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Baixar áudioSímbolo da cultura brasileira e produzida exclusivamente no país, a cachaça deve ganhar ainda mais espaço no mercado internacional. A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) e o Instituto Brasileiro da Cachaça (IBRAC) assinaram, na última sexta-feira (31), um convênio de R$ 2,63 milhões para ampliar a promoção comercial da bebida em mercados estratégicos, entre eles México, Canadá e países da Europa. A iniciativa busca fortalecer as exportações, ampliar oportunidades para produtores brasileiros e consolidar a cachaça como um produto de alto valor agregado nos mercados internacionais.
O investimento marca o início da quarta edição do projeto setorial voltado à internacionalização da cachaça. A expectativa é beneficiar entre 70 e 80 empresas do setor por meio da participação em feiras internacionais, aproximação com compradores estrangeiros e ações de promoção comercial.
Segundo o presidente da ApexBrasil, Laudemir Müller, a estratégia ganha importância diante do atual cenário do comércio internacional e da necessidade de diversificar mercados para a bebida brasileira.
“Vivemos um período desafiador para o comércio internacional e a cachaça também sente os impactos desse cenário em um de seus principais mercados, os Estados Unidos. Por isso, estamos investindo na diversificação de mercados, fortalecendo a promoção da bebida no México, no Canadá e na Europa, para ampliar as oportunidades de exportação do setor. Estamos falando de uma bebida genuinamente brasileira, que representa nossa cultura, gera emprego, renda e leva a imagem do Brasil para o mundo”, afirmou Müller.
Durante a cerimônia, Brasil e México também celebraram os dez anos do acordo de reconhecimento mútuo das indicações geográficas da cachaça e da tequila. O instrumento garante que apenas bebidas produzidas em seus respectivos países possam utilizar essas denominações, ampliando a proteção contra falsificações e valorizando dois dos principais símbolos culturais das duas nações.
Para o presidente do IBRAC, Vicente Bastos, o novo projeto representa mais um passo para ampliar o reconhecimento internacional da bebida brasileira. "Este novo projeto nos permite avançar com mais força na internacionalização da cachaça e fazer com que o destilado, que é símbolo da nossa cultura, seja cada vez mais reconhecido como produto de alto valor agregado no mercado internacional”, frisou Bastos.
Entre as empresas beneficiadas pelas ações de internacionalização está a Cachaça Palmeira, produzida no Sítio Rio Palma, no Tocantins. À frente do empreendimento, o produtor Paulo Palmeira tem buscado ampliar a presença da marca no mercado externo com o apoio da ApexBrasil.
Segundo ele, o suporte oferecido pela Agência tem sido fundamental para preparar pequenos empreendedores para exportar e acessar novos mercados.
"A ApexBrasil é a que pode, no momento, me ajudar e que está abrindo as portas. E acredito que vai me levar muito longe. Estou de braços abertos, acolhendo o que a ApexBrasil pode me oferecer. Sou um pequeno empreendedor que está iniciando. Então, preciso de uma instituição de nome, uma instituição que tem credibilidade, uma instituição que sabe orientar o pequeno empreendedor”, destacou o produtor.
Produzida exclusivamente no Brasil, a cachaça é um dos produtos mais tradicionais da cultura nacional e movimenta uma cadeia produtiva formada, em sua maioria, por pequenos produtores, cooperativas e empreendimentos familiares.
Além de ampliar as exportações, a estratégia conduzida pela ApexBrasil busca fortalecer a imagem da bebida como um produto de origem brasileira e de alto valor agregado no mercado internacional.
A parceria com o IBRAC e o acordo de cooperação com o México reforçam esse posicionamento ao ampliar a proteção da indicação geográfica da cachaça e valorizar sua identidade como patrimônio cultural e econômico do país.
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Baixar áudioNove projetos de saneamento básico atualmente em fase de estruturação pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) podem beneficiar mais de 18 milhões de brasileiros em 625 municípios.
Juntos, os empreendimentos têm previsão de R$ 58,4 bilhões em investimentos, com licitações previstas entre o terceiro trimestre de 2026 e o primeiro trimestre de 2028.
O levantamento é citado em estudo do Instituto Trata Brasil, realizado em parceria com a GO Associados. Segundo o material, os projetos estão distribuídos pelas cinco regiões do país, indicando a expansão do modelo de concessões e Parcerias Público-Privadas (PPPs) no setor de saneamento.
O avanço ocorreu após a aprovação do Marco Legal do Saneamento Básico, em 2020. Desde então, houve crescimento no número de projetos estruturados e no volume de investimentos contratados. O Instituto Trata Brasil, porém, destaca que os recursos aplicados ainda estão abaixo do necessário para alcançar a universalização dos serviços.
Entre as metas previstas para 2033 estão o atendimento de 99% da população brasileira com abastecimento de água e de 90% com serviços de esgotamento sanitário. Para alcançar esses índices, o estudo aponta a necessidade de continuidade dos investimentos e da execução dos projetos já contratados.
O material também destaca a importância de um ambiente institucional que ofereça segurança jurídica, estabilidade regulatória e incentivos à eficiência na prestação dos serviços. A transformação dos projetos atualmente em estruturação em obras concluídas é apontada como fundamental para a efetividade do Marco Legal do Saneamento.
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Baixar áudioNas eleições gerais deste ano, cada eleitor brasileiro votará para deputado estadual ou distrital, deputado federal, senador, governador e presidente da República. Embora o voto individual tenha o mesmo valor jurídico, o peso do voto varia conforme o estado, especialmente nas disputas para a Câmara dos Deputados e o Senado.
Ao todo, serão eleitos 513 deputados federais. Porém, a Constituição Federal fixa um piso de oito e um teto de 70 cadeiras por estado, independentemente do tamanho do eleitorado. Com isso, estados menos populosos ficam sobre-representados em relação ao número de eleitores, enquanto os mais populosos têm uma representação proporcionalmente menor.
Em 2022, Roraima tinha cerca de 45,8 mil eleitores para cada cadeira na Câmara dos Deputados. Em São Paulo, eram 495,3 mil — uma diferença de 10,8 vezes. Na prática, Silvia Waiãpi (PL), eleita pelo Amapá, foi a deputada federal com a menor votação do país, com 5.435 votos. Ao mesmo tempo, candidatos que receberam mais de 100 mil votos em estados do Sudeste não conseguiram uma cadeira.
No Senado, a lógica é diferente, mas a desigualdade de representação entre os estados é ainda mais acentuada. Cada estado e o Distrito Federal têm exatamente três senadores, independentemente do tamanho da população ou do eleitorado. Ao todo, são 81 cadeiras na Casa.
Assim, Roraima, que terá pouco mais de 400 mil eleitores aptos a votar em 2026, e São Paulo, com mais de 34 milhões, têm direito ao mesmo número de senadores: três.
A conta é simples: divide-se o eleitorado do estado pelo número de deputados federais e senadores que ele elege. Na Câmara, cada uma das oito vagas de Roraima representa cerca de 45,8 mil eleitores. Em São Paulo, cada uma das 70 cadeiras corresponde a aproximadamente 495,3 mil.
Essa diferença, no entanto, não significa que um candidato precise receber esse número de votos individualmente para ser eleito. Nas eleições para deputado federal, o sistema é proporcional. Para definir a distribuição das cadeiras entre os partidos e as federações, é calculado o quociente eleitoral, obtido pela divisão do total de votos válidos pelo número de vagas em disputa.
Depois de definidas as cadeiras de cada partido ou federação, elas são preenchidas pelos candidatos mais votados dentro de cada legenda, observadas as regras eleitorais. É por isso que candidatos podem conquistar uma vaga com uma votação individual muito inferior ao número de eleitores correspondente a cada cadeira.
No Amapá, por exemplo, Dr. Pupio (MDB) conseguiu uma cadeira com 5.787 votos — a segunda menor votação entre os deputados federais eleitos em 2022.
No outro extremo, em São Paulo, o deputado federal eleito com a menor votação foi Tiririca (PL), com 71.754 votos. Ainda assim, candidatos que receberam votações muito superiores em números absolutos não conseguiram se eleger.
No Senado, a diferença representativa é ainda maior. Como cada estado possui três cadeiras, cada uma delas corresponde, em média, a cerca de 133 mil eleitores em Roraima. Em São Paulo, são mais de 11 milhões de eleitores por cadeira.
| Eleitorado por estado, em 2026 | Número de cadeiras na Câmara dos Deputados | Peso do voto por estado na Câmara | Número de cadeiras no Senado | Peso do voto por estado no Senado | |
| Acre | 614.375 | 8 | 76.796 | 3 | 204.791 |
| Alagoas | 2.441.794 | 9 | 271.310 | 3 | 813.931 |
| Amazonas | 2.801.182 | 8 | 350.147 | 3 | 933.727 |
| Amapá | 577.534 | 8 | 72.191 | 3 | 192.511 |
| Bahia | 11.321.005 | 39 | 390.282 | 3 | 3.773.668 |
| Ceará | 6.998.494 | 22 | 318.113 | 3 | 2.332.831 |
| Distrito Federal | 2.253.132 | 8 | 281.641 | 3 | 751.044 |
| Espírito Santo | 2.990.490 | 10 | 299.049 | 3 | 996.830 |
| Goiás | 5.080.755 | 17 | 298.867 | 3 | 1.693.585 |
| Maranhão | 5.186.562 | 18 | 288.142 | 3 | 1.728.854 |
| Minas Gerais | 16.377.659 | 53 | 309.012 | 3 | 5.459.219 |
| Mato Grosso | 2.638.230 | 8 | 32.903 | 3 | 879.410 |
| Mato Grosso do Sul | 2.024.884 | 8 | 253.110 | 3 | 674.961 |
| Pará | 6.265.355 | 17 | 368.550 | 3 | 2.088.451 |
| Paraíba | 3.247.397 | 12 | 270.616 | 3 | 1.082.465 |
| Pernambuco | 7.225.744 | 25 | 289.029 | 3 | 2.408.581 |
| Piauí | 2.708.160 | 10 | 270.816 | 3 | 902.720 |
| Paraná | 8.609.026 | 30 | 286.967 | 3 | 2.869.675 |
| Rio de Janeiro | 12.857.000 | 46 | 279.500 | 3 | 4.275.666 |
| Rio Grande do Norte | 2.660.565 | 8 | 332.570 | 3 | 886.855 |
| Rondônia | 1.267.105 | 8 | 158.388 | 3 | 422.368 |
| Roraima | 401.496 | 8 | 50.187 | 3 | 133.832 |
| Rio Grande do Sul | 8.526.233 | 31 | 275.039 | 3 | 2.842.077 |
| Santa Catarina | 5.725.753 | 16 | 357.859 | 3 | 1.908.584 |
| Sergipe | 1.740.124 | 8 | 217.515 | 3 | 580.041 |
| São Paulo | 34.104.226 | 70 | 487.203 | 3 | 11.368.075 |
| Tocantins | 1.182.307 | 8 | 147.788 | 3 | 394.102 |
Fonte: Dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Câmara dos Deputados e Senado Federal.
Para o cientista político e professor da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (FGV EAESP), Eduardo Grin, essa desigualdade entre os estados produz uma distorção na representação democrática.
“No Brasil, nós temos uma distorção muito grande, porque o estado de São Paulo, o maior da federação, é claramente penalizado. O problema não é ter algum tipo de regra que reduza o peso dos maiores estados. O problema é que a distorção deste princípio é muito elevada, e acaba favorecendo de maneira artificial a construção de representação de pequenos estados”, afirma.
Segundo Grin, estados menos populosos ficam sobre-representados em relação ao número de eleitores, enquanto os mais populosos são sub-representados.
“Estados como Acre, Amapá, Roraima, Rondônia, que têm uma sobre-representação, todos eles somados acabam criando obstáculos. Porque, na hora de produzir decisões legislativas — seja projetos de lei ordinária, projetos de lei complementar e emendas constitucionais —, esses estados acabam criando alianças que podem influenciar a decisão do Congresso Nacional”, explica.
O cientista político ressalta, porém, que uma distribuição de cadeiras estritamente proporcional ao número de eleitores de cada estado também poderia prejudicar as unidades federativas menos populosas.
“Toda democracia tem sempre algum mecanismo de balanceamento. As democracias não fazem valer a premissa de ‘uma pessoa, um voto’, porque isso geraria maiorias nos estados com mais eleitores e poderia gerar o que a ciência política chama de ‘tirania da maioria’”, destaca.
Grin avalia que o eleitor brasileiro, em geral, não tem consciência de que a representação proporcionada pelo voto para deputado federal e senador varia conforme o estado onde vota.
“É um assunto muito distante do cotidiano da população, muito difícil de explicar, e que gera muitas rivalidades estaduais. Além disso, não vai alterar o fato de que uma reforma política, que poderia incluir esse tema na pauta, não tem a menor chance de prosperar. Os menores partidos e os menores estados têm votos suficientes para obstaculizar uma emenda constitucional nesse sentido”, avalia.
Segundo Grin, uma mudança na distribuição das cadeiras do Parlamento exigiria uma emenda à Constituição, aprovada por três quintos dos deputados e dos senadores, em dois turnos de votação em cada Casa.
“Mas não há votos suficientes. Se pegar os menores estados e até mesmo estados maiores, como Pará e Piauí, por exemplo, todos estariam envolvidos, de alguma maneira, em uma recalibragem dessa contagem de deputados. Isso tornaria os estados do Sul e do Sudeste — que são os mais populosos e teriam interesse em ampliar essa representação — isolados para fazer esse tipo de debate”, afirma.
Para o cientista político, o tema pode continuar sendo discutido nas esferas pública e acadêmica, mas dificilmente deverá sensibilizar o Parlamento a ponto de produzir uma mudança na atual regra de distribuição das cadeiras.
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Baixar áudioO preço do boi gordo apresenta queda de 0,47% nesta quinta-feira (6). Em São Paulo, a arroba é negociada a R$ 348,55.
INDICADOR DO BOI GORDO CEPEA/ESALQ
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 05/08/2026 | 348,55 | -0,47% | 0,58% | 67,92 |
| 04/08/2026 | 350,20 | 0,66% | 1,05% | 68,20 |
| 03/08/2026 | 347,90 | 0,39% | 0,39% | 68,39 |
| 31/07/2026 | 346,55 | -0,10% | 3,02% | 68,30 |
| 30/07/2026 | 346,90 | -0,14% | 3,12% | 68,45 |
No mercado de frango, os valores apresentam aumento na Grande São Paulo, em São José do Rio Preto e em Descalvado. O quilo do frango congelado é vendido a R$ 7,13 e o frango resfriado a R$ 7,15.
PREÇOS DO FRANGO CONGELADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|
| 05/08/2026 | 7,13 | 3,63% | -0,14% |
| 04/08/2026 | 6,88 | 0,15% | -3,64% |
| 03/08/2026 | 6,87 | -3,78% | -3,78% |
| 31/07/2026 | 7,14 | 0,00% | -1,65% |
| 30/07/2026 | 7,14 | -0,14% | -1,65% |
PREÇOS DO FRANGO RESFRIADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|
| 05/08/2026 | 7,15 | 3,62% | 0,00% |
| 04/08/2026 | 6,90 | 0,15% | -3,50% |
| 03/08/2026 | 6,89 | -3,64% | -3,64% |
| 31/07/2026 | 7,15 | -0,14% | -1,52% |
| 30/07/2026 | 7,16 | 0,00% | -1,38% |
A carcaça suína especial apresenta estabilidade de preço nos atacados da Grande São Paulo, onde o quilo custa R$ 7,53.
Entre os estados analisados, o suíno vivo registra o menor preço em Santa Catarina, onde o animal é comercializado a R$ 4,50.
PREÇOS DA CARCAÇA SUÍNA ESPECIAL (R$/kg)
| Data | Média | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|
| 05/08/2026 | 7,53 | 0,00% | -8,39% |
| 04/08/2026 | 7,53 | -2,96% | -8,39% |
| 03/08/2026 | 7,76 | -5,60% | -5,60% |
| 31/07/2026 | 8,22 | 0,00% | -3,52% |
| 30/07/2026 | 8,22 | 0,00% | -3,52% |
INDICADOR DO SUÍNO VIVO CEPEA/ESALQ (R$/kg)
| Data | Estado | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|---|
| 05/08/2026 | MG - posto | 5,07 | -2,50% | -3,80% |
| 05/08/2026 | PR - a retirar | 4,53 | -2,37% | -2,58% |
| 05/08/2026 | RS - a retirar | 4,63 | -1,70% | -2,73% |
| 05/08/2026 | SC - a retirar | 4,50 | -2,39% | -7,22% |
| 05/08/2026 | SP - posto | 5,08 | 0,20% | -0,39% |
Os dados são do Cepea.
O boi gordo é o bovino macho pronto para o abate, com peso mínimo de 16 arrobas líquidas de carcaça (aproximadamente 240 kg) e até 42 meses de idade. Atende aos padrões do mercado nacional e internacional, incluindo exportações para Europa, China e cota Hilton.
O frango congelado passa por congelamento rápido, com temperaturas abaixo de -12°C, garantindo maior vida útil para armazenamento e transporte a longas distâncias.
Já o frango resfriado é mantido entre 0°C e 4°C, com validade de 5 a 7 dias, oferecendo textura e sabor mais próximos do fresco, ideal para consumidores exigentes e restaurantes.
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Baixar áudioO preço do café arábica abre esta quinta-feira (6) com um pequeno aumento de 0,02%, com a saca de 60 kg negociada a R$ 1.730,24 na cidade de São Paulo.
O café robusta também teve alta de 1,53%, sendo comercializado a R$ 1.111,86.
INDICADOR DO CAFÉ ARÁBICA CEPEA/ESALQ
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$ |
|---|---|---|---|---|
| 05/08/2026 | 1.730,24 | 0,02% | -0,80% | 337,15 |
| 04/08/2026 | 1.729,84 | 1,03% | -0,82% | 336,87 |
| 03/08/2026 | 1.712,28 | -1,83% | -1,83% | 336,60 |
| 31/07/2026 | 1.744,18 | -0,13% | 10,48% | 343,75 |
| 30/07/2026 | 1.746,47 | -0,88% | 10,63% | 344,61 |
INDICADOR DO CAFÉ ROBUSTA CEPEA/ESALQ
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$ |
|---|---|---|---|---|
| 05/08/2026 | 1.111,86 | 1,53% | 1,77% | 216,65 |
| 04/08/2026 | 1.095,15 | 0,69% | 0,24% | 213,27 |
| 03/08/2026 | 1.087,68 | -0,45% | -0,45% | 213,82 |
| 31/07/2026 | 1.092,56 | 1,09% | 2,90% | 215,33 |
| 30/07/2026 | 1.080,81 | 0,11% | 1,79% | 213,26 |
O preço do açúcar cristal apresenta alta de 0,63% na capital de São Paulo. A saca de 50 kg é cotada a R$ 92,47.
INDICADOR DO AÇÚCAR CRISTAL BRANCO CEPEA/ESALQ - SÃO PAULO
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 05/08/2026 | 92,47 | 0,63% | 1,06% | 18,02 |
| 04/08/2026 | 91,89 | 1,18% | 0,43% | 17,90 |
| 03/08/2026 | 90,82 | -0,74% | -0,74% | 17,85 |
| 31/07/2026 | 91,50 | -0,97% | 0,25% | 18,03 |
| 30/07/2026 | 92,40 | -0,57% | 1,24% | 18,23 |
Em Santos (SP), houve aumento de 0,51%, e a mercadoria é negociada a R$ 109,32 na média de preços sem impostos.
Indicador Açúcar Cristal - Santos (FOB)
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 05/08/2026 | 109,32 | 0,51% | 2,85% | 21,37 |
| 04/08/2026 | 108,76 | 0,39% | 2,32% | 21,30 |
| 03/08/2026 | 108,34 | 1,93% | 1,93% | 21,36 |
| 31/07/2026 | 106,29 | 1,17% | -2,33% | 20,93 |
| 30/07/2026 | 105,06 | -1,38% | -3,46% | 20,71 |
A saca de 60 kg do milho, por sua vez, é vendida a R$ 64,86 após declínio de 0,48%.
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 05/08/2026 | 64,86 | -0,48% | -0,60% | 12,64 |
| 04/08/2026 | 65,17 | -0,11% | -0,12% | 12,69 |
| 03/08/2026 | 65,24 | -0,02% | -0,02% | 12,82 |
| 31/07/2026 | 65,25 | -0,08% | 2,63% | 12,86 |
| 30/07/2026 | 65,30 | -0,05% | 2,71% | 12,88 |
Os dados são do Cepea.
Café arábica e café robusta são as duas principais variedades cultivadas e comercializadas no Brasil, ambas medidas em sacas de 60 kg.
O café arábica (conhecido também como café Conilon, em algumas regiões) tem sabor mais suave, menor teor de cafeína e alta qualidade sensorial, sendo preferido em cafeterias especializadas e nas exportações de cafés premium. Representa cerca de 70% da produção brasileira, com destaque para estados como Minas Gerais e São Paulo.
O café robusta, por sua vez, possui sabor mais amargo, maior concentração de cafeína e corpo mais intenso. É amplamente utilizado na produção de café solúvel e blends comerciais. Seus principais polos produtores são o Espírito Santo e Rondônia, e seu preço costuma ser mais baixo em comparação ao arábica, por conta do perfil mais industrial.
A saca de açúcar cristal no Brasil é padronizada em 50 quilos, especialmente para comercialização no mercado atacadista e para uso na indústria alimentícia. Essa unidade de medida é adotada pelo Cepea/Esalq-USP, principal fonte de cotações diárias do açúcar cristal no país.
A saca de milho equivale a 60 kg de grãos, mesmo padrão utilizado para soja e trigo. Essa medida é oficializada por instituições como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Cepea, sendo amplamente usada em negociações e relatórios de preço do milho.
Copiar o textoO trigo tem aumento de preço no Rio Grande do Sul e no Paraná
Baixar áudioA saca de 60 quilos da soja inicia quinta-feira (6) em alta no interior do Paraná e na região litorânea de Paranaguá.
No mercado paranaense, o grão apresenta declínio de 0,51%, com a saca negociada a R$ 136,73. Em Paranaguá, o declínio foi de 0,55%, levando a cotação para R$ 144,91.
INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANÁ
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 05/08/2026 | 136,73 | 0,51% | -0,39% | 26,64 |
| 04/08/2026 | 136,03 | -0,46% | -0,90% | 26,49 |
| 03/08/2026 | 136,66 | -0,44% | -0,44% | 26,87 |
| 31/07/2026 | 137,27 | -0,40% | 7,72% | 27,05 |
| 30/07/2026 | 137,82 | -0,85% | 8,15% | 27,19 |
INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANAGUÁ
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 05/08/2026 | 144,91 | 0,55% | 0,00% | 28,24 |
| 04/08/2026 | 144,12 | 0,06% | -0,55% | 28,07 |
| 03/08/2026 | 144,04 | -0,60% | -0,60% | 28,32 |
| 31/07/2026 | 144,91 | -0,26% | 8,48% | 28,56 |
| 30/07/2026 | 145,29 | -1,04% | 8,77% | 28,67 |
O trigo tem aumento de preço no Rio Grande do Sul e no Paraná.
No Paraná, a tonelada do cereal é comercializada a R$ 1.417,12. No Rio Grande do Sul, o produto é vendido a R$ 1.325,22.
PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - RIO GRANDE DO SUL
| Data | Valor R$/t* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$/t* |
|---|---|---|---|---|
| 05/08/2026 | 1.325,22 | 0,05% | 0,25% | 258,23 |
| 04/08/2026 | 1.324,52 | -0,09% | 0,20% | 257,94 |
| 03/08/2026 | 1.325,69 | 0,29% | 0,29% | 260,60 |
| 31/07/2026 | 1.321,88 | 0,00% | -0,57% | 260,52 |
| 30/07/2026 | 1.321,88 | -0,96% | -0,57% | 260,83 |
PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - PARANÁ
| Data | Valor R$/t* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$/t* |
|---|---|---|---|---|
| 05/08/2026 | 1.417,12 | 0,28% | 0,80% | 276,13 |
| 04/08/2026 | 1.413,21 | 0,49% | 0,52% | 275,21 |
| 03/08/2026 | 1.406,32 | 0,03% | 0,03% | 276,45 |
| 31/07/2026 | 1.405,92 | 0,00% | 2,72% | 277,08 |
| 30/07/2026 | 1.405,91 | 0,00% | 2,72% | 277,41 |
Os dados são do Cepea.
A saca de soja e a saca de trigo são as principais unidades de comercialização de grãos no Brasil. Cada saca equivale a 60 quilos, padrão adotado por órgãos oficiais como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).
Esse formato padronizado facilita o comércio da soja e do trigo, além de permitir um acompanhamento mais preciso das cotações e variações de preços no mercado nacional.
Copiar o textoO volume total negociado na B3 foi de R$ R$ 18.200.000.000, em meio a 3.853.463 negócios
Baixar áudioO Ibovespa fechou esta segunda-feira (3) aos 177.726 pontos.
O mercado financeiro reagiu com cautela após o anúncio da composição da chapa presidencial que terá o deputado federal Alfredo Gaspar (PL-AL) como candidato a vice-presidente na chapa do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ).
O volume de negócios ficou paralisado no pregão de hoje, com os investidores evitando grandes apostas antes de o Banco Central anunciar a nova taxa básica de juros.
Ações em alta no Ibovespa
Ações em queda no Ibovespa
O volume total negociado na B3 foi de R$ 18.200.000.000, em meio a 3.853.463 negócios.
Os dados da bolsa podem ser consultados no site da B3.
O Ibovespa (Índice Bovespa) é o principal indicador do mercado acionário brasileiro. Calculado pela B3, ele reflete a média do desempenho das ações mais negociadas na bolsa, com base em critérios de volume e liquidez. O índice é composto por uma carteira teórica de ativos, que representa cerca de 80% do volume financeiro total negociado no mercado.
A B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) é a bolsa de valores oficial do Brasil, sediada em São Paulo. É responsável pela negociação de ações, derivativos, títulos públicos e privados, câmbio e outros ativos financeiros. A B3 está entre as maiores bolsas do mundo em infraestrutura e valor de mercado.
Copiar o textoO euro, por sua vez, encerrou o pregão cotado a R$ 5,91
Baixar áudioO dólar fechou esta quarta-feira (5) cotado a R$ 5,12. Após duas sessões consecutivas de ganhos, o dólar comercial voltou a recuar frente ao real, encerrando o dia com ligeira baixa de 0,06%.
O movimento acompanhou o enfraquecimento global da moeda norte-americana perante divisas de países emergentes.
O índice DXY, que mede a força do dólar frente a outras moedas globais, recuou 0,15% e fechou aos 99,71 pontos.
O euro, por sua vez, encerrou o pregão cotado a R$ 5,91.
A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.
| Código | BRL | USD | EUR | GBP | JPY | CHF | CAD | AUD |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| BRL | 1 | 0,1953 | 0,1684 | 0,1445 | 30,8109 | 0,1576 | 0,2736 | 0,2757 |
| USD | 5,1201 | 1 | 0,8655 | 0,7426 | 157,76 | 0,8072 | 1,4010 | 1,4169 |
| EUR | 5,9383 | 1,1554 | 1 | 0,8580 | 182,27 | 0,9325 | 1,6187 | 1,6370 |
| GBP | 6,8929 | 1,3466 | 1,1655 | 1 | 212,45 | 1,0869 | 1,8866 | 1,9080 |
| JPY | 3,24547 | 0,633894 | 0,54864 | 0,470733 | 1 | 0,5116 | 0,88809 | 0,89815 |
| CHF | 6,3438 | 1,2390 | 1,0724 | 0,9201 | 195,46 | 1 | 1,7358 | 1,7555 |
| CAD | 3,6543 | 0,7138 | 0,6178 | 0,5301 | 112,61 | 0,5761 | 1 | 1,0114 |
| AUD | 3,6275 | 0,7058 | 0,6109 | 0,5241 | 111,34 | 0,5697 | 0,9888 | 1 |
Os dados são da Investing.com.
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Baixar áudioQuatro em cada dez empresas industriais (39%) projetam aumento da dívida bancária nos próximos três meses, segundo pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI). A expectativa é influenciada pelos juros altos e pela necessidade de financiar despesas do dia a dia, como compra de matérias-primas, pagamento de salários e tributos.
Para a analista de Políticas e Indústria da CNI, Maria Virginia Colusso, apesar dos três cortes de juros realizados em 2026, a taxa Selic — atualmente em 14,25% ao ano — permanece em nível elevado e continua pressionando a atividade industrial.
“Uma boa parte dessas empresas que esperam ter que buscar mais crédito, também esperam ter que fazer essa operação a um custo mais elevado. Isso mostra uma maior pressão, não só sobre o caixa, mas também para que elas consigam honrar seus compromissos financeiros e operacionais. Esse cenário tende a se refletir no endividamento e na rentabilidade das empresas”, avalia.
Segundo o levantamento, mais da metade das empresas consultadas (53%) acredita que precisarão aumentar a busca por crédito para financiar contas a pagar. A estratégia é utilizada para cumprir compromissos com fornecedores, pagar tributos e outras despesas operacionais. Além disso, 38% dos empresários esperam contratar esses recursos a juros mais elevados.
A pesquisa também avaliou a necessidade de financiamento de contas a receber, situação que ocorre quando a empresa vende produtos a prazo, mas precisa de recursos imediatos para manter as despesas em dia. Nos próximos três meses, 47% dos empresários ouvidos devem ampliar a tomada de crédito para cobrir essa diferença no fluxo de caixa. Para 42% dos industriais consultados, esses recursos deverão ser obtidos a um custo mais elevado.
Em relação ao financiamento de estoques, 42% das empresas preveem aumentar a tomada de crédito para comprar, produzir ou manter mercadorias e insumos. Apenas 13% esperam reduzir a necessidade desse tipo de financiamento. No total, 42% dos respondentes também projetam aumento dos juros cobrados pelos bancos para financiar os estoques.
Segundo o gerente de Política Econômica da CNI, Kleber de Castro, embora os juros tenham começado a cair, a política monetária ainda é bastante restritiva, o que ajuda a explicar a percepção dos empresários.
“A percepção empresarial de custos financeiros elevados e viés de alta nos juros das operações de crédito é consistente com o ciclo de política monetária em curso: o ritmo de flexibilização é gradual, a taxa de juros real ex-ante segue próxima a dois dígitos e a transmissão da política monetária ao custo do crédito produtivo opera com defasagens que limitam qualquer alívio dentro do horizonte de três meses coberto pela consulta”, aponta.
A pesquisa também revela uma percepção predominantemente negativa dos empresários em relação à rentabilidade no curto prazo. Mais da metade dos entrevistados (58%) estima uma redução da margem de lucro líquida nos próximos três meses.
“Além de as empresas estarem esperando um maior endividamento, quase 58% delas também estão esperando um achatamento da sua rentabilidade. Elas estão imaginando, então, uma compressão na sua margem financeira e isso pode se refletir nos próprios preços de vendas”, afirma Maria Virginia Colusso.
Diante desse cenário, 37% das empresas pretendem aumentar os preços de venda nos próximos três meses, enquanto 51% esperam mantê-los estáveis.
O levantamento completo está disponível na aba de Publicações do site da CNI.
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Baixar áudioAs despesas públicas primárias dos estados da Região Sul somaram R$ 139,7 bilhões entre 1º de janeiro e 31 de julho de 2026, segundo a plataforma Gasto Brasil, desenvolvida pela Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB) em parceria com a Associação Comercial de São Paulo (ACSP). Confira os gastos estaduais.
Com mais de 11,4 milhões de habitantes, os gastos do Paraná alcançaram R$ 51,5 bilhões no período. O total corresponde a 7,4% do Produto Interno Bruto (PIB) estadual em 2025, estimado em R$ 670,9 bilhões, e equivale a uma despesa per capita de aproximadamente R$ 12,3 mil.
Para Vera Antunes, presidente da Associação Comercial e Industrial de Londrina (Acil), acompanhar a destinação do dinheiro público é uma conquista para toda a população. “Verificando como o dinheiro é utilizado, saberemos onde é possível exercer um controle maior, estimulando também a participação pública junto à gestão. Poderemos, como cidadãos e empresários, exercer uma fiscalização mais eficiente sobre a utilização do dinheiro público pelos nossos representantes”, exaltou a executiva.
No Rio Grande do Sul, os gastos somaram R$ 54,2 bilhões, o equivalente a 8% do PIB estadual do ano passado (R$ 650,1 bilhões). A despesa per capita foi de aproximadamente R$ 4,8 mil, com base em uma população de 10,8 milhões de habitantes.
Em Santa Catarina, os gastos atingiram R$ 34 bilhões, valor equivalente a 6,4% do PIB estadual de 2025 (R$ 273 bilhões). A despesa per capita foi de cerca de R$ 4,3 mil, considerando os 7,6 milhões de habitantes do estado.
Rita Conti, vice-presidente da Federação das Associações Empresariais de Santa Catarina (Facisc), entende que as entidades empresariais possuem importante papel na transparência do trato dos recursos estatais. “É fundamental que todos os nossos recursos arrecadados, principalmente os tributos que hoje no Brasil são tão caros, retornem realmente para a sociedade com serviços públicos de qualidade, com infraestrutura e investimentos, principalmente que desenvolvam, que estimulem o nosso desenvolvimento”, declara a gestora.
Na opinião de Francisco Tavares Junior, presidente da Associação Empresarial de Jaraguá do Sul (ACIJS), o panorama demonstrado pela plataforma Gasto Brasil deixa claro a urgência de uma reestruturação completa no sistema fiscal brasileiro. “É fundamental aprovar reformas estruturais, como administrativa e orçamentária, e garantir o cumprimento do arcabouço fiscal. Também é imprescindível trabalhar na digitalização da gestão pública, reduzindo burocracia, modernizando processos e também revisar gastos ineficientes ou desalinhados com as prioridades estratégicas do país para o momento”, avaliou o representante.
Somando todas as esferas públicas (União, DF, estados e municípios), a despesa governamental ultrapassou a marca de R$ 3,2 trilhões desde o início de 2026. O governo federal concentra a maior parte dos gastos, com mais de R$ 15 trilhão (46% do total) do gasto público, enquanto estados e o Distrito Federal (R$ 877 bilhões) e os municípios (R$ 860 bilhões) dividem o restante.
A diferença entre o valor de pagamentos feitos pelas administrações e o arrecadado com impostos se aproxima de R$ 900 bilhões. De acordo com dados da plataforma Impostômetro apurados no mesmo dia, a arrecadação no país é de R$ 2,3 trilhões.
Análises como essa e muitas outras farão parte do Painel de Gasto Brasil a partir do dia 11 de agosto. O lançamento das novas funcionalidades, uma parceria entre a CACB e a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), vai ocorrer na Câmara dos Deputados e traz recortes econômicos, detalhamento dos gastos por população, índice de qualidade das informações e novos indicadores para ampliar a transparência das despesas públicas.
Para o presidente da CACB, da ACSP e da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (FACESP), Alfredo Cotait Neto, acompanhar as despesas públicas é fundamental para aprimorar a gestão. Segundo ele, o país precisa avançar em medidas como reforma administrativa, planejamento, controle fiscal e definição de critérios para investimentos públicos.
“Esta conta também não é nossa. Nós lançamos o Gasto Brasil, onde mostramos que o Governo está gastando mais do que arrecada. Nós temos que trabalhar para falar para o governo: corte de gastos já! Equilíbrio nas contas. É isso que o povo está pedindo”, destacou Cotait Neto.
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