Foto: Divulgação/Governo do Espírito Santo
Foto: Divulgação/Governo do Espírito Santo

Produção Industrial cresceu 0,1% em junho

Produção industrial obteve resultado acima do esperado para junho de 2023


Em junho de 2023, a produção industrial nacional cresceu 0,1% frente a maio, na série com ajuste sazonal. O resultado veio acima da média esperada de crescimento da indústria. 

Em relação a junho de 2022, na série sem ajuste sazonal, houve crescimento de 0,3%. Porém, o acumulado no ano é de recuo de 0,3%. Em 12 meses, há crescimento de 0,1%. 

Na comparação trimestral, o segundo trimestre encerrou com alta de 0,36% ante o primeiro trimestre.

Entre os setores, a maior contribuição positiva veio da indústria extrativa, que cresceu 11% em relação ao mesmo mês do ano anterior. 

Já a indústria de transformação apresentou recuo de 1,5%. 

Entre as atividades industriais de transformação, ocorreu influência positiva no mês na fabricação de produtos químicos, de celulose e papel, de produtos de metal e, principalmente, na confecção de artigos do vestuário. 

As atividades que experimentaram maiores quedas foram da fabricação de produtos farmacêuticos, de máquinas e equipamentos e de veículos automotores. 

Ou seja, apesar do estímulo do governo no setor automobilístico em baratear a comercialização de automóveis, o setor experimentou queda na produção. O programa do governo serviu para a diminuição dos estoques de veículos das concessionárias. 

Para as grandes categorias econômicas, as principais quedas foram de bens de capital industrial e bens de consumo duráveis, como automóveis. 

As altas da produção ocorrem com bens de consumo semiduráveis e não duráveis, como a gasolina, além de alimentos e bebidas. 

Os dados são do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, o IBGE. 
 

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LOC.: Em junho de 2023, a produção industrial nacional cresceu 0,1% frente a maio, na série com ajuste sazonal. O resultado veio acima da média esperada de crescimento da indústria. 

Em relação a junho de 2022, na série sem ajuste sazonal, houve crescimento de 0,3%. Porém, o acumulado no ano há recuo da produção industrial. 

Entre os setores, a maior contribuição positiva veio da indústria extrativa, que cresceu 11% em relação ao mesmo mês do ano anterior. 

Já a indústria de transformação apresentou recuo de 1,5%. 

Entre as atividades industriais de transformação, ocorreu influência positiva no mês na fabricação de produtos químicos, de celulose e papel, de produtos de metal e, principalmente, na confecção de artigos do vestuário. 

As atividades que experimentaram maiores quedas foram da fabricação de produtos farmacêuticos, de máquinas e equipamentos e de veículos automotores. 

Ou seja, apesar do estímulo do governo no setor automobilístico em baratear a comercialização de automóveis, o setor experimentou queda na produção. O programa do governo serviu para a diminuição dos estoques de veículos das concessionárias. 

Para as grandes categorias econômicas, as principais quedas foram de bens de capital industrial e bens de consumo duráveis, como automóveis. 

As altas da produção ocorrem com bens de consumo semiduráveis e não duráveis, como a gasolina, além de alimentos e bebidas. 

Os dados são do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, o IBGE. 

Reportagem, Luigi Mauri, narração, Lívia Azevedo.