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Baixar áudioA nova edição do Boletim InfoGripe, divulgada na quinta-feira (7) pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), revela que o aumento dos casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) no país é causado pelo período sazonal de maior circulação do vírus da influenza A e do vírus sincicial respiratório (VSR).
Segundo o levantamento, o crescimento das notificações já era esperado para esta época do ano, com maior intensidade prevista para meados de maio. No entanto, como a circulação da influenza A começou mais cedo em 2026, especialmente no Norte e Nordeste do país, alguns estados dessas regiões já apresentam sinais de queda nos casos confirmados pela doença.
Por outro lado, toda a Região Sul, alguns estados do Norte — como Acre, Rondônia e Roraima — e do Sudeste — como São Paulo e Espírito Santo —, além de Alagoas, continuam registrando avanço nos casos de SRAG associados à influenza A.
O boletim também alerta para o aumento das ocorrências de SRAG provocadas pelo VSR, vírus que afeta principalmente crianças menores de 2 anos. O crescimento foi identificado em estados de todas as regiões do país, entre eles Amapá, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Espírito Santo, Maranhão, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraíba, Pernambuco, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo.
Já Acre, Goiás, Roraima e Rondônia apresentam sinais de queda dos casos de VSR, enquanto em Alagoas, Amazonas, Mato Grosso, Sergipe e Tocantins, o cenário é de estabilidade ou oscilação.
Os casos de SRAG associados à Covid-19 apresentam tendência de alta apenas nos estados do Ceará e Maranhão.
Com exceção de Paraná e São Paulo, todas as unidades da federação apresentam incidência de SRAG em níveis de alerta, risco ou alto risco. Em grande parte delas, há tendência de crescimento no longo prazo, como Acre, Alagoas, Amapá, Amazonas, Distrito Federal, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraíba, Pará, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro e Santa Catarina.
Entre as capitais, 18 registram atividade de SRAG em níveis de alerta, risco ou alto risco, com sinal de crescimento de SRAG na tendência de longo prazo. Estão nessa lista Belém (PA), Belo Horizonte (MG), Brasília (DF), Campo Grande (MS), Cuiabá (MT), Florianópolis (SC), Goiânia (GO), João Pessoa (PB), Macapá (AP), Maceió (AL), Manaus (AM), Natal (RN), Porto Alegre (RS), Rio Branco (AC), Rio de Janeiro (RJ), São Luís (MA), São Paulo (SP) e Teresina (PI).
Segundo o InfoGripe, na maioria dessas capitais, o aumento das internações por SRAG ocorre principalmente entre crianças menores de 2 anos. O destaque é para Maceió, Palmas e Campo Grande, onde também foi observado crescimento dos casos entre idosos.
Nas últimas quatro semanas epidemiológicas, a distribuição dos vírus entre os casos positivos de SRAG foi a seguinte:
Entre os óbitos, a presença dos mesmos agentes foi:
O levantamento do InfoGripe tem como base os dados inseridos no Sistema de Informação da Vigilância Epidemiológica da Gripe, atualizados até 2 de maio, e é referente à Semana Epidemiológica (SE) 17. Confira outros detalhes no link.
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Baixar áudioO julgamento no Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a nova divisão dos royalties do petróleo foi suspenso na quinta-feira (7) após pedido de vista do ministro Flávio Dino, acolhido pelo presidente da Corte, ministro Edson Fachin. A análise havia começado na sessão da última quarta-feira (6) e, até o momento, apenas a relatora, ministra Cármen Lúcia, apresentou voto.
Os ministros julgam a constitucionalidade da Lei 12.734/2012, alvo das Ações Diretas de Inconstitucionalidade (ADIs) 4.916, 4.917, 4.918, 4.920, 5.038 e 5.621. A norma ampliou a distribuição dos royalties do petróleo para estados e municípios de todo o país, reduzindo a parcela destinada aos entes produtores, como Rio de Janeiro, Espírito Santo e São Paulo.
Em seu voto, Cármen Lúcia se posicionou contra as mudanças e defendeu a inconstitucionalidade da lei. A ministra também ampliou esse entendimento para outros dispositivos, além dos questionados diretamente nas ações.
Segundo a relatora, a legislação ultrapassou os limites de uma simples revisão de percentuais e alterou a lógica constitucional das compensações financeiras pagas aos entes afetados pela exploração mineral e petrolífera.
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Para a ministra, embora os recursos naturais pertençam à União, a Constituição assegura tratamento diferenciado aos estados e municípios que sofrem impactos diretos da atividade econômica. “A compensação financeira não se vincula à exploração em si, mas aos problemas que ela gera”, afirmou.
A discussão no Supremo ocorre porque, em 2013, uma liminar concedida pela própria Cármen Lúcia suspendeu os efeitos da Lei 12.734/2012 e manteve as regras anteriores de distribuição. Essa decisão continua válida até hoje.
A Confederação Nacional de Municípios (CNM), que defende a redistribuição dos royalties, afirma que a suspensão da lei provocou perdas superiores a R$ 111 bilhões aos municípios entre 2013 e 2024. Durante sustentação oral no STF, o consultor jurídico da entidade, Ricardo Hermany, defendeu uma divisão mais ampla dos recursos.
“Com a judicialização, é preciso trazer luzes especificamente para a questão municipal. O federalismo fiscal brasileiro exige uma melhor distribuição e os impactos sociais já foram demonstrados pela Procuradoria-Geral da República, que a excessiva concentração não traz melhorias sociais”, afirmou.
No fim de abril, Hermany participou de reuniões com ministros do Supremo para apresentar uma proposta construída em conjunto com 19 estados de diferentes regiões do país. Segundo ele, as distorções ficam evidentes ao comparar municípios vizinhos do Rio de Janeiro.
Enquanto Maricá arrecadou cerca de R$ 19.158 por habitante em royalties, São Gonçalo, município mais populoso, recebeu aproximadamente R$ 54 por morador no mesmo período.
O presidente da CNM, Paulo Ziulkoski, acompanhou o primeiro dia de julgamento no plenário do STF. Segundo ele, uma eventual vitória da entidade poderia gerar acréscimo de cerca de R$ 20 bilhões ao Fundo de Participação dos Municípios (FPM).
“A nossa luta vem há mais de 13 anos. Foi consagrado por nós aqui, quando derrubamos o veto da ex-presidente Dilma. De lá pra cá, jamais esmorecemos. Mês a mês, ano a ano, Marcha após Marcha, nós reforçamos o quanto essa questão é importante para os municípios”, declarou.
Do outro lado da disputa, entidades do Rio de Janeiro defendem a manutenção da liminar que suspendeu a lei. A Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) divulgou manifesto afirmando que a decisão é fundamental para “garantir estabilidade institucional, previsibilidade jurídica e respeito ao pacto federativo consagrado pela Constituição”.
“É o tema mais urgente para o nosso estado e tem causado muita preocupação a todos. Temos que nos unir para defender o que é nosso por direito. Só em 2025 deixamos de ganhar R$ 25 bilhões, e em troca disso recebemos uma compensação financeira de R$ 11 bilhões. E isso provoca um problema em uma escala econômica”, diz trecho do manifesto.
Após a suspensão do julgamento, a Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan) voltou a cobrar uma solução definitiva para o tema. Segundo a entidade, a indefinição prolonga um ambiente de insegurança jurídica para o estado, os municípios fluminenses e toda a cadeia produtiva de petróleo e gás.
“O voto da ministra reforça argumentos já apresentados pela federação, como, por exemplo, o de que os estados produtores já abrem mão da arrecadação de ICMS incidente sobre a venda de óleo na origem”, afirmou a Firjan.
De acordo com a federação, o Rio de Janeiro deixou de arrecadar cerca de R$ 64 bilhões em ICMS, repassados a outros estados ao longo do último ano.
Ao justificar o pedido de vista, Flávio Dino afirmou que o voto da relatora esclareceu pontos centrais da controvérsia, mas disse considerar necessário aprofundar a análise de alguns aspectos do processo, especialmente diante das mudanças legislativas ocorridas nas últimas duas décadas.
Copiar o textoO euro, por sua vez, encerrou o pregão cotado em torno de R$ 5,79
Baixar áudioO dólar concluiu o último pregão cotado a R$ 4,89. O resultado foi influenciado pela divulgação de dados do mercado de trabalho dos Estados Unidos, que vieram acima do esperado.
O cenário reforçou a percepção de resiliência da economia daquele país, apesar do choque de energia provocado pela guerra no Irã.
O principal indicador do mercado de trabalho do país norte-americano confirmou a criação de mais de 115 mil vagas no mês abril. A taxa de desemprego ficou em 4,3%.
Vale destacar que a divisa já vinha de queda desde a abertura, reflexo da estabilidade dos contratos futuros de petróleo.
O euro, por sua vez, encerrou o pregão cotado em torno de R$ 5,79.
A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.
| CÓDIGO | 🇧🇷 BRL | 🇺🇸 USD | 🇪🇺 EUR | 🇬🇧 GBP | 🇯🇵 JPY | 🇨🇭 CHF | 🇨🇦 CAD | 🇦🇺 AUD |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| BRL | 1 | 0,2044 | 0,1727 | 0,1493 | 32,0210 | 0,1587 | 0,2795 | 0,2808 |
| USD | 4,8932 | 1 | 0,8485 | 0,7336 | 156,68 | 0,7764 | 1,3677 | 1,3802 |
| EUR | 5,7904 | 1,1785 | 1 | 0,8646 | 184,67 | 0,9152 | 1,6119 | 1,6266 |
| GBP | 6,6663 | 1,3632 | 1,1566 | 1 | 213,61 | 1,0585 | 1,8647 | 1,8817 |
| JPY | 0,0312 | 0,0064 | 0,0054 | 0,0047 | 1 | 0,4955 | 0,0087 | 0,0088 |
| CHF | 6,3024 | 1,2880 | 1,0929 | 0,9447 | 201,75 | 1 | 1,7616 | 1,7773 |
| CAD | 3,5776 | 0,7312 | 0,6204 | 0,5363 | 114,58 | 0,5677 | 1 | 1,0089 |
| AUD | 3,5607 | 0,7248 | 0,6148 | 0,5315 | 113,55 | 0,5627 | 0,9909 | 1 |
Os dados são da Investing.com.
Copiar o textoPesquisa apresentada no 10º Salão do Turismo indica impacto de R$ 40,7 bilhões na economia em 2025
Baixar áudioTurismo em Unidades de Conservação injetou R$ 40,7 bi na economia brasileira em 2025, segundo estudo do ICMBio, elaborado no âmbito do Programa Natureza com as Pessoas, que conta com o apoio do Ministério do Turismo.
O estudo apresentado nesta quinta-feira (7), durante o 10º Salão do Turismo, em Fortaleza (CE), apontou que cada R$ 1 investido nas Unidades de Conservação federais do Brasil gera retorno de R$ 15,60 para a economia.
Para o Ministro do Turismo, Gustavo Feliciano, os números reforçam o potencial que o Brasil tem no turismo de natureza. “E mostram que nossas Unidades de Conservação são cada vez mais reconhecidas como destinos estratégicos para o país”, completou.
Socióloga e diretora de Criação e Manejo de Unidades de Conservação do ICMBio, Iara Vasco reforça que a pesquisa, ainda não publicada oficialmente, integra o Programa Natureza com as Pessoas, lançado durante o 9º Salão do Turismo, em 2024. “Desde então, começamos a compreender o Turismo de Base Comunitária nas reservas extrativistas como uma alternativa que vai além do manejo de recursos naturais, mas também como um potencial econômico, e não apenas financeiro, impulsionando uma cadeia produtiva da qual nós sequer tínhamos dimensão”, afirma.
Thiago Beraldo, pesquisador e presidente do Grupo de Turismo em Áreas Protegidas da União Internacional para a Conservação da Natureza (UICN/IUCN), explicou que a metodologia do estudo aplicou mais de 2 mil questionários em oito UCs federais e também é replicada em vários países.
“Existem duas formas de avaliar uma UC: a análise financeira e a análise econômica. Elas respondem a perguntas distintas e levam a conclusões diferentes. Na análise econômica, avaliamos tudo o que o turista deixa na economia do município onde a Unidade está localizada.”
O Salão do Turismo é promovido pelo Ministério do Turismo, com apoio do Governo do Ceará e da Prefeitura de Fortaleza. O evento reúne representantes das 27 unidades da Federação e apresenta atrações ligadas à gastronomia, artesanato, cultura, tecnologia e inovação no setor turístico.
Copiar o texto10º Salão do Turismo destaca cultura, negócios e destinos turísticos do Brasil
Baixar áudioNo Dia Nacional do Turismo, data celebrada nesta sexta-feira (8), o 10º Salão do Turismo transformou Fortaleza (CE) na vitrine oficial do setor no Brasil. O evento vai até este sábado (9). Pela primeira vez realizado na região Nordeste, o salão ocupa o Centro de Eventos do Ceará para conectar a cadeia produtiva, autoridades e o público interessado na diversidade cultural brasileira.
O Ministro do Turismo, Gustavo Feliciano, ressaltou que o salão é uma oportunidade de integração nacional. “O Salão é a melhor oportunidade para o brasileiro conhecer, em um só lugar, novos destinos e culturas de todo o Brasil. Viajar é para todo mundo, e este evento mostra que o turismo tem um leque enorme de possibilidades. Também é um espaço de qualificação e, principalmente, de negócios.”
No primeiro dia do evento, ocorrido nesta quinta-feira (7), o ministro anunciou a liberação de R$ 1 bilhão em crédito via Fundo Geral de Turismo (Fungetur) para microempreendedores individuais (MEIs) de baixa renda inscritos no CadÚnico.
O Ministério do Turismo também apresentou o “Guia Para Atender Bem Turistas Neurodivergentes”, que reúne orientações para qualificar o atendimento e ampliar a acessibilidade em destinos turísticos de todo o país.
Com a presença de expositores de todas as 27 unidades federativas, o evento funciona como um hub de negócios. Empreendedores locais utilizam o espaço para estreitar conexões e buscar novos fornecedores.
É o caso de Vívian Sales, coordenadora da área comercial da empresa Fortaleza Fruit, localizada no bairro Papicu da capital. Ela destacou que o foco é a negociação: "Viemos para estreitar conexões. Trabalhamos com frutas congeladas e temperos e passamos nos estandes para conhecer produtos e negociar demandas de outras regiões para atender chefes de cozinha locais", afirmou.
O público que circulou pelo Centro de Eventos aprovou a diversidade. A cantora cearense Maria Adelino relatou que o evento surpreende pela riqueza cultural. “Estou achando tudo incrível. Tem muitos brindes em todos os estandes. Está tudo muito lindo, música ao vivo, cultura muito rica em todos os lugares. Estou amando”, comentou.
Até mesmo o público estrangeiro acompanha a movimentação. A italiana Donatella Festa, que reforma uma pousada na praia Canoa Quebrada (CE), no município de Aracati (CE), buscou o evento para entender as ofertas do mercado brasileiro e utilizar ferramentas digitais de cadastramento turístico. “Me parece tudo muito interessante [no Salão do Turismo]. Já participei de uma reunião sobre um aplicativo da Embratur. Vou me cadastrar para entender melhor”, contou.
Diversidade: Ao visitar o espaço das Macrorregiões, o público pode explorar as experiências, a culinária e os destinos de todos os estados brasileiros. A identidade nacional ganha os holofotes na área de Manifestações Culturais, onde o palco recebe a grandiosidade dos bois-bumbás do Festival de Parintins, o humor consagrado dos comediantes cearenses, o ritmo do forró e muito mais.
Diversão e Culinária: Para as famílias e os viajantes, dos mais tranquilos aos mais radicais, o setor de Parques e Atrações apresenta as melhores opções de diversão espalhadas pelo país. Os sabores inconfundíveis da nossa terra estão reunidos no Armazém da Agricultura Familiar, que conta com 18 expositores, de nove estados, e mais de 80 produtos diferentes, complementando as belezas do espaço de Artesanato com produtos de moda e decoração criados pelas mãos de 37 artesãos, de 14 estados.
Negócios: Os profissionais e empresários também têm foco e presença garantidos. A 2ª edição do Brasil Mais Crédito para o Turismo oferece orientação técnica e apoio direto para acesso a linhas de financiamento do Fundo Geral de Turismo (Fungetur), permitindo simulações de crédito no próprio local. O Espaço para Negócios promove encontros e rodadas ideais para impulsionar o crescimento do seu empreendimento, enquanto o Núcleo do Conhecimento traz especialistas do setor para debater tendências e capacitar o mercado de turismo no Brasil e no mundo.
Copiar o textoO volume total negociado na B3 foi de R$ 33.185.051.015, em meio a 4.062.718 negócios
Baixar áudioO índice da bolsa de valores brasileira (Ibovespa) fechou o último pregão cotado aos 184.108 pontos. O resultado foi registrado em meio a divulgação de dados do mercado de trabalho dos Estados Unidos. Foram criados de mais de 115 mil vagas em abril.
Uma maior estabilidade nos contratos futuros de petróleo também influenciou os resultados do índice.
Essa movimentação também contribui para queda dos juros futuros, provocando alívio na pressão sobre empresas ligadas à economia doméstica.
Confira as ações com melhor e pior desempenho no último fechamento:
Ações em alta no Ibovespa
Ações em queda no Ibovespa
O volume total negociado na B3 foi de R$ 33.185.051.015, em meio a 4.062.718 negócios.
Os dados da bolsa podem ser consultados no site da B3.
O Ibovespa (Índice Bovespa) é o principal indicador do mercado acionário brasileiro. Calculado pela B3, ele reflete a média do desempenho das ações mais negociadas na bolsa, com base em critérios de volume e liquidez. O índice é composto por uma carteira teórica de ativos, que representa cerca de 80% do volume financeiro total negociado no mercado.
A B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) é a bolsa de valores oficial do Brasil, sediada em São Paulo. É responsável pela negociação de ações, derivativos, títulos públicos e privados, câmbio e outros ativos financeiros. A B3 está entre as maiores bolsas do mundo em infraestrutura e valor de mercado.
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Baixar áudioCada vez mais brasileiros têm acesso à internet móvel de última geração. Em menos de quatro anos desde o início da implantação comercial do 5G, o Brasil ultrapassou a marca de 1,5 mil municípios com acesso à cobertura.
Segundo dados mais recentes do Governo do Brasil, o sinal já está presente em 1.521 municípios, 3,5% acima da meta de 1.469 cidades prevista para este ano. Em relação ao mesmo período do ano passado, o crescimento chega a cerca de 64%. A expectativa do Ministério das Comunicações é que, até o fim deste ano, a tecnologia esteja disponível para aproximadamente 80% da população brasileira.
“Quando a gente leva conectividade, a gente tá melhorando a segurança pública, a cidadania, mais acesso a serviços digitais. Hoje os principais serviços públicos estão todos no digital”, destacou o ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho.
O ministério enxerga o resultado como uma combinação de fatores. Entre eles estão os investimentos realizados pelas operadoras após o leilão do 5G, a atuação coordenada entre o Ministério das Comunicações e a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e a simplificação de regras para a instalação de infraestrutura, como antenas e redes de transmissão. Além disso, políticas públicas voltadas à inclusão digital e à interiorização da conectividade ajudaram a ampliar o alcance da tecnologia para além dos grandes centros urbanos.
A implantação da rede faz parte da estratégia do governo para interiorizar o 5G no Brasil e expandir o acesso à conectividade em todas as regiões do país. Com todas as capitais já atendidas, os esforços agora se concentram em levar conectividade de alta velocidade para municípios de pequeno e médio porte.
A partir do cronograma definido pela Anatel, que estabelece metas progressivas, a ampliação da cobertura prevê alcançar 30% das cidades com menos de 30 mil habitantes até dezembro de 2026, 60% em 2027, 90% em 2028 e chegar à universalização, ou seja, 100% em 2029.
“Estamos atravessando a maior transformação de conectividade da nossa história. Nosso objetivo é acelerar esse processo e, se possível, antecipar a expansão para 2027, garantindo que cada vez mais brasileiros tenham acesso ao 5G”, completou Siqueira Filho.
Nesta semana, quatro empresas arremataram o leilão da faixa de 700 MHz por um total de R$ 23 milhões. O lote deve beneficiar mais de 864 localidades, principalmente áreas rurais e remotas, além de levar conectividade a cerca de 6,5 mil quilômetros de rodovias federais em 16 estados, trechos que ainda sofrem com a falta de sinal, com investimento estimado em R$ 2 bilhões.
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Baixar áudioAmpliar o acesso à informação, cultura local e serviços de utilidade pública na Amazônia Legal. Foi com este objetivo que o Ministério das Comunicações autorizou a instalação de duas novas rádios comunitárias nos municípios de Sinop (MT) e Porto Velho (RO). A medida tem o potencial de beneficiar cerca de 680 mil pessoas.
As portarias de autorização foram publicadas no Diário Oficial da União na última quarta-feira (6). A iniciativa é voltada para associações comunitárias sem fins lucrativos, responsáveis por operar as emissoras e produzir conteúdos voltados às necessidades das próprias comunidades.
O ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira FIlho, reforça que o compromisso do governo é ampliar cada vez mais o acesso à comunicação de qualidade. “A gente entende que a radiodifusão beneficia a população com entretenimento, com o jornalismo seguro, com combate a fake news, com combate a desinformação. Então, a gente está valorizando a radiodifusão no Brasil”, afirmou.
A rádio comunitária é uma estação de baixa potência que leva informação e integração social à comunidade onde está inserida, estimulando a difusão de ideias, cultura e tradições. Dessa forma, fortalece o convívio social e contribui para o desenvolvimento local.
Qualquer comunidade do Brasil pode solicitar a abertura de uma emissora, desde que cumpra requisitos e formalidades exigidos pelo Ministério das Comunicações.
Além disso, o ministério disponibiliza o Espaço do Radiodifusor, onde uma equipe especializada fica disponível para tirar as dúvidas em relação à obtenção de outorga para rádio comunitária. O serviço funciona tanto de forma presencial, na sede do órgão, em Brasília (DF), quanto por telefone ou e-mail: (61) 2027-6397 e [email protected]. O horário de atendimento é das 8h às 12h e das 13h às 18h.
Copiar o textoO concurso 3680 da Lotofácil foi realizado nesta sexta-feira (08/05/2026), no Espaço da Sorte, em São Paulo, e divulgado pela Caixa Econômica Federal. 3 apostadores acertaram as 15 dezenas e levaram para casa o prêmio de R$ 2.251.225,30. Os bilhetes premiados foram adquiridos em Visconde do Rio Branco (MG), Ribeirão Preto (SP) e São Paulo (SP).
O prêmio estimado para o próximo concurso da Lotofácil, de número 3681, que será realizado no sábado, 9 de abril de 2026, está estimado em R$ 2.000.000,00. Aproveite a oportunidade e faça sua aposta para concorrer!
01 - 02 - 03 - 04 - 05 - 07 - 08 - 09 - 11 - 15 - 16 - 19 - 22 - 24 - 25
A aposta mínima, de 15 números, custa R$ 3,50 com chance de 1 em 3.268.760 e a máxima custa R$ 46.512 com chance de 1 em 211.
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Quantidade de números jogados |
Valor da aposta |
|---|---|
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15 |
R$ 3,50 |
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16 |
R$ 48,00 |
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17 |
R$ 408,00 |
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18 |
R$ 2.448,00 |
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19 |
R$ 11.628,00 |
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20 |
R$ 46.512,00 |
De segunda-feira a sábado, às 21h.
Quer apostar sem complicação? Use a Surpresinha e deixe o sistema escolher os números para você — uma forma prática e rápida de participar dos sorteios.
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Baixar áudioA previsão do tempo para a Região Sul neste sábado (9), de acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), é de variação entre muitas e poucas nuvens em quase todo o Rio Grande do Sul.
No Paraná, Santa Catarina e microrregiões gaúchas de Erechim, Sananduva e Vacaria, a previsão é de chuvas fortes.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 9°C em Curitiba. Já a máxima pode chegar até 20°C, em Curitiba e Florianópolis. A umidade relativa do ar varia entre 40% e 95%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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