14/10/2026 04:30h

Inflação acumula alta de 3,95% em 2026 e de 4,58% nos últimos 12 meses, segundo o IBGE

Baixar áudio

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), indicador oficial da inflação no Brasil, registrou alta de 0,82% em setembro de 2026, após queda de 0,32% em agosto. A variação representa um avanço de 1,14 ponto percentual em relação ao mês anterior. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a inflação acumula alta de 3,95% no ano e de 4,58% nos últimos 12 meses, acima dos 4,22% registrados no período imediatamente anterior. Em setembro de 2025, o índice havia sido de 0,48%.

Todos os nove grupos de produtos e serviços pesquisados pelo IBGE apresentaram alta de preços em setembro. O grupo Habitação registrou a maior variação, de 2,31%, e o maior impacto sobre o índice geral, com contribuição de 0,35 ponto percentual. Na sequência, apareceram Transportes, com alta de 0,89%, e Alimentação e bebidas, com avanço de 0,83%. Ambos contribuíram com 0,18 ponto percentual para o resultado do mês.

 

Energia elétrica tem o maior impacto individual no IPCA

A energia elétrica residencial subiu 7,98% em setembro de 2026, tornando-se o item com maior impacto individual sobre o IPCA, com contribuição de 0,32 ponto percentual. O aumento ocorreu no contexto do fim da incorporação do Bônus de Itaipu, creditado nas faturas emitidas em agosto, e da continuidade da bandeira tarifária amarela, que acrescenta R$ 1,885 à conta de luz a cada 100 kWh consumidos.

Também foram incorporados reajustes nas tarifas de energia elétrica em Belém (6,63%), São Luís (5,42%) e Vitória (6,89%). Em sentido contrário, houve redução nas tarifas em Rio Branco (-5,20%) e Fortaleza (-6,65%), a partir de 26 de agosto. Segundo o IBGE, as quedas estão relacionadas à incorporação de recursos da repactuação do Uso de Bem Público (UBP), aprovada pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

Ainda no grupo Habitação, o gás encanado registrou alta de 0,05%, influenciado pelos reajustes de 10,21% em Curitiba e de 1,80% no Rio de Janeiro, ambos vigentes desde 1º de agosto. Já a taxa de água e esgoto subiu 0,13%, refletindo o reajuste de 6,94% em Vitória, em vigor desde 1º de setembro.

 

Alimentos voltam a subir após três meses de queda

O grupo Alimentação e bebidas apresentou alta de 0,83% em setembro, após três meses consecutivos de recuo. A alimentação no domicílio subiu 0,96%, pressionada principalmente pelo aumento do tomate (37,76%), da batata-inglesa (24,07%), da cebola (10,14%), do arroz (4,56%) e das carnes (0,63%).

Entre os produtos que ficaram mais baratos, destacaram-se o frango inteiro (-1,96%), o frango em pedaços (-1,41%) e as frutas (-1,12%).

A alimentação fora do domicílio também apresentou aceleração, passando de 0,36% em agosto para 0,48% em setembro. O item refeição subiu de 0,18% para 0,49% no período. Já o lanche desacelerou, passando de 0,62% para 0,47%.

 

Passagens aéreas e combustíveis pressionam Transportes

O grupo Transportes registrou alta de 0,89% em setembro, influenciado pelo aumento de 9,66% nas passagens aéreas e pela elevação de 1,41% nos combustíveis.

Entre os combustíveis, os maiores aumentos foram observados no etanol (3,16%), no óleo diesel (1,69%), na gasolina (1,21%) e no gás veicular (0,10%). O subitem táxi teve variação de 0,20%, considerando o reajuste de 8,42% nas tarifas em Belo Horizonte, vigente desde 8 de agosto.

Nos demais grupos pesquisados, Vestuário registrou alta de 0,71%; Comunicação, de 0,64%; Artigos de residência, de 0,27%; e Despesas pessoais, de 0,26%. As menores variações foram observadas em Saúde e cuidados pessoais (0,08%) e Educação (0,04%).

 

Vitória registra a maior inflação regional

Entre as regiões pesquisadas, a cidade de Vitória apresentou a maior variação do IPCA em setembro, com alta de 1,08%. O resultado foi influenciado pelo aumento de 10,85% na energia elétrica residencial e de 43,19% no tomate.

A menor variação foi registrada em Rio Branco (0,53%), onde as quedas nas passagens aéreas (-14,13%) e nos ovos de galinha (-7,40%) contribuíram para conter o índice.

Nas demais regiões, as variações foram de 1,07% em Goiânia, 1,05% em Belo Horizonte, 0,96% em Porto Alegre, 0,89% em Brasília, 0,83% em São Paulo, 0,82% em São Luís, 0,77% no Rio de Janeiro, 0,74% em Salvador, 0,65% em Recife, 0,64% em Campo Grande, 0,63% em Curitiba, 0,62% em Belém, 0,57% em Fortaleza e 0,55% em Aracaju.

O IPCA é calculado pelo IBGE desde 1980 e considera famílias com rendimentos monetários de um a 40 salários mínimos, independentemente da fonte de renda. A pesquisa abrange dez regiões metropolitanas, além dos municípios de Goiânia, Campo Grande, Rio Branco, São Luís, Aracaju e Brasília.

Para o cálculo de setembro de 2026, foram comparados os preços coletados entre 1º e 29 de setembro de 2026 com os preços vigentes entre 31 de julho e 31 de agosto de 2026.

 

INPC sobe 0,82% em setembro e acumula alta de 4,29% em 12 meses

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) também registrou alta de 0,82% em setembro de 2026, avanço de 1,14 ponto percentual em relação à queda de 0,32% observada em agosto. O indicador acumula alta de 4,01% no ano e de 4,29% nos últimos 12 meses, acima dos 3,98% registrados no período imediatamente anterior. Em setembro de 2025, a taxa havia sido de 0,52%.

Os produtos alimentícios passaram de uma queda de 0,34% em agosto para uma alta de 0,80% em setembro. Já os produtos não alimentícios saíram de -0,31% para 0,83% no mesmo período.

Regionalmente, a maior variação do INPC foi registrada em Belo Horizonte (1,09%), influenciada pelas altas da energia elétrica residencial (6,53%) e da gasolina (3,79%). A menor variação ocorreu em Fortaleza (0,59%), onde as quedas do frango inteiro (-6,44%) e da roupa feminina (-2,39%) contribuíram para o resultado.

O INPC é calculado pelo IBGE desde 1979 e considera famílias com rendimentos monetários de um a cinco salários mínimos, cujo responsável pelos rendimentos é assalariado. A coleta de preços para o índice de setembro ocorreu entre 1º e 29 de setembro de 2026.
 

Copiar textoCopiar o texto
14/10/2026 04:15h

Levantamento da Opinião Inteligência Política cruza resultado das urnas com seis pesquisas nacionais e indica vantagem do candidato; estudo mostra que Lula precisará conquistar eleitores além dos que votaram em candidatos eliminados para reverter o cenário

Baixar áudio

Flávio Bolsonaro (PL) inicia a disputa do segundo turno da eleição presidencial de 2026 à frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), com 52,2% dos votos válidos, contra 47,8% do petista. Os números são resultado de uma média de seis pesquisas nacionais divulgadas após o primeiro turno, calculada pela Opinião Inteligência Política. 

A análise, atualizada em 11 de outubro, indica que a vantagem do candidato também é sustentada por projeções feitas a partir do resultado das urnas e das tendências de transferência de votos dos candidatos eliminados.

O estudo reúne dados oficiais do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e levantamentos dos institutos AtlasIntel, Datafolha, PoderData, Vox Brasil, Ipespe e DataTrends, realizados entre 3 e 9 de outubro. A pesquisa também utilizou dados da Quaest, mas para medir a transferência de votos dos candidatos eliminados. 

Segundo a análise, a projeção baseada no resultado do primeiro turno coloca Flávio Bolsonaro entre 51,5% e 52,1% dos votos válidos, dependendo da distribuição dos votos dos candidatos que ficaram fora da disputa. O resultado é próximo da média de 52,2% registrada pelas pesquisas mais recentes.

Apesar da convergência, a Opinião ressalta que as duas estimativas utilizam parte das mesmas pesquisas como referência e, portanto, não representam confirmações independentes, nem um piso garantido.

Vantagem de 2,2 milhões de votos no primeiro turno

Flávio Bolsonaro terminou o primeiro turno, realizado em 4 de outubro, com 56,1 milhões de votos, equivalentes a 47% dos válidos. Lula recebeu 53,9 milhões, ou 45,2%. Os demais candidatos somaram 9,3 milhões de votos, correspondentes a 7,8%.

Considerando apenas os votos recebidos pelos dois finalistas, Flávio já havia conquistado 51%, contra 49% de Lula. A diferença foi de aproximadamente 2,2 milhões de votos.

De acordo com a Opinião, essa vantagem inicial é determinante para compreender o cenário do segundo turno. Mesmo que os eleitores dos candidatos eliminados se dividissem igualmente entre os dois concorrentes, Flávio permaneceria com 51% dos votos válidos.

A avaliação é que a transferência dos votos dos candidatos derrotados pode ampliar ou reduzir a diferença, mas, nas hipóteses examinadas, não seria suficiente para inverter a liderança, desde que os eleitores dos dois finalistas mantenham suas escolhas.

Transferência de votos favorece Flávio Bolsonaro

A análise considera diferentes cenários de transferência dos 9,3 milhões de votos recebidos pelos candidatos eliminados.

No levantamento do Datafolha, realizado entre 6 e 8 de outubro, 46% dos eleitores de Ronaldo Caiado, Renan Santos, Romeu Zema e Augusto Cury declararam intenção de votar em Flávio Bolsonaro no segundo turno, enquanto 32% optaram por Lula. Outros 15% afirmaram que pretendem votar em branco ou anular o voto.

Aplicada ao resultado do primeiro turno, essa distribuição levaria Flávio a 51,5% dos votos válidos.

Outras hipóteses analisadas pela Opinião também favorecem o candidato. Em um cenário no qual dois terços dos votos transferidos vão para Flávio e um quarto dos eleitores dos eliminados anula o voto, a projeção chega a 51,9%.

Na hipótese baseada em levantamento da Quaest, com 70% dos votos definidos destinados a Flávio e um terço dos eleitores anulando o voto, o candidato do PL alcançaria 52%.

Já a distribuição identificada pela AtlasIntel entre eleitores de Caiado, de 54,9% para Flávio e 26,9% para Lula, produziria uma estimativa de 52,1%, conforme o modelo do estudo.

Cinco pesquisas apontam Flávio acima de 52%; Vox Brasil apresenta cenário diferente

Das seis pesquisas consideradas na análise, realizadas após o primeiro turno, cinco colocam Flávio Bolsonaro com pelo menos 52% dos votos válidos. A exceção é o levantamento da Vox Brasil, que indica 49,1% para o candidato e vantagem de Lula.

A média calculada pela Opinião considera o tamanho das amostras e a data de realização dos levantamentos, atribuindo pesos diferentes às pesquisas.
Na comparação com as últimas sondagens realizadas antes do primeiro turno, Flávio avançou 2,9 pontos percentuais na AtlasIntel, 2,5 pontos no Datafolha, 3 pontos no PoderData e 3,1 pontos no DataTrends.

Na Vox Brasil, por outro lado, o candidato recuou 2,5 pontos, passando de 51,6% para 49,1%. O Ipespe não apresentou uma rodada anterior comparável.

Lula precisa buscar votos além dos eleitores dos candidatos eliminados

A principal conclusão estratégica da análise é que a transferência dos votos dos candidatos eliminados, isoladamente, não seria suficiente para garantir uma virada de Lula nos cenários considerados.

Para reverter a vantagem, o presidente precisaria mobilizar eleitores que não participaram do primeiro turno ou conquistar pessoas que votaram em Flávio Bolsonaro. 

Cenário favorece Flávio, mas disputa permanece aberta

A Opinião Inteligência Política conclui que os dois caminhos utilizados no estudo — a projeção baseada nas urnas e a média das pesquisas — apontam para uma vantagem numérica de Flávio Bolsonaro no início do segundo turno.

A diferença está na intensidade dessa vantagem e nas condições necessárias para que cada resultado se concretize.

O levantamento ressalta que as projeções de transferência partem de duas premissas: os eleitores de Lula e Flávio manteriam seus votos do primeiro turno e o comparecimento às urnas permaneceria inalterado. Mudanças nessas condições podem modificar o resultado. Por isso, a consultoria classifica os cálculos como estimativas, e não como previsão eleitoral.
 

Copiar textoCopiar o texto
14/10/2026 04:10h

Café arábica e robusta registram alta, enquanto milho apresenta queda de 2,61%

Baixar áudio

O preço do café arábica abre esta quarta-feira (14) em alta de 1,01%, com a saca de 60 kg negociada a R$ 1.547,22 na cidade de São Paulo.

O café robusta teve valorização de 1,03%, sendo comercializado a R$ 971,18.


INDICADOR DO CAFÉ ARÁBICA CEPEA/ESALQ

Data Valor R$ Var./Dia Var./Mês Valor US$
13/10/2026 1.547,28 1,01% -1,88% 308,10
09/10/2026 1.531,88 -0,85% -2,85% 307,30
08/10/2026 1.544,99 -1,38% -2,02% 307,58
07/10/2026 1.566,59 -0,15% -0,65% 312,69
06/10/2026 1.568,95 0,02% -0,50% 315,05

 

INDICADOR DO CAFÉ ROBUSTA CEPEA/ESALQ

Data Valor R$ Var./Dia Var./Mês Valor US$
13/10/2026 971,18 1,03% -1,45% 193,38
09/10/2026 961,31 0,57% -2,45% 192,84
08/10/2026 955,89 -1,46% -3,00% 190,30
07/10/2026 970,02 -0,71% -1,57% 193,62
06/10/2026 976,94 1,13% -0,87% 196,17

 

O preço do açúcar cristal apresenta valorização de 0,50% na capital de São Paulo. A saca de 50 kg é cotada a R$ 123,78. 

 

INDICADOR DO AÇÚCAR CRISTAL BRANCO CEPEA/ESALQ - SÃO PAULO

Data Valor R$* Var./Dia Var./Mês Valor US$*
13/10/2026 123,78 0,50% 2,20% 24,65
09/10/2026 123,16 0,46% 1,68% 24,71
08/10/2026 122,60 0,02% 1,22% 24,41
07/10/2026 122,58 0,00% 1,21% 24,47
06/10/2026 122,58 -0,16% 1,21% 24,62

 

Em Santos (SP), houve aumento de 4,15%, e a mercadoria é negociada a R$ 138,51 na média de preços sem impostos.

 

Indicador Açúcar Cristal - Santos (FOB)

Data Valor R$* Var./Dia Var./Mês Valor US$*
13/10/2026 138,51 4,15% 10,26% 27,65
09/10/2026 132,99 -0,20% 5,87% 26,66
08/10/2026 133,25 -2,38% 6,07% 26,59
07/10/2026 136,50 1,10% 8,66% 27,34
06/10/2026 135,02 -0,54% 7,48% 27,17

 

A saca de 60 kg do milho, por sua vez, é vendida a R$ 65,59 após desvalorização de 2,61%.

 

Data Valor R$* Var./Dia Var./Mês Valor US$*
13/10/2026 65,59 -2,61% -4,49% 13,06
09/10/2026 67,35 0,25% -1,92% 13,51
08/10/2026 67,18 -0,09% -2,17% 13,37
07/10/2026 67,24 0,01% -2,08% 13,42
06/10/2026 67,23 -0,04% -2,10% 13,50

 

Os dados são do Cepea.

 

Diferença entre café arábica e café robusta: características, uso e regiões produtoras

Café arábica e café robusta são as duas principais variedades cultivadas e comercializadas no Brasil, ambas medidas em sacas de 60 kg.

O café arábica (conhecido também como café Conilon, em algumas regiões) tem sabor mais suave, menor teor de cafeína e alta qualidade sensorial, sendo preferido em cafeterias especializadas e nas exportações de cafés premium. Representa cerca de 70% da produção brasileira, com destaque para estados como Minas Gerais e São Paulo.

O café robusta, por sua vez, possui sabor mais amargo, maior concentração de cafeína e corpo mais intenso. É amplamente utilizado na produção de café solúvel e blends comerciais. Seus principais polos produtores são o Espírito Santo e Rondônia, e seu preço costuma ser mais baixo em comparação ao arábica, por conta do perfil mais industrial. 

Como é calculada a saca de açúcar cristal?

A saca de açúcar cristal no Brasil é padronizada em 50 quilos, especialmente para comercialização no mercado atacadista e para uso na indústria alimentícia. Essa unidade de medida é adotada pelo Cepea/Esalq-USP, principal fonte de cotações diárias do açúcar cristal no país.

Qual o peso da saca de milho no Brasil?

A saca de milho equivale a 60 kg de grãos, mesmo padrão utilizado para soja e trigo. Essa medida é oficializada por instituições como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Cepea, sendo amplamente usada em negociações e relatórios de preço do milho.


 

Copiar textoCopiar o texto
14/10/2026 04:05h

Boi gordo registra leve alta, enquanto carcaça suína especial tem valorização de 5,60% em São Paulo

Baixar áudio

O preço do boi gordo apresenta leve alta de 0,05% nesta quarta-feira (14). Em São Paulo, a arroba é negociada a R$ 378,00.

 

INDICADOR DO BOI GORDO CEPEA/ESALQ

Data Valor R$* Var./Dia Var./Mês Valor US$*
13/10/2026 378,00 0,05% 3,76% 75,27
09/10/2026 377,80 0,40% 3,71% 75,79
08/10/2026 376,30 0,05% 3,29% 74,92
07/10/2026 376,10 0,76% 3,24% 75,07
06/10/2026 373,25 0,08% 2,46% 74,95

 

Preço do frango congelado e frango resfriado

No mercado de frango, as cotações nas regiões da Grande São Paulo, São José do Rio Preto e Descalvado registram o quilo do produto congelado a R$ 8,39 e o do resfriado a R$ 8,41.

 

PREÇOS DO FRANGO CONGELADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP

Data Valor R$ Var./Dia Var./Mês
13/10/2026 8,39 0,12% 1,08%
09/10/2026 8,38 0,00% 0,96%
08/10/2026 8,38 0,00% 0,96%
07/10/2026 8,38 0,72% 0,96%
06/10/2026 8,32 0,00% 0,24%

 

PREÇOS DO FRANGO RESFRIADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP

Data Valor R$ Var./Dia Var./Mês
13/10/2026 8,41 0,24% 1,20%
09/10/2026 8,39 -0,12% 0,96%
08/10/2026 8,40 0,00% 1,08%
07/10/2026 8,40 0,84% 1,08%
06/10/2026 8,33 0,00% 0,24%

 

Preço da carcaça suína especial e suíno vivo

A carcaça suína especial apresenta valorização de 5,60% nos atacados da Grande São Paulo, onde o quilo custa R$ 9,99. 

Entre os estados analisados, o suíno vivo registra o menor preço no Rio Grande do Sul, onde o animal é comercializado a R$ 5,75.

 

PREÇOS DA CARCAÇA SUÍNA ESPECIAL (R$/kg)

Data Estado Valor R$* Var./Dia Var./Mês
13/10/2026 MG - posto 6,95 4,20% 13,19%
13/10/2026 PR - a retirar 5,89 1,90% 9,68%
13/10/2026 RS - a retirar 5,75 0,35% 9,11%
13/10/2026 SC - a retirar 5,82 1,75% 10,86%
13/10/2026 SP - posto 6,63 1,22% 14,71%

 

INDICADOR DO SUÍNO VIVO CEPEA/ESALQ (R$/kg)

Data Estado Valor R$* Var./Dia Var./Mês
13/10/2026 MG - posto 6,95 4,20% 13,19%
13/10/2026 PR - a retirar 5,89 1,90% 9,68%
13/10/2026 RS - a retirar 5,75 0,35% 9,11%
13/10/2026 SC - a retirar 5,82 1,75% 10,86%
13/10/2026 SP - posto 6,63 1,22% 14,71%

 

Os dados são do Cepea.

 

O que é o boi gordo? Entenda o termo do mercado bovino

O boi gordo é o bovino macho pronto para o abate, com peso mínimo de 16 arrobas líquidas de carcaça (aproximadamente 240 kg) e até 42 meses de idade. Atende aos padrões do mercado nacional e internacional, incluindo exportações para Europa, China e cota Hilton.

Diferenças entre frango congelado e frango resfriado

O frango congelado passa por congelamento rápido, com temperaturas abaixo de -12°C, garantindo maior vida útil para armazenamento e transporte a longas distâncias.

Já o frango resfriado é mantido entre 0°C e 4°C, com validade de 5 a 7 dias, oferecendo textura e sabor mais próximos do fresco, ideal para consumidores


 

Copiar textoCopiar o texto
14/10/2026 04:00h

Soja registra queda no Paraná e em Paranaguá, enquanto trigo apresenta variação nos preços entre os estados

Baixar áudio

A saca de 60 quilos da soja inicia a quarta-feira (14) em baixa no interior do Paraná e na região litorânea de Paranaguá. 

No interior paranaense, o grão apresenta recuo de 0,22%, com a saca negociada a R$ 147,98. Em Paranaguá, desvalorização de 0,39%, levando a cotação para R$ 154,15.

 

INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANÁ

Data Valor R$* Var./Dia Var./Mês Valor US$*
13/10/2026 147,98 -0,22% -4,47% 29,47
09/10/2026 148,31 0,11% -4,26% 29,75
08/10/2026 148,14 0,32% -4,37% 29,49
07/10/2026 147,67 0,32% -4,67% 29,47
06/10/2026 147,20 -1,79% -4,98% 29,56

 

INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANAGUÁ 

Data Valor R$* Var./Dia Var./Mês Valor US$*
13/10/2026 154,15 -0,39% -4,59% 30,69
09/10/2026 154,75 -0,10% -4,22% 31,04
08/10/2026 154,91 0,66% -4,12% 30,84
07/10/2026 153,90 -1,14% -4,74% 30,72
06/10/2026 155,67 -1,53% -3,65% 31,26

 

Trigo

Preço do trigo avança no Rio Grande do Sul e declina no Paraná. 

No Paraná, a tonelada do cereal é comercializada a R$ 1.561,58. No Rio Grande do Sul, o produto é vendido a R$ 1.472,69.

 

PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - RIO GRANDE DO SUL

Data Valor R$/t* Var./Dia Var./Mês Valor US$/t*
13/10/2026 1.472,69 0,31% 1,52% 293,25
09/10/2026 1.468,08 0,86% 1,21% 294,50
08/10/2026 1.455,60 0,07% 0,34% 289,79
07/10/2026 1.454,59 -0,31% 0,28% 290,34
06/10/2026 1.459,09 0,52% 0,59% 292,99

 

PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - PARANÁ

Data Valor R$/t* Var./Dia Var./Mês Valor US$/t*
13/10/2026 1.561,58 -0,07% 1,12% 310,95
09/10/2026 1.562,68 0,11% 1,19% 313,48
08/10/2026 1.560,92 1,46% 1,07% 310,76
07/10/2026 1.538,46 0,76% -0,38% 307,08
06/10/2026 1.526,89 -1,57% -1,13% 306,61

 

Os dados são do Cepea.

 

O que é uma saca de soja ou de trigo? Entenda a unidade de medida no mercado de grãos

A saca de soja e a saca de trigo são as principais unidades de comercialização de grãos no Brasil. Cada saca equivale a 60 quilos, padrão adotado por órgãos oficiais como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

Esse formato padronizado facilita o comércio da soja e do trigo, além de permitir um acompanhamento mais preciso das cotações e variações de preços no mercado nacional.

 

Copiar textoCopiar o texto
13/10/2026 21:00h

O euro, por sua vez, encerrou o dia cotado a R$ 5,62

Baixar áudio

O dólar comercial registrou valorização de 0,69% nesta terça-feira (13), fechando o dia vendido a R$ 5,02.

De acordo com o Investing.com, a moeda americana abriu a sessão em alta frente ao real, após uma pesquisa eleitoral indicar empate técnico entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT-SP) e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) em uma eventual disputa de segundo turno pela Presidência da República.

Por volta das nove e meia da manhã, a moeda norte-americana registrava alta de 0,60%, cotada a R$ 5,02 para venda. No mercado futuro, o contrato com vencimento em novembro avançava 0,41%, negociado a R$ 5,03.

O levantamento do instituto Nexus, em parceria com o BTG Pactual, apontou Flávio Bolsonaro com 48% das intenções de voto, contra 45% de Lula. Como a margem de erro era de dois pontos percentuais, os candidatos estavam tecnicamente empatados. A pesquisa foi realizada entre os dias 10 e 12 de outubro.

O índice DXY, que mede a força do dólar frente a outras moedas globais, fechou aos 102,32 pontos.

 

Cotação do euro

O euro, por sua vez, encerrou o pregão cotado a R$ 5,62.

 

Cotações

A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.

 

Código BRL USD EUR GBP JPY CHF CAD AUD
BRL 1 0,1990 0,1777 0,1501 31,5013 0,1657 0,2829 0,2850
USD 5,0263 1 0,8931 0,7545 158,33 0,8328 1,4219 1,4323
EUR 5,6282 1,1197 1 0,8448 177,29 0,9325 1,5921 1,6037
GBP 6,6616 1,3253 1,1837 1 209,85 1,1037 1,8845 1,8983
JPY 0,0317 0,0063 0,0056 0,0048 1 0,5260 0,0090 0,0090
CHF 6,0354 1,2008 1,0725 0,9060 190,13 1 1,7074 1,7198
CAD 3,5349 0,7033 0,6280 0,5306 111,35 0,5857 1 1,0072
AUD 3,5088 0,6982 0,6236 0,5268 110,55 0,5814 0,9928 1

 

Os dados são da Investing.com. 

Copiar textoCopiar o texto
13/10/2026 20:30h

Volume total negociado na B3 foi de R$ 45.251.821.256, em meio a 5.761.022 de negócios

Baixar áudio

O Ibovespa fechou esta terça-feira (13) em queda de 1,07%, aos 206.825,31 pontos. O principal índice da Bolsa brasileira interrompeu a sequência após o recorde histórico de 209.066,90 pontos registrado na sexta-feira (9), em meio à cautela dos investidores com o cenário eleitoral brasileiro e às tensões geopolíticas no exterior.

 

Maiores altas e quedas 

Ações em alta no Ibovespa

  • Viver Incorporadora e Construtora S.A. (VIVR3) +73,31%
  • Viver Incorporadora e Construtora S.A. (VIVR3F) +62,39%

Ações em queda no Ibovespa

  • Fiset Pesca FISET FSPE Pfd (FSPE11F) -40,00%
  • Porto Sudeste VM SA (PSVM11F) -25,93%

 

O volume total negociado na B3 foi de R$ 45.251.821.256, em meio a 5.761.022 de negócios.

Os dados da bolsa podem ser consultados no site da B3.  
 

O que é o Ibovespa e como ele funciona?

O Ibovespa (Índice Bovespa) é o principal indicador do mercado acionário brasileiro. Calculado pela B3, ele reflete a média do desempenho das ações mais negociadas na bolsa, com base em critérios de volume e liquidez. O índice é composto por uma carteira teórica de ativos, que representa cerca de 80% do volume financeiro total negociado no mercado.

O que é a B3, a bolsa de valores do Brasil?

A B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) é a bolsa de valores oficial do Brasil, sediada em São Paulo. É responsável pela negociação de ações, derivativos, títulos públicos e privados, câmbio e outros ativos financeiros. A B3 está entre as maiores bolsas do mundo em infraestrutura e valor de mercado. 



 

Copiar textoCopiar o texto
13/10/2026 04:40h

CNM estima R$ 1,8 bilhão em prejuízos e registra ocorrências de inundações, vendavais, granizo e deslizamentos entre julho e setembro

Baixar áudio

Chuvas intensas e temporais afetaram 2,2 milhões de pessoas na Região Sul do Brasil entre julho e setembro de 2026. No mesmo período, 419 municípios decretaram situação de anormalidade. Os prejuízos chegaram a R$ 1,8 bilhão. As informações foram divulgadas pela Confederação Nacional de Municípios (CNM).

Os dados constam da segunda edição do Boletim El Niño 2026/2027, referente ao período de 1º de julho a 30 de setembro. O levantamento registra ocorrências de deslizamentos, alagamentos, inundações, vendavais e granizo, além de um tornado na região.

No Paraná, o documento aponta impactos em áreas do norte e do noroeste do estado. O Vale do Ribeira também registra ocorrências. Em Santa Catarina, houve danos no Planalto Norte e o Meio-Oeste. Já no Rio Grande do Sul, o boletim menciona registros em diferentes áreas do território estadual, sem especificar os municípios.

O Sul apresentou o terceiro maior volume de prejuízos entre as regiões brasileiras, atrás do Nordeste, com R$ 5,7 bilhões, e do Sudeste, com R$ 4 bilhões.

Considerando os valores arredondados divulgados pela CNM, o R$ 1,8 bilhão estimado para o Sul representa aproximadamente 14% do total nacional, de R$ 12,6 bilhões.

As 2,2 milhões de pessoas afetadas na região correspondem a cerca de 32% do total de 6,9 milhões registrado em todo o país. Esse indicador não deve ser confundido com o número de pessoas que precisaram deixar suas casas, estimado em 87,7 mil no balanço nacional.

O resumo regional não detalha a distribuição dos prejuízos entre Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, nem informa quantas moradias foram atingidas exclusivamente na Região Sul. 

Para melhorar a preparação diante de novos desastres, a CNM recomenda revisar os planos municipais de contingência, organizar abrigos e definir rotas de evacuação.

A Nota Técnica nº 12, publicada em maio de 2026, também orienta os gestores a mapear áreas de risco e aprimorar a comunicação com a população.
 

Copiar textoCopiar o texto
13/10/2026 04:30h

Prejuízos passam de R$ 12,6 bilhões, segundo levantamento da CNM

Baixar áudio

Cerca de 6,9 milhões de pessoas foram afetadas por desastres em 1.035 municípios brasileiros entre julho e setembro de 2026. No período, 25 pessoas morreram e 87,7 mil tiveram que deixar suas casas. Os prejuízos estimados ultrapassam R$ 12,6 bilhões. Os dados constam em levantamento divulgado pela Confederação Nacional de Municípios (CNM).

O balanço faz parte do Boletim El Niño 2026/2027. O levantamento reúne informações sobre decretos de situação de emergência e de estado de calamidade pública. Entre as fontes de referência está o Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2iD).

O Nordeste registrou o maior volume de prejuízos entre as regiões, com R$ 5,7 bilhões. Em seguida, aparecem o Sudeste, com cerca de R$ 4 bilhões; o Sul, com R$ 1,8 bilhão; o Norte, com R$ 822,7 milhões; e o Centro-Oeste, com R$ 281,9 milhões. 

VEJA MAIS:

Em relação ao tipo de perda, a CNM contabiliza R$ 8,8 bilhões em prejuízos privados, R$ 3,6 bilhões em prejuízos públicos e R$ 283,4 milhões em perdas relacionadas a unidades habitacionais. Ao todo, foram registradas 47.888 moradias danificadas e 808 destruídas.

Quanto aos serviços públicos, o abastecimento de água potável concentra perdas de R$ 1,8 bilhão. Já os prejuízos relacionados à assistência médica, à saúde pública e ao atendimento de emergências somam R$ 562,8 milhões. As obras de infraestrutura pública, por sua vez, registram perdas de R$ 557,8 milhões.

O boletim relata ocorrências de seca e estiagem, incêndios florestais, vendavais, granizo, inundações e deslizamentos em diferentes regiões do país. Os números correspondem ao balanço divulgado pela entidade para o trimestre, mas o documento não apresenta uma contagem nacional de ocorrências individuais.

A CNM recomenda que as prefeituras atualizem os planos de contingência, mapeiem áreas de risco e organizem abrigos, rotas de evacuação e canais de comunicação com a população. As orientações constam da Nota Técnica nº 12, publicada em maio de 2026.
 

Copiar textoCopiar o texto
13/10/2026 04:25h

Seca e estiagem afetaram cerca de 1,4 milhão de pessoas na região; agricultura concentrou R$ 3,4 bilhões em perdas

Baixar áudio

O Nordeste registrou 319 municípios com decretos de situação de emergência e cerca de 1,4 milhão de pessoas afetadas pela seca e pela estiagem entre julho e setembro de 2026. No período, os prejuízos provocados por desastres na região foram estimados em R$ 5,7 bilhões. Os dados são da Confederação Nacional de Municípios (CNM).

As informações fazem parte da segunda edição do Boletim El Niño 2026/2027, que abrange o período de 1º de julho a 30 de setembro. Segundo a CNM, os decretos de emergência foram registrados em municípios dos nove estados nordestinos.

A agricultura concentrou a maior parte das perdas regionais, com R$ 3,4 bilhões em prejuízos. 

Entre as cinco regiões brasileiras, o Nordeste apresentou o maior volume de prejuízos. Os R$ 5,7 bilhões estimados representam cerca de 45% dos R$ 12,6 bilhões registrados em todo o país. O Sudeste aparece em seguida, com R$ 4 bilhões, enquanto o Sul contabilizou R$ 1,8 bilhão.

VEJA MAIS:

A CNM relaciona o cenário regional à intensificação da seca e da estiagem no contexto do El Niño. O resumo do levantamento, porém, não detalha quais são os 319 municípios em situação de emergência, como as perdas se distribuem entre os estados nem quantos produtores rurais foram afetados.

Em todo o Brasil, os desastres registrados no trimestre afetaram 6,9 milhões de pessoas em 1.035 municípios. O balanço também contabiliza 25 mortes e 87,7 mil pessoas que tiveram de deixar suas casas. Esses números abrangem diferentes tipos de ocorrência e, portanto, não correspondem exclusivamente aos efeitos da seca e da estiagem no Nordeste.

Para preparar os municípios para possíveis impactos do El Niño, a CNM recomenda revisar os planos de contingência, mapear áreas de risco e organizar a comunicação com a população. As orientações constam da Nota Técnica nº 12, publicada em maio de 2026, sobre os possíveis efeitos do fenômeno nos anos de 2026 e 2027.
 

Copiar textoCopiar o texto