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Baixar áudioA previsão do tempo para o Sul do país, nesta sexta-feira (3), indica céu de poucas nuvens para quase toda a região e algumas possibilidades de chuvas isoladas para pequenas áreas de manhã e à tarde.
Pela manhã, a previsão é de poucas nuvens para quase toda a região — à exceção do litoral entre o Paraná e o nordeste do Rio Grande do Sul — e possibilidade de chuvas isoladas para o litoral entre o Paraná e Santa Catarina.
Durante a tarde, as chuvas isoladas se restringem ao extremo-norte do Paraná, enquanto o céu deve ter poucas nuvens no sudoeste do estado, centro-sul de Santa Catarina e em todo o estado gaúcho.
À noite, as chuvas deixam a região, que deve ficar, majoritariamente, sob céu de poucas nuvens.
O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta de perigo potencial de chuvas intensas para o nordeste e centro-leste do Paraná, centro-leste de Santa Catarina e extremo-nordeste do litoral do Rio Grande do Sul, além de alerta de perigo de chuvas intensas para o nordeste do Paraná.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 17°C, em Curitiba. Já a máxima pode chegar até 31°C, em Florianópolis e Porto Alegre. A umidade relativa do ar varia entre 45% e 95%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA previsão do tempo para a Região Centro-Oeste, nesta sexta-feira (3), indica a presença de muitas nuvens e chuvas de diferentes intensidades para quase toda a região ao longo do dia — à exceção do sudoeste de Mato Grosso do Sul, onde não deve chover —, acompanhadas de trovoadas em parte do território.
O dia amanhece já com a previsão de muitas nuvens para quase toda a região — à exceção de Mato Grosso do Sul e do extremo-sul de Goiás — e chuvas isoladas para o Distrito Federal e os centros-norte de Mato Grosso e de Goiás.
Durante a tarde, a possibilidade de chuvas isoladas toma todos os estados de Mato Grosso, Goiás e o nordeste de Mato Grosso do Sul, incluindo Campo Grande. As chuvas devem ter maior intensidade no DF, Goiás e centro-norte de Mato Grosso, acompanhadas de trovoadas no centro-norte e nordeste de Mato Grosso e noroeste de Goiás.
À noite, as chuvas se restringem ao extremo-nordeste em Mato Grosso do Sul, mas se intensificam em toda a região. As trovoadas se restringem ao extremo-sudeste de Goiás.
O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta de perigo potencial de chuvas intensas para todo o Distrito Federal, Goiás, centro-norte e leste de Mato Grosso e nordeste de Mato Grosso do Sul, além de alerta de perigo de chuvas intensas para todo o DF, quase todo Goiás — à exceção do sudoeste —, quase todo Mato Grosso — à exceção do extremo-sul — e extremo-nordeste de Mato Grosso do Sul.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 17°C em Brasília. Já a máxima pode chegar até 34°C, em Campo Grande e Cuiabá. A umidade relativa do ar varia entre 30% e 100%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA previsão do tempo para a Região Sudeste do país, nesta sexta-feira (3), é de céu com muitas nuvens para quase toda a região e chuvas de diferentes intensidades para quase todos os estados ao longo do dia, mais intensas na porção centro-sul a partir da tarde.
Pela manhã, a previsão é de céu com poucas nuvens para a maior parte da região e chuvas isoladas para o extremo-norte de Minas Gerais.
Durante a tarde, as chuvas isoladas deixam o norte mineiro e tomam todo o Rio de Janeiro, São Paulo e o centro-sul de Minas Gerais. As chuvas devem ser mais intensas no oeste mineiro e noroeste paulista.
À noite, as chuvas se mantêm sobre as mesmas áreas, mas mais intensas em toda a região. As pancadas de chuva com trovoadas tomam o sudoeste mineiro, centro-oeste do Rio e norte e leste de São Paulo.
O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta de perigo potencial de chuvas intensas para quase toda a região — à exceção do centro-norte do Espírito Santo e do nordeste de Minas Gerais —, além de alerta de perigo de chuvas intensas para todo o estado de São Paulo, centro-norte e oeste do Rio de Janeiro e centro-oeste e sul de Minas Gerais.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 16°C em São Paulo. Já a máxima pode chegar até 32°C, no Rio de Janeiro e em Vitória. A umidade relativa do ar varia entre 40% e 100%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA previsão do tempo para a Região Norte do país, nesta sexta-feira (3), indica céu com muitas nuvens para toda a região e chuvas de diferentes intensidades para todos os estados ao longo do dia, acompanhadas de trovoadas mais intensas a partir da tarde.
Pela manhã, a previsão é de muitas nuvens e possibilidades de chuvas isoladas para toda a região, as quais devem amanhecer mais intensas e acompanhadas de trovoadas no Acre, Roraima, Amapá, centros-norte do Pará e do Tocantins e norte e sudoeste do Amazonas.
Durante a tarde, a região é tomada pelas pancadas de chuva isoladas, enquanto as trovoadas se restringem ao Acre, Roraima, Amapá, Tocantins, quase todo o Pará — à exceção do sudoeste — e norte e extremo-sudoeste do Amazonas. Essas condições devem se manter até a noite, com as trovoadas se restringindo ao Acre, extremo-nordeste do Pará e centro-oeste do Amazonas.
O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta de perigo potencial de chuvas intensas para toda a região, além de alerta de perigo de chuvas intensas para quase toda a região — à exceção dos centros-sul do Acre e de Rondônia.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 22°C, em Rio Branco. Já a máxima pode chegar até 35°C, em Boa Vista. A umidade relativa do ar varia entre 40% e 100%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA previsão do tempo para a Região Nordeste do país, nesta sexta-feira (3), indica céu de muitas nuvens e chuvas intensas acompanhadas de trovoadas para o interior oeste e litoral norte da região ao longo do dia.
Pela manhã, a previsão é de céu de muitas nuvens e possibilidade de chuvas isoladas para quase toda a região — à exceção do sul da Bahia, onde não deve chover —, as quais devem amanhecer mais intensas e acompanhadas de trovoadas em todo o Maranhão, Piauí, Ceará, centro-oeste do Rio Grande do Norte, oeste da Paraíba, oeste de Pernambuco e noroeste da Bahia.
Durante a tarde, as chuvas deixam o litoral nordeste e leste da região, se restringindo ao oeste potiguar, extremos-oeste da Paraíba e de Pernambuco e extremo-noroeste da Bahia. As pancadas de chuva com trovoadas se restringem ao Maranhão, centro-oeste e norte do Piauí e noroeste do Ceará.
À noite, as chuvas se mantêm sobre as mesmas áreas, mas mais intensas em toda a região. As pancadas de chuva com trovoadas se restringem aos centros-norte do Maranhão e do Piauí e centro-oeste do Ceará.
O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta de perigo potencial de chuvas intensas para quase toda a região — à exceção da coluna central e litoral sudeste da Bahia —, além de alerta de perigo de chuvas intensas para o Maranhão, Piauí e Ceará, oeste do Rio Grande do Norte e da Paraíba, noroeste de Pernambuco e extremos-oeste e noroeste da Bahia.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 23°C em São Luís. Já a máxima pode chegar até 31°C, em Fortaleza, Maceió, Recife e Teresina. A umidade relativa do ar varia entre 60% e 100%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioO Brasil alcançou, nesta semana, a marca de 99 mil instituições públicas de ensino com internet de qualidade para uso em atividades pedagógicas. O resultado é visto como um dos principais marcos da educação pública e da inclusão digital, viabilizada pela Estratégia Nacional de Escolas Conectadas (ENEC), coordenada pelos ministérios das Comunicações e da Educação, com cerca de 24 milhões de estudantes beneficiados.
O desempenho foi celebrado em cerimônia realizada em Brasília (DF), com a presença do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e dos ministros Frederico de Siqueira Filho, das Comunicações, e Camilo Santana, da Educação.
Para Lula, a conectividade nas escolas é de suma importância na formação das novas gerações. "Vamos aproveitar o Escolas Conectadas para fazer com que as coisas aconteçam bem e para que a gente consiga usar a internet na formação de cidadãos mais conscientes, mais preparados e mais humanos”, disse.
Na visão do ministro das Comunicações, o programa tem a capacidade de igualar o acesso a oportunidades independentemente da origem ou condição financeira das famílias. “Não queremos transformar apenas o presente desses meninos e meninas, mas redefinir o futuro do nosso país. Levar a internet às escolas é levar o mundo inteiro de aprendizado para dentro da sala de aula”, destacou Siqueira Filho.
Atualmente, o número de instituições de ensino conectadas representa 72% do total. A meta do governo é que 100% estejam atendidas até o fim do ano. Por isso, durante o evento, o Ministério das Comunicações anunciou a contratação de serviços de conectividade para mais 16,7 mil escolas em todo o país. Paraná, Piauí e Goiás são os estados com maior percentual de colégios contemplados.
“Acima de tudo, estamos estruturando um ambiente para que o Brasil reduza as suas desigualdades históricas, avance de maneira mais justa e dê a cada um que quiser a chance de se desenvolver plenamente por meio da educação. Essa política pública não se trata apenas de conectar escolas, mas de conectar o Brasil com o seu futuro. E a educação conectada é soberania, é inclusão, é desenvolvimento”, concluiu Siqueira Filho.
Desde 2023, início do programa Escolas Conectadas, mais de 31 mil escolas passaram a ter acesso à internet. O investimento total previsto da política é de R$ 8,8 bilhões, sendo R$ 6,5 bilhões provenientes do Novo PAC, o Programa de Aceleração do Crescimento. Além da conectividade, a política também inclui apoio à aquisição e à melhoria de equipamentos e dispositivos, garantindo a realização efetiva da proposta.
A Estratégia Nacional de Escolas Conectadas (ENEC) é uma política pública estruturante do governo federal que integra ações e investimentos para universalizar o acesso à internet de qualidade e garantir o uso pedagógico da tecnologia em todas as escolas públicas de educação básica do país.
Além de levar conectividade às unidades de ensino, a ENEC busca promover a transformação do ambiente escolar ao fortalecer a Educação Digital e Midiática nos currículos, ampliar a formação de professores e gestores e incentivar práticas pedagógicas inovadoras. O objetivo é assegurar uma aprendizagem integral, preparando estudantes para atuar de forma crítica, consciente e segura em uma sociedade cada vez mais digital.
A implementação é compartilhada entre União, estados, municípios e o Distrito Federal, com apoio técnico e financeiro do governo federal.
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Baixar áudioA possível redução da jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais pode provocar um aumento médio de 6,2% nos preços de produtos e serviços ao consumidor. A estimativa é de um estudo inédito da Confederação Nacional da Indústria (CNI).
Segundo o levantamento, diversos segmentos da economia devem sentir o impacto. Entre os principais aumentos projetados estão:
No setor de serviços, o reajuste médio pode chegar a 6,5%, com destaque para:
O estudo simula os impactos na economia caso a redução das horas trabalhadas seja compensada pela contratação de novos empregados. A estimativa indica que as horas trabalhadas não serão totalmente recompostas. Além disso, o custo da hora de trabalho tende a aumentar, provocando aumento de preços ao longo de toda a cadeia produtiva até chegar ao consumidor final.
A indústria aparece como o setor mais afetado, com queda estimada de 4,34% nas horas trabalhadas. Em seguida vêm:
O gerente de Análise Econômica da CNI, Marcelo Azevedo, afirma que a redução da jornada impacta diretamente a produção.
“Para que a produção se mantenha, as empresas vão fazer contratações, e isso traz custos. Isso não acontece em uma empresa específica, é algo generalizado. Então a empresa terá um aumento de custo ao comprar insumos e contratar serviços, porque as outras empresas passarão pelo mesmo problema. É um efeito que vai se acumulando nos custos das empresas e vai se disseminando pela economia até o consumidor final”, explica.
A CNI acompanha propostas em tramitação no Congresso Nacional que tratam da redução da jornada, como a PEC 148/2015 e a PEC 8/2025.
O presidente da entidade, Ricardo Alban, defende que o tema não seja votado de forma apressada, especialmente em ano eleitoral, e que haja um debate mais aprofundado e transparente com a sociedade e os setores produtivos.
“A história recente contemporânea da relação capital-trabalho sempre foi feita de uma transição entre a melhoria das condições de trabalho e a redução de uma possível jornada de forma gradativa e com muito entendimento, sempre através de negociações. Nós queremos fazer isso. Mas tem que ser de forma sustentável. Nós precisamos aumentar a produtividade. Ninguém tem dúvidas de que produtividade é que determina as melhores condições de trabalho.”
Alban também avalia que o momento não é adequado para esse tipo de discussão, diante do cenário econômico internacional.
Para ele, a alta global da inflação, impulsionada pelo aumento nos preços do petróleo em meio a conflitos no Oriente Médio, já pressiona os custos. Nesse contexto, a redução da jornada poderia agravar ainda mais a inflação.
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Baixar áudioDivulgado nesta quarta-feira (1º) pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), o Índice de Confiança Empresarial (ICE) do FGV IBRE recuou 0,4 ponto em março, alcançando 91,9 pontos, em sua segunda queda consecutiva após cinco meses em alta — nos quais acumulou alta de 4,3 pontos. Em médias móveis trimestrais, o ICE registrou queda de 0,1 ponto, revertendo a tendência de alta observada no período recente.
O ICE consolida os índices de confiança dos quatro setores cobertos pelas Sondagens Empresariais produzidas pela FGV IBRE: Indústria, Serviços, Comércio e Construção. Em março, a confiança recuou no Índice de Confiança do Comércio (ICC), que passou a 84,6 pontos após perda de 2,7 pontos, e no Índice de Confiança de Serviços (ICS), que caiu 1,8 ponto, para 88,4 pontos. Nos dois casos, a queda foi predominantemente determinada pela piora das expectativas para os próximos meses. O Índice da Indústria (ICI) manteve-se relativamente estável ao avançar 0,1 ponto, para 96,8 pontos, enquanto o da Construção (ICC) registrou um avanço de 2,1 pontos, passando a 93,6 pontos.
O levantamento mostrou que houve avanço da confiança empresarial em 20 dos 49 segmentos integrantes do ICE no mês de março, disseminação inferior à observada em fevereiro. O destaque positivo foi o setor de Construção, no qual 73% dos segmentos registraram alta da confiança em março.
O Índice da Situação Atual Empresarial (ISA-E) avançou 0,3 ponto, para 93,3 pontos, interrompendo a estabilidade de fevereiro e sinalizando para uma discreta evolução da atividade no mês. Entre seus componentes, o indicador que mede o nível de demanda no momento presente avançou 1,6 ponto, para 95,4 pontos, enquanto o indicador que mede a satisfação com a situação atual dos negócios recuou 1,0 ponto, para 91,3 pontos.
Por sua vez, o Índice de Expectativas Empresariais (IE-E) recuou 1,1 ponto, alcançando 90,5 pontos. O recuo reflete, sobretudo, a deterioração das expectativas para os próximos seis meses, indicando que as preocupações dos empresários se projetam para além do segundo trimestre. Enquanto isso, o componente que mede as perspectivas de evolução dos negócios nesse horizonte recuou 1,9 ponto, para 89,4 pontos, enquanto o indicador referente à demanda esperada para os três meses seguintes cedeu 0,3 ponto, para 91,8 pontos.
Na avaliação do pesquisador do FGV IBRE Aloisio Campelo Jr., apesar de ter sido parcialmente atenuada pela melhora na avaliação da situação corrente dos negócios, a piora das expectativas foi determinante para a queda da confiança empresarial em março. “O conflito no Oriente Médio, ao pressionar os preços do petróleo e a inflação doméstica, tem levado os empresários a adotar uma postura mais cautelosa em relação aos próximos meses”, acrescentou.
Confira aqui os resultados completos da sondagem.
Com informações do FGV IBRE.
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Baixar áudioEstados e municípios que mantêm Acordos de Cooperação Técnica com a Agência Nacional de Mineração (ANM) deverão participar do próximo ciclo de capacitação voltado ao fortalecimento das atividades de fiscalização da Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais (CFEM).
O treinamento está marcado para o dia 8 de abril de 2026. A iniciativa é requisito obrigatório para que os entes federativos possam exercer funções acessórias e complementares na fiscalização da CFEM, conforme estabelecido na Resolução ANM nº 71/2021 e na Portaria ANM nº 790/2021.
A participação será restrita aos servidores públicos formalmente indicados nas equipes técnicas dos acordos publicados no Diário Oficial da União. Não será permitida a inclusão de terceirizados, estagiários ou representantes de empresas contratadas, tendo em vista o acesso a informações protegidas por sigilo fiscal.
Durante a capacitação, serão abordados aspectos da legislação aplicável à CFEM, com ênfase nos procedimentos de controle e fiscalização, além do uso de ferramentas operacionais, como o Sistema ContÁgil.
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As instruções detalhadas, incluindo cronograma e link para inscrição, devem ser consultadas diretamente no respectivo processo administrativo no Sistema SEI.
A ANM destaca que as dúvidas podem ser encaminhadas à Coordenação de Regulação e Articulação Institucional pelo e-mail [email protected].
Estabelecida pela Constituição de 1988, a CFEM é uma compensação financeira paga pelas empresas mineradoras aos estados, Distrito Federal e municípios como contrapartida pela exploração econômica dos recursos minerais em seus territórios.
A Agência Nacional de Mineração (ANM) informa que, no mínimo, 20% dos recursos da CFEM devem ser direcionados a iniciativas de diversificação econômica, práticas de mineração sustentável e desenvolvimento de pesquisas científicas e tecnológicas.
De maneira geral, os valores não podem ser utilizados para o pagamento de dívidas, exceto débitos com a União ou seus órgãos, nem para despesas permanentes com pessoal. Contudo, os recursos podem ser destinados à educação, inclusive ao pagamento de salários de professores da rede pública, especialmente no âmbito da educação básica em tempo integral.
De acordo com a Lei nº 13.540, de 18 de dezembro de 2017, a CFEM é distribuída da seguinte forma:
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Baixar áudioO Instituto Nacional de Meteorologia emitiu alerta para acumulados expressivos de chuva em diversas regiões do país entre os dias 30 de março e 6 de abril de 2026. Segundo o órgão, os maiores volumes são esperados nas regiões Norte e Nordeste, além da faixa litorânea do Sul e Sudeste.
Na Região Norte, os destaques são para Amazonas, oeste de Roraima, noroeste e centro-leste do Pará e norte do Tocantins, onde os acumulados podem ultrapassar 80 mm, chegando a mais de 150 mm em pontos isolados. As chuvas tendem a ser mais persistentes em Roraima e no oeste do Amazonas.
No Nordeste, os maiores volumes são previstos para o centro-norte do Maranhão e do Piauí, além do sul do Ceará, com acumulados em torno de 80 mm e picos de até 150 mm. No sul da Bahia e no Maranhão, os volumes variam entre 50 e 80 mm. Já no restante do litoral nordestino, os acumulados ficam entre 20 e 50 mm, com chuvas mais fracas nas demais áreas.
No Centro-Oeste, as precipitações se concentram no norte de Mato Grosso, com até 70 mm, podendo ultrapassar 80 mm em áreas isoladas. No Distrito Federal, centro-sul de Mato Grosso e noroeste de Goiás, os volumes variam entre 20 e 40 mm.
No Sudeste, a previsão indica chuvas persistentes no litoral de São Paulo, Vale do Paraíba e litoral sul do Rio de Janeiro, com acumulados acima de 50 mm e picos de até 80 mm. Em outras áreas da região, os volumes ficam entre 20 e 50 mm.
Já no Sul, os maiores acumulados são esperados no litoral do Paraná e de Santa Catarina, com volumes acima de 50 mm e possibilidade de atingir 80 mm. Nas demais áreas, a tendência é de chuvas fracas e baixos acumulados.
O alerta é voltado principalmente para gestores municipais e Defesas Civis, devido ao risco de transtornos em áreas mais vulneráveis.
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