04/11/2026 04:15h

Proposta orçamentária de 2027 prevê R$ 74,6 bilhões, mas parte do aumento decorre de uma mudança na classificação das transferências da União

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A complementação da União ao Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb) destinada aos municípios deve passar de R$ 58,4 bilhões em 2026 para R$ 74,6 bilhões no Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) de 2027.

Embora represente um crescimento de 27,6%, um estudo da Confederação Nacional de Municípios (CNM) alerta que o índice exige cautela, já que o aumento é reflexo de uma mudança na classificação orçamentária das verbas entre estados e municípios.

Reclassificação orçamentária

De acordo com a CNM, cerca de R$ 11,5 bilhões da dotação de 2026 foram registrados como transferências aos estados e ao Distrito Federal. Já na proposta de 2027, toda a complementação foi classificada na modalidade de transferências aos municípios. Essa alteração técnica impacta diretamente o crescimento de R$ 16,2 bilhões registrado na tabela orçamentária para a ação referente à complementação da União.

VEJA MAIS:

O estudo reforça que o avanço não decorre de uma nova etapa de aumento na participação da União. O piso constitucional de 23% de complementação, estabelecido pela Emenda Constitucional 108/2020, atinge seu teto em 2026 e se mantém a partir daí. Portanto, a alta nominal na rubrica municipal não deve ser interpretada integralmente como "dinheiro novo" no caixa das prefeituras.

Distinção de ações no orçamento

O levantamento da CNM utiliza valores correntes (sem desconto da inflação) e compara a dotação atualizada de 2026 com os números iniciais da proposta de 2027. O documento não traz recortes detalhados por município ou por rede de ensino.

A tramitação do PLOA 2027 pode ser acompanhada diretamente no portal do Congresso Nacional.
 

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04/11/2026 04:10h

Café arábica e robusta registram alta, enquanto açúcar cristal apresenta desvalorização em São Paulo e Santos

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O preço do café arábica abre esta quarta-feira (4) em alta de 0,79%, com a saca de 60 kg negociada a R$ 1.611,06 na cidade de São Paulo.

O café robusta teve valorização de 0,30%, sendo comercializado a R$ 975,32.


INDICADOR DO CAFÉ ARÁBICA CEPEA/ESALQ

Data Valor R$ Var./Dia Var./Mês Valor US$
03/11/2026 1.611,06 0,79% 0,79% 293,73
30/10/2026 1.598,37 0,48% 1,36% 293,12
29/10/2026 1.590,72 -0,20% 0,88% 294,74
28/10/2026 1.593,89 -1,01% 1,08% 297,92
27/10/2026 1.610,19 -1,06% 2,11% 301,76

 

INDICADOR DO CAFÉ ROBUSTA CEPEA/ESALQ

Data Valor R$ Var./Dia Var./Mês Valor US$
03/11/2026 975,32 0,30% 0,30% 177,82
30/10/2026 972,44 0,72% -1,32% 178,33
29/10/2026 965,47 0,56% -2,03% 178,89
28/10/2026 960,10 -0,81% -2,57% 179,46
27/10/2026 967,97 1,40% -1,78% 181,40

 

O preço do açúcar cristal apresenta baixa de 0,79% na capital de São Paulo. A saca de 50 kg é cotada a R$ 127,33. 

 

INDICADOR DO AÇÚCAR CRISTAL BRANCO CEPEA/ESALQ - SÃO PAULO

Data Valor R$* Var./Dia Var./Mês Valor US$*
03/11/2026 127,33 -0,79% -0,79% 23,21
30/10/2026 128,35 -1,25% 5,97% 23,54
29/10/2026 129,97 0,96% 7,31% 24,08
28/10/2026 128,74 0,00% 6,29% 24,06
27/10/2026 128,74 1,33% 6,29% 24,13

 


Em Santos (SP), houve desvalorização de 3,68%, e a mercadoria é negociada a R$ 133,84 na média de preços sem impostos.

 

Indicador Açúcar Cristal - Santos (FOB)

Data Valor R$* Var./Dia Var./Mês Valor US$*
03/11/2026 133,84 -3,68% -3,68% 24,36
30/10/2026 138,95 -0,03% 10,61% 25,63
29/10/2026 138,99 1,76% 10,64% 25,86
28/10/2026 136,59 1,00% 8,73% 25,57
27/10/2026 135,24 -2,65% 7,66% 25,35

 

A saca de 60 kg do milho, por sua vez, é vendida a R$ 66,19 após alta de 0,84%.

 

Data Valor R$* Var./Dia Var./Mês Valor US$*
03/11/2026 66,19 0,84% 0,84% 12,07
30/10/2026 65,64 0,08% -4,41% 12,04
29/10/2026 65,59 1,33% -4,49% 12,15
28/10/2026 64,73 -0,22% -5,74% 12,10
27/10/2026 64,87 0,98% -5,53% 12,16

 

Os dados são do Cepea.

 

Diferença entre café arábica e café robusta: características, uso e regiões produtoras

Café arábica e café robusta são as duas principais variedades cultivadas e comercializadas no Brasil, ambas medidas em sacas de 60 kg.

O café arábica (conhecido também como café Conilon, em algumas regiões) tem sabor mais suave, menor teor de cafeína e alta qualidade sensorial, sendo preferido em cafeterias especializadas e nas exportações de cafés premium. Representa cerca de 70% da produção brasileira, com destaque para estados como Minas Gerais e São Paulo.

O café robusta, por sua vez, possui sabor mais amargo, maior concentração de cafeína e corpo mais intenso. É amplamente utilizado na produção de café solúvel e blends comerciais. Seus principais polos produtores são o Espírito Santo e Rondônia, e seu preço costuma ser mais baixo em comparação ao arábica, por conta do perfil mais industrial. 

Como é calculada a saca de açúcar cristal?

A saca de açúcar cristal no Brasil é padronizada em 50 quilos, especialmente para comercialização no mercado atacadista e para uso na indústria alimentícia. Essa unidade de medida é adotada pelo Cepea/Esalq-USP, principal fonte de cotações diárias do açúcar cristal no país.

Qual o peso da saca de milho no Brasil?

A saca de milho equivale a 60 kg de grãos, mesmo padrão utilizado para soja e trigo. Essa medida é oficializada por instituições como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Cepea, sendo amplamente usada em negociações e relatórios de preço do milho.

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04/11/2026 04:05h

Boi gordo registra leve alta em São Paulo, enquanto frango e carne suína apresentam estabilidade nas cotações

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O preço do boi gordo apresenta leve alta de 0,03% nesta quarta-feira (4). Em São Paulo, a arroba é negociada a R$ 390,00.

 

INDICADOR DO BOI GORDO CEPEA/ESALQ

Data Valor R$* Var./Dia Var./Mês Valor US$*
03/11/2026 390,00 0,03% 0,03% 71,10
30/10/2026 389,90 0,18% 7,03% 71,50
29/10/2026 389,20 0,04% 6,84% 72,11
28/10/2026 389,05 0,71% 6,79% 72,72
27/10/2026 386,30 1,28% 6,04% 72,40

 

Preço do frango congelado e frango resfriado

No mercado de frango, as cotações nas regiões da Grande São Paulo, São José do Rio Preto e Descalvado registram o quilo do produto congelado a R$ 8,21 e o do resfriado a R$ 8,23.

 

PREÇOS DO FRANGO CONGELADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP

Data Valor R$ Var./Dia Var./Mês
03/11/2026 8,21 -0,12% -0,12%
30/10/2026 8,22 -0,24% -0,96%
29/10/2026 8,24 0,00% -0,72%
28/10/2026 8,24 0,00% -0,72%
27/10/2026 8,24 -0,36% -0,72%

 

PREÇOS DO FRANGO RESFRIADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP

Data Valor R$ Var./Dia Var./Mês
03/11/2026 8,23 -0,12% -0,12%
30/10/2026 8,24 -0,24% -0,84%
29/10/2026 8,26 0,00% -0,60%
28/10/2026 8,26 0,00% -0,60%
27/10/2026 8,26 -0,36% -0,60%

 

Preço da carcaça suína especial e suíno vivo

A carcaça suína especial registra estabilidade nos preços praticados nos atacados da Grande São Paulo, com o quilo cotado a R$ 9,64.

Entre os estados analisados, o suíno vivo registra o menor preço no Paraná, onde o animal é comercializado a R$ 5,67.

 

PREÇOS DA CARCAÇA SUÍNA ESPECIAL (R$/kg)

Data Média Var./Dia Var./Mês
03/11/2026 9,64 -5,77% -5,77%
30/10/2026 10,23 0,00% 20,35%
29/10/2026 10,23 0,00% 20,35%
28/10/2026 10,23 0,00% 20,35%
27/10/2026 10,23 -0,97% 20,35%

 

INDICADOR DO SUÍNO VIVO CEPEA/ESALQ (R$/kg)

Data Estado Valor R$* Var./Dia Var./Mês
03/11/2026 MG - posto 6,95 0,00% 0,00%
03/11/2026 PR - a retirar 5,67 -2,24% -2,24%
03/11/2026 RS - a retirar 5,78 -2,03% -2,03%
03/11/2026 SC - a retirar 5,86 -2,01% -2,01%
03/11/2026 SP - posto 6,71 -1,47% -1,47%

 

Os dados são do Cepea.

 

O que é o boi gordo? Entenda o termo do mercado bovino

O boi gordo é o bovino macho pronto para o abate, com peso mínimo de 16 arrobas líquidas de carcaça (aproximadamente 240 kg) e até 42 meses de idade. Atende aos padrões do mercado nacional e internacional, incluindo exportações para Europa, China e cota Hilton.

Diferenças entre frango congelado e frango resfriado

O frango congelado passa por congelamento rápido, com temperaturas abaixo de -12°C, garantindo maior vida útil para armazenamento e transporte a longas distâncias.

Já o frango resfriado é mantido entre 0°C e 4°C, com validade de 5 a 7 dias, oferecendo textura e sabor mais próximos do fresco, ideal para consumidores

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04/11/2026 04:00h

Soja registra alta no interior do Paraná e em Paranaguá, enquanto trigo apresenta variação oposta entre os mercados paranaense e gaúcho

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A saca de 60 quilos da soja inicia a quarta-feira (4) em alta no interior do Paraná e na região litorânea de Paranaguá. 

No interior paranaense, o grão apresenta valorização de 0,15%, com a saca negociada a R$ 152,45. Em Paranaguá, valorização de 0,25%, levando a cotação para R$ 159,28.

 

INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANÁ

Data Valor R$* Var./Dia Var./Mês Valor US$*
03/11/2026 152,45 0,15% 0,15% 27,79
30/10/2026 152,22 -0,16% -1,74% 27,92
29/10/2026 152,47 0,38% -1,58% 28,25
28/10/2026 151,89 0,34% -1,95% 28,39
27/10/2026 151,38 1,47% -2,28% 28,37

 

INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANAGUÁ 

Data Valor R$* Var./Dia Var./Mês Valor US$*
03/11/2026 159,28 0,25% 0,25% 29,04
30/10/2026 158,88 0,38% -1,66% 29,14
29/10/2026 158,28 0,55% -2,03% 29,33
28/10/2026 157,42 0,01% -2,56% 29,42
27/10/2026 157,41 1,20% -2,57% 29,50

 

Trigo

O preço do trigo registra alta no Rio Grande do Sul e desvalorização no Paraná.

No Paraná, a tonelada do cereal é comercializada a R$ 1.565,43. No Rio Grande do Sul, o produto é vendido a R$ 1.484,33.

 

PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - RIO GRANDE DO SUL

Data Valor R$/t* Var./Dia Var./Mês Valor US$/t*
03/11/2026 1.484,33 0,15% 0,15% 270,62
30/10/2026 1.482,17 -0,75% 2,18% 271,81
29/10/2026 1.493,38 -0,49% 2,95% 276,71
28/10/2026 1.500,74 0,08% 3,46% 280,51
27/10/2026 1.499,49 -0,24% 3,37% 281,01

 

PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - PARANÁ

Data Valor R$/t* Var./Dia Var./Mês Valor US$/t*
03/11/2026 1.565,43 -0,28% -0,28% 285,41
30/10/2026 1.569,82 -0,53% 1,65% 287,88
29/10/2026 1.578,12 0,43% 2,19% 292,41
28/10/2026 1.571,30 0,11% 1,75% 293,70
27/10/2026 1.569,61 0,39% 1,64% 294,15

 

Os dados são do Cepea.

 

O que é uma saca de soja ou de trigo? Entenda a unidade de medida no mercado de grãos

A saca de soja e a saca de trigo são as principais unidades de comercialização de grãos no Brasil. Cada saca equivale a 60 quilos, padrão adotado por órgãos oficiais como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

Esse formato padronizado facilita o comércio da soja e do trigo, além de permitir um acompanhamento mais preciso das cotações e variações de preços no mercado nacional.

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03/11/2026 21:30h

Moeda americana sobe 0,79% e encerra o dia cotada a R$ 5,50, em meio às incertezas políticas e geopolíticas internacionais

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O dólar comercial fechou a sessão desta terça-feira (3) em alta de 0,79%, cotado a R$ 5,50. Os investidores estão atentos às eleições de meio de mandato nos Estados Unidos e aos desdobramentos das tensões no Oriente Médio. A disputa pelo controle do Congresso norte-americano pode influenciar a condução da política econômica do governo Donald Trump e aumentar a incerteza nos mercados, especialmente em setores como tecnologia e inteligência artificial.

Segundo análise publicada pelo Bora Investir, da B3, a possibilidade de mudança na composição do Congresso está entre os fatores acompanhados pelos investidores, diante dos possíveis impactos sobre os gastos públicos, a política fiscal e a regulamentação de setores estratégicos. As pesquisas indicam vantagem dos democratas na disputa pela Câmara dos Representantes, enquanto a corrida pelo Senado permanece indefinida.

O cenário também é acompanhado pelo mercado internacional. De acordo com o Investing.com, uma eventual vitória democrata pode ampliar a fiscalização sobre empresas de tecnologia e aumentar o escrutínio sobre a expansão dos centros de processamento de dados voltados à inteligência artificial. A publicação destaca ainda que os investidores esperam alguma volatilidade após a divulgação dos resultados, embora o mercado de opções não indique uma expectativa de grandes oscilações no índice S&P 500.

No campo geopolítico, os relatos de uma nova ação militar norte-americana contra a ilha iraniana de Qeshm, próxima ao Estreito de Ormuz, também permanecem no radar dos investidores.

O índice DXY, que mede a força do dólar frente a outras moedas globais, fechou aos 101,84 pontos.

 

Cotação do euro

O euro, por sua vez, encerrou o pregão cotado a R$ 6,15.

 

Cotações

A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.
 

Código BRL USD EUR GBP JPY CHF CAD AUD
BRL 1 0,1815 0,1627 0,1357 28,8164 0,1490 0,2543 0,2615
USD 5,4930 1 0,8935 0,7454 158,73 0,8210 1,4008 1,4357
EUR 6,1474 1,1192 1 0,8342 177,66 0,9188 1,5677 1,6069
GBP 7,3664 1,3417 1,1988 1 212,96 1,1014 1,8792 1,9261
JPY 3,47033 0,629981 0,56289 0,469583 1 0,5172 0,88244 0,90445
CHF 6,7103 1,2182 1,0884 0,9079 193,35 1 1,7062 1,7489
CAD 3,9326 0,7139 0,6379 0,5321 113,33 0,5861 1 1,0250
AUD 3,8252 0,6965 0,6224 0,5192 110,56 0,5718 0,9757 1

 

Os dados são da Investing.com. 
 

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03/11/2026 21:00h

Volume total negociado na B3 foi de R$ 39.039.452.572, em meio a 6.263.599 de negócios

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O Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, encerrou o pregão desta terça-feira (3) em queda de 1,48%, aos 165.436,31 pontos. 

O Ibovespa iniciou o dia com os investidores atentos à agenda econômica brasileira e ao fluxo de capital estrangeiro na Bolsa. De acordo com o Bora Investir, da B3, o destaque doméstico é o início da reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), que anuncia nesta quarta-feira (4) a decisão sobre a taxa Selic, atualmente em 13,75% ao ano. A agenda também inclui a divulgação do Boletim Focus, com as projeções do mercado para inflação, juros, câmbio e atividade econômica.

No cenário político, a movimentação dos investidores estrangeiros também chama a atenção. Levantamento divulgado pelo Investing.com, com base em dados do Instituto de Finanças Internacionais (IIF), aponta que estrangeiros retiraram US$ 2,4 bilhões líquidos de ações brasileiras na segunda metade de outubro, após uma entrada de US$ 4,2 bilhões na primeira quinzena. Desse total, US$ 1,4 bilhão deixou o mercado nos quatro pregões seguintes à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT-SP), em 25 de outubro.

Mesmo com a saída de recursos, o saldo de investimentos estrangeiros em ações brasileiras permaneceu positivo em aproximadamente US$ 1,8 bilhão até 29 de outubro. Para novembro, o IIF espera a continuidade das vendas líquidas por investidores internacionais, enquanto o mercado aguarda a definição da nova equipe econômica do governo.

 

Maiores altas e quedas 

Ações em alta no Ibovespa

  • Recrusul SA Pfd (RCSL4F) +44,83%
  • Recrusul SA Pfd (RCSL4) +36,67%

Ações em queda no Ibovespa

  • Sequoia Logistica e Transportes SA (SEQL3F) -44,53%
  • Sequoia Logistica e Transportes SA (SEQL3) -28,00%

 

O volume total negociado na B3 foi de R$ 39.039.452.572, em meio a 6.263.599 de negócios.

Os dados da bolsa podem ser consultados no site da B3.  

 

O que é o Ibovespa e como ele funciona?

O Ibovespa (Índice Bovespa) é o principal indicador do mercado acionário brasileiro. Calculado pela B3, ele reflete a média do desempenho das ações mais negociadas na bolsa, com base em critérios de volume e liquidez. O índice é composto por uma carteira teórica de ativos, que representa cerca de 80% do volume financeiro total negociado no mercado.

O que é a B3, a bolsa de valores do Brasil?

A B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) é a bolsa de valores oficial do Brasil, sediada em São Paulo. É responsável pela negociação de ações, derivativos, títulos públicos e privados, câmbio e outros ativos financeiros. A B3 está entre as maiores bolsas do mundo em infraestrutura e valor de mercado. 


 

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03/11/2026 04:25h

Ministério de Minas e Energia propõe reduzir em até 73,3% o consumo de combustíveis fósseis até 2035; consulta pública recebe contribuições até 11 de novembro

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O Ministério de Minas e Energia (MME) abriu consulta pública sobre a proposta de metas do Programa Energias da Amazônia para 2030 e 2035. A iniciativa busca ampliar o uso de fontes renováveis, reduzir a dependência de combustíveis fósseis e diminuir os custos de geração de energia elétrica na Amazônia Legal.

A proposta estabelece uma redução de 70,2% no consumo de combustíveis fósseis até 2030 e de 73,3% até 2035 nos Sistemas Isolados. O documento também prevê diminuir as emissões de gases de efeito estufa em 65,7% até 2030 e 75,9% até 2035.

Em relação aos custos totais de geração de energia elétrica, a meta é alcançar uma redução de 55,5% até 2030 e de 60,1% até 2035.

Atualmente, muitas localidades atendidas pelos Sistemas Isolados dependem de usinas termelétricas movidas a combustíveis fósseis. Esse modelo apresenta custos operacionais elevados, dificuldades logísticas para o abastecimento e maiores emissões de gases de efeito estufa.

Para mudar esse cenário, o programa prevê a substituição gradual dessa matriz energética por fontes renováveis, sistemas híbridos de geração, armazenamento de energia e ampliação das conexões com o Sistema Interligado Nacional (SIN).

 

Consulta pública e definição das metas

A proposta foi elaborada com base em estudos da Empresa de Pesquisa Energética (EPE) e em análises de investimentos realizadas pela FSET Consultoria. Os trabalhos avaliaram diferentes cenários de expansão das fontes renováveis, implantação de sistemas híbridos, armazenamento de energia e interligações ao SIN.

Entre os fatores que podem dificultar o cumprimento das metas estão atrasos na implantação de interligações elétricas, desafios logísticos para a execução de obras em áreas remotas e disponibilidade de investimentos para projetos de infraestrutura energética. Também foram apontados possíveis impactos relacionados à expansão das fontes renováveis, aos sistemas de armazenamento e a mudanças nas regras de contratação dos Sistemas Isolados.

A consulta pública busca ampliar a transparência e permitir a participação de representantes do setor elétrico, instituições de pesquisa, organizações da sociedade civil, comunidades locais e demais interessados.

As contribuições podem ser enviadas até 11 de novembro de 2026, por meio do portal do Ministério de Minas e Energia e da plataforma Brasil Participativo.

Após o encerramento da consulta, o ministério analisará as sugestões recebidas e encaminhará a versão consolidada da proposta ao Conselho Nacional de Política Energética (CNPE), responsável pela decisão final sobre as metas do programa.
 

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03/11/2026 04:15h

PL terá 29 dos 81 senadores em 2027, ampliando sua influência sobre votações, CPIs, comissões e indicações para cargos públicos

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A partir de fevereiro de 2027, as 81 cadeiras do Senado Federal serão distribuídas entre as bancadas de 13 partidos políticos e um senador sem filiação partidária. O Partido Liberal (PL) será a maior legenda da Casa, com 29 senadores. Trata-se da maior bancada de um único partido desde a promulgação da Constituição Federal de 1988, que definiu as regras eleitorais modernas.

Na sequência, aparecem:

  • Partido dos Trabalhadores (PT): 10 senadores;
  • Movimento Democrático Brasileiro (MDB): 8 senadores;
  • Progressistas (PP): 6 senadores;
  • Republicanos: 5 senadores;
  • União Brasil: 5 senadores;
  • Partido Socialista Brasileiro (PSB): 4 senadores;
  • Partido Social Democrático (PSD): 4 senadores;
  • Novo: 3 senadores;
  • Podemos: 2 senadores;
  • Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB): 2 senadores;
  • Rede Sustentabilidade (Rede): 1 senador;
  • Partido Democrático Trabalhista (PDT): 1 senador.

O senador Romário, eleito em 2022 pelo Rio de Janeiro, é o único parlamentar sem partido na atual composição do Senado. Ele está sem filiação partidária desde que deixou o PL, em agosto deste ano.

Como o tamanho das bancadas influencia o Senado?

O tamanho das bancadas e a correlação de forças entre os partidos exercem influência direta sobre o funcionamento do Senado. A distribuição de parlamentares afeta desde a definição da pauta legislativa até a ocupação dos principais cargos de comando da Casa.

Entre as atribuições influenciadas pelo peso das bancadas estão:

  • Definição da pauta legislativa, ou seja, dos projetos que serão votados e do momento das votações;
  • Aprovação ou rejeição de projetos;
  • Apresentação de destaques para modificar ou votar separadamente trechos de propostas;
  • Eleição do presidente do Senado e dos demais integrantes da Mesa Diretora;
  • Escolha dos presidentes das comissões;
  • Indicação de relatores nas comissões;
  • Formação e liderança de blocos parlamentares;
  • Aprovação ou rejeição de indicações do presidente da República para o Supremo Tribunal Federal (STF) e outros cargos públicos;
  • Convocação de ministros de Estado para prestar esclarecimentos;
  • Criação de comissões parlamentares de inquérito (CPIs);
  • Processos de impeachment de autoridades;
  • Manutenção ou derrubada de vetos presidenciais.

Apesar de alcançar uma dimensão que lhe garante peso expressivo nas atividades legislativas, o PL não terá maioria absoluta no Senado. Para isso, precisará formar blocos parlamentares ou construir acordos com outras legendas.

Quantos votos são necessários no Senado?

  • 27 votos: para apresentar requerimento de criação de uma CPI;
  • 41 votos: para aprovar um projeto de lei complementar;
  • 49 votos: para aprovar uma proposta de emenda à Constituição (PEC);
  • 54 votos: para aprovar a condenação de uma autoridade em processo de impeachment.

Já a aprovação de projetos de lei ordinária exige maioria simples, calculada sobre o número de senadores presentes à votação, desde que haja quórum para deliberar.

Maior bancada amplia espaço na Mesa Diretora e nas comissões

O tamanho de uma bancada também influencia a composição da Mesa Diretora do Senado. A Presidência, atualmente ocupada por Davi Alcolumbre (União-AP), é um dos postos mais estratégicos da Casa. Cabe ao presidente conduzir os trabalhos legislativos, organizar as sessões e exercer papel central na definição da pauta de votações. Na prática, sua atuação influencia quais temas ganham prioridade no plenário e o ritmo de tramitação das propostas.

Os demais cargos da Mesa costumam ser distribuídos por meio de acordos entre os partidos e blocos parlamentares. Em geral, quanto maior a bancada, maior o espaço da legenda na composição do colegiado e seu poder de escolha sobre os postos que pretende ocupar.

A mesma lógica se aplica às comissões permanentes. Os partidos têm direito a ocupar as presidências desses colegiados de acordo com a proporcionalidade de suas bancadas e, conforme a ordem de escolha, podem optar primeiro pelas comissões consideradas mais estratégicas.

Entre as mais disputadas estão a Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) e a Comissão de Assuntos Econômicos (CAE). 

Destaques ampliam o poder de negociação dos grandes partidos

As maiores bancadas também dispõem de mais espaço para utilizar os chamados destaques, um dos instrumentos de negociação mais importantes durante a tramitação de projetos no Senado. O mecanismo permite separar trechos específicos de uma proposta para que sejam votados individualmente, em vez de integrarem a votação do texto principal.

Diferentemente dos destaques apresentados individualmente por senadores, que dependem das regras de deliberação do Plenário, os destaques de bancada têm tratamento regimental próprio e garantem aos partidos maior capacidade de interferir na votação. A quantidade de destaques a que cada legenda tem direito varia conforme o tamanho de sua representação, o que amplia o poder de negociação das maiores bancadas para propor alterações e influenciar a redação final dos projetos.

Se estiver na oposição, o maior partido do Senado também terá mais instrumentos para fiscalizar as ações do governo. O tamanho da bancada pode facilitar a mobilização necessária para requerer a criação de CPIs e convocar ministros de Estado para prestar esclarecimentos.

A força numérica também amplia a capacidade de articulação para derrubar vetos presidenciais e rejeitar indicações feitas pelo chefe do Executivo para cargos estratégicos, como embaixadores, diretores de agências reguladoras, procurador-geral da República, integrantes da diretoria do Banco Central e ministros do STF.

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03/11/2026 04:15h

A pasta com maior valor afetado é o Ministério da Saúde, com R$ 713,6 milhões retidos, ou 28,6% do total

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Um levantamento da Confederação Nacional de Municípios (CNM) no Sistema Integrado de Planejamento e Orçamento (Siop) aponta que R$ 2,5 bilhões em dotações discricionárias previstas para 2026 e destinadas às prefeituras estão contingenciados ou bloqueados. O montante representa 6,8% dos R$ 36,8 bilhões autorizados para repasses aos governos locais.

Do total retido, R$ 1,28 bilhão (51%) refere-se ao contingenciamento temporário focado no cumprimento da meta fiscal. Os R$ 1,22 bilhão restantes (49%) correspondem a bloqueios que reservam os recursos para eventual cancelamento.

A pasta com maior valor afetado é o Ministério da Saúde, com R$ 713,6 milhões retidos (28,6% do total). Na sequência aparece o Ministério das Cidades, com R$ 595,9 milhões (23,9%). Juntas, as duas áreas somam 52,5% das retenções.

Impactos

Na Saúde, o principal impacto incide sobre a estruturação de unidades de Atenção Especializada (R$ 488,1 milhões). No Ministério das Cidades, as ações de apoio a projetos de reabilitação, acessibilidade e modernização em áreas urbanas tiveram 96,3% da dotação suspensa, somando R$ 309,8 milhões.

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O Ministério da Educação teve R$ 424,9 milhões atingidos — o que equivale a 73,2% da verba autorizada para o programa Caminho da Escola, voltado à compra de veículos de transporte escolar. Já nos ministérios do Turismo (R$ 224,9 milhões) e da Integração e do Desenvolvimento Regional (R$ 214,5 milhões), os cortes foram efetuados integralmente por meio de bloqueio.

Riscos à gestão municipal

A CNM aponta que a restrição orçamentária afeta a gestão das prefeituras e alerta que o montante congelado pode aumentar. Com a retenção das verbas federais, os municípios são pressionados a usar recursos próprios para impedir a interrupção de obras e serviços, o que reduz a capacidade de investimento local.

Outro problema está relacionado aos atrasos nas medições de obras financiadas pela União, que podem paralisar intervenções e gerar pedidos de reequilíbrio econômico-financeiro por parte das empresas contratadas. A incerteza quanto à liberação dos valores dificulta o encerramento do exercício financeiro e estimula o acúmulo de restos a pagar.

Para tentar reverter o quadro, a entidade enviou ofícios aos ministérios solicitando a preservação das ações direcionadas aos municípios e informou que segue atuando para conter novos impactos.
 

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02/11/2026 18:40h

Instabilidades afetam o Paraná, Santa Catarina e o norte do Rio Grande do Sul, enquanto áreas do litoral registram chuva isolada e chuvisco

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A terça-feira (3) traz instabilidade para a Região Sul, com pancadas de chuva e trovoadas concentradas em parte dos três estados, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

No Paraná, a previsão é de muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas isoladas em praticamente todo o interior, oeste e norte do estado. Na faixa leste e na região metropolitana de Curitiba, o tempo fica encoberto com chuva isolada, com os termômetros registrando mínima de 17°C e máxima de 28°C.

Em Santa Catarina, o oeste, o centro e os planaltos apresentam pancadas de chuva e trovoadas isoladas. Na faixa leste e no litoral, a condição prevista é de muitas nuvens com possibilidade de chuva isolada. Em Florianópolis, o dia fica encoberto com chuvisco, variando entre 21°C e 25°C.

No Rio Grande do Sul, a porção norte e a serra gaúcha registram pancadas de chuva e trovoadas isoladas. Na metade sul e na faixa central, o tempo varia com muitas nuvens e pancadas de chuva isoladas. Na capital Porto Alegre, o céu fica encoberto com pancadas de chuva isoladas, marcando mínima de 21°C e máxima de 28°C.

 

Alertas de tempestade

Está em vigor um aviso de tempestade, classificado como perigo potencial, com validade até 23h59 desta terça-feira (3). A área de abrangência inclui: 

  • Paraná: Norte Pioneiro Paranaense, Metropolitana de Curitiba, Centro Ocidental Paranaense, Noroeste Paranaense, Norte Central Paranaense, Sudoeste Paranaense, Oeste Paranaense, Sudeste Paranaense, Centro Oriental Paranaense, Centro-Sul Paranaense.
  • Santa Catarina: Serrana, Oeste Catarinense, Vale do Itajaí, Grande Florianópolis, Norte Catarinense, Sul Catarinense.
  • Rio Grande do Sul: Noroeste Rio-grandense, Nordeste Rio-grandense, Centro Ocidental Rio-grandense, Sudoeste Rio-grandense.

A previsão aponta chuva entre 20 e 30 mm/h ou até 50 mm/dia e ventos intensos de 40 a 60 km/h, com baixo risco de corte de energia elétrica, queda de galhos de árvores, alagamentos e descargas elétricas. 
 

5 motivos para acompanhar as previsões do tempo

  • Agricultura: garantia de uma boa colheita;
  • Marinha: proteção de marinheiros, navios e passageiros;
  • Aeronáutica: segurança de pilotos, aeronaves e passageiros;
  • Pesca: condições favoráveis e seguras para a atividade;
  • Turismo: garantia de passeios e viagens tranquilas e agradáveis.

Importância das observações meteorológicas no INMET

As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).

As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

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