19/10/2026 14:30h

Espaço promoverá encontros comerciais entre empresas nacionais e representantes de outros países para estimular negócios e parcerias no VI Encontro de Ideias Audiovisuais

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Empresas brasileiras do setor audiovisual poderão negociar projetos e prospectar parcerias internacionais durante a 50ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, realizada de 14 a 29 de outubro. Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos  organizou o ApexBrasil Business Hub, espaço voltado a reuniões de negócios e ao contato com delegações estrangeiras, como parte da programação do VI Encontro de Ideias Audiovisuais.

O intuito da iniciativa é ampliar as oportunidades de negócios em áreas como produção, distribuição, coprodução e prestação de serviços especializados. De acordo com a Agência, estão previstas delegações do Reino Unido, da China, da Argentina e da França, que poderão conhecer projetos e empresas brasileiras.

A diretora de Negócios da ApexBrasil, Maria Paula Velloso, enfatiza que a expectativa é que as produtoras brasileiras sejam contempladas com negócios internacionais.

“Queremos transformar a presença de profissionais internacionais na mostra em oportunidades concretas para o audiovisual brasileiro. Nosso objetivo é criar um ambiente em que as empresas possam apresentar seus projetos, identificar parceiros e estabelecer conexões que resultem em novos negócios”, afirma.

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A Mostra reúne filmes de diferentes países e promove discussões sobre tendências, narrativas e mudanças no setor cinematográfico. O VI Encontro de Ideias Audiovisuais, por sua vez, terá atividades voltadas ao mercado e à criação de novas parcerias.

Audiovisual também movimenta exportações de serviços

A programação contará ainda com um painel da ApexBrasil sobre a contribuição do audiovisual para a balança comercial brasileira. A Agência destaca que o setor não se limita à venda de filmes e séries, já que também envolve serviços de distribuição, coprodução, tecnologia, locações e infraestrutura para filmagens. Essas atividades, segundo a ApexBrasil, podem gerar empregos qualificados e receitas provenientes do exterior.

“O audiovisual é uma indústria criativa, mas também é uma indústria de serviços, tecnologia e negócios internacionais. Quando uma produção estrangeira encontra no Brasil profissionais, infraestrutura, locações e empresas capazes de atender às suas necessidades, estamos falando também de exportação de serviços e de geração de valor para a economia brasileira”, afirma Maria Paula.

A participação na mostra faz parte da estratégia da ApexBrasil para ampliar a presença da economia criativa brasileira no mercado internacional. O intuito é fortalecer a atuação do país tanto na produção de conteúdo quanto no desenvolvimento de parcerias para projetos audiovisuais em âmbito global.
 

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19/10/2026 04:55h

Os pagamentos são realizados preferencialmente na Poupança CAIXA ou conta CAIXA Tem

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A CAIXA inicia nesta segunda-feira (19), o pagamento do Bolsa Família referente ao mês de outubro para os beneficiários com o Número de Identificação Social (NIS) terminado em 1.

Os pagamentos são realizados preferencialmente na Poupança CAIXA ou conta CAIXA Tem. Com a conta CAIXA Tem, os beneficiários podem pagar contas e fazer transferências diretamente pelo aplicativo no celular.

O valor também pode ser movimentado com o cartão de débito da conta em comércios, Unidades Lotéricas, Correspondentes CAIXA Aqui, terminais de autoatendimento e Agências da CAIXA. Além disso, é possível realizar saques sem cartão nos terminais de autoatendimento e Unidades Lotéricas, utilizando a identificação biométrica previamente cadastrada em uma agência da CAIXA.

Para baixar os aplicativos CAIXA Tem e Bolsa Família, basta acessar a loja de aplicativos do seu smartphone. É gratuito.

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19/10/2026 04:25h

Equipamento ainda está em fase de testes mas está previsto para chegar ao mercado em 2027

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O Ecossistema Dakila apresentou, no domingo (11), o Multigerador de Energia Quântica, desenvolvido em parceria com a S&S Tecnologia. O lançamento ocorreu na Cidade Zigurats, em Corguinho (MS), e reuniu mais de mil pessoas de diferentes estados e países. A demonstração foi conduzida por Urandir Fernandes de Oliveira, fundador e presidente do ecossistema, com participação de Helton Marques, coordenador do projeto, e do engenheiro eletricista Severiano Castelo.

Segundo a desenvolvedora, o equipamento utiliza uma energia inicial armazenada em capacitores para dar partida a um motor elétrico, que aciona um gerador responsável por transformar a energia mecânica em eletricidade. O que os desenvolvedores apresentam como diferencial é a retroalimentação: parte da energia produzida volta ao próprio sistema para manter o funcionamento, ideia resumida no slogan "Energia que gera mais energia". A equipe chama de geração exponencial a produção que, segundo ela, se potencializa de forma contínua. O aparelho inclui ainda uma fonte chamada de "energia solar artificial" e frequências programáveis, que permitiriam adotar padrões diferentes conforme a aplicação.

Em entrevista exclusiva ao portal Brasil 61, Helton Marques descreveu o projeto em termos mais amplos. Segundo ele, o equipamento foi concebido para gerar energia elétrica limpa, contínua e autônoma, independente das redes de distribuição e de fontes fósseis: "O sistema baseia-se na captura e conversão de campos energéticos ambientais integrados a um circuito de retroalimentação inteligente, smart feedback. Essa arquitetura permite que o sistema gerencie seu próprio fluxo interno, estabilizando a saída de energia e mantendo a operação contínua, com alta eficiência e sem perdas energéticas significativas", afirma.

A principal novidade, segundo o coordenador, está no que a equipe chama de placas solares virtuais: "A grande virada de chave tecnológica do projeto, fruto de décadas de estudos, foi a capacidade de desenvolver uma técnica na qual o inversor detecta placas solares virtuais. Enquanto os sistemas fotovoltaicos tradicionais dependem de inversores conectados a painéis solares físicos instalados nos telhados, o Multigerador gera e simula a presença dessas placas virtualmente, diretamente no sistema, eliminando a dependência de painéis físicos, espaços no telhado e incidência de luz solar", destaca.

Marques diz ainda que projetos semelhantes fracassaram no passado por seguirem modelos simplistas, sem viabilidade real ou sem controle dinâmico de carga. Para ele, o Multigerador se diferencia pela retroalimentação inteligente e pela progressão geométrica de energia, que proporcionariam, nas palavras dele, "eficiência incomparável".

Benefícios

De acordo com os desenvolvedores, o protótipo de grandes dimensões exibido no evento teria capacidade para abastecer até 15 residências, conforme as condições de uso. A equipe também prevê versões compactas, com tamanho aproximado ao de um frigobar, para instalação em casas individuais. Urandir Fernandes de Oliveira citou como possibilidades um carregador portátil de celular que não precisaria ser recarregado e a adaptação da tecnologia a carros voadores, para ampliar a autonomia de voo de cerca de 40 minutos a uma hora.

Para o coordenador, o potencial da invenção é de revolucionar o sistema de energia elétrico. “Eliminando a dependência de concessionárias de energia, reduzindo drasticamente custos operacionais e residenciais, e oferecendo uma solução sustentável de impacto ambiental zero. O potencial é de alcance global, milhões de pessoas, desde residências urbanas e isoladas até comunidades remotas, hospitais, escolas e operações militares, inclusive, ou industriais em áreas sem infraestrutura de rede, garantindo autonomia e segurança energética contínua”, celebra Marques.

Comercialização

Marques afirma que o projeto está em fase avançada de consolidação tecnológica e jurídica, e a meta é iniciar a venda em 2027. Recentemente, foi finalizado e assinado, em Brasília, o memorial descritivo legal e o documento de co-invenção. Segundo o coordenador, a iniciativa saiu da validação conceitual e da prototipagem para a estruturação de expansão de mercado, testes de campo e preparação para produção em larga escala. O cronograma comercial e a tabela de preços ainda estão sendo definidos, e a meta de médio ou longo prazo, segundo o coordenador, é democratizar o acesso, de modo que qualquer pessoa ou instituição possa adquirir o equipamento depois da fabricação em escala.

O coordenador diz que o equipamento se baseia em princípios de física avançada e engenharia, fruto da parceria entre o inventor e engenheiro eletricista Francisco Severino dos Santos, ele próprio e Urandir Fernandes de Oliveira, e que o projeto conta com documentação jurídica e respaldo de instituições de pesquisa, como a Dakila Pesquisas. Como objetivo, cita levar a tecnologia ao reconhecimento científico internacional, "comprovados seus princípios e resultados", e menciona a esperança de contribuir no futuro para um Prêmio Nobel para o Brasil. A equipe também faz referência aos estudos de Nikola Tesla e prevê propostas experimentais sobre possíveis interações entre energia, frequências, campos e sistemas biológicos.

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19/10/2026 04:20h

Pesquisa mostra que pequenas empresas têm mais dificuldades para obter crédito adequado

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Duas em cada três indústrias (65,3%) que buscaram crédito entre fevereiro e julho de 2026 recorreram a bancos comerciais tradicionais para obter financiamento de curto e médio prazo, com vencimento em até cinco anos. O percentual supera o registrado em 2025, quando 61% das empresas apontaram essas instituições como principal fonte de recursos. Os dados são da Sondagem Especial nº 107 – Condições de Acesso ao Crédito em 2026, divulgada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).

No financiamento de longo prazo, com vencimento superior a cinco anos, os bancos comerciais tradicionais também foram a principal fonte de recursos, citados por 49,5% das empresas industriais que buscaram essa modalidade de crédito. Em 2025, o percentual havia sido de 51%.

Para a analista de Políticas e Indústria da CNI, Maria Virgínia Colusso, recorrer aos bancos comerciais tradicionais não é, por si só, um problema. O desafio é encontrar financiamentos com custos, volumes e prazos compatíveis com as necessidades das empresas.

Nesse contexto, a diversificação das fontes de financiamento é importante para ampliar as possibilidades de acesso a recursos adequados às diferentes demandas do setor produtivo.

“O ideal é que as empresas tenham acesso a diferentes fontes de financiamento para financiar suas atividades. Isso permitiria a elas encontrarem, com um pouco mais de facilidade, fontes de financiamento que atendam de fato às suas necessidades em relação a prazo, custo e montante desses financiamentos, permitindo não só o pagamento de despesas correntes, mas também a expansão da capacidade produtiva”, afirma Colusso.

Capital próprio como fonte de financiamento

O capital próprio foi a segunda fonte de financiamento de curto e médio prazo mais citada pelas empresas industriais que buscaram crédito no período, com 23,6% das menções. Os bancos de desenvolvimento ficaram em terceiro lugar, com 18,5%.

No crédito de longo prazo, a ordem foi inversa: os bancos de desenvolvimento foram citados por 29,5% das empresas, enquanto o capital próprio foi mencionado por 23,1%.

Segundo Colusso, o uso de recursos próprios pode representar uma decisão estratégica, mas merece atenção quando ocorre por falta de alternativas de financiamento.

“Utilizar o capital próprio como fonte de financiamento pode ser uma escolha estratégica dessa empresa industrial. Mas isso passa a ser algo relevante quando deixa de ser uma escolha e passa a ser uma necessidade da empresa, porque o custo do crédito está muito elevado ou porque ela está tendo dificuldade de acesso a esse financiamento”, destaca.

Pequenas empresas enfrentam mais dificuldades para obter crédito adequado

Para a maioria das empresas industriais que contrataram ou renovaram crédito, o valor aprovado correspondeu ao montante solicitado. No financiamento de curto e médio prazo, 62,1% receberam o volume de recursos de que necessitavam. No crédito de longo prazo, o percentual foi de 61%.

Por outro lado, cerca de uma em cada quatro empresas relatou ter recebido menos recursos do que precisava. Entre as que contrataram ou renovaram crédito de curto e médio prazo, 24,9% afirmaram que o valor aprovado foi menor ou muito menor do que o solicitado. No financiamento de longo prazo, o percentual chegou a 26,4%.

Já a aprovação de valores superiores aos necessários foi menos frequente: ocorreu em 11,1% das operações de curto e médio prazo e em 10,8% das de longo prazo.

A análise por porte mostra que as pequenas empresas enfrentam as maiores dificuldades para obter o volume de crédito necessário. Nessa categoria, 33,3% receberam recursos inferiores às suas necessidades no financiamento de curto e médio prazo. No longo prazo, o percentual foi ainda maior, de 34,4%.

Entre as médias e grandes empresas, os percentuais de insuficiência dos valores aprovados variaram de 21% a 27,7%, conforme o porte e a modalidade de financiamento.

Maria Virgínia Colusso ressalta que as empresas menores enfrentam obstáculos tanto para conseguir crédito quanto para obter o montante considerado adequado ao financiamento de suas atividades.

“Essas dificuldades podem estar relacionadas ao fato de as pequenas empresas terem maiores dificuldades de apresentar as garantias exigidas pelas instituições financeiras para conceder o crédito, comprovar capacidade de pagamento, além de terem menor poder de barganha para negociar as condições de financiamento”, explica.

Maioria mantém condições semelhantes na renovação do crédito

A pesquisa também avaliou as condições de acesso ao crédito e de renovação das operações. Entre as empresas industriais que renovaram linhas de curto e médio prazo no período, 53,9% afirmaram que as condições gerais permaneceram semelhantes às anteriores.

Para 24,8% das empresas, as condições de renovação foram piores ou muito piores. Já 19,7% relataram condições melhores ou muito melhores.

No financiamento de longo prazo, 53,2% dos entrevistados disseram que as condições de renovação permaneceram semelhantes. Outros 17,8% avaliaram que elas ficaram piores ou muito piores, enquanto 26,9% apontaram melhora nas condições de financiamento.

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19/10/2026 04:15h

Estimativa da CNM considera despesas adicionais com trabalhadores terceirizados; impacto total da redução da jornada pode chegar a R$ 6,6 bilhões anuais

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O fim da escala de trabalho 6x1 para trabalhadores de empresas terceirizadas que prestam serviços aos municípios pode gerar um impacto de R$ 5,14 bilhões por ano nos cofres municipais. A estimativa é da Confederação Nacional de Municípios (CNM), com base em uma pesquisa realizada com gestores locais.

Segundo a entidade, o custo anual total da redução da jornada de trabalho pode chegar a R$ 6,6 bilhões, incluindo R$ 1,49 bilhão em despesas com a contratação direta de servidores.

O levantamento considera o texto da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 221/2019, que prevê a redução do limite da jornada semanal de 44 para 40 horas.

O presidente da CNM, Paulo Ziulkoski, avalia que a mudança exigirá a ampliação das equipes das empresas terceirizadas para manter o atual nível de prestação dos serviços públicos. Segundo ele, esses custos adicionais deverão ser repassados às prefeituras, pressionando os orçamentos municipais.

“Os municípios já enfrentam orçamentos no limite e não têm recursos para custear essa medida. Sem uma previsão orçamentária devida, muitos serviços podem ser afetados, prejudicando a população”, alerta.

Impacto varia conforme o porte do município

A pesquisa ouviu gestores de 2.146 municípios, o equivalente a 38,6% das cidades brasileiras. Do total de participantes, 75% afirmaram contratar serviços terceirizados.

A dependência desse modelo de contratação varia conforme o porte do município. Com base nessa diferença, a CNM estima que a redução da jornada poderá gerar uma despesa adicional média anual de R$ 447 mil para cidades de pequeno porte. Nos municípios de médio porte, o impacto chega a R$ 2,2 milhões, enquanto nas grandes cidades pode alcançar R$ 28,8 milhões por ano.

De acordo com o levantamento, mais de 1 milhão de trabalhadores terceirizados prestam serviços às prefeituras brasileiras. Em 21% das administrações municipais consultadas, esse contingente supera cem profissionais.

Entre os serviços terceirizados mais comuns estão:

  • conservação, limpeza urbana e manejo de resíduos sólidos, mencionados por 69% dos gestores;
  • manutenção de prédios, equipamentos e instalações (44%);
  • informática (29%);
  • segurança e vigilância (27%).

Demanda por serviços impulsiona terceirização

A pesquisa também investigou os principais motivos para a contratação de empresas terceirizadas. A razão mais citada foi a demanda por serviços superior à capacidade do quadro próprio de funcionários, apontada por 57% dos gestores. Em seguida, aparecem a redução de custos, incluindo despesas com pessoal (42%), e a dificuldade de manter profissionais nas equipes municipais (40%).

Na avaliação da CNM, os resultados mostram que a terceirização está consolidada como instrumento de gestão nos municípios, tanto para atender à demanda por serviços públicos quanto para contornar a insuficiência de servidores nos quadros próprios.

Diante da dependência desse modelo de contratação, a entidade avalia que a redução da jornada poderá pressionar os contratos com as empresas prestadoras de serviços e gerar despesas adicionais bilionárias para as prefeituras. Segundo a CNM, a falta de recursos para absorver esses custos pode comprometer a continuidade e a qualidade dos serviços oferecidos à população.

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19/10/2026 04:00h

São Paulo lidera a distribuição dos recursos neste decêndio, com aproximadamente R$ 279 milhões destinados às prefeituras do estado

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As prefeituras brasileiras vão receber nesta terça-feira (20) os recursos do segundo decêndio de outubro do Fundo de Participação dos Municípios (FPM). O valor da transferência é de R$ 2,2 bilhões. Em relação ao mesmo período do ano passado, houve uma variação positiva de 15%. A segunda parcela de outubro de 2025 foi de R$ 1,9 bilhão.

Na avaliação do especialista em orçamento público Cesar Lima, o desempenho dos repasses do FPM ao longo do ano indica um cenário favorável para as finanças municipais. Ele também destaca a importância de acompanhar os impactos iniciais da reforma tributária sobre a arrecadação e a distribuição dos recursos entre as prefeituras.

"Tudo indica que teremos um ano que vai fechar positivamente os valores da FPM em relação ao ano passado, consolidando uma boa evolução do FPM até o momento. Vamos aguardar, a partir de janeiro, a entrada parcial em funcionamento da reforma tributária e ver quais serão os efeitos dela sobre o Fundo de Participação dos Municípios", destaca. 

São Paulo lidera a distribuição dos recursos neste decêndio, com aproximadamente R$ 279 milhões destinados às prefeituras do estado. Entre os municípios paulistas beneficiados estão São Bernardo do Campo e São Vicente, com repasses de R$ 1,2 milhão para cada um.

Já Roraima registra o menor montante entre os estados, com cerca de R$ 1,6 milhão. No estado, Cantá e Alto Alegre estão entre os municípios com maiores repasses, de aproximadamente R$ 136 mil cada.

 

 

Destaques de outras regiões

No Nordeste, a Bahia está entre os estados que recebem mais recursos do FPM. Neste decêndio, a unidade da federação vai contar com R$ 181 milhões, que serão distribuídos entres as prefeituras locais. 

Na Região Sul, o Rio Grande do Sul também recebe uma parcela expressiva do fundo. As cidades gaúchas vão partilhar R$ 142 milhões. 

Em relação ao Centro-Oeste, Goiás integra o maior volume de recursos entre os estados da região, com um total de R$ 73 milhões. 

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A distribuição da verba varia de acordo com os coeficientes de participação de cada município. O estado de São Paulo, por exemplo, costuma concentrar uma parcela maior dos valores destinados às prefeituras, enquanto unidades da federação com menor número de habitantes, como Roraima, recebem montantes totais menores.

FPM: municípios bloqueados

Embora o FPM seja destinado aos municípios brasileiros, algumas prefeituras podem ficar impedidas de receber os recursos em razão de bloqueios registrados no Sistema Integrado de Administração Financeira do Governo Federal (SIAFI).

Até sexta-feira (16), A lista dos entes bloqueados era composta pelos seguintes municípios:

  1. Vitória do Jari (AP)
  2. Caturama (BA)
  3. Nova Viçosa (BA)
  4. Prado (BA)
  5. Ubatã (BA)
  6. Solonópole (CE)
  7. Bonópolis (GO)
  8. Rio Verde (GO)
  9. Anapurus (MA)
  10. Loreto (MA)
  11. Itatiaiuçu (MG)
  12. Marilac (MG)
  13. Apiacás (MT)
  14. Campo Maior (PI)
  15. Itaguajé (PR)
  16. Armação dos Búzios (RJ)
  17. Laje do Muriaé (RJ)
  18. Petrópolis (RJ)
  19. Porto Real (RJ)
  20. Saquarema (RJ)
  21. Mucajaí (RR)
  22. Bom Princípio (RS)
  23. Constantina (RS)
  24. Crissiumal (RS)
  25. Jacinto Machado (SC)
  26. Aurora do Tocantins (TO)
  27. Divinópolis do Tocantins (TO)

O que é o FPM

O Fundo de Participação dos Municípios é uma transferência constitucional formada por uma parcela da arrecadação federal com o Imposto de Renda (IR) e o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI).

A distribuição dos recursos considera critérios como a população municipal e os coeficientes de participação definidos para cada prefeitura. Os dados populacionais utilizados no cálculo são atualizados com base nas informações do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
 

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18/10/2026 18:40h

Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul têm dia com poucas nuvens e temperaturas baixas ao amanhecer

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A segunda-feira (19) começa com tempo estável e predomínio de poucas nuvens na Região Sul, acompanhado por declínio nas temperaturas e condição para geada em trechos do interior, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). 

No Paraná, o tempo fica aberto com poucas nuvens na maioria das regiões, incluindo o norte, oeste e centro-sul, com possibilidade de geada em áreas centrais e do sul paranaense. Em Curitiba, a mínima registra 8°C e a máxima chega a 16°C.

Em Santa Catarina, o sol predomina entre poucas nuvens no litoral, norte e oeste, enquanto a região do planalto e áreas centrais apresentam condição de claro com geada ao amanhecer. Em Florianópolis, os termômetros marcam mínima de 12°C e máxima de 20°C.

No Rio Grande do Sul, o predomínio é de poucas nuvens em todo o estado, cobrindo o sul, a região metropolitana, a campanha e as missões, com áreas do centro e do nordeste gaúcho registrando condição de claro com geada. Em Porto Alegre, a mínima fica em 9°C e a máxima atinge 17°C.

No interior da Região Sul, o ar frio começa a recuar lentamente, mas a região ainda se sustenta como a mais fresca do território nacional. O início do dia será consideravelmente frio nas áreas serranas, registrando mínimas de 14°C a 16°C, e as máximas à tarde sobem de forma tímida, oscilando entre 21°C e 23°C.

 

O QUE É GEADA?

Depósito de gelo cristalino — em formas como agulhas, prismas ou escamas — formado pela sublimação do vapor d’água do ar adjacente sobre superfícies expostas, como solo, plantas e objetos.
 

5 motivos para acompanhar as previsões do tempo

  • Agricultura: garantia de uma boa colheita;
  • Marinha: proteção de marinheiros, navios e passageiros;
  • Aeronáutica: segurança de pilotos, aeronaves e passageiros;
  • Pesca: condições favoráveis e seguras para a atividade;
  • Turismo: garantia de passeios e viagens tranquilas e agradáveis.

Importância das observações meteorológicas no INMET

As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).

As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

 

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18/10/2026 18:30h

Pancadas de chuva isoladas atingem áreas de Goiás, Mato Grosso e o Distrito Federal, enquanto Mato Grosso do Sul tem poucas nuvens

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A segunda-feira (19) apresenta variação nas condições do tempo na Região Centro-Oeste, com pancadas de chuva isoladas no trecho norte e predomínio de poucas nuvens no centro-sul da região, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

Em Goiás, a porção norte e nordeste do estado registra muitas nuvens com pancadas de chuva, enquanto a faixa central, leste e sul apresenta muitas nuvens. Em Goiânia, os termômetros marcam mínima de 17°C e máxima de 31°C.

No Distrito Federal, a previsão é de muitas nuvens com pancadas de chuva isoladas em Brasília e no entorno, onde as temperaturas variam entre a mínima de 16°C e a máxima de 27°C.

Em Mato Grosso, o norte e o nordeste do estado têm muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas, e o noroeste registra pancadas de chuva isoladas. Nas áreas central, sul, leste e oeste, o tempo fica com muitas nuvens a poucas nuvens. Em Cuiabá, a mínima fica em 20°C e a máxima atinge 34°C.

Em Mato Grosso do Sul, o tempo permanece firme com poucas nuvens na maior parte do estado, incluindo o centro, sul, leste e oeste. Apenas o extremo nordeste sul-mato-grossense registra muitas nuvens. Em Campo Grande, a mínima é de 14°C e a máxima chega aos 25°C.

No interior da Região Centro-Oeste, o tempo predominantemente aberto acelera a elevação das temperaturas ao longo do dia. O amanhecer registra marcas mínimas ligeiramente amenas por volta de 19°C a 21°C, mas as tardes serão marcadas por forte calor seco, com máximas que chegam facilmente aos 33°C a 35°C.
 

5 motivos para acompanhar as previsões do tempo

  • Agricultura: garantia de uma boa colheita;
  • Marinha: proteção de marinheiros, navios e passageiros;
  • Aeronáutica: segurança de pilotos, aeronaves e passageiros;
  • Pesca: condições favoráveis e seguras para a atividade;
  • Turismo: garantia de passeios e viagens tranquilas e agradáveis.

Importância das observações meteorológicas no INMET

As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).

As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).


 

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18/10/2026 18:20h

São Paulo e Rio de Janeiro registram tempo com muitas nuvens, enquanto o norte mineiro e o território capixaba têm pancadas de chuva

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A segunda-feira (19) tem variação de nebulosidade e instabilidade em pontos da Região Sudeste, com pancadas de chuva isoladas concentradas ao norte e leste do trecho regional, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

Em São Paulo, a previsão indica predomínio de muitas nuvens em todo o estado, incluindo a região metropolitana, o litoral e o interior. Na capital paulista, os termômetros registram mínima de 12°C e máxima de 18°C.

No Rio de Janeiro, o tempo permanece com muitas nuvens na capital, na região serrana, no sul e no norte fluminense. Na cidade do Rio de Janeiro, a mínima é de 19°C e a máxima chega a 24°C.

Em Minas Gerais, o sul, o centro e a região metropolitana registram muitas nuvens com possibilidade de chuva isolada. No norte, nordeste, leste e vale do Jequitinhonha, o dia fica com muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas isoladas. Apenas no extremo oeste mineiro, no Triângulo, há previsão de poucas nuvens. Em Belo Horizonte, as temperaturas variam entre 16°C e 28°C.

No Espírito Santo, a condição é de muitas nuvens com pancadas de chuva isoladas em todo o território capixaba, abrangendo o litoral e o interior. Em Vitória, a mínima fica em 19°C e a máxima atinge 26°C.

No interior da Região Sudeste, as temperaturas se mantêm equilibradas, embora apresentem uma leve tendência de aquecimento em relação ao final de semana. O amanhecer apresenta mínimas confortáveis entre 18°C e 20°C, enquanto as máximas vespertinas ficam confortavelmente contidas na faixa dos 27°C a 29°C.
 

5 motivos para acompanhar as previsões do tempo

  • Agricultura: garantia de uma boa colheita;
  • Marinha: proteção de marinheiros, navios e passageiros;
  • Aeronáutica: segurança de pilotos, aeronaves e passageiros;
  • Pesca: condições favoráveis e seguras para a atividade;
  • Turismo: garantia de passeios e viagens tranquilas e agradáveis.

Importância das observações meteorológicas no INMET

As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).

As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

 

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18/10/2026 18:10h

Aviso de perigo potencial abrange Acre, Amazonas, Rondônia e Roraima, enquanto o Amapá tem tempo com poucas nuvens

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A segunda-feira (19) apresenta tempo instável na Região Norte, com pancadas de chuva e risco de tempestades em diversos estados, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

No Acre, todo o estado, incluindo o Vale do Acre e o Vale do Juruá, registra muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas isoladas. Em Rio Branco, os termômetros marcam mínima de 23°C e máxima de 35°C.

No Amazonas, a previsão indica muitas nuvens com pancadas de chuva isoladas no centro, sul, norte e sudoeste. Em Manaus, a mínima é de 26°C e a máxima chega a 35°C.

Em Rondônia, o estado enfrenta muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas isoladas no leste e na região de Madeira-Guaporé. Em Porto Velho, a temperatura oscila entre 24°C e 35°C.

Em Roraima, o norte e o sul do estado registram muitas nuvens com pancadas de chuva isoladas. Em Boa Vista, a mínima fica em 27°C e a máxima atinge 37°C.

No Tocantins, há previsão de muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas isoladas no centro, sul e oeste. Em Palmas, a variação térmica vai de 24°C a 35°C.

No Pará, a porção oeste e o sul têm muitas nuvens com pancadas de chuva isoladas, enquanto o nordeste e o norte do estado apresentam muitas nuvens. Em Belém, a mínima é de 25°C e a máxima de 36°C.

No Amapá, o tempo fica mais aberto, com predomínio de poucas nuvens. Em Macapá, as temperaturas variam entre 25°C e 35°C.

No interior da Região Norte, a forte massa de ar quente se intensifica, mantendo o ambiente extremamente abafado com risco de temporais isolados de fim de tarde no oeste. Os termômetros registram noites com mínimas na faixa de 23°C a 25°C, subindo de forma severa no decorrer do dia até atingirem marcas máximas entre 36°C e 38°C.

 

Alerta de tempestade

Também está em vigor um aviso de tempestade, classificado como perigo potencial, das 00h00 às 23h59 desta segunda-feira (19). A área de abrangência inclui:  

  • Acre: Vale do Acre e Vale do Juruá;
  • Amazonas: Centro, Norte, Sudoeste e Sul Amazonense;
  • Rondônia: Leste Rondoniense e Madeira-Guaporé;
  • Roraima: Norte e Sul de Roraima.

Estão previstas chuvas de até 50 mm/dia, ventos intensos entre 40 e 60 km/h e queda de granizo, com baixo risco de corte de energia elétrica, alagamentos e queda de galhos de árvores. 

 

O QUE É GRANIZO? 

Precipitação originada de nuvens convectivas, sobretudo cumulonimbus, que atinge o solo em forma de esferas ou fragmentos irregulares de gelo. Quando o diâmetro das partículas é ≥ 5 mm, classificam-se como granizo; partículas menores são classificadas como granizo miúdo e/ou neve granulada (graupel). Em boletins METAR, utiliza-se ‘GR’ para granizo e ‘GS’ para granizo miúdo/neve granulada. Unidades isoladas são chamadas de ‘pedras de granizo’.

 

5 motivos para acompanhar as previsões do tempo

  • Agricultura: garantia de uma boa colheita;
  • Marinha: proteção de marinheiros, navios e passageiros;
  • Aeronáutica: segurança de pilotos, aeronaves e passageiros;
  • Pesca: condições favoráveis e seguras para a atividade;
  • Turismo: garantia de passeios e viagens tranquilas e agradáveis.

Importância das observações meteorológicas no INMET

As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).

As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

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