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Baixar áudioAs prefeituras brasileiras recebem o terceiro repasse de outubro do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) na sexta-feira (30). A transferência será distribuída entre as administrações municipais de todo o país. O valor da partilha chega a R$ 4,8 bilhões – montante 1,9% maior que o repassado no mesmo decêndio do ano passado. A terceira parcela de outubro de 2025 somou R$ 4,7 bilhões.
O especialista em orçamento público César Lima explica que o resultado indica uma perspectiva favorável para as receitas municipais, mas ressalta que é preciso aguardar para a conferência do verdadeiro impacto do fundo em 2026. Ele também pede atenção para os entes que se encontram impedidos de receber valores do FPM.
"Reflete um exercício com resultados positivos em quase todos os decêndios. Contudo, temos que aguardar o fechamento do exercício para podermos calcular a inflação do período e saber o crescimento real do fundo em relação a 2025. Para aqueles entes que não receberem agora, indico que procurem saber os motivos do bloqueio, que pode ser desde o não pagamento de um empréstimo com aval da União, até mesmo, o não envio dos relatórios obrigatórios pela Lei de Responsabilidade Fiscal”, destaca.
No Sudeste, São Paulo aparece com o maior volume de recursos entre os estados da região, com R$ 602 milhões destinados às prefeituras. Americana e Araçatuba estão entre os municípios paulistas contemplados com as maiores cotas, em torno de R$ 2,6 milhões, cada.
No Sul, o Rio Grande do Sul lidera em volume de recursos, com mais de R$ 308 milhões previstos para distribuição entre os municípios. Alvorada e Canoas estão entre as cidades gaúchas com maiores repasses. Cada uma recebe mais de R$ 2 milhões.
Em Goiás, no Centro-Oeste, o montante chega a R$ 157 milhões. Aparecida de Goiânia e Catalão também figuram entre os municípios goianos contemplados com mais de R$ 2 milhões neste decêndio.
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No Nordeste, a Bahia concentra mais de R$ 391 milhões. Alagoinhas e Barreiras estão entre as cidades baianas que recebem os maiores valores, cada uma com quase R$ 3 milhões.
No Norte, o Pará reúne R$ 3,5 milhões. Entre os municípios paraenses com os maiores repasses estão Santarém e Castanhal, com cerca de R$ 2 milhões, cada.
Nesta segunda-feira (26), 18 municípios estavam impedidos de receber recursos do Fundo de Participação dos Municípios. A relação inclui as seguintes cidades:
Para regularizar o recebimento, o gestor municipal precisa identificar qual órgão determinou o bloqueio, consultar a razão da restrição e resolver a pendência apontada.
O Fundo de Participação dos Municípios é uma transferência prevista na Constituição Federal e representa a principal fonte de receita para cerca de 80% das cidades brasileiras.
A composição do fundo corresponde a 22,5% da arrecadação da União com o Imposto de Renda (IR) e o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI).
O valor destinado a cada prefeitura varia conforme critérios de distribuição que consideram o número de habitantes. Os coeficientes são atualizados anualmente com base em dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Copiar o textoVolume total negociado na B3 foi de R$ 42.048.606.349, em meio a 5.813.121 de negócios
Baixar áudioO Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, encerrou o pregão desta quinta-feira (29) em queda de 0,85%, aos 169.555,23 pontos. Durante a sessão, o indicador oscilou entre a mínima de 168.765,34 pontos e a máxima de 171.402,97 pontos, após abrir aos 171.006,10 pontos.
A uma semana da próxima decisão do Comitê de Política Monetária (Copom), as Opções de Copom negociadas na B3 indicavam probabilidade implícita de 63,1% de manutenção da taxa Selic em 13,75% ao ano. Os dados têm como referência os preços dos contratos no fechamento de 26 de outubro e foram consultados no dashboard público disponibilizado pela bolsa brasileira.
De acordo com o levantamento da B3, a probabilidade de redução de 0,25 ponto percentual na taxa básica de juros era de 28%. Já a possibilidade de um corte de 0,50 ponto percentual correspondia a 4,2%. Caso esses cenários se concretizassem, a Selic passaria para 13,50% e 13,25% ao ano, respectivamente.
As probabilidades são calculadas a partir dos preços de referência dos contratos, conforme a metodologia de apreçamento da B3. As Opções de Copom permitem acompanhar as expectativas implícitas nos preços do mercado para diferentes resultados das reuniões do comitê.
Esses percentuais representam um retrato das expectativas dos participantes do mercado na data de referência e não constituem uma previsão definitiva da decisão do Banco Central do Brasil. As probabilidades podem mudar conforme a divulgação de indicadores econômicos, as comunicações da autoridade monetária e as condições do cenário internacional.
As Opções de Copom são contratos derivativos negociados na B3 que permitem aos participantes do mercado negociar cenários relacionados à variação da taxa Selic em reuniões específicas do Comitê de Política Monetária.
Os contratos podem ser utilizados para posicionamento diante das decisões sobre os juros ou para estratégias de proteção de carteira. Cada série está vinculada a um resultado específico, como manutenção, aumento ou redução da taxa básica.
Conforme as regras do produto, quando a decisão do Copom corresponde ao cenário previsto no contrato, a opção é exercida automaticamente no vencimento, com pagamento conforme as condições estabelecidas. Se o resultado não corresponder ao cenário negociado, o contrato vence sem exercício, e o comprador perde o prêmio pago pela opção.
Para negociar esses derivativos, é necessário ter conta em uma corretora habilitada e avaliar os riscos envolvidos. As séries podem ser identificadas pelo código CPM na plataforma de negociação, conforme as informações disponibilizadas pela B3.
Ações em alta no Ibovespa
Ações em queda no Ibovespa
O volume total negociado na B3 foi de R$ 42.048.606.349, em meio a 5.813.121 de negócios.
Os dados da bolsa podem ser consultados no site da B3.
O Ibovespa (Índice Bovespa) é o principal indicador do mercado acionário brasileiro. Calculado pela B3, ele reflete a média do desempenho das ações mais negociadas na bolsa, com base em critérios de volume e liquidez. O índice é composto por uma carteira teórica de ativos, que representa cerca de 80% do volume financeiro total negociado no mercado.
A B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) é a bolsa de valores oficial do Brasil, sediada em São Paulo. É responsável pela negociação de ações, derivativos, títulos públicos e privados, câmbio e outros ativos financeiros. A B3 está entre as maiores bolsas do mundo em infraestrutura e valor de mercado.
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Baixar áudioO dólar comercial fechou a sessão desta quinta-feira (29) em alta de 0,76%, cotado a R$ 5,37. O movimento foi acompanhado pelo avanço da moeda norte-americana em relação a outras divisas de países emergentes no mercado internacional e por preocupações relacionadas ao novo mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT-SP).
Com o resultado do dia, o dólar passou a acumular queda de 1,85% no ano.
No mercado futuro, o contrato de dólar para novembro registrava alta de 0,86%, cotado a R$ 5,3950, às 17h04, na B3, a bolsa brasileira.
A cotação da moeda norte-americana é influenciada por fatores internos e externos, como as expectativas sobre a economia brasileira, as decisões de política monetária, o cenário político e o desempenho do dólar nos mercados internacionais.
O índice DXY, que mede a força do dólar frente a outras moedas globais, fechou aos 102,00 pontos.
O euro, por sua vez, encerrou o pregão cotado a R$ 6,02.
A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.
| Código | BRL | USD | EUR | GBP | JPY | CHF | CAD | AUD |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| BRL | 1 | 0,1861 | 0,1662 | 0,1389 | 29,3417 | 0,1533 | 0,2603 | 0,2642 |
| USD | 5,3835 | 1 | 0,8948 | 0,7476 | 157,70 | 0,8242 | 1,3990 | 1,4224 |
| EUR | 6,0137 | 1,1176 | 1 | 0,8355 | 176,29 | 0,9215 | 1,5636 | 1,5896 |
| GBP | 7,2013 | 1,3378 | 1,1972 | 1 | 211,02 | 1,1026 | 1,8715 | 1,9023 |
| JPY | 3,40808 | 0,634116 | 0,56720 | 0,474024 | 1 | 0,5226 | 0,88719 | 0,90143 |
| CHF | 6,5209 | 1,2134 | 1,0854 | 0,9069 | 191,38 | 1 | 1,6973 | 1,7253 |
| CAD | 3,8414 | 0,7147 | 0,6397 | 0,5344 | 112,72 | 0,5892 | 1 | 1,0164 |
| AUD | 3,7853 | 0,7032 | 0,6291 | 0,5254 | 110,87 | 0,5799 | 0,9839 | 1 |
Os dados são da Investing.com.
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Baixar áudioA projeção de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro em 2026 caiu de 2% para 1,6%, segundo o Informe Conjuntural do 3º Trimestre, divulgado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). De acordo com o levantamento, a revisão reflete, principalmente, as perspectivas menos favoráveis para a indústria, especialmente a de transformação, e para o setor de serviços. O desempenho desses segmentos deve se sobrepor às contribuições positivas da agropecuária e da indústria extrativa.
O diretor de Desenvolvimento Industrial da CNI, Mario Sergio Telles, avalia que os setores com perspectivas de crescimento mais favoráveis são menos dependentes da demanda interna e, consequentemente, menos sensíveis à política monetária e às taxas de juros.
“Por outro lado, os setores mais dependentes, mais sensíveis aos juros — que é o caso da indústria de transformação, do comércio e dos serviços — têm um movimento contrário. Então, quem está mais dependente de mercado interno está sendo muito afetado por conta da taxa de juros”, explica.
A indústria deve sentir de forma mais intensa os efeitos da desaceleração econômica. A projeção de crescimento do setor caiu de 2%, na estimativa do segundo trimestre, para 1,3% na avaliação mais recente — a maior revisão negativa entre os setores analisados.
A expansão projetada de 9,1% para a indústria extrativa não será suficiente para compensar o desempenho mais fraco da indústria de transformação, cuja expectativa de queda foi mantida em 0,7% em 2026.
No segmento extrativo, a manutenção da projeção é sustentada pelos resultados positivos do setor de petróleo, que compensaram a elevação expressiva dos custos dos fretes marítimos no transporte de minério de ferro.
Já a indústria de transformação continua pressionada pela fraqueza da demanda interna, pela piora das condições financeiras de empresas e famílias — em razão dos juros elevados —, pela entrada expressiva de produtos importados e pelo aumento dos custos de produção.
A indústria da construção também enfrenta os efeitos do crédito caro e do enfraquecimento da demanda. Apesar disso, a CNI manteve em 1,5% a estimativa de crescimento do segmento, apoiada pela expansão do programa Minha Casa, Minha Vida e pelos investimentos em infraestrutura.
O setor de serviços também apresenta sinais de esgotamento da capacidade de crescimento. A estabilidade do volume de atividades desde o fim de 2025 e a desaceleração do comércio varejista, principalmente nos segmentos mais dependentes de crédito, contribuíram para a revisão da projeção de crescimento do PIB do setor, de 1,9% para 1,6%.
Na direção oposta, a agropecuária foi o único dos setores produtivos a registrar melhora na estimativa de crescimento. Impulsionada pela revisão positiva das perspectivas para a segunda safra de milho, a projeção de avanço do PIB agropecuário passou de 1,8% para 2,5%.
Segundo o informe da CNI, o mercado de trabalho continuará sendo um importante fator de sustentação da demanda interna. Embora a geração de empregos formais esteja desacelerando, especialmente na indústria e no comércio, a entidade projeta crescimento de 1,2% da população ocupada em 2026.
Nesse cenário, a taxa de desemprego, atualmente em 5,3%, deve recuar para 5% até o fim do ano. A manutenção de um mercado de trabalho aquecido, combinada à menor disponibilidade de trabalhadores para atender às necessidades do setor produtivo, tende a pressionar os salários para cima.
A CNI estima que a massa de rendimentos reais cresça 4,6% em relação a 2025, o que deve contribuir para sustentar o consumo das famílias.
O alívio inflacionário observado entre junho e agosto não deve se prolongar até o fim do ano, segundo a CNI. A entidade prevê aceleração dos preços nos últimos meses de 2026, influenciada pela alta dos alimentos, dos preços administrados — como energia elétrica e combustíveis — e dos serviços.
Nesse cenário, a projeção é que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) acumule alta de 5,15% em 2026, frente aos 4,26% registrados em 2025.
A persistência da inflação deve limitar o ritmo de flexibilização da política monetária. A CNI projeta que o Banco Central reduza a taxa básica de juros (Selic) em 0,25 ponto percentual em cada uma das duas reuniões restantes do ano, encerrando 2026 em 13,25% ao ano.
Apesar disso, a entidade avalia que há espaço para cortes mais rápidos dos juros.
“Juros a 13,25% ao fim do ano, dadas as expectativas de inflação 12 meses à frente, ainda representa uma taxa de juros real de 9%. Isso é quase o dobro da taxa neutra, que é de 5%, que não estimula um crescimento forte nem uma contração da economia. Portanto, 9% ainda desestimula fortemente o crescimento da economia. Por todo o desaquecimento do mercado interno, a taxa de juros deveria e poderia estar mais baixa sem que o Banco Central abrisse mão da convergência da inflação para a meta”, afirma Telles.
O relatório também aponta que os efeitos dos juros elevados sobre o mercado de crédito têm sido diferentes para empresas e famílias. Até agosto, as concessões de crédito às pessoas jurídicas cresciam mais do que as destinadas às pessoas físicas. A CNI espera que essa diferença persista no último quadrimestre de 2026, embora em ritmo menor.
No total, as concessões de crédito devem crescer 5,15% neste ano. Para as empresas, a previsão é de alta de 6,4%, enquanto, para as famílias, a estimativa é de avanço de 4%.
As exportações brasileiras devem crescer 10,3% em relação a 2025 e alcançar US$ 386,7 bilhões. Segundo a CNI, o resultado será impulsionado principalmente pela elevação dos preços das commodities e de outros produtos da pauta exportadora.
Nas importações, o aumento dos valores também deve refletir mais a alta dos preços do que a expansão do volume comprado no exterior. Entre os destaques estão combustíveis, lubrificantes e bens de consumo, como automóveis.
A projeção é que as importações totalizem US$ 309,4 bilhões em 2026, crescimento de 6,4% na comparação anual. Com isso, a balança comercial deve registrar superávit de US$ 77,3 bilhões, quase 30% acima do resultado de 2025.
A política fiscal expansionista deve contribuir para estimular a demanda e sustentar a atividade econômica, segundo a análise da CNI. As despesas federais devem crescer 4,6% em termos reais, ou seja, descontada a inflação. Entre os fatores que explicam o avanço estão os pagamentos de benefícios previdenciários, os gastos com pessoal e a execução de despesas discricionárias em ano eleitoral.
A receita líquida, por sua vez, deve aumentar 5,9%, impulsionada por medidas como a redução de incentivos fiscais, a limitação do aproveitamento de créditos tributários e a arrecadação relacionada ao petróleo, além de outras receitas administradas.
Apesar do aumento previsto das receitas, o governo federal deve encerrar o ano com déficit primário de R$ 54,6 bilhões, equivalente a 0,4% do PIB projetado pela CNI.
Contudo, o cumprimento da meta fiscal depende da exclusão de determinadas despesas do cálculo oficial. Cerca de R$ 67,3 bilhões em precatórios e outros gastos não serão contabilizados para essa finalidade. Consideradas as regras de exclusão, a estimativa da entidade é de superávit primário de R$ 12,6 bilhões, correspondente a 0,1% do PIB.
Para Mario Sergio Telles, o quadro fiscal permanece desfavorável quando consideradas as despesas que ficam fora do cálculo da meta.
“A expectativa da CNI para as contas públicas é muito ruim. Nós devemos ter, novamente, déficit primário, quando a gente vê o déficit real, sem fazer exclusões para fins de cumprimento da meta. Esse déficit, com uma taxa de juros muito elevada, deve fazer com que a dívida bruta suba mais de 5 pontos percentuais do PIB em apenas um ano, passando de 78,6% para 83,7%”, avalia o diretor da CNI.
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Baixar áudioO presidente reeleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) concentrou 74% do crescimento líquido dos votos recebidos pelos dois candidatos que disputaram o segundo turno das eleições presidenciais de 2026. Segundo estudo divulgado pela Opinião Inteligência Política, Lula conquistou 10.376.694 votos a mais em relação ao primeiro turno, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) registrou um aumento de 3.721.538 votos, equivalente a 26% do crescimento conjunto.
A análise, elaborada com base nos resultados oficiais do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), mostra que os dois candidatos somaram 14.098.232 votos adicionais entre os turnos. Esse crescimento, segundo o estudo, corresponde exatamente à soma dos votos destinados aos candidatos eliminados na primeira etapa da eleição, da redução dos votos brancos e nulos e do aumento do comparecimento às urnas.
De acordo com a Opinião Inteligência Política, os números demonstram como as mudanças na participação do eleitorado contribuíram para o resultado final da disputa. O levantamento ressalta, porém, que os dados representam variações nos totais de votos e não permitem identificar individualmente a escolha de cada eleitor entre os dois turnos.
Segundo o estudo, Lula recebeu 53.879.538 votos no primeiro turno e chegou a 64.256.232 no segundo, quando foi reeleito presidente da República. O crescimento foi de aproximadamente 10,4 milhões de votos.
Flávio Bolsonaro, por sua vez, passou de 56.104.503 votos para 59.826.041, um aumento de aproximadamente 3,7 milhões.
A diferença entre os ganhos dos dois candidatos, aponta a análise, mostra que Lula concentrou quase três quartos do crescimento líquido conjunto registrado na segunda etapa da eleição.
A redução da abstenção foi um dos fatores que contribuíram para o crescimento do número de votos recebidos pelos candidatos no segundo turno.
De acordo com o levantamento, 33.469.244 eleitores deixaram de comparecer às urnas no primeiro turno. No segundo, esse número caiu para 30.509.005, uma diferença de 2.960.239 eleitores.
No primeiro turno, foram registrados 2.300.798 votos brancos e 3.674.249 nulos, totalizando 5.975.047. Já no segundo turno, os brancos caíram para 1.430.496 e os nulos para 2.723.305, somando 4.153.801.
Com isso, destaca o material, houve uma redução de 870.302 votos brancos e 950.944 votos nulos, o equivalente a 1.821.246 votos a menos nessas duas categorias.
Outro componente analisado pelo estudo é o total de 9.316.747 votos recebidos pelos candidatos que não avançaram ao segundo turno.
Ao considerar esse volume, o aumento líquido de 2.960.239 eleitores que compareceram às urnas e a redução de 1.821.246 votos brancos e nulos, chega-se a 14.098.232 votos.
O resultado, aponta o material, corresponde exatamente à soma dos votos adicionais recebidos por Lula e Flávio Bolsonaro.
Para realizar a comparação, a Opinião Inteligência Política utilizou a mesma base de seções eleitorais instaladas nos dois turnos, que reuniam 158.745.079 eleitores em cada votação.
O levantamento informa que o TSE também registrou 423 seções não instaladas, que não foram consideradas nessa base comparável.
O estudo também analisou dados de uma pesquisa Datafolha divulgada em 17 de outubro, que investigou as intenções de voto no segundo turno entre eleitores que haviam escolhido Cury, Renan, Caiado e Zema na primeira etapa da disputa.
Segundo o levantamento, 46% desses entrevistados declararam intenção de votar em Flávio Bolsonaro, enquanto 27% indicaram preferência por Lula.
Outros 23% afirmaram que votariam em branco ou anulariam o voto, e 5% estavam indecisos. A soma chega a 101%, segundo o estudo, devido aos arredondamentos.
A pesquisa Datafolha foi realizada nos dias 13 e 14 de outubro, com 2.520 entrevistas presenciais em 153 municípios. O levantamento teve margem de erro de dois pontos percentuais, com nível de confiança de 95%, e foi registrado no TSE sob o número BR-00466/2026.
Copiar o textoPrevisão indica estabilidade com muitas nuvens no Rio Grande do Sul e aviso de chuvas intensas
Baixar áudioA quinta-feira (29) apresenta variação nas condições meteorológicas da Região Sul, com pancadas de chuva no norte e céu com muitas nuvens na porção sul, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
No Paraná, a previsão indica pancadas de chuva e trovoadas isoladas em todo o estado. Em Curitiba, os termômetros marcam mínima de 13°C e máxima de 18°C. No interior do Paraná, o núcleo da massa de ar frio começa a enfraquecer, mas as madrugadas continuam consideravelmente frias em todo o estado. Os termômetros registram mínimas entre 12°C e 14°C, mas com o retorno do sol as máximas à tarde sobem mais, ficando entre 21°C e 24°C.
Em Santa Catarina, o dia terá pancadas de chuva e trovoadas isoladas nas regiões do oeste, norte, Vale do Itajaí e Grande Florianópolis. No sul do estado, a tendência é de céu com muitas nuvens. Na capital Florianópolis, a mínima fica em 16°C e a máxima chega a 23°C. No interior de Santa Catarina, o amanhecer ainda é gelado nas áreas de planalto e no oeste, mas o tempo aberto favorece uma tarde agradável. As mínimas iniciam no patamar de 10°C a 12°C, e o sol ajuda a elevar as máximas pós-meio-dia para a faixa de 20°C a 23°C.
No Rio Grande do Sul, o tempo permanece firme em relação a precipitações, com presença de muitas nuvens na capital e no interior. Em Porto Alegre, a temperatura mínima é de 15°C e a máxima atinge 23°C. No interior do Rio Grande do Sul, o ar polar perde força significativamente e o vento vira para a direção norte, acelerando o aquecimento diurno. O amanhecer ainda é frio com marcas mínimas de 11°C a 13°C, mas as máximas à tarde sobem com vontade e oscilam entre 23°C e 26°C.
Está em vigor um aviso de chuvas intensas, classificado como perigo potencial, com validade das 00h00 às 23h59 de quinta-feira (29). A área de abrangência inclui:
A previsão aponta chuva entre 20 e 30 mm/h ou até 50 mm/dia, acompanhada de ventos intensos de 40 a 60 km/h, com baixo risco de corte de energia elétrica, queda de galhos de árvores, alagamentos e descargas elétricas.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o textoInstabilidade predomina em todos os estados da região, com alertas de chuvas intensas
Baixar áudioA quinta-feira (29) apresenta predomínio de muitas nuvens, pancadas de chuva e trovoadas isoladas em toda a Região Centro-Oeste, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Em Goiás, o tempo permanece instável com pancadas de chuva e trovoadas isoladas. Na capital, Goiânia, os termômetros variam entre 21°C e 29°C. No interior de Goiás, o tempo seco e a alta incidência solar garantem grande amplitude térmica por todos os municípios. O início da manhã apresenta marcas mínimas agradáveis de 18°C, mas as tardes seguem quentes com máximas na casa dos 31°C a 34°C.
No estado de Mato Grosso, o panorama é semelhante, com previsão de chuva acompanhada de trovoadas em diversas localidades. Em Cuiabá, a mínima prevista é de 23°C e a máxima alcança 28°C. No interior de Mato Grosso, uma forte massa de ar quente volta a ganhar espaço, deixando o tempo ensolarado e seco. As madrugadas marcam temperaturas mínimas em torno de 21°C, e o período da tarde volta a registrar forte calor com máximas de 33°C a 36°C.
Em Mato Grosso do Sul, o dia segue com tempo fechado, pancadas de chuva e trovoadas isoladas. Em Campo Grande, a temperatura mínima fica em 20°C e a máxima chega a 24°C. No interior de Mato Grosso do Sul, o ar frio da última frente fria perde força e as temperaturas voltam a subir rapidamente em todo o estado. O amanhecer ainda é ligeiramente ameno com mínimas de 18°C, mas o calor retorna à tarde com máximas entre 29°C e 32°C.
O Distrito Federal também registra muitas nuvens, com pancadas de chuva e trovoadas isoladas. Em Brasília, a mínima é de 18°C e a máxima atinge 27°C. No Distrito Federal e Entorno, o sol predomina entre poucas nuvens ao longo do dia e a umidade cai nas horas mais quentes da tarde. As madrugadas continuam confortáveis com mínimas na casa dos 17°C a 19°C, enquanto as máximas sobem e atingem marcas de 28°C a 30°C.
Está em vigor um aviso de chuvas intensas, classificado como perigo potencial, com validade até 23h59 desta quinta-feira (29). A área de abrangência inclui:
A previsão indica chuva entre 20 e 30 mm/h ou até 50 mm/dia, com baixo risco de alagamentos e pequenos deslizamentos em áreas de risco.
Também está em vigor um aviso de chuvas intensas classificado como perigo. A área de abrangência inclui:
A precipitação varia entre 30 e 60 mm/h ou 50 e 100 mm/dia, acompanhada de ventos de 60 a 100 km/h. Há risco de corte de energia elétrica, queda de galhos de árvores, alagamentos e descargas elétricas.
A radiação solar e o vento promovem a evaporação; o vapor resfriado condensa em núcleos, formando nuvens e, quando as gotículas ou cristais crescem o suficiente, ocorre precipitação. Considera-se precipitação toda água líquida ou sólida que cai das nuvens e alcança o solo (garoa, chuva, chuva/garoa congelante, neve, granizo, graupel, etc.). Sua quantidade é medida por pluviômetro (com registro contínuo via pluviógrafo) e expressa preferencialmente em milímetros.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o textoPancadas de chuva acompanhadas de trovoadas isoladas afetam São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais
Baixar áudioA quinta-feira (29) apresenta condições meteorológicas de instabilidade na Região Sudeste, com predomínio de tempo nublado, pancadas de chuva e ocorrência de trovoadas isoladas na maior parte dos estados, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Em São Paulo, a previsão indica céu nublado com pancadas de chuva e trovoadas isoladas em todo o estado. Na capital, a mínima é de 15°C e a máxima alcança 19°C. No interior de São Paulo, o ar polar se afasta em direção ao oceano, o que permite o rápido retorno do sol e a elevação das temperaturas. O amanhecer ainda registra mínimas frescas por volta de 16°C, mas as máximas da tarde se recuperam e chegam a confortáveis 25°C a 28°C.
No Rio de Janeiro, o tempo permanece nublado com pancadas de chuva e trovoadas isoladas. Os termômetros na capital fluminense variam entre 18°C e 27°C. No interior do Rio de Janeiro, o sol aparece entre nuvens no Vale do Paraíba e nas regiões serranas, estabilizando os índices térmicos. O dia se inicia com mínimas amenas de 16°C nas altitudes, e as máximas no período da tarde alcançam a faixa de 24°C a 27°C.
Em Minas Gerais, o cenário é de tempo nublado com pancadas de chuva e trovoadas isoladas em diversas regiões, como na faixa central, sul e oeste. Em Belo Horizonte, a temperatura mínima fica em 15°C e a máxima chega a 28°C. No interior de Minas Gerais, o céu fica claro a parcialmente nublado, com calor em elevação no Triângulo Mineiro e forte calor no Norte. As temperaturas mínimas começam na casa dos 18°C e as máximas sobem bastante à tarde, variando de 27°C no sul mineiro a 34°C nos vales.
No Espírito Santo, o dia terá muitas nuvens com chuva isolada. Em Vitória, a mínima registrada deve ser de 20°C e a máxima atinge 27°C. No interior do Espírito Santo, os ventos marítimos mantêm os termômetros equilibrados, sem extremos de frio ou calor no norte e nas serras. As primeiras horas registram marcas mínimas de 18°C, e o período vespertino atinge máximas agradáveis de 26°C a 28°C.
Está em vigor um aviso de chuvas intensas, classificado como perigo potencial, com validade das 00h00 às 23h59 de quinta-feira (29). A área de abrangência inclui:
A chuva fica entre 20 e 30 mm/h ou até 50 mm/dia, com ventos intensos de 40 a 60 km/h, apresentando baixo risco de corte de energia elétrica, queda de galhos de árvores, alagamentos e descargas elétricas.
Também está em vigor um aviso de chuvas intensas, classificado como perigo, com validade das 00h00 às 23h59 de quinta-feira (29). A área de abrangência inclui:
A precipitação varia entre 30 e 60 mm/h ou 50 e 100 mm/dia, acompanhada de ventos de 60 a 100 km/h. Há risco de corte de energia elétrica, queda de galhos de árvores, alagamentos e descargas elétricas.
A radiação solar e o vento promovem a evaporação; o vapor resfriado condensa em núcleos, formando nuvens e, quando as gotículas ou cristais crescem o suficiente, ocorre precipitação. Considera-se precipitação toda água líquida ou sólida que cai das nuvens e alcança o solo (garoa, chuva, chuva/garoa congelante, neve, granizo, graupel, etc.). Sua quantidade é medida por pluviômetro (com registro contínuo via pluviógrafo) e expressa preferencialmente em milímetros.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA quinta-feira (29) apresenta variação nas condições meteorológicas na Região Norte, com instabilidade e pancadas de chuva em áreas do sul e oeste, além de tempo seco em trechos ao norte, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
No Acre, a previsão indica pancadas de chuva e trovoadas isoladas em todo o estado. Em Rio Branco, os termômetros registram mínima de 22°C e máxima de 31°C. No interior do Acre, o clima equatorial dita o ritmo com períodos de sol intercalados por pancadas de chuva e sensação de estufa. Os termômetros registram mínimas por volta de 23°C e alcançam máximas vespertinas de 32°C a 34°C.
Em Rondônia, o dia terá pancadas de chuva com trovoadas isoladas. Na capital Porto Velho, a mínima prevista é de 23°C e a máxima alcança 32°C. No interior de Rondônia, a atmosfera segue bastante instável, com muita nebulosidade e episódios de chuva rápida que não aliviam o abafamento. As primeiras horas do dia marcam mínimas de 23°C, subindo à tarde para máximas de 33°C a 35°C.
No Amazonas, o oeste e o sul do estado registram pancadas de chuva e trovoadas isoladas, enquanto a faixa centro-norte possui chuva isolada. Em Manaus, a mínima fica em 26°C e a máxima chega a 34°C. No interior do Amazonas, a combinação de calor e alta umidade favorece o padrão típico de abafamento e pancadas de chuva isoladas à tarde. As madrugadas registram marcas mínimas de 24°C, e as máximas superam facilmente os 34°C a 36°C.
No Pará, a porção sul do estado tem previsão de pancadas de chuva com trovoadas isoladas, ao passo que o norte e o litoral apresentam possibilidade de chuva isolada. Em Belém, as temperaturas variam entre 25°C e 36°C. No interior do Pará, o sol forte predomina em grande parte do estado, mantendo o tempo seco especialmente na faixa sul. O amanhecer começa com temperaturas mínimas na casa dos 23°C, mas as tardes registram calor intenso com máximas de 35°C a 38°C.
No Tocantins, o tempo permanece instável em todas as regiões, com pancadas de chuva e trovoadas isoladas. Em Palmas, a mínima é de 23°C e a máxima atinge 33°C. No interior do Tocantins, o ar seco inibe a formação de nuvens e deixa os índices de umidade baixos no período da tarde. As madrugadas apresentam temperaturas mínimas amenas de 22°C, mas sob o sol forte as máximas atingem marcas de 36°C a 38°C.
Em Roraima, predomina o céu com muitas nuvens, sem previsão de chuva significativa. Em Boa Vista, a mínima registrada deve ser de 27°C e a máxima alcança 38°C. No interior de Roraima, a forte radiação solar sob céu limpo impulsiona os índices térmicos ao longo de toda a jornada. As madrugadas marcam temperaturas mínimas em torno de 24°C, e o pico do calor à tarde atinge máximas severas entre 35°C e 37°C.
No Amapá, o cenário é de muitas nuvens ao longo do dia. Em Macapá, os valores variam de 25°C a 34°C. No interior do Amapá, a umidade vinda do oceano mantém o céu com variação de nuvens, mas o calor é constante em todas as cidades. O dia se inicia com marcas mínimas de 24°C, subindo gradativamente até atingir máximas de 32°C a 34°C.
Também está em vigor um aviso de chuvas intensas, classificado como perigo potencial, com validade das 00h00 às 23h59 de quinta-feira (29). A área de abrangência inclui:
A chuva fica entre 20 e 30 mm/h ou até 50 mm/dia, com ventos intensos de 40 a 60 km/h, apresentando baixo risco de corte de energia elétrica, queda de galhos de árvores, alagamentos e descargas elétricas.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA quinta-feira (29) apresenta condições meteorológicas variadas na Região Nordeste, com variação de nebulosidade na faixa litorânea e pancadas de chuva em áreas do interior, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
No Maranhão, a previsão indica muitas nuvens com possibilidade de chuva isolada. Em São Luís, os termômetros oscilam com mínima de 26°C e máxima de 33°C. No interior do Maranhão, o contraste entre o norte úmido e o sul seco mantém o dia quente e com sensação térmica elevada à tarde. As marcas mínimas ficam estabilizadas na casa dos 23°C, e o período vespertino registra máximas que oscilam entre 34°C a 37°C.
No Piauí, o tempo fica com muitas nuvens e temperaturas elevadas no interior. A capital Teresina registra mínima de 25°C e máxima de 39°C. No interior do Piauí, o cenário permanece de forte estiagem com o sol brilhando intensamente em toda a região do sertão. As temperaturas mínimas iniciam em 22°C na madrugada, mas disparam rapidamente até atingirem máximas escaldantes de 37°C a 39°C.
No Ceará, o céu permanece com muitas nuvens ao longo do dia. Em Fortaleza, a mínima prevista é de 25°C e a máxima alcança 32°C. No interior do Ceará, os ventos moderados vindos do litoral ajudam a refrescar as noites, mas as áreas centrais continuam aquecidas sob o sol. As madrugadas marcam temperaturas mínimas de 22°C e as máximas da tarde se mantêm estáveis na faixa de 34°C a 36°C.
No Rio Grande do Norte, a quinta-feira (29) terá predomínio de muitas nuvens. Em Natal, as temperaturas variam entre 25°C e 32°C. No interior do Rio Grande do Norte, o predomínio de uma massa de ar seco impede a formação de chuva e garante céu aberto. O dia começa com temperaturas mínimas na faixa de 22°C, e as máximas vespertinas alcançam marcas entre 34°C e 36°C.
Na Paraíba, o dia terá muitas nuvens com possibilidade de chuva isolada. Em João Pessoa, a mínima fica em 24°C e a máxima chega a 30°C. No interior da Paraíba, o sertão paraibano registra baixos índices de umidade e elevação rápida de temperatura após o almoço. Os termômetros marcam mínimas agradáveis de 21°C no início do dia e sobem até atingirem máximas de 34°C a 37°C.
Em Pernambuco, a condição é de muitas nuvens com possibilidade de chuva isolada. Na capital Recife, a variação térmica vai de 26°C a 32°C. No interior de Pernambuco, o tempo firme e a ausência de chuva mantêm o solo seco e o calor forte no agreste e sertão. O amanhecer apresenta marcas térmicas mínimas de 21°C, mas as tardes são quentes com máximas que chegam aos 35°C a 38°C.
Em Alagoas, a previsão aponta muitas nuvens com possibilidade de chuva isolada. Em Maceió, os termômetros registram mínima de 24°C e máxima de 33°C. No interior de Alagoas, as condições de tempo bom persistem por todo o agreste, com pouca presença de nuvens no céu. As primeiras horas registram mínimas confortáveis de 20°C, subindo à tarde para máximas de 31°C a 34°C.
Em Sergipe, o cenário indica muitas nuvens com possibilidade de chuva isolada. Em Aracaju, a mínima é de 24°C e a máxima fica em 31°C. No interior de Sergipe, o calor se concentra com maior intensidade na porção oeste, enquanto o leste tem clima mais suave. Os termômetros registram marcas mínimas na casa dos 21°C e máximas estáveis que estacionam em 31°C a 33°C.
Na Bahia, o tempo registra pancadas de chuva isoladas no litoral e áreas do interior, com instabilidade mais pronunciada no oeste. Em Salvador, a mínima é de 23°C e a máxima atinge 27°C. No interior da Bahia, a umidade avança um pouco mais pelo oeste baiano, gerando nebulosidade e diminuindo ligeiramente o calor extremo das últimas semanas. As mínimas começam em confortáveis 20°C, enquanto as máximas da tarde ficam contidas na casa dos 29°C a 32°C.
Está em vigor um aviso de acumulado de chuva, classificado como perigo potencial, com validade até 23h59 de quinta-feira (29). A área de abrangência inclui:
A chuva varia entre 20 e 30 mm/h ou até 50 mm/dia, com baixo risco de alagamentos e pequenos deslizamentos em áreas de risco.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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