24/07/2026 22:37h

Decisões do Executivo e Legislativo, entre janeiro de 2023 e maio de 2026, provocarão custos extras estimados em cerca de R$ 985 bilhões até 2050, aponta Frente Nacional dos Consumidores de Energia (FNCE)

Um levantamento da Frente Nacional dos Consumidores de Energia (FNCE) aponta que medidas aprovadas pelo Governo Federal e pelo Congresso Nacional entre janeiro de 2023 a maio de 2026 provocarão custos extras de quase R$ 1 trilhão na conta de luz dos brasileiros. A estimativa é de que o valor seja pago pelos consumidores até 2050. 

Conforme o estudo, entram na conta os custos criados por medidas provisórias, novas leis, leilões de energia, violação de tratados internacionais, como o de Itaipu, acordos com empresas e "jabutis" – emendas ou artigos inseridos em projetos de lei ou medidas provisórias que não têm nenhuma relação com o tema original do texto.

A FNCE informa que as medidas devem resultar em custos extras de cerca de R$ 985 bilhões até 2050, que devem impactar os consumidores de forma ampla, como disse a entidade, em nota.

“O valor impactará o custo de energia de todos os consumidores, incluindo residenciais, comércio e indústria, tanto no mercado livre quanto para quem é atendido por distribuidoras, excluindo-se o público de baixa renda inscrito no Cadastro Único”, afirmou, em nota, a FNCE, que reúne organizações dos segmentos de consumo de energia no Brasil e discute principalmente temas ligados ao setor elétrico do país.

Reforma setorial

Na avaliação da FNCE, o excesso de contratações e de novos custos impactam a sustentabilidade do sistema elétrico. Para a Frente, o cenário requer uma reforma setorial  urgente e ampla. 

“Para além de medidas pontuais e descoordenadas implementadas recentemente, o setor necessita de uma revisão de suas bases regulatórias para atender a todas as transformações que têm ocorrido no âmbito do planejamento, operação, comercialização e consumo”, ressaltou a FNCE.

A recomendação da entidade é de que a reforma ocorra a partir do início do ano que vem. Na avaliação da Frente, caso medidas não sejam tomadas, há possibilidade de um colapso do sistema elétrico.

Novos custos para o consumidor 

Para realizar a análise, o estudo considerou os atos dos poderes Executivo e Legislativo que ocorreram entre janeiro de 2023 e maio de 2026. 

A projeção não considera os impostos PIS, Cofins e ICMS nem novas despesas que foram aprovadas no período, mas não são mandatórias e não estão contratadas – ou seja, só devem ocorrer em caso de necessidade. Segundo a Frente, são enquadrados nas exclusões alguns contratos de usinas de biomassa, custos com combustíveis para usinas contratadas em leilões, entre outros. 

O levantamento também excluiu do cálculo a ampliação da Tarifa Social, que redistribuiu custos do setor entre diferentes grupos de consumidores.
 
Confira os custos adicionados à conta de luz entre janeiro 2023 e março de 2026:

  • MP 1212 (R$ 112,5 bi em 25 anos): prorrogou por 36 meses os benefícios tarifários para projetos de energia renovável, antecipou recursos da privatização da Eletrobras para reduzir reajustes na conta de luz e criou medidas para conter aumentos tarifários;
  • Despesas não previstas no Tratado de Itaipu (R$ 21,1 bi em 4 anos): criadas despesas extras após os governos brasileiro e paraguaio violarem o tratado de Itaipu. Despesas terão que ser pagas pelos consumidores das regiões Sudeste, Sul e Centro-Oeste;
  • MP 1.232 (R$ 14 bi em 15 anos); custo das flexibilizações previstas para a recuperação da Amazonas Energia;
  • Acordo consensual sobre PCS (R$ 9 bi em 8 anos): acordo entre Ministério de Minas e Energia (MME) e empresas de energia no Procedimento Competitivo Simplificado (PCS), com apoio do Tribunal de Contas da União (TCU), que permitiu a essas empresas evitar multas por descumprimento de contrato e manter uma receita anual por oito anos;
  • "Jabutis" das eólicas offshore (R$ 197 bi em 25 anos): Congresso derrubou trechos do veto presidencial na lei que regula a produção de energia eólica em alto-mar, prorrogou o incentivo a fontes renováveis (Proinfa), obrigou a contratação de pequenas centrais hidrelétricas (PCHs), a contratação compulsória de hidrogênio a partir do etanol do Nordeste e energia eólica no Sul;
  • MP 1300 + MP 1304 (R$ 114,58 bi em 25 anos): MP 1304 foi convertida na lei 15.269/2025 e agregou determinações da MP 1300, que prevê contratação de térmicas a carvão, usinas de até 50 MW e cria a compensação dos geradores renováveis afetados pelo curtailment;
  • 2º LRCAP – 2026 (R$ 515,7 bi por até 15 anos): contratação de hidrelétricas, térmicas a gás, biometano e carvão para reserva de capacidade por períodos que variam entre 10 e 15 anos a depender do contrato;
  • 3º LRCAP – 2026 (R$ 978,6 milhões por até 10 anos): contratação de térmicas a óleo combustível, óleo diesel e biodiesel para serviço de reserva de capacidade por períodos entre 3 e 10 anos a depender do contrato.
Copiar textoCopiar o texto
24/07/2026 21:00h

Recuo das ações da Petrobras e da Vale pressionou o principal índice da Bolsa brasileira em meio à queda do petróleo

Baixar áudio

O Ibovespa fechou o último pregão aos 174.041 pontos, após queda de 0,88%.

O principal índice da Bolsa brasileira foi pressionado pelo desempenho negativo das ações da Petrobras e da Vale. Os papéis das duas companhias acompanharam o recuo dos preços do petróleo Brent e do minério de ferro no mercado internacional.

Entre os destaques negativos da sessão também esteve a ISA Energia, cujas ações caíram após a companhia concluir uma oferta de papéis no mercado, movimento que repercutiu entre os investidores.

 


Maiores altas e quedas 

Ações em alta no Ibovespa

  • Oncoclinicas do Brasil Servicos Medicos S.A. (ONCO11F) +200,00%

  • Cia. de Fiacao e Tecidos Cedro e Cachoeira Pfd (CEDO4) +19,80%

Ações em queda no Ibovespa

  • Tronox Pigmentos do Brasil SA Pfd Registered Shs B (CRPG6F) −8,32%

  • Sansuy SA Industria de Plasticos Pfd A  (SNSY5F) −8,30%


O volume total negociado na B3 foi de R$ 16.470.932.714, em meio a 2.695.755 em negócios.

Os dados da bolsa podem ser consultados no site da B3.  
 

O que é o Ibovespa e como ele funciona?

O Ibovespa (Índice Bovespa) é o principal indicador do mercado acionário brasileiro. Calculado pela B3, ele reflete a média do desempenho das ações mais negociadas na bolsa, com base em critérios de volume e liquidez. O índice é composto por uma carteira teórica de ativos, que representa cerca de 80% do volume financeiro total negociado no mercado.

O que é a B3, a bolsa de valores do Brasil?

A B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) é a bolsa de valores oficial do Brasil, sediada em São Paulo. É responsável pela negociação de ações, derivativos, títulos públicos e privados, câmbio e outros ativos financeiros. A B3 está entre as maiores bolsas do mundo em infraestrutura e valor de mercado.     

Copiar textoCopiar o texto
24/07/2026 21:00h

Moeda norte-americana encerrou o dia perto da estabilidade, com investidores atentos ao cenário externo e à agenda econômica brasileira

Baixar áudio

O dólar fechou o último pregão cotado a R$ 5,08, após queda de 0,04%.

A moeda norte-americana encerrou a sessão perto da estabilidade, em um dia marcado pelo recuo dos preços do petróleo no mercado internacional. A queda da cotação do barril de Brent ajudou a reduzir a aversão ao risco entre os investidores, após as recentes altas provocadas pelas tensões no Oriente Médio.

No mercado interno, os investidores acompanharam a agenda econômica brasileira, com expectativa em torno da divulgação do Relatório de Avaliação de Receitas e Despesas Primárias do terceiro bimestre. O cenário político também permaneceu no radar dos agentes financeiros.

Cotação do Euro

O euro, por sua vez, encerrou o pregão cotado a R$ 5,79.

 

Cotações

A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.

Código     BRL     USD     EUR     GBP     JPY     CHF     CAD     AUD
    BRL 1 0,1968 0,1725 0,1473 32,2397 0,1610 0,2774 0,2810
    USD 5,0824 1 0,8796 0,7508 163,86 0,8185 1,4097 1,4324
    EUR 5,7971 1,1369 1 0,8536 186,29 0,9305 1,6025 1,6285
    GBP 6,7694 1,3319 1,1715 1 218,24 1,0901 1,8775 1,9079
    JPY 0,0310 0,0061 0,0054 0,0046 1 0,4995 0,0086 0,0087
    CHF 6,2093 1,2218 1,0747 0,9174 200,18 1 1,7224 1,7504
    CAD 3,6053 0,7093 0,6238 0,5326 116,24 0,5806 1 1,0160
    AUD 3,5594 0,6982 0,6140 0,5241 114,39 0,5714 0,9841 1
Copiar textoCopiar o texto
24/07/2026 19:00h

O sorteio da Lotofácil 3744 ocorre na noite desta sexta-feira (24), no ESPAÇO DA SORTE em São Paulo (SP)

concurso 3744 da Lotofácil foi realizado nesta sexta-feira (23/07/2026), no Espaço da Sorte, em São Paulo, e divulgado pela Caixa Econômica Federal.O sorteio não teve vencedores na faixa principal.

O prêmio estimado para o próximo concurso da Lotofácil, de número 3745, que será realizado no domingo, 26 de julho de 2026, está estimado em R$ 5.000.000,00. Aproveite a oportunidade e faça sua aposta para concorrer!

Números sorteados Lotofácil 3744

01 - 02 - 03 - 05 - 07 - 10 - 14 - 16 - 17 - 18 - 20 - 21 - 22 - 23 - 24

Resultado e premiação da Lotofácil 3744

  • 15 acertos - Não houve acertador
  • 14 acertos - 147 apostas ganhadoras, R$ 2.456,02
  • 13 acertos - 5846 apostas ganhadoras, R$ 35,00
  • 12 acertos - 83817 apostas ganhadoras, R$ 14,00
  • 11 acertos - 467320 apostas ganhadoras, R$ 7,00

Qual o valor das apostas da LotoFácil?

A aposta mínima, de 15 números, custa R$ 3,50 com chance de 1 em 3.268.760 e a máxima custa R$ 46.512 com chance de 1 em 211.

Quantidade de números jogados

Valor da aposta

15

R$ 3,50

16

R$ 48,00

17

R$ 408,00

18

R$ 2.448,00

19

R$ 11.628,00

20

R$ 46.512,00

Quando acontecem os sorteios da Lotofácil

De segunda-feira a sábado, às 21h.

Facilite sua aposta na loteria com Surpresinha e Teimosinha

Quer apostar sem complicação? Use a Surpresinha e deixe o sistema escolher os números para você — uma forma prática e rápida de participar dos sorteios.

Prefere insistir nos seus números da sorte? Aposte com a Teimosinha e concorra com a mesma combinação por 3, 6, 12, 18 ou 24 concursos seguidos, aumentando suas chances de ganhar sem precisar refazer a aposta a cada sorteio.

Copiar textoCopiar o texto
24/07/2026 18:40h

As chuvas perdem intensidade e as temperaturas entram em elevação em boa parte da região.

Baixar áudio

A previsão do Instituto Nacional de Meteorologia indica redução da instabilidade sobre a Região Sul neste sábado.

Em Curitiba, o céu terá poucas nuvens e a temperatura sobe, variando entre 12°C e 23°C.

Florianópolis também terá melhora nas condições do tempo, com poucas nuvens e máxima de 26°C.

Em Porto Alegre, o céu permanece com muitas nuvens durante boa parte do dia, mas a chuva perde força. As temperaturas ficam entre 16°C e 20°C.

A tendência é de elevação gradual das temperaturas ao longo do fim de semana, especialmente no Paraná e em Santa Catarina.
 

5 motivos para acompanhar as previsões do tempo

  • Agricultura: garantia de uma boa colheita;
  • Marinha: proteção de marinheiros, navios e passageiros;
  • Aeronáutica: segurança de pilotos, aeronaves e passageiros;
  • Pesca: condições favoráveis e seguras para a atividade;
  • Turismo: garantia de passeios e viagens tranquilas e agradáveis.

Importância das observações meteorológicas no INMET

As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).

As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

Copiar textoCopiar o texto
24/07/2026 18:30h

Calor e baixa umidade continuam em Goiás, Distrito Federal e Mato Grosso; Mato Grosso do Sul ainda pode registrar chuva isolada.

Baixar áudio

A previsão do Instituto Nacional de Meteorologia indica tempo estável na maior parte do Centro-Oeste neste sábado.

Brasília terá poucas nuvens durante todo o dia, com temperaturas entre 14°C e 27°C.

Goiânia também terá predomínio de sol, máxima de 31°C e umidade mínima de 25%.

Em Cuiabá, o calor continua intenso, com máxima de 35°C e umidade podendo chegar a apenas 20%.

Campo Grande segue com muitas nuvens e possibilidade de chuva isolada. A temperatura varia entre 19°C e 30°C.

O destaque permanece para os baixos índices de umidade durante a tarde em boa parte da região.
 

5 motivos para acompanhar as previsões do tempo

  • Agricultura: garantia de uma boa colheita;
  • Marinha: proteção de marinheiros, navios e passageiros;
  • Aeronáutica: segurança de pilotos, aeronaves e passageiros;
  • Pesca: condições favoráveis e seguras para a atividade;
  • Turismo: garantia de passeios e viagens tranquilas e agradáveis.

Importância das observações meteorológicas no INMET

As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).

As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

Copiar textoCopiar o texto
24/07/2026 18:20h

São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais ainda podem registrar chuva isolada, enquanto o Espírito Santo terá muitas nuvens

Baixar áudio

O sábado será de tempo mais estável sobre parte da Região Sudeste, segundo o Inmet.

São Paulo terá muitas nuvens, mas a chuva perde intensidade. A temperatura sobe e varia entre 16°C e 24°C.

No Rio de Janeiro, ainda há previsão de chuva isolada, com máxima de 28°C.

Belo Horizonte permanece com muitas nuvens e chuva isolada, enquanto os termômetros variam entre 17°C e 27°C.

Em Vitória, o céu continua com muitas nuvens durante o dia. As temperaturas ficam entre 18°C e 28°C.
 

5 motivos para acompanhar as previsões do tempo

  • Agricultura: garantia de uma boa colheita;
  • Marinha: proteção de marinheiros, navios e passageiros;
  • Aeronáutica: segurança de pilotos, aeronaves e passageiros;
  • Pesca: condições favoráveis e seguras para a atividade;
  • Turismo: garantia de passeios e viagens tranquilas e agradáveis.

Importância das observações meteorológicas no INMET

As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).

As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

Copiar textoCopiar o texto
24/07/2026 18:10h

Pancadas acompanhadas de trovoadas atingem parte do Amazonas e de Roraima, enquanto o restante da região mantém calor e alta umidade.

Baixar áudio

A previsão do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) indica aumento da instabilidade em parte da Região Norte neste sábado (25).

Em Manaus, o dia será de muitas nuvens, com pancadas de chuva e trovoadas isoladas. As temperaturas variam entre 25°C e 33°C.

Boa Vista também terá muitas nuvens, com previsão de pancadas de chuva acompanhadas de trovoadas isoladas. Os termômetros ficam entre 25°C e 33°C.

Belém mantém o padrão de muitas nuvens e chuva isolada, com temperaturas entre 23°C e 33°C.

Em Macapá, o céu permanece bastante nublado durante todo o dia. A temperatura varia entre 25°C e 30°C.

Rio Branco e Porto Velho seguem com muitas nuvens e calor, sem previsão de grandes volumes de chuva. As máximas chegam aos 33°C e 34°C, respectivamente.

No Tocantins, Palmas terá muitas nuvens e calor intenso, com máxima de 36°C e umidade relativa do ar podendo atingir apenas 20% durante a tarde.
 

5 motivos para acompanhar as previsões do tempo

  • Agricultura: garantia de uma boa colheita;
  • Marinha: proteção de marinheiros, navios e passageiros;
  • Aeronáutica: segurança de pilotos, aeronaves e passageiros;
  • Pesca: condições favoráveis e seguras para a atividade;
  • Turismo: garantia de passeios e viagens tranquilas e agradáveis.

Importância das observações meteorológicas no INMET

As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).

As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

Copiar textoCopiar o texto
24/07/2026 18:00h

Pancadas continuam entre Rio Grande do Norte e Alagoas, enquanto Bahia apresenta tempo mais aberto.

Baixar áudio

A previsão do Inmet aponta continuidade das instabilidades sobre a faixa leste do Nordeste neste sábado (25).

João Pessoa, Recife e Natal terão muitas nuvens com pancadas de chuva isoladas durante o dia. As temperaturas variam entre 23°C e 29°C.

Em Maceió, Fortaleza e Aracaju, a previsão indica muitas nuvens e chuva isolada, com máximas próximas dos 29°C e 30°C.

São Luís permanece com muitas nuvens e possibilidade de chuva isolada. Já Teresina terá muitas nuvens, calor e máxima de 34°C.

Na Bahia, Salvador terá tempo firme, com predomínio de céu claro e temperaturas entre 21°C e 29°C.
 

5 motivos para acompanhar as previsões do tempo

  • Agricultura: garantia de uma boa colheita;
  • Marinha: proteção de marinheiros, navios e passageiros;
  • Aeronáutica: segurança de pilotos, aeronaves e passageiros;
  • Pesca: condições favoráveis e seguras para a atividade;
  • Turismo: garantia de passeios e viagens tranquilas e agradáveis.

Importância das observações meteorológicas no INMET

As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).

As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

Copiar textoCopiar o texto
24/07/2026 04:55h

Sondagem da CNI mostra piora das expectativas para os próximos seis meses, com queda em todos os indicadores do setor

Baixar áudio

O desempenho da indústria da construção caiu 1,9 ponto em junho em relação ao mês anterior e passou de 49,1 para 47,2 pontos. O dado é da Sondagem Indústria da Construção, divulgada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), em parceria com a Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC)

Apesar da retração, o gerente de Análise Econômica da CNI, Marcelo Azevedo, destaca que o indicador permaneceu 0,5 ponto acima da média histórica para os meses de junho, de 46,7 pontos

"Em junho, tanto o índice de nível de atividade quanto o índice de evolução do número de empregados das empresas do setor mostraram quedas na comparação com o mês anterior. Mas de qualquer forma, os índices seguem acima das suas respectivas médias históricas por mês”, afirma.

A evolução do número de empregados recuou 0,6 ponto, de 48,5 para 47,9 pontos, mas permaneceu 1,9 ponto acima da média histórica de junho, de 46 pontos. 

Já a Utilização da Capacidade Instalada (UCI) manteve-se em 67%, mesmo percentual registrado em junho de 2025. Desde o início de 2026, o indicador acumula alta de três pontos percentuais

Condições financeiras continuam desfavoráveis

Segundo o levantamento, as condições financeiras da indústria da construção permaneceram negativas no segundo trimestre, embora alguns indicadores tenham apresentado melhora. 

O índice de satisfação com a situação financeira avançou 0,2 ponto em relação ao primeiro trimestre, alcançando 45,2 pontos. Como permanece abaixo da linha de 50 pontos, o resultado indica que os empresários seguem insatisfeitos com a situação financeira das empresas. 

O índice de facilidade de acesso ao crédito também melhorou, subindo 1,6 ponto, de 37,7 para 39,3 pontos. Apesar da alta, o indicador continua distante dos 50 pontos, refletindo a percepção de dificuldade para obter empréstimos e financiamentos

Na mesma direção, o índice de satisfação com o lucro operacional aumentou 0,4 ponto e atingiu 41,7 pontos. Ainda abaixo da linha divisória, o resultado mostra que os empresários continuam insatisfeitos com as margens de lucro

“De uma forma geral, os índices de situações financeiras aumentaram na passagem do primeiro para o segundo trimestre de 2026, mas não mudam o quadro geral. Ainda há uma insatisfação muito grande dos empresários do setor com relação às margens de lucro, à situação financeira e ao acesso ao crédito”, avalia Azevedo.

Por outro lado, o índice de evolução do preço médio de insumos e matérias-primas caiu 2,2 pontos, para 66,2 pontos. Embora ainda indique aumento dos custos, o resultado mostra que essa pressão foi menos intensa e menos disseminada do que no trimestre anterior. 

Segundo o economista da CNI, a alta dos custos continua comprometendo o desempenho financeiro das empresas

“A situação financeira do setor vem sendo bastante pressionada, não só pelas taxas de juros, que encarecem as dívidas das empresas, mas também por uma elevação consistente dos custos, tanto da mão de obra qualificada e não qualificada, como dos insumos e matérias-primas, problema que se agravou com a guerra no Oriente Médio”, afirma.

Juros elevados seguem como principal obstáculo

Os juros elevados permaneceram como o principal problema enfrentado pela indústria da construção no segundo trimestre. O fator foi citado por 36,2% dos empresários, acima dos 34,9% registrados no trimestre anterior. 

A carga tributária continuou na segunda posição entre os principais entraves, mencionada por 33,6% dos entrevistados, praticamente estável em relação aos 33,9% do primeiro trimestre. 

Na sequência aparecem:

  • falta ou alto custo de mão de obra não qualificada (28,9%);
  • escassez ou elevado custo de trabalhadores qualificados (28,6%);
  • demanda interna insuficiente (17,3%). 

“Muito relacionada às condições financeiras das empresas do setor da construção, os principais problemas enfrentados pelo setor no segundo trimestre permaneceram os mesmos do primeiro trimestre de 2026”, comenta Azevedo.

Expectativas pioram e confiança recua

A sondagem revela que as expectativas da indústria da construção para os próximos seis meses pioraram em julho. Todos os indicadores caíram e ficaram abaixo da linha de 50 pontos, sinalizando perspectiva de retração da atividade. 

  • Nível de atividade: 49,2 pontos (-3,7 pontos);
  • Número de empregados: 49,1 pontos (-3,6 pontos);
  • Novos empreendimentos e serviços: 48,9 pontos (-3,6 pontos);
  • Compra de insumos e matérias-primas: 48,3 pontos (-4,5 pontos).

Os resultados indicam que os empresários passaram a projetar redução da atividade, do emprego, do lançamento de empreendimentos e da compra de insumos. É a primeira vez desde abril de 2020, no início da pandemia de Covid-19, que os quatro indicadores migram simultaneamente do campo positivo para o negativo

O aumento do pessimismo também derrubou o Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI) da construção, que caiu 2,1 pontos em julho, para 45,6 pontos, reforçando a percepção negativa do setor. 

Diante desse cenário, a intenção de investimento também diminuiu. O indicador recuou de 43,7 para 42,4 pontos

VEJA MAIS:

Copiar textoCopiar o texto