21/07/2026 04:55h

Exposições, oficinas, contação de histórias e experiências em realidade virtual integram a agenda voltada para crianças, jovens e adultos ao longo do mês

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Durante as férias escolares, o Centro Cultural Banco da Amazônia (CCBA), em Belém (PA), oferece uma programação gratuita com atrações para toda a família. O espaço reúne exposições, atividades educativas, oficinas e visitas mediadas, com atrações para crianças, jovens e adultos ao longo de todo o mês de julho. Além disso, há mostras que estarão abertas ao público gratuitamente até outubro.

Segundo a coordenadora do Centro Cultural Banco da Amazônia, Claudia Aguilla, a programação de férias reforça o papel do espaço como um ambiente de lazer, cultura e aprendizado para todas as idades.

“Nesse mês de férias, quem visitar o Centro Cultural Banco da Amazônia vai ter uma programação educativa e de entretenimento muito pulsante. A partir dessas exposições e dessas atividades educativas, a gente percebe que o Centro Cultural Banco da Amazônia vem cada vez mais se consolidando como um espaço de lazer, de entretenimento, de contemplação, de aprendizado, de educação e voltado para toda a família, com ações para crianças, adolescentes, jovens e adultos”, destaca Aguilla.

Instalado no prédio histórico da sede do Banco da Amazônia, o Centro Cultural é um espaço dedicado à promoção da cultura, da educação e da inovação na região. O espaço, que promove aproximação entre cultura e educação, conta com uma programação especial ao longo do mês de julho para fomentar a arte, cultura e educação na Amazônia.

Programação de férias

A programação reúne exposições de artistas nacionais e locais, com foco na valorização da produção amazônica e no desenvolvimento sociocultural. 

Além de gratuitas, as exposições têm classificação indicativa livre, permitindo a visitação de públicos de todas as idades.

Atualmente, a instituição possui quatro exposições abertas ao público.  

Entre as atrações da programação, a exposição “Floresta Encantada” convida crianças e adultos para uma experiência imersiva que une tecnologia, natureza e imaginação. Inédita na Região Norte, a mostra tem visitação gratuita e fica em cartaz até 18 de outubro. 

Antes da imersão, os participantes são orientados por um instrutor para vivenciar a experiência com segurança e para aproveitar cada detalhe. A experiência em realidade virtual foi criada pelos artistas Ygor Marotta e Ceci Soloaga, também conhecidos como VJ Suave, e conduz crianças e adultos por um universo com rios, árvores, animais e personagens inspirados na fauna brasileira e em narrativas construídas em diálogo com povos indígenas.

Também está em cartaz a mostra “Trabalhadores”, do fotógrafo Sebastião Salgado, que reúne cerca de 150 fotografias produzidas entre 1986 e 1992. A exposição apresenta registros de diferentes formas de trabalho pelo mundo e convida o público a refletir sobre temas como esforço humano, transformação social e dignidade. A mostra vai até 14 de agosto. 

Já a mostra “Futebol – Exposição Nacional de Humor do Banco da Amazônia”, com curadoria do cartunista J. Bosco, reúne artistas de diversas regiões do país. A exibição apresenta, por meio de cartuns, charges, caricaturas e desenhos, uma abordagem criativa e crítica sobre o futebol. A exposição também conta com ações educativas, oficinas e visitas mediadas. O público pode conhecer as obras até o dia 13 de setembro.

A programação inclui, ainda, a exposição “Povos Amazônicos não morrem, viram semente”, do artista visual Rafael Prado, que reúne pinturas que homenageiam lideranças indígenas, ativistas socioambientais, seringueiros, camponeses e outros defensores da floresta que perderam a vida na proteção da Amazônia. A exposição está aberta ao público até o dia 9 de outubro.

Eventos

Além das exposições, as famílias também podem acessar uma programação gratuita que reúne oficinas, contação de histórias, exposições e atividades educativas para toda a família. Com a iniciativa, o Centro Cultural Banco da Amazônia busca oferecer experiências culturais acessíveis para visitantes de todas as idades durante o período de férias escolares.

A partir deste sábado, 25, das 10h às 13h, será realizado o Workshop de Aquarela com Pigmentos Naturais e Lanternas de Papel, conduzido pela arte-educadora Camila Honda. A oficina disponibiliza 20 vagas para participantes a partir de 14 anos.

Encerrando a programação do mês, no dia 26, das 10h às 12h, a quadrinista, ilustradora e arte-educadora Marina Pantoja ministra a Oficina de Quadrinhos. A atividade integra a programação educativa da mostra "Futebol: Exposição Nacional de Humor do Banco da Amazônia".

As inscrições para participar das oficinas são divulgadas pelo perfil do Instagram responsável pelo evento. Os interessados devem acompanhar a página oficial do centro cultural na rede social, em: @bancoamazoniacultural.

Serviço

Horário de funcionamento do Centro Cultural: Terça à quinta-feira, das 10h às 16h; sábados, domingos e feriados, das 10h às 14h.
Endereço: Avenida Presidente Vargas, 800 – Campina, Belém – PA. Sede do Banco da Amazônia.
Todas as atividades são gratuitas.
 

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21/07/2026 04:35h

Volumes elevados de precipitação favorecem o desenvolvimento de doenças fúngicas e exigem atenção dos produtores durante o manejo da safra de inverno

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O Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) emitiu um alerta fitossanitário para as lavouras de trigo da Região Sul do Brasil devido ao alto volume de chuvas previsto para os próximos dias. As condições de elevada umidade favorecem o desenvolvimento de doenças fúngicas, o que pode comprometer o desenvolvimento das plantas e a produtividade da safra de inverno.

Segundo o levantamento do INMET, o plantio de trigo no país já alcançou cerca de 94,7% da área prevista para esta safra. No entanto, o excesso de chuva pode dificultar operações como a aplicação de defensivos agrícolas, adubação e outros manejos necessários para o controle fitossanitário das lavouras.

No Paraná, os maiores volumes de chuva registrados nas regiões oeste e sudoeste elevaram a pressão de doenças, favorecendo principalmente a ocorrência de manchas foliares e outras enfermidades causadas por fungos. Já em Santa Catarina, o tempo mais seco tem contribuído para melhores condições de germinação, emergência das plantas e realização das atividades no campo.

O INMET orienta os produtores a manterem o monitoramento frequente das áreas cultivadas e acompanharem as previsões meteorológicas para definir o momento mais adequado para a realização dos tratos culturais, reduzindo os riscos de perdas na produção.
 

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21/07/2026 04:30h

Novos coeficientes entram em vigor sem alterações na metodologia de cálculo e atualizam os valores de referência para o transporte remunerado de cargas

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A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) publicou uma nova atualização dos pisos mínimos do frete para o transporte rodoviário remunerado de cargas. A revisão leva em conta a inflação acumulada e o novo preço de referência do óleo diesel S10, sem modificar a forma como os valores são calculados.

O reajuste incorpora a variação de 3,54% do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), registrada entre dezembro de 2025 e maio de 2026, além da atualização do preço de referência do diesel S10 para R$ 6,97 por litro. A medida faz parte da Política Nacional de Pisos Mínimos do Transporte Rodoviário de Cargas (PNPM-TRC) e segue a metodologia estabelecida pela Resolução ANTT nº 5.867/2020.

Segundo a agência, permanecem inalterados os critérios utilizados para definir os valores mínimos do frete. O cálculo continua considerando fatores como o tipo de carga transportada, a configuração do veículo, o número de eixos carregados e as características da operação.

Com a atualização, os novos coeficientes passam a compor os valores de referência utilizados na contratação do transporte rodoviário remunerado de cargas em operações de carga lotação (quando o veículo é contratado com exclusividade para uma única empresa). Os valores oficiais constam no anexo da Resolução ANTT nº 6.084/2026.

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21/07/2026 04:25h

Estudo da Serasa Experian mostra que a inadimplência simultânea entre empresas e seus principais sócios reúne os maiores volumes de crédito em atraso

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Um levantamento da Serasa Experian revela que uma parcela relativamente pequena das micro, pequenas e médias empresas (PMEs) brasileiras concentra um volume expressivo de dívidas. Segundo a sétima edição do Panorama PME, empresas e seus principais sócios que estão simultaneamente inadimplentes representam apenas 5,5% da base analisada e acumulam R$ 80,6 bilhões em débitos. O boletim trimestral da Serasa Experian reúne informações relacionadas ao perfil das empresas, atividade econômica, acesso ao crédito, emprego e insolvência no segmento.

O estudo analisou 24,8 milhões de empresas ativas com faturamento anual estimado de até R$ 300 milhões e vínculo societário compatível, cruzando informações financeiras das empresas com as de seus sócios principais. A inadimplência considerada pelo levantamento corresponde a atrasos iguais ou superiores a 30 dias nas modalidades de cartão de crédito e capital de giro.

Para a Serasa Experian, os resultados evidenciam que a situação financeira dos empreendedores e de seus negócios tende a evoluir de forma interligada. "Embora representem uma parcela relativamente pequena das PMEs analisadas, os casos em que empresa e sócio principal estão simultaneamente inadimplentes concentram volumes expressivos de dívidas", afirma Cleber Genero, vice-presidente de Pequenas e Médias Empresas da Serasa Experian. 

Cartão de crédito e capital de giro concentram maior atraso  

O estudo revela que a maior concentração de débitos está nas operações em que há atraso tanto no cartão de crédito quanto no capital de giro. Nessa categoria, as pendências somam R$ 40,3 bilhões, o equivalente à metade do montante total observado pelo estudo.

Os atrasos exclusivamente em operações de cartão de crédito representam R$ 25,3 bilhões, enquanto as dívidas restritas ao capital de giro chegam a R$ 15 bilhões. Juntas, as três modalidades totalizam os R$ 80,6 bilhões identificados pela pesquisa.

Empresas inadimplentes com sócios adimplentes somam R$ 43,9 bilhões

Outro perfil de risco apontado no levantamento são as empresas inadimplentes cujos sócios permanecem financeiramente regulares. Esse grupo representa 2,2% da base analisada e concentra R$ 43,9 bilhões em dívidas.

Desse total, R$ 21,9 bilhões correspondem a empresas com atrasos simultâneos em cartão de crédito e capital de giro, enquanto R$ 12,4 bilhões referem-se apenas ao cartão de crédito e R$ 9,6 bilhões ao capital de giro.

Já a maior parte das empresas analisadas (92,2%) não possui inadimplência nas modalidades avaliadas. Dentro desse grupo, 52,2% mantêm tanto a empresa quanto o sócio em situação regular, enquanto 40% apresentam sócios inadimplentes, embora o CNPJ permaneça adimplente.

Empresas com mais tempo de mercado lideram em valores em atraso

Embora os negócios com entre um e cinco anos de atividade representem a maior parcela dos casos de inadimplência simultânea (38,6%), os maiores valores financeiros estão concentrados em empresas mais maduras.

Os empreendimentos com 10 a 20 anos de atividade acumulam R$ 26,7 bilhões em crédito contratado e R$ 11,6 bilhões em atrasos. Já as empresas com cinco a dez anos de mercado reúnem R$ 26,1 bilhões em crédito e R$ 13,5 bilhões em inadimplência.

Segundo a Serasa Experian, o resultado indica que, embora empresas mais jovens apareçam com maior frequência entre os casos analisados, os maiores riscos financeiros permanecem concentrados em negócios já consolidados.

Comércio lidera em valores, Serviços em ocorrências

Na análise por setor econômico, o estudo mostra cenários distintos quando considerados o número de ocorrências e o volume financeiro das dívidas.

  • Serviços: concentra 48,8% dos casos de inadimplência simultânea entre empresas e sócios, liderando em quantidade de ocorrências.
  • Comércio: reúne o maior volume financeiro, com R$ 35,3 bilhões em crédito contratado e R$ 16,1 bilhões em atrasos.
  • Serviços: aparece na sequência em volume financeiro, somando R$ 31,5 bilhões em crédito e R$ 16 bilhões em pendências.
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21/07/2026 04:20h

Pesquisa do A.C.Camargo Cancer Center e da Nexus revela que, apesar da alta percepção sobre sintomas de alerta, quase metade dos brasileiros adia a procura por atendimento médico

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Uma pesquisa recentemente divulgada revelou que oito em cada dez brasileiros reconhecem como graves sintomas associados ao câncer colorretal, como a presença de sangue nas fezes e alterações persistentes no funcionamento do intestino.

O estudo inédito, realizado pelo A.C.Camargo Cancer Center em parceria com a Nexus – Pesquisa e Inteligência de Dados, também mostrou que, apesar do elevado nível de percepção, quase metade das pessoas que identificam esses sinais demora ou deixa de procurar atendimento médico, evidenciando um descompasso entre o reconhecimento dos sintomas e a busca pelo diagnóstico precoce.

A pesquisa "A saúde do brasileiro, hábitos de vida e o uso de tecnologia em diagnósticos médicos" entrevistou presencialmente 2.015 brasileiros com 16 anos ou mais, distribuídos pelas 27 unidades da Federação. A coleta de dados foi realizada entre 25 e 30 de junho de 2026. A margem de erro é de dois pontos percentuais, com nível de confiança de 95%.

Entre as principais descobertas, o estudo apontou que 80% dos brasileiros consideram grave a presença de sangue nas fezes ou alterações intestinais que persistam por mais de um mês, sendo que 42% classificam esses sintomas como "muito graves". Esse percentual é ainda maior entre pessoas que já conviveram de perto com casos da doença.

Apesar desse nível de conscientização, o câncer colorretal ainda está distante da realidade da maior parte da população. Apenas 21% dos entrevistados afirmaram conhecer alguém que teve a doença — sendo 15% um parente próximo e 6% um amigo ou conhecido — enquanto 75% disseram nunca ter tido contato com pacientes diagnosticados com esse tipo de câncer.

O levantamento também identificou que, embora 67% dos brasileiros associem sangue nas fezes e alterações intestinais prolongadas ao câncer colorretal, apenas 24% fazem essa associação com convicção. Para outros 43%, a relação existe, mas de forma moderada, indicando que ainda há espaço para ampliar a conscientização sobre os principais sinais de alerta da doença.

O cenário reforça a importância do estudo. Segundo estimativa do Instituto Nacional de Câncer (INCA), o Brasil deverá registrar 53.810 novos casos de câncer colorretal por ano durante o triênio 2026-2028, tornando a doença o segundo tipo de câncer mais incidente no país.

 

Confira outros dados relevantes evidenciados pela pesquisa:

 

Entre o alerta e a ação

  • Entre as pessoas que já perceberam sangue nas fezes, apenas 59% procuraram atendimento médico imediatamente. Os demais adiaram a busca por ajuda, recorreram à automedicação, utilizaram remédios caseiros ou simplesmente aguardaram o sintoma desaparecer.

Exame preventivo ainda é pouco conhecido

  • 67% dos brasileiros nunca ouviram falar do exame de Pesquisa de Sangue Oculto nas Fezes (PSO), utilizado no rastreamento precoce do câncer colorretal. Apenas 11% já realizaram o exame.

Jovens e homens lideram o desconhecimento

  • O desconhecimento sobre o PSO é ainda maior entre jovens de 16 a 24 anos (85%), homens (76%), pessoas de menor renda (73%) e indivíduos com escolaridade até o ensino fundamental (72%).

Contato com a doença amplia a prevenção

  • Entre pessoas que tiveram ou conhecem alguém com câncer colorretal, a realização do PSO é significativamente maior: 21% já fizeram o exame, contra apenas 8% entre aqueles que nunca tiveram contato com a doença.

Diferenças regionais e socioeconômicas

  • A procura imediata por atendimento médico diante de sintomas é mais frequente entre pessoas com melhor condição financeira (86%), idosos acima de 60 anos (72%), moradores da Região Sudeste (72%) e mulheres (63%, ante 54% dos homens).
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21/07/2026 04:15h

Estudo da Aequus Consultoria mostra que fatia das prefeituras na base de cálculo da parcela retida do novo imposto pode subir para 36,2% em 2026; participação dos estados diminui

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A reforma tributária sobre o consumo deve ampliar a participação dos municípios e reduzir a dos estados na distribuição da arrecadação do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) — tributo que substituirá gradualmente o ICMS, de competência estadual, e o ISS, de âmbito municipal.

Um estudo da Aequus Consultoria Econômica e Sistemas, compartilhado com o Brasil 61, indica que a participação dos estados na base de cálculo utilizada para distribuir a chamada parcela retida do IBS caiu de 67%, considerando a arrecadação de 2017 e 2018, para 64,4% no período de 2019 a 2025. No mesmo intervalo, a participação dos municípios passou de 33% para 35,6% e pode alcançar 36,2% em 2026, segundo dados preliminares. 

Pela regra de transição estabelecida pela  Lei nº 227/2026, a reforma prevê que uma parcela da arrecadação do IBS, denominada parcela retida, continuará sendo repartida segundo critérios baseados na distribuição histórica das receitas entre estados e municípios. A medida busca evitar mudanças bruscas na arrecadação dos entes federativos durante a transição para o novo modelo. 

Segundo dados preliminares da Aequus Consultoria, a participação dos municípios na base de cálculo da parcela retida do IBS vem aumentando. Como essa base define a divisão dos recursos durante a transição, a tendência é de ampliação da fatia destinada às prefeituras e de redução da participação dos estados

Entenda as mudanças

No modelo atual, a arrecadação do ICMS segue uma lógica híbrida, dividida entre:

  • o estado de origem da mercadoria 
  • e, em parte, o estado de destino

Para reduzir a concentração de arrecadação nos estados produtores, foi criado o DIFAL (Diferencial de Alíquota), mecanismo que transfere parte da receita ao estado de destino da operação

Por exemplo, em uma venda de São Paulo para Minas Gerais, aplica-se uma alíquota interestadual de 12%. Se a alíquota interna mineira for de 18%, São Paulo fica com os 12% da operação interestadual, enquanto Minas Gerais recebe a diferença de 6%

Com a reforma tributária, essa lógica será substituída por um modelo integralmente baseado no destino. No novo sistema, a arrecadação do IBS pertencerá ao estado e ao município onde ocorrer o consumo do bem ou serviço. 

Como essa mudança pode provocar perdas abruptas de arrecadação para alguns entes federativos, a legislação estabeleceu uma longa transição para a distribuição das receitas

O que é a parcela retida

De acordo com a reforma tributária, haverá dois períodos distintos de transição: um para consumidores e empresas e outro para a distribuição das receitas entre estados e municípios

Para consumidores e empresas, a transição ocorrerá entre 2029 e 2032, período em que o ICMS e o ISS serão reduzidos gradualmente, enquanto o IBS será implantado de forma progressiva

  • 2029: 90% de ICMS/ISS e 10% de IBS;
  • 2030: 80% de ICMS/ISS e 20% de IBS;
  • 2031: 70% de ICMS/ISS e 30% de IBS;
  • 2032: 60% de ICMS/ISS e 40% de IBS.

Em 2033, o novo sistema entra em vigor integralmente, com a extinção do ICMS e do ISS e a aplicação da alíquota plena do IBS

Mas, para estados e municípios  — os entes arrecadadores do IBS — a mudança na distribuição dos recursos ocorrerá de forma mais lenta. A transição da repartição da arrecadação do IBS começará em 2029 e seguirá até 2078

Durante esse período, uma parcela da receita do IBS será mantida na parcela retida, que continuará sendo distribuída conforme critérios baseados na participação histórica de estados e municípios na arrecadação dos tributos substituídos pelo novo imposto (ICMS e ISS). 

Entre 2029 e 2032, a parcela retida corresponderá a 80% da arrecadação do IBS, enquanto os 20% restantes serão distribuídos pelas regras permanentes do novo modelo, segundo as quais a receita pertence ao estado e ao município onde ocorre o consumo do bem ou serviço

A partir de 2033, quando o IBS substituir integralmente o ICMS e o ISS, a parcela retida passará a representar 90% da arrecadação e será reduzida gradualmente: 

  • 2034: 88%;
  • 2035: 86%;
  • 2036: 84%;
  • ...
  • 2076: 4%;
  • 2077: 2%.

Em 2078, a parcela retida será extinta e 100% da arrecadação do IBS passará a ser distribuída pelas regras permanentes do novo sistema tributário. 

O cálculo é decisivo porque a parcela retida continuará representando a maior parte da arrecadação do IBS até 2052. Nesse ano, 52% da receita do imposto ainda será distribuída com base nos critérios de transição, que consideram a participação histórica de estados e municípios na arrecadação dos tributos substituídos pela reforma.

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21/07/2026 04:10h

Café arábica e milho iniciam o dia em alta, enquanto robusta e açúcar registram queda, segundo o Cepea

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O preço do café arábica abre esta terça-feira (21) com alta de 2,40%, com a saca de 60 kg negociada a R$1.753,28 na cidade de São Paulo.

O café robusta teve uma baixa de 0,56%, sendo comercializado a R$1.104,56  

 

INDICADOR DO CAFÉ ARÁBICA CEPEA/ESALQ

Data Valor R$ Var./Dia Var./Mês Valor US$
20/07/2026 1.753,28 2,40% 11,06% 344,46
17/07/2026 1.712,23 0,32% 8,46% 335,14
16/07/2026 1.706,75 -1,81% 8,11% 334,53
15/07/2026 1.738,26 -0,97% 10,11% 342,38
14/07/2026 1.755,35 1,53% 11,19% 345,88

 

INDICADOR DO CAFÉ ROBUSTA CEPEA/ESALQ

Data Valor R$ Var./Dia Var./Mês Valor US$
20/07/2026 1.104,56 -0,56% 4,03% 217,00
17/07/2026 1.110,80 1,67% 4,61% 217,42
16/07/2026 1.092,56 -1,37% 2,90% 214,14
15/07/2026 1.107,68 0,24% 4,32% 218,18
14/07/2026 1.105,01 0,75% 4,07% 217,74

 

O preço do açúcar cristal apresenta baixa de 1,42% na capital de São Paulo. A saca de 50 kg é cotada a R$ 92,23 .

 

INDICADOR DO AÇÚCAR CRISTAL BRANCO CEPEA/ESALQ - SÃO PAULO

Data Valor R$* Var./Dia Var./Mês Valor US$*
20/07/2026 92,23 -1,42% 1,05% 18,12
17/07/2026 93,56 2,64% 2,51% 18,31
16/07/2026 91,15 -0,47% -0,13% 17,87
15/07/2026 91,58 -0,58% 0,34% 18,04
14/07/2026 92,11 1,53% 0,92% 18,15

 

Em Santos (SP), houve uma baixa de 0,69%, e a mercadoria é negociada a R$ 106,72 na média de preços sem impostos.
Indicador Açúcar Cristal - Santos (FOB)

Data Valor R$* Var./Dia Var./Mês Valor US$*
20/07/2026 106,72 -0,69% -1,94% 20,97
17/07/2026 107,46 2,50% -1,26% 21,00
16/07/2026 104,84 -1,57% -3,67% 20,57
15/07/2026 106,51 -0,36% -2,13% 21,00
14/07/2026 106,90 -0,47% -1,77% 21,07

 

A saca de 60 kg do milho, por sua vez, é vendida a R$ 65,22, após aumento de 0,43%.

Data Valor R$* Var./Dia Var./Mês Valor US$*
20/07/2026 65,22 0,43% 2,58% 12,81
17/07/2026 64,94 0,11% 2,14% 12,71
16/07/2026 64,87 0,15% 2,03% 12,72
15/07/2026 64,77 0,20% 1,87% 12,76
14/07/2026 64,64 0,03% 1,67% 12,74

Os dados são do Cepea.

 

Diferença entre café arábica e café robusta: características, uso e regiões produtoras

Café arábica e café robusta são as duas principais variedades cultivadas e comercializadas no Brasil, ambas medidas em sacas de 60 kg.

O café arábica (conhecido também como café Conilon, em algumas regiões) tem sabor mais suave, menor teor de cafeína e alta qualidade sensorial, sendo preferido em cafeterias especializadas e nas exportações de cafés premium. Representa cerca de 70% da produção brasileira, com destaque para estados como Minas Gerais e São Paulo.

O café robusta, por sua vez, possui sabor mais amargo, maior concentração de cafeína e corpo mais intenso. É amplamente utilizado na produção de café solúvel e blends comerciais. Seus principais polos produtores são o Espírito Santo e Rondônia, e seu preço costuma ser mais baixo em comparação ao arábica, por conta do perfil mais industrial. 

Como é calculada a saca de açúcar cristal?

A saca de açúcar cristal no Brasil é padronizada em 50 quilos, especialmente para comercialização no mercado atacadista e para uso na indústria alimentícia. Essa unidade de medida é adotada pelo Cepea/Esalq-USP, principal fonte de cotações diárias do açúcar cristal no país.

Qual o peso da saca de milho no Brasil?

A saca de milho equivale a 60 kg de grãos, mesmo padrão utilizado para soja e trigo. Essa medida é oficializada por instituições como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Cepea, sendo amplamente usada em negociações e relatórios de preço do milho.

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21/07/2026 04:05h

Soja registra valorização no Paraná e em Paranaguá, enquanto trigo recua nos mercados paranaense e gaúcho

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A saca de 60 quilos da soja inicia esta terça-feira (21) com aumento no interior do Paraná e na região litorânea de Paranaguá.

No mercado paranaense, o grão apresenta aumento de 1,21%, com a saca negociada a R$ 135,73. Em Paranaguá, a alta foi de 1,16%, levando a cotação para R$ 142,65.
 

INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANÁ

Data Valor R$* Var./Dia Var./Mês Valor US$*
20/07/2026 135,73 1,21% 6,51% 26,67
17/07/2026 134,11 0,13% 5,24% 26,25
16/07/2026 133,94 0,60% 5,11% 26,25
15/07/2026 133,14 0,15% 4,48% 26,22
14/07/2026 132,94 -0,28% 4,32% 26,20


INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANAGUÁ 

Data Valor R$* Var./Dia Var./Mês Valor US$*
20/07/2026 142,65 1,16% 6,79% 28,02
17/07/2026 141,02 0,31% 5,57% 27,60
16/07/2026 140,58 0,42% 5,24% 27,55
15/07/2026 139,99 -0,46% 4,80% 27,57
14/07/2026 140,63 -0,16% 5,28% 27,71

 

Trigo

 

O trigo teve uma baixa de preço no Paraná e no Rio Grande do Sul.

 

No Paraná, a tonelada do cereal é comercializada a R$ 1.395,99. No Rio Grande do Sul, o produto é vendido a R$ 1.304,61.

 

PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - RIO GRANDE DO SUL

Data Valor R$/t* Var./Dia Var./Mês Valor US$/t*
20/07/2026 1.304,61 -0,22% -1,87% 256,31
17/07/2026 1.307,53 0,00% -1,65% 255,93
16/07/2026 1.307,53 -0,37% -1,65% 256,28
15/07/2026 1.312,38 0,00% -1,29% 258,50
14/07/2026 1.312,38 -0,22% -1,29% 258,60

 

PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - PARANÁ

Data Valor R$/t* Var./Dia Var./Mês Valor US$/t*
20/07/2026 1.395,99 -0,28% 2,00% 274,26
17/07/2026 1.399,86 -0,25% 2,28% 274,00
16/07/2026 1.403,33 0,77% 2,54% 275,06
15/07/2026 1.392,65 -0,06% 1,76% 274,31
14/07/2026 1.393,53 0,00% 1,82% 274,59

 

Os dados são do Cepea.

 

O que é uma saca de soja ou de trigo? Entenda a unidade de medida no mercado de grãos

A saca de soja e a saca de trigo são as principais unidades de comercialização de grãos no Brasil. Cada saca equivale a 60 quilos, padrão adotado por órgãos oficiais como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

Esse formato padronizado facilita o comércio da soja e do trigo, além de permitir um acompanhamento mais preciso das cotações e variações de preços no mercado nacional.

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21/07/2026 04:00h

Arroba do boi gordo avança em São Paulo, enquanto frango e carne suína registram queda, segundo indicadores do Cepea

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O preço do boi gordo teve uma alta de 1,08% nesta terça-feira (21). Em São Paulo, a arroba é negociada a R$ 337,10.

 

INDICADOR DO BOI GORDO CEPEA/ESALQ 

Data Valor R$* Var./Dia Var./Mês Valor US$*
20/07/2026 337,10 1,08% 0,21% 66,23
17/07/2026 333,50 0,71% -0,86% 65,28
16/07/2026 331,15 0,59% -1,56% 64,91
15/07/2026 329,20 0,34% -2,14% 64,84
14/07/2026 328,10 1,08% -2,47% 64,65

 

Preço do frango congelado e frango resfriado

 

 

No mercado de frango, os valores apresentam leve declínio na Grande São Paulo, em São José do Rio Preto e em Descalvado. O quilo do frango congelado é vendido a R$ 7,27, enquanto o frango resfriado está cotado a R$ 7,29.

 

PREÇOS DO FRANGO CONGELADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP

Data Valor R$ Var./Dia Var./Mês
20/07/2026 7,27 0,00% 0,14%
17/07/2026 7,27 -0,68% 0,14%
16/07/2026 7,32 0,00% 0,83%
15/07/2026 7,32 0,69% 0,83%
14/07/2026 7,27 0,00% 0,14%

 

PREÇOS DO FRANGO RESFRIADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP 

Data Valor R$ Var./Dia Var./Mês
20/07/2026 7,29 0,14% 0,41%
17/07/2026 7,28 -0,82% 0,28%
16/07/2026 7,34 0,00% 1,10%
15/07/2026 7,34 0,69% 1,10%
14/07/2026 7,29 0,00% 0,41%

 

Preço da carcaça suína especial e suíno vivo

Já a carcaça suína especial teve uma baixa nos atacados da Grande São Paulo, onde o quilo custa R$ 8,24.
Entre os estados analisados, o suíno vivo registra declínio no preço em Santa Catarina, onde o animal é comercializado a R$ 4,85. 

PREÇOS DA CARCAÇA SUÍNA ESPECIAL (R$/kg)

Data Média Var./Dia Var./Mês
20/07/2026 8,24 -1,90% -3,29%
17/07/2026 8,40 0,00% -1,41%
16/07/2026 8,40 0,00% -1,41%
15/07/2026 8,40 -0,59% -1,41%
14/07/2026 8,45 -1,17% -0,82%

 

INDICADOR DO SUÍNO VIVO CEPEA/ESALQ (R$/kg)

MG - posto PR - a retirar RS - a retirar SC - a retirar SP - posto
jun 2026 5,77 4,63 4,95 4,85 5,26
mai 2026 5,70 4,83 5,16 4,97 5,41
abr 2026 5,94 5,42 5,55 5,40 5,89
mar 2026 6,74 6,62 6,74 6,55 6,93
fev 2026 6,77 6,66 6,75 6,60 6,91

 

Os dados são do Cepea.
 

O que é o boi gordo? Entenda o termo do mercado bovino

O boi gordo é o bovino macho pronto para o abate, com peso mínimo de 16 arrobas líquidas de carcaça (aproximadamente 240 kg) e até 42 meses de idade. Atende aos padrões do mercado nacional e internacional, incluindo exportações para Europa, China e cota Hilton.

Diferenças entre frango congelado e frango resfriado

O frango congelado passa por congelamento rápido, com temperaturas abaixo de -12°C, garantindo maior vida útil para armazenamento e transporte a longas distâncias.

Já o frango resfriado é mantido entre 0°C e 4°C, com validade de 5 a 7 dias, oferecendo textura e sabor mais próximos do fresco, ideal para consumidores exigentes e restaurantes.

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21/07/2026 04:00h

Os pagamentos são realizados preferencialmente na Poupança CAIXA ou conta CAIXA Tem

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A CAIXA inicia nesta terça-feira (21), o pagamento do Bolsa Família referente ao mês de junho para os beneficiários com o Número de Identificação Social (NIS) terminado em 2. 

Os pagamentos são realizados preferencialmente na Poupança CAIXA ou conta CAIXA Tem. Com a conta CAIXA Tem, os beneficiários podem pagar contas e fazer transferências diretamente pelo aplicativo no celular. 

O valor também pode ser movimentado com o cartão de débito da conta em comércios, Unidades Lotéricas, Correspondentes CAIXA Aqui, terminais de autoatendimento e Agências da CAIXA. Além disso, é possível realizar saques sem cartão nos terminais de autoatendimento e Unidades Lotéricas, utilizando a identificação biométrica previamente cadastrada em uma agência da CAIXA. 

Para baixar os aplicativos CAIXA Tem e Bolsa Família, basta acessar a loja de aplicativos do seu smartphone. É gratuito. 

O que é Bolsa Família

O Programa Bolsa Família é a transferência mensal de renda do maior programa social do Brasil, reconhecido por tirar milhões de famílias da fome. O modelo atual considera tamanho e características do núcleo familiar: lares com três ou mais pessoas tendem a receber valores maiores do que famílias unipessoais, reforçando a proteção social.

Pagamento do Bolsa Família: objetivos do programa

Além da renda, o Bolsa Família integra políticas públicas para ampliar acesso a saúde, educação e assistência social. O foco é promover dignidade e cidadania, articulando ações complementares (esporte, ciência, trabalho) para a superação da pobreza e a transformação social.

Quem tem direito ao pagamento do Bolsa Família

Para ter direito ao pagamento do Bolsa Família, a renda por pessoa da família deve ser de até R$ 218/mês.

Exemplo: 1 pessoa com salário mínimo (R$ 1.518) em família de 7 integrantes → renda per capita de R$ 216,85. Como está abaixo de R$ 218, a família é elegível ao benefício.

Como receber o pagamento do Bolsa Família (passo a passo)

  1. Inscrição no CadÚnico: mantenha dados corretos e atualizados.
  2. Onde se cadastrar: procure o CRAS ou postos municipais de assistência social.
  3. Documentos: CPF ou título de eleitor.
  4. Seleção mensal automatizada: estar no CadÚnico não garante entrada imediata. Todos os meses o programa identifica e inclui novas famílias que passam a receber o pagamento Bolsa Família.

Quando começa o pagamento Bolsa Família após o cadastro?

Mesmo inscrita no CadÚnico, a família só recebe quando for selecionada pelo sistema do programa. A inclusão é contínua e mensal, de forma automatizada, conforme os critérios de elegibilidade e a atualização cadastral.

Dicas para manter o pagamento do Bolsa Família em dia

  • Atualize o CadÚnico sempre que houver mudança (endereço, renda, composição familiar).
  • Acompanhe o calendário oficial de pagamento e as comunicações do município/CRAS.
  • Guarde seus comprovantes e verifique regularmente a situação do benefício nos canais oficiais.

Bolsa Família: perguntas rápidas (FAQ)

Preciso estar no CadÚnico? Sim, é obrigatório para concorrer ao pagamento do Bolsa Família.

O valor é igual para todos? Não. O modelo considera o tamanho e o perfil familiar, podendo variar.

Cadastro feito = pagamento imediato? Não. A seleção é mensal e automatizada; a família começa a receber quando é incluída.

Onde tirar dúvidas? Procure o CRAS do seu município ou os canais oficiais do programa.

 

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