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TERMO DE USO E PARCERIA

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 Última atualização: 24 de dezembro de 2020 

Doação de sangue

14/06/2021 16:00h

Ministério da Saúde lança campanha para incentivar a doação, que pode salvar até quatro vidas

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A pandemia trouxe novas reflexões sobre a importância de cada vida, mas também distanciou brasileiros de um ato simples que salva. A quantidade de doações de sangue caiu 10% no Brasil em 2020, passando de 3,2 milhões de coletas em 2019 para 2,9 milhões no ano seguinte. 

Em 2021, foram 734.247 bolsas coletadas até o mês de março. O número significa que quase 3 milhões de brasileiros foram beneficiados, pois cada doação pode representar quatro vidas salvas. Por conta dessa importância e necessidade vital, o Ministério da Saúde lançou uma campanha de conscientização sobre as doações.

A campanha “Doe sangue regularmente. Com a nossa união, a vida se completa”, foi lançada nesta segunda-feira (14). O mote principal da ação é ressaltar o impacto de cada doação e a segurança fornecida nos hemocentros do país durante a pandemia. 

Já em 2020, o governo federal investiu R$ 1,8 bilhão em melhorias do sistema, com estruturação, modernização e qualificação de profissionais, além do fornecimento de medicamentos de alto custo para pacientes portadores de doenças hematológicas. Os valores foram levantados por Maíra Botelho, diretora do Departamento de Atenção Especializada (Daet) do Ministério da Saúde.

Ela conta que a pasta manteve acionado um plano de contingência do sangue para manter os estoques. “Nós tivemos durante a pandemia uma redução de 10% de doações em todo o país. Mas é mais importante dizer que as doenças que dependem de sangue — como complicações pós-parto, as cirurgias de urgência —, nada disso parou. E, graças ao nosso trabalho com o plano de contingência, em articulação com os estados, há a continuidade do tratamento dos pacientes com anemias crônicas, complicações da dengue hemorrágica, de câncer.”

 

Passo a passo

Para realizar uma doação de sangue, basta procurar uma unidade de coleta de sangue e checar se atende aos requisitos necessários. O Ministério da Saúde disponibiliza o endereço de cada unidade no site https://antigo.saude.gov.br/saude-de-a-z/doacao-de-sangue#onde-doar. Os requisitos básicos são: ter entre 16 e 69 anos, pesar mais de 50 kg e apresentar documento oficial com foto.

É necessário ainda estar bem de saúde, não apresentando gripe, resfriado ou febre nos últimos sete dias e não ter sido exposto a situações de risco acrescido para infecções sexualmente transmissíveis, por exemplo. Homens podem doar a cada dois meses, enquanto mulheres a cada três. 

O lançamento da campanha do governo federal contou com Osnei Okumoto, secretário de Saúde do Distrito Federal, que ressaltou os protocolos de doação pelo país. “Nesse período de pandemia, a gente observa que o trabalho de fazer agendamento para doações, para não ter aglomeração, já é um ponto positivo. A gente começa a entender que a população gosta do agendamento, que gosta de chegar ao hemocentro e já ser atendido, porque demora um pouquinho lá para poder fazer essa doação com total segurança.”

Conscientização 

Para o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, as ações de hemoterapias são essenciais na pasta. “O Ministério da Saúde considera essa ação absolutamente prioritária. É por isso que, em 2020, R$ 1,8 bilhão foi investido na rede nacional de serviço de hematologia e hemoterapia, e, em 2021, R$ 1,6 bilhão. Ainda vamos investir mais”, pontuou.

Queiroga pediu a colaboração da população neste momento sensível. “Vamos aproveitar a oportunidade para reafirmar não só as ações de enfrentamento à pandemia, mas também a necessidade contínua de cumprir o preceito constitucional da saúde como direito básico. Vamos nos unir para manter os nossos bancos com reservas suficientes para atender a população brasileira.”
 

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14/06/2021 04:00h

Campanha busca compensar a queda das doações por causa da Covid-19 e do inverno

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Hemocentro da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) adere à campanha Junho Vermelho para incentivar a doação de sangue. Com o tema “Movimente-se: Sangue Salva”, a unidade vai aproveitar o ano da realização da Olimpíada de Tóquio para promover também a vida saudável e a prática de exercícios físicos.
O diretor do Serviço de Coleta do Hemocentro da Unicamp, Vagner de Castro, comenta a relação entre o esporte e a doação de sangue.

“A doação de sangue remete à saúde do doador. Então usamos o tema do esporte para estimular as pessoas que têm saúde a comparecer para doação de sangue. Nós conseguimos um apoio fundamental do Vanderlei Cordeiro, medalhista olímpico na maratona, que é nosso garoto propaganda da campanha”.

Durante todo o mês de junho, o Hemocentro promove a 1ª Corrida e Caminhada Virtual em prol da doação de sangue.

“No mês de maio houve um tempo para as pessoas fazerem a inscrição. E agora, em junho, elas vão fazer a corrida ou a caminhada e publicar nas redes sociais, e, com isso, mostrar que a doação de sangue está relacionada à atividade física e à saúde. Além disso, elas vão convidar as pessoas a fazerem a doação, já que a grande maioria dos nossos corredores já são doadores”. Ao todo, mais de 400 pessoas já se inscreveram para os percursos de 3 e 5 quilômetros, respeitando as medidas sanitárias e sem promover aglomerações.

Além disso, diversos monumentos de Campinas e cidades vizinhas estão iluminados com a cor vermelha, em apoio à campanha.

Queda nas doações

Dados do Ministério da Saúde estimam que, em 2020, houve uma redução de 15% a 20% no total de doações de sangue em comparação com 2019, causada pelo medo da Covid-19.

“Esse ano, temos um impacto negativo na doação, que é a pandemia da Covid-19. As pessoas estão mais preocupadas em sobreviver do que com altruísmo. Então, todas as campanhas que a gente faz têm tido um baixo resultado no retorno da comunidade, mesmo sabendo que isso é uma coisa importante”, ressalta Vagner de Castro. Segundo ele, o Hemocentro é um ambiente controlado, onde são tomados todos os cuidados para evitar a contaminação pelo coronavírus.

Antes da pandemia de Covid-19, o Brasil já enfrentava queda nas doações de sangue a partir de junho, mês de início do inverno no Hemisfério Sul.

“Por ser inverno, o Ministério da Saúde instituiu o Junho Vermelho como uma oportunidade de incentivar a doação sangue. Com isso, evita-se um impacto maior na queda das doações, particularmente, no Centro-Sul do Brasil, onde o inverno significa temperaturas mais baixas e as pessoas não têm disposição para sair de casa”, lembra.

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Tratamento com plasma sanguíneo pode salvar pacientes da Covid-19

Vidas salvas

O volume médio de sangue coletado em uma doação é de 500 ml, sendo 50 ml usados para exames laboratoriais. Esse volume pode salvar até quatro vidas.

“Uma doação de sangue pode salvar de três a quatro vidas de pessoas com problemas distintos. Os glóbulos vermelhos servem para o paciente que tem anemia; as plaquetas servem para quem tem problema de coagulação; o plasma fresco congelado que também serve para paciente que tem problema de coagulação. E do plasma, obtemos o crioprecipitado, que também são proteínas da coagulação”, explica Vagner de Castro.

Roberto Carvalho Monteiro, brasiliense de 27 anos, foi uma das vidas salvas por um doador de sangue, quando ainda tinha sete meses de idade e contraiu meningite bacteriana.

“Fui internado e passei uma semana em coma. Como meu quadro não estava melhorando, os médicos resolveram fazer uma transfusão de sangue em mim. Ocorreu tudo bem e depois da transfusão eu comecei a ter uma melhora visível. Hoje em dia eu não tenho quase nenhuma sequela de meningite, mas eu sobrevivi, e estou vivo até hoje, graças à transfusão de sangue”, conta.

Roberto foi salvo por um doador de sangue como a Lorena Magalhães Dutra, analista de marketing, também moradora de Brasília. Doadora assídua, ela conta a experiência de doar um pouco de si pelo próximo.

“Eu sou doadora desde que completei dezoito anos. Como meu sangue é O+, o Hemocentro de Brasília sempre me liga quando completa os três meses [da última doação]. É um procedimento muito tranquilo, não demora. Você chega, faz a triagem e logo em seguida faz a doação. Não dói; comparando com o benefício que está levando para pessoas que precisam de transfusão de sangue é uma picadinha”, relata.

Recomendações

Para doar sangue é necessário ter entre 16 e 69 anos, sendo que menores de idade precisam da autorização de um responsável legal, pesar no mínimo 50 quilos e estar em boas condições de saúde.

“Pessoas que tenham doenças crônicas, que usem medicamentos, que tenham qualquer problema de saúde e tenham interesse na doação de sangue, é importante que compareçam para fazer a triagem clínica, onde vamos avaliar todas as circunstâncias, visando a proteção para ela própria e para quem vai receber o sangue”, recomenda Vagner de Castro.

Pessoas que tiveram sintomas ou se contaminaram pela Covid-19 devem aguardar o prazo de 30 dias recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para fazer a doação de sangue.

“Embora não seja muito clara a possibilidade da transmissão Covid-19 pelo sangue, nós seguimos a recomendação da OMS de impedir a doação por, pelo menos, 30 dias depois que a pessoa está completamente restabelecida. Não só pelo risco de transmissão, mas para a pessoa estar bem, porque a Covid-19 é uma doença que debilita bastante”, recomenda o diretor do Serviço de Coleta da Unicamp.

O Ministério da Saúde orienta que a doação de sangue seja feita antes de o indivíduo tomar a vacina contra a Covid-19, porque o micro-organismo da imunização ainda circula por um certo tempo no sangue do doador, mesmo que de forma atenuada.

Covid-19: Ministério da Saúde recomenda a doadores de sangue que façam procedimento antes de se vacinarem

No caso de voluntários do sexo masculino, é possível fazer até quatro doações por ano, com intervalo mínimo de dois meses. Já para as mulheres, o ato pode ser repetido três vezes anualmente, com intervalo mínimo de três meses.

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09/06/2021 14:00h

Nas segundas e terças, serviço é voltado para agendamento da doação e cadastro de medula óssea, enquanto nas quartas e quintas a doação de sangue será das 13h às 16h, e nas sextas das 10h às 16h

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O Centro de Hemoterapia de Sergipe (Hemose) ampliou os horários de atendimento ao doador no posto de coleta de sangue localizado no shopping RioMar. Instalado no centro comercial para levar a conscientização sobre a importância da doação até a público, o serviço funciona de segunda a sexta-feira, mas com horários escalonados.

Com a mudança, nas segundas e terças, o posto atende sergipanos que queiram agendar a doação de sangue e realizar o cadastro de medula óssea. Nas quartas e quintas, a doação acontece das 13h às 16h, e nas sextas-feiras, das 10h às 16h.

Os novos cronogramas cumprem orientações do Comitê Técnico-Científico de Atividades Especiais do Governo de Sergipe para o enfrentamento da pandemia da Covid-19. Para doar sangue é preciso estar bem de saúde, ter entre 16 e 69 anos de idade, pesar acima de 50 kg e apresentar um documento oficial, com foto, válido em todo território nacional.

No dia da doação, não é preciso estar de jejum. Pelo contrário, é necessário comparecer ao serviço bem alimentado, ter dormido pelo menos seis horas na noite anterior e não ter fumado ou ingerido bebidas alcoólicas nas 12 horas anteriores.

“Estamos com as equipes trabalhando para captar doadores e estimular a doação de forma geral. Nesses primeiros dias de funcionamento do posto, já recebemos o contato de vários segmentos que estão dispostos a colaborar com a doação de sangue e ajudar a salvar vidas”, avaliou a superintendente do Hemose, Erivalda Barreto.

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26/05/2021 16:50h

Doações caíram 40% e estoque de todos os tipos de sangue estão em estado crítico

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O Banco de Sangue de São Paulo pede doações dos tipos sanguíneos O e A, positivos e negativos. No entanto, o estoque de todos os tipos de sangue da entidade está em estado crítico e as doações caíram 40%, em maio.

Segundo a instituição, com a retomada de cirurgias, tratamentos clínicos e o aumento do uso de sangue por pacientes com Covid-19, a demanda tem aumentado. Para normalizar a situação, o Banco de Sangue de São Paulo estima que são necessárias 160 doações diárias.

O sangue O negativo é doador universal e não pode faltar nos estoques, pois sempre é requisitado pelos hospitais em casos de urgência, quando não há tempo para realizar exames que comprovem a tipagem sanguínea do paciente. Já o sangue tipo A é fundamental, pois pode ser transfundido entre pessoas de tipagens A e AB.

SP: Pró-Sangue opera com somente 34% do estoque necessário e precisa de doadores

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A instituição informa que segue todos os protocolos contra a Covid-19 e possui selo Covid Free de Excelência. O endereço para doação é Rua Tomás Carvalhal, 711, no bairro Paraíso, na capital paulista. O telefone para contato é (11) 3373-2000.

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22/05/2021 04:00h

Tipos O negativo e O positivo estão em situação emergencial; A e B negativo estão em estado crítico

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Vinculada à Secretaria da Saúde do Estado de São Paulo, a Fundação Pró-Sangue está operando com somente 34% da quantidade necessária e precisa urgentemente de doadores.

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MG: estoques de sangue nos hemocentros estão 48% abaixo do ideal

Os tipos O negativo e O positivo estão em situação emergencial, com abastecimento para menos de um dia. Já os sangues do tipo A negativo e B negativo estão em estado crítico, sendo suficientes para um dia. O estoque da instituição abastece mais de 100 instituições de saúde da rede pública e sofre com a queda do número de doações nessa época por conta do tempo frio na região.

Para doar sangue é muito simples, basta fazer o agendamento online pelo site da Pró-Sangue, estar em boas condições de saúde e bem alimentado, ter entre 16 e 69 anos, pesar mais de 50 kg e levar documento de identidade original no dia da doação.

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12/05/2021 12:50h

Queda afeta, em especial, os tipos: O positivo, O negativo e A positivo

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Estoques de sangue nos hemocentros do estado de Minas Gerais estão baixos. Em função disso, a Fundação Hemominas está convocando doadores voluntários de todos os tipos sanguíneos a comparecerem nas unidades para fazer a doação.

Os estoques de sangue estão, em média, 48% abaixo do ideal, sendo que a queda dos tipos: O negativo, O positivo e A positivo chegam a 60%. Apesar da suspensão das cirurgias eletivas por conta da Covid-19, a Fundação Hemominas lembra que, a todo instante, pessoas sofrem acidentes, necessitam de cirurgias de urgência, de transplantes e outros cuidados. Além disso, alguns pacientes precisam, constantemente, receber transfusão de sangue e hemocomponentes.

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Para ser um doador você precisa fazer o agendamento online no site da Hemominas, além de estar em boas condições de saúde, ter entre 16 e 69 anos, pesar mais de 50 kg, estar bem descansado e alimentado no momento da doação.

Consulte aqui os endereços e horários de atendimento das unidades Hemominas em todo o estado.

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30/04/2021 03:00h

Pacientes já recuperados da covid-19 podem doar plasma convalescente para tratamento de infectados. Experimento está em andamento e apresenta resultados eficazes quando realizado em até 72h

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Os primeiros estudos brasileiros que usam plasma convalescente para tratamento contra o coronavírus estão em fase final. A terapia consiste na transfusão do sangue (plasma) de uma pessoa que já foi infectada e está curada, para um paciente que ainda está em tratamento da Covid-19. Assim, os anticorpos produzidos pelo indivíduo recuperado fornecem imunidade ao paciente que enfrenta a doença.

Essa estratégia de tratamento não é novidade na medicina, tendo sido utilizada em outros casos de infecções virais como ebola, H1N1 e há mais de 100 anos contra a gripe espanhola. 

Desde 2020, o Hemocentro de Brasília participa da pesquisa, juntamente com outras instituições brasileiras e até internacionais. Os candidatos ao estudo foram escolhidos, de forma sigilosa, a partir de inscrição voluntária disponibilizada no site da instituição. No total, 450 pessoas se cadastraram como possíveis doadores, mas os estudos foram realizados com 34 voluntários, sendo 15 doadores e 19 receptores. 

O hematologista e chefe da divisão técnica do Hemocentro de Brasília, Alexandre Nonino, disse que os estudos ainda apresentam resultados divergentes. “Temos dados animadores e outros que não mostram melhoras no quadro, seja redução da evolução para casos graves, seja redução da mortalidade. Seguindo os estudos, provavelmente, para funcionar, ele deve ser usado precocemente nas infecções, até 72 horas do início dos sintomas.” Segundo o médico, os estudos que mostraram melhor impacto foram aqueles em que o plasma foi usado em pacientes não tão graves, mas no início dos sintomas.

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Ainda segundo Nonino, a maior dificuldade do estudo foi captar pacientes aptos a receber o plasma convalescente, pois muitos não procuram o hospital nos primeiros sinais de infecção do coronavírus. “Muitas vezes os pacientes demoravam a chegar no centro tratador. Com a superlotação dos hospitais na primeira onda, havia uma dificuldade em termos acesso aos pacientes internados, pois boa parte já estava há mais de 10 dias infectados. Mas esse problema no estudo aconteceu no mundo inteiro, e então foi criado um consórcio de instituições de pesquisa para termos a estatística correta da análise”, disse.

O uso do plasma de pacientes que se recuperam da Covid-19 também foi utilizado no Hospital Regional da Asa Norte (Hran), em Brasília. Referência em tratamento do coronavírus na capital federal, a infectologista Ana Helena Germóglio disse que os resultados não foram positivos. “É um tratamento bem diferente e os estudos ainda são bem inconclusivos. No HRAN não deu certo, isso aumentava o volume hídrico dos pacientes. Os internados que utilizaram tiveram problemas.”

O resultado da metanálise final será publicada pelo Hemocentro de Brasília juntamente com outros centros de pesquisa brasileiros e internacionais. E, então, será decidido se é válido ou não o uso de plasma para tratamento contra o coronavírus.

A  Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e o Ministério da Saúde autorizam os experimentos e uso realizados a partir do plasma sanguíneo, também assegurado por Lei Federal (10.205/2001). Porém, as instituições lançaram a nota técnica 33/2021, que atualiza uma normativa de abril do ano passado, que foi elaborada antes da existência de vacina com eficácia comprovada contra o coronavírus. As recomendações atuais tratam sobre o uso de plasma convalescente de indivíduos vacinados contra a Covid.

Segundo nota da Anvisa, “até o presente momento, os estudos de eficácia do uso de plasma convalescente para o tratamento de pacientes com Covid-19 são preliminares, não sendo possível comprovar definitivamente a sua eficácia, carecendo de mais evidências controladas para comprovação de uso terapêutico.”

Além de ter o diagnóstico para a infecção pelo novo coronavírus, o potencial doador precisa cumprir todos os critérios de doação de sangue estabelecidos pelo Ministério da Saúde e ter tido a doença em no máximo seis meses da coleta do plasma, ou em até 15 dias, a depender da instituição pesquisadora.

As condições básicas de doação de plasma convalescente seguiram, praticamente, os critérios convencionais de doação de sangue como ter entre 16 e 60 anos, pesar no mínimo 60 quilos, se mulher, não ter histórico de gestações e ter diagnóstico laboratorial confirmado de infecção por SARS-Cov-2. Os pacientes que tiveram manifestações graves causadas pelo coronavírus como choque séptico, parada cardíaca e intubação não foram aptos a participar. 

Riscos da transfusão de plasma 

O risco de transfusão de plasma por recuperados do coronavírus apresenta os mesmos riscos de transfusão de sangue. Entretanto, quando se trata da transfusão de sangue convalescente, a reação adversa mais comum é a alergia à proteína do plasma e a complicação mais séria é a inflamação aguda do pulmão. 

“Todo sangue coletado passa por testagem para hepatite B, hepatite C, hepatite A, sífilis, HIV, HTLV. A transfusão de plasma pode levar a alguma alergia porque existem anticorpos ali dentro. Existem riscos de síndrome respiratória e complicação cardíaca”, afirma a infectologista Ana Helena Germóglio. 

Já teve covid-19? Doe plasma e faça parte do estudo

O Instituto Butantan e o governo de São Paulo estão dando continuidade ao experimento. O Hemocentro da Universidade Estadual de Campinas (UniCamp) é um dos pontos de coleta para pessoas que já tiveram Covid-19 e querem realizar a doação de plasma.

Para a doar, é necessário realizar o agendamento prévio (clique aqui). Segundo o Hemocentro, o doador precisa ter se contaminado pela doença e estar curado há mais de 30 dias, os critérios são os mesmos adotados para uma doação de sangue comum e podem ser conferidos no site da instituição. Clique aqui para saber outros pontos de coleta em São Paulo.

Quem recebe o plasma?

  • Pacientes elegíveis: Pessoas que apresentem sintomas da Covid-19 há no máximo 72 horas.

Público-alvo

  • Pacientes imunossuprimidos: Especialmente aqueles tratados com anticorpos monoclonais anti-CD20.
  • Pacientes idosos: Maiores de 60 anos.
  • Pacientes com comorbidades: Diabetes mellitus, hipertensão arterial, coronariopatia e obesidade.


 

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11/03/2021 15:00h

Com o aumento de casos de Covid-19, a demanda por transfusões também cresce

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Com o aumento de casos de Covid-19, a demanda por transfusões também cresce. A Hemorrede Pública de Goiás registrou em fevereiro um déficit de 49% em seus estoques de sangue e hemocomponentes. Segundo o estado, este é o pior cenário enfrentado desde o início da pandemia.

Segundo a diretora técnica da unidade do Governo de Goiás, Ana Cristina Novais, isso é reflexo de uma série de fatores, como a redução da idade máxima para ser um voluntário, diminuição das coletas externas por causa da covid, além do alto número de pessoas que estão inaptas por conta do vírus.

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Pessoas que tiveram contato com pacientes infectados ou com suspeita de covid-19 devem ficar 14 dias sem poder doar. Já para quem foi considerado caso suspeito ou confirmado, o prazo de inaptidão é de 30 dias após a remissão dos sintomas.

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05/02/2021 00:00h

Sugestão se dá por conta de período de inaptidão entre vacinação e doação de sangue

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Interessados em doar sangue devem realizar o procedimento antes de serem vacinados contra a Covid-19, recomenda o Ministério da Saúde. Segundo a pasta, isso se dá por conta do período de inaptidão após a vacinação, pois o micro-organismo da imunização, mesmo que de forma atenuada, ainda circula por um certo período no sangue do doador. 

No caso da CoronaVac, vacina produzida pelo Instituto Butantan em parceria com a farmacêutica chinesa Sinovac, esse período de inaptidão temporária dura 48 horas após o recebimento de cada dose. A janela de tempo se dá pelo fato do imunizante ser produzido com vírus inativados. 

Em relação à vacina de Oxford, esse prazo dura 7 dias após o recebimento de cada dose, pois, segundo o Ministério da Saúde, o produto utiliza outros vetores virais e tecnologias com uso de RNA, que são novidades tecnológicas e, portanto, ainda não possuem previsão na portaria que regulamenta a doação de sangue.

Estoques

Em 2020, por conta da pandemia, hemocentros de todo o País se depararam com a queda nos estoques de sangue.  Essas instituições têm adotado protocolos para garantir a segurança dos doadores. O hematologista Alfredo Mendrone Junior, diretor da Associação Brasileira de Hematologia, Hemoterapia e Terapia Celular (ABHH), diz que a eventual falta de sangue em hemocentros pode trazer problemas na saúde das pessoas que precisam de transfusão cotidianamente.

“Pacientes crônicos que precisam de transfusão de sangue continuam precisando dessas transfusões, tais como: pacientes com doenças oncológicas, pacientes talassêmicos, anemia falciforme e transplantados.  Além disso, aquelas pessoas com complicações da Covid-19 que estão na UTI também pode precisar de sangue, muitas vezes”, explica.

O bombeiro militar Mateus Campos, morador do Riacho Fundo I, região administrativa do Distrito Federal, sempre teve o hábito de doar sangue junto com a esposa. A pandemia não o impediu de continuar com o gesto e, apenas no passado, realizou o procedimento três vezes. 

“Durante uma crise de saúde dessa proporção, que temos enfrentado por conta da pandemia, continuar doando é ainda mais necessário. Eu acredito que existem várias formas de salvar vidas e uma delas é através da doação de sangue”, destacou Matheus.

De acordo com o Ministério da Saúde, houve uma redução entre 15% e 20% no número de doadores de sangue em 2020.  Apesar disso, segundo a pasta, não houve registro de desabastecimento no Brasil, porém alguns hemocentros reforçam o pedido de alguns tipos sanguíneos. 

Anne Ferreira, chefe da Seção do Ciclo do Doador do Hemocentro de Brasília, afirma que a instituição tem adotado protocolos de segurança para garantir mais tranquilidade aos doadores. “Desde o início da pandemia, o Hemocentro de Brasília passou a funcionar exclusivamente por agendamento.  Os candidatos a doações devem ir ao site Agenda DF ou ligar para o telefone 160, opção 2.  Aumentamos a frequência de limpeza dos espaços, afastamento das cadeiras, assim como o controle do fluxo de doadores.” 

O Ministério da Saúde afirma que a taxa de doação de sangue voluntária no Brasil é de 1,6%, patamar dentro do recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS). A pasta alega ainda que lançou uma campanha sobre a importância da doação de sangue em junho do ano passado. 

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02/02/2021 10:50h

Apelo ocorre porque imunização impede a doação de sangue por um determinado período, que depende da vacina

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O Ministério da Saúde está incentivando os brasileiros a doarem sangue antes de serem vacinados contra a Covid-19. O apelo ocorre porque após a imunização há um impedimento temporário para doação. De acordo com a pasta, o período de inaptidão é necessário, uma vez que o microrganismo da imunização, ainda que na forma atenuada, circula no sangue de quem recebeu a vacina por um determinado tempo.
 
Caso quem recebe a doação de sangue seja um paciente imunossuprimido, ou seja, que tem o sistema imunológico debilitado, há risco de que essa pessoa desenvolva a Covid-19. A depender da vacina aplicada, há diferentes intervalos antes da permissão para doação de sangue. 

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No caso de vacinas compostas por vírus ou bactérias inativadas, o tempo previsto é de 48 horas. Esse é o caso da CoronaVac, imunizante produzido pelo Instituto Butantan em parceria com o laboratório chinês Sinovac. Já após vacinas de vírus ou bactérias atenuados, exigem quatro semanas de inaptidão para doar sangue, caso da vacina produzida pela Universidade de Oxford e, que aqui no Brasil, é responsabilidade da Fiocruz. 

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