16 OUTUBRO 2026
Publicação da emenda
A publicação no Diário Oficial da União inicia a contagem dos prazos de transição.
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Baixar áudioO avanço de políticas públicas para mulheres empreendedoras esteve entre os temas discutidos nesta terça-feira (20), em Brasília, durante encontro promovido pelo Conselho da Mulher Empreendedora e da Cultura do Distrito Federal (CMEC-DF). A reunião deu continuidade à articulação da Rede Parlamentar Mista de Políticas Femininas, lançada em São Paulo no dia 13 de outubro, com a participação de representantes do setor produtivo e do Legislativo.
A rede é uma iniciativa do CMEC, ligado à Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB), em conjunto com o Fórum Nacional da Mulher Empresária (FNME) e a Confederação Nacional da Indústria (CNI). O objetivo é aproximar parlamentares e lideranças empresariais para acompanhar projetos em tramitação no Congresso Nacional e ampliar o espaço de propostas voltadas à autonomia econômica das mulheres.
Entre as prioridades estão a ampliação do acesso ao crédito, a criação de mecanismos de financiamento para negócios liderados por mulheres, a qualificação profissional e o combate à violência patrimonial. A proposta é transformar demandas apresentadas pelo setor produtivo em medidas legislativas e políticas públicas.
A presidente nacional do CMEC, Ana Cláudia Badra Cotait, destaca que a aproximação entre o setor privado e o Legislativo é fundamental para dar andamento às propostas e cobrar a implementação de políticas públicas.
“Para a gente é muito importante essa rede, linkando o setor privado com o setor legislativo. Isso é extremamente importante para que andem os projetos de lei, para que as políticas públicas realmente sejam cobradas e feitas", destacou a presidente.
A rede reúne parlamentares de diferentes partidos e lideranças de setores como comércio, indústria e agronegócio. A atuação prevê o acompanhamento de propostas legislativas relacionadas ao empreendedorismo feminino, ao financiamento de negócios e à proteção do patrimônio das mulheres.
Durante o encontro em Brasília, a senadora eleita Bia Kicis (PL-DF) afirmou que pretende contribuir para a criação de uma frente parlamentar mista, com representantes da Câmara dos Deputados e do Senado, voltada às políticas femininas.
“Eu, como parlamentar, represento e apoio mulheres que empreendem, mulheres que ousam empreender no meio de tanto caos, de aumento de impostos, taxas e burocracia. Mesmo assim, essas mulheres têm a coragem de empreender. Então, quero dizer, inclusive, que vamos criar uma frente parlamentar mista, Câmara e Senado, para termos esse olhar voltado para as mulheres empreendedoras", frisou a parlamentar.
Dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), divulgados pelo Sebrae, mostram que o Brasil tem 10,4 milhões de mulheres à frente de negócios. Apesar da contribuição para a geração de empregos, a renda das famílias e o desenvolvimento econômico local, as empreendedoras ainda recebem menos do que os homens e enfrentam obstáculos para expandir suas atividades.
A diretora de Administração e Finanças do Sebrae Nacional, Margareth Coelho, avaliou que a articulação entre representantes do empreendedorismo e parlamentares pode contribuir para enfrentar lacunas na legislação e ampliar o apoio aos negócios liderados por mulheres.
“Hoje há um grande deserto na legislação sobre apoio efetivo ao empreendedorismo feminino. Não há programas voltados para isso, incentivos fiscais. Uma das grandes dificuldades das mulheres é o acesso ao crédito. E nós não temos nenhum programa que trabalhe diretamente esse tema como política pública", destacou Margareth.
Margareth também chamou atenção para a sobrecarga de responsabilidades enfrentada pelas empreendedoras e para as dificuldades de financiamento. Segundo ela, aproximar as lideranças empresariais do Congresso pode ajudar a construir respostas legislativas para esses obstáculos.
A agenda discutida em Brasília inclui ainda qualificação profissional, financiamento contínuo para iniciativas de empreendedorismo feminino e medidas de proteção patrimonial. A expectativa do CMEC é fortalecer a articulação entre o setor produtivo e o Legislativo para que essas demandas avancem na agenda pública.
Durante o evento, o CMEC entregou a Celina Leão uma carta-compromisso para integrar a Rede Parlamentar Mista de Políticas Femininas. De caráter suprapartidário, a iniciativa busca transformar as demandas das mulheres empresárias em políticas públicas, por meio da articulação entre parlamentares de diferentes partidos e lideranças empresariais. O documento também foi entregue a deputadas, senadoras e representantes do setor empresarial presentes.
A governadora afirmou que seu gabinete continuará promovendo iniciativas voltadas às mulheres empreendedoras do Distrito Federal.
“Eu sei que é um apoio institucional, e que tem uma cobrança institucional, mas você pode ter certeza que o meu gabinete irá promover cada vez mais mulheres empreendedoras aqui no Distrito Federal.”
Celina também reafirmou o compromisso de criar condições favoráveis ao desenvolvimento dos negócios liderados por mulheres.
“Nós temos compromisso com as nossas mulheres, com o empreendedorismo. Para que aqui não seja só o melhor lugar para se nascer e para se viver menina e mulher. Mas para que seja o melhor lugar para as mulheres empreendedoras do Brasil e do mundo. Será o Distrito Federal.”
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Baixar áudioA Comissão de Assuntos Sociais pode votar o Projeto de Lei 485/2020, que visa dar mais segurança a motoristas e usuários de aplicativo. O texto, de autoria da senadora Leila Barros (PDT-DF), altera a Lei 12.587/2012, referente à Política Nacional de Mobilidade Urbana, e estabelece novas obrigações para as empresas do setor.
Entre as medidas previstas na proposta, os motoristas de aplicativo poderão recusar corridas para terceiros. Nesses casos, a plataforma deverá exigir a apresentação de documento de identificação do passageiro no ato da solicitação e enviar as informações ao condutor antes do início do trajeto.
O projeto também determina a proibição da cobrança em dinheiro feita diretamente ao motorista, tornando obrigatório o uso de pagamento remoto pelas plataformas. Além disso, o texto permite que os condutores delimitem previamente a área geográfica de atuação e exige das empresas o monitoramento de rotas para identificar desvios não previstos e emitir alertas de segurança durante a viagem.
Na justificativa do projeto, a senadora indica que o recebimento de dinheiro em espécie aumenta a exposição dos condutores a ações criminosas. A matéria recebeu parecer favorável do relator na Comissão de Ciência e Tecnologia, senador Flávio Arns (PSB-PR), que considerou as medidas de fácil implementação.
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Baixar áudioO Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) confirmou, nesta terça-feira (20) que o México suspendeu as importações de aves vivas, carne e miúdos de aves, ovos férteis, pintinhos de até três dias e aves canoras, ornamentais ou de rapina destinadas à comercialização, além de aves de companhia provenientes de todo o Brasil. A medida foi tomada após o registro de um surto da Doença de Newcastle (DNC) em uma granja de Santa Catarina.
Já a China suspendeu a carne de aves catarinense, enquanto o Chile interrompeu a compra de ovos, pintinhos de um dia, aves ornamentais, carne fresca de aves e produtos com carne fresca de aves do estado. O Mapa informa que, no caso chinês, a restrição foi limitada após negociação conduzida pelo governo brasileiro, o que evitou a suspensão para todo o território nacional.
A situação dos demais mercados segue em monitoramento, uma vez que eventuais restrições seguem os protocolos sanitários bilaterais estabelecidos nos acordos comerciais assinados pelos países parceiros. Cada nação decide se interrompe ou não a importação conforme as cláusulas existentes, que pode atingir o país, o estado ou apenas o município afetado. O nível e a duração do embargo depende da agilidade na contenção do foco.
Para o presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Ricardo Santin, a transparência é o caminho para limitar o impacto: "O Brasil, de maneira muito transparente, o Ministério da Agricultura, a CIDASC e a secretaria local, já fizeram as ações de contenção e também vão fazer as comunicações aos países importadores para que, daquilo que já está estabelecido nos protocolos de acordo sanitário, possa haver uma regionalização que cause o mínimo de ruptura possível nas exportações brasileiras", disse.
Em 18 de outubro, o Mapa confirmou um foco da doença de Newcastle em uma granja comercial de corte de perus em Nova Itaberaba, em Santa Catarina. A ocorrência foi identificada durante investigação epidemiológica do Serviço Veterinário Oficial do estado e confirmada pelo Laboratório Federal de Defesa Agropecuária de São Paulo (LFDA-SP), reconhecido pela Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA) como referência internacional para o diagnóstico da doença.
A confirmação veio após a coleta de amostras entre 21 de setembro e 14 de outubro e a realização das análises laboratoriais. O estabelecimento tem cerca de 6 mil perus de corte, que permaneceram na propriedade e não foram destinados à produção de carne para consumo. A granja foi interditada com a suspensão da movimentação de aves. As medidas incluem a eliminação do foco por depopulação das aves, seguida de limpeza, desinfecção e demais protocolos da OMSA, conforme o Plano de Contingência para Influenza Aviária e Doença de Newcastle, executado pelo Mapa em conjunto com o serviço veterinário catarinense.
Como parte da contenção, será feito monitoramento epidemiológico em uma área de restrição que abrange Nova Itaberaba e os municípios vizinhos de Coronel Freitas, Nova Erechim e Águas Frias. A operação prevê o acompanhamento de cerca de 133 propriedades, com visitas, avaliação clínica das aves e coleta de amostras para análise no LFDA-SP. Por ora, não haverá recolhimento de produtos nem devolução de aves que já tenham saído de outras propriedades da região. A ocorrência será notificada à OMSA e aos parceiros comerciais do Brasil.
Em coletiva de imprensa na segunda-feira (19), em Brasília, o ministro André de Paula afirmou que o foco foi identificado no âmbito da vigilância sanitária ativa e destacou a integração entre o Mapa e as autoridades de Santa Catarina. Ele também reforçou que não há risco à saúde humana no consumo de produtos avícolas submetidos à inspeção oficial.
A Doença de Newcastle é uma enfermidade viral altamente contagiosa e frequentemente grave, registrada em todo o mundo, que afeta mais de 200 espécies de aves domésticas e silvestres. É causada por vírus virulento do paramixovírus aviário do sorotipo 1 (APMV-1), conforme os critérios da OMSA. Provoca sinais respiratórios, nervosos e digestivos, como espirros, respiração ofegante, asas caídas, pernas distendidas, torção de cabeça e pescoço, falta de apetite e diarreia esverdeada, com mortalidade que pode chegar a 100% do lote, dependendo da virulência do vírus.
A transmissão entre as aves ocorre principalmente pelo ar e também pelas fezes de animais doentes. Não há tratamento e a medida recomendada é eliminar o lote o mais rápido possível. Em humanos, a doença pode causar conjuntivite leve e de curta duração, mas a infecção é pouco comum e só ocorre em contato direto e próximo com secreções respiratórias de aves doentes.
A prevenção inclui manter as aves protegidas nas granjas, sem contato com outras espécies e aves silvestres, restringir visitantes, usar desinfetantes e seguir o programa de vacinação. No Brasil, a vacinação é exigida apenas para aves de vida longa, como reprodutoras e poedeiras, embora algumas empresas também vacinem frangos de corte.
Quem encontrar aves mortas ou com dificuldade de locomoção, descoordenação motora, torção de pescoço ou problemas respiratórios deve manter distância, não tocar nos animais e acionar o Serviço Veterinário Oficial.
O último foco em granja comercial no Brasil foi registrado em julho de 2024, em Anta Gorda, no Rio Grande do Sul. Na ocasião, o Mapa declarou estado de emergência zoossanitária no estado por 90 dias e suspendeu preventivamente as exportações de carne de aves e seus produtos, em atendimento aos requisitos de certificados sanitários com 44 países. Em 25 de julho de 2024, o ministério notificou à OMSA o fim do foco.
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Baixar áudioA candidata Mailza Assis (PP) lidera a disputa pelo governo do Acre no segundo turno das eleições de 2026, segundo pesquisa Realtime Big Data divulgada nesta terça-feira (20). Mailza aparece com 59% dos votos válidos, contra 41% de Alan Rick (Republicanos). A diferença é de 18 pontos percentuais.
Nos votos válidos, são considerados apenas os votos destinados aos candidatos, excluindo brancos, nulos e indecisos. O segundo turno das eleições está marcado para o próximo domingo, 25 de outubro.
Na pesquisa estimulada, quando os entrevistados recebem os nomes dos candidatos, Mailza tem 50% das intenções de voto, enquanto Alan Rick registra 35%. Outros 11% afirmam que pretendem votar em branco ou anular o voto, e 4% não sabem ou não responderam.
O levantamento também avaliou a intenção de voto espontânea, quando os nomes dos candidatos não são apresentados aos entrevistados. Nesse cenário, Mailza aparece com 49%, contra 33% de Alan Rick. Os votos brancos e nulos somam 11%, enquanto 7% não souberam ou não responderam.
A pesquisa mostra que Mailza Assis está numericamente à frente de Alan Rick tanto entre homens quanto entre mulheres.
No eleitorado masculino, a candidata do PP registra 52% das intenções de voto, contra 35% do adversário. Entre as mulheres, Mailza aparece com 48%, enquanto Alan Rick mantém os mesmos 35%.
A vantagem de Mailza também aparece nas três faixas etárias analisadas. Entre os eleitores de 16 a 34 anos, ela tem 52%, contra 32% de Alan Rick. Essa é a faixa em que a candidata apresenta sua maior vantagem, de 20 pontos percentuais.
Entre os entrevistados de 35 a 59 anos, Mailza registra 48%, enquanto Alan Rick alcança 38%. Já entre os eleitores de 60 anos ou mais, os percentuais são de 50% para Mailza e 34% para Alan Rick.
O levantamento também revela diferenças nas intenções de voto conforme a renda dos entrevistados.
Entre os eleitores que recebem até dois salários mínimos, Mailza Assis lidera com 53%, contra 33% de Alan Rick. Nesse grupo, a vantagem da candidata é de 20 pontos percentuais.
Na faixa de renda entre dois e cinco salários mínimos, Mailza aparece com 49%, enquanto Alan Rick registra 37%.
A disputa fica mais equilibrada entre os entrevistados que recebem mais de cinco salários mínimos. Nesse segmento, os dois candidatos aparecem empatados numericamente, com 42% das intenções de voto cada. Outros 9% declaram voto branco ou nulo, e 7% não sabem ou não responderam.
A pesquisa Realtime Big Data também perguntou aos eleitores em qual dos candidatos eles não votariam de maneira alguma.
Alan Rick apresenta rejeição de 37%, enquanto Mailza Assis registra 29%. A diferença entre os dois é de oito pontos percentuais.
Outros 18% dos entrevistados afirmam rejeitar ambos os candidatos, enquanto 16% dizem não rejeitar nenhum deles.
A cinco dias do segundo turno, a pesquisa mostra que a maior parte dos eleitores já decidiu em quem votar. Segundo o levantamento, 94% afirmam estar com o voto definido, enquanto apenas 6% dizem que ainda não tomaram uma decisão definitiva.
Entre os eleitores de Mailza Assis, 87% afirmam que não mudariam o voto de jeito nenhum. Outros 10% dizem que dificilmente mudariam, enquanto 3% admitem a possibilidade de votar em Alan Rick.
No grupo de eleitores de Alan Rick, 84% afirmam que não mudariam o voto de jeito nenhum. Outros 10% dizem que dificilmente mudariam, e 6% admitem a possibilidade de votar em Mailza Assis.
Os resultados mostram que, embora exista uma parcela do eleitorado que admite mudar de candidato, a maioria dos entrevistados demonstra firmeza na escolha para o segundo turno.
A pesquisa Realtime Big Data ouviu 1.600 eleitores do Acre entre os dias 15 e 19 de outubro de 2026.
A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento foi registrado na Justiça Eleitoral sob o número AC-09297/2026 e divulgado em 20 de outubro de 2026.
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Baixar áudioO fim da escala 6x1 exigirá que as empresas reorganizem turnos, folgas e jornadas de trabalho para se adaptar às novas regras, sem reduzir os salários dos empregados. A previsão está na Emenda Constitucional nº 141, promulgada em 16 de outubro de 2026. A medida estabelece a adoção de dois dias de descanso semanal remunerado e a redução gradual da jornada máxima de trabalho de 44 para 40 horas semanais.
Diante das mudanças, o especialista em contabilidade Danilo Brandão destaca que os empregadores precisam ficar atentos às novas regras e aponta os principais aspectos que devem ser considerados no planejamento das equipes e na organização das operações.
Um dos pontos centrais é o cumprimento do cronograma de transição, que se estende por 14 meses a partir da publicação da emenda no Diário Oficial da União, ocorrida em 16 de outubro deste ano.
“O primeiro ponto que você precisa ter em mente é, existe um período de transição para a implementação completa da escala 5x2 no Brasil. O marco inicial desse período é a publicação da emenda constitucional que trouxe o fim da escala 6x1”, explica o especialista.
Veja as datas previstas para a implementação das novas regras de jornada.
16 OUTUBRO 2026
A publicação no Diário Oficial da União inicia a contagem dos prazos de transição.
16 DEZEMBRO 2026
42h/semana
Jornada máxima semanal e dois dias de descanso remunerado.
16 DEZEMBRO 2027
40h/semana
Redução da jornada máxima ao fim do período de transição previsto.
Dois meses após a publicação da emenda, a jornada máxima semanal será reduzida de 44 para 42 horas, com a garantia de dois dias de descanso remunerado por semana.
“Com isso, iniciou-se a transição, que terá um período total de 14 meses, onde ao final do segundo mês você precisará começar a conceder duas folgas semanais para o funcionário, e para aqueles que trabalham 44 horas semanais, reduzir essa jornada para 42 horas semanais”, pontua Brandão.
Ao final da transição, após mais 12 meses, o limite da jornada será reduzido de 42 para 40 horas semanais, mantendo os dois dias de descanso.
A distribuição das folgas também exige planejamento. A empresa poderá organizar os dias de descanso conforme as necessidades da operação, desde que respeite as regras legais e os acordos coletivos aplicáveis.
Segundo Brandão, as duas folgas não precisam, necessariamente, ser consecutivas. “Elas são definidas pela empresa, então, é o empresário quem vai definir os dois dias na semana que o funcionário irá folgar”, pontua Brandão.
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Outro aspecto que merece atenção é a elaboração das escalas das trabalhadoras. O artigo 386 da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) prevê uma regra específica para o trabalho aos domingos, que deve ser observada na organização dos horários.
“Em relação às mulheres, na hora de fazer a montagem da escala, você precisa observar a regra do domingo da mulher. É uma regra que foi estabelecida pelo Tribunal Superior do Trabalho, que diz que as mulheres deverão folgar aos domingos, pelo menos a cada 15 dias”, enfatiza.
Dados divulgados pelo Senado, com base em levantamentos do Ministério do Trabalho e Emprego, indicam que a mudança afeta diretamente 14,9 milhões de trabalhadores que cumprem a escala 6x1, o equivalente a cerca de um terço dos empregados formais com jornada identificada no país.
Ao todo, 38,6 milhões de profissionais trabalham mais de 40 horas por semana. Eles estão concentrados principalmente nos setores de comércio, serviços, indústria e logística.
A Emenda Constitucional nº 141, relacionada às propostas de emenda à Constituição (PECs) 221/2019 e 8/2025, foi promulgada após aprovação no Senado por 75 votos favoráveis e um contrário.
A emenda estabelece que, após dois meses da publicação, deixam de valer as cláusulas de acordos e convenções coletivas que contrariem as novas regras sobre jornada e descanso semanal.
A norma também permite que acordos ou convenções coletivas estabeleçam regimes compensatórios, com média de dois dias por semana no mês e pelo menos um dia de descanso a cada sete.
Além disso, durante a transição, acordos e convenções coletivas poderão ampliar a jornada diária para viabilizar a distribuição das 42 horas semanais, respeitando as regras de descanso previstas na Constituição.
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Baixar áudioA candidata Celina Leão (PP) lidera a disputa pelo Governo do Distrito Federal com 59% dos votos válidos, contra 41% de Leandro Grass (PT), segundo pesquisa Real Time Big Data divulgada nesta terça-feira (20). A diferença entre os dois candidatos é de 18 pontos percentuais, a cinco dias do segundo turno das eleições, marcado para domingo (25).
Na pesquisa estimulada, quando os entrevistados recebem os nomes dos candidatos, Celina aparece com 53% das intenções de voto, enquanto Grass registra 37%. Outros 8% afirmam que pretendem votar em branco ou anular o voto, e 2% não sabem ou não responderam.
Já na pesquisa espontânea, quando os entrevistados dizem em quem pretendem votar sem receber uma lista de candidatos, Celina tem 50% das intenções de voto, contra 36% de Grass. Nesse cenário, 10% declaram voto branco ou nulo, e 4% não sabem ou não responderam.
O levantamento mostra que Celina Leão está à frente de Leandro Grass em todos os grupos de idade analisados. A maior vantagem da candidata do PP aparece entre os eleitores com 60 anos ou mais, grupo em que registra 58% das intenções de voto, contra 30% do petista.
Entre os eleitores de 35 a 59 anos, Celina tem 55%, enquanto Grass aparece com 38%.
A disputa é mais equilibrada entre os jovens de 16 a 34 anos. Nessa faixa etária, Celina registra 46% das intenções de voto, contra 41% de Grass. A diferença é de cinco pontos percentuais.
Entre os homens, Celina Leão aparece com 54%, contra 34% de Leandro Grass, uma vantagem de 20 pontos percentuais. Entre as mulheres, a diferença diminui para 12 pontos: Celina tem 52% e Grass, 40%.
No recorte por renda, a candidata do PP apresenta sua maior vantagem entre os eleitores que recebem até dois salários mínimos. Nesse grupo, Celina registra 57% das intenções de voto, contra 32% de Grass.
Entre os entrevistados com renda de dois a cinco salários mínimos, os percentuais são de 56% para Celina e 34% para Grass.
Já entre aqueles que recebem mais de cinco salários mínimos, a disputa é mais apertada. Celina aparece com 49%, enquanto Grass alcança 42%, uma diferença de sete pontos percentuais.
Apesar da vantagem de Celina Leão nas intenções de voto, os dois candidatos apresentam índices de rejeição próximos.
Segundo o levantamento, 23% dos entrevistados afirmam que não votariam em Celina Leão, enquanto 22% rejeitam Leandro Grass.
Outros 23% dizem rejeitar os dois candidatos. Já 32% afirmam não rejeitar nenhum deles.
Os números mostram que, embora Celina lidere a disputa, a rejeição individual aos dois concorrentes está praticamente no mesmo patamar.
A pesquisa também indica um cenário de pouca disposição para mudanças na reta final da campanha. Segundo o Real Time Big Data, 93% dos entrevistados afirmam que já decidiram em quem votar. Apenas 7% dizem que o voto ainda não está definido.
Entre os eleitores de Celina Leão, 90% afirmam que não mudariam de candidato de jeito nenhum. Outros 6% dizem que dificilmente mudariam, enquanto 4% admitem a possibilidade de votar em Leandro Grass.
O cenário é semelhante entre os eleitores do petista. Nesse grupo, 88% afirmam que não mudariam de voto de jeito nenhum, 8% dizem que dificilmente mudariam e 4% admitem a possibilidade de votar em Celina.
O levantamento Real Time Big Data ouviu 1.600 eleitores do Distrito Federal entre os dias 15 e 19 de outubro de 2026.
A margem de erro informada é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. A pesquisa foi registrada na Justiça Eleitoral sob o número DF-01691/2026.
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Baixar áudioO candidato Omar Aziz (PSD) lidera a disputa pelo governo do Amazonas, com 53% dos votos válidos, contra 47% da Professora Maria do Carmo (PL), segundo pesquisa RealTime Big Data divulgada nesta terça-feira (20). A diferença é de seis pontos percentuais, a cinco dias do segundo turno das eleições, marcado para domingo (25).
Na pesquisa estimulada, quando os entrevistados recebem os nomes dos candidatos, Omar Aziz aparece com 46% das intenções de voto, enquanto Maria do Carmo registra 41%. Outros 11% afirmam que pretendem votar em branco ou anular o voto, e 2% não souberam ou não responderam.
Na pesquisa espontânea, quando os nomes dos candidatos não são apresentados, Omar Aziz tem 44% e Maria do Carmo, 40%. Nesse cenário, 11% declaram voto branco ou nulo, enquanto 5% não sabem ou não respondem.
A pesquisa mostra diferenças nas intenções de voto de acordo com o gênero e a idade dos entrevistados.
Entre as mulheres, Omar Aziz registra 48% das intenções de voto, contra 39% de Maria do Carmo. Já entre os homens, os dois candidatos aparecem empatados numericamente, com 44% cada.
A maior vantagem de Omar Aziz está entre os eleitores com 60 anos ou mais. Nesse grupo, o candidato do PSD alcança 56%, enquanto a adversária tem 33%, uma diferença de 23 pontos percentuais.
Entre os eleitores de 35 a 59 anos, Omar também lidera, com 48%, contra 41% de Maria do Carmo.
A candidata do PL, por sua vez, aparece numericamente à frente entre os mais jovens. Na faixa de 16 a 34 anos, Maria do Carmo registra 45%, enquanto Omar Aziz tem 40%.
Omar Aziz apresenta seu melhor desempenho entre aqueles que recebem até dois salários mínimos. Nesse grupo, o candidato do PSD tem 50% das intenções de voto, contra 36% de Maria do Carmo, uma vantagem de 14 pontos percentuais.
Entre os entrevistados com renda de dois a cinco salários mínimos, os candidatos estão empatados numericamente, com 43% cada.
Já entre os eleitores que recebem mais de cinco salários mínimos, a situação se inverte. Maria do Carmo lidera com 53%, contra 38% de Omar Aziz, uma diferença de 15 pontos percentuais.
Apesar de liderar as intenções de voto, Omar Aziz também apresenta o maior índice de rejeição.
Segundo a pesquisa, 40% dos entrevistados afirmam que não votariam no candidato do PSD. A rejeição à Professora Maria do Carmo é de 28%.
Outros 20% dizem rejeitar os dois candidatos, enquanto 12% afirmam não rejeitar nenhum deles.
Um dos principais resultados da pesquisa é o elevado percentual de eleitores que afirmam já ter escolhido seu candidato.
De acordo com o levantamento, 96% dos entrevistados dizem estar com o voto definido, enquanto apenas 4% afirmam que ainda podem mudar de opinião.
Entre os eleitores de Omar Aziz, 82% afirmam que não mudariam de candidato de jeito nenhum. Outros 14% dizem que dificilmente mudariam, enquanto 4% admitem a possibilidade de votar em Maria do Carmo.
O eleitorado da candidata do PL demonstra ainda maior firmeza na escolha. Entre os que declaram voto em Maria do Carmo, 94% afirmam que não mudariam de candidato de jeito nenhum, 4% dificilmente mudariam e apenas 2% admitem a possibilidade de votar em Omar Aziz.
Os números indicam que, embora Omar Aziz mantenha vantagem nas intenções de voto, Maria do Carmo apresenta um eleitorado proporcionalmente mais resistente à mudança.
O levantamento ouviu 1.600 eleitores do Amazonas entre os dias 15 e 19 de outubro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada na Justiça Eleitoral sob o número AM-03112/2026.
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Baixar áudioO candidato Lorenzo Pazolini (Republicanos) aparece com 52% dos votos válidos na disputa pelo governo do Espírito Santo, contra 48% de Ricardo Ferraço (MDB), segundo pesquisa Real Time Big Data divulgada nesta terça-feira (20). A diferença de quatro pontos percentuais indica uma vantagem numérica de Pazolini, mas os candidatos estão no limite do empate técnico, considerando a margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos.O segundo turno das eleições está marcado para o próximo domingo, 25 de outubro.
Na pesquisa estimulada, quando os nomes dos candidatos são apresentados aos entrevistados, Lorenzo Pazolini registra 46% das intenções de voto, enquanto Ricardo Ferraço aparece com 43%.
Outros 8% dos eleitores afirmam que pretendem votar em branco ou anular o voto. Os que não sabem ou preferem não responder representam 3%.
Já na pesquisa espontânea, quando os entrevistados dizem em quem pretendem votar sem receber uma lista de candidatos, Pazolini aparece com 45%, contra 42% de Ferraço. Nesse cenário, 8% declaram voto branco ou nulo e 5% não sabem ou não respondem.
Os votos válidos, utilizados pela Justiça Eleitoral para determinar o resultado das eleições, excluem os votos brancos e nulos.
A pesquisa revela diferenças no comportamento do eleitorado de acordo com o gênero e a faixa etária.
Entre os homens, Lorenzo Pazolini registra 50% das intenções de voto, contra 41% de Ricardo Ferraço. Entre as mulheres, o cenário se inverte: Ferraço aparece com 45%, enquanto Pazolini tem 42%.
As diferenças também são expressivas entre as faixas etárias.
Entre os eleitores de 16 a 34 anos, Pazolini alcança 51% das intenções de voto, contra 39% de Ferraço, uma vantagem de 12 pontos percentuais.
Na faixa de 35 a 59 anos, a disputa é mais equilibrada. Pazolini aparece com 46% e Ferraço, com 43%.
Já entre os eleitores com 60 anos ou mais, Ricardo Ferraço lidera numericamente, com 48%, contra 39% de Lorenzo Pazolini.
Os resultados indicam que Pazolini apresenta melhor desempenho entre os eleitores mais jovens, enquanto Ferraço encontra maior apoio entre os mais velhos.
O levantamento também mostra as diferenças nas intenções de voto de acordo com a renda familiar dos entrevistados.
Entre os eleitores que recebem até dois salários mínimos, Ricardo Ferraço aparece à frente, com 50%, contra 42% de Lorenzo Pazolini.
O cenário se inverte entre os entrevistados com renda de dois a cinco salários mínimos. Nesse grupo, Pazolini alcança 52% das intenções de voto, enquanto Ferraço registra 38%. A vantagem é de 14 pontos percentuais, a maior observada entre as três faixas de renda analisadas.
Entre os eleitores com renda superior a cinco salários mínimos, Pazolini também lidera numericamente, com 46%, contra 39% de Ferraço.
Nesse último grupo, 12% dos entrevistados afirmam que pretendem votar em branco ou anular o voto, percentual superior ao registrado nas demais faixas de renda.
Apesar de aparecer à frente nas intenções de voto, Lorenzo Pazolini apresenta uma rejeição numericamente maior que a de Ricardo Ferraço.
Segundo a pesquisa, 25% dos entrevistados afirmam que não votariam em Pazolini, enquanto 22% dizem que não votariam em Ferraço.
Outros 16% rejeitam os dois candidatos. Já 37% afirmam não rejeitar nenhum deles.
A diferença de três pontos percentuais entre os índices de rejeição também está dentro da margem de erro da pesquisa.
Segundo o levantamento, 89% dos eleitores afirmam que já definiram em quem votarão no segundo turno. Outros 11% dizem que ainda podem mudar de opinião.
Entre os eleitores de Lorenzo Pazolini, 80% afirmam que não mudariam de candidato de maneira alguma. Outros 14% dizem que dificilmente mudariam, enquanto 6% admitem a possibilidade de votar em Ricardo Ferraço.
Entre os apoiadores de Ferraço, 77% afirmam que não mudariam de voto de jeito nenhum. Outros 16% consideram difícil uma mudança, enquanto 7% admitem a possibilidade de votar em Pazolini.
Os números mostram um eleitorado com alto grau de definição às vésperas da votação, embora ainda exista uma parcela de eleitores que admite mudar de candidato.
A pesquisa Real Time Big Data ouviu 1.600 eleitores do Espírito Santo entre 15 e 19 de outubro de 2026. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%.
O levantamento foi divulgado em 20 de outubro e está registrado na Justiça Eleitoral sob o número ES-06599/2026.
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Baixar áudioA previsão para esta quarta-feira (21) indica presença de instabilidades no oeste e céu encoberto na faixa leste da Região Sul, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
No Rio Grande do Sul, o tempo varia entre encoberto e muitas nuvens no leste e sul do estado. Já as regiões noroeste, sudoeste e centro ocidental registram pancadas de chuva e trovoadas. Em Porto Alegre, os termômetros marcam mínima de 13°C e máxima de 23°C.
Em Santa Catarina, a faixa leste e o litoral permanecem com tempo encoberto. O oeste catarinense apresenta instabilidades com pancadas de chuva. Em Florianópolis, a temperatura mínima fica em 15°C e a máxima alcança 21°C.
No Paraná, a porção leste e a região metropolitana mantêm céu encoberto. O oeste, sudoeste e noroeste paranaense registram pancadas de chuva isoladas. Em Curitiba, a mínima prevista é de 11°C e a máxima atinge 20°C.
No interior da Região Sul, o ar frio de origem polar perde força significativamente e as temperaturas mínimas entram em elevação na madrugada, ficando na casa dos 16°C a 18°C. Porém, a aproximação de uma área de baixa pressão gera muita instabilidade no decorrer do dia, limitando a subida das máximas à tarde, que estacionam na faixa de 21°C a 24°C sob risco de temporais.
Está em vigor um aviso de tempestade, classificado como perigo potencial, com validade nesta quarta-feira (21), das 15h às 23h59min. A área de abrangência inclui:
A previsão aponta chuva entre 20 e 30 mm/h ou até 50 mm/dia, ventos intensos entre 40 e 60 km/h e queda de granizo, com baixo risco de corte de energia elétrica, estragos em plantações, queda de árvores e alagamentos.
Precipitação originada de nuvens convectivas, sobretudo cumulonimbus, que atinge o solo em forma de esferas ou fragmentos irregulares de gelo. Quando o diâmetro das partículas é ≥ 5 mm, classificam-se como granizo; partículas menores são classificadas como granizo miúdo e/ou neve granulada (graupel). Em boletins METAR, utiliza-se ‘GR’ para granizo e ‘GS’ para granizo miúdo/neve granulada. Unidades isoladas são chamadas de ‘pedras de granizo’.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o textoTempo varia entre encoberto com instabilidades e períodos de poucas nuvens nos estados da região
Baixar áudioA previsão para esta quarta-feira (21) indica variação na nebulosidade e pancadas de chuva em áreas da Região Centro-Oeste, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Em Mato Grosso, o tempo permanece com muitas nuvens, pancadas de chuva e trovoadas em grande parte do estado, com registro de tempo encoberto e chuvisco em Cuiabá, onde a mínima é de 25°C e a máxima alcança 36°C.
Em Goiás, predomina o tempo com poucas nuvens no centro e leste do estado, enquanto áreas do norte e oeste apresentam pancadas de chuva. Em Goiânia, o céu fica claro, com temperatura mínima de 21°C e máxima de 34°C.
No Distrito Federal, o dia terá céu encoberto. Em Brasília, a temperatura mínima prevista é de 19°C e a máxima pode atingir 32°C.
Em Mato Grosso do Sul, a condição é de tempo nublado a poucas nuvens em áreas do centro e sul do estado. Em Campo Grande, os termômetros marcam mínima de 21°C e máxima de 33°C.
No interior da Região Centro-Oeste, a massa de ar frio recua totalmente e o calor se intensifica por todo o setor. O amanhecer já se mostra um pouco mais quente, com mínimas oscilando de 20°C a 22°C, enquanto as máximas vespertinas disparam e ficam entre 33°C e 36°C, gerando um ambiente de forte calor seco.
Está em vigor um aviso de chuvas intensas, classificado como perigo potencial, válido ao longo de toda a quarta-feira (21). A área de abrangência inclui:
A previsão indica chuva entre 20 e 30 mm/h ou até 50 mm/dia e ventos intensos de 40 a 60 km/h, com baixo risco de corte de energia elétrica, queda de galhos de árvores, alagamentos e descargas elétricas.
O órgão também emitiu um aviso de tempestade, de gravidade perigo potencial, com validade das 15h às 23h59 desta quarta-feira (21). A área de abrangência inclui:
Estão previstas chuvas de até 50 mm/dia, ventos intensos e possibilidade de queda de granizo, com baixo risco de estragos em plantações, queda de árvores e alagamentos.
Céu totalmente encoberto por oito oitavos na camada de nuvens. A cobertura de nuvens é estimada em oitavos (oktas) da abóbada celeste, somando-se todas as nuvens presentes naquela camada específica.
Precipitação originada de nuvens convectivas, sobretudo cumulonimbus, que atinge o solo em forma de esferas ou fragmentos irregulares de gelo. Quando o diâmetro das partículas é ≥ 5 mm, classificam-se como granizo; partículas menores são classificadas como granizo miúdo e/ou neve granulada (graupel). Em boletins METAR, utiliza-se ‘GR’ para granizo e ‘GS’ para granizo miúdo/neve granulada. Unidades isoladas são chamadas de ‘pedras de granizo’.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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