24/10/2026 04:55h

CACB espera cumprimento do acordo com lideranças congressistas enquanto governo articula com a Câmara novas medidas

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O setor produtivo cobra do Congresso Nacional o cumprimento do acordo para atualizar ainda este ano os limites de faturamento do Simples Nacional e a criação de um mecanismo de correção anual automática dos valores pela inflação. As demandas foram reforçadas pela Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB) após a sanção da lei que amplia o teto de faturamento do microempreendedor individual (MEI), com aumentos previstos para os próximos dois anos.

Ao mesmo tempo, o setor empresarial celebrou o aumento do limite de faturamento para microempreendedores individuais (MEI). A Lei Complementar nº 238/2026 eleva o teto da categoria para R$ 110 mil em 2027 e para R$ 140 mil em 2028 e sobe para dois o número de empregados permitidos, desde que recebam um salário mínimo ou o piso setorial.

“É uma conquista, mesmo sabendo que foi feito por causa do aspecto eleitoral, entretanto, nós estamos há 8 anos brigando por esta correção, então de alguma forma esse projeto eleitoral ajudou a nós termos a correção do limite do MEI”, enfatizou Alfredo Cotait Neto, presidente da CACB, da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) e da Federação das Associações Comerciais de São Paulo (Facesp).

A CACB representa 2.300 associações comerciais e empresariais do país com 2 milhões de empresas vinculadas e espalhadas por todos os estados do país. O executivo, no entanto, destacou que não foi inserido um dispositivo de correção automática anual pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) — indicador que mede a inflação oficial do país —, ponto exigido pelo setor produtivo.

Simples

Além do reajuste dos limites do MEI todo ano, Cotait também elencou outra demanda dos empresários: a correção do faturamento do Simples Nacional. Atualmente, os limites para o regime simplificado são de R$ 360 mil para microempresas e R$ 4,8 milhões para empresas de pequeno porte, definidos há 10 anos pela Lei Complementar nº 155/2016.

Segundo Cotait, foi firmado um acordo com lideranças congressistas para corrigir a tabela ainda este ano. “Vamos continuar nossa luta. Temos que tentar ainda nesta legislatura, para cumprir o compromisso do presidente Hugo Motta, para aprovação também da correção dos limites da microempresa e da pequena empresa que fazem parte do Simples Nacional”, afirmou.

Articulação

O assunto fez parte do encontro entre Hugo Motta, presidente da Câmara dos Deputados, o senador Camilo Santana (PT), coordenador da campanha de Lula à reeleição, e o ministro do Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte, Paulo Pereira, nesta sexta-feira (23).

Após a reunião, Pereira comentou que, com a aprovação do reajuste e do perdão de dívidas para os MEIs, agora é discutido um calendário para votar ainda este ano a reforma do Simples. “A ideia é buscar também um reajuste desse modelo, criar uma sofisticação, montar rampas que permitam que o crescimento seja melhor aproveitado pelas empresas e pensar as reformas que esse modelo precisa”, apontou o ministro.

As medidas mais concretas e que devem sair nos próximos dias são uma linha de crédito de financiamento do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para apoiar as pequenas empresas na transição da escala de trabalho 6x1 para a 5x2 e o perdão de dívidas para empresas do regime simplificado do setor de eventos, bares e restaurantes. Segundo o governo, a estratégia é eficiente do ponto de vista fiscal, porque são débitos de difícil recuperação, e pode favorecer a arrecadação com a reabilitação das empresas à formalidade e, consequentemente, ao recolhimento de tributos. O impacto orçamentário com as propostas não foi informado.

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24/10/2026 04:50h

Pesquisa avalia reservas, capacidade de extração e desafios industriais para orientar políticas públicas e estimular a agregação de valor à produção nacional

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Um estudo da Confederação Nacional da Indústria (CNI) busca identificar oportunidades para ampliar a participação do Brasil na cadeia produtiva de baterias elétricas, a partir de um diagnóstico da capacidade nacional de extração e processamento de minerais críticos. A análise, ainda em andamento, mapeia os segmentos em que o país já é competitivo, aqueles em que sua inserção ainda é nascente e os que enfrentam desafios estruturais mais profundos.

A pesquisa identifica as reservas minerais brasileiras e a capacidade de extração desses recursos, além de analisar os diferentes elos da cadeia produtiva de baterias, desde o fornecimento de matérias-primas até a fabricação do produto final. O levantamento também examina as políticas públicas e os instrumentos existentes para estimular o desenvolvimento do setor.

A iniciativa é resultado de um acordo de cooperação técnica entre a CNI, o Net Zero Industrial Policy Lab, da Universidade Johns Hopkins, e o Instituto E+ Transição Energética. A parceria prevê a realização de estudos e a elaboração de propostas de políticas públicas voltadas ao desenvolvimento de cadeias produtivas relacionadas aos minerais críticos.

O especialista em Políticas e Indústria da CNI, Rodrigo Curi, explica que o trabalho começou com a análise de dados e o diagnóstico dos diferentes elos da cadeia produtiva de baterias no Brasil. A próxima etapa envolve entrevistas com representantes de diversos segmentos do setor.

“Essa entrevista tende a enriquecer o trabalho, porque, no final, o que se propõe é que consigamos estabelecer uma série de recomendações de políticas e instrumentos para o desenvolvimento dessa cadeia, a partir da visão dos próprios participantes dessa cadeia”, afirma.

Segundo o superintendente de Política Industrial da CNI, Fabrício Silveira, as recomendações devem considerar as capacidades reais da indústria brasileira para extrair minerais críticos e transformá-los em produtos de maior valor agregado. O objetivo é identificar oportunidades concretas abertas pela transição energética, em alinhamento com o programa Nova Indústria Brasil (NIB).

“O Brasil detém reservas relevantes a nível global de minerais críticos e terras raras, elementos centrais para diversas cadeias produtivas ligadas à digitalização e transformação ecológica, dentre elas a de baterias elétricas. Essa é uma oportunidade que se apresenta ao país”, explica.

Para Silveira, o desafio é evitar que o Brasil se limite à exportação de commodities e à importação de produtos acabados. Na avaliação do superintendente, o país precisa identificar os caminhos e as políticas necessárias para avançar nas etapas de processamento e transformação dos minerais, agregando valor à produção nacional e fornecendo insumos para o desenvolvimento de outros setores industriais.

Minerais críticos são estratégicos para a indústria

Os minerais críticos têm aplicações em setores considerados estratégicos para a economia, como transição energética, digitalização, defesa e alta tecnologia. Esses recursos são utilizados na fabricação de baterias, veículos elétricos, semicondutores, turbinas eólicas, painéis solares, entre outros equipamentos e produtos industriais.

Rodrigo Curi destaca que a importância desses minerais cresce à medida que avança a transição energética global. Segundo ele, o desenvolvimento das cadeias produtivas associadas a esses recursos pode gerar efeitos positivos em diferentes segmentos da indústria.

“Eles representam insumos para diversos equipamentos que fazem parte da transição energética, como as baterias elétricas. Então, o desenvolvimento dos diversos setores que dependem dos minerais críticos pode gerar efeitos encadeados em outros setores industriais, além de ganhos para a sociedade. Não é à toa que o mundo inteiro tem olhado para eles como importantes instrumentos para essa transformação industrial”, afirma.

Parceria busca orientar políticas industriais e investimentos

As instituições parceiras foram selecionadas pela experiência em projetos relacionados à transição energética e à política industrial. Com a cooperação, a CNI também pretende abrir novas frentes de trabalho, com o objetivo de ampliar a participação da indústria nacional nas diferentes etapas de produção, aumentando a integração entre fornecedores, fabricantes e setores consumidores.

Segundo Tim Sahay, co-diretor do Net Zero Industrial Policy Lab, a colaboração com a CNI busca oferecer uma avaliação atualizada das cadeias globais de valor de minerais críticos e baterias, caracterizadas pela elevada competitividade, além de analisar as possibilidades de inserção do Brasil nesses mercados.

“A agenda de políticas para minerais críticos no Brasil tem se concentrado na segurança do abastecimento, na capacidade de refino e processamento no país, no desenvolvimento de projetos de mineração, como terras raras, lítio, níquel, etc., e na política de transferência de tecnologia com parceiros internacionais. Nosso trabalho destina-se a servir como subsídio técnico para esse processo”, explica.

Sahay destaca que o laboratório reúne análises técnicas de cadeias de suprimentos de energia limpa e estudos de políticas industriais para estimular parcerias estratégicas entre governos e empresas.

“O laboratório apoia formuladores de políticas e empresas na elaboração de estratégias industriais ‘verdes’ inteligentes e direcionadas. Nossas ferramentas baseadas em dados ajudam a mitigar riscos, orientando esses atores a evitar investimentos ineficientes em áreas pouco competitivas ou a adesão a setores ‘da moda’ — práticas que frequentemente levam a excesso de capacidade, cancelamento de projetos e iniciativas frustradas logo no início”, destaca o pesquisador.

Já o Instituto E+ é um centro de estudos estratégicos independente que conecta governos, indústria, sociedade civil e academia. A instituição atua na promoção da transição energética e da transformação verde da indústria como vetores do desenvolvimento socioeconômico brasileiro.

A diretora-executiva do instituto, Rosana Santos, ressalta que o avanço da transição energética aumenta a demanda por minerais críticos e exige uma compreensão detalhada das cadeias produtivas associadas a cada recurso. Segundo ela, essa análise permite identificar em quais etapas o país tem melhores condições de agregar valor à produção.

“O Brasil dispõe de uma base industrial diversificada, que pode fortalecer sua posição nas negociações internacionais. Construir esse diagnóstico com dados e em parceria com a indústria é fundamental para formular políticas públicas mais robustas”, afirma.

A iniciativa também está alinhada à Política Nacional de Minerais Críticos e Estratégicos, instituída pela Lei nº 15.506/2026. A CNI integra o Conselho Nacional para Industrialização de Minerais Críticos e Estratégicos (CIMCE), vinculado à Presidência da República, com direito a voto como representante do setor privado.

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24/10/2026 04:30h

Novos tratamentos contemplam 13 indicações de câncer e devem beneficiar mais de 116 mil pacientes; expansão prevê 23 medicamentos até o fim do ano

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O Ministério da Saúde iniciou a oferta de nove medicamentos oncológicos de alta tecnologia para o tratamento do câncer pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A disponibilização começou nesta semana e contempla 13 indicações terapêuticas, com previsão de beneficiar mais de 116 mil pacientes. Os tratamentos abrangem diferentes tipos de câncer, incluindo os de mama, próstata, pulmão, rim e estômago, além de linfomas e tumores neuroendócrinos.

Nesta primeira etapa, os medicamentos serão disponibilizados em 20 centros de tratamento distribuídos pelas cinco regiões do Brasil. A expectativa é ampliar a oferta para todos os demais centros oncológicos do país até o fim de 2026.

De acordo com o Ministério da Saúde, a inclusão dos novos fármacos representa uma ampliação de 35% nas alternativas de tratamento oncológico disponíveis na rede pública. A previsão é chegar a 23 novos medicamentos até dezembro, com atendimento de 100% da demanda pelos produtos contemplados. O investimento anual estimado para a aquisição dos nove medicamentos desta etapa é de R$ 155,4 milhões.

Entre os medicamentos incluídos está o abemaciclibe, indicado para determinados casos de câncer de mama precoce ou avançado. Segundo a pasta, o produto pode custar R$ 366 mil na rede privada. A lista também contempla o pazopanibe, para pacientes com câncer renal metastático, e amplia as indicações do trastuzumabe, que passa a ser ofertado também para o tratamento do câncer de estômago ou da junção esofagogástrica.

Os demais medicamentos são acetato de lanreotida, rituximabe, abiraterona, gefitinibe, alfatirotropina (TSH recombinante) e sunitinibe. As indicações variam conforme o tipo de tumor, o estágio da doença e as características de cada paciente.

Segundo o Ministério da Saúde, os tratamentos podem contribuir para aumentar a sobrevida e melhorar a qualidade de vida. Algumas indicações também são destinadas ao período após a cirurgia, quando não há sinais visíveis do tumor, com o objetivo de reduzir o risco de recorrência do câncer.

A implementação faz parte da Assistência Farmacêutica Oncológica, criada no âmbito do programa Agora Tem Especialistas. Para viabilizar a oferta dos 23 medicamentos previstos, o governo federal assumiu a compra direta de dez fármacos, organizou mecanismos para aquisição de outros nove pelos estados e ampliou os repasses destinados ao custeio dos quatro restantes. O impacto financeiro estimado para o conjunto das medidas é de R$ 4 bilhões por ano.

Além da ampliação dos tratamentos, o Ministério da Saúde iniciou a distribuição de 400 mil testes imunoquímicos fecais para o rastreamento do câncer colorretal. A implementação será gradual nas Unidades Básicas de Saúde (UBS), com início previsto para novembro nas capitais e nos municípios com mais de 500 mil habitantes. A estratégia é voltada a homens e mulheres assintomáticos de 50 a 75 anos e utiliza o teste para identificar quem precisa realizar colonoscopia para confirmação diagnóstica.

As medidas integram um conjunto de ações voltadas à ampliação do acesso ao diagnóstico e tratamento do câncer pelo SUS.


 

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24/10/2026 04:00h

Sala Nacional de Situação Climática acompanhará condições meteorológicas e possíveis impactos na votação deste domingo (25)

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A Justiça Eleitoral mantém o monitoramento das condições climáticas para o segundo turno das Eleições 2026, marcado para este domingo (25). A Sala de Situação Nacional de Emergências Climáticas em Saúde funcionará presencialmente no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em Brasília, em conjunto com os 27 tribunais regionais eleitorais (TREs) e seis instituições parceiras, para identificar riscos que possam comprometer a votação.

Segundo o TSE, as áreas prioritárias incluem estados das regiões Sul e Sudeste, onde há previsão de chuvas intensas e temporais. No Sul, os acumulados podem variar de 70 a 150 milímetros em cinco dias, com volumes pontuais superiores a 200 milímetros. No Sudeste, os maiores volumes são esperados em São Paulo, Rio de Janeiro e no sul do Espírito Santo, com acumulados entre 30 e 80 milímetros. Também há previsão de instabilidades em outras regiões do país.

A Sala de Situação Nacional de Emergências Climáticas em Saúde acompanha previsões do tempo e alertas de desastres, identifica áreas vulneráveis e avalia possíveis riscos para os locais de votação e as rotas de transporte das urnas eletrônicas. O trabalho também prevê a elaboração de protocolos para reduzir danos causados por eventos climáticos extremos e apoiar decisões em situações de crise.

A estrutura reúne o TSE, os TREs, a Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA), o Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden), o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), o Serviço Geológico do Brasil (SGB) e a Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil (Sedec).

No primeiro turno, foram registradas ocorrências relacionadas a temporais e interrupções no fornecimento de energia elétrica, principalmente nas regiões Sul e Sudeste. De acordo com o TSE, as medidas adotadas pelos TREs e pelas empresas de energia permitiram manter a normalidade da votação, sem interrupções significativas.

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23/10/2026 20:00h

Moeda americana recua 0,92% no dia e acumula queda de 1,58% na semana

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O dólar comercial fechou esta sexta-feira (23) cotado a R$ 4,98, com queda de 0,92% no dia. Na semana, a moeda americana acumulou desvalorização de 1,58% frente ao real, segundo dados publicados pelo Money Times.

A alta no exterior ocorreu em meio à valorização dos preços do petróleo, que pode favorecer a moeda americana, já que os Estados Unidos são exportadores da commodity. A procura por ativos considerados seguros também pode contribuir para sustentar o dólar em períodos de incerteza.

Os rendimentos dos títulos do Tesouro dos Estados Unidos com vencimento em dez anos avançaram 2,9 pontos-base, para 4,982%, após recuarem no pregão anterior.

Segundo o The Wall Street Journal, as preocupações com o financiamento dos investimentos em inteligência artificial (IA) e as quedas nas bolsas podem limitar a recuperação dos rendimentos. 

O índice DXY, que mede a força do dólar frente a outras moedas globais, fechou aos 101,80 pontos.

 

Cotação do euro

O euro, por sua vez, encerrou o pregão cotado a R$ 5,58.

 

Cotações

A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.
 

Código BRL USD EUR GBP JPY CHF CAD AUD
BRL 1 0,2003 0,1790 0,1498 31,4160 0,1653 0,2806 0,2848
USD 4,9922 1 0,8934 0,7479 156,83 0,8253 1,4006 1,4213
EUR 5,5881 1,1193 1 0,8372 175,54 0,9238 1,5676 1,5909
GBP 6,6729 1,3371 1,1946 1 209,69 1,1035 1,8725 1,9004
JPY 0,0318 0,0064 0,0057 0,0048 1 0,5262 0,0089 0,0091
CHF 6,0489 1,2117 1,0825 0,9062 190,03 1 1,6971 1,7221
CAD 3,5640 0,7140 0,6379 0,5340 111,98 0,5893 1 1,0148
AUD 3,5117 0,7036 0,6286 0,5262 110,34 0,5807 0,9854 1

 

Os dados são da Investing.com. 
 

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23/10/2026 19:30h

Volume total negociado na B3 foi de R$ 44.184.261.290, em meio a 5.666.482 de negócios

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O Ibovespa encerrou o pregão desta sexta-feira (23) em alta de 0,76%, aos 205.679,81 pontos, segundo dados preliminares divulgados pela Reuters. Na semana, o principal índice da bolsa brasileira acumulou valorização de 0,12%.

O desempenho ocorreu no último pregão antes do segundo turno das eleições presidenciais, marcado para domingo (25). Os investidores também repercutiram os dados da prévia da inflação oficial, o IPCA-15, que registrou alta de 0,32% em outubro, abaixo dos 0,70% observados em setembro.

 

Maiores altas e quedas 

Ações em alta no Ibovespa

  • Dotz SA (DOTZ3F) +17,98%
  • Afluente Transmissao De Energia Eletrica SA (AFLT3) +17,85%

Ações em queda no Ibovespa

  • Azevedo & Travassos SA (AZEV3F) -11,78%
  • Azevedo & Travassos SA (AZEV3) -11,50%

 

O volume total negociado na B3 foi de R$ 44.184.261.290, em meio a 5.666.482 de negócios.

Os dados da bolsa podem ser consultados no site da B3.  

 

O que é o Ibovespa e como ele funciona?

O Ibovespa (Índice Bovespa) é o principal indicador do mercado acionário brasileiro. Calculado pela B3, ele reflete a média do desempenho das ações mais negociadas na bolsa, com base em critérios de volume e liquidez. O índice é composto por uma carteira teórica de ativos, que representa cerca de 80% do volume financeiro total negociado no mercado.

O que é a B3, a bolsa de valores do Brasil?

A B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) é a bolsa de valores oficial do Brasil, sediada em São Paulo. É responsável pela negociação de ações, derivativos, títulos públicos e privados, câmbio e outros ativos financeiros. A B3 está entre as maiores bolsas do mundo em infraestrutura e valor de mercado. 

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23/10/2026 18:40h

Porto Alegre, Florianópolis e Curitiba registram instabilidade generalizada ao longo do dia

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A previsão do tempo para a Região Sul neste sábado (24) aponta predomínio de tempo instável, com presença de muitas nuvens, pancadas de chuva e trovoadas isoladas em todas as capitais, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). 

No Rio Grande do Sul, o dia em Porto Alegre terá muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas isoladas. A temperatura mínima fica em 15°C e a máxima chega aos 25°C.  

No interior do Rio Grande do Sul, o tempo firme volta a predominar de forma definitiva em praticamente todo o território. As temperaturas despencam devido à entrada de um ar mais frio de origem polar, provocando um sábado com sensação térmica amena e ventos constantes, com máximas que mal devem ultrapassar os 23°C na metade sul e oeste gaúcho.

Em Santa Catarina, a capital Florianópolis registra dia instável, com muitas nuvens, pancadas de chuva e trovoadas isoladas. Os termômetros variam entre 17°C e 25°C.  

Para o interior de Santa Catarina, o sábado começa com muita nebulosidade e ainda há chance de chuva isolada na madrugada e manhã nas áreas de divisa com o Paraná e no Planalto Norte.

No Paraná, Curitiba apresenta tempo fechado, com muitas nuvens, pancadas de chuva e trovoadas isoladas. A mínima prevista é de 15°C e a máxima alcança 20°C.  No interior do Paraná, a instabilidade ainda persiste devido aos resquícios da frente fria.

 

Alerta de tempestade

Um aviso de tempestade classificado com grau de severidade de perigo potencial está ativo ao longo de todo o sábado (24). A área de abrangência inclui:

  • Paraná: Região Metropolitana de Curitiba, Centro Ocidental, Centro Oriental, Centro-Sul, Noroeste, Norte Central, Norte Pioneiro, Oeste, Sudeste e Sudoeste Paranaense;
  • Santa Catarina: Grande Florianópolis, Norte Catarinense, Oeste Catarinense, Serrana, Sul Catarinense e Vale do Itajaí;
  • Rio Grande do Sul: Região Metropolitana de Porto Alegre, Centro Ocidental, Centro Oriental, Nordeste, Noroeste, Sudeste e Sudoeste Rio-grandense.

Estão previstas chuvas entre 20 e 30 mm/h ou até 50 mm/dia, ventos intensos de 40 a 60 km/h e queda de granizo, com baixo risco de corte de energia elétrica, estragos em plantações, queda de galhos de árvores e alagamentos. 

 

O QUE É FRENTE FRIA?

Extremidade dianteira de uma massa de ar frio em avanço, que desloca o ar quente à sua frente. A passagem de uma frente fria costuma provocar queda de temperatura e umidade, elevação da pressão e mudança na direção do vento (no Hemisfério Norte, geralmente de sudoeste para noroeste; no Hemisfério Sul, o padrão típico é de noroeste/oeste para sudoeste/sul). A precipitação pode anteceder ou suceder a frente e, por vezes, uma linha de instabilidade intensa se forma antes de sua chegada.
 

O QUE É GRANIZO? 

Precipitação originada de nuvens convectivas, sobretudo cumulonimbus, que atinge o solo em forma de esferas ou fragmentos irregulares de gelo. Quando o diâmetro das partículas é ≥ 5 mm, classificam-se como granizo; partículas menores são classificadas como granizo miúdo e/ou neve granulada (graupel). Em boletins METAR, utiliza-se ‘GR’ para granizo e ‘GS’ para granizo miúdo/neve granulada. Unidades isoladas são chamadas de ‘pedras de granizo’.

 

5 motivos para acompanhar as previsões do tempo

  • Agricultura: garantia de uma boa colheita;
  • Marinha: proteção de marinheiros, navios e passageiros;
  • Aeronáutica: segurança de pilotos, aeronaves e passageiros;
  • Pesca: condições favoráveis e seguras para a atividade;
  • Turismo: garantia de passeios e viagens tranquilas e agradáveis.

Importância das observações meteorológicas no INMET

As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).

As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

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23/10/2026 18:30h

Campo Grande registra pancadas de chuva com trovoadas, enquanto Goiânia mantém muitas nuvens e calor de até 36°C

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A previsão do tempo para a Região Centro-Oeste neste sábado (24) aponta predomínio de muitas nuvens, temperaturas elevadas e pancadas de chuva em diferentes pontos, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

No Distrito Federal, o dia terá muitas nuvens com possibilidade de chuva isolada em Brasília, onde a mínima fica em 21°C e a máxima alcança 35°C.  

Em Goiás, a capital Goiânia registra dia de muitas nuvens, sem previsão de chuva, com termômetros variando entre 24°C e 36°C.  

No interior de Goiás, o tempo muda em áreas que antes estavam secas. Os municípios do sul, oeste e o entorno do Distrito Federal registram pancadas de chuva com trovoadas que podem ser fortes à tarde, enquanto o extremo norte goiano ainda mantém o predomínio de sol com chuva rápida e isolada apenas no fim do dia.

Em Mato Grosso, o tempo em Cuiabá será de muitas nuvens com chuva isolada, registrando mínima de 26°C e máxima de 37°C.  

Para o interior de Mato Grosso, o cenário é de abafamento e pancadas de chuva frequentes. O sol aparece entre muitas nuvens pela manhã, mas as instabilidades ganham força a partir da tarde, provocando temporais isolados com raios e trovoadas em praticamente todos os municípios do interior, embora as máximas ainda fiquem próximas dos 34°C.

Em Mato Grosso do Sul, Campo Grande terá dia de muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas isoladas, com temperaturas variando de 23°C a 33°C. 

No interior de Mato Grosso do Sul, o sábado será de tempo instável e fechado, com chuva a qualquer hora do dia. O estado permanece sob alerta para temporais severos, com rajadas de vento intensas e chuva volumosa, o que provoca uma queda nas temperaturas máximas, que não devem passar dos 27°C em cidades do sul do estado.

 

Alerta de tempestade

Um aviso de tempestade classificado como perigo potencial está ativo ao longo de todo o sábado (24). O alerta abrange:

  • Mato Grosso do Sul: Centro-Norte, Leste, Pantanais Sul Mato-grossenses e Sudoeste.

Estão previstas chuvas entre 20 e 30 mm/h ou até 50 mm/dia, acompanhadas de ventos intensos de 40 a 60 km/h e queda de granizo, com baixo risco de corte de energia elétrica, estragos em plantações, queda de galhos de árvores e alagamentos. 

 

O QUE É GRANIZO? 

Precipitação originada de nuvens convectivas, sobretudo cumulonimbus, que atinge o solo em forma de esferas ou fragmentos irregulares de gelo. Quando o diâmetro das partículas é ≥ 5 mm, classificam-se como granizo; partículas menores são classificadas como granizo miúdo e/ou neve granulada (graupel). Em boletins METAR, utiliza-se ‘GR’ para granizo e ‘GS’ para granizo miúdo/neve granulada. Unidades isoladas são chamadas de ‘pedras de granizo’.
 

5 motivos para acompanhar as previsões do tempo

  • Agricultura: garantia de uma boa colheita;
  • Marinha: proteção de marinheiros, navios e passageiros;
  • Aeronáutica: segurança de pilotos, aeronaves e passageiros;
  • Pesca: condições favoráveis e seguras para a atividade;
  • Turismo: garantia de passeios e viagens tranquilas e agradáveis.

Importância das observações meteorológicas no INMET

As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).

As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

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23/10/2026 18:20h

São Paulo e Rio de Janeiro voltam a ter máximas elevadas, mas com previsão de pancadas de chuva ao longo do dia

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A previsão do tempo para a Região Sudeste neste sábado (24) aponta dia abafado, com presença de muitas nuvens, pancadas de chuva e trovoadas isoladas em todas as capitais, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

Em São Paulo, o dia terá muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas isoladas. Os termômetros sobem e registram variação entre mínima de 17°C e máxima de 33°C.  

No interior de São Paulo, tempo instável e céu carregado. A frente fria avança pelo estado, provocando pancadas de chuva a qualquer hora do dia, com risco para temporais isolados, raios e rajadas de vento, o que também causará uma queda acentuada nas temperaturas máximas.

No Rio de Janeiro, o tempo segue instável, com muitas nuvens, pancadas de chuva e trovoadas isoladas. A temperatura mínima fica em 20°C e a máxima chega aos 32°C.  

No interior do Rio de Janeiro, a chegada da frente fria muda o tempo a partir da tarde, trazendo pancadas de chuva com trovoadas que podem ser localmente fortes, especialmente nas regiões serrana e sul fluminense.

Em Minas Gerais, a capital Belo Horizonte registra muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas isoladas, com mínima de 17°C e máxima de 30°C.  

Para o interior de Minas Gerais, o cenário é de abafamento e chuvas fortes no Triângulo Mineiro, Alto Paranaíba e sul do estado, onde o tempo fica fechado com pancadas de chuva frequentes. Nas demais áreas do interior mineiro, incluindo o centro e a Zona da Mata, o sol aparece entre nuvens com temporais isolados a partir da tarde, enquanto o extremo Norte de Minas ainda mantém o tempo mais seco e quente.

No Espírito Santo, Vitória também apresenta dia de muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas isoladas, registrando variação térmica entre 21°C e 28°C.

No interior do Espírito Santo, o calor ainda predomina durante o dia, mas a umidade começa a avançar. Há áreas de instabilidade, que provocam pancadas de chuva isoladas e rápidas entre o fim da tarde e à noite no sul e oeste capixaba.

 

Alerta de tempestade

Um aviso de tempestade classificado como perigo potencial vigora ao longo de todo o sábado (24). A área de abrangência inclui:

  • São Paulo: Metropolitana de São Paulo, Campinas, Vale do Paraíba, Litoral Sul, Macro Metropolitana, Presidente Prudente, Bauru, Araçatuba, Araraquara, Assis, Itapetininga, Marília, Piracicaba, Ribeirão Preto e São José do Rio Preto;
  • Minas Gerais: Sul/Sudoeste de Minas, Zona da Mata, Oeste de Minas e Campo das Vertentes;
  • Rio de Janeiro: Região Metropolitana do Rio de Janeiro, Sul, Baixadas, Centro, Norte e Noroeste Fluminense.

Estão previstas chuvas entre 20 e 30 mm/h ou até 50 mm/dia, ventos intensos de 40 a 60 km/h e queda de granizo, com baixo risco de corte de energia elétrica, estragos em plantações, queda de galhos de árvores e alagamentos. 

 

O QUE É FRENTE FRIA?

Extremidade dianteira de uma massa de ar frio em avanço, que desloca o ar quente à sua frente. A passagem de uma frente fria costuma provocar queda de temperatura e umidade, elevação da pressão e mudança na direção do vento (no Hemisfério Norte, geralmente de sudoeste para noroeste; no Hemisfério Sul, o padrão típico é de noroeste/oeste para sudoeste/sul). A precipitação pode anteceder ou suceder a frente e, por vezes, uma linha de instabilidade intensa se forma antes de sua chegada.


O QUE É GRANIZO? 

Precipitação originada de nuvens convectivas, sobretudo cumulonimbus, que atinge o solo em forma de esferas ou fragmentos irregulares de gelo. Quando o diâmetro das partículas é ≥ 5 mm, classificam-se como granizo; partículas menores são classificadas como granizo miúdo e/ou neve granulada (graupel). Em boletins METAR, utiliza-se ‘GR’ para granizo e ‘GS’ para granizo miúdo/neve granulada. Unidades isoladas são chamadas de ‘pedras de granizo’.

 

5 motivos para acompanhar as previsões do tempo

  • Agricultura: garantia de uma boa colheita;
  • Marinha: proteção de marinheiros, navios e passageiros;
  • Aeronáutica: segurança de pilotos, aeronaves e passageiros;
  • Pesca: condições favoráveis e seguras para a atividade;
  • Turismo: garantia de passeios e viagens tranquilas e agradáveis.

Importância das observações meteorológicas no INMET

As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).

As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

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23/10/2026 18:10h

Palmas e Manaus têm previsão de chuva isolada, enquanto as demais capitais do Norte registram dia de muitas nuvens

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A previsão do tempo para a Região Norte neste sábado (24) aponta predomínio de muitas nuvens em todos os estados, com ocorrência de chuva isolada em áreas do Tocantins e do Amazonas, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

No Tocantins, o dia em Palmas terá muitas nuvens com previsão de chuva isolada. A mínima é de 25°C e a máxima alcança 38°C.  

No interior do Tocantins, o cenário de calor extremo continua, com os termômetros atingindo marcas próximas de 38°C à tarde. O tempo seco e o sol forte predominam na metade norte e leste do estado, enquanto o sul e o oeste do Tocantins registram aumento de nuvens e pancadas de chuva isoladas a partir da tarde.

Em Roraima, Boa Vista apresenta nebulosidade com muitas nuvens, registrando mínima de 25°C e máxima de 35°C.  

No Amapá, a condição em Macapá é de muitas nuvens, com variação térmica de 25°C a 34°C.  

O interior de Roraima e do Amapá terá predomínio de sol com poucas nuvens na maior parte do dia. O aquecimento diurno pode provocar pancadas de chuva rápidas e muito isoladas no fim do dia, mas o tempo firme e o calor forte prevalecem na maior parte dos municípios.

No Amazonas, a capital Manaus terá dia de muitas nuvens com pancadas de chuva isolada. As temperaturas variam entre 25°C e 35°C.  

No Pará, Belém registra dia de muitas nuvens, com termômetros variando entre 24°C e 34°C.  

O interior do Amazonas e do Pará terão tempo instável, com o sol aparecendo entre muitas nuvens pela manhã e dando lugar a pancadas de chuva com trovoadas entre a tarde e à noite. Há risco de chuva forte com rajadas de vento em ambos os estados, com máximas que ainda chegam aos 35°C devido ao forte abafamento

Em Rondônia, Porto Velho registra céu com muitas nuvens, com mínima de 25°C e máxima de 33°C.  

No Acre, Rio Branco também mantém o tempo entre muitas nuvens, com os termômetros marcando entre 23°C e 33°C. 

Para o interior de Rondônia e do Acre, o dia segue com muita nebulosidade e chuvas que podem ocorrer a qualquer hora. A proximidade com o canal de umidade que corta o país mantém o céu mais carregado e favorece acumulados de chuva significativos, além de provocar uma leve redução nas temperaturas máximas em comparação aos dias anteriores.
 

5 motivos para acompanhar as previsões do tempo

  • Agricultura: garantia de uma boa colheita;
  • Marinha: proteção de marinheiros, navios e passageiros;
  • Aeronáutica: segurança de pilotos, aeronaves e passageiros;
  • Pesca: condições favoráveis e seguras para a atividade;
  • Turismo: garantia de passeios e viagens tranquilas e agradáveis.

Importância das observações meteorológicas no INMET

As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).

As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

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