VoltarO euro, por sua vez, encerrou o pregão cotado a R$ 6,00
Baixar áudioO dólar fechou a última sessão cotado a R$ 5,18, após alta de 0,45%. Ao longo do pregão, houve uma oscilação entre R$ 5,13 e R$ 5,19.
O resultado foi obtido em meio ao ajuste das expectativas para os juros nos Estados Unidos. A cautela dos investidores diante da divulgação de novos dados de inflação do país norte-americano também influenciaram o quadro.
Outro fator determinante foi a busca por proteção diante das incertezas em torno do conflito no Oriente Médio, após novos embates entre Irã e Israel.
O euro, por sua vez, encerrou o pregão cotado a R$ 6,00.
A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.
| Código | 🇧🇷 BRL | 🇺🇸 USD | 🇪🇺 EUR | 🇬🇧 GBP | 🇯🇵 JPY | 🇨🇭 CHF | 🇨🇦 CAD | 🇦🇺 AUD |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| 🇧🇷 BRL | 1 | 0,1928 | 0,1665 | 0,1440 | 30,8670 | 0,1538 | 0,2690 | 0,2728 |
| 🇺🇸 USD | 5,1939 | 1 | 0,8672 | 0,7495 | 160,17 | 0,7976 | 1,3952 | 1,4196 |
| 🇪🇺 EUR | 6,0060 | 1,1532 | 1 | 0,8646 | 184,78 | 0,9205 | 1,6099 | 1,6381 |
| 🇬🇧 GBP | 6,9283 | 1,3344 | 1,1568 | 1 | 213,68 | 1,0646 | 1,8628 | 1,8956 |
| 🇯🇵 JPY | 3,23957 | 0,624474 | 0,54140 | 0,468078 | 1 | 0,4981 | 0,87136 | 0,88621 |
| 🇨🇭 CHF | 6,5035 | 1,2536 | 1,0867 | 0,9393 | 200,74 | 1 | 1,7493 | 1,7794 |
| 🇨🇦 CAD | 3,7178 | 0,7166 | 0,6211 | 0,5372 | 114,78 | 0,5718 | 1 | 1,0175 |
| 🇦🇺 AUD | 3,6656 | 0,7044 | 0,6109 | 0,5281 | 112,80 | 0,5618 | 0,9831 | 1 |
Os dados são da Investing.com.
Copiar o texto
Baixar áudioA previsão do tempo para a região Sul nesta terça-feira (09), de acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), é de pancadas de chuva acompanhadas por trovoadas isoladas em Santa Catarina e no Paraná. O mesmo ocorre na divisa entre o Rio Grande do Sul e Santa Catarina. Nas demais áreas do noroeste e nordeste gaúcho, possibilidade de chuva.
Nas outras regiões do Rio Grande do Sul, tempo encoberto, mas sem previsão de chuva.
Entre as capitais, mínima de 13ºC no Curitiba. A máxima deve chegar a 23ºC em Florianópolis. A umidade relativa do ar varia entre 40% e 95%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o texto
Baixar áudioA previsão do tempo para a região Centro-Oeste nesta terça-feira (09), de acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), é de pancadas de chuvas acompanhadas por trovoadas isoladas no sudoeste e pantanais de Mato Grosso do Sul. Possibilidade de chuva nas microrregiões de Aripuanã e Alta Floresta, no Mato Grosso.
No Distrito Federal e em Goiás, tempo aberto e sem previsão de chuva.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 12°C em Goiás. Já a máxima pode chegar a 33°C, em Cuiabá. A umidade relativa do ar varia entre 25% e 90%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o textoO volume total negociado na B3 foi de R$ 20.997.211.073, em meio a 3.535.418 negócios
Baixar áudioO índice da bolsa de valores brasileira (Ibovespa) fechou o último pregão cotado aos 168.668 pontos.
O desempenho ocorreu em um cenário de revisão das projeções para as taxas de juros nos Estados Unidos. Além disso, os investidores adotaram uma postura mais cautelosa à espera da divulgação de novos indicadores de inflação da economia norte-americana.
Também pesou no mercado a procura por ativos considerados mais seguros diante das incertezas relacionadas ao conflito no Oriente Médio, intensificadas após novos confrontos entre Irã e Israel.
Confira as ações com melhor e pior desempenho no último fechamento:
Ações em alta no Ibovespa
Ações em queda no Ibovespa
O volume total negociado na B3 foi de R$ 20.997.211.073, em meio a 3.535.418 negócios.
Os dados da bolsa podem ser consultados no site da B3.
O Ibovespa (Índice Bovespa) é o principal indicador do mercado acionário brasileiro. Calculado pela B3, ele reflete a média do desempenho das ações mais negociadas na bolsa, com base em critérios de volume e liquidez. O índice é composto por uma carteira teórica de ativos, que representa cerca de 80% do volume financeiro total negociado no mercado.
A B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) é a bolsa de valores oficial do Brasil, sediada em São Paulo. É responsável pela negociação de ações, derivativos, títulos públicos e privados, câmbio e outros ativos financeiros. A B3 está entre as maiores bolsas do mundo em infraestrutura e valor de mercado.
Copiar o texto
Baixar áudioA previsão do tempo para a região Sudeste nesta terça-feira (09) de acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), é de variação entre muitas e poucas nuvens em toda a região durante o dia.
A noite, há possibilidade de chuva apenas no estado de São Paulo.
Entre as capitais, mínima de 11ºC em São Paulo e Belo Horizonte. A máxima deve chegar a 28ºC no Rio de Janeiro e em Vitória. A umidade relativa do ar varia entre 20% e 100%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o texto
Baixar áudioA previsão do tempo para a região Norte nesta terça-feira (09), de acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), é de pancadas de chuva que podem ser acompanhadas por trovoadas isoladas no Acre, Amazonas, Roraima, Pará e Amapá. Possibilidade de chuva em Rondônia e na microrregião de Bico do Papagaio, no Tocantins.
Nas demais áreas do Tocantins, tempo aberto e sem previsão de chuva.
Entre as capitais, a mínima prevista é de 21ºC em Palmas, enquanto a máxima pode chegar aos 36ºC também em Palmas. A umidade relativa do ar varia entre 35% e 98%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o texto
Baixar áudioA previsão do tempo para a região Nordeste nesta terça-feira (09), de acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), é de pancadas de chuva em grande parte do Maranhão, norte piauiense e noroeste cearense. Pancadas de chuva também são esperadas em toda faixa litorânea do Rio Grande do Norte até Sergipe.
No sul maranhense e demais áreas do Nordeste, variação de nuvens e sem previsão de chuva.
Entre as capitais, a mínima prevista é de 23ºC em Fortaleza, Recife, Maceió e Salvador, enquanto a máxima pode chegar aos 35ºC em Teresina. A umidade relativa do ar varia entre 35% e 95%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o texto
Baixar áudioO Ministério do Turismo promoveu nesta segunda-feira (8), em Macapá (AP), ações voltadas a concessão de crédito para empreendedores do setor.
Na capital do Amapá, foi realizada a 4ª edição do programa “Brasil Mais Crédito para o Turismo”, iniciativa voltada à orientação de empresários e prestadores de serviços sobre linhas de financiamento do Fundo Geral de Turismo (Fungetur) - que oferece recursos para prestadores de serviços e empresários turísticos.
Em 2026, o Fundo conta com mais de R$ 1 bilhão para serem destinados a empreendedores do setor.
Durante a agenda, o ministro do Turismo, Gustavo Feliciano, assinou ainda um protocolo de intenções com o Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR) para ampliar ações conjuntas de desenvolvimento regional e facilitar o acesso ao crédito, com prioridade para as regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste.
“O objetivo é claro: orientar empreendedores turísticos locais sobre como acessar financiamentos em condições extremamente vantajosas por meio do Fungetur. Essa grande mobilização nacional chega com força total ao Amapá, dando continuidade a um circuito que percorrerá todo o país. O Fungetur é o combustível que o setor precisa. É uma linha de crédito desenhada para financiar capital de giro, a execução de obras e a aquisição de equipamentos”, afirmou Gustavo Feliciano.
O ‘Brasil Mais Crédito para o Turismo’ já passou por Salvador (BA), Fortaleza (CE), durante o Salão do Turismo, e João Pessoa (PB), fazendo parte da programação do Fórum de Mulheres no Turismo – evento que debateu o protagonismo feminino no setor.
“Estamos falando de ‘recurso na veia’ para que principalmente os pequenos negócios – as pousadas, os restaurantes, as agências de viagens, os guias de turismo – possam promover melhorias reais nas suas atividades”, disse o ministro.
Sobre o protocolo, Gustavo Feliciano afirmou que o objetivo é fortalecer o setor.
“Estamos assinando hoje aqui um Protocolo de Intenções com o Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional, com meu amigo ministro Waldez Góes, para desenvolvimento do turismo regional. Vamos juntos construir políticas públicas para que mais empreendedores possam se desenvolver e oferecer o que o Brasil tem de melhor, que é a recepção calorosa do seu povo. Vamos facilitar o acesso ao crédito do Fungetur para que o turismo se fortaleça ainda mais”, complementou.
A parceria prevê a elaboração de planos de ação conjuntos e a indicação, em até 30 dias, dos responsáveis pela execução das iniciativas. O protocolo terá vigência inicial de 12 meses, com possibilidade de prorrogação.
A edição no Amapá do “Brasil Mais Crédito para o Turismo” foi realizada também no Oiapoque, onde o ministro cumpriu agenda pela manhã.
As ações do MTur nas duas cidades amapaenses preveem ainda orientações sobre o Cadastro de Prestadores de Serviços Turísticos (Cadastur) - sistema oficial do Ministério do Turismo que cadastra e regulamenta pessoas físicas e jurídicas que atuam no setor turístico no Brasil (requisito para acesso aos financiamentos).
Em Macapá, o ministrou falou ainda sobre uma política especial implementada pelo Ministério do Turismo na semana passada, anunciada em João Pessoa (PB) e que dá apoio para mulheres empreendedoras do setor vítimas de violência doméstica.
“Sabemos o quanto é difícil se reconstruir após um episódio assim. Por isso vamos fortalecer as mulheres empreendedoras com crédito, para que elas possam voltar cada vez mais fortes e independentes”, disse.
Ele citou, também, o bom momento que o turismo brasileiro vive: “Estamos impulsionando o turismo local e reforçando o maior compromisso do governo do presidente Lula: a proteção e valorização da mulher, a geração de emprego, renda e inclusão social. Senhoras e senhores, o momento para o Amapá ‘acelerar’ o turismo não poderia ser melhor. O desempenho positivo do setor no Estado acompanha os recordes nacionais que temos registrado em todo o Brasil, criando as condições perfeitas para que empreendedores apostem, invistam e acreditem no turismo como força econômica”, finalizou.
As linhas do Fungetur podem ser utilizadas para capital de giro, aquisição de equipamentos e obras, beneficiando principalmente pequenos negócios, como meios de hospedagem, restaurantes, agências de turismo, guias e demais empreendedores da cadeia turística.
Entre 2018 e 2026, o Fungetur acumulou 14.789 operações contratadas no país, movimentando R$ 5,1 bilhões. Apenas em 2026, até 2 de junho, foram registradas 719 operações, no valor de R$ 276,3 milhões.
No Amapá, foram contratados 13 financiamentos entre 2023 e 2026, totalizando R$ 4,04 milhões. Todos os recursos foram destinados a capital de giro. Macapá concentrou 12 operações, equivalentes a R$ 3,3 milhões, beneficiando agências de viagens, organizadoras de eventos, restaurantes e empresas de transporte turístico. Em 2026, foram fechados 10 contratos, todos na capital, que somaram R$ 3,03 milhões.
O Estado possui atualmente 555 prestadores de serviços turísticos regularizados no Cadastur. As atividades com maior número de registros são agências de turismo, com 140 cadastros, restaurantes, bares e similares, com 104, e meios de hospedagem, com 90 estabelecimentos. Em Macapá, há 381 prestadores cadastrados, liderados por agências de turismo (123), guias de turismo (66) e organizadoras de eventos (50).
Além das ações voltadas ao crédito, o Ministério do Turismo mantém 12 contratos ativos de infraestrutura turística no Amapá, que somam R$ 65,5 milhões. Desde 2023, três obras foram concluídas, totalizando R$ 8,6 milhões em investimentos.
Em Macapá, os principais investimentos em execução incluem a construção do Centro de Convenções, com aporte de R$ 12 milhões, as obras no Parque do Centenário, de R$ 11,4 milhões, e a reforma do Teatro das Bacabeiras, com recursos de R$ 10 milhões.
Os indicadores do fluxo turístico também mostram crescimento do mercado internacional no estado. Em 2025, o Amapá recebeu 52 mil turistas estrangeiros, resultado 33% superior ao registrado em 2024 e o segundo maior da região Norte.
Nesta segunda-feira (8), durante agenda em Oiapoque, o Ministério do Turismo também anunciou a elaboração de um diagnóstico e de um plano de ação para o turismo nas áreas de fronteira do Amapá e do Pará que fazem divisa com a Guiana Francesa e o Suriname. A iniciativa faz parte de um projeto de cooperação com a UNESCO voltado ao fortalecimento das relações turísticas entre o Brasil e os países vizinhos.
Copiar o texto
Baixar áudioProfissionais brasileiros valorizam mais salários altos, estabilidade e perspectivas de crescimento na carreira do que trabalho remoto e jornada reduzida. É o que revela a 69ª edição da pesquisa Retratos da Sociedade Brasileira: futuro profissional, divulgada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).
O levantamento investigou quais características os trabalhadores consideram mais importantes para a ocupação que desejam exercer nos próximos cinco anos. Entre os principais diferenciais apontados estão:
Segundo a especialista em Políticas e Indústria da CNI, Claudia Perdigão, fatores tradicionalmente associados à segurança profissional continuam orientando as escolhas dos trabalhadores.
“Apesar do crescimento da discussão sobre benefícios não pecuniários — como home office e teletrabalho —, os elementos mais tradicionais continuam sendo valorizados e orientando o trabalhador na consolidação de seus planos de carreira a médio e longo prazo”, afirma.
A pesquisa também identificou as principais barreiras percebidas pelos brasileiros para alcançar a profissão desejada. Entre elas, destacam-se:
Para Perdigão, esses fatores contribuem para aumentar a insegurança em relação ao futuro profissional. “Esses elementos fazem com que o trabalhador tenha dúvidas sobre a concretização de seus sonhos e aspirações, o que acaba levando o trabalhador a se ver em uma situação de incerteza, quando pensa no médio e longo prazo”, ressalta.
De acordo com o levantamento, 43% dos brasileiros não sabem dizer em qual profissão estarão trabalhando daqui a cinco anos. A insegurança é ainda maior entre os trabalhadores mais velhos.
Segundo a especialista da CNI, as rápidas transformações tecnológicas — especialmente o avanço da inteligência artificial — ajudam a explicar esse cenário.
“Existe uma grande incerteza sobre como as profissões vão responder a essas mudanças. Essa percepção de mudança iminente leva o trabalhador a olhar para a sua trajetória profissional e questionar como ele deve prosseguir”, avalia.
Entre os entrevistados que conseguiram projetar o futuro, 13,9% afirmaram que pretendem ter o próprio negócio, principalmente em atividades ligadas ao comércio varejista e ao setor de serviços, como salões de beleza, bares e restaurantes.
A pesquisa integra uma série de três levantamentos realizados pela CNI para compreender como os brasileiros avaliam sua situação profissional atual, sua capacidade de adaptação às transformações do mercado de trabalho e suas expectativas para o futuro. Os resultados anteriores da série Retratos da Sociedade Brasileira também foram divulgados no Brasil61.com.
Um dos estudos mostra que mais de um terço dos trabalhadores ocupados que procuraram emprego no mês anterior à pesquisa consideram o emprego formal, regido pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), a opção mais atrativa.
A preferência é ainda mais forte entre os jovens de 25 a 34 anos, faixa em que 41,4% dos entrevistados apontaram a carteira assinada como a modalidade mais desejada.
A brasiliense Gabriela Vale, de 29 anos, representa esse perfil identificado pela pesquisa. Em 2024, ela trabalhava remotamente em uma assessoria de comunicação. Em maio deste ano, porém, decidiu trocar o home office por uma vaga presencial com carteira assinada.
“O salário seria pouca coisa maior do que eu estava recebendo, mas teria os benefícios da CLT, que, para mim, são atrativos maravilhosos. Apesar de ser um trabalho 100% presencial, só pelo fato de ter os benefícios da CLT e ganhar um pouco a mais, eu optei por aceitar essa oportunidade”, relata.
Para Claudia Perdigão, o resultado demonstra que o modelo formal de contratação continua sendo altamente valorizado pelos brasileiros. “Mesmo em um cenário de novas modalidades de trabalho, em que a flexibilidade também se torna uma moeda de troca, o conjunto de benefícios tradicionais são valorizados e acabam sendo associados ao emprego com carteira assinada”, afirma.
Em relação à maturidade digital da população, a pesquisa aponta que 54% dos brasileiros apresentam domínio alto ou médio-alto de habilidades digitais. No entanto, esse percentual cai para 44,5% quando consideradas competências mais complexas, como o uso de inteligência artificial, planilhas eletrônicas e configurações de computadores, aplicativos e programas.
“Os resultados revelam um cenário marcado por contrastes: de um lado, trabalhadores satisfeitos com suas ocupações e pouco dispostos a mudar de emprego; de outro, um ambiente de rápidas mudanças tecnológicas que gera incertezas sobre os próximos passos da trajetória profissional”, conclui a economista.
VEJA MAIS
Copiar o texto
Baixar áudioAs micro e pequenas empresas (MPEs) foram responsáveis por 77,9% do saldo de empregos no Brasil desde 2023. É o que revela levantamento do Sebrae, com base em dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).
Nos últimos três anos, o saldo de vagas no país, diferença entre admissões e demissões, foi de 4,4 milhões. Desse total, 3,4 milhões foram gerados por micro e pequenas empresas.
Apenas no acumulado de 2025, o Brasil registrou saldo positivo de 1.279.498 empregos. As MPEs responderam por 80,5% desse total, o segundo melhor desempenho do segmento no período analisado.
Para o presidente do Sebrae, Décio Lima, os números reforçam a relevância dos pequenos negócios para a economia nacional. Segundo ele, os resultados refletem o trabalho integrado conduzido pelo governo federal, além de medidas que fortalecem o ambiente de negócios, como a ampliação do acesso ao crédito e políticas de estímulo ao empreendedorismo.
Décio Lima também destacou que, em 2025, a taxa média de desemprego ficou em 5,6%, a menor da série histórica, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). “O mercado de trabalho segue forte, graças, principalmente, aos pequenos empreendedores, cada vez mais apoiados por políticas públicas e acesso facilitado a crédito”, afirmou.
Um dos exemplos citados é o programa Acredita Sebrae, com recursos do Fundo de Aval às Micro e Pequenas Empresas (Fampe), que alcançou R$ 11 bilhões em crédito assistido no ano passado.
Copiar o texto