29/10/2026 04:55h

Desaceleração da indústria de transformação e dos serviços deve limitar a expansão da economia, apesar do avanço da agropecuária e da indústria extrativa

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A projeção de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro em 2026 caiu de 2% para 1,6%, segundo o Informe Conjuntural do 3º Trimestre, divulgado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). De acordo com o levantamento, a revisão reflete, principalmente, as perspectivas menos favoráveis para a indústria, especialmente a de transformação, e para o setor de serviços. O desempenho desses segmentos deve se sobrepor às contribuições positivas da agropecuária e da indústria extrativa.

O diretor de Desenvolvimento Industrial da CNI, Mario Sergio Telles, avalia que os setores com perspectivas de crescimento mais favoráveis são menos dependentes da demanda interna e, consequentemente, menos sensíveis à política monetária e às taxas de juros.

“Por outro lado, os setores mais dependentes, mais sensíveis aos juros — que é o caso da indústria de transformação, do comércio e dos serviços — têm um movimento contrário. Então, quem está mais dependente de mercado interno está sendo muito afetado por conta da taxa de juros”, explica.

Desaceleração da indústria

A indústria deve sentir de forma mais intensa os efeitos da desaceleração econômica. A projeção de crescimento do setor caiu de 2%, na estimativa do segundo trimestre, para 1,3% na avaliação mais recente — a maior revisão negativa entre os setores analisados.

A expansão projetada de 9,1% para a indústria extrativa não será suficiente para compensar o desempenho mais fraco da indústria de transformação, cuja expectativa de queda foi mantida em 0,7% em 2026.

No segmento extrativo, a manutenção da projeção é sustentada pelos resultados positivos do setor de petróleo, que compensaram a elevação expressiva dos custos dos fretes marítimos no transporte de minério de ferro.

Já a indústria de transformação continua pressionada pela fraqueza da demanda interna, pela piora das condições financeiras de empresas e famílias — em razão dos juros elevados —, pela entrada expressiva de produtos importados e pelo aumento dos custos de produção.

A indústria da construção também enfrenta os efeitos do crédito caro e do enfraquecimento da demanda. Apesar disso, a CNI manteve em 1,5% a estimativa de crescimento do segmento, apoiada pela expansão do programa Minha Casa, Minha Vida e pelos investimentos em infraestrutura.

Agropecuária e serviços

O setor de serviços também apresenta sinais de esgotamento da capacidade de crescimento. A estabilidade do volume de atividades desde o fim de 2025 e a desaceleração do comércio varejista, principalmente nos segmentos mais dependentes de crédito, contribuíram para a revisão da projeção de crescimento do PIB do setor, de 1,9% para 1,6%.

Na direção oposta, a agropecuária foi o único dos setores produtivos a registrar melhora na estimativa de crescimento. Impulsionada pela revisão positiva das perspectivas para a segunda safra de milho, a projeção de avanço do PIB agropecuário passou de 1,8% para 2,5%.

Mercado de trabalho sustenta a demanda

Segundo o informe da CNI, o mercado de trabalho continuará sendo um importante fator de sustentação da demanda interna. Embora a geração de empregos formais esteja desacelerando, especialmente na indústria e no comércio, a entidade projeta crescimento de 1,2% da população ocupada em 2026.

Nesse cenário, a taxa de desemprego, atualmente em 5,3%, deve recuar para 5% até o fim do ano. A manutenção de um mercado de trabalho aquecido, combinada à menor disponibilidade de trabalhadores para atender às necessidades do setor produtivo, tende a pressionar os salários para cima.

A CNI estima que a massa de rendimentos reais cresça 4,6% em relação a 2025, o que deve contribuir para sustentar o consumo das famílias.

Inflação e taxa de juros

O alívio inflacionário observado entre junho e agosto não deve se prolongar até o fim do ano, segundo a CNI. A entidade prevê aceleração dos preços nos últimos meses de 2026, influenciada pela alta dos alimentos, dos preços administrados — como energia elétrica e combustíveis — e dos serviços.

Nesse cenário, a projeção é que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) acumule alta de 5,15% em 2026, frente aos 4,26% registrados em 2025.

A persistência da inflação deve limitar o ritmo de flexibilização da política monetária. A CNI projeta que o Banco Central reduza a taxa básica de juros (Selic) em 0,25 ponto percentual em cada uma das duas reuniões restantes do ano, encerrando 2026 em 13,25% ao ano.

Apesar disso, a entidade avalia que há espaço para cortes mais rápidos dos juros.

“Juros a 13,25% ao fim do ano, dadas as expectativas de inflação 12 meses à frente, ainda representa uma taxa de juros real de 9%. Isso é quase o dobro da taxa neutra, que é de 5%, que não estimula um crescimento forte nem uma contração da economia. Portanto, 9% ainda desestimula fortemente o crescimento da economia. Por todo o desaquecimento do mercado interno, a taxa de juros deveria e poderia estar mais baixa sem que o Banco Central abrisse mão da convergência da inflação para a meta”, afirma Telles.

O relatório também aponta que os efeitos dos juros elevados sobre o mercado de crédito têm sido diferentes para empresas e famílias. Até agosto, as concessões de crédito às pessoas jurídicas cresciam mais do que as destinadas às pessoas físicas. A CNI espera que essa diferença persista no último quadrimestre de 2026, embora em ritmo menor.

No total, as concessões de crédito devem crescer 5,15% neste ano. Para as empresas, a previsão é de alta de 6,4%, enquanto, para as famílias, a estimativa é de avanço de 4%.

Balança comercial

As exportações brasileiras devem crescer 10,3% em relação a 2025 e alcançar US$ 386,7 bilhões. Segundo a CNI, o resultado será impulsionado principalmente pela elevação dos preços das commodities e de outros produtos da pauta exportadora.

Nas importações, o aumento dos valores também deve refletir mais a alta dos preços do que a expansão do volume comprado no exterior. Entre os destaques estão combustíveis, lubrificantes e bens de consumo, como automóveis.

A projeção é que as importações totalizem US$ 309,4 bilhões em 2026, crescimento de 6,4% na comparação anual. Com isso, a balança comercial deve registrar superávit de US$ 77,3 bilhões, quase 30% acima do resultado de 2025.

Déficit primário de R$ 54,6 bilhões em 2026

A política fiscal expansionista deve contribuir para estimular a demanda e sustentar a atividade econômica, segundo a análise da CNI. As despesas federais devem crescer 4,6% em termos reais, ou seja, descontada a inflação. Entre os fatores que explicam o avanço estão os pagamentos de benefícios previdenciários, os gastos com pessoal e a execução de despesas discricionárias em ano eleitoral.

A receita líquida, por sua vez, deve aumentar 5,9%, impulsionada por medidas como a redução de incentivos fiscais, a limitação do aproveitamento de créditos tributários e a arrecadação relacionada ao petróleo, além de outras receitas administradas.

Apesar do aumento previsto das receitas, o governo federal deve encerrar o ano com déficit primário de R$ 54,6 bilhões, equivalente a 0,4% do PIB projetado pela CNI.

Contudo, o cumprimento da meta fiscal depende da exclusão de determinadas despesas do cálculo oficial. Cerca de R$ 67,3 bilhões em precatórios e outros gastos não serão contabilizados para essa finalidade. Consideradas as regras de exclusão, a estimativa da entidade é de superávit primário de R$ 12,6 bilhões, correspondente a 0,1% do PIB.

Para Mario Sergio Telles, o quadro fiscal permanece desfavorável quando consideradas as despesas que ficam fora do cálculo da meta.

“A expectativa da CNI para as contas públicas é muito ruim. Nós devemos ter, novamente, déficit primário, quando a gente vê o déficit real, sem fazer exclusões para fins de cumprimento da meta. Esse déficit, com uma taxa de juros muito elevada, deve fazer com que a dívida bruta suba mais de 5 pontos percentuais do PIB em apenas um ano, passando de 78,6% para 83,7%”, avalia o diretor da CNI.

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29/10/2026 04:20h

Levantamento da Opinião Inteligência Política mostra que presidente ganhou 10,3 milhões de votos no segundo turno, contra 3,7 milhões de Flávio Bolsonaro

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O presidente reeleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) concentrou 74% do crescimento líquido dos votos recebidos pelos dois candidatos que disputaram o segundo turno das eleições presidenciais de 2026. Segundo estudo divulgado pela Opinião Inteligência Política, Lula conquistou 10.376.694 votos a mais em relação ao primeiro turno, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) registrou um aumento de 3.721.538 votos, equivalente a 26% do crescimento conjunto.

A análise, elaborada com base nos resultados oficiais do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), mostra que os dois candidatos somaram 14.098.232 votos adicionais entre os turnos. Esse crescimento, segundo o estudo, corresponde exatamente à soma dos votos destinados aos candidatos eliminados na primeira etapa da eleição, da redução dos votos brancos e nulos e do aumento do comparecimento às urnas.

De acordo com a Opinião Inteligência Política, os números demonstram como as mudanças na participação do eleitorado contribuíram para o resultado final da disputa. O levantamento ressalta, porém, que os dados representam variações nos totais de votos e não permitem identificar individualmente a escolha de cada eleitor entre os dois turnos.

Lula ganhou mais de 10 milhões de votos no segundo turno

Segundo o estudo, Lula recebeu 53.879.538 votos no primeiro turno e chegou a 64.256.232 no segundo, quando foi reeleito presidente da República. O crescimento foi de aproximadamente 10,4 milhões de votos.

Flávio Bolsonaro, por sua vez, passou de 56.104.503 votos para 59.826.041, um aumento de aproximadamente 3,7 milhões.

A diferença entre os ganhos dos dois candidatos, aponta a análise, mostra que Lula concentrou quase três quartos do crescimento líquido conjunto registrado na segunda etapa da eleição.

Queda da abstenção contribuiu para o aumento dos votos

A redução da abstenção foi um dos fatores que contribuíram para o crescimento do número de votos recebidos pelos candidatos no segundo turno.

De acordo com o levantamento, 33.469.244 eleitores deixaram de comparecer às urnas no primeiro turno. No segundo, esse número caiu para 30.509.005, uma diferença de 2.960.239 eleitores.

O estudo também identificou uma diminuição expressiva dos votos brancos e nulos

No primeiro turno, foram registrados 2.300.798 votos brancos e 3.674.249 nulos, totalizando 5.975.047. Já no segundo turno, os brancos caíram para 1.430.496 e os nulos para 2.723.305, somando 4.153.801.

Com isso, destaca o material, houve uma redução de 870.302 votos brancos e 950.944 votos nulos, o equivalente a 1.821.246 votos a menos nessas duas categorias.

Votos dos candidatos eliminados também entram na conta

Outro componente analisado pelo estudo é o total de 9.316.747 votos recebidos pelos candidatos que não avançaram ao segundo turno.

Ao considerar esse volume, o aumento líquido de 2.960.239 eleitores que compareceram às urnas e a redução de 1.821.246 votos brancos e nulos, chega-se a 14.098.232 votos.

O resultado, aponta o material, corresponde exatamente à soma dos votos adicionais recebidos por Lula e Flávio Bolsonaro.

Para realizar a comparação, a Opinião Inteligência Política utilizou a mesma base de seções eleitorais instaladas nos dois turnos, que reuniam 158.745.079 eleitores em cada votação.

O levantamento informa que o TSE também registrou 423 seções não instaladas, que não foram consideradas nessa base comparável.

Pesquisa apontava preferência por Flávio entre eleitores de outros candidatos

O estudo também analisou dados de uma pesquisa Datafolha divulgada em 17 de outubro, que investigou as intenções de voto no segundo turno entre eleitores que haviam escolhido Cury, Renan, Caiado e Zema na primeira etapa da disputa.

Segundo o levantamento, 46% desses entrevistados declararam intenção de votar em Flávio Bolsonaro, enquanto 27% indicaram preferência por Lula.

Outros 23% afirmaram que votariam em branco ou anulariam o voto, e 5% estavam indecisos. A soma chega a 101%, segundo o estudo, devido aos arredondamentos.

A pesquisa Datafolha foi realizada nos dias 13 e 14 de outubro, com 2.520 entrevistas presenciais em 153 municípios. O levantamento teve margem de erro de dois pontos percentuais, com nível de confiança de 95%, e foi registrado no TSE sob o número BR-00466/2026.
 

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28/10/2026 18:40h

Previsão indica estabilidade com muitas nuvens no Rio Grande do Sul e aviso de chuvas intensas

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A quinta-feira (29) apresenta variação nas condições meteorológicas da Região Sul, com pancadas de chuva no norte e céu com muitas nuvens na porção sul, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

No Paraná, a previsão indica pancadas de chuva e trovoadas isoladas em todo o estado. Em Curitiba, os termômetros marcam mínima de 13°C e máxima de 18°C. No interior do Paraná, o núcleo da massa de ar frio começa a enfraquecer, mas as madrugadas continuam consideravelmente frias em todo o estado. Os termômetros registram mínimas entre 12°C e 14°C, mas com o retorno do sol as máximas à tarde sobem mais, ficando entre 21°C e 24°C.

Em Santa Catarina, o dia terá pancadas de chuva e trovoadas isoladas nas regiões do oeste, norte, Vale do Itajaí e Grande Florianópolis. No sul do estado, a tendência é de céu com muitas nuvens. Na capital Florianópolis, a mínima fica em 16°C e a máxima chega a 23°C. No interior de Santa Catarina, o amanhecer ainda é gelado nas áreas de planalto e no oeste, mas o tempo aberto favorece uma tarde agradável. As mínimas iniciam no patamar de 10°C a 12°C, e o sol ajuda a elevar as máximas pós-meio-dia para a faixa de 20°C a 23°C.

No Rio Grande do Sul, o tempo permanece firme em relação a precipitações, com presença de muitas nuvens na capital e no interior. Em Porto Alegre, a temperatura mínima é de 15°C e a máxima atinge 23°C. No interior do Rio Grande do Sul, o ar polar perde força significativamente e o vento vira para a direção norte, acelerando o aquecimento diurno. O amanhecer ainda é frio com marcas mínimas de 11°C a 13°C, mas as máximas à tarde sobem com vontade e oscilam entre 23°C e 26°C.

 

Alerta de chuvas intensas

Está em vigor um aviso de chuvas intensas, classificado como perigo potencial, com validade das 00h00 às 23h59 de quinta-feira (29). A área de abrangência inclui: 

  • Paraná: Centro Ocidental, Centro Oriental, Centro-Sul, Metropolitana de Curitiba, Noroeste, Norte Central, Norte Pioneiro, Oeste, Sudeste e Sudoeste; 
  • Santa Catarina: Grande Florianópolis, Norte Catarinense, Oeste Catarinense e Vale do Itajaí. 

A previsão aponta chuva entre 20 e 30 mm/h ou até 50 mm/dia, acompanhada de ventos intensos de 40 a 60 km/h, com baixo risco de corte de energia elétrica, queda de galhos de árvores, alagamentos e descargas elétricas. 
 

5 motivos para acompanhar as previsões do tempo

  • Agricultura: garantia de uma boa colheita;
  • Marinha: proteção de marinheiros, navios e passageiros;
  • Aeronáutica: segurança de pilotos, aeronaves e passageiros;
  • Pesca: condições favoráveis e seguras para a atividade;
  • Turismo: garantia de passeios e viagens tranquilas e agradáveis.

Importância das observações meteorológicas no INMET

As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).

As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

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28/10/2026 18:30h

Instabilidade predomina em todos os estados da região, com alertas de chuvas intensas

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A quinta-feira (29) apresenta predomínio de muitas nuvens, pancadas de chuva e trovoadas isoladas em toda a Região Centro-Oeste, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

Em Goiás, o tempo permanece instável com pancadas de chuva e trovoadas isoladas. Na capital, Goiânia, os termômetros variam entre 21°C e 29°C. No interior de Goiás, o tempo seco e a alta incidência solar garantem grande amplitude térmica por todos os municípios. O início da manhã apresenta marcas mínimas agradáveis de 18°C, mas as tardes seguem quentes com máximas na casa dos 31°C a 34°C.

No estado de Mato Grosso, o panorama é semelhante, com previsão de chuva acompanhada de trovoadas em diversas localidades. Em Cuiabá, a mínima prevista é de 23°C e a máxima alcança 28°C. No interior de Mato Grosso, uma forte massa de ar quente volta a ganhar espaço, deixando o tempo ensolarado e seco. As madrugadas marcam temperaturas mínimas em torno de 21°C, e o período da tarde volta a registrar forte calor com máximas de 33°C a 36°C.

Em Mato Grosso do Sul, o dia segue com tempo fechado, pancadas de chuva e trovoadas isoladas. Em Campo Grande, a temperatura mínima fica em 20°C e a máxima chega a 24°C. No interior de Mato Grosso do Sul, o ar frio da última frente fria perde força e as temperaturas voltam a subir rapidamente em todo o estado. O amanhecer ainda é ligeiramente ameno com mínimas de 18°C, mas o calor retorna à tarde com máximas entre 29°C e 32°C.

O Distrito Federal também registra muitas nuvens, com pancadas de chuva e trovoadas isoladas. Em Brasília, a mínima é de 18°C e a máxima atinge 27°C. No Distrito Federal e Entorno, o sol predomina entre poucas nuvens ao longo do dia e a umidade cai nas horas mais quentes da tarde. As madrugadas continuam confortáveis com mínimas na casa dos 17°C a 19°C, enquanto as máximas sobem e atingem marcas de 28°C a 30°C.

 

Alertas de chuvas intensas

Está em vigor um aviso de chuvas intensas, classificado como perigo potencial, com validade até 23h59 desta quinta-feira (29). A área de abrangência inclui: 

  • Distrito Federal: Brasília e entorno;
  • Goiás: centro, leste, noroeste, norte e sul;
  • Mato Grosso: centro-sul, nordeste, norte, sudeste e sudoeste;
  • Mato Grosso do Sul: centro-norte, leste, pantanais e sudoeste.

A previsão indica chuva entre 20 e 30 mm/h ou até 50 mm/dia, com baixo risco de alagamentos e pequenos deslizamentos em áreas de risco. 

Também está em vigor um aviso de chuvas intensas classificado como perigo. A área de abrangência inclui:

  • Goiás: centro, noroeste e sul;
  • Mato Grosso: nordeste e sudeste;
  • Mato Grosso do Sul: leste.

A precipitação varia entre 30 e 60 mm/h ou 50 e 100 mm/dia, acompanhada de ventos de 60 a 100 km/h. Há risco de corte de energia elétrica, queda de galhos de árvores, alagamentos e descargas elétricas.

 

O QUE É PRECIPITAÇÃO?

A radiação solar e o vento promovem a evaporação; o vapor resfriado condensa em núcleos, formando nuvens e, quando as gotículas ou cristais crescem o suficiente, ocorre precipitação. Considera-se precipitação toda água líquida ou sólida que cai das nuvens e alcança o solo (garoa, chuva, chuva/garoa congelante, neve, granizo, graupel, etc.). Sua quantidade é medida por pluviômetro (com registro contínuo via pluviógrafo) e expressa preferencialmente em milímetros.
 

5 motivos para acompanhar as previsões do tempo

  • Agricultura: garantia de uma boa colheita;
  • Marinha: proteção de marinheiros, navios e passageiros;
  • Aeronáutica: segurança de pilotos, aeronaves e passageiros;
  • Pesca: condições favoráveis e seguras para a atividade;
  • Turismo: garantia de passeios e viagens tranquilas e agradáveis.

Importância das observações meteorológicas no INMET

As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).

As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

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28/10/2026 18:20h

Pancadas de chuva acompanhadas de trovoadas isoladas afetam São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais

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A quinta-feira (29) apresenta condições meteorológicas de instabilidade na Região Sudeste, com predomínio de tempo nublado, pancadas de chuva e ocorrência de trovoadas isoladas na maior parte dos estados, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

Em São Paulo, a previsão indica céu nublado com pancadas de chuva e trovoadas isoladas em todo o estado. Na capital, a mínima é de 15°C e a máxima alcança 19°C. No interior de São Paulo, o ar polar se afasta em direção ao oceano, o que permite o rápido retorno do sol e a elevação das temperaturas. O amanhecer ainda registra mínimas frescas por volta de 16°C, mas as máximas da tarde se recuperam e chegam a confortáveis 25°C a 28°C.

No Rio de Janeiro, o tempo permanece nublado com pancadas de chuva e trovoadas isoladas. Os termômetros na capital fluminense variam entre 18°C e 27°C. No interior do Rio de Janeiro, o sol aparece entre nuvens no Vale do Paraíba e nas regiões serranas, estabilizando os índices térmicos. O dia se inicia com mínimas amenas de 16°C nas altitudes, e as máximas no período da tarde alcançam a faixa de 24°C a 27°C.

Em Minas Gerais, o cenário é de tempo nublado com pancadas de chuva e trovoadas isoladas em diversas regiões, como na faixa central, sul e oeste. Em Belo Horizonte, a temperatura mínima fica em 15°C e a máxima chega a 28°C. No interior de Minas Gerais, o céu fica claro a parcialmente nublado, com calor em elevação no Triângulo Mineiro e forte calor no Norte. As temperaturas mínimas começam na casa dos 18°C e as máximas sobem bastante à tarde, variando de 27°C no sul mineiro a 34°C nos vales.

No Espírito Santo, o dia terá muitas nuvens com chuva isolada. Em Vitória, a mínima registrada deve ser de 20°C e a máxima atinge 27°C. No interior do Espírito Santo, os ventos marítimos mantêm os termômetros equilibrados, sem extremos de frio ou calor no norte e nas serras. As primeiras horas registram marcas mínimas de 18°C, e o período vespertino atinge máximas agradáveis de 26°C a 28°C.

 

Alerta de chuvas intensas

Está em vigor um aviso de chuvas intensas, classificado como perigo potencial, com validade das 00h00 às 23h59 de quinta-feira (29). A área de abrangência inclui:

  • Minas Gerais: Campo das Vertentes, Central Mineira, Jequitinhonha, Metropolitana de Belo Horizonte, Norte de Minas, Noroeste de Minas, Oeste de Minas, Sul/Sudoeste de Minas, Triângulo Mineiro/Alto Paranaíba e Zona da Mata; 
  • Rio de Janeiro: Baixadas, Centro Fluminense, Metropolitana do Rio de Janeiro, Norte Fluminense, Serrana e Sul Fluminense; 
  • São Paulo: Araçatuba, Araraquara, Assis, Bauru, Campinas, Itapetininga, Litoral Sul Paulista, Macro Metropolitana Paulista, Marília, Metropolitana de São Paulo, Piracicaba, Presidente Prudente, Ribeirão Preto, São José do Rio Preto e Vale do Paraíba Paulista. 

A chuva fica entre 20 e 30 mm/h ou até 50 mm/dia, com ventos intensos de 40 a 60 km/h, apresentando baixo risco de corte de energia elétrica, queda de galhos de árvores, alagamentos e descargas elétricas. 

Também está em vigor um aviso de chuvas intensas, classificado como perigo, com validade das 00h00 às 23h59 de quinta-feira (29). A área de abrangência inclui:

  • Minas Gerais: Campo das Vertentes, Central Mineira, Metropolitana de Belo Horizonte, Noroeste de Minas, Oeste de Minas, Sul/Sudoeste de Minas, Triângulo Mineiro/Alto Paranaíba e Zona da Mata; 
  • Rio de Janeiro: Baixadas, Centro Fluminense, Metropolitana do Rio de Janeiro e Sul Fluminense; 
  • São Paulo: Araçatuba, Araraquara, Campinas, Macro Metropolitana Paulista, Metropolitana de São Paulo, Piracicaba, Ribeirão Preto, São José do Rio Preto e Vale do Paraíba Paulista. 

A precipitação varia entre 30 e 60 mm/h ou 50 e 100 mm/dia, acompanhada de ventos de 60 a 100 km/h. Há risco de corte de energia elétrica, queda de galhos de árvores, alagamentos e descargas elétricas. 
 

O QUE É PRECIPITAÇÃO?

A radiação solar e o vento promovem a evaporação; o vapor resfriado condensa em núcleos, formando nuvens e, quando as gotículas ou cristais crescem o suficiente, ocorre precipitação. Considera-se precipitação toda água líquida ou sólida que cai das nuvens e alcança o solo (garoa, chuva, chuva/garoa congelante, neve, granizo, graupel, etc.). Sua quantidade é medida por pluviômetro (com registro contínuo via pluviógrafo) e expressa preferencialmente em milímetros.
 

5 motivos para acompanhar as previsões do tempo

  • Agricultura: garantia de uma boa colheita;
  • Marinha: proteção de marinheiros, navios e passageiros;
  • Aeronáutica: segurança de pilotos, aeronaves e passageiros;
  • Pesca: condições favoráveis e seguras para a atividade;
  • Turismo: garantia de passeios e viagens tranquilas e agradáveis.

Importância das observações meteorológicas no INMET

As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).

As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

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28/10/2026 18:10h

Instabilidade provoca chuva no sul e oeste da região, enquanto áreas do norte seguem com variação de nuvens e elevadas temperaturas

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A quinta-feira (29) apresenta variação nas condições meteorológicas na Região Norte, com instabilidade e pancadas de chuva em áreas do sul e oeste, além de tempo seco em trechos ao norte, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

No Acre, a previsão indica pancadas de chuva e trovoadas isoladas em todo o estado. Em Rio Branco, os termômetros registram mínima de 22°C e máxima de 31°C. No interior do Acre, o clima equatorial dita o ritmo com períodos de sol intercalados por pancadas de chuva e sensação de estufa. Os termômetros registram mínimas por volta de 23°C e alcançam máximas vespertinas de 32°C a 34°C.

Em Rondônia, o dia terá pancadas de chuva com trovoadas isoladas. Na capital Porto Velho, a mínima prevista é de 23°C e a máxima alcança 32°C. No interior de Rondônia, a atmosfera segue bastante instável, com muita nebulosidade e episódios de chuva rápida que não aliviam o abafamento. As primeiras horas do dia marcam mínimas de 23°C, subindo à tarde para máximas de 33°C a 35°C.

No Amazonas, o oeste e o sul do estado registram pancadas de chuva e trovoadas isoladas, enquanto a faixa centro-norte possui chuva isolada. Em Manaus, a mínima fica em 26°C e a máxima chega a 34°C. No interior do Amazonas, a combinação de calor e alta umidade favorece o padrão típico de abafamento e pancadas de chuva isoladas à tarde. As madrugadas registram marcas mínimas de 24°C, e as máximas superam facilmente os 34°C a 36°C.

No Pará, a porção sul do estado tem previsão de pancadas de chuva com trovoadas isoladas, ao passo que o norte e o litoral apresentam possibilidade de chuva isolada. Em Belém, as temperaturas variam entre 25°C e 36°C. No interior do Pará, o sol forte predomina em grande parte do estado, mantendo o tempo seco especialmente na faixa sul. O amanhecer começa com temperaturas mínimas na casa dos 23°C, mas as tardes registram calor intenso com máximas de 35°C a 38°C.

No Tocantins, o tempo permanece instável em todas as regiões, com pancadas de chuva e trovoadas isoladas. Em Palmas, a mínima é de 23°C e a máxima atinge 33°C. No interior do Tocantins, o ar seco inibe a formação de nuvens e deixa os índices de umidade baixos no período da tarde. As madrugadas apresentam temperaturas mínimas amenas de 22°C, mas sob o sol forte as máximas atingem marcas de 36°C a 38°C.

Em Roraima, predomina o céu com muitas nuvens, sem previsão de chuva significativa. Em Boa Vista, a mínima registrada deve ser de 27°C e a máxima alcança 38°C. No interior de Roraima, a forte radiação solar sob céu limpo impulsiona os índices térmicos ao longo de toda a jornada. As madrugadas marcam temperaturas mínimas em torno de 24°C, e o pico do calor à tarde atinge máximas severas entre 35°C e 37°C.

No Amapá, o cenário é de muitas nuvens ao longo do dia. Em Macapá, os valores variam de 25°C a 34°C. No interior do Amapá, a umidade vinda do oceano mantém o céu com variação de nuvens, mas o calor é constante em todas as cidades. O dia se inicia com marcas mínimas de 24°C, subindo gradativamente até atingir máximas de 32°C a 34°C.

 

Alerta de chuvas intensas

Também está em vigor um aviso de chuvas intensas, classificado como perigo potencial, com validade das 00h00 às 23h59 de quinta-feira (29). A área de abrangência inclui: 

  • Rondônia: Leste Rondoniense e Madeira-Guaporé; 
  • Tocantins: Ocidental do Tocantins e Oriental do Tocantins. 

A chuva fica entre 20 e 30 mm/h ou até 50 mm/dia, com ventos intensos de 40 a 60 km/h, apresentando baixo risco de corte de energia elétrica, queda de galhos de árvores, alagamentos e descargas elétricas. 
 

5 motivos para acompanhar as previsões do tempo

  • Agricultura: garantia de uma boa colheita;
  • Marinha: proteção de marinheiros, navios e passageiros;
  • Aeronáutica: segurança de pilotos, aeronaves e passageiros;
  • Pesca: condições favoráveis e seguras para a atividade;
  • Turismo: garantia de passeios e viagens tranquilas e agradáveis.

Importância das observações meteorológicas no INMET

As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).

As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

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28/10/2026 18:00h

Previsão indica possibilidade de chuva no litoral e alerta de chuvas intensas no extremo oeste baiano

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A quinta-feira (29) apresenta condições meteorológicas variadas na Região Nordeste, com variação de nebulosidade na faixa litorânea e pancadas de chuva em áreas do interior, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

No Maranhão, a previsão indica muitas nuvens com possibilidade de chuva isolada. Em São Luís, os termômetros oscilam com mínima de 26°C e máxima de 33°C. No interior do Maranhão, o contraste entre o norte úmido e o sul seco mantém o dia quente e com sensação térmica elevada à tarde. As marcas mínimas ficam estabilizadas na casa dos 23°C, e o período vespertino registra máximas que oscilam entre 34°C a 37°C.

No Piauí, o tempo fica com muitas nuvens e temperaturas elevadas no interior. A capital Teresina registra mínima de 25°C e máxima de 39°C. No interior do Piauí, o cenário permanece de forte estiagem com o sol brilhando intensamente em toda a região do sertão. As temperaturas mínimas iniciam em 22°C na madrugada, mas disparam rapidamente até atingirem máximas escaldantes de 37°C a 39°C.

No Ceará, o céu permanece com muitas nuvens ao longo do dia. Em Fortaleza, a mínima prevista é de 25°C e a máxima alcança 32°C. No interior do Ceará, os ventos moderados vindos do litoral ajudam a refrescar as noites, mas as áreas centrais continuam aquecidas sob o sol. As madrugadas marcam temperaturas mínimas de 22°C e as máximas da tarde se mantêm estáveis na faixa de 34°C a 36°C.

No Rio Grande do Norte, a quinta-feira (29) terá predomínio de muitas nuvens. Em Natal, as temperaturas variam entre 25°C e 32°C. No interior do Rio Grande do Norte, o predomínio de uma massa de ar seco impede a formação de chuva e garante céu aberto. O dia começa com temperaturas mínimas na faixa de 22°C, e as máximas vespertinas alcançam marcas entre 34°C e 36°C.

Na Paraíba, o dia terá muitas nuvens com possibilidade de chuva isolada. Em João Pessoa, a mínima fica em 24°C e a máxima chega a 30°C. No interior da Paraíba, o sertão paraibano registra baixos índices de umidade e elevação rápida de temperatura após o almoço. Os termômetros marcam mínimas agradáveis de 21°C no início do dia e sobem até atingirem máximas de 34°C a 37°C.

Em Pernambuco, a condição é de muitas nuvens com possibilidade de chuva isolada. Na capital Recife, a variação térmica vai de 26°C a 32°C. No interior de Pernambuco, o tempo firme e a ausência de chuva mantêm o solo seco e o calor forte no agreste e sertão. O amanhecer apresenta marcas térmicas mínimas de 21°C, mas as tardes são quentes com máximas que chegam aos 35°C a 38°C.

Em Alagoas, a previsão aponta muitas nuvens com possibilidade de chuva isolada. Em Maceió, os termômetros registram mínima de 24°C e máxima de 33°C. No interior de Alagoas, as condições de tempo bom persistem por todo o agreste, com pouca presença de nuvens no céu. As primeiras horas registram mínimas confortáveis de 20°C, subindo à tarde para máximas de 31°C a 34°C.

Em Sergipe, o cenário indica muitas nuvens com possibilidade de chuva isolada. Em Aracaju, a mínima é de 24°C e a máxima fica em 31°C. No interior de Sergipe, o calor se concentra com maior intensidade na porção oeste, enquanto o leste tem clima mais suave. Os termômetros registram marcas mínimas na casa dos 21°C e máximas estáveis que estacionam em 31°C a 33°C.

Na Bahia, o tempo registra pancadas de chuva isoladas no litoral e áreas do interior, com instabilidade mais pronunciada no oeste. Em Salvador, a mínima é de 23°C e a máxima atinge 27°C. No interior da Bahia, a umidade avança um pouco mais pelo oeste baiano, gerando nebulosidade e diminuindo ligeiramente o calor extremo das últimas semanas. As mínimas começam em confortáveis 20°C, enquanto as máximas da tarde ficam contidas na casa dos 29°C a 32°C.

 

Alerta de acumulado de chuva

Está em vigor um aviso de acumulado de chuva, classificado como perigo potencial, com validade até 23h59 de quinta-feira (29). A área de abrangência inclui: 

  • Bahia: Extremo Oeste Baiano, Centro-Sul Baiano, Sul Baiano, Metropolitana de Salvador e Centro-Norte Baiano. 

A chuva varia entre 20 e 30 mm/h ou até 50 mm/dia, com baixo risco de alagamentos e pequenos deslizamentos em áreas de risco. 
 

5 motivos para acompanhar as previsões do tempo

  • Agricultura: garantia de uma boa colheita;
  • Marinha: proteção de marinheiros, navios e passageiros;
  • Aeronáutica: segurança de pilotos, aeronaves e passageiros;
  • Pesca: condições favoráveis e seguras para a atividade;
  • Turismo: garantia de passeios e viagens tranquilas e agradáveis.

Importância das observações meteorológicas no INMET

As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).

As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

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28/10/2026 04:30h

Com oposição fortalecida na Câmara e no Senado, presidente reeleito dependerá de negociações com partidos de centro para aprovar projetos e garantir a governabilidade a partir de 2027

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A reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) garantiu ao petista mais quatro anos no Palácio do Planalto, mas não uma maioria no Congresso Nacional. A partir de fevereiro de 2027, Lula terá pela frente um Legislativo mais à direita, com a oposição fortalecida e maior capacidade de dificultar a aprovação de propostas do governo.

Nesse cenário, o presidente precisará intensificar as negociações com partidos de centro e centro-direita, além de fazer concessões políticas para conseguir apoio a projetos considerados prioritários.

O resultado das urnas dá a dimensão desse desafio. O PL elegeu a maior bancada da Câmara dos Deputados e terá 121 parlamentares na próxima legislatura, que começa em 1º de fevereiro de 2027. O partido conquistou 24 cadeiras a mais do que em 2022. Já a federação PT-PCdoB-PV terá a segunda maior bancada, com 88 deputados eleitos, seis a mais do que na eleição anterior.

Em seu primeiro discurso após a proclamação do resultado das eleições, Lula reconheceu a necessidade de diálogo com o Legislativo e afirmou que pretende trabalhar com os parlamentares escolhidos pelos eleitores.

"Eu não escolhi o Congresso, foi o povo quem escolheu, e é com ele que eu vou votar, trabalhar e aprovar as coisas", disse Lula.

Eleições no Congresso serão decisivas para a governabilidade

Para Guilherme Mazieiro, consultor executivo da Oficina Consultoria, a definição dos próximos presidentes da Câmara dos Deputados e do Senado será um dos primeiros testes políticos do novo mandato de Lula. As eleições para o comando das duas Casas, previstas para fevereiro de 2027, devem indicar o espaço que o governo terá para negociar e avançar com sua agenda.

“Agora que a eleição acabou e a gente têm Lula reeleito e Flávio Bolsonaro derrotado, começa uma nova disputa, mas dentro do Congresso: a gente tem a eleição da Câmara e do Senado, que acontece em fevereiro, e os partidos já começam a se movimentar e o governo também. Essa eleição é fundamental para entender as condições de governabilidade que o presidente Lula vai ter no seu quarto mandato”, explica.

Segundo o especialista, o resultado das eleições também alterou a distribuição de forças entre os partidos, criando uma nova dinâmica de negociação. Embora a direita tenha ampliado sua presença no Congresso, o avanço ocorreu principalmente sobre legendas de centro e centro-direita, o que pode abrir espaço para novas alianças.

“O resultado das urnas no primeiro turno mostrou um avanço do bolsonarismo não sobre as cadeiras da esquerda, mas sim dos partidos de centro e centro-direita. A gente ainda tem o centrão sendo o fiel da balança, só que com menos poder. Diante desse aumento do bolsonarismo, é possível que os partidos de centro busquem apoio com os partidos de esquerda e centro-esquerda” diz.

“O governo, em via de regra, não se intromete nas eleições do Congresso, mas sinaliza apoio a algum candidato a partir de orientação da base. Isso pode acontecer para ajudar a enfraquecer o bolsonarismo dentro da Câmara e do Senado e ter condição de governar o país”, conclui Mazieiro.

Senado será um dos principais obstáculos

Assim como na Câmara, o PL terá a maior bancada do Senado a partir de 2027. O partido elegeu 19 senadores, o equivalente a 35,2% das 54 cadeiras em disputa neste ano. Somados aos parlamentares que ainda têm mandato, os eleitos devem elevar a bancada da legenda para 29 integrantes.

O desempenho do PL também foi marcado pela eleição de dois representantes em cinco unidades da Federação: Mato Grosso do Sul, Rio de Janeiro, Rondônia, Santa Catarina e Distrito Federal. As chamadas "dobradinhas" contribuíram para ampliar a presença do partido na Casa.

Na sequência, aparecem o PT, que deverá contar com 10 senadores após a vitória de Omar Aziz (PSD) na disputa pelo governo do Amazonas, e o MDB, com oito parlamentares.

O fortalecimento da direita no Senado representa um desafio que vai além da votação de projetos de lei. A Casa também é responsável por analisar indicações feitas pelo presidente da República para cargos estratégicos, como ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), dirigentes de agências reguladoras e outras autoridades. Com uma oposição mais numerosa, essas escolhas poderão enfrentar maior resistência e exigir negociações ainda mais complexas.

Para Guilherme Mazieiro, as dificuldades de Lula não estarão restritas à nova composição do Congresso. O presidente também terá de lidar com um ambiente de tensão entre as instituições e uma série de temas políticos e econômicos que dependem, em diferentes graus, de entendimento com o Legislativo.

“A gente tem uma disputa entre as instituições que já está acontecendo há alguns anos no Brasil e várias crises já contratadas. Eu lembro aqui do caso Master, reforma do judiciário, impeachment de ministros do Supremo, anistia de Bolsonaro, implementação do fim da escala seis por um, reforma tributária, questões de tarifa com os Estados Unidos e a própria condução econômica e fiscal do país. Tudo isso vai andar em maior ou menor escala dependendo desse acordo e das negociações que forem feitas com o Congresso. O desafio para o presidente Lula é muito grande”, finaliza.

A nova configuração do Congresso reforça uma tendência que se consolidou na política brasileira nos últimos anos: o fortalecimento do Legislativo diante do Executivo. Se, em seus primeiros mandatos, Lula encontrou um cenário em que o governo tinha maior capacidade de conduzir a agenda política, agora terá de lidar com um Parlamento mais independente, com maior controle sobre o Orçamento e uma oposição numericamente fortalecida. Nesse contexto, a experiência do presidente como articulador político será colocada à prova. 
 

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28/10/2026 04:25h

Recursos contemplam 193,2 mil beneficiários de processos previdenciários e assistenciais; pagamentos serão realizados conforme o calendário dos Tribunais Regionais Federais

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O Conselho da Justiça Federal (CJF) liberou R$ 2,93 bilhões para o pagamento de atrasados previdenciários e assistenciais a beneficiários que venceram ações judiciais contra o poder público. Os valores fazem parte de um lote de Requisições de Pequeno Valor (RPVs) referente a processos autuados em setembro de 2026.

Segundo o CJF, os recursos destinados a essa categoria somam R$ 2.930.913.001,76 e contemplam 193.242 beneficiários, distribuídos em 138.945 processos. Considerando todas as categorias de RPVs, a liberação chega a R$ 3,52 bilhões, para 313.181 pessoas.

Entre os pagamentos previdenciários e assistenciais estão valores relacionados à revisão de aposentadorias, ao auxílio-doença, a pensões e a outros benefícios. O recebimento, porém, depende da existência de um processo judicial com valores reconhecidos pela Justiça.

 

Quem tem direito a receber os atrasados do INSS?

Têm direito aos valores os beneficiários que possuem uma ação judicial contra o poder público e obtiveram decisão favorável ao pagamento de quantias atrasadas, desde que o crédito esteja incluído no lote liberado.

Os pagamentos por meio de RPVs são destinados a dívidas judiciais de até 60 salários mínimos por beneficiário, no âmbito federal, conforme os critérios aplicáveis. Os valores podem decorrer, por exemplo, da concessão de um benefício que havia sido negado ou da revisão de um benefício previdenciário.

A liberação anunciada não significa que todos os aposentados e pensionistas receberão valores automaticamente. É necessário verificar se o processo individual está incluído no lote.

 

Como consultar se o pagamento está disponível?

Para saber se há valores a receber, o interessado deve consultar o portal do Tribunal Regional Federal (TRF) responsável pelo processo judicial.

A consulta pode ser feita da seguinte forma:

  • Identifique em qual Tribunal Regional Federal tramita o processo.
  • Acesse o portal oficial do tribunal e procure a área de consulta processual ou de RPVs e precatórios.
  • Consulte o andamento pelo número do processo ou pelos dados de identificação disponibilizados pelo tribunal.
  • Verifique se a requisição foi expedida e se há informações sobre o depósito e a liberação para saque.

O CJF esclarece que cada TRF é responsável por estabelecer seu próprio cronograma de pagamento. Por isso, a data em que o dinheiro estará disponível deve ser confirmada diretamente no portal do tribunal competente ou com o advogado responsável pela ação.

 

Quando o dinheiro será pago?

A liberação dos limites financeiros pelo CJF permite que os tribunais deem andamento aos pagamentos, mas não estabelece uma única data de saque para todos os beneficiários.

O depósito e a disponibilização dos recursos seguem os cronogramas de cada TRF. Dessa forma, quem tem direito aos atrasados deve acompanhar a movimentação do processo e as atualizações publicadas pelo tribunal responsável.

As informações sobre os valores e a quantidade de beneficiários foram divulgadas pelo Conselho da Justiça Federal em 20 de outubro de 2026.
 

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28/10/2026 04:15h

Valor fica 0,7% abaixo da dotação atualizada de 2026; estimativa não altera a participação constitucional das prefeituras

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O Fundo de Participação dos Municípios (FPM) tem previsão de R$ 216,2 bilhões no Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) de 2027, segundo estudo da Confederação Nacional de Municípios (CNM). O valor fica 0,7% abaixo da dotação atualizada de 2026, projetada em R$ 217,6 bilhões — uma diferença nominal de R$ 1,4 bilhão.

Por se tratar de uma comparação nominal (sem o desconto da inflação) e que reúne bases distintas — já que o orçamento de 2026 inclui alterações feitas ao longo do exercício, enquanto o de 2027 reflete a proposta inicial —, o levantamento não representa uma perda confirmada de arrecadação para os municípios.

VEJA MAIS:

A CNM atribui essa redução à estimativa da base de arrecadação do Imposto de Renda (IR) e do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). A entidade reforça que não há alteração na fatia constitucional das prefeituras:

  • A parcela ordinária do FPM permanece em 22,5% da arrecadação federal de IR e IPI;
  • As parcelas adicionais de 1% continuam previstas nos meses de julho, setembro e dezembro.

O FPM é a principal verba no quadro de transferências obrigatórias analisado pela CNM. Ao todo, o conjunto desse repasse soma R$ 500,9 bilhões na proposta para 2027 — alta nominal de 1,3% em relação aos R$ 494,5 bilhões da dotação de 2026.

Atenção ao planejamento municipal

Para a gestão das prefeituras, o levantamento ressalta a importância de diferenciar a previsão orçamentária dos repasses efetivos. Os pagamentos de 2027 dependerão das regras legais e da realização das bases de cálculo. As dotações poderão ser ajustadas durante a execução. 

A tramitação pode ser acompanhada no portal do Orçamento do Congresso Nacional. O estudo não apresenta estimativas individuais por município.
 

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