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Baixar áudioNa última quinta-feira (23), a Confederação Geral da Indústria Italiana (Confindustria) sediou, em Roma, o 1º Encontro de Alto Nível sobre Relações Econômicas Itália–Mercosul. O evento reuniu lideranças industriais da Itália e dos países do Mercosul, incluindo a Confederação Nacional da Indústria (CNI), a poucos dias da aplicação provisória do acordo entre o bloco sul-americano e a União Europeia (UE).
Presente no encontro, o presidente da CNI, Ricardo Alban, destacou que o diálogo entre lideranças industriais é essencial para transformar o acordo comercial em resultados concretos.
“A entrada em vigor do acordo Mercosul-UE abre uma janela histórica de oportunidades. O diálogo direto entre as indústrias é fundamental para que possamos identificar prioridades, superar desafios e garantir que os benefícios previstos no tratado se traduzam em mais investimentos, comércio e competitividade para nossas economias”, avalia.
Além de fortalecer o diálogo estratégico entre o Mercosul e a Itália, o encontro também ampliou a cooperação institucional entre entidades industriais. Entre as iniciativas discutidas está a parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI), voltada à qualificação profissional em setores como têxtil, moda e couro.
Os participantes também debateram oportunidades de integração produtiva, avanços na transição verde e na transformação digital, além da criação de mecanismos de cooperação entre empresas.
O encontro evidenciou ainda a relevância da relação bilateral entre Brasil e Itália. Segundo levantamento da CNI com base em dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), em 2025, o fluxo comercial entre os dois países somou US$ 12,4 bilhões, um aumento de 14,4% em relação a 2024.
A indústria de transformação desempenha papel central nessa parceria, respondendo por quase metade das exportações brasileiras e pela maior parte das importações provenientes da Itália.
Segundo dados do Fundo Monetário Internacional (FMI) e da Eurostat, o acordo comercial entre Mercosul e União Europeia, previsto para entrar em vigor no próximo mês de maio, deverá abranger um mercado com mais de 718 milhões de pessoas e um Produto Interno Bruto (PIB) estimado em cerca de US$ 22,4 trilhões.
Na prática, o tratado prevê a eliminação de tarifas sobre cerca de 95% dos bens exportados para a UE, além de avanços em áreas como desenvolvimento sustentável, facilitação de comércio e propriedade intelectual.
A expectativa é que 82,7% das exportações brasileiras para o bloco europeu passem a ser isentas de imposto de importação já a partir do próximo mês.
Também na quinta-feira (23), a missão empresarial liderada pela CNI e pela ApexBrasil, na Alemanha, visitou a fábrica da Airbus, em Hamburgo. A unidade é uma das principais plantas da fabricante europeia de aeronaves e produz, em média, 60 aviões por mês, dos modelos A321 e A319.
O grupo, formado por 48 empresários, acompanhou todo o processo de fabricação e montagem das aeronaves, desde as etapas finais de produção até a entrega aos principais clientes, que são as grandes companhias aéreas.
Mais de 260 representantes da indústria brasileira, entre empresários e executivos, permanecem na Alemanha até sexta-feira (24), quando se encerra a Hannover Messe, considerada a maior feira de tecnologia industrial do mundo.
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Baixar áudioA Lei Orçamentária Anual (LOA) prevê, para 2026, R$ 61,8 bilhões em transferências discricionárias, sendo a maior parte destinada à saúde. De acordo com estudo divulgado na quinta-feira (23) pela Confederação Nacional de Municípios (CNM), esse volume acende um alerta sobre o avanço da influência política no financiamento do Sistema Único de Saúde (SUS).
Do total previsto, R$ 49,9 bilhões correspondem a emendas parlamentares com identificador específico — individuais, de bancada estadual e de comissão —, enquanto R$ 11,9 bilhões estão classificados como despesas de caráter genérico.
O levantamento indica que a participação dessas emendas no financiamento da saúde pública tem crescido de forma consistente. Entre 2016 e 2025, a fatia das emendas no orçamento do Ministério da Saúde passou de 5% para 17%, atingindo R$ 21,5 bilhões no último ano. Como cabe aos parlamentares definir os beneficiários, a distribuição dos recursos tende a refletir decisões políticas, e não necessariamente critérios técnicos.
A análise também revela desigualdades significativas entre municípios com características semelhantes. Os 20 mais beneficiados concentraram R$ 488 milhões em recursos empenhados, com média de R$ 23,8 milhões por município. Em contraste, foi preciso reunir cerca de 1.000 municípios com menor volume de repasses — média de R$ 488 mil cada — para alcançar o mesmo total.
Para o presidente da CNM, Paulo Ziulkoski, esse cenário evidencia distorções na alocação de recursos e compromete a equidade no atendimento à população.
Como alternativa, a entidade propõe a criação de um Fundo de Equalização e Compensação, financiado com 3% das transferências discricionárias, incluindo emendas parlamentares.
A proposta prevê a redistribuição desses valores para municípios que receberam pouco ou nenhum recurso no ano anterior, considerando indicadores como o valor per capita e o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH).
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A CNM defende que a medida seja debatida no Congresso Nacional como um instrumento de ajuste coletivo, com o objetivo de reduzir desigualdades, fortalecer o pacto federativo e ampliar o acesso equilibrado aos recursos públicos, especialmente nos municípios de menor porte.
Diante desse contexto, o Ministério Público junto ao Tribunal de Contas da União (TCU) solicitou que a Corte apure o repasse de emendas parlamentares destinadas à saúde nos municípios brasileiros.
O subprocurador-geral Lucas Rocha Furtado apresentou uma representação ao TCU requerendo a instauração de auditoria e de tomada de contas especial para analisar os critérios utilizados na distribuição desses recursos ao longo dos últimos três anos.
No pedido, o procurador também solicita que o tribunal verifique eventuais irregularidades, incluindo possível ilegalidade ou inconstitucionalidade no uso das emendas parlamentares para o cumprimento do piso mínimo constitucional de gastos em saúde.
De acordo com o levantamento da Confederação Nacional de Municípios (CNM), a União aplicou R$ 234,5 bilhões para atingir o mínimo exigido em 2025, sendo que 11% desse total — o equivalente a R$ 25,6 bilhões — tiveram origem em emendas parlamentares. Com a ampliação desse tipo de repasse, o governo federal passou a depender, em parte, dessas emendas para cumprir a exigência constitucional de investimento na área da saúde.
Copiar o textoPrecipitações são esperadas em SC e no RS, com trovoadas; temperaturas variam entre 15°C e 30°C
Baixar áudioA previsão do tempo para o Sul do país, neste sábado (25), indica céu de muitas nuvens para a maior parte da região e chuvas de diferentes intensidades para partes dos três estados ao longo do dia, mais intensas e acompanhadas de trovoadas na faixa central do território à tarde.
Pela manhã, a previsão é de muitas nuvens para quase toda a região e chuvas isoladas para quase todo o Rio Grande do Sul — à exceção do sudoeste do estado —, centro-oeste e sul de Santa Catarina e extremo-sudoeste do Paraná, as quais devem amanhecer mais intensas nos territórios paranaense e catarinense e norte do Rio Grande do Sul.
Durante a tarde, as chuvas isoladas tomam o estado de Santa Catarina e sul do Paraná, enquanto as pancadas de chuva tomam o norte e o litoral gaúchos, quase todo o estado catarinense — à exceção do extremo-nordeste — e o extremo-sudoeste do Paraná, acompanhadas de trovoadas em todas as áreas, à exceção do litoral sudeste gaúcho.
À noite, as chuvas deixam o Paraná, norte de Santa Catarina e centro-oeste gaúcho. As pancadas de chuva com trovoadas se restringem ao centro-sul e oeste catarinenses e ao norte gaúcho.
O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta de perigo potencial de tempestade para todo o estado de Santa Catarina, norte e leste do Rio Grande do Sul e sul do Paraná, alerta de perigo de tempestade para o centro-sul catarinense, extremo-norte gaúcho e extremo-sul paranaense, além de alerta de perigo potencial de baixa umidade para o norte do Paraná.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 15°C, em Curitiba. Já a máxima pode chegar até 30°C, em Porto Alegre. A umidade relativa do ar varia entre 30% e 100%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA previsão do tempo para a Região Centro-Oeste, neste sábado (25), indica a presença de muitas nuvens para o centro-oeste da região e chuvas de diferentes intensidades para o centro-norte de Mato Grosso, mais intensas e acompanhadas de trovoadas à tarde.
O dia amanhece com a previsão de possibilidade de chuvas isoladas para o norte de Mato Grosso, as quais devem amanhecer mais intensas nos extremos-noroeste e nordeste do estado.
Durante a tarde, as chuvas isoladas tomam o centro-norte mato-grossense e as pancadas de chuva se restringem ao noroeste do estado, sem trovoadas.
À noite, as chuvas deixam quase toda a região e se restringem ao extremo-norte de Mato Grosso, mais intensas somente no extremo-noroeste do estado.
O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta de perigo potencial de chuvas intensas para o noroeste de Mato Grosso, alerta de perigo de chuvas intensas para o extremo-noroeste do estado, além de alerta de perigo potencial de baixa umidade para o centro-leste de Mato Grosso do Sul.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 17°C em Brasília. Já a máxima pode chegar até 34°C, em Cuiabá. A umidade relativa do ar varia entre 20% e 90%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o textoHá previsão poucas chuvas para o extremo-norte de MG de manhã; temperaturas variam entre 16°C e 34°C
Baixar áudioA previsão do tempo para a Região Sudeste do país, neste sábado (25), é de céu aberto e de poucas nuvens para a maior parte da região, com possibilidade de chuvas isoladas para a extremidade norte de Minas Gerais no início do dia.
Pela manhã, a previsão é de céu de poucas nuvens para quase toda a região e possibilidade de chuvas isoladas para o extremo-norte de Minas Gerais, na divisa com a Bahia.
Durante a tarde, a região fica sob céu aberto e de poucas nuvens, sem chuvas. Essas condições devem se manter até a noite.
O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta de perigo potencial de baixa umidade para o centro-noroeste de São Paulo e extremo-sudoeste de Minas Gerais.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 16°C em Belo Horizonte e São Paulo. Já a máxima pode chegar até 34°C, no Rio de Janeiro. A umidade relativa do ar varia entre 20% e 90%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o textoTemperaturas variam entre 23°C e 33°C
Baixar áudioA previsão do tempo para a Região Norte do país, neste sábado (25), indica céu com muitas nuvens e pancadas de chuva acompanhadas de trovoadas para quase toda a região ao longo do dia.
Pela manhã, a previsão é de muitas nuvens e pancadas de chuva para quase toda a região — à exceção do sul do Tocantins e leste de Rondônia, onde deve chover com menor intensidade. As pancadas de chuva devem amanhecer acompanhadas de trovoadas em todo o Acre, Roraima, Amapá, centro-norte do Pará, nordeste e sudoeste do Amazonas e extremo-norte do Tocantins.
Durante a tarde, as pancadas de chuva tomam todo o estado de Rondônia, enquanto as trovoadas tomam quase toda a região — à exceção do centro-sul de Tocantins, centro-leste de Rondônia e extremo-sudeste do Pará.
À noite, as chuvas perdem intensidade no centro-sul do Tocantins, enquanto as trovoadas se restringem a Roraima, Amapá, noroeste do Amazonas e norte do Pará.
O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta de perigo potencial de chuvas intensas para quase toda a região — à exceção do sul do Tocantins —, além de alerta de perigo de chuvas intensas para todo o Acre, Roraima, Amapá, Pará, centro-sul do Amazonas e norte de Rondônia.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 23°C, em Palmas, Porto Velho e Rio Branco. Já a máxima pode chegar até 33°C, em Belém. A umidade relativa do ar varia entre 40% e 100%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA previsão do tempo para a Região Nordeste do país, neste sábado (25), indica céu de muitas nuvens para toda a região e chuvas de diferentes intensidades com algumas trovoadas para quase todo território ao longo do dia — à exceção do extremo-sul da Bahia —, mais intensas e acompanhadas de trovoadas no litoral norte à tarde.
Pela manhã, a previsão é de céu de muitas nuvens e chuvas isoladas para quase toda a região — à exceção dos extremos-sul, sudoeste e norte da Bahia, centro-oeste de Pernambuco, oeste do Rio Grande do Norte e da Paraíba, extremo-sul do Ceará e sudeste do Piauí, onde não deve chover. As chuvas devem amanhecer mais intensas em todo o Maranhão, centros-norte e oeste do Piauí e centro-norte do Ceará e vir acompanhadas de trovoadas no centro-norte maranhense, norte do Piauí e noroeste cearense.
Durante a tarde, as chuvas tomam quase toda a região — à exceção dos extremos-sudoeste e sul baianos —, enquanto as pancadas de chuva tomam os estados do Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Alagoas, Sergipe, centro-leste e norte de Pernambuco e litoral nordeste da Bahia. As trovoadas se mantêm sobre as mesmas áreas.
À noite, as chuvas deixam a coluna central e o centro-oeste da Bahia, enquanto as pancadas de chuva com trovoadas se restringem ao centro-norte do Maranhão, norte do Piauí e noroeste do Ceará.
O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta de perigo potencial de chuvas intensas para todo o Maranhão, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, centro-norte do Piauí e litorais leste de Pernambuco e de Alagoas, alerta de perigo de chuvas intensas para o Rio Grande do Norte, Ceará, centros-norte do Maranhão e da Paraíba e norte do Piauí, além de alerta de perigo potencial de acumulado de chuva para o litoral entre Sergipe e Porto Seguro.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 23°C em Fortaleza, Natal e Teresina. Já a máxima pode chegar até 30°C, em João Pessoa e Recife. A umidade relativa do ar varia entre 50% e 100%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioO presidente Luiz Inácio Lula da Silva incentivou a sofisticação e diversificação da produção agropecuária brasileira. Segundo Lula, quanto mais sofisticados e diversificados os alimentos produzidos em solo nacional, melhores serão as vendas, maior o número de empregos serão gerados e mais mercados o Brasil vai conquistar mundo afora.
“A gente compra comida de muitos lugares do mundo. A gente compra macarrão da Itália, a gente compra não sei o quê da França, a gente compra não sei o quê da Alemanha. Mas por quê que a gente não pode comer joelho de porco e fazer o joelho de porco aqui? Tem que comer na Alemanha? Então o que eu quero é isso, é diversificar, porque isso vai gerar empregos, isso vai gerar oportunidade de produção, vai aumentar a escala, vai melhorar a pesquisa, vai melhorar a qualidade. E nós sabemos que não basta produzir para a gente ganhar mercado, é preciso produzir com excelência e qualidade”, frisou o presidente.
O chefe do Executivo federal enfatizou também a importância da agricultura familiar e dos pequenos e médios produtores nesse papel. Ele defendeu a criação de políticas públicas e linhas de financiamento voltadas a esse público para incentivar a produção em escala com base na biodiversidade brasileira, aproximando pesquisa e campo.
A declaração ocorreu durante a celebração dos 53 anos da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), nesta quinta-feira (23), em Brasília. Ao lado do presidente, o ministro da Agricultura e Pecuária, André de Paula, ressaltou que o sucesso do agro brasileiro está diretamente ligado à atuação da Embrapa.
“O presidente Lula me honrou ao confiar a mim a liderança de um setor muito importante da economia do país. Um setor responsável por 25% do PIB, por 38 milhões de empregos e por 49% da pauta de exportações. E as pessoas muitas vezes me perguntam: a que você atribui o sucesso do agro no Brasil? Primeiro, eu lembro que, antes da Embrapa, o Brasil importava alimentos. Hoje, o Brasil é protagonista no agro mundial. De cada oito pratos de alimento no mundo, um tem contribuição do Brasil”, afirmou.
O ministro também destacou a ampliação de investimentos em pesquisa e inovação no campo como marcas da prioridade que o governo federal dá ao agronegócio nacional. “Quando nós chegamos aqui, eram R$ 167 milhões destinados à pesquisa. Hoje são R$ 414 milhões. 250% a mais do que há 3 anos! Isso é fruto de um trabalho de equipe, isso é fruto de determinação, de uma forte liderança de um presidente que não fica na palavra, que coloca na prática aquilo que ele julga que é mais importante para o país”, apontou.
Na avaliação de André de Paula, foi o crescimento desse investimento que viabilizou ao Brasil atingir a marca de 600 novos mercados abertos para diferentes produtos nacionais desde 2023. Um esforço que, de acordo com o ministro, vai continuar.
A presidente da Embrapa, Silvia Massruhá, afirmou que a feira é um espaço de valorização da produção de alimentos e de conexão com a ciência, a inovação e o desenvolvimento sustentável. “É uma oportunidade para a agricultura familiar e para a geração de renda. Muitos produtores já trabalham em parceria com a Embrapa, o que reforça a importância de investir em ciência, tecnologia, capacitação e políticas públicas associadas”, destacou.
Ela também ressaltou que, no aniversário da instituição, foi anunciado o reconhecimento da Embrapa como autoridade depositária internacional de micro-organismos.
O vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, destacou o papel da Embrapa na transformação da agropecuária brasileira. “Há 53 anos, o Brasil era importador de alimentos. Hoje, está entre os maiores exportadores do mundo de proteína animal e vegetal. A Embrapa fez a diferença com inovação, pesquisa e tecnologia - e não para”, afirmou.
Também participaram da abertura a ministra Fernanda Machiaveli (Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar), além dos ministros Leonardo Barchini (Educação), Wellington Dias (Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome) e José Guimarães (Secretaria de Relações Institucionais).
Além do aniversário da Embrapa, o evento também marcou a abertura da Feira Brasil na Mesa. Realizada entre os dias 23 e 25 de abril, na Embrapa Cerrados, a feira reúne programação diversificada, com palestras, exposições e vitrines vivas de tecnologias.
Durante o evento, são apresentadas novas tecnologias desenvolvidas pela Embrapa e parceiros, com foco na transformação do conhecimento científico em soluções aplicáveis às diferentes cadeias produtivas. Entre os destaques, estão quatro novas cultivares de feijão, uma de soja, uma de sorgo gigante e a primeira cultivar brasileira de Brachiaria decumbens, ampliando as alternativas para aumento da produtividade e sustentabilidade agropecuária.
Um tour guiado permite aos visitantes conhecer experimentos com fruteiras, cereais, forrageiras e sistemas integrados de produção, entre outras iniciativas voltadas à inovação no campo. A programação também inclui inovações digitais, como o aplicativo Monitora Caju, que funciona sem conexão à internet e auxilia produtores, especialmente agricultores familiares, no manejo fitossanitário da cultura.
Outro destaque é o plugin para o software QGIS integrado ao sistema Netflora, tecnologia baseada em inteligência artificial que aprimora a precisão e reduz custos no manejo florestal na Amazônia, facilitando a realização de inventários por um número maior de profissionais.
Além das exposições, a feira conta com seminários técnicos com a participação de diversos ministérios, incluindo o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e o Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA), abordando temas como segurança alimentar, valorização de produtos da biodiversidade, fruticultura, gastronomia de baixo carbono, bioinsumos, indicações geográficas, Zoneamento Agrícola de Risco Climático (Zarc) e acesso ao crédito.
A programação contempla ainda atividades interativas e experiências voltadas ao público, como degustações de alimentos nativos e produtos artesanais, cozinhas demonstrativas com chefs, vitrines tecnológicas com pesquisadores, mutirão de serviços ao agricultor, trilhas em áreas de vegetação nativa, rodadas de negócios e apresentações culturais, reforçando a integração entre ciência, produção e sociedade.
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Baixar áudioA incidência de 20% de Imposto de Importação sobre compras internacionais de até US$ 50 — conhecida como “taxa das blusinhas” — reduziu em R$ 4,5 bilhões o volume de produtos importados no Brasil e contribuiu para preservar mais de 135 mil empregos, além de quase R$ 20 bilhões na economia nacional. Os dados constam em nota técnica inédita divulgada na quarta-feira (22) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).
A medida entrou em vigor em agosto de 2024, no âmbito do Programa Remessa Conforme, iniciativa da Receita Federal que regulamenta compras realizadas em plataformas de varejo internacional. Segundo o levantamento, a tributação inibiu a importação de itens de baixo valor.
“O objetivo principal da ‘taxa das blusinhas’ não é tributar o consumidor, mas proteger a economia. Tornar a indústria brasileira competitiva é primordial para que nós possamos manter empregos e gerar renda. Ninguém aqui é contra as importações. Elas são bem-vindas, aumentam a competitividade, mas é preciso que entrem no Brasil em condições de igualdade”, afirma Marcio Guerra, superintendente de Economia da CNI.
Em 2024, o país recebeu 179,1 milhões de remessas por meio do programa. Em 2025, esse número caiu para 159,6 milhões — retração de 10,9%. A CNI estima, porém, que, sem a cobrança do imposto, o volume teria alcançado 205,9 milhões de pacotes no ano passado, ou seja, 46,3 milhões a mais do que o registrado. O valor médio das remessas em 2025 foi de R$ 96,88.
Clique aqui para ter acesso à íntegra da nota técnica
Com base nessa diferença e no ticket médio das compras, a entidade calcula que o imposto reduziu em R$ 4,5 bilhões o total gasto no exterior, contribuindo para a manutenção de 135,8 mil empregos e de R$ 19,7 bilhões na economia brasileira. A arrecadação federal com o tributo também cresceu: passou de R$ 1,4 bilhão em 2024 para R$ 3,5 bilhões em 2025, primeiro ano completo de vigência da medida.
“O Remessa Conforme reduziu o desequilíbrio das condições de concorrência dos produtos nacionais com os importados e contribuiu para moderar o ritmo das importações que se beneficiavam do tratamento tributário desigual”, avalia Marcio Guerra.
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Outra forma de observar os efeitos da taxação é a comparação entre períodos equivalentes. No primeiro semestre de 2024, antes da vigência do imposto, 90,2 milhões de remessas chegaram ao país. Já nos seis primeiros meses de 2025, com a medida em vigor, foram 69,1 milhões — queda de 23,4%. Em contrapartida, o volume das importações de bens de consumo cresceu 20,2% no mesmo intervalo.
"Isso acontece no mundo todo. Em países da Europa, criam condições de isonomia tributária, não para proteger os seus produtos, mas para que se tenha o princípio da competitividade e de igualdade de competição", destaca Guerra.
Até agosto de 2024, encomendas de até US$ 50 enviadas de pessoa física para pessoa física eram isentas do Imposto de Importação. Segundo a CNI, a regra acabou sendo distorcida, evidenciando fragilidades operacionais.
Práticas como subfaturamento, adulteração de documentos fiscais, fracionamento de encomendas e o enquadramento indevido de vendas realizadas por empresas como se fossem operações entre pessoas físicas tornaram-se frequentes.
Esse cenário prejudicava a concorrência entre empresas nacionais e estrangeiras, já que produtos fabricados no Brasil continuam sujeitos a tributos como IPI, ICMS e PIS/Cofins, enquanto parte significativa das mercadorias importadas entrava no país sem recolhimento integral de impostos.
O Programa Remessa Conforme passou a concentrar o controle das importações no momento da venda, exigindo das plataformas internacionais o envio antecipado de informações e o recolhimento de tributos, como ICMS e Imposto de Importação, no ato da compra. De acordo com a entidade, isso aumentou a efetividade da fiscalização e contribuiu para reduzir irregularidades.
Copiar o textoOs pagamentos são realizados preferencialmente na Poupança CAIXA ou conta CAIXA Tem
Baixar áudioA CAIXA inicia nesta sexta-feira (24), o pagamento do Bolsa Família referente ao mês de abril para os beneficiários com o Número de Identificação Social (NIS) terminado em 6.
Os pagamentos são realizados preferencialmente na Poupança CAIXA ou conta CAIXA Tem. Com a conta CAIXA Tem, os beneficiários podem pagar contas e fazer transferências diretamente pelo aplicativo no celular.
O benefício também pode ser movimentado com o cartão de débito da conta em comércios, Unidades Lotéricas, Correspondentes CAIXA Aqui, terminais de autoatendimento e Agências da CAIXA. Além disso, é possível realizar saques sem cartão nos terminais de autoatendimento e Unidades Lotéricas, utilizando a identificação biométrica previamente cadastrada em uma agência da CAIXA.
No aplicativo Bolsa Família é possível acompanhar as informações dos benefícios, além de receber atualizações e novidades sobre o programa.
Para baixar os aplicativos CAIXA Tem e Bolsa Família, basta acessar a loja de aplicativos do seu smartphone. É gratuito.
O Programa Bolsa Família é a transferência mensal de renda do maior programa social do Brasil, reconhecido por tirar milhões de famílias da fome. O modelo atual considera tamanho e características do núcleo familiar: lares com três ou mais pessoas tendem a receber valores maiores do que famílias unipessoais, reforçando a proteção social.
Além da renda, o Bolsa Família integra políticas públicas para ampliar acesso a saúde, educação e assistência social. O foco é promover dignidade e cidadania, articulando ações complementares (esporte, ciência, trabalho) para a superação da pobreza e a transformação social.
Para ter direito ao pagamento do Bolsa Família, a renda por pessoa da família deve ser de até R$ 218/mês.
Exemplo: 1 pessoa com salário mínimo (R$ 1.518) em família de 7 integrantes → renda per capita de R$ 216,85. Como está abaixo de R$ 218, a família é elegível ao benefício.
Mesmo inscrita no CadÚnico, a família só recebe quando for selecionada pelo sistema do programa. A inclusão é contínua e mensal, de forma automatizada, conforme os critérios de elegibilidade e a atualização cadastral.
Preciso estar no CadÚnico? Sim, é obrigatório para concorrer ao pagamento do Bolsa Família.
O valor é igual para todos? Não. O modelo considera o tamanho e o perfil familiar, podendo variar.
Cadastro feito = pagamento imediato? Não. A seleção é mensal e automatizada; a família começa a receber quando é incluída.
Onde tirar dúvidas? Procure o CRAS do seu município ou os canais oficiais do programa.
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