Casa Verde e Amarela

08/07/2022 19:15h

Além do reajuste do limite de renda dos grupos 2 e 3 e de aumento no subsídio, o conselho admitiu a redução temporária da taxa de juros do Programa Pró-Cotista

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O Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (CCFGTS) aprovou, nesta quinta-feira (13), o reajuste do limite de renda para o Grupo 2 do Programa Casa Verde e Amarela, de atuais R$ 4 mil para R$ 4,4 mil, e do Grupo 3, de R$ 7 mil para R$ 8 mil. Em março deste ano, o Grupo 1 já havia sido reajustado de R$ 2 mil para 2,4 mil. 

Com a medida, as taxas de juros para as famílias reenquadradas no Grupo 2 serão reduzidas em até 1,16% ao ano e as prestações mensais, em até 11%. 

Além disso, o Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR) promoverá um novo aumento de subsídio, que beneficiará as famílias dos Grupos 1 e 2, ou seja, com renda até R$ 4,4 mil. Esse subsídio pode chegar a até R$ 47,5 mil, a depender da região, renda familiar e tamanho da população do município.

“Uma família que tem renda de R$ 1,8 mil e mora em Macapá, no Amapá, por exemplo, pode comprar um imóvel de até R$ 209 mil, e ela vai financiar esse valor menos os R$ 47,5 mil, que é o subsídio que vai receber”, explicou o ministro do Desenvolvimento Regional, Daniel Ferreira. “Isso dá mais capacidade de pagamento e faz com que pessoas que não estavam conseguindo acessar o crédito comecem a acessar”, completou.

O reajuste do limite de rendas, somado ao aumento do subsídio a ser promovido pelo MDR, integram um pacote de normas que vêm sendo implementadas no Programa Casa Verde Amarela. Em março, o CCFGTS aprovou novos ajustes na metodologia de cálculo do subsídio, que foram implementadas no mês seguinte e representaram novos acréscimos no benefício concedido.

Em maio, o valor do subsídio para famílias de baixa renda financiarem imóveis por meio do programa teve um acréscimo de 12,5% a 21,4%, variando conforme a região, renda familiar e o tamanho da população do município.

Além das medidas já estabelecidas, o MDR quer ampliar o prazo de financiamento do FGTS de 30 para 35 anos. A mudança deve ser implementada com a aprovação da Medida Provisória 1.107/2022, que tramita no Congresso Nacional.

Baixa nos juros aos cotistas do fundo

As famílias mutuárias de financiamentos habitacionais com recursos do fundo no programa Pró-Cotista terão uma redução temporária da taxa de juros até 31 de dezembro de 2022. A medida diminui em um ponto percentual a taxa para imóveis com valor até R$ 350 mil, que passa de 8,66% para 7,66% ao ano, e em meio ponto percentual para imóveis com valor superior a R$ 350 mil, que passa de 8,66% para 8,16% ao ano.

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01/07/2022 12:36h

Residenciais Morada da Colina I e II vão beneficiar cerca de 800 pessoas com a casa própria

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Duzentas famílias de baixa renda da cidade de Monte Alegre de Minas (MG) receberam moradias nessa quinta-feira (30). Os residenciais Morada da Colina I e II vão beneficiar cerca de 800 pessoas com a casa própria.

A diretora de Produção Habitacional do Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR), Teresa Maria Schievano Paulino, participou da cerimônia de inauguração. Ela destacou que os imóveis são localizados próximos a uma escola e unidades de saúde.

Os empreendimentos integram o Programa Casa Verde e Amarela e receberam R$ 14 milhões em investimentos. Como contrapartida do município, o residencial recebeu isenção de tributação.

O Morada da Colina I e II é composto por dois módulos, ambos com 100 unidades de 45,88m². Conta com infraestrutura completa, com drenagem, esgoto, água, pavimentação, energia elétrica, iluminação pública e transporte público nas proximidades.

Fonte: MDR

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30/06/2022 17:46h

Residencial Jardim Canguru recebeu R$ 29 milhões em investimentos e vai beneficiar cerca de 1,2 mil pessoas com a casa própria

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O Governo Federal, por meio do Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR), entregou, nesta quinta-feira (30), 300 moradias a famílias de baixa renda da cidade de Campo Grande, em Mato Grosso do Sul. O presidente da República, Jair Bolsonaro, e o ministro Daniel Ferreira participaram da cerimônia de inauguração do Residencial Jardim Canguru, que vai beneficiar 1,2 mil pessoas com a casa própria.

“A gente sente no olhar dessas pessoas, em qualquer lugar do Brasil, quando se entrega uma chave, um olhar de felicidade. Este momento não tem preço”, afirmou o presidente Jair Bolsonaro.

O ministro Daniel Ferreira também destacou a importância da moradia própria para o cidadão. “Isso daqui não é só tijolo, não é cal, não é só cimento. Isso daqui são 1,2 mil sonhos, dignidade e cidadania para quem precisa", destacou.

O Residencial Jardim Canguru integra o Programa Casa Verde e Amarela e contou com investimento total de R$ 29 milhões, sendo R$ 24 milhões do Governo Federal, por meio do Fundo de Arrendamento Residencial (FAR), e R$ 5 milhões em contrapartida do estado. Além disso, houve doação do terreno pelo município.

Ansiosa para receber as chaves da casa nova, a beneficiária Sueli de Oliveira Roberto passou a noite em claro. “A expectativa de mudar é grande, para a gente ficar no nosso cantinho”, comentou. Ela e o marido, Elidionor Gomes da Silva, comemoraram o fato de não ter mais que pagar o aluguel. “Moramos de aluguel por três anos. Poderemos usar o dinheiro do aluguel com as crianças. Vai ser um dinheiro nosso e não mais algo para gastar com os outros”, completou.

A também beneficiária Rackel de Oliveira Ferreira celebrou o fato de a nova moradia contar com infraestrutura completa nas proximidades. Ela é mãe de um jovem com microcefalia e de duas crianças com transtorno opositivo desafiador (TOD). “Foi bem emocionante saber que não dependeríamos mais de aluguel. Aqui vai ser mais próximo da escola que tem atendimento especial e do posto de saúde que atende as crianças”, contou.

O conjunto habitacional conta com cinco blocos de quatro andares, com quatro apartamentos por pavimento, além de infraestrutura completa, com drenagem, esgoto, água, pavimentação, energia elétrica, iluminação pública e transporte público. Nas proximidades, há creches, escolas, postos de saúde e de segurança.

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24/06/2022 16:00h

Residenciais Canaã I e II receberam R$ 81,5 milhões em investimentos e vão beneficiar cerca de 3,8 mil pessoas com a casa própria

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O Governo Federal, por meio do Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR), entregou, nesta sexta-feira (24), 960 moradias a famílias de baixa renda da cidade de João Pessoa, na Paraíba. O presidente Jair Bolsonaro e o ministro Daniel Ferreira participaram da cerimônia de inauguração dos Residenciais Canaã I e II, que vão beneficiar cerca de 3,8 mil pessoas com a casa própria.

Os empreendimentos integram o Programa Casa Verde e Amarela e contaram com investimentos totais de R$ 81,5 milhões, sendo R$ 75,2 milhões do Governo Federal, por meio do Fundo de Arrendamento Residencial (FAR), e R$ 6,3 milhões de contrapartida do governo do estado. Cada conjunto habitacional conta com 480 unidades.

Durante a cerimônia, o presidente Jair Bolsonaro reforçou a importância de concluir as obras iniciadas “É fácil começar uma obra, difícil é concluí-la. A transposição do rio São Francisco é um exemplo disso. A água passou a ser uma realidade no Nordeste brasileiro”, observou.

Já o ministro Daniel Ferreira ressaltou que a entrega das moradias representa a realização um sonho para muitas pessoas. “Receber a casa própria é o sonho dessas pessoas, trabalhadores, que sabem que, agora, no fim do dia, terão um lugar para educar os filhos, para viver com dignidade”, destacou. “Faremos todo o esforço necessário para finalizar as obras em andamento e retomar as que ainda estão paralisadas”, completou.

A dona de casa Rosangela Pedro da Costa, 30 anos, é uma das que foi contemplada com as chaves da casa própria. Mãe de uma menina de sete anos e de um bebê de dois meses, ela comemorou o fato de finalmente parar de pagar aluguel. “Esperei quase oito anos para isso. Nunca tive uma casa própria. Hoje posso dizer que sou uma mulher realizada, pois vou ter meu cantinho para cuidar dos meus filhos", disse.

A também dona de casa Serley Silva Soares, 40 anos, foi outra a comemorar o fato de não precisar mais pagar aluguel. "Já estou pronta para devolver a casa em que moro para o dono. Quero muito ir para o meu lar. Não vejo a hora de colocar móveis, um quadro na parede e nunca mais tirar do lugar, nunca mais fazer mudanças. É um grande sonho", comentou.

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23/06/2022 17:30h

Residenciais São Raimundo I e II receberam R$ 40,6 milhões em investimentos federais e vão beneficiar cerca de 2 mil pessoas com a casa própria

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O Governo Federal, por meio do Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR), entregou, nesta quinta-feira (23), as chaves de 496 moradias a famílias de baixa renda da cidade de Governador Valadares, em Minas Gerais. O ministro Daniel Ferreira participou da cerimônia de inauguração dos residenciais São Raimundo I e II, que vão beneficiar cerca de 2 mil pessoas com a casa própria.

“Quando estamos em Brasília, nós pensamos em cimento, tijolo, construção e emprego. Mas aqui não é só isso. Aqui, essas moradias são o sonho de duas mil pessoas, dignidade e cidadania”, destacou o ministro Daniel Ferreira.

Os empreendimentos integram o Programa Casa Verde e Amarela e receberam R$ 40,6 milhões em investimentos federais, por meio do Fundo de Arrendamento Residencial (FAR).

Uma das beneficiárias com a nova moradia, a dona de casa Maria Aparecida Chagas, 57 anos, teve mais de um motivo para comemorar na cerimônia de entrega da casa própria. "Essa data é muito importante para mim, também é o aniversário da minha primeira neta, Letícia, que completa 23 anos", contou.

A autônoma Drielle Vidal, 27 anos, também foi contempladas. Mãe de quatro filhos, ela celebrou o fato de poder morar em um local com uma boa infraestrutura. “É uma grande satisfação ter uma casa própria e poder criar meus filhos em um lugar estável, bom, seguro. Estou muito feliz”.

O conjunto habitacional conta com 31 blocos de 4 andares e 4 apartamentos por pavimento, divididos entre térreo e três andares. O condomínio conta com infraestrutura completa, com drenagem, esgoto, água, pavimentação, energia elétrica, iluminação pública e transporte público. Nas proximidades, há dois postos de saúde, três de segurança, seis escolas e três creches.

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Desenvolvimento Regional
15/06/2022 20:05h

Os protótipos serão construídos em nove estados brasileiros e os imóveis serão destinados a famílias de baixa renda

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O Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR) divulgou, nesta quarta-feira (15), o resultado final do processo seletivo destinado à implementação de projetos modelo de conjuntos habitacionais, destinados a famílias com renda bruta mensal de até R$ 2,4 mil. O resultado foi publicado no Diário Oficial de União (DOU).

Ao todo, foram selecionados 13 municípios: Porto Nacional, em Tocantins; Barra de São Miguel, em Alagoas; Salvador, na Bahia; João Pessoa, na Paraíba; Caicó, no Rio Grande do Norte; Campo Grande, Ivinhema e Ponta Porã, no Mato Grosso do Sul; Jaguariúna e São Vicente, em São Paulo; Primeiro de Maio, no Paraná; e Porto Alegre e Sarandi, no Rio Grande do Sul.

Contratados com recursos do Fundo de Arrendamento Residencial (FAR), os protótipos devem adotar aprimoramento e inovações, que vão vão desde a localização – inserida na região urbana da cidade – até as etapas de execução de obra e de ações de desenvolvimento socioterritorial, que serão praticadas junto às famílias beneficiárias.

Os empreendimentos habitacionais deverão ter até 200 unidades, que serão implementados em áreas mais bem inseridas na cidade, próximas a comércios, serviços e equipamentos comunitários. Além disso, está prevista a indicação antecipadas das famílias beneficiárias, que poderão acompanhar e fiscalizar o andamento das obras.

Seleção

O Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR) realizou a seleção por meio de abertura de cadastro de propostas dos municípios interessados em construir os residenciais protótipos. Ao todo, foram habilitadas 34 propostas de 25 municípios de 12 estados do País.

Após a inscrição, as propostas foram avaliadas pela Secretaria Nacional de Habitação do MDR, com base na análise dos atributos declarados pelos entes públicos locais, como a facilidade de acesso a equipamentos educacionais e à infraestrutura urbana já instalada, entre outros. A fase seguinte é a de habilitação.

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14/06/2022 11:11h

Em evento da Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias, ministro Daniel Ferreira apresentou novidades como o aumento no valor do subsidio para baixa renda e o projeto-piloto de locação social

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O Governo Federal apresentou, nesta segunda-feira (13), medidas tomadas para aprimorar o Programa Casa Verde e Amarela e ampliar o acesso da população à moradia digna. O tema foi abordado pelo ministro do Desenvolvimento Regional, Daniel Ferreira, e pelo secretário nacional de Habitação, Alfredo dos Santos, durante encontro promovido pela Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc), em São Paulo (SP).

Entre as novidades apresentadas pelo ministro está o aumento, até 31 de dezembro deste ano, no valor do subsídio para famílias de baixa renda financiarem imóveis por meio do Programa Casa Verde e Amarela. O acréscimo será de 12,5% a 21,4%, variando conforme a região, renda familiar e o tamanho da população do município. Essa foi a segunda ampliação do volume de subsídio - a primeira ocorreu em setembro do ano passado.

De acordo com o ministro, essas revisões foram essenciais para manter o bom número de unidades habitacionais contratadas por meio do Casa Verde e Amarela. Até maio deste ano, foram 136.660 unidades contratadas por pessoas físicas. Nos últimos três anos, o primeiro quadrimestre de 2022 só é menor do que no ano passado, quando foram contratadas cerca de 150 mil moradias. "Essa medida tem surtido efeito e acreditamos que, nos próximos meses, teremos resultados ainda melhores”, destacou o ministro Daniel Ferreira.

Outros temas abordados pelo ministro foram o programa-piloto voltado à locação social e a seleção de protótipos de moradias de interesse social, que serão produzidos com recursos do Fundo de Arrendamento Residencial (FAR).

Além disso, Daniel Ferreira falou sobre sobre outras mudanças em estudo para o Programa Casa Verde e Amarela, como a ampliação do limite do grupo 2 de atuais R$ 4 mil para R$ 4,4 mil, e do grupo 3, de R$ 7 mil para R$ 7,7 mil, carência de seis meses para o início do pagamento do financiamento imobiliário e ampliação do prazo de financiamento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) de 30 para 35 anos.

Programa Aproxima

Após a fala do ministro, o secretário Alfredo dos Santos apresentou aos participantes o recém-lançado Programa Aproxima, que vai oferecer a famílias de baixa renda a oportunidade de ter acesso à moradia por meio de imóveis públicos federais desocupados em áreas urbanas com infraestrutura ampla. O Governo Federal lançou chamada pública para que os municípios e o Distrito Federal indiquem imóveis federais desocupados que possam servir a esse propósito.

Além da habitação social, o novo programa vai possibilitar, em um mesmo empreendimento, a realização de projetos que promovam o seu uso econômico. “A empresa pode receber, para o mesmo terreno, várias propostas. Uma pode ser para construir um hospital, outra para um shopping, por exemplo. Dadas as características dos terrenos, entendemos que possam surgir alternativas muito interessantes. O uso da unidade que for disponibilizada vai ser definida em comum acordo entre empresa e prefeitura”, explicou o secretário.

O vice-presidente de Relações Institucionais e Governamentais da Abrainc, Cícero Araújo, ficou satisfeito com o que ouviu no encontro. De acordo com ele, as medidas apresentadas mostram que o Governo vem atuando para contornar o momento de dificuldade econômica do País. “A expectativa que foi criada hoje é de que o MDR está ligado nas necessidades de medidas estruturantes e urgentes para o nosso país”, comentou.

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07/06/2022 21:06h

Iniciativa vai oferecer a famílias de baixa renda mais oportunidades de ter acesso à moradia por meio de imóveis públicos federais desocupados em áreas urbanas com infraestrutura ampla

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O Governo Federal, por meio dos ministérios do Desenvolvimento Regional (MDR) e da Economia (ME), lançou, nesta terça-feira (7), o Programa Aproxima, que integra as ações do Casa Verde Amarela. A iniciativa vai oferecer a famílias de baixa renda a oportunidade de ter acesso à moradia por meio de imóveis públicos federais desocupados em áreas urbanas com infraestrutura ampla.

O Programa Aproxima busca reduzir os custos do Governo Federal com a produção de moradias populares. Terrenos da União que não estejam sendo usados poderão ser oferecidos por meio de licitação realizada pelas prefeituras e pelo Distrito Federal, que também ficarão com a responsabilidade de selecionar e indicar as famílias beneficiárias.

Além da habitação social, o novo programa vai possibilitar, em um mesmo empreendimento, a realização de projetos que promovam o seu uso econômico, tais como a construção de shoppings, estacionamentos e estabelecimentos de prestação de serviços, fomentando a área ocupada.

“Este programa tem uma grande inovação, porque traz junto a iniciativa privada, que será a responsável por apresentar propostas de exploração das áreas públicas como contrapartida à disponibilização de unidades habitacionais”, destaca o secretário nacional de Habitação do MDR, Alfredo dos Santos. “Esperamos que a iniciativa privada perceba esse grande potencial e, com isso, possamos atender cada vez mais famílias que necessitam do acesso à moradia de interesse social”, completa.

Criado por meio de Portaria Interministerial, o Aproxima integra o Programa Casa Verde e Amarela e busca enfrentar um problema histórico no País, o déficit habitacional. A ação será destinada a famílias com renda bruta de até cinco salários mínimos, facilitando o acesso à moradia digna, aos locais de emprego e aos serviços urbanos.

Para o secretário de Desenvolvimento da Infraestrutura do ME, Alexandre Ywata, o Programa Aproxima é uma importante iniciativa do Governo Federal para dar uso útil ao patrimônio público representado pelos imóveis da União.

"Não tem sentido segurar imóveis bem localizados da União sem ocupação ou subutilizados nas cidades, enquanto elas crescem para os lados, aumentando os problemas de acesso à infraestrutura, saneamento, empregos, escolas etc. Ao colocar esses imóveis para o mercado desenvolver, oferecendo moradia social junto com outros usos, nós estamos ajudando não só as cidades a se desenvolverem, mas também reduzindo as desigualdades no espaço urbano. E melhor, sem usar o orçamento da União, pois o empreendedor privado irá usar o próprio empreendimento para se financiar", aponta Ywata.

As unidades habitacionais de interesse social produzidas nos empreendimentos contratados serão disponibilizadas de acordo com opções de destinação previstas pelo Programa Casa Verde Amarela.

"O mérito do Programa Aproxima é conseguir viabilizar a destinação de imóveis públicos da União para habitação de interesse social voltadas a famílias de baixa renda. Tudo isso sem ter o custo do orçamento geral da União. A vantagem do Aproxima é que ele não compete por orçamento com outros programas", explica o secretário-executivo do MDR, Helder Melillo.

Chamamento de municípios e Distrito Federal

Durante o lançamento, foi divulgada a portaria de chamamento aos municípios e ao Distrito Federal para indicação de terrenos federais a serem utilizados no Programa Aproxima. A solicitação deve seguir os critérios da Portaria Nº 3.723, de 27 de abril de 2022, e ser feita mediante preenchimento do formulário "Indicação de Imóvel para o Programa Aproxima", disponível neste link.

O requerimento leva até 90 dias corridos para ser analisado pela Secretaria do Patrimônio da União (SPU), que se manifestará por intermédio do seu site. A lista de imóveis também ficará disponível no portal.

Segundo a secretária de Coordenação e Governança do Patrimônio da União, Fabiana Rodopoulos, além de proporcionar o direito à moradia às famílias de baixa renda, o Programa Aproxima vai possibilitar um melhor aproveitamento do patrimônio imobiliário da União. “Vai garantir o cumprimento da função social da propriedade no direcionamento de imóveis para essa nova política habitacional em áreas urbanas bem localizadas, com infraestrutura instalada, de forma a otimizar e racionalizar custos, além de promover o desenvolvimento urbano mais sustentável nas cidades brasileiras”, destaca.

“O Governo Federal conta com a participação dos municípios na indicação de imóveis que possam fazer parte do Programa para promoção, não somente de construção de moradia, mas também de acesso aos demais serviços essenciais aos futuros beneficiários", finaliza a secretária.

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03/06/2022 18:44h

Residencial Geraldo Passos Lima recebeu R$ 24,3 milhões em investimentos federais e vai beneficiar cerca de 2,2 mil pessoas com a casa própria

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O Governo Federal, por meio do Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR), entregou, nesta sexta-feira (3), as chaves de 559 moradias a famílias de baixa renda da cidade de Quebrangulo, em Alagoas. O secretário Nacional de Habitação, Alfredo dos Santos, participou da cerimônia de inauguração do Residencial Geraldo Passos Lima, que vai beneficiar cerca de 2,2 mil pessoas com a casa própria.

“A partir do momento que uma família tem um teto digno, adequado, com parcelas adequadas à capacidade de pagamento, há uma transformação dessa família, que tem muito mais tranquilidade para se desenvolver, cuidar bem dos seus filhos”, destacou o secretário.

O empreendimento integra o Programa Casa Verde e Amarela e recebeu R$ 24,3 milhões em investimentos federais, por meio do Fundo de Arrendamento Residencial (FAR), além da doação do terreno em contrapartida do poder público municipal.

A dona de casa Jeane Cavalcante Bezerra, 38 anos, foi uma das contempladas com a nova moradia. Ela comemorou o fato de, finalmente, parar de pagar aluguel. "Já sofri muito pagando aluguel. Passei fome. Hoje me sinto uma guerreira, me sinto muito feliz", disse.

Dentre o total de beneficiários, 116 são mulheres responsáveis pela economia familiar. Além disso, entre homens e mulheres, há 26 idosos e 24 portadores de deficiência.

Os imóveis têm 40,26 m² de área e contará com infraestrutura completa de água, esgoto, iluminação pública, energia elétrica, pavimentação e drenagem, além de transporte público, escola, creche e posto de saúde nas proximidades.

Casa Verde e Amarela

Desde 2019, 1,3 milhão de moradias foram entregues por meio do Programa Casa Verde e Amarela, possibilitando que mais de 5 milhões de pessoas fossem beneficiadas com a casa própria e passassem a viver com mais dignidade.

Além disso, o Governo Federal retomou a construção de 130 mil unidades habitacionais das 180 mil que estavam paralisadas. A estimativa é que o programa tenha gerado cerca de 7,7 milhões de empregos diretos, indiretos e induzidos.

Fonte: MDR

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26/05/2022 19:36h

Residencial Buritis contou com R$ 37,5 milhões em investimentos federais e vai beneficiar cerca de 2 mil pessoas

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Quinhentas famílias de baixa renda da cidade de Coronel Fabriciano (MG) agora vão viver com mais segurança e qualidade de vida. Isso porque o Governo Federal, por meio do Ministério do Desenvolvimento Regional, entregou, nesta quinta-feira (26), o Residencial Buritis.

O presidente da República, Jair Bolsonaro, participou da cerimônia de inauguração e felicitou os contemplados. 

"É como uma liberdade. É a certeza que tem um teto para onde vai morar para o resto de sua vida. Para todos os contemplados, os nossos parabéns."

O residencial conta com 25 blocos, todos com cinco andares e quatro apartamentos por andar. Nas proximidades, há postos de saúde e de segurança, escolas e creches.

Também presente à cerimônia de entrega, o ministro do Desenvolvimento Regional, Daniel Ferreira, ressaltou que o Programa Casa Verde Amarela tem como uma das prioridades atender as necessidades das mulheres que são responsáveis pela economia familiar. 

"Oitenta por cento dos contratos destas casas são para mulheres chefes de família, sem a necessidade de autorização dos maridos."

A aposentada Maria do Livramento, de 69 anos, foi uma das contempladas com a nova moradia. Ela comemorou o fato de finalmente sair do aluguel. 

"É um alívio para a gente saber que você não tem aquele dinheiro todo para você dar todo o mês, que eu pago no lugar onde estou morando, sabendo que vou pagar sabendo que é meu." 

Casa Verde e Amarela

Lançado pelo Governo Federal em agosto de 2020, o Programa Casa Verde e Amarela busca facilitar o acesso à moradia digna. Com avanços e novidades, permitiu que mais de 1,25 milhão de unidades habitacionais fossem entregues em todas as regiões do País desde 2019 – uma média de 1,1 mil por dia. Com isso, cerca de 5 milhões de pessoas foram beneficiadas com a casa própria.

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Brasil 61