VoltarO volume total negociado na B3 foi de R$ 28.030.755.162, em meio a 3.483.385 negócios
Baixar áudioO índice da bolsa de valores brasileira (Ibovespa) fechou o último pregão aos 169.648 pontos. O resultado veio após baixa de 0,45%.
O índice foi pressionado por ações de petrolíferas, após recuo de 5% do barril.
O quadro também foi influenciado pelo resultado de nova pesquisa eleitoral, que aponta a competitividade de Lula frente aos demais candidatos.
Ações em alta no Ibovespa
Ações em queda no Ibovespa
O volume total negociado na B3 foi de R$ 28.030.755.162, em meio a 3.483.385 negócios.
Os dados da bolsa podem ser consultados no site da B3.
O Ibovespa (Índice Bovespa) é o principal indicador do mercado acionário brasileiro. Calculado pela B3, ele reflete a média do desempenho das ações mais negociadas na bolsa, com base em critérios de volume e liquidez. O índice é composto por uma carteira teórica de ativos, que representa cerca de 80% do volume financeiro total negociado no mercado.
A B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) é a bolsa de valores oficial do Brasil, sediada em São Paulo. É responsável pela negociação de ações, derivativos, títulos públicos e privados, câmbio e outros ativos financeiros. A B3 está entre as maiores bolsas do mundo em infraestrutura e valor de mercado.
Copiar o textoO euro, por sua vez, encerrou o pregão cotado a R$ 5,92
Baixar áudioO dólar fechou o último pregão cotado a R$ 5,09.
O patamar veio em meio aos resultados de nova pesquisa eleitoral, que aponta a competitividade de Lula em relação aos demais candidatos à Presidência da República do Brasil aos concorrentes.
Ao longo da sessão, a moeda americana também reagiu à movimentação do preço do petróleo.
Ao passo que o valor petróleo sobe, há uma influência direta nas exportações do Brasil.
O euro, por sua vez, encerrou o pregão cotado a R$ 5,92.
A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.
| Código | BRL | USD | EUR | GBP | JPY | CHF | CAD | AUD |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| BRL | 1 | 0,1966 | 0,1687 | 0,1459 | 31,5323 | 0,1559 | 0,2751 | 0,2771 |
| USD | 5,0891 | 1 | 0,8615 | 0,7445 | 160,39 | 0,7930 | 1,3997 | 1,4151 |
| EUR | 5,9277 | 1,1612 | 1 | 0,8646 | 186,25 | 0,9209 | 1,6250 | 1,6432 |
| GBP | 6,8311 | 1,3430 | 1,1567 | 1 | 215,47 | 1,0650 | 1,8800 | 1,9010 |
| JPY | 0,0317 | 0,0062 | 0,0054 | 0,0046 | 1 | 0,0049 | 0,0087 | 0,0088 |
| CHF | 6,4150 | 1,2609 | 1,0858 | 0,9389 | 202,25 | 1 | 1,7637 | 1,7838 |
| CAD | 3,6351 | 0,7145 | 0,6155 | 0,5322 | 114,61 | 0,5668 | 1 | 1,0113 |
| AUD | 3,6086 | 0,7067 | 0,6088 | 0,5263 | 113,35 | 0,5604 | 0,9890 | 1 |
Os dados são da Investing.com.
Copiar o textoO concurso 3019 da Mega-Sena foi realizado nesta terça-feira (16/06/2026), no Espaço da Sorte, em São Paulo, e divulgado pela Caixa Econômica Federal. O sorteio não teve vencedores na faixa principal.
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05 - 31 - 32 - 48 - 54 - 56
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| Números apostados | Probabilidade de acertar 6 dezenas |
|---|---|
| 6 números | 1 em 50.063.860 |
| 7 números | 1 em 7.151.980 |
| 8 números | 1 em 1.787.995 |
| 9 números | 1 em 595.998 |
| 10 números | 1 em 238.399 |
| 15 números | 1 em 10.003 |
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Copiar o textoO concurso 3712 da Lotofácil foi realizado nesta terça-feira (16/06/2026), no Espaço da Sorte, em São Paulo, e divulgado pela Caixa Econômica Federal. O sorteio não teve vencedores na faixa principal.
O prêmio estimado para o próximo concurso da Lotofácil, de número 3713, que será realizado na quarta-feira, 17 de junho de 2026, está estimado em R$ 5.000.000,00. Aproveite a oportunidade e faça sua aposta para concorrer!
01 - 03 - 04 - 06 - 13 - 14 - 15 - 16 - 18 - 19 - 20 - 21 - 22 - 23 - 25
A aposta mínima, de 15 números, custa R$ 3,50 com chance de 1 em 3.268.760 e a máxima custa R$ 46.512 com chance de 1 em 211.
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Quantidade de números jogados |
Valor da aposta |
|---|---|
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15 |
R$ 3,50 |
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16 |
R$ 48,00 |
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17 |
R$ 408,00 |
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18 |
R$ 2.448,00 |
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19 |
R$ 11.628,00 |
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20 |
R$ 46.512,00 |
De segunda-feira a sábado, às 21h.
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Baixar áudioA quarta-feira (17) será marcada pelo tempo frio em toda a Região Sul do país, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). O predomínio será de poucas nuvens, com temperaturas baixas ao amanhecer e possibilidade de geada em diversas áreas.
Em Santa Catarina, Florianópolis terá temperaturas entre 13°C e 20°C, com poucas nuvens. Na Serra Catarinense, o frio ganha força. Em São Joaquim, a mínima chega aos 5°C, com céu claro e possibilidade de geada.
No Paraná, Curitiba registra mínima de 8°C e máxima de 18°C. O tempo permanece frio e com poucas nuvens. Há possibilidade de geada principalmente nas áreas do Sul do estado, próximas à divisa com Santa Catarina, onde as temperaturas ficam mais baixas durante a madrugada.
No Rio Grande do Sul, Porto Alegre terá temperaturas entre 8°C e 16°C. O estado segue com predomínio de poucas nuvens com possibilidade de geada e frio mais intenso na Campanha, Fronteira Oeste e nos Campos de Cima da Serra. Também faz frio no litoral sul gaúcho, com amanhecer gelado e temperaturas baixas ao longo do dia.
Os menores valores de temperatura são esperados justamente nos Campos de Cima da Serra, com destaque para áreas próximas a Muitos Capões e São Francisco de Paula, onde os termômetros podem marcar apenas 3°C, favorecendo a formação de geada. A condição também pode ocorrer em outras localidades serranas e de baixada.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA quarta-feira (17) será marcada pelo tempo frio em quase toda a Região Sudeste do país, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). Uma massa de ar mais frio continua influenciando o tempo sobre grande parte da Região Sudeste do Brasil nesta quarta-feira.
Em São Paulo, na capital paulista, o tempo permanece estável, com poucas nuvens e temperaturas variando entre 11°C e 18°C. Nas demais áreas do estado, o frio será mais intenso durante a madrugada e o início da manhã no Vale do Paraíba Paulista, Serra da Mantiqueira, Alto Tietê, Planalto Paulista e setores do Centro-Oeste Paulista, com mínimas entre 8°C e 11°C.
No Rio de Janeiro, a capital fluminense terá temperaturas entre 16°C e 26°C. Na Região Serrana, o céu permanece com muitas nuvens e temperaturas baixas ao amanhecer. Nas Baixadas Litorâneas, Norte Fluminense e Noroeste Fluminense, há possibilidade de chuva isolada ao longo do dia.
Na capital do Espírito Santo, Vitória, a previsão é de muitas nuvens e temperaturas variando entre 20°C e 26°C. Nas demais áreas capixabas, especialmente no Litoral Capixaba, Região Central, Vale do Rio Doce Capixaba e porções do Norte do Estado, o transporte de umidade do oceano mantém muitas nuvens e possibilidade de chuva isolada ao longo do dia.
Já em Minas Gerais, em Belo Horizonte, o tempo permanece estável, com temperaturas entre 14°C e 26°C. A previsão indica muitas nuvens na Zona da Mata Mineira, Campo das Vertentes, Sul de Minas e parte do Centro-Sul Mineiro, onde as temperaturas mínimas ficam entre 12°C e 13°C.
No Vale do Rio Doce, Quadrilátero Ferrífero, Região Central Mineira e setores da Serra do Espinhaço, o céu permanece com muitas nuvens e há possibilidade de chuva isolada, com temperaturas entre 12°C e 16°C. Já no Norte de Minas, incluindo áreas do Vale do São Francisco Mineiro, o tempo segue mais seco e quente, com máximas próximas dos 31°C.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o textoNorte do Brasil terá calor, pancadas de chuva e trovoadas nesta quarta-feira (17)
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A Região Norte do Brasil terá predomínio de muitas nuvens e condições favoráveis para chuva em grande parte dos estados nesta quarta-feira (17), segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). As temperaturas seguem elevadas, especialmente em áreas do Tocantins, Pará e Rondônia, onde os termômetros podem superar os 35°C.
No Tocantins, a previsão para Palmas é de temperaturas entre 23°C e 34°C. No norte do estado, especialmente nas áreas de fronteira com o Pará e o Maranhão, o tempo fica com muitas nuvens e pancadas de chuva isoladas. Já nas regiões sul e sudeste, próximas à divisa com Goiás, o predomínio será de poucas nuvens e tempo mais firme. Nas demais áreas tocantinenses, a previsão indica muitas nuvens e calor intenso, com temperaturas podendo alcançar até 37°C.
No Pará, Belém registra temperaturas entre 23°C e 30°C. A faixa litorânea paraense permanece com muitas nuvens e pancadas de chuva isoladas. O mesmo cenário é esperado para áreas do centro, oeste e sudoeste do estado. No sul paraense, predominam muitas nuvens com possibilidade de chuva isolada. Já nas áreas próximas à divisa com o Tocantins, a nebulosidade permanece elevada, porém com menor potencial para precipitações, e temperaturas que podem atingir os 36°C.
No Amapá, a previsão para Macapá é de mínima de 24°C e máxima de 30°C. Em todo o estado, o céu permanece com muitas nuvens, acompanhadas de pancadas de chuva isoladas ao longo do dia.
Em Roraima, Boa Vista terá temperaturas entre 23°C e 31°C. O estado permanece sob influência da elevada umidade, favorecendo muitas nuvens e pancadas de chuva isoladas. No sul roraimense, as instabilidades ganham força, com previsão de pancadas de chuva acompanhadas de trovoadas isoladas.
No Amazonas, Manaus registra mínima de 24°C e máxima de 31°C. Em todas as regiões amazonenses, o tempo segue com muitas nuvens, pancadas de chuva e trovoadas isoladas.
No Acre, Rio Branco terá temperaturas variando entre 23°C e 32°C. O estado permanece com muitas nuvens e previsão de pancadas de chuva acompanhadas de trovoadas isoladas ao longo do dia.
Em Rondônia, Porto Velho registra mínima de 24°C e máxima de 34°C. Grande parte do estado terá muitas nuvens, pancadas de chuva e trovoadas isoladas. Nas áreas do oeste, centro-norte e sul rondoniense, a previsão é de pancadas de chuva.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioNa Região Nordeste a atuação de ventos úmidos vindos do oceano mantém a instabilidade principalmente no litoral, enquanto o interior segue sob influência de massas de ar mais secas nesta quarta-feira (17), segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Em Salvador, a previsão indica temperatura mínima de 23°C e máxima de 27°C, com muitas nuvens ao longo do dia e menor chance de chuva em relação ao restante do litoral nordestino.
No litoral sul e extremo sul baianos, o tempo permanece com muitas nuvens e possibilidade de chuva isolada. No interior e áreas de transição, como o Recôncavo e o Agreste, predomina o cenário de muitas nuvens, com variação de temperatura e baixa a moderada chance de chuva.
No oeste e norte baiano, já sob domínio do semiárido e do cerrado, o tempo será mais seco, com poucas nuvens e calor.
No Sergipe, a previsão para a capital Aracaju indica mínima de 23°C e máxima de 29°C, com muitas nuvens e possibilidade de chuva isolada. No litoral, a influência da umidade marítima mantém o tempo instável e favorável a chuvas rápidas. No interior, o tempo segue com muitas nuvens, mas com menor chance de precipitação devido ao predomínio do clima semiárido.
Em Maceió, a previsão indica mínima de 22°C e máxima de 29°C, com muitas nuvens e possibilidade de chuva isolada. Na faixa litorânea e zona da mata, o tempo permanece instável, com chuva passageira em alguns momentos. No interior, o cenário é mais seco, com muitas nuvens e baixa chance de chuva.
Em Recife, a previsão indica mínima de 23°C e máxima de 30°C, com muitas nuvens e possibilidade de chuva isolada. No litoral e Zona da Mata, a umidade oceânica favorece a instabilidade e chuva rápida. No agreste e sertão, o tempo varia entre muitas e poucas nuvens, com destaque para o interior mais quente e seco.
Em João Pessoa, a previsão indica mínima de 23°C e máxima de 30°C, com muitas nuvens e possibilidade de chuva isolada. No litoral, o tempo segue instável devido à umidade oceânica. No interior paraibano, predomina variação de nebulosidade e menor chance de chuva.
Em Natal, a previsão indica mínima de 23°C e máxima de 30°C, com muitas nuvens e possibilidade de chuva isolada. No litoral potiguar, há instabilidade associada aos ventos úmidos do oceano. No interior, predomina tempo seco e muito quente, com temperaturas podendo chegar a 36°C.
Em Fortaleza, a previsão indica mínima de 25°C e máxima de 30°C, com muitas nuvens e possibilidade de chuva isolada. No litoral, o tempo segue instável. No interior cearense, predomina tempo seco e quente, com temperaturas elevadas e baixa umidade.
Em Teresina, a previsão indica mínima de 26°C e máxima de 36°C, com tempo quente e variação de nuvens. No norte do Piauí, há possibilidade de chuva isolada. No interior, predomina tempo seco e muito quente.
Em São Luís, a previsão indica mínima de 25°C e máxima de 32°C, com muitas nuvens e pancadas de chuva isoladas. No litoral e áreas do norte, o tempo segue instável. No sul do estado maranhense, predomina tempo mais seco e quente, com variação de nebulosidade.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o textoSol e poucas nuvens favorecem a elevação das temperaturas em grande parte da região Centro-Oeste
Baixar áudioA previsão para quarta-feira (17) indica tempo estável em grande parte da Região Centro-Oeste do país, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). O sol aparece entre poucas nuvens e favorece a elevação das temperaturas ao longo do dia, enquanto áreas sob influência da umidade proveniente da Amazônia ainda registram maior cobertura de nuvens e possibilidade de chuva isolada.
No Distrito Federal, Brasília terá muitas nuvens, com temperaturas variando entre 16°C e 26°C.
Em Goiás, a capital Goiânia registra mínima de 16°C e máxima de 29°C. Nas regiões norte, nordeste e oeste do estado, que abrangem áreas do Vale do Araguaia e da Chapada dos Veadeiros, o predomínio será de poucas nuvens e calor, com máximas entre 33°C e 36°C. Já em parte da faixa norte goiana, a nebulosidade aumenta ao longo do período, mantendo o céu com muitas nuvens.
No Mato Grosso do Sul, Campo Grande terá temperaturas entre 13°C e 24°C. Nas regiões leste, nordeste e pantaneira, o tempo segue firme, com poucas nuvens e temperaturas elevadas, alcançando valores próximos dos 34°C.
Em Mato Grosso, Cuiabá terá muitas nuvens e temperaturas entre 21°C e 34°C. O calor intenso predomina em áreas do centro-norte, oeste e nordeste do estado, incluindo regiões de transição entre o Cerrado e a Amazônia, onde as máximas podem atingir de 35°C a 37°C.
Nas porções sul e sudeste mato-grossenses, que abrangem áreas de planalto e importantes pólos agropecuários, o tempo permanece com poucas nuvens e temperaturas elevadas. Já no extremo norte do estado, sob influência direta da umidade amazônica, há previsão de muitas nuvens com possibilidade de chuva isolada ao longo do dia.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioOs custos com o transporte de mercadorias aumentaram para 95% das empresas industriais consultadas pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) no primeiro trimestre de 2026, na comparação com os três meses anteriores. Segundo o levantamento, mais da metade das empresas (52%) atribui a alta dos gastos com frete, seguro e logística aos efeitos da guerra no Oriente Médio, que provocou um choque nos preços internacionais do petróleo e de outros insumos estratégicos para a indústria brasileira.
O especialista em Políticas e Indústria da CNI, Rafael Sales Rios, destaca que o Estreito de Ormuz concentra uma parcela significativa do fluxo mundial de petróleo, o que faz com que eventuais interrupções no comércio da commodity tenham repercussões globais.
“Quando há um impacto na comercialização do petróleo, os preços internacionais sobem e isso gera um efeito cascata sobre outros insumos, como fertilizantes, plásticos, etc. Assim, os custos se espalham por todas as etapas da cadeia produtiva, inclusive o transporte”, explica.
Segundo ele, o Brasil é particularmente vulnerável a esse cenário devido à predominância do modal rodoviário no escoamento da produção. Como a maior parte das mercadorias é transportada por caminhões movidos a derivados de petróleo, a elevação dos combustíveis acaba pressionando toda a logística nacional.
O especialista alerta ainda que, em algum momento, as empresas terão de repassar parte desse aumento de custos para os produtos.
“O impacto na economia vai começar a ser sentido em breve, com uma inflação um pouco mais alta e menor poder de compra do consumidor. Do lado das empresas, há perda de competitividade, principalmente das indústrias exportadoras, pois os produtos começam a ficar mais caros em relação a concorrentes de outros países”, avalia.
Segundo a pesquisa, 56% das indústrias consultadas classificaram como “forte” o gasto com transporte de mercadorias. Entre as empresas exportadoras, o percentual chega a 59%, enquanto, entre as importadoras, 61% relataram forte encarecimento dos custos logísticos no primeiro trimestre.
A associação entre o conflito no Oriente Médio e a alta dos custos de transporte é ainda mais evidente entre as empresas que atuam no comércio internacional.
Entre as indústrias exportadoras, 60% afirmam que o aumento dos custos está fortemente relacionado ao conflito envolvendo Estados Unidos e Irã. No caso das importadoras, esse percentual sobe para 62%.
Na avaliação dos empresários, as medidas adotadas pelo governo para conter a alta dos custos — como a subvenção ao diesel e a suspensão temporária de tributos federais sobre os combustíveis — terão impacto limitado.
Para 54% das empresas consultadas, as ações terão pouca eficácia para reduzir os custos do transporte nos próximos meses. Outros 16% consideram as medidas ineficazes. Já 27% acreditam que elas terão efeito moderado e apenas 3% avaliam que serão efetivas.
“Na percepção dos empresários, essas medidas podem ter pouco efeito prático por conta do não repasse desse benefício para a frente na cadeia, chegando até o posto de combustível e o consumidor final. Por isso, eles alertaram bastante sobre a necessidade de uma fiscalização maior sobre o setor para que isso seja de fato efetivo e que os custos possam ser mitigados no tempo”, afirma Rafael Sales Rios.
Segundo o especialista, também há preocupação entre os empresários com os impactos fiscais das medidas.
“Se essas ações forem pouco eficazes, surge o questionamento sobre a conveniência de ampliar os gastos públicos nesse contexto. Afinal, isso pode se traduzir, no futuro, em aumento de impostos ou até na criação de novos tributos”, pondera.
Além dos efeitos da guerra no Oriente Médio, os empresários apontaram outros fatores que contribuíram para o aumento dos custos no período. Entre eles, destacam-se:
● tributação sobre o setor (36%);
● custos com fornecedores e serviços logísticos (26%);
● fiscalização ou regulação do transporte (25%);
● gastos com mão de obra (24%).
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