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Baixar áudioO Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta de tempestade para a Região Sul nesta quarta-feira (18).
No Paraná, a instabilidade atinge municípios da região dos Campos Gerais, como Fernandes Pinheiro, Ipiranga e Ponta Grossa.
Em Santa Catarina, a previsão é de muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas ao longo do dia em todo o estado.
No Rio Grande do Sul, a instabilidade vai do norte ao sul do estado, com chuva em cidades como Bom Progresso e Jabuticaba, no norte gaúcho, até Herval e Candiota, no sul do estado.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 15°C, em Curitiba. Já a máxima deve atingir até 35°C, em Porto Alegre. A umidade relativa do ar varia entre 45% e 100%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta de chuvas intensas para a Região Centro-Oeste nesta quarta-feira (18).
Em Mato Grosso, as precipitações atingem municípios do norte do estado, como Nova Monte Verde, Juara e Nova Canaã do Norte.
Já em Mato Grosso do Sul, há muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas no Pantanal e no norte sul-mato-grossense, em cidades como Corumbá, Coxim e Figueirão.
No Distrito Federal e em Goiás, a previsão é de fortes chuvas acompanhadas de trovoadas.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 18°C, em Brasília. Já a máxima deve chegar a 33°C, em Campo Grande. A umidade relativa do ar varia entre 60% e 100%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioO Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta de tempestade para a Região Sudeste nesta quarta-feira (18).
Em São Paulo, a instabilidade atinge municípios do noroeste paulista, como Clementina, Guararapes e Getulina.
Em Minas Gerais, o Alto Paranaíba registra muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas em Serra do Salitre, Rio Paranaíba e Pratinha.
No Rio de Janeiro, a previsão é de muitas nuvens com possibilidade de chuva isolada em áreas do estado.
Já no Espírito Santo, as precipitações mais intensas ocorrem no noroeste capixaba e na região central, em Nova Venécia, São Domingos do Norte e Pancas.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 16°C, em São Paulo. Já a máxima pode chegar até 32°C, no Rio de Janeiro. A umidade relativa do ar varia entre 45% e 100%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o textoAcre, Rondônia e Amazonas registram muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas isoladas
Baixar áudioO Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta de chuvas intensas para toda a Região Norte nesta quarta-feira (18).
Acre, Rondônia e Amazonas registram muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas isoladas. Em Roraima, a previsão é de chuva isolada no sul e centro do estado, em municípios como Rorainópolis, Caracaraí e Caroebe.
No Amapá, fortes pancadas de chuva atingem o litoral do estado, em cidades como Calçoene e Oiapoque. No Pará, a instabilidade atinge o arquipélago do Marajó e o nordeste paraense, em Curralinho, Breves e Oeiras do Pará.
No Tocantins, muitas nuvens com chuva são esperadas no sul do estado, em Lagoa da Confusão, Formoso do Araguaia e Sandolândia.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 24°C, em Rio Branco. Já a máxima pode chegar a 36°C, em Boa Vista. A umidade relativa do ar varia entre 60% e 100%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta de chuvas intensas para o Nordeste nesta quarta-feira (18).
No Maranhão, chove com intensidade no oeste e centro do estado, em Bom Jesus das Selvas e Amarante do Maranhão. No Piauí, a instabilidade atinge o norte do estado, em Cocal e São João do Arraial.
No Ceará, há muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas ao longo do dia em todo o estado. O Rio Grande do Norte registra fortes chuvas em Serra do Mel e Itajá.
Na Paraíba, há muitas nuvens com pancadas de chuva em Pombal e São Bentinho, no sertão paraibano. Em Pernambuco, pode chover forte em Serrita e Parnamirim, no sertão do estado.
Em Alagoas, a previsão é de chuva isolada no sertão, em Mata Grande e Maravilha. Sergipe registra um dia de muitas nuvens.
Na Bahia, há chance de chuva isolada no norte do estado, em Campo Alegre de Lourdes e Pilão Arcado.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 23°C em São Luís. Já a máxima pode chegar a 33°C, em Aracaju. A umidade relativa do ar varia entre 55% e 96%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o textoPagamentos a estados e municípios somam mais de R$ 2,5 bilhões
Baixar áudioO Ministério da Cultura concluiu os pagamentos do segundo ciclo da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura.
Os repasses somam mais de dois bilhões e meio de reais destinados a estados e municípios para o fortalecimento das atividades culturais em todo o país.
Com a liberação dos pagamentos, artistas, produtores, coletivos e espaços culturais passam a contar com mais investimento para desenvolver projetos.
Os recursos também ajudam a movimentar a economia criativa e gerar emprego e renda no setor cultural brasileiro.
Alguns estados e municípios ainda precisam realizar ajustes cadastrais e adequações nos Planos de Aplicação dos Recursos.
O cumprimento de todas as etapas é necessário para garantir o alinhamento das propostas com os objetivos da Política Aldir Blanc.
O Ministério da Cultura trabalha para que os repasses dos estados e municípios que ainda necessitam fazer ajustes sejam concluídos o mais rápido possível.
A Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura é considerada um marco nas políticas públicas de incentivo ao setor cultural.
Implementado pelo MinC em 2023, a política segue ampliando o acesso aos recursos de fomento e fortalecendo a produção criativa em todas as regiões do Brasil.
A Política Nacional Aldir Blanc prevê recurso anual máximo de R$ 3 bilhões para estados e municípios.
Para mais informações, acesse o site do MinC.
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Baixar áudioA cultura brasileira é gigante e os números comprovam a força e a potencialidade do setor.
Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, o IBGE, mostram que o setor cultural reúne cerca de 5,9 milhões de trabalhadores no país. Isso representa 5,8% de toda a força de trabalho nacional.
Somente em 2023, as atividades culturais somaram R$ 910,6 bilhões em receita líquida, e geraram R$ 387,9 bilhões em valor adicionado à economia.
E se você já ouviu falar do Produto Interno Bruto brasileiro, o principal indicador que mede a atividade econômica do país, saiba que a cultura representa o equivalente a 3% do PIB do Brasil.
Os dados comprovam o esforço do Ministério da Cultura em mostrar para a população a importância do fazer cultural de cada trabalhador do setor. Comenta a ministra da Cultura, Margareth Menezes.
“Nós estamos apostando muito nisso, nessa compreensão. Cultura para além de todas as simbologias que ela tem, ela tem também a economia. E é disso que a gente precisa também ascender mais essa visão, essa percepção de que o Brasil tem esse grande tesouro, essa grande máquina de gerar também a economia.”
Os números foram apresentados durante evento do Ministério da Cultura, com base no Sistema de Informações e Indicadores Culturais, produzido pelo IBGE.
O levantamento mostra ainda que o Brasil possui 644 mil empresas culturais formalizadas, responsáveis por 2,6 milhões de empregos com carteira assinada. A remuneração média no setor é de R$ 4.658, acima da média nacional.
Os resultados confirmam a potência do setor cultural na economia e ampliam as formas de atuação do Ministério da Cultura, destaca a secretária de Economia Criativa do MinC, Cláudia Leitão.
“Ao termos esses números, passamos a ter cada vez mais capacidade de formular políticas para formar os criativos. Nós sabemos a dificuldade desses criativos no que diz respeito à formalização e a criação de negócios.”
Outro dado importante chama a atenção. Os profissionais da cultura têm maior escolaridade que a média da economia. Mais de 30% possuem ensino superior completo.
O estudo também aponta transformações significativas, como o crescimento das atividades culturais ligadas à internet, às mídias digitais e à publicidade.
Cerca de 90% da população com mais de 10 anos utiliza a internet, principalmente pelo celular, para assistir a vídeos, ouvir música e podcasts e ler conteúdos digitais.
Os números reforçam o que o dia a dia já mostra. Em todas as partes do Brasil, a cultura também é economia, identidade e futuro, afirma a secretária Cláudia Leitão.
“A economia criativa enquanto possibilidade de desenvolvimento, ela se dá em todas as regiões brasileiras.”
Copiar o textoAlteração foi anunciada nesta quinta-feira (5) pelo Ministério da Cultura e a Comissão Organizadora
Baixar áudioO maior encontro dos Pontos de Cultura do Brasil já tem nova data para acontecer.
A 6ª Teia Nacional dos Pontos de Cultura será realizada de 19 a 24 de maio de 2026, no município de Aracruz, no Espírito Santo.
Com o tema “Pontos de Cultura pela Justiça Climática”, a Teia reúne agentes culturais, povos tradicionais, sociedade civil e gestores públicos de todas as regiões do país.
O principal objetivo da 6ª Teia Nacional é fortalecer a participação social e a articulação da Política Nacional de Cultura Viva.
A mudança da data anunciada pelo Ministério da Cultura e pela Comissão Organizadora visa garantir melhores condições para a realização de toda a programação.
A Teia Nacional conta com articulação entre União, estados, municípios e sociedade civil na organização do evento.
O MinC reforça que a etapa de mobilização já foi concluída e segue com os prazos mantidos para o envio dos relatórios.
Os 26 estados do Brasil e o DF realizaram seus fóruns e Teias estaduais ao longo dos últimos meses em preparação para a edição nacional.
A Teia 2026 também marca um momento histórico: A retomada do evento após 12 anos, e a realização, primeira vez, em território indígena capixaba.
A programação prevê interação direta com 12 aldeias das etnias Tupiniquim e Guarani, comunidades quilombolas da região e a rede local de Pontos e Pontões de Cultura.
Em breve, o MinC vai abrir o credenciamento para os participantes do evento.
A 6ª Teia Nacional dos Pontos de Cultura vai acontecer de 19 a 24 de maio de 2026. E é uma realização do Ministério da Cultura, em parceria com o Governo do Espírito Santo, a Prefeitura de Aracruz e a Comissão Nacional dos Pontos de Cultura.
Para mais informações, entre em contato pelo e-mail: [email protected] ou acesse o site e clique no banner da 6ª Teia.
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Baixar áudioO cinema brasileiro conquistou três prêmios no Festival Internacional de Cinema de Berlim, na Alemanha. A Berlinale é um dos principais eventos do audiovisual mundial.
O filme ‘Feito Pipa’, de Allan Deberton, venceu o Urso de Cristal e o Grande Prêmio do Júri Internacional. ‘Fiz um Foguete Imaginando que Você Vinha’, de Janaína Marques, recebeu o prêmio do júri de leitores. E ‘Narciso’, de Marcelo Martinessi, foi eleito Melhor Filme pela Federação Internacional de Críticos de Cinema.
Dez filmes brasileiros foram exibidos no Festival de Cinema de Berlim. / E nove receberam investimentos de políticas públicas federais. Como a Lei Paulo Gustavo e a Política Nacional Aldir Blanc.
Os investimentos somam cerca de 12 milhões e 900 mil reais via Fundo Setorial do Audiovisual e 7 milhões e 600 mil reais por meio da Lei do Audiovisual.
A secretária do Audiovisual do Ministério da Cultura, Joelma Gonzaga, destacou a recepção do público internacional.
“Esses dias aqui eu tenho visto a sala cheia para ver o cinema brasileiro e as pessoas saindo emocionadas e essas três dimensões estão muito contentes com o bom momento do cinema brasileiro, com o bom momento do audiovisual brasileiro. Mas eu preciso dizer que isso não é por acaso. Isso é fruto de continuidade, de capacidade instalada.”
Durante o festival, a secretária do MinC também cumpriu agenda institucional. / Joelma Gonzaga participou de encontros com delegações, de eventos estratégicos e estreias que contaram com profissionais brasileiros.
O apoio às delegações dos dez filmes brasileiros presentes no festival foi realizado de forma conjunta pela Secretaria do Audiovisual do Ministério da Cultura, pela Embaixada do Brasil em Berlim e pelo Instituto Guimarães Rosa, do Ministério das Relações Exteriores.
A participação brasileira durante o Festival Internacional de Cinema de Berlim reforça a atuação integrada do Governo do Brasil na promoção internacional do país e o audiovisual como vetor cultural e econômico do Brasil.
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Baixar áudioO Brasil acaba de dar um passo histórico para proteger sua cultura.
Pela primeira vez, o país terá um Plano Nacional de Patrimônio Cultural (PNPC).
O documento foi aprovado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, o Iphan, entidade vinculada ao Ministério da Cultura.
A ministra da Cultura, Margareth Menezes destaca a importância em valorizar o patrimônio cultural do Brasil.
“Patrimônio cultural, material e imaterial é um dos maiores bens que o país pode ter. Guardar a memória, a identidade, a diversidade e os saberes dos múltiplos grupos formadores do povo brasileiro é a gente ter um norte, é a gente ter uma cara, é a gente ter uma representação, é a gente ter uma alma.”
O Plano define objetivos e estratégias para orientar, pelos próximos 10 anos, as políticas de preservação do patrimônio cultural brasileiro.
A expectativa é criar mecanismos de reconhecimento e remuneração para aqueles que são detentores do patrimônio cultural, como os mestres e mestras de saberes tradicionais.
Entre as medidas estão bolsas, prêmios, vínculos formais de trabalho e ações que incentivem a transmissão desses saberes para as novas gerações.
O documento também prevê a proteção para povos indígenas, quilombolas e comunidades tradicionais.
Além do apoio à preservação de centros históricos e ampliação da participação social nas políticas de patrimônio.
O MinC defende que o patrimônio brasileiro possui imenso valor simbólico e é também elemento estratégico de progresso. Afirma a ministra Margareth.
“É com essa visão que trabalhamos no Ministério da Cultura, que o patrimônio também é direito e desenvolvimento, gera trabalho, renda, movimenta a economia e impulsiona o turismo e contribui para redução de desigualdades.”
Com participação do poder público e da sociedade civil, o Plano Nacional de Patrimônio Cultural busca valorizar quem mantém viva a cultura do país.
Depois de ser publicado oficialmente, MinC e Iphan começam a implementação das ações que devem orientar a preservação da cultura brasileira na próxima década.
Para mais informações, acesse o site.
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