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Baixar áudioChuvas intensas e temporais afetaram 2,2 milhões de pessoas na Região Sul do Brasil entre julho e setembro de 2026. No mesmo período, 419 municípios decretaram situação de anormalidade. Os prejuízos chegaram a R$ 1,8 bilhão. As informações foram divulgadas pela Confederação Nacional de Municípios (CNM).
Os dados constam da segunda edição do Boletim El Niño 2026/2027, referente ao período de 1º de julho a 30 de setembro. O levantamento registra ocorrências de deslizamentos, alagamentos, inundações, vendavais e granizo, além de um tornado na região.
No Paraná, o documento aponta impactos em áreas do norte e do noroeste do estado. O Vale do Ribeira também registra ocorrências. Em Santa Catarina, houve danos no Planalto Norte e o Meio-Oeste. Já no Rio Grande do Sul, o boletim menciona registros em diferentes áreas do território estadual, sem especificar os municípios.
O Sul apresentou o terceiro maior volume de prejuízos entre as regiões brasileiras, atrás do Nordeste, com R$ 5,7 bilhões, e do Sudeste, com R$ 4 bilhões.
Considerando os valores arredondados divulgados pela CNM, o R$ 1,8 bilhão estimado para o Sul representa aproximadamente 14% do total nacional, de R$ 12,6 bilhões.
As 2,2 milhões de pessoas afetadas na região correspondem a cerca de 32% do total de 6,9 milhões registrado em todo o país. Esse indicador não deve ser confundido com o número de pessoas que precisaram deixar suas casas, estimado em 87,7 mil no balanço nacional.
O resumo regional não detalha a distribuição dos prejuízos entre Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, nem informa quantas moradias foram atingidas exclusivamente na Região Sul.
Para melhorar a preparação diante de novos desastres, a CNM recomenda revisar os planos municipais de contingência, organizar abrigos e definir rotas de evacuação.
A Nota Técnica nº 12, publicada em maio de 2026, também orienta os gestores a mapear áreas de risco e aprimorar a comunicação com a população.
Copiar o textoPrejuízos passam de R$ 12,6 bilhões, segundo levantamento da CNM
Baixar áudioCerca de 6,9 milhões de pessoas foram afetadas por desastres em 1.035 municípios brasileiros entre julho e setembro de 2026. No período, 25 pessoas morreram e 87,7 mil tiveram que deixar suas casas. Os prejuízos estimados ultrapassam R$ 12,6 bilhões. Os dados constam em levantamento divulgado pela Confederação Nacional de Municípios (CNM).
O balanço faz parte do Boletim El Niño 2026/2027. O levantamento reúne informações sobre decretos de situação de emergência e de estado de calamidade pública. Entre as fontes de referência está o Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2iD).
O Nordeste registrou o maior volume de prejuízos entre as regiões, com R$ 5,7 bilhões. Em seguida, aparecem o Sudeste, com cerca de R$ 4 bilhões; o Sul, com R$ 1,8 bilhão; o Norte, com R$ 822,7 milhões; e o Centro-Oeste, com R$ 281,9 milhões.
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Em relação ao tipo de perda, a CNM contabiliza R$ 8,8 bilhões em prejuízos privados, R$ 3,6 bilhões em prejuízos públicos e R$ 283,4 milhões em perdas relacionadas a unidades habitacionais. Ao todo, foram registradas 47.888 moradias danificadas e 808 destruídas.
Quanto aos serviços públicos, o abastecimento de água potável concentra perdas de R$ 1,8 bilhão. Já os prejuízos relacionados à assistência médica, à saúde pública e ao atendimento de emergências somam R$ 562,8 milhões. As obras de infraestrutura pública, por sua vez, registram perdas de R$ 557,8 milhões.
O boletim relata ocorrências de seca e estiagem, incêndios florestais, vendavais, granizo, inundações e deslizamentos em diferentes regiões do país. Os números correspondem ao balanço divulgado pela entidade para o trimestre, mas o documento não apresenta uma contagem nacional de ocorrências individuais.
A CNM recomenda que as prefeituras atualizem os planos de contingência, mapeiem áreas de risco e organizem abrigos, rotas de evacuação e canais de comunicação com a população. As orientações constam da Nota Técnica nº 12, publicada em maio de 2026.
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Baixar áudioO Nordeste registrou 319 municípios com decretos de situação de emergência e cerca de 1,4 milhão de pessoas afetadas pela seca e pela estiagem entre julho e setembro de 2026. No período, os prejuízos provocados por desastres na região foram estimados em R$ 5,7 bilhões. Os dados são da Confederação Nacional de Municípios (CNM).
As informações fazem parte da segunda edição do Boletim El Niño 2026/2027, que abrange o período de 1º de julho a 30 de setembro. Segundo a CNM, os decretos de emergência foram registrados em municípios dos nove estados nordestinos.
A agricultura concentrou a maior parte das perdas regionais, com R$ 3,4 bilhões em prejuízos.
Entre as cinco regiões brasileiras, o Nordeste apresentou o maior volume de prejuízos. Os R$ 5,7 bilhões estimados representam cerca de 45% dos R$ 12,6 bilhões registrados em todo o país. O Sudeste aparece em seguida, com R$ 4 bilhões, enquanto o Sul contabilizou R$ 1,8 bilhão.
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A CNM relaciona o cenário regional à intensificação da seca e da estiagem no contexto do El Niño. O resumo do levantamento, porém, não detalha quais são os 319 municípios em situação de emergência, como as perdas se distribuem entre os estados nem quantos produtores rurais foram afetados.
Em todo o Brasil, os desastres registrados no trimestre afetaram 6,9 milhões de pessoas em 1.035 municípios. O balanço também contabiliza 25 mortes e 87,7 mil pessoas que tiveram de deixar suas casas. Esses números abrangem diferentes tipos de ocorrência e, portanto, não correspondem exclusivamente aos efeitos da seca e da estiagem no Nordeste.
Para preparar os municípios para possíveis impactos do El Niño, a CNM recomenda revisar os planos de contingência, mapear áreas de risco e organizar a comunicação com a população. As orientações constam da Nota Técnica nº 12, publicada em maio de 2026, sobre os possíveis efeitos do fenômeno nos anos de 2026 e 2027.
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Baixar áudioAcre, Maranhão, Mato Grosso, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Tocantins ainda não instauraram as instâncias de governança regional do saneamento básico, segundo o Tabuleiro do Saneamento Básico 2026, publicado em setembro pelo Instituto Água e Saneamento (IAS). Somados, os sete estados reúnem cerca de 20,3 milhões de domicílios, o equivalente a 25,6% dos 79,3 milhões de domicílios do país, conforme a PNAD Contínua 2025, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Minas Gerais concentra o maior contingente (8,1 milhões), seguido por Rio Grande do Sul (4,5 milhões), Santa Catarina (3,1 milhões), Maranhão (2,3 milhões), Mato Grosso (1,4 milhão), Tocantins (572 mil) e Acre (290 mil).
O prazo para sanar a situação é 31 de dezembro de 2027, conforme o Decreto nº 12.805/2025, que prorrogou a data estabelecida anteriormente pelo Decreto nº 11.599/2023. Passado esse limite, estados e municípios que não tiverem instaurado as governanças regionais não poderão acessar recursos federais destinados ao saneamento. O levantamento também aponta que estão parcialmente nessa condição os municípios que não aderiram às respectivas unidades regionais em São Paulo, Alagoas e Minas Gerais, além dos municípios do Rio de Janeiro que ficaram fora do projeto de concessão.
As instâncias de governança regional são responsáveis por organizar aspectos centrais da política de saneamento, como planejamento, regulação, fiscalização, controle social e definição das formas de prestação dos serviços. Segundo o documento, para deliberar sobre a prestação regionalizada ou sobre uma nova concessão, é necessário antes constituir as estruturas de governança entre os entes federados, fazer o planejamento e delegar a regulação. Entre as atribuições dessas instâncias estão elaborar o plano regional de saneamento, definir a agência reguladora e os arranjos de prestação e garantir o controle social. Cabe ao estado elaborar e aprovar a lei de regionalização, regulamentar a estrutura da governança e mantê-la em funcionamento.
Entre os sete estados, o quadro varia. Acre e Maranhão aprovaram leis de microrregião, mas não as regulamentaram. Santa Catarina, que adota um modelo de 11 regiões metropolitanas, tem projetos de lei em tramitação na Assembleia Legislativa para alterar o arranjo, e apenas a região metropolitana de Florianópolis possui instância de governança metropolitana. Rio Grande do Sul, Tocantins e Mato Grosso aprovaram leis de unidades regionais, mas não criaram governanças; em Mato Grosso e Tocantins, o processo de adesão dos municípios não estava concluído em agosto de 2026. Em Minas Gerais, a lei foi aprovada em dezembro de 2025 e divide o estado em três unidades regionais, sendo a primeira o conjunto de municípios atendidos pela Copasa, privatizada em junho de 2026; a adesão municipal começou em abril de 2026 e está em curso.
Os outros 17 estados já instalaram suas governanças regionais: Alagoas, Amazonas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Rondônia, Roraima, Sergipe e São Paulo. No conjunto, 24 estados aprovaram leis de regionalização, que resultaram na criação de 79 regiões de saneamento: 61 microrregiões, em 18 estados, e 18 unidades regionais, em seis estados. Nove estados adotaram uma única microrregião englobando todos os municípios.
Três unidades da federação ficam fora desse quadro. Amapá e Rio de Janeiro optaram por concessões, tratadas no levantamento como exceção ao Marco Legal, enquanto no Distrito Federal a regionalização não se aplica.
Os prazos e as exigências decorrem da Lei nº 14.026/2020, sancionada em 15 de julho de 2020, que atualizou, sem revogar, a Lei nº 11.445/2007, conhecida como Marco Legal do Saneamento. O texto estabelece metas de atendimento de 99% da população com água potável e de 90% com coleta e tratamento de esgoto até 31 de dezembro de 2033, com possibilidade de ampliação até 2040. A revisão também criou o Comitê Interministerial de Saneamento Básico (CISB), articulado pelo Ministério das Cidades, e atribuiu à Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) a edição de normas de referência para a regulação, cuja adoção passou a ser condição para o financiamento federal.
Um dos eixos centrais da revisão é a prestação regionalizada, que incorporou o conceito de titularidade compartilhada entre estado e municípios. A lei prevê as microrregiões e regiões metropolitanas, instituídas por lei complementar estadual e de adesão compulsória dos municípios, e as unidades regionais, criadas por lei ordinária e de adesão voluntária. Caso o estado não defina sua regionalização, a União pode criar blocos de referência. A legislação também proíbe novos contratos de programa entre companhias estaduais e municípios e abre o mercado de prestação dos serviços ao setor privado.
Segundo o Tabuleiro, desde 2020, 15 estados concluíram projetos de concessão, privatização ou parcerias público-privadas, que envolvem 2.445 municípios e 30 contratos. Contando os projetos previstos, empresas privadas deverão atuar em 3.242 municípios, em 19 estados. Atualmente, a iniciativa privada atende à metade da população que tem serviços públicos de água e esgoto.
O levantamento destaca ainda que, seis anos após a revisão do Marco Legal, o setor segue em fase de consolidação. O Tabuleiro, que ganhou em 2026 uma versão online e interativa com os dados de todos os estados, é monitorado pelo IAS desde a aprovação da lei e organiza as informações em quatro eixos: acesso, regionalização, participação privada e perfil da prestação.
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Baixar áudioA terça-feira (13) terá variação na intensidade das instabilidades na Região Sul, com previsão de chuva no Paraná e Santa Catarina, enquanto o tempo fica mais estável no centro-sul gaúcho, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
No Rio Grande do Sul, o dia será de muitas nuvens na maior parte do estado, incluindo o centro, oeste, sul e a Região Metropolitana de Porto Alegre. Nas áreas do norte, noroeste e nordeste gaúcho, há condição para pancadas de chuva isoladas. Em Porto Alegre, a temperatura mínima fica em 10°C e a máxima chega a 17°C.
Em Santa Catarina, a previsão aponta muitas nuvens com chuva isolada abrangendo o oeste, região serrana, Vale do Itajaí, sul, norte catarinense e a Grande Florianópolis. Em Florianópolis, os termômetros registram mínima de 16°C e máxima de 18°C.
No Paraná, o tempo permanece instável, com muitas nuvens, pancadas de chuva e trovoadas isoladas em todo o estado, atingindo o norte, oeste, sudoeste, centro-sul, noroeste e a Região Metropolitana de Curitiba. Em Curitiba, a mínima prevista é de 15°C e a máxima alcança 20°C.
O interior da Região Sul apresenta um clima de extrema instabilidade e temperaturas mais amenas, abaixo da média nacional em vários pontos.
Um aviso de tempestade, classificado como perigo potencial, está ativo ao longo desta terça-feira (13), com encerramento às 23h59. A área de abrangência inclui:
A previsão indica chuva entre 20 e 30 mm/h ou até 50 mm/dia, ventos intensos de 40 a 60 km/h e queda de granizo, com baixo risco de corte de energia elétrica, estragos em plantações, queda de galhos de árvores e alagamentos.
Precipitação originada de nuvens convectivas, sobretudo cumulonimbus, que atinge o solo em forma de esferas ou fragmentos irregulares de gelo. Quando o diâmetro das partículas é ≥ 5 mm, classificam-se como granizo; partículas menores são classificadas como granizo miúdo e/ou neve granulada (graupel). Em boletins METAR, utiliza-se ‘GR’ para granizo e ‘GS’ para granizo miúdo/neve granulada. Unidades isoladas são chamadas de ‘pedras de granizo’.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA terça-feira (13) terá variação nas condições meteorológicas na Região Centro-Oeste, com chuva em parte dos estados e tempo seco no setor leste, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Em Mato Grosso, a previsão indica muitas nuvens com chuva isolada no centro-sul, norte, sudoeste e sudeste do estado. Em Cuiabá, a menor temperatura registrada é de 26°C e a maior atinge 38°C.
Em Mato Grosso do Sul, o dia será de muitas nuvens com pancadas de chuva isoladas, com destaque para as regiões leste, centro-norte, sudoeste e a área dos Pantanais. Em Campo Grande, a mínima fica em 22°C e a máxima chega a 30°C.
Em Goiás, o tempo permanece com muitas nuvens nas regiões centro, leste, sul, norte e noroeste goiano, sem previsão de chuva. Em Goiânia, os termômetros registram mínima de 23°C e máxima de 34°C.
No Distrito Federal, a terça-feira terá predomínio de poucas nuvens. Em Brasília, a temperatura mínima prevista é de 22°C e a máxima alcança 34°C.
Um aviso de tempestade, classificado como perigo potencial, está ativo ao longo de toda a terça-feira (13), com encerramento às 23h59. A área de abrangência inclui:
A previsão indica chuva entre 20 e 30 mm/h ou até 50 mm/dia, ventos intensos de 40 a 60 km/h e queda de granizo, com baixo risco de corte de energia elétrica, estragos em plantações, queda de galhos de árvores e alagamentos.
O clima no interior do Centro-Oeste combina forte aquecimento diurno com pancadas de chuva isoladas no fim do dia. Cidades do interior de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Goiás registram máximas elevadas de até 35°C a 38°C.
Também está em vigor um aviso de baixa umidade, classificado como perigo potencial, com validade de 10 a 13 de outubro. A área de abrangência inclui:
A umidade relativa do ar varia entre 30% e 20%, com baixo risco de incêndios florestais e à saúde.
Precipitação originada de nuvens convectivas, sobretudo cumulonimbus, que atinge o solo em forma de esferas ou fragmentos irregulares de gelo. Quando o diâmetro das partículas é ≥ 5 mm, classificam-se como granizo; partículas menores são classificadas como granizo miúdo e/ou neve granulada (graupel). Em boletins METAR, utiliza-se ‘GR’ para granizo e ‘GS’ para granizo miúdo/neve granulada. Unidades isoladas são chamadas de ‘pedras de granizo’.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA terça-feira (13) terá variação nas condições meteorológicas na Região Sudeste, com chuva no setor sul e tempo seco abrangendo a maior parte do interior mineiro e capixaba, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Em São Paulo, a previsão indica muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas isoladas na região metropolitana, litoral, Vale do Paraíba, Campinas, Sorocaba, Bauru, Presidente Prudente, Araçatuba e Ribeirão Preto.
Na capital São Paulo, os termômetros marcam mínima de 18°C e máxima de 27°C.
No Rio de Janeiro, o dia será de muitas nuvens com chuva isolada no Sul Fluminense e na região metropolitana. Na capital Rio de Janeiro, a menor temperatura registrada é de 20°C e a maior atinge 30°C.
Em Minas Gerais, o tempo fica com muitas nuvens e possibilidade de chuva no Sul, Sudoeste, Campo das Vertentes e Zona da Mata. As demais regiões, incluindo o Triângulo Mineiro, Central, Norte e a área metropolitana, seguem com predomínio de muitas nuvens e sem previsão de chuva. Em Belo Horizonte, a mínima é de 19°C e a máxima chega a 34°C.
No Espírito Santo, a terça-feira terá predomínio de muitas nuvens em todo o estado. Em Vitória, a mínima prevista é de 22°C e a máxima alcança 32°C.
No interior do Sudeste, a terça-feira será marcada por um clima abafado e pancadas de chuva persistentes. As temperaturas seguem elevadas, mas a aproximação de instabilidades traz acumulados de água significativos para o interior de São Paulo e o sul de Minas Gerais, favorecendo um clima propenso a temporais isolados com raios durante a tarde e a noite.
Um aviso de tempestade, classificado como perigo potencial, está ativo ao longo de toda a terça-feira (13), com encerramento às 23h59. A área de abrangência inclui:
A previsão indica chuva entre 20 e 30 mm/h ou até 50 mm/dia, ventos intensos de 40 a 60 km/h e queda de granizo, com baixo risco de corte de energia elétrica, estragos em plantações, queda de galhos de árvores e alagamentos.
Também está em vigor um aviso de baixa umidade, classificado como perigo potencial, com validade de 10 a 13 de outubro. A área de abrangência inclui:
A umidade relativa do ar varia entre 30% e 20%, com baixo risco de incêndios florestais e à saúde.
Precipitação originada de nuvens convectivas, sobretudo cumulonimbus, que atinge o solo em forma de esferas ou fragmentos irregulares de gelo. Quando o diâmetro das partículas é ≥ 5 mm, classificam-se como granizo; partículas menores são classificadas como granizo miúdo e/ou neve granulada (graupel). Em boletins METAR, utiliza-se ‘GR’ para granizo e ‘GS’ para granizo miúdo/neve granulada. Unidades isoladas são chamadas de ‘pedras de granizo’.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA terça-feira (13) terá variação de nuvens e chuva isolada em parte da Região Norte, além de avisos de tempestade e baixa umidade do ar em diferentes trechos, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
No Tocantins, o dia segue com muitas nuvens no setor ocidental e oriental do estado. Em Palmas, a temperatura mínima fica em 25°C e a máxima chega a 38°C.
No Pará, a maior parte do estado registra muitas nuvens, com possibilidade de chuva isolada nas áreas do nordeste e litoral paraense. Em Belém, os termômetros marcam entre 25°C e 35°C.
No Amapá, o tempo fica com muitas nuvens e possibilidade de chuva isolada. Em Macapá, a mínima é de 25°C e a máxima alcança 34°C.
Em Roraima, o predomínio é de muitas nuvens ao longo do dia. Em Boa Vista, a menor temperatura fica em 27°C e a maior atinge 38°C.
No Amazonas, a previsão aponta muitas nuvens com chuva isolada abrangendo o centro, sul, sudoeste e norte amazonense. Em Manaus, as temperaturas variam entre 26°C e 35°C.
Em Rondônia, o dia terá muitas nuvens com chuva isolada no leste rondoniense e na região de Madeira-Guaporé. Em Porto Velho, a mínima é de 25°C e a máxima chega a 38°C.
No Acre, o tempo permanece com muitas nuvens e chuva isolada no Vale do Acre e no Vale do Juruá. Em Rio Branco, a mínima registrada é de 24°C e a máxima atinge 36°C.
No interior do Norte, o clima continua sob a influência do forte calor e da alta umidade equatorial. Os termômetros ultrapassam facilmente os 37°C, com picos acima de 40°C no interior do Tocantins e do Pará.
Um aviso de tempestade, classificado como perigo potencial, está ativo ao longo de toda a terça-feira (13), com encerramento às 23h59. A área de abrangência inclui:
A previsão indica chuva entre 20 e 30 mm/h ou até 50 mm/dia, ventos intensos de 40 a 60 km/h e queda de granizo, com baixo risco de corte de energia elétrica, estragos em plantações, queda de galhos de árvores e alagamentos.
Também está em vigor um aviso de baixa umidade, classificado como perigo potencial, com validade de 10 a 13 de outubro. A área de abrangência inclui:
A umidade relativa do ar varia entre 30% e 20%, com baixo risco de incêndios florestais e à saúde.
Precipitação originada de nuvens convectivas, sobretudo cumulonimbus, que atinge o solo em forma de esferas ou fragmentos irregulares de gelo. Quando o diâmetro das partículas é ≥ 5 mm, classificam-se como granizo; partículas menores são classificadas como granizo miúdo e/ou neve granulada (graupel). Em boletins METAR, utiliza-se ‘GR’ para granizo e ‘GS’ para granizo miúdo/neve granulada. Unidades isoladas são chamadas de ‘pedras de granizo’.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA terça-feira (13) terá predomínio de muitas nuvens na Região Nordeste, com variação na nebulosidade e índices reduzidos de umidade relativa do ar em trechos de todos os estados, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
No Maranhão, o tempo permanece com muitas nuvens ao longo do dia. Em São Luís, a temperatura mínima fica em 26°C e a máxima chega a 33°C.
No Piauí, a nebulosidade também predomina em todo o território. Em Teresina, os termômetros registram mínima de 23°C e a maior máxima da região, atingindo 40°C.
No Ceará, a previsão aponta dia de muitas nuvens. Em Fortaleza, a mínima prevista é de 25°C e a máxima alcança 32°C.
No Rio Grande do Norte, o tempo varia entre nuvens. Em Natal, as temperaturas oscilam entre 26°C e 32°C.
Na Paraíba, a condição de muitas nuvens se mantém. Em João Pessoa, a mínima é de 24°C e a máxima atinge 32°C.
Em Pernambuco, o dia terá variação de nebulosidade. No Recife, a mínima registrada é de 24°C e a máxima fica em 32°C.
Em Alagoas, o predomínio é de muitas nuvens. Em Maceió, os valores variam entre 23°C e 32°C.
Em Sergipe, o tempo segue com nebulosidade variável. Em Aracaju, a menor temperatura é de 24°C e a maior chega a 32°C.
Na Bahia, o estado registra muitas nuvens na faixa litorânea, na região metropolitana e nas áreas do interior. Em Salvador, os termômetros marcam mínima de 23°C e máxima de 32°C.
O interior nordestino, em especial o Sertão e o MATOPIBA, segue dominado por um clima de calor escaldante e ar seco. Sem previsão de chuva, o dia terá sol forte e temperaturas máximas extremas que podem atingir ou superar os 40°C.
Também está em vigor um aviso de baixa umidade, classificado como perigo potencial, com validade de 10 a 13 de outubro. A área de abrangência inclui:
A umidade relativa do ar varia entre 30% e 20%, com baixo risco de incêndios florestais e à saúde.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioCerca de 76% das empresas industriais que enfrentaram dificuldades para obter crédito de curto ou médio prazo, com vencimento em até cinco anos, apontaram os juros elevados como o principal obstáculo ao financiamento. Nas operações de longo prazo, acima de cinco anos, o problema foi mencionado por quase 69% dos empresários.
É o que revela a Sondagem Especial nº 107 - Condições de Acesso ao Crédito em 2026, divulgada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). O levantamento ouviu 1.701 empresas industriais, sendo 692 de pequeno porte, 612 de médio porte e 397 de grande porte. As informações se referem ao período de fevereiro a julho de 2026.
Embora a proporção de empresas que apontaram os juros como principal dificuldade tenha diminuído em relação à edição anterior da pesquisa, o custo do crédito continua liderando o ranking de obstáculos ao financiamento industrial. Na sondagem anterior, 80% dos entrevistados relataram dificuldades com os juros nas operações de curto e médio prazo, enquanto 71% apontaram o problema no crédito de longo prazo.
A analista de Políticas e Indústria da CNI, Maria Virgínia Colusso, destaca que a taxa básica de juros (Selic) começou 2026 em 15% ao ano e que o Banco Central tem adotado uma postura cautelosa no processo de redução. Atualmente, a taxa está em 13,75% ao ano.
“Esses cortes levam um tempo para chegar a uma diminuição dos juros desse crédito. Então, temos um processo de defasagem entre esses movimentos que o Banco Central adota e o custo do crédito de fato. Como a Selic, mesmo após esse processo de flexibilização, ainda está muito elevada, o custo do capital ainda tem chegado bastante elevado para as empresas também”, afirma.
O segundo principal obstáculo à contratação de crédito de curto e médio prazo é a exigência de garantias reais pelas instituições financeiras, como bens imóveis, por exemplo. A dificuldade foi mencionada por 33,4% das empresas que enfrentaram problemas para acessar essas operações. No financiamento de longo prazo, o percentual foi de 31,5%.
A burocracia aparece como a terceira barreira mais citada para o crédito de curto e médio prazo, mencionada por 13,6% das empresas. Já nas operações de longo prazo, o terceiro entrave é o prazo de carência inferior ao necessário, apontado por 18,9% dos entrevistados. O resultado indica que parte dos empresários gostariam de ter mais tempo para começar a pagar as linhas de crédito pretendidas.
A sondagem mostra que metade (49,9%) das empresas industriais não buscou contratar ou renovar operações de crédito de curto e médio prazo no período analisado. Apenas 22,9% conseguiram contratar um financiamento ou renovar uma operação existente, enquanto 7,5% tentaram obter os recursos, mas não tiveram sucesso.
No crédito de longo prazo, a parcela de empresas que não buscou contratar ou renovar financiamentos foi ainda maior, de 54%. Outros 15,5% conseguiram obter um novo financiamento ou prorrogar uma operação existente. Já 9,2% tentaram acessar os recursos, mas não conseguiram.
Colusso explica que não buscar crédito, por si só, não representa necessariamente um problema. Em alguns casos, a empresa não precisou de financiamento no período ou optou por utilizar recursos próprios para custear as operações.
“Mas isso começa a soar como um alerta quando a gente olha em conjunto com outras informações da pesquisa. O elevado percentual de frustração, que é quando essas empresas buscam contratar novas operações ou renovar operações já existentes e não conseguem. Isso começa a ser um alerta”, ressalta.
Levando-se em conta apenas as empresas que buscaram contratar ou renovar crédito de curto/médio prazo, quase uma em cada quatro (24,7%) não tiveram sucesso. Nas operações de longo prazo, o índice chegou a 37,2%.
O recorte por porte mostra que as pequenas empresas registraram os maiores índices de frustração no acesso ao financiamento. Confira os percentuais:
O capital de giro foi a principal finalidade do crédito industrial, inclusive nas operações de longo prazo. Segundo a pesquisa, 28,7% das empresas que buscaram, contrataram ou renovaram esse tipo de financiamento apontaram a necessidade de capital de giro como motivo para recorrer a recursos de longo prazo.
Na sequência, aparecem os investimentos na expansão da capacidade produtiva, como a aquisição de máquinas e equipamentos, citada por 23,6% das empresas, e os aportes em construção e instalações, mencionados por 11,6%.
Nas operações de curto e médio prazo, o capital de giro teve participação ainda maior: quase 60% das empresas indicaram essa finalidade. Os investimentos em máquinas e equipamentos foram citados por 13,2%, enquanto os aportes em construção e instalações corresponderam a 5,8%.
A analista da CNI ressalta que o capital de giro é usado para pagar despesas operacionais, como folha de pagamento, materiais e insumos. Por isso, é esperado o uso do crédito de curto prazo com essa finalidade. Já a busca por financiamentos de longo prazo para cobrir esses gastos chama a atenção.
“O crédito de longo prazo voltado para o capital de giro nos chama atenção porque pode soar como uma sinalização de uma pressão também nesse financiamento. Pode soar como uma sinalização de que as empresas estão buscando o capital de longo prazo para financiar essas despesas operacionais. Então isso precisa ser analisado com cautela”, afirma Colusso.
Os empresários também apontaram medidas que poderiam facilitar o acesso ao financiamento. A principal demanda é a redução dos custos tributários e administrativos, mencionada por 38,4% dos entrevistados em relação ao crédito de curto e médio prazo e por 31,2% no caso das operações de longo prazo.
A ampliação das linhas de crédito públicas aparece em segundo lugar, com 22,8% das respostas para o financiamento de curto e médio prazo e 26,3% para o de longo prazo.
Já a simplificação das exigências impostas pelas instituições financeiras foi apontada por 21,1% das empresas no crédito de curto e médio prazo e por 22,1% nas operações de longo prazo.
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