VoltarO euro, por sua vez, encerrou o pregão cotado a R$ 6,02
Baixar áudioO dólar encerrou esta segunda-feira (17) cotado a R$ 5,20. No cenário internacional, as bolsas de Nova York operaram próximas da estabilidade, sem uma direção única entre os principais índices.
Os investidores acompanharam a alta dos preços do petróleo e as tensões no Oriente Médio, que mantiveram a cautela nos mercados. Ao mesmo tempo, as ações de empresas ligadas à inteligência artificial permaneceram no radar e ajudaram a manter o otimismo dos investidores.
O índice DXY, que mede a força do dólar frente a outras moedas globais, fechou aos 99,58 pontos.
O euro, por sua vez, encerrou o pregão cotado a R$ 6,02.
A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.
| Código | 🇧🇷 BRL | 🇺🇸 USD | 🇪🇺 EUR | 🇬🇧 GBP | 🇯🇵 JPY | 🇨🇭 CHF | 🇨🇦 CAD | 🇦🇺 AUD |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| 🇧🇷 BRL | 1 | 0,1923 | 0,1661 | 0,1419 | 30,6637 | 0,1559 | 0,2668 | 0,2707 |
| 🇺🇸 USD | 5,2011 | 1 | 0,8637 | 0,7384 | 159,50 | 0,8111 | 1,3874 | 1,4076 |
| 🇪🇺 EUR | 6,0205 | 1,1577 | 1 | 0,8548 | 184,66 | 0,9390 | 1,6062 | 1,6298 |
| 🇬🇧 GBP | 7,0446 | 1,3544 | 1,1699 | 1 | 216,02 | 1,0984 | 1,8790 | 1,9065 |
| 🇯🇵 JPY | 3,26105 | 0,627018 | 0,54158 | 0,462953 | 1 | 0,5085 | 0,86993 | 0,88261 |
| 🇨🇭 CHF | 6,4131 | 1,2330 | 1,0650 | 0,9104 | 196,66 | 1 | 1,7107 | 1,7358 |
| 🇨🇦 CAD | 3,7488 | 0,7207 | 0,6226 | 0,5322 | 114,97 | 0,5846 | 1 | 1,0147 |
| 🇦🇺 AUD | 3,6940 | 0,7104 | 0,6136 | 0,5245 | 113,30 | 0,5761 | 0,9856 | 1 |
Os dados são da Investing.com.
Copiar o textoO volume total negociado na B3 foi de R$ 24.134.183.345, em meio a 3.664.778 de negócios
Baixar áudioO Ibovespa encerrou esta segunda-feira (17) próximo da estabilidade, em alta de 0,01%, aos 166.954,77 pontos. A sessão foi marcada pela pressão negativa das ações de bancos.
O desempenho refletiu as preocupações dos investidores com o cenário de crédito no país, além das repercussões do pedido bilionário de recuperação judicial da Casas Bahia.
Na direção oposta, as ações da Petrobras ajudaram a limitar as perdas do índice, acompanhando a valorização dos preços do petróleo no mercado internacional.
Ações em alta no Ibovespa
Ações em queda no Ibovespa
O volume total negociado na B3 foi de R$ 24.134.183.345, em meio a 3.664.778 de negócios.
Os dados da bolsa podem ser consultados no site da B3.
O Ibovespa (Índice Bovespa) é o principal indicador do mercado acionário brasileiro. Calculado pela B3, ele reflete a média do desempenho das ações mais negociadas na bolsa, com base em critérios de volume e liquidez. O índice é composto por uma carteira teórica de ativos, que representa cerca de 80% do volume financeiro total negociado no mercado.
A B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) é a bolsa de valores oficial do Brasil, sediada em São Paulo. É responsável pela negociação de ações, derivativos, títulos públicos e privados, câmbio e outros ativos financeiros. A B3 está entre as maiores bolsas do mundo em infraestrutura e valor de mercado.
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Baixar áudioA Confederação Nacional da Indústria (CNI) defende a criação, a partir de 2027, de uma nova agenda para ampliar os investimentos em saneamento básico e acelerar o avanço do país em direção às metas de universalização previstas para 2033. Entre as medidas propostas está a mobilização de estados que ainda não avançaram em projetos de concessão dos serviços de abastecimento de água e coleta e tratamento de esgoto.
A proposta foi apresentada durante o Encontro Nacional das Águas e o Saneamento Brasil Summit, promovido pela Associação e Sindicato Nacional das Concessionárias Privadas de Serviços Públicos de Água e Esgoto (ABCON SINDCON), na quarta-feira (12), em São Paulo. Segundo a CNI, a articulação entre poder público, empresas de saneamento e setor produtivo será necessária para ampliar a cobertura dos serviços e garantir a execução dos investimentos previstos.
A CNI defende que, a partir de 2027, seja estabelecida uma agenda para que esses estados sejam mobilizados para elaborar e aprovar novos planos. A explicação é do diretor de Relações Institucionais da CNI, Roberto Muniz, que aponta a necessidade de expansão dos serviços de coleta e tratamento de esgoto e distribuição de água de forma adequada. “Um país que tem saneamento é um país melhor, mais justo e com mais possibilidade de desenvolvimento”, afirmou Muniz.
Segundo o diretor, o Marco Legal do Saneamento Básico, publicado em 2020, modificou o ambiente de investimentos no setor e ampliou as condições para a participação privada. Atualmente, 2.720 municípios têm prestadoras privadas de saneamento básico, o equivalente a 48,8% das cidades brasileiras. “O desafio agora é consolidar esse novo ciclo e criar uma resposta institucional coordenada, capaz de aproximar indústria, empresas de saneamento e poder público”, disse.
Na avaliação de Muniz, o avanço dos investimentos também depende das condições econômicas e regulatórias. Entre os obstáculos apontados estão as taxas de juros elevadas, a necessidade de segurança regulatória e a sustentabilidade financeira dos contratos.
Representantes do setor também discutiram as condições necessárias para que os projetos contratados sejam executados e ampliem efetivamente o atendimento à população. Segundo a diretora-presidente da ABCON SINDCON, Christianne Dias, a discussão sobre a universalização passou a se concentrar na execução dos contratos. “Hoje, a questão que nos reúne é saber como garantir as condições para que os contratos sejam executados e se convertam em atendimento para a população”, destacou.
O presidente do Conselho de Administração da ABCON SINDCON, Paulo Roberto de Oliveira, também apontou a expectativa de um novo ciclo de investimentos e implementação de projetos a partir de 2027, com foco na ampliação dos serviços e no avanço em direção às metas de universalização previstas para 2033.
A discussão sobre saneamento também foi relacionada ao déficit de infraestrutura do país. Segundo dados apresentados pelo diretor de Relações Institucionais da CNI, o Custo Brasil é estimado em R$ 1,7 trilhão por ano, do qual cerca de R$ 300 bilhões estão associados a problemas de infraestrutura.
De acordo com Muniz, o Brasil investe atualmente cerca de 2% do Produto Interno Bruto (PIB) em infraestrutura, enquanto o patamar considerado necessário seria de pelo menos 4%. Do total investido atualmente, quase 70% têm origem no setor privado.
Muniz comparou o percentual brasileiro com o de outros países e afirmou que a China investe 6,1% do PIB em infraestrutura e a Índia, 4,5%. O tema do saneamento também foi relacionado a áreas como saúde, meio ambiente e atividade econômica.
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Baixar áudioO combate à degradação da terra, a recuperação de áreas degradadas e as estratégias de adaptação aos efeitos da seca estarão no centro das discussões da 17ª Conferência das Partes (COP17) da Convenção das Nações Unidas para o Combate à Desertificação (UNCCD). O encontro começa nesta segunda-feira (17), em Ulaanbaatar, na Mongólia, com a participação do Brasil e de representantes de outros países.
A conferência segue até 28 de agosto e reúne 196 países e a União Europeia. Com o tema “Restaurando a terra. Restaurando a esperança”, o encontro também aborda proteção do solo, segurança hídrica e alimentar e mecanismos de cooperação e financiamento para regiões afetadas pela desertificação.
A participação brasileira terá como um dos espaços o Pavilhão Brasil, coordenado pelo Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), pelo Ministério das Relações Exteriores (MRE) e pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil). A programação prevê apresentações sobre as Metas Voluntárias de Neutralidade da Degradação da Terra, o Plano de Ação Brasileiro de Combate à Desertificação e Mitigação dos Efeitos da Seca (PAB-Brasil) e o Programa Recaatingar.
Para o presidente da ApexBrasil, Laudemir Müller, o encontro permite compartilhar iniciativas brasileiras relacionadas à restauração e à gestão sustentável da terra.
“Ao levar exemplos como o Programa Recaatingar e o Plano de Ação Brasileiro de Combate à Desertificação, temos a oportunidade de compartilhar com a comunidade internacional nossas ações e reforçar nosso compromisso com soluções sustentáveis para a gestão da terra”, destacou.
A participação das instituições brasileiras na COP17 ocorre em um momento em que a degradação do solo, desertificação e seca também afetam o território nacional. As discussões terão atenção às regiões semiáridas e subúmidas secas, especialmente à Caatinga e ao Cerrado, e abordarão conservação do solo, adaptação às mudanças climáticas e participação de povos e comunidades tradicionais no uso sustentável dos territórios.
Nesse cenário, o Brasil apresentará instrumentos como o Plano de Ação Brasileiro de Combate à Desertificação e Mitigação dos Efeitos da Seca (PAB-Brasil) e as Metas Voluntárias de Neutralidade da Degradação da Terra, que envolvem ações de prevenção, recuperação de áreas degradadas e aumento da resiliência das populações afetadas pela seca.
A programação também inclui o Programa Recaatingar, voltado à recuperação de áreas degradadas da Caatinga por meio da restauração da vegetação nativa e de práticas sustentáveis de uso da terra. A experiência brasileira coloca em discussão a relação entre preservação ambiental, disponibilidade de água, produção e condições de vida das populações que dependem desses territórios.
A conferência, que vai até o dia 28 de agosto, ocorre em um país diretamente afetado pelo problema discutido no encontro. Cerca de 77% do território da Mongólia sofre com a degradação da terra, cenário que ameaça o desenvolvimento econômico e o modo de vida de aproximadamente um terço da população.
A programação do Pavilhão Brasil também inclui apresentações de planos estaduais de combate à desertificação, elaborados em parceria com instituições de ensino e pesquisa e organismos públicos e privados.
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Baixar áudioO Senado Federal aprovou 16 empréstimos externos no valor total de US$ 1,87 bilhão para estados e municípios com a garantia da União. Como os entes federativos precisam de autorização federal para contratar financiamentos junto a instituições financeiras internacionais, as operações passaram pela análise do governo federal, que posteriormente encaminhou mensagens ao Senado para autorizar a contratação dos empréstimos.
Entre as operações aprovadas, duas são destinadas ao município de São Paulo, no valor total de US$ 701,9 milhões. Desse montante, US$ 496,6 milhões serão destinados ao Programa de Redução da Emissão de Gases Poluentes, que prevê a eletrificação da frota de ônibus da capital paulista. O financiamento será concedido pelo Banco Internacional para Reconstrução e Desenvolvimento (BIRD).
Outros US$ 205,3 milhões serão utilizados no Programa de Reestruturação e Qualificação da Rede Hospitalar e de Atenção Especializada da Cidade de São Paulo, com financiamento do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID).
Belo Horizonte (MG) também teve uma operação de crédito aprovada. O município poderá contratar US$ 204 milhões junto ao BID para financiar o Programa de Recuperação Ambiental e Saneamento dos Fundos de Vale e Córregos em Leito Natural de Belo Horizonte.
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Copiar o textoO trigo tem queda de preço no Rio Grande do Sul e no Paraná
Baixar áudioA saca de 60 quilos da soja inicia terça-feira (18) em alta no interior do Paraná e na região litorânea de Paranaguá.
No mercado paranaense, o grão apresenta aumento de 0,38%, com a saca negociada a R$ 141,69. Em Paranaguá, o aumento foi de 0,80%, levando a cotação para R$ 150,14.
INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANÁ
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 17/08/2026 | 141,69 | 0,38% | 3,22% | 27,26 |
| 14/08/2026 | 141,16 | 0,84% | 2,83% | 27,02 |
| 13/08/2026 | 139,99 | 0,56% | 1,98% | 26,97 |
| 12/08/2026 | 139,21 | 1,27% | 1,41% | 26,91 |
| 11/08/2026 | 137,46 | 0,01% | 0,14% | 26,61 |
INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANAGUÁ
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 17/08/2026 | 150,14 | 0,80% | 3,61% | 28,88 |
| 14/08/2026 | 148,95 | 1,37% | 2,79% | 28,51 |
| 13/08/2026 | 146,94 | 0,41% | 1,40% | 28,31 |
| 12/08/2026 | 146,34 | 1,00% | 0,99% | 28,29 |
| 11/08/2026 | 144,89 | -0,05% | -0,01% | 28,05 |
O trigo tem queda de preço no Rio Grande do Sul e no Paraná.
No Paraná, a tonelada do cereal é comercializada a R$ 1.419,11. No Rio Grande do Sul, o produto é vendido a R$ 1.318,09.
PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - RIO GRANDE DO SUL
| Data | Valor R$/t* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$/t* |
|---|---|---|---|---|
| 17/08/2026 | 1.318,09 | -0,13% | -0,29% | 253,58 |
| 14/08/2026 | 1.319,86 | -0,13% | -0,15% | 252,65 |
| 13/08/2026 | 1.321,52 | 0,00% | -0,03% | 254,63 |
| 12/08/2026 | 1.321,52 | 0,86% | -0,03% | 255,47 |
| 11/08/2026 | 1.310,28 | 0,00% | -0,88% | 253,68 |
PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - PARANÁ
| Data | Valor R$/t* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$/t* |
|---|---|---|---|---|
| 17/08/2026 | 1.419,11 | -0,18% | 0,94% | 273,01 |
| 14/08/2026 | 1.421,62 | 0,39% | 1,12% | 272,13 |
| 13/08/2026 | 1.416,10 | 0,12% | 0,72% | 272,85 |
| 12/08/2026 | 1.414,35 | -0,05% | 0,60% | 273,41 |
| 11/08/2026 | 1.415,09 | 0,04% | 0,65% | 273,98 |
Os dados são do Cepea.
A saca de soja e a saca de trigo são as principais unidades de comercialização de grãos no Brasil. Cada saca equivale a 60 quilos, padrão adotado por órgãos oficiais como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).
Esse formato padronizado facilita o comércio da soja e do trigo, além de permitir um acompanhamento mais preciso das cotações e variações de preços no mercado nacional.
Copiar o textoParaná terá predomínio de muitas nuvens, enquanto Santa Catarina registra névoa úmida no litoral
Baixar áudioA previsão para esta segunda-feira (17) indica chuva e névoa úmida em parte do Rio Grande do Sul, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
No Paraná, o tempo fica com muitas nuvens em grande parte do estado, com períodos de menor nebulosidade em áreas do norte e névoa úmida no litoral. Em Curitiba, a temperatura varia entre 15°C e 28°C.
Em Santa Catarina, muitas nuvens predominam, com ocorrência de névoa úmida principalmente no litoral. Florianópolis terá mínima de 18°C e máxima de 22°C.
No Rio Grande do Sul, a chuva se concentra principalmente nas regiões oeste, sudoeste e sul, com possibilidade de pancadas e trovoadas em algumas áreas próximas à fronteira com o Uruguai. Nas demais regiões, o céu terá muitas nuvens. Em Porto Alegre, os termômetros variam entre 18°C e 25°C.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o textoPrevisão indica tempo com poucas nuvens nos quatro estados da região, com máxima de 38°C em Cuiabá
Baixar áudioA previsão para esta segunda-feira (17) indica predomínio de poucas nuvens na Região Centro-Oeste, com temperaturas que podem chegar aos 38°C, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
No Distrito Federal, Brasília terá mínima de 14°C e máxima de 29°C, com poucas nuvens. A mesma condição predomina nas demais áreas do DF.
Em Goiás, o tempo permanece com poucas nuvens em praticamente todo o estado. Em Goiânia, os termômetros variam entre 19°C e 35°C.
Em Mato Grosso, também há predomínio de poucas nuvens. Cuiabá terá mínima de 24°C e máxima de 38°C, a maior temperatura prevista entre as capitais do Centro-Oeste.
Em Mato Grosso do Sul, a previsão é de poucas nuvens em praticamente todo o estado. Campo Grande terá mínima de 23°C e máxima de 35°C.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o textoSão Paulo terá máxima de 31°C, enquanto Rio de Janeiro e Vitória podem registrar névoa úmida
Baixar áudioA previsão para esta segunda-feira (17) indica predomínio de nuvens em parte da Região Sudeste, com ocorrência de névoa úmida em áreas do Rio de Janeiro e do Espírito Santo, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Em São Paulo, muitas nuvens predominam no estado. Na capital paulista, a temperatura varia entre 18°C e 31°C.
No Rio de Janeiro, a previsão é de muitas nuvens, com ocorrência de névoa úmida principalmente no litoral e em áreas próximas à Serra do Mar. Na capital, os termômetros ficam entre 18°C e 32°C.
Em Minas Gerais, o tempo permanece com poucas nuvens na maior parte do estado. Em Belo Horizonte, a mínima será de 15°C e a máxima de 30°C.
No Espírito Santo, muitas nuvens e névoa úmida são previstas principalmente no litoral, enquanto o interior terá menor nebulosidade. Em Vitória, a temperatura varia entre 20°C e 27°C.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA previsão para esta segunda-feira (17) indica possibilidade de chuva isolada em áreas da Região Norte, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
No Tocantins, o tempo permanece com poucas nuvens. Em Palmas, a temperatura varia entre 25°C e 37°C.
No Pará, a previsão é de muitas nuvens em Belém, com mínima de 24°C e máxima de 34°C. No estado, há possibilidade de chuva isolada principalmente em áreas do norte paraense.
No Amapá, muitas nuvens e possibilidade de chuva isolada atingem diferentes áreas do estado. Em Macapá, os termômetros variam entre 24°C e 34°C.
Em Roraima, também há possibilidade de chuva isolada, principalmente no norte e oeste do estado. Boa Vista terá mínima de 26°C e máxima de 34°C.
No Amazonas, o tempo fica com poucas nuvens em Manaus, onde as temperaturas variam entre 26°C e 35°C. A possibilidade de chuva fica concentrada principalmente no extremo norte e noroeste amazonense.
Em Rondônia, predominam poucas nuvens. Porto Velho registra mínima de 24°C e máxima de 39°C, a maior temperatura prevista entre as capitais da região.
No Acre, a previsão também é de poucas nuvens. Em Rio Branco, a temperatura varia entre 22°C e 34°C.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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