também defendeu a importância de uma política industrial permanente para o país e ressaltou que, com a ampliação do tempo livre dos trabalhadores, iniciativas nas áreas de educação, cultura, esporte e lazer tendem a ganhar ainda mais relevância.
"O SESI oferece qualidade de vida para os trabalhadores e isso tem um impacto direto na produtividade da nossa indústria", assegurou o parlamentar.
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Copiar o textoCACB fica insatisfeita com proposta do governo que contempla apenas MEIs e ameaça travar análise
Baixar áudioDurante audiência pública da Comissão Especial para analisar o Projeto de Lei Complementar (PLP 108/2021), que atualiza o faturamento máximo permitido de microempreendedores individuais (MEIs), o setor produtivo cobrou, nesta quarta-feira (1º), a revisão do teto de receita para as demais faixas do Simples Nacional. Para não depender da vontade política, empresários defenderam também a inclusão de dispositivo de reajuste automático anual pela inflação.
Alfredo Cotait Neto, presidente da Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB), da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (FACESP) e da Associação Comercial de SP (ACSP), foi taxativo ao afirmar que o empresariado rejeita a ideia de aprovar somente a correção para MEIs.
“Se não incluírem também a mesma correção para o Simples Nacional, nós do mundo associativo, das micro e pequenas empresas, das 23 milhões de empresas que estão instaladas no Brasil, não vamos aceitar. Nós vamos fazer a maior mobilização possível para impedir a aprovação desse projeto, que só deve ser aprovado caso também inclua o Simples Nacional”, alertou o executivo.
Apesar das críticas, representantes do setor privado ficaram satisfeitos com a elevação do teto de receita para o MEI, mas esperam negociações para todo o regime simplificado, criado para facilitar o recolhimento de impostos em uma única guia centralizada. Setores como o comércio e indústria também participaram da audiência e reforçaram as demandas citadas pela CACB.
Além de elevar o teto da categoria para R$ 144,9 mil anuais, empresários defendem atualizar os limites das microempresas para R$ 869,4 mil, e das empresas de pequeno porte para R$ 8,69 milhões. Os limites de faturamento, em vigor desde 2018, são:
A audiência também marcou o início da análise do projeto alternativo (PLP 186/2026) enviado pelo governo federal que atualiza o teto de faturamento dos microempreendedores individuais (MEIs) pela comissão especial. A medida prevê ampliação gradual do teto de receita da categoria para R$ 110 mil em 2027, e R$ 140 mil em 2028, além de autorizar a contratação de até dois funcionários por CNPJ, sem tratar do Simples Nacional.
O ministro do Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte entregou a proposta em mãos à presidência da comissão especial. Segundo Paulo Henrique Pereira, a atualização atende a um pleito do setor ao corrigir uma defasagem inflacionária de quase uma década, que pode beneficiar cerca de 17 milhões de MEIs no país.
“É importante o escalonamento para que o governo possa se adaptar e, novamente, fazer um movimento que atenda a esse pleito, que é meritório, que é correto, do reajuste do teto, que há 10 anos não é feito, não foi feito pelos presidentes anteriores, e é feito agora pelo presidente Lula. Mas não pode ser feito de afogadilho, gerando prejuízo fiscal e desestabilizando as contas do país”, frisou o chefe da pasta.
Após a audiência, o ministro se disse aberto ao diálogo para chegar a uma solução negociada. No entanto, frisou que, enquanto o impacto fiscal da atualização dos limites para microempreendedores é calculado em R$ 2 bilhões, a revisão de todas as faixas do Simples Nacional pode custar R$ 50 bilhões aos cofres públicos.
A costura está por conta do deputado federal Jorge Goetten (Republicanos-SC). Relator do texto na comissão especial, o parlamentar percebe boa vontade do governo no debate e entende o compromisso com a saúde fiscal do país, mas vê espaço para melhorias na proposta do Executivo e argumenta que a atualização de todo o regime simplificado pode trazer mais recursos para a economia, além de ser um direito do setor privado.
“A resistência nesse momento para com a atualização do Simples é mais por responsabilidade e é bem aceita por nós. Eu acho que a equipe econômica tem que ter, sim, essa responsabilidade para com as contas públicas. Mas nós estamos mostrando, e temos como mostrar para a equipe econômica, que não estamos falando em renúncia, não estamos falando em impacto fiscal, nós estamos falando apenas na atualização, na reposição da inflação desse período”, destacou o deputado.
O planejamento é para apresentar o relatório até a segunda semana de julho, antes do recesso parlamentar. Como um requerimento de urgência para a matéria já foi aprovado, a votação em plenário pode ocorrer assim que o colegiado liberar o parecer.
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Baixar áudioCelebrado nesta quarta-feira (1º), o Dia do Empreendedor chama atenção para os desafios enfrentados por milhões de brasileiros que movimentam a economia do país. Entre as principais reivindicações do setor está a atualização dos limites de faturamento do Simples Nacional e do Microempreendedor Individual (MEI). A pauta é encabeçada pela Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB), que defende a adequação dos valores à realidade econômica e à inflação acumulada nos últimos anos.
A defesa da medida ganhou destaque durante sessão solene realizada na Câmara dos Deputados em homenagem ao Dia das Micro, Pequenas e Médias Empresas. Parlamentares e representantes do setor produtivo reforçaram a necessidade de corrigir a defasagem dos tetos de faturamento para evitar que milhares de pequenos negócios sejam excluídos do regime tributário simplificado.
Além da revisão do teto de faturamento para microempresas e empresas de pequeno porte, o setor acompanha a tramitação de propostas que elevam o teto anual de faturamento do MEI para R$ 144 mil.
O presidente da CACB e da Associação Comercial de São Paulo, Alfredo Cotait Neto, destacou que a entidade mantém atuação permanente junto ao Congresso Nacional para garantir o avanço da pauta.
“Temos o compromisso de trabalhar, em conjunto com o Parlamento e a sociedade civil, para garantir a atualização desses limites e fortalecer as micro e pequenas empresas, fundamentais para o desenvolvimento econômico do país”, afirmou.
Segundo a CACB, a atualização da tabela do Simples Nacional permitirá que milhares de empreendedores permaneçam enquadrados no regime simplificado de tributação, reduzindo a burocracia, estimulando a formalização, preservando empregos e criando um ambiente mais favorável ao crescimento dos pequenos negócios.
Durante a sessão, o presidente da Federação das Associações Comerciais e Empresariais da Bahia (FACEB), Paulo Cavalcanti, também defendeu melhores condições para quem empreende e chamou atenção para o peso da carga tributária sobre os pequenos negócios.
A presidente do Conselho da Mulher Empreendedora e da Cultura (CMEC), Ana Claudia Cotait, reforçou a urgência da atualização dos limites do MEI e do Simples Nacional, destacando que a medida é essencial para acompanhar a realidade vivida pelos empreendedores brasileiros.
Para a CACB, a revisão dos tetos de faturamento é uma medida estratégica para estimular o empreendedorismo, ampliar a competitividade das micro e pequenas empresas e impulsionar a geração de emprego e renda em todo o país.
A sessão também reuniu presidentes representantes de federações das associações comerciais de diversos estados, além de lideranças de órgãos e conselhos vinculados à CACB, como o presidente da Federação das Associações Comerciais do Estado do Amazonas (FACEA), Jorge de Souza Lima, e o presidente da Federação das Associações Empresariais de Santa Catarina (FACISC), Elson Otto.
A presença das entidades reforçou a mobilização nacional em defesa da atualização dos limites do Simples Nacional e do MEI, considerada uma das principais pautas do setor empresarial.
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Baixar áudioO Governo de Goiás iniciou uma estratégia para ampliar presença no setor de inteligência artificial com a criação de um distrito tecnológico em Goiânia e a expansão de uma olimpíada nacional voltada a estudantes. As iniciativas envolvem mais de R$ 300 milhões em investimentos no polo tecnológico e a distribuição de R$ 420 mil em prêmios para jovens de todo o país.
O projeto do Distrito de Inovação e Inteligência Artificial vai revitalizar o Setor Leste Universitário para instalar empresas de tecnologia, centros de pesquisa e espaços voltados à formação profissional.
Como parte da estratégia de desenvolvimento tecnológico do estado, o novo Distrito de Inovação e Inteligência Artificial vai ocupar uma área de 91 hectares – espaço destinado a atrair empresas de tecnologia e gerar empregos.
O governador de Goiás, Daniel Vilela, mencionou que Goiânia ocupa a segunda colocação nacional em termos de inovação em inteligência artificial no país e ressaltou que o objetivo é liderar o setor. “Goiás já é referência para o mundo inteiro em IA. Agora, temos uma grande janela de oportunidade para consolidar o estado e Goiânia como hub de inteligência artificial do Brasil e da América Latina”, destacou Vilela.
A previsão é de R$ 300 milhões em investimentos para o projeto, sendo R$ 200 milhões investidos na reforma de quatro prédios estaduais presentes na região, além da construção de novos.
Já outros R$ 30 milhões serão investidos em Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PD&I). Parte dos R$ 78 milhões do novo convênio do Centro de Excelência em Inteligência Artificial (Ceia-UFG), também devem ser aplicados no Distrito.
A ideia é atrair empresas do ramo de tecnologia, estimular novos negócios de base tecnológica e formar mão de obra qualificada na área do distrito. A expectativa é gerar mais de 1,4 mil empregos diretos na primeira fase de funcionamento e atrair milhares de pessoas para as atividades de inovação e tecnologia.
A primeira empresa a integrar o distrito será a Semantix, uma multinacional brasileira especializada em dados, analytics e inteligência artificial, que já possui atuação internacional em sete países.
A iniciativa também prevê parcerias com universidades, programas de residência tecnológica, aceleração de startups e oferta de cursos de qualificação.
Além disso, logo no início das atividades, serão oferecidas 1.500 bolsas para cursos de qualificação profissional vinculados ao Distrito, bem como descontos em cursos tecnológicos, por meio de uma parceria com o Sistema S, além de turmas gratuitas de cursos técnicos no Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac).
A partir das atividades desenvolvidas no Distrito, a estratégia é atrair talentos e modernizar a capacidade produtiva do estado, com pesquisas que envolvam inovação, especialmente IA.
Em paralelo à oportunidade estratégica para fortalecer a economia baseada em tecnologia, pesquisa e inovação com o Distrito, o governo de Goiás também busca ampliar a formação de jovens na área de IA por meio da Olimpíada de Inteligência Artificial Aplicada 2026. A Olimpíada é uma iniciativa entre o Centro de Excelência em Inteligência Artificial (Ceia-UFG) e a Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação de Goiás (Secti-GO).
Em sua terceira edição, a competição, que pela primeira vez terá participação de estudantes de todo o Brasil, oferece a oportunidade de capacitação gratuita em programação e inteligência artificial aplicada antes das etapas de disputa. Além disso, ao final das etapas de capacitação os ganhadores recebem prêmios em dinheiro.
Ao todo, serão distribuídos R$ 420 mil em prêmios, com valores de até R$ 10 mil por integrante das equipes vencedoras.
A Olimpíada foi planejada para buscar participantes em diferentes níveis de conhecimento – inclusive quem nunca teve contato com programação. Antes de cada fase competitiva, as equipes terão acesso gratuito a trilhas formativas em Lógica de Programação, Python e Inteligência Artificial Aplicada, em formato online, com suporte técnico e acompanhamento especializado. Na primeira etapa, os participantes resolverão desafios em ambiente virtual, com soluções em linguagem Python.
Como os desafios estarão distribuídos:
A segunda etapa da competição terá aprofundamento técnico por meio de formação avançada em Inteligência Artificial, com carga horária de 40 horas, realizada em ambiente virtual de aprendizagem.
As inscrições são gratuitas e estão abertas até o dia 31 de julho, com 600 vagas disponíveis. Podem participar estudantes do 9º ano do ensino fundamental ao ensino médio ou técnico, com idade entre 14 e 19 anos.
As equipes serão formadas por três alunos e um tutor. O responsável pela equipe deve ser graduado ou estar matriculado em curso de nível superior reconhecido pelo MEC e atuar como professor, profissional de tecnologia ou outro interessado na área, desde que atenda aos requisitos previstos no edital.
Com o objetivo de ampliar a participação feminina na tecnologia, a competição reservou, inicialmente, 120 vagas para equipes com presença mínima de 50% de estudantes que se identificam com o gênero feminino.
Com investimentos em infraestrutura, pesquisa e educação, Goiás aposta na inteligência artificial como ferramenta para impulsionar o desenvolvimento econômico, criar oportunidades profissionais e preparar uma nova geração para o mercado tecnológico.
O governador Daniel Vilela ressaltou a importância de ações destinadas a estimular o desenvolvimento tecnológico e a qualificação profissional no estado.
“A ideia é que a gente, com esse distrito, possa atrair cada vez mais empresas de inteligência artificial, mas, obviamente, de tecnologia, aqui para o nosso Distrito de Inovação. A gente percebe que há, além de uma vocação do estado, um desejo muito forte e latente dos jovens goianos por essa oportunidade de se qualificar, de buscar conhecimento na área da tecnologia e, também, da inteligência artificial”, disse Vilela.
Olimpíada de Inteligência Artificial Aplicada
Onde realizar a inscrição: olimpiadadeia.ceia.digital
Período: 25 de maio até 31 de julho de 2026
As inscrições são gratuitas.
Resultado: divulgado em 7 de agosto de 2026
Início das atividades formativas: 10 de agosto
Etapa final presencial e a cerimônia de premiação: entre 1º e 2 de novembro de 2026, em Goiás.
Mais informações sobre a olimpíada podem ser acessadas pelo Instagram oficial, @olimpiadaiaaplicada ou pelo e-mail [email protected].
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