15/10/2026 04:55h

Proposta eleva o limite de faturamento e prevê perdão de dívidas, enquanto CACB defende a atualização das faixas para micro e pequenas empresas

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A Câmara dos Deputados aprovou, por 461 votos a 4, um projeto que aumenta o limite de faturamento anual do microempreendedor individual (MEI), prevê o perdão de dívidas e amplia a possibilidade de contratação de funcionários. A proposta segue para análise do Senado.

Em posicionamento oficial, a Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB) declarou ser favorável às medidas, contudo, defende que a votação também deveria ter contemplado a atualização da tabela do Simples Nacional, outra pauta da entidade voltada às micro e pequenas empresas.

O presidente da CACB, Alfredo Cotait Neto, que também comanda a Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (FACESP) e a Associação Comercial de São Paulo (ACSP), comemorou o reajuste para os micro empreendedores, mas destacou a importância de se caminhar ainda mais para incluir todo o Simples. "Estamos desde 2018 com essa tabela sem nenhuma atualização e estamos pleiteando a correção pela inflação.”

Embora a matéria tenha sido aprovada por ampla maioria, a velocidade do rito de tramitação e a falta de estudos detalhados sobre as consequências orçamentárias e financeiras geraram críticas entre parlamentares de oposição durante a votação do texto substitutivo, como é o caso da deputada federal Adriana Ventura (NOVO-SP).

“Eu acho lamentável que um debate que deveria ser feito com toda a calma e de uma maneira estruturada, ouvindo a sociedade, ouvindo o setor produtivo, com respeito, com responsabilidade, tenha sido atropelado. Um desrespeito com a sociedade de uma maneira açodada e sem nenhuma noção de impacto o que isso vai gerar”, destacou a parlamentar.

Além da rapidez na votação, congressistas questionaram o tratamento diferenciado concedido aos microempreendedores em relação aos integrantes de outros regimes simplificados. A deputada federal Soraya Santos (PL-RJ) criticou a recusa em incluir o Simples Nacional nas negociações sob o argumento de restrições fiscais, argumentando contradição no embasamento técnico utilizado pelo governo.

“Qualquer país sério fortalece o pequeno. Agora, vem uma iniciativa do governo para separar o pequeno empresário, o Simples Nacional, aquele cara do armazém, a padaria, ou seja, o comerciante que sustenta os municípios todos. O que é que ele faz? Ele exclui. E mais, para o MEI, ele perdoa a dívida e diz que não aceita o Simples Nacional nem as pequenas empresas com base na falta de previsão orçamentária. Ora, como é que tem falta de previsão orçamentária se nós não votamos o orçamento?”, questiona.   

O texto aprovado é um substitutivo do deputado Rubens Pereira Júnior (PT-MA), relator da proposta, que reuniu medidas dos projetos de lei complementar (PLPs) 186/2026 e 267/2026.

Limite de faturamento e perdão de dívidas

O teto de receita bruta anual do MEI, que permanece em R$ 81 mil desde 2016, poderá subir para R$ 110 mil em 2027 e R$ 140 mil em 2028. Para quem iniciar as atividades durante esses anos, o limite mensal de faturamento será de R$ 9.166,67 em 2027 e R$ 11.666,67 em 2028.

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O projeto também prevê a remissão integral dos débitos de MEIs inscritos na Dívida Ativa da União até 13 de outubro de 2026. Para manter o benefício, o empreendedor deverá pagar em dia as contribuições com vencimento nos seis meses seguintes à entrada em vigor da futura lei. O descumprimento dessa condição poderá resultar no cancelamento da remissão.

O beneficiário também precisará desistir das ações judiciais em andamento na data em que a lei entrar em vigor. Nesses casos, não será necessário pagar honorários advocatícios em razão da extinção do processo.

O Poder Executivo estima que a medida terá impacto orçamentário de R$ 1,1 bilhão em 2027, R$ 1 bilhão em 2028 e R$ 909 milhões em 2029.

Contratação de empregados

A proposta também permite que o MEI contrate até dois empregados, desde que recebam exclusivamente um salário mínimo ou o piso salarial da categoria profissional. Atualmente, a legislação autoriza a contratação de apenas um funcionário.

A mudança vale para atividades de industrialização, comercialização e prestação de serviços no âmbito rural.
 
 

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15/10/2026 04:55h

ENAJI 2026 reuniu novas lideranças da indústria para discutir inovação, transição energética, exportações e os rumos do setor para os próximos anos

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O avanço da tecnologia, as oportunidades da transição energética e a busca por novos mercados abrem caminhos para ampliar a competitividade da indústria brasileira. Esses temas marcaram o Encontro Nacional dos Jovens Industriais (ENAJI) 2026, realizado no mês de outubro, em Natal, no Rio Grande do Norte.

Ao longo de três dias, empresários, sucessores, gestores e empreendedores de diferentes regiões do país trocaram experiências e discutiram estratégias relacionadas ao planejamento empresarial, à liderança feminina, à inteligência artificial, à descarbonização, às exportações e à Nova Indústria Brasil (NIB).

O estado potiguar serviu de cenário para as discussões por reunir oportunidades em áreas como energias renováveis e produção de sal marinho, setor responsável por cerca de 95% do volume nacional, segundo informações apresentadas pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).

Planejamento e gestão orientam a sucessão empresarial

A programação do evento contou com a palestra Planejamento estratégico, cultura e gestão, de Marcos Marques, fundador e CEO do Grupo Acelerador. Ao questionar o público com a frase “Você está planejando falhar?”, o executivo chamou a atenção para os riscos de conduzir uma empresa sem metas definidas, indicadores de desempenho e ações relacionadas às prioridades do negócio.

Na avaliação de Marques, estabelecer objetivos não basta, já que também é necessário envolver os profissionais e transformar as estratégias em ações concretas. “O grande desafio é mobilizar as pessoas”, afirmou.

A discussão também se dirigiu aos sucessores de empresas familiares, que precisam demonstrar capacidade de gestão e assumir responsabilidades com foco em resultados mensuráveis.

Participação feminina vai além da representatividade

Os desafios enfrentados pelas mulheres na indústria foram tema de uma mesa-redonda mediada por Déborah Sayonara, gestora de Oportunidades e CEO da Matersol. O debate contou com Lua Andrade, CEO da Elas Vida Leve; Mônica Monteiro, presidente do Fórum da Mulher Empresária da Confederação Nacional da Indústria (CNI); Polyanna Alves, superintendente da Neoenergia Cosern; e Conceição Praxedes, CEO da Refimosal e presidente do Simorsal.

As participantes discutiram a conciliação entre desempenho financeiro, inovação, propósito empresarial e gestão de equipes. Polyanna destacou a necessidade de integrar essas áreas, enquanto Lua Andrade defendeu que os valores de uma organização precisam estar acompanhados de resultados que garantam sua continuidade. “O propósito é importante, mas o propósito por si só não adianta”, disse.

Já Mônica Monteiro chamou a atenção para a importância de aproveitar oportunidades profissionais e assumir riscos. Ela também pontuou que a presença feminina em eventos e registros institucionais não significa, necessariamente, participação nas decisões. “Colocar a mulher em fotografias é uma coisa; ouvir a mulher e sentar à mesa é outra”, ressaltou.

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Conceição Praxedes destacou o conhecimento técnico como elemento fundamental para consolidar a autoridade das mulheres no ambiente industrial. “É preciso provar conhecimento com o dobro de precisão para impor autoridade”, enfatizou.

As discussões apontaram que a ampliação da liderança feminina depende de reconhecimento profissional, autonomia econômica e acesso efetivo aos espaços de decisão.

Inteligência artificial pode melhorar processos industriais

As possibilidades de aplicação da inteligência artificial e os cuidados necessários para sua adoção foram discutidos por Gustavo Sant’ana, engenheiro em Inteligência Artificial da Oracle, e Alberto Kastro, estrategista em Inteligência Artificial Aplicada, no painel “Inteligência Artificial e Novas Tendências”.

Sant’ana apresentou a evolução da tecnologia, desde os modelos preditivos até os agentes capazes de planejar ações e executar tarefas de forma automatizada.

No setor industrial, essas ferramentas podem ser utilizadas em inspeções visuais com drones, controle de qualidade, manutenção, gestão de suprimentos e planejamento logístico. “O ganho mesmo está quando você consegue colocar qualidade, diminuir o tempo e melhorar o custo do seu processo”, explicou Gustavo.

Os especialistas também alertaram para a necessidade de proteger informações e estabelecer regras para o uso das ferramentas. Entre os cuidados destacados estão a classificação dos dados, o controle de acessos, a soberania das informações e a rastreabilidade das operações.

A recomendação apresentada no painel foi integrar a inteligência artificial à rotina das empresas a partir de necessidades concretas, com participação das lideranças e dos profissionais de diferentes áreas. O objetivo é evitar a adoção da tecnologia sem uma finalidade definida e concentrar esforços em aplicações que gerem valor para o negócio.

Transição energética depende de competitividade

O potencial brasileiro para desenvolver soluções de baixo carbono esteve no centro da mesa-redonda sobre descarbonização. O debate abordou oportunidades em eficiência energética, armazenamento de energia, biocombustíveis, economia circular e modernização dos processos industriais.

Mediada por Lorena Roosevelt, head do Polo Sebrae de Energias Renováveis, a discussão contou com a participação de Rodrigo Mello, diretor regional do Instituto SENAI de Inovação em Energias Renováveis (ISI-ER), e de Jansen Martins Lopes, gerente de Pesquisa e Desenvolvimento de Energias da Petrobras.

Rodrigo Mello defendeu que a disponibilidade de recursos naturais precisa vir acompanhada de condições econômicas que permitam sua utilização. “Além de ser renovável, a energia precisa ser competitiva”, afirmou.

Jansen, por sua vez, apresentou iniciativas da Petrobras relacionadas a biocombustíveis, baterias, captura de carbono, geração renovável e eletrificação de operações. Para ele, a transição energética não dependerá de uma única solução, mas da combinação de diferentes tecnologias. “Não existe bala de prata. A gente pesquisa várias formas e entende quais vão se compor”, pontuou.

A discussão também destacou o papel da pesquisa, da qualificação profissional e da cooperação entre empresas, universidades e instituições de inovação. A expectativa é que a redução das emissões venha acompanhada de ganhos de eficiência, diminuição de custos, fortalecimento de fornecedores e acesso a novos mercados.

Exportações exigem planejamento e novos destinos

As estratégias para ampliar a presença do Rio Grande do Norte no mercado internacional foram discutidas no painel “Mercado externo: como RN atua e as tendências de crescimento”. O debate contou com a presença de Ulisses Medeiros, da ApexBrasil; Arimar França Filho, da Produmar e do SindiPesca RN; Luiz Eduardo Simas, da Sam’s; e Antônio Carlos Osório, da Salinor.

Entre os pontos abordados estiveram a preparação das empresas para exportar, a obtenção de certificações, a diversificação dos destinos e a adaptação às exigências comerciais de cada mercado.

Simas destacou a procura por novos destinos diante das mudanças tarifárias. Já Osório apresentou a trajetória de crescimento da Salinor: segundo ele, a empresa passou de aproximadamente 50 mil toneladas de sal exportadas no início dos anos 2000 para cerca de 1 milhão de toneladas por ano.

“Talento é importante, mas não é suficiente. Quem quer exportar ou ampliar os negócios no exterior precisa trabalhar duro, pensar grande e cuidar dos detalhes”, disse Osório.

Neoindustrialização exige inovação e novas lideranças

A relação entre mudanças tecnológicas, cenário geopolítico e questões climáticas também esteve presente na palestra de encerramento, Liderança para os desafios inéditos da NIB, conduzida por Alex Marson, idealizador da Neolideranças.

O especialista defendeu mudanças nos modelos de gestão para acompanhar as transformações que afetam a indústria. Segundo ele, a neoindustrialização não se limita à retomada da produção, pois também envolve inovação, desenvolvimento de competências tecnológicas e cooperação entre empresas.

Marson ressaltou ainda o potencial brasileiro em energias renováveis e a necessidade de agregar conhecimento e tecnologia aos recursos naturais para gerar desenvolvimento. Nesse cenário, a preparação de lideranças capazes de conduzir mudanças é parte dos desafios do setor.

Fórum anuncia mudança de nome e próxima edição em Cuiabá (MT)

O encerramento do ENAJI 2026 reuniu representantes das entidades organizadoras e lideranças industriais para avaliar os resultados do encontro e anunciar os próximos passos do movimento.

O presidente do Sistema FIERN, Roberto Serquiz, destacou o papel da troca de experiências na preparação de empresários e sucessores para os desafios da indústria. “Essa ligação entre as lideranças fortalece a preparação de todos e aumenta a eficiência e a competitividade da indústria”, afirmou.

Djalma Júnior, presidente da FIERN Jovem e anfitrião do evento, atribuiu a realização da edição potiguar ao trabalho conjunto dos envolvidos. Ele também ressaltou a importância de compartilhar conhecimentos entre as lideranças estaduais. “Conhecimento tem que ser ensinado, conhecimento é para compartilhar. Talvez esse seja o maior propósito desse movimento nacional: a integração dos estados e a troca de experiências”, afirmou.

“O ENAJI é um momento de conexão, de buscar conhecimento e, naturalmente, disseminar o desenvolvimento da indústria brasileira. Evidentemente que nenhuma empresa se desenvolve se não tiver todo um trabalho desenvolvido pela formação da governança, mas também com novas tecnologias, com incremento do seu parque fabril e, naturalmente, com o desenvolvimento das pessoas”, complementou.

Apoiando a iniciativa e destacando a visão institucional do Sistema, Sarah Saldanha, superintendente nacional do IEL, afirmou que a indústria do futuro contará com novos líderes que pensam temas de fronteira, descarbonização, inovação, como transformar a inteligência artificial em um vetor para o crescimento da indústria.

“É por isso que eventos como o ENAJI contribuem para essa reflexão. Juntos, novos líderes de todos os estados brasileiros se reúnem para discutir experiências, ouvir casos, trocar conexões e experiências e, de fato, discutir como podem pensar a indústria de amanhã”, disse.

A presidente do Fórum Nacional dos Novos Líderes Industriais, Diana Castro, destacou as conexões estabelecidas durante a programação. O encontro reuniu representantes de 17 estados, enquanto o fórum conta com 50 membros e 25 federações das indústrias.

“O ENAJI é muito mais do que uma agenda de capacitação networking. É um momento de construção coletiva com novas lideranças de todo o Brasil, onde a gente tem muitos momentos de troca de experiências e de fortalecimento dessas novas lideranças que vão ser as responsáveis por desenvolver a indústria brasileira nas próximas décadas”, destacou.

A dirigente também anunciou que, a partir de 2027, o evento passará a se chamar Encontro Nacional das Novas Lideranças Industriais. A mudança acompanha a proposta de ampliar a participação de profissionais que assumem posições de liderança no setor. “Não estamos aqui apenas para observar as transformações acontecerem, estamos aqui para liderar as transformações”, enfatizou.

A próxima edição será realizada em Cuiabá, sob organização da Federação das Indústrias no Estado de Mato Grosso (FIEMT). Thayla Trentin, representante do conselho de novas lideranças da federação, convidou os participantes a manter a articulação nacional.

Com o encerramento da edição de Natal, o movimento segue com a proposta de aproximar lideranças de diferentes estados, compartilhar experiências e preparar empresários e sucessores para os desafios da indústria brasileira.
 

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15/10/2026 04:50h

Documento reúne sete eixos estratégicos, defesa de pequenos negócios e prioridade para três projetos legislativos

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A presidente do Conselho da Mulher Empreendedora e da Cultura (CMEC), Ana Cláudia Badra Cotait, entregou formalmente o Manifesto Nacional das Mulheres Empreendedoras ao senador e candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro.

O documento — que conta com o apoio do Sistema do Associativismo, da Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB), da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp) e da Associação Comercial de São Paulo — estabelece uma agenda voltada para a ampliação da autonomia econômica, proteção e participação das mulheres nos espaços de decisão.

As entidades consideram que, apesar de uma contribuição relevante para a economia do país e para a geração de empregos, as mulheres ainda enfrentam barreiras estruturais significativas, como dificuldades no acesso ao crédito, restrições à qualificação, sobrecarga de responsabilidades familiares e diferentes formas de violência, incluindo a patrimonial.

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Diante disso, o manifesto propõe enfrentar esses desafios com políticas públicas objetivas. Para Ana Cláudia Badra Cotait, o foco principal é assegurar que as demandas do setor deixem de ser apenas promessas e se convertam em entregas reais.

"É extremamente importante porque políticas públicas é uma coisa que é muito falada, mas não é executada. Nós temos vários projetos que estão parados no Congresso e que a gente precisa botar para andar, porque é desses projetos que nascem as leis e essas leis que protegem as pessoas", destacou a presidente do CMEC.

Eixos centrais e propostas

O documento está estruturado em alguns eixos principais:

  • Autonomia Econômica e Crédito: defende o fortalecimento de fundos garantidores e a redução de barreiras e diferenças nas condições de financiamento para mulheres.
  • Liberdade para Empreender: pede a preservação e o fortalecimento do MEI e do Simples Nacional, a atualização dos limites de faturamento, a realização da reforma tributária sem aumento de carga e a ampliação de espaço para negócios femininos em compras públicas.
  • Proteção Integral: destaca o combate à violência doméstica e, com ênfase especial, à violência patrimonial, que compromete a independência financeira das vítimas.
  • Educação e Qualificação: propõe parcerias com o Sebrae e instituições para capacitação profissional, inclusão digital, além da expansão de creches e escolas em tempo integral.
  • Participação Decisória e Diálogo: recomenda maior inserção feminina em equipes estratégicas e a criação de canais permanentes de interlocução com a sociedade civil e o CMEC.

Projetos de Lei Prioritários

O manifesto também destaca o apoio institucional a três propostas em tramitação no Congresso Nacional:

  • PL 2.632/2026 (Mulheres em Movimento): cria uma política nacional integrada de autonomia econômica, empreendedorismo e inserção produtiva.
  • PL 674/2022 (Fundo FEE-Mulher): propõe fundo de amparo voltado ao financiamento de qualificações e desenvolvimento econômico.
  • PL 4.248/2025: visa aperfeiçoar a legislação penal para responsabilizar crimes patrimoniais cometidos no âmbito da violência doméstica.

Por fim, o documento solicita que os compromissos sejam incorporados a uma futura agenda de governo, assegurando canais de diálogo contínuo com as entidades representativas.

Abordando o impacto social da autonomia financeira feminina, a porta-voz da campanha de Flávio Bolsonaro, Daniella Marques, destacou a importância de garantir a independência econômica das mulheres.

"Nós mulheres não estamos em competição com os homens. Nós queremos falar de prosperidade. Prosperidade não tem gênero. E o que faz a diferença não é só ela ter independência financeira, que é para isso que a gente trabalha", pontuou.

Articulação política e o lançamento da Rede Parlamentar Mista

A entrega do manifesto a Flávio Bolsonaro ocorre em meio a uma ofensiva de mobilização do setor produtivo. Na terça-feira (13), o CMEC e a CACB lideraram em São Paulo o lançamento da Rede Parlamentar Mista de Políticas Femininas, unindo lideranças empresariais, do comércio, da indústria e parlamentares federais.

O grupo tem como objetivo principal acompanhar de perto e destravar no Congresso Nacional pautas essenciais para o setor, como a expansão do crédito especializado para empresárias, o combate efetivo à violência patrimonial e a redução do impacto das taxas de juros sobre os negócios liderados por mulheres.

Ao reforçar os obstáculos estruturais que o manifesto busca combater — como a falta de formalização e de crédito —, a conselheira do CMEC - Ceará, Hortência Sucupira, destacou as dificuldades enfrentadas por grande parte das empresárias.

"A maioria delas não tem registro, não tem CNPJ, e isso prejudica muito o desenvolvimento da pessoa como empresária. Isso dificulta o acesso a recursos, à tentativa de negociação, de capital de giro, de compra de equipamentos. Elas não têm nem essa noção", enfatizou.

Com dados do Sebrae apontando mais de 10,4 milhões de empreendimentos comandados por mulheres no Brasil — que representaram mais de 40% das novas micro e pequenas empresas abertas —, a estratégia busca converter essa força econômica em incidência jurídica e institucional real.
 

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15/10/2026 04:45h

Estudo destaca potencial de economia com tecnologia LED e modernização dos sistemas em um setor que consumiu 13,3 mil GWh de eletricidade no Brasil em 2024

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A iluminação pública representa entre 3% e 5% dos orçamentos municipais brasileiros, segundo estudo da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), elaborado em parceria com o Ministério das Cidades. O levantamento analisa o consumo de eletricidade no setor e apresenta alternativas para ampliar a eficiência energética, reduzir gastos e modernizar os serviços oferecidos pelas cidades.

Intitulado Iluminação Pública como Vetor de Transformação Digital e Eficiência Energética nas Cidades, o documento aponta que o setor consumiu cerca de 13,3 mil gigawatts-hora (GWh) de eletricidade em 2024, o equivalente a aproximadamente 2,4% de todo o consumo nacional de energia elétrica. O serviço está presente em cerca de 94% das localidades brasileiras.

Entre as alternativas para melhorar a eficiência dos sistemas está a substituição de equipamentos antigos por luminárias com tecnologia LED. O estudo também destaca a importância de aprimorar a gestão da infraestrutura para reduzir o consumo de energia e melhorar o aproveitamento dos recursos públicos destinados à iluminação das cidades.

 

Modernização amplia possibilidades de uso da infraestrutura

Além da economia de eletricidade, o estudo destaca o potencial da iluminação pública para apoiar a transformação digital dos municípios. Com a modernização das estruturas e a adoção de sistemas de telegestão, postes e redes podem receber sensores e equipamentos voltados à segurança viária, à mobilidade urbana e ao monitoramento de espaços públicos.

Para viabilizar essa integração, o documento aponta a necessidade de planejamento, interoperabilidade entre tecnologias, adoção de padrões abertos, segurança da informação e governança de dados.

 

Municípios têm diferentes opções de financiamento

O levantamento também apresenta mecanismos que podem financiar projetos de modernização da iluminação pública. Entre as alternativas estão recursos próprios municipais, parcerias público-privadas (PPPs), concessões, consórcios públicos e contratos com empresas de serviços de conservação de energia.

O estudo cita programas e linhas de crédito como o Procel Reluz, o Programa de Eficiência Energética da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), o Pró-Cidades, o Fundo Clima e instrumentos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Outro instrumento mencionado é a Contribuição para o Custeio do Serviço de Iluminação Pública (COSIP). Após uma mudança constitucional, a destinação dos recursos foi ampliada para permitir sua aplicação em sistemas de monitoramento voltados à segurança e à preservação de áreas públicas.

 

Estudo propõe melhorias na gestão do setor

Entre as diretrizes apresentadas estão a criação de uma base nacional de dados consolidada e atualizada sobre os sistemas de iluminação pública, o desenvolvimento de uma metodologia para estimar o potencial de eficiência energética no país e a redução das desigualdades regionais no acesso às tecnologias de modernização.

O trabalho foi desenvolvido pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE) e pelo Ministério das Cidades, com a colaboração do Ministério de Minas e Energia (MME), da Empresa Brasileira de Participações em Energia Nuclear e Binacional (ENBPar), do Centro Paulista de Estudos da Transição Energética da Universidade Estadual de Campinas (CEPIL/Unicamp), do Programa de Parcerias de Investimentos da Casa Civil (PPI), da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro), da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) e da Associação Brasileira de Iluminação Pública (ABCIP).

As propostas buscam orientar a modernização dos sistemas de iluminação pública no Brasil, com foco na eficiência energética, na melhoria da gestão municipal e na integração de tecnologias ao planejamento urbano.
 

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15/10/2026 04:20h

Oceana, Idec e IDC pedem ao TJSP que determine prazo para prefeitura publicar decreto necessário à aplicação da norma

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Seis anos depois de aprovada, a lei que restringe o fornecimento de produtos plásticos descartáveis de uso único em São Paulo (SP) continua sem o decreto necessário para regulamentar sua aplicação. A cidade é a maior do Brasil e da América do Sul, considerado o maior polo tecnológico e de inovação da região.

Diante da demora, a Oceana, o Instituto de Defesa de Consumidores (Idec) e o Instituto de Direito Coletivo (IDC) recorreram à Justiça contra a prefeitura. As entidades protocolaram, em 11 de agosto, um mandado de injunção no Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) para cobrar a regulamentação da Lei Municipal nº 17.261/2020.

Sancionada em janeiro de 2020 e em vigor desde 1º de janeiro de 2021, a norma proíbe o fornecimento de copos, pratos, talheres, agitadores para bebidas e varas para balões feitos de plástico descartável a clientes de hotéis, restaurantes, bares, padarias e outros estabelecimentos comerciais. A regra também alcança eventos culturais e esportivos realizados na capital paulista.

A ausência do decreto, segundo as organizações, dificulta a aplicação da lei porque ainda não estão definidos todos os procedimentos necessários para a fiscalização e a operacionalização das regras. A ação apresentada ao TJSP argumenta que a prefeitura permanece omissa e que a demora compromete a efetividade da norma.

Para Lara Iwanicki, diretora de estratégia e advocacy da Oceana, a falta de regulamentação mantém a legislação sem produzir os efeitos esperados na redução de plásticos descartáveis e no enfrentamento da poluição que causam.

“A ausência do decreto beneficia os interesses de um setor específico, que é justamente o setor que produz esses produtos que são objeto do escopo da lei. Ela não pegou porque não tem um decreto que a regulamente, e existe claramente uma omissão da prefeitura, que não cumpriu o seu papel. Se a gente tiver uma regulamentação que torne efetiva essa legislação, isso também acaba sendo um exemplo para outros municípios, outros estados, um precedente positivo”, destaca a diretora.
 
Segundo Lara, a judicialização ocorreu depois de tentativas anteriores de negociação com o poder público.

“A judicialização não foi a nossa primeira opção. A gente vinha já cobrando a prefeitura, tentando buscar uma solução mais institucional desde 2021. Então, em 2022, a Oceana juntamente com mais uma série de organizações, enviou cartas para a prefeitura reforçando a importância da lei e pedindo que ela fosse regulamentada. E não tivemos resposta”, complementa Lara Iwanicki.

A demora se estende desde antes da ação judicial. Em janeiro de 2022, 18 organizações socioambientais enviaram uma carta ao prefeito Ricardo Nunes — que segue no cargo — cobrando medidas para colocar a Lei 17.261/2020 em prática. No ano seguinte, a própria prefeitura criou um Grupo de Trabalho para elaborar uma proposta de decreto, incluindo critérios de aplicação e mecanismos de fiscalização. Mesmo assim, a regulamentação não foi publicada.

O que falta definir

A coordenadora do Programa de Saúde do Idec, Marina Paullelli, afirma que o decreto deverá estabelecer os procedimentos necessários para que a lei possa ser fiscalizada.

“O decreto deve indicar qual vai ser o órgão responsável por fiscalizar o tema, quais serão os materiais substitutos do plástico de uso único e os respectivos critérios, mecanismos de controle social e de acompanhamento, dentre outros pontos. Caso o Tribunal de Justiça de São Paulo decida favoravelmente à ação, o efeito pode ser bastante forte e positivo: a Justiça pode determinar um prazo certo e delimitado para que a prefeitura publique o decreto que falta, por exemplo”, explica Marina.

A definição dessas regras também seria relevante para a atuação da sociedade civil, segundo Tatiana Bastos, presidente do IDC.

“Sem isso, é muito difícil para a sociedade civil conseguir fazer o seu papel. Saber o que cobrar, de quem cobrar, como cobrar. Sem esses parâmetros, a gente não tem como demonstrar, inclusive, o descumprimento. Isso certamente esvazia a nossa capacidade de controle social e, na prática, essa lei vira letra morta. Falta uma estrutura operacional para conseguirmos exigir o cumprimento e a mudança da atual situação de uso de plásticos na cidade de São Paulo”, afirma.

Tatiana também aponta dificuldades para consumidores e comerciantes diante da ausência de regulamentação.

“Uma lei sem regulamentação, sem formas de concretizar, não protege ninguém de fato. Os comerciantes continuam fornecendo plásticos de uso único sem qualquer risco real de punição, de autuação. O cidadão não tem como exigir o cumprimento da lei por falta de parâmetros, por falta de conhecimento, de identificação do órgão fiscalizador. A lei efetivamente existe no papel, mas a gente não consegue produzir o efeito pelo qual ela foi criada”, enfatiza Tatiana.

Para Marina, uma eventual decisão favorável do TJSP poderia produzir efeitos além da capital paulista.

“Esse impacto pode, inclusive, ir além do nível municipal. No âmbito local, uma decisão positiva pode estimular outros municípios a avançarem com regulamentações semelhantes, demonstrando que leis socioambientais aprovadas pelos legislativos locais precisam ser efetivamente implementadas e não podem permanecer sem eficácia por falta de regulamentação. Para o âmbito nacional, uma decisão nesse sentido também poderia estimular a atuação de outros atores e fortalecer iniciativas voltadas à regulamentação da matéria em nível federal”, acrescenta.

Lei já foi considerada constitucional

A discussão sobre a regulamentação ocorre depois de o próprio TJSP confirmar a validade da Lei 17.261/2020. Em fevereiro de 2020, poucas semanas após a promulgação da norma, o Sindicato da Indústria de Material Plástico, Transformação e Reciclagem de Material Plástico do Estado de São Paulo (Sindiplast) entrou com uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) contra a prefeitura.

A entidade questionava, entre outros pontos, a competência do município para legislar sobre a questão ambiental e alegava a ausência de estudo prévio de impacto ambiental. Em setembro de 2020, o Órgão Especial do TJSP julgou a ação improcedente e considerou constitucional a lei.

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Na avaliação do tribunal, os municípios podem adotar medidas de proteção ambiental dentro de sua competência, inclusive quando a questão também possui repercussão nacional ou global. A decisão reconheceu que a Lei 17.261/2020 trata de matéria de interesse local e de proteção ambiental.

Durante o processo, a Prefeitura também defendeu a constitucionalidade da norma e a relacionou à proteção do meio ambiente e da saúde, segundo a argumentação apresentada pelas organizações no mandado de injunção.

Com a constitucionalidade da lei confirmada pelo TJSP, o debate agora se concentra na ausência das regras necessárias para sua aplicação.

"A prefeitura defendeu com unhas e dentes a importância da lei, a competência da própria prefeitura para legislar sobre o tema, que foi um dos pontos que o SindiPlast levantou. Então, é uma contradição e é também uma omissão", considera Lara Iwanicki.

Impacto do plástico

A cobrança pela regulamentação ocorre em um contexto de crescimento exponencial da produção e da poluição por plástico no país. Segundo dados divulgados pela Oceana, aproximadamente 1,3 milhão de toneladas de resíduos plásticos descartados no Brasil chegam aos oceanos todos os anos. O país aparece como o oitavo maior poluidor plástico do mundo e como o maior produtor de plástico da América Latina.

Levantamento citado pela organização aponta uma produção de 6,67 milhões de toneladas de transformados plásticos a partir de resina virgem e indica que 44% desse volume corresponde a aplicações de uso único. A estimativa equivale a cerca de 500 bilhões de itens descartáveis produzidos por ano, o que corresponde a mais de 15 mil por segundo.

Segundo a Oceana, muitos desses produtos não apresentam viabilidade econômica para reutilização ou reciclagem. Com isso, parte significativa acaba como rejeito ou chega ao ambiente, enquanto os custos relacionados à gestão e destinação desses resíduos recaem principalmente sobre municípios e cooperativas de catadores de materiais recicláveis, e não sobre os fabricantes.

A exposição ao plástico também é objeto de estudos na área de saúde. Microplásticos já foram identificados em diferentes tecidos e órgãos humanos, e pesquisas também registram sua presença em alimentos e água.

Revisões científicas recentes apontam associações entre a exposição a microplásticos e alterações inflamatórias, respiratórias, reprodutivas e endócrinas, mas ressaltam que ainda existem lacunas importantes sobre os efeitos de longo prazo e sobre relações causais entre a exposição e doenças específicas.

Em São Paulo, a Lei 17.261/2020 prevê a restrição de produtos descartáveis como parte da resposta a esse problema. A Oceana estima que, se regulamentada, a norma poderá evitar o descarte de cerca de 7 bilhões de itens por ano na capital. A própria organização ressalta que essa estimativa considera o consumo per capita do município e não inclui a população da região metropolitana nem o fluxo de turistas.

Enquanto o decreto não é publicado, Oceana, Idec e IDC pedem ao TJSP que reconheça a omissão da prefeitura e estabeleça um prazo para que o município regulamente a lei.
 

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15/10/2026 04:15h

Estudo da Fundação Getulio Vargas mostra que os recursos têm maior influência na votação em cidades pequenas, mas destinar mais dinheiro não significa ter mais chances de conquistar um novo mandato

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As emendas parlamentares têm maior impacto na votação de deputados federais em municípios com até 5 mil habitantes. É o que aponta um estudo da Fundação Getulio Vargas (FGV), que analisou a relação entre a distribuição desses recursos e o desempenho dos parlamentares nas eleições de 2026. De acordo com a publicação, nessas cidades, o crescimento da participação dos parlamentares na votação entre as eleições de 2022 e 2026 foi de 1,3 ponto percentual. Nos municípios com mais de 500 mil habitantes, a vantagem foi de 0,2 ponto percentual.

Apesar de ajudar a conquistar votos, o dinheiro destinado às cidades não garante a permanência dos deputados no Congresso Nacional. Segundo a FGV, não foi encontrada uma relação direta entre o volume de emendas pagas e as chances de reeleição dos parlamentares.

O estudo mostra que as emendas têm maior peso político nas cidades pequenas, onde os recursos podem representar investimentos importantes para a população. Segundo a FGV, nessas localidades também é mais fácil para os eleitores identificar o deputado responsável pelo envio do dinheiro. Por outro lado, como esses municípios têm menos eleitores, os votos conquistados nem sempre são suficientes para garantir uma vitória nas urnas.

Deputados já tinham mais votos nas cidades beneficiadas

A pesquisa da FGV analisou emendas parlamentares pagas entre 2024 e 2026, segundo o Siop (Sistema Integrado de Orçamento e Planejamento), e comparou os resultados das eleições de 2022 e 2026, segundo o TSE (Tribunal Superior Eleitoral). Ao todo, foram examinadas mais de 142 mil combinações de deputados e municípios, incluindo cidades que receberam recursos e outras que não foram beneficiadas. 

Nas eleições de 2026, os deputados tiveram, em média, 6,7% dos votos nos municípios que receberam emendas. Nas cidades que não receberam recursos, o percentual foi de 1%.

No entanto, a FGV identificou que esses parlamentares já tinham uma votação maior nas cidades beneficiadas antes mesmo do envio das emendas. Em 2022, eles haviam recebido 5,9% dos votos nesses municípios, contra 1% nas demais localidades.

Segundo os pesquisadores, os números indicam que os deputados tendem a direcionar emendas para municípios onde já possuem maior força eleitoral. 

Ao descontar a votação anterior em cada cidade, a vantagem estimada diminui de 5,7 para 2,3 pontos percentuais. Considerando especificamente o crescimento da participação eleitoral entre 2022 e 2026, a diferença associada às emendas fica em aproximadamente 0,7 ponto percentual.

A FGV considera esse resultado estatisticamente significativo, embora pequeno. Em um município com 10 mil votos para deputado federal, por exemplo, a diferença corresponde a cerca de 70 votos.

Entre os parlamentares reeleitos, o ganho associado às emendas foi de 0,9 ponto percentual. Já entre os derrotados, o resultado não apresentou diferença significativa em relação a zero.

Emendas Pix apresentam associação maior com ganho eleitoral

O estudo também identificou diferenças conforme a modalidade de transferência dos recursos.

As chamadas emendas Pix, transferências especiais que chegam diretamente aos caixas das prefeituras, sem necessidade de convênio, apresentaram associação com ganho de aproximadamente 1 ponto percentual na votação dos deputados entre 2022 e 2026.

Nas demais modalidades de emendas individuais, a vantagem foi de 0,7 ponto percentual.

A FGV ressalta que os dados não permitem determinar a razão dessa diferença. Entre as hipóteses levantadas pelos pesquisadores estão a maior flexibilidade na utilização dos recursos pelas prefeituras e a possibilidade de essas transferências serem direcionadas a municípios onde os parlamentares já possuem aliados políticos.

Volume de emendas não garante reeleição

Apesar da associação entre emendas e ganhos eleitorais locais, a FGV não encontrou evidências de que deputados que destinam mais recursos tenham necessariamente maiores chances de conquistar um novo mandato.

Para chegar a esse resultado, os pesquisadores analisaram 409 deputados federais que disputaram a reeleição em 2026. Eles foram divididos em cinco grupos, de acordo com o valor das emendas pagas.

As taxas de reeleição registradas nesses grupos foram de 71%, 67%, 75%, 71% e 78%. Os resultados não demonstraram uma relação clara entre o aumento dos recursos destinados e o sucesso nas urnas. 

Segundo a FGV, metade dos deputados analisados teve entre R$ 87 milhões e R$ 105 milhões em emendas pagas, o que também evidencia a proximidade dos valores destinados pelos parlamentares.

Segundo a FGV, o desempenho dos candidatos nas eleições de 2022 foi mais importante para explicar as chances de reeleição em 2026 do que o volume de emendas destinado aos municípios. 

No caso específico das emendas Pix, o estudo encontrou uma diferença: ao comparar deputados com volumes menores e maiores desses recursos, a chance estimada de reeleição passou de 69% para 76%. Ainda assim, a FGV classificou a relação como fraca e no limite da significância estatística.

Taxa de reeleição ficou em 72%

Outro dado destacado pela FGV é que 72% dos deputados federais eleitos em 2022 que tentaram renovar seus mandatos em 2026 conseguiram se reeleger.

A taxa é praticamente igual à registrada nas eleições de 2002 e menor do que as observadas em 2010 e 2014. 

Para os pesquisadores, o resultado contraria a expectativa de que o aumento dos recursos disponíveis por meio das emendas parlamentares produziria uma elevação expressiva nas taxas de reeleição.

A Fundação ressalta, entretanto, que o estudo identifica associações estatísticas, e não relações diretas de causa e efeito. Fatores como a presença de aliados políticos nos municípios, a força eleitoral anterior e as estratégias de campanha também podem influenciar o desempenho dos candidatos.

A conclusão da FGV é que as emendas podem ajudar a consolidar bases eleitorais e produzir ganhos localizados de votos, sobretudo em cidades pequenas, mas não são suficientes, isoladamente, para determinar a vitória de um deputado federal nas urnas.
 

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14/10/2026 18:40h

Instabilidade predomina nos três estados e alertas indicam risco de chuva intensa, ventos fortes e granizo

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A quinta-feira (15) apresenta instabilidade em toda a Região Sul, com predomínio de muitas nuvens, pancadas de chuva e trovoadas,  segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). 

No Paraná, a previsão é de muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas em todas as regiões, incluindo o Norte, Noroeste, Oeste, Centro e a Região Metropolitana de Curitiba. Na capital Curitiba, os termômetros registram mínima de 16°C e máxima de 21°C.

Em Santa Catarina, o tempo segue instável com muitas nuvens, pancadas de chuva e trovoadas espalhadas pelo Oeste, Serrana, Vale do Itajaí, Norte, Sul e na Grande Florianópolis. Em Florianópolis, a temperatura mínima fica em 19°C e a máxima alcança 23°C.

No Rio Grande do Sul, a faixa norte, centro, leste e a região metropolitana registram muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas. Já no sudoeste do estado, a previsão indica muitas nuvens com pancadas de chuva isoladas, enquanto a área do extremo sudoeste e fronteira apresenta variação de muitas nuvens. Em Porto Alegre, a variação térmica fica com mínima de 16°C e máxima de 20°C.

O ingresso de uma massa de ar de origem polar dita o comportamento térmico na região, gerando um amanhecer de baixas temperaturas no interior do Rio Grande do Sul e no Planalto Sul Catarinense, com marcas que despencam abaixo dos 12°C. Durante a tarde, a circulação de ventos frios restringe a elevação térmica, estabilizando as máximas entre 20°C e 22°C. 

 

Alerta de tempestade

Está em vigor um aviso de tempestade classificado como perigo, válido durante toda a quinta-feira (15). A previsão é de chuva entre 30 e 60 milímetros por hora ou de 50 a 100 milímetros por dia, ventos intensos de 60 a 100 quilômetros por hora e queda de granizo. Há risco de cortes de energia elétrica, estragos em plantações, queda de árvores e alagamentos.

O alerta abrange as regiões Norte Pioneiro, Norte Central, Noroeste, Centro Oriental e Metropolitana de Curitiba, no Paraná. 

Também está em vigor um aviso de tempestade de perigo potencial, válido pelo mesmo período. A previsão é de chuva entre 20 e 30 milímetros por hora ou até 50 milímetros por dia, ventos de 40 a 60 quilômetros por hora e queda de granizo. Nesse caso, há baixo risco de alagamentos e cortes de energia elétrica.

As áreas de abrangência incluem:

  • Santa Catarina: todas as macrorregiões do Paraná; as regiões Serrana, Oeste, Vale do Itajaí, Grande Florianópolis, Norte e Sul;
  • Rio Grande do Sul: regiões Noroeste, Centro Ocidental, Metropolitana de Porto Alegre, Nordeste, Centro Oriental e Sudeste; 
     

O QUE É GRANIZO? 

Precipitação originada de nuvens convectivas, sobretudo cumulonimbus, que atinge o solo em forma de esferas ou fragmentos irregulares de gelo. Quando o diâmetro das partículas é ≥ 5 mm, classificam-se como granizo; partículas menores são classificadas como granizo miúdo e/ou neve granulada (graupel). Em boletins METAR, utiliza-se ‘GR’ para granizo e ‘GS’ para granizo miúdo/neve granulada. Unidades isoladas são chamadas de ‘pedras de granizo’.

 

5 motivos para acompanhar as previsões do tempo

  • Agricultura: garantia de uma boa colheita;
  • Marinha: proteção de marinheiros, navios e passageiros;
  • Aeronáutica: segurança de pilotos, aeronaves e passageiros;
  • Pesca: condições favoráveis e seguras para a atividade;
  • Turismo: garantia de passeios e viagens tranquilas e agradáveis.

Importância das observações meteorológicas no INMET

As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).

As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).


 

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14/10/2026 18:30h

Previsão indica instabilidade em todos os estados da região, com avisos meteorológicos de tempestade e variação nas temperaturas

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A quinta-feira (15) apresenta condições de instabilidade em toda a região Centro-Oeste, com presença de muitas nuvens e chuva, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

Em Goiás, o dia terá muitas nuvens com chuva isolada. Na capital, Goiânia, a temperatura mínima fica em 21°C e a máxima alcança 30°C.

Em Mato Grosso, a previsão também indica muitas nuvens com chuva isolada. Em Cuiabá, os termômetros marcam mínima de 23°C e máxima de 29°C.

Em Mato Grosso do Sul, o tempo permanece com muitas nuvens com pancadas de chuva. A capital Campo Grande registra a menor máxima entre as capitais da região, variando entre 18°C e 23°C.

O Distrito Federal registra dia com muitas nuvens com pancadas de chuva isoladas. Em Brasília, as temperaturas oscilam entre a mínima de 20°C e a máxima de 28°C.

O interior da região Centro-Oeste apresenta forte amplitude térmica. Enquanto as áreas ao norte de Mato Grosso e o nordeste de Goiás registram picos de até 38°C sob forte radiação solar, a cobertura de nuvens e a instabilidade provocam o declínio das temperaturas na metade sul mato-grossense, no sul de Goiás e no interior de Mato Grosso do Sul, onde as máximas oscilam de forma amena entre 24°C e 28°C. 

 

Alerta de tempestade

Está em vigor um aviso de tempestade classificado como perigo, válido durante toda a quinta-feira (15). A previsão é de chuva entre 30 e 60 milímetros por hora ou de 50 a 100 milímetros por dia, ventos intensos de 60 a 100 quilômetros por hora e queda de granizo. Há risco de corte de energia elétrica, estragos em plantações, queda de árvores e alagamentos.

Também está em vigor um aviso de tempestade de perigo potencial, válido pelo mesmo período. A previsão é de chuva entre 20 e 30 milímetros por hora ou até 50 milímetros por dia, ventos de 40 a 60 quilômetros por hora e queda de granizo. Nesse caso, há baixo risco de alagamentos e cortes de energia elétrica. As áreas de abrangência incluem:

  • Goiás: regiões central, leste, sul, norte e noroeste;
  • Mato Grosso: regiões centro-sul, nordeste, sudeste, sudoeste, norte e Pantanais;
  • Mato Grosso do Sul: regiões leste, centro-norte e sudoeste;
  • Distrito Federal: Brasília e entorno.

 

O QUE É GRANIZO? 

Precipitação originada de nuvens convectivas, sobretudo cumulonimbus, que atinge o solo em forma de esferas ou fragmentos irregulares de gelo. Quando o diâmetro das partículas é ≥ 5 mm, classificam-se como granizo; partículas menores são classificadas como granizo miúdo e/ou neve granulada (graupel). Em boletins METAR, utiliza-se ‘GR’ para granizo e ‘GS’ para granizo miúdo/neve granulada. Unidades isoladas são chamadas de ‘pedras de granizo’.
 

5 motivos para acompanhar as previsões do tempo

  • Agricultura: garantia de uma boa colheita;
  • Marinha: proteção de marinheiros, navios e passageiros;
  • Aeronáutica: segurança de pilotos, aeronaves e passageiros;
  • Pesca: condições favoráveis e seguras para a atividade;
  • Turismo: garantia de passeios e viagens tranquilas e agradáveis.

Importância das observações meteorológicas no INMET

As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).

As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).



Fonte: Brasil 61

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14/10/2026 18:20h

Instabilidade avança pelos quatro estados da região, com avisos de chuvas intensas e ventos fortes

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A quinta-feira (15) será marcada por instabilidade e variação nas temperaturas em toda a Região Sudeste, com presença de muitas nuvens, pancadas de chuva e trovoadas, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

Em São Paulo, a previsão indica muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas espalhadas pelo estado, cobrindo regiões como a Capital, Campinas, Ribeirão Preto, São José do Rio Preto, Bauru e o Litoral Sul. Na capital paulista, a temperatura mínima fica em 17°C e a máxima alcança 24°C.

No Rio de Janeiro, o tempo permanece instável com muitas nuvens, pancadas de chuva e trovoadas no Sul Fluminense, Sertão, Norte e na Região Metropolitana. Na cidade do Rio de Janeiro, os termômetros variam entre 23°C e 29°C.

Em Minas Gerais, há ocorrência de pancadas de chuva e trovoadas no Triângulo Mineiro, Sul, Zona da Mata, Central e Região Metropolitana de Belo Horizonte. Em Belo Horizonte, a mínima é de 18°C e a máxima atinge 28°C.

No Espírito Santo, a previsão é de muitas nuvens com pancadas de chuva isoladas no Sul, Centro e no Litoral Norte. Em Vitória, a temperatura varia de 23°C a 29°C.

O avanço de um sistema frontal consolida um declínio térmico acentuado na maioria das áreas interioranas. As temperaturas máximas permanecem em patamares baixos, variando de 23°C a 26°C no interior de São Paulo, no Triângulo Mineiro e no sul de Minas Gerais. O extremo norte mineiro atua como exceção, sustentando marcas de até 34°C devido à resistência da massa de ar seco. 

 

Alerta de tempestade

Está em vigor um aviso de tempestade classificado como perigo, válido durante toda a quinta-feira (15). A previsão é de chuva entre 30 e 60 milímetros por hora ou de 50 a 100 milímetros por dia, ventos intensos de 60 a 100 quilômetros por hora e queda de granizo. Há risco de cortes de energia elétrica, estragos em plantações, queda de árvores e alagamentos.

Também está em vigor um aviso de tempestade de perigo potencial, válido pelo mesmo período. A previsão é de chuva entre 20 e 30 milímetros por hora ou até 50 milímetros por dia, ventos de 40 a 60 quilômetros por hora e queda de granizo. Nesse caso, há baixo risco de alagamentos e cortes de energia elétrica.

As áreas de abrangência incluem:

  • Minas Gerais: Triângulo Mineiro, Oeste, Sul, Zona da Mata e Metropolitana de Belo Horizonte; 
  • Rio de Janeiro: Sul, Centro e Litoral Norte no Espírito Santo; Sul Fluminense, Centro e Metropolitana; 
  • São Paulo: Campinas, Ribeirão Preto, Bauru, Vale do Paraíba e Metropolitana de São Paulo em São Paulo. 

 

Alerta de baixa umidade

Também está em vigor um aviso de baixa umidade, classificado como perigo potencial, válido das 9h às 23h59 de quinta-feira (15).

A umidade relativa do ar deve variar entre 30% e 20%, com baixo risco de incêndios florestais e problemas de saúde relacionados à baixa umidade.

As áreas de abrangência incluem:

  • Minas Gerais: Norte de Minas e a região do Jequitinhonha. 

 

O QUE É GRANIZO? 

Precipitação originada de nuvens convectivas, sobretudo cumulonimbus, que atinge o solo em forma de esferas ou fragmentos irregulares de gelo. Quando o diâmetro das partículas é ≥ 5 mm, classificam-se como granizo; partículas menores são classificadas como granizo miúdo e/ou neve granulada (graupel). Em boletins METAR, utiliza-se ‘GR’ para granizo e ‘GS’ para granizo miúdo/neve granulada. Unidades isoladas são chamadas de ‘pedras de granizo’.
 

5 motivos para acompanhar as previsões do tempo

  • Agricultura: garantia de uma boa colheita;
  • Marinha: proteção de marinheiros, navios e passageiros;
  • Aeronáutica: segurança de pilotos, aeronaves e passageiros;
  • Pesca: condições favoráveis e seguras para a atividade;
  • Turismo: garantia de passeios e viagens tranquilas e agradáveis.

Importância das observações meteorológicas no INMET

As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).

As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

 

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14/10/2026 18:10h

Instabilidade avança por estados do sul e oeste nortista, enquanto áreas mais ao leste têm predomínio de nuvens

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A previsão do tempo para quinta-feira (15) indica instabilidade com pancadas de chuva e trovoadas em grande parte dos estados do setor sul e oeste da Região Norte, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

No Tocantins, a previsão é de muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas isoladas em todo o estado. Em Palmas, os termômetros variam entre mínima de 26°C e máxima de 35°C.

Em Rondônia, o tempo segue com muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas. Na capital, Porto Velho, a menor temperatura registrada será de 25°C e a máxima chega a 32°C.

No Acre, o dia também será de muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas. Em Rio Branco, a mínima fica em 24°C e a máxima atinge 35°C.

No Amazonas, há divisão no comportamento do tempo: o sul e o oeste apresentam muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas, enquanto a faixa central e norte registra muitas nuvens com pancadas de chuva isoladas. Em Manaus, as temperaturas variam entre 26°C e 36°C.

Em Roraima, o dia terá muitas nuvens com chuva isolada. Em Boa Vista, a mínima é de 26°C e a máxima alcança 38°C.

No Pará, áreas do sul e oeste contam com muitas nuvens e pancadas de chuva, enquanto o nordeste e a região metropolitana registram apenas muitas nuvens. Em Belém, a mínima fica em 25°C e a máxima atinge 36°C.

No Amapá, o tempo permanece predominantemente com muitas nuvens. Em Macapá, a temperatura mínima prevista é de 25°C e a máxima atinge 34°C.

O interior da região segue sob o domínio de altas temperaturas associadas a elevados índices de umidade relativa do ar. Áreas do interior do Acre, de Rondônia e do sul do Amazonas registram tardes com máximas de 36°C a 38°C e períodos noturnos com marcas mínimas elevadas, na casa de 24°C. No interior do Tocantins e sul do Pará, a ausência de nuvens eleva os termômetros uniformemente para 38°C. 
 

5 motivos para acompanhar as previsões do tempo

  • Agricultura: garantia de uma boa colheita;
  • Marinha: proteção de marinheiros, navios e passageiros;
  • Aeronáutica: segurança de pilotos, aeronaves e passageiros;
  • Pesca: condições favoráveis e seguras para a atividade;
  • Turismo: garantia de passeios e viagens tranquilas e agradáveis.

Importância das observações meteorológicas no INMET

As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).

As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).


 

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