11/10/2026 18:40h

Instabilidade atinge os três estados sulistas com risco de ventos intensos e queda de granizo em diversas áreas

Baixar áudio

A segunda-feira (12) terá predomínio de nebulosidade e instabilidade em toda a Região Sul, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). 

No Rio Grande do Sul, o tempo fica com muitas nuvens e chuva isolada na metade norte, incluindo a região metropolitana, o noroeste e o nordeste gaúcho. Em Porto Alegre, a mínima registrada é de 10°C e a máxima alcança 13°C.

Em Santa Catarina, o dia será de muitas nuvens com pancadas de chuva isoladas no oeste, serra, Vale do Itajaí, litoral norte, sul e na Grande Florianópolis. Em Florianópolis, os termômetros variam entre 16°C e 18°C.

No Paraná, a previsão aponta muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas isoladas no norte, oeste, sudoeste, centro-sul e na região de Curitiba. Na capital Curitiba, a temperatura mínima fica em 14°C e a máxima chega a 19°C.

O interior da Região Sul apresenta um clima de extrema instabilidade e temperaturas mais amenas, abaixo da média nacional em vários pontos. Sob a forte influência do fenômeno El Niño, a passagem de frentes frias e ciclones extratropicais favorece volumes de chuva excessivos.

 

Alerta de tempestade

Um aviso de tempestade, classificado como perigo potencial, está ativo de 11 a 12 de outubro, com encerramento às 23h59. A área de abrangência inclui:

  • Paraná: Norte Pioneiro, Metropolitana de Curitiba, Centro Ocidental, Noroeste, Norte Central, Sudoeste, Oeste, Sudeste, Centro Oriental e Centro-Sul;
  • Santa Catarina: Serrana, Oeste, Vale do Itajaí, Grande Florianópolis, Norte e Sul;
  • Rio Grande do Sul: Noroeste, Nordeste, Metropolitana de Porto Alegre e Centro Oriental.

A previsão indica chuva entre 20 e 30 mm/h ou até 50 mm/dia, ventos intensos de 40 a 60 km/h e queda de granizo, com baixo risco de corte de energia elétrica, estragos em plantações, queda de galhos de árvores e alagamentos.


O QUE É EL NIÑO?

Fenômeno meteorológico definido pelo aquecimento anômalo das águas do Pacífico Equatorial, capaz de desencadear padrões atmosféricos que alteram o clima em escala global. O episódio de El Niño mais intenso ocorreu em 1982/1983, quando as temperaturas da superfície do mar chegaram a ficar cerca de 7 °C acima do normal, associado a enchentes na Região Sul e seca no Nordeste do Brasil.
 

O QUE É FRENTE FRIA?

Extremidade dianteira de uma massa de ar frio em avanço, que desloca o ar quente à sua frente. A passagem de uma frente fria costuma provocar queda de temperatura e umidade, elevação da pressão e mudança na direção do vento (no Hemisfério Norte, geralmente de sudoeste para noroeste; no Hemisfério Sul, o padrão típico é de noroeste/oeste para sudoeste/sul). A precipitação pode anteceder ou suceder a frente e, por vezes, uma linha de instabilidade intensa se forma antes de sua chegada.

 

O QUE É CICLONE TROPICAL?

Sistema de baixa pressão que se forma sobre águas tropicais, impulsionado por altas temperaturas e elevada umidade, apresentando circulação organizada. Conforme a intensidade dos ventos sustentados na superfície, classifica-se como perturbação tropical, depressão tropical, tempestade tropical e, nos estágios mais intensos, furacão (Atlântico e Pacífico Nordeste) ou tufão (Pacífico Noroeste).
 

O QUE É GRANIZO? 

Precipitação originada de nuvens convectivas, sobretudo cumulonimbus, que atinge o solo em forma de esferas ou fragmentos irregulares de gelo. Quando o diâmetro das partículas é ≥ 5 mm, classificam-se como granizo; partículas menores são classificadas como granizo miúdo e/ou neve granulada (graupel). Em boletins METAR, utiliza-se ‘GR’ para granizo e ‘GS’ para granizo miúdo/neve granulada. Unidades isoladas são chamadas de ‘pedras de granizo’.

 

5 motivos para acompanhar as previsões do tempo

  • Agricultura: garantia de uma boa colheita;
  • Marinha: proteção de marinheiros, navios e passageiros;
  • Aeronáutica: segurança de pilotos, aeronaves e passageiros;
  • Pesca: condições favoráveis e seguras para a atividade;
  • Turismo: garantia de passeios e viagens tranquilas e agradáveis.

Importância das observações meteorológicas no INMET

As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).

As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

 

Copiar textoCopiar o texto
11/10/2026 18:30h

Previsão indica chuva em áreas de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Goiás, além de alertas para pancadas com ventos e umidade reduzida

Baixar áudio

A segunda-feira (12) terá variação de nuvens e chuva isolada em parte da Região Centro-Oeste, além de avisos meteorológicos de tempestade e baixa umidade em áreas da região, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

Em Mato Grosso, a previsão indica muitas nuvens com pancadas de chuva isoladas no centro-sul, norte, sudeste, nordeste e sudoeste do estado. Em Cuiabá, a temperatura mínima fica em 25°C e a máxima alcança 36°C.

Em Mato Grosso do Sul, o dia terá muitas nuvens com pancadas de chuva isoladas, atingindo o leste, o centro-norte, o sudoeste e a região dos Pantanais. Em Campo Grande, a mínima prevista é de 19°C e a máxima chega a 33°C.

Em Goiás, a nebulosidade predomina, com possibilidade de chuva isolada no sul e noroeste do estado. Em Goiânia, os termômetros marcam entre 23°C e 34°C.

No Distrito Federal, o tempo permanece com muitas nuvens ao longo do dia. Em Brasília, a mínima registrada é de 21°C e a máxima atinge 32°C.

O interior do Centro-Oeste registra calor severo, com temperaturas máximas que frequentemente atingem a marca dos 35°C a 40°C. O clima atual é caracterizado por um ar predominantemente seco.

 

Alerta de tempestade

Um aviso de tempestade, com grau de severidade de perigo potencial, está ativo entre os dias 11 e 12 de outubro, com encerramento às 23h59. A área afetada abrange:

  • Mato Grosso: centro-sul, norte, sudeste, nordeste e sudoeste;
  • Mato Grosso do Sul: leste, centro-norte, sudoeste e Pantanais;
  • Goiás: sul e noroeste.

A previsão indica chuva entre 20 e 30 mm/h ou até 50 mm/dia, ventos intensos de 40 a 60 km/h e queda de granizo, com baixo risco de corte de energia elétrica, estragos em plantações, queda de galhos de árvores e alagamentos.

 

Alerta de baixa umidade

Também está em vigor um aviso de baixa umidade, classificado como perigo potencial, com validade de 10 a 13 de outubro. A área de abrangência inclui:

  • Goiás: centro, leste, sul, norte e noroeste;
  • Mato Grosso: nordeste, norte, sudeste e centro-sul;
  • Distrito Federal: todo o território.

A umidade relativa do ar varia entre 30% e 20%, com baixo risco de incêndios florestais e à saúde.

 

O QUE É GRANIZO? 

Precipitação originada de nuvens convectivas, sobretudo cumulonimbus, que atinge o solo em forma de esferas ou fragmentos irregulares de gelo. Quando o diâmetro das partículas é ≥ 5 mm, classificam-se como granizo; partículas menores são classificadas como granizo miúdo e/ou neve granulada (graupel). Em boletins METAR, utiliza-se ‘GR’ para granizo e ‘GS’ para granizo miúdo/neve granulada. Unidades isoladas são chamadas de ‘pedras de granizo’.
 

5 motivos para acompanhar as previsões do tempo

  • Agricultura: garantia de uma boa colheita;
  • Marinha: proteção de marinheiros, navios e passageiros;
  • Aeronáutica: segurança de pilotos, aeronaves e passageiros;
  • Pesca: condições favoráveis e seguras para a atividade;
  • Turismo: garantia de passeios e viagens tranquilas e agradáveis.

Importância das observações meteorológicas no INMET

As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).

As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).


 

Copiar textoCopiar o texto
11/10/2026 18:20h

Previsão indica instabilidade em São Paulo, Rio de Janeiro e trechos de Minas Gerais, além de tempo seco no interior mineiro e paulista

Baixar áudio

A segunda-feira (12) terá variação nas condições meteorológicas na Região Sudeste, com chuva em parte dos estados e tempo seco no interior, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

Em São Paulo, a previsão indica muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas isoladas na região metropolitana, litoral, Vale do Paraíba, Campinas, Sorocaba e no oeste paulista. Na capital São Paulo, os termômetros registram mínima de 16°C e máxima de 29°C.

No Rio de Janeiro, o dia será de muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas no Sul Fluminense, região metropolitana, Região Serrana e Norte Fluminense. Na capital Rio de Janeiro, a mínima fica em 20°C e a máxima alcança 31°C.

Em Minas Gerais, o tempo fica com muitas nuvens e pancadas de chuva isoladas no Triângulo Mineiro, Alto Paranaíba, Oeste, Sul, Sudoeste, Campo das Vertentes, Zona da Mata e na região metropolitana. O norte e o nordeste mineiro permanecem com predomínio de muitas nuvens. Em Belo Horizonte, a temperatura mínima é de 16°C e a máxima chega a 33°C.

No Espírito Santo, a previsão aponta muitas nuvens com possibilidade de chuva isolada no litoral e norte capixaba. Em Vitória, a menor temperatura registrada é de 22°C e a maior atinge 32°C.

No interior do Sudeste, o clima atual combina aquecimento acentuado com uma atmosfera abafada, registrando temperaturas máximas elevadas e acima da média histórica, especialmente em Minas Gerais e São Paulo. Esse forte calor estimula o contraste térmico que resulta em temporais e pancadas de chuva frequentes no período da tarde e da noite. 

 

Alerta de tempestade

Um aviso de tempestade, classificado como perigo potencial, está ativo entre os dias 11 e 12 de outubro, com encerramento às 23h59. A área de abrangência inclui:

  • São Paulo: Presidente Prudente, São José do Rio Preto, Campinas, Bauru, Piracicaba, Itapetininga, Ribeirão Preto, Araçatuba, Macro Metropolitana Paulista, Marília, Araraquara, Vale do Paraíba Paulista, Metropolitana de São Paulo, Assis e Litoral Sul Paulista;
  • Minas Gerais: Triângulo Mineiro/Alto Paranaíba, Oeste de Minas, Sul/Sudoeste de Minas, Zona da Mata, Campo das Vertentes e Metropolitana de Belo Horizonte;
  • Rio de Janeiro: Sul Fluminense, Noroeste Fluminense, Baixadas, Centro Fluminense, Metropolitana do Rio de Janeiro e Norte Fluminense.

A previsão indica chuva entre 20 e 30 mm/h ou até 50 mm/dia, ventos intensos de 40 a 60 km/h e queda de granizo, com baixo risco de corte de energia elétrica, estragos em plantações, queda de galhos de árvores e alagamentos.

 

Alerta de baixa umidade

Também está em vigor um aviso de baixa umidade, classificado como perigo potencial, com validade de 10 a 13 de outubro. A área de abrangência inclui:

  • Minas Gerais: Triângulo Mineiro/Alto Paranaíba, Central Mineira, Zona da Mata, Vale do Rio Doce, Vale do Mucuri, Norte de Minas, Jequitinhonha, Metropolitana de Belo Horizonte, Oeste de Minas, Noroeste de Minas e Sul/Sudoeste de Minas;
  • São Paulo: Ribeirão Preto.

A umidade relativa do ar varia entre 30% e 20%, com baixo risco de incêndios florestais e à saúde.

 

O QUE É GRANIZO? 

Precipitação originada de nuvens convectivas, sobretudo cumulonimbus, que atinge o solo em forma de esferas ou fragmentos irregulares de gelo. Quando o diâmetro das partículas é ≥ 5 mm, classificam-se como granizo; partículas menores são classificadas como granizo miúdo e/ou neve granulada (graupel). Em boletins METAR, utiliza-se ‘GR’ para granizo e ‘GS’ para granizo miúdo/neve granulada. Unidades isoladas são chamadas de ‘pedras de granizo’.
 

5 motivos para acompanhar as previsões do tempo

  • Agricultura: garantia de uma boa colheita;
  • Marinha: proteção de marinheiros, navios e passageiros;
  • Aeronáutica: segurança de pilotos, aeronaves e passageiros;
  • Pesca: condições favoráveis e seguras para a atividade;
  • Turismo: garantia de passeios e viagens tranquilas e agradáveis.

Importância das observações meteorológicas no INMET

As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).

As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

 

 

 

Copiar textoCopiar o texto
11/10/2026 18:10h

Previsão aponta instabilidade em áreas do Acre, Rondônia, Amazonas, Pará e Roraima, enquanto Tocantins e Amapá mantêm tempo seco

Baixar áudio

A segunda-feira (12) terá variação de nuvens e pancadas de chuva em parte da Região Norte, além de avisos de tempestade e baixa umidade do ar em diferentes trechos, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

No Tocantins, o dia segue com muitas nuvens e sem previsão de chuva. Em Palmas, a temperatura mínima é de 26°C e a máxima alcança 37°C.

No Pará, a previsão indica predomínio de muitas nuvens. Em Belém, os termômetros marcam entre 25°C e 35°C.

No Amapá, o tempo permanece com muitas nuvens ao longo do dia. Em Macapá, a mínima é de 24°C e a máxima chega a 33°C.

Em Roraima, o dia terá muitas nuvens com chuva isolada. Em Boa Vista, a menor temperatura fica em 27°C e a maior atinge 37°C.

No Amazonas, a previsão aponta muitas nuvens com chuva isolada abrangendo o centro, sul, sudoeste e norte do estado. Em Manaus, as temperaturas variam entre 26°C e 36°C.

Em Rondônia, o dia será de muitas nuvens com pancadas de chuva isoladas, com destaque para o leste rondoniense e a região de Madeira-Guaporé. Em Porto Velho, a mínima é de 25°C e a máxima alcança 38°C.

No Acre, o tempo fica com muitas nuvens com pancadas de chuva isoladas no Vale do Acre e no Vale do Juruá. Em Rio Branco, a mínima registrada é de 24°C e a máxima chega a 36°C.

No interior da Região Norte, predomina o clima equatorial caracterizado por um calor muito abafado, com temperaturas médias que se mantêm elevadas e máximas que superam os 30°C. 

 

Alerta de tempestade

Um aviso de tempestade, classificado como perigo potencial, está ativo de 11 a 12 de outubro, com encerramento às 23h59. A área de abrangência inclui:

  • Acre: Vale do Acre e Vale do Juruá;
  • Amazonas: Centro Amazonense, Sudoeste Amazonense, Sul Amazonense e Norte Amazonense;
  • Rondônia: Leste Rondoniense e Madeira-Guaporé;
  • Pará: Sudoeste Paraense.

A previsão indica chuva entre 20 e 30 mm/h ou até 50 mm/dia, ventos intensos de 40 a 60 km/h e queda de granizo, com baixo risco de corte de energia elétrica, estragos em plantações, queda de galhos de árvores e alagamentos.

 

Alerta de baixa umidade

Também está em vigor um aviso de baixa umidade, classificado como perigo potencial, com validade de 10 a 13 de outubro. A área de abrangência inclui:

  • Tocantins: Ocidental do Tocantins e Oriental do Tocantins;
  • Pará: Sudeste Paraense e Sudoeste Paraense;
  • Amazonas: Sul Amazonense, Centro Amazonense e Norte Amazonense.

A umidade relativa do ar varia entre 30% e 20%, com baixo risco de incêndios florestais e à saúde.
 

O QUE É GRANIZO? 

Precipitação originada de nuvens convectivas, sobretudo cumulonimbus, que atinge o solo em forma de esferas ou fragmentos irregulares de gelo. Quando o diâmetro das partículas é ≥ 5 mm, classificam-se como granizo; partículas menores são classificadas como granizo miúdo e/ou neve granulada (graupel). Em boletins METAR, utiliza-se ‘GR’ para granizo e ‘GS’ para granizo miúdo/neve granulada. Unidades isoladas são chamadas de ‘pedras de granizo’.

 

5 motivos para acompanhar as previsões do tempo

  • Agricultura: garantia de uma boa colheita;
  • Marinha: proteção de marinheiros, navios e passageiros;
  • Aeronáutica: segurança de pilotos, aeronaves e passageiros;
  • Pesca: condições favoráveis e seguras para a atividade;
  • Turismo: garantia de passeios e viagens tranquilas e agradáveis.

Importância das observações meteorológicas no INMET

As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).

As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

 

Copiar textoCopiar o texto
11/10/2026 18:00h

Tempo fica firme com variação de nebulosidade na região, enquanto temperaturas chegam aos 40°C no Piauí

Baixar áudio

A segunda-feira (12) terá predomínio de muitas nuvens na Região Nordeste, com temperaturas elevadas no interior e alerta para índices reduzidos de umidade relativa do ar em trechos de todos os estados, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

No Maranhão, o dia segue com muitas nuvens. Em São Luís, os termômetros marcam mínima de 26°C e máxima de 33°C.

No Piauí, a nebulosidade também predomina em todo o território. A capital Teresina registra a maior temperatura da região, com mínima de 23°C e máxima de 40°C.

No Ceará, a previsão aponta dia com muitas nuvens. Em Fortaleza, a mínima fica em 25°C e a máxima chega a 32°C.

No Rio Grande do Norte, o tempo varia entre muitas nuvens. Em Natal, as temperaturas oscilam entre 26°C e 32°C.

Na Paraíba, a condição de muitas nuvens persiste ao longo do dia. Em João Pessoa, a mínima prevista é de 24°C e a máxima atinge 32°C.

Em Pernambuco, o cenário é de variação de nebulosidade. No Recife, os termômetros registram mínima de 24°C e máxima de 32°C.

Em Alagoas, o tempo fica com muitas nuvens. Em Maceió, a temperatura varia entre 23°C e 32°C.

Em Sergipe, o dia também terá predomínio de nebulosidade. Em Aracaju, a mínima é de 24°C e a máxima alcança 32°C.

A Bahia apresenta variação de nuvens em suas diferentes regiões fisiográficas. A faixa litorânea, incluindo a Região Metropolitana de Salvador, a zona do litoral norte e o sul baiano, tem possibilidade de chuva isolada. Na capital Salvador, a mínima registrada é de 23°C e a máxima de 32°C.

O interior do Nordeste, marcado pelo Sertão e áreas correlatas, enfrenta um período de calor extremo e severa estiagem. O clima é predominantemente seco e ensolarado, empurrando os termômetros para máximas escaldantes de até 40°C em estados como Bahia, Piauí e Maranhão. 

 

Alerta de baixa umidade

Também está em vigor um aviso de baixa umidade, classificado como perigo potencial, com validade de 10 a 13 de outubro. A área de abrangência inclui:

  • Ceará: Sul Cearense, Sertões Cearenses, Jaguaribe, Centro-Sul Cearense, Norte Cearense e Noroeste Cearense;
  • Bahia: Centro Sul Baiano, Vale São-Franciscano da Bahia, Nordeste Baiano, Centro Norte Baiano, Extremo Oeste Baiano, Metropolitana de Salvador e Sul Baiano;
  • Rio Grande do Norte: Central Potiguar, Oeste Potiguar e Agreste Potiguar;
  • Piauí: Sudeste Piauiense, Centro-Norte Piauiense, Sudoeste Piauiense e Norte Piauiense;
  • Pernambuco: Sertão Pernambucano, São Francisco Pernambucano e Agreste Pernambucano;
  • Maranhão: Leste Maranhense, Sul Maranhense, Oeste Maranhense, Centro Maranhense e Norte Maranhense;
  • Alagoas: Sertão Alagoano e Agreste Alagoano;
  • Paraíba: Sertão Paraibano, Agreste Paraibano e Borborema;
  • Sergipe: Sertão Sergipano e Agreste Sergipano.

A umidade relativa do ar varia entre 30% e 20%, com baixo risco de incêndios florestais e à saúde.

 

5 motivos para acompanhar as previsões do tempo

  • Agricultura: garantia de uma boa colheita;
  • Marinha: proteção de marinheiros, navios e passageiros;
  • Aeronáutica: segurança de pilotos, aeronaves e passageiros;
  • Pesca: condições favoráveis e seguras para a atividade;
  • Turismo: garantia de passeios e viagens tranquilas e agradáveis.

Importância das observações meteorológicas no INMET

As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).

As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

 

 

Copiar textoCopiar o texto
11/10/2026 04:55h

ApexBrasil e Centrorochas desenvolvem ações para identificar mercados com potencial de compra na Europa, Ásia e Oriente Médio

Baixar áudio

Oito setores produtivos brasileiros vão discutir estratégias para ampliar a atuação no mercado europeu durante uma agenda de trabalho em Bruxelas, na Bélgica, entre 12 e 16 de outubro. A iniciativa Conexões Produtivas Bruxelas, da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), prevê a elaboração de planos de ação para identificar oportunidades comerciais e ampliar a presença de produtos brasileiros na região.

O setor de rochas naturais participará das discussões por meio do projeto It’s Natural – Brazilian Natural Stone, desenvolvido pela Associação Brasileira de Rochas Naturais (Centrorochas) em parceria com a ApexBrasil. Representarão a entidade Fabio Cruz, vice-presidente, e Thiago Fukuda, gerente do projeto.

A agenda terá como ponto de partida um diagnóstico dos setores participantes. No caso das rochas naturais, o objetivo é mapear oportunidades, identificar obstáculos e avaliar quais mercados europeus apresentam maior potencial para os produtos brasileiros. A partir desse levantamento, serão definidas prioridades e ações para estimular a demanda e ampliar as oportunidades de negócios para as empresas do segmento.

“A diversificação de mercados é uma estratégia permanente para ampliar a competitividade e a presença internacional do setor. A Europa tem um papel importante nesse movimento e reúne países com perfis, demandas e oportunidades distintas. Precisamos entender essas particularidades, identificar onde as rochas brasileiras têm maior potencial e definir prioridades. É esse conhecimento que nos permite transformar inteligência de mercado em ações concretas, capazes de gerar demanda e novas oportunidades de negócios para as empresas brasileiras”, destaca Fabio Cruz.

A diversidade de rochas naturais brasileiras é um dos fatores que podem favorecer a expansão das exportações do setor. Para a diretora de Negócios da ApexBrasil, Maria Paula Velloso, as características geológicas do país ajudam a diferenciar os produtos brasileiros no mercado internacional.

“Sabendo da importância desse mercado, uma vez que o Brasil possui a maior diversidade geológica do mundo. São mais de 1.200 tipos de pedras que nos tornam únicos. Isso mostra que estamos no caminho certo”, afirma.

Projeto prevê novas ações na Europa, Ásia e Oriente Médio

A participação na agenda de Bruxelas integra uma estratégia de expansão internacional do setor. Recentemente, a ApexBrasil aprovou um aditivo de R$ 1,9 milhão ao ciclo atual do It’s Natural – Brazilian Natural Stone. O recurso adicional permitirá ampliar as iniciativas de promoção comercial e inteligência de mercado na Europa, na Ásia e no Oriente Médio.

VEJA MAIS:

Entre as ações previstas estão um estudo relacionado aos efeitos do Acordo Mercosul-União Europeia para o setor brasileiro de rochas naturais e a realização de uma Rodada Internacional de Negócios na Polônia.

O reforço também abrange iniciativas em mercados da Ásia e no Oriente Médio. A estratégia combina estudos de mercado e atividades de promoção comercial para orientar a atuação do setor e identificar novas possibilidades de negócios.

O It’s Natural – Brazilian Natural Stone

O It’s Natural – Brazilian Natural Stone é um programa de incentivo às exportações desenvolvido pela Centrorochas em parceria com a ApexBrasil. A iniciativa busca estimular as vendas externas de rochas naturais brasileiras por meio de ações de internacionalização, promoção comercial, fortalecimento da imagem do setor e desenvolvimento de sua atuação no mercado internacional.

Empresas interessadas em participar podem realizar o cadastro gratuito pelo formulário de inscrição, clicando aqui.

Sobre a Centrorochas

A Associação Brasileira de Rochas Naturais (Centrorochas) foi fundada em 2004 e representa nacionalmente o setor de rochas naturais. Com atuação em 17 estados, reúne uma rede de mais de 470 empresas associadas e apoiadas.

A entidade trabalha na defesa dos interesses do setor e no fortalecimento da competitividade da cadeia produtiva, mantendo interlocução com o poder público, instituições e parceiros estratégicos.

As iniciativas da entidade incluem desenvolvimento setorial, sustentabilidade, inovação, inteligência de mercado, qualificação, promoção comercial e internacionalização, com foco na competitividade e na presença das rochas naturais brasileiras nos mercados nacional e internacional.

ApexBrasil

A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) atua na promoção de produtos e serviços brasileiros no exterior e na atração de investimentos estrangeiros para setores estratégicos da economia nacional.

Para apoiar as exportações, a agência organiza missões prospectivas e comerciais, rodadas de negócios, participação de empresas brasileiras em feiras internacionais e visitas de compradores estrangeiros e formadores de opinião à estrutura produtiva do país. Essas iniciativas também buscam fortalecer a marca Brasil no exterior.

A ApexBrasil trabalha ainda com instituições públicas e privadas para atrair investimentos estrangeiros diretos (IED), com foco em setores estratégicos para o desenvolvimento da competitividade das empresas brasileiras e da economia nacional.
 

Copiar textoCopiar o texto
11/10/2026 04:10h

Levantamento compara resultados do primeiro turno de 2022 e 2026 e aponta recuo na votação do presidente em todos os grupos de renda, enquanto nas capitais a variação foi de 0,6 ponto percentual

Baixar áudio

Luiz Inácio Lula da Silva perdeu 3,4 milhões de votos entre o primeiro turno das eleições presidenciais de 2022 e o de 2026, segundo levantamento da Opinião Inteligência Política. A redução ocorreu em diferentes grupos de municípios, independentemente da renda, mas foi mais acentuada no interior e nos locais de votação com menor escolaridade dos eleitores.

Nas capitais, a participação de Lula nos votos válidos passou de 45,5% em 2022 para 44,9% em 2026, uma queda de 0,6 ponto percentual, equivalente a 500 mil votos. Nos demais 5.543 municípios brasileiros, o percentual recuou de 49,3% para 45,2%, uma redução de 4,1 pontos, correspondente a 2,9 milhões de votos.

Os dados fazem parte de um estudo que reúne informações eleitorais de 5.570 municípios e cerca de 46 mil locais de votação, cruzadas com dados de renda do Censo 2022, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), e de escolaridade dos eleitores.

Queda na votação ocorreu em municípios de diferentes faixas de renda

A comparação entre dez grupos de municípios, organizados conforme a renda domiciliar por pessoa, mostra que Lula perdeu participação nos votos válidos em todas as faixas analisadas. Entre os municípios mais pobres, a votação passou de 73,4% em 2022 para 69,5% em 2026, uma queda de 4 pontos percentuais.

No terceiro grupo de renda, com valores por pessoa entre R$ 924 e R$ 1.181, o percentual caiu de 54,3% para 50,2%, recuo de 4,1 pontos. Já no grupo intermediário, com renda entre R$ 1.380 e R$ 1.560, a votação passou de 41,5% para 36,3%, uma redução de 5,2 pontos.

Entre os municípios com renda por pessoa entre R$ 1.940 e R$ 2.284, Lula registrou queda de 36,8% para 33,1%, equivalente a 3,7 pontos percentuais.
Nos municípios mais ricos, cuja renda por pessoa varia de R$ 2.713 a R$ 4.300, a votação recuou de 43,3% para 42,4%, uma diferença de 0,8 ponto percentual.

O levantamento também registra que, nos dois grupos de municípios de maior renda, as quedas foram menores: 1,8 e 0,8 ponto percentual. Apesar da redução percentual entre os eleitores dos municípios mais pobres, Lula teve cerca de 31 mil votos a mais nessa faixa em 2026 do que em 2022, em razão do aumento do número de eleitores que compareceram às urnas.

Escolaridade dos locais de votação acompanha diferenças na votação

A análise de 955 cidades com pelo menos 20 locais de votação identificou diferenças entre os resultados eleitorais conforme a escolaridade dos eleitores em cada local.

Nos 20% dos locais com menor escolaridade, em que 3,4% dos eleitores tinham ensino superior, Lula obteve 51,5% dos votos válidos em 2022 e 47,5% em 2026. A queda foi de 4 pontos percentuais.

No segundo grupo, com 6% dos eleitores com faculdade, a votação passou de 48,4% para 45,2%, recuo de 3,3 pontos. No grupo intermediário, em que 9,2% dos eleitores tinham ensino superior, o percentual caiu de 46,5% para 43,9%, uma redução de 2,7 pontos.

Entre os locais que compõem o quarto grupo, com 14,5% de eleitores com faculdade, Lula passou de 44,9% para 42,9%, queda de 2 pontos percentuais.
Já nos 20% dos locais com maior escolaridade, nos quais 26,7% dos eleitores tinham ensino superior, a votação recuou de 42,3% para 41,2%, uma diferença de 1 ponto percentual.

Os números mostram, portanto, uma redução maior nos locais com menor escolaridade e menor nos locais com maior presença de eleitores com ensino superior.

Interior e locais de menor escolaridade concentram perdas de votos

A distribuição estimada dos 3,4 milhões de votos perdidos por Lula considera o tamanho dos municípios e os grupos de locais de votação classificados pela escolaridade.

Nas cidades com menos de 20 locais de votação, que somam 4.615 municípios e 48,4 milhões de eleitores, a perda foi estimada em 1,3 milhão de votos.
Nas cidades com 20 ou mais locais de votação, os 40% de locais com menor escolaridade concentraram uma perda estimada de 1 milhão de votos. Nos 20% intermediários, a redução foi de 400 mil votos.

Nos 40% dos locais com maior escolaridade, a estimativa foi de 600 mil votos perdidos.

Fontes e metodologia

O estudo foi elaborado pela Opinião Inteligência Política com dados abertos do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), incluindo votação por seção no primeiro turno de 2018, 2022 e 2026 e perfil dos eleitores por escolaridade em 2026. Também foram utilizados dados do Censo 2022 e PIB dos municípios, do IBGE, Bolsa Família, do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome e pesquisas do Datafolha.
 

Copiar textoCopiar o texto
11/10/2026 04:10h

Levantamento da CNM aponta que 76% das cidades participantes não possuem Conselho Municipal de Políticas sobre Drogas (Comad); 77% não possuem fundo específico para a área

Baixar áudio

Dos 120 municípios da Região Centro-Oeste que participaram de levantamento da Confederação Nacional de Municípios (CNM), 91 não possuem Conselho Municipal de Políticas sobre Drogas (Comad). O número corresponde a 76% das cidades consultadas na região, segundo o estudo Entre responsabilidades e escassez de recursos: a implementação da política sobre drogas nos Municípios brasileiros, divulgado pela entidade.

A pesquisa também identificou que 15 municípios (13%) possuem conselho ativo, enquanto dez (8%) contam com a estrutura, mas ela está inativa. Outros quatro municípios não responderam à pergunta.

Planejamento e financiamento

O levantamento também identificou dificuldades no planejamento e no financiamento dessas políticas. Na Região Centro-Oeste, 83 municípios não possuem Plano Municipal de Políticas sobre Drogas, enquanto 10 informaram que o documento está em elaboração. 

Em relação ao financiamento, 103 dos 120 municípios consultados não possuem Fundo Municipal de Políticas sobre Drogas, o equivalente a 86% dos respondentes. Apenas duas cidades afirmaram que o tem o fundo ativo.

Considerando as fontes de financiamento utilizadas para a política de drogas no município, os entrevistados responderam um questionário com múltipla escolha. 76 municípios mencionaram que utilizam recursos próprios (63%), outros 17 mencionaram transferências estaduais e 19 apontaram que os recursos são provenientes de parcerias com organizações da sociedade civil.

Apenas dois municípios, localizados em Mato Grosso e em Mato Grosso do Sul, informaram utilizar recursos do Fundo Nacional Antidrogas (Funad). 

Cenário nacional

No cenário total, 88,1% dos municípios considerados no estudo – o equivalente a 4.906 entes na amostra extrapolada – indicaram não possuir um fundo específico. Apenas 2,5% dos municípios  do país possuem um fundo ativo, sendo o equivalente a 139 entes na amostra.

Em relação à ausência de conselhos municipais específicos, apenas 10,9% dos municípios possuem Conselho Municipal de Políticas sobre Drogas ativo e somente cerca de 11% dispõem de Plano Municipal vigente na área. Além disso, 72,2% dos entes pesquisados afirmam não possuir Plano Municipal de Políticas sobre Drogas em nenhuma de suas formas  – seja vigente, desatualizado ou em elaboração.

Para a CNM, embora os municípios aparentem estar exercendo autonomia em relação ao tema, com protagonismo na implementação de ações, as ações autônomas têm sido acompanhadas de grande responsabilização financeira local, “pela omissão da União no financiamento das ações”, diz a entidade em um trecho do estudo.

No estudo, a Confederação destacou que os resultados reforçam a necessidade de fortalecer a cooperação entre os diferentes níveis de governo e ampliar o apoio técnico e financeiro aos municípios para a implementação da política sobre drogas. 

O estudo completo pode ser acessado em cnm.org.br.

Metodolodia

O levantamento foi realizado por meio de entrevistas telefônicas com gestores municipais entre 29 de outubro de 2025 e 18 de fevereiro de 2026. Ao todo, a pesquisa reuniu respostas de 1.567 municípios brasileiros.

Copiar textoCopiar o texto
11/10/2026 04:05h

ANM recebe sugestões até 4 de novembro para regulamentar acordos de cooperação com os governos locais

Baixar áudio

Estados, Distrito Federal e municípios poderão atuar em parceria com a Agência Nacional de Mineração (ANM) para identificar possíveis irregularidades em atividades minerárias e auxiliar no acompanhamento da arrecadação de royalties do setor. 

A proposta está em discussão em uma tomada de subsídios aberta pela agência. A contribuições poderão ser envidas pela sociedade até 4 de novembro, por meio da plataforma Brasil Participativo.

A iniciativa prevê a participação de equipes locais em atividades de apoio técnico à fiscalização, sem transferir aos governos estaduais e municipais as atribuições legais da ANM. Os acordos terão duração prevista de cinco anos.

Entre as ações que poderão ser realizadas estão vistorias em áreas de pesquisa e lavra, análise de imagens de satélite, produção de registros fotográficos georreferenciados e coleta de informações sobre possíveis irregularidades.

VEJA MAIS:

Segundo o superintendente de Fiscalização da ANM, Fernando Drummond, a presença dos governos locais pode ajudar a agência a identificar situações que precisam ser investigadas. “É uma parceria para tornar a fiscalização mais próxima e eficiente”, explica.

Cooperação também abrange a CFEM

A parceria também prevê apoio à fiscalização da Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais (CFEM), paga em razão da exploração de recursos minerais. Os entes que aderirem aos acordos poderão reunir informações sobre produção, comercialização e recolhimento da compensação, seguindo as orientações da ANM.

Para o superintendente de Arrecadação de Receitas, Alexandre Rodrigues, o objetivo é organizar o compartilhamento de informações obtidas diretamente nos territórios. “Dessa forma, os entes vão poder contribuir com o acompanhamento da arrecadação da CFEM”, destaca.

De acordo com o superintendente substituto de Política Regulatória, Felipe Barbi Chaves, a consulta permite avaliar como a proposta pode funcionar na prática. “Queremos aprimorar a regra, deixando mais clara e ampliando sua funcionalidade na prática”, explica.

A tomada de subsídios também pretende reunir sugestões de quem atua no setor para aperfeiçoar as regras antes da regulamentação. 

Copiar textoCopiar o texto
11/10/2026 04:00h

Comércio registra R$ 895,8 milhões em perdas; levantamento da CNM também aponta danos nos setores de serviços e indústria

Baixar áudio

A agricultura e a pecuária acumularam R$ 7,3 bilhões em prejuízos provocados por desastres entre julho e setembro de 2026. Os dados constam no Boletim El Niño 2026/2027, divulgado pela Confederação Nacional de Municípios (CNM). Desse total, R$ 5,6 bilhões correspondem à agricultura e R$ 1,7 bilhão à pecuária.

O estudo estima mais de R$ 12,6 bilhões em perdas no país entre 1º de julho e 30 de setembro. O levantamento reúne informações de municípios que decretaram situação de emergência ou estado de calamidade pública.

A agricultura foi a atividade econômica com o maior volume de prejuízos registrados. No Nordeste, as perdas no setor chegaram a R$ 3,4 bilhões, em meio a um cenário de seca e estiagem descrito pelo boletim. 

VEJA MAIS:

Os prejuízos também atingiram atividades urbanas. O comércio registrou R$ 895,8 milhões em perdas, enquanto o setor de serviços somou R$ 383 milhões e a indústria, R$ 123,8 milhões. Juntos, os três segmentos acumularam aproximadamente R$ 1,4 bilhão em prejuízos.

No geral, as perdas no setor privado foram estimadas em R$ 8,8 bilhões. A CNM também contabilizou R$ 3,6 bilhões em prejuízos públicos e R$ 283,4 milhões em danos a unidades habitacionais. 

O boletim registra impactos de seca, estiagem, incêndios e excesso de chuvas, com diferenças entre as regiões do país. Os valores apresentados são estimativas de prejuízos. 

Para melhorar a preparação dos municípios, a CNM recomenda atualizar os planos municipais de contingência e os mapeamentos de áreas de risco. A Nota Técnica nº 12, publicada em maio de 2026, reúne orientações para os gestores locais.
 

Copiar textoCopiar o texto