Movimento destaca o papel das associações comerciais na defesa do setor produtivo e na construção de um ambiente mais favorável aos negócios

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No dia 15 de julho, o país celebra o Dia Nacional do Associativismo, uma data que reforça a importância da união entre empreendedores, empresas e entidades representativas na construção de soluções coletivas para o desenvolvimento econômico. Baseado na cooperação e na representatividade, o associativismo reúne empresas em torno de objetivos comuns, fortalece o diálogo com o poder público, amplia oportunidades de negócios e contribui para a criação de um ambiente mais favorável ao empreendedorismo, à inovação e à geração de empregos.

Na avaliação do presidente da Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB), Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (FACESP) e da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), Alfredo Cotait Neto, o associativismo é um dos principais caminhos para impulsionar o crescimento econômico do país. “A data valoriza o papel estratégico das associações comerciais por um ambiente empresarial mais justo e participativo”, destaca.

A CACB lidera uma rede formada por 27 federações estaduais e cerca de 2,3 mil associações comerciais e empresariais em todo o Brasil, reunindo mais de dois milhões de empreendimentos, especialmente micro e pequenas empresas. “Atuamos na geração de oportunidades e para dar visibilidade ao setor que mais gera empregos e paga impostos no Brasil”, reforça Cotait.

Para o presidente da Federação das Associações Comerciais e Empresariais do Estado de Minas Gerais (Federaminas), Valmir Rodrigues, o maior legado do associativismo está na construção de um ambiente capaz de gerar prosperidade para todos. “Para o associativismo, o que mais importa não é chegar primeiro, mas sim a criação do melhor ambiente para o desenvolvimento dos negócios. Afinal de contas, o ambiente fértil é capaz de gerar a prosperidade das empresas, é capaz de dar um resultado, um sucesso positivo a cada pessoa que decide empreender no nosso país. E assim, com o sucesso das empresas, teremos cada vez mais condições de dar dignidade às pessoas através do emprego. Pois o pai, uma mãe de família chegando em casa com o alimento, o brinquedo e a proposta de passeio é a realização de tudo isso, é a materialização de que o associativismo está no caminho certo”, frisa o presidente da Federaminas.

Associativismo no Brasil

A história do associativismo empresarial brasileiro remonta ao início do século XIX. A escolha do dia 15 de julho faz referência à fundação da Associação Comercial da Bahia, em 1811, considerada a primeira associação comercial do Brasil e da América Latina.

Desde então, o movimento se consolidou como uma importante ferramenta de fortalecimento da livre iniciativa, da representatividade empresarial e do desenvolvimento regional. Ao unir empresários em torno de desafios e objetivos comuns, as entidades associativistas promovem capacitação, articulação institucional, defesa de pautas estratégicas e iniciativas que estimulam o crescimento sustentável dos negócios.

A presidente da Associação Comercial e Industrial de Londrina (ACIL), Vera Antunes, também destaca que o associativismo fortalece o desenvolvimento das comunidades, ao aproximar empresários em torno de um propósito comum. “É um momento muito importante porque a gente entende que a participação dos empresários na comunidade, no associativismo, traz isso. Não é uma concorrência, mas a gente entende que a gente quebra correntes quando une os empresários para um bem comum, que é o associativismo. Então, no dia 15 de julho nós comemoramos o Dia do Associativismo. Parabéns àqueles que estão no Brasil todo, às pessoas que se envolvem com o associativismo e com essa causa que é para o bem de todo o comércio, de todos os negócios e de todas as cidades", celebra a presidente.

Campanha de valorização

Para ampliar o reconhecimento da sociedade sobre o papel das Associações Comerciais e Empresariais (ACEs) e incentivar uma participação cada vez mais ativa de empresários e lideranças no movimento associativista, a CACB e a Federaminas criaram a campanha “Valorize o Associativismo”. A proposta é evidenciar que o desenvolvimento econômico é resultado da atuação coletiva, da representatividade e da união em torno de interesses comuns.

A iniciativa mobiliza entidades de todo o país por meio de conteúdos, peças de comunicação e ações integradas que destacam a relevância das associações na defesa da livre iniciativa, no fortalecimento do empreendedorismo, na geração de oportunidades e na construção de um ambiente de negócios mais competitivo, inovador e sustentável para o Brasil.

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15/07/2026 04:25h

Imunizante trivalente oferece proteção contra os vírus influenza A e B e apresentou eficácia de até 73% em estudos clínicos

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) registrou a vacina Fluprevli, destinada à imunização ativa contra a influenza em pessoas a partir dos 6 meses de idade. A decisão foi publicada na segunda-feira (13) e autoriza o uso do imunizante trivalente (fragmentado e inativado), que protege contra os subtipos influenza A e B.

Segundo a Anvisa, estudos clínicos apontaram elevadas taxas de soroproteção e soroconversão, indicadores da resposta do organismo à vacinação. Os resultados também mostraram eficácia de até 73% na prevenção da influenza em adultos e de até 65% em crianças.

A influenza é uma infecção viral que afeta o sistema respiratório e representa um importante desafio para a saúde pública. A doença pode provocar surtos sazonais, hospitalizações e mortes, principalmente entre crianças pequenas, idosos, gestantes e pessoas com comorbidades.

O registro da vacina foi oficializado por meio da Resolução RE nº 2.743/2026, publicada no Diário Oficial da União (DOU).

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15/07/2026 04:15h

Levantamento da Conta Simples e da Visa mostra que modelo tradicional de fechamento mensal perdeu espaço em um cenário de pagamentos instantâneos

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Quase dois terços das empresas brasileiras enfrentam dificuldades para controlar as finanças em tempo real. O problema afeta 63% dos negócios — o equivalente a 12,6 milhões de pequenas e médias empresas —, segundo a 2ª edição do Panorama da Gestão de Despesas Corporativas, levantamento realizado pela Conta Simples em parceria com a Visa.

O estudo mostra que, embora o dinheiro entre e saia diariamente do caixa de 45% das empresas, a falta de visibilidade e previsibilidade sobre as finanças continua sendo um desafio. Em relação a 2024, o percentual de empresas sem acompanhamento financeiro em tempo real aumentou oito pontos percentuais, passando de 55% para 63% ao fim de 2025. 

De acordo com a pesquisa, o modelo tradicional de fechamento mensal perdeu espaço em um cenário marcado por pagamentos instantâneos. Atualmente, 86% das empresas utilizam o Pix e 71% adotam cartões corporativos

Para o CEO e cofundador da Conta Simples, Rodrigo Tognini, a digitalização transformou a dinâmica da gestão financeira, mas exige mecanismos mais sofisticados de controle

“A velocidade não justifica a perda de governança. Hoje, a maturidade financeira é definida pela capacidade de orquestrar e gerenciar transações em larga escala, independentemente de quão descentralizadas elas sejam”, afirma.

Controle ainda ocorre com atraso

A pesquisa também revela que 60% das empresas não acompanham nem aprovam despesas em tempo real, alta de cinco pontos percentuais em relação a 2024. 

Na avaliação do estudo, a digitalização resolveu o problema do "como pagar", mas ampliou o desafio do "como acompanhar". Quando o controle é feito apenas no fechamento do mês, o retrato financeiro já chega defasado, aumentando o risco de decisões baseadas em informações desatualizadas

Segundo a vice-presidente da Visa, Marcela Pinori, a expansão dos meios de pagamento digitais elevou o nível de governança exigido das empresas

A tecnologia precisa funcionar como ferramenta de antecipação, não apenas digitalizar a transação, mas estruturar o fluxo e conectar pagamentos a regras claras de acompanhamento e controle para apoiar decisões estratégicas de crescimento”, afirma.

Tognini ressalta que o impacto da falta de controle vai além da rotina operacional. “A empresa passa a reagir em vez de decidir. Visibilidade devolve tempo e gestão, fatores que potencializam o crescimento com estabilidade”, diz o executivo da Conta Simples.

Cartões corporativos ainda são pouco estruturados 

O levantamento também aponta que o avanço dos meios digitais ainda convive com fragilidades na gestão das despesas. Embora o uso de cartões corporativos tenha crescido, 58% das empresas concentram as operações em apenas um ou dois cartões. Além disso, 51% não estabelecem limites de gastos por área ou finalidade, o que reduz a previsibilidade e enfraquece a governança financeira

Segundo Tognini, a fragmentação das despesas entre diferentes bancos e meios de pagamento dificulta a consolidação das informações e mantém processos excessivamente dependentes de planilhas

“No tempo real, esse modelo simplesmente não se sustenta. É impossível manter processos manuais atualizados diariamente em um cenário de operação cada vez mais dinâmica”, ressalta. 

Para Marcela Pinori, os cartões virtuais surgem como alternativa para aprimorar o controle financeiro. Emitidos instantaneamente para diferentes áreas, equipes ou projetos, eles permitem acompanhar os gastos com maior precisão e transparência

“Não basta digitalizar a transação. É preciso estruturar o fluxo. Empresas que conectam pagamento, limites e leitura contínua reduzem fricção e ganham previsibilidade operacional”, enfatiza a vice-presidente da Visa.

Crédito ganha função estratégica

O estudo mostra ainda um papel estratégico do crédito dentro das empresas. Atualmente, 37% dos negócios já associam o uso de crédito a investimentos planejados, indicando que a gestão financeira deixa de cumprir apenas funções operacionais para apoiar decisões de crescimento

Para Tognini, o diferencial competitivo está na integração entre meios de pagamento e mecanismos de governança. “Transformar o fluxo financeiro em leitura contínua permite antecipação. Quem enxerga antes decide melhor — e isso se traduz em vantagem operacional”, conclui.

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15/07/2026 04:10h

Trigo registra queda de preço no Rio Grande do Sul e mantém estabilidade no Paraná

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A saca de 60 quilos da soja inicia esta quarta-feira (15) com declínio no interior do Paraná e na região litorânea de Paranaguá. 

No mercado paranaense, o grão apresenta baixa de 0,28%, com a saca negociada a R$ 132,94. Em Paranaguá, o recuo foi de 0,16%, levando a cotação para R$ 140,63.
 

INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANÁ

Data Valor R$* Var./Dia Var./Mês Valor US$*
14/07/2026 132,94 -0,28% 4,32% 26,20
13/07/2026 133,31 0,55% 4,61% 25,98
10/07/2026 132,58 -0,08% 4,04% 25,94
09/07/2026 132,69 0,13% 4,13% 25,90
08/07/2026 132,52 0,36% 3,99% 25,75


INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANAGUÁ 

Data Valor R$* Var./Dia Var./Mês Valor US$*
14/07/2026 140,63 -0,16% 5,28% 27,71
13/07/2026 140,86 0,30% 5,45% 27,45
10/07/2026 140,44 0,14% 5,14% 27,48
09/07/2026 140,25 -0,11% 4,99% 27,38
08/07/2026 140,40 0,49% 5,11% 27,28


Trigo

O trigo mantém a redução de preço no Rio Grande do Sul e estabilidade no Paraná.

No Paraná, a tonelada do cereal é comercializada a R$ 1.393,53. No Rio Grande do Sul, o produto é vendido a R$ 1.312,38.


PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - RIO GRANDE DO SUL

Data Valor R$/t* Var./Dia Var./Mês Valor US$/t*
14/07/2026 1.312,38 -0,22% -1,29% 258,60
13/07/2026 1.315,29 0,32% -1,07% 256,29
10/07/2026 1.311,07 -0,11% -1,38% 256,52
09/07/2026 1.312,48 0,00% -1,28% 256,24
08/07/2026 1.312,48 -0,87% -1,28% 255,05


PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - PARANÁ

Data Valor R$/t* Var./Dia Var./Mês Valor US$/t*
14/07/2026 1.393,53 0,00% 1,82% 274,59
13/07/2026 1.393,52 1,30% 1,82% 271,53
10/07/2026 1.375,69 0,00% 0,52% 269,16
09/07/2026 1.375,68 0,14% 0,52% 268,58
08/07/2026 1.373,81 0,72% 0,38% 266,97


Os dados são do Cepea.


O que é uma saca de soja ou de trigo? Entenda a unidade de medida no mercado de grãos

A saca de soja e a saca de trigo são as principais unidades de comercialização de grãos no Brasil. Cada saca equivale a 60 quilos, padrão adotado por órgãos oficiais como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

Esse formato padronizado facilita o comércio da soja e do trigo, além de permitir um acompanhamento mais preciso das cotações e variações de preços no mercado nacional.    

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15/07/2026 04:05h

O preço do açúcar cristal apresenta declínio na capital de São Paulo. A saca de 50 kg é cotada a R$ 92,11 após queda de 1,53%

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O preço do café arábica abre esta quarta-feira (15) com aumento de 1,53%, com a saca de 60 kg negociada a R$ 1.755,35 na cidade de São Paulo.

O café robusta também teve aumento de 0,75%, sendo comercializado a R$ 1.105,01.



INDICADOR DO CAFÉ ARÁBICA CEPEA/ESALQ

Data Valor R$ Var./Dia Var./Mês Valor US$
14/07/2026 1.755,35 1,53% 11,19% 345,88
13/07/2026 1.728,97 0,38% 9,52% 336,90
10/07/2026 1.722,48 -2,29% 9,11% 337,01
09/07/2026 1.762,83 2,95% 11,66% 344,17
08/07/2026 1.712,39 -1,46% 8,47% 332,76

 

INDICADOR DO CAFÉ ROBUSTA CEPEA/ESALQ

Data Valor R$ Var./Dia Var./Mês Valor US$
14/07/2026 1.105,01 0,75% 4,07% 217,74
13/07/2026 1.096,83 0,84% 3,30% 213,72
10/07/2026 1.087,74 -1,97% 2,44% 212,82
09/07/2026 1.109,55 1,74% 4,50% 216,62
08/07/2026 1.090,56 -0,92% 2,71% 211,92

 

O preço do açúcar cristal apresenta aumento de 1,53% na capital de São Paulo. A saca de 50 kg é cotada a R$ 92,11.
 

INDICADOR DO AÇÚCAR CRISTAL BRANCO CEPEA/ESALQ - SÃO PAULO

Data Valor R$* Var./Dia Var./Mês Valor US$*
14/07/2026 92,11 1,53% 0,92% 18,15
13/07/2026 90,72 -0,54% -0,60% 17,68
10/07/2026 91,21 -1,08% -0,07% 17,85
09/07/2026 92,21 0,00% 1,03% 17,92
08/07/2026 92,21 -1,77% 1,03% 17,92

 

Em Santos (SP), houve declínio de 0,47%, e a mercadoria é negociada a R$ 106,90 na média de preços sem impostos.


Indicador Açúcar Cristal - Santos (FOB)

Data Valor R$* Var./Dia Var./Mês Valor US$*
14/07/2026 106,90 -0,47% -1,77% 21,07
13/07/2026 107,40 0,02% -1,31% 20,98
10/07/2026 107,38 -1,86% -1,33% 21,02
09/07/2026 109,42 -0,61% 0,54% 21,32
08/07/2026 110,09 0,25% 1,16% 21,36


A saca de 60 kg do milho, por sua vez, é vendida a R$ 64,64, após aumento de 0,03%.
 

Os dados são do Cepea.

 

Diferença entre café arábica e café robusta: características, uso e regiões produtoras

Café arábica e café robusta são as duas principais variedades cultivadas e comercializadas no Brasil, ambas medidas em sacas de 60 kg.

O café arábica (conhecido também como café Conilon, em algumas regiões) tem sabor mais suave, menor teor de cafeína e alta qualidade sensorial, sendo preferido em cafeterias especializadas e nas exportações de cafés premium. Representa cerca de 70% da produção brasileira, com destaque para estados como Minas Gerais e São Paulo.

O café robusta, por sua vez, possui sabor mais amargo, maior concentração de cafeína e corpo mais intenso. É amplamente utilizado na produção de café solúvel e blends comerciais. Seus principais polos produtores são o Espírito Santo e Rondônia, e seu preço costuma ser mais baixo em comparação ao arábica, por conta do perfil mais industrial. 

Como é calculada a saca de açúcar cristal?

A saca de açúcar cristal no Brasil é padronizada em 50 quilos, especialmente para comercialização no mercado atacadista e para uso na indústria alimentícia. Essa unidade de medida é adotada pelo Cepea/Esalq-USP, principal fonte de cotações diárias do açúcar cristal no país.

Qual o peso da saca de milho no Brasil?

A saca de milho equivale a 60 kg de grãos, mesmo padrão utilizado para soja e trigo. Essa medida é oficializada por instituições como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Cepea, sendo amplamente usada em negociações e relatórios de preço do milho.

 

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15/07/2026 04:00h

A carcaça suína especial também mantém estabilidade nos atacados da Grande São Paulo, onde o quilo custa R$ 8,45

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O preço do boi gordo teve aumento de 1,08% nesta quarta-feira (15). Em São Paulo, a arroba é negociada a R$ 328,10.

 

INDICADOR DO BOI GORDO CEPEA/ESALQ

Data Valor R$* Var./Dia Var./Mês Valor US$*
14/07/2026 328,10 1,08% -2,47% 64,65
13/07/2026 324,60 -0,63% -3,51% 63,25
10/07/2026 326,65 0,60% -2,90% 63,91
09/07/2026 324,70 0,00% -3,48% 63,10
08/07/2026 324,70 -0,58% -3,48% 63,10

 

Preço do frango congelado e frango resfriado

No mercado de frango, os valores apresentam aumento na Grande São Paulo, em São José do Rio Preto e em Descalvado. O quilo do frango congelado é vendido a R$ 7,27 e o frango resfriado a R$ 7,29.

 

PREÇOS DO FRANGO CONGELADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP

Data Valor R$ Var./Dia Var./Mês
14/07/2026 7,27 0,00% 0,14%
13/07/2026 7,27 0,14% 0,14%
10/07/2026 7,26 0,97% 0,00%
09/07/2026 7,19 0,00% -0,96%
08/07/2026 7,19 0,14% -0,96%

 

PREÇOS DO FRANGO RESFRIADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP

Data Valor R$ Var./Dia Var./Mês
14/07/2026 7,29 0,00% 0,41%
13/07/2026 7,29 0,41% 0,41%
10/07/2026 7,26 0,97% 0,00%
09/07/2026 7,19 0,00% -0,96%
08/07/2026 7,19 0,14% -0,96%

 

Preço da carcaça suína especial e suíno vivo

Já a carcaça suína especial também mantém estabilidade nos atacados da Grande São Paulo, onde o quilo custa R$ 8,45.

Entre os estados analisados, o suíno vivo registra declínio no preço em Minas Gerais, onde o animal é comercializado a R$ 5,82.
 

PREÇOS DA CARCAÇA SUÍNA ESPECIAL (R$/kg)

Data Média Var./Dia Var./Mês
14/07/2026 8,45 -1,17% -0,82%
13/07/2026 8,55 -0,70% 0,35%
10/07/2026 8,61 0,00% 1,06%
09/07/2026 8,61 0,00% 1,06%
08/07/2026 8,61 0,00% 1,06%

 

INDICADOR DO SUÍNO VIVO CEPEA/ESALQ (R$/kg)

Data Estado Valor R$* Var./Dia Var./Mês
14/07/2026 MG - posto 5,82 -0,34% -0,85%
14/07/2026 PR - a retirar 4,85 -0,21% 4,75%
14/07/2026 RS - a retirar 5,00 0,00% -0,99%
14/07/2026 SC - a retirar 4,95 0,00% -1,98%
14/07/2026 SP - posto 5,26 0,57% -0,38%

 

Os dados são do Cepea.

 

O que é o boi gordo? Entenda o termo do mercado bovino

O boi gordo é o bovino macho pronto para o abate, com peso mínimo de 16 arrobas líquidas de carcaça (aproximadamente 240 kg) e até 42 meses de idade. Atende aos padrões do mercado nacional e internacional, incluindo exportações para Europa, China e cota Hilton.

Diferenças entre frango congelado e frango resfriado

O frango congelado passa por congelamento rápido, com temperaturas abaixo de -12°C, garantindo maior vida útil para armazenamento e transporte a longas distâncias.

Já o frango resfriado é mantido entre 0°C e 4°C, com validade de 5 a 7 dias, oferecendo textura e sabor mais próximos do fresco, ideal para consumidores exigentes e restaurantes.

 

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14/07/2026 20:30h

O euro, por sua vez, encerrou o pregão cotado a R$ 5,81

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O dólar fechou esta terça-feira em queda de 1,23%, cotado a R$ 5,07, após a divulgação da inflação dos Estados Unidos abaixo do esperado pelo mercado.

A expectativa de juros menores nos EUA e a alta do petróleo favoreceram a entrada de dólares no Brasil, pressionando a moeda norte-americana frente ao real. 

O índice DXY, que mede a força do dólar frente a outras moedas globais, recuou cerca de 0,50%. 

Cotação do euro

O euro, por sua vez, encerrou o pregão cotado a R$ 5,81.

Cotações

A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.
 

Código BRL USD EUR GBP JPY CHF CAD AUD
BRL 1 0,1970 0,1720 0,1468 31,9701 0,1595 0,2771 0,2818
USD 5,0749 1 0,8756 0,7469 162,24 0,8096 1,4064 1,4343
EUR 5,8140 1,1420 1 0,8530 185,28 0,9245 1,6061 1,6380
GBP 6,7966 1,3388 1,1724 1 217,22 1,0838 1,8829 1,9203
JPY 0,0313 0,0062 0,0054 0,0046 1 0,4990 0,0087 0,0088
CHF 6,2692 1,2354 1,0817 0,9227 200,42 1 1,7375 1,7721
CAD 3,6084 0,7110 0,6226 0,5311 115,37 0,5756 1 1,0198
AUD 3,5491 0,6973 0,6105 0,5207 113,12 0,5645 0,9805 1


Os dados são da Investing.com.   

 

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14/07/2026 20:15h

O volume total negociado na B3 foi de R$ 21.804.645.422, em meio a 3.300.470 negócios

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O Ibovespa fechou em alta de 0,45% nesta terça-feira (14), aos 176.525 pontos, após a inflação dos Estados Unidos vir abaixo do esperado e aliviar as preocupações com os juros.

O movimento foi impulsionado pela entrada de capital estrangeiro e pela queda do dólar.

A expectativa de juros menores nos Estados Unidos favoreceu os ativos de risco e sustentou o avanço da bolsa brasileira.

Maiores altas e quedas 

Ações em alta no Ibovespa

  • Oncoclinicas do Brasil Servicos Medicos SA (ONCO3) +26,32%
  • Oncoclinicas do Brasil Servicos Medicos SA (ONCO3F) +25,33%

Ações em queda no Ibovespa

  • Oncoclinicas do Brasil Servicos Medicos S.A. (ONCO11) −57,14%
  • Energisa Mato Grosso - Distribuidora de Energia Sa (ENMT3F) −12,51%

O volume total negociado na B3 foi de R$ 21.804.645.422, em meio a 3.300.470 negócios.

Os dados da bolsa podem ser consultados no site da B3.  

O que é o Ibovespa e como ele funciona?

O Ibovespa (Índice Bovespa) é o principal indicador do mercado acionário brasileiro. Calculado pela B3, ele reflete a média do desempenho das ações mais negociadas na bolsa, com base em critérios de volume e liquidez. O índice é composto por uma carteira teórica de ativos, que representa cerca de 80% do volume financeiro total negociado no mercado.

O que é a B3, a bolsa de valores do Brasil?

A B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) é a bolsa de valores oficial do Brasil, sediada em São Paulo. É responsável pela negociação de ações, derivativos, títulos públicos e privados, câmbio e outros ativos financeiros. A B3 está entre as maiores bolsas do mundo em infraestrutura e valor de mercado.

 

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14/07/2026 04:30h

Boletim aponta impactos distintos entre as regiões e orienta produtores sobre riscos e oportunidades para o planejamento da safra de inverno e da próxima temporada agrícola

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O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) divulgou o prognóstico agroclimático para o trimestre de julho, agosto e setembro de 2026, indicando um cenário de temperaturas acima da média histórica em praticamente todo o país e distribuição irregular das chuvas. As condições climáticas devem influenciar diretamente o planejamento agropecuário, o manejo das lavouras, a disponibilidade de água no solo e o desenvolvimento das principais culturas agrícolas.

Na Região Norte, a previsão é de chuvas abaixo da média em grande parte da região, especialmente no sul da Amazônia. A redução da umidade do solo pode comprometer o desenvolvimento das culturas de sequeiro e das pastagens, além de elevar o risco de queimadas. Em contrapartida, o tempo seco favorece a colheita e o preparo das áreas para a próxima safra.

No Nordeste, o trimestre também deve ser marcado por precipitações inferiores à média em grande parte da região e temperaturas acima do normal. O cenário aumenta a preocupação com a disponibilidade hídrica, principalmente no semiárido e em áreas do SEALBA (Sergipe, Alagoas e leste da Bahia), onde culturas em fases mais sensíveis poderão sofrer perdas. Já nas áreas produtoras de algodão do MATOPIBA, o clima seco tende a favorecer a maturação e a colheita.

No Centro-Oeste, a combinação entre estiagem e calor acima da média deve intensificar o déficit hídrico ao longo do trimestre, especialmente em Mato Grosso e Goiás. A condição pode limitar o desenvolvimento das pastagens e das culturas conduzidas sem irrigação, embora favoreça a conclusão da colheita e o preparo do solo para a próxima safra.

No Sudeste, a previsão aponta chuvas próximas ou abaixo da média na maior parte da região, enquanto as temperaturas permanecem acima dos padrões climatológicos. A disponibilidade de água no solo tende a ser mais favorável apenas no extremo sul e leste de São Paulo, beneficiando as culturas de inverno. Nas demais áreas, o monitoramento da umidade do solo será fundamental para reduzir impactos sobre a produção agrícola.

Já na Região Sul, o cenário é diferente. O INMET prevê volumes de chuva acima da média na maior parte dos estados, com exceção de áreas do extremo oeste do Rio Grande do Sul e do Paraná, onde as precipitações devem ficar próximas da climatologia. A maior disponibilidade de água favorece as culturas de inverno, mas também exige atenção para o aumento do risco de doenças fúngicas e para possíveis dificuldades na realização de operações de campo.

De forma geral, o boletim destaca que o trimestre exigirá planejamento regionalizado, acompanhamento constante das condições meteorológicas e manejo adequado da água no solo. Essas medidas serão determinantes para minimizar perdas e aproveitar as oportunidades proporcionadas pelo clima em cada região do país.

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14/07/2026 04:25h

Agência vai atualizar critérios de repasse de royalties a municípios impactados pela atividade petrolífera

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A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) vai abrir consulta e audiência públicas para revisar as regras que definem a distribuição de royalties aos municípios afetados por operações de embarque e desembarque de petróleo e gás natural

A medida tem como objetivo adequar a regulamentação ao Decreto nº 12.849/2026, que passou a considerar os terminais aquaviários como instalações de embarque e desembarque para fins de compensação financeira.

Com a mudança, em vigor desde 1º de julho deste ano, os terminais aquaviários diretamente interligados a instalações marítimas também passam a integrar os critérios de distribuição dos royalties. Caberá à ANP estabelecer as regras técnicas para o cálculo desses repasses, garantindo que o mesmo volume de petróleo ou gás movimentado não seja contabilizado simultaneamente no terminal aquaviário e na instalação marítima correspondente, evitando duplicidade na compensação financeira.

A revisão será feita por meio de atualização da Portaria Técnica ANP nº 29/2001. Como a alteração decorre da regulamentação de um decreto federal, a Diretoria Colegiada da agência dispensou a realização de análise de impacto regulatório. A expectativa é que a atualização da norma traga maior segurança jurídica, transparência e previsibilidade na distribuição dos recursos entre os municípios beneficiados.

Royalties do petróleo

Os royalties do petróleo representam uma importante fonte de receita para estados e municípios e podem ser aplicados em áreas como saúde, educação, saneamento, mobilidade urbana e infraestrutura. Dessa forma, a definição de critérios técnicos mais claros para a distribuição desses recursos pode fortalecer o planejamento das administrações municipais e ampliar a capacidade de investimento em serviços públicos, beneficiando diretamente a população das localidades impactadas pelas atividades da indústria de petróleo e gás.

A iniciativa ocorre em um momento de destaque para o tema dos royalties no país. Em junho, a ANP concluiu a distribuição de R$ 4,88 bilhões em royalties referentes à produção de fevereiro de 2026 para a União, estados e municípios. Desse total, R$ 743,74 milhões foram destinados a 531 municípios e R$ 563,45 milhões a três estados no âmbito dos contratos de partilha de produção, evidenciando a relevância desses recursos para as finanças públicas.

A minuta da resolução e as orientações para participação na consulta e na audiência públicas serão divulgadas nos próximos dias no portal da ANP, após a publicação do aviso no Diário Oficial da União. A consulta permitirá que representantes do setor, gestores públicos e demais interessados contribuam para o aperfeiçoamento da regulamentação antes da publicação da norma definitiva.

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