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Baixar áudioA construção de convergências para superar a polarização política, o fortalecimento das instituições e a garantia do protagonismo feminino nas tomadas de decisão que impactam a economia do país nortearam os debates de lideranças do setor produtivo e do Congresso Nacional. Os posicionamentos foram apresentados em encontro promovido pelo Conselho da Mulher Empreendedora e da Cidadania (CMEC).
O evento foi realizado em Brasília, nesta quarta-feira (4). Diante dos temas debatidos, os participantes convergiram no apoio à pré-candidatura da senadora Tereza Cristina (PP-MS) à presidência do Senado Federal, apontando o nome da parlamentar como uma alternativa de centro, equilíbrio e representatividade para a Casa, que jamais foi comandada por uma mulher.
Ao agradecer as manifestações das entidades e parlamentares, Tereza Cristina reforçou o compromisso com a pacificação e a agenda institucional. "O Senado tem mais de 200 anos e nunca teve uma presidente mulher. Chegou a hora de construir essa história com equilíbrio, diálogo e convergência entre as diferentes correntes do país", destacou a senadora.
"A gente tem que entender e analisar todos os cenários. Então, eu acho que a gente tem que fazer uma reflexão para ver direito como é que nós vamos seguir daqui para a frente”, complementou Tereza Cristina.
A presidente do CMEC Nacional, Ana Cláudia Cotait, anunciou a mobilização da rede em todo o país. O conselho conta com mais de mil núcleos e reúne 100 mil mulheres empreendedoras.
"As mulheres têm diplomacia, técnica e competência para liderar", afirmou Ana Cláudia Cotait. "O CMEC vai apoiar essa construção. A presença da mulher nos espaços de poder é essencial para o Brasil."
"Fortalecendo o diálogo entre empreendedorismo, a sociedade civil e o Poder Legislativo. Queremos transformar nossas demandas em propostas concretas e garantir que as mulheres participem efetivamente das construções de políticas que impactam suas vidas e o desenvolvimento do país”, enfatizou a dirigente.
A urgência de ampliação da presença feminina nos centros de decisão do Estado também esteve no centro da pauta. A deputada federal Soraya Santos (PL-RJ) enfatizou que a busca por equidade nos órgãos públicos cumpre um princípio constitucional e reflete a estrutura da sociedade brasileira.
"O Legislativo é o único Poder que nunca teve uma mulher na presidência", destacou a parlamentar. "Hoje, mais de 51% dos lares brasileiros são chefiados por mulheres. Além disso, 62% das mulheres com câncer e 70% das mães solo de filhos com deficiência são as principais provedoras da casa. Não há como decidir a economia sem as mulheres na mesa de negociação", pontuou a congressista.
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Durante o evento, a diretora técnica do Sebrae Nacional, Margareth Coelho, também reforçou o papel do preparo técnico e da articulação do setor produtivo com os governos.
"Conhecemos o custo da trajetória de uma mulher até o topo na gestão. O país necessita de lideranças capacitadas, com experiência no Executivo e no Legislativo, capazes de unir a sociedade em prol do crescimento", defendeu Margareth Coelho.
As deliberações também contaram com a participação do presidente da CACB, Alfredo Cotait Neto. Na ocasião, ele destacou a urgência de pacificar o ambiente político institucional como condição indispensável para a estabilidade do sistema econômico brasileiro.
"Nós estamos com as instituições completamente desfiguradas. Nós temos que restabelecer isso. Não é apenas o Senado, é a Câmara, é o Parlamento, é o Executivo e é o Judiciário. Nós precisamos mudar esse sistema. Esse sistema não pode mais prevalecer. Nós estamos perdendo a representação política”, defendeu Cotait, que também preside a Associação Comercial de São Paulo (ACSP) e a Federação das Associações Comerciais de São Paulo (Facesp).
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Baixar áudioA construção de mecanismos legais para preservar o Simples Nacional e evitar a perda de competitividade das pequenas empresas diante da Reforma Tributária foi o principal tema de debate entre representantes do setor produtivo e parlamentares, nesta quarta-feira (4). Os caminhos técnicos e políticos foram apresentados durante reunião-almoço promovida pela Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB), em parceria com a Frente Parlamentar do Empreendedorismo (FPE).
A ideia é promover diálogos que articulem propostas que evitam perdas às empresas do Simples Nacional, com as novas regras previstas na Reforma Tributária.
O encontro ocorreu na sede da CACB, em Brasília. Durante o evento, o presidente da entidade, Alfredo Cotait Neto, destacou que a prioridade é a construção de uma proposta técnica sólida em conjunto com os parlamentares.
"Nós precisamos mapear uma estratégia de como a gente vai equacionar o problema. A questão tributária, eu acho que é a mais séria também. Uma coisa é a atualização, outra coisa é a questão da Reforma Tributária porque ela tem uma tendência a destruir o Simples. Nós precisamos construir um único projeto que possa ser encaminhado e defendido”, afirmou Cotait, que também está à frente da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) e da Federação das Associações Comerciais de São Paulo (Facesp).
Presente no encontro, o presidente da FPE, deputado Joaquim Passarinho (PL-PA), defendeu a urgência de pautar projetos em andamento na Câmara dos Deputados para recompor a defasagem das faixas de enquadramento do setor.
"Não é nada de aumento, é apenas fazer uma parte de correção. Talvez, pelo menos uma pequena correção nos valores, porque sempre o governo pula muito dizendo que isso é renúncia fiscal. Isso não é renúncia fiscal, pelo contrário", afirmou o parlamentar.
O economista e professor do IDP e da Universidade de Lisboa, José Roberto Afonso, chamou atenção para a necessidade de o governo divulgar as memórias de cálculo da reforma tributária. Na ocasião, ele alertou para as distorções que a falta de neutralidade pode causar no comércio.
"Como nós estamos defendendo uma reforma transparente, que a transparência começasse por divulgar a memória de cálculo de como se chegou aos parâmetros. A questão da competitividade é chave. Se eu quero uma reforma neutra — onde seja indiferente comprar de uma empresa do sistema regular ou de uma empresa que ficou no Simples puro —, isso só vai funcionar, só vai ser neutro, na hora que se conseguir desenvolver alguma forma de compensar quem ficou no Simples", considerou.
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O vice-presidente jurídico da CACB, Anderson Trautman, explicou que a transição para o modelo de Imposto sobre Valor Agregado (IVA) impõe ao Simples Nacional o desafio da geração proporcional de créditos, o que pode comprometer a competitividade das pequenas empresas em relação ao regime geral.
"Dentro do projeto original da reforma, a alíquota única não permitiria às empresas optantes pelo regime do Simples Nacional gerar crédito ao seu adquirente. Nós levamos essa demanda ao Parlamento e conseguimos uma modificação, que foi a permissão para o crédito no âmbito da reforma tributária. Só que esse crédito foi proporcional ao enquadramento da empresa dentro do Simples Nacional. Ou seja, se eu for uma empresa enquadrada numa faixa de tributação de 28%, o meu cliente terá um crédito de 8%. Então aí que surge a perda de competitividade”, disse.
Em meio ao debate, o deputado federal Jorge Goetten (Republicanos (SC) apresentou propostas focadas na redução de períodos de inadimplência e em incentivos previdenciários para o setor.
"Isso não atrapalha em nada, não estamos tirando benefício nenhum. Isso evita esses programas como o Desenrola, esse perdão de dívida como vimos. Pelo menos pode ter o perdão de dívida, mas de um valor muito menor. Nós estamos colocando uma isenção por três anos, 100% do CPP, da contribuição previdenciária", afirmou.
Já o deputado federal Luiz Gastão (PSD-CE) defendeu a urgência de aprovar um projeto de lei que garanta compensações às pequenas empresas, focando em incentivos para a manutenção de postos de trabalho e no acesso a dados transparentes sobre a Reforma Tributária.
"Temos que pegar esses mecanismos legais que já estão aprovados e construir um projeto de lei para podermos reestruturar as pequenas empresas no país e dar a elas competitividade. Acredito que poderemos fazer isso subsidiando o pagamento de salários através de crédito no Imposto de Renda”, destacou. Nesse sentido, o parlamentar defendeu transparência e mais segurança jurídica às micro e pequenas empresas.
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Baixar áudioO Brasil criou 121.305 empregos formais em setembro de 2026, segundo dados do Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged), divulgados nesta quarta-feira (4) pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).
O resultado corresponde à diferença entre 2.214.437 admissões e 2.093.132 desligamentos registrados no período.
Apesar do saldo positivo, houve desaceleração na geração de empregos. Na comparação com setembro de 2025, quando foram criadas 214.609 vagas, o resultado representa uma queda de 43,5%. Em relação a agosto deste ano, que registrou 161.062 postos de trabalho, a retração foi de 24,7%.
No acumulado de janeiro a setembro de 2026, o país contabilizou 1.248.914 novos empregos formais, uma redução de 27,9% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram abertas 1.731.398 vagas.
Nos últimos 12 meses, entre outubro de 2025 e setembro de 2026, o saldo chegou a 787.073 postos de trabalho. Com isso, o estoque de empregos formais no Brasil alcançou 48.359.577 vínculos ativos.
Entre os cinco grandes grupos de atividades econômicas, quatro registraram saldo positivo em setembro. O setor de serviços liderou a geração de empregos, com 81.241 novas vagas, crescimento de 0,34% em relação ao mês anterior.
Dentro do segmento, as atividades administrativas e os serviços complementares responderam por 18.386 postos, enquanto as atividades de saúde humana e serviços sociais contribuíram com outras 15.403 vagas.
A indústria apresentou o segundo maior saldo positivo, com 19.285 empregos formais. Na sequência, aparecem o comércio, com 15.697 postos, e a construção civil, com 9.468 vagas. Nesse último setor, as obras de infraestrutura se destacaram, com 4.669 novos empregos.
A agropecuária foi o único grande grupo com resultado negativo, registrando o fechamento de 4.381 postos de trabalho. A redução foi influenciada principalmente pelo cultivo de café, com saldo negativo de 5.548 vagas, e de alho, com menos 1.396 postos.
No acumulado do ano, entretanto, todos os cinco grandes grupos de atividades econômicas apresentaram crescimento. Serviços também lideram o resultado, com 775.774 vagas, seguidos pela construção civil, com 207.434, e pela indústria, com 188.563 empregos.
Na divisão regional, o Nordeste apresentou o maior saldo de empregos formais em setembro, com 49.142 novas vagas.
O Sudeste aparece na segunda posição, com 39.404 postos de trabalho, seguido pelo Norte, que registrou 14.748 empregos. Já as regiões Sul e Centro-Oeste contabilizaram, respectivamente, 9.949 e 7.894 vagas.
Apesar do saldo positivo nas cinco regiões, o desempenho foi diferente entre as unidades da Federação.
Em números absolutos, São Paulo liderou o resultado nacional entre os estados, com 19.391 novas vagas. Pernambuco aparece na sequência, com 13.371 postos, seguido por Alagoas, com 11.110 empregos.
Considerando o crescimento proporcional, Alagoas apresentou o melhor desempenho, com alta de 2,47%. Amapá, com 1,35%, e Roraima, com 1,23%, completam os três primeiros lugares.
O Rio Grande do Sul foi o único estado a registrar saldo negativo em setembro, com o fechamento de 2.937 postos de trabalho, uma retração de 0,10%.
No acumulado de janeiro a setembro, todas as unidades federativas apresentaram saldo positivo. São Paulo também lidera nesse recorte, com 322.551 vagas, seguido por Minas Gerais, com 129.777, e Rio de Janeiro, com 86.489.
O salário médio real de admissão ficou em R$ 2.429,41 em setembro, uma redução de 0,05% em relação a agosto, quando a remuneração média foi de R$ 2.430,51.
Na comparação com setembro de 2025, quando o valor era de R$ 2.384,50, houve crescimento de 1,88%.
Do total de empregos criados em setembro, 94.729 correspondiam a vínculos típicos, o equivalente a 78,1% do saldo. Outros 26.576 postos, ou 21,9%, foram classificados como vínculos não típicos.
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Baixar áudioEntidades representativas dos setores jurídico, tributário e empresarial defendem, em carta aberta, o adiamento da implementação efetiva da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) para, no mínimo, 2028. No documento, as signatárias (veja a lista abaixo) argumentam que a falta de definições normativas e as dificuldades operacionais dos sistemas públicos e privados comprometem a preparação das empresas para a mudança, prevista para 1º de janeiro de 2027.
Por isso, as entidades propõem que o próximo ano seja destinado à realização de testes e ajustes, com a adoção das alterações normativas necessárias. A carta também enfatiza a importância de preservar princípios como neutralidade tributária, segurança jurídica, livre iniciativa e proteção da confiança legítima durante o período de transição.
Segundo as signatárias, a ausência dessas condições pode elevar os custos das empresas, ampliar a insegurança jurídica e gerar impactos negativos sobre a atividade econômica.
O documento elenca quatro entraves principais à implementação da CBS:
Uma das principais preocupações das entidades é a definição da alíquota da CBS que será aplicada a partir de 2027. De acordo com a carta, a divulgação do percentual está prevista para 15 de dezembro de 2026, o que deixaria pouco mais de duas semanas para que os contribuintes avaliem os impactos econômicos da nova tributação.
As signatárias consideram o prazo insuficiente para renegociar contratos, revisar preços e reorganizar operações empresariais. A dificuldade é agravada pelas particularidades dos diferentes setores econômicos e pelas limitações à recuperação integral de créditos tributários em determinadas operações.
O Tribunal de Contas da União (TCU) já aprovou o cálculo da alíquota de referência da CBS. O percentual foi calculado em 11,3468%, arredondado para 11,3%. Agora, cabe ao Senado Federal definir a alíquota para 2027 até 15 de dezembro.
Outro entrave apontado pelas entidades é a ausência de pleno funcionamento do sistema de apuração assistida do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e da CBS. Segundo a carta, essa limitação prejudica a realização dos testes necessários à adaptação dos contribuintes às novas obrigações tributárias.
As signatárias ressaltam que a implementação da reforma exige previsibilidade e condições operacionais adequadas, principalmente diante da complexidade das mudanças previstas no novo modelo de tributação.
A carta também destaca os desafios enfrentados pelas empresas para atualizar seus sistemas internos. A adaptação ao IBS e à CBS exige mudanças nos sistemas de gestão empresarial (ERPs), na emissão de documentos fiscais, na parametrização tributária, na integração de informações e nos controles de créditos e débitos.
De acordo com as entidades, a demora na definição de parâmetros normativos e na disponibilização de ferramentas operacionais pelo poder público dificulta essas adequações. O cenário também aumenta os riscos de inconsistências, erros de apuração e descumprimento involuntário de obrigações fiscais.
Além dos obstáculos tecnológicos, as signatárias manifestam preocupação com a resolução de conflitos judiciais decorrentes da reforma tributária. Embora a elevação gradual das alíquotas do IBS esteja prevista apenas a partir de 2029, o tributo já terá incidência em 2027, com alíquota de 0,1%.
Segundo as entidades, a cobrança poderá gerar disputas judiciais envolvendo questões que também se relacionam à CBS. Como os dois tributos estarão sujeitos a competências jurisdicionais distintas, a falta de mecanismos adequados de harmonização poderá levar a decisões contraditórias sobre uma mesma operação.
Contudo, as entidades ressaltam que o adiamento proposto não representa oposição à reforma tributária, mas uma medida para assegurar condições técnicas, operacionais e jurídicas adequadas à sua implementação.
A carta conclui que o sucesso da transformação do sistema tributário deve ser medido pela capacidade de estabelecer um modelo mais simples, eficiente e seguro, e não apenas pelo cumprimento de um cronograma.
Signatárias:
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Baixar áudioAs transferências obrigatórias para a saúde de média e alta complexidade nos municípios devem somar R$ 54,5 bilhões na Proposta de Lei Orçamentária Anual (PLOA) de 2027. O valor representa uma queda nominal de 3,8% — cerca de R$ 2,1 bilhões a menos — em relação aos R$ 56,6 bilhões da dotação atualizada de 2026, segundo levantamento da Confederação Nacional de Municípios (CNM).
A rubrica voltada à média e alta complexidade é a maior entre os repasses federais analisados para os municípios. No total, o conjunto de transferências obrigatórias do Ministério da Saúde nesse recorte passa de R$ 107,9 bilhões para R$ 106,5 bilhões, uma redução de 1,3%. Vale ressaltar que os dados não abrangem a totalidade do orçamento federal do setor.
A proposta também prevê recuo em outras áreas estratégicas
Por outro lado, algumas ações tiveram acréscimo orçamentário. No caso de Agentes Comunitários de Saúde, o valor chega a R$ 12,4 bilhões, alta de 9%.
Quanto aos Agentes de Combate às Endemias, o montante é de R$ 3,1 bilhões, um salto de 8,7%. Em relação à Assistência Farmacêutica Básica, a quantia é de R$ 1,8 bilhão, que corresponde um aumento de 10,7%.
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A CNM destaca que a comparação utiliza a dotação atualizada de 2026 e o texto inicial de 2027, sem considerar a inflação, o que significa que os valores finais ainda podem passar por reajustes ao longo da tramitação no Congresso Nacional.
Copiar o textoSanta Catarina apresenta variação de nebulosidade com chuva em áreas do norte catarinense
Baixar áudioA previsão do tempo para quinta-feira (5) indica variação nas condições meteorológicas entre os estados da Região Sul, com instabilidades concentradas ao norte e predomínio de sol no sul da região, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
No Paraná, o dia segue encoberto com pancadas de chuva e trovoadas no norte, centro, leste e na Região Metropolitana de Curitiba, enquanto o sudoeste e oeste paranaense registram muitas nuvens. Em Curitiba, a mínima é de 17°C e a máxima chega a 25°C. No interior do estado, o ar quente e úmido favorece a elevação gradual das temperaturas e gera pancadas de chuva isoladas com trovoadas no decorrer da tarde. As temperaturas variam entre 15°C e 27°C.
Em Santa Catarina, a condição é de tempo encoberto com registro de pancadas de chuva isoladas no norte e no Vale do Itajaí. O centro, o sul e o litoral catarinense apresentam variação entre muitas e poucas nuvens, sem previsão de chuva. Em Florianópolis, a variação térmica fica entre 18°C e 24°C. No interior catarinense, as temperaturas variam entre 13°C e 25°C.
No Rio Grande do Sul, o tempo permanece claro na maior parte do território gaúcho, do litoral à fronteira oeste e ao sul do estado, com pequenas áreas de poucas nuvens restritas ao extremo norte. Em Porto Alegre, os termômetros registram mínima de 17°C e máxima de 25°C. No interior do estado, os ventos que sopram do quadrante norte aceleram o aquecimento diurno antes da chegada de novas áreas de instabilidade, com temperaturas entre 14°C e 28°C.
Está em vigor um aviso de tempestade, classificado como perigo potencial, com validade até 23h59 desta quinta-feira (5). A área de abrangência inclui:
A previsão aponta chuva entre 20 e 30 mm/h ou até 50 mm/dia e ventos intensos de 40 a 60 km/h, com baixo risco de corte de energia elétrica, queda de galhos de árvores, alagamentos e descargas elétricas.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
Copiar o textoTempo fica encoberto e com variação nas temperaturas nos estados da região e no Distrito Federal
Baixar áudioA previsão do tempo para quinta-feira (5) indica predominância de tempo encoberto com pancadas de chuva e trovoadas em áreas de Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e no Distrito Federal, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Em Goiás, o tempo permanece encoberto com pancadas de chuva e trovoadas isoladas na maior parte do estado, com condição semelhante no leste, oeste e centro goiano. Na capital Goiânia, os termômetros registram mínima de 23°C e máxima de 35°C, enquanto no interior goiano o tempo segue seco e ensolarado com grande amplitude térmica, registrando mínimas de 18°C e máximas de 34°C.
Em Mato Grosso, a previsão aponta dia encoberto com pancadas de chuva no centro-sul, norte e noroeste do estado. Em Cuiabá, a temperatura mínima prevista é de 27°C e a máxima alcança 36°C, enquanto no interior mato-grossense uma forte massa de ar quente deixa o dia ensolarado e seco, com máximas atingindo até 37°C.
Em Mato Grosso do Sul, o céu fica encoberto com ocorrência de pancadas de chuva em áreas do centro, norte e leste sul-mato-grossense. Em Campo Grande, a mínima fica em 26°C e a máxima atinge 34°C. No interior de Mato Grosso do Sul, o calor ganha força, mas o avanço de áreas de instabilidade traz pancadas de chuva isoladas. As temperaturas ficam entre 19°C e 33°C.
No Distrito Federal e Entorno, o dia terá tempo encoberto com possibilidade de chuvisco. Em Brasília, a mínima registrada é de 20°C e a máxima chega a 32°C, enquanto nos municípios do Entorno o sol predomina entre poucas nuvens na maior parte do dia com umidade em queda à tarde, registrando madrugadas temperaturas entre 17°C a 30°C.
Está em vigor um aviso de tempestade, classificado como perigo potencial, com validade até 23h59 desta quinta-feira (5). A área de abrangência inclui:
A previsão aponta chuva entre 20 e 30 mm/h ou até 50 mm/dia e ventos intensos de 40 a 60 km/h, com baixo risco de corte de energia elétrica, queda de galhos de árvores, alagamentos e descargas elétricas.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
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Baixar áudioA previsão do tempo para quinta-feira (5) indica predomínio de tempo encoberto com pancadas de chuva e trovoadas isoladas em grande parte da Região Sudeste, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Em São Paulo, o dia segue encoberto com pancadas de chuva em todo o estado, incluindo o litoral, o interior e a Região Metropolitana. Na capital São Paulo, os termômetros registram mínima de 17°C e máxima de 31°C. No interior paulista, a aproximação de áreas de instabilidade favorece o registro de chuvas principalmente a partir da tarde, com temperaturas mínimas próximas de 17°C no amanhecer e máximas entre 28°C e 31°C.
No Rio de Janeiro, o tempo permanece encoberto com previsão de chuvisco e pancadas de chuva na capital, na Região Serrana e no sul fluminense, enquanto o norte do estado apresenta áreas de muitas nuvens. Na capital Rio de Janeiro, a mínima fica em 23°C e a máxima alcança 37°C. Já nos municípios do interior e nas áreas serranas fluminenses, a maior cobertura de nuvens estabiliza os índices térmicos, garantindo mínimas de 16°C e máximas que ficam entre 25°C e 28°C no período da tarde.
Em Minas Gerais, o céu fica encoberto com pancadas de chuva no Triângulo Mineiro, sul, sudoeste, oeste e na Região Metropolitana de Belo Horizonte, enquanto o norte e o nordeste do estado registram predomínio de muitas nuvens. Em Belo Horizonte, a variação térmica fica entre 18°C e 32°C. No interior do estado, as temperaturas oscilam com mínima de 18°C e máximas que podem chegar até 35°C nas áreas do norte e nos vales, onde o tempo fica mais seco.
No Espírito Santo, a condição é de muitas nuvens no sul, na Região Serrana e na faixa leste capixaba, sem previsão de chuva. Em Vitória, a mínima registrada é de 23°C e a máxima chega a 34°C. No interior do estado, as temperaturas permanecem equilibradas nas serras e na porção norte, com temperaturas entre 18°C e 29°C.
Está em vigor um aviso de tempestade, classificado como perigo potencial, com validade até 23h59 desta quinta-feira (5). A área de abrangência inclui:
A previsão aponta chuva entre 20 e 30 mm/h ou até 50 mm/dia e ventos intensos de 40 a 60 km/h, com baixo risco de corte de energia elétrica, queda de galhos de árvores, alagamentos e descargas elétricas.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
Copiar o textoTempo fica firme em Roraima e predomina encoberto nos estados do sul e oeste nortista
Baixar áudioA previsão do tempo para quinta-feira (5) indica predomínio de tempo encoberto com pancadas de chuva e trovoadas isoladas na porção sul e oeste da Região Norte, enquanto a faixa setentrional apresenta menor variação de nebulosidade, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
No Amazonas, o tempo fica encoberto com pancadas de chuva e trovoadas no centro, sul e sudoeste amazonense, enquanto o norte do estado registra apenas variação de nebulosidade. Em Manaus, a mínima é de 26°C e a máxima chega a 35°C. No interior do estado, a alta umidade mantém o ambiente abafado ao longo do dia, com temperaturas mínimas na casa dos 24°C durante a madrugada e máximas que atingem médias de 33°C a 35°C à tarde.
No Acre, o dia segue encoberto com ocorrência de chuvisco e pancadas de chuva no leste e no Vale do Juruá. Em Rio Branco, os termômetros registram mínima de 24°C e máxima de 34°C. Já nos municípios do interior acreano, o sol aparece intercalado por pancadas rápidas de chuva, mantendo o tempo abafado e com máximas vespertinas estabilizadas entre 32°C e 34°C.
Em Rondônia, o tempo permanece encoberto com pancadas de chuva isoladas no norte, sul e na capital. Em Porto Velho, a variação térmica fica entre 26°C e 35°C. Nas demais áreas do interior rondoniense, a atmosfera segue instável, com variação de nuvens e episódios de chuva. O amanhecer registra mínimas de 23°C e o período da tarde atinge máximas de até 34°C.
No Tocantins, o céu fica encoberto com pancadas de chuva registradas do sul ao norte do estado. Em Palmas, a mínima fica em 26°C e a máxima atinge 36°C. No interior do estado, o sol predomina em algumas localidades, reduzindo os índices de umidade no período da tarde. O início do dia tem mínima de 22°C, e as máximas de 35°C a 38°C.
No Pará, a previsão aponta muitas nuvens com possibilidade de chuva isolada no sul e centro paraense, e áreas de poucas nuvens no nordeste. Em Belém, os valores variam de 25°C a 35°C. No interior paraense, o sol aparece na maior parte do dia, mantendo o tempo aquecido e abafado, especialmente na porção sul, onde as mínimas começam na casa dos 23°C e as máximas ficam entre 34°C e 37°C.
No Amapá, a condição é de muitas nuvens no sul e poucas nuvens no setor norte amapaense. Em Macapá, a mínima registrada é de 25°C e a máxima chega a 34°C. Pelo interior do estado, a umidade marítima garante variação de nebulosidade ao longo do dia, com temperaturas entre 24°C e 33°C.
Em Roraima, o tempo permanece claro na maior parte do estado, inclusive na capital. Em Boa Vista, a mínima é de 27°C e a máxima alcança 37°C. No interior roraimense, o céu aberto favorece a rápida elevação térmica, com mínimas em torno de 24°C e as máximas entre 35°C e 37°C.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
Copiar o textoApenas o Maranhão e áreas do oeste baiano apresentam variação de nebulosidade e chuva isolada
Baixar áudioA previsão do tempo para quinta-feira (5) indica predomínio de tempo claro em quase toda a Região Nordeste, com registro de instabilidades apenas na faixa oeste e no extremo norte do Maranhão, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
No Maranhão, o predomínio será de tempo nublado com possibilidade de chuva na faixa norte do estado. Na capital, São Luís, os termômetros marcam mínima de 25°C e máxima de 32°C. Já no interior maranhense, o contraste entre a umidade do norte e o ar seco do sul mantém o ambiente com elevada sensação térmica entre 33°C a 36°C.
No Piauí, o tempo firme e ensolarado predomina em praticamente todo o território, com poucas nuvens restritas ao extremo sul. Em Teresina, a mínima registrada é de 25°C e a máxima alcança 39°C. No interior do estado, o cenário é de forte estiagem sob a atuação de uma massa de ar seco que derruba os índices de umidade no sertão piauiense. As temperaturas oscilam entre 22°C a 39°C.
O padrão de tempo claro e sem previsão de chuva se estende do litoral ao sertão nos estados do Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas e Sergipe. Em Fortaleza, a variação térmica fica entre 26°C e 33°C, enquanto no interior cearense o calor intenso sustenta máximas de até 35°C.
Em Natal, os valores oscilam de 25°C a 31°C, contrastando com o interior potiguar, onde o ar seco garante céu aberto e máximas de 35°C. João Pessoa registra mínima de 26°C e máxima de 31°C, mas no sertão paraibano a temperatura atinge marcas de 36°C.
Em Recife, a mínima fica em 24°C e a máxima chega a 31°C, enquanto o agreste e o sertão pernambucano possuem máximas de até 37°C. Maceió tem termômetros entre 22°C e 32°C, mas o agreste alagoano inicia o dia com mínima de 20°C. Em Aracaju, a variação vai de 24°C a 30°C, enquanto a porção oeste de Sergipe concentra o calor mais intenso do estado, com máxima de 32°C.
Na Bahia, o tempo permanece aberto e ensolarado no litoral, no recôncavo e no centro-sul. Por outro lado, o avanço de áreas de instabilidade provoca pancadas de chuva acompanhadas de trovoadas isoladas no oeste baiano, além de nebulosidade no extremo sul. Em Salvador, a mínima é de 23°C e a máxima alcança 31°C. No interior do estado, o aumento da cobertura de nuvens e o registro de chuva nas faixas oeste e sul acabam amenizando o padrão de calor extremo, com mínima 20°C e máxima que pode chegar a 32°C.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
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