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Baixar áudioA população do Amazonas conta com mais 200 computadores recondicionados em 2026. A iniciativa faz parte do programa Computadores para Inclusão, do Ministério das Comunicações, que entregou os equipamentos recuperados por pessoas de baixa renda, alunas do projeto.
O projeto transforma equipamentos descartados por órgãos públicos em ferramentas de ensino. Além da doação, o programa capacita jovens de baixa renda em cursos de manutenção de computadores e celulares, preparando-os para o mercado de trabalho local.
“O programa tem a finalidade de preparar todos os brasileiros para a era digital. Hoje, o acesso a serviços básicos e a bancos é feito por aplicativos. Quem não sabe usar essas ferramentas está excluído de muitos benefícios. A ideia é não deixar nenhuma pessoa excluída desse universo digital e transformar nossa sociedade, tornando-a totalmente conectada”, afirmou o ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho.
Desde sua criação, o programa já destinou 67 mil computadores para 1.298 municípios em todo o Brasil. Atualmente, existem 27 Centros de Recondicionamento de Computadores (CRCs) operando em quase todas as unidades da federação.
Estes centros são responsáveis por:
O Ministério das Comunicações confirmou que a meta de doar 60 mil equipamentos até o final de 2026 já foi superada. Ao todo, 66 mil alunos concluíram cursos de capacitação digital. Segundo a pasta, a prioridade atual é atender comunidades de difícil acesso, como pescadores, extrativistas e trabalhadores rurais.
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Baixar áudioA população de Santa Catarina conta com mais 60 computadores recondicionados em 2026. A iniciativa faz parte do programa Computadores para Inclusão, do Ministério das Comunicações, que entregou os equipamentos recuperados por pessoas de baixa renda, alunas do projeto.
O projeto transforma equipamentos descartados por órgãos públicos em ferramentas de ensino. Além da doação, o programa capacita jovens de baixa renda em cursos de manutenção de computadores e celulares, preparando-os para o mercado de trabalho local.
“O programa tem a finalidade de preparar todos os brasileiros para a era digital. Hoje, o acesso a serviços básicos e a bancos é feito por aplicativos. Quem não sabe usar essas ferramentas está excluído de muitos benefícios. A ideia é não deixar nenhuma pessoa excluída desse universo digital e transformar nossa sociedade, tornando-a totalmente conectada”, afirmou o ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho.
Desde sua criação, o programa já destinou 67 mil computadores para 1.298 municípios em todo o Brasil. Atualmente, existem 27 Centros de Recondicionamento de Computadores (CRCs) operando em quase todas as unidades da federação.
Estes centros são responsáveis por:
O Ministério das Comunicações confirmou que a meta de doar 60 mil equipamentos até o final de 2026 já foi superada. Ao todo, 66 mil alunos concluíram cursos de capacitação digital. Segundo a pasta, a prioridade atual é atender comunidades de difícil acesso, como pescadores, extrativistas e trabalhadores rurais.
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Baixar áudioA população de São Paulo conta com mais 50 novos laboratórios de informática em 2026. A iniciativa faz parte do programa Computadores para Inclusão, do Ministério das Comunicações, que entregou, em 2025, 907 máquinas recondicionadas para associações e comunidades da capital federal.
O projeto transforma equipamentos descartados por órgãos públicos em ferramentas de ensino. Além da doação, o programa capacita jovens de baixa renda em cursos de manutenção de computadores e celulares, preparando-os para o mercado de trabalho local.
“O programa tem a finalidade de preparar todos os brasileiros para a era digital. Hoje, o acesso a serviços básicos e a bancos é feito por aplicativos. Quem não sabe usar essas ferramentas está excluído de muitos benefícios. A ideia é não deixar nenhuma pessoa excluída desse universo digital e transformar nossa sociedade, tornando-a totalmente conectada”, afirmou o ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho.
Desde sua criação, o programa já destinou 67 mil computadores para 1.298 municípios em todo o Brasil. Atualmente, existem 27 Centros de Recondicionamento de Computadores (CRCs) operando em quase todas as unidades da federação.
Estes centros são responsáveis por:
O Ministério das Comunicações confirmou que a meta de doar 60 mil equipamentos até o final de 2026 já foi superada. Ao todo, 66 mil alunos concluíram cursos de capacitação digital. Segundo a pasta, a prioridade atual é atender comunidades de difícil acesso, como pescadores, extrativistas e trabalhadores rurais.
Copiar o textoRedução da jornada pode elevar o custo do trabalho em 37,5%, aponta FecomercioSP
Baixar áudioEm consulta a donos de pequenos negócios nas cinco regiões do país, a Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB) identificou forte preocupação com a extinção da escala 6×1 sem o devido diálogo com o setor produtivo. A medida é proposta por meio de Emenda à Constituição (PEC 8/25), em discussão na Câmara dos Deputados.
O texto prevê a redução da jornada de 44 para 36 horas semanais, sem redução de salário, além da mudança de regime de seis dias de trabalho para quatro, com três dias de descanso remunerado, medida que se aplicaria a todos os setores da economia.
Entre os principais riscos apontados pelos empresários estão:
As entrevistas foram realizadas com empreendedores das regiões Centro-Oeste, Nordeste, Norte, Sudeste e Sul. Para eles, antes de se discutir a redução da jornada, seria necessário avançar em políticas de redução da carga tributária, melhoria salarial, investimentos em infraestrutura, modernização industrial, estímulo à inovação, desburocratização das leis trabalhistas, ampliação do crédito, incentivos fiscais e qualificação profissional. Sem essas condições, eles avaliam que a mudança tende a gerar perdas para empresários, governo, trabalhadores e consumidores.
Para o presidente da CACB, Alfredo Cotait Neto, a proposta de redução da jornada tem viés “populista”. Segundo ele, para que a medida seja sustentável, seria indispensável um amplo programa de qualificação da mão de obra, com duração mínima de cinco anos. “Tem de preparar o campo e investir em qualificação”, afirma.
Segundo cálculos da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), a redução da jornada proposta pela PEC 8/25 pode elevar o custo do trabalho em, pelo menos, 37,5%. De acordo com o levantamento, a nova regra poderia atingir cerca de dois terços dos trabalhadores formais do país. Dados mais recentes da Relação Anual de Informações Sociais (Rais) mostram que, em 2023, 63% dos vínculos empregatícios estavam concentrados em jornadas entre 41 e 44 horas semanais.
Alguns setores seriam mais afetados, especialmente aqueles em que a mão de obra humana é fundamental, entre eles:
A federação estima que a redução de 44 para 36 horas poderia elevar a folha de pagamento em pelo menos 18%, podendo alcançar 27% em alguns cenários. O efeito tende a ser mais severo para os pequenos empregadores, responsáveis por cerca de 60% dos empregos formais, especialmente se houver necessidade de contratar um ou dois trabalhadores adicionais para manter o nível de produção.
O economista e pesquisador da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Sillas Souza, alerta que a proposta pode ter efeito contrário ao esperado, levando parte dos trabalhadores a buscar outros empregos durante os dias de folga, além de pressionar os salários para baixo.
“Primeiro: para os que conseguirem [outro emprego], teremos o efeito oposto da proposta, pois ao invés de 36 horas semanais, serão agora 72. Menos ócio, portanto, equivalerá a uma menor produtividade. Segundo: mais gente ofertando emprego quer dizer mais concorrência pelas vagas, o que motivará os empresários a diminuírem os salários médios. Temos uma situação potencial na qual muita gente trabalhará o dobro para ganhar um pouco mais do que ganhava antes”, explica.
Na avaliação da CACB, países desenvolvidos, como a Alemanha, adotam jornadas menores porque contam com elevada produtividade — realidade ainda distante no Brasil. Enquanto um trabalhador brasileiro leva, em média, uma hora para produzir o que um norte-americano faz em 15 minutos, fatores como educação, infraestrutura e tecnologia ainda freiam avanços na produtividade.
“Nesse cenário, até mesmo as grandes empresas terão dificuldades em incorporar uma escala de 4×3, que prevê uma redução de 27% na jornada de trabalho. Os principais parceiros comerciais do Brasil, EUA e China, possuem jornadas de trabalho maiores do que a proposta, de modo que, se aprovada, o Brasil perderia competitividade no mercado internacional”, argumenta a CACB.
Para a entidade, o momento é de investir prioritariamente em educação, qualificação profissional, infraestrutura e acesso à tecnologia, criando condições para elevar a produtividade e fortalecer o ambiente de negócios, antes de avançar em uma redução generalizada da jornada de trabalho.
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Copiar o textoO Serviço Geológico do Brasil (SGB) acaba de lançar um novo estudo com informações inéditas e atualizadas sobre os recursos minerais destinados à construção civil na Região Integrada de Desenvolvimento da Grande Teresina (RIDEGT). A publicação reúne informações de mais de 100 ocorrências minerais e indica novas áreas promissoras com condições favoráveis para aproveitamento econômico. Além disso, o estudo traz mapas geológicos e de potencial mineral elaborados para a região.
O trabalho mostra resultados de levantamentos de campo sistemáticos, análises laboratoriais e integração de dados em Sistema de Informações Geográficas (SIG), o que permite uma visão abrangente do potencial mineral da região. “Mesmo diante da intensa ocupação do solo e da competição por áreas, o trabalho demonstra que ainda existe um expressivo potencial mineral para insumos da construção civil, capaz de atender à demanda regional de forma técnica e planejada”, explicam as pesquisadoras do SGB Angélica Batista e Klaryanna Alcântara, autoras do estudo.
A região do RIDEGT tem ocorrências de areia, argila, brita, saibro, cascalho e arenito silicificado. As pesquisadoras apontam o diferencial do Informe de Recursos Minerais (IRM) - Materiais de Construção da Região Integrada de Desenvolvimento da Grande Teresina está em consolidar e qualificar esse conhecimento. “O IRM organiza, qualifica e atualiza esse conhecimento, associando as ocorrências ao contexto geológico regional, avaliando o potencial real dos depósitos e indicando novas áreas promissoras, o que não existia de forma integrada para toda a RIDEGT”, afirmam.
Os dados da publicação permitem saber detalhes sobre a qualidade e aplicabilidade dos insumos e, entre os destaques, está o potencial da RIDEGT para arenitos silicificados usados para a confecção de paralelepípedos. As propriedades físicas e mecânicas desses arenitos, como elevada resistência, baixa porosidade e alta durabilidade, tornam o recurso uma alternativa regional estratégica, com impactos positivos na redução de custos logísticos, na geração de emprego local e no fortalecimento da cadeia produtiva da construção civil. Outro ponto relevante é a identificação e delimitação de oito áreas com condições favoráveis ao aproveitamento mineral, considerando o potencial geológico e também restrições ambientais, áreas urbanizadas e riscos geológicos. Essa abordagem reforça a importância do estudo para o planejamento territorial e a tomada de decisão, apoiando o desenvolvimento regional sustentável do estado do Piauí. Os dados do IRM da região piauiense estão disponíveis aqui.
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Baixar áudioUm dos maiores projetos recentes de inclusão digital no Brasil levou, em 2025, conexão de alta capacidade para 3,5 milhões de brasileiros que vivem em favelas e periferias de todas as regiões do país. O investimento de R$ 2,8 bilhões, via Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (Fust reembolsável), coordenado pelo Ministério das Comunicações (MCom), ampliou o acesso a territórios excluídos da infraestrutura digital.
A iniciativa apoia 479 provedores regionais, responsáveis pela expansão da rede em 1.223 municípios. Do total, 41% são empresas de pequeno porte e 55% de médio porte, o que reforça o papel dos prestadores locais na ampliação da conectividade.
Para o ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho, conectar territórios vulneráveis é central para reduzir desigualdades: “Estamos levando internet de qualidade para favelas, periferias e municípios que ficaram por muito tempo à margem da transformação digital. Conectividade é inclusão, é oportunidade e é cidadania. Esse investimento garante que milhões de brasileiros tenham acesso a serviços, informação e novas possibilidades de desenvolvimento”.
Além de ampliar o acesso, o programa movimenta a economia local ao fortalecer provedores regionais, que geram empregos e expandem a infraestrutura em áreas onde grandes operadoras não atuam.
O projeto prevê:
● 12 mil km de fibra óptica instalados
● 616 novas estações rádio base (ERB) de 4G e 5G
● 781 mil lares beneficiados
● 680 favelas com ampliação de sinal
Essas estruturas permitem que mais brasileiros acessem serviços essenciais como educação a distância, consultas médicas online, trabalho remoto, capacitação profissional e serviços públicos digitais.
O Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações é administrado pelo Ministério das Comunicações e tem como objetivo ampliar e melhorar a qualidade das redes e serviços de telecom no país. O BNDES atua como agente financeiro, responsável pela execução dos recursos conforme as diretrizes do Conselho Gestor do fundo.
Os valores podem ser aplicados nas modalidades reembolsável, não reembolsável ou garantia, e são destinados principalmente a empresas de telecomunicações e a instituições públicas ou privadas que atuem em projetos compatíveis com a expansão da conectividade.
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Baixar áudioO governo de Goiás (GO) entregou quatro novos helicópteros para reforçar as operações das forças de segurança do estado. A cerimônia ocorreu na Praça Cívica, em Goiânia, e marcou também o anúncio da criação de duas novas bases aéreas policiais: uma em Luziânia, no Entorno do Distrito Federal, e outra em Rio Verde, na região Sudoeste do estado.
Com o investimento de mais de R$ 135 milhões, proveniente do Fundo Nacional de Segurança Pública (FNSP), a frota aérea estadual foi dobrada. As aeronaves já estão em operação desde dezembro de 2025 e foram distribuídas entre a Polícia Militar, a Polícia Civil e o Serviço Aéreo do Estado de Goiás (Saeg).
Segundo o governador de Goiás, Ronaldo Caiado, a descentralização dos veículos permitirá maior eficiência no deslocamento e no atendimento de ocorrências em diferentes regiões. “Trabalhamos fortemente durante esses anos todos e hoje entregamos algo inédito, expandindo as ações da cobertura aérea”, pontuou.
O secretário de Segurança Pública, Renato Brum, classificou a entrega como um marco para o estado. “Estamos bem equipados”, afirmou. Já o comandante-geral da Polícia Militar, Marcelo Granja, destacou que, por mais de 40 anos, a PM contou apenas com um helicóptero: “Hoje a realidade é outra, estamos com quatro aeronaves e a quinta logo estará nos céus”.
Na Polícia Civil, o delegado-geral André Ganga lembrou que a corporação estava sem helicóptero desde 2012, devido a um acidente que interrompeu as atividades de voo. “Agora retomamos a divisão de operações aéreas, depois de 14 anos”, disse.
As aeronaves são do modelo Airbus/Helibras AS350B3a (H125), da família Esquilo. Cada veículo possui autonomia de voo de até 4h30, alcance de 630 km e capacidade para transportar até cinco passageiros.
Além disso, contam com sensores e câmeras capazes de transmitir imagens e dados em tempo real, recurso que deve ampliar o monitoramento de áreas rurais, rodovias, zonas de mata e regiões de difícil acesso. Um dos helicópteros destinados à Polícia Militar possui ainda sistema de imageamento, que permite operações noturnas e a identificação de pontos de calor.
De acordo com a Secretaria de Segurança Pública de Goiás (SSP-GO), nos últimos anos, o estado registrou queda nos principais índices de criminalidade. Autoridades estaduais atribuem os resultados à valorização das polícias e ao investimento em infraestrutura.
A criação das novas bases aéreas faz parte da estratégia de ampliar a presença das forças de segurança em diferentes regiões do estado.
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Baixar áudioO envio de um comprovante falso de realização de Pix em Rondonópolis (MT) resultou na condenação de uma pessoa por estelionato eletrônico. A medida é prevista pelo Código Penal e a decisão foi mantida pela Primeira Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, após a acusada enviar um comprovante falso de Pix para enganar uma papelaria do município.
Os desembargadores foram unânimes em negar o recurso da defesa. Pela decisão, ficou firmada uma pena de quatro anos de reclusão, em regime aberto, substituída por duas penas restritivas de direitos, além de multa.
O comprovante adulterado somava pouco mais de R$ 1 mil e se tratava de um agendamento de pagamento – o que foi omitido quando foi enviado para a papelaria por mensagem eletrônica.
Durante a análise do recurso, o relator, desembargador Marcos Machado, disse que as provas mostram, de forma clara, que houve intenção de fraude. Conforme o voto, ficou comprovado que a acusada realizou o pedido, enviou o comprovante recortado e cancelou o agendamento do Pix em seguida. Além disso, não houve a regularização do pagamento, o que causou prejuízo ao estabelecimento.
A Câmara de MT ressaltou que o envio de comprovante falso de pagamento por meio de aplicativo de mensagens configura estelionato eletrônico, de acordo com previsão do Código Penal, mesmo em caso de contato direto com a vítima.
Segundo o Serasa, dados do Banco Central mostram que as perdas envolvendo golpes com Pix aumentaram 70% em 2024 tornando o golpe um dos mais comuns no país.
Apesar do aumento, existem procedimentos oficiais definidos pelo Banco Central para auxiliar no processo de contestação da fraude, além de mecanismos como o Mecanismo Especial de Devolução (MED), que podem ser acionados pelas instituições financeiras.
Após cair em um golpe do Pix há algumas medidas essenciais que podem ser tomadas imediatamente, considerando que as primeiras horas são decisivas, conforme dicas do Serasa.
A prioridade é registrar a contestação, utilizando mecanismos estabelecidos pelo Banco Central. Além disso, o cidadão deve alertar a instituição financeira pelo canal de denúncias com vistas a garantir o início da análise formal da fraude.
Confira as ações prioritárias, conforme o Serasa:
O MED permite que as instituições financeiras bloqueiem valores recebidos de forma irregular. Assim que o pedido é aberto, o banco analisa se houve indício de fraude e, confirmado, solicita ao banco recebedor o congelamento dos recursos para possível devolução.
A recomendação é de que quanto mais rápidas forem as ações, maior a possibilidade de recuperação parcial ou total do valor.
A pessoa lesada deve contestar o recebimento do Pix via aplicativo da instituição financeira, seguindo as etapas específicas do sistema do Banco Central.
Mesmo com uso do MED, não há garantia de restituição automática após um golpe. A devolução está atrelada a fatores como saldo disponível na conta recebedora e resultado da análise técnica do banco.
A responsabilidade civil da instituição só é configurada quando há indício de falha no serviço prestado, como erro de segurança, ausência de monitoramento ou fragilidade operacional que favoreça o golpe.
O banco é obrigado a devolver o dinheiro quando ficam comprovadas falhas na prestação do serviço, como abertura negligente de contas usadas em golpes. No entanto, as decisões judiciais costumam afastar a responsabilidade das instituições financeiras quando há comprovação de culpa exclusiva da vítima – por exemplo, com o fornecimento voluntário de senhas ou códigos de autenticação.
O risco de fraudes digitais pode ser amenizado a partir de medidas preventivas. Os prejuízos com Pix falsos podem ser evitados com uma simples conferência dos dados e cuidado com links recebidos por mensagens.
Veja as recomendações práticas do Serasa:
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Baixar áudioUniversalização do acesso à água potável e esgotamento sanitário até o ano de 2033. Abastecimento de água a 99% da população brasileira. Esgotamento sanitário ou fossa séptica acessível à 92% dos domicílios. Essas foram as ambiciosas metas traçadas pelo Marco Legal do Saneamento, mas 6 anos após a sanção da lei, pouco avançou.
Segundo o ranking da Universalização do Saneamento 2025, produzido pela Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental (Abes), 63 das 2.483 cidades brasileiras analisadas estão próximas de alcançar a universalização do saneamento básico nos termos definidos pela legislação. Ou seja, apenas 2,5% do total devem cumprir as metas estabelecidas.
Dante Ragazzi, diretor da ABES, avalia que o que difere os municípios com melhor desempenho é a priorização da política. “A gente tá falando de municípios menores, muito pequenos termos de população e ele não prioriza. Às vezes, não é nem por maldade, porque ele tem tantas outras demandas que o saneamento fica para trás. Os que tratam de forma prioritária, de fato, são em número menor”, avalia o executivo.
O levantamento avaliou a qualidade do abastecimento de água, coleta de esgoto, tratamento de esgoto, coleta de resíduos sólidos e disposição final adequada de resíduos sólidos, extraídos do Sistema Nacional de Informações em Saneamento Básico. Cada município recebeu uma nota de 0 a 500 e foi classificado nos 4 estágios abaixo:
Assim ficou o desempenho de cada região do país conforme avaliação dos municípios:
Ragazzi conta que o desempenho frustrante já faz com que gestores municipais busquem o adiamento do prazo legal, mesmo faltando 7 anos para a conclusão. Para ele, isso é falta de visão estratégica, pois a política de saneamento básico, embora onerosa, traz benefícios socioeconômicos fundamentais para o desenvolvimento das comunidades, desde a redução de doenças, o aumento da produtividade no trabalho e na escola.
“Os efeitos, quando bem aplicada a política, são maravilhosos . Por outro lado, quando não há, são de fato desastrosos. O cumprimento da meta no prazo de 2033 é um grande desafio e com probabilidade de não ocorrer no país como um todo”, lamenta o gestor.
O Ministério das Cidades, responsável pela coordenação federal da política, descarta o adiamento do prazo neste momento. O ministro Jader Filho avalia a hipótese como “insensibilidade social e uma desconexão com a realidade brasileira”. Desde 2023, a pasta alega ter investido cerca de R$40 bilhões para cumprir as metas do Marco Legal, mais de R$12 bilhões somente em 2025.

O Índice de Progresso Social (IPS Brasil 2025) para Água e Saneamento confirma a realidade demonstrada pela Abes. A pesquisa revela disparidades significativas entre as regiões do país. Enquanto os municípios do Sul e Sudeste se destacam com notas elevadas, com uma média de 99,91, a Amazônia Legal enfrenta grandes desafios, com os municípios dessa região apresentando notas médias de apenas 14,97, numa escala de 0 a 100.
Copiar o textoEm Paranaguá, a soja encerrou o período em queda; no Paraná, o trigo apresenta estabilidade
Baixar áudioA saca de 60 quilos da soja registrou queda nesta quinta-feira (15) tanto no litoral quanto no interior do Paraná. No interior do estado, o grão foi negociado a R$124,44, o que representa uma baixa de 0,40%. Já no porto de Paranaguá, no litoral paranaense, a cotação recuou 0,24%, encerrando o dia a R$130,59.
INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANÁ
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 14/01/2026 | 124,44 | -0,40% | -8,23% | 23,05 |
| 13/01/2026 | 124,94 | -1,71% | -7,86% | 23,22 |
| 12/01/2026 | 127,12 | -1,45% | -6,25% | 23,67 |
| 09/01/2026 | 128,99 | 0,77% | -4,87% | 24,03 |
| 08/01/2026 | 128,00 | -1,36% | -5,60% | 23,74 |
INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANAGUÁ
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 14/01/2026 | 130,59 | -0,24% | -7,39% | 24,19 |
| 13/01/2026 | 130,90 | -0,12% | -7,17% | 24,33 |
| 12/01/2026 | 131,06 | -2,08% | -7,06% | 24,41 |
| 09/01/2026 | 133,85 | -0,56% | -5,08% | 24,94 |
| 08/01/2026 | 134,61 | -0,02% | -4,54% | 24,97 |
O preço do trigo apresenta estabilidade no Paraná e a tonelada é negociada a R$1.178,26. E no Rio Grande do Sul, a tonelada do grão registra leve valorização de 0,05%, sendo cotada a R$1.054,59.
PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - PARANÁ
| Data | Valor R$/t* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$/t* |
|---|---|---|---|---|
| 14/01/2026 | 1.178,26 | 0,00% | -0,33% | 218,24 |
| 13/01/2026 | 1.178,25 | 0,30% | -0,33% | 219,01 |
| 12/01/2026 | 1.174,75 | -0,35% | -0,63% | 218,76 |
| 09/01/2026 | 1.178,92 | -0,03% | -0,28% | 219,66 |
| 08/01/2026 | 1.179,26 | -0,13% | -0,25% | 218,75 |
PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - RIO GRANDE DO SUL
| Data | Valor R$/t* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$/t* |
|---|---|---|---|---|
| 14/01/2026 | 1.054,59 | 0,05% | 0,82% | 195,33 |
| 13/01/2026 | 1.054,04 | 0,35% | 0,77% | 195,92 |
| 12/01/2026 | 1.050,37 | 0,09% | 0,42% | 195,60 |
| 09/01/2026 | 1.049,40 | 0,45% | 0,32% | 195,53 |
| 08/01/2026 | 1.044,72 | 0,33% | -0,12% | 193,79 |
Os dados são do Cepea.
A saca de soja e a saca de trigo são as principais unidades de comercialização de grãos no Brasil. Cada saca equivale a 60 quilos, padrão adotado por órgãos oficiais como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).
Esse formato padronizado facilita o comércio da soja e do trigo, além de permitir um acompanhamento mais preciso das cotações e variações de preços no mercado nacional.
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