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TERMO DE USO E PARCERIA

TERMO DE USO E PARCERIA

1º - A utilização gratuita e livre dos materiais produzidos pelo Brasil 61 só será permitida depois que este termo de parceria for aceito pelo usuário, prevendo as seguintes regras:

a) A utilização do material - na íntegra, ou em partes - só será permitida desde que as informações não sejam distorcidas, manipuladas ou alteradas.

b) Não é necessário a identificação do Brasil 61 na hora da replicação do conteúdo. Mas toda e qualquer veiculação de áudios produzidos pelo Brasil 61 prevê o cadastro no site, com a disponibilização de dados que serão utilizados para a organização do mailing desta empresa,

2º - OBRIGAÇÕES DO BRASIL 61

a) O Brasil 61 se compromete, a partir deste termo de uso, a produzir conteúdo particularizado diariamente, trazendo informações de dia-a-dia e bastidores do Planalto Central, além de outras temáticas de relevância do noticiário nacional. 

b) O acesso ao conteúdo jornalístico (na versão de leitura) é livre e gratuito, podendo ser replicado por qualquer usuário que acesse o site. O download do áudio para que seja utilizado na programação das rádios requer que o usuário realize o login no site do Brasil 61 - informando e-mail e senha cadastrados. 

3º - OBRIGAÇÕES DOS COMUNICADORES PARCEIROS

Não alterar o sentido dos materiais, ou distorcer fala de entrevistados ou mudar a conotação das mensagens dos materiais. 

ADENDOS IMPORTANTES SOBRE A PARCERIA

a) O Brasil 61 poderá distribuir conteúdo patrocinado com ou sem assinatura dos clientes patrocinadores do boletim e sem aviso prévio ao comunicador. 

b) As rádios parceiras não vão ter participação financeira sobre o faturamento do Brasil 61.

c) Os comunicadores podem patrocinar os conteúdos do Brasil 61, desde que não alterem o sentido e a conotação dos conteúdos oferecidos. Nesses casos, o Brasil 61 não terá participação nos lucros conquistados pelos veículos parceiros. 

Ao clicar em ACEITO, a emissora aqui cadastrada afirma concordar e estar ciente de todas as condições apresentadas neste Termo de Utilização de Conteúdo.

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 Última atualização: 24 de dezembro de 2020 

Pandemia

23/07/2021 11:35h

Do total, R$ 25,1 milhões foram enviados à Baixada Santista. Já São José dos Campos, que inclui Mantiqueira e Litoral Norte, contou com R$ 13,1 milhões

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Quase 120 municípios de São Paulo receberam da Secretaria de Turismo e Viagens do Estado (Setur-SP), R$ 75,7 milhões. O dinheiro foi repassado no primeiro semestre de 2021 e destinado a obras e melhorias de infraestrutura. Os valores são do Departamento de Apoio ao Desenvolvimento dos Municípios Turísticos (Dadetur).

Por meio de nota a Setur-SP informou que, “para terem acesso aos recursos do Dadetur, as Prefeituras devem aprovar os projetos nos conselhos municipais de turismo e depois formalizar a solicitação ao Conselho de Orientação e Turismo do Fundo de Melhoria das Estâncias”. Em caso de aprovação, “será desenvolvido o projeto, indicando a alocação dos recursos e, feita a avaliação técnica do Dadetur, assinado o convênio que garantirá os recursos”.

Confira a lista dos municípios beneficiados 

Do total, R$ 25,1 milhões foram enviados à Baixada Santista. Já São José dos Campos, que inclui Mantiqueira e Litoral Norte, contou com R$ 13,1 milhões. Campinas, por sua vez, que abrange 25 municípios, foi contemplada com R$ 10,8 milhões.

Segundo o secretário de Turismo do município de Bertioga, Ney Carlos da Rocha, os recursos se referem a verbas que deveriam ser repassadas em 2020, mas que, no entanto, só chegaram aos municípios no primeiro semestre deste ano. Ele conta, ainda, que a atual crise afetou em cheio os negócios do setor na cidade, mas afirma que os recursos aplicados têm sido essenciais no processo de retomada da economia.

“O Turismo foi o primeiro setor mais atingido nesta pandemia, mas também é o que tem capacidade de mais rapidamente se recuperar, com geração de emprego e renda para a população. Todo investimento no Turismo é sempre excepcionalmente bem-vindo”, destaca.

Expectativas

De acordo com a Setur-SP, esses recursos permitem que as 70 estâncias e 140 municípios de interesse turístico possam se estruturar para voltar a receber os viajantes. A estimativa é de que mais de 16 milhões de viagens domésticas deixaram de ser feitas em 2020 devido à pandemia.

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A proprietária de um hotel localizado no Guarujá, litoral paulista, Thereza Yvone de Oliveira, defende que essas iniciativas são fundamentais para o desenvolvimento do setor. No entanto, ela ressalta que as ações ainda não foram suficientes para dar segurança aos empreendedores locais.

“Muitos já faliram e os poucos que estão aqui precisam de mais incentivos do governo, dos bancos. Além disso, é preciso uma propaganda grande para aumentar o nosso fluxo de hospedes”, pontua.

Dominici Merari, proprietário de um Hostel também localizado no Guarujá, é outro empresário que ainda aguarda melhorias para o setor. Segundo ele, as ações são pouco divulgadas e isso pode estender por mais tempo a normalização da movimentação turística.

“Quanto mais cedo vierem os investimentos tanto a nível municipal quanto estadual e federal mais cedo a máquina começa a se mover. Mas não acredito em uma recuperação rápida do setor. Penso que será gradual”, considera.

Para ter acesso à verba, estâncias e municípios devem cumprir uma série de exigências. Entre elas está a aprovação do pedido nos conselhos municipais de turismo, no Conselho de Orientação e Controle do Fundo de Melhoria das Estâncias e desenvolver os projetos indicando como os recursos serão utilizados. 
 

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23/07/2021 10:45h

Pandemia do Brasil deixa marca de 547 mil mortes e 19,5 milhões de pessoas infectadas, até dados do último boletim epidemiológico do Ministério da Saúde

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O Brasil somou 1.412 novas mortes em 24h, alcançando mais de 547 mil óbitos. A pandemia do país já deixa marca de 19,5 milhões de pessoas infectadas e 547.016 mil mortes, até dados do último boletim epidemiológico do Ministério da Saúde, divulgados nesta quinta-feira (22).

Entre os estados, o Acre é a região com menos óbitos. O local registrou 1.793 vidas perdidas para a Covid-19. Com 136.466 mortes, São Paulo lidera o ranking das estatísticas. Já em relação à taxa de letalidade, ou seja, o índice de óbitos por casos confirmados da doença, o Rio de Janeiro é o estado onde o vírus vem sendo mais letal.

Taxa de letalidade dos estados

  •     Rio de Janeiro - 5,75%
  •     São Paulo - 3,43%
  •     Amazonas - 3,26%
  •     Pernambuco - 3,17%
  •     Maranhão - 2,86%
  •     Goiás - 2,82%
  •     Pará - 2,80%
  •     Mato Grosso – 2,59%
  •     Rio Grande do Sul – 2,57%
  •     Minas Gerais – 2,57%
  •     Ceará – 2,56%
  •     Paraná – 2,51%
  •     Alagoas – 2,51%
  •     Mato Grosso do Sul - 2,50%
  •     Rondônia – 2,48%
  •     Piauí – 2,21%
  •     Espírito Santo – 2,19%
  •     Sergipe – 2,16%
  •     Bahia – 2,15%
  •     Distrito Federal – 2,15%
  •     Paraíba – 2,14%
  •     Acre – 2,06%
  •     Rio Grande do Norte – 1,98%
  •     Tocantins – 1,66%
  •     Santa Catarina – 1,61%
  •     Amapá – 1,57%
  •     Roraima – 1,55%      

Rio de Janeiro e São Paulo seguem com maiores taxas de letalidade por Covid-19 no país

Covid-19: vacinação para menores de 18 anos ainda aguarda aprovação do Ministério da Saúde

Covid-19: 279 mil brasileiros que vivem em cidades de fronteiras serão vacinados

Nos municípios brasileiros, a cidade de São Luiz do Paraitinga (SP) registra a maior letalidade da Covid-19 do país: 28,95%. Na sequência, vêm Boa Vista do Gurupi (MA), com 26,67%; Miravânia (MG), com 20%; Paço do Lumiar (MA), que registra 16,65%; e Ribeirão (PE), cujo índice é de 15,88%.

As menores taxas de letalidade do Brasil são de municípios que não confirmaram nenhum óbito de morador em decorrência da Covid-19. Entre eles, estão Aricanduva (MG), Bonito de Minas (MG), Massapê do Piauí (PI), Milagres do Maranhão (MA) e São Francisco do Brejão (MA), por exemplo, todos com mais de 5 mil habitantes e letalidade 0. 

Acesse as informações sobre a Covid-19 no seu estado e município no portal brasil61.com/painelcovid.

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22/07/2021 12:15h

Foi aprovado o projeto de lei que cria simultaneamente a Bolsa Qualificação, Bolsa Alfabetizador e Auxílio Alimentação

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Com o objetivo mitigar o impacto gerado pela pandemia no mercado de trabalho e ajudar na capacitação de jovens, o governo de Goiás contará três novos benefícios para auxiliar os grupos mais impactados economicamente. Foi aprovado o projeto de lei que cria simultaneamente a Bolsa Qualificação, Bolsa Alfabetizador e Auxílio Alimentação.

A prioridade dos benefícios é para quem não está empregado; profissionais de pedagogia ou de cursos de graduação na modalidade de licenciatura na área da educação, além de jovens que estejam no programa de aprendizagem presente em todos os municípios goianos.

Prazo para contestar auxílio emergencial negado vai até este sábado (24)

Governo intensifica fiscalização de irregularidades no auxílio emergencial

As três iniciativas buscam estabelecer parcerias entre segmentos empregadores, públicos e privados, e sistemas de ensino para promover a compatibilização da jornada de trabalho e desenvolver programas e ações de alfabetização e de Educação de Jovens e Adultos em todo o Estado. 

O impacto financeiro e orçamentário das bolsas para o período de um ano será de mais de R$ 15 milhões, sendo R$ 5 milhões para a Bolsa Qualificação, R$ 1,6 milhão para a Bolsa Alfabetizador e R$ 9 milhões para o Auxílio-Alimentação.

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22/07/2021 12:00h

Brasil registra mais de 54 mil casos e 1.424 mortes em 24h, de acordo com o Ministério da Saúde

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O Brasil registrou 54.517 casos e 1.424 óbitos por Covid-19 nas últimas 24 horas, de acordo com a última atualização do Ministério da Saúde. Ao todo, mais de 19,4 milhões de brasileiros foram infectados pelo novo coronavírus. O número de pessoas que morreram pela doença no País é de 545.604. 
 
A média móvel de mortes, que leva em conta os óbitos dos últimos sete dias, está em 1.173, a menor desde o dia 26 de fevereiro. O Rio de Janeiro continua a ser o estado com a maior taxa de letalidade entre as 27 unidades da federação: 5,76%, seguido de São Paulo, Amazonas, Pernambuco e Maranhão. A taxa de letalidade média do Brasil é de 2,8%. 

Covid-19: vacinação para menores de 18 anos ainda aguarda aprovação do Ministério da Saúde

Covid-19: 279 mil brasileiros que vivem em cidades de fronteiras serão vacinados

Taxa de letalidade nos estados

  • Rio de Janeiro - 5,76%
  • São Paulo - 3,43%
  • Amazonas - 3,26%
  • Pernambuco - 3,17%
  • Maranhão - 2,86%
  • Goiás - 2,83%
  • Pará - 2,80%
  • Mato Grosso – 2,59%
  • Rio Grande do Sul – 2,57%
  • Minas Gerais – 2,57%
  • Ceará – 2,56%
  • Paraná – 2,51%
  • Alagoas – 2,51%
  • Mato Grosso do Sul - 2,50%
  • Rondônia – 2,48%
  • Piauí – 2,21%
  • Espírito Santo – 2,19%
  • Sergipe – 2,16%
  • Bahia – 2,15%
  • Paraíba – 2,15%
  • Distrito Federal – 2,15%
  • Acre – 2,06%
  • Rio Grande do Norte – 1,98%
  • Tocantins – 1,66%
  • Santa Catarina – 1,61%
  • Amapá – 1,57%
  • Roraima – 1,55%          

A nível municipal, a cidade de São Luiz do Paraitinga (SP) registra a maior letalidade da Covid-19 do País: 28,95%. Na sequência, vêm Boa Vista do Gurupi (MA), com 26,67%; Miravânia (MG), com 20%; Paço do Lumiar (MA), que registra 16,65%; e Ribeirão (PE), cujo índice é de 15,94%. 
 
Entre os municípios com as menores taxas de letalidade do Brasil, vários têm esse índice cravado em 0%, pois não confirmaram nenhum óbito pela doença até o momento. Entre eles, estão Aricanduva (MG), Boa Esperança do Iguaçu (PR), Campo Azul (MG), Guabiju (RS) e Guarani de Goiás (GO). 
 
Segundo o Ministério da Saúde, cerca de 18,2 milhões de brasileiros se recuperaram da Covid-19. Outros 722 mil estão em acompanhamento. Os números têm como base o repasse de dados das secretarias estaduais de saúde ao órgão. Acesse as informações sobre a Covid-19 no seu estado e município no portal brasil61.com/painelcovid

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21/07/2021 10:30h

Documento “Orientações gerais de prevenção à Covid-19” tem como objetivo orientar os participantes a respeito dos procedimentos a serem adotados antes e durante os exames aplicados pelo Inep

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O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) lançou o documento “Orientações gerais de prevenção à Covid-19” , que tem como objetivo orientar os participantes a respeito dos procedimentos a serem adotados antes e durante os exames aplicados pelo instituto, como o Enem, Encceja e Enade.

O guia traz instruções sobre o que é permitido levar nos dias de exame e orienta os participantes sobre os procedimentos de segurança sanitária nos locais de prova, entre outros temas. 

O Inep orienta que o participante que tenha tido sintomas de infecção pela Covid-19 na semana anterior ou na véspera da aplicação não compareça ao local de provas. O aluno pode solicitar a reaplicação do exame em data posterior, na Página do Participante, mediante comprovação dos sintomas. 

Todas as provas ficam protegidas em envelopes plásticos e sem contato humano durante um período mínimo de três meses anteriores à aplicação. No dia do exame, o participante deve separar máscaras específicas, cobrindo totalmente o nariz e a boca. Essa proteção facial é obrigatória, exceto para os participantes com transtorno do espectro autista, deficiência intelectual ou sensorial.

O aluno ainda pode levar ao local de prova um frasco de álcool líquido ou em gel, que também será disponibilizado em todas as salas. Luvas transparentes ou semitransparentes também são permitidas, mas todos os equipamentos serão vistoriados. 

Em caso de descumprimento das obrigações, como prevê o edital, ou de infração diante das orientações da equipe de aplicação, o participante será eliminado sem direito à reaplicação.

Confira aqui o documento completo

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21/07/2021 10:20h

O objetivo é permitir que essas pessoas tenham uma nova análise com bases mais atualizadas de seus dados

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Quem teve o auxílio emergencial 2021 cancelado na revisão mensal de julho tem até este sábado (24) para contestar a decisão. O objetivo é permitir que essas pessoas tenham uma nova análise com bases mais atualizadas de seus dados.

Mensalmente os CPFs dos beneficiários passam por análises para conferir se atendem aos critérios previstos na lei para continuar recebendo a ajuda financeira. Os bloqueios são feitos de forma preventiva. Posteriormente, é definido pela liberação ou cancelamento do benefício em definitivo. Não há prazo definido para divulgação do resultado.

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Quem teve o pagamento suspenso deve fazer o requerimento pelo site do Ministério da Cidadania: https://consultaauxilio.cidadania.gov.br. Os pedidos de contestação só serão concedidos em contextos específicos, como atualização de dados para cumprir as exigências da medida provisória de nº 1.039. 

Se a razão que motivou o cancelamento permitir contestação, o registro do cidadão será reanalisado pela Dataprev e o trabalhador poderá voltar a receber, caso seja aprovado o pedido.

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20/07/2021 11:10h

Já a quantidade de pessoas recuperadas da doença ultrapassa 18 milhões

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O Brasil registrou mais 15.271 casos e 542 óbitos por Covid-19, nesta segunda-feira (19), de acordo com o mais recente balanço do Ministério da Saúde. Desde o início da pandemia, mais de 19,3 milhões de brasileiros foram infectados pelo novo coronavírus. O número de pessoas que morreram pela doença no País é de 542.756.

Já a quantidade de pessoas recuperadas da doença ultrapassa 18 milhões. Embora não seja o estado com mais vítimas fatais, o Rio de Janeiro possui a maior taxa de letalidade entre as 27 unidades da federação: 5,76%. O índice médio do País é de 2,8%. 

  • Rio de Janeiro - 5,76%
  • São Paulo - 3,42%
  • Amazonas - 3,27%
  • Pernambuco - 3,17%
  • Maranhão - 2,85%
  • Goiás - 2,83%
  • Pará - 2,80%
  • Mato Grosso – 2,60%
  • Minas Gerais – 2,57%
  • Rio Grande do Sul – 2,57%
  • Ceará – 2,56%
  • Paraná – 2,51%
  • Alagoas – 2,50%
  • Mato Grosso do Sul - 2,49%
  • Rondônia – 2,48%
  • Piauí – 2,21%
  • Espírito Santo – 2,20%
  • Sergipe – 2,16%
  • Bahia – 2,15%
  • Distrito Federal – 2,15%
  • Paraíba – 2,15%
  • Acre – 2,05%
  • Rio Grande do Norte – 1,98%
  • Tocantins – 1,66%
  • Santa Catarina – 1,61%
  • Amapá – 1,57%
  • Roraima – 1,54%          

 A nível municipal, a cidade de São Luiz do Paraitinga (SP) registra a maior letalidade da Covid-19 do País: 28,95%. Na sequência, vêm Boa Vista do Gurupi (MA), com 26,67%; Miravânia (MG), com 20%; Paço do Lumiar (MA), que registra 16,53%; e Ribeirão (PE), cujo índice é de 15,94%. 

Covid-19: “Provavelmente vamos precisar, no futuro, de uma terceira dose”, diz infectologista

Brasil imunizou com uma dose 56,2% da população vacinável

Entre os municípios com as menores taxas de letalidade do Brasil, vários têm esse índice cravado em 0%, pois não confirmaram nenhum óbito pela doença até o momento. Entre eles, estão Aricanduva (MG), Boa Esperança do Iguaçu (PR), Campo Azul (MG), Guabiju (RS) e Guarani de Goiás (GO). 
 
Os números têm como base o repasse de dados das secretarias estaduais de saúde ao órgão. Acesse as informações sobre a Covid-19 no seu estado e município no portal brasil61.com/painelcovid

 

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20/07/2021 03:15h

Pfizer e agora a AstraZeneca vão pesquisar se há necessidade de uma dose adicional de imunizante contra Covid-19. Saiba mais

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou, nesta segunda-feira (19), a AstraZeneca a realizar estudos para avaliar a possibilidade de uma terceira dose da vacina contra a Covid-19. Com isso, já são duas as fabricantes de imunizantes usados no Brasil a obter o sinal verde do órgão. Em junho, a Pfizer foi liberada para investigar os efeitos, segurança e benefício de uma dose de reforço de sua vacina, a Comirnaty. 
 
Ambas as pesquisas estão em estágio inicial. Em resposta à reportagem, a Anvisa esclareceu que “até o momento não há estudos conclusivos sobre necessidade de terceira dose ou dose de reforço para as vacinas contra a Covid-19”. No entanto, o que explicaria a busca dos laboratórios farmacêuticos por respostas em relação à uma terceira dose? O portal Brasil61.com conversou com especialistas para entender a questão. 
 
Segundo Melissa Medeiros, infectologista e coordenadora do Núcleo de Pesquisas do Hospital São José de Doenças Infecciosas, em Fortaleza (CE), não era possível prever uma terceira dose antes do início da imunização da população. Com o passar do tempo, a chegada de novas variantes e a resposta imunológica de alguns grupos às duas doses, a ciência tem caminhado nesse sentido, explica. 
 
“No início dos protocolos da imunização, não imaginávamos a necessidade de uma terceira dose tão precoce. Não estava no desenho inicial. Provavelmente só duas doses. Como não temos, inclusive, como prever o tempo em que vamos precisar para fazer esses reforços”, diz. 
 
Para a infectologista Ana Helena Germoglio, a dose de reforço contra a Covid-19 segue padrão adotado para impedir outras doenças, ainda que numa periodicidade menor. “A gente já sabe, com base em várias outras vacinas que utilizamos há muitos anos, que muitas vacinas precisam de reforço a cada dez anos, a cada cinco anos ou até anualmente, como é o caso da Influenza. E a mesma coisa, muito provavelmente vai ser em relação às vacinas da Covid-19”, afirma.
 
Ana Helena esclarece, contudo, que as pessoas que já tomaram as duas doses contra a Covid-19 não devem ficar preocupadas, achando que não estão protegidas adequadamente contra o vírus. “Muito provavelmente no futuro vamos precisar de uma terceira dose da vacina, mas nem por isso a gente deve achar que as vacinas utilizadas hoje em dia não funcionam.”
 
Segundo a Anvisa, todas as vacinas autorizadas no Brasil mantêm proteção contra doenças graves e morte. 
 
“Principalmente com essas medicações da AstraZeneca e da Pfizer, já temos uma efetividade enorme com a segunda dose de vacina. A gente tem uma proteção muito maior quando faz a segunda dose, embora só a primeira dose das vacinas já dê uma proteção em torno de 84% de infecção. A segunda dose deve ser feita, deve ser reforçada”, indica a doutora Melissa. 

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Redução de anticorpos

Especialistas explicam que um dos fatores por trás do movimento que estuda uma terceira dose já era esperado: a queda de anticorpos produzidos pelo organismo depois de um certo período após a segunda dose. “A gente sabe que anticorpos vão diminuindo ao longo do tempo”, explica Melissa. 
 
É importante lembrar que vacinas relacionadas a qualquer tipo de doença têm eficácias diferentes em cada grupo da população. Não é diferente com a Covid-19. A infectologista detalha que idosos e pessoas que têm imunossupressão, por exemplo, respondem com menor assertividade à vacina. 
 
“A partir dos 50 anos a gente já começa a ter o que chamamos de imunosenescência. As pessoas mais velhas têm uma produção de anticorpos menor do que as pessoas adultas jovens. Provavelmente essas pessoas são populações mais vulneráveis, além das pessoas que tomam imunobiológico, drogas que baixam a imunidade”, complementa.  
 
Até por isso, é normal que as populações mais vulneráveis sejam as primeiras a receber, caso os estudos clínicos indiquem a necessidade, uma dose adicional de vacina contra a Covid-19, aponta Ana Helena. “Sabemos que os idosos e as pessoas que têm imunossupressão têm uma resposta menor. Logo, também serão grupos mais prováveis de ter necessidade de outras doses da vacina. Mas só saberemos isso com a ciência e o tempo.”

Variantes

O temor com o surgimento de novas variantes do novo coronavírus é que alguma delas “escape” das vacinas produzidas até o momento. Isso também contribui para a elaboração de estudos sobre uma dose adicional dos imunizantes. “As variantes têm realmente um impacto muito importante, principalmente porque a gente já sabe que algumas vacinas não têm uma eficácia tão boa contra algumas variantes”, diz Melissa. 
 
Ana Helena afirma que as vacinas disponíveis atualmente oferecem resposta contra todas as variantes, embora o nível de proteção seja menor a depender da cepa. “Pode acontecer da gente ter alguma variante que não seja responsiva às vacinas disponíveis, mas as vacinas atuais têm uma plataforma muito plástica, que pode muito bem ser adaptada para que se faça uma modificação e ela se torne ativa contra alguma variante que porventura não seja responsiva a essas vacinas”, detalha. 

Estudos

No Brasil, a Pfizer vai estudar o reforço da vacina em pessoas que tomaram as duas doses completas do imunizante há pelo menos seis meses. Ao todo, 885 pessoas vão participar dos testes. Todas elas já integraram a fase clínica da vacina da farmacêutica no país no ano passado, antes da liberação do registro pela Anvisa. 
 
O coordenador de estudos da Pfizer no Brasil, Cristiano Zerbini, deu declarações recentes a respeito da proteção do imunizante. Onze dias após a primeira dose, a eficácia é de 92%. Sete dias depois da segunda dose, a proteção varia entre 95% e 100%. Seis meses após a imunização completa, cai para 86% a 90%. Com base nisso, há o questionamento sobre a necessidade ou não de uma terceira dose. 
 
Já a AstraZeneca conduzirá dois estudos para entender a eficácia de doses extras da vacina no país. A farmacêutica desenvolveu uma segunda versão de seu imunizante em uso no Brasil com o objetivo de proteger contra a variante beta do novo coronavírus, identificada primeiro na África do Sul. 
 
A nova versão da vacina (AZD 2816) será aplicada em pessoas que tomaram duas doses da versão atual ou duas doses de uma vacina de mRNA contra a Covid-19. Essa dose de extra será aplicada em pessoas em que não foi identificada produção de anticorpos capazes de atuar contra o novo coronavírus. 
 
Já o estudo liberado pela Anvisa nesta segunda terá a participação de 10 mil pessoas que receberam as duas doses do imunizante. A terceira dose será aplicada entre 11 e 13 meses após a segunda. 

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19/07/2021 10:35h

Mais de 90 milhões de brasileiros já receberam a primeira dose da vacina contra a Covid-19, o que representa 56,2% da população acima de 18 anos, estimada em 160 milhões de pessoas

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O Brasil imunizou 56,2% da população vacinável com uma dose da vacina contra a Covid-19. Ao todo, 90 milhões de pessoas concluíram a primeira etapa da proteção viral, mais da metade da população acima de 18 anos, estimada em 160 milhões de pessoas. Os números foram alcançados neste domingo (18). 

Destes que receberam a primeira dose, 37,6% também receberam a segunda. O número total de brasileiros completamente imunizados chega a quase 34 milhões, somando aqueles que receberam a proteção de dose única. 

O Ministério da Saúde registra mais de 124 milhões de doses da vacina Covid-19 aplicadas no país e mais de 154 milhões de doses distribuídas a todas as unidades da federação.

Outras 600 milhões de doses de imunizantes de diferentes laboratórios foram encomendados e chegam até o fim de 2021.

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18/07/2021 15:15h

Benefício varia entre R$ 150 e R$ 375, de acordo com o perfil familiar

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A Caixa Econômica Federal paga neste domingo (18) a quarta parcela do Auxílio Emergencial aos trabalhadores informais nascidos em fevereiro. O pagamento também é feito para os inscritos do Cadastro Único (CadÚnico) que fazem aniversário no mesmo mês.

O benefício será depositado nas contas poupança digitais e poderá ser movimentado pelo aplicativo Caixa Tem, para pagamento de boletos e compras online.

O Auxílio Emergencial 2021 é pago em sete parcelas (quatro parcelas mais três meses de extensão do benefício) que variam de R$ 150 a R$ 375, de acordo com o perfil do beneficiário. Em geral, as famílias recebem R$ 250 por mês; família monoparental, chefiada por mulher, recebe R$ 375; e pessoas que moram sozinhas recebem R$ 150.

Governo prorroga auxílio emergencial com R$ 20,27 bilhões

Caixa e WhatsApp fecham parceria para envio de mensagens sobre o auxílio emergencial

Para outras informações sobre o Auxílio Emergencial, ligue na Central Telefônica 111 da Caixa ou acesse o site: auxilio.caixa.gov.br.

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