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Baixar áudioO Centro-Oeste vivencia de forma mais intensa do que o restante do país os efeitos da estiagem e do calor extremo. É o que aponta pesquisa da Nexus, empresa de pesquisa de opinião da FSB Holding. Segundo o levantamento, 39% dos moradores da região citam a seca prolongada e a falta de água como um dos principais impactos climáticos sentidos no último ano, quase o dobro da média nacional, de 22%, e o maior percentual entre todas as regiões do país.
O calor também aparece com destaque na percepção da população local. Temperaturas acima do normal e ondas de calor intenso foram citadas por 63% dos entrevistados do Centro-Oeste, sendo o efeito mais mencionado na região. Chuvas excessivas e alagamentos foram apontados por 20% dos moradores, enquanto 14% relataram tempestades de vento e granizo. Os entrevistados podiam citar mais de uma ocorrência.
Segundo a pesquisa, os efeitos dos eventos climáticos extremos não se distribuem de forma uniforme pelo país: enquanto a estiagem ganha peso no Centro-Oeste, o Norte se destaca pela percepção do calor e o Sul pelas chuvas excessivas e alagamentos.
Para o CEO da Nexus, Marcelo Tokarski, o resultado chama atenção pelo papel econômico da região. Ele destaca que o Centro-Oeste, forte produtor agrícola e com biomas como o Cerrado e o Pantanal, sente a seca com intensidade quase duas vezes maior que a média do país, o que representa um alerta para a segurança hídrica e para a economia local.
Apesar da frequência de eventos extremos, o Centro-Oeste é a região com o menor percentual de moradores que acreditam que o clima mudou muito no último ano: 50%, ante uma média nacional de 56% e de 69% na Região Norte. Outros 34% dos moradores da região dizem perceber alguma mudança, o que eleva para 84% o total de quem notou alterações no clima.
O levantamento também revela um baixo nível de informação sobre o El Niño entre os moradores do Centro-Oeste: 40% afirmam não conhecer o fenômeno, percentual acima da média nacional, de 36%. Outros 21% dizem já ter ouvido falar, mas sabem pouco sobre o tema.
Depois de receberem uma explicação sobre os efeitos do El Niño, no entanto, 53% dos entrevistados da região passaram a demonstrar alto grau de preocupação.
A pesquisa também mediu a percepção da população sobre a capacidade de resposta dos governos locais às crises climáticas. No Centro-Oeste, 61% dos moradores consideram que sua cidade está "nada preparada" para lidar com as consequências de eventos extremos, e outros 20% avaliam a preparação como "muito pouco adequada". Apenas 2% dos entrevistados apontam preparação total das autoridades locais.
O levantamento foi feito com 2.000 entrevistas presenciais, com abordagem domiciliar face a face e coleta de dados georreferenciados. A amostra é representativa de todos os estados do país, controlada, estratificada e segmentada por sexo, idade, renda e região.
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Baixar áudioMunicípios, prestadores de serviços e entidades reguladoras que iniciaram a inserção de dados no Sistema Nacional de Informações em Saneamento Básico (Sinisa) têm até o dia 23 de setembro para finalizar o procedimento. O prazo foi prorrogado pelo Ministério das Cidades e é exclusivo para os entes locais que iniciaram o cadastramento até o dia 3 de setembro.
Em nota, a Confederação Nacional de Municípios (CNM) destacou a importância de os gestores enviarem as informações. A entidade alertou, ainda, que estar em dia com a declaração ao Sinisa é uma das condicionantes de acesso aos recursos do governo federal.
Os dados a serem preenchidos são referentes ao ano-base 2025. As informações abrangem os serviços de abastecimento de água, esgotamento sanitário, limpeza e manejo de resíduos sólidos, drenagem e manejo de águas pluviais. Há também o módulo de gestão municipal, que deve ser preenchido exclusivamente pelas prefeituras.
Segundo o Ministério das Cidades, o fornecimento dos dados ao Sinisa é uma obrigação legal. Nesse caso, a ausência de envio das informações pelos municípios ou prestadores pode impedir o acesso a recursos federais destinados a ações e investimentos em saneamento básico.
Dados do Ministério das Cidades, apurados até o dia 11 de setembro, mostram que o nível de conclusão varia entre os eixos de saneamento nos municípios. No módulo de Água, 24,86% dos municípios finalizaram o preenchimento, enquanto 72,96% estão com esta etapa em andamento.
Em relação ao Esgoto, foram 37,46% de conclusões e 58,27% com preenchimento ainda em realização. Os números são maiores em Resíduos Sólidos, com 81,92% já enviados e 9,98% em complementação, enquanto Águas Pluviais está com 82,77% e 6,62%, respectivamente. Já o eixo de Gestão Municipal soma 81,04% finalizados e 7,04% em aberto.
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Baixar áudioO Brasil recebeu 113.228 turistas chineses entre janeiro e agosto de 2026. O número supera em 10% o total registrado durante todo o ano de 2025, quando 103.122 visitantes da China entraram no país. Na comparação com os oito primeiros meses do ano passado, o crescimento foi de 73,3%.
Os dados fazem parte do levantamento oficial do Ministério do Turismo (MTur), em parceria com a Agência Brasileira de Promoção Internacional do Turismo (Embratur) e a Polícia Federal.
Segundo o MTur, a alta ocorre após o início da isenção de visto para turistas chineses, que passou a valer em maio deste ano e vai até 31 de dezembro de 2026. A pasta também destacou que o período foi marcado pelo fortalecimento das relações entre Brasil e China, além de ações de promoção dos destinos brasileiros no mercado asiático, incluindo iniciativas do Ano Cultural Brasil-China.
Para o ministro do Turismo, Gustavo Feliciano, os resultados mostram os efeitos da política de isenção de visto e da aproximação entre os dois países para impulsionar o turismo bilateral.
“[Estou] muito feliz de poder comemorar esses dados. O governo do Brasil adotou a política de isenção de visto e a gente está podendo colher o fruto dessa política, atrelada à proximidade entre países. São políticas públicas como essa que a gente procura e espera desenvolver o turismo do Brasil cada vez mais”, afirmou Feliciano.
Em maio, o chefe da pasta realizou missão oficial na China e se reuniu com representantes de agências de viagens, de empresa aérea e operadores de turismo. “Estamos construindo uma agenda de longo prazo para posicionar o país de forma permanente entre os destinos prioritários do público chinês”, disse o ministro.
Atualmente, Brasil e China contam com uma operação de voo direto com parada técnica na Europa, realizada pela Air China. Outras companhias, como a Emirates, oferecem rotas com conexão.
O MTur criou um Grupo de Trabalho de Turismo Brasil-China para discutir medidas relacionadas à recepção dos visitantes e para apoiar a expansão do fluxo. Entre as iniciativas estão a qualificação do receptivo, adaptação de serviços, capacitação de profissionais e melhoria da experiência dos turistas.
Mais de 330 agências brasileiras já estão aptas a receber turistas chineses. O grupo também deve identificar destinos, rotas e produtos com potencial de atração, além de mapear oportunidades relacionadas à conectividade aérea, mobilidade e infraestrutura.
Entre os destinos apontados estão a Amazônia, Foz do Iguaçu e o Pantanal. A Chapada Diamantina (BA), também vem ganhando espaço entre os turistas chineses, principalmente pela diversidade de fauna e flora e pelos rios da região.
A promoção internacional dos destinos brasileiros também tem sido realizada em parceria entre o Ministério do Turismo e a Embratur, com participação em feiras especializadas, relacionamento com operadores de turismo e companhias aéreas e campanhas voltadas ao mercado asiático.
O crescimento da entrada de turistas chineses ocorre em um cenário de expansão do turismo internacional no Brasil. Dados do MTur indicam que de janeiro a agosto de 2026, o país registrou 6.451.257 chegadas de turistas estrangeiros – sendo o segundo melhor resultado da série histórica para o período.
Apenas no mês de agosto, o país recebeu 576.276 visitantes internacionais. Esse foi o maior número registrado para o mês desde o começo da série histórica, em 2009. O resultado representa alta de 37,9% em relação a agosto de 2019, antes da pandemia, com 158.482 chegadas a mais.
Em todo o ano de 2025, o Brasil registrou o recorde anual de 9,2 milhões de turistas internacionais.
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Baixar áudioO Brasil precisa mais que dobrar os investimentos em infraestrutura para superar o déficit histórico do setor e se aproximar dos padrões internacionais. A conclusão é do estudo Financiamento dos Investimentos em Infraestrutura no Brasil, da Confederação Nacional da Indústria (CNI).
Em 2024, os investimentos em infraestrutura somaram R$ 266,8 bilhões, o equivalente a 2,27% do Produto Interno Bruto (PIB). No entanto, segundo o levantamento, o país precisa elevar esse volume para cerca de 4,65% do PIB — aproximadamente R$ 550 bilhões — e manter esse patamar por pelo menos duas décadas para superar o hiato histórico de investimentos.
O estudo aponta que nenhuma fonte de recursos, isoladamente, é capaz de financiar as necessidades de infraestrutura do país. Para alcançar o volume necessário, será preciso combinar diferentes instrumentos financeiros, ampliar a participação do capital privado e criar um ambiente econômico e institucional que ofereça mais segurança aos investidores.
Para o especialista em infraestrutura da CNI, Ramon Cunha, a experiência internacional mostra que um salto dessa magnitude exige mais do que aperfeiçoar os atuais instrumentos de financiamento.
“É fundamental que o país consiga alcançar um ambiente econômico e institucional sólido, com regras previsíveis e com instrumentos de financiamento que reflitam as reais necessidades do mercado, amparadas em projetos de qualidade com maturação no médio e longo prazo”, afirma.
Do total investido em infraestrutura em 2024, R$ 188,1 bilhões — ou 70,5% — vieram do setor privado. Os investimentos públicos somaram R$ 78,6 bilhões, impulsionados principalmente pelos governos estaduais e municipais.
Os dados também mostram uma mudança na origem dos recursos destinados ao setor ao longo dos últimos anos. O financiamento privado passou de uma média de R$ 88,6 bilhões entre 2010 e 2014 para R$ 184,5 bilhões em 2024. No mesmo período, os recursos públicos recuaram de R$ 208,5 bilhões para R$ 107 bilhões. Já a participação das instituições multilaterais passou de R$ 7,9 bilhões para R$ 8,4 bilhões.
Em termos percentuais, a composição das fontes de financiamento também mudou:
Em 2024, as debêntures foram a principal fonte de financiamento da infraestrutura, com participação de 40%. Em seguida aparecem o capital próprio, com 17,3%, e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), com 16,3%. Na sequência estão:
A participação do financiamento privado também varia entre os segmentos da infraestrutura. Em 2024, o setor privado respondeu por 91% do financiamento em telecomunicações e por 82,1% na energia elétrica. No saneamento, a participação foi de 65,2%, enquanto nos transportes ficou em 36,1%.
Para Ramon Cunha, os números mostram uma transformação na forma de financiar a infraestrutura brasileira, marcada pelo avanço da participação privada. No entanto, segundo ele, essa mobilização ainda precisa ganhar escala.
“É preciso que o país consiga criar condições para mobilizar mais recursos e diversificar as fontes de financiamento, de modo que os recursos disponíveis tenham a escala necessária para alcançar o salto de investimentos que o país tanto necessita”, afirma.
Durante o lançamento do estudo, a superintendente de Crédito Grandes Empresas do Itaú, Ana Paula Silva da Cruz, avaliou que o aumento da participação privada nos investimentos em infraestrutura está relacionado, entre outros fatores, à expansão das concessões.
“Com esse movimento de expansão das concessões, houve também uma importante evolução regulatória. O arcabouço regulatório é algo que exige contínuo aprimoramento, mas, sem dúvida, em determinados setores da economia do mercado de infraestrutura houve evolução. Isso faz com que atraia mais financiadores e investidores. E quanto mais a gente tem uma base extensa de investidores, mais a gente propicia um aumento de bancabilidade privada como um todo”, explicou.
A publicação defende a construção de um novo regime de financiamento para ampliar os investimentos em infraestrutura. Segundo a CNI, esse modelo deve estar apoiado na estabilidade macroeconômica e fiscal, considerada fundamental para reduzir incertezas e o custo do capital.
Outro eixo é o fortalecimento do mercado de capitais, com maior participação de investidores institucionais e a ampliação de instrumentos de financiamento de longo prazo, como fundos de pensão, por exemplo.
O estudo também aponta a necessidade de expandir o crédito privado e o project finance, com estruturas capazes de distribuir os riscos de forma mais eficiente entre os participantes dos projetos.
A proposta inclui ainda a ampliação da carteira de projetos bem estruturados, fortalecendo a capacidade de planejamento e preparação de concessões e parcerias. Nesse processo, instituições como o BNDES e a Caixa podem atuar na estruturação e viabilização dos empreendimentos.
Segurança jurídica, previsibilidade regulatória e autonomia técnica das agências reguladoras também aparecem entre os pilares apontados pela CNI. A avaliação é de que esses fatores precisam funcionar de forma integrada para permitir a mobilização de recursos na escala necessária.
O estudo destaca que o BNDES e outras instituições públicas de desenvolvimento continuam relevantes nesse processo. Segundo a publicação, o desafio é fortalecer sua atuação em um modelo no qual essas instituições contribuam para reduzir riscos, estruturar projetos e ampliar a capacidade de atrair recursos privados de longo prazo.
A análise da CNI também reúne experiências de países como Reino Unido, Chile, Austrália, México, Espanha, Índia e França. Apesar das diferenças entre os modelos adotados, o estudo identifica alguns fatores comuns entre os países com maior capacidade de mobilizar recursos para infraestrutura:
As experiências analisadas também mostram que os recursos públicos permanecem importantes, mas podem ser utilizados de forma estratégica para reduzir riscos, viabilizar projetos e atrair capital privado, em vez de apenas substituir investimentos do mercado.
Durante o lançamento do estudo, o sócio-fundador da Inter.B Consultoria Internacional de Negócios, Cláudio Frischtak, citou o México como um dos exemplos de mudanças institucionais voltadas à ampliação do financiamento de longo prazo.
Segundo ele, a reforma previdenciária realizada em 1997 ampliou o papel dos fundos de pensão no financiamento de longo prazo no país. Em 2009, também foram criados os CKDs, instrumentos destinados à mobilização de recursos privados para investimentos em infraestrutura e parcerias público-privadas (PPPs).
“Na América Latina, a taxa de investimento de países como México e outros é da ordem de 23%, 24%, 25% do PIB. Ou seja, cerca de 9% a 10% acima da nossa taxa de investimento. O México sofreu uma crise macroeconômica de primeira grandeza no início dos anos 1980. E teve que fazer seu dever de casa e não se afastou da disciplina fiscal, independente do partido”, afirmou.
Frischtak também citou Austrália e Chile. Na Austrália, a participação privada ganhou força a partir do início dos anos 1990, com privatizações nos setores de energia, transportes e comunicações. O modelo passou a contar com forte presença de investidores institucionais e fundos de pensão.
No Chile, consolidou-se um ambiente de estabilidade macroeconômica e previsibilidade regulatória. A primeira PPP foi aprovada em 1993 e o marco legal do modelo foi consolidado em 1997, com participação relevante dos fundos de pensão no financiamento da infraestrutura.
“Austrália talvez seja o caso mais clássico de como mobilizar recursos e fundos de pensão, mas não é o único. O Chile faz a mesma coisa. Por que os nossos fundos de pensão ainda estão muito grudados no curto prazo? Porque o investimento de curto prazo é muito rentável. Investir no Tesouro Nacional é muito atraente”, afirmou.
O estudo Financiamento dos Investimentos em Infraestrutura no Brasil está disponível na íntegra no Portal da Indústria.
VEJA MAIS:
Copiar o textoOs números sorteados da Mega-Sena 3058, de 15/09/2026, foram: 14 - 23 - 53 - 56 - 57 - 60.
14 - 23 - 53 - 56 - 57 - 60
Resultado oficial conferido com a Caixa às 21:28. consulte o resultado oficial no site da Caixa
O concurso 3058 da Mega-Sena foi realizado nesta terça-feira (15/09/2026), no Espaço da Sorte, em São Paulo, e divulgado pela Caixa Econômica Federal. O sorteio não teve vencedores na faixa principal e o prêmio acumulou.
O próximo sorteio está marcado para quinta-feira (17/09/2026), com prêmio estimado em R$ 102.000.000,00. Aproveite a oportunidade e faça sua aposta para concorrer.
A arrecadação total do concurso foi de R$ 65.546.934,00.
Para participar, basta escolher de 6 a 15 números entre os 60 disponíveis no volante. A aposta mínima custa R$ 5,00, e quanto mais números você marcar, maior o preço — mas também maiores as chances de ganhar. Os sorteios acontecem três vezes por semana: às terças e quintas, às 21h, e aos domingos, às 11h (horário de Brasília).
| Números apostados | Probabilidade de acertar 6 dezenas |
|---|---|
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| 7 números | 1 em 7.151.980 |
| 8 números | 1 em 1.787.995 |
| 9 números | 1 em 595.998 |
| 10 números | 1 em 238.399 |
| 15 números | 1 em 10.003 |
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Assista ao sorteio da Mega-Sena 3058 na transmissão oficial da Caixa.
Veja o resultado da Mega-Sena 3057.
Redação Brasil 61
Copiar o textoMassa de ar seco mantém o céu aberto e temperaturas amenas nos três estados sulistas
Baixar áudioA quarta-feira (16) será marcada por tempo firme e predomínio de poucas nuvens em toda a Região Sul. Uma massa de ar seco inibe a formação de chuva nos três estados, garantindo temperaturas amenas e sol ao longo do dia.
O tempo firme prevalece em todo o Rio Grande do Sul. A condição de poucas nuvens se estende da Campanha ao Litoral e da Serra ao Noroeste gaúcho, sem expectativa de instabilidade. Em Porto Alegre, a madrugada registra temperatura baixa, com mínima de 9°C, e a máxima alcança os 18°C no período da tarde.
Em Santa Catarina, o cenário meteorológico segue o mesmo padrão, com estabilidade atmosférica e predomínio de céu com pouca nebulosidade em todas as regiões catarinenses, do Extremo-Oeste à faixa litorânea. Em Florianópolis, os termômetros oscilam entre a mínima de 14°C nas primeiras horas do dia e a máxima de 20°C à tarde.
No Paraná, o tempo seco também comanda as condições do dia em todo o território estadual. Do interior ao Litoral paranaense, o sol aparece entre poucas nuvens e não há previsão de precipitação. Na capital Curitiba, a temperatura varia entre 10°C ao amanhecer e 18°C nas horas mais quentes.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioQuarta-feira com tempo dividido na Região Sudeste.
No estado de São Paulo, o tempo segue estável em todas as áreas, desde o litoral até o oeste paulista, sem indicativo de chuva significativa. Na capital, São Paulo, o dia amanhece com mínima de 13°C e não aquece muito à tarde, alcançando máxima de 17°C, sob predomínio de poucas nuvens.
No Rio de Janeiro, a umidade marítima mantém o céu com muitas nuvens com possibilidade de chuva isolada, quadro que se repete tanto na capital quanto na Costa Verde e no Norte Fluminense. Na cidade do Rio de Janeiro, os termômetros marcam entre 18°C e 23°C.
Em Minas Gerais, o calor e a circulação de umidade favorecem a formação de núcleos de instabilidade. A capital, Belo Horizonte, tem mínima de 16°C, máxima de 30°C e previsão de muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas isoladas, cenário que se estende por toda a região central, Zona da Mata e leste mineiro. No Triângulo Mineiro e no noroeste do estado, a expectativa é de muitas nuvens com pancadas de chuva isoladas.
No Espírito Santo, o quadro de tempo instável é generalizado em todas as mesorregiões capixabas. A previsão aponta para muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas isoladas ao longo do dia, inclusive na faixa litorânea. Em Vitória, a temperatura varia entre mínima de 20°C e máxima de 25°C.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA quarta-feira (16) será de calor expressivo e tempo abafado em toda a Região Norte, com as temperaturas máximas chegando aos 40°C. Enquanto a instabilidade associada ao calor e à umidade espalha pancadas de chuva e trovoadas por grande parte do Amazonas, Acre, Rondônia e Roraima, o tempo firme com céu encoberto predomina no extremo leste regional, entre o Amapá e o litoral do Pará.
No Amazonas, o dia segue abafado e com instabilidade generalizada. No oeste e noroeste do estado, a previsão indica muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas. Já na faixa central, leste e sul amazonense, o quadro é de muitas nuvens com pancadas de chuva isoladas. Em Manaus, os termômetros oscilam entre 27°C e 37°C, sob muitas nuvens com pancadas de chuva.
No Pará, as condições climáticas variam entre as regiões. No centro, leste, nordeste e no Arquipélago do Marajó, o céu fica com muitas nuvens, sem registro de chuva. No sudoeste e oeste paraense, ocorrem muitas nuvens com pancadas de chuva isoladas. Em Belém, os índices ficam entre 24°C e 35°C, com muitas nuvens.
No Acre, a previsão aponta muitas nuvens com pancadas de chuva isoladas em todo o território estadual. Na capital, Rio Branco, a mínima registrada é de 20°C e a máxima alcança 34°C, com muitas nuvens com chuva isolada.
Em Rondônia, o ar quente favorece pancadas de chuva em todo o estado. No norte e centro rondoniense, o tempo apresenta muitas nuvens com pancadas de chuva isoladas, padrão observado em Porto Velho, onde a temperatura varia de 24°C a 35°C. Já no sul e sudeste do estado, ocorrem muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas isoladas.
No Tocantins, as altas temperaturas ditam o ritmo do dia, com predomínio de muitas nuvens com possibilidade de chuva isolada na maior parte das áreas. Em Palmas, a tarde registra o maior pico térmico da região, com mínima de 24°C e máxima de 40°C, sob muitas nuvens com possibilidade de chuva isolada.
Em Roraima, o dia transcorre com muitas nuvens com pancadas de chuva isoladas cobrindo o estado. Em Boa Vista, a mínima fica em 27°C e a máxima chega aos 37°C, com muitas nuvens com chuva isolada.
No Amapá, o padrão meteorológico segue uniforme, marcado apenas pela presença de muitas nuvens e ausência de precipitações. Em Macapá, a temperatura mínima é de 25°C e a máxima alcança os 33°C.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioQuarta-feira com tempo dividido na Região Nordeste. Enquanto a faixa litorânea e o sul baiano recebem instabilidade, o interior segue sob domínio do ar seco e de muito calor.
No Maranhão, o dia segue com predomínio de muitas nuvens e chance de instabilidade passageira no litoral norte. Em São Luís, os termômetros marcam mínima de 26°C e máxima de 32°C, sob céu com muitas nuvens.
No Piauí, o tempo seco e ensolarado predomina no centro-sul, enquanto a metade norte apresenta maior cobertura de nebulosidade. Em Teresina, a previsão indica muitas nuvens, com mínima de 23°C e máxima que atinge 38°C.
No Ceará, a nebulosidade fica concentrada na faixa litorânea e no noroeste, onde o céu varia com muitas nuvens. Na capital, Fortaleza, a temperatura oscila entre 22°C e 30°C. No sertão cearense, o tempo permanece aberto com poucas nuvens.
No Rio Grande do Norte, a instabilidade atua no litoral, trazendo poucas nuvens com possibilidade de chuva isolada, com mínima de 22°C e máxima de 30°C em Natal. No interior e no Sertão potiguar, o tempo segue firme.
Na Paraíba, a faixa litorânea registra poucas nuvens com possibilidade de chuva isolada, marcando mínima de 22°C e máxima de 31°C em João Pessoa. No Agreste e no Sertão, prevalece o ar seco e pouca nebulosidade.
Em Pernambuco, a presença de umidade mantém poucas nuvens com possibilidade de chuva isolada na Zona da Mata e no Litoral, com temperaturas entre 23°C e 29°C em Recife. No Sertão pernambucano, o padrão é de tempo aberto e calor.
Em Alagoas, a previsão para a costa e o Agreste aponta poucas nuvens com possibilidade de chuva isolada, com termômetros entre 22°C e 28°C em Maceió. No Sertão alagoano, as condições são de tempo seco com poucas nuvens.
Em Sergipe, o litoral tem poucas nuvens com possibilidade de chuva isolada, com mínima de 24°C e máxima de 30°C em Aracaju. Conforme se avança para o oeste do estado, o tempo fica firme.
Na Bahia, o sul do estado concentra as maiores instabilidades da região, com muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas isoladas. No Recôncavo e no litoral norte, incluindo Salvador, o céu permanece com muitas nuvens, registrando mínima de 23°C e máxima de 30°C. Já no Oeste e no Sertão baiano, o tempo continua estável, com sol e poucas nuvens.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioEm Mato Grosso do Sul, o dia será de muitas nuvens e tempo seco em todas as áreas, sem expectativa de precipitação. Na capital, Campo Grande, os termômetros oscilam entre 15°C e 26°C.
No estado de Goiás, as condições mudam conforme a latitude. Nas regiões sul e central, cenário que inclui Goiânia, o céu permanece nublado, com mínima de 18°C e calor de até 35°C. Já nas áreas norte e leste goiano, o tempo fica instável, com possibilidade de chuva isolada. Esse mesmo quadro atinge o Distrito Federal, onde Brasília varia de 21°C a 30°C.
Em Mato Grosso, o panorama climático apresenta maior contraste. O sul do estado mantém apenas alta cobertura de nuvens, sem registro de chuva. Na faixa central, abrangendo a capital Cuiabá, a previsão indica muitas nuvens com possibilidade de chuva isolada, marcando entre 20°C e 33°C. Por fim, no norte mato-grossense, as instabilidades ganham força, provocando pancadas de chuva com trovoadas.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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