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A previsão do tempo para esta terça-feira (17) indica instabilidade na região Sul do país. O Instituto Nacional de Meteorologia emitiu alerta de tempestade para os três estados.
No Rio Grande do Sul, há previsão de chuva em Barros Cassal, na região do Vale do Rio Pardo; Candelária, também no Vale do Rio Pardo; e Anta Gorda, localizada no Vale do Taquari.
Em Santa Catarina, as precipitações devem atingir Painel e Bom Jardim da Serra, municípios da região Serrana, onde o tempo permanece instável ao longo do dia.
No Paraná, a expectativa é de muitas nuvens com pancadas de chuva isoladas em diferentes áreas do estado.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 20°C, em Curitiba. Já a máxima deve atingir até 30°C, em Porto Alegre. A umidade relativa do ar varia entre 35% e 100%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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A previsão do tempo para esta segunda-feira (16) indica instabilidade em toda a região Sul do país.
No Rio Grande do Sul, a instabilidade se espalha por todo o estado, com possibilidade de chuva em diferentes regiões ao longo do dia.
Em Santa Catarina, pode haver chuva isolada nos municípios de Mirim Doce, Petrolândia e Correia Pinto, localizados nas regiões do Vale do Itajaí e Serra Catarinense.
Já no Paraná, a expectativa é de chuva em Guarapuava e Foz do Jordão, na região central do estado, e em Boa Esperança do Iguaçu, no sudoeste paranaense.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 19°C, em Curitiba. Já a máxima deve atingir até 31°C, em Porto Alegre. A umidade relativa do ar varia entre 35% e 100%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA previsão do tempo para esta terça-feira (17) indica instabilidade em grande parte da região Centro-Oeste do país. O Instituto Nacional de Meteorologia emitiu alerta de chuvas intensas para a região.
Em Mato Grosso, a instabilidade toma conta de todo o estado ao longo do dia, com previsão de pancadas de chuva e trovoadas em diversas áreas.
Em Mato Grosso do Sul, a expectativa é de muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas isoladas em Corumbá, na região do Pantanal; Sonora, no norte do estado; e Rio Verde de Mato Grosso, na região centro-norte sul-mato-grossense.
Em Goiás, pode chover em Mundo Novo, no sudoeste goiano, e em Crixás, na região norte do estado.
Já no Distrito Federal, a previsão é de tempo claro, com poucas nuvens e sem expectativa de chuva significativa.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 19°C, em Brasília. Já a máxima deve chegar a 35°C, em Cuiabá. A umidade relativa do ar varia entre 40% e 100%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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A previsão para esta terça-feira (17) indica alerta de baixa umidade em Minas Gerais, conforme o Instituto Nacional de Meteorologia. O tempo segue firme no estado, sem expectativa de chuva significativa.
Em São Paulo, há previsão de precipitação em Gabriel Monteiro, na região de Araçatuba, e em Estrela do Norte e Martinópolis, no Pontal do Paranapanema.
No Rio de Janeiro, pode chover em São Francisco de Itabapoana, no Norte Fluminense, além de Trajano de Moraes e Santa Maria Madalena, na Região Serrana.
No Espírito Santo, o tempo permanece claro, sem previsão de chuva.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 17°C, em Belo Horizonte. Já a máxima pode chegar até 37°C, no Rio de Janeiro. A umidade relativa do ar varia entre 50% e 100%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o textoNo Acre e em Rondônia, a expectativa é de pancadas fortes ao longo do dia, acompanhadas de trovoadas
Baixar áudioA previsão do tempo para esta terça-feira (17) indica instabilidade em grande parte da Região Norte. O Instituto Nacional de Meteorologia emitiu alerta de chuvas intensas para a região.
No Acre e em Rondônia, a expectativa é de pancadas fortes ao longo do dia, acompanhadas de trovoadas.
No Amazonas, pode chover em Manicoré e Novo Aripuanã, no sul do estado, além de Beruri, na região do Médio Solimões.
Em Roraima, o tempo permanece nublado em Amajari e também em Boa Vista, com variação de nebulosidade.
No Pará, as chuvas mais intensas devem ocorrer em Novo Progresso e Itaituba, no sudoeste paraense.
Já no Tocantins, a previsão é de muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas isoladas em Formoso do Araguaia e Figueirópolis, na região sul do estado.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 23°C, em Rio Branco. Já a máxima pode chegar a 35°C, em Boa Vista. A umidade relativa do ar varia entre 40% e 100%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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A previsão do tempo para esta terça-feira (17) indica contraste nas condições climáticas do Nordeste. O Instituto Nacional de Meteorologia emitiu alerta de baixa umidade para áreas da região.
No Maranhão, há previsão de precipitações em Sítio Novo, na região sul do estado; Riachão e Balsas, também localizados no sul maranhense.
No Piauí, pode chover em São José do Divino, no norte do estado, e em Morro do Chapéu do Piauí, na região norte piauiense.
No Ceará, as pancadas atingem Senador Sá e Sobral, no norte cearense, além de Itatira, no Sertão de Canindé.
Já no Rio Grande do Norte e na Paraíba, o tempo permanece estável, com poucas nuvens ao longo do dia.
Em Pernambuco, Alagoas e Sergipe, a expectativa é de chuva isolada na faixa litorânea.
Na Bahia, o tempo segue claro e estável durante toda a terça-feira.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 23°C em Aracaju. Já a máxima pode chegar a 31°C, em Maceió. A umidade relativa do ar varia entre 50% e 100%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioAs relações comerciais mantidas pelo Brasil com outros países ampliam as oportunidades para que empresas nacionais levem seus produtos ao mercado externo. Nesse cenário, a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) desenvolveu estudos estratégicos voltados à identificação de mercados e oportunidades de negócios para o setor produtivo brasileiro.
Um desses levantamentos é voltado para o mercado europeu. Com o acordo firmado entre o Mercosul e a União Europeia, espera-se um favorecimento da expansão comercial de produtos brasileiros para o continente. O objetivo é mapear perspectivas de negócios que aproximem os mercados dos dois blocos.
Denominado “Estudo de Oportunidades Mercosul–União Europeia”, o levantamento revela perspectivas de negócios em 25 países europeus. As oportunidades estão organizadas em quatro grandes regiões do continente, distribuídas da seguinte forma:
De acordo com o estudo, os setores com maior potencial para impulsionar a atividade exportadora são Máquinas e equipamentos de transporte; Artigos manufaturados; Produtos químicos; Obras diversas, como partes para calçados, óculos de sol e joias de ouro ou prata.
De maneira geral, esses produtos representam um mercado potencial de US$ 43,9 bilhões em importações anuais da União Europeia. Atualmente, o Brasil exporta cerca de US$ 1,1 bilhão desses itens para o bloco.
A União Europeia é apontada como o maior investidor estrangeiro no Brasil, com estoque superior a US$ 464 bilhões em Investimento Direto Estrangeiro (IED), o que corresponde a mais de 40% do total recebido pelo país.
Na avaliação do presidente da ApexBrasil, Jorge Viana, o acordo representa um marco para o comércio exterior brasileiro, pois amplia a previsibilidade e oferece maior segurança jurídica às relações comerciais. Segundo ele, isso aumenta as perspectivas de crescimento econômico do Brasil.
“Nós temos muito potencial ao longo do tempo para crescer, porque a participação dos produtos brasileiros na União Europeia ainda tem uma margem muito grande para isso. Vamos pegar um exemplo: o nosso mercado de exportação de mel é de 100 milhões de dólares. A União Europeia impõe uma barreira sanitária ao nosso mel que não tem explicação, pois é quase uma barreira econômica. Assim, estamos praticamente 100% fora da União Europeia. Com o acordo, poderemos exportar mel para lá”, destaca.
O levantamento indica que o acordo cria um mercado integrado de aproximadamente 720 milhões de consumidores. Além disso, os dois blocos formarão um PIB agregado estimado em US$ 22 trilhões, contribuindo para o reposicionamento do Brasil no maior mercado importador do mundo, sobretudo por meio da eliminação tarifária imediata em diversos setores.
A ApexBrasil também identificou oportunidades de negócio no continente asiático. Ao todo, foram mapeados 309 produtos com potencial no Japão. Muitos deles estão relacionados a matérias-primas, como madeira e amendoim. Destacam-se também alimentos, como concentrado de café e mel, além de máquinas, equipamentos e ferramentas.
Atualmente, doze projetos setoriais da ApexBrasil atuam no mercado japonês, com foco em:
O estudo “Perfil de Comércio e Investimentos Japão 2026” apresenta dados sobre comércio bilateral, investimentos e oportunidades para produtos brasileiros. No ano passado, a corrente de comércio Brasil–Japão atingiu US$ 11,6 bilhões. As exportações brasileiras para o país asiático somaram US$ 5,5 bilhões.
Entre os principais produtos comercializados estão café; minério de ferro; carnes de aves; carnes suínas; e alumínio. Esses itens representam mais da metade das vendas brasileiras ao Japão.
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ApexBrasil anuncia programa na África para ampliar exportações em saúde e segurança alimentar
Mesmo com crescimento moderado do consumo interno japonês — estimado em 0,8% ao ano entre 2021 e 2025 — o país permanece como um dos principais consumidores globais de alimentos. A previsão é que, em 2026, 17,8% do orçamento familiar japonês seja destinado à alimentação.
Os empresários brasileiros interessados em expandir seus negócios também podem consultar o estudo “Oportunidades de Exportação e Investimentos – África”, que apresenta os setores e regiões mais promissores no continente.
Ao todo, foram identificadas 5.504 oportunidades de negócios. Os setores com maior destaque são produtos alimentícios; máquinas e equipamentos; combustíveis minerais; e artigos manufaturados. Também se sobressaem os seguinte produtos:
Paralelamente, a ApexBrasil conduz 20 projetos setoriais em 16 países africanos, com o objetivo de ampliar a presença brasileira em áreas como alimentos, agronegócio, construção, economia criativa, máquinas, moda e saúde.
Em 2024, a África foi o terceiro destino das exportações brasileiras e o 14º maior fornecedor do Brasil. As exportações brasileiras para o continente atingiram US$ 15,9 bilhões, com destaque para commodities como açúcares e melaços, milho, minério de ferro e petróleo.
Segundo a ApexBrasil, o estoque de Investimento Estrangeiro Direto (IED) africano no Brasil atingiu US$ 1,5 bilhão em 2023. Entre 2015 e 2025, foram registrados 21 investimentos greenfield, totalizando aproximadamente US$ 3 bilhões, com destaque para os setores de mineração e telecomunicações.
Copiar o textoSão Paulo (SP) lidera o ranking entre os estados, com quase um quarto de toda a arrecadação nacional
Baixar áudioUm estudo da Receita Federal revela que, apesar de o Brasil possuir mais de 5.500 municípios, a arrecadação tributária está fortemente concentrada em um número reduzido de cidades. De acordo com o levantamento, apenas 100 municípios respondem, juntos, por 77,6% da arrecadação total do país, considerando os valores arrecadados em 2024.
Essas cidades concentram apenas 36,4% da população brasileira, evidenciando que a geração de tributos está mais relacionada à atividade industrial e empresarial do que ao número de habitantes.
Considerando apenas os dez primeiros colocados no ranking de maior arrecadação, o montante somado chega a R$ 1,9 trilhão. São Paulo (SP) lidera a lista, com quase um quarto de toda a arrecadação nacional.
“O estado de São Paulo lidera não apenas pela população, mas por sua força industrial e comercial. Cidades como Barueri e Osasco aparecem no topo justamente por abrigarem sedes de grandes empresas e indústrias, gerando tributos na origem”, explica Olenike, presidente-executivo do Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT).
No recorte regional, o Sudeste concentra 53% do total arrecadado no país, seguido pela Região Sul, com 26%. Juntas, essas duas regiões respondem por 79% da arrecadação nacional.
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O estudo também mostra que municípios de médio porte, com fortes polos industriais ou logísticos — como Joinville (SC), Caxias do Sul (RS) e Itajaí (SC) — superam diversas capitais das regiões Norte e Nordeste em volume arrecadado.
Uma das principais mudanças previstas na Reforma Tributária é a transição do modelo de cobrança baseado na “origem” — onde o bem é produzido — para o modelo de “destino”, onde ocorre o consumo.
Segundo o IBPT, esse cenário de forte concentração poderá começar a mudar a partir de 2033, quando a transição estiver concluída.
“Regiões que hoje são grandes consumidoras, mas produzem menos — como Norte e Nordeste — tendem a ampliar sua participação na arrecadação, promovendo maior equilíbrio federativo”, destaca o Instituto.
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Baixar áudioO preço do boi gordo abre esta segunda-feira (16) em alta de 0,32%. A arroba é negociada a R$ 344,05, no estado de São Paulo.
INDICADOR DO BOI GORDO CEPEA/ESALQ
| DATA | VALOR R$* | VAR./DIA | VAR./MÊS | VALOR US$* |
|---|---|---|---|---|
| 13/02/2026 | 344,05 | 0,32% | 5,25% | 65,85 |
| 12/02/2026 | 342,95 | 0,31% | 4,91% | 65,93 |
| 11/02/2026 | 341,90 | 1,36% | 4,59% | 65,93 |
| 10/02/2026 | 337,30 | 0,03% | 3,18% | 64,85 |
| 09/02/2026 | 337,20 | 0,07% | 3,15% | 65,00 |
Nos atacados da Grande São Paulo, São José do Rio Preto e Descalvado, os preços do frango congelado apresentaram valorização de 0,69%, enquanto os do frango resfriado apresentaram valorização de 0,55%. A primeira mercadoria é vendida a R$ 7,31, enquanto a segunda é comercializada a R$ 7,33.
PREÇOS DO FRANGO CONGELADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP
| DATA | VALOR R$ | VAR./DIA | VAR./MÊS |
|---|---|---|---|
| 13/02/2026 | 7,31 | 0,69% | 4,58% |
| 12/02/2026 | 7,26 | 0,00% | 3,86% |
| 11/02/2026 | 7,26 | 2,69% | 3,86% |
| 10/02/2026 | 7,07 | 1,43% | 1,14% |
| 09/02/2026 | 6,97 | 0,00% | -0,29% |
PREÇOS DO FRANGO RESFRIADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP
| DATA | VALOR R$ | VAR./DIA | VAR./MÊS |
|---|---|---|---|
| 13/02/2026 | 7,33 | 0,55% | 3,97% |
| 12/02/2026 | 7,29 | 0,00% | 3,40% |
| 11/02/2026 | 7,29 | 2,24% | 3,40% |
| 10/02/2026 | 7,13 | 1,42% | 1,13% |
| 09/02/2026 | 7,03 | 0,00% | -0,28% |
A carcaça suína especial também volta a apontar estabilidade no preço, sendo negociada a R$ 10,21 por quilo nos atacados da Grande São Paulo.
PREÇOS DA CARCAÇA SUÍNA ESPECIAL (R$/kg)
| DATA | MÉDIA | VAR./DIA | VAR./MÊS |
|---|---|---|---|
| 13/02/2026 | 10,21 | 0,00% | -8,27% |
| 12/02/2026 | 10,21 | 0,00% | -8,27% |
| 11/02/2026 | 10,21 | -2,76% | -8,27% |
| 10/02/2026 | 10,50 | -0,10% | -5,66% |
| 09/02/2026 | 10,51 | -0,28% | -5,57% |
O preço do suíno vivo registra e desvalorização de 0,29% em Minas Gerais, de 0,30% no Paraná, de 0,15% no Rio Grande do Sul, de 0,60% em Santa Catarina e de 0,57% em São Paulo. As mercadorias variam entre R$ 6,59 e R$ 6,92.
INDICADOR DO SUÍNO VIVO CEPEA/ESALQ (R$/kg)
| ESTADO | VALOR R$* | VAR./DIA | VAR./MÊS | |
|---|---|---|---|---|
| 13/02/2026 | MG - posto | 6,76 | -0,29% | -4,52% |
| 13/02/2026 | PR - a retirar | 6,65 | -0,30% | -2,06% |
| 13/02/2026 | RS - a retirar | 6,80 | -0,15% | 0,59% |
| 13/02/2026 | SC - a retirar | 6,59 | -0,60% | -1,79% |
| 13/02/2026 | SP - posto | 6,92 | -0,57% | -2,40% |
Os valores são do Cepea.
O boi gordo é o bovino macho pronto para o abate, com peso mínimo de 16 arrobas líquidas de carcaça (aproximadamente 240 kg) e até 42 meses de idade. Atende aos padrões do mercado nacional e internacional, incluindo exportações para Europa, China e cota Hilton.
O frango congelado passa por congelamento rápido, com temperaturas abaixo de -12°C, garantindo maior vida útil para armazenamento e transporte a longas distâncias. Já o frango resfriado é mantido entre 0°C e 4°C, com validade de 5 a 7 dias, oferecendo textura e sabor mais próximos do fresco, ideal para consumidores exigentes e restaurantes.
Copiar o textoO preço do café arábica volta a subir, enquanto o açúcar apresenta reajustes
Baixar áudioO preço do café arábica abre esta segunda-feira (16) em alta de 0,55%, com a saca de 60 kg negociada a R$ 1.901,38 na cidade de São Paulo.
INDICADOR DO CAFÉ ARÁBICA CEPEA/ESALQ
| DATA | VALOR R$ | VAR./DIA | VAR./MÊS | VALOR US$ |
|---|---|---|---|---|
| 13/02/2026 | 1.901,38 | 0,55% | -9,22% | 363,90 |
| 12/02/2026 | 1.891,03 | 1,46% | -9,72% | 363,52 |
| 11/02/2026 | 1.863,80 | 0,12% | -11,02% | 359,39 |
| 10/02/2026 | 1.861,64 | -0,00% | -11,12% | 357,94 |
| 09/02/2026 | 1.861,69 | -1,22% | -11,12% | 358,85 |
O café robusta teve alta de 2,26% no preço, sendo comercializado a R$ 1.092,10.
INDICADOR DO CAFÉ ROBUSTA CEPEA/ESALQ
| DATA | VALOR R$ | VAR./DIA | VAR./MÊS | VALOR US$ |
|---|---|---|---|---|
| 13/02/2026 | 1.092,10 | 2,26% | -9,89% | 209,01 |
| 12/02/2026 | 1.067,94 | 0,93% | -11,89% | 205,29 |
| 11/02/2026 | 1.058,11 | -1,02% | -12,70% | 204,03 |
| 10/02/2026 | 1.069,05 | 0,52% | -11,80% | 205,55 |
| 09/02/2026 | 1.063,50 | -0,49% | -12,25% | 204,99 |
Já o preço do açúcar cristal apresenta variação nas principais praças do estado de São Paulo. Na capital, a saca de 50 kg teve valorização de 0,99% e é cotada a R$ 99,51.
INDICADOR DO AÇÚCAR CRISTAL BRANCO CEPEA/ESALQ - SÃO PAULO
| DATA | VALOR R$* | VAR./DIA | VAR./MÊS | VALOR US$* |
|---|---|---|---|---|
| 13/02/2026 | 99,51 | 0,99% | -5,13% | 19,04 |
| 12/02/2026 | 98,53 | -1,14% | -6,06% | 18,94 |
| 11/02/2026 | 99,67 | -1,95% | -4,98% | 19,22 |
| 10/02/2026 | 101,65 | 1,55% | -3,09% | 19,54 |
| 09/02/2026 | 100,10 | -0,53% | -4,57% | 19,29 |
Em Santos (SP), a mercadoria teve valorização de 0,68%, sendo negociada a R$ 104,87 na média de preços sem impostos.
INDICADOR AÇÚCAR CRISTAL - SANTOS (FOB)
| DATA | VALOR R$* | VAR./DIA | VAR./MÊS | VALOR US$* |
|---|---|---|---|---|
| 13/02/2026 | 104,87 | 0,68% | -2,26% | 20,06 |
| 12/02/2026 | 104,16 | 0,66% | -2,92% | 20,16 |
| 11/02/2026 | 103,48 | -1,35% | -3,55% | 19,96 |
| 10/02/2026 | 104,90 | -1,49% | -2,23% | 20,16 |
| 09/02/2026 | 106,49 | -0,53% | -0,75% | 20,50 |
A saca de 60 kg do milho, por sua vez, é vendida a R$ 68,14, após alta de 0,69%.
INDICADOR DO MILHO ESALQ/BM&FBOVESPA
| DATA | VALOR R$* | VAR./DIA | VAR./MÊS | VALOR US$* |
|---|---|---|---|---|
| 13/02/2026 | 68,14 | 0,69% | 3,09% | 13,04 |
| 12/02/2026 | 67,67 | 0,68% | 2,38% | 13,01 |
| 11/02/2026 | 67,21 | 0,22% | 1,68% | 12,96 |
| 10/02/2026 | 67,06 | -0,04% | 1,45% | 12,89 |
| 09/02/2026 | 67,09 | 0,46% | 1,50% | 12,93 |
Os valores são do Cepea.
Café arábica e café robusta são as duas principais variedades cultivadas e comercializadas no Brasil, ambas medidas em sacas de 60 kg.
A saca de açúcar cristal no Brasil é padronizada em 50 quilos, especialmente para comercialização no mercado atacadista e para uso na indústria alimentícia. Essa unidade de medida é adotada pelo Cepea/Esalq-USP, principal fonte de cotações diárias do açúcar cristal no país.
A saca de milho equivale a 60 kg de grãos, mesmo padrão utilizado para soja e trigo. Essa medida é oficializada por instituições como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Cepea, sendo amplamente usada em negociações e relatórios de preço do milho.
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