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Baixar áudioO Brasil alcançou, nesta semana, a marca de 99 mil instituições públicas de ensino com internet de qualidade para uso em atividades pedagógicas. O resultado é visto como um dos principais marcos da educação pública e da inclusão digital, viabilizada pela Estratégia Nacional de Escolas Conectadas (ENEC), coordenada pelos ministérios das Comunicações e da Educação, com cerca de 24 milhões de estudantes beneficiados.
O desempenho foi celebrado em cerimônia realizada em Brasília (DF), com a presença do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e dos ministros Frederico de Siqueira Filho, das Comunicações, e Camilo Santana, da Educação.
Para Lula, a conectividade nas escolas é de suma importância na formação das novas gerações. "Vamos aproveitar o Escolas Conectadas para fazer com que as coisas aconteçam bem e para que a gente consiga usar a internet na formação de cidadãos mais conscientes, mais preparados e mais humanos”, disse.
Na visão do ministro das Comunicações, o programa tem a capacidade de igualar o acesso a oportunidades independentemente da origem ou condição financeira das famílias. “Não queremos transformar apenas o presente desses meninos e meninas, mas redefinir o futuro do nosso país. Levar a internet às escolas é levar o mundo inteiro de aprendizado para dentro da sala de aula”, destacou Siqueira Filho.
Atualmente, o número de instituições de ensino conectadas representa 72% do total. A meta do governo é que 100% estejam atendidas até o fim do ano. Por isso, durante o evento, o Ministério das Comunicações anunciou a contratação de serviços de conectividade para mais 16,7 mil escolas em todo o país. Paraná, Piauí e Goiás são os estados com maior percentual de colégios contemplados.
“Acima de tudo, estamos estruturando um ambiente para que o Brasil reduza as suas desigualdades históricas, avance de maneira mais justa e dê a cada um que quiser a chance de se desenvolver plenamente por meio da educação. Essa política pública não se trata apenas de conectar escolas, mas de conectar o Brasil com o seu futuro. E a educação conectada é soberania, é inclusão, é desenvolvimento”, concluiu Siqueira Filho.
Desde 2023, início do programa Escolas Conectadas, mais de 31 mil escolas passaram a ter acesso à internet. O investimento total previsto da política é de R$ 8,8 bilhões, sendo R$ 6,5 bilhões provenientes do Novo PAC, o Programa de Aceleração do Crescimento. Além da conectividade, a política também inclui apoio à aquisição e à melhoria de equipamentos e dispositivos, garantindo a realização efetiva da proposta.
A Estratégia Nacional de Escolas Conectadas (ENEC) é uma política pública estruturante do governo federal que integra ações e investimentos para universalizar o acesso à internet de qualidade e garantir o uso pedagógico da tecnologia em todas as escolas públicas de educação básica do país.
Além de levar conectividade às unidades de ensino, a ENEC busca promover a transformação do ambiente escolar ao fortalecer a Educação Digital e Midiática nos currículos, ampliar a formação de professores e gestores e incentivar práticas pedagógicas inovadoras. O objetivo é assegurar uma aprendizagem integral, preparando estudantes para atuar de forma crítica, consciente e segura em uma sociedade cada vez mais digital.
A implementação é compartilhada entre União, estados, municípios e o Distrito Federal, com apoio técnico e financeiro do governo federal.
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Baixar áudioA possível redução da jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais pode provocar um aumento médio de 6,2% nos preços de produtos e serviços ao consumidor. A estimativa é de um estudo inédito da Confederação Nacional da Indústria (CNI).
Segundo o levantamento, diversos segmentos da economia devem sentir o impacto. Entre os principais aumentos projetados estão:
No setor de serviços, o reajuste médio pode chegar a 6,5%, com destaque para:
O estudo simula os impactos na economia caso a redução das horas trabalhadas seja compensada pela contratação de novos empregados. A estimativa indica que as horas trabalhadas não serão totalmente recompostas. Além disso, o custo da hora de trabalho tende a aumentar, provocando aumento de preços ao longo de toda a cadeia produtiva até chegar ao consumidor final.
A indústria aparece como o setor mais afetado, com queda estimada de 4,34% nas horas trabalhadas. Em seguida vêm:
O gerente de Análise Econômica da CNI, Marcelo Azevedo, afirma que a redução da jornada impacta diretamente a produção.
“Para que a produção se mantenha, as empresas vão fazer contratações, e isso traz custos. Isso não acontece em uma empresa específica, é algo generalizado. Então a empresa terá um aumento de custo ao comprar insumos e contratar serviços, porque as outras empresas passarão pelo mesmo problema. É um efeito que vai se acumulando nos custos das empresas e vai se disseminando pela economia até o consumidor final”, explica.
A CNI acompanha propostas em tramitação no Congresso Nacional que tratam da redução da jornada, como a PEC 148/2015 e a PEC 8/2025.
O presidente da entidade, Ricardo Alban, defende que o tema não seja votado de forma apressada, especialmente em ano eleitoral, e que haja um debate mais aprofundado e transparente com a sociedade e os setores produtivos.
“A história recente contemporânea da relação capital-trabalho sempre foi feita de uma transição entre a melhoria das condições de trabalho e a redução de uma possível jornada de forma gradativa e com muito entendimento, sempre através de negociações. Nós queremos fazer isso. Mas tem que ser de forma sustentável. Nós precisamos aumentar a produtividade. Ninguém tem dúvidas de que produtividade é que determina as melhores condições de trabalho.”
Alban também avalia que o momento não é adequado para esse tipo de discussão, diante do cenário econômico internacional.
Para ele, a alta global da inflação, impulsionada pelo aumento nos preços do petróleo em meio a conflitos no Oriente Médio, já pressiona os custos. Nesse contexto, a redução da jornada poderia agravar ainda mais a inflação.
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Baixar áudioDivulgado nesta quarta-feira (1º) pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), o Índice de Confiança Empresarial (ICE) do FGV IBRE recuou 0,4 ponto em março, alcançando 91,9 pontos, em sua segunda queda consecutiva após cinco meses em alta — nos quais acumulou alta de 4,3 pontos. Em médias móveis trimestrais, o ICE registrou queda de 0,1 ponto, revertendo a tendência de alta observada no período recente.
O ICE consolida os índices de confiança dos quatro setores cobertos pelas Sondagens Empresariais produzidas pela FGV IBRE: Indústria, Serviços, Comércio e Construção. Em março, a confiança recuou no Índice de Confiança do Comércio (ICC), que passou a 84,6 pontos após perda de 2,7 pontos, e no Índice de Confiança de Serviços (ICS), que caiu 1,8 ponto, para 88,4 pontos. Nos dois casos, a queda foi predominantemente determinada pela piora das expectativas para os próximos meses. O Índice da Indústria (ICI) manteve-se relativamente estável ao avançar 0,1 ponto, para 96,8 pontos, enquanto o da Construção (ICC) registrou um avanço de 2,1 pontos, passando a 93,6 pontos.
O levantamento mostrou que houve avanço da confiança empresarial em 20 dos 49 segmentos integrantes do ICE no mês de março, disseminação inferior à observada em fevereiro. O destaque positivo foi o setor de Construção, no qual 73% dos segmentos registraram alta da confiança em março.
O Índice da Situação Atual Empresarial (ISA-E) avançou 0,3 ponto, para 93,3 pontos, interrompendo a estabilidade de fevereiro e sinalizando para uma discreta evolução da atividade no mês. Entre seus componentes, o indicador que mede o nível de demanda no momento presente avançou 1,6 ponto, para 95,4 pontos, enquanto o indicador que mede a satisfação com a situação atual dos negócios recuou 1,0 ponto, para 91,3 pontos.
Por sua vez, o Índice de Expectativas Empresariais (IE-E) recuou 1,1 ponto, alcançando 90,5 pontos. O recuo reflete, sobretudo, a deterioração das expectativas para os próximos seis meses, indicando que as preocupações dos empresários se projetam para além do segundo trimestre. Enquanto isso, o componente que mede as perspectivas de evolução dos negócios nesse horizonte recuou 1,9 ponto, para 89,4 pontos, enquanto o indicador referente à demanda esperada para os três meses seguintes cedeu 0,3 ponto, para 91,8 pontos.
Na avaliação do pesquisador do FGV IBRE Aloisio Campelo Jr., apesar de ter sido parcialmente atenuada pela melhora na avaliação da situação corrente dos negócios, a piora das expectativas foi determinante para a queda da confiança empresarial em março. “O conflito no Oriente Médio, ao pressionar os preços do petróleo e a inflação doméstica, tem levado os empresários a adotar uma postura mais cautelosa em relação aos próximos meses”, acrescentou.
Confira aqui os resultados completos da sondagem.
Com informações do FGV IBRE.
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Baixar áudioEstados e municípios que mantêm Acordos de Cooperação Técnica com a Agência Nacional de Mineração (ANM) deverão participar do próximo ciclo de capacitação voltado ao fortalecimento das atividades de fiscalização da Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais (CFEM).
O treinamento está marcado para o dia 8 de abril de 2026. A iniciativa é requisito obrigatório para que os entes federativos possam exercer funções acessórias e complementares na fiscalização da CFEM, conforme estabelecido na Resolução ANM nº 71/2021 e na Portaria ANM nº 790/2021.
A participação será restrita aos servidores públicos formalmente indicados nas equipes técnicas dos acordos publicados no Diário Oficial da União. Não será permitida a inclusão de terceirizados, estagiários ou representantes de empresas contratadas, tendo em vista o acesso a informações protegidas por sigilo fiscal.
Durante a capacitação, serão abordados aspectos da legislação aplicável à CFEM, com ênfase nos procedimentos de controle e fiscalização, além do uso de ferramentas operacionais, como o Sistema ContÁgil.
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As instruções detalhadas, incluindo cronograma e link para inscrição, devem ser consultadas diretamente no respectivo processo administrativo no Sistema SEI.
A ANM destaca que as dúvidas podem ser encaminhadas à Coordenação de Regulação e Articulação Institucional pelo e-mail [email protected].
Estabelecida pela Constituição de 1988, a CFEM é uma compensação financeira paga pelas empresas mineradoras aos estados, Distrito Federal e municípios como contrapartida pela exploração econômica dos recursos minerais em seus territórios.
A Agência Nacional de Mineração (ANM) informa que, no mínimo, 20% dos recursos da CFEM devem ser direcionados a iniciativas de diversificação econômica, práticas de mineração sustentável e desenvolvimento de pesquisas científicas e tecnológicas.
De maneira geral, os valores não podem ser utilizados para o pagamento de dívidas, exceto débitos com a União ou seus órgãos, nem para despesas permanentes com pessoal. Contudo, os recursos podem ser destinados à educação, inclusive ao pagamento de salários de professores da rede pública, especialmente no âmbito da educação básica em tempo integral.
De acordo com a Lei nº 13.540, de 18 de dezembro de 2017, a CFEM é distribuída da seguinte forma:
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Baixar áudioO Instituto Nacional de Meteorologia emitiu alerta para acumulados expressivos de chuva em diversas regiões do país entre os dias 30 de março e 6 de abril de 2026. Segundo o órgão, os maiores volumes são esperados nas regiões Norte e Nordeste, além da faixa litorânea do Sul e Sudeste.
Na Região Norte, os destaques são para Amazonas, oeste de Roraima, noroeste e centro-leste do Pará e norte do Tocantins, onde os acumulados podem ultrapassar 80 mm, chegando a mais de 150 mm em pontos isolados. As chuvas tendem a ser mais persistentes em Roraima e no oeste do Amazonas.
No Nordeste, os maiores volumes são previstos para o centro-norte do Maranhão e do Piauí, além do sul do Ceará, com acumulados em torno de 80 mm e picos de até 150 mm. No sul da Bahia e no Maranhão, os volumes variam entre 50 e 80 mm. Já no restante do litoral nordestino, os acumulados ficam entre 20 e 50 mm, com chuvas mais fracas nas demais áreas.
No Centro-Oeste, as precipitações se concentram no norte de Mato Grosso, com até 70 mm, podendo ultrapassar 80 mm em áreas isoladas. No Distrito Federal, centro-sul de Mato Grosso e noroeste de Goiás, os volumes variam entre 20 e 40 mm.
No Sudeste, a previsão indica chuvas persistentes no litoral de São Paulo, Vale do Paraíba e litoral sul do Rio de Janeiro, com acumulados acima de 50 mm e picos de até 80 mm. Em outras áreas da região, os volumes ficam entre 20 e 50 mm.
Já no Sul, os maiores acumulados são esperados no litoral do Paraná e de Santa Catarina, com volumes acima de 50 mm e possibilidade de atingir 80 mm. Nas demais áreas, a tendência é de chuvas fracas e baixos acumulados.
O alerta é voltado principalmente para gestores municipais e Defesas Civis, devido ao risco de transtornos em áreas mais vulneráveis.
Copiar o textoO preço do café arábica volta a cair, enquanto o açúcar apresenta reajustes
Baixar áudioO preço do café arábica abre esta quinta-feira (2) em baixa de 0,41%, com a saca de 60 kg negociada a R$ 1.880,08 na cidade de São Paulo.
INDICADOR DO CAFÉ ARÁBICA CEPEA/ESALQ
| DATA | VALOR R$ | VAR./DIA | VAR./MÊS | VALOR US$ |
|---|---|---|---|---|
| 01/04/2026 | 1.880,08 | -0,41% | -0,41% | 364,50 |
| 31/03/2026 | 1.887,79 | -0,59% | 5,02% | 363,67 |
| 30/03/2026 | 1.898,90 | -2,52% | 5,63% | 361,01 |
| 27/03/2026 | 1.947,89 | -1,05% | 8,36% | 371,52 |
| 26/03/2026 | 1.968,47 | -0,48% | 9,50% | 375,23 |
O café robusta teve baixa de 1,73% no preço, sendo comercializado a R$ 949,07.
INDICADOR DO CAFÉ ROBUSTA CEPEA/ESALQ
| DATA | VALOR R$ | VAR./DIA | VAR./MÊS | VALOR US$ |
|---|---|---|---|---|
| 01/04/2026 | 949,07 | -1,73% | -1,73% | 184,00 |
| 31/03/2026 | 965,73 | -0,11% | -6,49% | 186,04 |
| 30/03/2026 | 966,84 | -4,89% | -6,38% | 183,81 |
| 27/03/2026 | 1.016,60 | -0,05% | -1,56% | 193,90 |
| 26/03/2026 | 1.017,10 | -0,89% | -1,52% | 193,88 |
Já o preço do açúcar cristal apresenta variação nas principais praças do estado de São Paulo. Na capital, a saca de 50 kg teve desvalorização de 0,12% e é cotada a R$ 105,33.
INDICADOR DO AÇÚCAR CRISTAL BRANCO CEPEA/ESALQ - SÃO PAULO
| DATA | VALOR R$* | VAR./DIA | VAR./MÊS | VALOR US$* |
|---|---|---|---|---|
| 01/04/2026 | 105,33 | -0,12% | -0,12% | 20,42 |
| 31/03/2026 | 105,46 | 0,05% | 6,97% | 20,32 |
| 30/03/2026 | 105,41 | 2,05% | 6,92% | 20,04 |
| 27/03/2026 | 103,29 | -0,52% | 4,77% | 19,70 |
| 26/03/2026 | 103,83 | 1,52% | 5,31% | 19,79 |
Em Santos (SP), a mercadoria teve desvalorização de 2,17%, sendo negociada a R$ 111,62 na média de preços sem impostos.
INDICADOR AÇÚCAR CRISTAL - SANTOS (FOB)
| DATA | VALOR R$* | VAR./DIA | VAR./MÊS | VALOR US$* |
|---|---|---|---|---|
| 01/04/2026 | 111,62 | -2,17% | -2,17% | 21,63 |
| 31/03/2026 | 114,10 | -0,89% | 6,53% | 21,86 |
| 30/03/2026 | 115,13 | -1,08% | 7,49% | 21,99 |
| 27/03/2026 | 116,39 | -1,51% | 8,66% | 22,22 |
| 26/03/2026 | 118,18 | 2,86% | 10,34% | 22,59 |
A saca de 60 kg do milho, por sua vez, é vendida a R$ 70,32, após desvalorização de 0,07%.
INDICADOR DO MILHO ESALQ/BM&FBOVESPA
| DATA | VALOR R$* | VAR./DIA | VAR./MÊS | VALOR US$* |
|---|---|---|---|---|
| 01/04/2026 | 70,32 | -0,07% | -0,07% | 13,63 |
| 31/03/2026 | 70,37 | 0,11% | 1,21% | 13,56 |
| 30/03/2026 | 70,29 | -0,07% | 1,09% | 13,36 |
| 27/03/2026 | 70,34 | 0,01% | 1,16% | 13,42 |
| 26/03/2026 | 70,33 | -0,17% | 1,15% | 13,41 |
Os valores são do Cepea.
Café arábica e café robusta são as duas principais variedades cultivadas e comercializadas no Brasil, ambas medidas em sacas de 60 kg.
A saca de açúcar cristal no Brasil é padronizada em 50 quilos, especialmente para comercialização no mercado atacadista e para uso na indústria alimentícia. Essa unidade de medida é adotada pelo Cepea/Esalq-USP, principal fonte de cotações diárias do açúcar cristal no país.
A saca de milho equivale a 60 kg de grãos, mesmo padrão utilizado para soja e trigo. Essa medida é oficializada por instituições como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Cepea, sendo amplamente usada em negociações e relatórios de preço do milho.
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Baixar áudioO preço do boi gordo abre esta quinta-feira (2) em alta de 0,81%. A arroba é negociada a R$ 358,90, no estado de São Paulo.
INDICADOR DO BOI GORDO CEPEA/ESALQ
| DATA | VALOR R$* | VAR./DIA | VAR./MÊS | VALOR US$* |
|---|---|---|---|---|
| 01/04/2026 | 358,90 | 0,81% | 0,81% | 69,58 |
| 31/03/2026 | 356,00 | 0,07% | 0,81% | 68,58 |
| 30/03/2026 | 355,75 | 0,08% | 0,74% | 67,63 |
| 27/03/2026 | 355,45 | -0,03% | 0,65% | 67,80 |
| 26/03/2026 | 355,55 | 0,25% | 0,68% | 67,78 |
Nos atacados da Grande São Paulo, São José do Rio Preto e Descalvado, os preços do frango congelado apresentaram estabilidade, assim como os do frango resfriado. A primeira mercadoria é vendida a R$ 7,24, enquanto a segunda é comercializada a R$ 7,27.
PREÇOS DO FRANGO CONGELADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP
| DATA | VALOR R$ | VAR./DIA | VAR./MÊS |
|---|---|---|---|
| 01/04/2026 | 7,24 | 0,00% | 0,00% |
| 31/03/2026 | 7,24 | 2,12% | -0,28% |
| 30/03/2026 | 7,09 | 2,01% | -2,34% |
| 27/03/2026 | 6,95 | 0,72% | -4,27% |
| 26/03/2026 | 6,90 | 0,00% | -4,96% |
PREÇOS DO FRANGO RESFRIADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP
| DATA | VALOR R$ | VAR./DIA | VAR./MÊS |
|---|---|---|---|
| 01/04/2026 | 7,27 | 0,00% | 0,00% |
| 31/03/2026 | 7,27 | 2,11% | -0,55% |
| 30/03/2026 | 7,12 | 2,45% | -2,60% |
| 27/03/2026 | 6,95 | 0,72% | -4,92% |
| 26/03/2026 | 6,90 | -0,29% | -5,61% |
A carcaça suína especial também volta a apontar estabilidade no preço, sendo negociada a R$ 9,64 por quilo, nos atacados da Grande São Paulo.
PREÇOS DA CARCAÇA SUÍNA ESPECIAL (R$/kg)
| DATA | MÉDIA | VAR./DIA | VAR./MÊS |
|---|---|---|---|
| 01/04/2026 | 9,64 | 0,00% | 0,00% |
| 31/03/2026 | 9,64 | -2,53% | -4,55% |
| 30/03/2026 | 9,89 | -0,60% | -2,08% |
| 27/03/2026 | 9,95 | 0,00% | -1,49% |
| 26/03/2026 | 9,95 | 0,00% | -1,49% |
O preço do suíno vivo registra estabilidade em São Paulo e desvalorização de 0,46% em Minas Gerais, de 0,81% no Paraná, de 3,50% no Rio Grande do Sul e de 1,95% em Santa Catarina. As mercadorias variam entre R$ 6,04 e R$ 6,61.
INDICADOR DO SUÍNO VIVO CEPEA/ESALQ (R$/kg)
| DATA | ESTADO | VALOR R$* | VAR./DIA | VAR./MÊS |
|---|---|---|---|---|
| 01/04/2026 | MG - posto | 6,54 | -0,46% | -0,46% |
| 01/04/2026 | PR - a retirar | 6,10 | -0,81% | -0,81% |
| 01/04/2026 | RS - a retirar | 6,07 | -3,50% | -3,50% |
| 01/04/2026 | SC - a retirar | 6,04 | -1,95% | -1,95% |
| 01/04/2026 | SP - posto | 6,61 | 0,00% | 0,00% |
Os valores são do Cepea.
O boi gordo é o bovino macho pronto para o abate, com peso mínimo de 16 arrobas líquidas de carcaça (aproximadamente 240 kg) e até 42 meses de idade. Atende aos padrões do mercado nacional e internacional, incluindo exportações para Europa, China e cota Hilton.
O frango congelado passa por congelamento rápido, com temperaturas abaixo de -12°C, garantindo maior vida útil para armazenamento e transporte a longas distâncias. Já o frango resfriado é mantido entre 0°C e 4°C, com validade de 5 a 7 dias, oferecendo textura e sabor mais próximos do fresco, ideal para consumidores exigentes e restaurantes.
Copiar o textoA soja apresenta baixa no Paraná e em Paranaguá; o trigo sofre reajustes
Baixar áudioO valor da saca de 60 kg da soja abre esta quinta-feira (2) em baixa, tanto no interior do Paraná quanto no litoral do estado, em Paranaguá.
Na primeira região, o grão teve desvalorização de 0,26% e é negociado a R$ 122,49; na segunda, a mercadoria teve desvalorização de 1,03% e é cotada a R$ 127,91.
INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANÁ
| DATA | VALOR R$* | VAR./DIA | VAR./MÊS | VALOR US$* |
|---|---|---|---|---|
| 01/04/2026 | 122,49 | -0,26% | -0,26% | 23,75 |
| 31/03/2026 | 122,81 | -0,15% | 1,75% | 23,66 |
| 30/03/2026 | 123,00 | -0,89% | 1,91% | 23,38 |
| 27/03/2026 | 124,10 | 0,15% | 2,82% | 23,67 |
| 26/03/2026 | 123,92 | 0,85% | 2,67% | 23,62 |
INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANAGUÁ
| DATA | VALOR R$* | VAR./DIA | VAR./MÊS | VALOR US$* |
|---|---|---|---|---|
| 01/04/2026 | 127,91 | -1,03% | -1,03% | 24,80 |
| 31/03/2026 | 129,24 | -0,27% | 1,90% | 24,90 |
| 30/03/2026 | 129,59 | -0,32% | 2,18% | 24,64 |
| 27/03/2026 | 130,01 | -0,28% | 2,51% | 24,80 |
| 26/03/2026 | 130,37 | 0,87% | 2,79% | 24,85 |
O preço do trigo, por sua vez, registra valorização de 0,32% no Paraná e de 0,32% no Rio Grande do Sul. No primeiro estado, a tonelada é vendida a R$ 1.289,02, enquanto no segundo é comercializada a R$ 1.156,38.
PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - PARANÁ
| DATA | VALOR R$/T* | VAR./DIA | VAR./MÊS | VALOR US$/T* |
|---|---|---|---|---|
| 01/04/2026 | 1.289,02 | 0,32% | 0,32% | 249,91 |
| 31/03/2026 | 1.284,93 | 0,52% | 9,07% | 247,53 |
| 30/03/2026 | 1.278,29 | 0,74% | 8,51% | 243,02 |
| 27/03/2026 | 1.268,96 | -0,24% | 7,71% | 242,03 |
| 26/03/2026 | 1.272,01 | 0,27% | 7,97% | 242,47 |
PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - RIO GRANDE DO SUL
| DATA | VALOR R$/T* | VAR./DIA | VAR./MÊS | VALOR US$/T* |
|---|---|---|---|---|
| 01/04/2026 | 1.156,38 | 0,32% | 0,32% | 224,19 |
| 31/03/2026 | 1.152,68 | 0,18% | 4,91% | 222,05 |
| 30/03/2026 | 1.150,62 | 1,23% | 4,72% | 218,75 |
| 27/03/2026 | 1.136,66 | 0,63% | 3,45% | 216,80 |
| 26/03/2026 | 1.129,56 | 0,31% | 2,81% | 215,32 |
Os valores são do Cepea.
A saca de soja e a saca de trigo são as principais unidades de comercialização de grãos no Brasil. Cada saca equivale a 60 quilos, padrão adotado por órgãos oficiais como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).
Esse formato padronizado facilita o comércio da soja e do trigo, além de permitir um acompanhamento mais preciso das cotações e variações de preços no mercado nacional.
Copiar o textoÍndice repercutiu alívio na percepção de risco, mas foi limitado por Petrobras
Baixar áudioO Ibovespa voltou a fechar o pregão em alta de 0,26%, aos 187.952 pontos. O desempenho do índice foi influenciado pelo alívio na percepção de risco no Oriente Médio, frente às expectativas de um acordo de cessar-fogo nos próximos dias.
Segue em andamento o embate de narrativas entre autoridades estadunidenses e iranianas sobre a existência de negociações em busca de um acordo para o fim da guerra no Irã. Após autoridades iranianas terem negado novamente as declarações do presidente estadunidense Donald Trump, de que o país persa teria requisitado um cessar-fogo, o chefe da Casa Branca disse, em entrevista à Reuters, que os EUA sairão do Irã rapidamente e poderão retornar para o que chamou de “ataques pontuais”, se necessário.
Trump fará um pronunciamento nacional sobre a situação do país persa na noite desta quarta-feira (1º), a partir das 22h (horário de Brasília). Segundo apuração da Bloomberg, ele deve reiterar o cronograma de duas a três semanas para que as tropas estadunidenses encerrem o conflito.
No cenário doméstico, além da repercussão dos assuntos da política externa, o Planalto informou que a Casa Civil enviou ao Senado a mensagem com a indicação do Advogado-Geral da União (AGU), Jorge Messias, para a vaga deixada pelo ex-ministro Luís Roberto Barroso no Supremo Tribunal Federal (STF).
No Ibovespa, as ações da Petrobras encerraram entre as de maiores quedas e limitaram os ganhos do índice. A petroleira anunciou aumento de 55% no preço médio de venda do querosene de aviação (QAV) para as distribuidoras em abril. Além disso, os papéis da estatal foram pressionados pela desvalorização de 2,70% do petróleo, resultando em quedas de 2,67% e 3,67%, mesmo sendo as ações mais negociadas da B3.
Confira as ações com melhor e pior desempenho no último fechamento:
Ações em alta no Ibovespa
Bioma Educacao SA (BIED3): +35,11%
Banco BTG Pactual SA Pfd A (BPAC5): +27,10%
Ações em queda no Ibovespa
Azevedo & Travassos SA Pfd (AZEV4): -19,05%
Josapar-Joaquim Oliveira SA Participacoes Pfd (JOPA4): -17,50%
O volume total negociado na B3 foi de R$ 37.447.486.326, em meio a 4.454.508 negócios.
Os dados da bolsa podem ser consultados no site da B3.
O Ibovespa (Índice Bovespa) é o principal indicador do mercado acionário brasileiro. Calculado pela B3, ele reflete a média do desempenho das ações mais negociadas na bolsa, com base em critérios de volume e liquidez. O índice é composto por uma carteira teórica de ativos, que representa cerca de 80% do volume financeiro total negociado no mercado.
A B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) é a bolsa de valores oficial do Brasil, sediada em São Paulo. É responsável pela negociação de ações, derivativos, títulos públicos e privados, câmbio e outros ativos financeiros. A B3 está entre as maiores bolsas do mundo em infraestrutura e valor de mercado.
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Baixar áudioO dólar comercial encerrou o último pregão em queda de 0,42% frente ao real, cotado a R$ 5,15. O câmbio acompanhou a tendência externa, com o indicador DXY — que compara o dólar a uma cesta de seis divisas globais como euro e libra — apresentando baixa de 0,34%.
O desempenho da moeda estadunidense foi influenciado pelo alívio na percepção de risco geopolítico com a possibilidade do fim do conflito no Oriente Médio e pelo aumento no apetite a risco dos investidores.
Segue em andamento o embate de narrativas entre autoridades estadunidenses e iranianas sobre a existência de negociações em busca de um acordo para o fim da guerra no Irã. O presidente dos EUA, Donald Trump, iniciou esta quarta-feira (1º) dizendo, por meio de postagem no Truth Social, que o Irã havia pedido um cessar-fogo. A fala foi rebatida pelo porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã, que taxou a declaração de “falsa e sem fundamento”, segundo a rede de televisão Al Jazeera.
A Guarda Revolucionária do Irã (IRGC) também afirmou que o Estreito de Ormuz permanece sob “pleno controle” da Marinha do país e descartou qualquer possibilidade de reabertura por meio das “encenações ridículas do presidente Trump”.
O presidente estadunidense prometeu, em entrevista à Reuters no fim da tarde, que os EUA sairão muito rapidamente do Irã e poderão retornar para o que chamou de “ataques pontuais”, se necessário. O chefe da Casa Branca fará um pronunciamento nacional sobre a situação do país persa esta noite, a partir das 22h (horário de Brasília). Segundo apuração da Bloomberg, Trump deve reiterar o cronograma de duas a três semanas para que as tropas estadunidenses encerrem o conflito.
O euro, por sua vez, encerrou a sessão em baixa de 0,18%, cotado a R$ 5,97.
A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.
| Código | BRL | USD | EUR | GBP | JPY | CHF | CAD | AUD |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| BRL | 1 | 0,1940 | 0,1674 | 0,1458 | 30,8058 | 0,1541 | 0,2692 | 0,2801 |
| USD | 5,1533 | 1 | 0,8627 | 0,7516 | 158,77 | 0,7942 | 1,3876 | 1,4432 |
| EUR | 5,9737 | 1,1592 | 1 | 0,8712 | 183,98 | 0,9206 | 1,6082 | 1,6729 |
| GBP | 6,8570 | 1,3306 | 1,1478 | 1 | 211,18 | 1,0566 | 1,8459 | 1,9202 |
| JPY | 3,24614 | 0,629842 | 0,54354 | 0,473530 | 1 | 0,5002 | 0,87400 | 0,90926 |
| CHF | 6,4894 | 1,2592 | 1,0863 | 0,9463 | 199,86 | 1 | 1,7474 | 1,8172 |
| CAD | 3,7143 | 0,7206 | 0,6216 | 0,5417 | 114,41 | 0,5724 | 1 | 1,0400 |
| AUD | 3,5708 | 0,6929 | 0,5978 | 0,5208 | 109,98 | 0,5503 | 0,9613 | 1 |
Os dados são da Investing.com
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