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TERMO DE USO E PARCERIA

TERMO DE USO E PARCERIA

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a) A utilização do material - na íntegra, ou em partes - só será permitida desde que as informações não sejam distorcidas, manipuladas ou alteradas.

b) Não é necessário a identificação do Brasil 61 na hora da replicação do conteúdo. Mas toda e qualquer veiculação de áudios produzidos pelo Brasil 61 prevê o cadastro no site, com a disponibilização de dados que serão utilizados para a organização do mailing desta empresa,

2º - OBRIGAÇÕES DO BRASIL 61

a) O Brasil 61 se compromete, a partir deste termo de uso, a produzir conteúdo particularizado diariamente, trazendo informações de dia-a-dia e bastidores do Planalto Central, além de outras temáticas de relevância do noticiário nacional. 

b) O acesso ao conteúdo jornalístico (na versão de leitura) é livre e gratuito, podendo ser replicado por qualquer usuário que acesse o site. O download do áudio para que seja utilizado na programação das rádios requer que o usuário realize o login no site do Brasil 61 - informando e-mail e senha cadastrados. 

3º - OBRIGAÇÕES DOS COMUNICADORES PARCEIROS

Não alterar o sentido dos materiais, ou distorcer fala de entrevistados ou mudar a conotação das mensagens dos materiais. 

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a) O Brasil 61 poderá distribuir conteúdo patrocinado com ou sem assinatura dos clientes patrocinadores do boletim e sem aviso prévio ao comunicador. 

b) As rádios parceiras não vão ter participação financeira sobre o faturamento do Brasil 61.

c) Os comunicadores podem patrocinar os conteúdos do Brasil 61, desde que não alterem o sentido e a conotação dos conteúdos oferecidos. Nesses casos, o Brasil 61 não terá participação nos lucros conquistados pelos veículos parceiros. 

Ao clicar em ACEITO, a emissora aqui cadastrada afirma concordar e estar ciente de todas as condições apresentadas neste Termo de Utilização de Conteúdo.

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 Última atualização: 24 de dezembro de 2020 

Pandemia

Economia
17/05/2021 11:30h

Lista de beneficiários foi encaminhada pelas prefeituras ao governo do estado. Catadores, feirantes, ambulantes e guardadores de veículos estão entre os contemplados

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Trabalhadores autônomos de 20 municípios vão receber a partir desta terça-feira (18) o benefício Renda Pará, de R$ 400, de acordo com o governo estadual. Catadores de materiais recicláveis, feirantes, ambulantes e guardadores autônomos de veículos estão entre as categorias contempladas. 

Ao todo, cerca de 16 mil cadastros foram enviados pelas prefeituras municipais ao governo do estado, que montou uma força-tarefa para analisar as informações de cidades que passaram por lockdown (bloqueio total) ou restrições que afetaram diretamente a economia local. 

Ipea: inflação desacelera para todas as faixas de renda em abril  

Atividade econômica cresce 2,3% no primeiro trimestre, diz BC

Auxílio emergencial: nascidos em outubro já podem sacar benefício

O Renda Pará vai ser liberado em duas parcelas de R$ 200, sendo a primeira delas já a partir desta terça para os nascidos em janeiro, fevereiro e março. A instituição do Renda Pará R$ 400 via decreto impede que funcionários públicos recebam o benefício, bem como trabalhadores formais ou quem já tenha sido beneficiário de quaisquer outros auxílios, como o Bora Belém, Bolsa Família ou Renda Pará R$ 500. 
 

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17/05/2021 11:00h

Beneficiários do auxílio emergencial nascidos em janeiro já têm acesso à segunda parcela, depositada aplicativo Caixa Tem

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O calendário de pagamentos da segunda parcela do auxílio emergencial foi iniciado nesta semana. No último domingo (16), os valores foram liberados pela Caixa Econômica Federal para nascidos em janeiro. Na próxima terça-feira (18), os nascidos em fevereiro vão receber o pagamento. 

A nova rodada do auxílio tem benefícios com parcelas de R$ 150 a R$ 375, dependendo da família. O calendário de pagamentos foi antecipado pela Caixa, que vai realizar todos os depósitos neste mês de maio. O último crédito será disponibilizado em 30 de maio, para nascidos em dezembro. Confira abaixo o calendário completo:

Calendário 2° parcela - Auxílio Emergencial 2021: 

Mês de nascimento | Data do crédito em conta | Data para saque em dinheiro

  • Janeiro: 16 de maio | 31 de maio (antes 08 de junho)
  • Fevereiro: 18 de maio (antes 19 de maio) | 01 de junho (antes 10 de junho)
  • Março: 19 de maio (antes 23 de maio) | 02 de junho (antes 15 de junho)
  • Abril: 20 de maio (antes 26 de maio) | 04 de junho (antes 17 de junho)
  • Maio: 21 de maio (antes 28 de maio) | 08 de junho (antes 18 de junho)
  • Junho: 22 de maio (antes 30 de maio) | 09 de junho (antes 22 de junho)
  • Julho: 23 de maio (antes 02 de junho) | 10 de junho (antes 24 de junho)
  • Agosto: 25 de maio (antes 06 de junho) | 11 de junho (antes 29 de junho)
  • Setembro: 26 de maio (antes 09 de junho) | 14 de junho (antes 01 de julho)
  • Outubro: 27 de maio (antes 11 de junho) | 15 de junho (antes 02 de julho)
  • Novembro: 28 de maio (antes 13 de junho) | 16 de junho (antes 05 de julho)
  • Dezembro: 30 de maio (antes 16 de junho) | 17 de junho (antes 08 de julho)

Neste primeiro momento, o dinheiro é depositado nas contas poupança digitais e só pode ser movimentado pelo aplicativo Caixa Tem, que permite o pagamento de contas domésticas, como água, luz, telefone e gás, de boletos, compras em lojas virtuais ou compras com QR Code em maquininhas de estabelecimentos parceiros.

De duas a quatro semanas após o depósito, o dinheiro pode ser sacado em caixas eletrônicos ou transferido para uma conta-corrente. Para os beneficiários do Bolsa Família, o auxílio emergencial pode ser sacado nos dez últimos dias úteis de cada mês, com base no dígito final do NIS.

Como sacar o Auxílio Emergencial 2021?

  • Faça o login no aplicativo CAIXA Tem
  • Selecione a opção “saque sem cartão” e “gerar código de saque”
  • Insira a senha para visualizar o código de saque
  • O código deve ser utilizado para saque em dinheiro nas agências, nas unidades lotéricas ou nos correspondentes CAIXA Aqui

Mas atenção: o código gerado tem validade de apenas uma hora.

A central telefônica 111 da CAIXA funciona de segunda a domingo, das 7h às 22h, e está pronta para atender os beneficiários do Auxílio Emergencial. Além disso, o banco também disponibiliza o site auxilio.caixa.gov.br

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17/05/2021 10:45h

Declaração foi dada neste domingo (16) em uma ação realizada em Botucatu, no interior paulista

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O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, estuda uma ampla campanha de testagem em massa da população brasileira para a Covid-19. O anúncio foi feito neste domingo (16) em uma ação realizada em Botucatu, no interior paulista.

O município começou a vacinar a população entre 18 e 60 anos em uma iniciativa que faz parte de estudo inédito sobre a eficácia do imunizante, desenvolvido pela Universidade de Oxford, em parceria com a AstraZeneca e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). 

CPI da Pandemia: ex-ministros Ernesto Araújo e Eduardo Pazuello serão ouvidos na próxima semana

Covid-19: Brasil atinge 50 milhões de doses aplicadas de vacinas

Sobre a interrupção na produção de vacinas contra o coronavírus pelo Instituto Butantan, pela falta do ingrediente farmacêutico ativo (IFA), Queiroga ressaltou que a carência da matéria-prima é mundial e que o Brasil está trabalhando duro para ter mais imunizantes.

Além disso, o ministro destacou que a curva epidemiológica brasileira em relação não só a óbitos como internações hospitalares vem tendo queda e incentivou outras medidas não farmacológicas, como uso de máscaras e distanciamento social.

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15/05/2021 04:45h

Ernesto (Relações Exteriores) depõe na terça (18); Pazuello (Saúde) depõe na quarta (19)

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Na próxima semana, a CPI da Pandemia deve ouvir o ex-ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, e o ex-ministro da Saúde, Eduardo Pazuello. Os dois são considerados peças-chave para esclarecer a condução do governo federal no enfrentamento da crise sanitária da Covid-19.

CPI da Covid: Governo não respondeu ofertas de vacinas da Pfizer em agosto de 2020, diz representante da empresa

“As melhores máscaras são as chamadas N95”, explica pesquisado

A audiência mais esperada é a de Pazuello, pois, dos quatro ministros que comandaram o Ministério da Saúde durante a pandemia, ele foi o que ficou mais tempo no cargo, de maio de 2020 a março de 2021. Além disso, Pazuello estava no comando da pasta quando a Pfizer fez uma oferta de 70 milhões de doses de imunizantes ao Brasil, segundo o presidente regional da empresa na América latina, Carlos Murillo.

Os senadores Randolfe Rodrigues (Rede-AP) e Alessandro Vieira (Cidadania-SE) também apontam que Pazuello precisa explicar a insistência do governo no chamado “tratamento precoce” e a crise de oxigênio em Manaus (AM).

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14/05/2021 10:00h

As informações foram apresentadas no Boletim Infogripe, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz)

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Amazonas, Maranhão, Mato Grosso do Sul e Tocantins apresentaram tendência de crescimento nos casos e óbitos por Covid-19 e na incidência de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG). As informações foram apresentadas no Boletim Infogripe, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), referentes à semana epidemiológica 18, de 2 a 8 de maio.

O levantamento apontou alto nível de SRAG. Segundo o estudo, Amazonas, Tocantins e Mato Grosso do Sul têm mais de 75% de probabilidade de recrudescimento da pandemia na análise de curto prazo, e Amazonas e Maranhão apresentam essa tendência na análise de longo prazo. 

Anvisa autoriza uso emergencial de coquetel contra a Covid-19

Cloroquina: CFM divulga parecer sobre uso do remédio por inalação

Entre as capitais, três apresentam sinal de crescimento de casos e óbitos: Manaus, Porto Alegre e Palmas.  Por outro lado, 16 estados apresentaram tendência de queda de casos e óbitos em uma das duas análises. Na de longo prazo, Ceará, Minas Gerais, Paraná e Santa Catarina têm mais de 95% de probabilidade de redução de casos e óbitos.

Os pesquisadores alertam que muitos desses estados com queda nos números ainda estão com valores similares ou até mesmo superiores aos picos observados ao longo de 2020. Além disso, o boletim informa que foram observados indícios de interrupção da tendência de queda nos números no Amapá, Bahia, Mato Grosso, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Sul e Sergipe.

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14/05/2021 09:45h

Boletim do Ministério da Saúde mostra 430.417 mortes em decorrência da Covid-19 e 15,4 milhões de brasileiros que já tiveram infecção pelo novo coronavírus

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O último boletim epidemiológico do Ministério da Saúde mostra que o Brasil alcançou a estatística de mais de 430 mil mortes pela Covid-19. Com 2.383 novos óbitos nas últimas 24 horas, o total de vidas perdidas chegou a 430.417. 

Já o número de contaminados desde o começo da pandemia chega a 15,4 milhões, com 74.592 novos diagnósticos positivos da doença entre os dois últimos boletins. Desse total de infectados, 1 milhão de brasileiros estão com o vírus ativo, em acompanhamento.

O número de pessoas recuperadas da Covid-19 alcançou 13,9 milhões, o que equivale a 90,6% do total de contaminados. Até o momento, 15,9 milhões de brasileiros foram imunizados com a 2ª dose da vacina contra a doença. 

Entre as unidades da federação com mais óbitos, proporcionalmente à população, estão Amazonas, Roraima, Mato Grosso, Rio de Janeiro e Distrito Federal. Por outro lado, Maranhão, Bahia, Alagoas, Pernambuco e Pará são os estados com as menores taxas de óbitos a cada 100 mil habitantes. 

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14/05/2021 03:30h

A eficiência de filtração da máscara N95 foi comprovada por estudo com 227 modelos, coordenado pelo professor do Instituto de Física da USP, Paulo Artaxo

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Após mais de um ano de pandemia, é consenso que o uso de máscaras é um importante aliado no combate ao novo coronavírus. Mas estudos vêm mostrando diferenças consideráveis de proteção em alguns tipos de máscaras. Uma pesquisa da Universidade de São Paulo (USP), por exemplo, avaliou a eficiência de filtração de 227 modelos vendidos no Brasil e percebeu que ela pode ser de 15%, como percebido em certos tipos de máscaras de tecido, até 98%, como avaliado em máscaras cirúrgicas e as do tipo PFF2/N95.
 
Para detalhar esse estudo e elucidar sobre os melhores tipos de proteção contra a Covid-19, o portal Brasil61.com conversou com Paulo Artaxo, professor do Instituto de Física da USP e coordenador da pesquisa. Paulo cita que um dos principais pontos das conclusões é que a eficiência de proteção pelos diferentes tipos de máscaras tem uma grande variação, mas que as melhores são as chamadas N95, embora custem mais.
 
“Elas têm eficiência de coleção de partículas muito boa, mas custam muito caro. Em segundo lugar, vieram as chamadas máscaras cirúrgicas. São essas máscaras que você compra na farmácia, feitas de tecido não tecido, chamado de TNT, um plástico polipropileno que tem altíssima eficiência de retenção do vírus e tem uma boa respirabilidade. Essas máscaras têm uma eficiência de 80% até 90% de retenção do vírus. E, por último, ficaram as máscaras de pano.”

Máscaras N95 x máscaras de pano

Os estudos conduzidos por Paulo Artaxo foram apoiados pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP). Eles utilizaram um equipamento que produz partículas de aerossol a partir de uma solução de cloreto de sódio e, após o jato de aerossol ser lançado no ar, mediu a concentração de partículas antes e depois de cada máscara.
 
“As máscaras de pano, dependendo de como você faz – se você faz com uma, duas ou três camadas –, têm eficiência de proteção da sua saúde que varia muito. Algumas máscaras de pano, muito porosas, têm eficiência baixa, só de 20% de coleta do vírus. Outras, feitas com tecido com trama mais fechada, têm uma eficiência maior, às vezes na ordem de 60% a 70%”, numera o físico.
 
Esse tipo de máscara começou a ser deixado de lado com o passar da pandemia. Porém, Paulo lembra que quem não tem condições financeiras de custear os produtos mais profissionais, não deve abandonar a já tradicional proteção de pano. “Agora, cuide para que o ajuste da máscara no seu rosto seja o melhor possível. De preferência, use aqueles clipes metálicos no nariz, porque, obviamente, em qualquer buraco que possa ter, o ar vai passar por ali sem ser filtrado.”


 
O tecido também deve ser reforçado. Segundo o professor, três camadas são essenciais. Mais ou menos do que isso pode ser prejudicial, ou atrapalhar a respiração ou deixar com baixa eficiência. “Mas você não dobra a eficiência da máscara se usa duas máscaras. Elas têm que ser confortáveis para o seu uso. E, às vezes, o uso de duas, uma em cima da outra, prejudica a respirabilidade”, lembra.
 
Paulo também ressalta que a pessoa que está de máscara em um ambiente fechado, sem circulação de ar, pode ser contaminada, independentemente do tipo de proteção que utilizar. “Sem dúvida nenhuma. O ambiente tem que ser o mais ventilado possível para diminuir a propagação do vírus. Muitos exemplos no exterior foram feitos de pessoas contaminadas que vão para o restaurante, por exemplo, e acabam contaminando cinco ou dez pessoas nas mesas próximas”, cita.


 
Assista agora à entrevista completa e exclusiva com Paulo Artaxo, professor do Instituto de Física da USP:

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13/05/2021 20:50h

Carlos Murillo afirmou que Executivo não respondeu propostas que previam até 70 milhões de doses, das quais 1,5 milhão com entrega ainda no ano passado

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Carlos Murrilo, ex-presidente da Pfizer no Brasil, afirmou nesta quinta-feira (13) à CPI da Covid que o governo brasileiro ignorou três ofertas de doses da vacina contra o coronavírus apresentadas pela farmacêutica ainda em agosto do ano passado. 
 
Segundo Murillo, a Pfizer ofertou contratos de vacinas ao Ministério da Saúde nos dias 14, 18 e 26 de agosto. Todas as propostas da farmacêutica norte-americana, segundo ele, continham duas opções: 30 milhões de doses ou 70 milhões de doses. No entanto, ele disse que o governo brasileiro não se manifestou. 

“Eu não poderia afirmar, objetivamente, que [o governo] dificultou a conversa. O que posso afirmar é as condições que foram ofertadas e o tempo de validade da nossa oferta. Não tivemos resposta positiva, nem negativa sobre ela”, disse. 

Arte: Brasil 61

Cronograma das tratativas

Em seu depoimento, o ex-presidente da Pfizer no Brasil disse que a farmacêutica estabeleceu contatos iniciais com países do mundo inteiro sobre uma possível vacina entre os meses de maio e junho de 2020. “O objetivo da Pfizer foi sempre acesso equitativo e justo para nossa vacina e não se priorizou nenhum país”, afirmou. 
 
As primeiras reuniões de representantes da empresa com autoridades brasileiras, sobretudo do Ministério da Saúde, para tratar sobre o imunizante ocorreram em maio e junho, segundo Murillo. No dia 16 de julho, a Pfizer apresentou uma espécie de “expressão de interesse" ao órgão. Neste documento, a farmacêutica diz que informou as condições do processo em andamento com outros países do mundo. 
 
Após outro encontro no dia 6 de agosto, o Ministério da Saúde manifestou possível interesse na compra do imunizante, de acordo com o ex-presidente da Pfizer no Brasil. Como consequência disso, Murillo detalhou que a empresa realizou a primeira oferta ao governo brasileiro. 

Ofertas

Na proposta inicial, a Pfizer apresentou duas opções de compra para o Brasil: a primeira, com 30 milhões de doses. A segunda, com 70 milhões. Neste caso, o cronograma previa a entrega de 500 mil doses até o final de 2020; 1,5 milhão no primeiro trimestre de 2021;  5 milhões no segundo trimestre; 33 milhões no terceiro; e 30 milhões no quarto trimestre deste ano. 
 
Segundo Murillo, a Pfizer voltou a ofertar 70 milhões de doses ao Ministério da Saúde em 18 de agosto, com o seguinte cronograma: 1,5 milhão ainda em 2020; 1,5 milhão no primeiro trimestre de 2021; 5 milhões no segundo; 33 milhões no terceiro, e 29 milhões no quarto trimestre. 
 
Já em 26 de agosto, a farmacêutica fez uma nova proposta com o mesmo quantitativo de doses, sendo 1,5 milhão ainda em 2020; 3,5 milhões no primeiro trimestre de 2021; 14 milhões no segundo; 26,5 milhões no terceiro, e 25 milhões no quarto trimestre. 
 
Assim como na primeira oferta, a Pfizer também colocou uma outra opção de compra de 30 milhões de doses pelo governo brasileiro nas propostas seguintes. “Sem resposta” das autoridades brasileiras, a empresa resolveu enviar uma carta ao presidente da República, Jair Bolsonaro, manifestando interesse em um acordo. 
 
“Depois de feitas essas ofertas, na data de 12 de setembro nosso CEO Global mandou uma carta para o governo do Brasil indicando nosso interesse em chegar a um acordo e que nós tínhamos oferecido ao governo as propostas anteriormente mencionadas”, recorda.
 
Murillo também disse à CPI que a empresa norte-americana apresentou mais duas propostas ao governo federal, nos dias 11 e 24 de novembro. Dessa vez, apenas com a opção de 70 milhões de doses. Segundo ele, desde o início das tratativas, a farmacêutica acenou com a venda de cada dose da vacina por US$ 10. 
 
Sem um acordo, o representante da Pfizer diz que uma nova oferta de doses só foi feita em fevereiro deste ano. Em março, o Ministério da Saúde e a farmacêutica firmaram acordo por 100 milhões de doses do imunizante, com previsão de entrega de 14 milhões de doses no segundo trimestre e 86 milhões no terceiro.

Diferença entre acordos

Levando-se em conta o depoimento do ex-presidente da Pfizer no Brasil, o país deixou de adquirir 4,5 milhões de doses por não ter respondido à primeira oferta da empresa. O acordo proposto no dia 26 de agosto do ano passado previa 18,5 milhões de doses até o fim de junho de 2021. Já o contrato firmado, de fato, prevê a entrega de 14 milhões de doses no mesmo período.

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Guerra de narrativas

Senadores mais alinhados ao governo insistiram durante a CPI que não é possível afirmar que o Executivo agiu com “morosidade” na compra de vacinas da Pfizer. Segundo eles, alguns entraves para a assinatura de um contrato com a farmacêutica à época ainda não estavam resolvidos. 
 
O primeiro deles é a questão logística. Para armazenar adequadamente as doses da vacina da Pfizer é necessária uma temperatura de - 70º C, o que foi apontado pelo próprio Ministério da Saúde como uma barreira à época. 
 
Outro aspecto explorado por esse grupo de parlamentares foi o fato de a Pfizer só ter pedido registro de vacina à Anvisa no dia 6 de fevereiro deste ano, o que, na visão destes senadores, era fundamental para a aquisição de doses pelo governo. A empresa afirma que a submissão contínua de documentos à agência reguladora começou ainda em 25 de novembro. A aprovação do registro ocorreu em 23 de fevereiro. 
 
A Pfizer não pediu autorização para uso emergencial de sua vacina contra a Covid-19 no Brasil, mas Murillo disse à comissão que, provavelmente, o pedido seria feito com a formalização de um contrato de compra pelo Ministério da Saúde à época. 
 
O “entrave” mais repetido por esses parlamentares para a não formalização de compra pelo governo é que as cláusulas contratuais apresentadas pela Pfizer ao Brasil eram “leoninas”, ou seja, abusivas, e que a legislação brasileira proibia. Entre elas, uma previa que a empresa não se responsabilizaria por eventuais efeitos colaterais da vacina. 
 
Questionado, Murillo não confirmou se era possível o Brasil ter iniciado a vacinação ainda no ano passado. “O que eu posso afirmar é o que estava comunicado na oferta, que incluía esse quantitativo [1,5 milhão de doses até dezembro de 2020]. Eu não posso assegurar que teria acontecido isso [começado a imunização], porque o contrato era uma parte, porque tínhamos que ter outras condições, como a aprovação regulatória.” 
A primeira vacina da Pfizer aplicada no mundo ocorreu em 8 de dezembro, na Inglaterra. Nos Estados Unidos, no dia 14 do mesmo mês. Outros países, como México, Costa Rica e Chile também vacinaram com doses da farmacêutica ainda em dezembro. “Entregamos vacinas aos países não produtores em dezembro”, afirmou Murillo à CPI. 
 
Senadores da oposição compararam a situação desses países à brasileira para afirmar que seria possível, sim, o Brasil ter começado a imunizar a população ainda no ano passado. Os parlamentares críticos ao governo também rebateram a argumentação de que as cláusulas da Pfizer eram abusivas. "Nesta pandemia, a Pfizer correu risco numa situação sem precedentes, que requeria que todo mundo colaborasse com este processo. Por isso que a Pfizer exigiu a todos os países as mesmas condições que exigiu para o Brasil”, argumentou Murillo. 
 
Outra discordância destes senadores aos governistas se deu porque o governo não teria comunicado ao legislativo, nem editado a Medida Provisória, que alterasse a legislação para permitir a celebração de um contrato com a Pfizer. 
 
Somente em março, após a promulgação da Lei nº 14.125, e quase sete meses após a primeira oferta da Pfizer, é que o Ministério da Saúde pôde firmar a compra de 100 milhões de doses da vacina desenvolvida pela farmacêutica norte-americana. 

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12/05/2021 12:15h

Ministério da Saúde atendeu à orientação da Anvisa e suspendeu a vacinação de gestantes com AstraZeneca até que se investigue o óbito de uma grávida imunizada com o produto

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O Ministério da Saúde suspendeu a vacinação de gestantes no país com o imunizante da AstraZeneca contra a Covid-19. A interrupção da aplicação de doses neste grupo, com esse produto, ocorre após a morte de uma grávida que foi vacinada, mas ainda não há evidência de que a causa do óbito esteja relacionada ao imunizante. 
 
A recomendação da suspensão veio da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que ressaltou que a medida é uma precaução e tem como base a “insuficiência de dados relacionados à segurança de uso por gestantes disponíveis até o momento”. O órgão também pontua que mantém a recomendação de continuidade da vacinação com o imunizante da AstraZeneca para os outros grupos, já que os benefícios superam os riscos até o momento.
 
A própria fabricante da vacina de Oxford/AstraZeneca notificou a Anvisa sobre a “suspeita de evento adverso grave”, quando uma gestante de 35 anos imunizada com o produto morreu devido à trombose. A agência avaliou que, apesar de grave e potencialmente fatal, a ocorrência é extremamente rara.

Em coletiva realizada pelo Ministério da Saúde, o professor titular da Universidade de São Paulo (USP) e diretor do Laboratório de Imunologia do Incor, Jorge Kalil, pontuou que ainda não está claro que a vacina tenha sido a causa da trombose. “Estamos examinando detalhes de todo o prontuário para que a gente chegue a uma conclusão e esclareça a todos. Por isso mesmo que estamos esperando exames para orientarmos de uma forma tranquila.”

Estudos e ações

A coordenadora do Programa Nacional de Imunização (PNI), Francieli Fantinato, descreveu os próximos passos do governo, ressaltando que o óbito ainda está sendo estudado e os benefícios da vacina de Oxford para a população brasileira já são claros. 
 
“Aconteceu esse evento raro, então é uma cautela que o programa nacional de imunizações tem, até o fechamento do caso, até verificar e avaliar o cenário epidemiológico em relação a essa vacina. E destaco aqui a importância que essa vacina tem para o Programa Nacional de Imunizações, para a população brasileira que está dentro dos grupos prioritários. É uma vacina autorizada pela Anvisa, com uma eficácia que atende o PNI.”
 
O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, abriu a fala lamentando o falecimento da gestante e seguiu detalhando os procedimentos da pasta. “Gostaria de reiterar a confiança do ministério na segurança e na eficácia dessas vacinas. Todo programa de imunização é coordenado por uma equipe técnica e uma câmara dos especialistas mais renomados em imunização no Brasil. Tomamos conhecimento desse caso através da nossa equipe de vigilância e nos reunimos para a tomada de decisão”, afirmou.

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Queiroga também esclareceu que grávidas que não têm comorbidades não deverão ser imunizadas neste momento, e que aquelas que já tomaram a primeira dose devem aguardar um novo comunicado da pasta. Uma nota técnica deverá ser divulgada até o fim da semana. 
 
“A decisão do ministério é circunscrever a vacinação das gestantes apenas àquelas que têm comorbidades e restringir, neste momento, por uma questão de cautela a dois imunizantes, à vacina da Pfizer e à vacina CoronaVac”, disse Marcelo Queiroga. Também há expectativa de um comunicado da Organização Mundial da Saúde (OMS) sobre a imunização de gestantes. 
 
A vacinação de grávidas no Brasil começou após uma percepção do Ministério da Saúde de um aumento do número de mortes por Covid-19 dentro deste grupo, o que resultou em um cenário em que os benefícios superavam os riscos da imunização, segundo os especialistas da pasta.

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Educação
12/05/2021 10:30h

Levantamento está disponível na plataforma Educacenso e compõe segunda etapa do Censo Escolar

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Escolas de todo o país têm até as 18h da próxima sexta-feira (14) para responder à pesquisa “Resposta educacional à pandemia de Covid-19 no Brasil”. O levantamento, que está disponível no Sistema Educacenso, tem o objetivo de reunir informações para a compreensão dos impactos causados pela suspensão das aulas presenciais devido à pandemia e deve ser respondido, de preferência, pelos gestores das unidades escolares. 
 
Até esta segunda-feira (10), 91,29% das escolas preencheram o formulário. Segundo a União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), a pesquisa faz parte da segunda etapa do Censo Escolar 2020, cujo objetivo é apurar informações sobre dois aspectos. 

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O primeiro é o movimento, ou seja, quantos alunos foram transferidos, deixaram de ir à escola ou faleceram. Já o segundo, trata-se do rendimento. Isto é, quantidade de estudantes aprovados ou reprovados. O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) vai divulgar os resultados coletados em junho. 

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