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Baixar áudioA complementação da União ao Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb) destinada aos municípios deve passar de R$ 58,4 bilhões em 2026 para R$ 74,6 bilhões no Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) de 2027.
Embora represente um crescimento de 27,6%, um estudo da Confederação Nacional de Municípios (CNM) alerta que o índice exige cautela, já que o aumento é reflexo de uma mudança na classificação orçamentária das verbas entre estados e municípios.
De acordo com a CNM, cerca de R$ 11,5 bilhões da dotação de 2026 foram registrados como transferências aos estados e ao Distrito Federal. Já na proposta de 2027, toda a complementação foi classificada na modalidade de transferências aos municípios. Essa alteração técnica impacta diretamente o crescimento de R$ 16,2 bilhões registrado na tabela orçamentária para a ação referente à complementação da União.
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O estudo reforça que o avanço não decorre de uma nova etapa de aumento na participação da União. O piso constitucional de 23% de complementação, estabelecido pela Emenda Constitucional 108/2020, atinge seu teto em 2026 e se mantém a partir daí. Portanto, a alta nominal na rubrica municipal não deve ser interpretada integralmente como "dinheiro novo" no caixa das prefeituras.
O levantamento da CNM utiliza valores correntes (sem desconto da inflação) e compara a dotação atualizada de 2026 com os números iniciais da proposta de 2027. O documento não traz recortes detalhados por município ou por rede de ensino.
A tramitação do PLOA 2027 pode ser acompanhada diretamente no portal do Congresso Nacional.
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Baixar áudioO preço do café arábica abre esta quarta-feira (4) em alta de 0,79%, com a saca de 60 kg negociada a R$ 1.611,06 na cidade de São Paulo.
O café robusta teve valorização de 0,30%, sendo comercializado a R$ 975,32.
INDICADOR DO CAFÉ ARÁBICA CEPEA/ESALQ
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$ |
|---|---|---|---|---|
| 03/11/2026 | 1.611,06 | 0,79% | 0,79% | 293,73 |
| 30/10/2026 | 1.598,37 | 0,48% | 1,36% | 293,12 |
| 29/10/2026 | 1.590,72 | -0,20% | 0,88% | 294,74 |
| 28/10/2026 | 1.593,89 | -1,01% | 1,08% | 297,92 |
| 27/10/2026 | 1.610,19 | -1,06% | 2,11% | 301,76 |
INDICADOR DO CAFÉ ROBUSTA CEPEA/ESALQ
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$ |
|---|---|---|---|---|
| 03/11/2026 | 975,32 | 0,30% | 0,30% | 177,82 |
| 30/10/2026 | 972,44 | 0,72% | -1,32% | 178,33 |
| 29/10/2026 | 965,47 | 0,56% | -2,03% | 178,89 |
| 28/10/2026 | 960,10 | -0,81% | -2,57% | 179,46 |
| 27/10/2026 | 967,97 | 1,40% | -1,78% | 181,40 |
O preço do açúcar cristal apresenta baixa de 0,79% na capital de São Paulo. A saca de 50 kg é cotada a R$ 127,33.
INDICADOR DO AÇÚCAR CRISTAL BRANCO CEPEA/ESALQ - SÃO PAULO
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 03/11/2026 | 127,33 | -0,79% | -0,79% | 23,21 |
| 30/10/2026 | 128,35 | -1,25% | 5,97% | 23,54 |
| 29/10/2026 | 129,97 | 0,96% | 7,31% | 24,08 |
| 28/10/2026 | 128,74 | 0,00% | 6,29% | 24,06 |
| 27/10/2026 | 128,74 | 1,33% | 6,29% | 24,13 |
Em Santos (SP), houve desvalorização de 3,68%, e a mercadoria é negociada a R$ 133,84 na média de preços sem impostos.
Indicador Açúcar Cristal - Santos (FOB)
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 03/11/2026 | 133,84 | -3,68% | -3,68% | 24,36 |
| 30/10/2026 | 138,95 | -0,03% | 10,61% | 25,63 |
| 29/10/2026 | 138,99 | 1,76% | 10,64% | 25,86 |
| 28/10/2026 | 136,59 | 1,00% | 8,73% | 25,57 |
| 27/10/2026 | 135,24 | -2,65% | 7,66% | 25,35 |
A saca de 60 kg do milho, por sua vez, é vendida a R$ 66,19 após alta de 0,84%.
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 03/11/2026 | 66,19 | 0,84% | 0,84% | 12,07 |
| 30/10/2026 | 65,64 | 0,08% | -4,41% | 12,04 |
| 29/10/2026 | 65,59 | 1,33% | -4,49% | 12,15 |
| 28/10/2026 | 64,73 | -0,22% | -5,74% | 12,10 |
| 27/10/2026 | 64,87 | 0,98% | -5,53% | 12,16 |
Os dados são do Cepea.
Café arábica e café robusta são as duas principais variedades cultivadas e comercializadas no Brasil, ambas medidas em sacas de 60 kg.
O café arábica (conhecido também como café Conilon, em algumas regiões) tem sabor mais suave, menor teor de cafeína e alta qualidade sensorial, sendo preferido em cafeterias especializadas e nas exportações de cafés premium. Representa cerca de 70% da produção brasileira, com destaque para estados como Minas Gerais e São Paulo.
O café robusta, por sua vez, possui sabor mais amargo, maior concentração de cafeína e corpo mais intenso. É amplamente utilizado na produção de café solúvel e blends comerciais. Seus principais polos produtores são o Espírito Santo e Rondônia, e seu preço costuma ser mais baixo em comparação ao arábica, por conta do perfil mais industrial.
A saca de açúcar cristal no Brasil é padronizada em 50 quilos, especialmente para comercialização no mercado atacadista e para uso na indústria alimentícia. Essa unidade de medida é adotada pelo Cepea/Esalq-USP, principal fonte de cotações diárias do açúcar cristal no país.
A saca de milho equivale a 60 kg de grãos, mesmo padrão utilizado para soja e trigo. Essa medida é oficializada por instituições como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Cepea, sendo amplamente usada em negociações e relatórios de preço do milho.
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Baixar áudioO preço do boi gordo apresenta leve alta de 0,03% nesta quarta-feira (4). Em São Paulo, a arroba é negociada a R$ 390,00.
INDICADOR DO BOI GORDO CEPEA/ESALQ
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 03/11/2026 | 390,00 | 0,03% | 0,03% | 71,10 |
| 30/10/2026 | 389,90 | 0,18% | 7,03% | 71,50 |
| 29/10/2026 | 389,20 | 0,04% | 6,84% | 72,11 |
| 28/10/2026 | 389,05 | 0,71% | 6,79% | 72,72 |
| 27/10/2026 | 386,30 | 1,28% | 6,04% | 72,40 |
No mercado de frango, as cotações nas regiões da Grande São Paulo, São José do Rio Preto e Descalvado registram o quilo do produto congelado a R$ 8,21 e o do resfriado a R$ 8,23.
PREÇOS DO FRANGO CONGELADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|
| 03/11/2026 | 8,21 | -0,12% | -0,12% |
| 30/10/2026 | 8,22 | -0,24% | -0,96% |
| 29/10/2026 | 8,24 | 0,00% | -0,72% |
| 28/10/2026 | 8,24 | 0,00% | -0,72% |
| 27/10/2026 | 8,24 | -0,36% | -0,72% |
PREÇOS DO FRANGO RESFRIADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|
| 03/11/2026 | 8,23 | -0,12% | -0,12% |
| 30/10/2026 | 8,24 | -0,24% | -0,84% |
| 29/10/2026 | 8,26 | 0,00% | -0,60% |
| 28/10/2026 | 8,26 | 0,00% | -0,60% |
| 27/10/2026 | 8,26 | -0,36% | -0,60% |
A carcaça suína especial registra estabilidade nos preços praticados nos atacados da Grande São Paulo, com o quilo cotado a R$ 9,64.
Entre os estados analisados, o suíno vivo registra o menor preço no Paraná, onde o animal é comercializado a R$ 5,67.
PREÇOS DA CARCAÇA SUÍNA ESPECIAL (R$/kg)
| Data | Média | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|
| 03/11/2026 | 9,64 | -5,77% | -5,77% |
| 30/10/2026 | 10,23 | 0,00% | 20,35% |
| 29/10/2026 | 10,23 | 0,00% | 20,35% |
| 28/10/2026 | 10,23 | 0,00% | 20,35% |
| 27/10/2026 | 10,23 | -0,97% | 20,35% |
INDICADOR DO SUÍNO VIVO CEPEA/ESALQ (R$/kg)
| Data | Estado | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|---|
| 03/11/2026 | MG - posto | 6,95 | 0,00% | 0,00% |
| 03/11/2026 | PR - a retirar | 5,67 | -2,24% | -2,24% |
| 03/11/2026 | RS - a retirar | 5,78 | -2,03% | -2,03% |
| 03/11/2026 | SC - a retirar | 5,86 | -2,01% | -2,01% |
| 03/11/2026 | SP - posto | 6,71 | -1,47% | -1,47% |
Os dados são do Cepea.
O boi gordo é o bovino macho pronto para o abate, com peso mínimo de 16 arrobas líquidas de carcaça (aproximadamente 240 kg) e até 42 meses de idade. Atende aos padrões do mercado nacional e internacional, incluindo exportações para Europa, China e cota Hilton.
O frango congelado passa por congelamento rápido, com temperaturas abaixo de -12°C, garantindo maior vida útil para armazenamento e transporte a longas distâncias.
Já o frango resfriado é mantido entre 0°C e 4°C, com validade de 5 a 7 dias, oferecendo textura e sabor mais próximos do fresco, ideal para consumidores
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Baixar áudioA saca de 60 quilos da soja inicia a quarta-feira (4) em alta no interior do Paraná e na região litorânea de Paranaguá.
No interior paranaense, o grão apresenta valorização de 0,15%, com a saca negociada a R$ 152,45. Em Paranaguá, valorização de 0,25%, levando a cotação para R$ 159,28.
INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANÁ
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 03/11/2026 | 152,45 | 0,15% | 0,15% | 27,79 |
| 30/10/2026 | 152,22 | -0,16% | -1,74% | 27,92 |
| 29/10/2026 | 152,47 | 0,38% | -1,58% | 28,25 |
| 28/10/2026 | 151,89 | 0,34% | -1,95% | 28,39 |
| 27/10/2026 | 151,38 | 1,47% | -2,28% | 28,37 |
INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANAGUÁ
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 03/11/2026 | 159,28 | 0,25% | 0,25% | 29,04 |
| 30/10/2026 | 158,88 | 0,38% | -1,66% | 29,14 |
| 29/10/2026 | 158,28 | 0,55% | -2,03% | 29,33 |
| 28/10/2026 | 157,42 | 0,01% | -2,56% | 29,42 |
| 27/10/2026 | 157,41 | 1,20% | -2,57% | 29,50 |
O preço do trigo registra alta no Rio Grande do Sul e desvalorização no Paraná.
No Paraná, a tonelada do cereal é comercializada a R$ 1.565,43. No Rio Grande do Sul, o produto é vendido a R$ 1.484,33.
PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - RIO GRANDE DO SUL
| Data | Valor R$/t* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$/t* |
|---|---|---|---|---|
| 03/11/2026 | 1.484,33 | 0,15% | 0,15% | 270,62 |
| 30/10/2026 | 1.482,17 | -0,75% | 2,18% | 271,81 |
| 29/10/2026 | 1.493,38 | -0,49% | 2,95% | 276,71 |
| 28/10/2026 | 1.500,74 | 0,08% | 3,46% | 280,51 |
| 27/10/2026 | 1.499,49 | -0,24% | 3,37% | 281,01 |
PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - PARANÁ
| Data | Valor R$/t* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$/t* |
|---|---|---|---|---|
| 03/11/2026 | 1.565,43 | -0,28% | -0,28% | 285,41 |
| 30/10/2026 | 1.569,82 | -0,53% | 1,65% | 287,88 |
| 29/10/2026 | 1.578,12 | 0,43% | 2,19% | 292,41 |
| 28/10/2026 | 1.571,30 | 0,11% | 1,75% | 293,70 |
| 27/10/2026 | 1.569,61 | 0,39% | 1,64% | 294,15 |
Os dados são do Cepea.
A saca de soja e a saca de trigo são as principais unidades de comercialização de grãos no Brasil. Cada saca equivale a 60 quilos, padrão adotado por órgãos oficiais como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).
Esse formato padronizado facilita o comércio da soja e do trigo, além de permitir um acompanhamento mais preciso das cotações e variações de preços no mercado nacional.
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Baixar áudioO dólar comercial fechou a sessão desta terça-feira (3) em alta de 0,79%, cotado a R$ 5,50. Os investidores estão atentos às eleições de meio de mandato nos Estados Unidos e aos desdobramentos das tensões no Oriente Médio. A disputa pelo controle do Congresso norte-americano pode influenciar a condução da política econômica do governo Donald Trump e aumentar a incerteza nos mercados, especialmente em setores como tecnologia e inteligência artificial.
Segundo análise publicada pelo Bora Investir, da B3, a possibilidade de mudança na composição do Congresso está entre os fatores acompanhados pelos investidores, diante dos possíveis impactos sobre os gastos públicos, a política fiscal e a regulamentação de setores estratégicos. As pesquisas indicam vantagem dos democratas na disputa pela Câmara dos Representantes, enquanto a corrida pelo Senado permanece indefinida.
O cenário também é acompanhado pelo mercado internacional. De acordo com o Investing.com, uma eventual vitória democrata pode ampliar a fiscalização sobre empresas de tecnologia e aumentar o escrutínio sobre a expansão dos centros de processamento de dados voltados à inteligência artificial. A publicação destaca ainda que os investidores esperam alguma volatilidade após a divulgação dos resultados, embora o mercado de opções não indique uma expectativa de grandes oscilações no índice S&P 500.
No campo geopolítico, os relatos de uma nova ação militar norte-americana contra a ilha iraniana de Qeshm, próxima ao Estreito de Ormuz, também permanecem no radar dos investidores.
O índice DXY, que mede a força do dólar frente a outras moedas globais, fechou aos 101,84 pontos.
O euro, por sua vez, encerrou o pregão cotado a R$ 6,15.
A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.
| Código | BRL | USD | EUR | GBP | JPY | CHF | CAD | AUD |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| BRL | 1 | 0,1815 | 0,1627 | 0,1357 | 28,8164 | 0,1490 | 0,2543 | 0,2615 |
| USD | 5,4930 | 1 | 0,8935 | 0,7454 | 158,73 | 0,8210 | 1,4008 | 1,4357 |
| EUR | 6,1474 | 1,1192 | 1 | 0,8342 | 177,66 | 0,9188 | 1,5677 | 1,6069 |
| GBP | 7,3664 | 1,3417 | 1,1988 | 1 | 212,96 | 1,1014 | 1,8792 | 1,9261 |
| JPY | 3,47033 | 0,629981 | 0,56289 | 0,469583 | 1 | 0,5172 | 0,88244 | 0,90445 |
| CHF | 6,7103 | 1,2182 | 1,0884 | 0,9079 | 193,35 | 1 | 1,7062 | 1,7489 |
| CAD | 3,9326 | 0,7139 | 0,6379 | 0,5321 | 113,33 | 0,5861 | 1 | 1,0250 |
| AUD | 3,8252 | 0,6965 | 0,6224 | 0,5192 | 110,56 | 0,5718 | 0,9757 | 1 |
Os dados são da Investing.com.
Copiar o textoVolume total negociado na B3 foi de R$ 39.039.452.572, em meio a 6.263.599 de negócios
Baixar áudioO Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, encerrou o pregão desta terça-feira (3) em queda de 1,48%, aos 165.436,31 pontos.
O Ibovespa iniciou o dia com os investidores atentos à agenda econômica brasileira e ao fluxo de capital estrangeiro na Bolsa. De acordo com o Bora Investir, da B3, o destaque doméstico é o início da reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), que anuncia nesta quarta-feira (4) a decisão sobre a taxa Selic, atualmente em 13,75% ao ano. A agenda também inclui a divulgação do Boletim Focus, com as projeções do mercado para inflação, juros, câmbio e atividade econômica.
No cenário político, a movimentação dos investidores estrangeiros também chama a atenção. Levantamento divulgado pelo Investing.com, com base em dados do Instituto de Finanças Internacionais (IIF), aponta que estrangeiros retiraram US$ 2,4 bilhões líquidos de ações brasileiras na segunda metade de outubro, após uma entrada de US$ 4,2 bilhões na primeira quinzena. Desse total, US$ 1,4 bilhão deixou o mercado nos quatro pregões seguintes à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT-SP), em 25 de outubro.
Mesmo com a saída de recursos, o saldo de investimentos estrangeiros em ações brasileiras permaneceu positivo em aproximadamente US$ 1,8 bilhão até 29 de outubro. Para novembro, o IIF espera a continuidade das vendas líquidas por investidores internacionais, enquanto o mercado aguarda a definição da nova equipe econômica do governo.
Ações em alta no Ibovespa
Ações em queda no Ibovespa
O volume total negociado na B3 foi de R$ 39.039.452.572, em meio a 6.263.599 de negócios.
Os dados da bolsa podem ser consultados no site da B3.
O Ibovespa (Índice Bovespa) é o principal indicador do mercado acionário brasileiro. Calculado pela B3, ele reflete a média do desempenho das ações mais negociadas na bolsa, com base em critérios de volume e liquidez. O índice é composto por uma carteira teórica de ativos, que representa cerca de 80% do volume financeiro total negociado no mercado.
A B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) é a bolsa de valores oficial do Brasil, sediada em São Paulo. É responsável pela negociação de ações, derivativos, títulos públicos e privados, câmbio e outros ativos financeiros. A B3 está entre as maiores bolsas do mundo em infraestrutura e valor de mercado.
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Baixar áudioO Ministério de Minas e Energia (MME) abriu consulta pública sobre a proposta de metas do Programa Energias da Amazônia para 2030 e 2035. A iniciativa busca ampliar o uso de fontes renováveis, reduzir a dependência de combustíveis fósseis e diminuir os custos de geração de energia elétrica na Amazônia Legal.
A proposta estabelece uma redução de 70,2% no consumo de combustíveis fósseis até 2030 e de 73,3% até 2035 nos Sistemas Isolados. O documento também prevê diminuir as emissões de gases de efeito estufa em 65,7% até 2030 e 75,9% até 2035.
Em relação aos custos totais de geração de energia elétrica, a meta é alcançar uma redução de 55,5% até 2030 e de 60,1% até 2035.
Atualmente, muitas localidades atendidas pelos Sistemas Isolados dependem de usinas termelétricas movidas a combustíveis fósseis. Esse modelo apresenta custos operacionais elevados, dificuldades logísticas para o abastecimento e maiores emissões de gases de efeito estufa.
Para mudar esse cenário, o programa prevê a substituição gradual dessa matriz energética por fontes renováveis, sistemas híbridos de geração, armazenamento de energia e ampliação das conexões com o Sistema Interligado Nacional (SIN).
A proposta foi elaborada com base em estudos da Empresa de Pesquisa Energética (EPE) e em análises de investimentos realizadas pela FSET Consultoria. Os trabalhos avaliaram diferentes cenários de expansão das fontes renováveis, implantação de sistemas híbridos, armazenamento de energia e interligações ao SIN.
Entre os fatores que podem dificultar o cumprimento das metas estão atrasos na implantação de interligações elétricas, desafios logísticos para a execução de obras em áreas remotas e disponibilidade de investimentos para projetos de infraestrutura energética. Também foram apontados possíveis impactos relacionados à expansão das fontes renováveis, aos sistemas de armazenamento e a mudanças nas regras de contratação dos Sistemas Isolados.
A consulta pública busca ampliar a transparência e permitir a participação de representantes do setor elétrico, instituições de pesquisa, organizações da sociedade civil, comunidades locais e demais interessados.
As contribuições podem ser enviadas até 11 de novembro de 2026, por meio do portal do Ministério de Minas e Energia e da plataforma Brasil Participativo.
Após o encerramento da consulta, o ministério analisará as sugestões recebidas e encaminhará a versão consolidada da proposta ao Conselho Nacional de Política Energética (CNPE), responsável pela decisão final sobre as metas do programa.
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Baixar áudioA partir de fevereiro de 2027, as 81 cadeiras do Senado Federal serão distribuídas entre as bancadas de 13 partidos políticos e um senador sem filiação partidária. O Partido Liberal (PL) será a maior legenda da Casa, com 29 senadores. Trata-se da maior bancada de um único partido desde a promulgação da Constituição Federal de 1988, que definiu as regras eleitorais modernas.
Na sequência, aparecem:
O senador Romário, eleito em 2022 pelo Rio de Janeiro, é o único parlamentar sem partido na atual composição do Senado. Ele está sem filiação partidária desde que deixou o PL, em agosto deste ano.
O tamanho das bancadas e a correlação de forças entre os partidos exercem influência direta sobre o funcionamento do Senado. A distribuição de parlamentares afeta desde a definição da pauta legislativa até a ocupação dos principais cargos de comando da Casa.
Entre as atribuições influenciadas pelo peso das bancadas estão:
Apesar de alcançar uma dimensão que lhe garante peso expressivo nas atividades legislativas, o PL não terá maioria absoluta no Senado. Para isso, precisará formar blocos parlamentares ou construir acordos com outras legendas.
Quantos votos são necessários no Senado?
Já a aprovação de projetos de lei ordinária exige maioria simples, calculada sobre o número de senadores presentes à votação, desde que haja quórum para deliberar.
O tamanho de uma bancada também influencia a composição da Mesa Diretora do Senado. A Presidência, atualmente ocupada por Davi Alcolumbre (União-AP), é um dos postos mais estratégicos da Casa. Cabe ao presidente conduzir os trabalhos legislativos, organizar as sessões e exercer papel central na definição da pauta de votações. Na prática, sua atuação influencia quais temas ganham prioridade no plenário e o ritmo de tramitação das propostas.
Os demais cargos da Mesa costumam ser distribuídos por meio de acordos entre os partidos e blocos parlamentares. Em geral, quanto maior a bancada, maior o espaço da legenda na composição do colegiado e seu poder de escolha sobre os postos que pretende ocupar.
A mesma lógica se aplica às comissões permanentes. Os partidos têm direito a ocupar as presidências desses colegiados de acordo com a proporcionalidade de suas bancadas e, conforme a ordem de escolha, podem optar primeiro pelas comissões consideradas mais estratégicas.
Entre as mais disputadas estão a Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) e a Comissão de Assuntos Econômicos (CAE).
As maiores bancadas também dispõem de mais espaço para utilizar os chamados destaques, um dos instrumentos de negociação mais importantes durante a tramitação de projetos no Senado. O mecanismo permite separar trechos específicos de uma proposta para que sejam votados individualmente, em vez de integrarem a votação do texto principal.
Diferentemente dos destaques apresentados individualmente por senadores, que dependem das regras de deliberação do Plenário, os destaques de bancada têm tratamento regimental próprio e garantem aos partidos maior capacidade de interferir na votação. A quantidade de destaques a que cada legenda tem direito varia conforme o tamanho de sua representação, o que amplia o poder de negociação das maiores bancadas para propor alterações e influenciar a redação final dos projetos.
Se estiver na oposição, o maior partido do Senado também terá mais instrumentos para fiscalizar as ações do governo. O tamanho da bancada pode facilitar a mobilização necessária para requerer a criação de CPIs e convocar ministros de Estado para prestar esclarecimentos.
A força numérica também amplia a capacidade de articulação para derrubar vetos presidenciais e rejeitar indicações feitas pelo chefe do Executivo para cargos estratégicos, como embaixadores, diretores de agências reguladoras, procurador-geral da República, integrantes da diretoria do Banco Central e ministros do STF.
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Baixar áudioUm levantamento da Confederação Nacional de Municípios (CNM) no Sistema Integrado de Planejamento e Orçamento (Siop) aponta que R$ 2,5 bilhões em dotações discricionárias previstas para 2026 e destinadas às prefeituras estão contingenciados ou bloqueados. O montante representa 6,8% dos R$ 36,8 bilhões autorizados para repasses aos governos locais.
Do total retido, R$ 1,28 bilhão (51%) refere-se ao contingenciamento temporário focado no cumprimento da meta fiscal. Os R$ 1,22 bilhão restantes (49%) correspondem a bloqueios que reservam os recursos para eventual cancelamento.
A pasta com maior valor afetado é o Ministério da Saúde, com R$ 713,6 milhões retidos (28,6% do total). Na sequência aparece o Ministério das Cidades, com R$ 595,9 milhões (23,9%). Juntas, as duas áreas somam 52,5% das retenções.
Na Saúde, o principal impacto incide sobre a estruturação de unidades de Atenção Especializada (R$ 488,1 milhões). No Ministério das Cidades, as ações de apoio a projetos de reabilitação, acessibilidade e modernização em áreas urbanas tiveram 96,3% da dotação suspensa, somando R$ 309,8 milhões.
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O Ministério da Educação teve R$ 424,9 milhões atingidos — o que equivale a 73,2% da verba autorizada para o programa Caminho da Escola, voltado à compra de veículos de transporte escolar. Já nos ministérios do Turismo (R$ 224,9 milhões) e da Integração e do Desenvolvimento Regional (R$ 214,5 milhões), os cortes foram efetuados integralmente por meio de bloqueio.
A CNM aponta que a restrição orçamentária afeta a gestão das prefeituras e alerta que o montante congelado pode aumentar. Com a retenção das verbas federais, os municípios são pressionados a usar recursos próprios para impedir a interrupção de obras e serviços, o que reduz a capacidade de investimento local.
Outro problema está relacionado aos atrasos nas medições de obras financiadas pela União, que podem paralisar intervenções e gerar pedidos de reequilíbrio econômico-financeiro por parte das empresas contratadas. A incerteza quanto à liberação dos valores dificulta o encerramento do exercício financeiro e estimula o acúmulo de restos a pagar.
Para tentar reverter o quadro, a entidade enviou ofícios aos ministérios solicitando a preservação das ações direcionadas aos municípios e informou que segue atuando para conter novos impactos.
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Baixar áudioA terça-feira (3) traz instabilidade para a Região Sul, com pancadas de chuva e trovoadas concentradas em parte dos três estados, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
No Paraná, a previsão é de muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas isoladas em praticamente todo o interior, oeste e norte do estado. Na faixa leste e na região metropolitana de Curitiba, o tempo fica encoberto com chuva isolada, com os termômetros registrando mínima de 17°C e máxima de 28°C.
Em Santa Catarina, o oeste, o centro e os planaltos apresentam pancadas de chuva e trovoadas isoladas. Na faixa leste e no litoral, a condição prevista é de muitas nuvens com possibilidade de chuva isolada. Em Florianópolis, o dia fica encoberto com chuvisco, variando entre 21°C e 25°C.
No Rio Grande do Sul, a porção norte e a serra gaúcha registram pancadas de chuva e trovoadas isoladas. Na metade sul e na faixa central, o tempo varia com muitas nuvens e pancadas de chuva isoladas. Na capital Porto Alegre, o céu fica encoberto com pancadas de chuva isoladas, marcando mínima de 21°C e máxima de 28°C.
Está em vigor um aviso de tempestade, classificado como perigo potencial, com validade até 23h59 desta terça-feira (3). A área de abrangência inclui:
A previsão aponta chuva entre 20 e 30 mm/h ou até 50 mm/dia e ventos intensos de 40 a 60 km/h, com baixo risco de corte de energia elétrica, queda de galhos de árvores, alagamentos e descargas elétricas.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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