Voltar
Baixar áudioO Ibovespa voltou a fechar o pregão em queda de 0,82%, aos 179.364 pontos, acumulando baixa de 5% na semana. O desempenho do índice foi influenciado pela escalada dos conflitos geopolíticos no Oriente Médio e pela disparada do preço do petróleo, que limitou as perdas do pregão.
Após uma semana do ataque conjunto entre os EUA e Israel contra o Irã, no último sábado (28), ainda não há expectativas de um acordo para o fim do conflito. O presidente Donald Trump exigiu a “rendição incondicional” do Irã. O preço do petróleo está em disparada desde o início do conflito, com o Brent tendo superado a marca de US$ 90 por barril, o que também acabou favorecendo a bolsa brasileira e as petrolíferas.
A produção industrial brasileira cresceu 1,8% entre dezembro e janeiro, e subiu 0,2% em comparação a janeiro de 2025, sempre acima das expectativas. Segundo economistas ouvidos pela Reuters, a espera era por alta de 0,7% entre dezembro e janeiro e queda de 0,7% na comparação anual.
As ações da Petrobras foram algumas das mais negociadas da sessão e fecharam com valorização de 5%, apoiadas pelo preço do petróleo. A estatal superou os R$ 580 milhões em valor de mercado pela primeira vez na história.
Confira as ações com melhor e pior desempenho no último fechamento:
Ações em alta no Ibovespa
Construtora Tenda SA (TEND3): +9,95%
Mercantil Financeira SA - Credito, Financiamento e Investimento Non-Cum Perp Pfd (MERC4): +8,33%
Ações em queda no Ibovespa
CM Hospitalar SA (VVEO3): -12,59%
Armac Locacao Logistica e Servicos SA (ARML3): -10,75%
O volume total negociado na B3 foi de R$ 32.582.835.372, em meio a 4.734.034 negócios.
Os dados da bolsa podem ser consultados no site da B3.
O Ibovespa (Índice Bovespa) é o principal indicador do mercado acionário brasileiro. Calculado pela B3, ele reflete a média do desempenho das ações mais negociadas na bolsa, com base em critérios de volume e liquidez. O índice é composto por uma carteira teórica de ativos, que representa cerca de 80% do volume financeiro total negociado no mercado.
A B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) é a bolsa de valores oficial do Brasil, sediada em São Paulo. É responsável pela negociação de ações, derivativos, títulos públicos e privados, câmbio e outros ativos financeiros. A B3 está entre as maiores bolsas do mundo em infraestrutura e valor de mercado.
Copiar o textoA sequência de altas do dólar foi interrompida pelo payroll; moeda acumulou alta de 2,14% na semana
Baixar áudioO dólar comercial encerrou o último pregão em queda de 0,82% frente ao real, cotado a R$ 5,24, acumulando alta de 2,14% na semana. O câmbio acompanhou a tendência externa, com o indicador DXY — que compara o dólar a uma cesta de seis divisas globais como euro e libra — apresentando baixa de 0,35%.
O desempenho da moeda estadunidense foi influenciado pela reação do mercado aos dados mais fracos do que o esperado do mercado de trabalho, o payroll, dos Estados Unidos e pela escalada das tensões geopolíticas no Oriente Médio e a disparada dos preços do petróleo.
Após uma semana do ataque conjunto entre os EUA e Israel contra o Irã, no último sábado (28), ainda não há expectativas de um acordo para o fim do conflito. O presidente Donald Trump exigiu a “rendição incondicional” do Irã. O preço do petróleo está em disparada desde o início do conflito, com o Brent tendo superado a marca de US$ 90 por barril, o que também acabou favorecendo o real.
O principal fator de influência no dólar, contudo, foi a divulgação do payroll, o relatório oficial de empregos dos EUA, que mostrou queda de 92 mil vagas de emprego no país em fevereiro frente à expectativa de criação de 55 mil. Além disso, a taxa de desemprego também subiu, de 4,3% para 4,4%. Os dados de janeiro e dezembro também foram revisados para baixo.
O euro, por sua vez, encerrou a sessão em baixa de 0,15%, cotado a R$ 6,10.
A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.
| Código | BRL | USD | EUR | GBP | JPY | CHF | CAD | AUD |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| BRL | 1 | 0,1906 | 0,1641 | 0,1423 | 30,0934 | 0,1480 | 0,2588 | 0,2713 |
| USD | 5,2455 | 1 | 0,8609 | 0,7463 | 157,87 | 0,7765 | 1,3575 | 1,4230 |
| EUR | 6,1045 | 1,1615 | 1 | 0,8669 | 183,36 | 0,9020 | 1,5766 | 1,6532 |
| GBP | 7,0288 | 1,3400 | 1,1536 | 1 | 211,53 | 1,0406 | 1,8188 | 1,9071 |
| JPY | 0,0332 | 0,0063 | 0,0055 | 0,0047 | 1 | 0,4919 | 0,0086 | 0,0090 |
| CHF | 6,7553 | 1,2878 | 1,1087 | 0,9611 | 203,28 | 1 | 1,7480 | 1,8329 |
| CAD | 3,8644 | 0,7367 | 0,6343 | 0,5498 | 116,30 | 0,5720 | 1 | 1,0485 |
| AUD | 3,6864 | 0,7026 | 0,6050 | 0,5244 | 110,91 | 0,5456 | 0,9537 | 1 |
Os dados são da Investing.com
Copiar o textoO concurso 3629 da Lotofácil foi realizado nesta sexta-feira (06/03/2026), no Espaço da Sorte, em São Paulo, e divulgado pela Caixa Econômica Federal. 3 apostadores acertaram as 15 dezenas e levaram para casa o prêmio de R$ 665.977,43. Os bilhetes premiados foram adquiridos em Jaguaré (ES), Bayeux (PB) e Campina Grande (PB).
O prêmio para o próximo concurso da Lotofácil, de número 3630, que será realizado na sexta-feira, 6 de março de 2026, está estimado em R$ 8.500.000,00. Aproveite a oportunidade e faça sua aposta para concorrer!
01 - 04 - 07 - 13 - 14 - 15 - 16 - 17 - 19 - 20 - 21 - 22 - 23 - 24 - 25
A aposta mínima, de 15 números, custa R$ 3,50 com chance de 1 em 3.268.760 e a máxima custa R$ 46.512 com chance de 1 em 211.
|
Quantidade de números jogados |
Valor da aposta |
|---|---|
|
15 |
R$ 3,50 |
|
16 |
R$ 48 |
|
17 |
R$ 408 |
|
18 |
R$ 2.448 |
|
19 |
R$ 11.628 |
|
20 |
R$ 46.512 |
De segunda-feira a sábado, às 21h.
Quer apostar sem complicação? Use a Surpresinha e deixe o sistema escolher os números para você — uma forma prática e rápida de participar dos sorteios.
Prefere insistir nos seus números da sorte? Aposte com a Teimosinha e concorra com a mesma combinação por por 3, 6, 12, 18 ou 24 concursos seguidos, aumentando suas chances de ganhar sem precisar refazer a aposta a cada sorteio.
Copiar o textoNo Paraná, a previsão é de muitas nuvens com chuva isolada em todo o estado
Baixar áudio
O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta de tempestade e ventos costeiros para a Região Sul neste sábado (7).
No Paraná, a previsão é de muitas nuvens com chuva isolada em todo o estado.
Em Santa Catarina, municípios do oeste catarinense, como Flor do Sertão, Coronel Freitas e Bandeirante, devem registrar muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas.
No Rio Grande do Sul, o mesmo cenário deve ocorrer em cidades do norte gaúcho, como Caseiros e Sertão. Já municípios da região central do estado, como Capão do Cipó, Jaguari e Júlio de Castilhos, podem registrar queda de granizo.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 15°C, em Curitiba. Já a máxima deve atingir até 26°C, em Florianópolis. A umidade relativa do ar varia entre 45% e 95%.
Precipitação originada de nuvens convectivas, sobretudo cumulonimbus, que atinge o solo em forma de esferas ou fragmentos irregulares de gelo. Quando o diâmetro das partículas é ≥ 5 mm, classificam-se como granizo; partículas menores são classificadas como granizo miúdo e/ou neve granulada (graupel). Em boletins METAR, utiliza-se ‘GR’ para granizo e ‘GS’ para granizo miúdo/neve granulada. Unidades isoladas são chamadas de ‘pedras de granizo’.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o texto
Baixar áudio
O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta de chuvas intensas para a Região Centro-Oeste neste sábado (7).
Em Mato Grosso, a previsão é de muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas em municípios da região nordeste do estado, como Gaúcha do Norte, Canarana e Paranatinga.
Já em Mato Grosso do Sul, a instabilidade mais intensa deve atingir cidades do Pantanal e da região norte sul-mato-grossense, como Corumbá, Figueirão e São Gabriel do Oeste.
Em Goiás e no Distrito Federal, a expectativa é de muitas nuvens com pancadas de chuva ao longo do dia, mantendo o tempo instável em grande parte da região.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 20°C, em Brasília. Já a máxima deve chegar a 34°C, em Campo Grande. A umidade relativa do ar varia entre 25% e 100%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o texto
Baixar áudio
O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta de acumulado de chuva para a Região Sudeste neste sábado (7).
Em São Paulo, na região norte e nordeste, são esperadas fortes pancadas de chuva nos municípios de Olímpia, Colina e Jaboticabal.
Em Minas Gerais, as precipitações atingem cidades do norte mineiro, como Riachinho e Ubaí, e avançam até municípios do sul de Minas, como Nova Resende e Três Pontas.
Já no Rio de Janeiro e no Espírito Santo, a previsão é de muitas nuvens com pancadas de chuva ao longo do dia, mantendo o tempo instável em diversas áreas dos estados.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 18°C, em São Paulo. Já a máxima pode chegar até 32°C, em Vitória. A umidade relativa do ar varia entre 40% e 100%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o texto
Baixar áudio
O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) indica tempo instável na Região Norte neste sábado (7).
Acre, Rondônia e Tocantins devem registrar muitas nuvens com pancadas de chuva ao longo do dia em diversas áreas dos estados.
No Amazonas, a chuva tende a ser mais intensa em municípios do sudoeste amazonense, como São Paulo de Olivença, Atalaia do Norte e Itamarati.
Em Roraima, a previsão é de muitas nuvens ao longo do dia, sem grandes acumulados de chuva.
Já no Amapá, cidades da região central e leste do estado, como Mazagão, Tartarugalzinho e Ferreira Gomes, podem registrar fortes precipitações.
No Pará, há possibilidade de chuva em municípios do Marajó e do sudoeste paraense, desde Anajás e Gurupá até São Félix do Xingu e Cumaru do Norte.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 23°C, em Rio Branco. Já a máxima pode chegar a 37°C, em Boa Vista. A umidade relativa do ar varia entre 35% e 100%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o texto
Baixar áudio
O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) indica áreas de instabilidade na Região Nordeste neste sábado (7).
No Maranhão, a chuva atinge municípios do centro-sul maranhense, como Amarante do Maranhão, Grajaú e Montes Altos.
No Piauí, a instabilidade deve alcançar cidades do sul do estado, como Baixa Grande do Ribeiro, Bom Jesus e Monte Alegre do Piauí.
No Ceará, pode haver chuva isolada em municípios da região norte cearense, como Uruoca, Viçosa do Ceará e Varjota.
Na Bahia, também há chance de chuva isolada em cidades do oeste baiano, como Riachão das Neves, São Desidério e Correntina.
Já em Rio Grande do Norte, Paraíba e Pernambuco, o tempo permanece mais estável. Em Alagoas e Sergipe, não há previsão de chuva, apenas muitas nuvens ao longo do dia.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 23°C em Teresina. Já a máxima pode chegar a 30°C, em Maceió. A umidade relativa do ar varia entre 45% e 100%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o textoEstão na lista municípios dos estados do Mato Grosso, Minas Gerais, Pará, Paraíba e Sergipe
Baixar áudioO Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), por meio da Defesa Civil Nacional, reconheceu, nesta sexta-feira (6), a situação de emergência em sete cidades afetadas por desastres nos estados do Mato Grosso, Minas Gerais, Pará, Paraíba e Sergipe. As portarias com os reconhecimentos foram publicadas no Diário Oficial da União (DOU). Confira mais detalhes abaixo:
Foram castigados por fortes chuvas os municípios de Espinosa e Piracema, em Minas Gerais, e Goianésia do Pará e Muaná, no Pará.
Por outro lado, passa por estiagem a cidade de Boa Vista, na Paraíba, enquanto Poço Verde, em Sergipe, enfrenta a seca, que é um período de ausência de chuva mais prolongado do que a estiagem.
No Mato Grosso, o município de Poxoréu obteve o reconhecimento federal de situação de emergência por causa de erosão continental/boçoroca.
Agora, as prefeituras já podem solicitar recursos do Governo Federal para ações de defesa civil, como compra de cestas básicas, água mineral, refeição para trabalhadores e voluntários, kits de limpeza de residência, higiene pessoal e dormitório, entre outros.
Os municípios com reconhecimento federal de situação de emergência ou de estado de calamidade pública podem solicitar apoio financeiro ao MIDR por meio do Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2iD). A Defesa Civil Nacional avalia os planos de trabalho enviados e, após a aprovação, publica portaria no DOU com os valores a serem liberados.
A Defesa Civil Nacional oferece uma série de cursos a distância para habilitar e qualificar agentes municipais e estaduais para o uso do S2iD. As capacitações têm como foco os agentes de proteção e defesa civil nas três esferas de governo. Confira neste link a lista completa dos cursos.
Com informações do MIDR
Copiar o texto
Baixar áudioA construção de duas barreiras de contenção de fluxo de detritos no estado do Rio de Janeiro para minimizar os impactos causados por deslizamentos de terra está próxima de sair do papel. O projeto está em fase de finalização e a execução das obras no município de Nova Friburgo está prevista para este semestre. A cidade receberá uma barreira impermeável, capaz de reter sedimentos mais finos. No segundo semestre de 2026, Teresópolis deverá receber uma estrutura permeável, que segura blocos maiores e permite a passagem da água. Nesta quinta-feira (5), o secretário Nacional de Proteção e Defesa Civil, Wolnei Wolff, participou da última reunião do Comitê de Coordenação Conjunta (CJJ) para alinhar os detalhes finais do projeto ao lado de técnicos japoneses, representantes dos ministérios das Cidades e das Relações Exteriores, e do Governo do Rio de Janeiro.
Na reunião, o secretário Wolnei agradeceu a colaboração do Governo do Japão e dos técnicos japoneses nos últimos anos e falou sobre as diferenças entre os dois países. “O Japão tem uma cultura milenar. As dificuldades da parceria com o Brasil podiam ser grandiosas, mas vencemos isso à medida que fomos nos conhecendo. Vimos os técnicos japoneses completamente dedicados a cooperar e compartilhar conhecimentos. Dessa forma, fomos criando uma relação de confiança com o Japão”, comemorou o secretário.
Wolnei lembrou que, em 2012, os japoneses o alertaram para a intensificação das mudanças climáticas e o aumento do volume de chuvas. “Isso não fazia parte da nossa realidade. Agora, estamos vivenciando esse cenário, com ocorrências importantes em Petrópolis (RJ), São Sebastião (SP), municípios de Minas Gerais, Rio Grande do Sul, entre outros”, afirmou o secretário, ressaltando o quanto aprendeu com a forma como o Japão se dedica à prevenção de desastres. “Eles possuem uma política de Estado orientada, estruturada e organizada, com investimentos garantidos para essa área a longo prazo. No Brasil, o presidente Lula criou o Ministério das Cidades para cuidar de prevenção em 2003. No mandato da presidente Dilma, continuamos esse trabalho. Seguíamos em direção a uma política de prevenção que estava começando a dar resultados, quando mudou o governo, essa política foi asfixiada e ficou sem recursos para prevenção de desastres”, completou.
A construção da barreira integra o Projeto Sabo - Projeto de Aprimoramento da Capacidade Técnica em Medidas Estruturais contra Movimentos Gravitacionais de Massa com Foco na Construção de Cidades Resilientes, iniciado em julho de 2021 com o objetivo de salvar vidas, proteger o patrimônio e diminuir o poder destrutivo dos eventos extremos. “O Projeto Sabo é mais um passo importante da relação entre Brasil e Japão nos últimos 50 anos”, disse o coordenador-geral adjunto da Agência Brasileira de Cooperação (ABC), do Ministério das Relações Exteriores, Guillermo Botovchenco.
Representando o Ministério do Japão, o ministro conselheiro Hirotake Hayashi aproveitou a oportunidade para prestar solidariedade aos moradores de Minas Gerais, afetados por chuvas intensas nos últimos dias. O ministro também destacou o avanço do projeto. “Estamos na reta final dessa iniciativa tão importante”, comemorou.
Da mesma forma, o representante da JICA Brasil, Shohei Kashiwagi celebrou a etapa atual da parceria entre Brasil e Japão. “Agradeço aos envolvidos dos dois países pelo empenho incansável ao longo desses anos. Agradeço, também, a confiança do Brasil na experiência japonesa e a atuação de altíssima qualidade e consistência dos técnicos do Japão. Estamos finalmente diante da verdadeira linha de largada para as obras, desejo que a experiência gere frutos e traga ensinamentos valiosos para que o Brasil tenha mais avanços futuros. Esperamos que o projeto chegue a outras cidades e estaremos acompanhando tudo de perto, sempre oferecendo o apoio necessário”, afirmou.
O diretor de Mitigação e Prevenção de Riscos do Ministério das Cidades, Rodolfo Baêsso de Moura, falou sobre as responsabilidades do ministério. “Vamos dar andamento às obras em Nova Friburgo e Teresópolis. Faço questão de reconhecer que isso só será possível graças ao empenho do secretário Wolnei, que levou o projeto para frente. É muito difícil trazer uma tecnologia de outro país tão diferente do Brasil em termos socioeconômicos, portanto, isso é uma grande vitória”, acrescentou.
Representando o Governo do Rio de Janeiro, o superintendente de Projetos Especiais, Aurélio Vogas, cuidará da execução das obras. “Nossa tarefa agora é colocar em prática todo o aprendizado que recebemos. Nas próximas décadas, esperamos que o Brasil possa construir (as barreiras) não apenas no Rio de Janeiro, mas em outros estados também. Preservar vidas é a nossa missão”, concluiu.
A barreira Sabo é uma estrutura resistente que retém o movimento gravitacional de massa, chamado de fluxo de detritos. As barreiras permeáveis possuem estruturas metálicas embutidas para reter o material mais grosseiro, como grandes blocos e fragmentos rochosos. Elas também permitem o fluxo natural do escoamento do leito dos rios, o que reduz o impacto ambiental. Já as impermeáveis conseguem conter os sedimentos com granulometria mais fina, como areia e argila, por exemplo.
Copiar o texto