VoltarDia do livro é celebrado no dia 23 de abril
Baixar áudioFerramenta fundamental para o desenvolvimento humano, o livro é reconhecido como instrumento de cultura, educação e imaginação e é celebrado no dia 23 de abril.
O Governo do Brasil, através de pastas como o Ministério da Cultura, vem desenvolvendo diversas ações com o objetivo de fomentar a leitura e o setor editorial no país. Essas iniciativas vão desde a criação de plataformas de acesso a eventos literários, até premiações em dinheiro para práticas inovadoras de incentivo à leitura e escrita.
Por meio da Secretaria de Formação Artística e Cultural, Livro e Leitura (Selfi), o MinC lançou o Mapa dos Eventos Literários do Brasil. A iniciativa reúne, organiza e dá visibilidade a eventos literários de diferentes formatos realizados no país, como feiras, bienais, festivais e circuitos.
A proposta é conectar o público a essas iniciativas e ampliar o acesso ao livro e ao encontro entre autores, editoras e comunidades nos diversos territórios. Em 2025, houve um investimento de R$32 milhões em emendas parlamentares no âmbito literário. Onze Termos de Execução Descentralizada, que somaram R$37 milhões, foram celebrados com Universidades e Institutos Federais. Também foi investido R$1 milhão em parceria com a Fundação Biblioteca Nacional.
Outra iniciativa do MinC é o Plano Nacional do Livro e Leitura (PNLL) 2026–2036, que nasceu da contribuição de inúmeros representantes da sociedade civil envolvidos no ecossistema literário.
Esse plano é um importante instrumento de gestão que consolida o compromisso com o desenvolvimento do setor.
Em parceria com a Universidade Federal de Alagoas, o Ministério lançou o Proler Bibliotecas, que visa fomear as comunidades de leitura em diferentes territórios, promover o compartilhamento de saberes e o acesso mais amplo e colaborativo à leitura. O programa segue com inscrições abertas. Em sua nona edição, o Prêmio Vivaleitura destinou R$550 mil a 25 práticas inovadoras que fomentam a leitura e escrita no Brasil.
Foi desenvolvido também o programa de Apoio à Tradução e à Publicação de Autores Brasileiros no Exterior, em parceria com a FBN e o Instituto Guimarães Rosa. A ação deu suporte a 133 projetos, sendo 117 editoras não lusófonas e 16 editoras da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa. Outra grande iniciativa do MinC, em parceria com o Ministério das Cidades, é o projeto Bibliotecas no Minha Casa, Minha Vida, que vem implementando espaços em cada condomínio do programa uma biblioteca.
Um total de 701 empreendimentos geridos pelas comunidades e oferecidos às populações. Uma ação inovadora que busca desenvolver a cultura da leitura entre essas famílias. Outras 241 bibliotecas devem ser criadas nos CEUs da Cultura, localizados em áreas vulnerabilizadas, ampliando o acesso à leitura nas periferias das cidades brasileiras. Essas e muitas outras ações vêm conectando as obras literárias ao povo brasileiro e permitindo que cada vez mais vidas sejam transformadas através da leitura. Fabiano Piúba, secretário de formação, livros e leitura do MinC, destacou que a importância dessas ações para o desenvolvimento do hábito da leitura no Brasil.
"Abril, mês do livro e da leitura, tivemos uma agenda muito intensa para estar ativando esse exercício e esse direito importante que é o direito à leitura".
Para mais informações, acesse o site.
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Baixar áudioNo dia 23 de abril, data em que se comemora o Dia Mundial do Livro, o Prêmio Vivaleitura apresentou os vencedores da sua 9ª edição. Retomada após 10 anos, o Vivaleitura reconhece iniciativas que promovem o acesso ao livro e à leitura em diferentes contextos sociais e educacionais.
Cinco projetos de cinco iniciativas diferentes foram contemplados. O Projeto Moara, do Pará, venceu na categoria Bibliotecas; o Leituras Sentidas: Narrativas do Meu Lugar, de Roraima, na categoria Escolas; o Narrativas Subterrâneas, da Bahia, em Espaços Diversos; o Autoria Indígena, também da Bahia, na categoria Escrita Criativa; e Escrevivências da Libertação, do Acre, na categoria sistema prisional e socioeducativo. Cada iniciativa vencedora recebeu R$50 mil, enquanto os demais finalistas, do segundo ao quinto lugar, foram contemplados com R$15 mil.
Na mesma oportunidade, foi assinado o Plano Nacional do Livro e Leitura (PNLL) 2026–2036 e anunciado o programa MEC Livros. Um dos finalistas do prêmio, o gerente-executivo de Ressocialização da Secretaria da Administração Penitenciária da Paraíba, João Rosas, participou da solenidade com o projeto A Leitura Liberta, voltado à promoção da leitura como ferramenta de reinserção social no sistema prisional e empreendedorismo literário.
“Sou egresso de escola pública e da Universidade Federal da Paraíba. Foi lá, presidente, que desenvolvi minha pesquisa na área prisional. Sou policial penal da Paraíba. Pude materializar essa pesquisa e hoje enquanto gestor público naquela secretaria pude tornar pública essa política do programa Leitura Liberta”.
A ministra da Cultura, Margareth Menezes, destacou que o incentivo a iniciativas dessa natureza são fundamentais para o desenvolvimento humano do país.
“A gente sabe que investir em Cultura, investir em Educação é investir em ser humano, é investir em melhoria, é investir na esperança, é investir no futuro dessa nação. É por esse motivo que nós estamos aqui trabalhando e querendo fazer o nosso melhor”.
Já o ministro da Educação, Leonardo Barchini, ressaltou o compromisso do atual Governo com a alfabetização e a prática da leitura. Ele lembrou que, em 2023, apenas 36% das crianças brasileiras estavam alfabetizadas na idade adequada no país.
“Enfrentamos na nossa chegada uma situação de descalabro em termos de alfabetização de crianças. Em apenas três anos, nós conseguimos não só atingir a nossa meta, mas superar a meta e hoje, nos resultados de 2025, nós já alcançamos 66% das crianças da educação pública, da educação básica brasileira alfabetizadas na idade adequada”.
De acordo com o presidente Lula, quando surgem pessoas que ousam pensar, colocar no papel o pensamento e, com isso, transformar coisas abstratas em histórias que mexem com a emoção de outras pessoas, o Governo deve criar condições para que essas iniciativas sejam desenvolvidas.
“O nosso papel não é dizer qual livro que a pessoa vai ler, que religião que ele vai ter que seguir. O nosso papel é criar condições para que toda, sem distinção, criatividade feita do ponto de vista cultural do ser humano possa chegar à mão de todos. Esse é o papel do Estado”.
Para mais informações, acesso o site.
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Baixar áudioO Ministério da Cultura (MinC), por meio da Secretaria do Audiovisual, divulgou o resultado final do Edital de Comercialização em Cinema. Ao todo, foram selecionados 163 projetos de todas as regiões do país. A iniciativa vai investir cerca de R$ 60 milhões, oriundos do FSA, para ampliar a presença de filmes brasileiros nas salas de exibição e fortalecer o acesso do público às produções nacionais. No total, a chamada recebeu 295 inscrições.
A distribuição dos recursos reforça o compromisso com a descentralização. O eixo Rio de Janeiro–São Paulo concentra 68 projetos, com R$ 29,95 milhões (50% do total). Já as regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste (CONNE) reúnem 52 projetos, somando R$ 16,7 milhões (27,87%). A macrorregião formada por Sul, Minas Gerais e Espírito Santo (FAMES) concentra 43 projetos, somando R$ 13,25 milhões (22,12%). Todas as propostas elegíveis dessas duas últimas macrorregiões foram contempladas.
O edital também implementou ações afirmativas voltadas à diversidade no setor audiovisual. Empresas vocacionadas — aquelas com participação majoritária de pessoas negras, indígenas e pessoas com deficiência — respondem por 22 projetos, com investimento de R$ 7,25 milhões. Desse total, 18 projetos são liderados por pessoas negras (R$ 5,9 milhões) e quatro por pessoas com deficiência (R$ 1,35 milhão). Todas as propostas elegíveis dessas categorias também foram selecionadas.
Dentre os projetos selecionados, 124 obras contam com participação de mulheres cis ou pessoas trans em funções como roteiro, direção e/ou produção, concentrando R$ 44,65 milhões, o equivalente a 74,54% dos recursos.
Para a diretora de Formação e Inovação Audiovisual da Secretaria do Audiovisual, Milena Evangelista, “mais do que um suporte financeiro, essa iniciativa é uma ação de democratização do acesso, permitindo que obras brasileiras cheguem a salas de cinema de todo país e contribuam para a nacionalização e descentralização do audiovisual”.
A próxima etapa será a contratação dos investimentos, com a assinatura de contratos entre as empresas selecionadas e o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE). O modelo prevê a participação do FSA nas receitas geradas pelas obras.
Para as etapas de contratação e desembolso dos recursos, as empresas proponentes deverão estar em situação regular e adimplentes junto à Ancine. Também estão previstas reuniões de alinhamento com as equipes técnicas da Secretaria do Audiovisual e da Ancine para orientar os procedimentos de formalização das contratações.
A lista completa dos projetos selecionados está disponível aqui. Dúvidas podem ser encaminhadas para o e-mail: [email protected].
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Baixar áudioNa semana em que se celebra o Dia Mundial da Criatividade, o Ministério da Cultura lança o Portal Brasil Criativo, uma nova plataforma digital, dentro do site do MinC, que marca um passo estratégico na consolidação da economia criativa como vetor de desenvolvimento no país. Pensado pela Secretaria de Economia Criativa, a plataforma nasce como um espaço de conexão, informação e articulação para trabalhadores, empreendedores, gestores públicos e todos os interessados na cultura e na criatividade brasileiras.
A iniciativa reúne, em um único ambiente, conteúdos, diretrizes e oportunidades voltadas ao fortalecimento do setor, além de ampliar o diálogo com a sociedade. “O Portal Brasil Criativo é mais do que uma plataforma digital. É um espaço de encontro, escuta e construção coletiva. Queremos aproximar a política pública das pessoas, garantindo que trabalhadores e trabalhadoras da cultura tenham acesso à informação, às oportunidades e possam participar ativamente desse processo”, afirma a secretária Cláudia Leitão.
Com navegação intuitiva e organizada por eixos estruturantes, o portal apresenta os principais pilares da Política Nacional de Economia Criativa – Brasil Criativo: financiamento e fomento; mercados e empreendedorismo; territórios; formação; e estudos e pesquisas. Esses pilares orientam as ações da Secretaria e refletem o esforço institucional realizado ao longo do último ano para atender a uma demanda histórica do setor, consolidada durante a última Conferência Nacional de Cultura.
Nesse sentido, também funciona como um espelho vivo da construção dessa política pública. Nele, os usuários podem acompanhar os princípios, diretrizes, objetivos e até um glossário comum sobre economia criativa, alinhado a referências internacionais como a Unesco, contribuindo para a unificação de conceitos e o fortalecimento de uma linguagem compartilhada no campo.
Entre os destaques da plataforma está o acompanhamento do Fórum Brasil Criativo, iniciativa que percorre as cinco regiões do país promovendo escuta ativa e construção participativa da política. O portal reúne conteúdos como palestras de abertura e as cartas finais elaboradas em cada região, consolidando esse processo colaborativo.
No eixo de Mercados e Empreendedorismo, o portal apresenta ações voltadas à articulação entre empreendedores e investidores, incentivando a circulação e comercialização de bens e serviços culturais e criativos. A proposta é ampliar oportunidades de negócios, fortalecer redes produtivas, impulsionar a profissionalização e promover a inserção da produção brasileira em mercados nacionais e internacionais, sempre com base na diversidade cultural e na sustentabilidade.
Já no botão Territórios Criativos, o foco está nas estratégias de desenvolvimento local e regional a partir das identidades culturais. O portal evidencia como a criatividade, aliada à participação social, pode gerar trabalho decente, renda e impacto social positivo. Iniciativas como o programa Rouanet Territórios ganham destaque, reforçando o papel dos territórios como base viva da economia criativa.
O eixo de Fomento e Financiamento reunirá informações sobre mecanismos de investimento, editais e incentivos, com o objetivo de expandir e dversificar as fontes de apoio à cultura e aos empreendimentos criativos. A Secretaria atua para ampliar o acesso a esses recursos e fortalecer o ecossistema econômico do setor.
Na área de Formação, o portal destaca a atuação da Escola Solano Trindade de Cultura e Economia Criativa (Escult), que, ao longo de seus dois anos de existência, vem promovendo a qualificação e a profissionalização de trabalhadores e trabalhadoras da cultura em todo o país. A iniciativa contribui diretamente para o desenvolvimento social e econômico, ampliando o acesso ao conhecimento e à cidadania cultural.
Outro destaque é o Observatório Celso Furtado de Economia Criativa, espaço dedicado à produção, análise e disseminação de dados, pesquisas e metodologias. O observatório reforça a importância da informação qualificada para orientar políticas públicas mais eficazes, garantindo que as ações desenvolvidas tenham impacto real no setor.
Para Cláudia Leitão, o lançamento do portal representa um avanço na forma como o Estado se relaciona com a sociedade: “Estamos construindo um ambiente aberto, transparente e dinâmico, onde qualquer pessoa interessada pode acompanhar, compreender e contribuir com a Política Nacional de Economia Criativa. Esse diálogo permanente é fundamental para que possamos desenvolver ações mais efetivas e conectadas com a realidade dos territórios brasileiros”.
Embora ainda esteja em processo contínuo de construção, o Portal Brasil Criativo já disponibiliza uma ampla gama de conteúdos e ferramentas, incluindo canais de comunicação com a Rede Brasil Criativo. A expectativa é que a plataforma siga em expansão, incorporando novos materiais, funcionalidades e oportunidades, consolidando-se como referência nacional no campo da cultura e da economia criativa.
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Baixar áudioO Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), por meio da Defesa Civil Nacional, reconheceu, nesta terça-feira (28), a situação de emergência em 11 cidades afetadas por desastres nos estados do Acre, Bahia, Minas Gerais, Pará, Paraná e Rio Grande do Sul. As portarias com os reconhecimentos foram publicadas no Diário Oficial da União (DOU). Confira mais detalhes abaixo:
Passam por um período de estiagem os municípios de Araci, na Bahia; Manoel Ribas, no Paraná, e Caibaté, Lagoa Vermelha e Tiradentes do Sul, no Rio Grande do Sul.
Por outro lado, foram castigadas por fortes chuvas as cidades de Juatuba, em Minas Gerais, e Cachoeira do Piriá, Maracanã, Mojuí dos Campos e São Miguel do Guamá, no Pará.
Já Rio Branco, capital do Acre, obteve o reconhecimento federal de situação de emergência por causa de enxurradas.
Agora, as prefeituras já podem solicitar recursos do Governo Federal para ações de defesa civil, como compra de cestas básicas, água mineral, refeição para trabalhadores e voluntários, kits de limpeza de residência, higiene pessoal e dormitório, entre outros.
Os municípios com reconhecimento federal de situação de emergência ou de estado de calamidade pública podem solicitar apoio financeiro ao MIDR por meio do Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2iD). A Defesa Civil Nacional avalia os planos de trabalho enviados e, após a aprovação, publica portaria no DOU com os valores a serem liberados.
A Defesa Civil Nacional oferece uma série de cursos a distância para habilitar e qualificar agentes municipais e estaduais para o uso do S2iD. As capacitações têm como foco os agentes de proteção e defesa civil nas três esferas de governo. Confira neste link a lista completa dos cursos.
Com informações do MIDR
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Baixar áudioO Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), por meio da Defesa Civil Nacional, autorizou nesta terça-feira (28) o repasse de R$ 14.217.840,10 para ações de resposta e recuperação em 10 municípios e nos estados do Acre e Mato Grosso do Sul, afetados por desastres. As portarias com a liberação dos recursos foram publicadas no Diário Oficial da União (DOU).
Os recursos são destinados a ações emergenciais de defesa civil, como assistência humanitária, restabelecimento de serviços essenciais e recuperação de áreas afetadas por desastres.
Os repasses foram autorizados a partir de critérios técnicos da Defesa Civil Nacional, considerando fatores como magnitude do desastre, número de desabrigados e desalojados e as necessidades apresentadas nos planos de trabalho enviados pelos entes federativos.
Municípios que tiverem o reconhecimento federal de situação de emergência ou estado de calamidade pública podem solicitar recursos ao MIDR para ações de defesa civil. As solicitações devem ser realizadas por meio do Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2iD). A partir dos planos de trabalho enviados, a equipe técnica da Defesa Civil Nacional avalia as metas e valores propostos. Após aprovação, os repasses são formalizados por meio de portaria no DOU, liberando os valores correspondentes.
A Defesa Civil Nacional também oferece uma série de cursos a distância para capacitar e qualificar agentes municipais e estaduais no uso do S2iD. O objetivo é preparar os profissionais das três esferas de governo para responderem de forma eficiente às situações de emergência. Confira aqui a lista completa dos cursos.
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Baixar áudioDurante a missão empresarial liderada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) na Alemanha, realizada na última semana, a indústria brasileira e o país alemão firmaram um acordo para a criação do empreendimento Morro Pintado, da empresa Brazil Green Energy. O projeto prevê a instalação de uma fábrica de produção de hidrogênio verde e amônia no Rio Grande do Norte.
Segundo a CNI, a iniciativa representa um exemplo concreto do potencial de expansão dos negócios entre Brasil e Alemanha e reforça a meta de duplicar o comércio bilateral em cinco anos.
O presidente da Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Norte (FIERN), Roberto Serquiz, disse que o acordo marca um avanço decisivo na produção de hidrogênio e amônia no Rio Grande do Norte.
“O Rio Grande do Norte tem um grande potencial de energias renováveis. Na semana passada nós mapeamos os principais oásis de vento ou as áreas prioritárias onde esse potencial estava para a geração de hidrogênio. E esse potencial foi definido em 89 milhões de toneladas [por ano] — um dos maiores potenciais que existem no Brasil”, afirmou.
Serquiz também destacou a importância do acordo para o fortalecimento da relação entre os dois países.
“A relação com a Alemanha, um dos líderes na industrialização mundial, traz confiança, inovação e compromisso com o desenvolvimento sustentável. Nós temos esse olhar muito positivo para essas parcerias, sobretudo com países como a Alemanha”, ressaltou.
Além do presidente da FIERN, participaram da solenidade de assinatura do acordo o presidente da CNI, Ricardo Alban, e o presidente da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), Laudemir Müller.
Também na semana passada, o presidente da CNI, Ricardo Alban, o diretor de Desenvolvimento Industrial da entidade, Jefferson Gomes, e o assessor internacional da CNI, Frederico Lamego, juntamente com nove presidentes de federações estaduais das indústrias, participaram de uma reunião com a Câmara Brasil-Alemanha (AHK), durante a Feira de Hannover.
Na ocasião, a instituição apresentou à CNI oportunidades de parcerias para federações industriais brasileiras em projetos com estados alemães, como Baviera, Baden-Württemberg e Baixa Saxônia, onde está localizada a cidade de Hannover.
Alban ressaltou a importância de missões empresariais como a realizada na Alemanha para aproximar as empresas brasileiras dos ambientes internacionais de promoção de negócios.
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Baixar áudioA CAIXA paga, nesta quarta-feira, 29 de abril, nova parcela do Programa Pé-de-Meia para os estudantes do Ensino Médio regular e Ensino Médio da Educação de Jovens e Adultos, a EJA, nascidos nos meses de maio e junho.
O incentivo será creditado na conta Poupança CAIXA Tem e os valores podem ser movimentados pelo App CAIXA Tem.
O estudante pode pagar contas, fazer transferências e PIX, direto no aplicativo.
Além disso, pode movimentar os valores com o cartão do programa, fazendo compras e pagamentos.
O Programa Pé-de-Meia apoia a permanência e a conclusão escolar dos estudantes matriculados no Ensino Médio e na Educação de Jovens e Adultos da rede pública.
Para consultar as demais datas de pagamento do programa Pé-de-Meia, acesse o site da CAIXA em www.caixa.gov.br.
O Pé-de-Meia é um programa de incentivo financeiro-educacional do Governo Federal para estudantes do ensino médio público inscritos no CadÚnico. Ele funciona como uma poupança para manter a frequência e estimular a conclusão do ensino médio, reduzindo desigualdades e promovendo inclusão e mobilidade social.
Copiar o textoOs pagamentos são realizados preferencialmente na Poupança CAIXA ou conta CAIXA Tem
Baixar áudioA CAIXA inicia nesta quarta-feira (29), o pagamento do Bolsa Família referente ao mês de abril para os beneficiários com o Número de Identificação Social (NIS) terminado em 9.
Os pagamentos são realizados preferencialmente na Poupança CAIXA ou conta CAIXA Tem. Com a conta CAIXA Tem, os beneficiários podem pagar contas e fazer transferências diretamente pelo aplicativo no celular.
O benefício também pode ser movimentado com o cartão de débito da conta em comércios, Unidades Lotéricas, Correspondentes CAIXA Aqui, terminais de autoatendimento e Agências da CAIXA. Além disso, é possível realizar saques sem cartão nos terminais de autoatendimento e Unidades Lotéricas, utilizando a identificação biométrica previamente cadastrada em uma agência da CAIXA.
No aplicativo Bolsa Família é possível acompanhar as informações dos benefícios, além de receber atualizações e novidades sobre o programa.
Para baixar os aplicativos CAIXA Tem e Bolsa Família, basta acessar a loja de aplicativos do seu smartphone. É gratuito.
O Programa Bolsa Família é a transferência mensal de renda do maior programa social do Brasil, reconhecido por tirar milhões de famílias da fome. O modelo atual considera tamanho e características do núcleo familiar: lares com três ou mais pessoas tendem a receber valores maiores do que famílias unipessoais, reforçando a proteção social.
Além da renda, o Bolsa Família integra políticas públicas para ampliar acesso a saúde, educação e assistência social. O foco é promover dignidade e cidadania, articulando ações complementares (esporte, ciência, trabalho) para a superação da pobreza e a transformação social.
Para ter direito ao pagamento do Bolsa Família, a renda por pessoa da família deve ser de até R$ 218/mês.
Exemplo: 1 pessoa com salário mínimo (R$ 1.518) em família de 7 integrantes → renda per capita de R$ 216,85. Como está abaixo de R$ 218, a família é elegível ao benefício.
Mesmo inscrita no CadÚnico, a família só recebe quando for selecionada pelo sistema do programa. A inclusão é contínua e mensal, de forma automatizada, conforme os critérios de elegibilidade e a atualização cadastral.
Preciso estar no CadÚnico? Sim, é obrigatório para concorrer ao pagamento do Bolsa Família.
O valor é igual para todos? Não. O modelo considera o tamanho e o perfil familiar, podendo variar.
Cadastro feito = pagamento imediato? Não. A seleção é mensal e automatizada; a família começa a receber quando é incluída.
Onde tirar dúvidas? Procure o CRAS do seu município ou os canais oficiais do programa.
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Baixar áudioEstudantes brasileiros de 9 a 18 anos vão representar o Brasil no FIRST Championship, a principal competição mundial de robótica, que acontece entre 29 de abril e 2 de maio, em Houston, nos Estados Unidos. A delegação brasileira é liderada pelo Serviço Social da Indústria (SESI), operador oficial dos torneios da FIRST no país.
Ao todo, 17 equipes representarão escolas do SESI, além de instituições públicas e privadas, dos seguintes estados:
O coordenador da categoria FIRST® LEGO® League Challenge pelo SESI, Marcos de Sousa, afirma que, no passado, apenas estudantes de poucas regiões, predominantemente, conseguiam avançar até a etapa mundial. Segundo ele, a nova metodologia aplicada pelo SESI no treinamento e no regramento das equipes tornou o programa mais homogêneo em todo o país.
“Com a maturidade da operação no programa, chegando a lugares que antes eram um pouco difíceis, o SESI faz, de fato, um trabalho de forma hegemônica, que chega nas pontas onde precisa chegar. E com isso, temos esses resultados dos estudantes brilhando Brasil afora”, explica.
Sousa também destaca que a conquista dos títulos nacionais e a participação no torneio mundial impactam diretamente na trajetória de todos os envolvidos no projeto.
“Não estamos falando só do estudante, que de fato é o mais impactado, mas também dos professores, de toda a comunidade escolar e da família também. Todos são impactados de uma forma positiva, porque aquele jovem descobre o que há lá fora, analisa, conhece pessoas, entende estratégias de outras equipes, se desafia a falar, interpretar e raciocinar em outro idioma”, ressalta.
A maior parte da delegação brasileira (9 equipes) compete na categoria mais avançada do torneio, com robôs industriais de até 1,5 metro de altura, além do desenvolvimento de projetos sociais que promovem o acesso à robótica em comunidades brasileiras.
Outros times participam em categorias com diferentes níveis tecnológicos: três equipes competem com robôs de LEGO e cinco disputam a categoria intermediária, com robôs de porte médio.
FIRST® LEGO® League Challenge (FLLC)
FIRST® Tech Challenge (FTC)
FIRST® Robotics Competition (FRC)
Desde que o SESI passou a organizar as competições da FIRST no Brasil, em 2012, mais de 45 mil estudantes participaram dos torneios. Apenas na modalidade iniciante (FLLC), as equipes brasileiras já conquistaram mais de 110 prêmios internacionais.
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