VoltarRio Grande do Sul e Santa Catarina terão pancadas de chuva com trovoadas
Baixar áudioO domingo (2) será marcado por muita nebulosidade em toda a Região Sul. No Rio Grande do Sul e em Santa Catarina, a previsão indica pancadas de chuva acompanhadas de trovoadas isoladas em grande parte dos estados. No Paraná, o céu permanece com muitas nuvens, com possibilidade de chuva isolada em parte do território, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
No Rio Grande do Sul, o domingo será de muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas isoladas na maior parte do estado. No Sul e no Sudoeste, a chuva ocorre de forma isolada, enquanto o extremo sul terá apenas muitas nuvens. Em Porto Alegre, a temperatura varia entre 16°C e 20°C, com pancadas de chuva e trovoadas isoladas.
Em Santa Catarina, a instabilidade predomina em praticamente todo o estado, com pancadas de chuva e trovoadas isoladas do Oeste ao Sul Catarinense. No Litoral Norte, há previsão de pancadas de chuva, enquanto o Norte do estado terá apenas muitas nuvens. Em Florianópolis, os termômetros variam entre 18°C e 22°C, com pancadas de chuva e trovoadas isoladas.
No Paraná, o céu permanece com muitas nuvens na maior parte do estado, com possibilidade de pancadas de chuva isoladas entre o Oeste e o Norte Central. Em Curitiba, a mínima será de 14°C e a máxima de 25°C, com predomínio de muitas nuvens.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA massa de ar seco mantém o tempo estável em grande parte da Região Centro-Oeste neste domingo (2). A previsão indica poucas nuvens no Distrito Federal e em Goiás, enquanto Mato Grosso e Mato Grosso do Sul apresentam maior cobertura de nuvens, com chuva concentrada em áreas do oeste, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
No Distrito Federal, Brasília terá poucas nuvens, com mínima de 13°C e máxima de 27°C.
Em Goiás, a previsão é de poucas nuvens em todo o estado. Na capital, Goiânia, os termômetros variam entre 14°C e 30°C.
Em Mato Grosso, Cuiabá registra muitas nuvens, com temperaturas entre 26°C e 37°C. Apenas o oeste e o sudoeste do estado têm previsão de pancadas de chuva isoladas, enquanto nas demais áreas predominam muitas nuvens.
Em Mato Grosso do Sul, Campo Grande terá muitas nuvens, com mínima de 17°C e máxima de 32°C. A possibilidade de chuva fica restrita ao sudoeste do estado. Nas demais regiões, a previsão é de muitas nuvens.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA Região Sudeste inicia o domingo (2) sob influência de uma massa de ar seco, que favorece a estabilidade atmosférica e mantém o predomínio de poucas nuvens na maior parte dos estados, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Em São Paulo, a capital terá mínima de 14°C e máxima de 27°C, com poucas nuvens. A mesma condição deve predominar nas regiões do interior, litoral e Vale do Paraíba.
No Rio de Janeiro, a capital registra mínima de 15°C e máxima de 30°C, também com poucas nuvens. O tempo permanece estável nas regiões Serrana, Norte Fluminense e Costa Verde.
Em Minas Gerais, Belo Horizonte terá mínima de 10°C e máxima de 27°C, com poucas nuvens. A previsão se estende ao Triângulo Mineiro, Sul de Minas, Zona da Mata e Norte de Minas.
No Espírito Santo, Vitória terá mínima de 18°C e máxima de 27°C, com muitas nuvens. A maior cobertura de nebulosidade também é prevista para o litoral, o norte e o noroeste capixaba.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o textoChuva segue concentrada no oeste da região e Tocantins terá tempo firme
Baixar áudioA Região Norte terá condições variadas de tempo neste domingo (2). A chuva mais intensa permanece concentrada no oeste da região, enquanto o Tocantins continua sob influência de ar mais seco, favorecendo o tempo firme, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
No Acre, a previsão é de muitas nuvens, pancadas de chuva e trovoadas isoladas em todo o estado. Em Rio Branco, a temperatura varia entre 21°C e 31°C.
Em Rondônia, o cenário também é de muitas nuvens, pancadas de chuva e trovoadas isoladas em todas as regiões. Porto Velho terá mínima de 24°C e máxima de 32°C.
No Amazonas, o céu permanece com muitas nuvens e chuva isolada na maior parte do estado. Em Manaus, os termômetros variam entre 25°C e 34°C.
Em Roraima, o predomínio será de muitas nuvens em todo o estado. Em Boa Vista, a mínima prevista é de 25°C e a máxima de 34°C.
No Pará, há possibilidade de chuva isolada no Nordeste Paraense, no Marajó e na Região Metropolitana de Belém. Nas demais áreas, a previsão é de muitas nuvens. Em Belém, a temperatura varia entre 24°C e 34°C.
No Amapá, são esperadas muitas nuvens com possibilidade de chuva isolada em todo o estado. Em Macapá, os termômetros ficam entre 25°C e 34°C.
No Tocantins, o tempo permanece firme, com predomínio de poucas nuvens em todas as regiões. Em Palmas, a mínima será de 20°C e a máxima de 34°C.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA previsão indica que o domingo (2) será de maior nebulosidade no litoral do Nordeste, com possibilidade de chuva isolada em parte da costa. No interior da região, o tempo permanece mais estável, com poucas nuvens e calor, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Na Bahia, Salvador terá muitas nuvens com possibilidade de chuva isolada, com temperaturas entre 23°C e 27°C. A condição se concentra no litoral e no Recôncavo, enquanto o interior do estado terá predomínio de poucas nuvens.
Em Sergipe, Aracaju registra muitas nuvens com possibilidade de chuva isolada, com mínima de 23°C e máxima de 26°C. A previsão se estende ao estado.
Em Alagoas, Maceió terá muitas nuvens com possibilidade de chuva isolada, com temperaturas entre 21°C e 26°C. O cenário também predomina nas demais regiões alagoanas.
Em Pernambuco, Recife terá céu claro, com mínima de 23°C e máxima de 30°C. Na Zona da Mata há possibilidade de chuva isolada, enquanto o Agreste e o Sertão permanecem com muitas nuvens.
Na Paraíba, João Pessoa terá muitas nuvens com possibilidade de chuva isolada, com temperaturas entre 22°C e 28°C. Nas demais regiões do estado, o predomínio será de muitas nuvens.
No Rio Grande do Norte, Natal registra muitas nuvens com possibilidade de chuva isolada, com mínima de 23°C e máxima de 28°C. No interior potiguar, a previsão é de muitas nuvens.
No Ceará, Fortaleza terá muitas nuvens, com temperaturas entre 25°C e 31°C. A condição também prevalece nas demais regiões do estado.
No Piauí, Teresina terá poucas nuvens, com mínima de 25°C e máxima de 35°C. O tempo firme predomina em todo o estado.
No Maranhão, São Luís terá muitas nuvens com possibilidade de chuva isolada, com temperaturas entre 25°C e 32°C. A instabilidade se concentra no litoral, enquanto o interior permanece com muitas nuvens.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioO Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) está atrasado com o pagamento de cerca de R$ 141 milhões do Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR) às seguradoras referentes a apólices contratadas em 2025. É o que aponta uma nota técnica de julho do Observatório do Crédito e Seguro Rural (OCSR), da Fundação Getúlio Vargas Agro (FGV Agro).
O estudo aponta que os atrasos nos pagamentos podem provocar um efeito em cadeia que vai muito além das seguradoras. A falta de previsibilidade nos repasses do governo federal coloca em risco o funcionamento do programa e pode resultar em seguros mais caros e menor acesso dos produtores à proteção contra perdas climáticas.
Quando um produtor rural contrata um seguro pelo PSR, o governo arca, em média, com 30% do prêmio das apólices. Em 2025, 64,1 mil contratos foram fechados pelo programa, a maior parte para soja. Mas os valores podem levar até 180 dias para serem repassados às seguradoras, que acabam precisando arcar com as despesas, ainda que temporárias, da operação.
Como resultado, o esutdo explica que as empresas do ramo acabam revendo suas estratégias de negócio. As diferentes práticas acabam impactando principalmente o cliente final, ou seja, os produtores. São elas:
Para piorar, o desenho contratual do PSR permite que as seguradoras cobrem dos agropecuaristas os valores que competem ao governo. Com os cortes orçamentários realizados neste ano para o programa, que caiu de R$ 1,01 bilhão para R$ 473,8 milhões, a FGV Agro destaca que fica ainda mais difícil a quitação dos pagamentos pendentes.
A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) avalia que o panorama tende a agravar um momento já bastante delicado para o agronegócio nacional. Além do endividamento rural e das margens de produção comprimidas, as projeções climáticas indicam a possibilidade de ocorrência de um El Niño de intensidade muito forte nos próximos meses. Com os produtores dessegurados, a perspectiva de perdas aumenta ainda mais.
Para reduzir o risco institucional do PSR, a FGV Agro recomenda:
Na conclusão, o Observatório afirma que a previsibilidade é fundamental para manter a confiança no programa e garantir que o seguro rural continue sendo um instrumento de gestão de risco para o produtor, em vez de ampliar a insegurança financeira em anos de maior ocorrência de eventos climáticos.
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Baixar áudioEm meio aos esforços para ampliar a presença brasileira em novos mercados internacionais, Brasil e Coreia do Sul avançaram nas negociações para fortalecer o comércio bilateral e ampliar investimentos entre os dois países. A estratégia foi reforçada na última terça-feira (28), durante o Brazil-Korea Business Roundtable, promovido pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) em parceria com a Federação de Indústrias Coreanas (FKI), em São Paulo.
O encontro reuniu o vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, o presidente da Coreia do Sul, Lee Jae Myung, o presidente da ApexBrasil, Laudemir Müller, além de representantes do governo e lideranças empresariais dos dois países. O objetivo foi ampliar as relações econômicas e identificar novas oportunidades de negócios em setores considerados estratégicos para as duas economias.
A aproximação ganha relevância diante da estratégia brasileira de diversificar os destinos das exportações e reduzir a concentração das vendas externas em poucos mercados. Atualmente, a corrente de comércio entre Brasil e Coreia do Sul movimenta cerca de US$ 11 bilhões, mas o Brasil responde por apenas 1% das importações sul-coreanas, índice considerado abaixo do potencial da relação bilateral.
Segundo o presidente da ApexBrasil, Laudemir Müller, a expectativa é ampliar a presença dos produtos brasileiros no mercado asiático e abrir novas oportunidades para diferentes setores da economia.
“No setor do agronegócio, no anúncio da abertura do mercado de carnes, vamos continuar com as frutas, com o café, com as nossas outras proteínas. Forte também na área de minerais raros, eles são o segundo maior produtor de semicondutores que a gente vai avançar muito com eles. E também na área de indústria, o setor farmacêutico, o setor de TI e também, principalmente, o setor da nossa indústria aeronáutica e também na indústria de defesa. Então foi um grande fórum empresarial realizado pela ApexBrasil pra gente diversificar ainda mais as exportações do nosso país.”
Entre as oportunidades apontadas durante o fórum estão a ampliação das exportações brasileiras de proteínas animais, frutas, café, etanol e biocombustíveis, além do fortalecimento da cooperação em minerais críticos, semicondutores, inteligência artificial, indústria farmacêutica, aeroespacial e defesa. A Coreia do Sul é atualmente a 13ª maior economia do mundo e o 11º maior importador global, sendo considerada um mercado estratégico para a expansão do comércio exterior brasileiro.
O encontro também resultou na assinatura de seis memorandos de entendimento entre empresas e instituições brasileiras e sul-coreanas. Os acordos abrangem áreas como promoção comercial, inovação tecnológica, pesquisa, saúde, indústria aeroespacial e defesa, fortalecendo a cooperação econômica entre os dois países.
Para o setor produtivo, o diálogo entre governos e empresas contribui para reduzir barreiras comerciais e ampliar investimentos brasileiros no exterior. O diretor de Relações Institucionais da Ambev, Rodrigo Moccia, destacou a importância da aproximação para empresas que já atuam internacionalmente.
"É uma alegria para a Ambev, uma empresa brasileira que tem operação no mundo inteiro, que gera emprego e renda localmente, poder discutir com governo de outros países, com outros empresários um pouco dos desafios que as empresas brasileiras enfrentam fora do país. Foi mais um sucesso. O presidente da Coreia esteve reunido conosco por mais de uma hora falando um pouco sobre as oportunidades de investimento lá e os desafios que a gente pode superar. Então super obrigado à Apex pelo convite. Contem com a Ambev nos próximos encontros”, destacou.
A realização do fórum ocorreu cinco meses após a missão empresarial organizada pela ApexBrasil em Seul, que reuniu cerca de 450 empresários brasileiros e sul-coreanos. A visita do presidente Lee Jae Myung ao Brasil e a assinatura de sete memorandos de cooperação entre os governos, em Brasília, reforçam o movimento de aproximação entre os dois países e a estratégia brasileira de ampliar mercados para suas exportações, atrair investimentos e fortalecer a inserção do país nas cadeias globais de valor.
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Baixar áudioEmpresárias, executivas e profissionais que desejam alcançar cargos de liderança poderão participar, no próximo dia 4 de agosto, às 19h, da primeira edição do Bate-papo com Elas, webinar gratuito e ao vivo promovido pelo Instituto Euvaldo Lodi (IEL). A iniciativa busca fortalecer a liderança feminina na indústria, ampliar redes de relacionamento e incentivar o desenvolvimento profissional das participantes.
Com o tema "Acelerando carreiras femininas: preparando mulheres para a alta liderança", o encontro inaugura uma série de debates voltados à troca de experiências entre mulheres que ocupam ou almejam posições estratégicas no mercado.
Segundo a superintendente do IEL, Sarah Saldanha, a proposta é criar um espaço de diálogo, inspiração e troca de experiências.
"O Bate-papo com Elas tem o objetivo de conectar, inspirar e fortalecer uma rede de mulheres que já estejam em posição de liderança ou que estejam direcionando suas carreiras para essas posições. A ideia é compartilhar experiências, desafios e aprendizados que fazem parte do dia a dia da mulher no mundo corporativo", afirma.
Além da troca de experiências, o webinar pretende estimular o networking entre as participantes, favorecendo novas oportunidades de negócios e ampliando o protagonismo feminino nos espaços de decisão.
O evento é voltado tanto para mulheres que já ocupam cargos de liderança — como executivas, empresárias e proprietárias de negócios — quanto para profissionais que estão em processo de transição de carreira ou que almejam assumir funções de gestão.
Ao longo da série de encontros, serão debatidos temas como desenvolvimento de carreira, gestão, inovação, empreendedorismo, diversidade e construção de redes de apoio. “Portanto, este webinar é voltado a mulheres em qualquer um dos momentos da carreira”, destaca Sarah Saldanha.
A primeira edição contará com a participação da executiva e palestrante Maiara Liberato, profissional com mais de 26 anos de experiência. Pesquisadora, mentora, inventora, comunicadora e consultora, ela já impactou mais de seis milhões de pessoas por meio de projetos, palestras e mentorias. É fundadora e CEO da EQWETI, startup de educação voltada à construção de cultura organizacional, e integra grupos de pesquisa dedicados ao desenvolvimento humano, relações familiares, gênero e masculinidades.
A mediação será feita pela diretora de Governança Interna e Externa da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Danusa Lima. O webinar terá duração aproximada de uma hora.
As inscrições estão abertas até 3 de agosto e podem ser feitas por meio do preenchimento de formulário.
Para Sarah Saldanha, embora a participação das mulheres em cargos de liderança venha crescendo e haja um esforço crescente de empresas e entidades empresariais para ampliar essa presença, elas ainda permanecem sub-representadas nos níveis mais altos de decisão.
Segundo a superintendente, fatores culturais continuam sendo alguns dos principais obstáculos para esse avanço.
“São vieses inconscientes que trazemos em toda a nossa trajetória de carreira e de vida e reproduzimos dia após dia. Então iniciativas como essas são fundamentais para acelerar a participação da mulher em posições de liderança”, ressalta.
O Bate-papo com Elas integra a Academia de Líderes IEL e faz parte do eixo de Gestão Empresarial do LiderA – Programa de Liderança Feminina da Indústria.
A iniciativa do Fórum Nacional da Mulher Empresária (FNME), coordenado pela CNI, busca fortalecer a presença feminina na indústria por meio da conexão entre lideranças, da disseminação de boas práticas e do incentivo ao empreendedorismo feminino.
O programa tem como objetivo concentrar, em uma única plataforma, todas as ações do Sistema Indústria destinadas às mulheres, organizadas nos eixos de competitividade, gestão, inovação e negócios. A proposta é ampliar a capilaridade das ações, fortalecer uma comunidade nacional de lideranças femininas e dar visibilidade aos resultados alcançados.
Com isso, o Bate-papo com Elas passa a integrar o portfólio nacional de iniciativas do IEL voltadas ao desenvolvimento de lideranças femininas, ao lado do Programa de Educação Executiva Global – Liderança Feminina e do Programa de Mentoria para Mulheres.
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Baixar áudioAs despesas públicas primárias dos estados da Região Norte somaram R$ 88,6 bilhões entre 1º de janeiro e 28 de julho de 2026, segundo a plataforma Gasto Brasil, desenvolvida pela Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB) em parceria com a Associação Comercial de São Paulo (ACSP). Confira os gastos, estado a estado.
Com mais de 830 mil habitantes, as despesas públicas do Acre alcançaram R$ 7,8 bilhões no período. O total corresponde a 29% do Produto Interno Bruto (PIB) do estado em 2025, estimado em R$ 26,2 bilhões, e equivale a uma despesa per capita de aproximadamente R$ 9,2 mil.
O Amapá registrou gasto público de R$ 5,7 bilhões, o que equivale a R$ 7,5 mil por cada um dos 733,7 mil habitantes. Até a data do levantamento, o Gasto Brasil representou cerca de 20% do PIB do estado em 2025, que foi de mais de R$ 28 bilhões.
No maior estado do Brasil em área, as despesas somaram R$ 17,1 bilhões, o equivalente a 10,5% do PIB estadual no ano passado (R$ 161,7 bilhões). O gasto per capita amazonense foi de aproximadamente R$ 4,2 mil, com base em uma população de 3,9 milhões de habitantes.
No Pará, os gastos alcançaram R$ 31,3 bilhões, valor equivalente a 12% do PIB estadual de 2025 (R$ 254,5 bilhões). A despesa per capita foi de cerca de R$ 3,7 mil, considerando uma população de 8,1 milhões de habitantes.
Para Leonardo Pinheiro, presidente da Federação das Associações Comerciais e Empresariais do estado do Pará (FACIAPA), o painel tem grande potencial como norteador de políticas públicas eficientes. “É um método de fazer planejamento a longo prazo, eficaz nas definições de prioridades nacionais, estaduais e municipais. E aí nós vamos para vários âmbitos: educação, saúde, infraestrutura, segurança, orçamento baseado em resultado, avaliar programas públicos pelo impacto”, comentou o dirigente.
Rondônia
Já Rondônia, com cerca de 1,5 milhão de habitantes, registrou despesas que atingiram R$ 10,6 bilhões entre janeiro e julho de 2026. O montante representa uma despesa per capita de aproximadamente R$ 6,5 mil e aproximadamente 14% em relação ao PIB local do ano passado (R$ 76,4 bilhões).
Kelly Naahmara, presidente da Federação das Associações Comerciais e Empresariais de Rondônia (FACER), apontou que o crescimento do país só será possível com iniciativas como o Gasto Brasil. “Para que o Brasil avance em uma política de gastos públicos mais eficiente seria fundamental fortalecer a transparência, o planejamento e a gestão que é baseada em resultados. O cidadão precisa saber como os recursos arrecadados são aplicados, e os gestores públicos devem contar com mecanismos que permitam avaliar a eficiência das despesas”, disse a gestora.
Roraima, com população de 636,7 mil pessoas, teve despesa pública estadual total de R$ 5,1 bilhões, o que equivale a R$ 7,9 mil por habitante. Até a data do levantamento, o Gasto Brasil representou 20% do PIB do estado em 2025, que foi de mais de R$ 25 bilhões.
Por fim, Tocantins registrou gastos primários da ordem de R$ 11 bilhões, o que significou R$ 7,1 mil por pessoa, considerando uma população de 1,5 milhão de habitantes. O montante parcial representa 17% do PIB local, que, em 2025, fechou em R$ 64,3 bilhões.
Somando todas as esferas públicas (União, DF, estados e municípios), a despesa governamental ultrapassou a marca de R$ 3,2 trilhões desde o início de 2026. O governo federal concentra a maior parte dos gastos, com mais de R$ 1,5 trilhão (47% do total) do gasto público, enquanto estados, DF (R$ 872 bilhões) e os municípios (R$ 855 bilhões) dividem o restante.
O total de pagamentos feitos pelas administrações supera em mais de R$ 900 bilhões o valor arrecadado com impostos. De acordo com dados da plataforma Impostômetro apurados no mesmo dia, a arrecadação no país é de R$ 2,3 trilhões.
Análises como essa e muitas outras farão parte do Painel de Gasto Brasil a partir do dia 11 de agosto. O lançamento das novas funcionalidades, uma parceria entre a CACB e a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), vai ocorrer na Câmara dos Deputados e traz recortes econômicos, detalhamento dos gastos por população, índice de qualidade das informações e novos indicadores para ampliar a transparência das despesas públicas.
Para o presidente da CACB, da ACSP e da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (FACESP), Alfredo Cotait Neto, acompanhar as despesas públicas é fundamental para aprimorar a gestão. Segundo ele, o país precisa avançar em medidas como reforma administrativa, planejamento, controle fiscal e definição de critérios para investimentos públicos.
“Esta conta também não é nossa. Nós lançamos o Gasto Brasil, onde mostramos que o Governo está gastando mais do que arrecada. Nós temos que trabalhar para falar para o governo: corte de gastos já! Equilíbrio nas contas. É isso que o povo está pedindo”, destacou Cotait Neto.
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Baixar áudioA confiança da indústria brasileira apresentou queda expressiva em julho, segundo levantamento da Fundação Getulio Vargas (FGV IBRE). O Índice de Confiança da Indústria (ICI) recuou 2,9 pontos, chegando a 97,2 pontos. Apesar do desempenho mensal negativo, a média móvel trimestral avançou 0,4 ponto, alcançando 98,1 pontos.
De acordo com a FGV IBRE, o resultado reflete a piora nas avaliações das condições atuais e nas expectativas para os próximos meses. Entre os fatores apontados estão a recomposição dos estoques, a desaceleração da demanda e o aumento das incertezas relacionadas às tarifas de importação dos Estados Unidos. O cenário também é influenciado pela intensificação do debate eleitoral, além da manutenção de juros elevados e da inflação pressionada.
A pesquisa mostra que a confiança diminuiu em 14 dos 19 segmentos industriais analisados. O Índice de Situação Atual caiu para 99,9 pontos, enquanto o Índice de Expectativas recuou para 94,6 pontos, atingindo o menor nível desde dezembro de 2025.
Confira o Indicador Mensal da Sondagem da Indústria de Julho de 2026.
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