07/07/2026 04:55h

Estudo da CNI estima impacto sobre US$ 14,9 bilhões em exportações e alerta para prejuízos às cadeias produtivas dos dois países

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Um total de 4.187 produtos brasileiros, equivalentes a US$ 14,9 bilhões em exportações, poderão ser afetados, caso o governo dos Estados Unidos confirme novas tarifas de importação sobre o Brasil. A estimativa é da Confederação Nacional da Indústria (CNI).

Atualmente, esses produtos já estão sujeitos a uma tarifa adicional de 10%, aplicada com base na Seção 122 da legislação comercial norte-americana e válida até 24 de julho

Antes de decidir sobre novas medidas, o governo dos Estados Unidos realizará, nesta semana, audiências públicas para discutir duas propostas que podem ampliar a tributação sobre produtos brasileiros. A primeira decorre da investigação aberta contra o Brasil com base na Seção 301 da legislação comercial americana e prevê uma tarifa adicional de 25%. A segunda faz parte de uma investigação sobre trabalho forçado, que abrange diversos países, incluindo o Brasil, e propõe uma sobretaxa de 12,5%

Se ambas forem implementadas, os produtos sujeitos às duas medidas passarão a enfrentar uma tarifa total de 37,5% — um acréscimo de 27,5 pontos percentuais em relação à alíquota atualmente em vigor. Dos itens potencialmente atingidos, 62% são bens intermediários utilizados como insumos em cadeias produtivas

O presidente da CNI, Ricardo Alban, afirma que a medida atingirá principalmente produtos manufaturados, com impactos sobre a indústria brasileira e também sobre empresas norte-americanas que utilizam esses bens

Repor produtos manufaturados sempre é muito mais complexo do que repor commodities no mercado internacional, porque tem especificações de cada país, de cada região e de cada demanda. Isso nos preocupa bastante e, por isso, estamos colocando todos os esforços possíveis para termos o melhor resultado”, afirma. 

Segundo Alban, a expectativa da indústria é reverter as propostas ou ampliar a lista de exceções para reduzir significativamente o universo de mais de 4 mil produtos afetados. 

Prejuízo para Brasil e Estados Unidos 

Entre os 13 principais produtos brasileiros que poderão ser atingidos pela tarifa acumulada de 37,5%, o Brasil é o principal fornecedor do mercado norte-americano em 11 deles

Produto sujeito a sobretaxa de até 37,5% Principais exportadores para os EUA (Market Share)
Ferro-gusa não ligado 1 - Brasil (73,3%)
2 - Ucrânia (17,9%)
3 - África do Sul (2,9%)
Açúcar de cana em forma sólida, bruto 1 - Brasil (52,9%)
2 - México (31,6%)
3 - El Salvador (5,5%)
Sebo não comestível 1 - Brasil (37,5%)
2 - Canadá (21,3%)
3 - Austrália (19,1%)
Álcool etílico não desnaturado 1 - Brasil (72,3%)
2 - Canadá (18,5%)
3 - África do Sul (6,9%)
Molduras de madeira padrão de pinho 1 - Brasil (59,4%)
2 - México (13,5%)
3 - Vietnã (8,6%)
Tabaco curado por fumaça ou processado 1 - Brasil (72,0%)
2 - Zimbábue (17,6%)
3 - Filipinas (3,2%)
Peptonas e seus derivados 1 - Brasil (33,1%)
2 - União Europeia (23,2%)
3 - China (20,5%)
Compensado de pinus 1 - Brasil (99,6%)
2 - Chile (0,4%)
Granito monumental ou de construção 1 - Brasil (48,9%)
2 - Índia (23,9%)
3 - União Europeia (15,7%)
Estacas, paliças, postes e trilhos de madeira 1 - Brasil (57,8%)
2 - China (30,9%)
3 - Canadá (5,3%)
Hidróxido de alumínio 1 - Brasil (47,5%)
2 - União Europeia (18,0%)
3 - Canadá (17,0%)

Fonte: elaborado pela CNI com base em estatísticas da Comissão de Comércio Internacional dos Estados Unidos (USITC). A análise utiliza dados de 2024 como ano-base para capturar a estrutura das exportações brasileiras aos EUA antes das alterações nos fluxos comerciais decorrentes das medidas tarifárias. 

Para Alban, isso demonstra que as medidas também poderão prejudicar a economia dos Estados Unidos.

O Brasil é deficitário na balança comercial com os Estados Unidos. Nós temos uma relação de complementaridade importante para ambos os lados. Em 11 dos 13 maiores produtos de exportação que serão afetados, o Brasil é o principal fornecedor para os Estados Unidos. Ou seja, a medida também afeta os interesses norte-americanos”, destaca.

CNI acompanha audiências em Washington

O embaixador brasileiro Roberto Azevêdo representará a CNI na audiência pública marcada para esta terça-feira (7), em Washington (EUA), sobre a proposta de tarifa adicional de 25%. Dos 80 inscritos para participar, 66 deverão se manifestar contra a medida. 

A investigação foi aberta em julho de 2025 com base na Seção 301 da legislação comercial norte-americana. Em junho deste ano, o Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR) concluiu que práticas brasileiras relacionadas a comércio digital, tarifas preferenciais, combate à corrupção, propriedade intelectual, acesso ao etanol e combate ao desmatamento seriam restritivas ao comércio dos Estados Unidos.

Como resultado, foi proposta uma tarifa adicional de 25% sobre produtos brasileiros, com exceções para 1.698 códigos tarifários, entre eles, café, suco de laranja e carne

Alban contesta os fundamentos da investigação e afirma que não há evidências de discriminação contra os Estados Unidos

"Um dos pontos levantados é o desmatamento. Em 2025, o Brasil registrou uma redução de cerca de 61% no desmatamento. É óbvio que, lamentavelmente, poderá ter um contexto geopolítico envolvido nessa decisão. Por isso, esperamos que nossos representantes consigam sensibilizar [as autoridades americanas] com argumentos técnicos", diz. 

Paralelamente, o USTR concluiu uma investigação sobre trabalho forçado envolvendo quase 90 países. O Brasil foi incluído entre as nações que, segundo o órgão, não adotam ou não aplicam de forma efetiva restrições à importação de produtos fabricados com trabalho forçado

Nesse caso, a proposta é aplicar uma tarifa adicional de 12,5%, com isenção para 1.655 códigos tarifários. Quando as duas medidas incidem simultaneamente sobre determinados produtos, a sobretaxa pode chegar a 37,5%

Alban defende que o governo brasileiro conduza as negociações de forma técnica, sem politizar o debate

"Queremos que o governo brasileiro faça sua parte de forma competente e técnica, sem envolver aspectos políticos, para que possamos manter uma relação comercial normal, estável e crescente com os Estados Unidos." 

A expectativa é de que a decisão final seja anunciada até 15 de julho. Mesmo em caso de resultado desfavorável, Alban afirma que a CNI continuará atuando junto ao governo brasileiro e às autoridades americanas para revisar as medidas e ampliar a lista de produtos isentos das tarifas

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07/07/2026 04:20h

Levantamento da Serasa Experian mostra que mais de 9 milhões de empresas estavam negativadas em maio

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O número de empresas inadimplentes no Brasil permaneceu em patamar recorde em maio de 2026, segundo o mais recente Indicador de Inadimplência das Empresas da Serasa Experian. Divulgado no início do mês de julho, o levantamento revela que mais de 9 milhões de CNPJs estavam negativados no quinto mês do ano, enquanto o estoque de dívidas atingiu R$ 229,9 bilhões, o maior volume da série histórica.

Os dados mostram que cada empresa inadimplente acumulava, em média, 7,3 dívidas, com dívida média de R$ 25.494,08 por CNPJ e ticket médio de R$ 3.515,52 por débito. Em comparação com maio de 2025, quando havia 7,7 milhões de empresas negativadas, o número avançou para 9 milhões, evidenciando o agravamento da inadimplência empresarial ao longo de um ano.

Além do aumento no número de empresas com restrições, o total de dívidas negativadas também cresceu, passando de 56 milhões, em maio de 2025, para 65,4 milhões em maio deste ano.

Segundo a economista-chefe da Serasa Experian, Camila Abdelmalack, o cenário revela uma mudança na dinâmica da inadimplência. "O dado chama atenção não apenas pela manutenção da inadimplência em um patamar recorde, mas também pelo avanço do volume financeiro das dívidas. Isso mostra que o desafio das empresas não está apenas em evitar a negativação, mas principalmente em conseguir reduzir o passivo acumulado."

Ela explica que a combinação entre juros elevados, crédito restritivo e desaceleração da atividade econômica dificulta a recomposição do caixa das empresas e compromete a capacidade de pagamento.

Serviços lideram entre as empresas inadimplentes

O setor de serviços concentrou a maior parcela das empresas negativadas em maio, respondendo por mais da metade dos casos.

Participação por setor:

  • Serviços: 55,6%
  • Comércio: 32,3%
  • Indústria: 8,1%
  • Setor primário: 0,9%
  • Demais segmentos: participação residual.

Para Camila Abdelmalack, a desaceleração econômica passou a afetar também a geração de receitas das empresas. "Até recentemente, a principal pressão vinha da estrutura de custos e das condições de financiamento. Agora, começamos a observar também um ambiente menos favorável para a geração de receita, o que torna a regularização financeira ainda mais lenta."

Origem das dívidas

O levantamento mostra que as pendências financeiras estão distribuídas entre diferentes segmentos da economia, indicando dificuldades na manutenção das operações e do capital de giro.

Origem das dívidas negativadas:

  • Serviços: 31,5%
  • Bancos e cartões: 19,5%
  • Cooperativas: 8,6%
  • Utilities (água, energia e gás): 6,9%
  • Telefonia: 5,7%
  • Outros segmentos: 27,8%

Sudeste concentra maior número de empresas negativadas

Regionalmente, o Sudeste segue liderando o número de empresas inadimplentes, reflexo da elevada concentração de negócios na região.

Os estados com maior quantidade de CNPJs negativados foram:

  • São Paulo: 3.094.295 empresas
  • Minas Gerais: 887.261
  • Rio de Janeiro: 869.138
  • Paraná: 593.565
  • Rio Grande do Sul: 522.521

Micro e pequenas empresas seguem como maioria

As micro e pequenas empresas continuam representando a maior parte da inadimplência empresarial no país.

Em maio, o segmento somou:

  • 8,5 milhões de empresas negativadas;
  • 59 milhões de dívidas;
  • R$ 198,8 bilhões em débitos.

Na média, cada empresa desse grupo acumulava 6,9 contas em atraso, com dívida média de R$ 23.177,51 e ticket médio de R$ 3.369,41.

Para Camila Abdelmalack, o acúmulo de diversas pendências financeiras dificulta a recuperação desse segmento, que possui menor capacidade de acesso ao crédito e menor folga de caixa.

Cenário exige atenção

Os números reforçam que a inadimplência empresarial permanece como um dos principais desafios da economia brasileira em 2026. Embora o total de empresas negativadas tenha se estabilizado em torno de 9 milhões desde abril, o crescimento contínuo do volume financeiro das dívidas indica que a regularização das pendências ainda ocorre de forma lenta.

Na avaliação da Serasa Experian, a combinação entre juros elevados, crédito mais seletivo e atividade econômica moderada continua pressionando principalmente os pequenos negócios, responsáveis pela maior parcela das empresas inadimplentes no país.

 

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07/07/2026 04:10h

O preço do açúcar cristal apresenta declínio na capital de São Paulo. A saca de 50 kg é cotada a R$ 91,94, após queda de 1,76%

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O preço do café arábica abre esta terça-feira (7) com alta de 9,24%, com a saca de 60 kg negociada a R$ 1.787,48 na cidade de São Paulo.

O café robusta teve alta de 4,37%, sendo comercializado a R$ 1.117,33.


INDICADOR DO CAFÉ ARÁBICA CEPEA/ESALQ

  Valor R$ Var./Dia Var./Mês Valor US$
06/07/2026 1.787,48 9,24% 13,23% 348,17
03/07/2026 1.636,25 -1,24% 3,65% 316,55
02/07/2026 1.656,79 -0,53% 4,95% 318,00
01/07/2026 1.665,59 5,50% 5,50% 319,75
30/06/2026 1.578,69 4,26% 1,48% 305,42


INDICADOR DO CAFÉ ROBUSTA CEPEA/ESALQ

  Valor R$ Var./Dia Var./Mês Valor US$
06/07/2026 1.117,33 4,37% 5,23% 217,63
03/07/2026 1.070,57 -1,70% 0,83% 207,11
02/07/2026 1.089,06 1,66% 2,57% 209,03
01/07/2026 1.071,24 0,89% 0,89% 205,65
30/06/2026 1.061,81 4,37% 11,47% 205,42


O preço do açúcar cristal apresenta declínio de 1,76% na capital de São Paulo. A saca de 50 kg é cotada a R$ 91,94.

INDICADOR DO AÇÚCAR CRISTAL BRANCO CEPEA/ESALQ - SÃO PAULO

  Valor R$* Var./Dia Var./Mês Valor US$*
06/07/2026 91,94 -1,76% 0,73% 17,91
03/07/2026 93,59 1,47% 2,54% 18,11
02/07/2026 92,23 1,03% 1,05% 17,70
01/07/2026 91,29 0,02% 0,02% 17,53
30/06/2026 91,27 -1,53% -1,86% 17,66


Em Santos (SP), houve um aumento de 1,97%, e a mercadoria é negociada a R$ 110,97 na média de preços sem impostos.

Indicador Açúcar Cristal - Santos (FOB)

Data Valor R$* Var./Dia Var./Mês Valor US$*
06/07/2026 110,97 1,97% 1,97% 21,48
03/07/2026 108,83 -0,34% 0,00% 21,04
02/07/2026 109,20 -1,43% 0,34% 21,02
01/07/2026 110,78 1,79% 1,79% 21,32
30/06/2026 108,83 0,84% 5,82% 21,02


A saca de 60 kg do milho, por sua vez, é vendida a R$ 64,00, após declínio de 0,08%.

Data Valor R$* Var./Dia Var./Mês Valor US$*
06/07/2026 64,00 -0,08% 0,66% 12,47
03/07/2026 64,05 -0,12% 0,74% 12,39
02/07/2026 64,13 0,17% 0,87% 12,31
01/07/2026 64,02 0,69% 0,69% 12,29
30/06/2026 63,58 0,28% -2,05% 12,30


Os dados são do Cepea.


Diferença entre café arábica e café robusta: características, uso e regiões produtoras

Café arábica e café robusta são as duas principais variedades cultivadas e comercializadas no Brasil, ambas medidas em sacas de 60 kg.

O café arábica (conhecido também como café Conilon, em algumas regiões) tem sabor mais suave, menor teor de cafeína e alta qualidade sensorial, sendo preferido em cafeterias especializadas e nas exportações de cafés premium. Representa cerca de 70% da produção brasileira, com destaque para estados como Minas Gerais e São Paulo.

O café robusta, por sua vez, possui sabor mais amargo, maior concentração de cafeína e corpo mais intenso. É amplamente utilizado na produção de café solúvel e blends comerciais. Seus principais polos produtores são o Espírito Santo e Rondônia, e seu preço costuma ser mais baixo em comparação ao arábica, por conta do perfil mais industrial. 

Como é calculada a saca de açúcar cristal?

A saca de açúcar cristal no Brasil é padronizada em 50 quilos, especialmente para comercialização no mercado atacadista e para uso na indústria alimentícia. Essa unidade de medida é adotada pelo Cepea/Esalq-USP, principal fonte de cotações diárias do açúcar cristal no país.

Qual o peso da saca de milho no Brasil?

A saca de milho equivale a 60 kg de grãos, mesmo padrão utilizado para soja e trigo. Essa medida é oficializada por instituições como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Cepea, sendo amplamente usada em negociações e relatórios de preço do milho.

 

 

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07/07/2026 04:05h

A carcaça suína especial mantém estabilidade nos atacados da Grande São Paulo, onde o quilo custa R$ 8,61

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O preço do boi gordo teve redução de 1,03% nesta terça-feira (7). Em São Paulo, a arroba é negociada a R$ 326,45.

INDICADOR DO BOI GORDO CEPEA/ESALQ

Data Valor R$* Var./Dia Var./Mês Valor US$*
06/07/2026 326,45 -1,03% -2,96% 63,59
03/07/2026 329,85 -0,87% -1,95% 63,81
02/07/2026 332,75 -0,76% -1,09% 63,87
01/07/2026 335,30 -0,33% -0,33% 64,37
30/06/2026 336,40 -0,66% -3,80% 65,08

 

Preço do frango congelado e frango resfriado

 

No mercado de frango, os valores apresentam leve declínio na Grande São Paulo, em São José do Rio Preto e em Descalvado. O quilo do frango congelado é vendido a R$ 7,18, enquanto o frango resfriado também está cotado a R$ 7,18.

PREÇOS DO FRANGO CONGELADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP

Valor R$ Var./Dia Var./Mês
06/07/2026 7,18 -0,28% -1,10%
03/07/2026 7,20 0,00% -0,83%
02/07/2026 7,20 0,00% -0,83%
01/07/2026 7,20 -0,83% -0,83%
30/06/2026 7,26 -0,41% 3,27%

 

PREÇOS DO FRANGO RESFRIADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP

Data Valor R$ Var./Dia Var./Mês
06/07/2026 7,18 -0,28% -1,10%
03/07/2026 7,20 0,00% -0,83%
02/07/2026 7,20 0,00% -0,83%
01/07/2026 7,20 -0,83% -0,83%
30/06/2026 7,26 -0,41% 2,98%

 

Preço da carcaça suína especial e suíno vivo

 

Já a carcaça suína especial também mantém estabilidade nos atacados da Grande São Paulo, onde o quilo custa R$ 8,61.

Entre os estados analisados, o suíno vivo registra declínio no preço em Santa Catarina, onde o animal é comercializado a R$ 4,97.

PREÇOS DA CARCAÇA SUÍNA ESPECIAL (R$/kg)

Data Média Var./Dia Var./Mês
06/07/2026 8,61 0,00% 1,06%
03/07/2026 8,61 0,94% 1,06%
02/07/2026 8,53 0,00% 0,12%
01/07/2026 8,53 0,12% 0,12%
30/06/2026 8,52 -0,47% -1,27%

 

INDICADOR DO SUÍNO VIVO CEPEA/ESALQ (R$/kg)

Data Estado Valor R$* Var./Dia Var./Mês
06/07/2026 MG - posto 5,89 0,00% 0,34%
06/07/2026 PR - a retirar 4,79 0,21% 3,46%
06/07/2026 RS - a retirar 5,03 0,00% -0,40%
06/07/2026 SC - a retirar 4,97 -0,80% -1,58%
06/07/2026 SP - posto 5,31 0,38% 0,57%

 

Os dados são do Cepea.

 

O que é o boi gordo? Entenda o termo do mercado bovino

O boi gordo é o bovino macho pronto para o abate, com peso mínimo de 16 arrobas líquidas de carcaça (aproximadamente 240 kg) e até 42 meses de idade. Atende aos padrões do mercado nacional e internacional, incluindo exportações para Europa, China e cota Hilton.

Diferenças entre frango congelado e frango resfriado

O frango congelado passa por congelamento rápido, com temperaturas abaixo de -12°C, garantindo maior vida útil para armazenamento e transporte a longas distâncias.

Já o frango resfriado é mantido entre 0°C e 4°C, com validade de 5 a 7 dias, oferecendo textura e sabor mais próximos do fresco, ideal para consumidores exigentes e restaurantes.     

 

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07/07/2026 04:00h

O trigo mantém a tendência de queda de preço no estado do Paraná e de alta no Rio Grande do Sul

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A saca de 60 quilos da soja inicia esta terça-feira (7) com aumento no interior do Paraná e na região litorânea de Paranaguá.

No mercado paranaense, o grão apresenta aumento de 1,18%, com a saca negociada a R$ 129,93. Em Paranaguá, o aumento foi de 2,63%, levando a cotação para R$ 139,01.

INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANÁ

Data Valor R$* Var./Dia Var./Mês Valor US$*
06/07/2026 129,93 1,18% 1,96% 25,31
03/07/2026 128,41 0,42% 0,77% 24,84
02/07/2026 127,87 0,04% 0,35% 24,54
01/07/2026 127,82 0,31% 0,31% 24,54
30/06/2026 127,43 -0,13% 2,58% 24,65


INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANAGUÁ 

Data Valor R$* Var./Dia Var./Mês Valor US$*
06/07/2026 139,01 2,63% 4,06% 27,08
03/07/2026 135,45 0,27% 1,40% 26,20
02/07/2026 135,08 0,57% 1,12% 25,93
01/07/2026 134,32 0,55% 0,55% 25,79
30/06/2026 133,58 -0,24% 2,66% 25,84

 

Trigo

 

O trigo mantém a redução de preço no Paraná, mas teve aumento no Rio Grande do Sul.

No Paraná, a tonelada do cereal é comercializada a R$ 1.363,13. No Rio Grande do Sul, o produto é vendido a R$ 1.324,01.

PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - RIO GRANDE DO SUL

Data Valor R$/t* Var./Dia Var./Mês Valor US$/t*
06/07/2026 1.324,01 0,54% -0,41% 257,89
03/07/2026 1.316,87 -0,59% -0,95% 254,76
02/07/2026 1.324,66 0,59% -0,36% 254,25
01/07/2026 1.316,87 -0,95% -0,95% 252,81
30/06/2026 1.329,48 -0,08% -0,28% 257,20

 

PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - PARANÁ

Data Valor R$/t* Var./Dia Var./Mês Valor US$/t*
06/07/2026 1.363,13 -0,67% -0,40% 265,51
03/07/2026 1.372,32 0,59% 0,27% 265,49
02/07/2026 1.364,29 -0,21% -0,32% 261,86
01/07/2026 1.367,18 -0,11% -0,11% 262,46
30/06/2026 1.368,63 0,05% 0,66% 264,78

 

Os dados são do Cepea.

O que é uma saca de soja ou de trigo? Entenda a unidade de medida no mercado de grãos

A saca de soja e a saca de trigo são as principais unidades de comercialização de grãos no Brasil. Cada saca equivale a 60 quilos, padrão adotado por órgãos oficiais como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

Esse formato padronizado facilita o comércio da soja e do trigo, além de permitir um acompanhamento mais preciso das cotações e variações de preços no mercado nacional.         

 

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06/07/2026 21:30h

O volume total negociado na B3 foi de R$ 17.298.261.936, em meio a 3.119.382 negócios

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O principal índice da bolsa brasileira (Ibovespa) fechou a segunda-feira em queda de 0,93%, cotado aos 172.448 pontos.

O recuo foi apenas um movimento natural de investidores vendendo ações para garantir lucros, e não uma mudança de rumo do mercado.

A bolsa segue sem grandes novidades para engrenar uma alta desde o fim de maio.

Essa estabilidade ocorre por conta da expectativa de juros estáveis nos Estados Unidos e da aproximação das eleições.

Maiores altas e quedas

Ações em alta no Ibovespa

  • Grupo Toky SA (TOKY3F) +33,33%

  • Sequoia Logística e Transportes SA (SEQL3) +16,67%

Ações em queda no Ibovespa

  • Gafisa S.A. (GFSA3) −31,00%
  • Gafisa S.A. (GFSA3F) −28,71%

O volume total negociado na B3 foi de R$ 17.292.907.250, em meio a 3.119.382 negócios.

Os dados da bolsa podem ser consultados no site da B3.  

O que é o Ibovespa e como ele funciona?

O Ibovespa (Índice Bovespa) é o principal indicador do mercado acionário brasileiro. Calculado pela B3, ele reflete a média do desempenho das ações mais negociadas na bolsa, com base em critérios de volume e liquidez. O índice é composto por uma carteira teórica de ativos, que representa cerca de 80% do volume financeiro total negociado no mercado.

O que é a B3, a bolsa de valores do Brasil?

A B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) é a bolsa de valores oficial do Brasil, sediada em São Paulo. É responsável pela negociação de ações, derivativos, títulos públicos e privados, câmbio e outros ativos financeiros. A B3 está entre as maiores bolsas do mundo em infraestrutura e valor de mercado.     

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06/07/2026 21:00h

O euro, por sua vez, encerrou o pregão cotado a R$ 5,88

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O dólar fechou a segunda-feira em queda de 0,7%, cotado a R$ 5,13. Com esse recuo, a moeda americana atingiu o seu menor valor em duas semanas e meia, interrompendo uma sequência de altas recentes.

A desvalorização da moeda foi motivada pelo otimismo do mercado após o Boletim Focus revisar para baixo as projeções de inflação no Brasil, o que sinaliza uma melhora na economia doméstica.

No fim da tarde, o índice DXY, que mede a força do dólar frente a outras moedas globais, operava estável aos 100,87 pontos.
 

Cotação do euro

O euro, por sua vez, encerrou o pregão cotado a R$ 5,88.
 

Cotações

A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.

Código BRL USD EUR GBP JPY CHF CAD AUD
BRL 1 0,1949 0,1699 0,1452 31,5908 0,1569 0,2769 0,2795
USD 5,1306 1 0,8740 0,7469 162,08 0,8049 1,4207 1,4376
EUR 5,8858 1,1442 1 0,8546 185,48 0,9210 1,6253 1,6449
GBP 6,8639 1,3389 1,1703 1 217,07 1,0778 1,9020 1,9251
JPY 0,0317 0,0062 0,0054 0,0046 1 0,4966 0,0088 0,0089
CHF 6,3743 1,2425 1,0857 0,9278 201,41 1 1,7646 1,7855
CAD 3,6114 0,7039 0,6152 0,5258 114,11 0,5669 1 1,0119
AUD 3,5780 0,6957 0,6079 0,5195 112,77 0,5599 0,9881 1

 

Os dados são da Investing.com
 

 

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06/07/2026 04:20h

Câmara e Senado ainda não definiram itens a serem analisados e nem acordaram nova data para sessão conjunta

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O Congresso Nacional entra na reta final de definição de temas importantes. Com o recesso de duas semanas que tem início a partir do dia 17 deste mês, a tendência é que qualquer votação de projetos considerados estratégicos seja adiada para após as eleições de outubro.

Na Câmara, a pauta dos próximos dias vai ser definida em reunião de líderes marcada para esta terça-feira (7). As principais discussões são sobre a regulamentação da inteligência artificial (PL 2.338/23), a criminalização da misoginia (PL 896/23) e a ampliação dos limites de faturamento do Simples Nacional (PLP 108/21). Este último recebeu uma proposta alternativa do governo federal, que prevê correção apenas para microempreendedores individuais e desconsidera as demais faixas de enquadramento do regime.

No Senado, há sessões plenárias marcadas de terça à quinta-feira (9), mas também não foi batido o martelo quanto aos itens a serem votados. Há a possibilidade de ser votada a Medida Provisória 1.348/26, aprovada na semana passada pela Câmara e que aumenta os repasses para financiamento das atividades da Polícia Federal, incluindo a destinação de até 3% dos valores obtidos pelo governo com apostas de quota fixa, as bets. Ainda não há data para a votação das Propostas de Emenda à Constituição que garantem autonomia financeira ao Banco Central (PEC 65/2023) e aposentadoria especial para agentes comunitários de saúde e de combate às endemias (PEC 14/2021). Sabe-se apenas que ambas devem ser analisadas antes do recesso.

Uma sessão conjunta entre deputados e senadores também pode ser realizada. Há duas semanas, o presidente do Congresso, Davi Alcolumbre (União-AP), teve de cancelar a última reunião devido à falta de entendimento entre oposição e governistas, além da baixa quantidade de parlamentares presentes. Mas ainda está pendente acordo entre as presidências das duas casas legislativas e a escolha dos projetos e vetos a serem discutidos.

Comissões

Prioridade no Congresso, a Comissão Especial que analisa a atualização dos limites de faturamento do Microempreendedor Individual (MEI) e das faixas de enquadramento do Simples Nacional realiza seminários em São Paulo capital, nesta segunda (6), e em Feira de Santana, na Bahia, na quarta-feira (8). O encontro reunirá parlamentares, empresários, especialistas e representantes de entidades para discutir a proposta. O relatório deve ser votado no colegiado e, em seguida, no plenário antes do recesso.

Na terça, o ministro dos Povos Indígenas, Luiz Eloy Terena, é esperado na Comissão da Amazônia e dos Povos Originários e Tradicionais da Câmara para apresentar o planejamento, as diretrizes e as ações previstas para 2026. Na Comissão de Meio Ambiente do Senado, o debate é sobre os impactos ambientais, sociais, territoriais, trabalhistas e de soberania nacional na exploração de minerais críticos e estratégicos no Brasil.

Já a Comissão de Educação da Câmara dos Deputados discute, na quarta, os impactos da extinção de cursos de licenciatura integralmente na modalidade de educação a distância (EaD).

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06/07/2026 04:15h

Levantamento da Abes mostra que só 3,67% das cidades avaliadas alcançaram os indicadores mais próximos das metas previstas para 2033

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A menos de uma década do prazo estabelecido pelo marco legal do saneamento, a universalização dos serviços de água e esgoto ainda está distante para a maior parte dos municípios brasileiros. Levantamento da Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental (Abes) mostra que apenas 94 das 2.558 cidades avaliadas apresentam indicadores compatíveis com esse objetivo.

O estudo analisou cinco aspectos relacionados ao saneamento e à gestão de resíduos: cobertura de abastecimento de água, atendimento por rede coletora de esgoto, volume de esgoto tratado em relação à água consumida, coleta de lixo domiciliar e destinação final adequada dos resíduos sólidos urbanos.

Com base nesses critérios, somente 3,67% dos municípios pesquisados alcançaram a classificação mais elevada do ranking, denominada "rumo à universalização".

Capitais e cidades mais bem colocadas

Entre as capitais, Curitiba lidera o levantamento e é a única a atingir pontuação suficiente para integrar a categoria máxima. No grupo dos municípios de grande porte, os melhores desempenhos foram registrados em Leme (SP), Balneário Camboriú (SC) e Santa Bárbara d'Oeste (SP).

O cenário é diferente em parte da região Norte. Belém (PA), Macapá (AP), Rio Branco (AC) e Porto Velho (RO) aparecem entre as capitais com pior desempenho no ranking, evidenciando que os avanços desde a aprovação do marco legal ainda foram limitados.

VEJA MAIS:

A Lei nº 14.026, sancionada em junho de 2020, estabeleceu metas de atendimento de 99% da população com abastecimento de água e de 90% com coleta e tratamento de esgoto até 2033.

Para o presidente nacional da Abes, Marcel Sanches, o cumprimento dessas metas exige uma visão mais ampla dos desafios do setor. "A universalização não será alcançada se o país olhar apenas para uma parte do problema", afirma.
 

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06/07/2026 04:00h

ANP finaliza repasses referentes à produção de abril de 2026, considerando os regimes de concessão, cessão onerosa e partilha

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A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) concluiu a operacionalização da distribuição de royalties referentes à produção de abril de 2026 nos contratos sob o regime de concessão, cessão onerosa e partilha.

Os repasses totalizaram R$ 2,35 bilhões para os estados e R$ 3,02 bilhões para os municípios, beneficiando 945 cidades e dez unidades da Federação. Com a operação, foram concluídos todos os pagamentos relativos à produção do período. 

Além dos estados e municípios, parte dos royalties foi destinada à União e ao Fundo Especial, de acordo com a legislação vigente.

Considerando os três regimes de exploração — concessão, cessão onerosa e partilha de produção —, o total distribuído em royalties referente à produção de abril alcançou R$ 8,91 bilhões, destinados à União, aos estados e aos municípios. 

Os valores detalhados por beneficiário, bem como as séries históricas dos repasses, estão disponíveis na página Royalties da ANP. As informações referentes ao mês corrente ainda estão em fase de consolidação e serão publicadas em breve. 

Cabe à ANP calcular, apurar e distribuir os royalties de acordo com as regras estabelecidas pelas Leis nº 7.990/1989 e nº 9.478/1997, além dos decretos que regulamentam a divisão dos recursos. 
Embora não exista uma data fixa para os depósitos, a agência informa que busca dar celeridade ao processo de distribuição. Os beneficiários podem consultar valores, datas de pagamento e demais informações no portal do Banco do Brasil, na opção "ANP – Royalties da ANP". 

VEJA MAIS:

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