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Baixar áudioAtenção! A Agência-Barco Ilha do Marajó já tem data para chegar! E, neste mês de junho, a região vai receber os serviços em duas embarcações, já que a população também terá acesso aos atendimentos no PrevBarco, em uma parceria da CAIXA com o INSS.
As embarcações oferecem os serviços de desbloqueio de cartões e cadastro de senhas para recebimento de benefícios sociais, como FGTS, Seguro-Desemprego, Bolsa Família e INSS, entre outros serviços. Vale lembrar que no barco não tem movimentação de dinheiro em espécie.
Confira agora o cronograma e anote a data e o local em que os atendimentos estarão disponíveis.
Os atendimentos com a Agência-Barco Ilha do Marajó começam por Limoeiro do Ajuru, do dia 8 ao dia 9. Já entre os dias 10 e 12 de junho, os serviços serão oferecidos à população de Ponta de Pedras.
A embarcação estará no município de São Sebastião da Boa Vista entre os dias 15 e 16. Os moradores de Curralinho, por sua vez, contarão com os serviços do dia 17 ao dia 19.
Os serviços no PrevBarco também começam no dia 17 e terminam no dia 19 de junho, mas em Melgaço.
Já no dia 22, o PrevBarco estará em Bagre, onde permanecerá até o dia 26. Neste mesmo período, a Agência-Barco Ilha do Marajó estará com atendimentos em Gurupá.
No dia 29, a população de Bagre volta a ser atendida, mas pela Agência-Barco Ilha do Marajó, até o dia 1° de julho.
Já a última parada do mês para o PrevBarco será em Oeiras do Pará, do dia 29 de junho ao dia 3 de julho.
O horário de atendimento é das 9 horas da manhã às 3 da tarde.
Para mais detalhes, acesse caixa.gov.br.
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Baixar áudioO número de casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) continua crescendo em todo o Brasil e já afeta todas as faixas etárias. O alerta consta no mais recente Boletim InfoGripe, divulgado nesta quinta-feira (28) pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).
Segundo o levantamento, o avanço das ocorrências está relacionado principalmente ao aumento das hospitalizações provocadas pelo vírus sincicial respiratório (VSR) e pela influenza A.
Os casos de SRAG associados ao VSR seguem em alta em todos os estados das regiões Sudeste e Sul, além de grande parte do Nordeste — incluindo Alagoas, Bahia, Ceará, Paraíba, Rio Grande do Norte e Sergipe. O crescimento também foi identificado em estados do Norte, como Pará e Amapá, e em Mato Grosso do Sul.
Apesar disso, o estudo aponta sinais de estabilização ou queda nas notificações nos demais estados do Centro-Oeste, além de localidades do Norte, como Acre e Amazonas, e do Nordeste, como Pernambuco e Maranhão.
Além disso, os dados de resultados laboratoriais por faixa etária mostram que o aumento dos casos de SRAG entre crianças de até quatro anos tem sido impulsionado principalmente pelo VSR.
Já as hospitalizações por influenza A continuam avançando em toda a Região Sul, além de São Paulo e Espírito Santo, no Sudeste, e Roraima e Tocantins, no Norte. Em Minas Gerais e na Paraíba, embora haja indícios de desaceleração e queda, os números seguem elevados.
O rinovírus também tem contribuído para o crescimento dos casos de SRAG, sobretudo entre crianças e adolescentes, em estados do Nordeste — como Alagoas, Paraíba e Sergipe —, do Sudeste — Minas Gerais e Rio de Janeiro —, além de Amazonas e Santa Catarina.
Por outro lado, os casos de SRAG provocados pela Covid-19 apresentam queda na maior parte do país. No entanto, Ceará, Maranhão e Pará ainda registram sinais de crescimento ou manutenção da alta.
A pesquisadora do Boletim InfoGripe, Tatiana Portella, reforça a importância da vacinação neste período de maior circulação de vírus respiratórios. Segundo ela, as vacinas contra influenza e VSR ajudam a reduzir o risco de agravamento da doença e de mortes.
“A vacina contra o VSR é destinada às gestantes a partir da 28ª semana de gestação e protege o bebê durante os primeiros seis meses de vida. Já a vacina contra a influenza tem como público-alvo idosos, crianças, pessoas com comorbidades, gestantes, puérperas, entre outros grupos de risco”, orienta.
Além da imunização, a pesquisadora recomenda medidas de prevenção, como:
O InfoGripe aponta que 17 capitais brasileiras apresentam níveis de alerta, risco ou alto risco para SRAG, com tendência de crescimento de longo prazo.
Entre elas estão Aracaju (SE), Belém (PA), Belo Horizonte (MG), Boa Vista (RR), Curitiba (PR), Florianópolis (SC), Goiânia (GO), Macapá (AP), Palmas (TO), Porto Alegre (RS), Rio Branco (AC), Rio de Janeiro (RJ), Salvador (BA), São Luís (MA) e Teresina (PI).
Nas últimas quatro semanas epidemiológicas, a distribuição dos vírus entre os casos positivos de SRAG foi a seguinte:
Entre os óbitos, a presença dos mesmos agentes foi:
O levantamento do InfoGripe tem como base os dados inseridos no Sistema de Informação da Vigilância Epidemiológica da Gripe, atualizados até 23 de maio, e é referente à Semana Epidemiológica (SE) 20. Confira outros detalhes no link.
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Baixar áudioO Ibovespa encerrou a última sessão em queda de 0,73%, aos 173.787 pontos.
Com isso, o índice acumula a sétima semana consecutiva no vermelho e registra o pior desempenho mensal desde 2023, em um cenário marcado pela saída de investidores estrangeiros do mercado de ações brasileiro nas últimas semanas.
Confira as ações com melhor e pior desempenho no último fechamento:
Ações em alta no Ibovespa
Ações em queda no Ibovespa
O volume total negociado nesta sessão foi de mais de R$ 4,7 bilhões em 3,7 milhões de negócios.
O que é o Ibovespa e como ele funciona?
O Ibovespa (Índice Bovespa) é o principal indicador do mercado acionário brasileiro. Calculado pela B3, ele reflete a média do desempenho das ações mais negociadas na bolsa, com base em critérios de volume e liquidez. O índice é composto por uma carteira teórica de ativos, que representa cerca de 80% do volume financeiro total negociado no mercado.
O que é a B3, a bolsa de valores do Brasil?
A B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) é a bolsa de valores oficial do Brasil, sediada em São Paulo. É responsável pela negociação de ações, derivativos, títulos públicos e privados, câmbio e outros ativos financeiros. A B3 está entre as maiores bolsas do mundo em infraestrutura e valor de mercado.
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Baixar áudioO dólar encerrou a sessão em leve alta frente ao real. Ao fim do pregão, a moeda norte-americana avançou 0,21%, cotada a R$ 5,04.
No mercado internacional, a expectativa de um acordo entre Estados Unidos e Irã contribuiu para a queda dos preços do petróleo.
Já o euro encerrou o último pregão cotado a R$ 5,89.
A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.
| Código | 🇧🇷 BRL | 🇺🇸 USD | 🇪🇺 EUR | 🇬🇧 GBP | 🇯🇵 JPY | 🇨🇭 CHF | 🇨🇦 CAD | 🇦🇺 AUD |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| 🇧🇷 BRL | 1 | 0,1985 | 0,1696 | 0,1470 | 31,6190 | 0,1550 | 0,2739 | 0,2754 |
| 🇺🇸 USD | 5,0370 | 1 | 0,8575 | 0,7432 | 159,26 | 0,7809 | 1,3796 | 1,3917 |
| 🇪🇺 EUR | 5,8962 | 1,1662 | 1 | 0,8665 | 185,73 | 0,9107 | 1,6085 | 1,6230 |
| 🇬🇧 GBP | 6,7736 | 1,3455 | 1,1541 | 1 | 214,34 | 1,0510 | 1,8559 | 1,8727 |
| 🇯🇵 JPY | 0,0316 | 0,0063 | 0,0054 | 0,0047 | 1 | 0,4903 | 0,0087 | 0,0087 |
| 🇨🇭 CHF | 6,4502 | 1,2806 | 1,0981 | 0,9515 | 203,95 | 1 | 1,7666 | 1,7823 |
| 🇨🇦 CAD | 3,6510 | 0,7249 | 0,6216 | 0,5388 | 115,46 | 0,5661 | 1 | 1,0088 |
| 🇦🇺 AUD | 3,6326 | 0,7186 | 0,6161 | 0,5339 | 114,46 | 0,5610 | 0,9911 | 1 |
Os dados são da Investing.com
Copiar o textoFrio e nevoeiros marcam o sábado na região
Baixar áudioA previsão para este sábado (30) na Região Sul é de tempo seco e frio, de acordo com informações o Instituto Nacional de Meteorologia, o INMET.
Com o recente afastamento do ciclone extratropical para o oceano e a chegada da massa de ar seco e frio estabilizando o tempo, a formação de nevoeiros e neblinas densas é o grande destaque para as madrugadas e amanheceres no Sul. Regiões de vale no Rio Grande do Sul e a Serra Catarinense têm altíssima propensão a amanhecer cobertas pela névoa.
Já no sul paranaense, a região dos Campos Gerais e os arredores de Curitiba devem registrar bancos de nevoeiro mais espessos sob essas condições.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 10°C em Curitiba; já a máxima está prevista para Florianópolis e Porto Alegra, com 22°C. A umidade relativa do ar varia entre 55% e 100%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o textoInstabilidades trazem chuva à maior parte da região neste sábado
Baixar áudioA previsão para este sábado (30) na Região Centro-Oeste indica o avanço de instabilidades com chuvas isoladas na maior parte da região, segundo informações do Instituto Nacional de Meteorologia, o INMET.
Estão previstas chuvas isoladas cobrindo grande parte da região. A exceção fica para o nordeste de Mato Grosso e o extremo norte goiano, onde o tempo segue seco. No norte mato-grossense, o calor continua intenso com máximas atingindo até 36°C.
Já no extremo sul sul-mato-grossense, o ar frio predomina, derrubando a temperatura.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 15°C em Brasília. Já a máxima pode alcançar os 29°C em Goiânia. A umidade relativa do ar varia entre 50% e 100%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o textoFrente fria provoca chuva no litoral
Baixar áudioA Região Sudeste terá este sábado (30) marcado por instabilidade concentrada na faixa litorânea e tempo mais firme no interior. O avanço de uma frente fria pelo oceano muda as condições atmosféricas, trazendo de volta a umidade para algumas áreas após dias de frio seco.
São Paulo tem aumento significativo de nebulosidade e chuva frequente no leste do estado e na região metropolitana da capital. No Rio de Janeiro e em Minas Gerais o céu fica encoberto com chuva a qualquer hora do dia, principalmente no sul de Minas e na Zona da Mata mineira. Já na capital, Belo Horizonte, e no norte do estado, o tempo continua firme e o ar segue seco.
No Espírito Santo, o sábado terá variação de nuvens, com aberturas de sol, mas a umidade trazida do mar gera condições para chuva rápida e fraca na faixa litorânea capixaba a partir da tarde.
Entre as capitais, mínima de 13ºC em São Paulo. A máxima deve chegar a 29ºC em Belo Horizonte e Vitória. A umidade relativa do ar varia entre 50% e 100%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o textoRegião terá sábado de calor intenso e chuva forte em áreas isoladas
Baixar áudioA Região Norte terá este sábado (30) marcada por tempo instável, com previsão de chuvas fortes e calor intenso, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia, o INMET.
O extremo norte da região concentra as maiores instabilidades, com chuvas e trovoadas a qualquer hora do dia no norte do Amazonas, em Roraima e no Amapá.
Já em Tocantins, predomínio de tempo seco, ensolarado e muito quente.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 20°C em Palmas. A máxima pode chegar a 33°C em Belém.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
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Baixar áudioA previsão do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) para este sábado (30) indica chuva concentrada na faixa litorânea do Nordeste e volumes mais expressivos no noroeste do Maranhão.
No interior da região, incluindo áreas do Agreste e do Sertão, o tempo segue firme, com baixa umidade do ar.
Ao longo da costa, há possibilidade de pancadas de chuva fraca a moderada em estados como Bahia, Sergipe, Alagoas, Pernambuco, Paraíba e Rio Grande do Norte.
Entre as capitais, a mínima prevista é de 21ºC em Aracaju, enquanto a máxima pode chegar aos 33ºC em Teresina.
A umidade relativa do ar varia entre 40% e 100%, com os índices mais baixos concentrados no interior da região.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioUm terço das empresas industriais brasileiras foi afetado por atos ilícitos nos últimos dois anos. É o que revela a Sondagem Especial Brasil Legal, realizada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). Segundo o levantamento, a perda anual sobre a receita líquida de vendas pode chegar a R$ 39 bilhões.
O estudo mostra que 31% das empresas relataram prejuízos provocados por práticas ilegais como contrabando, descaminho, contrafação, não conformidade técnica e crimes patrimoniais. O impacto foi maior entre médias e grandes empresas, atingindo 32% e 33% delas, respectivamente, enquanto entre as pequenas o percentual ficou em 25%.
Apesar disso, pequenas e médias empresas sofrem impactos mais severos sobre o faturamento. Os atos ilícitos representaram perdas equivalentes a 0,6% da receita líquida anual nas pequenas empresas e 0,8% nas médias. Entre as grandes, o índice foi de 0,4%.
O gerente de Competitividade da CNI, Alexandre de Queiroz Stein, explica que, embora os impactos das ilegalidades sejam mais frequentes entre grandes empresas, os prejuízos financeiros tendem a pesar proporcionalmente mais sobre os pequenos negócios.
“Isso ocorre porque as pequenas empresas apresentam maior vulnerabilidade diante da ilegalidade, justamente por elas disporem de menos recursos para se prevenir contra crimes, realizar monitoramento e até mesmo dar resposta aos riscos que favorecem essas ocorrências”, afirma.
Segundo Stein, um mesmo tipo de infração pode ter consequências muito diferentes dependendo do porte da empresa.
“Por exemplo, o furto de uma carga ou de um equipamento pode significar muito em relação aos recursos que uma pequena empresa tem disponíveis e não significar tanto em relação aos recursos de uma grande empresa”, explica.
A pesquisa também aponta que, para 50% das empresas impactadas, a principal consequência dos atos ilícitos foi a perda de receita bruta. Em seguida aparecem a redução da participação de mercado, citada por 30%, e o aumento dos custos com segurança, mencionado por 28%.
Entre os atos ilícitos mais recorrentes, o roubo de carga aparece na liderança. Segundo a pesquisa, 32% das empresas afirmaram ter sido diretamente afetadas por esse tipo de crime.
Somente no estado do Rio de Janeiro, a Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan) estimou um prejuízo de R$ 314 milhões em 2025, com média de oito caminhões atacados por dia.
O segundo problema mais citado pelas empresas foi a “não conformidade de produtos com regulamentações técnicas”, apontada por 29% dos entrevistados. A prática envolve a comercialização de produtos fora dos padrões técnicos, regulatórios ou de segurança exigidos por lei, incluindo ausência de certificações obrigatórias, rotulagem inadequada e descumprimento de normas de qualidade.
Entre pequenas e médias empresas, esse foi o principal problema apontado, atingindo 26% e 33% dos negócios impactados, respectivamente.
Stein ressalta que a comercialização e o uso de produtos fora das regulamentações técnicas representam riscos não apenas para as empresas, mas para toda a sociedade, com impactos sobre a segurança do consumidor e a economia.
“Empresas que, ilegalmente, não estão de acordo com as regulamentações técnicas estão se valendo de uma prática de concorrência desleal. Porque as empresas que estão dentro da legalidade fazem uma série de investimentos, por exemplo, em laboratórios, testes e certificações. Logo, elas terão um custo maior do que as outras que não estão cumprindo com a conformidade exigida”, afirma.
Segundo o especialista, esse cenário também compromete o ambiente de negócios e reduz a segurança para novos investimentos.
“Quando a empresa se depara com um mercado em que a concorrência não é justa, ela tem uma insegurança e um risco associado aos seus investimentos. Logo, há uma tendência de diminuição de investimentos, de geração de empregos e de produção industrial como um todo”, completa.
O levantamento mostra ainda que a prevenção contra os atos ilícitos custa mais do que o crime. As despesas da indústria com segurança patrimonial e cibernética equivalem a 1,1% da receita líquida das empresas, totalizando R$ 68,5 bilhões. O valor supera os R$ 39,1 bilhões em prejuízos diretos causados pelos atos ilícitos.
Ao mesmo tempo, a sondagem da entidade mostra que o comércio eletrônico já é o segundo principal canal de venda de produtos ilícitos e que muitas empresas sequer conseguem identificar em quais plataformas esses produtos estão sendo comercializados.
“Esses dados reforçam a importância da prevenção digital e de adotar um arcabouço de segurança que vá além da segurança patrimonial. Sem inteligência cibernética ativa para monitorar redes, identificar fraudes de marca e combater o mercado paralelo online, a indústria vai continuar gastando recursos relevantes para proteger o patrimônio físico, enquanto, na verdade, perde mercados e receita nos meios digitais", analisa o gerente da CNI.
Para 77% das empresas entrevistadas, ampliar a fiscalização e o controle é a medida mais importante para combater os efeitos da ilegalidade, enquanto 46% também acreditam que investimentos em inteligência podem aumentar a eficácia no enfrentamento ao crime e 36% defendem o endurecimento da legislação.
A pesquisa também aponta que 41% das empresas consideram que os órgãos estaduais de segurança pública — como as polícias Civil e Militar — são os que mais precisam de fortalecimento, devido à forte atuação do crime em mercados locais e vias de transporte.
Na sequência aparecem a Polícia Federal, citada por 38% dos entrevistados, e a Receita Federal, mencionada por 36%, principalmente pelo papel no combate a esquemas estruturados e na fiscalização de portos, aeroportos e fronteiras.
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