01/10/2026 00:09h

O euro, por sua vez, encerrou o dia cotado a R$ 5,86

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O dólar comercial fechou em queda de 0,81% nesta quarta-feira (30), cotado a R$ 5,17.

A desvalorização do dólar foi impulsionada pela divulgação do Índice de Preços de Consumo Pessoal (PCE) de agosto nos Estados Unidos. O indicador, monitorado de perto pelo Federal Reserve (Fed), veio abaixo das projeções do mercado financeiro, reduzindo as expectativas de uma nova alta na taxa de juros americana.

 

Inflação nos EUA

A inflação cheia do PCE avançou 0,3% no mês, abaixo da previsão de 0,4%. Já o núcleo da inflação, que exclui preços voláteis como alimentação e energia, subiu 0,2%, ante estimativa de 0,3%.

O alívio nos preços alterou imediatamente as projeções para a política monetária dos EUA:

  • Manutenção dos juros: A estimativa pela estabilidade das taxas pelo Fed saltou para 63%, frente aos 50% registrados na véspera.
  • Probabilidade de alta: O mercado financeiro passou a ver apenas cerca de 35% de chance de um novo aumento nos juros americanos no próximo mês.
  • Títulos americanos: O rendimento dos títulos públicos de dois anos caiu quatro pontos-base, para 4,84%.

 

O índice DXY, que mede a força do dólar frente a outras moedas globais, fechou aos 101,21 pontos.

 

Cotação do euro

O euro, por sua vez, encerrou o pregão cotado a R$ 5,86.

 

Cotações

A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.
 

Código BRL USD EUR GBP JPY CHF CAD AUD
BRL 1 0,1933 0,1706 0,1457 30,4356 0,1616 0,2752 0,2783
USD 5,1724 1 0,8827 0,7539 157,42 0,8357 1,4232 1,4399
EUR 5,8617 1,1330 1 0,8541 178,36 0,9469 1,6124 1,6313
GBP 6,8618 1,3266 1,1709 1 208,83 1,1087 1,8879 1,9101
JPY 3,28570 0,635223 0,56071 0,478882 1 0,5310 0,90414 0,91466
CHF 6,1878 1,1964 1,0561 0,9020 188,37 1 1,7028 1,7227
CAD 3,6341 0,7026 0,6200 0,5297 110,62 0,5872 1 1,0117
AUD 3,5932 0,6946 0,6130 0,5235 109,33 0,5804 0,9884 1

 

Os dados são da Investing.com. 


 

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01/10/2026 00:06h

Projeto busca desenvolver tecnologia nacional, reduzir custos e ampliar a oferta de terapias celulares avançadas no SUS

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O Ceará receberá o segundo laboratório modular do Brasil destinado ao desenvolvimento da terapia celular CAR-T, tecnologia utilizada no tratamento de alguns tipos de câncer. A implantação faz parte de uma estratégia do Ministério da Saúde para ampliar o acesso a terapias avançadas pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

O Memorando de Entendimento para criação da unidade foi assinado em Fortaleza e reúne Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), Secretaria da Saúde do Ceará (SES-CE), Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (HU Brasil) e Universidade Federal do Ceará (UFC). 

O projeto prevê um modelo descentralizado, com laboratórios instalados próximos aos centros de atendimento aos pacientes. A proposta é reduzir custos logísticos e diminuir o intervalo entre a coleta e a reinfusão das células, além de permitir que a estrutura seja reproduzida em outras regiões brasileiras. A primeira unidade do modelo foi instalada em maio de 2026 em Bio-Manguinhos/Fiocruz, no Rio de Janeiro. 

A expansão para o Ceará integra um acordo de cooperação entre o Ministério da Saúde e a Fiocruz. A estratégia também contempla a realização de estudos clínicos no Brasil em parceria com o Instituto Nacional de Câncer (INCA). Com a nova estrutura, o estado poderá atuar como polo de desenvolvimento da terapia para atendimento de pacientes da Região Nordeste. 

 

Como funciona a terapia CAR-T

A terapia CAR-T utiliza células de defesa do próprio paciente, chamadas linfócitos T. Elas são coletadas e modificadas geneticamente em laboratório para receber um receptor capaz de reconhecer células cancerígenas. Depois de multiplicadas, são reintroduzidas no organismo para identificar e atacar o tumor. Inicialmente, a tecnologia poderá beneficiar pacientes com leucemias e linfomas. 

Nos centros estruturados pela Fiocruz, está previsto o desenvolvimento da tecnologia duoCAR-T triespecífica, baseada em células capazes de reconhecer simultaneamente três antígenos associados ao câncer, ampliando os alvos que podem ser identificados pelo sistema imunológico.

O projeto também inclui a produção nacional do vetor lentiviral utilizado na modificação genética das células. Essa etapa deverá ocorrer na planta de vetores virais da Bio-Manguinhos/Fiocruz, infraestrutura que também foi utilizada no desenvolvimento da vacina contra a Covid-19. 

 

Produção nacional busca reduzir custos

Outro objetivo da estratégia é diminuir a dependência de produtos importados e os custos relacionados à terapia, aumentando a possibilidade de acesso ao tratamento pelo SUS. Segundo o Ministério da Saúde, nos Estados Unidos, uma dose comercial de CAR-T pode custar entre US$ 350 mil e US$ 400 mil.

Com o desenvolvimento da tecnologia no país, a expectativa é construir capacidade científica e produtiva nacional para viabilizar a incorporação de terapias celulares avançadas ao sistema público de saúde. O laboratório cearense será o segundo centro desse modelo e foi planejado com estrutura modular, que poderá ser replicada em diferentes regiões brasileiras. 
 

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01/10/2026 00:02h

Nova legislação agrada entidades do setor ao fixar prazos para pagamento de indenização, usar apólice como garantia de crédito e destravar Fundo Catástrofe

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O governo federal sancionou, nesta quarta-feira (30), o novo marco legal do Seguro Rural no Brasil. A Lei nº 15.526/2026, publicada em edição extra do Diário Oficial da União, moderniza o programa agrícola brasileiro e, entre as principais novidades, estabelece a operacionalização do Fundo de Estabilidade do Seguro Rural, o chamado Fundo Catástrofe, previsto em lei desde 2010 mas nunca implementado por falta de aportes contínuos. 

A inovação trazida pela nova legislação é ampliar as fontes de recursos do fundo, com participação do setor privado, e permitir a criação de subfundos setoriais para atender cadeias produtivas específicas. A lei também passa a permitir que a apólice do seguro rural integre as garantias de operações de crédito agrícola, com a instituição financeira como primeira beneficiária em caso de sinistro, e fixa prazos de até 15 dias para o processamento do pedido de indenização sem perícia presencial e de até 30 dias para o pagamento após a vistoria ou entrega da documentação.

A principal mudança em relação ao modelo anterior está no Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR): os recursos destinados ao programa passam a ter caráter obrigatório, sem possibilidade de contingenciamento ou bloqueio, dentro dos limites do Orçamento Federal. A contrapartida é que o Projeto de Lei Orçamentária Anual deverá indicar medidas de compensação para essa blindagem. A lei ainda determina a criação de um banco de dados público com o histórico das contratações, para dar mais transparência ao mercado.

O novo marco é originário do Projeto de Lei 2.951/2024, de autoria da senadora Tereza Cristina (PP-MS), com relatoria do senador Jaime Bagattoli (PL-RO) no Senado e do deputado Pedro Lupion (Republicanos-PR) na Câmara.

A sanção presidencial não foi integral: três dispositivos foram vetados pelo presidente da República. Um dos trechos vetado permitiria ao Fundo Catástrofe adquirir Letras de Risco de Seguro como cobertura suplementar, mecanismo que, segundo o Planalto, exporia o patrimônio do fundo a riscos de terceiros, e os outros dois tratavam de isenções tributárias, vetados sob a justificativa de ampliação de benefícios sem estimativa de impacto orçamentário e medidas de compensação.

Os vetos podem ser derrubados pelo Congresso Nacional, mas ainda não há sessão agendada para a análise. Além disso, pontos como o Comitê de Participação do Fundo e o Estatuto do Fundo Catástrofe ainda dependem de regulamentação por decretos, resoluções do Conselho Monetário Nacional (CMN) e atos da Superintendência de Seguros Privados (Susep).

Para a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), que havia apontado o projeto como prioridade para o ano, a nova lei traz mais previsibilidade regulatória e segurança jurídica ao setor, além de reduzir o risco de que o poder público "pague duas vezes": quando o produtor perde a safra sem seguro e depois recorre à renegociação de dívidas, como ocorre atualmente com a carteira problemática do crédito rural, que chegou a 23,5% do total e a R$ 45,8 bilhões em julho, segundo o Banco Central. A entidade também destaca que o seguro pode, no médio prazo, reduzir os juros do crédito agrícola, já que bancos passam a correr menos risco. 

A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), por sua vez, avalia que a regulamentação do Fundo Catástrofe funcionará como um amortecedor para seguradoras em regiões de maior risco climático e que o fim do contingenciamento do PSR trará mais previsibilidade para produtores e seguradoras se organizarem. A confederação lamenta, no entanto, a perda do veto à isenção tributária, que ajudaria a baratear o preço do seguro ao produtor, e sinaliza que deve discutir com a FPA a possibilidade de derrubada desse veto.

PSR

O Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural é a política do Ministério da Agricultura que arca com parte do prêmio do seguro agrícola contratado pelo produtor, reduzindo o custo de adesão à proteção contra perdas climáticas. Nos últimos anos, porém, o programa vinha perdendo força: segundo o Atlas do Seguro Rural, do próprio Ministério, os recursos executados caíram de R$ 1,15 bilhão em 2021, o maior valor da série, para R$ 565,3 milhões em 2025, o menor nível desde 2019. Para 2026, o orçamento disponibilizado foi de R$ 1,01 bilhão, bem abaixo dos R$ 4 bilhões que entidades do setor apontam como necessários para sustentar o mercado, e que ainda foi reduzido em R$ 536,2 milhões ao longo do ano após cortes no orçamento para cumprimento da meta fiscal.

Como reflexo direto da falta de recursos, a área apoiada pelo programa despencou de 14,01 milhões de hectares em 2021 para 3,2 milhões em 2025, apenas 3,3% da área plantada do país e o pior desempenho da série em dez anos. As principais críticas ao modelo anterior giravam em torno do contingenciamento recorrente das verbas, que impedia produtores e seguradoras de planejar contratações com antecedência, e da insuficiência crônica de recursos frente à demanda do setor.

Performance

Os dados do Ministério da Agricultura confirmam a retração acentuada do mercado de Seguro Rural entre 2024 e 2025. O número de beneficiários caiu de 86.072 para 42.016 (-51,2%) e a quantidade de apólices contratadas despencou de 135.329 para 61.239 (-54,7%). A área total segurada recuou de 7,08 milhões de hectares para 3,18 milhões, uma retração de 55,1%, enquanto o valor subvencionado pelo governo caiu de R$ 1,049 bilhão para R$ 559,8 milhões, queda de 46,7%.

A composição das culturas mais protegidas também mudou. Em 2024, a soja liderava isoladamente o ranking por área segurada, com 4,7 milhões de hectares, seguida por milho 2ª safra (1,2 milhão de hectares), arroz (198,8 mil hectares), milho 1ª safra (195,5 mil hectares) e trigo (172,7 mil hectares). Já em 2025, a soja sofreu a maior retração entre as grandes culturas e caiu para 914,6 mil hectares segurados, perdendo a liderança para o milho 2ª safra (1,4 milhão de hectares); completam a lista trigo (341,2 mil hectares), produtos florestais (92 mil hectares) e sorgo 1ª safra (70,5 mil hectares), que substituíram arroz e milho 1ª safra entre os cinco primeiros.

Ranking UFs

O ranking de estados com maior área segurada também foi reconfigurado. Em 2024, os três líderes eram Paraná (2,11 milhões de hectares), Rio Grande do Sul (1,10 milhão de hectares) e Goiás (903,2 mil hectares). No ano seguinte, o Paraná manteve a liderança, mas com recuo de 40,9%, para 1,25 milhão de hectares. Já o Rio Grande do Sul teve a retração mais severa do grupo: 68,3%, caindo para 349,2 mil hectares e perdendo a segunda posição para Mato Grosso do Sul, cuja área segurada encolheu apenas 37,4%, para 481,3 mil hectares. Goiás ficou em terceiro lugar no ranking de 2025, com queda de 59,1%, para 369,2 mil hectares segurados.
 

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01/10/2026 00:01h

Obrigatoriedade alcança a maior parte dos contribuintes sujeitos ao ISS, enquanto atividades específicas terão prazo até dezembro

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A partir desta quinta-feira (1º), entra em vigor a obrigatoriedade de emissão da Nota Fiscal de Serviço Eletrônica (NFS-e) adaptada às regras da Reforma Tributária sobre o consumo para a maior parte das empresas do setor de serviços sujeitas ao Imposto Sobre Serviços (ISS). Com a mudança, o documento fiscal passa a trazer informações relativas ao Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e à Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS). 

Algumas atividades terão um cronograma específico e só estarão obrigadas a emitir a NFS-e com as novas informações a partir de dezembro, conforme o Ato Conjunto RFB/CGIBS nº 4/2026, divulgado pela Receita Federal e pelo Comitê Gestor do IBS. Entre elas estão:

  • plataformas digitais e serviços por elas intermediados;
  • locações de bens móveis; locações, cessões onerosas e arrendamentos de bens imóveis;
  • transporte coletivo; 
  • taxas e valores condominiais;
  • serviços previstos nos subitens 1.03, 1.05 e 1.09 da Lei Complementar 116/2003;
  • bens imateriais não listados na Lei Complementar 116/2003 e não sujeitos a ICMS;
  • demais serviços não enquadrados nas hipóteses anteriores.

Para as empresas enquadradas no Simples Nacional, a obrigatoriedade de destaque do IBS e da CBS na nota fiscal começa em 1º de janeiro de 2027. 

Como preencher a NFS-e com os novos tributos

O Portal da Nota Fiscal de Serviço Eletrônica disponibiliza notas técnicas com orientações sobre o preenchimento das informações relativas ao IBS e à CBS. O portal também reúne uma página de perguntas e respostas elaborada a partir de dúvidas encaminhadas por municípios e contribuintes. 

Segundo o advogado Gabriel Gravena, membro do Instituto Brasileiro de Direito Tributário (IBDT Jovem), o sistema de emissão da NFS-e conta com um bloco específico para as informações relacionadas ao IBS e à CBS, que ainda passa por ajustes. 

“Nesse bloco, deverão ser inseridos os códigos que identificam qual serviço está sendo prestado, qual é a operação tributável e de que forma essa operação é tratada na legislação do IBS e da CBS”, explica. 

Entre as principais informações que deverão constar nesse bloco estão: 

  • Nomenclatura Brasileira de Serviços (NBS), que identifica o serviço;
  • classificação tributária da operação (cClassTrib), que indica como a operação é tratada pela legislação;
  • valor da operação;
  • alíquotas, que em 2026 têm caráter de teste, de 0,9% para a CBS e 0,1% para o IBS;
  • local da operação.

Nota não será rejeitada por falta de informação do IBS e da CBS

Apesar da nova obrigatoriedade, a NFS-e não será rejeitada automaticamente em 2026 caso os campos relativos ao IBS e à CBS não sejam preenchidos. No entanto, isso não significa que o contribuinte esteja em conformidade com as novas regras. 

“Não existe uma regra de validação que trave a emissão dessa nota sem os campos do IBS e da CBS. Também nada impede de continuar operações que hoje não têm emissão de nota, como locação de bens móveis e imóveis. Mas isso não significa estar em conformidade”, afirma Gravena. 

O tributarista recomenda que as empresas ampliem gradualmente a emissão dos documentos fiscais e, sempre que possível, cumpram integralmente os prazos estabelecidos. A orientação está alinhada ao Programa Nacional de Conformidade Tributária. 

Segundo Gravena, mesmo durante o período de adaptação, as empresas continuam sujeitas à fiscalização e podem ser autuadas em caso de descumprimento das regras de emissão. 

Municípios podem usar emissor próprio

Desde 1º de janeiro de 2026, os municípios são obrigados a permitir que seus contribuintes emitam a NFS-e pelo Emissor Nacional ou, caso mantenham um sistema próprio, a compartilhar as notas emitidas localmente, em leiaute padronizado, com o Ambiente de Dados Nacional (ADN) da NFS-e. 

A prefeitura que optar por manter um emissor próprio, mas não compartilhar as notas no padrão nacional com o ADN, fica sujeita à suspensão de transferências voluntárias da União, conforme previsto nas regras da Reforma Tributária. 

Dados do Portal da NFS-e mostram que 5.571 entes federados já estão integrados ao Ambiente de Dados Nacional. Segundo o portal, a integração alcança 100% da população brasileira, todas as capitais e todos os municípios com mais de 500 mil habitantes. 

A partir de 1º de novembro de 2026, micro e pequenas empresas enquadradas no Simples Nacional deverão emitir a NFS-e exclusivamente pelo Emissor Nacional, assim como já ocorre com os Microempreendedores Individuais (MEIs) desde 2023. Com isso, os sistemas próprios das prefeituras ficam impedidos de autorizar a emissão de NFS-e por empresas do Simples. 

Emissor varia de acordo com o município

Embora o sistema nacional esteja sendo ampliado, os municípios podem manter seus próprios emissores, desde que atendam às regras de compartilhamento e padronização estabelecidas nacionalmente. 

Algumas cidades optaram pela adesão ao Emissor Nacional. É o caso de São José dos Campos, no Vale do Paraíba Paulista; Nova Iguaçu, na Região Metropolitana do Rio de Janeiro; Lucas do Rio Verde, no Norte Mato-Grossense; Recife, em Pernambuco; Ipuiúna, no Sul de Minas Gerais, entre outras. 

Outras localidades mantiveram sistemas próprios. Brasília, por exemplo, continuará utilizando seu próprio ambiente de emissão. Segundo a Secretaria de Economia do Distrito Federal (SEEC), o padrão Abrasf 2.04 deixará de ser aceito e a NFS-e deverá ser emitida no Padrão Nacional por meio do novo sistema. 

A capital paulista também manteve seu emissor próprio. A Secretaria Municipal da Fazenda de São Paulo informa que o leiaute atual da NFS-e foi alterado para incluir os campos adicionais referentes aos novos tributos da Reforma Tributária sobre o consumo. 

Diante das diferenças entre os municípios, a orientação é que o contribuinte verifique diretamente com a prefeitura qual sistema deve utilizar. 

VEJA MAIS:

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30/09/2026 23:00h

Açúcar e milho recuam no estado de SP

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O preço do café arábica abre esta quinta-feira (1º) em alta de 0,82%, com a saca de 60 kg negociada a R$ 1.576,85 na cidade de São Paulo.

O café robusta teve alta de 1,90%, sendo comercializado a R$ 985,47.


INDICADOR DO CAFÉ ARÁBICA CEPEA/ESALQ

Data Valor R$ Var./Dia Var./Mês Valor US$
30/09/2026 1.576,85 0,82% -9,81% 304,82
29/09/2026 1.564,02 0,48% -10,55% 299,85
28/09/2026 1.556,57 1,19% -10,97% 298,25
25/09/2026 1.538,29 1,42% -12,02% 296,40
24/09/2026 1.516,81 0,25% -13,25% 292,14

 

INDICADOR DO CAFÉ ROBUSTA CEPEA/ESALQ

Data Valor R$ Var./Dia Var./Mês Valor US$
30/09/2026 985,47 1,90% -3,59% 190,50
29/09/2026 967,14 0,39% -5,38% 185,42
28/09/2026 963,39 1,12% -5,75% 184,59
25/09/2026 952,72 1,18% -6,79% 183,57
24/09/2026 941,57 0,34% -7,88% 181,35

 

O preço do açúcar cristal apresenta baixa de 0,12% na capital de São Paulo. A saca de 50 kg é cotada a R$ 121,12. 

 

INDICADOR DO AÇÚCAR CRISTAL BRANCO CEPEA/ESALQ - SÃO PAULO

Data Valor R$* Var./Dia Var./Mês Valor US$*
30/09/2026 121,12 -0,12% 6,48% 23,41
29/09/2026 121,27 0,86% 6,61% 23,25
28/09/2026 120,24 -0,32% 5,71% 23,04
25/09/2026 120,62 -0,42% 6,04% 23,24
24/09/2026 121,13 0,87% 6,49% 23,33

 

Em Santos (SP), declínio de 1,29%, e a mercadoria é negociada a R$ 125,62 na média de preços sem impostos.

 

Indicador Açúcar Cristal - Santos (FOB)

Data Valor R$* Var./Dia Var./Mês Valor US$*
30/09/2026 125,62 -1,29% -1,77% 24,25
29/09/2026 127,26 0,55% -0,49% 24,38
28/09/2026 126,56 0,27% -1,04% 24,28
25/09/2026 126,22 -0,25% -1,31% 24,28
24/09/2026 126,53 -0,23% -1,06% 24,43

 

A saca de 60 kg do milho, por sua vez, é vendida a R$ 68,67 após baixa de 0,77%.

 

Data Valor R$* Var./Dia Var./Mês Valor US$*
30/09/2026 68,67 -0,77% -2,22% 13,28
29/09/2026 69,20 -0,40% -1,47% 13,27
28/09/2026 69,48 -0,24% -1,07% 13,31
25/09/2026 69,65 -0,23% -0,83% 13,42
24/09/2026 69,81 -0,01% -0,60% 13,45

 

Os dados são do Cepea.

 

Diferença entre café arábica e café robusta: características, uso e regiões produtoras

Café arábica e café robusta são as duas principais variedades cultivadas e comercializadas no Brasil, ambas medidas em sacas de 60 kg.

O café arábica (conhecido também como café Conilon, em algumas regiões) tem sabor mais suave, menor teor de cafeína e alta qualidade sensorial, sendo preferido em cafeterias especializadas e nas exportações de cafés premium. Representa cerca de 70% da produção brasileira, com destaque para estados como Minas Gerais e São Paulo.

O café robusta, por sua vez, possui sabor mais amargo, maior concentração de cafeína e corpo mais intenso. É amplamente utilizado na produção de café solúvel e blends comerciais. Seus principais polos produtores são o Espírito Santo e Rondônia, e seu preço costuma ser mais baixo em comparação ao arábica, por conta do perfil mais industrial. 

Como é calculada a saca de açúcar cristal?

A saca de açúcar cristal no Brasil é padronizada em 50 quilos, especialmente para comercialização no mercado atacadista e para uso na indústria alimentícia. Essa unidade de medida é adotada pelo Cepea/Esalq-USP, principal fonte de cotações diárias do açúcar cristal no país.

Qual o peso da saca de milho no Brasil?

A saca de milho equivale a 60 kg de grãos, mesmo padrão utilizado para soja e trigo. Essa medida é oficializada por instituições como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Cepea, sendo amplamente usada em negociações e relatórios de preço do milho.

 

 

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30/09/2026 22:00h

Boi gordo avança em SP enquanto frango e suíno mantém estabilidade de preços

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O preço do boi gordo apresenta alta de 0,34% nesta quinta-feira (1º). Em São Paulo, a arroba é negociada a R$ 364,30.

 

INDICADOR DO BOI GORDO CEPEA/ESALQ

Data Valor R$* Var./Dia Var./Mês Valor US$*
30/09/2026 364,30 0,34% 5,78% 70,42
29/09/2026 363,05 0,86% 5,42% 69,60
28/09/2026 359,95 0,32% 4,52% 68,97
25/09/2026 358,80 0,17% 4,18% 69,13
24/09/2026 358,20 0,22% 4,01% 68,99

 

Preço do frango congelado e frango resfriado

No mercado de frango, as cotações nas regiões da Grande São Paulo, São José do Rio Preto e Descalvado registram o quilo do produto congelado a R$ 8,30 e o do resfriado a R$ 8,31.

 

PREÇOS DO FRANGO CONGELADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP

Data Valor R$ Var./Dia Var./Mês
30/09/2026 8,30 -0,12% 13,39%
29/09/2026 8,31 0,00% 13,52%
28/09/2026 8,31 0,00% 13,52%
25/09/2026 8,31 -0,12% 13,52%
24/09/2026 8,32 0,00% 13,66%

 

PREÇOS DO FRANGO RESFRIADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP

Data Valor R$ Var./Dia Var./Mês
30/09/2026 8,31 0,36% 13,99%
29/09/2026 8,28 0,00% 13,58%
28/09/2026 8,28 0,00% 13,58%
25/09/2026 8,28 -0,24% 13,58%
24/09/2026 8,30 -0,60% 13,85%

 

Preço da carcaça suína especial e suíno vivo

A carcaça suína especial apresenta estabilidade nos atacados da Grande São Paulo, onde o quilo custa R$ 8,50. 

Entre os estados analisados, o suíno vivo registra o menor preço em Santa Catarina, onde o animal é comercializado a R$ 5,25.

 

PREÇOS DA CARCAÇA SUÍNA ESPECIAL (R$/kg)

Data Média Var./Dia Var./Mês
30/09/2026 8,50 0,00% 16,28%
29/09/2026 8,50 0,35% 16,28%
28/09/2026 8,47 2,79% 15,87%
25/09/2026 8,24 1,48% 12,72%
24/09/2026 8,12 0,00% 11,08%

 

INDICADOR DO SUÍNO VIVO CEPEA/ESALQ (R$/kg)

Data Estado Valor R$* Var./Dia Var./Mês
30/09/2026 MG - posto 6,14 0,16% 22,31%
30/09/2026 PR - a retirar 5,37 0,00% 19,60%
30/09/2026 RS - a retirar 5,27 0,57% 16,08%
30/09/2026 SC - a retirar 5,25 0,77% 14,88%
30/09/2026 SP - posto 5,78 0,00% 19,67%

 

Os dados são do Cepea.

 

O que é o boi gordo? Entenda o termo do mercado bovino

O boi gordo é o bovino macho pronto para o abate, com peso mínimo de 16 arrobas líquidas de carcaça (aproximadamente 240 kg) e até 42 meses de idade. Atende aos padrões do mercado nacional e internacional, incluindo exportações para Europa, China e cota Hilton.

Diferenças entre frango congelado e frango resfriado

O frango congelado passa por congelamento rápido, com temperaturas abaixo de -12°C, garantindo maior vida útil para armazenamento e transporte a longas distâncias.

Já o frango resfriado é mantido entre 0°C e 4°C, com validade de 5 a 7 dias, oferecendo textura e sabor mais próximos do fresco, ideal para consumidores exigentes e restaurantes.


 

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30/09/2026 21:00h

Soja e trigo abrem em alta no Sul do país

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A saca de 60 quilos da soja inicia a quinta-feira (1º) em alta no interior do Paraná e na região litorânea de Paranaguá. 

No mercado paranaense, o grão apresenta alta de 0,66%, com a saca negociada a R$ 154,91. Em Paranaguá, alta de 0,18%, levando a cotação para R$ 161,56.

 

INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANÁ

Data Valor R$* Var./Dia Var./Mês Valor US$*
30/09/2026 154,91 0,66% 2,38% 29,95
29/09/2026 153,90 0,27% 1,71% 29,51
28/09/2026 153,49 -0,58% 1,44% 29,41
25/09/2026 154,38 -0,47% 2,03% 29,75
24/09/2026 155,11 0,03% 2,51% 29,87

 

INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANAGUÁ 

Data Valor R$* Var./Dia Var./Mês Valor US$*
30/09/2026 161,56 0,18% 1,33% 31,23
29/09/2026 161,27 0,52% 1,15% 30,92
28/09/2026 160,43 -0,35% 0,62% 30,74
25/09/2026 161,00 -0,52% 0,98% 31,02
24/09/2026 161,84 0,12% 1,51% 31,17

 

Trigo

Preço do trigo avança no Rio Grande do Sul e no Paraná. 

No Paraná, a tonelada do cereal é comercializada a R$ 1.544,33. No Rio Grande do Sul, o produto é vendido a R$ 1.450,60.

 

PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - RIO GRANDE DO SUL

Data Valor R$/t* Var./Dia Var./Mês Valor US$/t*
30/09/2026 1.450,60 0,21% 7,53% 280,42
29/09/2026 1.447,51 0,02% 7,30% 277,51
28/09/2026 1.447,18 0,71% 7,27% 277,29
25/09/2026 1.437,03 0,31% 6,52% 276,88
24/09/2026 1.432,54 1,00% 6,19% 275,91

 

PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - PARANÁ

Data Valor R$/t* Var./Dia Var./Mês Valor US$/t*
30/09/2026 1.544,33 0,49% 6,04% 298,54
29/09/2026 1.536,73 0,46% 5,51% 294,62
28/09/2026 1.529,62 -0,57% 5,03% 293,09
25/09/2026 1.538,40 -0,07% 5,63% 296,42
24/09/2026 1.539,43 0,38% 5,70% 296,50

 

Os dados são do Cepea.

 

O que é uma saca de soja ou de trigo? Entenda a unidade de medida no mercado de grãos

A saca de soja e a saca de trigo são as principais unidades de comercialização de grãos no Brasil. Cada saca equivale a 60 quilos, padrão adotado por órgãos oficiais como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

Esse formato padronizado facilita o comércio da soja e do trigo, além de permitir um acompanhamento mais preciso das cotações e variações de preços no mercado nacional.

 

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30/09/2026 18:37h

Feira segue até sexta-feira (2), em São Paulo; secretário nacional de Políticas de Turismo relaciona crescimento do setor à atuação dos profissionais que atendem os visitantes

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A 53ª ABAV Expo teve início nesta quarta-feira (30), em São Paulo, reunindo representantes do setor de viagens e turismo e destacando os resultados alcançados pela atividade em 2026. Entre os números apresentados estão recordes na aviação doméstica e no turismo corporativo. O evento também colocou em evidência a atuação dos agentes de viagens na cadeia do setor.

Representando o ministro do Turismo, Gustavo Feliciano, o secretário nacional de Políticas de Turismo, Augusto Rocha, afirmou que o crescimento da atividade amplia as oportunidades para trabalhadores e empreendedores dos destinos brasileiros.

“O turismo brasileiro, agora, de fato, está em outro patamar. Subimos de nível, mas queremos muito mais. E temos trabalhado todos os dias para melhorar os nossos atrativos e trazer mais pessoas para os destinos do país”, destacou o secretário.

Recordes no turismo

O Brasil recebeu mais de 9 milhões de turistas internacionais em 2025. De janeiro a agosto de 2026, foram 6,45 milhões de chegadas de estrangeiros. No mercado interno, a aviação doméstica transportou 68 milhões de passageiros nos oito primeiros meses deste ano, recorde para o período. O turismo corporativo também atingiu uma marca histórica, com movimentação de R$ 9,75 bilhões.

Ao comentar os resultados, Rocha atribuiu parte do desempenho à atuação dos profissionais que trabalham diretamente com os turistas.

“São mais de 2 milhões de pessoas empregadas no turismo. É o agente de viagem que transforma o desejo do turista em realidade. É o guia de turismo que conta a história da nossa gente com paixão. É o motorista, o receptivo, a camareira do hotel, o chefe de cozinha, o cozinheiro do restaurante, o artesão, o ambulante, os povos originários, as comunidades tradicionais que dão alma à identidade e sustentabilidade do nosso setor,” enfatizou o secretário.

Integração do setor

A presidente da Associação Brasileira de Agências de Viagens (ABAV Nacional), Ana Carolina Medeiros, destacou a relação entre os diferentes segmentos do turismo e afirmou que a realização de grandes eventos também movimenta a economia dos destinos.

“Um evento do tamanho da ABAV Expo não movimenta apenas um pavilhão. Movimenta hotéis, restaurantes, transporte e comércio. Um grande evento também é um evento turístico”, afirmou. “Nenhum elo dessa cadeia existe sozinho. O turismo só é verdadeiramente forte quando toda a sua cadeia é forte”, concluiu.

VEJA MAIS:

Após a solenidade de abertura, as autoridades participaram do corte da fita e percorreram os pavilhões do Expo Center Norte, onde ocorre a 53ª edição da ABAV Expo.

O evento reúne agentes de viagens, expositores nacionais e internacionais, companhias aéreas, redes hoteleiras e destinos de todo o país. A programação segue até sexta-feira (2) e é considerada a maior do mercado de viagens e turismo da América Latina.

O Ministério do Turismo mantém um estande no evento com ações e atendimentos institucionais. Entre as atividades previstas está um workshop técnico sobre o uso de dados territoriais e variáveis climáticas no planejamento do turismo sustentável.

A pasta também apresenta uma exposição fotográfica voltada ao ecoturismo e à conservação ambiental, com destaque para as rotas integradas da Rede Nacional de Trilhas de Longo Curso e Conectividade (Sintrilhas).
 

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30/09/2026 17:00h

Volume total negociado na B3 foi de R$ 28.104.937.110,00, em meio a 3.796.876 de negócios

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O Ibovespa, principal índice da bolsa paulista, subiu 1,59%, atingindo 186.752,25 pontos, segundo dados preliminares. Com o resultado desta quarta-feira (30), a B3 acumulou alta de 5,26% em setembro e de 8,56% no terceiro trimestre. Em 2026, o ganho acumulado é de 15,90%.

A alta do indicador ao longo da sessão foi sustentada pelo cenário internacional. O Índice de Preços de Consumo Pessoal (PCE) de agosto nos Estados Unidos registrou variação inferior à estimada por analistas, o que diminuiu as chances de novas altas na taxa de juros pelo Federal Reserve (Fed) e estimulou a entrada de recursos no mercado brasileiro.

O resultado do PCE aliviou as projeções para os juros globais, garantindo um pregão de ganhos concentrados principalmente nos setores de consumo, finanças e commodities.

 

Varejo e bancos lideram os ganhos

Com a perspectiva de juros globais menos pressionados, as empresas voltadas ao mercado interno figuraram entre os principais destaques de alta da sessão:

  • Varejo e Consumo: Magazine Luiza (MGLU3) e C&A (CEAB3) registraram valorizações expressivas, impulsionadas pela melhora nas projeções para o crédito e o consumo.
  • Setor Financeiro: Os grandes bancos acompanharam o otimismo do mercado, com Itaú (ITUB4) e Bradesco (BBDC4) sustentando alta firme ao longo do dia.

 

Petroleiras acompanham alta do petróleo

O setor de petróleo também contribuiu para o desempenho positivo do Ibovespa, sustentado pela leve recuperação nos preços internacionais do barril. Papéis de peso no índice, como Petrobras (PETR4) e Prio (PRIO3), fecharam o dia no campo positivo, alinhados ao movimento do mercado global de commodities.

 

Maiores altas e quedas 

Ações em alta no Ibovespa

  • Fiset Pesca FISET FSPE Pfd (FSPE11F) +38,89
  • Fiset Fl Ref Pfd (FSRF11F) +28,57%

Ações em queda no Ibovespa

  • Sequoia Logistica e Transportes SA (SEQL3) -14,29%
  • Sequoia Logistica e Transportes SA (SEQL3F) -12,50%

 

Volume total negociado na B3 foi de R$ 28.104.937.110,00, em meio a 3.796.876 de negócios.

Os dados da bolsa podem ser consultados no site da B3.  
 

O que é o Ibovespa e como ele funciona?

O Ibovespa (Índice Bovespa) é o principal indicador do mercado acionário brasileiro. Calculado pela B3, ele reflete a média do desempenho das ações mais negociadas na bolsa, com base em critérios de volume e liquidez. O índice é composto por uma carteira teórica de ativos, que representa cerca de 80% do volume financeiro total negociado no mercado.

O que é a B3, a bolsa de valores do Brasil?

A B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) é a bolsa de valores oficial do Brasil, sediada em São Paulo. É responsável pela negociação de ações, derivativos, títulos públicos e privados, câmbio e outros ativos financeiros. A B3 está entre as maiores bolsas do mundo em infraestrutura e valor de mercado.   

 

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30/09/2026 06:00h

Os pagamentos são realizados preferencialmente na Poupança CAIXA ou conta CAIXA Tem

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A CAIXA finaliza nesta quarta-feira (30), o pagamento do Bolsa Família referente ao mês de setembro para os beneficiários com o Número de Identificação Social (NIS) terminado em 0.

Os pagamentos são realizados preferencialmente na Poupança CAIXA ou conta CAIXA Tem. Com a conta CAIXA Tem, os beneficiários podem pagar contas e fazer transferências diretamente pelo aplicativo no celular.

O valor também pode ser movimentado com o cartão de débito da conta em comércios, Unidades Lotéricas, Correspondentes CAIXA Aqui, terminais de autoatendimento e Agências da CAIXA. Além disso, é possível realizar saques sem cartão nos terminais de autoatendimento e Unidades Lotéricas, utilizando a identificação biométrica previamente cadastrada em uma agência da CAIXA.

Para baixar os aplicativos CAIXA Tem e Bolsa Família, basta acessar a loja de aplicativos do seu smartphone. É gratuito.
 

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