VoltarParaná terá predomínio de muitas nuvens, enquanto Santa Catarina registra névoa úmida no litoral
Baixar áudioA previsão para esta segunda-feira (17) indica chuva e névoa úmida em parte do Rio Grande do Sul, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
No Paraná, o tempo fica com muitas nuvens em grande parte do estado, com períodos de menor nebulosidade em áreas do norte e névoa úmida no litoral. Em Curitiba, a temperatura varia entre 15°C e 28°C.
Em Santa Catarina, muitas nuvens predominam, com ocorrência de névoa úmida principalmente no litoral. Florianópolis terá mínima de 18°C e máxima de 22°C.
No Rio Grande do Sul, a chuva se concentra principalmente nas regiões oeste, sudoeste e sul, com possibilidade de pancadas e trovoadas em algumas áreas próximas à fronteira com o Uruguai. Nas demais regiões, o céu terá muitas nuvens. Em Porto Alegre, os termômetros variam entre 18°C e 25°C.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o textoPrevisão indica tempo com poucas nuvens nos quatro estados da região, com máxima de 38°C em Cuiabá
Baixar áudioA previsão para esta segunda-feira (17) indica predomínio de poucas nuvens na Região Centro-Oeste, com temperaturas que podem chegar aos 38°C, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
No Distrito Federal, Brasília terá mínima de 14°C e máxima de 29°C, com poucas nuvens. A mesma condição predomina nas demais áreas do DF.
Em Goiás, o tempo permanece com poucas nuvens em praticamente todo o estado. Em Goiânia, os termômetros variam entre 19°C e 35°C.
Em Mato Grosso, também há predomínio de poucas nuvens. Cuiabá terá mínima de 24°C e máxima de 38°C, a maior temperatura prevista entre as capitais do Centro-Oeste.
Em Mato Grosso do Sul, a previsão é de poucas nuvens em praticamente todo o estado. Campo Grande terá mínima de 23°C e máxima de 35°C.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o textoSão Paulo terá máxima de 31°C, enquanto Rio de Janeiro e Vitória podem registrar névoa úmida
Baixar áudioA previsão para esta segunda-feira (17) indica predomínio de nuvens em parte da Região Sudeste, com ocorrência de névoa úmida em áreas do Rio de Janeiro e do Espírito Santo, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Em São Paulo, muitas nuvens predominam no estado. Na capital paulista, a temperatura varia entre 18°C e 31°C.
No Rio de Janeiro, a previsão é de muitas nuvens, com ocorrência de névoa úmida principalmente no litoral e em áreas próximas à Serra do Mar. Na capital, os termômetros ficam entre 18°C e 32°C.
Em Minas Gerais, o tempo permanece com poucas nuvens na maior parte do estado. Em Belo Horizonte, a mínima será de 15°C e a máxima de 30°C.
No Espírito Santo, muitas nuvens e névoa úmida são previstas principalmente no litoral, enquanto o interior terá menor nebulosidade. Em Vitória, a temperatura varia entre 20°C e 27°C.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA previsão para esta segunda-feira (17) indica possibilidade de chuva isolada em áreas da Região Norte, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
No Tocantins, o tempo permanece com poucas nuvens. Em Palmas, a temperatura varia entre 25°C e 37°C.
No Pará, a previsão é de muitas nuvens em Belém, com mínima de 24°C e máxima de 34°C. No estado, há possibilidade de chuva isolada principalmente em áreas do norte paraense.
No Amapá, muitas nuvens e possibilidade de chuva isolada atingem diferentes áreas do estado. Em Macapá, os termômetros variam entre 24°C e 34°C.
Em Roraima, também há possibilidade de chuva isolada, principalmente no norte e oeste do estado. Boa Vista terá mínima de 26°C e máxima de 34°C.
No Amazonas, o tempo fica com poucas nuvens em Manaus, onde as temperaturas variam entre 26°C e 35°C. A possibilidade de chuva fica concentrada principalmente no extremo norte e noroeste amazonense.
Em Rondônia, predominam poucas nuvens. Porto Velho registra mínima de 24°C e máxima de 39°C, a maior temperatura prevista entre as capitais da região.
No Acre, a previsão também é de poucas nuvens. Em Rio Branco, a temperatura varia entre 22°C e 34°C.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA previsão para esta segunda-feira (17) indica pancadas de chuva em parte da faixa leste da Região Nordeste, enquanto áreas do interior terão predomínio de poucas nuvens, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Na Bahia, as pancadas de chuva se concentram principalmente no litoral e avançam por áreas do leste do estado. Em Salvador, a temperatura varia entre 23°C e 28°C, com muitas nuvens e pancadas de chuva. No interior baiano, a previsão é de maior presença de nuvens, sem indicação de chuva na maior parte das áreas.
Em Sergipe, há previsão de pancadas de chuva, especialmente na faixa leste. Aracaju registra mínima de 23°C e máxima de 27°C.
Em Alagoas, a chuva também se concentra no leste do estado. Maceió terá temperaturas entre 22°C e 28°C, com muitas nuvens e pancadas de chuva.
Em Pernambuco, há possibilidade de chuva isolada no litoral e em áreas da Zona da Mata. No Recife, os termômetros variam entre 22°C e 28°C. No Agreste e no Sertão, o tempo fica com menor nebulosidade.
Na Paraíba e no Rio Grande do Norte, predominam poucas nuvens. João Pessoa terá mínima de 23°C e máxima de 29°C, enquanto Natal registra temperaturas entre 23°C e 28°C.
No Ceará, o tempo também permanece com poucas nuvens na maior parte do estado. Em Fortaleza, a temperatura varia entre 24°C e 30°C.
No Piauí, há predomínio de poucas nuvens. Teresina terá mínima de 24°C e máxima de 37°C, a maior temperatura prevista entre as capitais nordestinas.
No Maranhão, há possibilidade de chuva isolada principalmente no norte do estado. São Luís registra mínima de 25°C e máxima de 33°C, com muitas nuvens e possibilidade de chuva isolada.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioO Brasil registrou recorde de investimentos em saneamento básico em 2024, com R$ 29 bilhões destinados à expansão e à melhoria dos serviços de abastecimento de água e esgotamento sanitário. Apesar do volume recorde de recursos, o índice de tratamento de esgoto permaneceu próximo de 52%. Os dados são do Sistema Nacional de Informações em Saneamento Básico (Sinisa) e foram analisados pela Associação e Sindicato Nacional das Concessionárias Privadas de Serviços Públicos de Água e Esgoto (ABCON SINDCON).
O resultado evidencia o tamanho do desafio para o cumprimento das metas estabelecidas pelo Marco Legal do Saneamento. Até 2033, o país deverá garantir água potável a 99% da população e coleta e tratamento de esgoto a 90% dos brasileiros.
Para Carlos Lebelein, da LMDM Consultoria, o setor avançou nos últimos anos e já conta com projetos contratados que devem ampliar o atendimento. O especialista ressalta, no entanto, que parte do país ainda precisa ser alcançada pelos novos investimentos.
“A gente tem projetos já contratados de muita qualidade e que vão ajudar uma parcela muito grande da população, mas ainda tem regiões que ainda estão à margem e que precisam, sim, numa segunda leva de projetos, ter maior atenção. E esse, sem dúvida, vai ser o desafio que a gente tem pela frente na próxima década.”
As obras de saneamento envolvem projetos de infraestrutura de longo prazo, como implantação e expansão de redes, construção de estações de tratamento e adequação dos sistemas existentes. Por isso, pode levar tempo para que parte dos investimentos realizados ou contratados produzam efeitos nos indicadores de cobertura.
Além disso, o avanço ocorre de maneira desigual entre estados e municípios. Regiões que ainda apresentam déficits elevados de infraestrutura demandam novos projetos e investimentos para ampliar o acesso da população aos serviços.
O novo Marco Legal do Saneamento Básico, aprovado em 2020, estabeleceu as metas de universalização e promoveu mudanças na organização e contratação dos serviços no país. Desde então, novos projetos, concessões e investimentos privados passaram a integrar a expansão da infraestrutura de saneamento.
Lebelein avalia que o crescimento precisa ser observado também a partir do histórico do setor, que passou décadas registrando baixos níveis de investimento.
“É suficiente? Talvez não. E a gente sabe e sabia que, para cumprir as metas que o marco exigiu e que colocou, traçou naquela época, dependeria de grandes evoluções, de grande volume de investimentos. O setor de saneamento ficou, por décadas, parado e décadas adormecido com taxa de investimento muito baixa, seja ele na parte de distribuição de água e na coleta e tratamento de esgoto.”
Mesmo com o recorde de investimentos, alcançar as metas de universalização dentro do prazo continua sendo um desafio para o país. Estimativas citadas por Lebelein apontam que seriam necessários entre R$ 600 bilhões e R$ 900 bilhões para que o Brasil alcance as metas previstas para 2033.
Segundo o especialista, o volume exigiria mais do que dobrar o atual ritmo anual de investimentos. Além do volume de recursos, outro desafio será direcionar novos projetos para as regiões que permanecem com os maiores déficits de atendimento.
A ampliação da cobertura de esgoto tem efeitos que vão além da infraestrutura. O avanço do saneamento está relacionado à saúde pública, preservação ambiental e qualidade de vida, especialmente em localidades onde a população ainda não dispõe de coleta e tratamento adequados.
Para os próximos anos, Lebelein destaca que o desafio será manter o crescimento dos investimentos e fazer com que os recursos aplicados e os projetos já contratados avancem para a expansão efetiva dos serviços, reduzindo as desigualdades de acesso e aproximando o país das metas estabelecidas para 2033.
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Baixar áudioA indústria química brasileira já conta com uma base diversificada de mercados internacionais que pode ser ampliada diante do novo cenário do comércio exterior. A avaliação é da Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim), que analisou o Plano de Diversificação de Exportações “Caminhos + Negócios”, lançado pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil). A iniciativa ocorre em meio ao aumento das tarifas norte-americanas sobre produtos brasileiros.
Em 2025, a indústria química nacional exportou US$ 15,5 bilhões, sendo US$ 2,13 bilhões destinados aos Estados Unidos (EUA) – o que representa 14% do total.
Apesar da relevância do mercado norte-americano, as exportações brasileiras para o país estão concentradas em alguns grupos de produtos. Cinco categorias respondem por mais de 74% das vendas químicas brasileiras aos EUA.
O principal grupo é o de outros químicos inorgânicos, que representou 43,7% das exportações para o mercado norte-americano, com US$ 931 milhões. Na sequência aparecem outros químicos orgânicos, com 12,5% e US$ 267 milhões; outros químicos diversos, com 9% e US$ 192 milhões; aditivos de uso industrial, com 5,7% e US$ 122 milhões; e materiais médico-hospitalares, com 3,6% e US$ 76 milhões.
Para o presidente-executivo da Abiquim, André Passos Cordeiro, o cenário reforça a necessidade de transformar a diversificação de mercados em uma estratégia permanente para o setor no Brasil.
“O Brasil não precisa partir do zero para diversificar suas exportações químicas. Já temos produtos, empresas e relacionamentos comerciais consolidados em diferentes mercados. O desafio agora é identificar onde existe espaço para ampliar essas vendas e criar condições para que a indústria brasileira consiga chegar a novos compradores com competitividade”, afirmou a Abiquim em nota.
Segundo a Abiquim, fora dos Estados Unidos, a indústria química brasileira mantém presença em países como China, Colômbia, Chile, México e Uruguai. Na Europa, Espanha, Itália e França também estão entre os mercados com participação das exportações do setor.
“Juntos, esses mercados representam uma base sobre a qual podem ser construídas novas oportunidades de negócios”, destacou a Abiquim.
Para a associação, essa presença pode ser utilizada para impulsionar o processo de diversificação. A estratégia envolve aprofundar relações comerciais existentes e aumentar a participação de produtos que hoje estão mais concentrados no mercado norte-americano, principalmente químicos orgânicos, aditivos industriais e materiais médico-hospitalares.
A entidade destaca que diversificar as exportações não significa necessariamente substituir o mercado dos Estados Unidos por outros destinos. A proposta é reduzir vulnerabilidades e, ao mesmo tempo, ampliar a participação brasileira onde já existe demanda e relacionamento comercial.
Entre as iniciativas previstas no Plano elaborado pela ApexBrasil, a Abiquim avalia positivamente as rodadas de negócios, a consultoria especializada, a Bolsa Exportação e o Painel de Diversificação.
A entidade também defende a continuidade da articulação institucional em Washington para buscar a ampliação das isenções tarifárias para produtos brasileiros.
Na avaliação da associação, a combinação entre a defesa dos interesses da indústria brasileira no mercado norte-americano e a abertura de novas oportunidades comerciais pode ajudar o setor a preservar mercados e ampliar a inserção internacional da indústria química.
Copiar o textoRio Grande do Sul concentra as instabilidades, enquanto Paraná terá predomínio de muitas nuvens
Baixar áudioA previsão para este domingo (16) indica tempo instável em boa parte da Região Sul, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
No Paraná, Curitiba terá mínima de 16°C e máxima de 25°C, com muitas nuvens. A condição predomina em grande parte do estado, enquanto áreas do sul paranaense podem registrar chuva isolada.
Em Santa Catarina, Florianópolis terá mínima de 17°C e máxima de 20°C, com muitas nuvens e pancadas de chuva isoladas. A chuva também pode atingir outras áreas do estado, principalmente o Oeste, o Planalto e o Litoral catarinense.
No Rio Grande do Sul, Porto Alegre terá mínima de 16°C e máxima de 22°C, com muitas nuvens, pancadas de chuva e trovoadas isoladas. As instabilidades se espalham pelo estado, com chuva e possibilidade de trovoadas em grande parte do território gaúcho.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o textoCuiabá registra a maior temperatura entre as capitais, enquanto Brasília terá mínima de 16°C
Neste domingo (16), o Centro-Oeste deve registrar calor e tempo firme, sem previsão de mudanças significativas no decorrer do dia, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
No Distrito Federal, Brasília terá mínima de 16°C e máxima de 30°C, com poucas nuvens.
Em Goiás, o tempo também permanece com poucas nuvens em praticamente todo o estado. Em Goiânia, os termômetros variam entre 18°C e 36°C.
Em Mato Grosso, a condição de poucas nuvens predomina no estado. Cuiabá terá mínima de 24°C e máxima de 38°C, a temperatura mais alta prevista entre as capitais da região.
Em Mato Grosso do Sul, também haverá predomínio de poucas nuvens. Em Campo Grande, a temperatura varia entre 22°C e 35°C.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o textoSão Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais têm predomínio de muitas nuvens neste domingo (16)
Baixar áudioA previsão para este domingo (16) indica predomínio de muitas nuvens na Região Sudeste, com possibilidade de chuva isolada no Espírito Santo, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Em São Paulo, a capital terá mínima de 17°C e máxima de 29°C, com muitas nuvens. A condição de nebulosidade também predomina em grande parte do estado, enquanto áreas do oeste paulista terão períodos de poucas nuvens.
No Rio de Janeiro, a capital terá temperaturas entre 19°C e 30°C, com muitas nuvens. A nebulosidade também predomina em todo o estado.
Em Minas Gerais, Belo Horizonte terá mínima de 17°C e máxima de 29°C, com muitas nuvens. No estado, a nebulosidade é maior principalmente no centro e no leste mineiro, enquanto áreas do oeste têm períodos de poucas nuvens.
No Espírito Santo, Vitória terá mínima de 20°C e máxima de 26°C, com muitas nuvens e possibilidade de chuva isolada. A condição para chuva também alcança outras áreas do estado, principalmente o litoral e o sul capixaba.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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