28/08/2026 04:50h

Presidente da entidade defende integração entre comércio, indústria e setor agropecuário para ampliar a participação de micro e pequenas empresas na cadeia produtiva

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A Associação Comercial de São Paulo (ACSP) destaca a atuação no agronegócio e aproxima micro e pequenas empresas das oportunidades geradas pelo setor. A estratégia foi destacada pelo presidente da entidade, Alfredo Cotait Neto, durante reunião do Conselho do Agronegócio da ACSP, realizada na quinta-feira (27), em São Paulo.

 

Na abertura do encontro, Cotait, que também preside a  Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB), e a Federação das Associações Comerciais de São Paulo (FACESP), ressaltou a intenção de fortalecer parcerias com instituições especializadas e ampliar a integração entre comércio, serviços e a cadeia produtiva do agro.

 

Para Cotait, ampliar essa conexão pode permitir que empresas de menor porte tenham participação mais efetiva nas oportunidades econômicas geradas pelo setor.

 

“Acho que o tema do agronegócio tem que ser cada vez mais desenvolvido, para que a gente possa também ter uma participação dessa cadeia que o agronegócio produz, fazendo com que as pequenas empresas também possam ter uma participação mais efetiva. Nós queremos realmente ter uma participação importante, porque achamos que é, sem dúvida nenhuma, o melhor caminho para o Brasil se desenvolver”, afirmou. .

 

O presidente da Sociedade Rural Brasileira (SRB), Sérgio Bortolozzo, reforçou a importância dessa aproximação. Na avaliação dele, o desenvolvimento do agronegócio depende de uma atuação integrada entre os diferentes elos da cadeia produtiva, desde a produção até a industrialização e a comercialização.

 

“A partir do momento em que nós aprendemos a trabalhar como cadeia produtiva, em todos os nossos sistemas de produção, em momentos difíceis, nós precisamos nos unir, desde quem produz, quem industrializa, até quem comercializa”, disse.

 

Bortolozzo também destacou a parceria entre a Sociedade Rural Brasileira e a ACSP e defendeu que as entidades atuem de forma conjunta para aproximar os diferentes segmentos envolvidos na cadeia.

 

Ariel Mendes, integrante do Conselho do Agronegócio da ACSP, avaliou que a aproximação entre as áreas industrial, comercial e agropecuária representa uma estratégia de longo prazo. Para ele, a articulação pode gerar resultados tanto para o agronegócio quanto para os demais setores da economia.

 

A capilaridade do sistema associativista também foi destacada durante o encontro. A Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB) reúne mais de 2,3 mil associações comerciais espalhadas pelo país. Em São Paulo, a Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp) conta com 420 associações.

 

A reunião teve como palestrante Plínio Nastari, presidente do Instituto Brasileiro de Bioenergia e Bioeconomia (IBIO) e CEO da Datagro, que abordou a contribuição dos biocombustíveis, especialmente do etanol, para a economia circular.

 

Nastari destacou que os efeitos econômicos do agronegócio ultrapassam a produção de alimentos e energia. Segundo ele, a industrialização das matérias-primas do setor contribui para movimentar comércio e indústria e para o desenvolvimento econômico de diferentes regiões do país.

 

“A renda gerada pela produção e pela industrialização das matérias-primas do agro tem sido fundamental para o desenvolvimento do comércio e indústria em todo o país, assim como para o desenvolvimento dos pólos regionais de desenvolvimento, que têm trazido progresso ao país. Então, mais do que energia e alimento, nós estamos falando de desenvolvimento e sustentabilidade”, pontuou Nastari.

 

Na apresentação, Nastari relacionou esse potencial a três desafios globais: segurança energética, segurança alimentar e emergência climática.

 

Renováveis representam quase metade da matriz energética brasileira

 

Na matriz energética brasileira, 49,5% da oferta interna de energia era proveniente de fontes renováveis em 2025, conforme os dados apresentados por Nastari. O percentual é superior à média mundial, de 14,5%, e à média dos países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), de 13,8%.

 

Entre as fontes renováveis, a cana-de-açúcar respondeu por 15,8% da matriz energética brasileira, participação superior à de fontes como a eólica, com 3,1%, e a solar fotovoltaica, com 2,7%.

 

Na comparação internacional apresentada durante a palestra, as fontes renováveis representavam 10% da matriz da China, 9% da dos Estados Unidos, 22% da Alemanha e 10% da matriz japonesa. Na Noruega, o percentual apresentado foi de 55%.

 

Perfil das emissões brasileiras difere de grandes economias

 

As diferenças também aparecem quando analisada a origem das emissões de gases de efeito estufa. Enquanto grandes economias concentram parcela significativa das emissões na produção e no consumo de energia, o Brasil apresenta outra composição.

 

Segundo os dados apresentados, energia sem transportes representa 12% das emissões brasileiras, enquanto o transporte responde por 11%. Uma parcela importante das emissões nacionais está relacionada à mudança do uso da terra e florestas.

 

Em volume, o Brasil registra cerca de 2,1 gigatoneladas de emissões, diante de aproximadamente 51 gigatoneladas no mundo. A China responde por 13,2 gigatoneladas e tem 77% das emissões associadas à energia, sem considerar transportes.

 

Nos Estados Unidos, energia sem transportes representa 57% das emissões e o transporte, 30%. Na União Europeia, os percentuais apresentados foram de 50% e 26%, respectivamente. Na Índia, energia responde por 64% e transportes por 9%.

 

Biocombustíveis diferenciam perfil da frota brasileira

 

A participação dos biocombustíveis nos transportes foi outro ponto da apresentação. Nastari comparou as vendas de veículos novos e a composição das frotas de diferentes países para discutir os caminhos adotados na redução das emissões.

 

Na China, segundo os números apresentados, 27% das vendas de veículos analisadas estavam relacionadas a tecnologias consideradas renováveis, enquanto essa participação era de 7% na frota. Nos Estados Unidos, os percentuais eram de 8% nas vendas e 2% na frota. Na Noruega, chegavam a 89% nas vendas e 25% na frota.

 

No caso brasileiro, Nastari afirmou que 35% da frota pode ser considerada de veículos limpos, segundo o critério adotado na apresentação, principalmente pela participação dos biocombustíveis. Para ele, essa característica precisa ser considerada nas comparações internacionais sobre a descarbonização dos transportes.

 

O especialista também chamou atenção para os critérios usados para mensurar a sustentabilidade. Segundo Nastari, as políticas públicas precisam estabelecer não apenas metas ambientais, mas também parâmetros adequados para verificar se os objetivos estão sendo efetivamente alcançados.

 

“O que é importante para medir sustentabilidade é a escolha do critério que você utiliza para medir a sustentabilidade. Porque a função da política pública é definir a meta. Mas, junto com a meta, definir o critério para medir o cumprimento da meta. Porque se você escolher o critério errado, você pode deixar de atingir os objetivos definidos pela meta”, ponderou.

 

Regulação é apontada como desafio para biocombustíveis

 

Para o presidente da Sociedade Rural Brasileira (SRB), Sérgio Bortolozzo, o potencial brasileiro na produção de biocombustíveis precisa ser acompanhado por avanços no ambiente regulatório. Após a apresentação de Nastari, ele destacou a atuação da entidade junto à frente parlamentar na discussão de projetos para o setor e defendeu regras que favoreçam os diferentes elos da cadeia produtiva.

 

“Eu acho que a produção de biocombustíveis, em especial o etanol, está totalmente dentro do contexto. A Rural continua trabalhando muito forte junto com a nossa frente parlamentar, trabalhando nesses projetos para que a gente procure trazer uma regulação mais eficiente, mais proativa e benéfica, que traga mais benefícios para o produtor rural brasileiro, para os produtores industriais, para o comércio e, principalmente, para o consumidor”, enfatizou.

 

Conselho do Agronegócio da ACSP

 

A discussão integra a atuação do Conselho do Agronegócio da ACSP, que busca aproximar o setor agropecuário do comércio, da indústria e do associativismo empresarial e ampliar o debate sobre o desenvolvimento da cadeia produtiva brasileira. O Conselho do Agronegócio da Associação Comercial de São Paulo tem como missão fomentar o debate acerca dos principais desafios e oportunidades do setor, com o objetivo de formular propostas de políticas públicas nacionais e novos modelos de negócios para as cadeias produtivas de alimentos, fibras e energia renovável.

 

Em sintonia com a agenda de um agronegócio cada vez mais sustentável, o Conselho conecta os principais agentes do segmento, do campo à mesa, a fim de identificar alianças e soluções que promovam geração de emprego e renda ao produtor rural e, consequentemente, a produção de bens agrícolas, com oferta e qualidade.

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28/08/2026 04:45h

Evento de tecnologia e inovação do setor financeiro aconteceu em São Paulo e reuniu especialistas para discutir transformações do mercado. Novidade do Banco alia modernização tecnológica à ampliação do acesso ao crédito e aos serviços na região

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No primeiro dia do Febraban Tech 2026 – evento de tecnologia e inovação do setor financeiro – que aconteceu em São Paulo, o Banco da Amazônia integrou diversos painéis que debateram tecnologia e inovação no setor financeiro. Durante a programação do dia 24 de agosto, o Banco apresentou o Programa Agência 201, uma iniciativa voltada à transformação digital da instituição financeira. A novidade alia a modernização tecnológica ao objetivo de ampliar o acesso ao crédito e aos serviços na Região Amazônica.

O presidente do Banco da Amazônia, Luiz Lessa, destacou a importância da participação no evento para mostrar o que vem sendo realizado pela instituição financeira em relação à transformação digital e às novidades sobre o Programa Agência 201. 

“Neste mês, estamos terminando a implementação do Banco Digital do novo Core. Essas duas ferramentas vão abrir um leque de negócios e de possibilidades para o banco, para que a gente possa, definitivamente, voltar a ser um banco de expressão nacional, forte, voltado para o cliente com o suporte digital de primeira linha, com uma forma de construir produtos muito mais ágeis, com a usabilidade para o cliente muito mais assertiva e disruptiva, atendendo aquilo que tem de mais moderno hoje no mundo. Então, esse é o novo Banco da Amazônia, que se apresentou na Febraban Tech 2026”, disse Lessa.

Na quarta-feira (26), Luiz Lessa participou do painel “Transição Verde e Inclusão Social: cidadania, crédito e educação como pilares da economia sustentável”, no Auditório Febraban – Verde. O debate abordou os desafios para garantir que a transição climática seja também socialmente inclusiva.

Experiência digital e inclusiva na Amazônia Legal

Ao longo do evento, o Banco da Amazônia participou da programação com workshops e debates sobre tecnologia aplicada ao setor financeiro. Apenas na segunda-feira, dia 24 de agosto, o Banco participou de sete painéis, com a apresentação de 15 especialistas da instituição, em temas como meios de pagamento e crédito inteligente. 

O Febraban Tech 2026 promoveu o encontro de inovações em relação às mudanças no banking digital, com abordagem de temas como revolução da IA no crédito, novos métodos de pagamento e modernização do core bancário.

O superintendente executivo de estratégia de clientes e negócios do Banco da Amazônia, Nélio Gusmão, foi um dos participantes do painel “Do potencial ao portfólio: como a estratégia regional vira produto bancário e meios de pagamento”.

Gusmão afirmou que o Banco da Amazônia tem implementado a transformação digital para oferecer serviços adequados à realidade amazônica.

“Estamos aqui na Febraban Tech 2026 apresentando para o Brasil uma transformação digital que o Banco da Amazônia vem passando e vem implementando para poder transformar a realidade do cliente em jornadas muito mais fluidas, uma experiência digital muito mais convidativa e resolvendo problemas que são os desafios regionais que a gente tem nessa Amazônia Continental”, destacou Gusmão.

Ele frisou, ainda, a importância das parcerias para impulsionar a modernização na oferta de serviços na Amazônia Legal. “Com certeza quem ganha mais é o cliente, que vai ter um novo banco para poder chamar seu e uma experiência muito mais digital e inclusiva, com presença financeira e principalidade do cliente da Amazônia”, pontuou. 

Já o diretor de crédito do Banco da Amazônia, Roberto Batista, participou do painel  “Crédito inteligente e desenvolvimento: uma decisão de crédito simulada em tempo real”.

Batista destacou o potencial da Inteligência Artificial (IA) e de ferramentas digitais mais sofisticadas para aprimorar a análise de crédito e ampliar o acesso ao financiamento na Amazônia Legal. Segundo ele, o desafio é combinar tecnologia e responsabilidade na tomada de decisões.

“O nosso grande desafio é conseguir concretizar o sonho de ter uma máquina que seja tão eficiente quanto a inteligência humana na tomada de decisão para o crédito. O objetivo final é conseguir conceder o crédito de maneira responsável, adequada, que seja no volume que o cliente tenha condição de pagar no momento em que ele mais precisa”, enfatizou Batista.

Febraban Tech 2026

Realizado entre os dias 24 e 26 de agosto, no Distrito Anhembi, em São Paulo, o  Febraban Tech 2026 é considerado o maior evento de tecnologia e inovação do setor financeiro. 

O evento é organizado pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban) e reúne líderes, executivos e especialistas de áreas como tecnologia, sustentabilidade, telecomunicações e varejo para discutir as principais transformações da economia digital e o futuro dos serviços financeiros no país.
 

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28/08/2026 04:20h

Estudo encomendado pela CNA alerta para crise fiscal no país e projeta dívida pública equivalente a 95,7% do PIB em 2030

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O governo brasileiro pagou R$ 1,16 trilhão em juros no acumulado de 12 meses até junho deste ano. O dado é de um estudo encomendado pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e apresentado pela auditora do Tesouro Nacional, Selene Peres, durante o evento “Agenda Brasil – Crescimento, Emprego e Competitividade”, realizado pelo Sistema CNA/Senar

Além do elevado volume de juros pagos, o levantamento aponta um cenário de crise fiscal, marcado também pelo crescimento da dívida pública. Historicamente, a Dívida Bruta do Governo Geral (DBGG) oscilava entre 60% e 70% do Produto Interno Bruto (PIB). Mas, em junho de 2026, o valor alcançou R$ 10,8 trilhões, o equivalente a 81,9% do PIB. Mantido o ritmo atual, a projeção apresentada no estudo é de que a dívida chegue a 95,7% do PIB em 2030

O levantamento também destaca que o aumento da arrecadação nos últimos anos não tem sido suficiente para reverter o desequilíbrio das contas públicas. Em 2025, a carga tributária chegou a 34,35% do PIB, sendo 21,60% correspondente à esfera federal. O percentual federal cresceu mais de 2 pontos percentuais em dois anos. Ainda assim, os resultados primários do governo federal têm permanecido recorrentemente deficitários

Despesas obrigatórias pressionam orçamento

Segundo o estudo, na execução orçamentária de 2025, o Brasil gastou R$ 2,3 trilhões em despesas, sem considerar os encargos especiais. Desse total, mais de 60% foram destinados à Previdência Social (47,8%) e à Assistência Social (12,6%), o que evidencia o peso das despesas obrigatórias sobre o orçamento. 

Os demais recursos foram destinados à Saúde (10,4%), Educação (8%), Trabalho (5,2%), Defesa Nacional (4,3%) e outras funções (11,7%)

Além do crescimento das despesas, o estudo aponta problemas relacionados à qualidade da aplicação dos recursos públicos. Entre os principais pontos destacados estão:

  • a falta de avaliação e de indicadores de resultados para políticas e programas públicos; 
  • a sobreposição de ações e a baixa integração entre União, estados e municípios;
  • a baixa execução e a priorização inadequada de investimentos
  • a manutenção de recursos por inércia, e não com base nos resultados alcançados. 

Nesse cenário, a CNA avalia que o aumento da arrecadação acaba sendo absorvido pelo crescimento automático das despesas, reduzindo o espaço para a gestão discricionária dos gastos. 

A entidade defende que as regras fiscais devem garantir a sustentabilidade da dívida pública e propõe medidas como:

  • a simplificação das regras de despesas;
  • a redução das exceções;
  • mecanismos mais efetivos de correção de desvios;
  • maior foco na sustentabilidade da dívida no médio prazo;
  • mais transparência na padronização das estatísticas fiscais. 

Segundo Selene Peres, a política fiscal brasileira tem efeitos diretos sobre o crescimento econômico e o bem-estar da população. Na avaliação da auditora, a responsabilidade fiscal é necessária para criar condições para uma redução sustentável dos juros, enquanto a melhoria da qualidade do gasto e a aplicação de recursos em investimentos estruturantes são fundamentais para estimular o investimento privado e impulsionar o crescimento econômico

“A Agenda Brasil precisa ser construída com medidas que conciliem responsabilidade fiscal e qualidade do gasto e precisamos expandir essa visão para toda população”, disse.

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28/08/2026 04:15h

Mais metade das cidades estão localizadas nos estados de Minas Gerais e de Mato Grosso, que juntos somam 12 entes impedidos; confira a lista completa

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Até quarta-feira, dia 26 de agosto de 2026, 21 municípios brasileiros estavam impedidos de receber o Fundo de Participação dos Municípios (FPM). A maioria dessas cidades está localizada nos estados de Minas Gerais e de Mato Grosso, que juntos somam 12 entes bloqueados. Na sequência aparecem Rio de Janeiro e Tocantins, com três cidades cada. O próximo repasse está previsto para esta sexta-feira (28).

O especialista em orçamento público Cesar Lima explica que o bloqueio dos repasses está relacionado a dívidas com a União ou atrasos na prestação de contas. A orientação de Lima é de que as prefeituras averiguem o que motivou o bloqueio para solucionar o problema e normalizar o recebimento das parcelas.

“É muito importante que os gestores procurem saber, inicialmente, o motivo do bloqueio, se algum débito previdenciário com o regime geral ou próprios de previdência, se deixou de entregar para o Tesouro Nacional os relatórios exigidos pela lei de responsabilidade fiscal, ou mesmo se não pagou algum empréstimo cuja a União seja avalista. O gestor resolvendo, os valores serão imediatamente desbloqueados na conta do município”, destaca Lima.

Lista dos bloqueados do FPM  

  • Domingos Martins (ES)
  • Alfenas (MG)
  • Ibirité (MG)
  • Itambé do Mato Dentro (MG)
  • Itutinga (MG)
  • Papagaios (MG)
  • Sacramento (MG)
  • São João das Missões (MG)
  • Unaí (MG)
  • Campos de Júlio (MT)
  • Conquista D’Oeste (MT)
  • Cuiabá (MT)
  • Santo Antônio do Leverger (MT)
  • Conceição de Macabu (RJ)
  • Petrópolis (RJ)
  • Rio das Flores (RJ)
  • Piratuba (SC)
  • Santa Terezinha (SC)
  • Axixá de Tocantins (TO)
  • Combinado (TO)
  • Paranã (TO)

Como desbloquear o repasse?

O primeiro passo para desbloquear o repasse é a identificação,  pelo gestor público, do órgão que determinou o congelamento. Em seguida, é preciso saber o motivo do bloqueio e regularizar a situação. 

Quando o ente integra a lista de bloqueados do FPM a prefeitura não perde os recursos bloqueados de forma definitiva. Nesse caso, os valores ficam apenas congelados enquanto há pendências.

O Siafi reúne informações referentes a execuções orçamentárias, patrimoniais e financeiras da União. Quando um município é incluído no sistema, a prefeitura fica impedida de receber qualquer ajuda financeira.

FPM: segundo decêndio de agosto

As prefeituras de todo o país partilham, nesta sexta-feira (28), a terceira parcela de agosto do Fundo de Participação dos Municípios (FPM). O total a ser repassado é de R$ 4.624.955.280,10. No mesmo período do ano passado, os entes receberam o total R$ 4.783.336.855,22.

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28/08/2026 04:10h

O preço do açúcar cristal apresenta aumento na capital de São Paulo. A saca de 50 kg é cotada a R$ 110,59

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O preço do café arábica abre esta sexta-feira (28) com recuo de 3,22%, com a saca de 60 kg negociada a R$ 1.742,74 na cidade de São Paulo.

O café robusta também teve recuo de 1,37%, sendo comercializado a R$ 1.021,90.


INDICADOR DO CAFÉ ARÁBICA CEPEA/ESALQ

Data Valor R$ Var./Dia Var./Mês Valor US$
27/08/2026 1.742,74 -3,22% -0,08% 337,35
26/08/2026 1.800,79 -1,12% 3,25% 349,40
25/08/2026 1.821,25 -0,29% 4,42% 353,85
24/08/2026 1.826,58 1,27% 4,72% 354,40
21/08/2026 1.803,76 -0,98% 3,42% 350,79

 

INDICADOR DO CAFÉ ROBUSTA CEPEA/ESALQ

Data Valor R$ Var./Dia Var./Mês Valor US$
27/08/2026 1.021,90 -1,37% -6,47% 197,81
26/08/2026 1.036,13 -1,20% -5,16% 201,03
25/08/2026 1.048,71 -0,94% -4,01% 203,75
24/08/2026 1.058,71 0,64% -3,10% 205,41
21/08/2026 1.051,93 -1,33% -3,72% 204,58

 

O preço do açúcar cristal apresenta aumento na capital de São Paulo. A saca de 50 kg é cotada a R$ 110,59. 

 

INDICADOR DO AÇÚCAR CRISTAL BRANCO CEPEA/ESALQ - SÃO PAULO

Data Valor R$* Var./Dia Var./Mês Valor US$*
27/08/2026 110,59 2,42% 20,86% 21,41
26/08/2026 107,98 1,37% 18,01% 20,95
25/08/2026 106,52 0,96% 16,42% 20,70
24/08/2026 105,51 1,09% 15,31% 20,47
21/08/2026 104,37 0,00% 14,07% 20,10

 

Em Santos (SP), o aumento foi de 2,13%, e a mercadoria é negociada a R$ 128,08 na média de preços sem impostos.

 

Indicador Açúcar Cristal - Santos (FOB)

Data Valor R$* Var./Dia Var./Mês Valor US$*
27/08/2026 128,08 2,13% 20,50% 24,80
26/08/2026 125,41 1,01% 17,99% 24,30
25/08/2026 124,15 -1,37% 16,80% 24,11
24/08/2026 125,87 -0,50% 18,42% 24,44
21/08/2026 126,50 0,39% 19,01% 24,50

 

A saca de 60 kg do milho, por sua vez, é vendida a R$ 69,05 após alta de 0,38%.

 

Data Valor R$* Var./Dia Var./Mês Valor US$*
27/08/2026 69,05 0,38% 5,82% 13,37
26/08/2026 68,79 0,53% 5,43% 13,35
25/08/2026 68,43 0,35% 4,87% 13,29
24/08/2026 68,19 0,43% 4,51% 13,23
21/08/2026 67,90 0,24% 4,06% 13,20

 

Os dados são do Cepea.

 

Diferença entre café arábica e café robusta: características, uso e regiões produtoras

Café arábica e café robusta são as duas principais variedades cultivadas e comercializadas no Brasil, ambas medidas em sacas de 60 kg.

O café arábica (conhecido também como café Conilon, em algumas regiões) tem sabor mais suave, menor teor de cafeína e alta qualidade sensorial, sendo preferido em cafeterias especializadas e nas exportações de cafés premium. Representa cerca de 70% da produção brasileira, com destaque para estados como Minas Gerais e São Paulo.

O café robusta, por sua vez, possui sabor mais amargo, maior concentração de cafeína e corpo mais intenso. É amplamente utilizado na produção de café solúvel e blends comerciais. Seus principais polos produtores são o Espírito Santo e Rondônia, e seu preço costuma ser mais baixo em comparação ao arábica, por conta do perfil mais industrial. 

Como é calculada a saca de açúcar cristal?

A saca de açúcar cristal no Brasil é padronizada em 50 quilos, especialmente para comercialização no mercado atacadista e para uso na indústria alimentícia. Essa unidade de medida é adotada pelo Cepea/Esalq-USP, principal fonte de cotações diárias do açúcar cristal no país.

Qual o peso da saca de milho no Brasil?

A saca de milho equivale a 60 kg de grãos, mesmo padrão utilizado para soja e trigo. Essa medida é oficializada por instituições como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Cepea, sendo amplamente usada em negociações e relatórios de preço do milho.

 

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28/08/2026 04:05h

A carcaça suína especial apresenta estabilidade de preço nos atacados da Grande São Paulo, onde o quilo custa R$ 7,38

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O preço do boi gordo apresenta alta de 0,58% nesta sexta-feira (28). Em São Paulo, a arroba é negociada a R$ 344,50.

 

INDICADOR DO BOI GORDO CEPEA/ESALQ

Data Valor R$* Var./Dia Var./Mês Valor US$*
27/08/2026 344,50 0,58% -0,59% 66,69
26/08/2026 342,50 -0,25% -1,17% 66,45
25/08/2026 343,35 0,04% -0,92% 66,71
24/08/2026 343,20 0,00% -0,97% 66,74
21/08/2026 343,20 -0,72% -0,97% 66,74

 

Preço do frango congelado e frango resfriado

No mercado de frango, os preços apresentam estabilidade na Grande São Paulo, em São José do Rio Preto e em Descalvado. O frango congelado é vendido a R$ 7,30, enquanto o frango resfriado custa R$ 7,27.

 

PREÇOS DO FRANGO CONGELADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP

Data Valor R$ Var./Dia Var./Mês
27/08/2026 7,30 0,00% 2,24%
26/08/2026 7,30 0,14% 2,24%
25/08/2026 7,29 0,00% 2,10%
24/08/2026 7,29 0,97% 2,10%
21/08/2026 7,22 0,70% 1,12%

 

PREÇOS DO FRANGO RESFRIADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP

Data Valor R$ Var./Dia Var./Mês
27/08/2026 7,27 0,00% 1,68%
26/08/2026 7,27 0,14% 1,68%
25/08/2026 7,26 0,00% 1,54%
24/08/2026 7,26 0,28% 1,54%
21/08/2026 7,24 0,84% 1,26%

 

Preço da carcaça suína especial e suíno vivo

A carcaça suína especial apresenta estabilidade de preço nos atacados da Grande São Paulo, onde o quilo custa R$ 7,38.

Entre os estados analisados, o suíno vivo registra o menor preço no Paraná, onde o animal é comercializado a R$ 4,53.

 

PREÇOS DA CARCAÇA SUÍNA ESPECIAL (R$/kg)

Data Média Var./Dia Var./Mês
27/08/2026 7,38 0,00% -10,22%
26/08/2026 7,38 0,00% -10,22%
25/08/2026 7,38 1,51% -10,22%
24/08/2026 7,27 -1,49% -11,56%
21/08/2026 7,38 0,00% -10,22%

 

INDICADOR DO SUÍNO VIVO CEPEA/ESALQ (R$/kg)

Data Estado Valor R$* Var./Dia Var./Mês
27/08/2026 MG - posto 5,02 0,00% -4,74%
27/08/2026 PR - a retirar 4,53 0,00% -2,58%
27/08/2026 RS - a retirar 4,62 0,00% -2,94%
27/08/2026 SC - a retirar 4,58 0,44% -5,57%
27/08/2026 SP - posto 4,86 0,00% -4,71%

 

Os dados são do Cepea.
 

O que é o boi gordo? Entenda o termo do mercado bovino

O boi gordo é o bovino macho pronto para o abate, com peso mínimo de 16 arrobas líquidas de carcaça (aproximadamente 240 kg) e até 42 meses de idade. Atende aos padrões do mercado nacional e internacional, incluindo exportações para Europa, China e cota Hilton.

Diferenças entre frango congelado e frango resfriado

O frango congelado passa por congelamento rápido, com temperaturas abaixo de -12°C, garantindo maior vida útil para armazenamento e transporte a longas distâncias.

Já o frango resfriado é mantido entre 0°C e 4°C, com validade de 5 a 7 dias, oferecendo textura e sabor mais próximos do fresco, ideal para consumidores exigentes e restaurantes.


 

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28/08/2026 04:00h

O trigo tem aumento de preço no Rio Grande do Sul e recuo no Paraná

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A saca de 60 quilos da soja inicia sexta-feira (28) em alta no interior do Paraná e na região litorânea de Paranaguá. 

No mercado paranaense, o grão apresenta aumento de 0,82%, com a saca negociada a R$ 149,21. Em Paranaguá, a alta foi de 0,31%, levando a cotação para R$ 155,05.

 

INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANÁ

Data Valor R$* Var./Dia Var./Mês Valor US$*
27/08/2026 149,21 0,82% 8,70% 28,88
26/08/2026 148,00 1,31% 7,82% 28,71
25/08/2026 146,08 -0,16% 6,42% 28,38
24/08/2026 146,31 -0,27% 6,59% 28,39
21/08/2026 146,70 0,31% 6,87% 28,53

 

INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANAGUÁ 

Data Valor R$* Var./Dia Var./Mês Valor US$*
27/08/2026 155,05 0,31% 7,00% 30,01
26/08/2026 154,57 0,57% 6,67% 29,99
25/08/2026 153,70 -0,10% 6,07% 29,86
24/08/2026 153,86 0,12% 6,18% 29,85
21/08/2026 153,68 -0,61% 6,05% 29,89

 

Trigo

O trigo tem aumento de preço no Rio Grande do Sul e recuo no Paraná.

No Paraná, a tonelada do cereal é comercializada a R$ 1.449,36. No Rio Grande do Sul, o produto é vendido a R$ 1.345,65.

 

PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - RIO GRANDE DO SUL

Data Valor R$/t* Var./Dia Var./Mês Valor US$/t*
27/08/2026 1.345,65 0,42% 1,80% 260,48
26/08/2026 1.340,05 0,23% 1,37% 260,00
25/08/2026 1.336,93 0,98% 1,14% 259,75
24/08/2026 1.323,93 -0,21% 0,16% 256,87
21/08/2026 1.326,73 0,00% 0,37% 258,02

 

PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - PARANÁ

Data Valor R$/t* Var./Dia Var./Mês Valor US$/t*
27/08/2026 1.449,36 -0,33% 3,09% 280,56
26/08/2026 1.454,12 0,81% 3,43% 282,13
25/08/2026 1.442,46 0,24% 2,60% 280,25
24/08/2026 1.438,99 -0,54% 2,35% 279,20
21/08/2026 1.446,76 0,19% 2,90% 281,36

 

Os dados são do Cepea.

 

O que é uma saca de soja ou de trigo? Entenda a unidade de medida no mercado de grãos

A saca de soja e a saca de trigo são as principais unidades de comercialização de grãos no Brasil. Cada saca equivale a 60 quilos, padrão adotado por órgãos oficiais como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

Esse formato padronizado facilita o comércio da soja e do trigo, além de permitir um acompanhamento mais preciso das cotações e variações de preços no mercado nacional.

 

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27/08/2026 21:00h

O volume total negociado na B3 foi de R$ 23.066.811.335, em meio a 3.567.099 de negócios

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O Ibovespa fechou o pregão desta quinta-feira (27) em alta de 0,43%, aos ​175.329,46 pontos, após oscilar ao longo do dia.

A sessão foi marcada por maior cautela entre os investidores no mercado brasileiro. No exterior, as bolsas dos Estados Unidos avançam, apoiadas pelo desempenho das ações de tecnologia.

Os resultados divulgados na véspera pela Nvidia, empresa norte-americana de tecnologia e uma das principais fabricantes de chips do mundo, aumentaram o interesse dos investidores pelo setor. O movimento pode favorecer uma realocação de recursos para ações de tecnologia e reduzir o fluxo destinado a mercados mais ligados a commodities, como o brasileiro, pressionando o Ibovespa

 

Maiores altas e quedas 

Ações em alta no Ibovespa

  • Wetzel S.A. Non-Cum Perp Pfd Registered Shs (MWET4F) +39,29%
  • Braskem S.A. (BRKM3) +24,84%

Ações em queda no Ibovespa

  • Azevedo & Travassos SA (AZEV3) -43,07%
  • Azevedo & Travassos SA (AZEV3F) -41,94%

 

O volume total negociado na B3 foi de R$ 23.066.811.335, em meio a 3.567.099 de negócios.

Os dados da bolsa podem ser consultados no site da B3.  
 

O que é o Ibovespa e como ele funciona?

O Ibovespa (Índice Bovespa) é o principal indicador do mercado acionário brasileiro. Calculado pela B3, ele reflete a média do desempenho das ações mais negociadas na bolsa, com base em critérios de volume e liquidez. O índice é composto por uma carteira teórica de ativos, que representa cerca de 80% do volume financeiro total negociado no mercado.

O que é a B3, a bolsa de valores do Brasil?

A B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) é a bolsa de valores oficial do Brasil, sediada em São Paulo. É responsável pela negociação de ações, derivativos, títulos públicos e privados, câmbio e outros ativos financeiros. A B3 está entre as maiores bolsas do mundo em infraestrutura e valor de mercado.     


 

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27/08/2026 20:30h

O euro, por sua vez, encerrou o pregão cotado a R$ 6,01

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O dólar comercial encerrou a sessão desta quinta-feira (27) cotado na faixa de R$ 5,16, com leve alta de 0,21% em relação ao dia anterior. 

No cenário internacional, os investidores acompanham as tensões geopolíticas, que voltaram a influenciar os preços do petróleo. As atenções também estão voltadas para o Simpósio de Jackson Hole, nos Estados Unidos, onde o presidente do Federal Reserve (Fed), Kevin Warsh, deve discursar nesta sexta-feira (28).

Sem a divulgação de indicadores econômicos de maior impacto nesta sessão, a expectativa é de oscilações mais limitadas para o real. Segundo Leonel Oliveira Mattos, analista de inteligência de mercados da StoneX, empresa de serviços financeiros, a moeda brasileira tende a apresentar movimentação lateral enquanto os investidores aguardam novas sinalizações sobre os próximos passos da política monetária dos Estados Unidos.

O índice DXY, que mede a força do dólar frente a outras moedas globais, fechou aos 99,25 pontos.

 

Cotação do euro

O euro, por sua vez, encerrou o pregão cotado a R$ 6,01.

 

Cotações

A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.

Código BRL USD EUR GBP JPY CHF CAD AUD
BRL 1 0,1937 0,1663 0,1425 30,8718 0,1558 0,2684 0,2693
USD 5,1628 1 0,8583 0,7357 159,39 0,8042 1,3856 1,3899
EUR 6,0132 1,1651 1 0,8572 185,70 0,9370 1,6142 1,6194
GBP 7,0153 1,3593 1,1666 1 216,63 1,0930 1,8831 1,8893
JPY 0,0324 0,0063 0,0054 0,0046 1 0,5045 0,0087 0,0087
CHF 6,4198 1,2435 1,0673 0,9149 198,20 1 1,7227 1,7283
CAD 3,7260 0,7217 0,6195 0,5310 115,04 0,5805 1 1,0031
AUD 3,7135 0,7195 0,6175 0,5293 114,68 0,5786 0,9969 1

 

Os dados são da Investing.com.
 

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27/08/2026 19:00h

Confira aqui o resultado do sorteio que ocorre nesta quinta-feira (27) no Espaço da Sorte, em São Paulo (SP)

O concurso 3050 da Mega-Sena foi realizado nesta quinta-feira (27/08/2026), no Espaço da Sorte, em São Paulo, e divulgado pela Caixa Econômica Federal. O sorteio não teve vencedores na faixa principal.

próximo sorteio está marcado para domingo (30/08/2026), com prêmio estimado em R$ 30.000.000,00. Aproveite a oportunidade e faça sua aposta para concorrer.

Números sorteados Mega-Sena 3050

11 - 14 - 30 - 38 - 49 - 55

Prêmios do concurso 3050

  • Sena (6 acertos): Não houve ganhadores
  • Quina (5 acertos): 26 apostas ganhadoras, R$ 55.536,51
  • Quadra (4 acertos): 1.682 apostas ganhadoras, R$ 1.415,06

Como jogar na Mega-Sena

Para participar, basta escolher de 6 a 15 números entre os 60 disponíveis no volante. A aposta mínima custa R$ 5,00, e quanto mais números você marcar, maior o preço — mas também maiores as chances de ganhar. Os sorteios acontecem três vezes por semana, às terças, quintas e sábados, sempre às 21h (horário de Brasília).

Probabilidades de acerto

Números apostados Probabilidade de acertar 6 dezenas
6 números 1 em 50.063.860
7 números 1 em 7.151.980
8 números 1 em 1.787.995
9 números 1 em 595.998
10 números 1 em 238.399
15 números 1 em 10.003

Bolão

Para aumentar as chances de ganhar, é possível participar de bolões organizados pelas lotéricas ou formar um grupo de apostas. O valor mínimo por cota é de R$ 6,00, e o bolão pode ter de 2 a 100 cotas.

Facilite sua aposta na loteria com Surpresinha e Teimosinha

Quer apostar sem complicação? Use a Surpresinha e deixe o sistema escolher os números para você — uma forma prática e rápida de participar dos sorteios.

Prefere insistir nos seus números da sorte? Aposte com a Teimosinha e concorra com a mesma combinação por 2, 3, 4, 6, 8, 9 ou até 12 concursos seguidos, aumentando suas chances de ganhar sem precisar refazer a aposta a cada sorteio.

Curiosidade: para onde vai o dinheiro arrecadado?

Parte da arrecadação das apostas da Mega-Sena é destinada a programas sociais do governo federal, como:

  • Educação (FIES)
  • Esporte (comitês olímpico e paralímpico)
  • Cultura e segurança pública
  • Saúde e seguridade social
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