03/09/2026 19:30h

Moeda americana chegou a R$ 5,07 durante a sessão, em meio à queda dos rendimentos dos títulos do Tesouro dos Estados Unidos

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O dólar fechou o pregão aos R$ 5,10, após abrir a quinta-feira em queda e chegar à mínima de R$ 5,07 durante a sessão. O movimento acompanhou a trajetória da moeda no exterior, com o DXY, índice que compara a moeda americana com seis divisas de economias desenvolvidas, também em baixa.

A pressão sobre a moeda americana ocorre em meio à queda dos rendimentos dos títulos do Tesouro dos Estados Unidos, os Treasuries. O movimento veio após dados de emprego privado, medidos pelo ADP, ficarem abaixo das expectativas e de declarações de John Williams, do Federal Reserve, moderarem as apostas em um novo aperto monetário.

No cenário doméstico, o mercado segue atento às pesquisas eleitorais. No exterior, investidores também aguardam a divulgação do payroll, relatório de emprego dos Estados Unidos, que pode fornecer novas pistas sobre os próximos passos da política de juros do Federal Reserve.
 

Cotação do euro

O euro, por sua vez, encerrou o pregão cotado a R$ 5,90.

 

Cotações

A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.

Código     BRL     USD     EUR     GBP     JPY     CHF     CAD     AUD
    BRL 1 0,1960 0,1685 0,1448 30,5185 0,1582 0,2701 0,2736
    USD 5,1033 1 0,8598 0,7392 155,74 0,8073 1,3785 1,3883
    EUR 5,9067 1,1630 1 0,8597 181,12 0,9388 1,6029 1,6146
    GBP 6,9051 1,3529 1,1633 1 210,70 1,0921 1,8647 1,8783
    JPY 3,27681 0,642076 0,55212 0,474609 1 0,5183 0,88513 0,89142
    CHF 6,3214 1,2388 1,0649 0,9157 192,93 1 1,7060 1,7203
    CAD 3,7021 0,7254 0,6242 0,5363 113,00 0,5857 1 1,0085
    AUD 3,6562 0,7203 0,6193 0,5324 112,18 0,5815 0,9928 1

Os dados são da Investing.com.
 

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03/09/2026 19:00h

Índice encerra o pregão aos 185.188,13 pontos, com investidores atentos ao cenário eleitoral e à valorização de ações de peso

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O Ibovespa fechou o pregão aos 185.188,13 pontos, em alta, com investidores atentos às pesquisas eleitorais e ao cenário político brasileiro. O índice chegou a operar acima dos 187 mil pontos durante a manhã, quando registrava avanço de 1,39%.

Segundo analistas, os ativos brasileiros continuam apresentando desempenho positivo em meio ao cenário eleitoral mais aquecido, movimento potencializado pela melhora do fluxo de recursos para o mercado local.

Entre os destaques, as ações da Petrobras avançaram com a valorização do petróleo no mercado internacional. Os papéis preferenciais da companhia chegaram a subir 1,5% durante a sessão.

O setor financeiro também teve desempenho positivo. As ações do Itaú avançaram 1,93%, enquanto os papéis do BTG tiveram alta de 2,6%.

Com a queda dos juros futuros, empresas mais sensíveis às taxas também ganharam força. As ações da Renner subiram 2,82%, enquanto a Magazine Luiza avançou 4,44%.
 

Maiores altas e quedas 

Ações em alta no Ibovespa

  • Azevedo & Travassos SA (AZEV3) +35,39%
  • Azevedo & Travassos SA (AZEV3) +28,59%

Ações em queda no Ibovespa

  • Dotz SA (DOTZ3) -14,63%

  • Azul S.A. (AZUL99) -14,31%

 

O volume total negociado na B3 foi de R$ 34.902.313.785, em meio a 4.525.242 de negócios.

Os dados da bolsa podem ser consultados no site da B3.  
 

O que é o Ibovespa e como ele funciona?

O Ibovespa (Índice Bovespa) é o principal indicador do mercado acionário brasileiro. Calculado pela B3, ele reflete a média do desempenho das ações mais negociadas na bolsa, com base em critérios de volume e liquidez. O índice é composto por uma carteira teórica de ativos, que representa cerca de 80% do volume financeiro total negociado no mercado.

O que é a B3, a bolsa de valores do Brasil?

A B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) é a bolsa de valores oficial do Brasil, sediada em São Paulo. É responsável pela negociação de ações, derivativos, títulos públicos e privados, câmbio e outros ativos financeiros. A B3 está entre as maiores bolsas do mundo em infraestrutura e valor de mercado.   

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03/09/2026 18:40h

Condição de instabilidade atinge os três estados e temperaturas variam de 8°C a 23°C nas capitais

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A sexta-feira (4) será de muitas nuvens e possibilidade de chuva isolada nos três estados da Região Sul, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

No Rio Grande do Sul, Porto Alegre terá mínima de 8°C e máxima de 18°C, com muitas nuvens e possibilidade de chuva isolada. No restante do estado, a nebulosidade também predomina, enquanto áreas do oeste e da Campanha Gaúcha apresentam períodos com menor cobertura de nuvens.

Em Santa Catarina, Florianópolis registra temperaturas entre 18°C e 22°C, também com muitas nuvens e possibilidade de chuva isolada. A instabilidade alcança principalmente o leste catarinense, enquanto áreas do oeste têm variação de nebulosidade.

No Paraná, Curitiba terá mínima de 11°C e máxima de 23°C, com muitas nuvens e possibilidade de chuva isolada. A condição de maior nebulosidade predomina em grande parte do estado, com possibilidade de precipitação em áreas do sul e leste paranaense.

 

O QUE É PRECIPITAÇÃO?

A radiação solar e o vento promovem a evaporação; o vapor resfriado condensa em núcleos, formando nuvens e, quando as gotículas ou cristais crescem o suficiente, ocorre precipitação. Considera-se precipitação toda água líquida ou sólida que cai das nuvens e alcança o solo (garoa, chuva, chuva/garoa congelante, neve, granizo, graupel, etc.). Sua quantidade é medida por pluviômetro (com registro contínuo via pluviógrafo) e expressa preferencialmente em milímetros.
 

5 motivos para acompanhar as previsões do tempo

  • Agricultura: garantia de uma boa colheita;
  • Marinha: proteção de marinheiros, navios e passageiros;
  • Aeronáutica: segurança de pilotos, aeronaves e passageiros;
  • Pesca: condições favoráveis e seguras para a atividade;
  • Turismo: garantia de passeios e viagens tranquilas e agradáveis.

Importância das observações meteorológicas no INMET

As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).

As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

 

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03/09/2026 18:30h

Possibilidade de chuva isolada alcança o Distrito Federal e áreas do norte da região

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A sexta-feira (4) será de muitas nuvens em grande parte do Centro-Oeste, com possibilidade de chuva isolada em áreas mais ao norte da região, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

No Distrito Federal, Brasília terá muitas nuvens e possibilidade de chuva isolada. Os termômetros variam entre 20°C e 31°C.

Em Goiás, a previsão indica maior presença de nuvens no centro e no sul do estado, enquanto áreas do norte goiano podem registrar chuva isolada. Em Goiânia, a temperatura varia de 21°C a 35°C, com muitas nuvens.

Em Mato Grosso, há possibilidade de chuva isolada principalmente no norte do estado. Nas áreas centrais e no sul mato-grossense, o céu permanece com muitas nuvens. Cuiabá terá mínima de 27°C e máxima de 38°C.

Em Mato Grosso do Sul, muitas nuvens predominam na maior parte do estado, com períodos de menor nebulosidade em áreas do centro-sul. Em Campo Grande, os termômetros ficam entre 22°C e 32°C.
 

5 motivos para acompanhar as previsões do tempo

  • Agricultura: garantia de uma boa colheita;
  • Marinha: proteção de marinheiros, navios e passageiros;
  • Aeronáutica: segurança de pilotos, aeronaves e passageiros;
  • Pesca: condições favoráveis e seguras para a atividade;
  • Turismo: garantia de passeios e viagens tranquilas e agradáveis.

Importância das observações meteorológicas no INMET

As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).

As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

 

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03/09/2026 18:20h

São Paulo terá maior presença de nebulosidade, enquanto Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo registram períodos com poucas nuvens

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A sexta-feira (4) terá variação de nebulosidade na Região Sudeste, com maior presença de nuvens em São Paulo e tempo com poucas nuvens nos demais estados, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

Em São Paulo, muitas nuvens predominam em boa parte do território. Na capital, os termômetros variam entre 14°C e 27°C.

No Rio de Janeiro, a previsão indica poucas nuvens na maior parte do estado. Na capital, a temperatura mínima será de 18°C, com máxima de 30°C.

Em Minas Gerais, o tempo também fica com poucas nuvens na maior parte do território. Em Belo Horizonte, a mínima prevista é de 17°C, enquanto a máxima chega a 27°C.

No Espírito Santo, poucas nuvens predominam ao longo do dia. Em Vitória, as temperaturas variam entre 16°C e 31°C, a maior máxima prevista entre as capitais do Sudeste.
 

5 motivos para acompanhar as previsões do tempo

  • Agricultura: garantia de uma boa colheita;
  • Marinha: proteção de marinheiros, navios e passageiros;
  • Aeronáutica: segurança de pilotos, aeronaves e passageiros;
  • Pesca: condições favoráveis e seguras para a atividade;
  • Turismo: garantia de passeios e viagens tranquilas e agradáveis.

Importância das observações meteorológicas no INMET

As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).

As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).


 

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03/09/2026 18:12h

No cenário nacional, petista tem 39% por cento das intenções de voto, contra 33% por cento do senador. Resultado mostra queda gradual da vantagem de Lula

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A mais recente pesquisa Datafolha para a eleição presidencial, divulgada nesta quinta-feira (3), aponta que o eleitorado brasileiro permanece dividido em contextos regionalizados. Enquanto Luiz Inácio Lula da Silva (PT) continua com uma margem favorável no Norte e no Nordeste, Flávio Bolsonaro (PL) lidera as intenções de voto no Sudeste, Sul e Centro-Oeste no primeiro turno.

No cenário nacional, o petista conta com 39% das intenções de voto, e Flávio Bolsonaro soma 33%. Na sequência aparecem Ronaldo Caiado (PSD), com 5%; Renan Santos (Missão), com 4%; Romeu Zema (Novo), com 3%; e Augusto Cury (Avante), com 2%. Votos brancos e nulos somam 6%, enquanto 4% declararam-se indecisos.

No mês de junho, a diferença entre Lula e Flávio no 1º turno era de 10 pontos (41% a 31%). No mês seguinte, ficou entre oito pontos na segunda quinzena (40% a 32%). Agora, a distância caiu para seis pontos, o que aponta para uma diminuição gradual na vantagem do petista no período analisado.

Blocos regionais

No Nordeste, Lula responde por 53% da preferência, contra 25% de Flávio Bolsonaro. Contudo, Flávio Bolsonaro assume a liderança nas outras três regiões do país. No Sul, o senador lidera com 38%, enquanto Lula obtém 33%. No Sudeste, o registro é de 36% a 33% a favor do parlamentar liberal. 

No recorte envolvendo Norte/Centro-Oeste, o cenário aponta 35% a 33%, a favor de Flávio contra Lula.

Perspectivas para o segundo turno

Em um eventual embate direto de segundo turno, o resultado nacional aponta 47% para Lula e 43% para Flávio Bolsonaro. Votos brancos, nulos ou em nenhum somam 9%, e 2% não responderam.

VEJA MAIS:

O desenho regional indica que o desfecho da disputa dependerá do comportamento do eleitorado no Sudeste e da migração dos votos depositados nos candidatos de terceira via no Centro-Sul, além da capacidade de manutenção dos percentuais de Lula no Norte e Nordeste.

Avaliação negativa do governo Lula sobe de 38% para 41%

A avaliação negativa do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva aumentou na comparação com o levantamento realizado na segunda quinzena de julho. Agora, 41% dos eleitores consideram a gestão petista como ruim ou péssima. Outros 33% afirmaram que o governo é ótimo ou bom. 25% avaliam a administração como regular. Um por cento não soube responder.

No mês de julho, a avaliação negativa do governo chegava a 38%, ao passo que 32% relatavam uma percepção positiva. Para 28%, a gestão era regular. 

Já a aprovação do trabalho de Lula como presidente aparece em 47%. A desaprovação chega a 50%, e 3% dos entrevistados não opinaram.

De acordo com pesquisa realizada na segunda quinzena de julho, 49% dos eleitores aprovavam a atuação de Lula na Presidência, enquanto 48% desaprovavam.

Sobre a pesquisa

A pesquisa foi realizada com eleitores de 16 anos ou mais, por meio de entrevistas presenciais em pontos de circulação de pessoas. O levantamento utilizou questionário estruturado, com checagem de pelo menos 20% das entrevistas feitas por cada entrevistador.

O trabalho de campo ocorreu nos dias 18 e 19 de agosto de 2026, em 128 municípios de todo o país, com 2.058 entrevistas. A margem de erro máxima é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, considerando nível de confiança de 95%. O levantamento foi realizado para a Folha de S.Paulo e a TV Globo. A pesquisa está registrada no TSE, com o código BR-04496/2026.
 

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03/09/2026 18:10h

Palmas e Porto Velho podem registrar chuva isolada; temperaturas chegam a 38°C em Rondônia e no Acre

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A sexta-feira (4) será de muitas nuvens em grande parte da Região Norte, com ocorrência de chuva em algumas áreas, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

No Tocantins, há possibilidade de chuva isolada, inclusive em Palmas, onde os termômetros variam entre 24°C e 37°C. A condição também alcança áreas do centro e sul do estado.

No Pará, o céu permanece com muitas nuvens em Belém, com temperaturas entre 24°C e 35°C. No oeste paraense, há previsão de pancadas de chuva isoladas, enquanto nas demais áreas predomina a nebulosidade.

No Amapá, Macapá registra muitas nuvens, com mínima de 24°C e máxima de 33°C. A mesma condição predomina em grande parte do estado.

Em Roraima, Boa Vista terá muitas nuvens e temperaturas entre 26°C e 36°C. Há previsão de pancadas isoladas no oeste do estado.

No Amazonas, Manaus terá mínima de 28°C e máxima de 37°C, com muitas nuvens. Pancadas de chuva isoladas são esperadas no oeste e noroeste amazonense, enquanto a nebulosidade predomina nas demais áreas.

Em Rondônia, Porto Velho registra temperaturas entre 25°C e 38°C, com possibilidade de chuva isolada. Áreas do norte e oeste do estado podem ter pancadas de chuva.

No Acre, Rio Branco terá muitas nuvens, com mínima de 23°C e máxima de 38°C. No norte e oeste acreano, há previsão de pancadas isoladas, enquanto o restante do estado permanece com maior presença de nuvens.

 

5 motivos para acompanhar as previsões do tempo

  • Agricultura: garantia de uma boa colheita;
  • Marinha: proteção de marinheiros, navios e passageiros;
  • Aeronáutica: segurança de pilotos, aeronaves e passageiros;
  • Pesca: condições favoráveis e seguras para a atividade;
  • Turismo: garantia de passeios e viagens tranquilas e agradáveis.

Importância das observações meteorológicas no INMET

As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).

As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

 

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03/09/2026 18:00h

Precipitações isoladas podem atingir áreas da faixa leste da região

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A sexta-feira (4) terá variação de nebulosidade e possibilidade de chuva em parte do litoral do Nordeste. No interior da região, a previsão indica predomínio de muitas nuvens, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

Na Bahia, Salvador terá muitas nuvens e possibilidade de chuva isolada, com temperaturas entre 22°C e 29°C. A condição de chuva também alcança áreas do oeste baiano, enquanto no centro do estado há predomínio de céu com menor nebulosidade.

Em Sergipe, Aracaju terá muitas nuvens, com mínima de 24°C e máxima de 29°C. A possibilidade de chuva fica concentrada principalmente em áreas próximas ao litoral.

Em Alagoas, Maceió registra temperaturas entre 22°C e 30°C, com muitas nuvens e possibilidade de chuva isolada. A mesma condição ocorre principalmente no leste alagoano.

Em Pernambuco, Recife terá mínima de 23°C e máxima de 30°C, também com possibilidade de chuva isolada. As precipitações ficam concentradas sobretudo na Zona da Mata e no litoral.

Na Paraíba, João Pessoa terá muitas nuvens e possibilidade de chuva isolada, com temperaturas entre 23°C e 31°C. A instabilidade se concentra principalmente no leste paraibano.

No Rio Grande do Norte, Natal registra mínima de 23°C e máxima de 31°C, com muitas nuvens e possibilidade de chuva isolada. A condição também pode ocorrer no leste potiguar.

No Ceará, Fortaleza terá muitas nuvens, com temperaturas entre 25°C e 32°C. No restante do estado, predomina o tempo com nebulosidade variável.

No Piauí, Teresina terá mínima de 22°C e máxima de 38°C, com muitas nuvens. A maior parte do estado permanece sem indicação de chuva significativa.

No Maranhão, São Luís registra temperaturas entre 25°C e 33°C, com muitas nuvens. No interior maranhense, também predomina a nebulosidade, enquanto áreas do oeste do estado podem registrar pancadas isoladas.
 

O QUE É PRECIPITAÇÃO?

A radiação solar e o vento promovem a evaporação; o vapor resfriado condensa em núcleos, formando nuvens e, quando as gotículas ou cristais crescem o suficiente, ocorre precipitação. Considera-se precipitação toda água líquida ou sólida que cai das nuvens e alcança o solo (garoa, chuva, chuva/garoa congelante, neve, granizo, graupel, etc.). Sua quantidade é medida por pluviômetro (com registro contínuo via pluviógrafo) e expressa preferencialmente em milímetros.
 

5 motivos para acompanhar as previsões do tempo

  • Agricultura: garantia de uma boa colheita;
  • Marinha: proteção de marinheiros, navios e passageiros;
  • Aeronáutica: segurança de pilotos, aeronaves e passageiros;
  • Pesca: condições favoráveis e seguras para a atividade;
  • Turismo: garantia de passeios e viagens tranquilas e agradáveis.

Importância das observações meteorológicas no INMET

As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).

As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

 

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03/09/2026 12:00h

Bloco europeu comprou US$ 1,8 bilhão em produtos de origem animal do Brasil em 2025; setor tenta redirecionar vendas

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A partir desta quinta-feira (3) está suspensa a exportação de produtos de origem animal do Brasil para a União Europeia (UE). A medida inclui carne de frango, bovina e suína, além de ovos, mel, pescados e animais vivos destinados à produção de alimentos e decorre da aplicação da legislação do bloco europeu que restringe o uso de determinados antimicrobianos na produção animal — como antibióticos.

Em 2025 a UE importou US$ 1,8 bilhão em produtos de origem animal do Brasil, o equivalente a 368,1 mil toneladas, segundo dados do Agrostat - Sistema de Estatísticas de Comércio Exterior do Agronegócio Brasileiro

No setor de frango, a expectativa é que a suspensão seja revertida em novembro, após a conclusão da auditoria europeia. Até lá, as perdas podem chegar a aproximadamente US$ 243 milhões, considerando a média mensal exportada pelo Brasil ao bloco neste ano, de US$ 97,136 milhões

Segundo o Relatório Anual 2026 da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), o Paraná é o principal estado exportador de carne de frango do país, com 2.103.688 toneladas embarcadas em 2025, o equivalente a 40,76% do total. Santa Catarina aparece em segundo lugar, com 1.201.818 toneladas, seguida por Rio Grande do Sul, São Paulo e Goiás

No mercado de carne bovina, o estado paranaense ocupou a décima posição entre as UF exportadoras em 2025, com 46.819 toneladas, segundo o Beef Report 2026, da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (ABIEC)

De acordo com a Federação da Agricultura do Estado do Paraná (FAEP), o embargo europeu pode provocar um impacto superior a US$ 392,2 milhões por ano nas principais cadeias pecuárias do estado: avicultura e bovinocultura de corte

Principais estados exportadores de carne de frango em 2025

  1. Paraná — 2.103.688 toneladas (40,76%)

  2. Santa Catarina — 1.201.818 toneladas (23,28%)
  3. Rio Grande do Sul — 686.359 toneladas (13,30%)
  4. São Paulo — 330.828 toneladas (6,41%)
  5. Goiás — 272.908 toneladas (5,29%)
  6. Minas Gerais — 199.637 toneladas (3,87%)
  7. Mato Grosso do Sul — 178.244 toneladas (3,45%)
  8. Mato Grosso — 99.639 toneladas (1,93%)
  9. Distrito Federal — 75.241 toneladas (1,46%)
  10. Espírito Santo — 3.354 toneladas (0,06%)

Carne bovina

No caso da carne bovina, o setor brasileiro pode deixar de exportar cerca de US$ 1,828 bilhão entre setembro deste ano e julho de 2028, tempo necessário para adaptação da cadeia às novas exigências. O valor considera a média mensal de embarques registrada ao longo de 2026. 

Na avaliação do professor de Agronegócio Global do Insper, Marcos Jank, o impacto da suspensão sobre as exportações brasileiras não deve ser tão expressivo, uma vez que a União Europeia representa um mercado menor em comparação com a China

Segundo dados da ABIEC, o Brasil exportou 4.529.156 toneladas de carne bovina em 2025. Desse total, 2.143.058 toneladas tiveram a China como destino, enquanto 231.456 toneladas foram embarcadas para o mercado europeu

“O que acontece na Europa é que eles pagam preços melhores, porque a gente atende diversos segmentos lá, por isso, os preços são mais altos do que em outros lugares do mundo. Mas os volumes são bastante baixos e restringidos por cotas”, afirma Jank. 

Por outro lado, o professor também destaca a abertura, pelos Estados Unidos, de uma cota de três meses para a importação de 300 mil toneladas de carne bovina do Brasil e do Paraguai como uma alternativa para o redirecionamento das exportações. 

“Parte do que a gente deixou de vender para a União Europeia vai para os Estados Unidos, que estão precisando de carne. Os Estados Unidos estão em um ano muito ruim de produção e é por isso que o tarifaço não entrou para carne bovina”, destaca. 

Principais estados exportadores de carne bovina em 2025 

  1. Mato Grosso — 822.920 toneladas
  2. São Paulo — 697.145 toneladas
  3. Goiás — 431.837 toneladas
  4. Mato Grosso do Sul — 386.259 toneladas
  5. Rondônia — 312.878 toneladas
  6. Minas Gerais — 274.884 toneladas
  7. Pará — 242.910 toneladas
  8. Tocantins — 137.086 toneladas
  9. Rio Grande do Sul — 96.515 toneladas
  10. Paraná — 46.819 toneladas

Impacto no mercado interno

O professor do Departamento de Economia da Universidade de Brasília (ECO/UnB), José Luis Oreiro, avalia que a restrição europeia pode pressionar para baixo os preços das carnes de frango e bovina no mercado brasileiro

“O redirecionamento de mais de 100 mil toneladas de carne bovina e 230 mil toneladas de frango, que antes iriam para a Europa, vai aumentar imediatamente a oferta disponível no mercado interno. O mercado interno brasileiro tem capacidade para absorver esse volume excedente, mas o aumento da disponibilidade local pressiona as margens de lucro dos frigoríficos e pode resultar em produtos mais baratos nos supermercados”, explica. 

O especialista em comércio exterior e sócio da Barral Parente Pinheiro Advogados, Celso Figueiredo, tem avaliação diferente. Para ele, a suspensão não deve provocar impacto significativo nos preços das carnes no mercado interno, diante da participação relativamente pequena da União Europeia nas exportações brasileiras e da existência de outros mercados compradores

“Também tem muita questão do mercado consumidor interno brasileiro que acaba dando um direcionamento muito mais forte e direto na dinâmica de preços. Eventualmente, se houver um aumento no consumo muito maior do que [a oferta] de carne bovina e frango no Brasil, pode ser que assim haja um aumento de preços aqui no mercado brasileiro”, afirma. 

Expectativa de retomada das exportações

Em resposta às exigências da União Europeia, o Brasil adotou, desde 1º de julho, novos procedimentos para o controle do uso de antimicrobianos na cadeia de proteínas e de outros produtos de origem animal

Como mostrou o Estadão, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva enviou, em 31 de julho, uma carta à presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, na qual pediu a reinclusão do Brasil na lista de fornecedores de carne de frango e mel do bloco antes da conclusão das auditorias europeias sobre o sistema brasileiro de controle de antimicrobianos na produção animal. 

No caso do frango e do mel, a exclusão do Brasil da lista poderá ser revertida em novembro, após a conclusão da auditoria europeia e a análise dos resultados pelas instâncias competentes. 

Já para a carne bovina, o período de restrição pode ser mais longo. O produto brasileiro pode permanecer fora do mercado europeu até meados de 2028, em razão do tempo necessário para adaptação da cadeia às novas exigências. O ciclo de vida dos bovinos pode durar de 24 a 36 meses. Por isso, ainda não há previsão de uma auditoria europeia específica, já que o Brasil ainda não teria animais com o ciclo completo após a adoção do novo protocolo. 

Associações do setor de carnes

Associações brasileiras do setor de carnes demonstram preocupação com a interrupção das exportações de produtos de origem animal do Brasil para a União Europeia.

Em nota, a ABIEC informou que atua em conjunto com os demais elos da cadeia produtiva e presta suporte técnico ao Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), autoridade sanitária brasileira responsável pelas negociações com as autoridades europeias. 

No âmbito da iniciativa privada, a entidade informou ter desenvolvido, em conjunto com a Associação Brasileira das Empresas de Certificação por Auditoria e Rastreabilidade (ABCAR) e a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), um protocolo privado de controle do uso de antimicrobianos

“O protocolo, que faz parte das garantias oficiais brasileiras, já está em processo de execução junto à cadeia, sendo que 100% das empresas associadas à ABIEC e habilitadas ao mercado europeu estão aderidas”, informa. 

A ABPA, por sua vez, informou em nota que acompanha, junto ao governo brasileiro, o andamento da missão europeia responsável por inspecionar o sistema brasileiro de produção de carne de frango. Segundo a entidade, o trabalho tem ocorrido de forma satisfatória até o momento. 

A entidade ressalta ainda que a avicultura brasileira já atende integralmente aos requisitos estabelecidos pela UE para a importação de carne de frango. 

Mercados alternativos

Entre os possíveis destinos para os volumes que deixarem de ser enviados à União Europeia, José Luis Oreiro cita China e Estados Unidos, que, segundo ele, têm capacidade e escala para absorver parte da oferta excedente. 

“Outra alternativa é o Oriente Médio, um mercado com forte poder de compra, que já representa uma grande fatia das exportações de frango e carne bovina brasileira, especialmente em operações com certificação halal”, sugere. 

Celso Figueiredo também aponta a Ásia como uma alternativa, diante do crescimento das exportações brasileiras para a região nos últimos anos. 

Vietnã abriu mercado para carne em 2025. Existe uma expectativa de exportar cada vez mais para a Indonésia. Existe uma expectativa de abrir o mercado japonês. Mas eu diria que nada seria de curto prazo no caso desses países asiáticos. O mais provável é o redirecionamento para países que já têm uma previsibilidade de cota ou de abertura comercial imediata, além do próprio mercado brasileiro”, afirma. 

Em nota, a ABIEC ressalta que a carne bovina brasileira continuará sendo comercializada nos mercados para os quais o país está habilitado. A entidade afirma ainda que não há previsão de substituição automática do mercado europeu, uma vez que cada destino possui demandas específicas por produtos e cortes. 

“A prioridade da ABIEC é contribuir para que esse fluxo comercial seja restabelecido no menor prazo possível, preservando a diversificação dos destinos, a competitividade da cadeia e a presença internacional da carne bovina brasileira”, conclui. 

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03/09/2026 04:55h

Pesquisa do SESI aponta ainda excesso de tempo de tela entre jovens e obesidade como principal doença crônica

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Quase metade dos trabalhadores da indústria brasileira não pratica atividade física nos momentos de lazer. Além disso, um em cada cinco profissionais relata nível elevado de estresse. É o que revela o VigIndústria Brasil - levantamento do Serviço Social da Indústria (SESI) divulgado na terça-feira (1º), durante o Conecta Saúde 2026, em São Paulo.

O estudo também aponta que 71% dos trabalhadores consomem poucas frutas e hortaliças. Entre os entrevistados, cerca de 34% passam três horas ou mais por dia em computadores, tablets ou celulares durante o tempo de lazer, seja para acessar redes sociais, assistir a filmes ou jogar. Entre os trabalhadores com menos de 30 anos, esse percentual chega a 48%.

A especialista em saúde integral do SESI, Georgia Matos, chama atenção para os efeitos da exposição prolongada às telas entre os trabalhadores mais jovens. Segundo ela, as consequências podem ir além da falta de descanso adequado.

“O que a gente percebeu é que os trabalhadores jovens, principalmente, têm apresentado indicadores de risco relacionados à hiper conexão, com muito tempo de tela. Isso tem interferido no sono, na qualidade dos relacionamentos e no nível de estresse. É algo que chamou atenção, e acho que as indústrias precisam ficar muito atentas”, considera.  

O VigIndústria é realizado em parceria entre o SESI, o Conselho Nacional do SESI (CN-SESI) e o Ministério da Saúde. O levantamento busca identificar fatores de risco e diferentes necessidades dos trabalhadores para orientar empresas na definição de prioridades e no planejamento de ações de promoção da saúde e prevenção de doenças crônicas.

Ainda segundo Georgia Matos, os dados podem ser usados pelas empresas para direcionar ações a grupos com necessidades específicas.

“Os dados precisam chegar à tomada de decisão. Se identificamos, por exemplo, uma concentração maior de determinado fator de risco em uma população, essa informação deve ajudar a orientar programas, campanhas, acompanhamento e ações específicas para aquele grupo”, afirma.

Estresse está entre os pontos de atenção

Além do nível elevado de estresse, relatado por 20,3% dos trabalhadores, 18,7% afirmaram ter dificuldade para relaxar e aproveitar o tempo de lazer. Entre os menores de 30 anos, a proporção chega a 21%.

Por meio de nota, o diretor administrativo adjunto da Associação Nacional de medicina do Trabalho (ANAMT) Ricardo de Almeida Sebba, afirmou que os dados da pesquisa revelam um acúmulo preocupante de fatores de risco. Para ele, inatividade física, alimentação inadequada, excesso de peso, estresse persistente, sono de má qualidade e uso excessivo de telas não atuam isoladamente, já que se somam e potencializam seus efeitos ao longo dos anos.

“Esse conjunto aumenta a probabilidade de obesidade, hipertensão arterial, alterações do colesterol, diabetes tipo 2, doenças cardiovasculares, acidente vascular cerebral e alguns tipos de câncer. Também favorece perda de condicionamento físico, redução de força muscular, dores e limitações osteomusculares. No campo da saúde mental, pode contribuir para distúrbios do sono, ansiedade, depressão e esgotamento profissional”, explica.

“No ambiente profissional, as consequências podem aparecer como fadiga, menor capacidade de concentração e tomada de decisão, queda da capacidade para o trabalho, presenteísmo, aumento do absenteísmo, afastamentos prolongados e incapacidade precoce”, complementa Sebba.

Obesidade lidera entre as doenças crônicas

A obesidade aparece como a condição crônica mais frequente entre as investigadas pelo VigIndústria e está presente em 22,7% dos trabalhadores. Na sequência estão os problemas crônicos de coluna, relatados por 19%, o colesterol alto, com 17%, e a hipertensão, com 16%.

Clique aqui para ter acesso à íntegra do estudo 

O levantamento também mostra aumento da prevalência de algumas doenças conforme a idade avança. É o caso do diabetes, identificado em 5,7% do total de entrevistados. O percentual passa de 3% entre os trabalhadores com menos de 30 anos para 8% na faixa de 40 a 59 anos e chega a 22% entre aqueles com 60 anos ou mais.

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Ricardo de Almeida Sebba reforça que uma vida saudável não exige que todos se tornem atletas, mas requer regularidade e compromisso com hábitos sustentáveis.

“O primeiro passo é incorporar o movimento à rotina. Para adultos, recomenda-se acumular entre 150 e 300 minutos semanais de atividade física moderada ou entre 75 e 150 minutos de atividade vigorosa, além de exercícios de fortalecimento muscular em pelo menos dois dias da semana”, orienta. Por fim, não é tecnicamente correto atribuir toda a responsabilidade ao trabalhador. As empresas também precisam criar condições reais para escolhas saudáveis”, pontua.

Para o presidente do Conselho Nacional do SESI, Fausto Junior, os resultados podem contribuir para orientar a gestão da saúde dos trabalhadores de acordo com as necessidades identificadas em diferentes regiões.

“Nesse processo, o SESI desempenha um papel complementar ao Sistema Único de Saúde (SUS), conforme previsto na Constituição e na legislação. Pela sua capilaridade e presença no mundo do trabalho, pode somar esforços e ampliar o alcance das ações de promoção, prevenção e cuidado junto aos trabalhadores da indústria. Essa articulação entre governo, Sistema Indústria e empresas é fundamental para transformar conhecimento em melhores condições de saúde e qualidade de vida”, destaca.

Maioria considera segurança uma prioridade no trabalho

O levantamento também avaliou como os trabalhadores percebem a segurança no ambiente profissional. Para 84% dos entrevistados, a segurança é importante para a empresa. Mais de sete em cada dez também afirmam que a organização prioriza a prevenção e consideram o ambiente de trabalho seguro.

Há diferenças, porém, quando o levantamento considera o treinamento para situações de emergência e prevenção de acidentes conforme o porte das empresas. Entre trabalhadores de micro e pequenas indústrias, 56% afirmam receber esse tipo de treinamento. Nas médias e grandes empresas, o percentual sobe para 68%.

VigIndústria

O levantamento foi realizado entre julho e dezembro de 2025 e ouviu 57.952 trabalhadores de 825 empresas. Ao todo, foram analisados 33 indicadores, distribuídos em seis dimensões: sociodemográfica; comportamentos de risco; bem-estar mental; morbidade referida; percepção de saúde e autocuidado; e cultura de segurança.

A proposta é reunir informações sobre fatores de risco e necessidades dos profissionais para subsidiar a definição de prioridades e o planejamento de medidas de promoção da saúde e prevenção de doenças.
 

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