Doação de sangue

15/09/2021 03:00h

Estoques de sangue atingiram nível crítico na Grande São Paulo. As tipagens O positivo, A positivo, B positivo, O negativo, A negativo e B negativo são as mais procuradas na região

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A Fundação Pró-Sangue acende alerta para as doações de sangue na Grande São Paulo, região metropolitana que abastece 39 municípios, como Osasco, Barueri e Guarulhos. Segundo o Dr. Cássio Giannini, médico responsável pela Pró-Sangue no Hospital Regional de Osasco, o hemocentro está operando com 23% do estoque reduzido.

Ele afirma que todos os tipos sanguíneos são importantes, mas faz apelo para captar mais doadores do sangue tipo O positivo, A positivo, B positivo, O negativo, A negativo e B negativo.

“Nós estamos atravessando um período muito difícil. De uma maneira geral, nós estamos com uma queda de 23% do nosso estoque ideal e isso afeta significativamente os pacientes, porque nós servimos de referência para uma região inteira aqui da grande São Paulo que depende do nosso sangue”, explicou.

Para contornar a queda nos estoques, o hemocentro aderiu à Campanha Nacional de Doação de Sangue em conjunto com o Ministério da Saúde. Segundo o ministro da pasta, Marcelo Queiroga, são realizadas três milhões de doações de sangue por ano na rede do Sistema Único de Saúde (SUS). Ele destaca a importância da doação regular.

“Vamos aproveitar essa oportunidade para reafirmar não só as ações de enfrentamento à pandemia, mas também a necessidade contínua de cumprir o preceito constitucional da saúde como direito fundamental. O sangue, ao longo do tempo, simboliza a vida. E, nesse sentido, é importante a doação regular de sangue. Doe sangue regularmente. Com a nossa união, a vida se completa.”

A Fundação Pró-Sangue está entre os cinco maiores bancos de sangue da América Latina e é centro de referência da Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS) e da Organização Mundial da Saúde (OMS). O hemocentro atende cerca de 100 instituições públicas da rede estadual de saúde, como o Hospital das Clínicas, o Instituto do Coração e o Instituto do Câncer de São Paulo. 

A sede da Pró-Sangue está localizada na capital do estado de São Paulo, no 1º andar do Prédio dos Ambulatórios do Hospital das Clínicas, no bairro Cerqueira César. A instituição abrange a região metropolitana de São Paulo, também conhecida como Grande São Paulo, que atende 39 municípios do estado, como Osasco, Guarulhos e Barueri. Para agendar a sua doação de sangue, acesse o portal do Hemocentro.  

A rede também conta com seis postos de coleta para doação de sangue: na capital do estado, é possível agendar a sua doação de sangue no Hospital das Clínicas, no Hospital do Mandaqui e no Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia. Você também pode doar sangue no Hospital Regional de Osasco, no Hospital Municipal de Barueri e no Hospital Stella Maris em Guarulhos. Agende a sua doação pelo telefone (11) 4573-7800.

Moradores de outras regiões de São Paulo, que desejam doar sangue, podem procurar outros hemocentros localizados nos municípios de Botucatu, Marília, Ribeirão Preto, São José do Rio Preto e Campinas.

Solidariedade na pandemia

Mesmo com a pandemia, Patrícia Ramalho entendeu a importância de continuar doando sangue. Além de trabalhar como auxiliar de desenvolvimento infantil, ela também auxilia milhares de brasileiros com o ato solidário de doar sangue a quem precisa. Ela começou a doar sangue aos 18 anos e nunca mais parou. Hoje, aos 45 anos, Patrícia Ramalho incentiva outras pessoas a participarem da campanha de doação de sangue.

“Vidas podem ser salvas com a doação e isso é muito importante. A doação é rápida e tranquila, você vai estar fazendo o bem e não custa nada. Então, por favor, vamos lá é só um pouquinho de sangue e é muito rápido. A doação é um ato de amor ao próximo”, refletiu Patrícia.

Onde doar sangue em São Paulo 

Além dos hemocentros da Pró-Sangue, o estado de São Paulo possui hemocentros regionais nos municípios de Botucatu, Marília, Ribeirão Preto, São José do Rio Preto e Campinas. São Paulo também possui doze hemonúcleos em cidades como Barretos, Franca, Piracicaba e Santos.

Para saber mais informações sobre endereços e horários de funcionamento das unidades mais próximas de você, veja o mapa abaixo.

Critérios para doar sangue e medula óssea

De acordo com a Coordenação-Geral de Sangue e Derivados do Ministério da Saúde, o procedimento para doação de sangue é simples. Primeiro se faz o cadastro, aferição de sinais vitais, teste de anemia, triagem clínica, coleta de sangue e depois o lanche. Isso tudo leva em média 40 minutos.

Vale lembrar que até mesmo quem foi infectado pelo coronavírus pode doar sangue e medula óssea. No entanto, é necessário aguardar 30 dias após completa recuperação da doença. Quem teve contato com pessoas infectadas também precisa esperar 14 dias para poder fazer a doação, apresentando RT-PCR negativo e ausência de sintomas. Os vacinados devem esperar o tempo de imunização, que vai depender da marca do imunizante.

Para doar sangue é necessário ter entre 16 e 69 anos de idade e pesar no mínimo 50 quilos. Mulheres podem doar até três vezes ao ano com intervalo de três meses entre as doações. Já os homens podem doar até quatro, com intervalo de dois meses. A doação é voluntária e uma bolsa de apenas 450mL de sangue pode ajudar até quatro pessoas.

Candidatos à doação de medula óssea devem ter entre 18 e 35 anos, estar em bom estado de saúde e não apresentar doença infecciosa ou incapacitante. Segundo o Redome, algumas complicações de saúde não são impeditivas para doação, sendo analisado caso a caso.

Doar sangue e medula é seguro! Com a pandemia, todos os protocolos de contenção contra a Covid-19 estão sendo realizados. No dia da doação, será preciso apresentar documento de identificação com foto. Para saber onde doar sangue ou se cadastrar para doar medula óssea, acesse o portal do Hemocentro

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15/09/2021 03:00h

Segundo instituição, há necessidade de doações de sangue de todas as tipagens, principalmente do tipo sanguíneo “O negativo”, que está em maior escassez

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Os estoques de sangue do Hemocentro Regional de Nova Friburgo estão abaixo do volume necessário. De acordo com a instituição, há necessidade de doações de sangue de todas as tipagens, principalmente do tipo sanguíneo “O negativo”, que está em maior escassez no momento. 

Segundo o hemocentro, os baixos níveis de estoques do banco de sangue são atribuídos à pandemia da Covid-19 e, também, à chegada do inverno, época do ano em que normalmente são realizadas menos doações. 

Em 2019, foram coletadas 2.718 bolsas de sangue no hemocentro e, em 2020, foram 2.810. Neste ano, com o avanço da vacinação contra o novo coronavírus, mais de 1.700 doadores passaram pela a unidade do Instituto Estadual de Hematologia Arthur de Siqueira Cavalcanti (Hemorio), localizada em Nova Friburgo, na região serrana do Rio de Janeiro. 

De acordo com o hemocentro, a maior dificuldade enfrentada pela instituição é manter os estoques abastecidos através de doações regulares. Segundo dados do Hemorio, apenas 1,54% da população do estado é doadora de sangue. 

O diretor-geral do Hemorio, Luiz Amorim, lembra que o sangue é insubstituível para a vida humana. Ele ajuda pacientes que sofrem de doenças graves, como a leucemia e anemia falciforme, por exemplo. Além de servir de apoio para procedimentos médicos e cirúrgicos. 

Hoje, a demanda de sangue é muito maior no Rio de Janeiro por causa da pandemia, já que muitos pacientes, com complicações da Covid-19, necessitam de transfusão sanguínea. Amorim faz um apelo para que os cidadãos fluminenses e cariocas doem sangue e ajudem a salvar vidas.
 
“Essa pandemia causou um impacto muito grande no serviço de hemoterapia do Brasil e do Rio de Janeiro. Os hospitais hoje estão muito cheios não só com pacientes com Covid-19, mas com outras doenças. Além de cirurgias, traumas e acidentes. Então, tudo isso aumenta a necessidade de sangue e faz com que precisemos, como nunca, da solidariedade do povo carioca e fluminense”, pediu Amorim. 

Exemplo

A analista de planejamento Alessandra da Silva Amaral, 30 anos, mora no bairro Suruí, em Magé, região metropolitana do Rio de Janeiro, e doa sangue regularmente. Sua história como doadora voluntária começou há pouco mais de um ano.

“Eu sempre tive vontade, mas eu não tinha peso suficiente. Então, era uma coisa que eu tinha como meta de vida e disse assim que eu atingisse o peso eu doaria”, disse.

O desejo de fazer o gesto de solidariedade surgiu em Alessandra anos atrás, quando seu pai sofreu um acidente e precisou de transfusão sanguínea. Na época, ela conta que teve dificuldade em encontrar um doador.

“Meu pai sofreu um acidente e precisou de uma transfusão. Na época, a família tinha que levar duas pessoas para poder doar. E eu lembro que foi muito difícil, pois as pessoas ainda tinham medo de doar”, contou a doadora. 

Hoje, ela vai ao hemocentro a cada três meses para fazer sua doação. Para quem ainda não aderiu ao ato de cidadania, Alessandra deixa um importante recado. “É um processo tão simples e tão rápido para gente que vai doar leva só alguns minutos, mas para quem recebe é uma vida inteira pela frente”, disse a analista.

O Governo Federal, por meio do Ministério da Saúde, reforça a importância da doação regular. “Vamos aproveitar essa oportunidade para reafirmar não só as ações de enfrentamento à pandemia, mas também a necessidade contínua de cumprir o preceito constitucional da saúde como direito fundamental. O sangue, ao longo do tempo, simboliza a vida. E, nesse sentido, é importante a doação regular de sangue. Doe sangue regularmente, Com a nossa união, a vida se completa”, diz Marcelo Queiroga, ministro da Saúde.

Onde doar sangue no Rio de Janeiro

Interessados em doar sangue e medula óssea podem procurar, além do hemocentro coordenador do estado, na cidade do Rio de Janeiro, um dos quatro hemocentros regionais instalados em Nova Friburgo, Campos dos Goytacazes, Vassouras e Niterói. 

O Hemocentro Regional de Nova Friburgo atende, sobretudo, 13 municípios da região serrana do estado. Entre eles, estão Petrópolis, Teresópolis e São José do Vale do Rio Preto. O endereço da unidade é Rua General Osório, número 324, no centro de Nova Friburgo. Mais informações pelo número (22) 2523-9000.

Quem mora nas cidades de Engenheiro Paulo, Mendes, Miguel Pereira, Paracambi e Paty do Alferes, pode procurar o hemocentro de Vassouras. Ele fica na Rua Vicente Celestino, número 201, bairro Madruga. O número para contato é o (24) 2471-8141. 

O hemocentro de Cabo Frio, na baixada litorânea, está mais próximo de seis municípios, como Arraial do Cabo, Iguaba Grande, São Pedro da Aldeia, Armação dos Búzios e Saquarema. A unidade está situada na Rua Barão do Rio Branco, número 88, bairro Passagem. O telefone para contato é o (22) 2644-5076.

Já o hemocentro regional de Niterói atende, sobretudo, 15 municípios da região metropolitana da capital carioca. Entre eles, estão: Belford Roxo, Duque de Caxias, Magé, São Gonçalo e Queimados. A unidade está localizada na Rua Marquês do Paraná, número 330, centro. O telefone para contato é o (21) 2629-9063.

A unidade regional de Campos dos Goytacazes, norte fluminense, atende as cidades de Cardoso Moreira, São Fidélis, São Francisco de Itabapoana e São João da Barra. O hemocentro fica na Rua Rocha Leão, 2, bairro Caju, telefone (22) 2737-2500.
Para saber mais informações sobre endereços e horários de funcionamento das unidades mais próximas de você, veja o mapa abaixo. 

Critérios para doar sangue e medula óssea

De acordo com a Coordenação-Geral de Sangue e Derivados do Ministério da Saúde, o procedimento para doação de sangue é simples. Primeiro se faz o cadastro, aferição de sinais vitais, teste de anemia, triagem clínica, coleta de sangue e depois o lanche. Isso tudo leva em média 40 minutos.

Vale lembrar que até mesmo quem foi infectado pelo coronavírus pode doar sangue e medula óssea. No entanto, é necessário aguardar 30 dias após completa recuperação da doença. Quem teve contato com pessoas infectadas também precisa esperar 14 dias para poder fazer a doação, apresentando RT-PCR negativo e ausência de sintomas. Os vacinados devem esperar o tempo de imunização, que vai depender da marca do imunizante.

Para doar sangue é necessário ter entre 16 e 69 anos de idade e pesar no mínimo 50 quilos. Mulheres podem doar até três vezes ao ano com intervalo de três meses entre as doações. Já os homens podem doar até quatro, com intervalo de dois meses. A doação é voluntária e uma bolsa de apenas 450mL de sangue pode ajudar até quatro pessoas.

Candidatos à doação de medula óssea devem ter entre 18 e 35 anos, estar em bom estado de saúde e não apresentar doença infecciosa ou incapacitante. Segundo o Redome, algumas complicações de saúde não são impeditivas para doação, sendo analisado caso a caso.

Doar sangue e medula é seguro! Com a pandemia, todos os protocolos de contenção contra a Covid-19 estão sendo realizados. No dia da doação, será preciso apresentar documento de identificação com foto. Para saber onde doar sangue ou se cadastrar para doar medula óssea, acesse hemorio.rj.gov.br

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15/09/2021 03:00h

Na pandemia, houve uma redução de 40% no município. Unidade faz apelo por novos doadores

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O tipo sanguíneo O positivo está em estado crítico no Hemocentro Regional de Eunápolis. A informação é da responsável administrativa da unidade, Karoline Cavalcante, que faz um apelo a todos que moram na região para que procurem o local e doem sangue. Além da carência para essa tipagem, ela explica que houve uma redução de até 40% no número de doadores em Eunápolis e que as tipagens negativas também se encontram em estado de alerta. 

“Gostaria de enfatizar a todos que o sangue não pode ser comprado na indústria. O sangue depende da ação solidária do próximo. Então, nós precisamos muito da sua ajuda. Compareça ao hemocentro e realize sua doação”, clama Karoline.

O motorista Rafael Lopes, 38 anos, se sentiu realizado ao doar sangue. Morador do Bairro do Uruguai na Bahia, ele doa há uma década. “No dia do meu aniversário, sempre tomo essa atitude de agradecer a Deus pelo dom da vida e faço isso doando sangue. Todas as vezes eu vou ao Hemoba, aqui em Salvador, doar voluntariamente, pois sei que muita gente precisa. Eu me sinto realizado em saber que estou sendo útil para a humanidade, estou muito satisfeito”, comemora.

Para o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, a população precisa entender a importância de ir ao hemocentro e às unidades de coleta para doar sangue ou medula óssea. Mesmo com a pandemia, as doações não podem parar. Só assim os estoques de sangue podem ser abastecidos diariamente, evitando situações de emergência e escassez.

“Vamos aproveitar essa oportunidade para reafirmar não só as ações de enfrentamento à pandemia, mas também a necessidade contínua de cumprir o preceito constitucional da saúde como direito fundamental. O sangue, ao longo do tempo, simboliza a vida. E, nesse sentido, é importante a doação regular de sangue. Doe sangue regularmente. Com a nossa união, a vida se completa”, alerta.

Onde doar sangue na Bahia

Interessados em doar sangue e medula óssea podem procurar, além do hemocentro coordenador do estado, em Salvador, os hemocentros regionais de Barreiras e Eunápolis ou uma das mais de 20 unidades espalhadas por toda a Bahia. Todos os hemocentros e unidades de coleta estão agendando as doações por telefone e pelo site do Hemoba (saude.ba.gov.br/hemoba/). 

Quem mora na microrregião de Porto Seguro, composta por 19 municípios, entre eles Caravelas, Mucuri  e Teixeira de Freitas pode procurar o Hemocentro Regional do Extremo Sul, em Eunápolis, localizado na Avenida Brilhante, sem número, no bairro Pequi ou discar para (73) 3261-1845.

Doadores dos municípios de Baianópolis, Catolândia, Formosa do Rio Preto, Luís Eduardo Magalhães, Riachão das Neves e São Desidério, podem procurar o Hemocentro Regional de Barreiras que fica na Rua Paulo Afonso, sem número, Barreirinhas (ao lado do Hospital Municipal Eurico Dutra). O telefone para contato é o (77) 3613-3799. 

Após uma semana da retomada das atividades comerciais em Salvador, dois postos de coleta de sangue da Hemoba foram abertos nos centros comerciais Salvador Shopping e Salvador Norte Shopping, atendendo demanda espontânea, de segunda a sábado, seguindo todos os protocolos de segurança estabelecidos pelo Salvador Shopping e pela Secretaria Municipal de Desenvolvimento e Urbanismo (Sedur). 

Para saber mais sobre horários de funcionamento e endereços, acesse o mapa abaixo.

Critérios para doar sangue

De acordo com a Coordenação-Geral de Sangue e Derivados do Ministério da Saúde, o procedimento para doação de sangue é simples. Primeiro se faz o cadastro, aferição de sinais vitais, teste de anemia, triagem clínica, coleta de sangue e depois o lanche. Isso tudo leva em média 40 minutos.

Vale lembrar que até mesmo quem foi infectado pelo coronavírus pode doar sangue e medula óssea. No entanto, é necessário aguardar 30 dias após completa recuperação da doença. Quem teve contato com pessoas infectadas também precisa esperar 14 dias para poder fazer a doação, apresentando RT-PCR negativo e ausência de sintomas. Já os vacinados devem esperar o tempo de imunização, que vai depender da marca do imunizante.

Para doar sangue é necessário ter entre 16 e 69 anos de idade e pesar no mínimo 50 quilos. Mulheres podem doar até três vezes ao ano com intervalo de três meses entre as doações. Já os homens podem doar até quatro, com intervalo de dois meses. A doação é voluntária e uma bolsa de apenas 450mL de sangue pode ajudar até quatro pessoas.

Candidatos à doação de medula óssea devem ter entre 18 e 35 anos, estar em bom estado de saúde e não apresentar doença infecciosa ou incapacitante. Segundo o Redome, algumas complicações de saúde não são impeditivas para doação, sendo analisado caso a caso.

Doar sangue e medula é seguro! Com a pandemia, todos os protocolos de contenção contra a Covid-19 estão sendo realizados. No dia da doação, será preciso apresentar documento de identificação com foto. Para saber onde doar sangue ou se cadastrar para doar medula óssea, acesse saude.ba.gov.br/hemoba.

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14/09/2021 18:00h

Com queda de 25% nas doações desde o início da pandemia, procura maior na hemorrede de Santa Catarina é pelas tipagens A negativo e O negativo

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O Hemocentro Regional de Blumenau faz um apelo à população dos municípios que ficam no Vale do Itajaí Catarinense por novos doadores de sangue. A unidade integra a Hemorrede de Santa Catarina, que registrou queda de 25% nas doações desde o início da pandemia.

A microrregião de Blumenau é composta por 15 municípios, entre eles Brusque, Guabiruba, Pomerode, Rio dos Cedros e Timbó. A coordenadora do Centro de Hematologia e Hemoterapia de Santa Catarina (Hemosc), Michelen Ghedin, intensifica o pedido por mais candidatos a esse gesto de solidariedade.

“A gente está contornando essa queda nos estoques adotando algumas medidas como a realização de coletas externas, em outras cidades da região, principalmente no oeste do estado. Também adotamos a abertura dos nossos hemocentros em sábados extras para mobilizar a sociedade que não podia faltar o serviço durante a semana. Também adotamos medidas de segurança bastante rígidas de distanciamento, higienização e a prática da doação de sangue por agendamento” afirmou a coordenadora. 

Como estratégia para ampliar o número de doadores, o hemocentro de Blumenau ampliou, no início deste ano, o horário de atendimento. Agora, a unidade atende os voluntários de segunda à sexta-feira, das 8h às 18h, e aos sábados, entre 8h15 e 11h. Devido a pandemia da Covid-19, também é possível agendar a doação de sangue pelo telefone (47) 3322-9801.

Exemplo de solidariedade

Mesmo com a pandemia, alguns catarinenses entendem a importância de continuar doando sangue para salvar vidas. É o caso de Luís Cláudio Rodrigues, de 51 anos. O militar carioca, que agora reside em Santa Catarina, também é doador de medula óssea, já realizou mais de 230 doações de sangue e bateu o recorde como o maior doador do país. Mas o foco, nem é o reconhecimento. Para Luís Cláudio, o que importa é ajudar milhares de pacientes que necessitam de uma transfusão. 

“Eu sou um viciado em salvar vidas. Com ou sem pandemia, os acidentes continuam acontecendo, as cirurgias continuam acontecendo, o câncer não tá preocupado se têm Covid ou se não tem. Essa corrente solidária, ela não pode parar. Seja mais um elo nessa corrente junto comigo e junto com vários, pra não dizer centenas ou milhares de doadores de sangue espalhados em torno do Brasil”, convidou. 

O Governo Federal, por meio do Ministério da Saúde, reforça a importância da doação regular. “Vamos aproveitar essa oportunidade para reafirmar não só as ações de enfrentamento à pandemia, mas também a necessidade contínua de cumprir o preceito constitucional da saúde como direito fundamental. O sangue, ao longo do tempo, simboliza a vida. E, nesse sentido, é importante a doação regular de sangue. Doe sangue regularmente. Com a nossa união, a vida se completa”.

Onde doar sangue em Santa Catarina

Interessados em doar sangue e medula óssea podem procurar, além do hemocentro coordenador do estado, em Florianópolis, um dos seis hemocentros regionais instalados em Blumenau, Chapecó, Criciúma, Joaçaba, Joinville e Lages. A rede também conta com duas unidades de coleta localizadas em Jaraguá do Sul e Tubarão.

O hemocentro regional de Blumenau está localizado na rua Theodoro Holtrup, bairro Vila Nova. Já o Hemosc regional de Chapecó abrange outros 37 municípios, tais como Cunhataí, Flor do Sertão, Formosa do Sul, Guatambu e Iraceminha. O instituto está localizado na rua São Leopoldo, bairro Esplanada. Agende a sua doação de sangue pelo (49) 3700-6401 ou final 6410.

No hemocentro regional de Criciúma, localizado na avenida Centenário, Bairro Santa. Bárbara, os agendamentos são realizados pelo (48) 3444-7410. A região abrange 10 municípios, como Lauro Müller, Morro da Fumaça e Nova Veneza.

Em Joaçaba, o Hemosc tem sede na Avenida XV de Novembro, no Centro. Região é ligada a outros 26 municípios, como Rio das Antas, Salto Veloso, Tangará, Treze Tílias e Vargem Bonita. Para doar sangue, ligue (49) 3527-2218.

Na cidade de Joinville, o hemocentro está localizado na Avenida Getúlio Vargas, bairro Anita Garibaldi. Para agendar a sua doação de sangue, ligue (47) 3481-7424 ou final 7414. A região abrange 11 municípios, sendo Guaramirim, Itapoá, Jaraguá do Sul, Massaranduba e São Francisco do Sul.

Já em Lages, região de Campos de Lages, o Hemosc tem sede na rua Felipe Schmidt, no Centro. Outros 17 municípios vizinhos, como Otacílio Costa, Painel, Palmeira, Rio Rufino e São Joaquim, podem agendar doações pelo (49) 3289-7011. 

Para saber mais informações sobre endereços e horários de funcionamento das unidades mais próximas de você, veja o mapa abaixo. 

Critérios para doar sangue e medula óssea

De acordo com a Coordenação-Geral de Sangue e Derivados do Ministério da Saúde, o procedimento para doação de sangue é simples. Primeiro se faz o cadastro, aferição de sinais vitais, teste de anemia, triagem clínica, coleta de sangue e depois o lanche. Isso tudo leva em média 40 minutos. 

Vale lembrar que até mesmo quem foi infectado pelo coronavírus pode doar sangue e medula óssea. No entanto, é necessário aguardar 30 dias após completa recuperação da doença. Quem teve contato com pessoas infectadas também precisa esperar 14 dias para poder fazer a doação, apresentando RT-PCR negativo e ausência de sintomas. Já os vacinados devem esperar o tempo de imunização, que vai depender da marca do imunizante.

Para doar sangue é necessário ter entre 16 e 69 anos de idade e pesar no mínimo 50 quilos. Mulheres podem doar até três vezes ao ano com intervalo de três meses entre as doações. Já os homens podem doar até quatro, com intervalo de dois meses. A doação é voluntária e uma bolsa de apenas 450mL de sangue pode ajudar até quatro pessoas. 

Candidatos à doação de medula óssea devem ter entre 18 e 35 anos, estar em bom estado de saúde e não apresentar doença infecciosa ou incapacitante. Segundo o Redome, algumas complicações de saúde não são impeditivas para doação, sendo analisado caso a caso.

Doar sangue e medula é seguro! Com a pandemia, todos os protocolos de contenção contra a Covid-19 estão sendo realizados. No dia da doação, será preciso apresentar documento de identificação com foto. Para saber onde doar sangue ou se cadastrar para doar medula óssea, acesse o portal do Hemocentro.

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14/09/2021 17:00h

Doações de sangue na Paraíba caíram 13% em 2020. Mas, nos primeiros dias do início da pandemia do novo coronavírus, a queda nas doações chegou a 70%. Os estoques do banco de sangue estão abaixo do ideal. O Governo Federal, por meio do Ministério da Saúde, convoca a população para aderir o gesto de solidariedade

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Com estoques em alerta, o Hemocentro Regional de Campina Grande faz um apelo à população da região por novos doadores de sangue. A unidade integra a hemorrede da Paraíba, que sofreu uma queda de 13% no número de doações com a chegada da Covid-19.  

A microrregião de Campina Grande, no agreste paraibano, é composta por oito municípios, entre eles, Boa Vista, Fagundes, Lagoa Seca e Queimadas. A diretora geral do Hemocentro da Paraíba, Shirlene Dantas Gadelha, explica que o banco de sangue registrou uma queda de 70% nas doações no início da pandemia. 

Ela pede para que os paraibanos se mobilizem e compareçam em uma das nove unidades de coletas espalhadas pelo o estado e ajudem a salvar vidas.

“Eu quero fazer um convite para que você agende a sua doação pelo número 33344773. Nós estamos com nossos estoques críticos e só através de vocês conseguiremos fazer essa distribuição para os hospitais. Então, vamos participar dessa corrente do bem, dessa corrente solidária e agende a sua doação. Doe sangue e salve vidas!”, convoca a diretora do hemocentro.

Como estratégia para ampliar o número de doadores e evitar aglomerações, o Hemocentro da Paraíba implantou o sistema de agendamento de doação e está fazendo a coleta de sangue em condomínios residenciais. As doações podem ser agendadas através de agendamento pelo telefone (83) 3344-5475 ou diretamente no local no dia que a pessoa desejar. 

O médico e bombeiro Junior Paz tem 33 anos e mora no bairro Jardim Cidade Universitária, em João Pessoa. Ele começou a doar sangue aos 19 anos durante um curso de formação de soldados da Polícia Militar da Paraíba. De lá pra cá, a doação de sangue se tornou uma rotina na vida dele. 

“Nesses ambientes militares é muito frequente a solicitação de voluntários doadores por parte dos familiares. Desde então, pelo menos uma vez por ano, eu dou sangue e já se foram 19 ou 20 doações”, diz o médico.

De acordo com o Ministério da Saúde, em cada doação, o máximo de sangue retirado é de 450 ml. Uma única doação pode salvar até quatro vidas. Com suas contribuições, Junior conseguiu mudar o destino de 80 pessoas. 

“Doar sangue pra mim é um ato de solidariedade, humanidade e um privilégio. Com 30 minutos do seu dia você pode ajudar a salvar vidas de outras pessoas que estão em situações difíceis. Sem falar que em um algum momento a gente pode estar do outro lado necessitando de doações”

Junior Paz lembra sobre a importância da doação de sangue regular, principalmente nos meses de férias em que aumenta a demanda de transfusão sanguínea e diminui o número de doações. 

“Para quem não é doador, eu aconselho que faça a doação e que seja voluntário, principalmente nesses períodos de início de ano, carnaval, férias, e final de ano  que são períodos que aumenta a demanda por bolsas de sangue e diminui o número de doadores. A sensação de poder salvar uma vida é uma sensação indescritível.”

O Governo Federal, por meio do Ministério da Saúde, reforça a importância da doação regular. “Vamos aproveitar essa oportunidade para reafirmar não só as ações de enfrentamento à pandemia, mas também a necessidade contínua de cumprir o preceito constitucional da saúde como direito fundamental. O sangue, ao longo do tempo, simboliza a vida. E nesse sentido, é importante a doação regular de sangue. Doe sangue regularmente, com a nossa união, a vida se completa”.

Onde doar sangue na Paraíba

O hemocentro regional de Campina Grande, no agreste paraibano, atende, sobretudo, oito municípios. Entre eles, estão: Esperança, Umbuzeiro, Guarabira, Curimataú Oriental e Ocidental. A unidade está localizada na Rua Eutécio Vital Ribeiro, sem número, Bairro Catolé. O telefone para contato é o (83) 3344-5475. 

Além do hemocentro regional, os voluntários à doação de sangue e medula óssea de outras regiões da Paraíba podem procurar as hemonúcleos, unidades de coleta e transfusão que ficam nos municípios de Patos, Cajazeiras, Sousa, Catolé do Rocha, Piancó, Itaporanga e Guarabira. Para saber mais informações sobre endereços e horários de funcionamento das unidades, veja o mapa abaixo. 

Critérios para doar sangue e medula óssea

De acordo com a Coordenação-Geral de Sangue e Derivados do Ministério da Saúde, o procedimento para doação de sangue é simples. Primeiro se faz o cadastro, aferição de sinais vitais, teste de anemia, triagem clínica, coleta de sangue e depois o lanche. Isso tudo leva em média 40 minutos.

Vale lembrar que até mesmo quem foi infectado pelo coronavírus pode doar sangue e medula óssea. No entanto, é necessário aguardar 30 dias após completa recuperação da doença. Quem teve contato com pessoas infectadas também precisa esperar 14 dias para poder fazer a doação, apresentando RT-PCR negativo e ausência de sintomas. Os vacinados devem esperar o tempo de imunização, que vai depender da marca do imunizante.

Para doar sangue é necessário ter entre 16 e 69 anos de idade e pesar no mínimo 50 quilos. Mulheres podem doar até três vezes ao ano com intervalo de três meses entre as doações. Já os homens podem doar até quatro, com intervalo de dois meses. A doação é voluntária e uma bolsa de apenas 450mL de sangue pode ajudar até quatro pessoas.

Candidatos à doação de medula óssea devem ter entre 18 e 35 anos, estar em bom estado de saúde e não apresentar doença infecciosa ou incapacitante. Segundo o Redome, algumas complicações de saúde não são impeditivas para doação, sendo analisado caso a caso.

Doar sangue e medula é seguro! Com a pandemia, todos os protocolos de contenção contra a Covid-19 estão sendo realizados. No dia da doação, será preciso apresentar documento de identificação com foto. Para saber onde doar sangue ou se cadastrar para doar medula óssea, acesse hemocentro.saude.pb.gov.br.

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14/09/2021 12:30h

Gerente de Interiorização afirma que é preciso manter uma doação regular a fim de garantir os estoques

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O tipo sanguíneo O negativo carece de abastecimento no Núcleo de Hemoterapia de Arcoverde. A informação é da instituição, que faz um apelo para que a população se mobilize para doar sangue. Andrea Sales, Gerente de interiorização do Hemocentro de Pernambuco (Hemope), afirma que é preciso manter uma doação regular. 

“Temos que falar da importância da doação, principalmente nesse momento, e incentivar a prática entre nossos amigos e familiares para garantir a manutenção dos estoques de sangue no Hemocentro de Pernambuco e em todo país. A doação periódica deve ser constante. Podemos nos unir e aumentar o número de doações”, certifica.

Lael da Silva, 43 anos, doa sangue desde 1996 e repete o ato com maestria. Morador do bairro Maranguape, no município de Paulista, ele faz um apelo. “Para quem nunca doou não espere que alguém ao seu lado, como amigo ou parente, precise para que você vá ao hemocentro doar sangue, não aja dessa forma, não espere que isso bata em sua porta, tão somente faça com amor e prazer”, aconselha o vigilante.

Para o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, a população precisa entender a importância de ir ao hemocentro e às unidades de coleta para doar sangue ou medula óssea. Mesmo com a pandemia, as doações não podem parar. Só assim os estoques de sangue podem ser abastecidos diariamente, evitando situações de emergência e escassez.

“Vamos aproveitar essa oportunidade para reafirmar não só as ações de enfrentamento à pandemia, mas também a necessidade contínua de cumprir o preceito constitucional da saúde como direito fundamental. O sangue, ao longo do tempo, simboliza a vida. E, nesse sentido, é importante a doação regular de sangue. Doe sangue regularmente. Com a nossa união, a vida se completa”, afirmou.

Onde doar sangue em Pernambuco

Interessados em doar sangue e medula óssea podem procurar, além do hemocentro coordenador do estado, em Recife, um dos cinco hemocentros regionais instalados em Garanhuns, Petrolina, Caruaru, Serra Talhada e Ouricuri.

Para doar em Arcoverde, se dirija ao endereço na Avenida Joaquim Nabuco, sem número, no bairro São Cristóvão. O telefone para contato é  (87) 3821-8550. O hemocentro regional de Caruaru, no agreste pernambucano, atende a 15 municípios. Entre eles, Alagoinha, Bezerros, Gravatá, Pesqueiro, Riacho das Almas e São Caetano. A unidade está localizada na Av. Oswaldo Cruz, sem número, Maurício de Nassau. O telefone para contato é o (81) 3719-9565.

Moradores de Caetés, Jurema, São João, Terezinha, Lagoa do Ouro e outras 15 cidades que compõem a microrregião de Garanhuns, podem procurar o hemocentro do município de Garanhuns. A unidade fica na Rua Gonçalves Maia, sem número, Heliópolis. O número para contato é o Fone: (87) 3761-8520.

Já o hemocentro de Petrolina, na região do São Francisco de Pernambuco, está próximo de sete municípios, como, por exemplo, Cabrobó, Lagoa Grande, Dormentes, Terra Nova e Santa Maria de Boa Vista. A unidade está localizada na Rua Joaquim Godoy, sem número, Centro. O telefone para contato é (87) 3831-9321.

Quem mora na região de Araripina, que é composta por dez municípios, como Exu, Santa Cruz, Trindade, Granito e Santa Filomena, podem procurar o hemocentro de Ouricuri. O endereço da unidade é Rua Ulisses Guimarães, sem número, Centro, telefone (87) 3874-4890.

E os residentes dos 17 municípios da região do Pajeú, que engloba cidades como Flores, Brejinho, Solidão, Triunfo e Carnaíba, podem procurar o hemocentro regional da Serra Talhada. A unidade está na Rua Joaquim Godoy, sem número, Centro. O número para contato é o (87) 3831-9321.
Para saber mais informações sobre endereços e horários de funcionamento das unidades mais próximas de você, veja o mapa abaixo. 

Critérios para doar sangue

De acordo com a Coordenação-Geral de Sangue e Derivados do Ministério da Saúde, o procedimento para doação de sangue é simples. Primeiro se faz o cadastro, aferição de sinais vitais, teste de anemia, triagem clínica, coleta de sangue e depois o lanche. Isso tudo leva em média 40 minutos.

Vale lembrar que até mesmo quem foi infectado pelo coronavírus pode doar sangue e medula óssea. No entanto, é necessário aguardar 30 dias após completa recuperação da doença. Quem teve contato com pessoas infectadas também precisa esperar 14 dias para poder fazer a doação, apresentando RT-PCR negativo e ausência de sintomas. Os  vacinados devem esperar o tempo de imunização, que vai depender da marca do imunizante.

Para doar sangue é necessário ter entre 16 e 69 anos de idade e pesar no mínimo 50 quilos. Mulheres podem doar até três vezes ao ano com intervalo de três meses entre as doações. Já os homens podem doar até quatro, com intervalo de dois meses. A doação é voluntária e uma bolsa de apenas 450mL de sangue pode ajudar até quatro pessoas.

Candidatos a doação de medula óssea devem ter entre 18 e 35 anos, estar em bom estado de saúde e não apresentar doença infecciosa ou incapacitante. Segundo o Redome, algumas complicações de saúde não são impeditivas para doação, sendo analisado caso a caso.

Doar sangue e medula é seguro! Com a pandemia, todos os protocolos de contenção contra a Covid-19 estão sendo realizados. No dia da doação, será preciso apresentar documento de identificação com foto. Para saber onde doar sangue ou se cadastrar para doar medula óssea, acesse hemope.pe.gov.br

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14/09/2021 12:00h

Unidades trabalham de forma integrada. Assim, hemocentros que apresentam volumes acima de sua necessidade cedem bolsas a outros a fim de manter equilíbrio

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Com cinco regiões de hemoterapia, a hemorrede Ceará se mantém estável graças à mobilização para captação de novos doadores de sangue. Além do hemocentro coordenador que fica na capital cearense, outras unidades são responsáveis pelo armazenamento do estoque nos municípios que fazem parte da sua área de cobertura. São elas: Sobral, Iguatu, Quixadá, Crato e Juazeiro do Norte.

De acordo com Luciana Carlos, diretora-geral do Hemoce, a hemorrede trabalha de forma integrada. “Qualquer hemocentro que apresenta uma coleta acima de sua necessidade de transfusão, o estoque é remanejado a outras regionais para fins de equilíbrio. Mantemos uma estabilidade muito boa em toda hemorrede”, garante.

O publicitário Eduardo Mesquita, de 33 anos, doa sangue há mais de 14 anos e afirma ser muito gratificante saber que pode salvar uma vida. A motivação veio por meio de uma campanha de doação e captação de plaquetas no primeiro emprego dele.

“Isso é colaborar com alguém que esteja precisando, é algo que sobra e que representa sua saúde, seu estado físico. Mesmo sem saber para quem está sendo doado, você consegue ajudar ao próximo”, disse o morador do bairro Aldeota de Fortaleza, capital cearense.

O Governo Federal, por meio do Ministério da Saúde, reforça a importância da doação regular. “Vamos aproveitar essa oportunidade para reafirmar não só as ações de enfrentamento à pandemia, mas também a necessidade contínua de cumprir o preceito constitucional da saúde como direito fundamental. O sangue, ao longo do tempo, simboliza a vida. E, nesse sentido, é importante a doação regular de sangue. Doe sangue regularmente, Com a nossa união, a vida se completa”, diz Marcelo Queiroga, ministro da Saúde.

Onde doar sangue no Ceará

Interessados em doar sangue ou se cadastrar para doar medula óssea podem procurar, além do hemocentro coordenador do estado, as unidades regionais, que ficam em Crato, Juazeiro do Norte, Iguatu, Quixadá e Sobral. 

O hemocentro localizado em Sobral, no noroeste cearense, atende a outros 11 municípios. Entre eles, estão: Cariré, Forquilha, Graça, Pacujá, Mucambo e Senador Sá. A unidade fica na Rua José Maria Alverne, número 383, no Centro. O telefone para contato é (88) 3677-4624/4627.
Já o hemocentro de Iguatu, no centro-sul cearense, está mais próximo de quatro cidades, como, Icó, Orós e Quixelô. A unidade está localizada na Rua Edilson de Melo, sem número, na Vila Centenário. O telefone para contato é (88) 3581- 9409.

O hemocentro regional em Crato, no Cariri, é mais acessível aos moradores de oito cidades, entre elas, Juazeiro do Norte, Porteiras e Nova Olinda, por exemplo. Para chegar lá, dirija-se à Rua Coronel Antônio Luís, número 1.111, Bairro Pimenta. O telefone é (88) 3102-1260. 

Residentes dos municípios de Banabuiú, Boa viagem, Choró, Ibaretama, Madalena e Quixeramobim, podem se dirigir à regional de Quixadá, na Avenida Francisco Almeida Pinheiro, número 2340,  no Planalto Universitário. O telefone para contato é (88) 3445-1009. 

Localizado na Rua Beata Maria de Araújo, número 30, Bairro Romeirão, o Hemonúcleo de Juazeiro do Norte, no Cariri, está mais próximo dos moradores Barbalha, Crato, Jardim, Missão Velha, Nova Olinda, Porteiras e Santana do Cariri. O telefone para contato é o (88) 3102-1170. Todas as unidades também fazem agendamento para coleta de sangue ou cadastro para novos doadores de medula óssea. 
Para saber mais informações sobre endereços e horários de funcionamento das unidades mais próximas de você, veja o mapa abaixo. 

Critérios para doar sangue e medula óssea

De acordo com a Coordenação-Geral de Sangue e Derivados do Ministério da Saúde, o procedimento para doação de sangue é simples. Primeiro se faz o cadastro, aferição de sinais vitais, teste de anemia, triagem clínica, coleta de sangue e depois o lanche. Isso tudo leva em média 40 minutos.

Vale lembrar que até mesmo quem foi infectado pelo coronavírus pode doar sangue e medula óssea. No entanto, é necessário aguardar 30 dias após completa recuperação da doença. Quem teve contato com pessoas infectadas também precisa esperar 14 dias para poder fazer a doação, apresentando RT-PCR negativo e ausência de sintomas. Os vacinados devem esperar o tempo de imunização que vai depender da marca do imunizante.

Para doar sangue é necessário ter entre 16 e 69 anos de idade e pesar no mínimo 50 quilos. Mulheres podem doar até três vezes ao ano com intervalo de três meses entre as doações. Já os homens podem doar até quatro, com intervalo de dois meses. A doação é voluntária e uma bolsa de apenas 450mL de sangue pode ajudar até quatro pessoas.

Candidatos à doação de medula óssea devem ter entre 18 e 35 anos, estar em bom estado de saúde e não apresentar doença infecciosa ou incapacitante. Segundo o Redome, algumas complicações de saúde não são impeditivas para doação, sendo analisado caso a caso.

Doar sangue e medula é seguro! Com a pandemia, todos os protocolos de contenção contra a Covid-19 estão sendo realizados. No dia da doação, será preciso apresentar documento de identificação com foto. Para saber onde doar sangue ou se cadastrar para doar medula óssea, acesse hemoce.ce.gov.br.

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14/09/2021 03:00h

Unidade é responsável pelo abastecimento de sangue para outros 13 municípios do estado

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Após estratégias de divulgação, o estoque de sangue no Hemocentro de Santa Rosa, o Hemosar, atingiu a estabilidade. A unidade integra a rede do Hemocentro do Estado do Rio Grande do Sul, o Hemorgs, que registrou queda de 15% nas doações no início da pandemia. Segundo Alice Klein, gerente do Hemosar, doar sangue regularmente é essencial para a manutenção diária dos estoques.  

“Através de estudos, análises locais e originais do uso desse sangue do hemocentro, definimos e implementamos um estoque mínimo, ideal e máximo para cada tipagem de sangue. Estes números servem de parâmetro para os responsáveis pela captação fazerem a busca de doadores, em casos de sinalização de queda do estoque, fazendo os contatos por telefone, via mensagem ou ligações, dependendo da necessidade do estoque”, explicou.

O Hemocentro Regional de Santa Rosa é responsável pelo abastecimento de sangue de 27 hospitais de sua área de abrangência, que incluem outros 13 municípios do estado, tais como Alecrim, Novo Machado e Porto Lucena. 

A unidade está localizada na rua Boa Vista, próxima à Fundação Municipal de Saúde de Santa Rosa (Fumssar). Para agendar a sua doação de sangue, disque (55) 3513-5140.

A pandemia pode ter afastado muitos doadores, mas não conseguiu impedir Larissa Alves de doar sangue. A jovem, de apenas 20 anos, doou sangue pela primeira vez durante a pandemia. A doação representa um grande sonho, já que a estudante sempre quis doar sangue mas não podia por conta da anemia. Agora, curada, Larissa Alves realiza o sonho de salvar vidas com a doação de sangue.

“Eu sempre tive vontade, só não pude nos anos passados porque tinha anemia e agora não tenho mais. Eu também fiquei um tempo sem fazer tatuagem pra poder doar. Acho muito importante a doação de sangue porque ajuda a salvar outras pessoas que precisam por estar passando por algum problema de saúde. Vale muito a pena, é um procedimento bem rápido, bem tranquilo. Você estará fazendo um gesto muito simples, porém que vai ajudar muito futuramente alguma pessoa que tá necessitando bastante de uma bolsa de sangue”, refletiu a estudante.  

O Governo Federal, por meio do Ministério da Saúde, reforça a importância da doação regular. “Vamos aproveitar essa oportunidade para reafirmar não só as ações de enfrentamento à pandemia, mas também a necessidade contínua de cumprir o preceito constitucional da saúde como direito fundamental. O sangue, ao longo do tempo, simboliza a vida. E, nesse sentido, é importante a doação regular de sangue. Doe sangue regularmente, com a nossa união, a vida se completa” disse o ministro. 

Onde doar sangue no Rio Grande do Sul

No Rio Grande do Sul, além dos sete hemocentros regionais, há dois hospitais em Porto Alegre que funcionam como unidades de coleta e hemoterapia: o Hospital de Clínicas de Porto Alegre e o Hospital Nossa Senhora da Conceição. 

Também é possível agendar a sua doação de sangue no hemocentro coordenador do estado, o Hemorgs. Basta enviar uma mensagem pelo WhatsApp, no número (51) 98405-4260.

Procure a unidade mais próxima de sua região e faça a sua doação de sangue e medula óssea. Para saber mais informações sobre o endereço e horário de funcionamento dos hemocentros de Cruz Alta, Passo Fundo, Pelotas, Santa Maria e Santa Rosa, veja o mapa abaixo.  

Critérios para doar sangue e medula óssea

De acordo com a Coordenação-Geral de Sangue e Derivados do Ministério da Saúde, o procedimento para doação de sangue é simples. Primeiro se faz o cadastro, aferição de sinais vitais, teste de anemia, triagem clínica, coleta de sangue e depois o lanche. Isso tudo leva em média 40 minutos.

Vale lembrar que até mesmo quem foi infectado pelo coronavírus pode doar sangue e medula óssea. No entanto, é necessário aguardar 30 dias após completa recuperação da doença. Quem teve contato com pessoas infectadas também precisa esperar 14 dias para poder fazer a doação, apresentando RT-PCR negativo e ausência de sintomas. Já os vacinados devem esperar o tempo de imunização, que vai depender da marca do imunizante.

Para doar sangue é necessário ter entre 16 e 69 anos de idade e pesar no mínimo 50 quilos. Mulheres podem doar até três vezes ao ano com intervalo de três meses entre as doações. Já os homens podem doar até quatro, com intervalo de dois meses. A doação é voluntária e uma bolsa de apenas 450mL de sangue pode ajudar até quatro pessoas. 

Candidatos à doação de medula óssea devem ter entre 18 e 35 anos, estar em bom estado de saúde e não apresentar doença infecciosa ou incapacitante. Segundo o Redome, algumas complicações de saúde não são impeditivas para doação, sendo analisado caso a caso.

Doar sangue e medula é seguro! Com a pandemia, todos os protocolos de contenção contra a Covid-19 estão sendo realizados. No dia da doação, será preciso apresentar documento de identificação com foto. Para saber onde doar sangue ou se cadastrar para doar medula óssea, disque (55) 3513-5140.

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14/09/2021 03:00h

Com a queda de 25% nas doações desde o início da pandemia, a demanda pelas tipagens A negativo e O negativo são a maior preocupação

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O Hemocentro Regional de Joinville faz apelo por mais doadores de sangue para os moradores do Norte Catarinense. A unidade integra a Hemorrede de Santa Catarina, o Hemosc, que registrou queda de 25% nas doações desde o início da pandemia. Segundo Tainara Farias, responsável pelo setor de captação de doadores do instituto, a maior procura é pelas tipagens A negativo e O negativo. 

“Nós precisamos que os doadores venham até o hemocentro para auxiliar aqueles pacientes que fazem cirurgias, sofreram algum acidente, tem anemia ou tantas outras situações. Para esses pacientes, a doação de sangue e a transfusão são a chance de sobrevivência deles”, explicou.

O Hemocentro de Joinville abrange outros 10 municípios, como Guaramirim, São Francisco do Sul e Araquari. A instituição também é responsável pela agência transfusional do Hospital Regional Hans Dieter Schmidt e tem ligação com a unidade de coleta do Hemosc, em Jaraguá do Sul. A unidade está localizada na avenida Getúlio Vargas, no bairro Anita Garibaldi. Para agendar a sua doação de sangue, disque (47) 3481 7424 ou final 7414. 

Mesmo com a pandemia, alguns catarinenses entendem a importância de continuar doando sangue para salvar vidas. É o caso de Luís Cláudio Rodrigues, de 51 anos. O militar carioca, que agora mora em Santa Catarina, também é doador de medula óssea. Ele já realizou mais de 230 doações de sangue e bateu o recorde como o maior doador do país. Mas o foco, ele diz, não é o reconhecimento. Para Luís Cláudio, o que importa é ajudar os pacientes que necessitam de uma transfusão. 

“Eu sou um viciado em salvar vidas. Com ou sem pandemia, os acidentes continuam acontecendo, as cirurgias continuam acontecendo, o câncer não tá preocupado se têm Covid ou se não tem. Essa corrente solidária, ela não pode parar. Seja mais um elo nessa corrente junto comigo e junto com vários, pra não dizer centenas ou milhares de doadores de sangue espalhados em torno do Brasil”, reflete Luís Carlos.

O Governo Federal, por meio do Ministério da Saúde, reforça a importância da doação regular. “Vamos aproveitar essa oportunidade para reafirmar não só as ações de enfrentamento à pandemia, mas também a necessidade contínua de cumprir o preceito constitucional da saúde como direito fundamental. O sangue, ao longo do tempo, simboliza a vida. E nesse sentido, é importante a doação regular de sangue. Doe sangue regularmente, com a nossa união, a vida se completa”.

Onde doar sangue em Santa Catarina

Interessados em doar sangue e medula óssea podem procurar, além do hemocentro coordenador do estado, em Florianópolis, um dos seis hemocentros regionais instalados em Blumenau, Chapecó, Criciúma, Joaçaba, Joinville e Lages. A rede também conta com duas unidades de coleta localizadas em Jaraguá do Sul e Tubarão.

Na cidade de Joinville, o hemocentro está localizado na Avenida Getúlio Vargas, bairro Anita Garibaldi. Para agendar a sua doação de sangue, ligue (47) 3481-7424 ou final 7414. A região abrange 11 municípios, sendo Guaramirim, Itapoá, Jaraguá do Sul, Massaranduba e São Francisco do Sul.

O hemocentro regional de Blumenau está localizado na rua Theodoro Holtrup, bairro Vila Nova. Já o Hemosc regional de Chapecó abrange outros 37 municípios, tais como Cunhataí, Flor do Sertão, Formosa do Sul, Guatambu e Iraceminha. O instituto está localizado na rua São Leopoldo, bairro Esplanada. Agende a sua doação de sangue pelo (49) 3700-6401 ou final 6410.

No hemocentro regional de Criciúma, localizado na avenida Centenário, Bairro Santa. Bárbara, os agendamentos são realizados pelo (48) 3444-7410. A região abrange 10 municípios, como Lauro Müller, Morro da Fumaça e Nova Veneza.

Em Joaçaba, o Hemosc tem sede na Avenida XV de Novembro, no Centro. Região é ligada a outros 26 municípios, como Rio das Antas, Salto Veloso, Tangará, Treze Tílias e Vargem Bonita. Para doar sangue, ligue (49) 3527-2218.

Já em Lages, região de Campos de Lages, o Hemosc tem sede na rua Felipe Schmidt, no Centro. Outros 17 municípios vizinhos, como Otacílio Costa, Painel, Palmeira, Rio Rufino e São Joaquim, podem agendar doações pelo (49) 3289-7011.

Para saber mais informações sobre endereços e horários de funcionamento das unidades mais próximas de você, veja o mapa abaixo. 

Critérios para doar sangue e medula óssea

De acordo com a Coordenação-Geral de Sangue e Derivados do Ministério da Saúde, o procedimento para doação de sangue é simples. Primeiro se faz o cadastro, aferição de sinais vitais, teste de anemia, triagem clínica, coleta de sangue e depois o lanche. Isso tudo leva em média 40 minutos. 

Vale lembrar que até mesmo quem foi infectado pelo coronavírus pode doar sangue e medula óssea. No entanto, é necessário aguardar 30 dias após completa recuperação da doença. Quem teve contato com pessoas infectadas também precisa esperar 14 dias para poder fazer a doação, apresentando RT-PCR negativo e ausência de sintomas. Todas as pessoas vacinadas devem esperar o tempo de imunização, que vai depender da marca do imunizante. 

Para doar sangue é necessário ter entre 16 e 69 anos de idade e pesar no mínimo 50 quilos. Mulheres podem doar até três vezes ao ano com intervalo de três meses entre as doações. Já os homens podem doar até quatro, com intervalo de dois meses. A doação é voluntária e uma bolsa de apenas 450mL de sangue pode ajudar até quatro pessoas.

Candidatos à doação de medula óssea devem ter entre 18 e 35 anos, estar em bom estado de saúde e não apresentar doença infecciosa ou incapacitante. Segundo o Redome, algumas complicações de saúde não são impeditivas para doação, sendo analisado caso a caso.

Doar sangue e medula é seguro! Com a pandemia, todos os protocolos de contenção contra a Covid-19 estão sendo realizados. No dia da doação, será preciso apresentar documento de identificação com foto. Para saber onde doar sangue ou se cadastrar para doar medula óssea, acesse o portal do Hemocentro.

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14/09/2021 03:00h

Estoques de sangue estão reduzidos e hemocentro faz apelo por mais doações de sangue no município. A maior procura é pelas tipagens A negativo e O negativo

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O Hemocentro do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Botucatu acende alerta para as doações no município. A região abastece outros seis municípios, como Anhembi, Pardinho e Conchas. Segundo Cláudio Lucas Miranda, diretor do departamento de Apoio e Assistência da instituição, todos os tipos sanguíneos estão em falta e o hemocentro faz apelo para captar mais doadores no município.

“Estamos com os estoques críticos e com dificuldade na captação. Isso quer dizer que conseguimos suprir no máximo três dias de fornecimento de sangue para todo o nosso hospital. Trabalhamos a maior parte dos dias com os estoques mínimos e esse estoque crítico implica em cancelamentos de procedimentos seletivos de reservas cirúrgicas e na assistência aos pacientes graves que dependem de uma transfusão sanguínea imediata”, explicou.

Para contornar a queda nos estoques, o hemocentro aderiu à Campanha Nacional de Doação de Sangue, em conjunto com o Ministério da Saúde. Segundo o ministro da pasta, Marcelo Queiroga, são realizadas três milhões de doações de sangue por ano na rede do Sistema Único de Saúde (SUS). Ele destaca a importância da doação regular.

“Vamos aproveitar essa oportunidade para reafirmar não só as ações de enfrentamento à pandemia, mas também a necessidade contínua de cumprir o preceito constitucional da saúde como direito fundamental. O sangue, ao longo do tempo, simboliza a vida. E, nesse sentido, é importante a doação regular de sangue. Doe sangue regularmente. Com a nossa união, a vida se completa.”

O Hemocentro de Botucatu atua como Referência Técnica na área de hemoterapia, sendo responsável pela manutenção dos estoques de sangue para a sub região de saúde de São Paulo, no pólo Cuesta; bem como atender oito agências transfusionais, uma unidade de coleta/transfusão e um Hemonúcleo Regional.

A sede do hemocentro está localizada no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Botucatu, na avenida Professor Mário Rubens Guimarães Montenegro. Para agendar a sua doação de sangue, disque  (14) 3811 6041 ou envie uma mensagem pelo WhatsApp (14) 9.9631-5650.

Moradores de outras regiões de São Paulo, que desejam doar sangue, podem procurar outros hemocentros localizados nos municípios de Marília, Ribeirão Preto, São José do Rio Preto, Campinas e na Grande São Paulo.

Solidariedade na pandemia

Mesmo com a pandemia, Patrícia Ramalho entendeu a importância de continuar doando sangue. Além de trabalhar como auxiliar de desenvolvimento infantil, ela também auxilia milhares de brasileiros com o ato solidário de doar sangue a quem precisa. Ela começou a doar sangue aos 18 anos e nunca mais parou. Hoje, aos 45 anos, Patrícia Ramalho incentiva outras pessoas a participarem da campanha de doação de sangue.

“Vidas podem ser salvas com a doação e isso é muito importante. A doação é rápida e tranquila, você vai estar fazendo o bem e não custa nada. Então, por favor, vamos lá é só um pouquinho de sangue e é muito rápido. A doação é um ato de amor ao próximo”, emociona-se a auxiliar de desenvolvimento infantil.

Onde doar sangue em São Paulo 

Além do hemocentro de Botucatu, o estado de São Paulo possui hemocentros regionais nos municípios de Marília, Ribeirão Preto, na Grande São Paulo, São José do Rio Preto e Campinas. São Paulo também possui doze hemonúcleos em cidades como Barretos, Franca, Piracicaba e Santos.

Para saber mais informações sobre endereços e horários de funcionamento das unidades mais próximas de você, veja o mapa abaixo.

Critérios para doar sangue e medula óssea

De acordo com a Coordenação-Geral de Sangue e Derivados do Ministério da Saúde, o procedimento para doação de sangue é simples. Primeiro se faz o cadastro, aferição de sinais vitais, teste de anemia, triagem clínica, coleta de sangue e depois o lanche. Isso tudo leva em média 40 minutos.

Vale lembrar que até mesmo quem foi infectado pelo coronavírus pode doar sangue e medula óssea. No entanto, é necessário aguardar 30 dias após completa recuperação da doença. Quem teve contato com pessoas infectadas também precisa esperar 14 dias para poder fazer a doação, apresentando RT-PCR negativo e ausência de sintomas. Os vacinados devem esperar o tempo de imunização, que vai depender da marca do imunizante.

Para doar sangue é necessário ter entre 16 e 69 anos de idade e pesar no mínimo 50 quilos. Mulheres podem doar até três vezes ao ano com intervalo de três meses entre as doações. Já os homens podem doar até quatro, com intervalo de dois meses. A doação é voluntária e uma bolsa de apenas 450mL de sangue pode ajudar até quatro pessoas.

Candidatos à doação de medula óssea devem ter entre 18 e 35 anos, estar em bom estado de saúde e não apresentar doença infecciosa ou incapacitante. Segundo o Redome, algumas complicações de saúde não são impeditivas para doação, sendo analisado caso a caso.

Doar sangue e medula é seguro! Com a pandemia, todos os protocolos de contenção contra a Covid-19 estão sendo realizados. No dia da doação, será preciso apresentar documento de identificação com foto. Para saber onde doar sangue ou se cadastrar para doar medula óssea, disque  (14) 3811 6041 ou envie uma mensagem pelo WhatsApp (14) 9.9631-5650.

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