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Baixar áudioAs despesas públicas primárias dos estados da região Sudeste somaram R$ 322,4 bilhões entre 1º de janeiro e 22 de julho de 2026, segundo a plataforma Gasto Brasil, desenvolvida pela Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB) em parceria com a Associação Comercial de São Paulo (ACSP).
No Espírito Santo, as despesas públicas alcançaram R$ 18,4 bilhões no período. O total corresponde a 8,76% do Produto Interno Bruto (PIB) estadual de 2025, estimado em R$ 209,8 bilhões, e equivale a uma despesa per capita de aproximadamente R$ 4,8 mil, considerando uma população de 3,8 milhões de habitantes.
Em Minas Gerais, as despesas somaram R$ 72,9 bilhões, o equivalente a 7,5% do PIB estadual de 2025 (R$ 972 bilhões). A despesa per capita foi de aproximadamente R$ 3,5 mil, com base em uma população de 20,5 milhões de habitantes.
No Rio de Janeiro, os gastos alcançaram R$ 65,9 bilhões, valor equivalente a 5,6% do PIB estadual de 2025 (R$ 1,17 trilhão). A despesa per capita foi de cerca de R$ 4,1 mil, considerando uma população de 16 milhões de habitantes.
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Em São Paulo, as despesas públicas chegaram a R$ 165,2 bilhões entre janeiro e julho de 2026. O montante corresponde a 4,8% do PIB estadual de 2025 (R$ 3,4 trilhões) e representa uma despesa per capita de aproximadamente R$ 3,7 mil, com base em uma população de 44,4 milhões de habitantes.
Para o presidente da CACB, ACSP e da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (FACESP), Alfredo Cotait Neto, acompanhar as despesas públicas é fundamental para aprimorar a gestão. Segundo ele, o país precisa avançar em medidas como reforma administrativa, planejamento, controle fiscal e definição de critérios para investimentos públicos.
"Há 20 anos criamos o Impostômetro, que é uma forma de você mostrar para a sociedade quanto estamos pagando de impostos. Então criamos o Gasto Brasil, que é uma ferramenta para que a população tomasse conhecimento de onde e como estavam sendo gastas as despesas da União, estados e municípios.”
O diretor financeiro da CACB e presidente da Federação das Associações Comerciais e Empresariais do Estado de Minas Gerais (Federaminas), Valmir Rodrigues, afirma que a plataforma amplia a transparência das contas públicas. “Essa iniciativa da CACB, de mostrar de forma clara, através do Gasto Brasil, é muito importante, porque nós precisamos ter transparência, nós precisamos informar, porque a informação de qualidade faz com que as pessoas tenham mais preparo para analisar e entender os rumos que elas querem para o país.”
De acordo com a presidente da Associação Comercial e Industrial de Ribeirão Preto (Acirp), Sandra Brandani, é preciso gestão pública, foco na eficiência para que o Brasil ande melhor. “Para que o país promova um gasto público com maior eficiência, o Brasil já gasta muito. O problema é que ele gasta mal. E para virar essa chave, precisa de três pilares: transparência, mais regra e mais gestão. Se tivermos total transparência, o cidadão consegue ver e consegue cobrar. Então, se não tem transparência, não consegue cobrar.”
A CACB e a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) lançam, no dia 11 de agosto, na Câmara dos Deputados, novas funcionalidades do Painel Gasto Brasil. A atualização incluirá recortes econômicos, detalhamento dos gastos por população, índice de qualidade das informações e novos indicadores para ampliar a transparência das despesas públicas.
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Baixar áudioO presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Ricardo Alban, se reuniu nesta segunda-feira (27) com o vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, para discutir medidas que possam reduzir os impactos das tarifas adicionais impostas pelos Estados Unidos sobre exportações brasileiras.
Durante o encontro, ambos defenderam o avanço das negociações entre os dois países e definiram que o governo federal, em parceria com o setor produtivo, vai acelerar a criação de uma nova missão da Nova Indústria Brasil (NIB), voltada à internacionalização da cadeia produtiva nacional.
Alckmin reforçou que o governo dará suporte às empresas afetadas pelas tarifas por meio de um pacote de R$ 18,5 bilhões em linhas de crédito.
“Conversamos sobre a necessidade de manter o diálogo e a negociação. De outro lado, diversificar e buscar novos mercados e atender as empresas afetadas [que vão precisar de crédito]. São R$ 18,5 bilhões para capital de giro, bens de capital e investimentos”, destacou.
No curto prazo, a proposta é oferecer apoio imediato às empresas prejudicadas, em parceria com o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), a Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (SEBRAE), o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e a CNI.
Já a frente de longo prazo prevê a criação de uma nova missão do programa Nova Indústria Brasil (NIB) para fortalecer a inserção internacional da indústria brasileira e mitigar os impactos das tarifas impostas pelos Estados Unidos.
Segundo Ricardo Alban, a CNI atuará em conjunto com o MDIC na formulação da iniciativa, que contará com a participação do Serviço Social da Indústria (SESI), do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) e das federações estaduais da indústria para apoiar a internacionalização das empresas brasileiras.
“O vice-presidente Alckmin, juntamente com o MDIC, acha bastante interessante essa revisitação das missões da NIB para a discussão de uma sétima missão para programas vinculados. Assim como temos o Brasil Mais Produtivo, talvez possamos ter um Brasil Mais Exportador”, pontuou.
Atualmente, a Nova Indústria Brasil está estruturada em seis missões estratégicas, voltadas para:
A proposta da CNI é criar uma sétima missão, de caráter transitório, destinada a apoiar os setores industriais afetados pelas novas tarifas impostas pelos Estados Unidos e fortalecer a competitividade da indústria brasileira nos mercados internacionais.
Para Alckmin, as medidas precisam ser implementadas o mais rápido possível, uma vez que o comércio exterior está diretamente ligado à geração de empregos e investimentos no país.
“No ano passado, mesmo com esse quadro geopolítico mais difícil, o Brasil bateu recorde de exportação: US$ 348,7 bilhões. E neste ano, no primeiro semestre, mesmo com toda a dificuldade e duas guerras, batemos outro recorde: US$ 184 bilhões de dólares. Precisamos continuar esse trabalho e avançar. A missão 7 da NIB fará diferença para o comércio exterior”, reforçou.
Ricardo Alban ressalta que em breve será criado um grupo de trabalho coordenado pela CNI, reunindo os setores industriais mais impactados e as federações estaduais da indústria com atuação no comércio exterior. O MDIC ficará responsável por articular os órgãos públicos que participarão da iniciativa.
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Baixar áudioO Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) e a plataforma Futuro.Digital estão com 29.523 vagas abertas em cursos presenciais, semipresenciais e a distância voltados à formação de profissionais para a indústria. As oportunidades, gratuitas e pagas, estão disponíveis para moradores do Distrito Federal, Maranhão e Sergipe.
Do total, 1.953 vagas são oferecidas pelos departamentos regionais do SENAI em cursos técnicos, de qualificação e aperfeiçoamento profissional, com foco no desenvolvimento de competências práticas para o mercado de trabalho.
As outras 27.570 vagas são disponibilizadas pela plataforma Futuro.Digital em cursos de curta duração, graduação e pós-graduação, nas modalidades presencial, semipresencial e ensino a distância (EaD), permitindo que os estudantes conciliem os estudos com a rotina.
Segundo o gerente de Educação Profissional e Superior do SENAI, Mateus Simões, podem se inscrever pessoas a partir dos 14 anos, desde que atendam aos requisitos específicos de cada edital.
“A grande maioria dos nossos alunos tem entre 18 e 35 anos e estão em busca da primeira inserção no mercado de trabalho. Esse é o objetivo principal dos cursos do SENAI: promover a empregabilidade dos nossos alunos. Mas também recebemos pessoas com 50 anos ou mais buscando se atualizarem tecnologicamente para se manterem e crescerem no mercado de trabalho”, afirma.
Distrito Federal
O SENAI-DF está com 1,4 mil vagas gratuitas abertas para cursos de qualificação profissional, aperfeiçoamento e cursos técnicos nas modalidades presencial, semipresencial e online.
As oportunidades estão distribuídas entre as unidades do Gama, Setor de Indústrias Gráficas (SIG), Sobradinho e Taguatinga. As inscrições devem ser realizadas pelo site do SENAI Distrito Federal.
Maranhão
O SENAI-MA está com 237 vagas gratuitas abertas para cursos técnicos, de qualificação profissional e aprendizagem industrial nas unidades de São Luís e Açailândia.
Na capital maranhense, são 180 vagas para os cursos técnicos em Panificação, Sistemas de Energia Renovável e Redes de Computadores, ofertados na modalidade presencial.
Já em Açailândia, há 57 vagas para os cursos de Gestão Industrial, nas modalidades qualificação profissional e aprendizagem industrial básica, além de oportunidades para o curso técnico em Segurança do Trabalho.
Os processos seletivos, prazos de inscrição e requisitos variam conforme o curso. Os editais completos estão disponíveis no site do SENAI Maranhão.
Sergipe
O SENAI-SE está com 316 vagas gratuitas abertas para cursos de qualificação e aperfeiçoamento profissional. Entre as opções estão Comandos Elétricos, Inversores de Frequência, Gestão Contábil Financeira, Eletricista Industrial, Costureiro Industrial de Moda Masculina em Tecido Plano, Delícias da Padaria Caseira, Eletricista de Instalações Prediais, Assistente de Planejamento e muito mais.
Ao todo, são 14 cursos presenciais e semipresenciais, com turmas nos períodos matutino, vespertino e noturno. As inscrições são limitadas e podem ser encerradas antes do preenchimento de todas as vagas.
Para outras informações, acesse o Instagram @senai_sergipe ou procure a unidade do SENAI Sergipe mais próxima.
(Fonte: Agência de Notícias da Indústria)
Para Mateus Simões, a formação oferecida pelo SENAI tem como principal objetivo ampliar as oportunidades de inserção e crescimento profissional dos alunos.
“O objetivo principal dos nossos cursos é permitir que os alunos tenham uma boa inserção no mercado de trabalho e crescimento em suas carreiras. Nosso objetivo está na empregabilidade. E o curso é um caminho para atingir esse objetivo”, destaca.
Segundo o gerente, o cenário atual da indústria brasileira tem ampliado a procura por trabalhadores qualificados em diferentes segmentos.
“A quantidade de empresas com que conversamos todos os dias, buscando profissionais para serem contratadas, é imensa. Mas é preciso ter a qualificação que aquela vaga e aquela empresa buscam. Por isso é tão importante estar o tempo inteiro buscando oportunidades de crescimento e de competências para ter as melhores oportunidades na carreira”, orienta.
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Baixar áudioO governo brasileiro informou que poderá acionar a Lei da Reciprocidade Econômica em resposta às novas tarifas anunciadas pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros. A decisão foi anunciada após o governo norte-americano aplicar, no último dia 23, uma sobretaxa adicional de 12,5%, que, somada à tarifa de 25% em vigor desde o dia anterior, pode elevar para 37,5% a tributação incidente sobre parte das exportações brasileiras. O Brasil também informou que pretende levar o caso à Organização Mundial do Comércio (OMC).
A Lei da Reciprocidade Econômica prevê instrumentos para que o Brasil responda a medidas comerciais unilaterais adotadas por outros países que afetem a competitividade nacional. Entre as possibilidades estão a aplicação de tarifas adicionais, a suspensão de concessões comerciais e outras contramedidas relacionadas a serviços, investimentos e propriedade intelectual.
Segundo o assessor técnico de Relações Comerciais Internacionais da São Paulo Chamber of Commerce (SP Chamber/ACSP) e da Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB), Maurício Manfré, a legislação oferece ao país mecanismos para responder às medidas adotadas pelos Estados Unidos.
"A Lei da Reciprocidade oferece ao Brasil instrumentos para responder a medidas comerciais unilaterais que prejudicam a competitividade das empresas brasileiras. Entre os possíveis desdobramentos estão a aplicação de tarifas adicionais sobre determinados produtos norte-americanos, como a suspensão de concessões comerciais e outras contramedidas relacionadas a serviços, investimentos e até propriedade intelectual. Mas existe uma dificuldade”, ponderou.
A nova sobretaxa norte-americana foi justificada pelo Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR) com a alegação de que o Brasil falhou em proibir e fiscalizar a importação de produtos produzidos total ou parcialmente com trabalho forçado em outros países. Diferentemente da tarifa anterior, a alíquota de 12,5% foi aplicada de forma linear, sem lista de exceções.
Para o professor da Faculdade do Comércio da Associação Comercial de São Paulo (FAC), que também atua como despachante aduaneiro e árbitro de comércio internacional, Laércio Munhoz, as novas tarifas atingem principalmente produtos manufaturados e de maior valor agregado.
"Evidente que os Estados Unidos não taxaram aqueles produtos que precisam muito de nós – café, petróleo, aeronaves, celulose, suco de laranja, ferro e aço. Taxaram o outro lado, de calçados, de máquinas industriais, pneu, papel, madeira, tabaco e outros produtos de alumínio. Então, é o primeiro embate que temos, esses 25%. Só que somado a isso tem uma tarifa adicional de 12,5%, chamada de tarifa sobre o trabalho forçado. Saímos dos 25% de aumento para 37,5%”, frisou Munhoz.
Segundo o governo brasileiro, as medidas adotadas pelos Estados Unidos são consideradas "arbitrárias e injustificadas". A eventual aplicação da Lei da Reciprocidade Econômica seguirá os procedimentos previstos na legislação, enquanto o Brasil também buscará discutir o tema no âmbito da OMC.
A Lei da Reciprocidade Econômica autoriza o governo brasileiro a adotar medidas em resposta a barreiras comerciais impostas por outros países quando elas forem consideradas prejudiciais aos interesses nacionais. Entre os instrumentos previstos na legislação estão:
A adoção dessas medidas não é automática. A legislação prevê que a resposta brasileira seja precedida de análise técnica e da avaliação dos impactos econômicos, podendo ser utilizada como instrumento de negociação e defesa dos interesses comerciais do país.
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Baixar áudioO Banco da Amazônia lançou a Universidade Corporativa, uma plataforma desenvolvida em parceria com a UOL EdTech voltada à qualificação profissional de empregados, parceiros e sociedade. O ambiente digital reúne mais de 700 cursos e a iniciativa busca fortalecer a cultura de aprendizagem contínua, estimular a inovação e contribuir para o desenvolvimento de pessoas e da Região Amazônica.
A Universidade Corporativa foi estruturada para fortalecer competências, incentivar a inovação e preparar os colaboradores para gerar mais impacto nas atividades da instituição.
A plataforma está dividida em dois ambientes – um específico para empregados do Banco da Amazônia e outro para o público externo, com objetivo de ampliar o alcance das iniciativas de qualificação.
O diretor corporativo do Banco da Amazônia, Diego Lima, afirma que a proposta é democratizar o acesso ao conhecimento e ampliar as oportunidades de qualificação na região.
“O objetivo principal da Universidade é tanto formar os nossos empregados, os nossos parceiros, como alcançar também a sociedade com uma jornada que ultrapassa mais de 700 cursos disponíveis. É uma plataforma moderna, você consegue acessar tanto pelo computador como também baixando o aplicativo através de seu celular e busca, obviamente, alcançar toda a sociedade”, ressalta Diego Lima.
A Universidade Corporativa do Banco da Amazônia reúne cursos, trilhas de aprendizagem, conteúdos digitais e programas de desenvolvimento alinhados às necessidades da instituição e ao crescimento profissional dos colaboradores. A proposta é integrar educação corporativa, desenvolvimento de pessoas e inovação.
A ideia é que a experiência promova desenvolvimento contínuo, com conteúdos atualizados e possibilidade de emissão de certificados nos cursos que preveem certificação. O certificado é emitido após o cumprimento dos critérios estabelecidos.
Os colaboradores podem acessar os cursos por meio da Área do Empregado, com as credenciais corporativas.
Segundo o Banco da Amazônia, a Universidade Corporativa promove, ainda, uma formação alinhada à estratégia da instituição financeira. Com foco nos colaboradores do Banco da Amazônia, a Universidade oferece jornadas de aprendizagem para diferentes perfis profissionais e momentos de carreira – desde novos colaboradores a especialistas, gestores, lideranças e equipes operacionais.
Além da oferta de cursos, a plataforma foi concebida para apoiar o desenvolvimento de competências alinhadas aos desafios do mercado e às estratégias da instituição, promovendo temas como gestão financeira e sustentabilidade.
Para a gerente de central da Universidade Corporativa do Banco da Amazônia, Meiriane Abreu, a iniciativa fortalece o papel da educação como ferramenta de transformação social.
“Uma plataforma que oferece a gestão financeira, educação com sustentabilidade, viabilizando o crescimento mútuo entre a instituição financeira, entre o viés econômico e o social também, que é nosso grande desafio e é onde a gente tem o maior interesse de andar de mãos dadas”, afirma Meiriane.
A previsão é de que a Universidade Banco da Amazônia atualize o catálogo de cursos de forma contínua para atender às necessidades estratégicas da instituição e ao desenvolvimento dos colaboradores.
Além do ambiente educacional destinado aos colaboradores do Banco da Amazônia, a Universidade Corporativa também oferece um espaço para clientes, parceiros e sociedade. A plataforma oferece acesso a cursos, conteúdos educacionais e iniciativas de capacitação abertas ao público, com vistas a promover o aprendizado contínuo e o compartilhamento de conhecimento.
O gerente executivo de pessoas do Banco da Amazônia, Anderson Pereira Silva, afirma que a abertura da plataforma ao público representa uma ampliação das ações de educação promovidas pela instituição.
“Hoje é um marco muito importante para o Banco da Amazônia, porque hoje a gente realiza o sonho de também disponibilizar educação e desenvolvimento pessoal para toda a população”, destaca.
Para acessar os conteúdos destinados ao público externo, o interessado deve criar uma conta na plataforma da Universidade Corporativa. Após o cadastro, o pedido passa por análise antes da liberação do acesso aos cursos.
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Baixar áudioO Índice de Confiança do Consumidor (ICC), divulgado pela Fundação Getulio Vargas (FGV IBRE), recuou 0,4 ponto em julho e passou para 88,3 pontos, registrando a terceira queda mensal consecutiva. Com o resultado, o indicador atingiu o menor patamar desde março deste ano, quando marcou 88,1 pontos. Na média móvel trimestral, o índice também apresentou retração de 0,3 ponto, ficando em 88,6 pontos.
Segundo a FGV, a queda foi provocada principalmente pelo enfraquecimento da percepção dos consumidores sobre a situação atual da economia e das finanças das famílias. O Índice de Situação Atual (ISA) caiu 2,6 pontos, para 84,4 pontos, refletindo uma avaliação menos favorável do orçamento doméstico e das condições econômicas no momento.
Em contrapartida, os indicadores de expectativas para os próximos meses mostraram melhora, amenizando uma queda mais intensa do índice geral. Ainda assim, o avanço das perspectivas futuras não foi suficiente para compensar a piora na percepção sobre a realidade econômica atual.
De acordo com a economista do FGV IBRE, Anna Carolina Gouveia, os consumidores de menor renda tiveram maior participação na queda do indicador agregado, demonstrando maior sensibilidade ao cenário econômico. O resultado reforça um ambiente de cautela entre as famílias brasileiras em relação ao consumo e à situação financeira.
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Baixar áudioO Anuário de Segurança Pública, divulgado pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP), mostra que o Brasil registrou 84.269 desaparecimentos em 2025 – o que representa uma taxa de 39,5 casos por 100 mil habitantes. Em relação a 2024, o número cresceu 3,6%. Entre as Unidades da Federação, Minas Gerais, Maranhão e Piauí apresentaram os maiores aumentos nos registros entre 2024 e o ano passado.
Confira o crescimento no número de pessoas desaparecidas nas 3 UFs:
O estudo ressalta que não é possível relacionar diretamente o aumento dos desaparecimentos às disputas do tráfico de drogas. Ainda assim, observa que Maranhão e Piauí aparecem em áreas apontadas pela publicação Cartografias da Violência na Amazônia como regiões de disputa entre organizações criminosas.
No entanto, Minas Gerais chamou atenção por registrar a maior alta do país (30,5%), embora não tenha histórico recente de disputas entre facções semelhante ao observado nos estados que também lideram o ranking.
Na avaliação da entidade, o diagnóstico da situação demanda uma articulação integrada entre as forças de segurança para estruturar uma rede capaz de mapear as vulnerabilidades regionais que justificam os resultados e propiciam oscilações nos registros em um curto espaço de tempo.
No estado do Pará, o percentual de aumento de casos foi de 12,9% e no Rio Grande do Norte, de 11,6%. Todos as outras UFs registraram aumentos menores do que 10%.
Quando considerados os números absolutos de desaparecimentos, o estado de São Paulo lidera, com mais 17 mil casos em 2025 – considerando que é o estado mais populoso do país, conforme o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O Rio Grande do Sul teve 7.661 registros no ano passado. Já Minas Gerais registrou mais de 6,6 mil desaparecidos
Entre os estados com redução nos registros, o Amapá apresentou a maior queda (-8,9%), seguido por Mato Grosso (-8,4%) e Sergipe (-7,4%).
Em 2025, foram registradas 61.305 pessoas localizadas.
Segundo o levantamento, houve um período de redução abrupta nos registros de pessoas desaparecidas, especialmente entre 2019 e 2020. No entanto, os dados do último anuário evidenciam uma tendência de crescimento contínuo, considerando a taxa de quase 40,0 por 100 mil habitantes em 2025.
O levantamento aponta que, após a queda registrada entre 2019 e 2020 – período associado às restrições da pandemia e a mudanças na dinâmica dos registros – os desaparecimentos voltaram a crescer a partir de 2021, mantendo trajetória de alta até 2025.
“Os dados refletem defasagens nos sistemas de registro e uma legislação que não comporta as distintas naturezas possíveis de um desaparecimento. Distinguir o peso relativo desses fatores constitui um dos principais desafios para a produção e análises de dados, e consequentemente para a elaboração de protocolos de enfrentamento adequados”, diz um trecho do anuário.
Os indicadores apontam que a maioria dos desaparecidos é do sexo masculino – que correspondem a 64,9% dos casos e que a maior parcela das ocorrências se concentra na faixa etária adulta, entre 18 e 59 anos, atingindo 64,4% do total.
O Anuário Brasileiro de Segurança Pública é integrado por informações fornecidas pelas secretarias de segurança pública estaduais, polícias civis, militares e federal, entre outras fontes oficiais da Segurança Pública.
Retratando a Segurança Pública brasileira, é uma ferramenta voltada a produzir conhecimento, incentivar a avaliação de políticas públicas e promover o debate de novos temas na agenda do setor.
O documento completo pode ser acessado em www.forumseguranca.org.br. Para acessar, é preciso clicar na aba publicações e, em seguida, em anuário. Os dados podem ser baixados em dois formatos, em PDF e em formato de planilha.
Copiar o textoO trigo tem aumento de preço no Rio Grande do Sul e no Paraná
Baixar áudioA saca de 60 quilos da soja inicia quarta-feira (29) em baixa no interior do Paraná e em alta na região litorânea de Paranaguá.
No mercado paranaense, o grão apresenta declínio de 0,40%, com a saca negociada a R$ 140,02. Em Paranaguá, o aumento foi de 0,09%, levando a cotação para R$ 147,89.
INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANÁ
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 28/07/2026 | 140,02 | -0,40% | 9,88% | 27,36 |
| 27/07/2026 | 140,58 | 0,23% | 10,32% | 27,52 |
| 24/07/2026 | 140,26 | 0,70% | 10,07% | 27,62 |
| 23/07/2026 | 139,28 | 1,04% | 9,30% | 27,38 |
| 22/07/2026 | 137,84 | 0,78% | 8,17% | 27,27 |
INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANAGUÁ
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 28/07/2026 | 147,89 | 0,09% | 10,71% | 28,90 |
| 27/07/2026 | 147,75 | -0,42% | 10,61% | 28,92 |
| 24/07/2026 | 148,37 | 0,61% | 11,07% | 29,22 |
| 23/07/2026 | 147,47 | 1,39% | 10,40% | 28,99 |
| 22/07/2026 | 145,45 | 0,89% | 8,89% | 28,77 |
O trigo tem aumento de preço no Rio Grande do Sul e no Paraná.
No Paraná, a tonelada do cereal é comercializada a R$ 1.410,28. No Rio Grande do Sul, o produto é vendido a R$ 1.330,99.
PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - RIO GRANDE DO SUL
| Data | Valor R$/t* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$/t* |
|---|---|---|---|---|
| 28/07/2026 | 1.330,99 | 0,50% | 0,11% | 260,06 |
| 27/07/2026 | 1.324,39 | -0,02% | -0,38% | 259,23 |
| 24/07/2026 | 1.324,66 | 0,23% | -0,36% | 260,86 |
| 23/07/2026 | 1.321,59 | 1,12% | -0,59% | 259,85 |
| 22/07/2026 | 1.306,98 | 0,16% | -1,69% | 258,55 |
PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - PARANÁ
| Data | Valor R$/t* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$/t* |
|---|---|---|---|---|
| 28/07/2026 | 1.410,28 | 0,49% | 3,04% | 275,55 |
| 27/07/2026 | 1.403,44 | 0,01% | 2,54% | 274,70 |
| 24/07/2026 | 1.403,24 | 0,61% | 2,53% | 276,34 |
| 23/07/2026 | 1.394,69 | -1,11% | 1,90% | 274,22 |
| 22/07/2026 | 1.410,38 | -0,09% | 3,05% | 279,01 |
Os dados são do Cepea.
A saca de soja e a saca de trigo são as principais unidades de comercialização de grãos no Brasil. Cada saca equivale a 60 quilos, padrão adotado por órgãos oficiais como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).
Esse formato padronizado facilita o comércio da soja e do trigo, além de permitir um acompanhamento mais preciso das cotações e variações de preços no mercado nacional.
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Baixar áudioO preço do café arábica abre esta quarta-feira (29) com alta de 3,28%, com a saca de 60 kg negociada a R$ 1.782,18 na cidade de São Paulo.
O café robusta também teve aumento de 2,45%, sendo comercializado a R$ 1.114,00.
INDICADOR DO CAFÉ ARÁBICA CEPEA/ESALQ
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$ |
|---|---|---|---|---|
| 28/07/2026 | 1.782,18 | 3,28% | 12,89% | 348,22 |
| 27/07/2026 | 1.725,66 | 2,95% | 9,31% | 337,77 |
| 24/07/2026 | 1.676,28 | -0,96% | 6,18% | 330,11 |
| 23/07/2026 | 1.692,59 | -0,51% | 7,21% | 332,79 |
| 22/07/2026 | 1.701,33 | -1,81% | 7,77% | 336,56 |
INDICADOR DO CAFÉ ROBUSTA CEPEA/ESALQ
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$ |
|---|---|---|---|---|
| 28/07/2026 | 1.114,00 | 2,45% | 4,92% | 217,66 |
| 27/07/2026 | 1.087,34 | 1,55% | 2,40% | 212,83 |
| 24/07/2026 | 1.070,72 | 0,42% | 0,84% | 210,86 |
| 23/07/2026 | 1.066,24 | -1,48% | 0,42% | 209,64 |
| 22/07/2026 | 1.082,29 | -1,84% | 1,93% | 214,10 |
O preço do açúcar cristal apresenta queda de 0,39% na capital de São Paulo. A saca de 50 kg é cotada a R$ 92,39.
INDICADOR DO AÇÚCAR CRISTAL BRANCO CEPEA/ESALQ - SÃO PAULO
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 28/07/2026 | 92,39 | -0,39% | 1,23% | 18,05 |
| 27/07/2026 | 92,75 | -0,59% | 1,62% | 18,15 |
| 24/07/2026 | 93,30 | 1,98% | 2,22% | 18,37 |
| 23/07/2026 | 91,49 | -0,21% | 0,24% | 17,99 |
| 22/07/2026 | 91,68 | 0,60% | 0,45% | 18,14 |
Em Santos (SP), houve alta de 0,82%, e a mercadoria é negociada a R$ 106,56 na média de preços sem impostos.
Indicador Açúcar Cristal - Santos (FOB)
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 28/07/2026 | 106,56 | 0,82% | -2,09% | 20,82 |
| 27/07/2026 | 105,69 | -0,93% | -2,89% | 20,72 |
| 24/07/2026 | 106,68 | 0,74% | -1,98% | 21,06 |
| 23/07/2026 | 105,90 | -0,17% | -2,69% | 20,84 |
| 22/07/2026 | 106,08 | -0,87% | -2,53% | 20,95 |
A saca de 60 kg do milho, por sua vez, é vendida a R$ 65,22 após declínio de 0,38%.
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 28/07/2026 | 65,22 | -0,38% | 2,58% | 12,74 |
| 27/07/2026 | 65,47 | -0,41% | 2,97% | 12,81 |
| 24/07/2026 | 65,74 | 0,29% | 3,40% | 12,95 |
| 23/07/2026 | 65,55 | 0,43% | 3,10% | 12,89 |
| 22/07/2026 | 65,27 | -0,03% | 2,66% | 12,91 |
Os dados são do Cepea.
Café arábica e café robusta são as duas principais variedades cultivadas e comercializadas no Brasil, ambas medidas em sacas de 60 kg.
O café arábica (conhecido também como café Conilon, em algumas regiões) tem sabor mais suave, menor teor de cafeína e alta qualidade sensorial, sendo preferido em cafeterias especializadas e nas exportações de cafés premium. Representa cerca de 70% da produção brasileira, com destaque para estados como Minas Gerais e São Paulo.
O café robusta, por sua vez, possui sabor mais amargo, maior concentração de cafeína e corpo mais intenso. É amplamente utilizado na produção de café solúvel e blends comerciais. Seus principais polos produtores são o Espírito Santo e Rondônia, e seu preço costuma ser mais baixo em comparação ao arábica, por conta do perfil mais industrial.
A saca de açúcar cristal no Brasil é padronizada em 50 quilos, especialmente para comercialização no mercado atacadista e para uso na indústria alimentícia. Essa unidade de medida é adotada pelo Cepea/Esalq-USP, principal fonte de cotações diárias do açúcar cristal no país.
A saca de milho equivale a 60 kg de grãos, mesmo padrão utilizado para soja e trigo. Essa medida é oficializada por instituições como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Cepea, sendo amplamente usada em negociações e relatórios de preço do milho.
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Baixar áudioO preço do boi gordo teve aumento de 1,00% nesta quarta-feira (29). Em São Paulo, a arroba é negociada a R$ 347,70.
INDICADOR DO BOI GORDO CEPEA/ESALQ
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 28/07/2026 | 347,70 | 1,00% | 3,36% | 67,94 |
| 27/07/2026 | 344,25 | 0,01% | 2,33% | 67,38 |
| 24/07/2026 | 344,20 | 0,13% | 2,32% | 67,78 |
| 23/07/2026 | 343,75 | 0,32% | 2,18% | 67,59 |
| 22/07/2026 | 342,65 | 0,06% | 1,86% | 67,78 |
No mercado de frango, os valores apresentam estabilidade na Grande São Paulo, em São José do Rio Preto e em Descalvado. O quilo do frango congelado é vendido a R$ 7,15 e o frango resfriado a R$ 7,16.
PREÇOS DO FRANGO CONGELADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|
| 28/07/2026 | 7,15 | 0,00% | -1,52% |
| 27/07/2026 | 7,15 | 0,00% | -1,52% |
| 24/07/2026 | 7,15 | -0,28% | -1,52% |
| 23/07/2026 | 7,17 | 0,00% | -1,24% |
| 22/07/2026 | 7,17 | -1,38% | -1,24% |
PREÇOS DO FRANGO RESFRIADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|
| 28/07/2026 | 7,16 | 0,00% | -1,38% |
| 27/07/2026 | 7,16 | 0,00% | -1,38% |
| 24/07/2026 | 7,16 | -0,42% | -1,38% |
| 23/07/2026 | 7,19 | 0,00% | -0,96% |
| 22/07/2026 | 7,19 | -1,37% | -0,96% |
A carcaça suína especial também apresenta estabilidade de preço nos atacados da Grande São Paulo, onde o quilo custa R$ 8,16.
Entre os estados analisados, o suíno vivo registra o menor preço no Paraná, onde o animal é comercializado a R$ 4,63.
PREÇOS DA CARCAÇA SUÍNA ESPECIAL (R$/kg)
| Data | Média | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|
| 28/07/2026 | 8,16 | 0,00% | -4,23% |
| 27/07/2026 | 8,16 | -3,20% | -4,23% |
| 24/07/2026 | 8,43 | 0,00% | -1,06% |
| 23/07/2026 | 8,43 | 2,06% | -1,06% |
| 22/07/2026 | 8,26 | 0,24% | -3,05% |
INDICADOR DO SUÍNO VIVO CEPEA/ESALQ (R$/kg)
| Data | Estado | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|---|
| 28/07/2026 | MG - posto | 5,27 | -1,68% | -10,22% |
| 28/07/2026 | PR - a retirar | 4,63 | 0,00% | 0,00% |
| 28/07/2026 | RS - a retirar | 4,72 | -0,21% | -6,53% |
| 28/07/2026 | SC - a retirar | 4,79 | 0,42% | -5,15% |
| 28/07/2026 | SP - posto | 5,07 | -0,39% | -3,98% |
Os dados são do Cepea.
O boi gordo é o bovino macho pronto para o abate, com peso mínimo de 16 arrobas líquidas de carcaça (aproximadamente 240 kg) e até 42 meses de idade. Atende aos padrões do mercado nacional e internacional, incluindo exportações para Europa, China e cota Hilton.
O frango congelado passa por congelamento rápido, com temperaturas abaixo de -12°C, garantindo maior vida útil para armazenamento e transporte a longas distâncias.
Já o frango resfriado é mantido entre 0°C e 4°C, com validade de 5 a 7 dias, oferecendo textura e sabor mais próximos do fresco, ideal para consumidores exigentes e restaurantes.
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