12/10/2026 04:55h

Juros elevados foram citados por 76% das empresas com dificuldades em operações de curto e médio prazo e por quase 69% no longo prazo

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Cerca de 76% das empresas industriais que enfrentaram dificuldades para obter crédito de curto ou médio prazo, com vencimento em até cinco anos, apontaram os juros elevados como o principal obstáculo ao financiamento. Nas operações de longo prazo, acima de cinco anos, o problema foi mencionado por quase 69% dos empresários. 

É o que revela a Sondagem Especial nº 107 - Condições de Acesso ao Crédito em 2026, divulgada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). O levantamento ouviu 1.701 empresas industriais, sendo 692 de pequeno porte, 612 de médio porte e 397 de grande porte. As informações se referem ao período de fevereiro a julho de 2026. 

Embora a proporção de empresas que apontaram os juros como principal dificuldade tenha diminuído em relação à edição anterior da pesquisa, o custo do crédito continua liderando o ranking de obstáculos ao financiamento industrial. Na sondagem anterior, 80% dos entrevistados relataram dificuldades com os juros nas operações de curto e médio prazo, enquanto 71% apontaram o problema no crédito de longo prazo. 

A analista de Políticas e Indústria da CNI, Maria Virgínia Colusso, destaca que a taxa básica de juros (Selic) começou 2026 em 15% ao ano e que o Banco Central tem adotado uma postura cautelosa no processo de redução. Atualmente, a taxa está em 13,75% ao ano. 

“Esses cortes levam um tempo para chegar a uma diminuição dos juros desse crédito. Então, temos um processo de defasagem entre esses movimentos que o Banco Central adota e o custo do crédito de fato. Como a Selic, mesmo após esse processo de flexibilização, ainda está muito elevada, o custo do capital ainda tem chegado bastante elevado para as empresas também”, afirma. 

Garantias e burocracia também dificultam o acesso ao crédito

O segundo principal obstáculo à contratação de crédito de curto e médio prazo é a exigência de garantias reais pelas instituições financeiras, como bens imóveis, por exemplo. A dificuldade foi mencionada por 33,4% das empresas que enfrentaram problemas para acessar essas operações. No financiamento de longo prazo, o percentual foi de 31,5%. 

A burocracia aparece como a terceira barreira mais citada para o crédito de curto e médio prazo, mencionada por 13,6% das empresas. Já nas operações de longo prazo, o terceiro entrave é o prazo de carência inferior ao necessário, apontado por 18,9% dos entrevistados. O resultado indica que parte dos empresários gostariam de ter mais tempo para começar a pagar as linhas de crédito pretendidas. 

Uma em cada quatro empresas não consegue crédito de curto prazo 

A sondagem mostra que metade (49,9%) das empresas industriais não buscou contratar ou renovar operações de crédito de curto e médio prazo no período analisado. Apenas 22,9% conseguiram contratar um financiamento ou renovar uma operação existente, enquanto 7,5% tentaram obter os recursos, mas não tiveram sucesso. 

No crédito de longo prazo, a parcela de empresas que não buscou contratar ou renovar financiamentos foi ainda maior, de 54%. Outros 15,5% conseguiram obter um novo financiamento ou prorrogar uma operação existente. Já 9,2% tentaram acessar os recursos, mas não conseguiram. 

Colusso explica que não buscar crédito, por si só, não representa necessariamente um problema. Em alguns casos, a empresa não precisou de financiamento no período ou optou por utilizar recursos próprios para custear as operações. 

“Mas isso começa a soar como um alerta quando a gente olha em conjunto com outras informações da pesquisa. O elevado percentual de frustração, que é quando essas empresas buscam contratar novas operações ou renovar operações já existentes e não conseguem. Isso começa a ser um alerta”, ressalta. 

Levando-se em conta apenas as empresas que buscaram contratar ou renovar crédito de curto/médio prazo, quase uma em cada quatro (24,7%) não tiveram sucesso. Nas operações de longo prazo, o índice chegou a 37,2%. 

O recorte por porte mostra que as pequenas empresas registraram os maiores índices de frustração no acesso ao financiamento. Confira os percentuais: 

  • Crédito de curto e médio prazo: 32% nas pequenas empresas, 28,4% nas médias e 20,3% nas grandes. 
  • Crédito de longo prazo: 48,2% nas pequenas empresas, 48,1% nas médias e 29,9% nas grandes. 

Capital de giro lidera a demanda por financiamento

O capital de giro foi a principal finalidade do crédito industrial, inclusive nas operações de longo prazo. Segundo a pesquisa, 28,7% das empresas que buscaram, contrataram ou renovaram esse tipo de financiamento apontaram a necessidade de capital de giro como motivo para recorrer a recursos de longo prazo. 

Na sequência, aparecem os investimentos na expansão da capacidade produtiva, como a aquisição de máquinas e equipamentos, citada por 23,6% das empresas, e os aportes em construção e instalações, mencionados por 11,6%. 

Nas operações de curto e médio prazo, o capital de giro teve participação ainda maior: quase 60% das empresas indicaram essa finalidade. Os investimentos em máquinas e equipamentos foram citados por 13,2%, enquanto os aportes em construção e instalações corresponderam a 5,8%. 

A analista da CNI ressalta que o capital de giro é usado para pagar despesas operacionais, como folha de pagamento, materiais e insumos. Por isso, é esperado o uso do crédito de curto prazo com essa finalidade. Já a busca por financiamentos de longo prazo para cobrir esses gastos chama a atenção. 

“O crédito de longo prazo voltado para o capital de giro nos chama atenção porque pode soar como uma sinalização de uma pressão também nesse financiamento. Pode soar como uma sinalização de que as empresas estão buscando o capital de longo prazo para financiar essas despesas operacionais. Então isso precisa ser analisado com cautela”, afirma Colusso. 

Redução de custos, ampliação do crédito público e simplificação

Os empresários também apontaram medidas que poderiam facilitar o acesso ao financiamento. A principal demanda é a redução dos custos tributários e administrativos, mencionada por 38,4% dos entrevistados em relação ao crédito de curto e médio prazo e por 31,2% no caso das operações de longo prazo. 

A ampliação das linhas de crédito públicas aparece em segundo lugar, com 22,8% das respostas para o financiamento de curto e médio prazo e 26,3% para o de longo prazo. 

Já a simplificação das exigências impostas pelas instituições financeiras foi apontada por 21,1% das empresas no crédito de curto e médio prazo e por 22,1% nas operações de longo prazo. 

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12/10/2026 04:55h

Delegação do Brasil IT+, iniciativa da ApexBrasil e da Softex, participará de encontro com executivos de tecnologia em Orlando, de 19 a 22 de outubro

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Vinte empresas brasileiras de tecnologia vão participar do Gartner IT Symposium/Xpo, de 19 a 22 de outubro, em Orlando, nos Estados Unidos. A missão é organizada pelo Brasil IT+, projeto setorial executado pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) em parceria com a Softex. A iniciativa busca ampliar o acesso das companhias nacionais ao mercado norte-americano.

Esta será a 21ª participação consecutiva da delegação no encontro, voltado a diretores de informação (CIOs) e outros executivos de tecnologia da informação. A programação inclui atividades para aproximar as empresas brasileiras de potenciais compradores e parceiros comerciais.

“Nossa presença contínua amplia a visibilidade das nossas organizações e facilita o acesso a decisores e potenciais compradores. Ao longo dos anos, essa participação também tem contribuído para reduzir assimetrias de informação e construir relações de confiança com o mercado norte-americano”, afirma Gabriela Silva, líder da célula de Internacionalização da Softex.

Inteligência artificial e transformação dos negócios

A organização prevê reunir mais de 8,8 mil CIOs e líderes seniores nesta edição. Ao longo dos quatro dias, mais de 140 especialistas do Gartner e representantes de 180 provedores de soluções participarão de mais de 350 sessões.

Os debates abordarão temas como inteligência artificial (IA), transformação e valor dos negócios, cibersegurança, experiência do cliente, análise de dados, liderança executiva e estratégia.

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Setor de vinhos e espumantes mira novos mercados para ampliar exportações

Com o tema “Impulsionar a inteligência” (Ignite Intelligence), o evento deste ano terá como foco o avanço da inteligência artificial e seus impactos nas organizações. A programação leva em conta a avaliação de que a tecnologia deixou de ser apenas um diferencial competitivo e passou a integrar a infraestrutura das empresas.

Nesse cenário, os líderes precisam combinar capacidades humanas e artificiais para gerar valor, aumentar a agilidade e responder às mudanças do mercado.

A delegação brasileira é composta por Apura, Argotechno, ART IT, CI&T, ConquestOne, CWS Platform, Digibee, Exata, Fenix DFA, Insi, Levva, Nexforce, Numen, Orange Testing, Pappsales, Pulsus, R/Pulse, Grupo Stefanini, VTX365 e Zamak.

Executivos brasileiros apresentam experiências com IA

A programação do Brasil IT+ também prevê apresentações de executivos da Insi, do Grupo Stefanini, da Digibee e da CI&T. As sessões vão discutir os fatores que diferenciam organizações líderes em inteligência artificial, a influência da cultura empresarial na geração de valor com a tecnologia, o uso da IA para reduzir dificuldades de integração entre sistemas e as mudanças nos modelos de trabalho.

As apresentações buscam ampliar o contato das empresas brasileiras com CIOs, executivos e parceiros que participarão do evento.

Segundo o fundador e CEO global do Grupo Stefanini, Marco Stefanini, participar do Gartner é estratégico, tanto pela capacidade do evento de antecipar tendências quanto pelo acesso ao mercado norte-americano.

“Em nossa sessão, mostraremos por que, com a crescente comoditização dos grandes modelos de linguagem, a arquitetura técnica e de negócios se torna o diferencial para transformar a IA em valor. A presença contínua da Softex, por meio do Brasil IT+, também ajuda a construir posicionamento e confiança para as empresas brasileiras”, enfatiza.

Já Rodrigo Bernardinelli, CEO da Digibee, comenta que a IA agêntica amplia o que é possível fazer, mas seu avanço ainda esbarra em limitações operacionais e nos desafios da gestão da mudança. “No Gartner, discutiremos como desenvolver integrações confiáveis por agentes e preparar as equipes para trabalhar com essa tecnologia”, diz.

A participação no encontro faz parte da estratégia do Brasil IT+ de aproximar empresas brasileiras de tecnologia do mercado dos Estados Unidos. Na edição de 2025, a delegação contabilizou mais de 740 contatos comerciais, envolvendo potenciais clientes, parceiros e oportunidades de negócios.

O Gartner IT Symposium/Xpo

O Gartner IT Symposium/Xpo reúne CIOs e outros executivos de tecnologia da informação para discutir tendências e estratégias que contribuam para a transformação digital das organizações. As conferências também abordam maneiras de aproveitar o potencial da inteligência artificial e de conduzir mudanças nos negócios.

Sobre a ApexBrasil

A ApexBrasil trabalha para promover produtos e serviços brasileiros no exterior e atrair investimentos estrangeiros para setores estratégicos da economia nacional.

Entre as iniciativas da entidade estão missões comerciais e prospectivas, rodadas de negócios, apoio à participação de empresas brasileiras em feiras internacionais e visitas de compradores estrangeiros e formadores de opinião para conhecer a estrutura produtiva do país. Essas ações buscam ampliar as exportações, fortalecer a marca Brasil e valorizar a oferta nacional no mercado internacional.

A agência também atua em parceria com instituições públicas e privadas para atrair investimentos estrangeiros diretos (IED), com foco no desenvolvimento da competitividade das empresas brasileiras e da economia do país.

A Softex

Sediada em Brasília, a Softex atua há mais de duas décadas na criação e gestão de programas com alcance internacional. A entidade coordena o Sistema Softex, formado por 21 agentes regionais distribuídos por 13 estados e o Distrito Federal. Também conta com 22 instituições de ciência e tecnologia (ICTs) credenciadas e 19 aceleradoras parceiras, além de beneficiar cerca de 4 mil startups e mais de 6 mil empresas.

A organização trabalha com empresas privadas, governos federal, estaduais e municipais, centros acadêmicos e instituições de fomento. Sua atuação busca conectar governo, academia e setor privado para promover o desenvolvimento por meio da inovação e da transformação digital.
 

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12/10/2026 04:20h

Também houve redução nos registros de chikungunya e Zika em comparação com o mesmo período do ano passado, segundo o Ministério da Saúde

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O Brasil registrou uma queda de aproximadamente 70% nos casos prováveis de dengue em 2026, na comparação com o mesmo período do ano passado. Até 26 de setembro, foram contabilizados 470,5 mil casos prováveis da doença no país, contra 1,5 milhão registrados até a mesma data de 2025. 

Também houve redução nos casos de chikungunya e Zika. Em 2026, foram registrados 67.902 casos prováveis de chikungunya, número 43% menor que os 118.885 casos contabilizados no mesmo período de 2025. Já os casos de Zika somaram 2.141, uma queda de 35% em relação aos 3.724 registros do ano anterior. 

Os dados constam no 2º ciclo do Levantamento Rápido de Índices para Aedes aegypti (LIRAa) do Ministério da Saúde. Também é possível acompanhar o levantamento dos casos pelo Painel de Monitoramento das Arboviroses.

Ações de prevenção e controle 

Segundo o Ministério da Saúde, os resultados do LIRAa reforçam a importância da manutenção das medidas de prevenção e controle do Aedes aegypti. O levantamento também permite que os gestores locais direcionem as ações de acordo com a situação identificada em cada município. 

Os Agentes de Combate às Endemias (ACE) atuam na prevenção e no controle das arboviroses, com a identificação e o tratamento de criadouros, além da orientação da população sobre medidas de prevenção. Até o fim deste ano, o Ministério da Saúde prevê a formação de mais de 300 mil profissionais. 

Entre as estratégias de controle do Aedes aegypti estão a Borrifação Residual Intradomiciliar em imóveis especiais — como escolas, unidades de saúde e locais de grande circulação —, as Estações Disseminadoras de Larvicida, e o método Wolbachia, que utiliza uma bactéria para reduzir a capacidade de transmissão de vírus pelo mosquito.

Outra ferramenta são as ovitrampas, dispositivos que permitem monitorar a presença do Aedes aegypti por meio da coleta de ovos do mosquito. A estratégia contribui para identificar áreas com maior presença do vetor e está presente em aproximadamente 2 mil municípios, fornecendo informações complementares aos indicadores obtidos pelo LIRAa. 

Cuidados dentro e fora de casa 

Com a aproximação do verão e as condições climáticas associadas ao El Niño, o Ministério da Saúde alerta para a necessidade de reforçar as medidas de prevenção durante o período de maior risco de proliferação do Aedes aegypti. 

A pasta destaca que a participação da população é fundamental para evitar a formação de criadouros. A recomendação é realizar vistorias regulares dentro de casa e nas áreas externas para identificar e eliminar locais que possam acumular água. 

Entre as principais orientações estão: 

  • utilizar telas nas janelas e repelentes em áreas com transmissão das doenças;
  • remover recipientes que possam acumular água e se transformar em criadouros;
  • manter reservatórios e caixas-d’água devidamente vedados;
  • desobstruir calhas, lajes e ralos;
  • colaborar com as ações de prevenção e controle realizadas pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

Mais informações estão disponíveis no Portal do Ministério da Saúde. 

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12/10/2026 04:10h

Partido terá 121 deputados e 19 senadores a partir de 2027, cenário que dificulta a governabilidade para Lula em caso de vitória

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As eleições para o Legislativo deram ao Partido Liberal (PL) a maior bancada da Câmara dos Deputados, com 121 parlamentares na legislatura que começa em 1º de fevereiro de 2027. São 24 deputados a mais do que em 2022, segundo levantamento da Agência Câmara com base nos dados do TSE. A federação PT-PCdoB-PV terá a segunda maior bancada, com 88 deputados (seis a mais), seguida pela federação União-PP, com 87, queda de 18 em relação à eleição anterior. 

A distribuição das 513 cadeiras ficou assim:

Bancada 2026 2022
PL 121 97

PT/PCdoB/PV

88 82
União/PP 87  105
PSD 43 42
Republicanos 41  40
MDB 36  41
Podemos 27 20
PSB 15  15
Psol/Rede 15  15
PSDB/Cidadania 11 18
Novo 10 3
PRD/Solidariedade 7 12
PDT 6 16
Avante 5 7
Missão 1 0

Cenário parecido no Senado: o PL elegeu 19 dos 54 senadores em disputa (35,2%), com "dobradinhas" em Mato Grosso do Sul, Rio de Janeiro, Rondônia, Santa Catarina e no Distrito Federal. Somados aos que seguem em mandato, a bancada deve chegar a 28 integrantes, a maior do início de uma legislatura desde a Constituição de 1988, superando os 27 do então PMDB em 1999. PT (nove senadores) e MDB (oito) vêm em seguida. A projeção pode mudar com troca de partido ou ida de parlamentares a ministérios, e considera que Cleitinho (Republicanos-MG) e Sérgio Moro (PL-PR), eleitos governadores, serão substituídos pelos suplentes Alex Diniz (PL) e Luís Felipe Cunha (União). 

Os senadores eleitos em 2026 foram:

Bancada Senadores
PL 19
MDB 7
PT 6
Novo, PP, PSB e União 3 cada
Podemos, PSDB, PSD e Republicanos 2 cada
PDT e Rede 1 cada

O resultado coloca os candidatos à presidência da República com panoramas distintos em caso de vitória. Se reeleito, o presidente Lula deve ter muita dificuldade para aprovar matérias de interesse de seu projeto, já Flávio Bolsonaro não deve ter grandes desafios para formar maiorias em votações no Congresso.

Propostas

Em Goiânia, na terça-feira (6), Flávio disse que pretende usar a nova bancada do PL para mudar a Constituição e "redemocratizar o país". Após ruídos devido à falta de clareza quanto ao alcance da medida, o senador detalhou que pretende apresentar PECs para reformar o Judiciário, reduzir a maioridade penal e acabar com a reeleição. As declarações provocaram mal-estar até entre aliados, que alertam para os riscos desse discurso e de um clima de "já ganhou".

O cientista político André César, sócio da Hold Assessoria Legislativa, avalia que o caminho não passa por uma nova Constituinte: "Ele está jogando assim: vou mexer com a questão do Judiciário, vou mexer com alguns pontos da reforma tributária e talvez com a segurança pública. Então não precisa fazer uma constituinte. Constituinte é contraproducente. Chamarmos constituinte para isso, separa o país. Nós precisamos acertar outras coisas, nós temos que resolver já. E uma constituinte tem outro tempo", alertou.

Sobre o cenário para o presidente Lula a partir de 2027, César entende que a estratégia deve passar por esperar menos do Legislativo. "Eu vejo um eventual quarto mandato do Lula como algo mais brando, mais moderado nesse sentido. Mesmo porque vai ser uma continuidade do que está aí, claro, com muitos ajustes de rota. Tentar avançar, por exemplo, na PEC da Segurança Pública que ele apresentou e que está aí, parada. Mas o Flávio, aí sim, seria mais radical. O Flávio quer mexer na estrutura mesmo", pondera.

Apoios

Para aprovar uma PEC são necessários três quintos dos votos em cada Casa, o equivalente a 308 deputados e 49 senadores. Na Câmara, PL e Novo somam 131 deputados. Com as legendas que já declararam apoio a Flávio no segundo turno — o que não significa alinhamento automático nas votações —, União-PP (87), Republicanos (41) e Podemos (27), o bloco chega a 286, ainda 22 abaixo do mínimo.

No Senado, a campanha de Flávio estima em 49 os parlamentares alinhados ao campo bolsonarista, número igual ao exigido, mas sem garantia de apoio uniforme a todas as propostas.

Para César, em caso de vitória, Flávio deve se aproveitar do período de “lua-de-mel” com o Congresso e apresentar o quanto antes as matérias mais impopulares. "O Centrão está caminhando: Podemos, Republicanos, o MDB, dos 27 diretórios, 16 fecharam com o Flávio. Quer dizer, ele está ganhando musculatura. Isso tudo deságua no Congresso e deságua no governo. Só que ele tem que ser rápido para aproveitar esse capital político. Esse é o pulo do gato. A famosa lua de mel dura três, quatro meses. Aí começam os desgastes. Vamos avançar até o final do ano com alguma coisa igual à PEC da Transição do governo Lula em 22."

Já Lula mantém as legendas de sua aliança do primeiro turno, PT, PCdoB, PV, PSB, PDT, PSOL e Rede, que somam 124 deputados. O UP, de Samara Martins, e o PSTU, de Hertz Dias, que declarou apoio "crítico", também se posicionaram ao lado do presidente. O PSD, de Gilberto Kassab, mantém neutralidade, apesar da adesão individual de Caiado a Flávio, e o PSDB tem diretórios divididos. O governo promete fazer uma “limpa” como retaliação e demitir pessoas indicadas por partidos que declararam apoio à chapa adversária.

Imutável

Apesar do Congresso ter aprovado 139 emendas constitucionais desde 1988, o professor de Direito Constitucional Gustavo Sampaio, da Universidade Federal Fluminense (UFF), define o rito exigido para alterar o texto como rígido. "O que não significa dizer que ela não possa ser alterada. A apresentação da proposta de emenda à Carta da República só pode ser feita ou pelo Presidente da República, ou por um terço dos Deputados Federais, o que significa dizer que um Deputado Federal, isoladamente, não pode alterar o texto constitucional, nem na propositura, ou por um terço dos Senadores, ou por mais da metade das Assembleias Legislativas das Unidades da Federação", explica.

Além dessas exigências formais e das limitações circunstanciais, que impedem emendas durante intervenção federal, estado de defesa ou estado de sítio, há trechos da Constituição que nem mesmo PECs podem remover ou sequer alterar: são as cláusulas pétreas, definidas no parágrafo 4º do artigo 60. Não podem sofrer modificações a forma federativa de Estado, o voto direto, secreto, universal e periódico, a separação dos Poderes e os direitos e garantias individuais. Fora desse núcleo, o texto pode ser modificado por PEC. Para Sampaio, as regras valem para qualquer governo:

"Se se confirmar a vitória do candidato Flávio Bolsonaro à presidência da República, e se ele pretender promover alterações ao texto da Constituição, essas limitações todas precisarão ser obedecidas, ao menos, para que se preserve o Estado Constitucional Democrático de Direito, e a essência do que foi trazido pela Assembleia Nacional Constituinte de 87 e 88", conclui o professor.

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11/10/2026 18:40h

Instabilidade atinge os três estados sulistas com risco de ventos intensos e queda de granizo em diversas áreas

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A segunda-feira (12) terá predomínio de nebulosidade e instabilidade em toda a Região Sul, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). 

No Rio Grande do Sul, o tempo fica com muitas nuvens e chuva isolada na metade norte, incluindo a região metropolitana, o noroeste e o nordeste gaúcho. Em Porto Alegre, a mínima registrada é de 10°C e a máxima alcança 13°C.

Em Santa Catarina, o dia será de muitas nuvens com pancadas de chuva isoladas no oeste, serra, Vale do Itajaí, litoral norte, sul e na Grande Florianópolis. Em Florianópolis, os termômetros variam entre 16°C e 18°C.

No Paraná, a previsão aponta muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas isoladas no norte, oeste, sudoeste, centro-sul e na região de Curitiba. Na capital Curitiba, a temperatura mínima fica em 14°C e a máxima chega a 19°C.

O interior da Região Sul apresenta um clima de extrema instabilidade e temperaturas mais amenas, abaixo da média nacional em vários pontos. Sob a forte influência do fenômeno El Niño, a passagem de frentes frias e ciclones extratropicais favorece volumes de chuva excessivos.

 

Alerta de tempestade

Um aviso de tempestade, classificado como perigo potencial, está ativo de 11 a 12 de outubro, com encerramento às 23h59. A área de abrangência inclui:

  • Paraná: Norte Pioneiro, Metropolitana de Curitiba, Centro Ocidental, Noroeste, Norte Central, Sudoeste, Oeste, Sudeste, Centro Oriental e Centro-Sul;
  • Santa Catarina: Serrana, Oeste, Vale do Itajaí, Grande Florianópolis, Norte e Sul;
  • Rio Grande do Sul: Noroeste, Nordeste, Metropolitana de Porto Alegre e Centro Oriental.

A previsão indica chuva entre 20 e 30 mm/h ou até 50 mm/dia, ventos intensos de 40 a 60 km/h e queda de granizo, com baixo risco de corte de energia elétrica, estragos em plantações, queda de galhos de árvores e alagamentos.


O QUE É EL NIÑO?

Fenômeno meteorológico definido pelo aquecimento anômalo das águas do Pacífico Equatorial, capaz de desencadear padrões atmosféricos que alteram o clima em escala global. O episódio de El Niño mais intenso ocorreu em 1982/1983, quando as temperaturas da superfície do mar chegaram a ficar cerca de 7 °C acima do normal, associado a enchentes na Região Sul e seca no Nordeste do Brasil.
 

O QUE É FRENTE FRIA?

Extremidade dianteira de uma massa de ar frio em avanço, que desloca o ar quente à sua frente. A passagem de uma frente fria costuma provocar queda de temperatura e umidade, elevação da pressão e mudança na direção do vento (no Hemisfério Norte, geralmente de sudoeste para noroeste; no Hemisfério Sul, o padrão típico é de noroeste/oeste para sudoeste/sul). A precipitação pode anteceder ou suceder a frente e, por vezes, uma linha de instabilidade intensa se forma antes de sua chegada.

 

O QUE É CICLONE TROPICAL?

Sistema de baixa pressão que se forma sobre águas tropicais, impulsionado por altas temperaturas e elevada umidade, apresentando circulação organizada. Conforme a intensidade dos ventos sustentados na superfície, classifica-se como perturbação tropical, depressão tropical, tempestade tropical e, nos estágios mais intensos, furacão (Atlântico e Pacífico Nordeste) ou tufão (Pacífico Noroeste).
 

O QUE É GRANIZO? 

Precipitação originada de nuvens convectivas, sobretudo cumulonimbus, que atinge o solo em forma de esferas ou fragmentos irregulares de gelo. Quando o diâmetro das partículas é ≥ 5 mm, classificam-se como granizo; partículas menores são classificadas como granizo miúdo e/ou neve granulada (graupel). Em boletins METAR, utiliza-se ‘GR’ para granizo e ‘GS’ para granizo miúdo/neve granulada. Unidades isoladas são chamadas de ‘pedras de granizo’.

 

5 motivos para acompanhar as previsões do tempo

  • Agricultura: garantia de uma boa colheita;
  • Marinha: proteção de marinheiros, navios e passageiros;
  • Aeronáutica: segurança de pilotos, aeronaves e passageiros;
  • Pesca: condições favoráveis e seguras para a atividade;
  • Turismo: garantia de passeios e viagens tranquilas e agradáveis.

Importância das observações meteorológicas no INMET

As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).

As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

 

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11/10/2026 18:30h

Previsão indica chuva em áreas de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Goiás, além de alertas para pancadas com ventos e umidade reduzida

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A segunda-feira (12) terá variação de nuvens e chuva isolada em parte da Região Centro-Oeste, além de avisos meteorológicos de tempestade e baixa umidade em áreas da região, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

Em Mato Grosso, a previsão indica muitas nuvens com pancadas de chuva isoladas no centro-sul, norte, sudeste, nordeste e sudoeste do estado. Em Cuiabá, a temperatura mínima fica em 25°C e a máxima alcança 36°C.

Em Mato Grosso do Sul, o dia terá muitas nuvens com pancadas de chuva isoladas, atingindo o leste, o centro-norte, o sudoeste e a região dos Pantanais. Em Campo Grande, a mínima prevista é de 19°C e a máxima chega a 33°C.

Em Goiás, a nebulosidade predomina, com possibilidade de chuva isolada no sul e noroeste do estado. Em Goiânia, os termômetros marcam entre 23°C e 34°C.

No Distrito Federal, o tempo permanece com muitas nuvens ao longo do dia. Em Brasília, a mínima registrada é de 21°C e a máxima atinge 32°C.

O interior do Centro-Oeste registra calor severo, com temperaturas máximas que frequentemente atingem a marca dos 35°C a 40°C. O clima atual é caracterizado por um ar predominantemente seco.

 

Alerta de tempestade

Um aviso de tempestade, com grau de severidade de perigo potencial, está ativo entre os dias 11 e 12 de outubro, com encerramento às 23h59. A área afetada abrange:

  • Mato Grosso: centro-sul, norte, sudeste, nordeste e sudoeste;
  • Mato Grosso do Sul: leste, centro-norte, sudoeste e Pantanais;
  • Goiás: sul e noroeste.

A previsão indica chuva entre 20 e 30 mm/h ou até 50 mm/dia, ventos intensos de 40 a 60 km/h e queda de granizo, com baixo risco de corte de energia elétrica, estragos em plantações, queda de galhos de árvores e alagamentos.

 

Alerta de baixa umidade

Também está em vigor um aviso de baixa umidade, classificado como perigo potencial, com validade de 10 a 13 de outubro. A área de abrangência inclui:

  • Goiás: centro, leste, sul, norte e noroeste;
  • Mato Grosso: nordeste, norte, sudeste e centro-sul;
  • Distrito Federal: todo o território.

A umidade relativa do ar varia entre 30% e 20%, com baixo risco de incêndios florestais e à saúde.

 

O QUE É GRANIZO? 

Precipitação originada de nuvens convectivas, sobretudo cumulonimbus, que atinge o solo em forma de esferas ou fragmentos irregulares de gelo. Quando o diâmetro das partículas é ≥ 5 mm, classificam-se como granizo; partículas menores são classificadas como granizo miúdo e/ou neve granulada (graupel). Em boletins METAR, utiliza-se ‘GR’ para granizo e ‘GS’ para granizo miúdo/neve granulada. Unidades isoladas são chamadas de ‘pedras de granizo’.
 

5 motivos para acompanhar as previsões do tempo

  • Agricultura: garantia de uma boa colheita;
  • Marinha: proteção de marinheiros, navios e passageiros;
  • Aeronáutica: segurança de pilotos, aeronaves e passageiros;
  • Pesca: condições favoráveis e seguras para a atividade;
  • Turismo: garantia de passeios e viagens tranquilas e agradáveis.

Importância das observações meteorológicas no INMET

As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).

As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).


 

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11/10/2026 18:20h

Previsão indica instabilidade em São Paulo, Rio de Janeiro e trechos de Minas Gerais, além de tempo seco no interior mineiro e paulista

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A segunda-feira (12) terá variação nas condições meteorológicas na Região Sudeste, com chuva em parte dos estados e tempo seco no interior, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

Em São Paulo, a previsão indica muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas isoladas na região metropolitana, litoral, Vale do Paraíba, Campinas, Sorocaba e no oeste paulista. Na capital São Paulo, os termômetros registram mínima de 16°C e máxima de 29°C.

No Rio de Janeiro, o dia será de muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas no Sul Fluminense, região metropolitana, Região Serrana e Norte Fluminense. Na capital Rio de Janeiro, a mínima fica em 20°C e a máxima alcança 31°C.

Em Minas Gerais, o tempo fica com muitas nuvens e pancadas de chuva isoladas no Triângulo Mineiro, Alto Paranaíba, Oeste, Sul, Sudoeste, Campo das Vertentes, Zona da Mata e na região metropolitana. O norte e o nordeste mineiro permanecem com predomínio de muitas nuvens. Em Belo Horizonte, a temperatura mínima é de 16°C e a máxima chega a 33°C.

No Espírito Santo, a previsão aponta muitas nuvens com possibilidade de chuva isolada no litoral e norte capixaba. Em Vitória, a menor temperatura registrada é de 22°C e a maior atinge 32°C.

No interior do Sudeste, o clima atual combina aquecimento acentuado com uma atmosfera abafada, registrando temperaturas máximas elevadas e acima da média histórica, especialmente em Minas Gerais e São Paulo. Esse forte calor estimula o contraste térmico que resulta em temporais e pancadas de chuva frequentes no período da tarde e da noite. 

 

Alerta de tempestade

Um aviso de tempestade, classificado como perigo potencial, está ativo entre os dias 11 e 12 de outubro, com encerramento às 23h59. A área de abrangência inclui:

  • São Paulo: Presidente Prudente, São José do Rio Preto, Campinas, Bauru, Piracicaba, Itapetininga, Ribeirão Preto, Araçatuba, Macro Metropolitana Paulista, Marília, Araraquara, Vale do Paraíba Paulista, Metropolitana de São Paulo, Assis e Litoral Sul Paulista;
  • Minas Gerais: Triângulo Mineiro/Alto Paranaíba, Oeste de Minas, Sul/Sudoeste de Minas, Zona da Mata, Campo das Vertentes e Metropolitana de Belo Horizonte;
  • Rio de Janeiro: Sul Fluminense, Noroeste Fluminense, Baixadas, Centro Fluminense, Metropolitana do Rio de Janeiro e Norte Fluminense.

A previsão indica chuva entre 20 e 30 mm/h ou até 50 mm/dia, ventos intensos de 40 a 60 km/h e queda de granizo, com baixo risco de corte de energia elétrica, estragos em plantações, queda de galhos de árvores e alagamentos.

 

Alerta de baixa umidade

Também está em vigor um aviso de baixa umidade, classificado como perigo potencial, com validade de 10 a 13 de outubro. A área de abrangência inclui:

  • Minas Gerais: Triângulo Mineiro/Alto Paranaíba, Central Mineira, Zona da Mata, Vale do Rio Doce, Vale do Mucuri, Norte de Minas, Jequitinhonha, Metropolitana de Belo Horizonte, Oeste de Minas, Noroeste de Minas e Sul/Sudoeste de Minas;
  • São Paulo: Ribeirão Preto.

A umidade relativa do ar varia entre 30% e 20%, com baixo risco de incêndios florestais e à saúde.

 

O QUE É GRANIZO? 

Precipitação originada de nuvens convectivas, sobretudo cumulonimbus, que atinge o solo em forma de esferas ou fragmentos irregulares de gelo. Quando o diâmetro das partículas é ≥ 5 mm, classificam-se como granizo; partículas menores são classificadas como granizo miúdo e/ou neve granulada (graupel). Em boletins METAR, utiliza-se ‘GR’ para granizo e ‘GS’ para granizo miúdo/neve granulada. Unidades isoladas são chamadas de ‘pedras de granizo’.
 

5 motivos para acompanhar as previsões do tempo

  • Agricultura: garantia de uma boa colheita;
  • Marinha: proteção de marinheiros, navios e passageiros;
  • Aeronáutica: segurança de pilotos, aeronaves e passageiros;
  • Pesca: condições favoráveis e seguras para a atividade;
  • Turismo: garantia de passeios e viagens tranquilas e agradáveis.

Importância das observações meteorológicas no INMET

As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).

As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

 

 

 

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11/10/2026 18:10h

Previsão aponta instabilidade em áreas do Acre, Rondônia, Amazonas, Pará e Roraima, enquanto Tocantins e Amapá mantêm tempo seco

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A segunda-feira (12) terá variação de nuvens e pancadas de chuva em parte da Região Norte, além de avisos de tempestade e baixa umidade do ar em diferentes trechos, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

No Tocantins, o dia segue com muitas nuvens e sem previsão de chuva. Em Palmas, a temperatura mínima é de 26°C e a máxima alcança 37°C.

No Pará, a previsão indica predomínio de muitas nuvens. Em Belém, os termômetros marcam entre 25°C e 35°C.

No Amapá, o tempo permanece com muitas nuvens ao longo do dia. Em Macapá, a mínima é de 24°C e a máxima chega a 33°C.

Em Roraima, o dia terá muitas nuvens com chuva isolada. Em Boa Vista, a menor temperatura fica em 27°C e a maior atinge 37°C.

No Amazonas, a previsão aponta muitas nuvens com chuva isolada abrangendo o centro, sul, sudoeste e norte do estado. Em Manaus, as temperaturas variam entre 26°C e 36°C.

Em Rondônia, o dia será de muitas nuvens com pancadas de chuva isoladas, com destaque para o leste rondoniense e a região de Madeira-Guaporé. Em Porto Velho, a mínima é de 25°C e a máxima alcança 38°C.

No Acre, o tempo fica com muitas nuvens com pancadas de chuva isoladas no Vale do Acre e no Vale do Juruá. Em Rio Branco, a mínima registrada é de 24°C e a máxima chega a 36°C.

No interior da Região Norte, predomina o clima equatorial caracterizado por um calor muito abafado, com temperaturas médias que se mantêm elevadas e máximas que superam os 30°C. 

 

Alerta de tempestade

Um aviso de tempestade, classificado como perigo potencial, está ativo de 11 a 12 de outubro, com encerramento às 23h59. A área de abrangência inclui:

  • Acre: Vale do Acre e Vale do Juruá;
  • Amazonas: Centro Amazonense, Sudoeste Amazonense, Sul Amazonense e Norte Amazonense;
  • Rondônia: Leste Rondoniense e Madeira-Guaporé;
  • Pará: Sudoeste Paraense.

A previsão indica chuva entre 20 e 30 mm/h ou até 50 mm/dia, ventos intensos de 40 a 60 km/h e queda de granizo, com baixo risco de corte de energia elétrica, estragos em plantações, queda de galhos de árvores e alagamentos.

 

Alerta de baixa umidade

Também está em vigor um aviso de baixa umidade, classificado como perigo potencial, com validade de 10 a 13 de outubro. A área de abrangência inclui:

  • Tocantins: Ocidental do Tocantins e Oriental do Tocantins;
  • Pará: Sudeste Paraense e Sudoeste Paraense;
  • Amazonas: Sul Amazonense, Centro Amazonense e Norte Amazonense.

A umidade relativa do ar varia entre 30% e 20%, com baixo risco de incêndios florestais e à saúde.
 

O QUE É GRANIZO? 

Precipitação originada de nuvens convectivas, sobretudo cumulonimbus, que atinge o solo em forma de esferas ou fragmentos irregulares de gelo. Quando o diâmetro das partículas é ≥ 5 mm, classificam-se como granizo; partículas menores são classificadas como granizo miúdo e/ou neve granulada (graupel). Em boletins METAR, utiliza-se ‘GR’ para granizo e ‘GS’ para granizo miúdo/neve granulada. Unidades isoladas são chamadas de ‘pedras de granizo’.

 

5 motivos para acompanhar as previsões do tempo

  • Agricultura: garantia de uma boa colheita;
  • Marinha: proteção de marinheiros, navios e passageiros;
  • Aeronáutica: segurança de pilotos, aeronaves e passageiros;
  • Pesca: condições favoráveis e seguras para a atividade;
  • Turismo: garantia de passeios e viagens tranquilas e agradáveis.

Importância das observações meteorológicas no INMET

As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).

As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

 

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11/10/2026 18:00h

Tempo fica firme com variação de nebulosidade na região, enquanto temperaturas chegam aos 40°C no Piauí

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A segunda-feira (12) terá predomínio de muitas nuvens na Região Nordeste, com temperaturas elevadas no interior e alerta para índices reduzidos de umidade relativa do ar em trechos de todos os estados, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

No Maranhão, o dia segue com muitas nuvens. Em São Luís, os termômetros marcam mínima de 26°C e máxima de 33°C.

No Piauí, a nebulosidade também predomina em todo o território. A capital Teresina registra a maior temperatura da região, com mínima de 23°C e máxima de 40°C.

No Ceará, a previsão aponta dia com muitas nuvens. Em Fortaleza, a mínima fica em 25°C e a máxima chega a 32°C.

No Rio Grande do Norte, o tempo varia entre muitas nuvens. Em Natal, as temperaturas oscilam entre 26°C e 32°C.

Na Paraíba, a condição de muitas nuvens persiste ao longo do dia. Em João Pessoa, a mínima prevista é de 24°C e a máxima atinge 32°C.

Em Pernambuco, o cenário é de variação de nebulosidade. No Recife, os termômetros registram mínima de 24°C e máxima de 32°C.

Em Alagoas, o tempo fica com muitas nuvens. Em Maceió, a temperatura varia entre 23°C e 32°C.

Em Sergipe, o dia também terá predomínio de nebulosidade. Em Aracaju, a mínima é de 24°C e a máxima alcança 32°C.

A Bahia apresenta variação de nuvens em suas diferentes regiões fisiográficas. A faixa litorânea, incluindo a Região Metropolitana de Salvador, a zona do litoral norte e o sul baiano, tem possibilidade de chuva isolada. Na capital Salvador, a mínima registrada é de 23°C e a máxima de 32°C.

O interior do Nordeste, marcado pelo Sertão e áreas correlatas, enfrenta um período de calor extremo e severa estiagem. O clima é predominantemente seco e ensolarado, empurrando os termômetros para máximas escaldantes de até 40°C em estados como Bahia, Piauí e Maranhão. 

 

Alerta de baixa umidade

Também está em vigor um aviso de baixa umidade, classificado como perigo potencial, com validade de 10 a 13 de outubro. A área de abrangência inclui:

  • Ceará: Sul Cearense, Sertões Cearenses, Jaguaribe, Centro-Sul Cearense, Norte Cearense e Noroeste Cearense;
  • Bahia: Centro Sul Baiano, Vale São-Franciscano da Bahia, Nordeste Baiano, Centro Norte Baiano, Extremo Oeste Baiano, Metropolitana de Salvador e Sul Baiano;
  • Rio Grande do Norte: Central Potiguar, Oeste Potiguar e Agreste Potiguar;
  • Piauí: Sudeste Piauiense, Centro-Norte Piauiense, Sudoeste Piauiense e Norte Piauiense;
  • Pernambuco: Sertão Pernambucano, São Francisco Pernambucano e Agreste Pernambucano;
  • Maranhão: Leste Maranhense, Sul Maranhense, Oeste Maranhense, Centro Maranhense e Norte Maranhense;
  • Alagoas: Sertão Alagoano e Agreste Alagoano;
  • Paraíba: Sertão Paraibano, Agreste Paraibano e Borborema;
  • Sergipe: Sertão Sergipano e Agreste Sergipano.

A umidade relativa do ar varia entre 30% e 20%, com baixo risco de incêndios florestais e à saúde.

 

5 motivos para acompanhar as previsões do tempo

  • Agricultura: garantia de uma boa colheita;
  • Marinha: proteção de marinheiros, navios e passageiros;
  • Aeronáutica: segurança de pilotos, aeronaves e passageiros;
  • Pesca: condições favoráveis e seguras para a atividade;
  • Turismo: garantia de passeios e viagens tranquilas e agradáveis.

Importância das observações meteorológicas no INMET

As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).

As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

 

 

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11/10/2026 04:55h

ApexBrasil e Centrorochas desenvolvem ações para identificar mercados com potencial de compra na Europa, Ásia e Oriente Médio

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Oito setores produtivos brasileiros vão discutir estratégias para ampliar a atuação no mercado europeu durante uma agenda de trabalho em Bruxelas, na Bélgica, entre 12 e 16 de outubro. A iniciativa Conexões Produtivas Bruxelas, da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), prevê a elaboração de planos de ação para identificar oportunidades comerciais e ampliar a presença de produtos brasileiros na região.

O setor de rochas naturais participará das discussões por meio do projeto It’s Natural – Brazilian Natural Stone, desenvolvido pela Associação Brasileira de Rochas Naturais (Centrorochas) em parceria com a ApexBrasil. Representarão a entidade Fabio Cruz, vice-presidente, e Thiago Fukuda, gerente do projeto.

A agenda terá como ponto de partida um diagnóstico dos setores participantes. No caso das rochas naturais, o objetivo é mapear oportunidades, identificar obstáculos e avaliar quais mercados europeus apresentam maior potencial para os produtos brasileiros. A partir desse levantamento, serão definidas prioridades e ações para estimular a demanda e ampliar as oportunidades de negócios para as empresas do segmento.

“A diversificação de mercados é uma estratégia permanente para ampliar a competitividade e a presença internacional do setor. A Europa tem um papel importante nesse movimento e reúne países com perfis, demandas e oportunidades distintas. Precisamos entender essas particularidades, identificar onde as rochas brasileiras têm maior potencial e definir prioridades. É esse conhecimento que nos permite transformar inteligência de mercado em ações concretas, capazes de gerar demanda e novas oportunidades de negócios para as empresas brasileiras”, destaca Fabio Cruz.

A diversidade de rochas naturais brasileiras é um dos fatores que podem favorecer a expansão das exportações do setor. Para a diretora de Negócios da ApexBrasil, Maria Paula Velloso, as características geológicas do país ajudam a diferenciar os produtos brasileiros no mercado internacional.

“Sabendo da importância desse mercado, uma vez que o Brasil possui a maior diversidade geológica do mundo. São mais de 1.200 tipos de pedras que nos tornam únicos. Isso mostra que estamos no caminho certo”, afirma.

Projeto prevê novas ações na Europa, Ásia e Oriente Médio

A participação na agenda de Bruxelas integra uma estratégia de expansão internacional do setor. Recentemente, a ApexBrasil aprovou um aditivo de R$ 1,9 milhão ao ciclo atual do It’s Natural – Brazilian Natural Stone. O recurso adicional permitirá ampliar as iniciativas de promoção comercial e inteligência de mercado na Europa, na Ásia e no Oriente Médio.

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Entre as ações previstas estão um estudo relacionado aos efeitos do Acordo Mercosul-União Europeia para o setor brasileiro de rochas naturais e a realização de uma Rodada Internacional de Negócios na Polônia.

O reforço também abrange iniciativas em mercados da Ásia e no Oriente Médio. A estratégia combina estudos de mercado e atividades de promoção comercial para orientar a atuação do setor e identificar novas possibilidades de negócios.

O It’s Natural – Brazilian Natural Stone

O It’s Natural – Brazilian Natural Stone é um programa de incentivo às exportações desenvolvido pela Centrorochas em parceria com a ApexBrasil. A iniciativa busca estimular as vendas externas de rochas naturais brasileiras por meio de ações de internacionalização, promoção comercial, fortalecimento da imagem do setor e desenvolvimento de sua atuação no mercado internacional.

Empresas interessadas em participar podem realizar o cadastro gratuito pelo formulário de inscrição, clicando aqui.

Sobre a Centrorochas

A Associação Brasileira de Rochas Naturais (Centrorochas) foi fundada em 2004 e representa nacionalmente o setor de rochas naturais. Com atuação em 17 estados, reúne uma rede de mais de 470 empresas associadas e apoiadas.

A entidade trabalha na defesa dos interesses do setor e no fortalecimento da competitividade da cadeia produtiva, mantendo interlocução com o poder público, instituições e parceiros estratégicos.

As iniciativas da entidade incluem desenvolvimento setorial, sustentabilidade, inovação, inteligência de mercado, qualificação, promoção comercial e internacionalização, com foco na competitividade e na presença das rochas naturais brasileiras nos mercados nacional e internacional.

ApexBrasil

A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) atua na promoção de produtos e serviços brasileiros no exterior e na atração de investimentos estrangeiros para setores estratégicos da economia nacional.

Para apoiar as exportações, a agência organiza missões prospectivas e comerciais, rodadas de negócios, participação de empresas brasileiras em feiras internacionais e visitas de compradores estrangeiros e formadores de opinião à estrutura produtiva do país. Essas iniciativas também buscam fortalecer a marca Brasil no exterior.

A ApexBrasil trabalha ainda com instituições públicas e privadas para atrair investimentos estrangeiros diretos (IED), com foco em setores estratégicos para o desenvolvimento da competitividade das empresas brasileiras e da economia nacional.
 

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