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Baixar áudioCerca de 5,3 mil empresas brasileiras afetadas pelas novas tarifas dos Estados Unidos poderão receber apoio para buscar compradores e ampliar as exportações para outros mercados. A estratégia faz parte do Plano de Diversificação de Exportações, que terá R$ 210 milhões em investimentos e ações em 36 mercados considerados prioritários. Trata-se de uma iniciativa da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil).
O número de empresas beneficiadas representa a maior parte das cerca de 5,6 mil companhias diretamente atingidas pelas novas barreiras comerciais norte-americanas, segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Secex/MDIC).
O plano alcança 35 setores, incluindo segmentos do agronegócio, indústria de transformação, higiene, máquinas e equipamentos. Entre as medidas previstas estão a participação em feiras internacionais, conexão com compradores estrangeiros e consultorias para entrada em novos mercados.
O presidente da ApexBrasil, Laudemir Müller, explica que empresas afetadas poderão ter custos de algumas dessas ações cobertos. “Se ela for uma empresa que exporta para os Estados Unidos e está no tarifaço, ela vai participar de uma feira, ou em Paris ou na Tailândia, a depender de qual for o mercado dela, com uma isenção total de qualquer taxa de pagamento da Apex. Ela só tem que ir. Mas, se ela falar que precisa ter uma nova certificação, a ApexBrasil vai ressarcir essa despesa desta empresa impactada até um limite de R$ 40 mil”, destaca o presidente.
A estratégia está dividida entre ações realizadas em parceria com entidades setoriais e atendimento direto às empresas. Mais de 300 ações estão previstas em conjunto com entidades do setor produtivo. No atendimento direto, a expectativa é alcançar até 4,7 mil empresas.
O pacote prevê:
● 2,3 mil vagas em reuniões de negócios, presenciais ou virtuais, para aproximar exportadores brasileiros de compradores estrangeiros;
● 1,4 mil vagas em feiras internacionais, principalmente em mercados alternativos;
● consultoria especializada para 1,2 mil empresas, com atendimento individualizado para apoiar a entrada em novos países;
● mil vagas na Bolsa Exportação, com apoio financeiro distribuído ao longo dos próximos 12 meses.
As empresas afetadas pelas tarifas terão isenção das taxas de participação nessas ações.
Diversificação mira 36 mercados
A estratégia busca reduzir os impactos das barreiras comerciais por meio da diversificação dos destinos dos produtos brasileiros. Entre os mercados considerados prioritários estão Canadá, México, Alemanha, Turquia, África do Sul, Indonésia, Índia e China.
A América Latina concentra o maior número de ações previstas, com 85. Na sequência aparecem Europa, com 77; Ásia, com 46; Canadá e México, com 23; África, com 16; e Oriente Médio, com 11.
A busca por destinos alternativos, no entanto, não significa a substituição dos Estados Unidos como mercado para os produtos brasileiros. A estratégia prevê a manutenção das ações comerciais no país ao mesmo tempo em que as empresas procuram novos compradores para reduzir os efeitos das tarifas.
As empresas afetadas poderão solicitar atendimento diretamente pelos canais da ApexBrasil ou por meio das 29 entidades setoriais parceiras. Para acessar o programa, a empresa deverá se identificar como exportadora para os Estados Unidos afetada pelas tarifas, informar o código do produto comercializado e indicar qual tipo de apoio necessita.
A demanda pode envolver desde a participação em uma feira internacional até a necessidade de obter uma certificação para vender em determinado país ou encontrar compradores em novos mercados.
A partir dessas informações, a demanda será cruzada com oportunidades identificadas pela rede internacional da ApexBrasil, que conta com uma base de mais de 2 mil compradores estrangeiros parceiros.
A estratégia ocorre em um momento de crescimento das vendas brasileiras ao exterior. O Brasil registrou US$ 220 bilhões em exportações no semestre, além do melhor resultado para um mês de julho da série informada pela ApexBrasil.
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Baixar áudioApós recuar de junho para julho, o Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI) avançou 1,9 ponto em agosto e atingiu 46,3 pontos. O resultado interrompe uma sequência de duas quedas mensais consecutivas, mas ainda mantém o indicador abaixo da linha de 50 pontos, que separa a confiança da falta de confiança. Os dados são do levantamento da Confederação Nacional da Indústria (CNI).
Com isso, os empresários industriais completam 20 meses consecutivos de falta de confiança. O resultado de agosto também ficou abaixo da média histórica do indicador, de 53,3 pontos.
O gerente de Análise Econômica da CNI, Marcelo Azevedo, explica que o ICEI é composto pela avaliação das condições atuais dos negócios, em comparação com os meses anteriores, e pelas expectativas para os próximos seis meses. Segundo ele, os dois componentes vêm apresentando oscilações nos últimos meses, o que ajuda a explicar a variação do indicador ao longo do ano.
“A avaliação das condições correntes vem oscilando e aprofundando essa percepção de piora. Já as expectativas — até por ser uma visão mais próxima do futuro, em um cenário de bastante incertezas — vêm mostrando uma oscilação um pouco maior, fazendo com que a expectativa com relação à empresa chegue no campo negativo e, às vezes, como agora em agosto, volte para o campo positivo”, afirma.
O Índice de Condições Atuais avançou 1,1 ponto em agosto de 2026 e atingiu 42,7 pontos. O indicador mede a percepção dos empresários sobre a situação atual de suas empresas e da economia brasileira, em comparação com o cenário de seis meses atrás.
Apesar da alta, o índice continua abaixo da linha de 50 pontos. Segundo a CNI, isso indica que, na avaliação dos empresários industriais, as condições da economia brasileira e das próprias empresas ainda estão piores do que há seis meses. No entanto, em agosto, essa percepção negativa se tornou menos intensa e disseminada.
O resultado reflete tanto a melhora na avaliação das condições atuais da economia brasileira — cujo índice subiu 1,9 ponto e alcançou 36,6 pontos — quanto das próprias empresas — que registraram avanço de 0,6 ponto, para 45,7 pontos.
“O índice de avaliação das condições atuais segue no campo negativo. Os empresários ainda percebem piora nas condições de seus negócios e da economia brasileira, mas essa percepção de piora se suavizou na passagem de julho para agosto”, ressalta Azevedo.
O Índice de Expectativas também registrou alta em agosto. O indicador subiu 2,3 pontos e marcou 48,1 pontos, recuperando parte da queda de 3,1 pontos registrada em julho.
O índice mede o grau de otimismo dos empresários em relação aos próximos seis meses. Apesar da melhora, ele permanece abaixo da linha de 50 pontos, indicando que as expectativas do setor industrial ainda são negativas, embora o pessimismo esteja menos intenso e disseminado.
Segundo a CNI, o avanço foi impulsionado pela melhora dos dois componentes do indicador. O índice de expectativas em relação à economia brasileira subiu 2,5 pontos, para 39,7 pontos, sinalizando uma redução do pessimismo.
“Mesmo com a melhora, as expectativas com relação à economia brasileira seguem em campo negativo. Apesar dessa alta ocorrida agora em agosto, é uma expectativa ainda negativa, mas menos disseminada entre os empresários”, afirma Azevedo.
Já o índice de expectativas em relação às próprias empresas avançou 2,2 pontos, para 52,3 pontos, indicando a retomada do otimismo dos empresários quanto à situação de seus negócios nos próximos seis meses.
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Baixar áudioO volume de serviços no Brasil ficou estável em junho, na comparação com maio, segundo a Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado ficou abaixo da projeção da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), que esperava alta de 0,2%.
Das cinco grandes atividades pesquisadas, quatro registraram queda no mês. A exceção foi informação e comunicação, com avanço de 1,8%. No primeiro semestre, o setor de serviços acumula crescimento de 2% e, em 12 meses, alta de 2,6%.
O turismo recuou 3,4% em junho, na segunda queda consecutiva, e caiu 5,3% na comparação com junho de 2025. O resultado foi influenciado principalmente pelo transporte aéreo de passageiros.
Copiar o textoProjeto cria alternativas à judicialização e amplia descontos para quem regularizar débitos
Baixar áudioO Senado Federal aprovou um projeto de lei que busca modernizar as regras do Código Tributário Nacional para a solução de conflitos entre o Fisco e os contribuintes. A principal proposta do PLP 124/2022 é criar novos mecanismos para resolver essas disputas — por meio de transação, mediação ou arbitragem — e evitar que o contribuinte precise recorrer à Justiça para ter reconhecido um direito já garantido por tribunais superiores.
A matéria foi aprovada pelo Senado no fim de 2024 e enviada à Câmara dos Deputados, onde recebeu o aval dos parlamentares em novembro de 2025. Como o texto foi alterado pelos deputados, precisou ser novamente analisado pelo Senado. A proposta segue agora para sanção presidencial.
Os mecanismos previstos no projeto se diferenciam principalmente pelo grau de negociação entre as partes e pelo papel exercido pelo terceiro envolvido.
O texto aprovado pelo Senado também estabelece que a Fazenda Pública deverá agir de forma mais rápida e transparente quando uma decisão judicial beneficiar os contribuintes.
Após o trânsito em julgado, ela terá 90 dias para emitir um parecer esclarecendo os efeitos da decisão: em quais situações deixará de negar pedidos dos contribuintes e em quais processos, administrativos ou judiciais, deixará de recorrer.
Outro ponto de destaque do projeto é a redução das multas para o contribuinte que regularizar a dívida tributária. Os descontos serão maiores para quem quitar o débito mais rapidamente.
Se pagar integralmente o tributo dentro do prazo para apresentação da primeira defesa — a chamada impugnação —, o contribuinte terá direito a 50% de desconto na multa. Se optar pelo parcelamento no mesmo período, a redução será de 40%.
Depois desse prazo, mas antes da inscrição do débito em dívida ativa, o desconto será de 30% para quem quitar a dívida integralmente e de 20% para quem optar pelo parcelamento.
As reduções poderão ser ainda maiores para contribuintes que aderirem a um programa de conformidade tributária, que prevê mecanismos de cooperação com o Fisco. Nesses casos, os descontos poderão chegar a 60% para pagamento à vista, 50% para parcelamento dentro do prazo da primeira defesa, 40% para pagamento à vista após esse prazo e 30% para parcelamento.
Já para o devedor contumaz, não haverá graduação, redução ou eliminação da penalidade tributária. As multas poderão, ainda, ser agravadas em situações previstas no texto, como fraude, sonegação, conluio ou reincidência.
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Baixar áudioAproveitando o período de testes da Reforma Tributária, o setor de abastecimento hídrico e saneamento básico busca se preparar para possíveis impactos econômicos. Diante da preocupação do segmento, a Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) iniciou o processo para elaboração de uma norma de referência que permita a revisão de contratos firmados.
Ainda não se sabe a alíquota que incidirá sobre a atividade a partir de 2033. Atualmente, a taxa é de cerca de 9,74% da receita bruta das concessionárias privadas ou companhias estaduais. Sendo assim, a intenção da agência é criar uma diretriz para que os órgãos regionais possam reequilibrar as contas dos acordos.
Segundo o superintendente de Regulação de Saneamento Básico da agência, Silvano Silvério, a iniciativa visa dar previsibilidade e diminuir os litígios em possíveis revisões contratuais. “O objetivo da norma de referência é reduzir a insegurança jurídica, estabelecer um entendimento único e procedimentos e critérios mínimos para que as entidades reguladoras infra nacionais tratem pedidos de revisão tarifária e reequilíbrio contratual de maneira mais previsível”, ressalta o executivo.
A minuta da norma de referência está disponível para consulta pública até o dia 17 setembro, prazo no qual a agência encerra o período de contribuições e passa então para deliberação da diretoria colegiada. A previsão é que as novas regras sejam publicadas até o final deste ano.
Uma das premissas centrais da Reforma Tributária é a manutenção da carga tributária. Ou seja, que não haja aumento da arrecadação a partir da majoração na cobrança dos tributos. No entanto, isso serve para toda a receita com impostos, já que alguns setores serão beneficiados e outros prejudicados – é o caso de itens prejudiciais à saúde e ao meio ambiente, sobre os quais incidirá o Imposto Seletivo (IS), por exemplo.
No setor de abastecimento de água e saneamento básico, não dá para afirmar se os operadores serão onerados e se isso refletirá no aumento da tarifa para os consumidores. Até porque, como aponta Silvério, a regulamentação do sistema tributário nacional permite que empresas acumulem créditos durante a aquisição de bens e serviços de fornecedores e os utilizem para compensar os tributos devidos no momento das vendas aos clientes.
“Mesmo que haja, eventualmente, o aumento de tributos, os créditos presumidos podem atenuar esse impacto dos tributos. E é neste contexto que a norma de referência busca oferecer segurança regulatória para que eventuais desequilíbrios decorrentes da reforma [tributária] sejam analisados de forma estruturada, transparente e compatível com a legislação aplicável”, afirma o superintendente.
Ainda assim, a publicação da norma de referência não significa uma revisão automática de todos os contratos assinados antes da Reforma Tributária. Cada caso terá que ser analisado e as recomposições dependerão da comprovação dos impactos econômico-financeiros, da análise dos riscos contratuais e da atuação da entidade reguladora competente que, no caso, são as entidades estaduais e municipais.
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Baixar áudioO preço do café arábica abre esta sexta-feira (14) com um aumento de 0,47%, com a saca de 60 kg negociada a R$ 1.779,40 na cidade de São Paulo.
O café robusta também teve queda de 1,16%, sendo comercializado a R$ 1.064,62.
INDICADOR DO CAFÉ ARÁBICA CEPEA/ESALQ
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$ |
|---|---|---|---|---|
| 13/08/2026 | 1.779,40 | 0,47% | 2,02% | 342,85 |
| 12/08/2026 | 1.771,09 | 0,49% | 1,54% | 342,37 |
| 11/08/2026 | 1.762,44 | 0,70% | 1,05% | 341,23 |
| 10/08/2026 | 1.750,23 | 1,05% | 0,35% | 342,44 |
| 07/08/2026 | 1.732,12 | 0,24% | -0,69% | 340,70 |
INDICADOR DO CAFÉ ROBUSTA CEPEA/ESALQ
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$ |
|---|---|---|---|---|
| 13/08/2026 | 1.064,62 | -1,16% | -2,56% | 205,13 |
| 12/08/2026 | 1.077,11 | -0,90% | -1,41% | 208,22 |
| 11/08/2026 | 1.086,88 | -0,50% | -0,52% | 210,43 |
| 10/08/2026 | 1.092,38 | 0,30% | -0,02% | 213,73 |
| 07/08/2026 | 1.089,15 | -0,12% | -0,31% | 214,23 |
O preço do açúcar cristal apresenta alta de 0,92% na capital de São Paulo. A saca de 50 kg é cotada a R$ 98,31.
INDICADOR DO AÇÚCAR CRISTAL BRANCO CEPEA/ESALQ - SÃO PAULO
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 13/08/2026 | 98,31 | 0,92% | 7,44% | 18,94 |
| 12/08/2026 | 97,41 | 0,48% | 6,46% | 18,83 |
| 11/08/2026 | 96,94 | -0,58% | 5,95% | 18,77 |
| 10/08/2026 | 97,51 | 1,55% | 6,57% | 19,08 |
| 07/08/2026 | 96,02 | 2,28% | 4,94% | 18,89 |
Em Santos (SP), houve aumento de 1,67%, e a mercadoria é negociada a R$ 120,89 na média de preços sem impostos.
Indicador Açúcar Cristal - Santos (FOB)
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 13/08/2026 | 120,89 | 1,67% | 13,74% | 23,31 |
| 12/08/2026 | 118,90 | 0,01% | 11,86% | 23,02 |
| 11/08/2026 | 118,89 | 2,69% | 11,85% | 23,18 |
| 10/08/2026 | 115,78 | -0,08% | 8,93% | 22,72 |
| 07/08/2026 | 115,87 | 3,76% | 9,01% | 22,76 |
A saca de 60 kg do milho, por sua vez, é vendida a R$ 66,09 após queda de 0,09%.
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 13/08/2026 | 66,09 | -0,09% | 1,29% | 12,73 |
| 12/08/2026 | 66,15 | 0,76% | 1,38% | 12,79 |
| 11/08/2026 | 65,65 | 0,03% | 0,61% | 12,71 |
| 10/08/2026 | 65,63 | 0,94% | 0,58% | 12,84 |
| 07/08/2026 | 65,02 | 0,28% | -0,35% | 12,79 |
Os dados são do Cepea.
Café arábica e café robusta são as duas principais variedades cultivadas e comercializadas no Brasil, ambas medidas em sacas de 60 kg.
O café arábica (conhecido também como café Conilon, em algumas regiões) tem sabor mais suave, menor teor de cafeína e alta qualidade sensorial, sendo preferido em cafeterias especializadas e nas exportações de cafés premium. Representa cerca de 70% da produção brasileira, com destaque para estados como Minas Gerais e São Paulo.
O café robusta, por sua vez, possui sabor mais amargo, maior concentração de cafeína e corpo mais intenso. É amplamente utilizado na produção de café solúvel e blends comerciais. Seus principais polos produtores são o Espírito Santo e Rondônia, e seu preço costuma ser mais baixo em comparação ao arábica, por conta do perfil mais industrial.
A saca de açúcar cristal no Brasil é padronizada em 50 quilos, especialmente para comercialização no mercado atacadista e para uso na indústria alimentícia. Essa unidade de medida é adotada pelo Cepea/Esalq-USP, principal fonte de cotações diárias do açúcar cristal no país.
A saca de milho equivale a 60 kg de grãos, mesmo padrão utilizado para soja e trigo. Essa medida é oficializada por instituições como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Cepea, sendo amplamente usada em negociações e relatórios de preço do milho.
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Baixar áudioO preço do boi gordo apresenta alta de 0,07% nesta sexta-feira (14). Em São Paulo, a arroba é negociada a R$ 346,75.
INDICADOR DO BOI GORDO CEPEA/ESALQ
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 13/08/2026 | 346,75 | 0,07% | 0,06% | 66,81 |
| 12/08/2026 | 346,50 | -0,26% | -0,01% | 66,98 |
| 11/08/2026 | 347,40 | -0,03% | 0,25% | 67,26 |
| 10/08/2026 | 347,50 | 0,00% | 0,27% | 68,35 |
| 07/08/2026 | 347,50 | -0,23% | 0,27% | 68,35 |
No mercado de frango, os preços apresentam estabilidade para o frango resfriado na Grande São Paulo, em São José do Rio Preto e em Descalvado. Já o frango congelado registrou leve alta de 0,14%, com o quilo comercializado a R$ 7,20. O frango resfriado é vendido a R$ 7,21 o quilo.
PREÇOS DO FRANGO CONGELADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|
| 13/08/2026 | 7,20 | 0,14% | 0,84% |
| 12/08/2026 | 7,19 | 0,00% | 0,70% |
| 11/08/2026 | 7,19 | 0,00% | 0,70% |
| 10/08/2026 | 7,19 | 0,42% | 0,70% |
| 07/08/2026 | 7,16 | 0,42% | 0,28% |
PREÇOS DO FRANGO RESFRIADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|
| 13/08/2026 | 7,21 | 0,00% | 0,84% |
| 12/08/2026 | 7,21 | 0,00% | 0,84% |
| 11/08/2026 | 7,21 | 0,00% | 0,84% |
| 10/08/2026 | 7,21 | 0,42% | 0,84% |
| 07/08/2026 | 7,18 | 0,42% | 0,42% |
A carcaça suína especial apresenta estabilidade de preço nos atacados da Grande São Paulo, onde o quilo custa R$ 7,33.
Entre os estados analisados, o suíno vivo registra o menor preço em Santa Catarina, onde o animal é comercializado a R$ 4,53.
PREÇOS DA CARCAÇA SUÍNA ESPECIAL (R$/kg)
| Data | Média | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|
| 13/08/2026 | 7,33 | 0,00% | -10,83% |
| 12/08/2026 | 7,33 | -0,68% | -10,83% |
| 11/08/2026 | 7,38 | 0,00% | -10,22% |
| 10/08/2026 | 7,38 | -1,99% | -10,22% |
| 07/08/2026 | 7,53 | 0,00% | -8,39% |
INDICADOR DO SUÍNO VIVO CEPEA/ESALQ (R$/kg)
| Data | Estado | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|---|
| 13/08/2026 | MG - posto | 4,95 | 0,00% | -6,07% |
| 13/08/2026 | PR - a retirar | 4,55 | 0,00% | -2,15% |
| 13/08/2026 | RS - a retirar | 4,70 | 0,00% | -1,26% |
| 13/08/2026 | SC - a retirar | 4,53 | -0,66% | -6,60% |
| 13/08/2026 | SP - posto | 5,11 | 0,20% | 0,20% |
Os dados são do Cepea.
O boi gordo é o bovino macho pronto para o abate, com peso mínimo de 16 arrobas líquidas de carcaça (aproximadamente 240 kg) e até 42 meses de idade. Atende aos padrões do mercado nacional e internacional, incluindo exportações para Europa, China e cota Hilton.
O frango congelado passa por congelamento rápido, com temperaturas abaixo de -12°C, garantindo maior vida útil para armazenamento e transporte a longas distâncias.
Já o frango resfriado é mantido entre 0°C e 4°C, com validade de 5 a 7 dias, oferecendo textura e sabor mais próximos do fresco, ideal para consumidores exigentes e restaurantes.
Copiar o textoO trigo tem estabilidade de preço no Rio Grande do Sul e alta no Paraná
Baixar áudioA saca de 60 quilos da soja inicia sexta-feira (14) em alta no interior do Paraná e na região litorânea de Paranaguá.
No mercado paranaense, o grão apresenta aumento de 0,56%, com a saca negociada a R$ 139,99. Em Paranaguá, o recuo foi de 0,05%, levando a cotação para R$ 146,94.
INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANÁ
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 13/08/2026 | 139,99 | 0,56% | 1,98% | 26,97 |
| 12/08/2026 | 139,21 | 1,27% | 1,41% | 26,91 |
| 11/08/2026 | 137,46 | 0,01% | 0,14% | 26,61 |
| 10/08/2026 | 137,44 | 0,08% | 0,12% | 26,89 |
| 07/08/2026 | 137,33 | -0,12% | 0,04% | 27,01 |
INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANAGUÁ
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 13/08/2026 | 146,94 | 0,41% | 1,40% | 28,31 |
| 12/08/2026 | 146,34 | 1,00% | 0,99% | 28,29 |
| 11/08/2026 | 144,89 | -0,05% | -0,01% | 28,05 |
| 10/08/2026 | 144,96 | -0,13% | 0,03% | 28,36 |
| 07/08/2026 | 145,15 | 0,12% | 0,17% | 28,55 |
O trigo tem estabilidade de preço no Rio Grande do Sul e alta no Paraná.
No Paraná, a tonelada do cereal é comercializada a R$ 1.321,52. No Rio Grande do Sul, o produto é vendido a R$ 1.416,10.
PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - RIO GRANDE DO SUL
| Data | Valor R$/t* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$/t* |
|---|---|---|---|---|
| 13/08/2026 | 1.321,52 | 0,00% | -0,03% | 254,63 |
| 12/08/2026 | 1.321,52 | 0,86% | -0,03% | 255,47 |
| 11/08/2026 | 1.310,28 | 0,00% | -0,88% | 253,68 |
| 10/08/2026 | 1.310,28 | -0,33% | -0,88% | 256,36 |
| 07/08/2026 | 1.314,61 | 0,02% | -0,55% | 258,58 |
PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - PARANÁ
| Data | Valor R$/t* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$/t* |
|---|---|---|---|---|
| 13/08/2026 | 1.416,10 | 0,12% | 0,72% | 272,85 |
| 12/08/2026 | 1.414,35 | -0,05% | 0,60% | 273,41 |
| 11/08/2026 | 1.415,09 | 0,04% | 0,65% | 273,98 |
| 10/08/2026 | 1.414,49 | 0,00% | 0,61% | 276,75 |
| 07/08/2026 | 1.414,46 | 0,02% | 0,61% | 278,22 |
Os dados são do Cepea.
A saca de soja e a saca de trigo são as principais unidades de comercialização de grãos no Brasil. Cada saca equivale a 60 quilos, padrão adotado por órgãos oficiais como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).
Esse formato padronizado facilita o comércio da soja e do trigo, além de permitir um acompanhamento mais preciso das cotações e variações de preços no mercado nacional.
Copiar o textoO euro, por sua vez, encerrou o pregão cotado a R$ 6,00
Baixar áudioO dólar encerrou esta quinta-feira (13) em alta de 0,25%, cotado a R$ 5,19. O avanço ocorreu na contramão do cenário externo, com o DXY, índice que mede o desempenho da moeda norte-americana frente a uma cesta de divisas, próximo da estabilidade no fim da sessão.
O movimento refletiu principalmente fatores internos e a maior cautela dos investidores com o cenário brasileiro. Com a aproximação do ciclo eleitoral, o mercado passou a exigir maior prêmio para manter posições em ativos do país diante das incertezas relacionadas ao período.
Nos Estados Unidos, novos dados de inflação vieram abaixo das expectativas, mas tiveram impacto limitado sobre o dólar no mercado internacional. Os números influenciaram principalmente as expectativas para a trajetória dos juros norte-americanos.
O índice DXY, que mede a força do dólar frente a outras moedas globais, fechou aos 99,97 pontos, registrando uma leve queda de 0,04%.
O euro, por sua vez, encerrou o pregão cotado a R$ 6,00.
A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.
| Código | BRL | USD | EUR | GBP | JPY | CHF | CAD | AUD |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| BRL | 1 | 0,1928 | 0,1667 | 0,1425 | 30,7582 | 0,1570 | 0,2685 | 0,2722 |
| USD | 5,1874 | 1 | 0,8675 | 0,7416 | 159,56 | 0,8145 | 1,3930 | 1,4165 |
| EUR | 5,9988 | 1,1528 | 1 | 0,8548 | 183,94 | 0,9389 | 1,6056 | 1,6330 |
| GBP | 6,9968 | 1,3486 | 1,1699 | 1 | 215,18 | 1,0984 | 1,8784 | 1,9104 |
| JPY | 0,0325 | 0,0063 | 0,0054 | 0,0046 | 1 | 0,5105 | 0,0087 | 0,0089 |
| CHF | 6,3688 | 1,2277 | 1,0651 | 0,9105 | 195,91 | 1 | 1,7102 | 1,7393 |
| CAD | 3,7239 | 0,7179 | 0,6228 | 0,5324 | 114,56 | 0,5848 | 1 | 1,0170 |
| AUD | 3,6738 | 0,7060 | 0,6124 | 0,5235 | 112,64 | 0,5750 | 0,9833 | 1 |
Os dados são da Investing.com.
Copiar o textoO volume total negociado na B3 foi de R$ 29.119.555.042, em meio a 3.934.897 negócios
Baixar áudioO Ibovespa encerrou esta quinta-feira (13) em queda de 0,23%, aos 167.491 pontos, registrando a oitava baixa consecutiva. No mês de agosto, o principal índice da Bolsa brasileira já acumula desvalorização de cerca de 6%.
O mercado permaneceu pressionado pela cautela dos investidores com o cenário doméstico, incluindo as incertezas relacionadas ao ambiente macroeconômico e ao ciclo eleitoral.
No exterior, o petróleo interrompeu a sequência recente de altas, em meio ao avanço limitado das negociações para encerrar a guerra entre Irã e Estados Unidos. Os investidores também acompanharam o fluxo de petróleo pelo Estreito de Ormuz, rota estratégica para o mercado global de energia.
Ações em alta no Ibovespa
Oncoclinicas do Brasil Servicos Medicos S.A. (ONCO11) +50,00%
Ações em queda no Ibovespa
O volume total negociado na B3 foi de R$ 29.119.555.042, em meio a 3.934.897 negócios.
Os dados da bolsa podem ser consultados no site da B3.
O Ibovespa (Índice Bovespa) é o principal indicador do mercado acionário brasileiro. Calculado pela B3, ele reflete a média do desempenho das ações mais negociadas na bolsa, com base em critérios de volume e liquidez. O índice é composto por uma carteira teórica de ativos, que representa cerca de 80% do volume financeiro total negociado no mercado.
A B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) é a bolsa de valores oficial do Brasil, sediada em São Paulo. É responsável pela negociação de ações, derivativos, títulos públicos e privados, câmbio e outros ativos financeiros. A B3 está entre as maiores bolsas do mundo em infraestrutura e valor de mercado.
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