05/07/2026 04:05h

Prazo para imunização de quem não recebeu a vacina na idade indicada foi ampliado

Baixar áudio

O Ministério da Saúde prorrogou a estratégia nacional de vacinação contra o papilomavírus humano (HPV) voltada a adolescentes e jovens de 15 a 19 anos que não têm registro de imunização. A campanha seguirá até 31 de dezembro de 2026 em todo o país.

Segundo o Ministério da Saúde, a iniciativa já resultou na aplicação de quase 300 mil doses desde seu lançamento. Desse total, mais de 124 mil foram administradas em meninas e cerca de 163 mil em meninos da faixa etária contemplada.

Com a prorrogação, estados e municípios deverão reforçar as ações para identificar e vacinar quem ainda não recebeu a dose. A orientação é que a imunização também ocorra fora das unidades básicas de saúde, com atividades em escolas, universidades e outros locais frequentados pelo público-alvo.

A vacinação é considerada a principal estratégia de prevenção contra o HPV, vírus relacionado ao câncer do colo do útero e a outras doenças associadas à infecção, incluindo diferentes tipos de câncer. 

Estimativas do Instituto Nacional de Câncer (INCA) indicam que o Brasil poderá registrar aproximadamente 19,3 mil novos casos de câncer do colo do útero por ano no período entre 2026 e 2028, reforçando a importância da ampliação da cobertura vacinal.

Quem pode se vacinar?

Pelo Sistema Único de Saúde (SUS), a vacinação contra o HPV integra o calendário de rotina para meninas e meninos de 9 a 14 anos. Excepcionalmente, até o fim de 2026, adolescentes e jovens de 15 a 19 anos que perderam a oportunidade de se imunizar também poderão receber a vacina gratuitamente.

O imunizante continua disponível para grupos com indicação específica, entre eles pessoas que vivem com HIV, transplantados, pacientes em tratamento oncológico, usuários da profilaxia pré-exposição ao HIV (PrEP) e pessoas com papilomatose respiratória recorrente.

Quem deseja verificar se já recebeu a vacina pode consultar o histórico de imunização pelo aplicativo Meu SUS Digital.

Consulte as informações da campanha de vacinação contra o HPV 
 

VEJA MAIS:

 

Copiar textoCopiar o texto
05/07/2026 04:00h

Fiocruz indica incidência elevada da síndrome respiratória em quase todo o país, com predominância do vírus sincicial respiratório entre os casos

Baixar áudio

A maioria dos estados brasileiros continua com incidência de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) em níveis de alerta, risco ou alto risco, segundo o mais recente Boletim InfoGripe, divulgado pela Fiocruz. A análise, referente à Semana Epidemiológica 25 (15 a 21 de junho), mostra que, embora o cenário nacional apresente tendência de estabilização dos casos, a circulação de vírus respiratórios ainda mantém elevada a pressão sobre os serviços de saúde.

Apenas Piauí, Rondônia, Pernambuco e Tocantins não registram níveis de alerta nas últimas duas semanas. Já os estados do Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Roraima seguem com tendência de crescimento dos casos de SRAG nas últimas seis semanas.

De acordo com a Fiocruz, o principal responsável pelo elevado número de hospitalizações continua sendo o vírus sincicial respiratório (VSR), especialmente entre crianças pequenas. Em parte do Centro-Sul do país, os vírus influenza A e influenza B também contribuem para o aumento dos casos graves. Já a Covid-19 apresenta crescimento localizado em estados como Amazonas e Ceará, mas ainda com baixa incidência nacional.

Nas quatro últimas semanas epidemiológicas, o VSR respondeu por 55,2% dos casos positivos de SRAG, seguido pelo rinovírus (23,1%), influenza A (14,5%), influenza B (8,1%) e Sars-CoV-2 (2,1%).

Entre os óbitos por SRAG com identificação viral, a influenza A foi o agente mais frequente, representando 36,7% dos casos, seguida pelo VSR (22,3%), rinovírus (20,9%), influenza B (13,1%) e Covid-19 (8,3%).

O boletim também mostra que a incidência da SRAG permanece mais elevada entre crianças pequenas, principalmente devido ao VSR, enquanto a mortalidade é maior entre idosos, com predominância da influenza A. A Fiocruz reforça a importância da vacinação contra influenza e Covid-19, além da adoção de medidas preventivas, como o uso de máscaras em locais fechados e unidades de saúde e o isolamento em caso de sintomas respiratórios.

Copiar textoCopiar o texto
Brasil Mineral
04/07/2026 04:05h

Resolução orienta o MME a buscar soluções para as Taxas de Fiscalização de Recursos Minerais, com foco em segurança jurídica, transparência e diálogo entre União, estados e municípios

Baixar áudio

O Conselho Nacional de Política Mineral (CNPM) aprovou, na quinta-feira (2), uma resolução que recomenda ao Ministério de Minas e Energia (MME) a construção de alternativas para disciplinar as Taxas de Fiscalização de Recursos Minerais (TFRM), cobradas por estados e municípios sobre a atividade minerária. A proposta prevê diálogo com entes federativos, entidades representativas e especialistas para ampliar a segurança jurídica e a coordenação entre os diferentes níveis de governo.

A resolução preserva a autonomia tributária de estados e municípios e recomenda que o MME conduza a discussão de forma participativa, buscando soluções compatíveis com as diferentes realidades federativas e as especificidades da mineração no país.

Levantamento apresentado ao Conselho identificou que oito estados, dentre eles: Minas Gerais, Pará, Amazonas, Mato Grosso do Sul, Goiás, Tocantins, Mato Grosso e Maranhão, e 16 municípios possuem TFRMs em vigor. O estudo também aponta crescimento contínuo das legislações sobre o tema desde 2011.

Segundo o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, o objetivo é garantir regras claras e estáveis para os investimentos no setor, respeitando o pacto federativo e fortalecendo a segurança jurídica.

A análise realizada pelo CNPM destaca que a jurisprudência reconhece a legitimidade das taxas, desde que elas não tenham finalidade exclusivamente arrecadatória e mantenham proporcionalidade entre o valor cobrado e os custos da atividade de fiscalização.

 

Copiar textoCopiar o texto
03/07/2026 20:35h

Valores foram operados no Plano Safra, crescimento de 47% em relação ao ano anterior e mais de 84 mil famílias atendidas

Baixar áudio

O Banco da Amazônia alcançou o maior Plano Safra da Agricultura Familiar de sua história no ano safra 2025/2026. A instituição ofereceu R$ 2,868 bilhões em crédito contratado para o segmento, considerando operações próprias e repasses, resultado 47% superior ao registrado no Plano Safra anterior. Somente nas operações realizadas diretamente pelo Banco, o volume chegou a R$ 2,177 bilhões, alta de 29% em relação ao ciclo 2024/2025.

Os dados refletem a mudança na atuação do Banco da Amazônia junto aos agricultores familiares da Região Norte. Entre os ciclos de 2023 a 2026, o volume contratado chegou a R$ 6,185 bilhões, crescimento de 238% em comparação ao período de 2019 a 2022, quando foram contratados R$ 1,831 bilhão.

Para o presidente do Banco da Amazônia, Luiz Lessa, o resultado reforça o papel da instituição como agente de desenvolvimento da região e o braço direito do Governo Federal na execução de políticas públicas na Região Norte. “É a demonstração de que o Banco da Amazônia está ampliando o acesso ao financiamento, fortalecendo pequenos produtores e contribuindo para a geração de renda nos territórios da Região Norte. Esse resultado confirma o compromisso do Banco com quem produz, movimenta a economia local e ajuda a promover o desenvolvimento econômico e social da Amazônia”, afirmou em nota.

Oportunidades

Mais do que aumento nos valores movimentados, as operações garantiram mais oportunidades para as comunidades nortistas. O número de famílias atendidas quase dobrou no último triênio, saindo 45.938 no período de 2019 a 2022 para 84.255 entre 2023 e 2026, um crescimento de 83%.

Para Lessa, o desempenho mostra que o crescimento ocorreu de forma pulverizada, com ampliação efetiva e democratização do acesso ao crédito em todos os estados da região. “Quando olhamos para a quantidade de contratos, clientes e famílias atendidas, vemos uma evolução muito expressiva. Isso mostra a democratização do crédito, a busca pela desburocratização, o acesso mais facilitado e uma pulverização maior para os produtores da região”, avaliou.

Nos últimos três anos, o banco registrou 152.898 contratos no âmbito do Plano Safra da Agricultura Familiar, alta de 186% em relação aos 53.502 contratos do mesmo período anterior. Essas operações foram contratadas em 438 dos 450 municípios da Região Norte, o equivalente a 97% de cobertura.

Copiar textoCopiar o texto
03/07/2026 04:10h

A carcaça suína especial teve aumento de 0,12% nos atacados da Grande São Paulo, onde o quilo custa R$ 8,53

Baixar áudio

O preço do boi gordo teve redução de 0,76% nesta sexta-feira (3). Em São Paulo, a arroba é negociada a R$ 332,75.
 

INDICADOR DO BOI GORDO CEPEA/ESALQ

Data Valor R$* Var./Dia Var./Mês Valor US$*
02/07/2026 332,75 -0,76% -1,09% 63,87
01/07/2026 335,30 -0,33% -0,33% 64,37
30/06/2026 336,40 -0,66% -3,80% 65,08
29/06/2026 338,65 0,00% -3,16% 65,49
26/06/2026 338,65 -0,40% -3,16% 65,49

 

Preço do frango congelado e frango resfriado

No mercado de frango, os valores apresentam estabilidade na Grande São Paulo, em São José do Rio Preto e em Descalvado. O quilo do frango congelado é vendido a R$ 7,20, enquanto o frango resfriado também está cotado a R$ 7,20.

 

PREÇOS DO FRANGO CONGELADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP

Data Valor R$ Var./Dia Var./Mês
02/07/2026 7,20 0,00% -0,83%
01/07/2026 7,20 -0,83% -0,83%
30/06/2026 7,26 -0,41% 3,27%
29/06/2026 7,29 0,00% 3,70%
26/06/2026 7,29 0,00% 3,70%

 

PREÇOS DO FRANGO RESFRIADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP

Data Valor R$ Var./Dia Var./Mês
02/07/2026 7,20 0,00% -0,83%
01/07/2026 7,20 -0,83% -0,83%
30/06/2026 7,26 -0,41% 2,98%
29/06/2026 7,29 0,00% 3,40%
26/06/2026 7,29 0,00% 3,40%

 

Preço da carcaça suína especial e suíno vivo

Já a carcaça suína especial também mantém estabilidade nos atacados da Grande São Paulo, onde o quilo custa R$ 8,53.

Entre os estados analisados, o suíno vivo registra elevação nos preços em algumas praças. Em Minas Gerais, o preço permanece estável, o animal é comercializado a R$ 5,89.

 

PREÇOS DA CARCAÇA SUÍNA ESPECIAL (R$/kg)

Data Média Var./Dia Var./Mês
02/07/2026 8,53 0,00% 0,12%
01/07/2026 8,53 0,12% 0,12%
30/06/2026 8,52 -0,47% -1,27%
29/06/2026 8,56 -0,47% -0,81%
26/06/2026 8,60 0,00% -0,35%

 

INDICADOR DO SUÍNO VIVO CEPEA/ESALQ (R$/kg)

Data Estado Valor R$* Var./Dia Var./Mês
02/07/2026 MG - posto 5,89 0,00% 0,34%
02/07/2026 PR - a retirar 4,72 1,29% 1,94%
02/07/2026 RS - a retirar 5,03 0,00% -0,40%
02/07/2026 SC - a retirar 5,01 -0,60% -0,79%
02/07/2026 SP - posto 5,28 0,38% 0,00%

 

Os dados são do Cepea.

 

O que é o boi gordo? Entenda o termo do mercado bovino

O boi gordo é o bovino macho pronto para o abate, com peso mínimo de 16 arrobas líquidas de carcaça (aproximadamente 240 kg) e até 42 meses de idade. Atende aos padrões do mercado nacional e internacional, incluindo exportações para Europa, China e cota Hilton.

Diferenças entre frango congelado e frango resfriado

O frango congelado passa por congelamento rápido, com temperaturas abaixo de -12°C, garantindo maior vida útil para armazenamento e transporte a longas distâncias.

Já o frango resfriado é mantido entre 0°C e 4°C, com validade de 5 a 7 dias, oferecendo textura e sabor mais próximos do fresco, ideal para consumidores exigentes e restaurantes.     

Copiar textoCopiar o texto
03/07/2026 04:05h

O preço do açúcar cristal apresenta aumento na capital de São Paulo. A saca de 50 kg é cotada a R$ 92,23, após alta de 1,03%

Baixar áudio

O preço do café arábica abre esta sexta-feira (3) com queda de 0,53%, com a saca de 60 kg negociada a R$ 1.656,79 na cidade de São Paulo.

 

O café robusta teve alta de 1,66%, sendo comercializado a R$ 1.089,06.


INDICADOR DO CAFÉ ARÁBICA CEPEA/ESALQ

Data Valor R$ Var./Dia Var./Mês Valor US$
02/07/2026 1.656,79 -0,53% 4,95% 318,00
01/07/2026 1.665,59 5,50% 5,50% 319,75
30/06/2026 1.578,69 4,26% 1,48% 305,42
29/06/2026 1.514,13 -0,19% -2,67% 292,98
26/06/2026 1.517,04 -0,91% -2,48% 293,37

 

INDICADOR DO CAFÉ ROBUSTA CEPEA/ESALQ

Data Valor R$ Var./Dia Var./Mês Valor US$
02/07/2026 1.089,06 1,66% 2,57% 209,03
01/07/2026 1.071,24 0,89% 0,89% 205,65
30/06/2026 1.061,81 4,37% 11,47% 205,42
29/06/2026 1.017,39 -3,03% 6,81% 196,86
26/06/2026 1.049,14 -0,46% 10,14% 202,89

 

O preço do açúcar cristal apresenta um pequeno aumento na capital de São Paulo. A saca de 50 kg é cotada a R$ 92,23.

 

INDICADOR DO AÇÚCAR CRISTAL BRANCO CEPEA/ESALQ - SÃO PAULO

Data Valor R$* Var./Dia Var./Mês Valor US$*
02/07/2026 92,23 1,03% 1,05% 17,70
01/07/2026 91,29 0,02% 0,02% 17,53
30/06/2026 91,27 -1,53% -1,86% 17,66
29/06/2026 92,69 0,41% -0,33% 17,94
26/06/2026 92,31 -0,45% -0,74% 17,85

 

Em Santos (SP), houve uma redução de 1,43%, e a mercadoria é negociada a R$ 109,20 na média de preços sem impostos.

 

Indicador Açúcar Cristal - Santos (FOB)

Data Valor R$* Var./Dia Var./Mês Valor US$*
02/07/2026 109,20 -1,43% 0,34% 21,02
01/07/2026 110,78 1,79% 1,79% 21,32
30/06/2026 108,83 0,84% 5,82% 21,02
29/06/2026 107,92 0,94% 4,94% 20,87
26/06/2026 106,92 2,12% 3,97% 20,68


A saca de 60 kg do milho, por sua vez, é vendida a R$ 64,13, após aumento de 0,17%.

 

Data Valor R$* Var./Dia Var./Mês Valor US$*
02/07/2026 64,13 0,17% 0,87% 12,31
01/07/2026 64,02 0,69% 0,69% 12,29
30/06/2026 63,58 0,28% -2,05% 12,30
29/06/2026 63,40 -0,08% -2,33% 12,27
26/06/2026 63,45 0,28% -2,25% 12,27

 

Os dados são do Cepea.

 

Diferença entre café arábica e café robusta: características, uso e regiões produtoras

Café arábica e café robusta são as duas principais variedades cultivadas e comercializadas no Brasil, ambas medidas em sacas de 60 kg.

O café arábica (conhecido também como café Conilon, em algumas regiões) tem sabor mais suave, menor teor de cafeína e alta qualidade sensorial, sendo preferido em cafeterias especializadas e nas exportações de cafés premium. Representa cerca de 70% da produção brasileira, com destaque para estados como Minas Gerais e São Paulo.

O café robusta, por sua vez, possui sabor mais amargo, maior concentração de cafeína e corpo mais intenso. É amplamente utilizado na produção de café solúvel e blends comerciais. Seus principais polos produtores são o Espírito Santo e Rondônia, e seu preço costuma ser mais baixo em comparação ao arábica, por conta do perfil mais industrial. 

Como é calculada a saca de açúcar cristal?

A saca de açúcar cristal no Brasil é padronizada em 50 quilos, especialmente para comercialização no mercado atacadista e para uso na indústria alimentícia. Essa unidade de medida é adotada pelo Cepea/Esalq-USP, principal fonte de cotações diárias do açúcar cristal no país.

Qual o peso da saca de milho no Brasil?

A saca de milho equivale a 60 kg de grãos, mesmo padrão utilizado para soja e trigo. Essa medida é oficializada por instituições como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Cepea, sendo amplamente usada em negociações e relatórios de preço do milho.      

 

Copiar textoCopiar o texto
03/07/2026 04:00h

O trigo registra queda de preço no estado do Paraná e alta no Rio Grande do Sul

Baixar áudio

A saca de 60 quilos da soja inicia esta sexta-feira (3) com pequeno aumento no interior do Paraná e na região litorânea de Paranaguá.

 

No mercado paranaense, o grão apresenta aumento de 0,04%, com a saca negociada a R$ 127,87. Em Paranaguá, o aumento foi de 0,57%, levando a cotação para R$ 135,08.
 

INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANÁ

Data Valor R$* Var./Dia Var./Mês Valor US$*
02/07/2026 127,87 0,04% 0,35% 24,54
01/07/2026 127,82 0,31% 0,31% 24,54
30/06/2026 127,43 -0,13% 2,58% 24,65
29/06/2026 127,59 -0,04% 2,70% 24,69
26/06/2026 127,64 0,11% 2,74% 24,68

 

INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANAGUÁ 

Data Valor R$* Var./Dia Var./Mês Valor US$*
02/07/2026 135,08 0,57% 1,12% 25,93
01/07/2026 134,32 0,55% 0,55% 25,79
30/06/2026 133,58 -0,24% 2,66% 25,84
29/06/2026 133,90 0,02% 2,91% 25,91
26/06/2026 133,87 -0,21% 2,88% 25,89

 

Trigo

 

O trigo também registra redução de preço no estado do Paraná e no Rio Grande do Sul.

 

No Paraná, a tonelada do cereal é comercializada a R$ 1.364,29. No Rio Grande do Sul, o produto é vendido a R$ 1.324,66.

 

PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - RIO GRANDE DO SUL

Data Valor R$/t* Var./Dia Var./Mês Valor US$/t*
02/07/2026 1.324,66 0,59% -0,36% 254,25
01/07/2026 1.316,87 -0,95% -0,95% 252,81
30/06/2026 1.329,48 -0,08% -0,28% 257,20
29/06/2026 1.330,49 -0,04% -0,21% 257,45
26/06/2026 1.330,99 0,39% -0,17% 257,39

 

PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - PARANÁ

Data Valor R$/t* Var./Dia Var./Mês Valor US$/t*
02/07/2026 1.364,29 -0,21% -0,32% 261,86
01/07/2026 1.367,18 -0,11% -0,11% 262,46
30/06/2026 1.368,63 0,05% 0,66% 264,78
29/06/2026 1.367,94 0,09% 0,61% 264,69
26/06/2026 1.366,65 -0,19% 0,52% 264,29

 

Os dados são do Cepea.

 

O que é uma saca de soja ou de trigo? Entenda a unidade de medida no mercado de grãos

A saca de soja e a saca de trigo são as principais unidades de comercialização de grãos no Brasil. Cada saca equivale a 60 quilos, padrão adotado por órgãos oficiais como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

Esse formato padronizado facilita o comércio da soja e do trigo, além de permitir um acompanhamento mais preciso das cotações e variações de preços no mercado nacional.         

 

Copiar textoCopiar o texto
02/07/2026 21:00h

O volume total negociado na B3 foi de R$ 19.941.500.331, em meio a 3.076.692 negócios

Baixar áudio

 

O índice da bolsa de valores brasileira (Ibovespa) fechou o último pregão aos 172.787 pontos. 

O Ibovespa operou em alta nesta quinta-feira, mas perdeu parte dos ganhos da abertura. 

Por volta do início da tarde, o índice subia 0,32%.

O mercado reagiu ao relatório de empregos dos Estados Unidos, que veio abaixo do esperado. 

Maiores altas e quedas 

Ações em alta no Ibovespa

  • Panatlantica S.A. (PATI3F) +16,63%

  • Grupo Toky SA (TOKY3) +15,38%

Ações em queda no Ibovespa

  • Trevisa Investimentos SA Pfd (LUXM4F) −15,76%

  • Sansuy SA Industria de Plasticos Pfd A (SNSY5F) −13,82%

O volume total negociado na B3 foi de R$ 19.941.500.331, em meio a 3.076.692 negócios.

Os dados da bolsa podem ser consultados no site da B3.  

O que é o Ibovespa e como ele funciona?

O Ibovespa (Índice Bovespa) é o principal indicador do mercado acionário brasileiro. Calculado pela B3, ele reflete a média do desempenho das ações mais negociadas na bolsa, com base em critérios de volume e liquidez. O índice é composto por uma carteira teórica de ativos, que representa cerca de 80% do volume financeiro total negociado no mercado.

O que é a B3, a bolsa de valores do Brasil?

A B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) é a bolsa de valores oficial do Brasil, sediada em São Paulo. É responsável pela negociação de ações, derivativos, títulos públicos e privados, câmbio e outros ativos financeiros. A B3 está entre as maiores bolsas do mundo em infraestrutura e valor de mercado.

Copiar textoCopiar o texto
02/07/2026 20:40h

O euro, por sua vez, encerrou o pregão cotado a R$ 5,97

Baixar áudio

O dólar comercial fechou a quinta-feira praticamente estável, com leve queda de 0,04%, cotado a R$ 5,20.

A pequena variação ocorreu após a divulgação do relatório de empregos dos Estados Unidos, que mostrou a criação de menos vagas do que o mercado esperava. 

No fim da tarde, o índice DXY, que mede o desempenho do dólar frente a outras moedas, caía 0,51% no mercado internacional. Já o dólar futuro com vencimento em agosto registra leve alta e é negociado a R$ 5,24.

Cotação do euro

O euro, por sua vez, encerrou o pregão cotado a R$ 5,97.

Cotações

A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.

Código BRL USD EUR GBP JPY CHF CAD AUD
BRL 1 0,1923 0,1675 0,1434 30,9801 0,1545 0,2727 0,2766
USD 5,2006 1 0,8745 0,7491 161,11 0,8034 1,4182 1,4445
EUR 5,9702 1,1435 1 0,8566 184,22 0,9186 1,6214 1,6518
GBP 6,9422 1,3348 1,1674 1 215,07 1,0724 1,8930 1,9283
JPY 0,0323 0,0062 0,0054 0,0046 1 0,4987 0,0088 0,0090
CHF 6,4732 1,2447 1,0886 0,9324 200,54 1 1,7653 1,7981
CAD 3,6670 0,7051 0,6165 0,5283 113,61 0,5666 1 1,0187
AUD 3,6143 0,6923 0,6054 0,5186 111,53 0,5561 0,9817 1

 

Os dados são da Investing.com

Copiar textoCopiar o texto
02/07/2026 15:00h

CACB fica insatisfeita com proposta do governo que contempla apenas MEIs e ameaça travar análise

Baixar áudio

Durante audiência pública da Comissão Especial para analisar o Projeto de Lei Complementar (PLP 108/2021), que atualiza o faturamento máximo permitido de microempreendedores individuais (MEIs), o setor produtivo cobrou, nesta quarta-feira (1º), a revisão do teto de receita para as demais faixas do Simples Nacional. Para não depender da vontade política, empresários defenderam também a inclusão de dispositivo de reajuste automático anual pela inflação.

Alfredo Cotait Neto, presidente da Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB), da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (FACESP) e da Associação Comercial de SP (ACSP), foi taxativo ao afirmar que o empresariado rejeita a ideia de aprovar somente a correção para MEIs.

“Se não incluírem também a mesma correção para o Simples Nacional, nós do mundo associativo, das micro e pequenas empresas, das 23 milhões de empresas que estão instaladas no Brasil, não vamos aceitar. Nós vamos fazer a maior mobilização possível para impedir a aprovação desse projeto, que só deve ser aprovado caso também inclua o Simples Nacional”, alertou o executivo.

Apesar das críticas, representantes do setor privado ficaram satisfeitos com a elevação do teto de receita para o MEI, mas esperam negociações para todo o regime simplificado, criado para facilitar o recolhimento de impostos em uma única guia centralizada. Setores como o comércio e indústria também participaram da audiência e reforçaram as demandas citadas pela CACB.

Além de elevar o teto da categoria para R$ 144,9 mil anuais, empresários defendem atualizar os limites das microempresas para R$ 869,4 mil, e das empresas de pequeno porte para R$ 8,69 milhões. Os limites de faturamento, em vigor desde 2018, são:

  • R$ 81 mil por ano para o Microempreendedor Individual (MEI)
  • R$ 360 mil para microempresas (ME)
  • R$ 4,8 milhões para empresas de pequeno porte (EPP)

Proposta alternativa

A audiência também marcou o início da análise do projeto alternativo (PLP 186/2026) enviado pelo governo federal que atualiza o teto de faturamento dos microempreendedores individuais (MEIs) pela comissão especial. A medida prevê ampliação gradual do teto de receita da categoria para R$ 110 mil em 2027, e R$ 140 mil em 2028, além de autorizar a contratação de até dois funcionários por CNPJ, sem tratar do Simples Nacional.

O ministro do Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte entregou a proposta em mãos à presidência da comissão especial. Segundo Paulo Henrique Pereira, a atualização atende a um pleito do setor ao corrigir uma defasagem inflacionária de quase uma década, que pode beneficiar cerca de 17 milhões de MEIs no país.

“É importante o escalonamento para que o governo possa se adaptar e, novamente, fazer um movimento que atenda a esse pleito, que é meritório, que é correto, do reajuste do teto, que há 10 anos não é feito, não foi feito pelos presidentes anteriores, e é feito agora pelo presidente Lula. Mas não pode ser feito de afogadilho, gerando prejuízo fiscal e desestabilizando as contas do país”, frisou o chefe da pasta.

Diálogo

Após a audiência, o ministro se disse aberto ao diálogo para chegar a uma solução negociada. No entanto, frisou que, enquanto o impacto fiscal da atualização dos limites para microempreendedores é calculado em R$ 2 bilhões, a revisão de todas as faixas do Simples Nacional pode custar R$ 50 bilhões aos cofres públicos.

A costura está por conta do deputado federal Jorge Goetten (Republicanos-SC). Relator do texto na comissão especial, o parlamentar percebe boa vontade do governo no debate e entende o compromisso com a saúde fiscal do país, mas vê espaço para melhorias na proposta do Executivo e argumenta que a atualização de todo o regime simplificado pode trazer mais recursos para a economia, além de ser um direito do setor privado.

“A resistência nesse momento para com a atualização do Simples é mais por responsabilidade e é bem aceita por nós. Eu acho que a equipe econômica tem que ter, sim, essa responsabilidade para com as contas públicas. Mas nós estamos mostrando, e temos como mostrar para a equipe econômica, que não estamos falando em renúncia, não estamos falando em impacto fiscal, nós estamos falando apenas na atualização, na reposição da inflação desse período”, destacou o deputado.

O planejamento é para apresentar o relatório até a segunda semana de julho, antes do recesso parlamentar. Como um requerimento de urgência para a matéria já foi aprovado, a votação em plenário pode ocorrer assim que  o colegiado liberar o parecer.

Copiar textoCopiar o texto