26/10/2021 12:00h

Iniciativa do Ministério da Educação visa capacitar mais de 820 mil estudantes até 2025 em 12 áreas distintas do conhecimento

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Pela plataforma Aprenda Mais, os estudantes brasileiros podem ter acesso a 90 cursos autoinstrucionais em 12 áreas distintas do conhecimento, de forma on-line e gratuita. O ambiente virtual é uma iniciativa do Ministério da Educação (MEC) com o Instituto Federal do Rio Grande do Sul (IFRS) e visa capacitar mais de 820 mil estudantes até 2025.

Um dos diferenciais da plataforma é o formato Massive Open Online Course (MOOC). Segundo Emerson Corazza, gerente de projeto da Diretoria de Desenvolvimento da Rede Federal da Educação Profissional, Científica e Tecnológica do MEC, isso permite que os cursos tenham uma quantidade ilimitada de vagas. E ainda é possível emitir certificados aos concluintes.

“Essa é a vantagem do curso MOOC, o limite do curso é a quantidade de acessos simultâneos que a plataforma tem. Hoje, ela está configurada para 10 mil acessos simultâneos, então isso é praticamente ilimitado pelo número de estatísticas que a gente tem. São cursos gratuitos e autoinstrucionais”, destaca.

Para o especialista em educação Afonso Celso Galvão, a internet representa uma grande revolução para o conhecimento.

“Os cursos on-line e abertos são fundamentais para democratizar o acesso das pessoas para a qualificação, seja profissional ou pessoal, de todo tipo que se possa imaginar. E isso é um caminho que não tem volta e que possui muitos benefícios”, diz.

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Porém, Afonso ainda aponta a exclusão que muitos brasileiros passam pela falta de acesso à internet: “Se você está excluído da internet e desse acesso ao conhecimento, você está excluído do mundo. Essa inclusão tem que começar pelas escolas públicas e no oferecimento de internet gratuita para toda a população.”, avalia.

Aprenda Mais

Os cursos da plataforma Aprenda Mais possuem em média 40 horas de duração e são ofertados por áreas de conhecimento, entre elas: ciências exatas; ciências humanas; gestão e negócios; idiomas, línguas e literatura; informação e comunicação; produção cultural e design; segurança e turismo, hospitalidade e lazer.

Para cada área, os cursos possuem níveis que vão do básico ao avançado. Dependendo dos requisitos e especificidades de cada um, estudantes do ensino médio, técnico e superior e até mesmo o público em geral podem se inscrever.

Para fazer a inscrição, acesse a plataforma.

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25/10/2021 14:30h

Por conta do alto preço do botijão, brasileiros têm recorrido a métodos arriscados para cozinhar

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Após passar pelo aval do Senado, o projeto de lei que cria o programa Gás para os brasileiros e prevê subsídios para a compra de botijões de gás de cozinha para famílias de baixa renda, será analisado novamente pela Câmara dos Deputados.

Apoiadores da matéria destacam que o subsídio, conhecido também por Vale Gás, é necessário diante dos sucessivos aumentos no valor do gás de cozinha no Brasil. Atualmente, o botijão de 13 quilos custa cerca de R$ 100, chegando a R$ 135 em alguns estados.

Devido a essa situação, a educadora financeira Catharina Sacerdote diz que é de extrema importância que todos os membros das famílias conversem entre si para discutirem e organizarem as finanças da casa. Ela dá, ainda, dicas de como economizar na hora de cozinhar:

“Utilizar métodos de cozimento mais rápido, como a panela de pressão, e de preferência, cortando os alimentos de formas menores para que cozinhem mais rápido. Além disso, quando for utilizar o forno, o ideal é que se faça um planejamento para usar as outras áreas do fogão e, assim, preparar até três alimentos ao mesmo tempo, otimizando o gás”, explica.

Catharina ainda faz um alerta para se observar a cor da chama no fogão: “É importante verificar se ela está azul, pois se estiver mais amarelada estará gastando mais o gás e pode ser um indício que é preciso fazer manutenção no fogão.”

Medidas extremas

Parlamentares que defendem o projeto do Vale Gás afirmam que, devido ao alto preço do botijão, muitas famílias voltaram a cozinhar com lenha e carvão. A prática pode ser perigosa e aumenta a incidência de doenças pulmonares, assim como de acidentes graves com queimaduras. É o que explica o professor Marcello Moreira, do Instituto de Química da Universidade de Brasília (UnB):

“O álcool é muito volátil, ou seja, além do líquido, produz muito vapor na hora de utilizar. Com isso, ele pode causar uma explosão e podem ter consequências que levam a ferimentos ou, em muitos casos, à morte de quem esteja manuseando.”

O armazenamento errado do álcool combustível também pode ser perigoso. O alerta é do químico industrial Dr. José Carlos Vieira. “Esse álcool, além de ter aditivos, ele contém metanol, que é um produto muito agressivo. Então quando as pessoas pegam esse combustível e acondicionam de forma irregular, como em garrafas pet, isso acaba colocando a vida deles em risco. Em casos de vazamento, pode incendiar facilmente a partir de uma pequena faísca.”

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A proposta

Caso seja transformada em lei, a medida vai permitir que as famílias beneficiárias recebam, a cada dois meses, uma quantia equivalente a pelo menos 50% do preço médio nacional de revenda do botijão de 13 kg. De acordo com o texto, o programa deve durar por cinco anos.

O projeto de lei já havia sido aprovado pela Câmara, porém será novamente apreciado pelos deputados, uma vez que o relator, senador Marcelo Castro (MDB-PI), alterou significativamente o texto. A redação atual funde o texto aprovado pelos deputados com uma matéria parecida apresentada pelo senador Eduardo Braga (MDB-AM), autor da proposta. Durante a votação da proposta no plenário, o parlamentar destacou a importância do Vale Gás para a população.

“O povo brasileiro vive um momento de dificuldade, de inflação, desemprego, atividade econômica difícil. O que nós estamos fazendo é devolvendo ao povo, no momento de emergência, um socorro para que nós possamos ter condições de ter minimamente gás de cozinha para fazer comida”, declara o senador Eduardo Braga.

Ainda não há previsão para o projeto ser votado na Câmara dos Deputados, mas, se for aprovado, ele segue para sanção presidencial.

Quem teria direito ao benefício?

  • Famílias inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico), com renda familiar mensal per capita menor ou igual a meio salário mínimo nacional; 
  • Famílias que tenham entre os integrantes residentes no mesmo endereço quem receba o Benefício de Prestação Continuada (BPC).

Vale destacar que o pagamento do voucher para compra de gás será feito preferencialmente à mulher chefe de família, de acordo com a proposta. Além disso, o governo vai poder usar a estrutura do Bolsa Família, ou de programa que vier a substituí-lo, para operacionalizar os pagamentos dos benefícios.

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24/10/2021 18:30h

Motorista deve ficar atento e diminuir velocidade nos locais onde equipes trabalham na manutenção das pistas

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Quem for pegar a estrada no Rio Grande do Sul deve ficar atento porque o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) está realizando obras e

serviços de manutenção em trechos das rodovias BR 116, BR 290 e BR 417. No trecho da BR 116, entre Nova Petrópolis (RS) e Picada Café (RS), na altura do km 183, e no trecho entre o km 209 até Sapucaia do Sul (RS), estão sendo realizados serviços de capinagem e roçada de vegetação às margens da pista, além de limpeza de canaletas e preservação de meio-fio.

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Os motoristas devem ter atenção redobrada durante a noite entre Sapucaia do Sul (RS) e Canoas (RS) – km 251 a km 268 – porque os serviços de limpeza da mureta central estão sendo realizados entre 21h e 6h.

Para quem pretende trafegar entre Guaíba (RS) e Camaquã (RS), os serviços de manutenção da rodovia estão sendo realizados entre os km 290 e km 400. 
Entre 8h e 18h, a BR 290, entre os km 98 e 112, em Porto Alegre (RS), o DNIT realiza reparos na pista e as intervenções devem seguir até o próximo sábado (30). 

No trecho da BR 471, entre Santa Cruz do Sul (RS), Pântano Grande (RS) e Rio Pardo (RS), as intervenções são para manutenção e limpeza das áreas próximas à rodovia, entre os km 142 e 192. Além disso.

O DNIT alerta que nenhum trecho foi bloqueado totalmente e todos os locais estão sinalizados. Entretanto, segundo o órgão, o motorista deve diminuir a velocidade seguindo as orientações destacadas nos locais. A previsão é que as manutenções nas BRs do Rio Grande do Sul se estendam. 

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24/10/2021 18:25h

Instabilidade no clima pode gerar queda de energia elétrica, de árvores e gerar prejuízos nas plantações

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Municípios dos estados de São Paulo, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul podem ser atingidos com tempestades severas entre este domingo (24) e segunda-feira (25). De acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), há riscos de chuvas fortes para as regiões centro-norte de São Paulo; todo o estado de Minas Gerais e do Rio de Janeiro; sul do Espírito Santo; oeste, centro, sul, litoral e norte da Bahia; centro, sul e sudoeste de Goiás; centro e norte do Mato Grosso do Sul, além de quase todo o estado de Mato Grosso. O alerta também se estende para os municípios do noroeste do Pará, todo o estado de Rondônia e para o centro, sudoeste e norte do Amazonas. 

A previsão do INMET é de queda de chuvas entre 30 e 60 mm/h, ventos fortes com velocidade entre 60 e 100km/h, e queda de granizo em regiões isoladas dos estados. Há riscos de queda de energia elétrica e de árvores, alagamentos e prejuízos nas plantações.

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Diante de casos de emergência, a recomendação é desligar aparelhos elétricos e, se estiver na rua ou em áreas rurais, não se abrigar em árvores e evitar estacionar veículos perto da rede elétrica. O auxílio pode ser por meio da Defesa Civil, no telefone 199, ou do Corpo de Bombeiros, no número 193. 

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24/10/2021 17:20h

Governo Federal repassou à iniciativa privada a administração dos aeroportos de Goiânia (GO), Palmas (TO), São Luís (MA), Teresina (PI), Imperatriz (MA) e Petrolina (PE)

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A última rodada de concessões de aeroportos realizada pelo Governo Federal pode gerar investimentos de cerca de R$ 1,8 bilhões nos terminais de Goiânia (GO), Palmas (TO), São Luís (MA), Teresina (PI), Imperatriz (MA) e Petrolina (PE), nos próximos anos. Os aeroportos do chamado Bloco Central foram concedidos à iniciativa privada na última quarta-feira (20). 

A medida é analisada como positiva pelo especialista em Concessões e PPPs, da Fundação Getúlio Vargas (FGV), Maurício Portugal Ribeiro.  “O programa de concessões federais de aeroportos é um dos programas com maior sucesso no País. Ele, de fato, atingiu o objetivo de a iniciativa privada fazer novos investimentos, com foco no bem-estar do usuário e na operação eficiente do aeroporto”, disse. 

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As empresas administradoras terão de investir em melhorias da infraestrutura dos aeroportos, como reformas e ampliação das pistas de aproximação, dos pátios de aeronaves e, além disso, disponibilizar canais de atendimento por meio da internet aos usuários, e ampliar a capacidade de passageiros e bagagens dos terminais, por exemplo. 

O valor do recurso que deverá ser aplicado pelas empresas na infraestrutura de cada aeroporto não é fixo, sendo determinado por índices de serviços prestados e pela quantidade de pessoas em trânsito nos terminais, em dias e horários de pico. Entretanto, Maurício Portugal Ribeiro alerta que as melhorias não podem ser feitas de forma paliativa ou apenas para cumprimento das obrigações legais, já que a empresa vai operar o aeroporto por muitos anos. 

“Ele [concessionário] só pesa os impactos do ‘barateamento’ do investimento ao longo prazo. Porque, ao longo prazo, é ele quem vai ser o responsável de lidar com as consequências”, explica. 

A Infraero estima aumento na movimentação de passageiros de cerca de 30% após o primeiro ano de administração privada nos seis aeroportos concedidos este mês, passando de 7,3 milhões para 9.5 milhões. Até o final do contrato, ou seja, em 30 anos, os aeroportos integrantes do Bloco Central administrados por empresas privadas devem ter estrutura operante para atender 22,5 milhões de passageiros, por ano. 

O secretário da Comissão de Políticas Públicas da OAB de Goiás, Eliseu Silveira, acredita que o possível aumento de usuários nos aeroportos pode gerar aumento da economia local nos setores dependentes do transporte aéreo, como o turismo e, ainda, promover o crescimento do comércio e prestadores de serviços e, por consequência, aumento de emprego e da renda dos trabalhadores das cidades.

“Todo investimento é geração de riquezas, traz novos empregos, gerando movimentação, circulação de mercadorias e, consequentemente, melhoria da condição de vida dos cidadãos”, lembra. 

Aeroportos 

O aeroporto Santa Genoveva, de Goiânia (GO), opera com capacidade para atender mais de 6 milhões de passageiros por ano. O pátio de aeronaves é capaz de receber cerca de 60 mil pousos e decolagens por ano. O terminal de passageiros tem 34 mil m² e o local conta com 970 vagas de estacionamento. 

Em Palmas (TO), o aeroporto Brigadeiro Lysias Rodrigues atende 2,1 milhões de passageiros, com cerca de 12 mil pousos e decolagens, por ano. O terminal de passageiros tem 12,3 mil m² e o aeroporto oferece 257 vagas de estacionamento para veículos. 

O terminal do aeroporto Senador Petrônio Portella, em Teresina (PI), tem movimentação de cerca de 1,7 milhões de passageiros por ano, em 4,4 mil m². Diariamente, o aeroporto registra mais de 50 voos, com transporte de cerca de 8,7 toneladas de carga 

Em São Luís (MA), o aeroporto Marechal Cunha Machado tem capacidade para atender 5,1 milhões de passageiros por ano. A área do terminal é de 10,7 mil m² e o estacionamento de automóveis tem capacidade para 525 veículos. O aeroporto de Imperatriz (MA) opera com atendimento a 2,1 milhões de passageiros por ano e o terminal tem 2,2 mil m². 

O aeroporto Senador Nilo Coelho, de Petrolina (PE), opera em uma área de 4,1 mil m², com capacidade de atender mais de 1,5 milhões de passageiros e realizar mais de 6 mil voos, por ano. 

Os dados são da Infraero e são de 2016. 

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23/10/2021 17:48h

Saiba como evitar que a água da chuva se acumule em possíveis criadouros

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Nesta época do ano em que as chuvas estão voltando na maior parte do Brasil, cresce a preocupação com a proliferação do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, zika e chikungunya. O alerta é feito por especialistas.

A pesquisadora Rafaela Vieira Bruno, chefe do Laboratório de Biologia Molecular de Insetos do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz), explica que, quando a água da chuva cai em criadouros, os ovos que já haviam sido depositados ali continuam o seu ciclo de desenvolvimento e, por isso, a proliferação aumenta.

“A fêmea do Aedes aegypti consegue colocar os seus ovos e eles ficam latentes por até um ano em ambientes secos, então, quando este ambiente volta a receber a água, os mosquitos terminam o seu desenvolvimento e dá origem aos mosquitos adultos. Portanto, quando a gente tem um período de maior incidência de chuvas, a gente tem a probabilidade de nascimento de mais mosquitos e, por conta disso, uma tendência ao aumento do número de casos”, diz a pesquisadora.

Rafaela ainda alerta a população para os cuidados com o mosquito: “Eliminar os locais que armazenam água, eles podem variar desde pequenas tampas de garrafas até recipientes maiores. Fechar bem caixas d’água e guardar garrafas de vidro com a boca para baixo. Já em ambientes como piscinas, providenciar que elas sejam adequadamente tratadas seguindo a recomendação dos fabricantes dos produtos.”

Outros locais que podem ser criadouros do mosquito Aedes aegypti são:

  • Pneus;
  • Áreas de descarte de sacos de lixo;
  • Calhas;
  • Hortas e vasos em janelas e sacadas;
  • Móveis de jardim;
  • Tanques, pias e ralos;
  • Muros com cacos de vidro.

O médico infectologista e especialista em dengue Werciley Júnior diz que, por mais que os casos da doença tenham diminuído no último ano devido às medidas adotadas pela pandemia de Covid-19, os cuidados contra a dengue não devem parar.

“É importante relembrar que a dengue não parou a incidência, nós tivemos uma diminuição nos últimos anos por causa de alguns cuidados para a pandemia, mas agora que a gente volta a circular pelas ruas no dia a dia, a gente vai encontrando esses pequenos criadouros pelo caminho e a chuva apenas revela eles”, destaca.

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Sintomas

Existem quatro tipos de vírus de dengue - sorotipos 1, 2, 3 e 4. Alguns dos principais sintomas da doença são: febre alta, dores musculares intensas, dor ao movimentar os olhos, mal-estar, falta de apetite, dor de cabeça e manchas vermelhas no corpo.

A infecção por dengue pode não causar sintomas, ser leve ou grave. Nesse último caso, pode até levar à morte. O risco aumenta quando a pessoa tem alguma doença crônica, como diabetes e hipertensão.

Número de casos

Segundo o Ministério da Saúde, de 3 de janeiro a 9 de outubro de 2021, o Brasil registrou 479.745 casos de dengue, o que representa uma redução de 47,7% em relação ao mesmo período do ano passado.

Nesse mesmo intervalo de tempo foram confirmadas 199 mortes por dengue, redução de 64% em comparação com 2020.

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23/10/2021 17:25h

Carga foi avaliada em R$ 3 milhões e ocorrência foi conduzida para o município de Santos

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A Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu uma carga de cigarros de origem estrangeira avaliada em R$ 3 milhões. Na madrugada deste sábado (23), a PRF abordou um caminhão em um posto de Serviços na BR 116, da rodovia Régis Bittencourt em Barra do Turvo, no estado de São Paulo.

Durante a fiscalização, os policiais iniciaram a busca e encontraram caixas contendo cigarros de origem estrangeira. Estima-se a quantidade de 600 mil maços de cigarros. O condutor, de 36 anos, declarou que receberia a quantia de R$ 4 mil pelo transporte e que entregaria a carga em Sorocaba, também no estado paulista.

Diante do flagrante do crime de contrabando, o condutor e a carga estão sendo conduzidos para a Polícia Federal em Santos.

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23/10/2021 17:15h

Data é importante para conscientizar sobre a importância da vacinação das crianças. Brasil recebeu certificado de erradicação da pólio em 1994

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A única forma de prevenção contra a poliomielite é a vacinação. Porém, desde 2016 a cobertura vacinal contra a pólio no Brasil tem caído e está abaixo dos 95% preconizados pela Organização Mundial da Saúde (OMS). É o que alerta a epidemiologista Carla Domingues, ex-coordenadora do Programa Nacional de Imunização (PNI). 

“O país que sempre atingiu 95% de cobertura vacinal começou a diminuir a taxa de cobertura e ano passado, em 2020, atingiu a meta de apenas 70% de cobertura vacinal contra a pólio. Isso significa que pelo menos 700 mil crianças ficaram sem receber a vacina. E isso abre espaço para que uma pessoa infectada, ao entrar no Brasil, possa contaminar outra pessoa e nós voltarmos a ter a contaminação da pólio”.

Isso se deve ao fato de a poliomielite ainda não ter sido erradicada mundialmente. Países como Afeganistão e Paquistão ainda possuem a circulação do poliovírus selvagem e, por isso, existe a chance de a doença voltar a circular através da movimentação internacional, seja pelo turismo ou comércio.

As doses devem ser aplicadas nas crianças aos 2, 4, 6 e 15 meses de idade e, até completarem cinco anos, elas devem receber doses de reforço anualmente. Para aumentar a conscientização sobre a importância da vacinação contra o vírus, o Dia Mundial de Combate à Poliomielite é celebrado neste domingo, 24 de outubro.

“Esses dias comemorativos são para que a gente possa estar alertando a população, lembrando que isso é um problema de saúde pública, um problema que a gente precisa enfrentar e que a gente tem que ter a nossa população devidamente vacinada. Esse dia é fundamental para que a gente fale que poliomielite é uma doença grave que pode matar ou deixar sequelas irreversíveis para toda a vida.”, comenta a epidemiologista.

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O que é a poliomielite

A poliomielite, também chamada de pólio ou paralisia infantil, é uma doença contagiosa aguda causada por vírus, que pode infectar crianças e adultos. Nos casos graves, os membros inferiores do corpo são os mais atingidos e acontece a paralisia muscular. 

A região das Américas, o que inclui o Brasil, conseguiu eliminar a pólio em 1994. A estratégia adotada para essa eliminação foram as campanhas de vacinação. Carla Domingues considera que o papel do PNI foi “fundamental e estratégico” para a erradicação da doença no país.

“Conseguimos manter elevadas coberturas vacinais por mais de 20 anos. Isso fez com que deixassem de acontecer mais de 10 mil casos da doença por ano. Foi um grande êxito para a saúde pública do nosso país”, diz.

Transmissão

  • Falta de saneamento básico e de medidas adequadas de higiene;
  • Má qualidade da água utilizada para consumo e alimentos preparados sem cuidados devidos de higiene;
  • Não lavar as mãos quando for preparar as refeições, começar a comer ou depois de usar o banheiro.

Sequelas

  • Problemas e dores nas articulações;
  • Pé torto, conhecido como pé equino, em que a pessoa não consegue andar porque o calcanhar não encosta no chão;
  • Escoliose e osteoporose;
  • Paralisia dos músculos da fala e da deglutição;
  • Atrofia muscular.

Não existe tratamento específico para a poliomielite, todas as vítimas de contágio devem ser hospitalizadas para receber tratamento dos sintomas de acordo com cada quadro clínico.

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23/10/2021 16:54h

Além das fortes rajadas de vento, o mar também deve ficar agitado. Confira recomendações da Defesa Civil

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O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta para a possibilidade de ventos costeiros perigosos que podem atingir as regiões Sul e Sudeste do Brasil da tarde deste sábado (23) até o final do dia no domingo (24).

O aviso é válido para as cidades litorâneas em São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. A recomendação do Inmet é que as pessoas procurem a Defesa Civil e a Marinha em caso de problemas.

O maior número de municípios que podem ser atingidos é de Santa Catarina. Em nota, a Defesa Civil catarinense divulgou que, além das fortes rajadas de vento, o mar também estará agitado devido a um sistema de baixa pressão em alto mar, favorecendo a condição.

A Defesa Civil também recomenda que a população evite atividades de navegação, pesca e práticas esportivas aquáticas. No caso das rajadas de vento, o ideal é buscar abrigo em locais longe de árvores e postes de energia.

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Desenvolvimento Regional
08/10/2021 19:35h

Residencial Parque dos Girassóis IV recebeu R$ 41,6 milhões em investimentos federais

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O sonho da casa própria virou realidade para 222 famílias de Uberaba (MG) nesta sexta-feira (8). Ao todo, cerca de 900 pessoas da cidade do interior mineiro serão beneficiadas com a entrega do Residencial Parque dos Girassóis IV.

Presente à cerimônia de entrega das chaves aos novos moradores, o ministro Rogério Marinho reforçou o compromisso do Governo Federal em concluir obras que estavam paralisadas pelo País. E, mais que isso, realizar os sonhos de quem esperou tanto pela casa própria.

“Estamos levando dignidade a centenas de famílias brasileiras, que passarão a viver em um imóvel próprio. Vamos entregar, mais do que as casas, o sonho realizado para essas pessoas que, por tanto tempo, esperaram para ter seu teto para viver. Isso demonstra o respeito da administração do presidente Jair Bolsonaro ao orçamento público e o esforço que temos feito para levar cidadania à população. Vamos respeitar o povo brasileiro e quem paga tributo. A nossa prioridade é continuar as obras que estavam paralisadas para evitar esse cemitério de obras inacabadas que existe pelo País.”, afirmou o ministro Rogério Marinho.

O Residencial Parque dos Girassóis IV conta com 490 casas distribuídas em lotes – das quais 222 foram entregues nesta sexta-feira. O empreendimento recebeu investimento federal de R$ 41,6 milhões por meio do Fundo de Arrendamento Residencial (FAR), sendo que R$ 9,3 milhões foram repassados desde 2019.

Cada moradia, com 43,75 m² de área, conta com dois quartos, sala, cozinha, banheiro e área de serviço. Nos arredores, há uma creche, uma escola e um posto de saúde. A prefeita de Uberaba, Elisa Araújo, destacou o esforço da União em reduzir o déficit habitacional. “É a esperança renovada com a entrega dessas chaves. É um esforço conjunto entre governo municipal e Governo Federal. E, como gestores públicos, é nosso compromisso reduzir o déficit habitacional e garantir o direito à moradia a todas as famílias”, avaliou.

A autônoma Ana Karolina Assunção é uma das beneficiárias com a nova casa no Residencial Parque dos Girassóis IV e vai morar no empreendimento com os dois filhos. Para ela, sair do aluguel vai representar uma mudança significativa para toda a família. “Eu vivia de aluguel, com ajuda de parentes. Então, não era nada fácil. Agora eu posso falar que tenho a minha casa e meus filhos, futuramente, terem um imóvel deles. Porque tudo, a partir do momento em que a gente é mãe, é para os filhos. Fico muito feliz porque posso deixar alguma coisa para eles futuramente”, revelou.

Já o aposentado Sammy da Silva comemora o fato de ter uma casa totalmente adaptada a ele. Portador de necessidades especiais, ele conta que a residência foi pensada e construída para que ele pudesse se locomover e executar suas atividades sem empecilhos. Além de tudo isso, é um presente na semana do aniversário.

“Essa casa agora que eu estou pegando, graças a Deus, é toda adaptada. Fizeram as rampas para mim, fizeram um banheiro com tudo o que eu precisava. É uma casa que é para mim. Foi meu aniversário dia 6 agora, e hoje é dia 8. Esse é um presente que Deus está me dando”, contou.

Casa Verde e Amarela

Empenhado em reduzir o déficit habitacional, o Governo Federal retomou obras, ampliou o programa nacional de habitação – o Casa Verde e Amarela – e rompeu, em junho deste ano, a barreira de 1 milhão de unidades entregues à população desde 2019. Apenas este ano, já foram concedidas 284,5 mil moradias.

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Brasil 61