07/07/2026 18:40h

Tempo permanece estável nos três estados, com predomínio de nebulosidade

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A previsão para esta quarta-feira (8) indica predomínio de muitas nuvens em toda a Região Sul. As condições de tempo permanecem semelhantes nos três estados ao longo do dia, com variação de nebulosidade e sem previsão de chuva, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

No Rio Grande do Sul, o tempo encoberto predomina em todas as regiões do estado, incluindo a Campanha, a Fronteira Oeste, a Região Central, a Serra, os Vales e o Litoral. Na capital, Porto Alegre, a temperatura varia entre 5°C e 19°C.

O cenário se repete em Santa Catarina, que terá muitas nuvens em todas as regiões do estado, como o Oeste, o Meio-Oeste, os Planaltos Norte e Sul, o Vale do Itajaí, a Grande Florianópolis, o Litoral Norte, o Litoral Sul e a Serra. Em Florianópolis, os termômetros registram mínima de 7°C e máxima de 19°C.

No Paraná, o predomínio de nebulosidade também ocorre em todas as regiões do estado, incluindo o Norte, o Noroeste, o Oeste, o Centro, os Campos Gerais, o Sudeste e o Litoral. Em Curitiba, a mínima prevista é de 3°C e a máxima chega aos 20°C.
 

5 motivos para acompanhar as previsões do tempo

  • Agricultura: garantia de uma boa colheita;
  • Marinha: proteção de marinheiros, navios e passageiros;
  • Aeronáutica: segurança de pilotos, aeronaves e passageiros;
  • Pesca: condições favoráveis e seguras para a atividade;
  • Turismo: garantia de passeios e viagens tranquilas e agradáveis.

 

Importância das observações meteorológicas no INMET

As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).

As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

 

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07/07/2026 18:30h

Previsão indica tempo estável nos quatro estados da região, com variação de nebulosidade em áreas localizadas

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A previsão do tempo para a Região Centro-Oeste indica predomínio de poucas nuvens e tempo estável ao longo do período, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

A previsão do tempo para a Região Centro-Oeste indica predomínio de poucas nuvens na maior parte dos estados. As temperaturas seguem amenas e as máximas chegam a 28°C.

No Distrito Federal, o tempo permanece com poucas nuvens. Em Brasília, a mínima prevista é de 12°C e a máxima de 26°C.

Em Goiás, o predomínio é de poucas nuvens em todas as regiões do estado, incluindo o Norte, o Sul, o Leste, o Oeste e a região Central. Na capital, Goiânia, os termômetros variam entre 12°C e 28°C.

Em Mato Grosso, a maior parte do estado terá poucas nuvens, especialmente nas regiões Centro-Sul, Sudeste, Sudoeste e Oeste. Já no Norte mato-grossense, a previsão é de nebulosidade. Em Cuiabá, a temperatura varia entre 12°C e 28°C.

Em Mato Grosso do Sul, o tempo segue com poucas nuvens em todas as regiões, incluindo o Pantanal, o Norte, o Bolsão, o Leste, o Sul e o Sudoeste do estado. Em Campo Grande, a mínima é de 14°C e a máxima de 27°C.
 

5 motivos para acompanhar as previsões do tempo

  • Agricultura: garantia de uma boa colheita;
  • Marinha: proteção de marinheiros, navios e passageiros;
  • Aeronáutica: segurança de pilotos, aeronaves e passageiros;
  • Pesca: condições favoráveis e seguras para a atividade;
  • Turismo: garantia de passeios e viagens tranquilas e agradáveis.

 

Importância das observações meteorológicas no INMET

As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).

As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

 

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07/07/2026 18:20h

São Paulo, Rio de Janeiro e Espírito Santo podem registrar chuva isolada ao longo do dia

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A previsão do tempo para a Região Sudeste indica predomínio de muitas nuvens, com possibilidade de chuva isolada em parte da região, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

Em São Paulo, a capital terá muitas nuvens, com possibilidade de chuva isolada. Os termômetros variam entre 12°C e 22°C. A condição de muitas nuvens também predomina na maior parte do estado, enquanto a faixa litorânea e áreas do Vale do Paraíba podem registrar pancadas de chuva isoladas.

No Rio de Janeiro, a previsão para a capital é de muitas nuvens, com possibilidade de chuva isolada. A mínima prevista é de 15°C e a máxima chega a 24°C. O tempo permanece com muitas nuvens na maior parte do interior do estado, enquanto o litoral, a Região Metropolitana e trechos da Costa Verde têm previsão de pancadas de chuva isoladas.

Em Minas Gerais, Belo Horizonte terá poucas nuvens, com temperaturas entre 14°C e 27°C. Nas demais áreas do estado, o predomínio é de muitas nuvens, especialmente nas regiões do Triângulo Mineiro, Alto Paranaíba, Central Mineira, Zona da Mata, Campo das Vertentes, Sul e Sudoeste de Minas e Vale do Rio Doce.

No Espírito Santo, Vitória terá muitas nuvens, com possibilidade de chuva isolada. A temperatura varia entre 19°C e 25°C. A previsão indica pancadas de chuva isoladas no litoral e nas áreas próximas, enquanto as regiões Serrana, Noroeste e parte do interior capixaba permanecem com muitas nuvens ao longo do dia.
 

5 motivos para acompanhar as previsões do tempo

  • Agricultura: garantia de uma boa colheita;
  • Marinha: proteção de marinheiros, navios e passageiros;
  • Aeronáutica: segurança de pilotos, aeronaves e passageiros;
  • Pesca: condições favoráveis e seguras para a atividade;
  • Turismo: garantia de passeios e viagens tranquilas e agradáveis.

 

Importância das observações meteorológicas no INMET

As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).

As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

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07/07/2026 18:10h

Instabilidade permanece sobre a faixa norte da região, enquanto Tocantins, Acre, Rondônia e sul do Pará seguem com tempo mais firme

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A quarta-feira (8) será marcada pela instabilidade sobre alguns estados da Região Norte, com previsão de pancadas de chuva, em alguns casos acompanhadas de trovoadas, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

A previsão para o Acre indica predomínio de muitas nuvens em todo o estado. As condições permanecem estáveis tanto no Vale do Juruá quanto no Vale do Acre, incluindo a capital, Rio Branco, onde os termômetros variam entre 19°C e 31°C.

Em Rondônia, o cenário também é de muitas nuvens ao longo do dia, abrangendo todas as regiões do estado, desde a porção norte até o Cone Sul. Em Porto Velho, a temperatura mínima prevista é de 21°C, com máxima de 34°C.

No Amazonas, a instabilidade se concentra principalmente no norte do estado. Há previsão de pancadas de chuva acompanhadas de trovoadas nas regiões do Alto Rio Negro e do Alto Solimões, enquanto na Região Metropolitana de Manaus, no Médio Amazonas, no Baixo Amazonas e no sul amazonense, o céu permanece com muitas nuvens e possibilidade de chuva isolada. Na capital, Manaus, a mínima será de 25°C e a máxima de 33°C.

Em Roraima, a previsão aponta muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas isoladas em praticamente todo o estado, incluindo as regiões Norte, Central e Sul. Em Boa Vista, os termômetros variam entre 25°C e 31°C.

No Pará, as áreas de maior instabilidade permanecem sobre o Arquipélago do Marajó, o nordeste paraense e parte do Baixo Amazonas, onde há previsão de pancadas de chuva isoladas. Nas regiões do Xingu, Carajás, Lago de Tucuruí e sudeste do estado, o céu fica com muitas nuvens, sem previsão de chuva expressiva. Em Belém, a temperatura varia entre 24°C e 33°C, com muitas nuvens e possibilidade de chuva isolada.

No Amapá, a previsão é de muitas nuvens com possibilidade de chuva isolada em todas as regiões do estado, incluindo o norte, o sul e a faixa litorânea. Em Macapá, a mínima prevista é de 24°C e a máxima de 33°C.

Já no Tocantins, o tempo segue mais seco. O predomínio é de poucas nuvens em grande parte do estado, especialmente nas regiões do Bico do Papagaio, Jalapão, Cantão, Centro e sul tocantinense. Na capital, Palmas, a temperatura varia entre 20°C e 36°C, com previsão de poucas nuvens ao longo do dia.
 

5 motivos para acompanhar as previsões do tempo

  • Agricultura: garantia de uma boa colheita;
  • Marinha: proteção de marinheiros, navios e passageiros;
  • Aeronáutica: segurança de pilotos, aeronaves e passageiros;
  • Pesca: condições favoráveis e seguras para a atividade;
  • Turismo: garantia de passeios e viagens tranquilas e agradáveis.

 

Importância das observações meteorológicas no INMET

As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).

As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

 

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07/07/2026 18:00h

O interior da região deve registrar céu com muitas nuvens, sem previsão de chuva significativa

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A previsão do tempo para esta quarta-feira (8) mantém o padrão de nebulosidade sobre o Nordeste. A maior condição para ocorrência de chuva isolada permanece na faixa litorânea, especialmente entre o Maranhão e a Bahia. Nas áreas do interior, o tempo segue com muitas nuvens e baixa probabilidade de chuva, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

O tempo na Bahia será de muitas nuvens com possibilidade de chuva isolada em Salvador, onde os termômetros variam entre 22°C e 27°C. A instabilidade também alcança o litoral do estado. Nas regiões do centro, oeste, norte e sudoeste baiano, a previsão é de muitas nuvens ao longo do dia, sem expectativa de volumes expressivos de chuva.

Em Sergipe, Aracaju terá mínima de 22°C e máxima de 28°C, com predomínio de muitas nuvens. A mesma condição deve prevalecer nas demais regiões do estado, incluindo o agreste e o sertão.

Em Alagoas, Maceió registra temperaturas entre 20°C e 30°C, com muitas nuvens. A previsão se estende às regiões da Zona da Mata, do Agreste e do Sertão, sem indicação de chuva.

Em Pernambuco, Recife terá mínima de 20°C e máxima de 29°C, com muitas nuvens e possibilidade de chuva isolada. A condição também deve ocorrer na Zona da Mata. No Agreste e no Sertão pernambucanos, o predomínio será de muitas nuvens.

Na Paraíba, João Pessoa terá temperaturas entre 21°C e 30°C, com muitas nuvens e possibilidade de chuva isolada. A faixa litorânea pode registrar precipitações, enquanto o Agreste, a Borborema e o Sertão permanecem com muitas nuvens.

No Rio Grande do Norte, Natal terá mínima de 22°C e máxima de 29°C, com muitas nuvens e possibilidade de chuva isolada. A previsão é semelhante para o litoral potiguar, enquanto o Agreste, a região Central e o Oeste devem apresentar muitas nuvens.

No Ceará, Fortaleza terá temperaturas entre 25°C e 30°C, com muitas nuvens e possibilidade de chuva isolada. A instabilidade também alcança o litoral cearense. No Sertão Central, na Jaguaribana, no Cariri, no Centro-Sul e no oeste do estado, a previsão é de muitas nuvens.

No Piauí, Teresina terá mínima de 21°C e máxima de 36°C, com muitas nuvens e possibilidade de chuva isolada. As precipitações podem ocorrer de forma localizada no norte do estado, enquanto o centro-sul piauiense permanece com muitas nuvens.

No Maranhão, São Luís terá temperaturas entre 25°C e 32°C, com muitas nuvens e possibilidade de chuva isolada. A previsão também contempla o norte maranhense. Nas regiões central, leste, oeste e sul do estado, o céu deve permanecer com muitas nuvens ao longo do dia.

 

O QUE É PRECIPITAÇÃO?

A radiação solar e o vento promovem a evaporação; o vapor resfriado condensa em núcleos, formando nuvens e, quando as gotículas ou cristais crescem o suficiente, ocorre precipitação. Considera-se precipitação toda água líquida ou sólida que cai das nuvens e alcança o solo (garoa, chuva, chuva/garoa congelante, neve, granizo, graupel, etc.). Sua quantidade é medida por pluviômetro (com registro contínuo via pluviógrafo) e expressa preferencialmente em milímetros.

5 motivos para acompanhar as previsões do tempo

  • Agricultura: garantia de uma boa colheita;
  • Marinha: proteção de marinheiros, navios e passageiros;
  • Aeronáutica: segurança de pilotos, aeronaves e passageiros;
  • Pesca: condições favoráveis e seguras para a atividade;
  • Turismo: garantia de passeios e viagens tranquilas e agradáveis.

 

Importância das observações meteorológicas no INMET

As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).

As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

 

 

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07/07/2026 16:20h

Ao todo, a embarcação vai atender seislocalidades neste período, com os serviços de desbloqueio de cartões e cadastro de senhas para recebimento de benefícios sociais

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Atenção! A Agência-Barco Chico Mendes, da CAIXA, já tem as datas de atendimento definidas para o mês de julho.

Ao todo, a embarcação vai atender seis localidades neste período, com os serviços de desbloqueio de cartões e cadastro de senhas para recebimento de benefícios sociais, como FGTS, Seguro-Desemprego, Bolsa Família e INSS, entre outros serviços. Vale lembrar que no barco não tem movimentação de dinheiro em espécie.

Confira o cronograma e anote a data em que a CAIXA vai estar mais perto de você.

Inicialmente, a embarcação vai atender a população de Codajás, do dia 13 ao dia 15 de julho.

Posteriormente, a Agência-Barco Chico Mendes segue para Anori, onde oferecerá os serviços CAIXA aos moradores, do dia 16 ao dia 17.

Já entre os dias 20 e 22 de julho, será a vez da população de Beruri receber os atendimentos. A embarcação estará em Anamã do dia 23 ao dia 24.

Entre os dias 27 e 29, os serviços serão oferecidos aos moradores de Manaquiri.

Para finalizar o calendário do mês, a embarcação estará em Careiro da Várzea, do dia 30 ao dia 31.

O horário de atendimento da Agência-Barco Chico Mendes é das 9 horas da manhã às 3 horas da tarde.

Para mais detalhes, acesse caixa.gov.br
 

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07/07/2026 16:15h

As embarcações oferecem os serviços de desbloqueio de cartões e cadastro de senhas para recebimento de benefícios sociais

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Atenção! A Agência-Barco Ilha do Marajó já tem data para chegar! E, neste mês de julho, a região vai receber os serviços em duas embarcações, já que a população também terá acesso aos atendimentos no PrevBarco, em uma parceria da CAIXA com o INSS.

As embarcações oferecem os serviços de desbloqueio de cartões e cadastro de senhas para recebimento de benefícios sociais, como FGTS, Seguro-Desemprego, Bolsa Família e INSS, entre outros serviços. Vale lembrar que no barco não tem movimentação de dinheiro em espécie. 

Confira agora o cronograma e anote a data e o local em que os atendimentos estarão disponíveis.

O PrevBarco vi atender três localidades neste mês. Os serviços começam por Oeiras do Pará do dia 1 ao dia 03. Em seguida, a embarcação vai para Curralinho onde fica de 6 a 10.

Já entre os dias 13 e 17 de julho, os atendimentos serão oferecidos à população de São Sebastião da Boa Vista.

Os serviços na Agência-Barco Ilha do Marajó começam em Oeiras do Pará, com atendimentos nos dias 2 e 3.

Depois a embarcação vai para Limoeiro do Ajuru, e fica por lá nos dias 13 e 14 prestando atendimentos.

Entre os dias 15 e 17, a Agência-Barco Ilha do Marajó também estará em São Sebastião da Boa Vista.

Os moradores de Anajás, por sua vez, contarão com os serviços do dia 20 ao dia 22.

Nos dias 23 e 24, a população de Afuá contará com os serviços do Banco. Entre 27 e 28 de julho, a embarcação estará em Bagre.

Já entre os dias 29 e 31, a Agência-Barco Ilha do Marajó vai estar ancorada em Oeiras do Pará.

O horário de atendimento é das 9 horas da manhã às 3 da tarde.

Para mais detalhes, acesse caixa.gov.br
 

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07/07/2026 04:55h

Estudo da CNI estima impacto sobre US$ 14,9 bilhões em exportações e alerta para prejuízos às cadeias produtivas dos dois países

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Um total de 4.187 produtos brasileiros, equivalentes a US$ 14,9 bilhões em exportações, poderão ser afetados, caso o governo dos Estados Unidos confirme novas tarifas de importação sobre o Brasil. A estimativa é da Confederação Nacional da Indústria (CNI).

Atualmente, esses produtos já estão sujeitos a uma tarifa adicional de 10%, aplicada com base na Seção 122 da legislação comercial norte-americana e válida até 24 de julho

Antes de decidir sobre novas medidas, o governo dos Estados Unidos realizará, nesta semana, audiências públicas para discutir duas propostas que podem ampliar a tributação sobre produtos brasileiros. A primeira decorre da investigação aberta contra o Brasil com base na Seção 301 da legislação comercial americana e prevê uma tarifa adicional de 25%. A segunda faz parte de uma investigação sobre trabalho forçado, que abrange diversos países, incluindo o Brasil, e propõe uma sobretaxa de 12,5%

Se ambas forem implementadas, os produtos sujeitos às duas medidas passarão a enfrentar uma tarifa total de 37,5% — um acréscimo de 27,5 pontos percentuais em relação à alíquota atualmente em vigor. Dos itens potencialmente atingidos, 62% são bens intermediários utilizados como insumos em cadeias produtivas

O presidente da CNI, Ricardo Alban, afirma que a medida atingirá principalmente produtos manufaturados, com impactos sobre a indústria brasileira e também sobre empresas norte-americanas que utilizam esses bens

Repor produtos manufaturados sempre é muito mais complexo do que repor commodities no mercado internacional, porque tem especificações de cada país, de cada região e de cada demanda. Isso nos preocupa bastante e, por isso, estamos colocando todos os esforços possíveis para termos o melhor resultado”, afirma. 

Segundo Alban, a expectativa da indústria é reverter as propostas ou ampliar a lista de exceções para reduzir significativamente o universo de mais de 4 mil produtos afetados. 

Prejuízo para Brasil e Estados Unidos 

Entre os 13 principais produtos brasileiros que poderão ser atingidos pela tarifa acumulada de 37,5%, o Brasil é o principal fornecedor do mercado norte-americano em 11 deles

Produto sujeito a sobretaxa de até 37,5% Principais exportadores para os EUA (Market Share)
Ferro-gusa não ligado 1 - Brasil (73,3%)
2 - Ucrânia (17,9%)
3 - África do Sul (2,9%)
Açúcar de cana em forma sólida, bruto 1 - Brasil (52,9%)
2 - México (31,6%)
3 - El Salvador (5,5%)
Sebo não comestível 1 - Brasil (37,5%)
2 - Canadá (21,3%)
3 - Austrália (19,1%)
Álcool etílico não desnaturado 1 - Brasil (72,3%)
2 - Canadá (18,5%)
3 - África do Sul (6,9%)
Molduras de madeira padrão de pinho 1 - Brasil (59,4%)
2 - México (13,5%)
3 - Vietnã (8,6%)
Tabaco curado por fumaça ou processado 1 - Brasil (72,0%)
2 - Zimbábue (17,6%)
3 - Filipinas (3,2%)
Peptonas e seus derivados 1 - Brasil (33,1%)
2 - União Europeia (23,2%)
3 - China (20,5%)
Compensado de pinus 1 - Brasil (99,6%)
2 - Chile (0,4%)
Granito monumental ou de construção 1 - Brasil (48,9%)
2 - Índia (23,9%)
3 - União Europeia (15,7%)
Estacas, paliças, postes e trilhos de madeira 1 - Brasil (57,8%)
2 - China (30,9%)
3 - Canadá (5,3%)
Hidróxido de alumínio 1 - Brasil (47,5%)
2 - União Europeia (18,0%)
3 - Canadá (17,0%)

Fonte: elaborado pela CNI com base em estatísticas da Comissão de Comércio Internacional dos Estados Unidos (USITC). A análise utiliza dados de 2024 como ano-base para capturar a estrutura das exportações brasileiras aos EUA antes das alterações nos fluxos comerciais decorrentes das medidas tarifárias. 

Para Alban, isso demonstra que as medidas também poderão prejudicar a economia dos Estados Unidos.

O Brasil é deficitário na balança comercial com os Estados Unidos. Nós temos uma relação de complementaridade importante para ambos os lados. Em 11 dos 13 maiores produtos de exportação que serão afetados, o Brasil é o principal fornecedor para os Estados Unidos. Ou seja, a medida também afeta os interesses norte-americanos”, destaca.

CNI acompanha audiências em Washington

O embaixador brasileiro Roberto Azevêdo representará a CNI na audiência pública marcada para esta terça-feira (7), em Washington (EUA), sobre a proposta de tarifa adicional de 25%. Dos 80 inscritos para participar, 66 deverão se manifestar contra a medida. 

A investigação foi aberta em julho de 2025 com base na Seção 301 da legislação comercial norte-americana. Em junho deste ano, o Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR) concluiu que práticas brasileiras relacionadas a comércio digital, tarifas preferenciais, combate à corrupção, propriedade intelectual, acesso ao etanol e combate ao desmatamento seriam restritivas ao comércio dos Estados Unidos.

Como resultado, foi proposta uma tarifa adicional de 25% sobre produtos brasileiros, com exceções para 1.698 códigos tarifários, entre eles, café, suco de laranja e carne

Alban contesta os fundamentos da investigação e afirma que não há evidências de discriminação contra os Estados Unidos

"Um dos pontos levantados é o desmatamento. Em 2025, o Brasil registrou uma redução de cerca de 61% no desmatamento. É óbvio que, lamentavelmente, poderá ter um contexto geopolítico envolvido nessa decisão. Por isso, esperamos que nossos representantes consigam sensibilizar [as autoridades americanas] com argumentos técnicos", diz. 

Paralelamente, o USTR concluiu uma investigação sobre trabalho forçado envolvendo quase 90 países. O Brasil foi incluído entre as nações que, segundo o órgão, não adotam ou não aplicam de forma efetiva restrições à importação de produtos fabricados com trabalho forçado

Nesse caso, a proposta é aplicar uma tarifa adicional de 12,5%, com isenção para 1.655 códigos tarifários. Quando as duas medidas incidem simultaneamente sobre determinados produtos, a sobretaxa pode chegar a 37,5%

Alban defende que o governo brasileiro conduza as negociações de forma técnica, sem politizar o debate

"Queremos que o governo brasileiro faça sua parte de forma competente e técnica, sem envolver aspectos políticos, para que possamos manter uma relação comercial normal, estável e crescente com os Estados Unidos." 

A expectativa é de que a decisão final seja anunciada até 15 de julho. Mesmo em caso de resultado desfavorável, Alban afirma que a CNI continuará atuando junto ao governo brasileiro e às autoridades americanas para revisar as medidas e ampliar a lista de produtos isentos das tarifas

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07/07/2026 04:20h

Atualmente, a exploração de ouro no Brasil ocorre sob dois regimes legais principais: a concessão de lavra, para a mineração considerada industrial, e a Permissão de Lavra Garimpeira (PLG), destinada ao garimpo

O Instituto Escolhas lançou, em 6 de julho, um estudo que propõe uma classificação dos empreendimentos do setor mineral de acordo com seu porte operacional. O modelo leva em conta oito indicadores, entre eles o volume de produção anual, a complexidade tecnológica, a área lavrada e o número de trabalhadores. Atualmente, a exploração de ouro no Brasil ocorre sob dois regimes legais principais: a concessão de lavra, para a mineração considerada industrial, e a Permissão de Lavra Garimpeira (PLG), destinada ao garimpo. Segundo o estudo, essa divisão não reflete adequadamente a diversidade dos empreendimentos do setor. “Nosso estudo parte do pressuposto de que a regulação mineral não acompanhou o desenvolvimento do setor ao longo dos anos. Temos uma diversidade de empreendimentos, nem todas as minas industriais são grandes e nem todos os garimpos são rudimentares”, afirma Larissa Rodrigues, diretora de Pesquisa do Instituto Escolhas.

“Precisamos reconhecer essa diversidade e adequar as exigências de acordo com as características das operações e acompanhar a organização produtiva ao longo do tempo, diz Larissa. Para a diretora do Instituto Escolhas, classificar as operações em distintos portes e adequar as exigências trará ganhos significativos tanto para os empreendedores quanto para a sociedade, pois mexeria com a estrutura de acesso a mercados, previsibilidade, fiscalização e controles. A classificação de uma mina por seu porte operacional é o primeiro passo para mensurar e mitigar adequadamente seus riscos, explica Larissa. “A partir daí, é possível definir as exigências técnicas, econômicas e socioambientais, como os requisitos adequados de pesquisa mineral, os conteúdos dos planos de aproveitamento econômico e de fechamento de mina”.

Caso seja aplicada ao cenário atual do setor mineral, a proposta do Instituto Escolhas faria com que 30% das operações classificadas atualmente como garimpeiras fossem reenquadradas como mineração de pequena e média escala. Além disso, 90% do volume de ouro produzido atualmente sob o regime de Permissão de Lavra Garimpeira passaria a ser enquadrado no regime de concessão de lavra.

Os garimpos que fossem enquadrados como mineração de pequena escala, por exemplo, seriam obrigados a fazer pesquisa mineral e apresentar um Plano de Aproveitamento Econômico (PAE), documento que reúne informações sobre diferentes aspectos do empreendimento, como métodos de extração do ouro e a viabilidade financeira da operação. Passariam também por um processo de licenciamento ambiental mais rigoroso. Por outro lado, ganhariam acesso facilitado a mercados, além de previsibilidade e segurança jurídica. Desenvolvida para o universo das minas de ouro, com a possibilidade de ser adaptada a outros minerais, a proposta do Instituto Escolhas leva em conta não apenas o quanto se produz, mas também como se produz. A partir de seus oito indicadores, as atividades de mineração são classificadas em cinco portes distintos: garimpeiro, pequeno, médio, grande e global. “Ao tornar visível a diversidade de perfis tanto nos próprios garimpos quanto na mineração industrial, a proposta estrutura um caminho gradual de evolução, no qual as exigências regulatórias acompanham a realidade das operações”, diz Larissa Rodrigues. O estudo na íntegra pode ser conferido aqui.

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07/07/2026 04:20h

Levantamento da Serasa Experian mostra que mais de 9 milhões de empresas estavam negativadas em maio

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O número de empresas inadimplentes no Brasil permaneceu em patamar recorde em maio de 2026, segundo o mais recente Indicador de Inadimplência das Empresas da Serasa Experian. Divulgado no início do mês de julho, o levantamento revela que mais de 9 milhões de CNPJs estavam negativados no quinto mês do ano, enquanto o estoque de dívidas atingiu R$ 229,9 bilhões, o maior volume da série histórica.

Os dados mostram que cada empresa inadimplente acumulava, em média, 7,3 dívidas, com dívida média de R$ 25.494,08 por CNPJ e ticket médio de R$ 3.515,52 por débito. Em comparação com maio de 2025, quando havia 7,7 milhões de empresas negativadas, o número avançou para 9 milhões, evidenciando o agravamento da inadimplência empresarial ao longo de um ano.

Além do aumento no número de empresas com restrições, o total de dívidas negativadas também cresceu, passando de 56 milhões, em maio de 2025, para 65,4 milhões em maio deste ano.

Segundo a economista-chefe da Serasa Experian, Camila Abdelmalack, o cenário revela uma mudança na dinâmica da inadimplência. "O dado chama atenção não apenas pela manutenção da inadimplência em um patamar recorde, mas também pelo avanço do volume financeiro das dívidas. Isso mostra que o desafio das empresas não está apenas em evitar a negativação, mas principalmente em conseguir reduzir o passivo acumulado."

Ela explica que a combinação entre juros elevados, crédito restritivo e desaceleração da atividade econômica dificulta a recomposição do caixa das empresas e compromete a capacidade de pagamento.

Serviços lideram entre as empresas inadimplentes

O setor de serviços concentrou a maior parcela das empresas negativadas em maio, respondendo por mais da metade dos casos.

Participação por setor:

  • Serviços: 55,6%
  • Comércio: 32,3%
  • Indústria: 8,1%
  • Setor primário: 0,9%
  • Demais segmentos: participação residual.

Para Camila Abdelmalack, a desaceleração econômica passou a afetar também a geração de receitas das empresas. "Até recentemente, a principal pressão vinha da estrutura de custos e das condições de financiamento. Agora, começamos a observar também um ambiente menos favorável para a geração de receita, o que torna a regularização financeira ainda mais lenta."

Origem das dívidas

O levantamento mostra que as pendências financeiras estão distribuídas entre diferentes segmentos da economia, indicando dificuldades na manutenção das operações e do capital de giro.

Origem das dívidas negativadas:

  • Serviços: 31,5%
  • Bancos e cartões: 19,5%
  • Cooperativas: 8,6%
  • Utilities (água, energia e gás): 6,9%
  • Telefonia: 5,7%
  • Outros segmentos: 27,8%

Sudeste concentra maior número de empresas negativadas

Regionalmente, o Sudeste segue liderando o número de empresas inadimplentes, reflexo da elevada concentração de negócios na região.

Os estados com maior quantidade de CNPJs negativados foram:

  • São Paulo: 3.094.295 empresas
  • Minas Gerais: 887.261
  • Rio de Janeiro: 869.138
  • Paraná: 593.565
  • Rio Grande do Sul: 522.521

Micro e pequenas empresas seguem como maioria

As micro e pequenas empresas continuam representando a maior parte da inadimplência empresarial no país.

Em maio, o segmento somou:

  • 8,5 milhões de empresas negativadas;
  • 59 milhões de dívidas;
  • R$ 198,8 bilhões em débitos.

Na média, cada empresa desse grupo acumulava 6,9 contas em atraso, com dívida média de R$ 23.177,51 e ticket médio de R$ 3.369,41.

Para Camila Abdelmalack, o acúmulo de diversas pendências financeiras dificulta a recuperação desse segmento, que possui menor capacidade de acesso ao crédito e menor folga de caixa.

Cenário exige atenção

Os números reforçam que a inadimplência empresarial permanece como um dos principais desafios da economia brasileira em 2026. Embora o total de empresas negativadas tenha se estabilizado em torno de 9 milhões desde abril, o crescimento contínuo do volume financeiro das dívidas indica que a regularização das pendências ainda ocorre de forma lenta.

Na avaliação da Serasa Experian, a combinação entre juros elevados, crédito mais seletivo e atividade econômica moderada continua pressionando principalmente os pequenos negócios, responsáveis pela maior parcela das empresas inadimplentes no país.

 

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