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Baixar áudioA população do Pará conta com mais 32 novos laboratórios de informática em 2026. A iniciativa faz parte do programa Computadores para Inclusão, do Ministério das Comunicações, que entregou, em 2025, 276 computadores recondicionados por pessoas de baixa renda, alunas do projeto.
O projeto transforma equipamentos descartados por órgãos públicos em ferramentas de ensino. Além da doação, o programa capacita jovens de baixa renda em cursos de manutenção de computadores e celulares, preparando-os para o mercado de trabalho local.
“O programa tem a finalidade de preparar todos os brasileiros para a era digital. Hoje, o acesso a serviços básicos e a bancos é feito por aplicativos. Quem não sabe usar essas ferramentas está excluído de muitos benefícios. A ideia é não deixar nenhuma pessoa excluída desse universo digital e transformar nossa sociedade, tornando-a totalmente conectada”, afirmou o ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho.
Desde sua criação, o programa já destinou 67 mil computadores para 1.298 municípios em todo o Brasil. Atualmente, existem 27 Centros de Recondicionamento de Computadores (CRCs) operando em quase todas as unidades da federação.
Estes centros são responsáveis por:
O Ministério das Comunicações confirmou que a meta de doar 60 mil equipamentos até o final de 2026 já foi superada. Ao todo, 66 mil alunos concluíram cursos de capacitação digital. Segundo a pasta, a prioridade atual é atender comunidades de difícil acesso, como pescadores, extrativistas e trabalhadores rurais.
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Baixar áudioA população do Maranhão conta com mais 300 novos laboratórios de informática em 2026. A iniciativa faz parte do programa Computadores para Inclusão, do Ministério das Comunicações, que entregou, em 2025, 4.277 computadores recondicionados por pessoas de baixa renda, alunas do projeto.
O projeto transforma equipamentos descartados por órgãos públicos em ferramentas de ensino. Além da doação, o programa capacita jovens de baixa renda em cursos de manutenção de computadores e celulares, preparando-os para o mercado de trabalho local.
“O programa tem a finalidade de preparar todos os brasileiros para a era digital. Hoje, o acesso a serviços básicos e a bancos é feito por aplicativos. Quem não sabe usar essas ferramentas está excluído de muitos benefícios. A ideia é não deixar nenhuma pessoa excluída desse universo digital e transformar nossa sociedade, tornando-a totalmente conectada”, afirmou o ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho.
Desde sua criação, o programa já destinou 67 mil computadores para 1.298 municípios em todo o Brasil. Atualmente, existem 27 Centros de Recondicionamento de Computadores (CRCs) operando em quase todas as unidades da federação.
Estes centros são responsáveis por:
O Ministério das Comunicações confirmou que a meta de doar 60 mil equipamentos até o final de 2026 já foi superada. Ao todo, 66 mil alunos concluíram cursos de capacitação digital. Segundo a pasta, a prioridade atual é atender comunidades de difícil acesso, como pescadores, extrativistas e trabalhadores rurais.
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Baixar áudioA população de Pernambuco conta com mais 126 novos laboratórios de informática em 2026. A iniciativa faz parte do programa Computadores para Inclusão, do Ministério das Comunicações, que entregou, em 2025, 799 computadores recondicionados por pessoas de baixa renda, alunas do projeto.
O projeto transforma equipamentos descartados por órgãos públicos em ferramentas de ensino. Além da doação, o programa capacita jovens de baixa renda em cursos de manutenção de computadores e celulares, preparando-os para o mercado de trabalho local.
“O programa tem a finalidade de preparar todos os brasileiros para a era digital. Hoje, o acesso a serviços básicos e a bancos é feito por aplicativos. Quem não sabe usar essas ferramentas está excluído de muitos benefícios. A ideia é não deixar nenhuma pessoa excluída desse universo digital e transformar nossa sociedade, tornando-a totalmente conectada”, afirmou o ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho.
Desde sua criação, o programa já destinou 67 mil computadores para 1.298 municípios em todo o Brasil. Atualmente, existem 27 Centros de Recondicionamento de Computadores (CRCs) operando em quase todas as unidades da federação.
Estes centros são responsáveis por:
O Ministério das Comunicações confirmou que a meta de doar 60 mil equipamentos até o final de 2026 já foi superada. Ao todo, 66 mil alunos concluíram cursos de capacitação digital. Segundo a pasta, a prioridade atual é atender comunidades de difícil acesso, como pescadores, extrativistas e trabalhadores rurais.
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Baixar áudioA população da Bahia conta com mais 143 novos laboratórios de informática em 2026. A iniciativa faz parte do programa Computadores para Inclusão, do Ministério das Comunicações, que entregou, em 2025, 742 computadores recondicionados por pessoas de baixa renda, alunas do projeto.
O projeto transforma equipamentos descartados por órgãos públicos em ferramentas de ensino. Além da doação, o programa capacita jovens de baixa renda em cursos de manutenção de computadores e celulares, preparando-os para o mercado de trabalho local.
“O programa tem a finalidade de preparar todos os brasileiros para a era digital. Hoje, o acesso a serviços básicos e a bancos é feito por aplicativos. Quem não sabe usar essas ferramentas está excluído de muitos benefícios. A ideia é não deixar nenhuma pessoa excluída desse universo digital e transformar nossa sociedade, tornando-a totalmente conectada”, afirmou o ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho.
Desde sua criação, o programa já destinou 67 mil computadores para 1.298 municípios em todo o Brasil. Atualmente, existem 27 Centros de Recondicionamento de Computadores (CRCs) operando em quase todas as unidades da federação.
Estes centros são responsáveis por:
O Ministério das Comunicações confirmou que a meta de doar 60 mil equipamentos até o final de 2026 já foi superada. Ao todo, 66 mil alunos concluíram cursos de capacitação digital. Segundo a pasta, a prioridade atual é atender comunidades de difícil acesso, como pescadores, extrativistas e trabalhadores rurais.
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Baixar áudioA população de Sergipe conta com mais 62 novos laboratórios de informática em 2026. A iniciativa faz parte do programa Computadores para Inclusão, do Ministério das Comunicações, que entregou, em 2025, 493 computadores recondicionados por pessoas de baixa renda, alunas do projeto.
O projeto transforma equipamentos descartados por órgãos públicos em ferramentas de ensino. Além da doação, o programa capacita jovens de baixa renda em cursos de manutenção de computadores e celulares, preparando-os para o mercado de trabalho local.
“O programa tem a finalidade de preparar todos os brasileiros para a era digital. Hoje, o acesso a serviços básicos e a bancos é feito por aplicativos. Quem não sabe usar essas ferramentas está excluído de muitos benefícios. A ideia é não deixar nenhuma pessoa excluída desse universo digital e transformar nossa sociedade, tornando-a totalmente conectada”, afirmou o ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho.
Desde sua criação, o programa já destinou 67 mil computadores para 1.298 municípios em todo o Brasil. Atualmente, existem 27 Centros de Recondicionamento de Computadores (CRCs) operando em quase todas as unidades da federação.
Estes centros são responsáveis por:
O Ministério das Comunicações confirmou que a meta de doar 60 mil equipamentos até o final de 2026 já foi superada. Ao todo, 66 mil alunos concluíram cursos de capacitação digital. Segundo a pasta, a prioridade atual é atender comunidades de difícil acesso, como pescadores, extrativistas e trabalhadores rurais.
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Baixar áudioA população de Mato Grosso conta com mais 40 computadores recondicionados em 2026. A iniciativa faz parte do programa Computadores para Inclusão, do Ministério das Comunicações, que entregou os equipamentos recuperados por pessoas de baixa renda, alunas do projeto.
O projeto transforma equipamentos descartados por órgãos públicos em ferramentas de ensino. Além da doação, o programa capacita jovens de baixa renda em cursos de manutenção de computadores e celulares, preparando-os para o mercado de trabalho local.
“O programa tem a finalidade de preparar todos os brasileiros para a era digital. Hoje, o acesso a serviços básicos e a bancos é feito por aplicativos. Quem não sabe usar essas ferramentas está excluído de muitos benefícios. A ideia é não deixar nenhuma pessoa excluída desse universo digital e transformar nossa sociedade, tornando-a totalmente conectada”, afirmou o ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho.
Desde sua criação, o programa já destinou 67 mil computadores para 1.298 municípios em todo o Brasil. Atualmente, existem 27 Centros de Recondicionamento de Computadores (CRCs) operando em quase todas as unidades da federação.
Estes centros são responsáveis por:
O Ministério das Comunicações confirmou que a meta de doar 60 mil equipamentos até o final de 2026 já foi superada. Ao todo, 66 mil alunos concluíram cursos de capacitação digital. Segundo a pasta, a prioridade atual é atender comunidades de difícil acesso, como pescadores, extrativistas e trabalhadores rurais.
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Baixar áudioA população do Amazonas conta com mais 200 computadores recondicionados em 2026. A iniciativa faz parte do programa Computadores para Inclusão, do Ministério das Comunicações, que entregou os equipamentos recuperados por pessoas de baixa renda, alunas do projeto.
O projeto transforma equipamentos descartados por órgãos públicos em ferramentas de ensino. Além da doação, o programa capacita jovens de baixa renda em cursos de manutenção de computadores e celulares, preparando-os para o mercado de trabalho local.
“O programa tem a finalidade de preparar todos os brasileiros para a era digital. Hoje, o acesso a serviços básicos e a bancos é feito por aplicativos. Quem não sabe usar essas ferramentas está excluído de muitos benefícios. A ideia é não deixar nenhuma pessoa excluída desse universo digital e transformar nossa sociedade, tornando-a totalmente conectada”, afirmou o ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho.
Desde sua criação, o programa já destinou 67 mil computadores para 1.298 municípios em todo o Brasil. Atualmente, existem 27 Centros de Recondicionamento de Computadores (CRCs) operando em quase todas as unidades da federação.
Estes centros são responsáveis por:
O Ministério das Comunicações confirmou que a meta de doar 60 mil equipamentos até o final de 2026 já foi superada. Ao todo, 66 mil alunos concluíram cursos de capacitação digital. Segundo a pasta, a prioridade atual é atender comunidades de difícil acesso, como pescadores, extrativistas e trabalhadores rurais.
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Baixar áudioA população de Santa Catarina conta com mais 60 computadores recondicionados em 2026. A iniciativa faz parte do programa Computadores para Inclusão, do Ministério das Comunicações, que entregou os equipamentos recuperados por pessoas de baixa renda, alunas do projeto.
O projeto transforma equipamentos descartados por órgãos públicos em ferramentas de ensino. Além da doação, o programa capacita jovens de baixa renda em cursos de manutenção de computadores e celulares, preparando-os para o mercado de trabalho local.
“O programa tem a finalidade de preparar todos os brasileiros para a era digital. Hoje, o acesso a serviços básicos e a bancos é feito por aplicativos. Quem não sabe usar essas ferramentas está excluído de muitos benefícios. A ideia é não deixar nenhuma pessoa excluída desse universo digital e transformar nossa sociedade, tornando-a totalmente conectada”, afirmou o ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho.
Desde sua criação, o programa já destinou 67 mil computadores para 1.298 municípios em todo o Brasil. Atualmente, existem 27 Centros de Recondicionamento de Computadores (CRCs) operando em quase todas as unidades da federação.
Estes centros são responsáveis por:
O Ministério das Comunicações confirmou que a meta de doar 60 mil equipamentos até o final de 2026 já foi superada. Ao todo, 66 mil alunos concluíram cursos de capacitação digital. Segundo a pasta, a prioridade atual é atender comunidades de difícil acesso, como pescadores, extrativistas e trabalhadores rurais.
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Baixar áudioA população de São Paulo conta com mais 50 novos laboratórios de informática em 2026. A iniciativa faz parte do programa Computadores para Inclusão, do Ministério das Comunicações, que entregou, em 2025, 907 máquinas recondicionadas para associações e comunidades da capital federal.
O projeto transforma equipamentos descartados por órgãos públicos em ferramentas de ensino. Além da doação, o programa capacita jovens de baixa renda em cursos de manutenção de computadores e celulares, preparando-os para o mercado de trabalho local.
“O programa tem a finalidade de preparar todos os brasileiros para a era digital. Hoje, o acesso a serviços básicos e a bancos é feito por aplicativos. Quem não sabe usar essas ferramentas está excluído de muitos benefícios. A ideia é não deixar nenhuma pessoa excluída desse universo digital e transformar nossa sociedade, tornando-a totalmente conectada”, afirmou o ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho.
Desde sua criação, o programa já destinou 67 mil computadores para 1.298 municípios em todo o Brasil. Atualmente, existem 27 Centros de Recondicionamento de Computadores (CRCs) operando em quase todas as unidades da federação.
Estes centros são responsáveis por:
O Ministério das Comunicações confirmou que a meta de doar 60 mil equipamentos até o final de 2026 já foi superada. Ao todo, 66 mil alunos concluíram cursos de capacitação digital. Segundo a pasta, a prioridade atual é atender comunidades de difícil acesso, como pescadores, extrativistas e trabalhadores rurais.
Copiar o textoRedução da jornada pode elevar o custo do trabalho em 37,5%, aponta FecomercioSP
Baixar áudioEm consulta a donos de pequenos negócios nas cinco regiões do país, a Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB) identificou forte preocupação com a extinção da escala 6×1 sem o devido diálogo com o setor produtivo. A medida é proposta por meio de Emenda à Constituição (PEC 8/25), em discussão na Câmara dos Deputados.
O texto prevê a redução da jornada de 44 para 36 horas semanais, sem redução de salário, além da mudança de regime de seis dias de trabalho para quatro, com três dias de descanso remunerado, medida que se aplicaria a todos os setores da economia.
Entre os principais riscos apontados pelos empresários estão:
As entrevistas foram realizadas com empreendedores das regiões Centro-Oeste, Nordeste, Norte, Sudeste e Sul. Para eles, antes de se discutir a redução da jornada, seria necessário avançar em políticas de redução da carga tributária, melhoria salarial, investimentos em infraestrutura, modernização industrial, estímulo à inovação, desburocratização das leis trabalhistas, ampliação do crédito, incentivos fiscais e qualificação profissional. Sem essas condições, eles avaliam que a mudança tende a gerar perdas para empresários, governo, trabalhadores e consumidores.
Para o presidente da CACB, Alfredo Cotait Neto, a proposta de redução da jornada tem viés “populista”. Segundo ele, para que a medida seja sustentável, seria indispensável um amplo programa de qualificação da mão de obra, com duração mínima de cinco anos. “Tem de preparar o campo e investir em qualificação”, afirma.
Segundo cálculos da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), a redução da jornada proposta pela PEC 8/25 pode elevar o custo do trabalho em, pelo menos, 37,5%. De acordo com o levantamento, a nova regra poderia atingir cerca de dois terços dos trabalhadores formais do país. Dados mais recentes da Relação Anual de Informações Sociais (Rais) mostram que, em 2023, 63% dos vínculos empregatícios estavam concentrados em jornadas entre 41 e 44 horas semanais.
Alguns setores seriam mais afetados, especialmente aqueles em que a mão de obra humana é fundamental, entre eles:
A federação estima que a redução de 44 para 36 horas poderia elevar a folha de pagamento em pelo menos 18%, podendo alcançar 27% em alguns cenários. O efeito tende a ser mais severo para os pequenos empregadores, responsáveis por cerca de 60% dos empregos formais, especialmente se houver necessidade de contratar um ou dois trabalhadores adicionais para manter o nível de produção.
O economista e pesquisador da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Sillas Souza, alerta que a proposta pode ter efeito contrário ao esperado, levando parte dos trabalhadores a buscar outros empregos durante os dias de folga, além de pressionar os salários para baixo.
“Primeiro: para os que conseguirem [outro emprego], teremos o efeito oposto da proposta, pois ao invés de 36 horas semanais, serão agora 72. Menos ócio, portanto, equivalerá a uma menor produtividade. Segundo: mais gente ofertando emprego quer dizer mais concorrência pelas vagas, o que motivará os empresários a diminuírem os salários médios. Temos uma situação potencial na qual muita gente trabalhará o dobro para ganhar um pouco mais do que ganhava antes”, explica.
Na avaliação da CACB, países desenvolvidos, como a Alemanha, adotam jornadas menores porque contam com elevada produtividade — realidade ainda distante no Brasil. Enquanto um trabalhador brasileiro leva, em média, uma hora para produzir o que um norte-americano faz em 15 minutos, fatores como educação, infraestrutura e tecnologia ainda freiam avanços na produtividade.
“Nesse cenário, até mesmo as grandes empresas terão dificuldades em incorporar uma escala de 4×3, que prevê uma redução de 27% na jornada de trabalho. Os principais parceiros comerciais do Brasil, EUA e China, possuem jornadas de trabalho maiores do que a proposta, de modo que, se aprovada, o Brasil perderia competitividade no mercado internacional”, argumenta a CACB.
Para a entidade, o momento é de investir prioritariamente em educação, qualificação profissional, infraestrutura e acesso à tecnologia, criando condições para elevar a produtividade e fortalecer o ambiente de negócios, antes de avançar em uma redução generalizada da jornada de trabalho.
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