18/04/2026 04:40h

Neste episódio, a Ginecologista Dra. Denise Yanasse (CRM: 124.923/ SP) explica sobre as transformações nos ovários com o envelhecimento.

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Os ovários têm um papel fundamental no corpo da mulher. Eles produzem os óvulos, essenciais para a reprodução, e também hormônios como o estrogênio e a progesterona. Esses hormônios são responsáveis pelo ciclo menstrual, ajudando na saúde dos ossos, no metabolismo e no desenvolvimento das características femininas, especialmente durante a puberdade.

Na infância, os ovários permanecem inativos e começam a funcionar na puberdade, iniciando a produção hormonal e promovendo diversas mudanças no corpo feminino. Manter a saúde dos ovários é importante para o equilíbrio do organismo.

Veja o vídeo com a explicação do especialista:

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18/04/2026 04:25h

A Agência Nacional de Mineração (ANM) atualizou o domínio do SIGBM para reforçar a segurança tecnológica, exigindo que usuários atualizem seus dados e acessos.

A Agência Nacional de Mineração (ANM) alterou o domínio do Sistema Integrado de Gestão de Barragens de Mineração (SIGBM) no último dia 14 de abril, como parte de ações voltadas ao reforço da segurança tecnológica da plataforma. Com a mudança, os acessos ao sistema passaram a ser realizados pelos sites SIGBM Empreendedor e SIGBM Público.

Com as mudanças realizadas é necessário que os usuários atualizem os seus dados e atualizem os acessos, favoritos e eventuais integrações que utilizem o endereço anterior.

No momento, a ANM identificou instabilidade no processo de autenticação via gov.br, o que pode estar impedindo o acesso de empreendedores ao sistema. A equipe técnica já está atuando para normalizar a situação o mais breve possível. Em razão dessa indisponibilidade temporária, o prazo para preenchimento do Extrato de Inspeção Regular (EIR), referente às inspeções realizadas no período de 16 a 31 de março de 2026, com vencimento originalmente em 15 de abril de 2026, foi excepcionalmente prorrogado até 23 de abril de 2026.

A medida visa assegurar que todos os responsáveis técnicos e empreendedores possam realizar o envio das informações sem prejuízo ao monitoramento das estruturas. Em caso de dúvidas ou dificuldades de acesso, os usuários podem entrar em contato pelos canais oficiais de atendimento da ANM ou pelo e-mail: [email protected].

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18/04/2026 04:15h

Programa da ApexBrasil reúne rodadas de negócios, visitas técnicas e reforça compromisso com sustentabilidade

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A presença do programa Exporta Mais Brasil na Anuga Select Brazil 2026 – feira de alimentos e bebidas ocorrida em São Paulo (SP) – foi encerrada com uma programação voltada à promoção de negócios internacionais e ao reconhecimento de práticas sustentáveis.

A iniciativa, conduzida pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), integrou rodadas de negócios, visitas técnicas a empresas brasileiras e ações de aproximação com compradores estrangeiros.

Como parte dos destaques do evento, a ApexBrasil foi reconhecida pela organização da feira com o prêmio de estande mais sustentável, além de ter sido escolhida em votação popular.

O objetivo central da iniciativa foi aproximar empresas brasileiras com potencial exportador de compradores estratégicos de diferentes países, ampliando oportunidades de inserção no mercado internacional. Durante a programação, delegações estrangeiras participaram de encontros na feira e também visitaram unidades produtivas no Brasil, conhecendo de perto a cadeia de produção.

A ação integra uma estratégia mais ampla da ApexBrasil voltada à internacionalização de empresas brasileiras por meio de qualificação, promoção comercial e inteligência de mercado.

De acordo com a coordenadora de Agronegócio da instituição, Luciana Pecegueiro, o acesso à informação é o primeiro passo para quem deseja exportar, especialmente no setor de alimentos e bebidas.

“Na Anuga Select, desde a primeira edição, fizemos uma parceria para promover os negócios do Brasil dentro do país. A feira traz mais de 15 mil visitantes e mais de 60 países estão representados. Então, temos como oportunidade trazer rodadas de negócios, trazer os compradores para visitar não apenas o varejo no Brasil e as empresas, mas também fazer rodadas de negócios aqui na feira”, disse.

“A primeira dica para quem quer começar a exportar é informação. Informe-se, entre no site da ApexBrasil, busque informações e orientações, porque quando falamos de alimentos e bebidas, estamos falando de saúde humana. Então, temos que estudar com a empresa, ver quais são as oportunidades de mercado e quais adaptações que ela tem que ter para acessar esses mercados”, orientou a coordenadora.

Também foram apresentadas soluções da Agência para apoiar empresas em diferentes estágios de preparação para exportação. José Mendes, especialista da gerência de Competitividade da ApexBrasil, destacou o papel das ações de qualificação e inserção internacional.

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“Nós apresentamos para as empresas e parceiros presentes as soluções da ApexBrasil, desde o processo de sensibilização para exportação, passando pelo pilar da qualificação e sobretudo a inserção no mercado internacional. Trouxemos diversas empresas, dentre elas aquelas que passaram pelo Programa de Qualificação para Exportação (PEIEX)”, afirmou.

“O nosso objetivo é conectar empresas brasileiras que estejam preparadas para o mercado internacional com potenciais compradores, gerando essa aproximação e promovendo o Brasil no mundo de uma forma competitiva e qualificada”, complementou Mendes.

Encontros presenciais reforçam conexão entre compradores e a produção brasileira

Além das rodadas de negócios, a programação incluiu visitas técnicas a empresas nacionais, permitindo que compradores internacionais conhecessem de perto processos produtivos, padrões de qualidade e diferenciais competitivos.

Na FHOM Alimentos, a delegação internacional acompanhou a estrutura produtiva e os produtos da companhia.

“É essencial ter a parceria da ApexBrasil conosco para trazer esses clientes de outros países para conhecer nosso trabalho no Brasil e fazer nossos produtos aparecerem e serem mostrados nos países em que a ApexBrasil atua”, afirmou Henrique Vidoz, diretor comercial da FHOM Alimentos.

Já na Açaí Town, os participantes tiveram contato com o processo produtivo completo e participaram de degustações.

“Recebemos os compradores que vieram para a missão da Anuga e tivemos a oportunidade de apresentar um pouco do nosso trabalho, fazendo uma degustação e conhecendo nosso processo produtivo. Normalmente participamos de rodadas de negócios, mas receber os compradores in loco é um grande diferencial, pois conseguimos tangibilizar o que é falado sobre a empresa”, pontuou Murilo Santucci, sócio-fundador da Açaí Town.

“Temos em torno de 10 anos de história com a ApexBrasil desde quando começamos no PEIEX. E agora estamos vendo algo dessa magnitude acontecer, o que é uma grande realização para nós”, enfatizou Santucci.

Plataforma Buy Brazil amplia alcance internacional

Outro destaque da programação foi o uso da Buy Brazil, ferramenta que amplia a visibilidade de empresas brasileiras junto a compradores internacionais. A Apistech destacou os benefícios da plataforma na prospecção de novos mercados.

“Estar em um evento do porte da Anuga é muito importante para a nossa empresa. O apoio da ApexBrasil com toda a estrutura que temos aqui realmente é um enorme diferencial. Temos a possibilidade de estar em um evento internacional e apresentar toda nossa gama de produtos. Também temos um outro diferencial importante, que é a plataforma Buy Brazil”, pontuou Vitor Mauch.

A avaliação também foi compartilhada por compradores internacionais. Jiang Jundong, da empresa chinesa Qianhai Yueshi, destacou o impacto da ferramenta na conexão com fornecedores brasileiros.

“Estamos acostumados a nos conectar com grandes empresas brasileiras, mas com essa plataforma podemos encontrar muitos vendedores e fornecedores que não teríamos como conhecer anteriormente. Com a plataforma e o apoio da ApexBrasil, haverá mais confiança no processo. Podemos fazer negócios com muito mais eficiência daqui pra frente”, afirmou.
 

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18/04/2026 04:05h

Nova estimativa supera previsão anterior de 1,8% e é impulsionada pela indústria extrativa, serviços e elevação da safra agrícola

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A projeção de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro aumentou de 1,8% para 2% em 2026, segundo o Informe Conjuntural do 1º Trimestre, divulgado nesta sexta-feira (17) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).

A expectativa de crescimento da indústria também foi revista para cima, passando de 1,1% para 1,6% neste ano.

Além da indústria, outros setores tiveram suas estimativas elevadas em relação ao trimestre encerrado em dezembro do ano passado:

  • Serviços: de 1,9% para 2,1%
  • Agropecuária: de 0% para 1,1%

O diretor de Economia da CNI, Mário Sérgio Telles, avalia que a revisão das projeções se deve a três fatores.

“Primeiro, tivemos um desempenho mais positivo do que o esperado para a indústria extrativa. Tanto a produção de petróleo e de minério de ferro quanto o preço do petróleo estão subindo este ano. O segundo fator foi a sistemática elevação da previsão da safra agrícola. E o último fator é um desempenho melhor no setor de serviços”, explica.

A melhoria nas projeções para o setor de serviços está associada ao aumento do rendimento dos trabalhadores, à expansão dos gastos públicos e ao crescimento da renda disponível — influenciado, entre outros fatores, pela isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil. Por outro lado, o elevado endividamento das famílias pode limitar o ritmo de crescimento do setor.

Desequilíbrio entre consumo e investimento preocupa

O relatório aponta que o desempenho acima do esperado da atividade econômica nos primeiros meses de 2026 também contribuiu para a revisão positiva do PIB. No entanto, a qualidade desse crescimento preocupa, devido ao desequilíbrio entre consumo e investimento.

A projeção indica que o consumo das famílias deve crescer 2% em 2026, uma alta de 0,7 ponto percentual em relação ao ritmo observado no ano passado. Esse avanço é impulsionado por estímulos fiscais, ampliação da faixa de isenção do Imposto de Renda e crescimento da massa salarial.

Já os investimentos devem crescer apenas 0,6%, desacelerando em relação aos 2,9% registrados em 2025. O desempenho mais fraco reflete os efeitos dos juros elevados e do endividamento das empresas.

“É um tipo de crescimento que não se sustenta. Se nós não tivermos aumento dos investimentos para gerar mais oferta no futuro e cobrir esse nível maior de consumo, nós vamos ter que travar ainda mais o ritmo de crescimento”, explica Telles.

Apesar da revisão para cima, a projeção de crescimento de 2% do PIB ainda é inferior aos 2,3% registrados em 2025. A desaceleração está relacionada principalmente à perda de fôlego de setores que sustentaram a expansão recente, especialmente a agropecuária e a indústria extrativa.

Mercado de trabalho seguirá aquecido

Mesmo com a perda de ritmo da economia em relação ao ano passado, o mercado de trabalho deve continuar aquecido ao longo do ano. A CNI projeta uma alta de 1% da população ocupada, com a taxa de desemprego encerrando 2026 em 5,2%.

Outro dado relevante é que, apesar da moderação da atividade econômica e do enfraquecimento do crédito, os preços ligados aos serviços não estão caindo e há uma piora das expectativas de inflação para 2026 e 2027.

Cenário internacional pode pressionar juros

O cenário internacional e os riscos geopolíticos também podem impactar os preços internos. Nesse cenário, a taxa básica de juros (Selic) deve encerrar o ano em 12,75%, acima da previsão anterior de 12%. Consequentemente, as concessões de crédito devem crescer 2,2%, abaixo dos 3,2% registrados em 2025.

No comércio exterior, a CNI projeta crescimento de 1,1% no valor das exportações brasileiras, que devem atingir US$ 354,3 bilhões. O resultado é impulsionado pela alta nos preços das commodities, pela melhoria no acesso ao mercado norte-americano — após a redução de parte das tarifas de importação — e pela recuperação da demanda argentina.

Já as importações devem cair 3,2%, totalizando US$ 281,5 bilhões, refletindo a menor atividade industrial interna. Com isso, a balança comercial brasileira deve registrar superávit de US$ 72,8 bilhões.

Gastos e endividamento do governo devem subir

A CNI projeta que as despesas do governo federal devem crescer 4,4% acima da inflação em 2026, ante alta de 3,4% em 2025. O aumento é impulsionado pelo maior estímulo fiscal à economia, em especial por meio das transferências de renda, como previdência, Bolsa Família e Benefício de Prestação Continuada (BPC).

A arrecadação federal também deve aumentar, com crescimento real estimado em 5,4%. O avanço está ligado à reoneração da folha de pagamentos, ao crescimento da massa salarial e à valorização do petróleo, que amplia receitas relacionadas à exploração de recursos naturais.

Apesar disso, o governo federal deve encerrar o ano com déficit de R$ 61,3 bilhões (0,5% do PIB). Sem considerar os gastos excluídos do cálculo da meta fiscal, a estimativa é de superávit de R$ 2 bilhões, equivalente a 0% do PIB.

Os sucessivos déficits e o elevado nível de juros devem elevar o endividamento público para 82,2% do PIB, ante 78,6% em 2025.

Confira todos os dados do Informe Conjuntural do 1º Trimestre 2026 no site da CNI.

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18/04/2026 04:00h

Presidente da Câmara, Hugo Motta, destaca o papel do colegiado para avançar a medida; as tabelas de enquadramento estão defasadas desde 2018

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A Câmara dos Deputados criou uma comissão especial destinada a discutir o PLP 108/2021, que prevê o aumento do limite de faturamento anual do Microempreendedor Individual (MEI) para até R$ 130 mil. O novo colegiado vai reunir especialistas sobre o tema, além de representantes do governo e do setor produtivo para debater a proposta. 

O anúncio foi feito pelo presidente da Câmara, Hugo Motta , que reforçou o papel da medida para os pequenos negócios brasileiros.

“Em diálogo com os parlamentares, estamos alinhados para a condução desse debate com equilíbrio e muita responsabilidade. Sabemos que é uma medida que gera um forte impacto fiscal, mas também gera aquilo que o Brasil precisa: emprego, renda e arrecadação”, destacou Hugo Motta, em declaração em uma rede social.

A atualização da tabela do Simples Nacional é uma pauta prioritária para entidades empresariais e o reajuste é liderado pela Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB), que defende a elevação do teto anual do MEI para R$ 144,9 mil. 

O presidente da CACB, da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (FACESP) e da Associação Comercial de SP (ACSP), Alfredo Cotait Neto, salienta que a atualização é relevante para evitar que empresas abandonem o regime simplificado ou migrem para a informalidade.

“O que nós precisamos é conscientizar os nossos políticos da importância da aprovação do aumento do limite do Simples Nacional, pelo menos para o MEI, o microempreendedor individual, e para o micro e a microempresa. Sem isso, as empresas ou vão mudar o seu regime ou vão para informalidade”, afirmou Cotait. 

A Confederação também defende a correção das demais faixas de enquadramento do regime tributário: microempresas, de R$ 360 mil para R$ 869,4 mil; e empresas de pequeno porte, de R$ 4,8 milhões para R$ 8,69 milhões. 

As regras atuais estão desatualizadas desde 2018 e preveem faturamento máximo para o MEI de R$ 81 mil e a possibilidade de contratação de apenas um empregado. No entanto, o PLP 108/2021 atualiza os limites para enquadramento no MEI e autoriza que os empreendedores contratem até dois empregados.  

Atualização é urgente e necessária, dizem parlamentares

O presidente da Câmara, Hugo Motta designou a deputada Any Ortiz (Cidadania-RS) para presidir a comissão especial, já a relatoria ficará com o deputado Jorge Goetten (Republicanos- SC).

Any Ortiz (Cidadania-RS) vai presidir a comissão especial e menciona que o colegiado vai reunir microempreendedores individuais, empresários e o governo para discutir a medida. Na avaliação dela, a atualização é necessária e urgente para proteger o pequeno empreendedor brasileiro.

“Hoje, milhares de empresários, milhares de trabalhadores que geram emprego e renda, acabam sendo penalizados por crescer e ultrapassar o teto, que já não reflete mais a realidade econômica do nosso país. A ampliação do limite com certeza vai reduzir a informalidade, vai reduzir a defasagem causada por uma inflação acumulada, por um aumento no custo dos produtos, dos insumos, e com certeza vai fortalecer a economia local, que é onde está a maior parte dessas empresas”, apontou a deputada Any Ortiz.

Para Jorge Goetten (Republicanos- SC), a atualização do Simples Nacional é uma pauta urgente para os empreendedores brasileiros. Ele elucida que, no cenário atual, a evolução dos pequenos  empreendedores é freada pelos altos impostos.

Ele destaca a importância da comissão especial voltada à atualizar os limites de enquadramento no MEI. Goetten pontua que o debate é relevante para ouvir tanto setor produtivo

“A Comissão Especial criada pelo presidente Hugo Motta é fundamental porque vai permitir analisarmos o projeto com mais profundidade, ouvir quem empreende e construir uma solução justa. A relatoria tem esse papel: trabalhar junto, ouvir todo mundo, fazer escuta e não descansar até entregar um texto que ajude o pequeno a crescer. Vamos ouvir o setor produtivo, as entidades e o governo, porque isso também tem impacto fiscal”, salientou Goetten.
 

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17/04/2026 22:00h

Desvalorização do petróleo, após reabertura do Estreito de Ormuz, pesou sobre as ações da Petrobras, que puxaram o índice

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O Ibovespa voltou a fechar o pregão em queda de 0,55%, aos 195.733 pontos, acumulando baixa de 0,81% na semana. O desempenho do índice foi influenciado principalmente pela forte desvalorização nos preços do petróleo e pelo consequente desempenho negativo das ações da Petrobras, que anularam o impacto positivo da desescalada das tensões geopolíticas no Oriente Médio.

A melhora no sentimento global veio com a notícia da abertura do Estreito de Ormuz, o que provocou um alívio imediato no mercado de energia e reduziu os prêmios de risco. Em reflexo direto, o barril do petróleo Brent despencou mais de 9%, sendo negociado na casa dos US$ 90. Esse movimento de arrefecimento dos conflitos favoreceu os ativos de risco globais, mas penalizou severamente as empresas do setor extrativo na bolsa brasileira.

Em Wall Street, o clima foi de euforia, com os principais índices renovando recordes nominais pelo terceiro dia consecutivo. Na Europa, os mercados acompanharam o movimento, com os índices fechando em alta.

No cenário doméstico, o peso do setor de commodities ditou o ritmo. As ações da Petrobras recuaram 4,80%, figurando entre as maiores baixas do índice e resultando em uma perda de R$ 32,8 bilhões em valor de mercado para a estatal em apenas um dia. Analistas observam que a normalização do fluxo comercial no Oriente Médio, embora positiva para a inflação global, retira o suporte de preços que vinha beneficiando a petroleira nas últimas semanas.

Maiores altas e quedas do Ibovespa

Confira as ações com melhor e pior desempenho no último fechamento:

Ações em alta no Ibovespa

  • Oncoclinicas do Brasil Servicos Medicos SA (ONCO3): +15,33%

  • Alphaville SA (AVLL3): +12,50%

Ações em queda no Ibovespa

  • OSX Brasil S.A. (OSXB3): -14,02%

  • Fictor Alimentos SA (FICT3): -10,00%

 

O volume total negociado na B3 foi de R$ 81.495.398.817, em meio a 4.304.973 negócios.

 

Os dados da bolsa podem ser consultados no site da B3.  

 

O que é o Ibovespa e como ele funciona?

 

O Ibovespa (Índice Bovespa) é o principal indicador do mercado acionário brasileiro. Calculado pela B3, ele reflete a média do desempenho das ações mais negociadas na bolsa, com base em critérios de volume e liquidez. O índice é composto por uma carteira teórica de ativos, que representa cerca de 80% do volume financeiro total negociado no mercado.

 

O que é a B3, a bolsa de valores do Brasil?

 

A B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) é a bolsa de valores oficial do Brasil, sediada em São Paulo. É responsável pela negociação de ações, derivativos, títulos públicos e privados, câmbio e outros ativos financeiros. A B3 está entre as maiores bolsas do mundo em infraestrutura e valor de mercado.

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17/04/2026 21:55h

Trégua entre Israel e Líbano e reabertura do Estreito de Ormuz estimularam o otimismo do mercado e levaram à queda dos preços do petróleo

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O dólar comercial encerrou o último pregão em queda de 0,19% frente ao real, cotado a R$ 4,98, acumulando baixa de 0,56% na semana. O câmbio acompanhou a tendência externa, com o indicador DXY — que compara o dólar a uma cesta de seis divisas globais como euro e libra — apresentando baixa de 0,3%.

O desempenho do câmbio foi influenciado pelo alívio nas tensões geopolíticas no Oriente Médio. O otimismo tomou conta dos mercados após o anúncio de uma trégua temporária de dez dias entre Israel e o Líbano, que entrou em vigor nesta sexta-feira (17). Outro fator determinante foi a reabertura do Estreito de Ormuz, após o ministro das Relações Exteriores do Irã garantir a livre passagem de embarcações comerciais durante o período de cessar-fogo.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, reforçou o clima de distensão ao declarar que o governo iraniano concordou em "nunca mais" voltar a fechar o corredor marítimo. A sinalização de um possível acordo de paz definitivo entre Washington e Teerã também segue no radar, com Trump mencionando a possibilidade de viajar ao Paquistão para a assinatura de um tratado. A reabertura do estreito provocou um tombo de mais de 10% nos preços do petróleo, o que enfraqueceu o dólar globalmente e abriu espaço para o recuo dos juros futuros nos EUA.

A desescalada dos conflitos impactou diretamente as expectativas sobre a política monetária estadunidense. No início da tarde, investidores chegaram a precificar um corte de juros pelo Federal Reserve (Fed) — o Banco Central do país — ainda para dezembro deste ano. Entretanto, após novas ameaças pontuais do Irã no fim da sessão, as apostas foram adiadas para janeiro de 2027. Segundo a ferramenta FedWatch, do CME Group, há 53,8% de probabilidade de o Fed retomar o afrouxamento monetário em sua primeira reunião do próximo ano.

No cenário doméstico, a queda do dólar foi amplificada pelo elevado diferencial de juros, o que segue atraindo fluxo de capital estrangeiro.

Cotação do euro

O euro, por sua vez, encerrou a sessão em queda de 0,29%, cotado a R$          5,86.

Cotações

A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.

Código BRL USD EUR GBP JPY CHF CAD AUD
BRL 1 0,2006 0,1704 0,1484 31,8199 0,1568 0,2746 0,2798
USD 4,9843 1 0,8497 0,7397 158,60 0,7812 1,3687 1,3946
EUR 5,8651 1,1771 1 0,8706 186,68 0,9196 1,6109 1,6415
GBP 6,7375 1,3521 1,1486 1 214,44 1,0563 1,8504 1,8855
JPY 0,0314 0,0063 0,0054 0,0047 1 0,4927 0,0086 0,0088
CHF 6,3786 1,2798 1,0874 0,9467 203,01 1 1,7516 1,7849
CAD 3,6419 0,7307 0,6208 0,5405 115,89 0,5708 1 1,0188
AUD 3,5732 0,7171 0,6092 0,5304 113,73 0,5603 0,9814 1

 

Os dados são da Investing.com

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17/04/2026 19:00h

O sorteio da Lotofácil 3664 ocorre na noite desta sexta-feira (17), no ESPAÇO DA SORTE em São Paulo (SP)

O concurso 3664 da Lotofácil foi realizado nesta sexta-feira (17/04/2026), no Espaço da Sorte, em São Paulo, e divulgado pela Caixa Econômica Federal. 1 apostador acertou as 15 dezenas e levarou para casa o prêio de R$ 1.772.915,30. O bilhete premiado foi adquirido em Belo Horizonte (MG). De acordo com o Censo Demográfico de 2022, a capital mineira possui cerca de 2.315.560 habitantes. A cidade consolidou-se como um dos principais polos tecnológicos, culturais e gastronômicos do Brasil, apresentando paisagens icônicas como o Conjunto Moderno da Pampulha (Patrimônio Cultural da Humanidade), o Parque Municipal e a Praça da Liberdade. 

O prêmio estimado para o próximo concurso da Lotofácil, de número 3665, que será realizado no sábado, 18 de abril de 2026, está estimado em R$ 2.000.000,00. Aproveite a oportunidade e faça sua aposta para concorrer!

Números sorteados Lotofácil 3664

01 - 02 - 04 - 05 - 06 - 07 - 10 - 11 - 12 - 16 - 18 - 19 - 20 - 22 - 23

Resultado e premiação da Lotofácil 3664

  • 15 acertos - 1 aposta ganhadora, R$ 1.772.915,30
  • 14 acertos - 209 apostas ganhadoras, R$ 1.778,66
  • 13 acertos - 7899 apostas ganhadoras, R$ 35,00
  • 12 acertos - 92429 apostas ganhadoras, R$ 14,00
  • 11 acertos - 504884 apostas ganhadoras, R$ 7,00

Qual o valor das apostas da LotoFácil?

A aposta mínima, de 15 números, custa R$ 3,50 com chance de 1 em 3.268.760 e a máxima custa R$ 46.512 com chance de 1 em 211.

Quantidade de números jogados

Valor da aposta

15

R$ 3,50

16

R$ 48,00

17

R$ 408,00

18

R$ 2.448,00

19

R$ 11.628,00

20

R$ 46.512,00

Quando acontecem os sorteios da Lotofácil

De segunda-feira a sábado, às 21h.

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17/04/2026 19:00h

Recursos vão reforçar ações emergenciais em cidades do Amazonas, Bahia, Maranhão, Minas Gerais, Pará, Piauí, Rio de Janeiro, São Paulo

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O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), por meio da Defesa Civil Nacional, autorizou nesta sexta-feira (17) o repasse de R$ 29.803.018,38 para ações de resposta em 31 municípios afetados por desastres. As portarias com a liberação dos valores foram publicadas no Diário Oficial da União (DOU). Confira abaixo: 

Os recursos foram autorizados a partir de critérios técnicos que levam em conta a magnitude dos desastres, o número de desabrigados e desalojados e as necessidades apresentadas nos planos de trabalho enviados pelas prefeituras.

Como solicitar recursos

Municípios que tiverem o reconhecimento federal de situação de emergência ou estado de calamidade pública podem solicitar recursos ao MIDR para ações de defesa civil. As solicitações devem ser realizadas por meio do Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2iD). A partir dos planos de trabalho enviados, a equipe técnica da Defesa Civil Nacional avalia as metas e valores propostos. Após aprovação, os repasses são formalizados por meio de portaria no DOU, liberando os valores correspondentes.

Capacitação para agentes de defesa civil

A Defesa Civil Nacional também oferece uma série de cursos a distância para capacitar e qualificar agentes municipais e estaduais no uso do S2iD. O objetivo é preparar os profissionais das três esferas de governo para responderem de forma eficiente às situações de emergência. Confira aqui a lista completa dos cursos.

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17/04/2026 18:40h

Previsão é de poucas nuvens para o centro-sul da região, mas com nevoeiros; temperaturas variam entre 15°C e 28°C

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A previsão do tempo para o Sul do país, neste sábado (18), indica céu de poucas nuvens para o centro-sul da região e pancadas de chuva isoladas para o centro-norte do Paraná e extremo-nordeste do litoral de Santa Catarina.

Apesar do céu de poucas nuvens, há previsão de nevoeiro ou névoa úmida para o extremo-oeste e porção central do norte do Rio Grande do Sul e centro-sul catarinense.

Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 15°C, em Curitiba. Já a máxima pode chegar até 28°C, também em Curitiba. A umidade relativa do ar varia entre 40% e 95%.

5 motivos para acompanhar as previsões do tempo

  • Agricultura: garantia de uma boa colheita;
  • Marinha: proteção de marinheiros, navios e passageiros;
  • Aeronáutica: segurança de pilotos, aeronaves e passageiros;
  • Pesca: condições favoráveis e seguras para a atividade;
  • Turismo: garantia de passeios e viagens tranquilas e agradáveis.

Importância das observações meteorológicas no INMET

As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).

As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

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