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TERMO DE USO E PARCERIA

TERMO DE USO E PARCERIA

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a) A utilização do material - na íntegra, ou em partes - só será permitida desde que as informações não sejam distorcidas, manipuladas ou alteradas.

b) Não é necessário a identificação do Brasil 61 na hora da replicação do conteúdo. Mas toda e qualquer veiculação de áudios produzidos pelo Brasil 61 prevê o cadastro no site, com a disponibilização de dados que serão utilizados para a organização do mailing desta empresa,

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a) O Brasil 61 se compromete, a partir deste termo de uso, a produzir conteúdo particularizado diariamente, trazendo informações de dia-a-dia e bastidores do Planalto Central, além de outras temáticas de relevância do noticiário nacional. 

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b) As rádios parceiras não vão ter participação financeira sobre o faturamento do Brasil 61.

c) Os comunicadores podem patrocinar os conteúdos do Brasil 61, desde que não alterem o sentido e a conotação dos conteúdos oferecidos. Nesses casos, o Brasil 61 não terá participação nos lucros conquistados pelos veículos parceiros. 

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 Última atualização: 24 de dezembro de 2020 

Retomada econômica

30/04/2021 04:30h

Foram gerados 184 mil empregos formais no mês, resultado de um número de contratações acima das demissões

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O Brasil fechou o mês de março com mais contratações do que demissões. Foram gerados 184.140 postos de trabalho, número que é resultado de 1.608.007 admissões e 1.423.867 desligamentos de empregos com carteira assinada. 

Os dados foram divulgados pela pesquisa Estatísticas Mensais do Emprego Formal, do Ministério da Economia. A pasta comemorou os resultados com a avaliação de que o desemprego causado pela pandemia da Covid-19 começa a ser combatido com o auxílio da vacinação contra a doença.

“Ao contrário da primeira onda [da pandemia de covid-19] que nos atingiu no ano passado e destruiu 276 mil empregos em março, a nossa reação à segunda onda, agora, foi a criação de 184 mil novos empregos no setor formal”, afirmou o ministro Paulo Guedes.

O saldo positivo no nível de emprego foi verificado em cinco grupamentos de atividades econômicas: serviços, indústria geral, construção, comércio e agricultura. Em relação aos estados, porém, três regiões tiveram saldo negativo: Alagoas, Pernambuco e Ceará.

Em todo o ano de 2021, o saldo é de 837.074 empregos registrados, fruto de 4.940.568 admissões e de 4.103.494 desligamentos no primeiro trimestre.

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20/04/2021 00:00h

Governo federal concedeu 22 aeroportos para a iniciativa privada em 12 estados, arrecadando R$ 3,3 bilhões em outorgas e calculando uma injeção de mais de R$ 6 bilhões em investimentos no setor

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O leilão de concessão de aeroportos brasileiros gerou uma arrecadação inicial superior a R$ 3,3 bilhões ao governo federal, possibilitando o pagamento de despesas da União e gerando investimentos futuros ao País. O deputado federal Paulo Ganime (Novo-RJ) destaca que o montante representa possibilidades de crescimento econômico a médio e longo prazo.

“Acho que o impacto maior é com o potencial que se tem não só de investimentos nos aeroportos, gerando emprego, gerando trabalho, melhorando infraestrutura, melhorando nossa logística aeroviária, mas também fazendo com que a gente tenha melhores serviços e, com isso, mais lojas e mais serviços nos próprios aeroportos”, afirma Ganime.

O leilão atraiu interessados para três blocos, Norte, Sul e Central, e o Ministério da Economia estipula que sejam injetados mais de R$ 6 bilhões em investimentos no setor. A negociação ocorreu durante a Infra Week, semana que marcou a concessão de 28 ativos de infraestrutura, entre aeroportos, terminais portuários e uma ferrovia, para a iniciativa privada. O deputado crê que a arrecadação também pode auxiliar neste momento de crise provocada pela pandemia.

“A gente tem hoje um déficit importante para fechar o orçamento, então, qualquer valor que seja acrescentado em relação ao que estava previsto no orçamento é bem-vindo. Na verdade, esse dinheiro vai para cobrir aquilo que a gente precisa para cumprir com as despesas obrigatórias, o enfrentamento da pandemia e tudo mais”, detalha.

Além de render ao governo federal uma arrecadação de R$ 3,3 bilhões à vista, o leilão dos 22 aeroportos também garante a outorga variável ao longo do contrato equivalente ao percentual sobre a receita bruta de até 4,65%. O Ministério da Infraestrutura comemorou os resultados e avaliou que eles mostram a confiança na capacidade de investimentos no Brasil, já que eles ultrapassaram o lance mínimo de outorga de R$ 186,1 milhões estabelecido no edital.

O Ministério da Infraestrutura espera que os terminais, por onde circulam cerca de 24 milhões de passageiros por ano, recebam aproximadamente R$ 6,1 bilhões em investimentos. Segundo o ministério, devem ser investidos R$ 2,85 bilhões no bloco Sul, R$ 1,8 bilhão no Central e R$ 1,4 bilhão no Norte. Os contratos de concessão têm validade de 30 anos.

PPI

O leilão da 6ª Rodada de Concessões Aeroportuárias foi qualificado no Programa de Parcerias de Investimentos (PPI), por meio do Decreto nº 9.972/2019. Letícia Zeringue, especialista em direito público do Kolbe Advogados Associados, explica que as PPIs foram criadas de forma estratégica para auxiliar no momento de recessão e interrupção de investimentos públicos.

“O governo lançou esse programa de parceria de investimentos para poder trazer a iniciativa privada para dentro dos projetos de infraestrutura, seja por meio de concessões, privatizações ou parceria público-privada. O objetivo desse projeto é a geração de empregos em todo o país”, explica a especialista.

Letícia também diz que o setor precisava de mais investimentos, e esclarece que a concessão não é igual a uma privatização, pois ela é regulada por meio de um contrato que prevê a devolução dos bens e serviços ao Estado após certo período. No caso dos aeroportos, a concessão tem um prazo de vigência de 30 anos.

“Nos últimos tempos, houve um crescimento muito forte da demanda pelo uso do serviço aeroportuário no Brasil, o que faz com que haja uma necessidade crescente de investimentos para manutenção na qualidade do atendimento nos aeroportos e para adoção de medidas para que fiquem estabelecidos padrões internacionais de operação”, pontua a advogada.

O leilão ocorreu em 12 estados e englobou cerca de 11% do mercado de aviação civil brasileiro, o equivalente a 24 milhões de viajantes por ano, segundo dados de 2019. De acordo com o Ministério da Infraestrutura, o ágio médio foi de 3.822%. Esse foi o segundo leilão de aeroportos realizado pelo atual governo. No anterior, em março de 2019, o governo arrecadou R$ 2,377 bilhões à vista com a transferência de 12 aeroportos para a iniciativa privada e um ágio médio de 986%. 

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09/04/2021 00:00h

O setor é um dos que mais sofreram nesta pandemia por causa de medidas como distanciamento social e lockdown

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A Câmara dos Deputados aprovou, nesta quarta-feira (7), a proposta que cria o Programa Emergencial de Retomada do Setor de Eventos (Perse). O setor sofreu perda de receita em 2020 por conta da pandemia de Covid-19 e o projeto (PL 5638/20) prevê, entre outras medidas, o parcelamento de débitos. 

O texto, de autoria do deputado Felipe Carreras (PSB-PE), foi aprovado com as mudanças feitas pelos senadores e segue para a sanção presencial. O autor acredita que o projeto dá esperança ao setor de eventos e vai ajudar os trabalhadores e profissionais da área da cultura.

Além do parcelamento de débitos, o texto também apresenta a prorrogação, para até 31 de dezembro deste ano, do Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda para as empresas do setor.

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25/03/2021 15:00h

Ministro da Economia avaliou que Brasil enfrentou duas guerras com as duas ondas da pandemia, em audiência pública com a Comissão Temporária da Covid-19 do Senado Federal

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O ministro da Economia, Paulo Guedes, participou de audiência pública no Senado Federal nesta quinta-feira (25). O diálogo faz parte das ações da Comissão Temporária da Covid-19, criada em fevereiro. Sabatinado sobre as estratégias econômicas na pandemia, Guedes comentou sobre o auxílio emergencial, o enfrentamento do governo ao vírus e outros temas. 

Nas falas iniciais o ministro criticou as políticas econômicas dos governos anteriores à gestão de Bolsonaro no que se refere à assistência social. 

“A melhor forma de erradicar a miséria é dar dinheiro para o pobre. Tivemos que ter uma pandemia para aprender que o dinheiro tem que ir para o pobre sem um intermediário. Os intermediários são essas aparelhagens políticas do país, que, ao invés de dar o dinheiro direto para quem precisa, o mesmo ia para as corporações, sindicatos, grupos políticos que se elegem”, afirmou.

Ainda sobre programas de assistência às camadas mais vulneráveis da população, Paulo Guedes disse que o Brasil pode fazer um trabalho muito importante no tema com a criação de um fundo de renda básica. 

“Imagina que tenhamos esse Fundo Brasil, separemos os ativos que dão retorno, os que vão ser vendidos, colocamos nesse Fundo Brasil e podemos fazer o seguinte: o que for mantido sob o estado, esses dividendos, uma parte disso, pode ir para ajudar no Renda Brasil, complementar, permitir um programa social mais robusto. Esses dividendos, vendas eventuais de empresas estatais, para que o povo sinta que as estatais são deles.”

Lockdown e medidas sanitárias

A Comissão Temporária da Covid-19 é composta por seis senadores titulares e seis senadores suplentes, que participaram da audiência com apontamentos e perguntas. O ministro foi questionado pelo senador, Wellington Fagundes (PL-MT), sobre a visão econômica da estratégia de lockdown, com fechamento de atividades não essenciais para conter o avanço do coronavírus. 

O parlamentar citou a carta pública de economistas, assinada por ex-ministros da Fazenda e ex-presidentes do Banco Central, por exemplo, que afirma que “é urgente que os diferentes níveis de governo estejam preparados para implementar um lockdown emergencial.”

Guedes foi breve na resposta. “O lockdown é para desacelerar a velocidade de contágio enquanto se acelera a velocidade de vacina”, disse. Representantes do governo federal também não comentaram sobre a possibilidade do isolamento social na tarde de ontem (24), quando o presidente da República, Jair Bolsonaro, anunciou a criação de um comitê estratégico contra a pandemia. Bolsonaro, porém, garantiu que o Brasil se dedicará à vacinação em massa.

O ministro opinou que o país viveu “duas guerras” com as duas ondas de casos e óbitos em decorrência da Covid-19, mas pontuou que a economia começava a apresentar retornos positivos no fim de 2020, frustrados pelas novas cepas do vírus e evolução da transmissão. Para ele, o momento é de buscar vacinas para aumentar o ritmo de imunizações.

"Temos que vacinar em massa aceleradamente, nos próximos 30, 60 dias, vacinar com o setor privado, com o setor público. Se o setor privado der as vacinas para vacinar idosos, a gente pode dar isenção para as doações. Se os bilionários brasileiros quiserem ajudar, e querem ajudar, podem ter isenção para comprar vacinas e doar ao povo brasileiro.”

O senador Jean Paul Prates (PT-RN) levantou que as atitudes comportamentais de representantes do governo e a falta de adoção de medidas recomendadas pelos órgãos de saúde de todo o mundo, como o uso de máscara, prejudicaram o Brasil em diversos campos ao longo de 2020. Segundo o parlamentar, Guedes não pode avaliar o fim do ano passado como uma guerra vencida só observando possíveis retomadas econômicas. 

“As medidas sanitárias foram desrespeitadas, foram ridicularizadas, foram menosprezadas. Talvez não pelo ministro Paulo Guedes, que está reafirmando que tem juízo, mas por outros do governo com certeza, e com muita influência, inclusive do presidente da República. Quase como uma guerra ideológica. Só porque o petista usa máscara eu não vou usar máscara, porque fulano preconizou o isolamento social, eu vou dizer que não precisa. Tanto que o pessoal que fazia isso percebeu e parece mudar de hábitos.”

Educação 

Os problemas da educação do país com escolas fechadas também foram citados. Na avaliação de Guedes, o contexto atual do aprendizado no Brasil vive uma tragédia, mas há recursos disponíveis para o enfrentamento. 

“Não podemos perder esses jovens que estão em casa, os mais frágeis sem equipamentos, em cômodos com seis, sete pessoas confinadas, sem conseguir ter aulas a distância. O ideal era vacinar os professores. Não podemos perder essa geração de crianças com um, dois, três anos sem aulas. Recursos não faltam”, comentou. A audiência teve início às 10h e foi finalizada às 12h25. 
 

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18/03/2021 00:00h

Programa de Retomada Fiscal, da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN), abre possibilidade de descontos, entrada facilitada e prazo ampliado para pagamento de dívidas

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Os débitos em Dívidas da União já podem ser negociados, com benefícios. O Programa de Retomada Fiscal, da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN), abriu negociações dando possibilidade de descontos, entrada facilitada e prazo ampliado para pagamento.

Os contribuintes têm até 30 de setembro deste ano para participar do programa. É possível negociar débitos inscritos em Dívida Ativa da União até 31 de agosto de 2021, em todas as modalidades de transação disponíveis, que abrangem as dívidas do Simples Nacional, do Fundo de Assistência ao Trabalhador Rural (Funrural) e do Imposto Territorial Rural (ITR).

A quantidade de prestações permanece em até 60 meses para negociação de débitos previdenciários, devido ao texto constitucional. As propostas estão disponíveis no portal Regularize, na opção “Negociar Dívida”.

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09/03/2021 10:15h

Valor pode começar a ser pago ainda em março, com a aprovação da PEC Emergencial, que possibilita esses pagamentos sem ferir o teto de gastos

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O auxílio emergencial de 2021 terá valor médio de R$ 250 por pessoa. A afirmação é do ministro da Economia, Paulo Guedes, que disse ainda que as vacinas contra a Covid-19 e manter a economia em movimento são prioridades do governo neste momento. 

Segundo Guedes, o valor para mulher chefe de família monoparental deve ser de R$ 375. No caso de homem, a quantia é de R$ 175, enquanto para o casal será de R$ 250 por pessoa. 

Os pagamentos do auxílio podem começar ainda neste mês de março, após aprovação da PEC Emergencial, que possibilita esses pagamentos sem ferir o teto de gastos. O texto da Proposta de Emenda à Constituição que permite a volta do auxílio foi aprovado no Senado Federal e será votado na Câmara dos Deputados na próxima quarta-feira (10).

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03/03/2021 00:00h

A iniciativa reforça cuidados para assegurar a saúde da população e manter o equilíbrio financeiro dos pequenos negócios

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Com o objetivo de auxiliar as micro e pequenas empresas no processo de retomada da economia, o Sebrae lança a campanha #ContinueCuidando. A iniciativa pretende manter o equilíbrio financeiro desses empreendimentos, porém, garantindo a saúde da população, que sofre com os efeitos da Covid-19.

Em 2020, as MPEs foram responsáveis por manter o saldo positivo dos empregos no país, pois geraram mais de 290 mil novos postos de trabalho. No entanto, o gerente de Competitividade do Sebrae, César Rissete, reforça a necessidade de prevenção contra o coronavírus para uma retomada mais rápida das atividades econômicas.

“Esse processo de reabertura dos negócios se tornará cada vez mais sustentável na medida em que as pessoas consigam seguir os protocolos. Notamos que o empresário solicita para determinados clientes procedimentos, que não necessariamente são cumpridos”, destaca.

Entre os cuidados essenciais mencionados por Rissete estão o uso correto da máscara de proteção, a utilização do álcool em gel, a higienização das mãos com água e sabão, assim como manter o distanciamento adequado.

Um dos nichos da campanha se destina ao empresário, com orientações sobre como atuar em mercearias, bares e academias, por exemplo. A ideia foi elogiada por Yasmin Franklin, representante de uma empresa de Brasília que fabrica camisetas. Segundo ela, a companhia, inclusive, já adota medidas para evitar contágio pelo novo coronavírus.

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“Na nossa esteira de montagem utilizamos todos os EPIs necessários para evitar qualquer tipo de contaminação dos nossos produtos, e para que nossos clientes tenham a melhor experiência possível”, afirma.

Segundo pesquisa feita pelo Sebrae, 70% das empresas estão fazendo negócios pela internet. Além disso, o levantamento aponta que 52% dos empreendimentos buscaram empréstimo, enquanto 32% não possuem dívidas. Para mais detalhes sobre cada seguimento e a campanha #ContinueCuidando acesse: www.sebrae.com.br/cuidados.

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02/03/2021 11:40h

Programa de Retomada Fiscal foi reaberto pelo Ministério da Economia, permitindo a negociação de todos os débitos inscritos em dívida ativa da União

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O Ministério da Economia reabriu o Programa de Retomada Fiscal por meio de portaria publicada no Diário Oficial desta segunda-feira (1º). O programa permite a negociação de débitos com alongamento dos prazos de pagamento em até 145 meses e concessão de descontos de até 70%

A política contempla todos os débitos que vierem a ser inscritos em dívida ativa da União até 31 de agosto de 2021, e tem período de adesão de 15 de março até 30 de setembro, pelo portal Regularize. O objetivo da portaria é propiciar a retomada da atividade produtiva em meio à pandemia de Covid-19.

Podem participar do programa pessoas físicas, pessoas jurídicas e micro e pequenas empresas. A expectativa do governo federal é de alcançar, no mínimo, o resultado obtido com o programa de 2020, que negociou R$ 81 bilhões em dívidas, por meio de aproximadamente 270 mil acordos.

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02/03/2021 00:00h

Setor industrial gerou 1.523 postos novos com carteira assinada

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Nem mesmo uma das maiores crises sanitárias da história foi capaz de parar o ritmo de crescimento da economia de Campina Grande (PB). O município registrou um saldo positivo de 6.492 empregos formais em 2020, de acordo com o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério da Economia.

Parte significativa do resultado expressivo se deve ao desempenho do setor industrial, responsável por 1.532 contratações com carteira assinada ao longo do ano passado. Para Francisco Gadelha, presidente da Federação das Indústrias do Estado da Paraíba (FIEPB), o bom desempenho de Campina Grande está associado ao papel da indústria local, que é diversificada e concentra empresas de grande porte. 

“Respondemos por 23% do PIB e por 30% do emprego de Campina Grande. Então, ela [a indústria] é muito importante, além de ser o setor que mais contribui para a arrecadação do estado e para a União, bem como para a Previdência Social. De tal forma, que a indústria é extremamente importante para essa cidade desde o seu nascimento”, destaca. 

Arte: Brasil 61

Destaque regional

Na comparação com cidades nordestinas do mesmo porte, o município paraibano também se sobressai. Feira de Santana (BA), por exemplo, teve saldo de 316 empregos. Já Caruaru (PE) registrou 1.268 novos postos de trabalho. Quando comparada a outras cidades da Paraíba, Campina Grande se destaca ainda mais. 

A capital João Pessoa teve saldo negativo de contratações. Foram 3.350 empregos perdidos, situação que também ocorreu em Patos (- 659) e Cabedelo (- 184).

Moradora de Campina Grande, Sâmya Costa, 27 anos, sentia muita dificuldade para voltar ao mercado de trabalho, mesmo antes da pandemia. Em julho do ano passado, no entanto, surgiu a oportunidade de trabalhar como vendedora de telemarketing. Após um ano desempregada, agarrou a chance inesperada.

“Eu me senti muito feliz. Abençoada, sem dúvidas, porque o cenário não estava bom nem antes da pandemia, que dirá num contexto como esse. Eu fiquei muito feliz por ter voltado ao mercado durante esse período, de uma maneira que eu pudesse me resguardar”, conta. 

Segundo o Caged, o estado da Paraíba terminou o ano com saldo positivo de empregos com carteira assinada. Foram 5.152, ao todo. 

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17/02/2021 00:00h

Indicador alcançou 58,9 pontos, recorde desde o início da série histórica em 2014

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O desempenho da indústria de Mato Grosso do Sul encerrou o ano de 2020 com resultado histórico. De acordo com a Federação das Indústrias do Estado do Mato Grosso do Sul (Fiems), o Índice Geral de Desempenho Industrial (IGDI) em dezembro foi de 58,9 pontos.
 
Esse é o melhor resultado para o mês desde o início da série, em 2014. No ano de 2019, por exemplo, o resultado foi de 56,2 pontos. A média histórica, por sua vez, sempre esteve próxima dos 49 pontos, segundo a Federação.
 
Nos últimos oito meses, o indicador acumula alta de 20,4 pontos, o que sinaliza a retomada da atividade industrial no estado após o auge da crise econômica causada pela pandemia do novo coronavírus. O coordenador da Unidade de Economia, Estudos e Pesquisas da Fiems, Ezequiel Resende, destaca o resultado expressivo e as expectativas do setor a curto prazo.
 
“Os empresários industriais se mostraram satisfeitos com o desempenho apresentado em dezembro e para os próximos seis meses mantêm esse otimismo, esperando uma melhora das condições econômicas tanto para Mato Grosso do Sul quanto para o Brasil e, na esteira dessa melhoria, garantindo a realização de investimentos que foram projetados para esse período”, avaliou. 

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Destaques

O indicador reflete a percepção dos empresários sobre o desempenho apresentado pela atividade industrial. O levantamento analisou cinco variáveis (emprego, investimento, produção industrial, utilização da capacidade instalada e confiança).
 
Cerca de 78% das empresas apontaram crescimento ou estabilidade da produção em dezembro, número 7 pontos percentuais superior ao mesmo período em 2019. Já a utilização média da capacidade instalada aumentou de 71% para 74%. O mesmo ocorreu com a intenção de investimento, que saltou de 63 para 65,5 pontos, de acordo com a pesquisa. 
 
Um dos exemplos vem de Sérgio Capuci, que é dono de uma indústria no segmento de abate bovino em Mato Grosso do Sul. Ele afirma que está otimista com os negócios em 2021, o que pode culminar com expansão da produção e do quadro de funcionários na empresa.
 
“A gente vê que, normalizando com a chegada da vacina, sempre há expectativa de que tudo volte ao normal, embora a expectativa é de que os preços do boi e da carne continuem altos. A empresa tem planos de investimento e continua com esses planos mesmo com todas as dificuldades, de aumentar a estrutura física e as contratações”, projeta.

Arte: Brasil 61
 
Indicador

Criado pelo Radar Industrial da Fiems, o IGDI é calculado com base nas pesquisas de Confiança e de Sondagem Industrial. O indicador é composto por cinco variáveis, sendo que cada uma tem peso de 20% na composição final do resultado. 

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