VoltarMoeda americana recua 0,92% no dia e acumula queda de 1,58% na semana
Baixar áudioO dólar comercial fechou esta sexta-feira (23) cotado a R$ 4,98, com queda de 0,92% no dia. Na semana, a moeda americana acumulou desvalorização de 1,58% frente ao real, segundo dados publicados pelo Money Times.
A alta no exterior ocorreu em meio à valorização dos preços do petróleo, que pode favorecer a moeda americana, já que os Estados Unidos são exportadores da commodity. A procura por ativos considerados seguros também pode contribuir para sustentar o dólar em períodos de incerteza.
Os rendimentos dos títulos do Tesouro dos Estados Unidos com vencimento em dez anos avançaram 2,9 pontos-base, para 4,982%, após recuarem no pregão anterior.
Segundo o The Wall Street Journal, as preocupações com o financiamento dos investimentos em inteligência artificial (IA) e as quedas nas bolsas podem limitar a recuperação dos rendimentos.
O índice DXY, que mede a força do dólar frente a outras moedas globais, fechou aos 101,80 pontos.
O euro, por sua vez, encerrou o pregão cotado a R$ 5,58.
A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.
| Código | BRL | USD | EUR | GBP | JPY | CHF | CAD | AUD |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| BRL | 1 | 0,2003 | 0,1790 | 0,1498 | 31,4160 | 0,1653 | 0,2806 | 0,2848 |
| USD | 4,9922 | 1 | 0,8934 | 0,7479 | 156,83 | 0,8253 | 1,4006 | 1,4213 |
| EUR | 5,5881 | 1,1193 | 1 | 0,8372 | 175,54 | 0,9238 | 1,5676 | 1,5909 |
| GBP | 6,6729 | 1,3371 | 1,1946 | 1 | 209,69 | 1,1035 | 1,8725 | 1,9004 |
| JPY | 0,0318 | 0,0064 | 0,0057 | 0,0048 | 1 | 0,5262 | 0,0089 | 0,0091 |
| CHF | 6,0489 | 1,2117 | 1,0825 | 0,9062 | 190,03 | 1 | 1,6971 | 1,7221 |
| CAD | 3,5640 | 0,7140 | 0,6379 | 0,5340 | 111,98 | 0,5893 | 1 | 1,0148 |
| AUD | 3,5117 | 0,7036 | 0,6286 | 0,5262 | 110,34 | 0,5807 | 0,9854 | 1 |
Os dados são da Investing.com.
Copiar o textoVolume total negociado na B3 foi de R$ 44.184.261.290, em meio a 5.666.482 de negócios
Baixar áudioO Ibovespa encerrou o pregão desta sexta-feira (23) em alta de 0,76%, aos 205.679,81 pontos, segundo dados preliminares divulgados pela Reuters. Na semana, o principal índice da bolsa brasileira acumulou valorização de 0,12%.
O desempenho ocorreu no último pregão antes do segundo turno das eleições presidenciais, marcado para domingo (25). Os investidores também repercutiram os dados da prévia da inflação oficial, o IPCA-15, que registrou alta de 0,32% em outubro, abaixo dos 0,70% observados em setembro.
Ações em alta no Ibovespa
Ações em queda no Ibovespa
O volume total negociado na B3 foi de R$ 44.184.261.290, em meio a 5.666.482 de negócios.
Os dados da bolsa podem ser consultados no site da B3.
O Ibovespa (Índice Bovespa) é o principal indicador do mercado acionário brasileiro. Calculado pela B3, ele reflete a média do desempenho das ações mais negociadas na bolsa, com base em critérios de volume e liquidez. O índice é composto por uma carteira teórica de ativos, que representa cerca de 80% do volume financeiro total negociado no mercado.
A B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) é a bolsa de valores oficial do Brasil, sediada em São Paulo. É responsável pela negociação de ações, derivativos, títulos públicos e privados, câmbio e outros ativos financeiros. A B3 está entre as maiores bolsas do mundo em infraestrutura e valor de mercado.
Copiar o textoPorto Alegre, Florianópolis e Curitiba registram instabilidade generalizada ao longo do dia
Baixar áudioA previsão do tempo para a Região Sul neste sábado (24) aponta predomínio de tempo instável, com presença de muitas nuvens, pancadas de chuva e trovoadas isoladas em todas as capitais, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
No Rio Grande do Sul, o dia em Porto Alegre terá muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas isoladas. A temperatura mínima fica em 15°C e a máxima chega aos 25°C.
No interior do Rio Grande do Sul, o tempo firme volta a predominar de forma definitiva em praticamente todo o território. As temperaturas despencam devido à entrada de um ar mais frio de origem polar, provocando um sábado com sensação térmica amena e ventos constantes, com máximas que mal devem ultrapassar os 23°C na metade sul e oeste gaúcho.
Em Santa Catarina, a capital Florianópolis registra dia instável, com muitas nuvens, pancadas de chuva e trovoadas isoladas. Os termômetros variam entre 17°C e 25°C.
Para o interior de Santa Catarina, o sábado começa com muita nebulosidade e ainda há chance de chuva isolada na madrugada e manhã nas áreas de divisa com o Paraná e no Planalto Norte.
No Paraná, Curitiba apresenta tempo fechado, com muitas nuvens, pancadas de chuva e trovoadas isoladas. A mínima prevista é de 15°C e a máxima alcança 20°C. No interior do Paraná, a instabilidade ainda persiste devido aos resquícios da frente fria.
Um aviso de tempestade classificado com grau de severidade de perigo potencial está ativo ao longo de todo o sábado (24). A área de abrangência inclui:
Estão previstas chuvas entre 20 e 30 mm/h ou até 50 mm/dia, ventos intensos de 40 a 60 km/h e queda de granizo, com baixo risco de corte de energia elétrica, estragos em plantações, queda de galhos de árvores e alagamentos.
Extremidade dianteira de uma massa de ar frio em avanço, que desloca o ar quente à sua frente. A passagem de uma frente fria costuma provocar queda de temperatura e umidade, elevação da pressão e mudança na direção do vento (no Hemisfério Norte, geralmente de sudoeste para noroeste; no Hemisfério Sul, o padrão típico é de noroeste/oeste para sudoeste/sul). A precipitação pode anteceder ou suceder a frente e, por vezes, uma linha de instabilidade intensa se forma antes de sua chegada.
Precipitação originada de nuvens convectivas, sobretudo cumulonimbus, que atinge o solo em forma de esferas ou fragmentos irregulares de gelo. Quando o diâmetro das partículas é ≥ 5 mm, classificam-se como granizo; partículas menores são classificadas como granizo miúdo e/ou neve granulada (graupel). Em boletins METAR, utiliza-se ‘GR’ para granizo e ‘GS’ para granizo miúdo/neve granulada. Unidades isoladas são chamadas de ‘pedras de granizo’.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA previsão do tempo para a Região Centro-Oeste neste sábado (24) aponta predomínio de muitas nuvens, temperaturas elevadas e pancadas de chuva em diferentes pontos, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
No Distrito Federal, o dia terá muitas nuvens com possibilidade de chuva isolada em Brasília, onde a mínima fica em 21°C e a máxima alcança 35°C.
Em Goiás, a capital Goiânia registra dia de muitas nuvens, sem previsão de chuva, com termômetros variando entre 24°C e 36°C.
No interior de Goiás, o tempo muda em áreas que antes estavam secas. Os municípios do sul, oeste e o entorno do Distrito Federal registram pancadas de chuva com trovoadas que podem ser fortes à tarde, enquanto o extremo norte goiano ainda mantém o predomínio de sol com chuva rápida e isolada apenas no fim do dia.
Em Mato Grosso, o tempo em Cuiabá será de muitas nuvens com chuva isolada, registrando mínima de 26°C e máxima de 37°C.
Para o interior de Mato Grosso, o cenário é de abafamento e pancadas de chuva frequentes. O sol aparece entre muitas nuvens pela manhã, mas as instabilidades ganham força a partir da tarde, provocando temporais isolados com raios e trovoadas em praticamente todos os municípios do interior, embora as máximas ainda fiquem próximas dos 34°C.
Em Mato Grosso do Sul, Campo Grande terá dia de muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas isoladas, com temperaturas variando de 23°C a 33°C.
No interior de Mato Grosso do Sul, o sábado será de tempo instável e fechado, com chuva a qualquer hora do dia. O estado permanece sob alerta para temporais severos, com rajadas de vento intensas e chuva volumosa, o que provoca uma queda nas temperaturas máximas, que não devem passar dos 27°C em cidades do sul do estado.
Um aviso de tempestade classificado como perigo potencial está ativo ao longo de todo o sábado (24). O alerta abrange:
Estão previstas chuvas entre 20 e 30 mm/h ou até 50 mm/dia, acompanhadas de ventos intensos de 40 a 60 km/h e queda de granizo, com baixo risco de corte de energia elétrica, estragos em plantações, queda de galhos de árvores e alagamentos.
Precipitação originada de nuvens convectivas, sobretudo cumulonimbus, que atinge o solo em forma de esferas ou fragmentos irregulares de gelo. Quando o diâmetro das partículas é ≥ 5 mm, classificam-se como granizo; partículas menores são classificadas como granizo miúdo e/ou neve granulada (graupel). Em boletins METAR, utiliza-se ‘GR’ para granizo e ‘GS’ para granizo miúdo/neve granulada. Unidades isoladas são chamadas de ‘pedras de granizo’.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA previsão do tempo para a Região Sudeste neste sábado (24) aponta dia abafado, com presença de muitas nuvens, pancadas de chuva e trovoadas isoladas em todas as capitais, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Em São Paulo, o dia terá muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas isoladas. Os termômetros sobem e registram variação entre mínima de 17°C e máxima de 33°C.
No interior de São Paulo, tempo instável e céu carregado. A frente fria avança pelo estado, provocando pancadas de chuva a qualquer hora do dia, com risco para temporais isolados, raios e rajadas de vento, o que também causará uma queda acentuada nas temperaturas máximas.
No Rio de Janeiro, o tempo segue instável, com muitas nuvens, pancadas de chuva e trovoadas isoladas. A temperatura mínima fica em 20°C e a máxima chega aos 32°C.
No interior do Rio de Janeiro, a chegada da frente fria muda o tempo a partir da tarde, trazendo pancadas de chuva com trovoadas que podem ser localmente fortes, especialmente nas regiões serrana e sul fluminense.
Em Minas Gerais, a capital Belo Horizonte registra muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas isoladas, com mínima de 17°C e máxima de 30°C.
Para o interior de Minas Gerais, o cenário é de abafamento e chuvas fortes no Triângulo Mineiro, Alto Paranaíba e sul do estado, onde o tempo fica fechado com pancadas de chuva frequentes. Nas demais áreas do interior mineiro, incluindo o centro e a Zona da Mata, o sol aparece entre nuvens com temporais isolados a partir da tarde, enquanto o extremo Norte de Minas ainda mantém o tempo mais seco e quente.
No Espírito Santo, Vitória também apresenta dia de muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas isoladas, registrando variação térmica entre 21°C e 28°C.
No interior do Espírito Santo, o calor ainda predomina durante o dia, mas a umidade começa a avançar. Há áreas de instabilidade, que provocam pancadas de chuva isoladas e rápidas entre o fim da tarde e à noite no sul e oeste capixaba.
Um aviso de tempestade classificado como perigo potencial vigora ao longo de todo o sábado (24). A área de abrangência inclui:
Estão previstas chuvas entre 20 e 30 mm/h ou até 50 mm/dia, ventos intensos de 40 a 60 km/h e queda de granizo, com baixo risco de corte de energia elétrica, estragos em plantações, queda de galhos de árvores e alagamentos.
Extremidade dianteira de uma massa de ar frio em avanço, que desloca o ar quente à sua frente. A passagem de uma frente fria costuma provocar queda de temperatura e umidade, elevação da pressão e mudança na direção do vento (no Hemisfério Norte, geralmente de sudoeste para noroeste; no Hemisfério Sul, o padrão típico é de noroeste/oeste para sudoeste/sul). A precipitação pode anteceder ou suceder a frente e, por vezes, uma linha de instabilidade intensa se forma antes de sua chegada.
Precipitação originada de nuvens convectivas, sobretudo cumulonimbus, que atinge o solo em forma de esferas ou fragmentos irregulares de gelo. Quando o diâmetro das partículas é ≥ 5 mm, classificam-se como granizo; partículas menores são classificadas como granizo miúdo e/ou neve granulada (graupel). Em boletins METAR, utiliza-se ‘GR’ para granizo e ‘GS’ para granizo miúdo/neve granulada. Unidades isoladas são chamadas de ‘pedras de granizo’.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA previsão do tempo para a Região Norte neste sábado (24) aponta predomínio de muitas nuvens em todos os estados, com ocorrência de chuva isolada em áreas do Tocantins e do Amazonas, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
No Tocantins, o dia em Palmas terá muitas nuvens com previsão de chuva isolada. A mínima é de 25°C e a máxima alcança 38°C.
No interior do Tocantins, o cenário de calor extremo continua, com os termômetros atingindo marcas próximas de 38°C à tarde. O tempo seco e o sol forte predominam na metade norte e leste do estado, enquanto o sul e o oeste do Tocantins registram aumento de nuvens e pancadas de chuva isoladas a partir da tarde.
Em Roraima, Boa Vista apresenta nebulosidade com muitas nuvens, registrando mínima de 25°C e máxima de 35°C.
No Amapá, a condição em Macapá é de muitas nuvens, com variação térmica de 25°C a 34°C.
O interior de Roraima e do Amapá terá predomínio de sol com poucas nuvens na maior parte do dia. O aquecimento diurno pode provocar pancadas de chuva rápidas e muito isoladas no fim do dia, mas o tempo firme e o calor forte prevalecem na maior parte dos municípios.
No Amazonas, a capital Manaus terá dia de muitas nuvens com pancadas de chuva isolada. As temperaturas variam entre 25°C e 35°C.
No Pará, Belém registra dia de muitas nuvens, com termômetros variando entre 24°C e 34°C.
O interior do Amazonas e do Pará terão tempo instável, com o sol aparecendo entre muitas nuvens pela manhã e dando lugar a pancadas de chuva com trovoadas entre a tarde e à noite. Há risco de chuva forte com rajadas de vento em ambos os estados, com máximas que ainda chegam aos 35°C devido ao forte abafamento
Em Rondônia, Porto Velho registra céu com muitas nuvens, com mínima de 25°C e máxima de 33°C.
No Acre, Rio Branco também mantém o tempo entre muitas nuvens, com os termômetros marcando entre 23°C e 33°C.
Para o interior de Rondônia e do Acre, o dia segue com muita nebulosidade e chuvas que podem ocorrer a qualquer hora. A proximidade com o canal de umidade que corta o país mantém o céu mais carregado e favorece acumulados de chuva significativos, além de provocar uma leve redução nas temperaturas máximas em comparação aos dias anteriores.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA previsão do tempo para a Região Nordeste neste sábado (24) aponta predomínio de muitas nuvens sobre todos os estados, porém sem expectativa de chuva nas capitais, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Na Bahia, o dia em Salvador terá muitas nuvens, com os termômetros registrando mínima de 24°C e máxima de 30°C.
No interior da Bahia, o oeste e o sul baiano registram um aumento de umidade, favorecendo pancadas de chuva isoladas com trovoadas a partir da tarde. No entanto, o centro-norte do estado e a região do Vale do São Francisco continuam sob o domínio do tempo firme e seco, com temperaturas máximas que podem atingir os 37°C.
Em Sergipe, Aracaju apresenta aumento da nebulosidade, com temperaturas variando entre 24°C e 31°C.
Em Alagoas, a capital Maceió tem dia de muitas nuvens, com mínima de 24°C e máxima de 30°C.
No interior de Sergipe e de Alagoas, o sábado segue com predomínio de tempo bom e pouca nebulosidade. O calor continua forte em ambos os estados, com chance de chuva fraca e passageira restrita apenas às respectivas faixas litorâneas.
Em Pernambuco, Recife registra céu com muitas nuvens, marcando mínima de 23°C e máxima de 31°C.
Na Paraíba, João Pessoa mantém o tempo firme entre nuvens, com variação térmica de 24°C a 30°C.
No Rio Grande do Norte, Natal registra dia de muitas nuvens, com termômetros variando entre 24°C e 31°C.
No Ceará, Fortaleza tem previsão de muitas nuvens e calor, com mínima de 24°C e máxima de 32°C.
Já no interior do Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte e Ceará, o tempo seco e o sol forte predominam de forma absoluta. O sertão profundo dessas localidades não tem previsão de chuva, mantendo o alerta para o calor intenso nas horas de maior insolação.
No Maranhão, São Luís apresenta variação na nebulosidade, com mínima de 26°C e máxima atingindo os 33°C.
No Piauí, o calor forte ganha destaque em Teresina, que registra dia de muitas nuvens e temperatura máxima de 40°C, com mínima de 25°C.
Para o interior do Maranhão e do Piauí, o cenário continua de forte abafamento. O sul do Maranhão e o extremo sudoeste do Piauí têm condições para pancadas de chuva rápidas e isoladas no fim do dia, mas o restante dos dois estados, incluindo o sertão piauiense, enfrenta céu aberto e máximas de até 39°C, associadas a índices críticos de umidade relativa do ar.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA insatisfação dos empresários industriais com a lucratividade dos negócios atingiu o pior nível desde a pandemia. Segundo a Sondagem Industrial, divulgada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), o índice de satisfação com a margem de lucro recuou 1,3 ponto no terceiro trimestre de 2026, para 42,2 pontos. É o menor patamar desde o segundo trimestre de 2020.
O gerente de Análise Econômica da CNI, Marcelo Azevedo, atribui o resultado à pressão dos custos de produção e à redução da demanda, que compromete o faturamento das empresas.
“Isso é o resultado do acúmulo de uma pressão de custos, entre algumas razões está a guerra no Oriente Médio. E, adicionalmente, há uma redução da demanda e, naturalmente, uma redução do faturamento das empresas, o que afeta a saúde financeira e a lucratividade”, afirma.
A insatisfação também aumentou em relação ao acesso ao crédito e à situação financeira das empresas. Os respectivos índices recuaram 0,5 e 0,2 ponto no terceiro trimestre, para 39,4 e 47,4 pontos.
Já o índice de evolução do preço médio dos insumos e das matérias-primas utilizados pela indústria caiu 3,6 pontos, para 60,5 pontos, ficando abaixo da média histórica para o terceiro trimestre. Apesar da desaceleração, o indicador permanece acima da linha divisória de 50 pontos, o que sinaliza aumento dos preços, ainda que em ritmo menor.
Pelo terceiro mês consecutivo, o índice que compara o nível efetivo dos estoques ao planejado pelos empresários avançou. Em setembro, o indicador subiu 0,4 ponto, para 50,8 pontos, alcançando o maior patamar em quase três anos.
Segundo Azevedo, o resultado reflete a frustração dos industriais com a demanda. As empresas esperavam manter ou reduzir a produção, mas as vendas ficaram abaixo do previsto, dificultando o escoamento dos produtos armazenados.
“O problema é que normalmente, para se ter um avanço ou retomada da produção, primeiramente o empresário vai precisar queimar esses estoques. E é custoso manter os estoques, para que, até lá, haja uma melhora eventual da demanda e comece a refletir de fato em aumento da atividade industrial”, pontua.
Outros indicadores também apontam para o enfraquecimento da atividade industrial. O índice de evolução da produção ficou em 46,7 pontos em setembro. Abaixo da linha divisória de 50 pontos, o resultado indica retração da produção em relação a agosto.
O indicador de evolução do número de empregados também permaneceu abaixo desse patamar, ao fechar o mês em 48 pontos, sinalizando percepção de redução do emprego industrial.
“A produção costuma apresentar um índice bem mais próximo da linha de 50 pontos em meses de setembro. E o índice do número de empregados varia muito pouco, mas também continua abaixo da linha divisória de 50 pontos, mostrando uma percepção de queda do número de empregados da indústria a partir da visão dos empresários”, avalia Azevedo.
Na contramão dos demais indicadores, a Utilização da Capacidade Instalada (UCI) aumentou 1 ponto percentual, para 70%, igualando o resultado registrado no mesmo período de 2025.
A elevada carga tributária permaneceu na primeira posição do ranking de principais problemas enfrentados pela indústria. No terceiro trimestre de 2026, 37,2% dos empresários apontaram o peso dos impostos entre os maiores entraves ao setor, alta de 3,9 pontos percentuais em relação ao trimestre anterior.
A demanda interna insuficiente subiu da quarta para a segunda colocação no ranking, após ser mencionada por 29,6% dos empresários. O percentual representa um avanço de 3 pontos percentuais na comparação trimestral.
Para Azevedo, o aumento da preocupação com a demanda interna está alinhado aos sinais de enfraquecimento da atividade e ao acúmulo de estoques nas empresas.
“Desde o terceiro trimestre de 2025 a demanda interna insuficiente não ficava na vice-liderança do ranking de principais problemas enfrentados pela indústria. E esse percentual registrado agora no terceiro trimestre de 2026 é o maior percentual de assinalação desde o primeiro trimestre de 2024”, destaca.
As taxas de juros elevadas ocuparam a terceira posição, citadas por 24,3% dos empresários, um aumento de 0,6 ponto percentual em relação ao trimestre anterior.
Os índices de expectativas dos industriais apresentaram poucas mudanças na passagem de setembro para outubro. Apesar das pequenas variações, todos permaneceram abaixo das respectivas médias históricas.
Os resultados apontam perspectivas de crescimento da demanda por produtos industriais e das compras de insumos e matérias-primas nos próximos seis meses. Em contrapartida, os indicadores sinalizam expectativa de redução do número de empregados e do volume exportado.
Após quatro quedas consecutivas e de atingir o pior nível desde a pandemia, a intenção de investimento dos empresários industriais apresentou recuperação em outubro. O indicador subiu 1,3 ponto, para 52,6 pontos. Apesar da alta, acumula queda de 3,3 pontos em 2026.
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Baixar áudioA última rodada da pesquisa Correio-Opinião Inteligência Política, divulgada antes do segundo turno das eleições no Distrito Federal, aponta a vitória da candidata Celina Leão (PP) na disputa pelo Palácio do Buriti. No levantamento de votos válidos, a governadora, que concorre à reeleição, aparece com 59,3% das intenções de voto, contra 40,7% de Leandro Grass (PT).
Na pesquisa espontânea, em que os nomes dos candidatos não são apresentados aos entrevistados, Celina registra 50,1% das intenções de voto, enquanto Grass tem 34%. Outros 0,4% mencionaram outro candidato, 7,1% afirmaram que pretendem votar em branco, nulo ou em nenhum dos concorrentes, e 8,5% não souberam responder.
Os dados também indicam que a maioria dos eleitores já definiu seu voto. Entre os que apoiam Celina, 89,2% disseram que a decisão é definitiva. Outros 10,1% admitiram a possibilidade de mudar de candidato, enquanto 0,7% não souberam dizer se poderiam rever a escolha.
Entre os eleitores de Leandro Grass, o índice de convicção é ainda maior: 94,2% afirmaram que não pretendem mudar de voto, enquanto 5,8% disseram que ainda podem reconsiderar a decisão.
A pesquisa também questionou os entrevistados sobre o número dos candidatos na urna eletrônica. Entre os eleitores de Celina Leão, 80% souberam identificar o número 11, pelo qual a candidata concorre. Outros 17,1% não souberam informar o número, enquanto 2,1% mencionaram outro algarismo. Desse último grupo, 1,7% apontaram o número 22.
No caso de Leandro Grass, 83,7% dos eleitores identificaram corretamente o número 13, do candidato petista. Outros 15,3% não souberam informar o número, enquanto 0,7% mencionaram o 11 e 0,3%, o 22.
A identificação correta dos números ganha relevância diante do resultado do primeiro turno, quando mais de 26 mil eleitores digitaram o número 22, em vez do 11 de Celina Leão, e acabaram anulando o voto.
O levantamento também avaliou a percepção dos eleitores sobre a administração de Celina Leão à frente do Governo do Distrito Federal (GDF). Segundo a pesquisa, 51,9% dos entrevistados aprovam a gestão, enquanto 37,5% desaprovam. Outros 9,6% não souberam avaliar, e 0,9% preferiram não responder.
Na avaliação qualitativa da administração, 29,8% classificaram a gestão como ótima ou boa. Para 35,5%, o governo é regular, enquanto 28,4% consideram a administração ruim ou péssima.
A pesquisa Correio-Opinião Inteligência Política ouviu presencialmente 1.006 pessoas em 31 regiões administrativas no Distrito Federal, entre os dias 16 e 19 de outubro. A margem de erro é de três pontos percentuais, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número DF-08851/2026.
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Baixar áudioA média das pesquisas de segundo turno reunidas pelo Opinião Inteligência Política dá a Flávio Bolsonaro (PL) 51,2% de intenção dos votos válidos, contra 48,8% de Lula (PT). O agregador soma 26 pesquisas de 14 institutos registradas desde o primeiro turno, e Flávio aparece à frente em 23 delas. É, no entanto, a menor distância entre os candidatos da série, iniciada em 8 de outubro, e corresponde a uma diferença de cerca de 2,8 milhões de votos, segundo o instituto.
As pesquisas mostram uma aproximação entre os adversários às vésperas do segundo turno, que será realizado no dia 25 de outubro. No primeiro turno, em 4 de outubro, Flávio terminou com 47% dos votos válidos e Lula com 45%, diferença de 1,9 ponto percentual e 2,2 milhões de votos. Na véspera, o Datafolha havia dado vantagem a Lula, e a virada ocorreu nas urnas.
Para Alexandre Garcia, CEO do Opinião, o cenário é de poucas mudanças: "O eleitor já chegou para o segundo turno com o voto praticamente definido. São dois nomes muito conhecidos, dois projetos que o país já experimentou nos últimos anos e a maioria já decidiu faz tempo de que lado estaria. É uma faixa estreita. Tivemos fatos novos, debate, propaganda, propostas, apoios, mas isso só reforçou os argumentos de quem já escolheu."
As 15 pesquisas divulgadas entre 15 e 19 de outubro deram a Flávio de 49% a 52%, e a média oscilou, em 12 dias, entre 51,2% e 52,5%.
O título do novo estudo do instituto resume o momento: voto estável, rejeição em movimento. A variável foi a única que se moveu na semana, mas apesar das oscilações negativas, a queda da rejeição a Lula não é geral. Na Quaest, ela passou de 53% para 47%, ficando abaixo da rejeição a Flávio; em outros institutos caiu menos, e em dois ficou estável.
Garcia observa que esse movimento ainda não chegou ao voto: "A rejeição caiu, mas a intenção de voto em Lula não subiu. Ou seja, quem deixou de rejeitar ainda não passou a votar nele." A nova rodada do Datafolha, prevista para ser divulgada na noite desta quinta-feira (22), deve mostrar se a Quaest está sozinha ou se há uma queda real.
Para o analista, a rejeição é um dos três fatores que podem alterar as tendências, junto com o debate da Globo na sexta-feira (22), a última oportunidade de grande audiência para os candidatos, e o comparecimento dos eleitores às urnas, uma vez que mais de 33 milhões de pessoas deixaram de votar no primeiro turno. "Com uma diferença tão pequena, a eleição pode ser decidida por quem sai de casa no domingo, mais do que quem muda de voto nessa reta final", avalia Garcia.
O histórico pesa na estimativa. Garcia afirma que o desvio a favor dos adversários do PT, com as pesquisas abaixo do resultado das urnas, ocorre há seis eleições. Na comparação divulgada pelo instituto, a última pesquisa do Datafolha antes do pleito ficou de 0,1 a 1,1 ponto abaixo do adversário do PT nos segundos turnos de 2014, 2018 e 2022, e a Opinião soma 0,5 ponto à média das pesquisas, o que leva a estimativa de Flávio a 51,7%. O estudo ressalva que são poucas eleições e que o desvio pode não se repetir.
Com isso, a estimativa da Opinião dá a Flávio de 71% a 79% de probabilidade de vitória, sem e com o ajuste histórico, e a Lula de 21% a 29%. Mesmo que as pesquisas superestimem Flávio em 1 ponto, ele teria 53% de chance. Garcia resume: "Neste momento, quem precisa dar essa virada é o Lula. E ele já começa atrás com esse histórico contra. Não é impossível. A diferença é pequena", pondera.
O estudo registra que uma pesquisa isolada mexe pouco e que o sinal a observar é uma sequência de institutos na mesma direção. O documento também lembra que alguns analistas apontam para uma sub-representação do eleitor de direita nas pesquisas, projetando um resultado que seria de 53% a 47% favorável ao candidato do PL. O Opinião considera esse um resultado possível, mas não uma correção demonstrada.
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