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TERMO DE USO E PARCERIA

TERMO DE USO E PARCERIA

1º - A utilização gratuita e livre dos materiais produzidos pelo Brasil 61 só será permitida depois que este termo de parceria for aceito pelo usuário, prevendo as seguintes regras:

a) A utilização do material - na íntegra, ou em partes - só será permitida desde que as informações não sejam distorcidas, manipuladas ou alteradas.

b) Não é necessário a identificação do Brasil 61 na hora da replicação do conteúdo. Mas toda e qualquer veiculação de áudios produzidos pelo Brasil 61 prevê o cadastro no site, com a disponibilização de dados que serão utilizados para a organização do mailing desta empresa,

2º - OBRIGAÇÕES DO BRASIL 61

a) O Brasil 61 se compromete, a partir deste termo de uso, a produzir conteúdo particularizado diariamente, trazendo informações de dia-a-dia e bastidores do Planalto Central, além de outras temáticas de relevância do noticiário nacional. 

b) O acesso ao conteúdo jornalístico (na versão de leitura) é livre e gratuito, podendo ser replicado por qualquer usuário que acesse o site. O download do áudio para que seja utilizado na programação das rádios requer que o usuário realize o login no site do Brasil 61 - informando e-mail e senha cadastrados. 

3º - OBRIGAÇÕES DOS COMUNICADORES PARCEIROS

Não alterar o sentido dos materiais, ou distorcer fala de entrevistados ou mudar a conotação das mensagens dos materiais. 

ADENDOS IMPORTANTES SOBRE A PARCERIA

a) O Brasil 61 poderá distribuir conteúdo patrocinado com ou sem assinatura dos clientes patrocinadores do boletim e sem aviso prévio ao comunicador. 

b) As rádios parceiras não vão ter participação financeira sobre o faturamento do Brasil 61.

c) Os comunicadores podem patrocinar os conteúdos do Brasil 61, desde que não alterem o sentido e a conotação dos conteúdos oferecidos. Nesses casos, o Brasil 61 não terá participação nos lucros conquistados pelos veículos parceiros. 

Ao clicar em ACEITO, a emissora aqui cadastrada afirma concordar e estar ciente de todas as condições apresentadas neste Termo de Utilização de Conteúdo.

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 Última atualização: 24 de dezembro de 2020 

Retomada econômica

16/07/2021 12:25h

Prazo de adesão vai até o dia 26 de novembro

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Pessoas jurídicas ligadas ao setor de eventos podem aderir ao Programa Emergencial de Retomada do Setor, estabelecido pela Portaria 7.917/2021. O prazo de adesão vai até o dia 26 de novembro e a negociação deve ser feita no portal Regularize

Poderão ser negociados os débitos inscritos em dívida ativa da União até 5 de novembro de 2021. A negociação não abrange dívida ativa do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), mas, em breve, haverá uma modalidade de negociação para esses débitos.

SP: cidades turísticas recebem mais de R$ 75 milhões no primeiro semestre

Projeto de Lei busca aperfeiçoar benefícios tributários para melhores impactos econômico-sociais

Serão concedidos benefícios, por conta da situação econômica e da capacidade de pagamento do contribuinte, considerando o impacto da crise da Covid-19 na geração de resultados. O impacto na capacidade de geração de resultados é a redução da soma da receita bruta mensal entre março e dezembro de 2020 em relação à soma da receita bruta mensal do mesmo período de 2019. 

Os interessados devem prestar informações demonstrando os impactos financeiros sofridos e um passo a passo de como negociar, que está disponível para o contribuinte no portal Regularize.
 

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06/07/2021 03:00h

Estudo do Ipea divulgado recentemente mostra alta no desemprego de forma generalizada, com maiores taxas de desocupação em Pernambuco, Bahia, Sergipe, Alagoas e Rio de Janeiro, e números positivos no mercado somente em Roraima e Amapá

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Os impactos da pandemia da Covid-19 no mercado de trabalho continuam altos, mesmo com mais de um ano dos primeiros casos da doença no Brasil. É o que mostra um estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) divulgado recentemente, com dados do primeiro trimestre de 2021. O levantamento mostrou duas conclusões principais: a taxa de desemprego ficou 2,3 pontos percentuais acima do resultado do mesmo período de 2020 e o número de pessoas com idade para trabalhar que não buscaram emprego subiu 25%.  

“O estudo do Ipea mostra que, no primeiro trimestre de 2021, mesmo diante de uma aceleração da economia acima da projetada e de uma expansão da ocupação, o mercado de trabalho brasileiro segue duramente afetado pelos efeitos da pandemia do coronavírus, conjugando uma taxa de desocupação elevada e crescimento da subocupação e do desalento”, explica a economista Maria Andreia Lameiras, uma das autoras do estudo.

A especialista também destaca que o desemprego foi maior entre as mulheres, os trabalhadores mais jovens e aqueles de qualificação profissional mediana. Os detalhes mostram que a taxa de desocupação foi de 17,9% para o sexo feminino e 12,2% para a população do sexo masculino. Os mais jovens, de 18 a 24 anos, tiveram uma taxa de desemprego de 31%.

Quando analisadas as regiões do país, observa-se uma alta generalizada de desocupação, maior no Nordeste e no Sudeste. Enquanto a taxa de desocupação em todo o Brasil ficou em 15,1%, em março, essas regiões apresentaram taxas de 18,6% e 15,2%, respectivamente.

Estados

Todas as unidades da federação registraram aumento da desocupação em 2021, à exceção de Roraima e Amapá. Em números absolutos, as maiores taxas de desemprego no primeiro trimestre foram dos estados de Pernambuco (21,3%), Bahia (21,3%), Sergipe (20,9%), Alagoas (20%) e Rio de Janeiro (19,4%). 

Morador de Recife, Álvaro de Almeida é uma das pessoas que compõem os dados de desempregados em Pernambuco, região que lidera o índice negativo. Comerciante, ele perdeu o emprego em janeiro deste ano. “Durante 12 anos trabalhei com venda de veículos, da mesma marca, na mesma empresa. Eu tinha um cargo teoricamente estável dentro da empresa, conseguia ter um bom faturamento, conseguia ter uma boa renda e, de repente, a pandemia mudou tudo”, lamenta.

Ele relata ter observado quadros de melhoras e pioras no mercado de trabalho durante a crise sanitária enfrentada pelo Brasil, movimento semelhante às ondas de novos casos e óbitos em decorrência da Covid-19, mas que os hábitos de consumos dos brasileiros tiveram que mudar desde o começo deste período de pandemia.

“O poder de compra diminuiu. As pessoas estão dando mais prioridade às necessidades básicas. O carro virou um luxo. Você trocar o seu veículo virou um luxo”, diz. A área de atuação de Álvaro, o comércio, apresentou ainda uma variação de -11,7% de pessoas ocupadas com carteira assinada durante o primeiro trimestre deste ano.

No Dia do Trabalhador, desemprego bate recorde no Brasil

Número de pessoas desempregadas no Brasil subiu 3,4%, diz IBGE

Universidade Zumbi dos Palmares lança plataforma de e-commerce para estimular economia entre negros

Próximos meses

Apesar das estatísticas preocupantes, o estudo do Ipea mostra que há uma recuperação da ocupação pela frente, o que já vem ocorrendo de maneira mais intensa entre os empregados sem carteira e os trabalhadores por conta própria. O contingente deste grupo de trabalhadores informais registrou recuos menos expressivos no primeiro trimestre de 2021 do que no trimestre móvel encerrado em agosto de 2020.

A economista Maria Andreia aponta que, “para os próximos meses, as perspectivas são positivas”, sobretudo por conta do aumento do ritmo de vacinação contra a Covid-19. “Isso deve gerar um dinamismo adicional no setor de serviços, que é o grande contratador de mão de obra brasileira. No entanto, mesmo diante desse cenário da melhora do emprego, a taxa de desocupação deve continuar elevada, tendo em vista que boa parte dos trabalhadores que saíram do mercado de trabalho durante a pandemia deve retornar à procura de uma nova posição no mercado de trabalho”, avalia. 
 

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30/06/2021 17:40h

Índice atingiu 122,3 pontos. Fatores como a pandemia e provável crise energética contribuíram no aumento

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Em dados divulgados nesta quarta-feira (30) pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (FGV/Ibre), o Indicador de Incerteza da Economia (IIE-Br) registra aumento de 2,4 pontos em junho, atingindo 122,3 pontos. Com o resultado, o indicador está 7,2 pontos acima do nível de fevereiro de 2020, último mês antes da chegada da pandemia ao Brasil.

Segundo o Instituto, o crescimento se dá pelas incertezas com relação aos rumos da pandemia e às dificuldades enfrentadas nas campanhas de vacinação. Além disso, neste mês, a alta do Indicador de Incerteza em junho também foi afetada pela possibilidade de uma crise energética, o desenrolar da CPI da Covid-19 e da reforma tributária no Congresso.

Auxílio emergencial: pagamento da terceira parcela encerra nesta quarta-feira (30)

Dívida Pública Federal sobe em maio e chega a R$ 5,17 trilhões

Por outro lado, o componente de Expectativa recuou 7,7 pontos, ficando em 115,7 pontos. Essa foi a primeira vez que o índice retornou ao nível pré-pandemia, sendo o menor desde janeiro de 2020. Entre as variáveis que contribuíram na construção do componente de expectativa, está a previsão dos juros Selic.

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23/06/2021 10:15h

Segundo o comitê, persistência inflacionária ajudou no aumento da taxa básica de juros Selic

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O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) informou nesta terça-feira (22) que a persistência da pressão inflacionária maior que a esperada foi levada em consideração para o aumento de 0,75 ponto percentual na taxa básica de juros Selic. Apesar da persistência da inflação, o Copom aponta uma melhora na economia do País. Na última quarta-feira (16), o Copom elevou a Selic de 3,5% para 4,25% ao ano.

Para a trajetória de juros, o Copom prevê uma elevação de 6,25% ao ano em 2021 e para 6,5% ao ano em 2022. Em agosto de 2020, influenciada pela contração econômica gerada pela pandemia de Covid-19, a Selic atingiu o menor nível da série histórica desde 1986, alcançando apenas 2% ao ano. Desde então, a taxa passa por um ciclo de alta.

Arrecadação aumenta em 25 estados e no Distrito Federal, aponta Tesouro

Banco Central eleva de 4,85% para 5% a expansão do PIB para 2021

A Selic é o principal instrumento do Banco Central para manter a inflação oficial sob controle. A taxa básica de juros é usada nas negociações de títulos públicos no Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic) e serve de referência para as demais taxas de juros da economia.

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08/06/2021 03:00h

Valor foi o dobro em relação ao mesmo mês em 2020. Setor destaque foi o de serviços

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O estado do Ceará apresentou resultados positivos na abertura de empresas no último mês de maio. Segundo dados levantados pela Junta Comercial do Estado do Ceará (Jucec), 8.455 novas empresas abriram no estado. O valor foi mais que o dobro em comparação ao mesmo mês em 2020, que teve 4.182. A diferença entre os dois períodos é de 102% a mais no registro de empresas.

Segundo Carolina Monteiro, presidente da Jucec, esses números se devem à reabertura gradual da economia que está sendo feita pelo governo do Ceará e o aumento de pessoas vacinadas contra a Covid-19 no estado. Ela enfatiza ainda que a tendência dos números em 2021 cresceram cada vez mais.

Cidade do Crato (CE) terá consulta pública sobre concessão de serviço de esgotamento sanitário

Pandemia, eleições, educação: gestores enfrentaram inúmeros desafios à frente dos municípios no último ano

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O levantamento mostra também que o setor de maior destaque de abertura foi o de serviços, com 4.500 novos negócios. Logo em seguida vem o de comércio com 3.086, e o de indústria com 869. Apesar disso, o mês de maio de 2021 também apresentou mais empresas fechadas em relação ao ano anterior, porém, mesmo assim, o saldo positivo supera o negativo.

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21/05/2021 11:00h

Mês encerrou em 49,6 pontos, próximo do planejado. No ano passado, setor havia tido índices críticos

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O estoque das indústrias registrou recuperação em abril e voltou a ficar próximo do planejado, reduzindo a escassez de matéria-prima. O índice de estoques encerrou abril em 49,6 pontos, próximo da linha divisória de 50 pontos. O dado consta na pesquisa Sondagem Industrial, divulgada nesta quinta-feira (20) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).

A recuperação veio após o índice atingir nível crítico no segundo semestre do ano passado, onde estava abaixo dos 50 pontos desde maio de 2020. Os menores níveis foram atingidos em setembro e outubro, quando ficou em 43,4 pontos e 43,3 pontos, respectivamente. Segundo a CNI, a redução do estoque das indústrias causou impacto no fornecimento de insumos e de matérias- primas ao longo dos últimos meses, elevando preços e prejudicando o setor.

Confiança da indústria aumenta 4,8 pontos em maio

Vendas de motos têm alta de 52% em abril

Produtividade na indústria cai 2,5% no primeiro trimestre do ano

Já o índice de produção industrial voltou a cair em abril após ter apresentado recuperação em março, fechando o mês passado em 46 pontos. Apesar disso, a pesquisa mostra que o número de empregados se manteve nos 50 pontos divisórios.

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20/05/2021 03:00h

Dados da Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais (Cfem) mostram que os municípios que mais arrecadam têm mais admissões do que demissões em plena pandemia

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A crise econômica causada pela pandemia deixou o saldo entre admissões e demissões negativo nos meses mais críticos de 2020, com mais desligamentos do que contratações, e os números foram se estabilizando nos últimos 12 meses, chegando agora a uma média nacional positiva, embora baixa, de 2,13%. Porém, há um setor que vem se destacando, aumentando o orçamento dos municípios e gerando empregos de forma exponencial. 
 
A exploração mineral faz com que os municípios com destaque na área cheguem a alcançar até 31,2% a mais de variação positiva de empregos do que a média do Brasil. Essa é a conclusão do cruzamento de dados da Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais (Cfem) e do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). 
 
A Cfem é uma compensação financeira paga pelas empresas mineradoras à União, às unidades da federação e aos municípios pela utilização econômica dos recursos minerais. Segundo a Agência Nacional de Mineração (ANM), um dos municípios com maior arrecadação dessa contrapartida é Canaã dos Carajás, no Pará. Números do Caged dos últimos 12 meses mostram que essa região tem variação positiva de 33,44% nos empregos, com 4 mil admissões a mais do que demissões, no universo de 38 mil habitantes.
 
Nos quatro primeiros meses deste ano, o Brasil arrecadou cerca de R$ 2,8 bilhões de Cfem, representando um crescimento de quase 106% quando comparado com o mesmo período do ano passado, segundo dados da Associação dos Municípios Mineradores de Minas Gerais e do Brasil (Amig). 
 
Waldir Salvador, consultor de Relações Institucionais da Amig, detalha a compensação. “A Cfem é uma receita patrimonial da União. Não são os municípios que arrecadam royalties do minério, o Brasil arrecada e divide para os municípios, 60% são para os municípios produtores. A partir de 2018, houve uma divisão de forma que 15% foram para os municípios que contribuem para a atividade dar certo sem serem produtores, 15% dos Estados e 10% para a Federação.”
 
Ou seja, mesmo aqueles municípios que não são produtores, mas são atravessados por ferrovias por onde são transportados os minerais retirados do solo, por exemplo, se caracterizam como afetados pela atividade e recebem uma porcentagem por essa atuação de mineração. 

Nível municipal

Em 2021, de janeiro a abril, os 10 maiores arrecadadores da Cfem somam R$ 2,1 bilhões, ou seja, mais de 75% do total arrecadado pelo país neste período, mostrando uma concentração dos valores. O estado do Pará, por exemplo, soma 48% de toda compensação que o Brasil arrecadou no primeiro quadrimestre. 
 
“O Brasil tem uma diversidade mineral muito grande, mas há uma grande concentração da exploração de poucos municípios. Quando a gente fala de municípios mineradores, você está falando de agregados de construção civil, areia, brita, que é gnaisse, quartzito. Se você falar de rochas ornamentais: granitos, mármores, ardósias, acabamentos, água mineral, que é minério, manganês, ouro, cobre, tudo isso”, analisa Waldir Salvador.
 
Os dez maiores arrecadadores deste ano no Brasil são os municípios de Parauapebas (PA), Canaã dos Carajás (PA), Conceição do Mato Dentro (MG), Itabirito (MG), Congonhas (MG), Itabira (MG), Nova Lima (MG), Mariana (MG), Belo Vale (MG) e São Gonçalo do Rio Abaixo (MG). 
 
Somente Parauapebas recebeu, dentro da cota-parte do município de 60%, R$ 421,3 milhões nos primeiros quatro meses do ano. Os bons resultados econômicos também impactam na geração de empregos. Nos últimos 12 meses, a região teve 37.055 admissões e 27.418 demissões, ou seja, está com um saldo positivo de 9.637 postos de trabalho, representando uma variação de 20,72%.

Valorização

O consultor de Relações Institucionais da Amig levanta que há um constante crescimento por demandas minerais pelos países asiáticos, o que vem dando maior valor à produção nacional. “Está havendo uma valorização muito grande nas commodities minerais pelo mundo. Os países que conseguiram passar pela pandemia com mais inteligência do que o Brasil, com mais brevidade, com melhor gerenciamento da pandemia, já estão saindo da crise. E, coincidentemente, o país que tem maior apetite para as commodities minerais brasileiras é a China, que já está na sua fase de retomada”, diz Waldir. 
 
Ele sintetiza que está ocorrendo a máxima da oferta e procura. “O apetite muito grande para a compra valorizou muito a commodity. Para você ter ideia, o minério de ferro bateu agora, no mês de maio, US$ 200 dólares a tonelada”, exemplifica. E, embora a automatização de serviços tenha diminuído alguns postos de trabalho, para cada emprego direto na atividade da mineração, há cerca de dez indiretos. “Por isso, algumas cidades vivem quase em uma situação de pleno emprego.”

Emprego

Um dos exemplos de como a mineração aquece a economia e o mercado de trabalho vem de Nova Lima (MG), que entrou na lista dos 10 municípios com maior arrecadação da Cfem no primeiro quadrimestre de 2021. Com 22.972 admissões e 21.185 demissões nos últimos 12 meses de crise pela pandemia, a região encara um saldo positivo no mercado de trabalho, na contramão de outras cidades brasileiras.
 
Os resultados são comemorados pelo prefeito João Marcelo Dieguez. “A alta arrecadação da Cefem, que representa 19% da nossa arrecadação total, propicia um investimento considerável, especialmente em mobilidade urbana e na melhor integração da cidade”, conta. João também cita investimentos em obras pelo município, como a duplicação da MG-030, e afirma que, com essas melhorias, investimentos são atraídos. 
 
“É fundamental, ainda, aproveitarmos esse bom momento da mineração para investirmos em políticas públicas, projetos e programas que busquem a nossa diversificação econômica. Precisamos aproveitar os recursos que entram hoje para pensar no amanhã”, reflete. 
 
Os cinco tipos de substâncias minerais que mais renderam compensações financeiras pela exploração no país nestes primeiros meses do ano foram os minérios de ferro, ouro, cobre e alumínio, além da água mineral, respectivamente.

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18/05/2021 18:00h

Projeção para 2022 até 2025 é de 2,5%. Expectativa é que avanço da vacinação no País volte a acelerar as atividades econômicas

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Segundo dados do Boletim Macrofiscal de Maio, divulgado pelo Ministério da Economia nesta terça-feira (18), a projeção de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) para 2021 aumentou de 3,2% para 3,5%, ficando em R$ 8,42 trilhões. Além disso, os números também mostram a previsão de inflação pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) para este ano de 5,05%.

A projeção do PIB, que representa a soma de todas as riquezas produzidas no país, para 2022 até 2025 é de 2,5%. De acordo com o boletim, o aumento da estimativa do PIB deste ano se deve a uma melhora da expectativa do resultado econômico do primeiro trimestre de 2021. Além disso, há também uma expectativa para a aceleração e retomada das atividades econômicas para o segundo semestre deste ano devido ao avanço da vacinação contra a Covid-19.

Mercado financeiro eleva projeção de crescimento da economia

Selic deve fechar o ano em 5,50%, de acordo com o mercado financeiro

Ainda segundo a publicação, diferentes setores da economia registraram alta performance, como o setor de serviços, que tem apresentado recuperação em 2021, e a produção agrícola, que espera obter um novo recorde na safra de grãos.

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13/05/2021 09:55h

Auxílio emergencial havia sido depositado nas contas poupança digitais em 27 de abril, mas só podia ser movimentado por meio do aplicativo Caixa Tem

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A primeira parcela do auxílio emergencial de 2021 já pode ser sacada por nascidos em outubro. A partir desta quinta-feira (13), trabalhadores informais e inscritos no CadÚnico podem retirar o valor do benefício, que havia sido depositado em 27 de abril, mas até então só podia ser movimentado por meio do aplicativo Caixa Tem. 

Nos dias 14 e 17 de maio, respectivamente, será a vez dos nascidos em novembro e dezembro sacarem o auxílio. O calendário de saques começou em 30 de abril, com o benefício para nascidos em janeiro. 

Quem não quiser sacar a quantia ainda pode fazer movimentações pelo Caixa Tem. O aplicativo permite o pagamento de contas domésticas, como água, luz, telefone e gás, de boletos, compras em lojas virtuais ou compras com QR Code em maquininhas de estabelecimentos parceiros.

Em caso de dúvidas, a Caixa disponibiliza a central telefônica de número 111, que funciona de segunda a domingo, das 7h às 22h, e o site auxilio.caixa.gov.br. Nesta nova rodada de pagamentos do auxílio emergencial, serão pagas parcelas de R$ 150 a R$ 375, dependendo do perfil das famílias, durante quatro meses. 

Calendário Auxílio Emergencial 2021:

Confira as datas para saques do Auxílio Emergencial dos trabalhadores informais

Nascidos em: Ciclo 1 | Ciclo 2 | Ciclo 3 | Ciclo 4

  • Janeiro: 30/04 | 08/06 | 13/07 | 13/08
  • Fevereiro: 03/05 | 10/06 | 15/07 | 17/08
  • Março: 04/05 | 15/06 | 16/07 | 19/08
  • Abril: 05/05 | 17/06 | 20/07 | 23/08
  • Maio: 06/05 | 18/06 | 22/07 | 25/08
  • Junho: 07/05 | 22/06 | 27/07 | 27/08
  • Julho: 10/05 | 24/06 | 29/07 | 30/08
  • Agosto: 11/05 | 29/06 | 30/07 | 01/09
  • Setembro: 12/05 | 01/07 | 04/08 | 03/09
  • Outubro: 13/05 | 02/07 | 06/08 | 06/09
  • Novembro: 14/05 | 05/07 | 10/08 | 08/09
  • Dezembro: 17/05 | 08/07 | 12/08 | 10/09

Como sacar o Auxílio Emergencial 2021?

  • Faça o login no aplicativo CAIXA Tem
  • Selecione a opção “saque sem cartão” e “gerar código de saque”
  • Insira a senha para visualizar o código de saque
  • O código deve ser utilizado para saque em dinheiro nas agências, nas unidades lotéricas ou nos correspondentes CAIXA Aqui

Mas atenção: o código gerado tem validade de apenas uma hora.

A central telefônica 111 da CAIXA funciona de segunda a domingo, das 7h às 22h, e está pronta para atender os beneficiários do Auxílio Emergencial. Além disso, o banco também disponibiliza o site auxilio.caixa.gov.br.

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30/04/2021 04:30h

Foram gerados 184 mil empregos formais no mês, resultado de um número de contratações acima das demissões

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O Brasil fechou o mês de março com mais contratações do que demissões. Foram gerados 184.140 postos de trabalho, número que é resultado de 1.608.007 admissões e 1.423.867 desligamentos de empregos com carteira assinada. 

Os dados foram divulgados pela pesquisa Estatísticas Mensais do Emprego Formal, do Ministério da Economia. A pasta comemorou os resultados com a avaliação de que o desemprego causado pela pandemia da Covid-19 começa a ser combatido com o auxílio da vacinação contra a doença.

“Ao contrário da primeira onda [da pandemia de covid-19] que nos atingiu no ano passado e destruiu 276 mil empregos em março, a nossa reação à segunda onda, agora, foi a criação de 184 mil novos empregos no setor formal”, afirmou o ministro Paulo Guedes.

O saldo positivo no nível de emprego foi verificado em cinco grupamentos de atividades econômicas: serviços, indústria geral, construção, comércio e agricultura. Em relação aos estados, porém, três regiões tiveram saldo negativo: Alagoas, Pernambuco e Ceará.

Em todo o ano de 2021, o saldo é de 837.074 empregos registrados, fruto de 4.940.568 admissões e de 4.103.494 desligamentos no primeiro trimestre.

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