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Baixar áudioA previsão do tempo para a Região Sudeste nesta quarta-feira (29) de acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), é de pancadas de chuva no estado de São Paulo ao longo de todo o dia, ganhando força durante a tarde e noite. No litoral do Rio de Janeiro e do Espírito Santo, o dia é de muitas nuvens com aberturas de sol e sem previsão de chuva na maior parte da costa capixaba e fluminense.
No interior da região, o tempo permanece firme. Em grande parte de Minas Gerais e no centro-norte do Espírito Santo, predomina o céu com poucas nuvens e sol. Já na capital mineira, em áreas do Triângulo Mineiro e no Rio de Janeiro, o cenário é de muitas nuvens durante todo o período, porém sem chuva.
Entre as capitais, mínima de 17ºC em Belo Horizonte. A máxima deve chegar a 36ºC no Rio de Janeiro. A umidade relativa do ar varia entre 30% e 100%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA previsão do tempo para a Região Norte nesta quarta-feira (29), de acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) indica pancadas de chuva acompanhadas de trovoadas isoladas no Amazonas, Pará, Amapá, Roraima, Rondônia e Acre. Essas tempestades tendem a ser mais frequentes e intensas durante os períodos da tarde e da noite.
No Tocantins, as chuvas se concentram nas mesorregiões do Bico do Papagaio, Araguaína, Miracema do Tocantins, Jalapão e Porto Nacional.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 23°C em Palmas e Rio Branco. Já a máxima pode chegar até 34°C, em Manaus. A umidade relativa do ar varia entre 40% e 100%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA previsão do tempo para esta quarta-feira (29) no Nordeste de acordo com dados do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), é de pancadas de chuva e trovoadas, principalmente na faixa norte da região, abrangendo todo o estado do Maranhão, o centro-norte do Piauí e o litoral do Ceará. No litoral leste, entre o Rio Grande do Norte e Alagoas, o dia deve registrar pancadas de chuva intercaladas com períodos de muitas nuvens, enquanto em Sergipe e no litoral da Bahia a possibilidade é de chuvas isoladas.
Já no interior da região, o tempo segue sem chuvas. Grande parte do sertão e o centro-sul da Bahia apresentam céu com muitas nuvens, mas sem previsão de chuva, enquanto o extremo sul baiano deve registrar poucas nuvens ao longo do dia.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 23°C em Maceió e São Luís. Já a máxima pode chegar até 32°C, em Natal. A umidade relativa do ar varia entre 50% e 95%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia.
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Baixar áudioAtenção, organizações sociais de todo o Brasil! O Fundo Sociambiental CAIXA lançou um edital público para apoiar projetos de gestão da água nas cidades. Serão investidos 10 milhões de reais. A ideia é apoiar soluções inovadoras, sustentáveis e inclusivas.
As inscrições estão abertas no site www.investidor.bussolasocial.com.br/caixaeconomicafederal/editais. Os interessados têm até o dia 22 de maio. Podem participar da seleção as entidades privadas sem fins lucrativos e cooperativas sociais. Cada concorrente pode apresentar um projeto.
O diretor de sustentabilidade e cidadania digital da caixa, Jean Benevides, ressalta a importância da iniciativa do Banco.
"O Fundo Socioambiental da Caixa prima pelo cuidado, tanto com as pessoas como com o nosso planeta, que é a nossa casa. E, com esta chamada pública, nós queremos encontrar e apoiar aquelas iniciativas que possam ser replicadas em todo o Brasil. Queremos projetos que ajudem a economizar os recursos hídricos, aprimorar os processos de saneamento e levar a água para os milhões de brasileiros que ainda estão apartados desse recurso que é básico para a vida", destaca.
A execução dos projetos pode durar entre 24 e 36 meses. Para outras informações, acesse: www.caixa.gov.br/sustentabilidade/fundosocioambientalcaixa.
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Baixar áudioA alta do petróleo e de outros insumos, impulsionada pela guerra no Oriente Médio, provocou um aumento expressivo no preço médio das matérias-primas no Brasil. Segundo a pesquisa Sondagem Industrial, divulgada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), o índice de evolução do preço das matérias-primas passou de 55,3 pontos no quarto trimestre de 2025 para 66,1 pontos no primeiro trimestre de 2026 — um salto de 10,8 pontos no período.
O índice não atingia patamar tão elevado desde o segundo trimestre de 2022, quando o fluxo do comércio global ainda se recuperava dos efeitos da pandemia.
O alto custo ou a falta de matérias-primas também ganhou destaque no ranking dos principais problemas enfrentados pelo setor industrial. O desafio foi apontado por 30,8% dos industriais no primeiro trimestre de 2026, contra 17,3% no no último trimestre de 2025, passando a ocupar agora a segunda colocação.
Em primeiro lugar permanece a elevada carga tributária, embora tenha recuado de 41,1% para 34,8% das assinalações. Na terceira posição aparecem as taxas de juros elevadas, com 27,2%, praticamente estáveis em relação ao trimestre anterior.
O gerente de Análise Econômica da CNI, Marcelo Azevedo, afirma que a maior preocupação dos empresários reflete os impactos do cenário internacional.
“Essa maior preocupação dos empresários com a falta ou o alto custo das matérias-primas reflete o que vem acontecendo no conflito no Oriente Médio, que vem trazendo dificuldades e elevação de custos com petróleo e outros insumos importantes”, afirma.
Segundo o levantamento, os industriais demonstraram insatisfação com as condições financeiras das empresas. O índice que mede essa percepção caiu 2,9 pontos na passagem do quarto trimestre de 2025 para o primeiro trimestre de 2026, passando de 50,1 para 47,2 pontos.
O índice de satisfação com o lucro operacional também recuou 2,6 pontos, atingindo 41,9 pontos — o menor valor desde o segundo trimestre de 2020, quando registrou 37 pontos, período em que a indústria sofria os efeitos mais intensos da pandemia.
Já o índice de acesso ao crédito caiu 1,9 ponto, passando de 40,9 pontos no quarto trimestre de 2025 para 39 pontos no primeiro trimestre de 2026, a pior marca em três anos. O indicador permanece bem abaixo da linha de 50 pontos, indicando grande dificuldade das empresas para obter crédito.
“Os juros ainda exercem uma pressão significativa sobre a situação financeira das empresas, especialmente aquelas que já vêm trazendo dívidas anteriores. Também há uma pressão maior de custos que já vinha acontecendo no final do ano passado com relação à mão de obra, mas nesse primeiro trimestre de 2026, há um custo maior com relação a insumos e matérias-primas, pressionando a situação financeira das empresas”, destaca Azevedo.
Apesar do aumento no custo das matérias-primas, a produção industrial avançou em março. O índice que mede essa evolução subiu 8,3 pontos em relação a fevereiro, passando de 45,4 pontos para 53,7 pontos.
Segundo a CNI, o resultado positivo era esperado, já que março costuma marcar a transição de queda para alta na produção industrial.
Seguindo essa tendência, a Utilização da Capacidade Instalada (UCI) cresceu de 66% para 69%, superando a média histórica para o mês de março, que é de 67%.
Já o índice de evolução do nível de estoques apresentou leve variação negativa de 0,1 ponto, atingindo 49,5 pontos. Ao permanecer abaixo da linha de 50 pontos, o indicador mostra que os estoques de produtos industriais continuam abaixo do nível considerado ideal pelos empresários.
Além disso, o índice que mede a evolução do número de empregados também avançou, passando de 48 para 49,1 pontos. Apesar da terceira alta consecutiva, o indicador segue abaixo da linha de 50 pontos, indicando que o emprego industrial ainda apresenta queda, embora de forma menos intensa e disseminada.
Segundo a CNI, os resultados positivos para a produção e a UCI em março contribuíram para melhorar as expectativas dos empresários para os próximos meses. Todos os índices de expectativas registraram alta em abril, com exceção do indicador relacionado ao número de empregados.
Apesar disso, a intenção de investimento do setor segue contida diante do cenário externo e os juros altos. Em abril, o índice de intenção de investimento caiu 1,1 ponto, passando de 54,8 pontos para 53,7 pontos — a quarta queda consecutiva.
A pesquisa completa está disponível no site da CNI.
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Baixar áudioA CAIXA paga, nesta terça-feira, 28 de abril, nova parcela do Programa Pé-de-Meia para os estudantes do Ensino Médio regular e Ensino Médio da Educação de Jovens e Adultos, a EJA, nascidos nos meses de março e abril.
O incentivo será creditado na conta Poupança CAIXA Tem e os valores podem ser movimentados pelo App CAIXA Tem.
O estudante pode pagar contas, fazer transferências e PIX, direto no aplicativo.
Além disso, pode movimentar os valores com o cartão do programa, fazendo compras e pagamentos.
O Programa Pé-de-Meia apoia a permanência e a conclusão escolar dos estudantes matriculados no Ensino Médio e na Educação de Jovens e Adultos da rede pública.
Para consultar as demais datas de pagamento do programa Pé-de-Meia, acesse o site da CAIXA em www.caixa.gov.br.
O Pé-de-Meia é um programa de incentivo financeiro-educacional do Governo Federal para estudantes do ensino médio público inscritos no CadÚnico. Ele funciona como uma poupança para manter a frequência e estimular a conclusão do ensino médio, reduzindo desigualdades e promovendo inclusão e mobilidade social.
Copiar o textoOs pagamentos são realizados preferencialmente na Poupança CAIXA ou conta CAIXA Tem
Baixar áudioA CAIXA inicia nesta terça-feira (28), o pagamento do Bolsa Família referente ao mês de abril para os beneficiários com o Número de Identificação Social (NIS) terminado em 8.
Os pagamentos são realizados preferencialmente na Poupança CAIXA ou conta CAIXA Tem. Com a conta CAIXA Tem, os beneficiários podem pagar contas e fazer transferências diretamente pelo aplicativo no celular.
O benefício também pode ser movimentado com o cartão de débito da conta em comércios, Unidades Lotéricas, Correspondentes CAIXA Aqui, terminais de autoatendimento e Agências da CAIXA. Além disso, é possível realizar saques sem cartão nos terminais de autoatendimento e Unidades Lotéricas, utilizando a identificação biométrica previamente cadastrada em uma agência da CAIXA.
No aplicativo Bolsa Família é possível acompanhar as informações do benefício, além de receber atualizações e novidades sobre o programa.
Para baixar os aplicativos CAIXA Tem e Bolsa Família, basta acessar a loja de aplicativos do seu smartphone. É gratuito.
O Programa Bolsa Família é a transferência mensal de renda do maior programa social do Brasil, reconhecido por tirar milhões de famílias da fome. O modelo atual considera tamanho e características do núcleo familiar: lares com três ou mais pessoas tendem a receber valores maiores do que famílias unipessoais, reforçando a proteção social.
Além da renda, o Bolsa Família integra políticas públicas para ampliar acesso a saúde, educação e assistência social. O foco é promover dignidade e cidadania, articulando ações complementares (esporte, ciência, trabalho) para a superação da pobreza e a transformação social.
Para ter direito ao pagamento do Bolsa Família, a renda por pessoa da família deve ser de até R$ 218/mês.
Exemplo: 1 pessoa com salário mínimo (R$ 1.518) em família de 7 integrantes → renda per capita de R$ 216,85. Como está abaixo de R$ 218, a família é elegível ao benefício.
Mesmo inscrita no CadÚnico, a família só recebe quando for selecionada pelo sistema do programa. A inclusão é contínua e mensal, de forma automatizada, conforme os critérios de elegibilidade e a atualização cadastral.
Preciso estar no CadÚnico? Sim, é obrigatório para concorrer ao pagamento do Bolsa Família.
O valor é igual para todos? Não. O modelo considera o tamanho e o perfil familiar, podendo variar.
Cadastro feito = pagamento imediato? Não. A seleção é mensal e automatizada; a família começa a receber quando é incluída.
Onde tirar dúvidas? Procure o CRAS do seu município ou os canais oficiais do programa.
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Baixar áudioMais de 200 artesãos de diferentes regiões do Brasil começaram, no último dia 15 de abril, uma jornada de capacitação voltada à exportação. A iniciativa integra a Trilha do Conhecimento para Exportação do Artesanato Brasileiro, promovida pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil). O objetivo é preparar o setor para atuar no comércio exterior.
A ação faz parte do Programa Brasil Feito à Mão, que busca aproximar artesãos do mercado global, incentivando práticas sustentáveis, o empreendedorismo e a valorização da identidade cultural brasileira.
O projeto é realizado em parceria com o Programa do Artesanato Brasileiro (PAB), vinculado ao Ministério do Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte (MEMP), e com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae).
A proposta é qualificar os profissionais para o comércio internacional, ampliando a presença do artesanato brasileiro no exterior e promovendo geração de renda com base em princípios de sustentabilidade e comércio justo.
A etapa inicial da trilha teve início com um webinar conduzido pelas equipes de Competitividade e Inteligência de Mercado da ApexBrasil. Durante o encontro, foram apresentados dados sobre o posicionamento do artesanato brasileiro no cenário internacional, além de tendências, oportunidades e orientações práticas sobre mercados com potencial para o setor.
Na abertura, a coordenadora de Competitividade da ApexBrasil, Rafaella Paolinelli, ressaltou a relevância cultural e econômica do artesanato nacional.
“O que vocês produzem não é só um produto, é cultura, é identidade, é história. E isso tem muito valor no mundo inteiro, especialmente para os compradores internacionais. A gente sabe que a exportação não acontece da noite para o dia, não é imediata. Isso tudo é uma construção e é por meio dessa Trilha que a gente gostaria de mostrar isso para vocês”, destacou.
A programação incluiu ainda a participação de representantes do PAB/MEMP e do Sebrae Nacional, além da apresentação de um caso de sucesso: a marca paraense Seiva Amazon Design, sediada em Ananindeua (PA).
Criada oficialmente em 2021, após experimentações iniciadas em 2018, a empresa desenvolve biojoias a partir de borracha nativa amazônica e resíduos reaproveitados, como o caroço de açaí transformado em pó. O modelo de produção é descentralizado e envolve mulheres de comunidades extrativistas, promovendo geração de renda aliada à valorização da biodiversidade regional.
A CEO da marca, Lidia Abrahim, compartilhou a experiência de internacionalização do negócio e destacou o papel das instituições parceiras.
“Desde o início, a gente sonhou com um negócio que já nascesse com vocação para exportar, mas entendendo que esse caminho seria construído passo a passo, com qualificação e preparação”, pontuou.
Ao longo dessa trajetória, o apoio do Sebrae e da ApexBrasil foi fundamental para que eu entendesse melhor o mercado internacional, aprimorasse meus processos e chegasse mais preparada às rodadas de negócios. Foi esse processo que nos permitiu construir uma cultura de exportação dentro do negócio e concretizar a primeira venda internacional”, acrescentou.
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Outra empresa participante é a Amarjon Biojoias, que desde 2008 fabrica semijoias a partir de elementos da natureza, como folhas, flores e sementes. Para Isabel Ribeiro, sócia-diretora do empreendimento, a evolução dos negócios foi evidente, sobretudo por participar de iniciativas promovidas pela ApexBrasil.
“Sem a base da ApexBrasil, nós não conseguiríamos chegar onde nós chegamos atualmente. Nós estamos já em nove países, então são vários clientes e também agora nós fechamos uma parceria com a Turquia. Então aconselho a todas as empresas que têm o desejo de expandir no mercado internacional, que procurem a ApexBrasil. Realmente, isso só vai agregar o prazer com os resultados”, afirmou.
A Trilha do Conhecimento foi desenhada para desenvolver competências em exportação e habilidades comerciais estratégicas, com foco em negociação e gestão de vendas internacionais. A iniciativa também busca conectar artesãos e grupos produtivos a oportunidades reais de negócios.
O percurso é dividido em três fases sequenciais e eliminatórias. A primeira aborda conceitos introdutórios sobre exportação, com cursos à distância e webinars. Já a segunda etapa é dedicada à preparação prática, com quatro encontros online. A terceira, por sua vez, inclui mentoria individual, concessão de bolsa exportação e divulgação dos participantes na plataforma Buy Brazil.
Ao combinar conteúdo técnico, experiências reais e articulação com instituições de apoio, o programa inaugura uma nova fase de preparação do artesanato brasileiro para o mercado internacional. A expectativa é ampliar as oportunidades para empreendedores que transformam cultura, identidade e território em produtos com potencial de alcance global.
Ao longo do ano, a iniciativa segue com uma série de ações voltadas à promoção e à internacionalização do artesanato brasileiro. Em maio, está prevista uma palestra no Salão do Artesanato, em São Paulo (SP). Já em julho, ocorre a Rodada de Negócios Exporta Mais Brasil Artesanato, durante a Fenearte, em Olinda (PE), ainda com confirmação pendente.
Para o mês de setembro, está programada a Missão de Negócios da Jornada Exportadora do Artesanato, em Paris, na França, com inscrições a serem abertas em breve. Já em dezembro, os artesãos participarão da Feira Internacional Expoartesanías, em Bogotá, na Colômbia, por meio do Programa +Feiras, ampliando a presença do setor em mercados estratégicos internacionais.
Copiar o textoO Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE) realizou, dia 22 de abril, workshop dedicado à atualização do estudo prospectivo sobre terras raras no Brasil, com horizonte até 2040. A abertura do encontro foi conduzida pelo diretor-presidente do CGEE, Anderson Gomes, com participação dos diretores Connie McManus e Geraldo Nunes, reforçando o papel da instituição como articuladora de conhecimento estratégico voltado à formulação de políticas públicas em ciência, tecnologia e inovação. A iniciativa reuniu pesquisadores, especialistas e representantes de instituições estratégicas para discutir os desafios e as oportunidades relacionados ao desenvolvimento dessas cadeias produtivas no Brasil.
O workshop contou ainda com a palestra do professor Silvio Meira, do Centro de Estudos e Sistemas Avançados do Recife (Cesar) e da TDS Company, duas instituições mais relevantes do País em inovação e tecnologia, que abordou aspectos estratégicos a serem incorporados ao estudo. Também participaram o diretor do Departamento de Programas de Inovação (Depin) do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), Osório Coelho Guimarães Neto, e equipe da pasta, além de Ronaldo Carmona, da Escola Superior de Guerra (ESG) e da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep). O evento marca um novo ciclo de atualização de um tema que já mobiliza o CGEE há mais de uma década. Em 2013, a instituição publicou o estudo Usos e aplicações de terras raras no Brasil: 2012–2030, elaborado a partir de demanda do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). À época, o objetivo foi estruturar uma agenda estratégica para o desenvolvimento dessas cadeias produtivas, incluindo a construção de cenários globais, a definição de um roadmap nacional e a identificação de direcionadores para setores como ímãs permanentes, catalisadores, ligas metálicas e fósforos.
Mais de uma década depois, terras raras voltam à agenda pública diante da reconfiguração geopolítica e da transição energética global. As terras raras são insumos essenciais para tecnologias como turbinas eólicas, veículos elétricos, equipamentos médicos, sistemas de defesa e dispositivos eletrônicos avançados. Nesse contexto, o workshop buscou atualizar diagnósticos, revisar estratégias e apontar caminhos para o fortalecimento da autonomia tecnológica brasileira. A programação refletiu a complexidade da cadeia produtiva e a necessidade de uma abordagem integrada. Entre os temas discutidos estiveram o cenário global e suas implicações para o Brasil, os principais atores e prioridades nacionais, além da construção de um novo roadmap estratégico para o período 2026–2040. Também foram abordadas etapas críticas da cadeia, como mineração, concentração, refino - incluindo a separação de óxidos por extração por solvente - e o desenvolvimento de aplicações industriais.
Especialistas convidados apresentaram direcionadores estratégicos para diferentes segmentos, como a produção de ímãs permanentes, catalisadores, ligas metálicas, fósforos e materiais para polimento e fabricação de vidros e lentes especiais. A agenda incluiu ainda discussões sobre economia circular e sustentabilidade, refletindo a crescente preocupação com o uso responsável desses recursos. A condução dos debates envolveu nomes como Fátima Ludovico, Fernando Landgraf, Fernando Lins, Mariele Bonfante, Juliano Engerroff e Wagner Macedo, entre outros especialistas com atuação reconhecida no tema.
Para o diretor-presidente do CGEE, a diversidade de participantes evidencia o esforço do Centro em articular competências científicas e institucionais para enfrentar um desafio que é, ao mesmo tempo, tecnológico, industrial e estratégico. “Esse esforço de articulação não é pontual. Ele se insere na missão histórica do CGEE de conectar produção científica, análise estratégica e tomada de decisão pública. Ao reunir pesquisadores, centros de pesquisa e atores institucionais, o Centro contribui para consolidar uma base de evidências capaz de orientar políticas públicas mais robustas e coordenadas. Entregaremos os resultados à ministra Luciana Santos [MCTI] e ao presidente Lula”, afirmou Anderson Gomes.
A Academia Brasileira de Ciências (ABC) publicou nota técnica em dezembro de 2025, onde destacou que o Brasil detém cerca de 23% das reservas globais de terras raras, mas ainda não domina etapas de maior valor agregado, como refino, metalurgia e fabricação de ímãs permanentes. O documento aponta, ainda, a persistência de lacunas já identificadas em estudos anteriores do próprio CGEE, especialmente no que diz respeito à ausência de infraestrutura para escalonamento industrial. “Nesse cenário, a atualização do estudo prospectivo ganha importância estratégica. Ao revisar cenários, identificar gargalos e propor direcionadores, o trabalho contribui para alinhar políticas mineral, industrial, energética e de defesa, em um contexto de crescente disputa global por recursos críticos”, finalizou Gomes. A proposta do CGEE sinaliza um movimento de continuidade e aprofundamento de uma agenda de Estado, reforçando seu papel como espaço de construção coletiva de estratégias para o desenvolvimento nacional em ciência, tecnologia e inovação. O estudo ‘Usos e aplicações de terras raras no Brasil : 2012-2030 pode ser acessado clicando aqui.
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Baixar áudioEm um eventual segundo turno na disputa pela Presidência da República, o atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece em empate técnico com os pré-candidatos: o senador Flávio Bolsonaro (PL) e os ex-governadores Romeu Zema (Novo) e Ronaldo Caiado (PSD). Os dados são da pesquisa Nexus/BTG, divulgada nesta segunda-feira (27).
Na simulação entre Lula e Flávio Bolsonaro, o petista ficou com 46% das intenções de voto, enquanto o senador registrou 45%, configurando empate técnico dentro da margem de erro.
Os votos em branco, nulo ou em nenhum dos dois candidatos somaram 8%, e 1% dos entrevistados não soube ou preferiu não responder.
O levantamento também faz uma comparação com os resultados de março, quando Lula e Flávio empataram em 46%.
Nos cenários com os demais pré-candidatos, o levantamento aponta os seguintes resultados para o segundo turno:
Lula e Zema
Em março, Lula tinha 46% e Zema 40%.
Lula e Caiado
Em março, Lula tinha 46% e Caiado 41%.
O levantamento da Nexus/BTG ouviu 2.028 eleitores entre 24 e 26 de abril. A margem de erro é de 2 pontos percentuais (p.p.), para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.
Apesar das simulações com nomes considerados de terceira via, apenas Flávio Bolsonaro fica próximo de disputar o segundo turno com o atual presidente. Segundo o levantamento, no voto espontâneo para o primeiro turno, Lula manteve 41%. Já Flávio Bolsonaro oscilou dentro da margem de erro, recuando de 38% em março para 36% em abril.
Entre os demais pré-candidatos, as variações de intenção de votos entre março e abril foram:
O índice de rejeição — que mede o percentual de eleitores que afirmam não votar em determinado candidato de jeito nenhum — ficou numericamente empatado entre Lula e Flávio Bolsonaro, ambos com 48%. Há quatro semanas, a rejeição ao presidente Lula era de 49%.
Já entre os eleitores que votariam apenas em Lula, o índice é de 34%, e o de Flávio é de 27%; sem variações em relação ao levantamento anterior.
A pesquisa também aponta avanço, dentro da margem de erro, na avaliação do governo federal. A taxa de aprovação subiu de 45% para 46%, enquanto a desaprovação caiu de 51% para 49%. Com isso, o saldo negativo do governo passou de -6 p.p. para -3 p.p.
O levantamento investigou ainda o nível de endividamento dos brasileiros. Segundo os dados, 59% dos entrevistados afirmaram possuir alguma dívida, sendo que 24% têm débitos em atraso há mais de 30 dias.
Além disso, ao considerar uma cesta composta por nove itens — incluindo contas, serviços e produtos —, cerca de metade dos eleitores relatou ter maior dificuldade de consumo hoje em comparação com o governo anterior, encerrado em dezembro de 2022. Essa percepção inclui desde a compra de roupas, celulares e medicamentos até o pagamento de contas e aquisição de alimentos.
De acordo com a análise, essa percepção econômica influencia o comportamento eleitoral. Entre os entrevistados que afirmam ter pouca ou nenhuma dificuldade de consumo atualmente, há preferência significativamente maior por Lula em um eventual segundo turno contra Flávio Bolsonaro.
Por outro lado, entre aqueles que relatam maior dificuldade para comprar produtos e pagar contas, a preferência eleitoral se concentra mais em Flávio Bolsonaro.
A pesquisa completa está disponível no site da Nexus.
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