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Baixar áudioR$ 30 milhões para ampliar a mecanização no campo, fortalecer a produção rural mato-grossenses. Nesta terça-feira, 30 de junho, o Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional entregou, durante cerimônia em Várzea Grande, 252 máquinas e equipamentos do Programa Inova, levando mais tecnologia, infraestrutura e capacidade produtiva aos 142 municípios. Waldez Góes, ministro da Integração e do Desenvolvimento Regional, afirmou que o Governo Federal tem demonstrado ser possível ampliar a produção agropecuária conciliando desenvolvimento e preservação ambiental.
“Vocês vão pegar o número que o presidente Lula pegou o plano da agricultura empresarial, vai pegar agora para 2026, 2027, vai quase dobrar. Ele aumentou o recurso da agricultura familiar, ele aumentou o recurso da agricultura empresarial, os produtores de soja, de milho, da bioeconomia aumentaram sua produção e diminuiu o desmatamento. Então, ele defende de cabeça erguida que é possível sim, casar o desenvolvimento com a responsabilidade ambiental”
Secretário nacional de Políticas de Desenvolvimento Regional e Territorial do MIDR, Edgar Caetano, afirmou que o Programa Inova nasceu da determinação do presidente Lula de levar modernização ao campo e destacou a importância de incluir Mato Grosso na iniciativa.
“E num estado tão agrícola e que hoje tem verticalizado a sua produção cada vez mais, tem buscado agregar mais valor nos seus produtos. Sendo o maior produtor de biodiesel atualmente do Brasil, por exemplo, nós não poderíamos fazer diferente e deixar o estado de fora. Então, com o apoio do senador Fávaro, hoje estamos fazendo essa entrega aqui, um investimento de mais de 30 milhões de reais para que a gente atenda quem mais precisa. É o governo federal chegando na ponta e beneficiando a todos os nossos produtores”
Para saber mais sobre as ações do Governo Federal em Desenvolvimento Regional e Territorial acesse o site.
Copiar o textoO curso tem carga horária de 160 horas e conta recursos de acessibilidade
Baixar áudioEstão abertas as inscrições para a nova turma do curso Formação para Gestores Municipais de Cultura, oferecido pela Escola Solano Trindade de Cultura e Economia Criativa (Escult). A formação é gratuita, realizada na modalidade a distância (EaD) com todas as aulas gravadas, e os interessados podem se inscrever até o dia 09 de novembro de 2026 pelo site escult.cultura.gov.br.
Desenvolvido pelo Centro de Cultura, Linguagens e Tecnologias Aplicadas (Cecult) da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB), em parceria com o Ministério da Cultura (MinC), o curso foca na qualificação técnica das equipes que atuam nas prefeituras de todo o país. O programa compartilha instrumentos e boas práticas para que os profissionais respondam de forma eficaz aos desafios da institucionalização do setor e compreendam os direitos culturais como base fundamental das políticas públicas.
A reoferta do curso atende a uma alta demanda mapeada no setor. "A primeira oferta do curso, no ano passado, nos deixou surpresos e felizes com o volume da demanda. Foram mais de 10 mil inscritos, demonstrando o interesse dos trabalhadores da cultura com a gestão municipal. Isso nos fez ter certeza da necessidade da reoferta", destaca o coordenador dos cursos de formação inicial e continuada Layno Pedra.
Com carga horária de 160 horas, o conteúdo programático aborda temas essenciais para o dia a dia da administração pública, como sistemas de cultura, dimensão comunitária, segurança jurídica e a gestão de espaços e equipamentos culturais.
A organizadora do curso, Laura Bezerra, reforça que, embora os municípios tenham papel central na execução das políticas, as equipes frequentemente enfrentam lacunas de capacitação. "Esperamos colaborar com o aprimoramento das competências de gestão e de planejamento dos gestores e com a ampliação da participação social, contribuindo para o fortalecimento dos sistemas municipais de cultura", pontua.
A formação integra o Programa Nacional de Formação e Qualificação para o Mundo do Trabalho em Cultura, da Diretoria de Políticas para Trabalhadores da Cultura, da Secretaria de Economia Criativa do MinC. O ambiente virtual de aprendizagem foi estruturado para garantir autonomia de estudos, permitindo que os participantes acessem as aulas gravadas conforme sua disponibilidade, contando ainda com recursos de acessibilidade comunicacional, como tradução em Libras, legendas e audiodescrição.
Copiar o textoRecurso será utilizado em ações de resposta a desastre
Baixar áudioO Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), por meio da Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil (Sedec), autorizou, nesta segunda-feira (29), o repasse de R$ 4,8 milhões para ações de resposta no município de Juiz de Fora, em Minas Gerais, afetado por desastre. A Portaria nº 2.089 com a liberação do recurso foi publicada no Diário Oficial da União (DOU).
O recurso foi autorizado a partir de critérios técnicos que levam em conta a magnitude dos desastres, o número de desabrigados e desalojados e as necessidades apresentadas nos planos de trabalho enviados pelos estados e municípios.
Municípios que tiverem o reconhecimento federal de situação de emergência ou estado de calamidade pública podem solicitar recursos ao MIDR para ações de defesa civil. As solicitações devem ser realizadas por meio do Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2iD). A partir dos planos de trabalho enviados, a equipe técnica da Defesa Civil Nacional avalia as metas e valores propostos. Após aprovação, os repasses são formalizados por meio de portaria no DOU, liberando os valores correspondentes.
Com informações do MIDR
Copiar o textoOs pagamentos são realizados preferencialmente na Poupança CAIXA ou conta CAIXA Tem
Baixar áudioA CAIXA finaliza nesta terça-feira (30), o pagamento do Bolsa Família referente ao mês de junho para os beneficiários com o Número de Identificação Social (NIS) terminado em 0.
Os pagamentos são realizados preferencialmente na Poupança CAIXA ou conta CAIXA Tem. Com a conta CAIXA Tem, os beneficiários podem pagar contas e fazer transferências diretamente pelo aplicativo no celular.
O benefício também pode ser movimentado com o cartão de débito da conta em comércios, Unidades Lotéricas, Correspondentes CAIXA Aqui, terminais de autoatendimento e Agências da CAIXA. Além disso, é possível realizar saques sem cartão nos terminais de autoatendimento e Unidades Lotéricas, utilizando a identificação biométrica previamente cadastrada em uma agência da CAIXA.
Chegou o novo aplicativo do Bolsa Família, mais completo e fácil de usar! Acompanhe a data do seu pagamento, consulte seus benefícios e fique por dentro de todas as novidades do programa.
Para baixar os aplicativos CAIXA Tem e Bolsa Família, basta acessar a loja de aplicativos do seu smartphone. É gratuito.
O Programa Bolsa Família é a transferência mensal de renda do maior programa social do Brasil, reconhecido por tirar milhões de famílias da fome. O modelo atual considera tamanho e características do núcleo familiar: lares com três ou mais pessoas tendem a receber valores maiores do que famílias unipessoais, reforçando a proteção social.
Além da renda, o Bolsa Família integra políticas públicas para ampliar acesso a saúde, educação e assistência social. O foco é promover dignidade e cidadania, articulando ações complementares (esporte, ciência, trabalho) para a superação da pobreza e a transformação social.
Para ter direito ao pagamento do Bolsa Família, a renda por pessoa da família deve ser de até R$ 218/mês.
Exemplo: 1 pessoa com salário mínimo (R$ 1.518) em família de 7 integrantes → renda per capita de R$ 216,85. Como está abaixo de R$ 218, a família é elegível ao benefício.
Mesmo inscrita no CadÚnico, a família só recebe quando for selecionada pelo sistema do programa. A inclusão é contínua e mensal, de forma automatizada, conforme os critérios de elegibilidade e a atualização cadastral.
Preciso estar no CadÚnico? Sim, é obrigatório para concorrer ao pagamento do Bolsa Família.
O valor é igual para todos? Não. O modelo considera o tamanho e o perfil familiar, podendo variar.
Cadastro feito = pagamento imediato? Não. A seleção é mensal e automatizada; a família começa a receber quando é incluída.
Onde tirar dúvidas? Procure o CRAS do seu município ou os canais oficiais do programa.
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Baixar áudioA CAIXA paga, nesta terça-feira, 30 de junho, nova parcela do Programa Pé-de-Meia para os estudantes do Ensino Médio regular e Ensino Médio da Educação de Jovens e Adultos, a EJA, nascidos nos meses de março e abril.
O incentivo será creditado na conta Poupança CAIXA Tem e os valores podem ser movimentados pelo App CAIXA Tem.
O estudante pode pagar contas, fazer transferências e PIX, direto no aplicativo.
Além disso, pode movimentar os valores com o cartão do programa, fazendo compras e pagamentos.
O Programa Pé-de-Meia apoia a permanência e a conclusão escolar dos estudantes matriculados no Ensino Médio da rede pública.
Para consultar as demais datas de pagamento do programa Pé-de-Meia, acesse o site da CAIXA em www.caixa.gov.br/pedemeia.
O Pé-de-Meia é um programa de incentivo financeiro-educacional do Governo Federal para estudantes do ensino médio público inscritos no CadÚnico. Ele funciona como uma poupança para manter a frequência e estimular a conclusão do ensino médio, reduzindo desigualdades e promovendo inclusão e mobilidade social.
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Baixar áudioAs micro e pequenas empresas mantêm papel central na economia brasileira. De acordo com levantamento do Sebrae, o país conta atualmente com aproximadamente 24 milhões de pequenos negócios em atividade, o que corresponde a 95% do total de empresas em funcionamento.
Além da representatividade no número de empreendimentos, o segmento participa com 26,5% da composição do Produto Interno Bruto (PIB). O estudo também aponta que essas empresas movimentam cerca de R$ 51 bilhões por mês em salários pagos aos trabalhadores.
Na geração de empregos, os pequenos negócios tiveram destaque ao longo de 2025. O levantamento mostra que 80% das novas vagas com carteira assinada foram abertas por micro e pequenas empresas, consolidando o segmento como o principal responsável pela expansão do emprego formal no período.
Os números foram divulgados na semana em que é celebrado o Dia Internacional das Micro, Pequenas e Médias Empresas, instituído pela Organização das Nações Unidas (ONU). A data reconhece a contribuição desse segmento para a atividade econômica e para a geração de trabalho e renda em diferentes países.
Segundo estimativas da ONU, as micro, pequenas e médias empresas representam mais de 95% dos negócios existentes no mundo, reforçando sua importância para o desenvolvimento econômico e social.
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Baixar áudioO ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), suspendeu por 90 dias a aplicação de multas e outras sanções previstas na Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1). Em vigor desde maio, a norma passou a exigir que empresas identifiquem e gerenciem riscos psicossociais no ambiente de trabalho. Segundo o ministro, os critérios para aplicação das penalidades em caso de descumprimento ainda não estão definifos de forma clara.
A decisão, proferida na Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 1316, abre espaço para uma conciliação sobre a fiscalização das novas regras, por meio do Núcleo de Solução Consensual de Conflitos (Nusol) do STF.
A medida atende uma ação apresentada pela Confederação Nacional dos Estabelecimentos de Ensino (Confenen). A entidade argumenta que a norma não estabelece parâmetros claros para orientar empregadores e fiscais sobre a avaliação dos fatores psicossociais, nem define requisitos objetivos para aplicação de penalidades.
Conforme o ministro, apesar da suspensão das multas, as empresas seguem com a obrigação de identificar, avaliar e prevenir riscos psicossociais relacionados ao trabalho – como excesso de carga de trabalho, pressão constante e assédio.
Durante o período de conciliação, também ficam suspensas eventuais sanções já aplicadas relacionadas aos fatores de riscos psicossociais no ambiente de trabalho.
Após o prazo de 90 dias destinado aos trabalhos no Nusol, o processo deverá voltar para nova análise do relator.
A decisão, que já está valendo, será analisada pelo Plenário. A sessão virtual deve ser realizada entre os dias 7 e 18 de agosto de 2026.
A NR-1, do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), prevista na Portaria 1.419, de 2024, trata do Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO) e passou a exigir que empresas identifiquem e gerenciem riscos psicossociais no ambiente de trabalho.
Com a norma, a responsabilidade das empresas foi ampliada para prevenir fatores como sobrecarga, assédio moral, pressão excessiva e adoecimento emocional. Os critérios foram incluídos no programa de saúde e segurança do trabalho das organizações.
A norma entrou em vigor no dia 26 de maio e, desde então, as empresas passaram a ser fiscalizadas a respeito do cumprimento das diretrizes. Conforme o MTE, na entrada em vigor da medida foi estabelecido um prazo de 90 dias para adaptação das organizações.
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Baixar áudioA mais recente pesquisa BTG/Nexus revela que a disputa presidencial segue marcada por diferenças regionais. Enquanto o Sul e o Norte/Centro-Oeste apresentam maior preferência por Flávio Bolsonaro, o Nordeste mantém ampla vantagem para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Já o Sudeste aparece como a região mais equilibrada do país, com cenários de empate ou pequena vantagem para Lula. O levantamento também indica que a avaliação e a aprovação do governo federal acompanham esse comportamento regional, assim como os índices de rejeição aos possíveis candidatos.
O Sul é a região em que Flávio Bolsonaro apresenta uma das maiores vantagens sobre Lula. No primeiro turno, o senador registra 43% das intenções de voto no cenário 1, contra 34% do presidente. No cenário 2, a vantagem aumenta para 45%, enquanto Lula aparece com 33%.
Em um eventual segundo turno, Flávio Bolsonaro alcança 51% das intenções de voto, ante 38% de Lula.
A rejeição ao senador é de 46%, abaixo da registrada pelo presidente, que soma 55%.
Os indicadores sobre o governo federal também refletem esse cenário. Apenas 30% classificam a gestão Lula como ótima ou boa, enquanto 54% a avaliam como ruim ou péssima. Na aprovação, 39% dizem aprovar o governo e 59% afirmam desaprová-lo.
Quanto à identificação política, 31% dos entrevistados se declaram bolsonaristas convictos, 24% lulistas convictos e 20% afirmam não ter polarização.
O Sudeste concentra a disputa mais equilibrada do levantamento. No primeiro turno, Lula aparece à frente por 38% a 36% no cenário 1 e por 39% a 37% no cenário 2.
No segundo turno, os dois candidatos aparecem empatados, com 45% das intenções de voto cada.
A rejeição também é semelhante: 50% para Flávio Bolsonaro e 52% para Lula.
Em relação ao governo federal, 32% avaliam a administração como ótima ou boa, enquanto 45% a consideram ruim ou péssima. A aprovação chega a 44%, contra 52% de desaprovação.
Na polarização política, 28% se identificam como bolsonaristas convictos, 25% como lulistas convictos e 23% afirmam não se alinhar a nenhum dos dois grupos.
O Nordeste permanece como a principal base eleitoral de Lula. No primeiro turno, o presidente registra 59% das intenções de voto no cenário 1 e 61% no cenário 2, enquanto Flávio Bolsonaro aparece com 22% nos dois cenários.
Em um eventual segundo turno, Lula amplia a vantagem e alcança 66%, contra 28% do adversário.
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A rejeição de Flávio Bolsonaro na região é de 64%, enquanto Lula registra 31%.
Os indicadores do governo também são os mais favoráveis ao presidente. A avaliação ótima ou boa atinge 54%, enquanto 28% classificam a gestão como ruim ou péssima. A aprovação chega a 65%, contra 32% de desaprovação.
Entre os entrevistados, 30% se declaram lulistas convictos, 24% bolsonaristas convictos e 18% afirmam não ter polarização.
No Norte/Centro-Oeste, Flávio Bolsonaro aparece à frente em boa parte dos indicadores eleitorais. No primeiro turno, ele registra 38% das intenções de voto no cenário 1, contra 33% de Lula. No cenário 2, a disputa é mais apertada, com 36% para Flávio Bolsonaro e 35% para Lula.
No segundo turno, o senador amplia a vantagem e chega a 52%, enquanto Lula alcança 40%.
Na rejeição, Flávio Bolsonaro registra 43%, abaixo dos 53% de Lula.
Em relação ao governo federal, 29% avaliam a gestão como ótima ou boa, enquanto 41% a classificam como ruim ou péssima. A aprovação é de 41%, frente a 48% de desaprovação.
Sobre a identificação política, 24% se declaram lulistas convictos, 20% bolsonaristas convictos e 23% afirmam não ter polarização.
A pesquisa BTG/Nexus foi realizada por telefone entre os dias 12 e 14 de junho de 2026. Foram entrevistados 2.017 eleitores. A margem de erro é de dois pontos percentuais, com nível de confiança de 95%.
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Baixar áudioA obrigatoriedade de inscrição no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) para pessoas físicas que exercem determinadas atividades econômicas e precisam emitir documentos fiscais foi adiada para 1º de janeiro de 2027. A decisão foi anunciada pela Receita Federal e pelo Comitê Gestor do Imposto sobre Bens e Serviços (CGIBS).
A exigência faz parte das mudanças previstas pela reforma tributária sobre o consumo (Lei Complementar nº 214/2025) e inicialmente entraria em vigor em 1º de julho de 2026. Com o adiamento, os contribuintes terão mais tempo para se adaptar, enquanto a Receita Federal desenvolve um sistema simplificado de inscrição no CNPJ, inspirado no modelo utilizado pelo Microempreendedor Individual (MEI).
A mudança não significa que toda pessoa física precisará abrir um CNPJ. A obrigatoriedade alcança apenas pessoas físicas que exerçam determinadas atividades econômicas e que, pelas regras da reforma tributária, precisem emitir documentos fiscais para recolhimento da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) e do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS).
A reforma tributária criou dois novos tributos sobre o consumo: a CBS, de competência da União, e o IBS, administrado por estados e municípios. Para integrar os sistemas de arrecadação e emissão de documentos fiscais, determinadas pessoas físicas deverão se inscrever no CNPJ, mesmo sem constituir uma empresa.
Entre os grupos que podem ser impactados estão:
Outros casos ainda poderão ser definidos pela regulamentação da reforma tributária.
A reforma tributária também criou a figura do “nanoempreendedor”, categoria voltada a trabalhadores com baixo faturamento.
Pelas regras, pessoas físicas com faturamento anual de até R$ 40,5 mil — ou seja, metade do teto do MEI — ficam dispensadas da condição de contribuintes do IBS e da CBS e, em regra, não precisarão se inscrever no CNPJ para essa finalidade.
No entanto, a expectativa é que fornecedores de bens e serviços, enquadrados como nanoempreendedores, poderão sofrer pressão de empresas contratantes para obter um CNPJ, já que o novo sistema tributário permite o aproveitamento de créditos de impostos ao longo da cadeia produtiva.
Quem já atua como MEI continuará utilizando o CNPJ existente, sem necessidade de realizar nova inscrição.
A Receita Federal informou que está desenvolvendo um novo modelo simplificado de inscrição no CNPJ, inspirado no sistema atualmente utilizado pelo MEI.
A proposta é oferecer:
Segundo o cronograma divulgado, o sistema deverá ser disponibilizado em novembro de 2026, antes da entrada em vigor da obrigatoriedade.
Em nota, a Receita Federal e o Comitê Gestor do IBS informaram que, antes do lançamento do sistema, será disponibilizado um ambiente de testes (sandbox) para adaptação dos emissores de documentos fiscais. Os órgãos também anunciaram a publicação de manuais técnicos e orientações aos contribuintes.
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Baixar áudioO preço do boi gordo registra estabilidade nesta terça-feira (30). Em São Paulo, a arroba ainda é negociada a R$ 338,65.
| Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* | |
|---|---|---|---|---|
| 29/06/2026 | 338,65 | 0,00% | -3,16% | 65,49 |
| 26/06/2026 | 338,65 | -0,40% | -3,16% | 65,49 |
| 25/06/2026 | 340,00 | -0,15% | -2,77% | 65,68 |
| 24/06/2026 | 340,50 | 0,00% | -2,63% | 65,43 |
| 23/06/2026 | 340,50 | -0,99% | -2,63% | 65,63 |
No mercado de frango, os valores também apresentam estabilidade na Grande São Paulo, em São José do Rio Preto e em Descalvado. O quilo do frango congelado é vendido a R$ 7,29, enquanto o frango resfriado também está cotado a R$ 7,29.
PREÇOS DO FRANGO CONGELADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP
| Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês | |
|---|---|---|---|
| 29/06/2026 | 7,29 | 0,00% | 3,70% |
| 26/06/2026 | 7,29 | 0,00% | 3,70% |
| 25/06/2026 | 7,29 | 0,00% | 3,70% |
| 24/06/2026 | 7,29 | 0,00% | 3,70% |
| 23/06/2026 | 7,29 | 0,00% | 3,70% |
PREÇOS DO FRANGO RESFRIADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP
| Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês | |
|---|---|---|---|
| 29/06/2026 | 7,29 | 0,00% | 3,40% |
| 26/06/2026 | 7,29 | 0,00% | 3,40% |
| 25/06/2026 | 7,29 | 0,00% | 3,40% |
| 24/06/2026 | 7,29 | 0,00% | 3,40% |
| 23/06/2026 | 7,29 | 0,00% | 3,40% |
Já a carcaça suína especial teve redução de 0,47% nos atacados da Grande São Paulo, onde o quilo custa R$ 8,56.
Entre os estados analisados, o suíno vivo registra elevação nos preços em algumas praças. No Paraná, por exemplo, o animal é comercializado a R$ 4,68.
PREÇOS DA CARCAÇA SUÍNA ESPECIAL (R$/kg)
| Média | Var./Dia | Var./Mês | |
|---|---|---|---|
| 29/06/2026 | 8,56 | -0,47% | -0,81% |
| 26/06/2026 | 8,60 | 0,00% | -0,35% |
| 25/06/2026 | 8,60 | 0,00% | -0,35% |
| 24/06/2026 | 8,60 | 0,00% | -0,35% |
| 23/06/2026 | 8,60 | -0,12% | -0,35% |
INDICADOR DO SUÍNO VIVO CEPEA/ESALQ (R$/kg)
| Estado | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | |
|---|---|---|---|---|
| 29/06/2026 | MG - posto | 5,87 | 0,00% | 4,45% |
| 29/06/2026 | PR - a retirar | 4,68 | 0,43% | -0,85% |
| 29/06/2026 | RS - a retirar | 5,04 | -0,79% | -1,56% |
| 29/06/2026 | SC - a retirar | 5,03 | 0,60% | 2,86% |
| 29/06/2026 | SP - posto | 5,30 | 0,57% | 0,00% |
Os dados são do Cepea.
O boi gordo é o bovino macho pronto para o abate, com peso mínimo de 16 arrobas líquidas de carcaça (aproximadamente 240 kg) e até 42 meses de idade. Atende aos padrões do mercado nacional e internacional, incluindo exportações para Europa, China e cota Hilton.
O frango congelado passa por congelamento rápido, com temperaturas abaixo de -12°C, garantindo maior vida útil para armazenamento e transporte a longas distâncias.
Já o frango resfriado é mantido entre 0°C e 4°C, com validade de 5 a 7 dias, oferecendo textura e sabor mais próximos do fresco, ideal para consumidores exigentes e restaurantes.
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