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Baixar áudioA Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB) se manifestou contra a discussão e a votação aceleradas, no Congresso Nacional, de propostas que tratam da redução da jornada de trabalho. Segundo a entidade, há a expectativa de que o governo federal envie nos próximos dias um projeto de lei com regime de urgência, mecanismo que acelera a tramitação no Legislativo.
Para a confederação, a manobra do governo contraria o pedido do setor produtivo por um debate responsável e mais aprofundado, que deveria ocorrer somente após o período eleitoral. A postergação, segundo a entidade, contribuiria para um ambiente de discussão mais racional, técnico e focado nos impactos sobre empresas e trabalhadores.
O presidente da CACB, da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (FACESP) e da Associação Comercial de SP (ACSP), Alfredo Cotait Neto, afirma que o tema não deve ser utilizado como instrumento político.
“O debate coincidir com um ano eleitoral é indesejável. Não é possível usar esse instrumento tão importante, quanto o trabalho, para um projeto eleitoral, porque isso vai prejudicar aqueles que não têm condições de absorver os custos decorrentes desta mudança.”
A CACB também destacou que, diferentemente de uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) — como a PEC 8/2025, que já tramita na Câmara dos Deputados —, o regime de urgência obriga deputados e senadores a votarem o texto em até 45 dias em cada Casa, sob risco de paralisação da pauta legislativa.
A CACB também divulgou um manifesto, assinado por mais de 60 entidades do setor produtivo, reiterando a preocupação com a possibilidade de envio de um projeto de lei em regime de urgência para tratar da redução da jornada de trabalho. Segundo o documento, “o governo não quer discutir as graves consequências dessa possível alteração”.
No texto, a entidade defende que a votação seja adiada para 2027, para que sejam ouvidos todos os envolvidos no debate, especialmente os pequenos e médios empreendedores.
Confira o manifesto na íntegra:
2027 é o ano para discutir escala de trabalho
A sinalização de que o governo federal pretende apressar a aprovação de mudança que reduz a jornada de trabalho, seja ao encaminhar ao Congresso um projeto de lei (PL) com regime de urgência, ou, o que é menos admissível ainda, através de uma Medida Provisória – revela que o governo não quer discutir as graves consequências dessa possível alteração. No caso de um projeto de lei que prevê tramitação mais rápida, haverá o atropelo dos debates. Essa votação precisa ser adiada para 2027. É preciso serenidade para ouvir todos os envolvidos, em especial os pequenos e médios empreendedores. Recusamo-nos a sequer admitir a hipótese de MP para tratar dessa matéria, pois não apresenta as características que essa providência exige e seria uma afronta ao Congresso e à sociedade.
O diálogo sem atropelo com todos os agentes econômicos e sociais envolvidos permitirá que se busque um consenso em torno de uma solução que melhor atenda aos interesses de todos.
Independentemente de qualquer outra consideração, a gravidade e a complexidade do tema aconselham que ela seja deixada para 2027, pois trata-se de matéria extremamente sensível para um período eleitoral, quando as discussões são contaminadas por preocupações eleitoreiras.
O sistema associativo – presente em todo país, distribuído por todos os estados e municípios – reitera sua preocupação com o envio de um PL com urgência, em detrimento das discussões em torno de uma proposta de emenda legislativa (PEC), que exige quórum mais alto de votos e debate mais longo. O sistema produtivo precisa participar. Esse espaço de argumentações é inegociável. O que está em jogo é a geração de empregos e o crescimento da economia.
Alfredo Cotait Neto , presidente da Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB), Presidente da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (FACESP) e presidente da Associação Comercial de SP (ACSP), representando todo o Sistema Associativo
Alfredo Cotait defende que eventuais mudanças na jornada de trabalho sejam definidas prioritariamente por meio de negociações entre empregadores e trabalhadores.
“O negociado prevalece sobre o legislado. Precisamos chamar todos os setores da sociedade civil organizada, os empreendedores, os trabalhadores, e verificar como podemos fazer uma alteração possível que não prejudique os consumidores com inflação, nem os trabalhadores com queda nos empregos e nem os empresários com aumento de custo”, propõe.
A CACB defende que o caminho mais equilibrado passa pelo diálogo entre governo, Congresso, trabalhadores e empresários, além da busca por alternativas como a flexibilização de jornadas, acordos coletivos e modelos adaptáveis à realidade de cada atividade econômica.
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Baixar áudioAtracaram na China as primeiras remessas de DDGS brasileiras. Foram 62 mil toneladas de grãos secos de destilaria com solúveis que chegaram ao porto de Nansha, em Guangzhou, no sul do país.
A carga representa a ampliação do comércio agropecuário entre os dois países. O mercado de DDGS – coproduto da produção de etanol, rico em proteína e primordialmente usado como ração animal –, surgiu da União Nacional do Etanol de Milho (Unem).
As negociações comerciais e as regras sanitárias foram definidas pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) do Brasil e a contraparte chinesa em maio do ano passado. Já em novembro, houve a habilitação dos primeiros estabelecimentos exportadores.
Também foi enviado o primeiro contêiner de farinha de vísceras de aves exportado ao país. O envio da mercadoria, utilizada principalmente na nutrição animal, foi uma demanda apresentada pela Associação Brasileira de Reciclagem Animal (Abra), cujo mercado está aberto desde abril de 2023.
Com cerca de 1,4 bilhão de habitantes, a China é o principal destino das exportações do agronegócio brasileiro. Em 2025, o país asiático importou mais de US$ 55,3 bilhões em produtos agropecuários do Brasil, o equivalente a 32,7% do total exportado pelo setor.
Para o Mapa, as iniciativas evidenciam a atuação conjunta entre governo e setor produtivo para aproveitar novas oportunidades de comércio e ampliar a pauta exportadora brasileira.
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Baixar áudioO Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) aprovou, na última quarta-feira (1º), uma resolução que prioriza a aquisição de biodiesel nacional. Ao ser classificado como de interesse da Política Energética Nacional, ao menos 80% do volume total do biocombustível comercializado no território nacional deve ser proveniente de produtores com o Selo Biocombustível Social (SBS) e autorizados pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).
Como a competência da agência é estritamente nacional, na prática, a política impede a importação do biodiesel utilizado para a mistura obrigatória ao óleo diesel, estipulada em 15% do volume total desde agosto do ano passado. A Lei do Combustível do Futuro prevê a elevação da combinação para 16% neste ano.
Segundo o Ministério de Minas e Energia, um dos objetivos centrais da medida é reforçar a inclusão produtiva da agricultura familiar. Pequenos produtores são os principais geradores de biomassas agrícolas – bagaço de cana-de-açúcar, soja, milho e dejetos de animais –, matéria-prima de combustíveis renováveis. Os produtores de biodiesel que adquirem esses itens de agricultores familiares identificados com o Selo Biocombustível Social têm acesso a benefícios fiscais e comerciais.
A iniciativa também busca a estabilidade regulatória do setor e a sustentabilidade do Programa Nacional de Produção e Uso do Biodiesel (PNPB), estabelecendo a prioridade e aprimorando a gestão do Selo.
Alexandre Silveira, ministro de Minas e Energia, considera a decisão estratégica para a transição energética e com forte base social. “Essa decisão do CNPE reafirma que a política de biodiesel no Brasil não é apenas energética, mas também social. Ao garantir a participação mínima de produtores com o Selo Biocombustível Social, asseguramos previsibilidade ao mercado, fortalecemos a agricultura familiar e damos sustentação de longo prazo a uma política pública que gera renda, inclusão e desenvolvimento regional”, afirmou.
A proposta aprovada é parte dos resultados do Relatório de Análise de Impacto Regulatório (AIR) elaborado por Grupo de Trabalho Interministerial instituído pela Resolução CNPE nº 9/2023, coordenado pelo Ministério de Minas e Energia (MME) e composto pela Casa Civil da Presidência da República, Ministério da Fazenda, Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA), Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA), Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), além da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) e da Empresa de Pesquisa Energética (EPE).
Além disso, o CNPE estabeleceu diretrizes para o aprimoramento da governança do Selo Biocombustível Social, com foco no fortalecimento da rastreabilidade, da transparência e da previsibilidade regulatória. A resolução prevê o aperfeiçoamento das bases de dados, a consolidação de informações auditáveis e a apresentação periódica de relatórios ao CNPE, ampliando a capacidade de monitoramento e avaliação da política pública.
A resolução passa a orientar as diretrizes do setor de biodiesel no âmbito da Política Energética Nacional, reforçando a integração entre os pilares social e energético do PNPB e a atuação coordenada entre os órgãos responsáveis pela sua implementação.
Além das diretrizes para o biodiesel, o CNPE também aprovou a mistura de 0,5% de biometano ao gás natural. Produzido a partir de resíduos agropecuários, o combustível é considerado um dos principais vetores da agroenergia e contribui para ampliar a participação de fontes renováveis na matriz energética brasileira.
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Baixar áudioO mercado de trabalho formal brasileiro registrou a criação de 255.361 vagas com carteira assinada em fevereiro, segundo levantamento da Confederação Nacional de Municípios (CNM), com base em dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados.
O destaque do período foi o desempenho das cidades de pequeno porte. Municípios com até 5 mil habitantes apresentaram a maior expansão proporcional na comparação com fevereiro do ano passado, com altas de 1,3% e 3%, respectivamente. Já no acumulado dos últimos 12 meses, o crescimento mais expressivo foi registrado em cidades com população entre 20 mil e 50 mil habitantes, com avanço de 3,3%.
Ao todo, foram registradas 2,38 milhões de admissões e 2,12 milhões de desligamentos no mês. O saldo positivo indica aquecimento do mercado de trabalho, ainda que em ritmo menor que o observado em 2025.
Entre os setores, o destaque foi o de serviços, responsável por cerca de 70% das vagas criadas em fevereiro, com saldo de 178 mil postos. A área de administração pública, defesa e seguridade social liderou a geração dentro do segmento, com quase 80 mil empregos.
A indústria também teve desempenho relevante, com a criação de 32 mil vagas, impulsionada principalmente pela fabricação de produtos alimentícios. Já a construção civil respondeu por pouco mais de 31 mil novos postos, com destaque para a construção de edifícios.
Outros setores também registraram saldo positivo, como a agropecuária, com 8,1 mil vagas, e o comércio, com 6,1 mil postos, este último ainda impactado pelo fim das contratações temporárias do período de fim de ano.
O levantamento aponta ainda que 59% dos municípios brasileiros, o equivalente a 3.274 cidades, tiveram saldo positivo de empregos formais em fevereiro.
Na divisão regional, todas as cinco regiões do país registraram abertura de vagas formais. O Sudeste liderou, com 133.052 postos, seguido pelo Sul (67.718), Centro-Oeste (32.328), Nordeste (11.629) e Norte (10.634).
Entre os estados, 24 apresentaram saldo positivo. Os destaques foram São Paulo, com 95.896 vagas, Rio Grande do Sul, com 24.392, e Minas Gerais, com 22.874 postos criados.
Por outro lado, três estados registraram saldo negativo: Alagoas (-3.023 vagas), Rio Grande do Norte (-2.221) e Paraíba (-1.186).
Apesar do resultado positivo no mês, o ritmo de crescimento desacelerou. No acumulado de janeiro e fevereiro de 2026, foram criadas 370 mil vagas, uma queda de cerca de 38% em relação ao mesmo período do ano passado.
Segundo a CNM, o acompanhamento mensal desses dados permite avaliar o dinamismo econômico nos municípios e identificar tendências regionais do mercado de trabalho formal.
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Baixar áudioA safra de verão 2025/2026 na Região Sul do Brasil tem sido marcada por desafios causados por uma queda de braço entre a produtividade e o clima. Sob a influência do fenômeno La Niña, que historicamente reduz o volume de chuvas na parte meridional do país, produtores gaúchos, catarinenses e paranaenses enfrentam um ciclo de chuvas mais irregulares e a redução dos acumulados em relação às taxas normais para o período, impactando boa parte da safra.
O monitoramento do Inmet indicou que, apesar das dificuldades, o centro-sul e leste da região ainda conseguiram volumes pontuais de até 457,4 mm em estações como Morretes (PR), devido a instabilidades locais, contrastando com o quadro geral de seca imposto pelo fenômeno de larga escala.
No Rio Grande do Sul, o impacto do fenômeno foi sentido com maior rigor. O estado registrou volumes de chuva consideravelmente inferiores à média histórica durante meses cruciais para o enchimento de grãos. Embora fevereiro de 2026 tenha apresentado uma leve melhora em relação a janeiro, as precipitações ocorreram de forma concentrada, mantendo períodos prolongados de solo seco. Esse cenário de escassez hídrica severa resultou em perdas irreversíveis na produção de soja, especialmente nas regiões oeste e noroeste do estado, onde o armazenamento de água no solo caiu para níveis críticos.
Em Santa Catarina, a irregularidade das chuvas também impôs desafios severos às colônias agrícolas. No extremo oeste catarinense, os acumulados de chuva ficaram abaixo de 150 mm, o que limitou o potencial produtivo das lavouras de primeira safra. As temperaturas máximas médias elevadas, que em algumas localidades superaram os 33 °C , aceleraram a evapotranspiração, reduzindo rapidamente a reserva hídrica disponível. O cenário só não foi mais grave devido a pancadas de verão isoladas que, embora intensas em curto período, garantiram uma sobrevivência mínima em áreas do centro-leste do estado.
No Paraná, o panorama apresentou maior contraste regional. Enquanto o centro-sul e o leste paranaense conseguiram manter níveis satisfatórios de armazenamento de água no solo (acima de 70%), beneficiando a maturação e colheita, as porções oeste e noroeste sofreram com a influência direta do tempo seco. Em Marechal Cândido Rondon, por exemplo, as temperaturas máximas chegaram a médias de 34,4 °C, intensificando o estresse térmico sobre as plantas. O tempo firme, se por um lado agilizou a entrada das colheitadeiras no campo, por outro, limitou drasticamente o estabelecimento inicial das culturas de segunda safra.
O fenômeno La Niña, caracterizado pelo resfriamento das águas do Pacífico Equatorial, foi o principal motor dessa dinâmica. Mesmo em fase de transição para a neutralidade climática no final do primeiro trimestre de 2026, os efeitos residuais da seca acumulada durante o verão deixaram um rastro de prejuízos.
O Inmet aponta que a baixa trafegabilidade e as janelas de plantio apertadas para a safrinha são consequências diretas desse ciclo, exigindo que o agricultor sulista adote, cada vez mais, estratégias de manejo de solo e seguro agrícola para mitigar a volatilidade climática que se tornou a marca desta temporada.
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o textoEndividamento chega a 80,2% no país
Baixar áudioO percentual de famílias brasileiras com algum tipo de dívida — como cartão de crédito, cheque especial, carnês de loja, crédito consignado e financiamentos — chegou a 80,2% em fevereiro, o maior nível da série histórica. O resultado representa um aumento de 3,8 pontos percentuais em relação ao mesmo período do ano anterior.
Na mesma direção, caiu para 19,7% o total de consumidores que afirmaram não possuir dívidas desse tipo, também o menor patamar já registrado pela pesquisa. Os dados constam em pesquisa divulgada recentemente pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo.
A percepção de endividamento, no entanto, é subjetiva e reflete a avaliação individual dos entrevistados sobre o peso de suas dívidas. Portanto, o indicador não caracteriza necessariamente um quadro de superendividamento, mas sim a forma como os consumidores enxergam sua situação financeira, influenciada por fatores culturais.
Outro dado que acende alerta é o avanço da inadimplência, que, após três meses consecutivos de queda, voltou a subir em fevereiro, atingindo 29,6% das famílias — o maior índice desde novembro do ano passado (30,0%). Já o percentual de famílias que declararam não ter condições de quitar dívidas em atraso recuou levemente para 12,6%, embora permaneça acima do observado em 2025.
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O tempo médio de atraso das dívidas também aumentou, chegando a 65,1 meses, próximo do recorde recente registrado em dezembro de 2024 (65,2 meses). Esse movimento está associado ao crescimento da parcela de inadimplentes com débitos em atraso há mais de 90 dias, que alcançou 49,5%, indicando maior persistência das dificuldades financeiras.
Em relação ao comprometimento da renda, 19,5% dos consumidores afirmaram destinar mais da metade dos ganhos ao pagamento de dívidas, percentual estável após dois meses de alta. A maior parte das famílias (56,1%) compromete entre 11% e 50% da renda. No total, o comprometimento médio ficou em 29,7% em fevereiro, ligeiramente abaixo do registrado no mesmo mês do ano anterior (29,9%).
Por outro lado, cresceu pelo sexto mês consecutivo o percentual de famílias com dívidas de longo prazo (superiores a um ano), atingindo 32,9%. Embora inferior ao patamar de 35,2% observado no ano passado, o resultado é o maior desde abril de 2025 e indica um alongamento dos prazos, o que pode aliviar a pressão imediata sobre o orçamento das famílias.
Copiar o textoVeja os valores do café arábica, café robusta, açúcar cristal e do milho no mercado
Baixar áudioO preço do café arábica nesta terça-feira (7) registra alta e a saca de 60 kg é negociada por R$ 1.885,21, na cidade de São Paulo.
INDICADOR DO CAFÉ ARÁBICA CEPEA/ESALQ
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$ |
|---|---|---|---|---|
| 06/04/2026 | 1.885,21 | 0,78% | -0,14% | 366,20 |
| 02/04/2026 | 1.870,64 | -0,50% | -0,91% | 362,39 |
| 01/04/2026 | 1.880,08 | -0,41% | -0,41% | 364,50 |
| 31/03/2026 | 1.887,79 | -0,59% | 5,02% | 363,67 |
| 30/03/2026 | 1.898,90 | -2,52% | 5,63% | 361,01 |
O café robusta apresentou desvalorização de 1,63% e está sendo negociado a R$ 921,86.
INDICADOR DO CAFÉ ROBUSTA CEPEA/ESALQ
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$ |
|---|---|---|---|---|
| 06/04/2026 | 921,86 | -1,63% | -4,54% | 179,07 |
| 02/04/2026 | 937,13 | -1,26% | -2,96% | 181,54 |
| 01/04/2026 | 949,07 | -1,73% | -1,73% | 184,00 |
| 31/03/2026 | 965,73 | -0,11% | -6,49% | 186,04 |
| 30/03/2026 | 966,84 | -4,89% | -6,38% | 183,81 |
O preço do açúcar cristal apresenta baixa nas principais praças do estado de São Paulo. Na capital, a saca de 50 kg registra queda de 0,86%, cotada a R$ 104,16.
INDICADOR DO AÇÚCAR CRISTAL BRANCO CEPEA/ESALQ - SÃO PAULO
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 06/04/2026 | 104,16 | -0,86% | -1,23% | 20,23 |
| 02/04/2026 | 105,06 | -0,26% | -0,38% | 20,35 |
| 01/04/2026 | 105,33 | -0,12% | -0,12% | 20,42 |
| 31/03/2026 | 105,46 | 0,05% | 6,97% | 20,32 |
| 30/03/2026 | 105,41 | 2,05% | 6,92% | 20,04 |
Em Santos (SP), a mercadoria é negociada a R$ 110,80; a cotação média apresenta recuo de 0,85%.
INDICADOR AÇÚCAR CRISTAL - SANTOS
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 06/04/2026 | 110,80 | -0,85% | -2,89% | 21,50 |
| 02/04/2026 | 111,75 | 0,12% | -2,06% | 21,63 |
| 01/04/2026 | 111,62 | -2,17% | -2,17% | 21,63 |
| 31/03/2026 | 114,10 | -0,89% | 6,53% | 21,86 |
| 30/03/2026 | 115,13 | -1,08% | 7,49% | 21,99 |
A saca de 60 kg do milho é negociada a R$ 69,88, com recuo de 0,11%.
INDICADOR DO MILHO ESALQ/BM&FBOVESPA
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 06/04/2026 | 69,88 | -0,11% | -0,70% | 13,57 |
| 02/04/2026 | 69,96 | -0,51% | -0,58% | 13,55 |
| 01/04/2026 | 70,32 | -0,07% | -0,07% | 13,63 |
| 31/03/2026 | 70,37 | 0,11% | 1,21% | 13,56 |
| 30/03/2026 | 70,29 | -0,07% | 1,09% | 13,36 |
Os dados são do Cepea.
Café arábica e café robusta são as duas principais variedades cultivadas e comercializadas no Brasil, ambas medidas em sacas de 60 kg.
A saca de açúcar cristal no Brasil é padronizada em 50 quilos, especialmente para comercialização no mercado atacadista e para uso na indústria alimentícia. Essa unidade de medida é adotada pelo Cepea/Esalq-USP, principal fonte de cotações diárias do açúcar cristal no país.
A saca de milho equivale a 60 kg de grãos, mesmo padrão utilizado para soja e trigo. Essa medida é oficializada por instituições como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Cepea, sendo amplamente usada em negociações e relatórios de preço do milho.
Copiar o textoEm Paranaguá, a soja marca o período em alta; no Rio Grande do Sul, o trigo apresenta queda
Baixar áudioA saca de 60 quilos da soja inicia esta terça-feira (7) com alta no Paraná. No interior do estado, o grão é negociado a R$ 123,05, com elevação de 0,61%. Já no porto de Paranaguá, principal referência no litoral paranaense, a cotação apresenta alta de 0,24%, sendo negociada a R$ 128,81.
INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANÁ
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 06/04/2026 | 123,05 | 0,61% | 0,20% | 23,90 |
| 02/04/2026 | 122,31 | -0,15% | -0,41% | 23,70 |
| 01/04/2026 | 122,49 | -0,26% | -0,26% | 23,75 |
| 31/03/2026 | 122,81 | -0,15% | 1,75% | 23,66 |
| 30/03/2026 | 123,00 | -0,89% | 1,91% | 23,38 |
INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANAGUÁ
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 06/04/2026 | 128,81 | 0,24% | -0,33% | 25,02 |
| 02/04/2026 | 128,50 | 0,46% | -0,57% | 24,89 |
| 01/04/2026 | 127,91 | -1,03% | -1,03% | 24,80 |
| 31/03/2026 | 129,24 | -0,27% | 1,90% | 24,90 |
| 30/03/2026 | 129,59 | -0,32% | 2,18% | 24,64 |
O preço do trigo apresenta recuo no Paraná e a tonelada é negociada a R$ 1.285,02. E no Rio Grande do Sul, a tonelada do grão registra aumento de 0,11%, sendo cotada a R$ 1.156,51.
PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - PARANÁ
| Data | Valor R$/t* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$/t* |
|---|---|---|---|---|
| 06/04/2026 | 1.285,02 | -0,24% | 0,01% | 249,62 |
| 02/04/2026 | 1.288,15 | -0,07% | 0,25% | 249,54 |
| 01/04/2026 | 1.289,02 | 0,32% | 0,32% | 249,91 |
| 31/03/2026 | 1.284,93 | 0,52% | 9,07% | 247,53 |
| 30/03/2026 | 1.278,29 | 0,74% | 8,51% | 243,02 |
PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - RIO GRANDE DO SUL
| Data | Valor R$/t* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$/t* |
|---|---|---|---|---|
| 06/04/2026 | 1.156,51 | -0,11% | 0,33% | 224,65 |
| 02/04/2026 | 1.157,76 | 0,12% | 0,44% | 224,29 |
| 01/04/2026 | 1.156,38 | 0,32% | 0,32% | 224,19 |
| 31/03/2026 | 1.152,68 | 0,18% | 4,91% | 222,05 |
| 30/03/2026 | 1.150,62 | 1,23% | 4,72% | 218,75 |
Os dados são do Cepea.
A saca de soja e a saca de trigo são as principais unidades de comercialização de grãos no Brasil. Cada saca equivale a 60 quilos, padrão adotado por órgãos oficiais como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).
Esse formato padronizado facilita o comércio da soja e do trigo, além de permitir um acompanhamento mais preciso das cotações e variações de preços no mercado nacional.
Copiar o textoAs cotações do frango congelado apresentam alta, carcaça suína registra baixa
Baixar áudioO preço do boi gordo nesta terça-feira (7) apresenta alta; a arroba está sendo negociada a R$ 361,05, no estado de São Paulo.
INDICADOR DO BOI GORDO CEPEA/ESALQ
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 06/04/2026 | 361,05 | 0,04% | 1,42% | 70,13 |
| 02/04/2026 | 360,90 | 0,56% | 1,38% | 69,91 |
| 01/04/2026 | 358,90 | 0,81% | 0,81% | 69,58 |
| 31/03/2026 | 356,00 | 0,07% | 0,81% | 68,58 |
| 30/03/2026 | 355,75 | 0,08% | 0,74% | 67,63 |
Na Grande São Paulo, em São José do Rio Preto e em Descalvado, os preços do frango apresentam alta. O frango congelado passou a ser negociado a R$ 7,27 com alta de 0,41%, enquanto o frango resfriado fechou a R$ 7,30 também com elevação de 0,41%.
PREÇOS DO FRANGO CONGELADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|
| 06/04/2026 | 7,27 | 0,41% | 0,41% |
| 02/04/2026 | 7,24 | 0,00% | 0,00% |
| 01/04/2026 | 7,24 | 0,00% | 0,00% |
| 31/03/2026 | 7,24 | 2,12% | -0,28% |
| 30/03/2026 | 7,09 | 2,01% | -2,34% |
PREÇOS DO FRANGO RESFRIADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|
| 06/04/2026 | 7,30 | 0,41% | 0,41% |
| 02/04/2026 | 7,27 | 0,00% | 0,00% |
| 01/04/2026 | 7,27 | 0,00% | 0,00% |
| 31/03/2026 | 7,27 | 2,11% | -0,55% |
| 30/03/2026 | 7,12 | 2,45% | -2,60% |
A carcaça suína especial apresenta baixa de 0,73% sendo negociada a R$ 9,57, por quilo, nos atacados da Grande São Paulo.
O suíno vivo registra queda em todos os estados, com destaque para São Paulo, onde o animal é comercializado a R$ 6,48.
PREÇOS DA CARCAÇA SUÍNA ESPECIAL (R$/kg)
| Data | Média | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|
| 06/04/2026 | 9,57 | -0,73% | -0,73% |
| 02/04/2026 | 9,64 | 0,00% | 0,00% |
| 01/04/2026 | 9,64 | 0,00% | 0,00% |
| 31/03/2026 | 9,64 | -2,53% | -4,55% |
| 30/03/2026 | 9,89 | -0,60% | -2,08% |
INDICADOR DO SUÍNO VIVO CEPEA/ESALQ (R$/kg)
| Data | Estado | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|---|
| 06/04/2026 | MG - posto | 6,55 | -0,15% | -0,30% |
| 06/04/2026 | PR - a retirar | 5,99 | -0,50% | -2,60% |
| 06/04/2026 | RS - a retirar | 6,06 | -0,16% | -3,66% |
| 06/04/2026 | SC - a retirar | 5,96 | -1,49% | -3,25% |
| 06/04/2026 | SP - posto | 6,48 | -0,61% | -1,97% |
Os valores são do Cepea.
O boi gordo é o bovino macho pronto para o abate, com peso mínimo de 16 arrobas líquidas de carcaça (aproximadamente 240 kg) e até 42 meses de idade. Atende aos padrões do mercado nacional e internacional, incluindo exportações para Europa, China e cota Hilton.
O frango congelado passa por congelamento rápido, com temperaturas abaixo de -12°C, garantindo maior vida útil para armazenamento e transporte a longas distâncias. Já o frango resfriado é mantido entre 0°C e 4°C, com validade de 5 a 7 dias, oferecendo textura e sabor mais próximos do fresco, ideal para consumidores exigentes e restaurantes.
Copiar o textoQueda é influenciada pela alta do petróleo
O dólar encerrou o último pregão em queda de 0,2%, cotado a R$ 5,14, mínima de R$ 5,13 no dia.
A baixa foi influenciada pela alta do petróleo, que favorece a entrada de recursos no Brasil, exportador da commodity.
Segundo especialistas, o cenário fortalece o real e melhora o fluxo cambial. No exterior, o dólar ficou estável frente a outras moedas.
Já o euro encerrou o último pregão em baixa, cotado a R$ 5,94.
A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.
| Código | BRL | USD | EUR | GBP | JPY | CHF | CAD | AUD |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| BRL | 1 | 0,1944 | 0,1684 | 0,1468 | 31,0375 | 0,1551 | 0,2704 | 0,2809 |
| USD | 5,1449 | 1 | 0,8663 | 0,7555 | 159,69 | 0,7981 | 1,3912 | 1,4452 |
| EUR | 5,9383 | 1,1544 | 1 | 0,8721 | 184,34 | 0,9213 | 1,6059 | 1,6685 |
| GBP | 6,8113 | 1,3237 | 1,1467 | 1 | 211,37 | 1,0564 | 1,8414 | 1,9131 |
| JPY | 0,0322 | 0,0063 | 0,0054 | 0,0047 | 1 | 0,4998 | 0,0087 | 0,0091 |
| CHF | 6,4456 | 1,2529 | 1,0854 | 0,9466 | 200,08 | 1 | 1,7431 | 1,8108 |
| CAD | 3,6981 | 0,7188 | 0,6227 | 0,5431 | 114,79 | 0,5737 | 1 | 1,0389 |
| AUD | 3,5594 | 0,6919 | 0,5994 | 0,5227 | 110,49 | 0,5522 | 0,9625 | 1 |
Os dados são da Investing.com.
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