02/09/2026 04:55h

Estudo da CNI estima que produtividade teria de crescer até 8,5% para manter a produção com menos horas trabalhadas

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O Brasil pode levar de 17 a 30 anos para acumular o ganho de produtividade necessário para compensar uma eventual redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais. A estimativa consta em um estudo da Confederação Nacional da Indústria (CNI)

A projeção considera um cenário em que as empresas mantêm os empregos e os salários e absorvem a redução das horas trabalhadas sem diminuir a remuneração. Com a jornada menor e a manutenção dos postos de trabalho e dos salários, as empresas teriam de produzir a mesma quantidade em menos tempo

Nesse cenário, o total de horas trabalhadas cairia cerca de 7,8%, enquanto a produtividade por hora precisaria aumentar entre 8,3% e 8,5% para compensar a redução. 

Para a CNI, o principal desafio está na velocidade de crescimento da produtividade brasileira. Entre 1981 e 2024, a produção por hora trabalhada avançou, em média, 0,5% ao ano. Mantido esse ritmo, seriam necessários aproximadamente 17 anos para acumular o ganho de produtividade necessário. 

No entanto, considerando o desempenho mais recente, o prazo aumenta significativamente. Nos últimos seis anos analisados, a produtividade cresceu, em média, 0,28% ao ano. Nesse ritmo, o país levaria cerca de 30 anos para alcançar o ganho necessário. 

O presidente da CNI, Ricardo Alban, defende que a discussão sobre a redução da jornada para 40 horas semanais, associada ao fim da escala 6x1, seja feita sem a influência do calendário eleitoral

“É muito difícil para os senadores e os deputados tomarem decisões racionais e equilibradas com a motivação eleitoral. Isso não vai ser prudente, nem bom para o país no médio e longo prazo. Então reitero esse apelo para que deixemos essa discussão para depois das eleições. Nós precisamos fazê-la de forma responsável e, garanto, o setor produtivo não fugirá dessa mesa”, afirma. 

Impacto por setor

O levantamento também estima quanto cada setor precisaria elevar a produtividade para compensar a redução da jornada. As diferenças refletem características como a intensidade do uso de mão de obra e a capacidade de reorganização dos processos produtivos

  • Indústria extrativa: entre 6,2% e 10,4%;
  • Indústria de transformação: entre 7,7% e 9,3%;
  • Indústria da construção: entre 7,7% e 9,8%;
  • Agropecuária: entre 9,9% e 13,6%;
  • Comércio: entre 9,8% e 10,6%.

Efeitos sobre o emprego e os salários 

O estudo também avalia outros dois cenários de adaptação das empresas à redução da jornada. 

No primeiro, as empresas não absorveriam o aumento dos custos e poderiam desligar trabalhadores com jornadas superiores ao novo limite. Nesse caso, o número de empregos formais poderia cair de aproximadamente 41 milhões para 18,9 milhões. A redução representaria entre 53,7% e 77,5% da folha de pagamento das empresas. 

No segundo cenário de acomodação, as empresas substituiriam trabalhadores com jornadas superiores ao limite por profissionais com salários proporcionalmente menores. Nessa hipótese, a massa salarial poderia recuar entre 2,9% e 6%, o equivalente a aproximadamente R$ 4,3 bilhões a R$ 7,3 bilhões por mês

Alban afirma que, embora milhões de trabalhadores possam ser diretamente beneficiados pela redução da jornada, os efeitos econômicos poderiam atingir toda a população

“Nós temos cerca de 14, 15 milhões de trabalhadores e trabalhadoras que poderão ser beneficiados por essa redução da jornada. Mas são cerca de 12, 14% da população. Toda a população vai pagar por um aumento do custo de vida, quer seja de serviços, quer seja de produtos”, pondera.

Brasil tem uma das menores produtividades do mundo

O Brasil está entre as economias de menor produtividade no mundo. Segundo dados da Organização Internacional do Trabalho (OIT), o país ocupa a 100ª posição mundial em produtividade por trabalhador e a 91ª em produtividade por hora trabalhada

O desempenho brasileiro está distante do registrado em economias como Irlanda, Noruega, Estados Unidos e Bélgica, que apresentam níveis de produtividade entre três e seis vezes superiores aos do Brasil

Segundo a CNI, a produtividade é influenciada não apenas pelo desempenho dos trabalhadores, mas também por fatores como incorporação de tecnologia, qualificação profissional, infraestrutura, inovação e organização dos processos produtivos

A entidade ressalta ainda que uma produtividade baixa dificulta o crescimento econômico, a elevação dos salários e a ampliação dos investimentos. O aumento dos custos de produção também pode pressionar os preços e reduzir a competitividade das empresas

Negociação coletiva

Ainda segundo o estudo, a jornada de trabalho aparece em 81,5% dos acordos e convenções coletivas analisados, o equivalente a mais de 37 mil instrumentos considerados em um período de 12 meses. 

Do total, 61,8% tratam diretamente da distribuição do tempo de trabalho, com cláusulas relacionadas a horas extras, compensação, carga horária, intervalos, descansos, turnos, domingos e feriados.

Outros 31,1% abordam os efeitos da jornada sobre diferentes condições de trabalho, incluindo adicional noturno, vale-transporte, participação nos lucros e resultados e outros benefícios

Para a CNI, os dados mostram que a negociação coletiva não trata apenas da duração da jornada, mas também da forma como o tempo de trabalho é organizado e de seus impactos sobre outras condições e direitos negociados. 

O levantamento completo está disponível no portal da indústria

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02/09/2026 04:50h

Edições anteriores geraram mais de US$ 5,5 bilhões em negócios fechados para companhias participantes

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Empresas brasileiras do setor de alimentos e bebidas participam de uma das principais feiras do segmento em Miami, nos Estados Unidos. O evento será realizado entre os dias 14 e 16 de setembro e a comitiva de empresários brasileiros é organizada no âmbito do Brazilian Suppliers, um projeto do Conselho Brasileiro das Empresas Comerciais Importadoras e Exportadoras (CECIEx) e a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil).

A viagem é realizada anualmente desde 2023 e o projeto providencia um estande próprio para empresas brasileiras. Este ano, 12 empresas estarão presentes, sendo 2 indústrias e 10 companhias exportadoras, que vão expor os mais variados produtos nacionais: água mineral, gin, vodka, temperos e condimentos, geleias, biscoitos de coco, arroz, açúcar, feijão, café, mel, chocolates, doces, snacks, produtos sem açúcar, cereais, goiabada, peixes frescos, congelados, secos e enlatados, frutas frescas e em conserva, água de coco e creme de açaí.

Para Victor Mellão, diretor-executivo do Masterint Group e diretor no CECIEx, essa gama de itens tende a dar ainda mais destaque para a participação do grupo na feira.

“Além das empresas filiadas – as comerciais exportadoras –, também abriu espaço para indústrias, propiciou esse ambiente de integração, de aproximação entre os dois perfis empresariais. Então você tem uma multiplicidade significativa de produtos presentes, já que as comerciais, muitas vezes, trabalham em rede com diversos empreendimentos do setor de alimentos e bebidas”, afirma.

Empresas brasileiras participantes na edição da Americas Food & Bevarage Show 2026:

  • Adko
  • Bomix
  • Coconuts Brasil
  • Global Mineralle
  • GTMIX
  • J. A. Oliveira
  • Masterint
  • MC Export
  • Pansarella
  • Rico Campaner
  • TDX Trading
  • Tropical Brasil

Negócios

A feira é considerada estratégica por abarcar vários mercados internacionais. Além de consumidores e fornecedores norte-americanos, o evento atrai representantes de diversos segmentos caribenhos, como supermercadistas, lojistas de alimentos, restaurantes, empresas de catering, hotéis, atacadistas e distribuidores, bem como exportadores e importadores.

Mellão acredita que a integração de diferentes regiões do Ocidente e as experiências anteriores vão contribuir para o fechamento de mais acordos este ano. 

“Muitas dessas empresas já se conhecem e têm a oportunidade da feira para atualizar amostras, para conhecer novos produtos, para avançar em uma negociação que já vem de outrora. Então, acredito que a expectativa é muito grande, até porque, além desses contatos prévios, tem sempre público novo. É uma feira que leva bastante público não só da Flórida, dos estados vizinhos e de outros estados mais distantes dos Estados Unidos, mas também empresas da América Central, do Caribe”, destaca.

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Nas últimas três edições, a participação brasileira contou com 35 empresas e ultrapassou a marca de mais de US$ 5,5 bilhões em negócios fechados. Além de apresentar produtos e buscar novos negócios, as companhias que participam da comitiva contam com assessoria das entidades durante o processo de inserção no mercado internacional.

Toda a infraestrutura para os expositores brasileiros é fornecida pela organização do CECIEx, como chão de feira, montagem, comunicação visual, armazenagem, credenciamento e até encontro com potenciais compradores. A iniciativa também visa promover o aumento das exportações de micros, pequenas e médias empresas e conta com o apoio do Conselho da Mulher Empreendedora e da Cultura (CMEC), ligado à Associação Comercial de São Paulo (ACSP).
 

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02/09/2026 04:40h

Entidade, que representa mais de 2,3 mil associações e 2 milhões de empreendedores, defende tratamento isonômico entre empresas nacionais e estrangeiras

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A Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB) entregou a parlamentares, na segunda-feira (31), uma nota pública pela rejeição ou tratamento isonômico em relação à isenção da chamada “Taxa das Blusinhas”. O conteúdo da carta foi lido no plenário da Câmara dos Deputados nesta terça-feira (1º) pela deputada federal Adriana Ventura (NOVO-SP).

O documento, protocolado nos gabinetes dos presidentes do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), da comissão que analisa o tema, o deputado Reginaldo Lopes (PT-MG), e da relatora da Medida Provisória nº 1.357/2026, a senadora Leila Barros (PDT-DF), pede ao Congresso Nacional para derrubar a MP e restabelecer o regime da Lei nº 14.902/2024, aprovada pelo Legislativo e sancionada pela presidência da República.

Caso o Congresso mantenha a isenção aos produtos importados, o setor produtivo solicita que a desoneração seja estendida, em igualdade de condições, à mercadoria idêntica vendida pelo comércio brasileiro. A entidade representa mais de 2.300 associações comerciais e mais de 2 milhões de empreendedores.

“O que a CACB pede é tratamento igual, não proteção. Se o governo entende que a compra de até US$ 50 merece desoneração, que estenda o mesmo benefício à mesma mercadoria vendida pelo comércio nacional”, leu a parlamentar. “Aprovada, a medida consagrará uma distorção inaceitável: o Estado brasileiro cobrando do seu próprio empreendedor o imposto que dispensa da mercadoria idêntica vendida de fora do país”, acrescenta.

Sem esse mecanismo, Alfredo Cotait Neto, presidente da CACB, da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (FACESP) e da Associação Comercial de SP (ACSP), teme que o setor produtivo nacional não seja capaz de enfrentar a concorrência internacional e pede por uma contramedida que reequilibre o mercado.

“A longo prazo, se você não restabelece a isonomia, você prejudica a indústria nacional, prejudica as empresas brasileiras e prejudica a geração de emprego e renda, que está problemática no nosso país. Portanto, é fundamental a volta da cobrança”, afirma o executivo.

Eleições

A Medida Provisória, prevista para perder a validade no próximo dia 8 de setembro, zera a alíquota de importação para compras até 50 dólares em plataformas de e-commerce, anteriormente definida em 20% sobre o valor do produto. Criada em 2024 com a intenção declarada de proteger o comércio nacional, a taxa foi suspensa pelo próprio governo em maio deste ano.

Para Cotait Neto, o momento em que a discussão é feita também é prejudicial. O representante empresarial entende que o período eleitoral dificulta a análise racional e de impactos que a volta da isenção do imposto pode ter sobre toda a cadeia produtiva brasileira.

“Tudo que é no momento eleitoral tem vários significados. Por isso é que eu acho que é inadequado, e foi inadequado, o governo ter retirado a taxa. Mandaram uma Medida Provisória para o Congresso que está vencendo exatamente por causa do momento eleitoral. Então, a volta, se houver, é mais uma questão de justiça, de você voltar a tentar blindar e defender um pouco as empresas brasileiras”, conclui.

Compensação

Diante das reações e pressões do setor produtivo, parlamentares governistas anunciaram que devem inserir no relatório um dispositivo que permita a compensação à indústria e varejo nacionais. A ideia é determinar a reavaliação da medida periodicamente pelo Ministério da Fazenda para constatar os impactos e, em caso de prejuízos consideráveis, disponibilizar formas de compensação.

A previsão era que o relatório fosse lido na comissão que analisa a MP na segunda-feira. No entanto, após impasses, reuniões com as lideranças do Congresso e dois adiamentos, uma nova sessão do colegiado foi marcada para esta quarta-feira (2) para que o parecer seja discutido.

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02/09/2026 04:40h

Senado deve votar nesta quarta-feira (2) projeto que moderniza as regras da aprendizagem profissional e amplia oportunidades de contratação

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O Senado Federal deve votar em Plenário, nesta quarta-feira (2), o Projeto de Lei nº 6.461/2019, que cria o Estatuto do Aprendiz. A proposta altera normas trabalhistas para estimular a contratação de aprendizes, estabelece direitos e deveres de jovens e empregadores e cria mecanismos para ampliar a inclusão social e profissional

A expectativa era de que o texto fosse analisado ainda no primeiro semestre deste ano. No entanto, em junho, o projeto foi retirado da pauta do Senado. 

Desde então, o Centro de Integração Empresa-Escola (Ciee) e a Federação Brasileira de Associações Socioeducacionais de Adolescentes (Febraeda) têm articulado com parlamentares para garantir a manutenção da proposta na pauta de votações. 

Segundo as entidades, a aprovação do Estatuto — que tramita no Congresso Nacional há mais de sete anos — poderá modernizar as regras da aprendizagem profissional e reduzir a insegurança jurídica enfrentada por empresas e entidades qualificadoras. A expectativa é que a nova legislação crie condições para a abertura de até 1 milhão de novas vagas de aprendizagem nos próximos anos. 

O presidente do Ciee, Humberto Casagrande, destaca que a proposta pode ampliar as oportunidades de primeiro emprego para jovens de 14 a 24 anos

“Vamos passar de 700 mil vagas que o Brasil tem hoje para mais de 1 milhão de vagas. Precisamos do apoio de todos para que esse projeto seja aprovado. O Brasil precisa apoiar a nossa juventude, aprovando esse projeto e gerando milhares de novos empregos que os nossos jovens precisam”, afirma. 

Em defesa da aprovação do projeto, o presidente da Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB), da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) e da Federação das Associações Comerciais de São Paulo (FACESP), Alfredo Cotait Neto, afirma que a proposta é importante para preservar oportunidades de formação e inserção de jovens no mercado de trabalho.

“Fortalece uma política que já transformou a vida de milhares de jovens, garantindo acesso à formação, qualificação profissional, renda e primeira experiência no mundo do trabalho. A aprovação preserva uma política pública fundamental e evita a perda de centenas de milhares de oportunidades de aprendizado. Estamos falando de jovens que terão a chance de aprender uma profissão, conquistar sua primeira renda, desenvolver autonomia e construir novas perspectivas para o futuro”, destaca.

Mais inclusão e qualificação profissional

Além de ampliar as oportunidades de trabalho e renda, o autor do projeto defende que o Estatuto do Aprendiz poderá contribuir para: 

  • promover a inclusão social de jovens em situação de vulnerabilidade ou risco social; 
  • incentivar a profissionalização e contribuir para o combate ao trabalho infantil
  • melhorar a qualificação profissional dos jovens e prepará-los para o mercado de trabalho; 
  • criar um ambiente mais seguro e educativo para o desenvolvimento dos aprendizes. 

A sessão plenária no Senado está marcada para esta quarta-feira (2) a partir das 14h.

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02/09/2026 04:35h

Capital capixaba superou a catarinense e assumiu o topo do Ranking de Competitividade dos Municípios do Centro de Liderança Pública

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Não há cidade mais bem gerida no Brasil do que Vitória. A capital do Espírito Santo assumiu pela primeira vez o topo do Ranking de Competitividade dos Municípios do Centro de Liderança Pública (CLP), divulgado na última quinta-feira (27).

Em 2026, Vitória recebeu nota ponderada de 64,28 pontos e desbancou a sequência de três anos de Florianópolis, Santa Catarina, no primeiro lugar. No ano anterior, em 2025, a cidade ultrapassou São Paulo e já havia se tornado a 2ª cidade mais competitiva do Brasil.

No levantamento atual, a cidade se destacou especialmente nos quesitos “funcionamento da Máquina Pública” e “Sustentabilidade Fiscal”, nos quais alcançou o topo nacional; Capital Humano, em terceiro lugar do Brasil; e Acesso à Saúde, na quinta posição geral.

Confira os 20 municípios mais competitivos do Brasil em 2026:

  1. Vitória (ES): 64,28 pts.
  2. Florianópolis (SC): 63,79
  3. Porto Alegre (RS): 63,46
  4. Curitiba (PR): 63,02
  5. São Paulo (SP): 62,86
  6. São Caetano do Sul (SP): 62,4
  7. Maringá (PR): 61,69
  8. Campinas (SP): 60,82
  9. Jaraguá do Sul: (SC): 60.64
  10. Barueri (SP): 60,53
  11. Blumenau (SC): 60,47
  12. Indaiatuba (SP): 59,95
  13. Palmas (TO): 59,6
  14. Belo Horizonte (MG): 59,51
  15. Santos (SP): 59,38
  16. Paulínia (SP): 59,37
  17. São Bernardo do Campo (SP): 59,33
  18. Jundiaí (SP): 59,3
  19. Joinville (SC): 59,26
  20. Caxias do Sul (RS): 59,01

Confira o Ranking de Competitividade dos Municípios completo neste link.

Destaques

O eixo Sul-Sudeste monopoliza o ranking das cidades com melhor desempenho no ranking. Das 20 mais bem avaliadas, 19 estão nessas regiões, com exceção de Palmas (TO), que subiu 76 posições em relação ao levantamento do ano passado e obteve a melhor avaliação da história do Norte.

Ainda assim, o município com a melhora mais expressiva foi São Cristóvão (SE). Entre os 423 municípios analisados, a Cidade Mãe de Sergipe saltou da 233ª colocação, alcançada na edição de 2025, para a 75ª posição em 2026, avançando 158 colocações e passando a integrar o grupo dos 100 melhores municípios do país.

No lado oposto, Timóteo (MG) ocupa a posição de municípios que mais perderam posições: foram 157 colocações abaixo do que o resultado de 2025. Jandira (SP), com -145 posições, e Ourinhos (SP), com -140, aparecem na sequência.

Metodologia

A seleção avaliou 423 municípios com mais de 80 mil habitantes e mostrou quais cidades estão mais preparadas para oferecer boas condições de vida, serviços públicos eficientes e um ambiente favorável para moradores e empresas.

O ranking é composto por três dimensões principais e 13 pilares temáticos:

  • Sociedade (com 42,4% do peso)
    • Saneamento (7,6%);
    • Qualidade da saúde (6,4%);
    • Acesso à educação (6,4%);
    • Segurança (5,9%);
    • Meio ambiente (5,9%);
    • Acesso à saúde (5,1%);
    • Qualidade da educação (5,1%)
  • Economia (com 38,1% do peso)
    • Inovação e dinamismo econômico (16,1%)
    • Telecomunicações (8,5%);
    • Capital humano (7,6%);
    • Inserção econômica (5,9%);
  • Instituições (com 19,5% do peso)
    • Sustentabilidade fiscal (10,2%); e
    • Funcionamento da máquina pública (9,3%).

O CLP destaca que considerar uma cidade “mais competitiva” não significa necessariamente dizer que é a “melhor cidade para morar” em todos os aspectos. Segundo a organização, o levantamento é uma ferramenta para comparar o desempenho dos municípios em diferentes áreas e identificar onde cada um se destaca ou precisa melhorar.

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01/09/2026 18:40h

Tempo permanece sem previsão de chuva nas capitais dos três estados da Região Sul

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A quarta-feira (2) terá predomínio de poucas nuvens nos três estados da Região Sul, sem indicação de chuva, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

No Paraná, a condição de poucas nuvens predomina no estado. Em Curitiba, os termômetros variam entre 6°C e 19°C.

Em Santa Catarina, o cenário também será de poucas nuvens ao longo do dia. Na capital, Florianópolis, a temperatura mínima será de 12°C, e a máxima chega a 18°C.

No Rio Grande do Sul, a previsão indica poucas nuvens na maior parte do estado. Em Porto Alegre, a mínima prevista é de 8°C, enquanto a máxima alcança 18°C.
 

5 motivos para acompanhar as previsões do tempo

  • Agricultura: garantia de uma boa colheita;
  • Marinha: proteção de marinheiros, navios e passageiros;
  • Aeronáutica: segurança de pilotos, aeronaves e passageiros;
  • Pesca: condições favoráveis e seguras para a atividade;
  • Turismo: garantia de passeios e viagens tranquilas e agradáveis.

Importância das observações meteorológicas no INMET

As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).

As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

 

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01/09/2026 18:30h

Previsão indica pancadas em Mato Grosso e possibilidade de chuva em Goiás e no Distrito Federal, norte goiano terá baixa umidade

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A quarta-feira (2) será marcada por condições diferentes entre os estados do Centro-Oeste, com ocorrência de chuva em parte da região e tempo mais seco em Mato Grosso do Sul, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

No Distrito Federal, a previsão é de muitas nuvens com possibilidade de chuva isolada. Em Brasília, os termômetros variam entre 22°C e 31°C.

Em Goiás, também há possibilidade de chuva isolada em parte do estado. Em Goiânia, a mínima prevista é de 19°C, e a máxima chega a 34°C. No norte goiano, a atenção é para os baixos índices de umidade relativa do ar, que podem variar entre 20% e 30%.

Em Mato Grosso, são esperadas pancadas de chuva isoladas em parte do estado. Em Cuiabá, as temperaturas ficam entre 23°C e 35°C.

Já em Mato Grosso do Sul, a previsão indica predomínio de poucas nuvens em parte do estado. Em Campo Grande, a temperatura varia de 15°C a 26°C.
 

5 motivos para acompanhar as previsões do tempo

  • Agricultura: garantia de uma boa colheita;
  • Marinha: proteção de marinheiros, navios e passageiros;
  • Aeronáutica: segurança de pilotos, aeronaves e passageiros;
  • Pesca: condições favoráveis e seguras para a atividade;
  • Turismo: garantia de passeios e viagens tranquilas e agradáveis.

Importância das observações meteorológicas no INMET

As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).

As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

 

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01/09/2026 18:20h

Previsão indica pancadas no Espírito Santo e possibilidade de chuva em Minas Gerais e no Rio de Janeiro; São Paulo terá muitas nuvens

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A quarta-feira (2) será de muitas nuvens e chuva em parte da Região Sudeste, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

Em São Paulo, o céu fica com muitas nuvens na maior parte do estado. No litoral e em áreas do leste paulista, há possibilidade de chuva isolada. Na capital, a temperatura varia entre 12°C e 18°C.

No Rio de Janeiro, há possibilidade de chuva isolada em grande parte do estado, com ocorrência de pancadas principalmente no litoral norte. Na capital, os termômetros variam de 19°C a 25°C.

Em Minas Gerais, a previsão indica possibilidade de chuva isolada em áreas do centro e do leste do estado. No Triângulo Mineiro e no oeste, o tempo fica com muitas nuvens, enquanto o norte mineiro apresenta menor nebulosidade. Em Belo Horizonte, a mínima será de 17°C e a máxima de 27°C.

No Espírito Santo, são esperadas pancadas de chuva em grande parte do estado, com possibilidade de trovoadas em áreas do norte capixaba. Em Vitória, as temperaturas ficam entre 21°C e 25°C.
 

5 motivos para acompanhar as previsões do tempo

  • Agricultura: garantia de uma boa colheita;
  • Marinha: proteção de marinheiros, navios e passageiros;
  • Aeronáutica: segurança de pilotos, aeronaves e passageiros;
  • Pesca: condições favoráveis e seguras para a atividade;
  • Turismo: garantia de passeios e viagens tranquilas e agradáveis.

Importância das observações meteorológicas no INMET

As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).

As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

 

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01/09/2026 18:10h

Pancadas ocorrem em diferentes áreas da região, enquanto umidade pode cair para 20% no Amazonas e no Pará

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A quarta-feira (2) será marcada por muitas nuvens e chuva em diferentes pontos da Região Norte. Além das precipitações, áreas do Amazonas e do Pará devem registrar baixos índices de umidade, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

No Tocantins, há possibilidade de chuva isolada em grande parte do estado. Em Palmas, os termômetros variam entre 24°C e 39°C.

No Pará, são previstas pancadas de chuva isoladas, principalmente no oeste e no norte paraense. Em áreas do centro e sudeste do estado, a chuva ocorre de forma mais pontual. Belém terá mínima de 24°C e máxima de 34°C.

No Amapá, o tempo fica com muitas nuvens e pancadas de chuva isoladas. Em Macapá, as temperaturas ficam entre 25°C e 33°C.

Em Roraima, há possibilidade de chuva isolada ao longo do dia. Boa Vista registra mínima de 27°C e máxima de 36°C.

No Amazonas, as pancadas de chuva isoladas atingem diferentes áreas do estado, com possibilidade de trovoadas em setores do oeste amazonense. Em Manaus, a temperatura varia de 28°C a 37°C.

Em Rondônia, a previsão indica muitas nuvens e pancadas de chuva isoladas. Porto Velho terá mínima de 24°C e máxima de 35°C.

No Acre, também são esperadas pancadas de chuva isoladas, com maior instabilidade em áreas do oeste do estado. Em Rio Branco, os termômetros variam entre 23°C e 37°C.

A umidade relativa do ar pode ficar entre 30% e 20% no nordeste do Amazonas e em boa parte do Pará.
 

O QUE É PRECIPITAÇÃO?

A radiação solar e o vento promovem a evaporação; o vapor resfriado condensa em núcleos, formando nuvens e, quando as gotículas ou cristais crescem o suficiente, ocorre precipitação. Considera-se precipitação toda água líquida ou sólida que cai das nuvens e alcança o solo (garoa, chuva, chuva/garoa congelante, neve, granizo, graupel, etc.). Sua quantidade é medida por pluviômetro (com registro contínuo via pluviógrafo) e expressa preferencialmente em milímetros.

 

5 motivos para acompanhar as previsões do tempo

  • Agricultura: garantia de uma boa colheita;
  • Marinha: proteção de marinheiros, navios e passageiros;
  • Aeronáutica: segurança de pilotos, aeronaves e passageiros;
  • Pesca: condições favoráveis e seguras para a atividade;
  • Turismo: garantia de passeios e viagens tranquilas e agradáveis.

Importância das observações meteorológicas no INMET

As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).

As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

 

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01/09/2026 18:00h

Tempo fica mais aberto no Ceará, enquanto há possibilidade de chuva isolada no Maranhão

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A quarta-feira (2) terá predomínio de muitas nuvens no Nordeste, com possibilidade de chuva isolada no Maranhão e poucas nuvens em parte do Ceará. A umidade relativa do ar pode variar entre 30% e 20% em áreas do interior da região, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

Na Bahia, Salvador terá muitas nuvens, com temperaturas entre 22°C e 31°C. A condição de maior nebulosidade também aparece em áreas do litoral, enquanto o interior apresenta períodos de tempo mais aberto.

Em Sergipe, Aracaju registra mínima de 25°C e máxima de 31°C, com muitas nuvens. Condição semelhante é prevista para Alagoas, onde Maceió varia entre 22°C e 32°C.

Em Pernambuco, Recife terá muitas nuvens e temperaturas entre 24°C e 32°C. No interior pernambucano, o tempo fica mais aberto e a umidade do ar pode chegar a 20%.

Na Paraíba, João Pessoa terá mínima de 22°C e máxima de 31°C, também com muitas nuvens. No Rio Grande do Norte, Natal registra a mesma variação, de 22°C a 31°C, com predomínio de nebulosidade.

No Ceará, Fortaleza terá poucas nuvens, com mínima de 24°C e máxima de 31°C. O tempo também fica mais aberto em áreas do interior cearense.

No Piauí, Teresina terá muitas nuvens e a maior temperatura prevista entre as capitais nordestinas, com mínima de 22°C e máxima de 40°C. A baixa umidade também atinge áreas do interior do estado.

No Maranhão, São Luís terá mínima de 26°C e máxima de 32°C, com muitas nuvens e possibilidade de chuva isolada. No sul maranhense, a umidade relativa do ar pode variar entre 30% e 20%, enquanto nas demais áreas do estado os índices ficam acima dessa faixa.

 

5 motivos para acompanhar as previsões do tempo

  • Agricultura: garantia de uma boa colheita;
  • Marinha: proteção de marinheiros, navios e passageiros;
  • Aeronáutica: segurança de pilotos, aeronaves e passageiros;
  • Pesca: condições favoráveis e seguras para a atividade;
  • Turismo: garantia de passeios e viagens tranquilas e agradáveis.

Importância das observações meteorológicas no INMET

As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).

As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

 

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