05/09/2026 18:00h

Porto Alegre e Curitiba registram mínima de 6°C; tempo fica com poucas nuvens em grande parte de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul

Baixar áudio

O domingo (6) terá temperaturas baixas nos três estados da Região Sul, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

No Paraná, Curitiba terá mínima de 6°C e máxima de 14°C, com muitas nuvens e possibilidade de chuva isolada. A condição de instabilidade também alcança principalmente áreas do norte e do leste paranaense. No sul e no sudoeste do estado, o tempo fica com menor nebulosidade.

Em Santa Catarina, Florianópolis registra temperaturas entre 12°C e 17°C, com poucas nuvens. A maior parte do estado terá condição semelhante, enquanto áreas do norte catarinense podem apresentar maior cobertura de nuvens.

No Rio Grande do Sul, Porto Alegre terá mínima de 6°C e máxima de 15°C, com poucas nuvens. Em grande parte do interior gaúcho, o tempo permanece aberto, enquanto áreas do litoral e do extremo sul podem registrar maior nebulosidade ao longo do dia.
 

5 motivos para acompanhar as previsões do tempo

  • Agricultura: garantia de uma boa colheita;
  • Marinha: proteção de marinheiros, navios e passageiros;
  • Aeronáutica: segurança de pilotos, aeronaves e passageiros;
  • Pesca: condições favoráveis e seguras para a atividade;
  • Turismo: garantia de passeios e viagens tranquilas e agradáveis.

Importância das observações meteorológicas no INMET

As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).

As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).


 

Copiar textoCopiar o texto
05/09/2026 18:00h

Pancadas atingem São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais; Espírito Santo também tem previsão de chuva isolada

Baixar áudio

O domingo (6) será de muitas nuvens e chuva em grande parte da Região Sudeste, com pancadas previstas em áreas de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

Em São Paulo, a capital terá muitas nuvens com pancadas de chuva isoladas. Os termômetros variam entre 10°C e 16°C. A condição de instabilidade também alcança grande parte do território paulista, enquanto áreas do oeste do estado apresentam menor possibilidade de precipitação.

No Rio de Janeiro, são esperadas muitas nuvens com pancadas isoladas. Na capital, a mínima será de 16°C e a máxima de 24°C. A chuva também pode ocorrer em áreas do interior e da faixa litorânea.

Em Minas Gerais, Belo Horizonte terá muitas nuvens e pancadas de chuva isoladas, com temperaturas entre 17°C e 29°C. A instabilidade predomina em grande parte do estado, enquanto áreas do norte mineiro apresentam menor possibilidade de chuva.

No Espírito Santo, Vitória terá muitas nuvens com chuva isolada. A temperatura na capital varia de 20°C a 27°C. A condição de chuva também se estende por outras áreas do território capixaba.
 

O QUE É PRECIPITAÇÃO?

A radiação solar e o vento promovem a evaporação; o vapor resfriado condensa em núcleos, formando nuvens e, quando as gotículas ou cristais crescem o suficiente, ocorre precipitação. Considera-se precipitação toda água líquida ou sólida que cai das nuvens e alcança o solo (garoa, chuva, chuva/garoa congelante, neve, granizo, graupel, etc.). Sua quantidade é medida por pluviômetro (com registro contínuo via pluviógrafo) e expressa preferencialmente em milímetros.
 

5 motivos para acompanhar as previsões do tempo

  • Agricultura: garantia de uma boa colheita;
  • Marinha: proteção de marinheiros, navios e passageiros;
  • Aeronáutica: segurança de pilotos, aeronaves e passageiros;
  • Pesca: condições favoráveis e seguras para a atividade;
  • Turismo: garantia de passeios e viagens tranquilas e agradáveis.

Importância das observações meteorológicas no INMET

As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).

As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

 

Copiar textoCopiar o texto
05/09/2026 18:00h

Previsão indica precipitações em áreas do Tocantins, Amapá, Rondônia e Acre, enquanto Pará, Roraima e Amazonas têm predomínio de muitas nuvens

Baixar áudio

O domingo (6) terá variação de nebulosidade e ocorrência de chuva em parte da Região Norte, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

No Tocantins, a previsão indica muitas nuvens e chuva isolada em Palmas, onde os termômetros variam entre 24°C e 36°C. Em outras áreas do estado, o cenário também inclui períodos de maior nebulosidade e possibilidade de precipitação.

No Pará, Belém terá muitas nuvens, com temperaturas entre 24°C e 34°C. No interior paraense, a nebulosidade varia, com possibilidade de chuva principalmente em áreas do oeste e sudoeste do estado.

No Amapá, Macapá registra mínima de 24°C e máxima de 33°C, com muitas nuvens e chuva isolada. A condição de instabilidade também alcança outras áreas do estado.

Em Roraima, Boa Vista terá muitas nuvens, com temperaturas entre 26°C e 35°C. Há possibilidade de chuva em áreas do norte do estado, enquanto outras localidades permanecem com predomínio de nebulosidade.

No Amazonas, Manaus terá mínima de 27°C e máxima de 37°C, sob muitas nuvens. A previsão aponta ocorrência de chuva em setores do oeste e sul amazonense.

Em Rondônia, Porto Velho terá muitas nuvens com pancadas de chuva isoladas. As temperaturas ficam entre 24°C e 34°C. A chuva também pode atingir outras áreas do estado ao longo do dia.

No Acre, Rio Branco registra muitas nuvens com chuva isolada, com mínima de 21°C e máxima de 33°C. A condição de instabilidade se estende por parte do estado.
 

O QUE É PRECIPITAÇÃO?

A radiação solar e o vento promovem a evaporação; o vapor resfriado condensa em núcleos, formando nuvens e, quando as gotículas ou cristais crescem o suficiente, ocorre precipitação. Considera-se precipitação toda água líquida ou sólida que cai das nuvens e alcança o solo (garoa, chuva, chuva/garoa congelante, neve, granizo, graupel, etc.). Sua quantidade é medida por pluviômetro (com registro contínuo via pluviógrafo) e expressa preferencialmente em milímetros.
 

5 motivos para acompanhar as previsões do tempo

  • Agricultura: garantia de uma boa colheita;
  • Marinha: proteção de marinheiros, navios e passageiros;
  • Aeronáutica: segurança de pilotos, aeronaves e passageiros;
  • Pesca: condições favoráveis e seguras para a atividade;
  • Turismo: garantia de passeios e viagens tranquilas e agradáveis.

Importância das observações meteorológicas no INMET

As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).

As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

 

Copiar textoCopiar o texto
05/09/2026 18:00h

Recife e João Pessoa têm previsão de chuva isolada; Teresina pode chegar aos 39°C

Baixar áudio

O domingo (6) será de muitas nuvens em grande parte do Nordeste, enquanto áreas do interior terão menor cobertura de nuvens. A chuva fica concentrada principalmente em trechos do litoral leste da região, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

Na Bahia, Salvador registra muitas nuvens, com temperaturas entre 21°C e 31°C. No interior do estado, o tempo varia entre muitas e poucas nuvens, com redução da nebulosidade principalmente em áreas do oeste baiano.

Em Sergipe, Aracaju terá muitas nuvens, com mínima de 22°C e máxima de 31°C. A condição de maior nebulosidade também predomina no estado.

Em Alagoas, Maceió terá temperaturas entre 22°C e 32°C, com muitas nuvens. No restante do território alagoano, o céu permanece com maior cobertura de nuvens.

Em Pernambuco, há diferença entre o litoral e o interior. Recife terá muitas nuvens com chuva isolada, com mínima de 23°C e máxima de 32°C. No Sertão pernambucano, a previsão indica menor nebulosidade.

Na Paraíba, João Pessoa também terá muitas nuvens com chuva isolada, com temperaturas entre 23°C e 32°C. No Sertão paraibano, o tempo fica com menos nuvens.

No Rio Grande do Norte, Natal terá muitas nuvens, com mínima de 24°C e máxima de 32°C. A nebulosidade também predomina em parte do estado.

No Ceará, Fortaleza registra muitas nuvens e temperaturas entre 24°C e 32°C. No interior cearense, há áreas com menor cobertura de nuvens.

No Piauí, Teresina terá poucas nuvens e registra a maior temperatura entre as capitais nordestinas, com mínima de 23°C e máxima de 39°C. A condição de menor nebulosidade predomina em boa parte do estado.

No Maranhão, São Luís terá muitas nuvens, com temperaturas entre 25°C e 33°C. No interior maranhense, a nebulosidade diminui em algumas áreas.
 

5 motivos para acompanhar as previsões do tempo

  • Agricultura: garantia de uma boa colheita;
  • Marinha: proteção de marinheiros, navios e passageiros;
  • Aeronáutica: segurança de pilotos, aeronaves e passageiros;
  • Pesca: condições favoráveis e seguras para a atividade;
  • Turismo: garantia de passeios e viagens tranquilas e agradáveis.

Importância das observações meteorológicas no INMET

As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).

As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

 

Copiar textoCopiar o texto
05/09/2026 18:00h

Previsão indica pancadas de chuva em Brasília, Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul

Baixar áudio

O Centro-Oeste terá predomínio de muitas nuvens e chuva neste domingo (6). As pancadas atingem os quatro estados da região, com variação nas temperaturas ao longo do dia, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

No Distrito Federal, Brasília terá pancadas de chuva isoladas, com mínima de 21°C e máxima de 30°C. A condição se mantém nas áreas próximas à capital.

Em Goiás, o tempo também fica instável em grande parte do estado, com pancadas de chuva isoladas. Em Goiânia, os termômetros variam entre 21°C e 32°C.

Em Mato Grosso, há previsão de pancadas de chuva, inclusive em Cuiabá, onde a temperatura fica entre 22°C e 26°C. A instabilidade também alcança áreas do centro e sul mato-grossense.

Já em Mato Grosso do Sul, são esperadas pancadas de chuva isoladas em diferentes áreas do estado. Campo Grande registra a menor temperatura entre as capitais da região, com mínima de 15°C e máxima de 19°C.
 

5 motivos para acompanhar as previsões do tempo

  • Agricultura: garantia de uma boa colheita;
  • Marinha: proteção de marinheiros, navios e passageiros;
  • Aeronáutica: segurança de pilotos, aeronaves e passageiros;
  • Pesca: condições favoráveis e seguras para a atividade;
  • Turismo: garantia de passeios e viagens tranquilas e agradáveis.

Importância das observações meteorológicas no INMET

As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).

As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

 

Copiar textoCopiar o texto
05/09/2026 18:00h

O sorteio da Loteria Federal 6098 ocorre na manhã deste domingo (06), no Espaço da Sorte, em São Paulo (SP)

O sorteio da Lotera Federal concurso 6098 acontece neste domingo, 06 de setembro de 2026, a partir das 11h (horário de Brasília). Realizado pela Caixa Econômica Federal, o evento será transmitido ao vivo pelas redes oficiais. Acompanhe aqui a cobertura completa e confira os números assim que forem divulgados oficialmente.

Loteria Federal: como jogar?

A Loteria Federal é uma modalidade tradicional oferecida pela Caixa Econômica Federal e se destaca pelo formato simples de participação. O apostador adquire um bilhete com um número impresso e, caso o número de seu bilhete coincida com o sorteado, ele leva o prêmio correspondente.

O bilhete inteiro é composto por 10 frações. Também é possível comprar frações do bilhete, com o valor do prêmio proporcional à quantidade de frações adquiridas.

Loteria Federal: sorteios

As extrações regulares ocorrem duas vezes por semana, às quartas e aos sábados, e podem ser acompanhadas ao vivo pelo canal oficial da Caixa.

  • QUARTOU: sorteio realizado todas as quartas-feiras;
  • Extração Regular de Sábado: sorteios realizados aos sábados;
  • ENRICOU: sorteio mensal realizado em um sábado do mês;
  • Especial de Natal: sorteio anual realizado em dezembro.

Loteria Federal: premiação

Além do prêmio principal, a Loteria Federal também premia bilhetes com aproximações e unidades do número sorteado, conforme as regras de cada extração.

O prêmio pode ser recebido em qualquer casa lotérica ou nas agências da Caixa. Para valores mais altos, o pagamento deve ser feito diretamente em uma agência da Caixa, mediante apresentação de documento de identificação com CPF e do bilhete ou fração original premiada.

Qual a probabilidade de ganhar na Loteria Federal?

A chance de ganhar na Loteria Federal varia conforme o tipo de extração e a quantidade de bilhetes emitidos em cada concurso. Quanto maior a emissão, maior o número de bilhetes concorrendo ao prêmio principal.

Para mais informações, acesse Loterias Caixa.

Copiar textoCopiar o texto
05/09/2026 00:13h

Memorando firmado pela ApexBrasil e entidade empresarial indiana cria novas frentes para comércio e investimentos bilaterais. Acordo veio em meio a salto de 82% nas relações comerciais

Baixar áudio

A aproximação entre Brasil e Índia ganhou um novo instrumento, com a assinatura de um Memorando de Entendimento (MoU) entre a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) e a Confederação das Indústrias Indianas (CII).

O acordo, assinado no último dia 27 de agosto, prevê ações para ampliar o comércio, compartilhar informações de mercado e estimular investimentos e a internacionalização de empresas dos dois países. A assinatura ocorreu durante a Missão Empresarial Estratégica da Índia no Brasil, em um período de expansão das relações comerciais.

Dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) mostram que, em 2025, o comércio entre Brasil e Índia movimentou US$ 15,2 bilhões, um aumento de 25,4% em relação a 2024. As exportações brasileiras totalizaram US$ 6,86 bilhões, alta de 30,2%.

Já de janeiro a julho de 2026, a corrente de comércio alcançou US$ 10,1 bilhões, crescimento de 32,9%. No período, as vendas brasileiras para o mercado indiano somaram quase US$ 5,89 bilhões, avanço de 82,1%.

A diretora de Negócios da ApexBrasil, Maria Paula Velloso, afirma que o memorando estabelece uma estrutura de cooperação para aproximar empresas brasileiras e indianas e facilitar o acesso a informações sobre oportunidades nos dois mercados.

"Vemos um crescimento nas exportações desde 2025, quando batemos um recorde com salto de 25%. Este ano já demonstra que seguimos no mesmo caminho", destacou.

Segundo Maria Paula, a atuação brasileira no mercado indiano também foi ampliada com a abertura de um escritório da ApexBrasil em Nova Déli, em fevereiro de 2026. A unidade foi instalada após uma missão presidencial à Ásia. "É uma cooperação ganha-ganha, já que há complementaridade entre as duas nações", enfatizou.

Comércio e Mercosul-Índia

Para o ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Márcio Elias Rosa, os resultados fazem parte de uma estratégia de diversificação dos mercados para os produtos brasileiros.

O chefe da Pasta afirmou que o Brasil deve encerrar 2026 com saldo comercial de US$ 90 bilhões e destacou o desempenho das relações com a Índia. De acordo com Márcio Elias, a política de diversificação permitiu ampliar as vendas externas para 57 países, com crescimento médio de 10,5%.

VEJA MAIS:

A agenda também inclui a ampliação do Acordo de Comércio Preferencial (ACP) entre o Mercosul e a Índia. Atualmente, o tratado contempla 450 linhas tarifárias.

“O Brasil é um país que tem indicadores econômicos e sociais capazes de favorecer o investimento seguro. Há características muito presentes. Uma delas é a segurança jurídica. O segundo é a previsibilidade econômica. Não é possível você gerir a macroeconomia decidindo do dia para a noite uma iniciativa nova, transformadora. É preciso que saibamos quais os capítulos dessa grande novela que é a relação com o poder público”, complementou o ministro.

Indústria e atração de investimentos

As oportunidades apresentadas aos empresários indianos também foram relacionadas aos setores definidos pela Nova Indústria Brasil (NIB). Entre os fatores apresentados pelo governo brasileiro para atrair investimentos estão o tamanho do mercado interno e a participação de fontes renováveis na geração de eletricidade. Em 2025, as renováveis responderam por 86,8% da matriz elétrica brasileira.

A área da saúde foi apontada como uma das possibilidades de maior aproximação. O governo pretende atrair empresas indianas para o Complexo Econômico-Industrial da Saúde, especialmente nos segmentos farmacêutico e de equipamentos.

Nesse caso, a convergência regulatória e a dimensão do mercado atendido pelo Sistema Único de Saúde (SUS) são consideradas fatores de interesse. Atualmente, o sistema atende cerca de 200 milhões de pessoas.

Outro tema tratado nas reuniões foi a exploração e o processamento de minerais críticos. A estratégia brasileira é estimular a agregação de valor no país. O assunto também está relacionado ao acordo setorial firmado entre Brasil e Índia em fevereiro.

A transição energética também entrou na pauta, com oportunidades relacionadas à bioenergia, aos biocombustíveis e à economia circular. “Esse é o nosso papel. Nós queremos cada vez mais facilitar e acelerar os investimentos exteriores aqui no Brasil”, destaca o presidente da ApexBrasil, Laudemir Muller.

Interesse da Índia

A delegação indiana apontou o setor automotivo, o maquinário industrial e os combustíveis como algumas das áreas com potencial de cooperação.

"Acreditamos que há muitas áreas em que a Índia e o Brasil podem cooperar. Já compartilhamos uma paixão pelo etanol para transporte, e acreditamos que há muitas outras oportunidades no setor automotivo e de maquinário industrial", afirmou Alok Sanjay Kirloskar, co-presidente da delegação indiana e diretor da Kirloskar Brothers Limited (KBL).

O executivo também destacou o potencial de integração entre os dois países por meio do BRICS, especialmente para ampliar oportunidades de cooperação no setor financeiro.
 

Copiar textoCopiar o texto
05/09/2026 00:10h

Falta de mão de obra já afeta a produção, eleva custos e leva produtores a acelerar investimentos em mecanização e automação

Baixar áudio

A escassez de mão de obra já impacta diretamente a rotina e os resultados dos produtores rurais brasileiros. Quase 95% dos empregadores consultados pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) afirmam ter alguma dificuldade para contratar trabalhadores no campo.

O levantamento, realizado em parceria com o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea/Esalq/USP), mostra ainda que 84,3% dos produtores operam com um quadro de funcionários inferior ao necessário. O problema não se limita à contratação: 88,3% afirmam ter enfrentado algum tipo de consequência produtiva por causa da falta de trabalhadores.

Entre os principais impactos estão atrasos nas operações, apontados por 48,7% dos produtores, e adiamento ou desistência de planos de expansão, relatados por 48%. Outros 43,9% registraram aumento dos custos com mão de obra, enquanto 42,6% anteciparam investimentos em mecanização e automação. Já 42% relataram redução da produção.

A dimensão do problema aparece também na percepção dos próprios produtores. Para 44,5%, a mão de obra é hoje o principal desafio enfrentado no campo, à frente de fatores como custos, clima e preços.

Escassez de mão de obra acelera mecanização no campo

O cenário tem acelerado a transformação tecnológica da agropecuária. 88,8% dos produtores disseram ter buscado alguma alternativa para enfrentar a falta de trabalhadores, incluindo investimentos em tecnologia, medidas para atrair e reter profissionais, mudanças na atividade produtiva e aumento da terceirização. A mecanização aparece como a principal estratégia adotada individualmente.

Mesmo diante da escassez, o setor ampliou significativamente sua produtividade. Segundo o estudo, entre 1995 e 2025, a produtividade por hora trabalhada na agropecuária brasileira cresceu 515%, enquanto a produtividade por hora trabalhada no conjunto da economia avançou 28%.

Outro indicador mostra a mudança estrutural do campo: entre 2012 e 2025, a área agrícola aumentou 43,2%, enquanto o número de empregados por 100 hectares caiu 38,5%. Para a CNA, a própria dificuldade de contratação passou a estimular investimentos em tecnologia, com o objetivo de elevar a produtividade e melhorar as condições oferecidas aos trabalhadores.

A pesquisa aponta que a redução da disponibilidade de trabalhadores rurais está relacionada a transformações demográficas e sociais, como o aumento da escolarização, a expansão de oportunidades de emprego fora do setor agropecuário e o avanço da urbanização.

Os resultados foram apresentados pela economista da CNA Isabel Mendes durante o evento Agenda Brasil – Crescimento, Emprego e Competitividade, realizado pelo Sistema CNA/Senar em parceria com o Estadão.

Copiar textoCopiar o texto
05/09/2026 00:01h

Reforço da Polícia Rodoviária Federal (PRF) começou no dia 4 e segue até o feriado do dia 7 de setembro; foco da operação é o combate à embriaguez ao volante

Baixar áudio

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) deu início, na sexta-feira (4), à Operação Independência. O foco da fiscalização é o combate à embriaguez ao volante, com o objetivo de evitar mortes nas rodovias federais.

Apenas entre janeiro e julho de 2026, dirigir após ingerir álcool foi a principal causa de 2.080 acidentes de trânsito nas estradas. No total, 127 pessoas morreram e 1.754 ficaram feridas. 

Segundo a PRF, os dados deste ano indicam queda em relação ao ano passado. Mesmo com a redução, no mesmo período, o órgão intensificou o combate à mistura álcool e direção. De janeiro a julho de 2026, foram feitos 2.255.639 testes de alcoolemia, 5,33% a mais que no ano passado, quando foram feitos 2.141.440 testes de detecção de consumo de álcool.

No entanto, apesar do reforço na fiscalização, 25.289 motoristas se recusaram a fazer o teste de alcoolemia e 4.051 foram flagrados na direção de veículo após ingestão de álcool ou por apresentarem sinais de embriaguez durante o período. 

Já em 2025, o número de pessoas que não fizeram o teste foi menor, de 24.813, e 4.513 pessoas foram flagradas dirigindo embriagadas.

Conforme o Código de Trânsito Brasileiro (CTB), dirigir sob a influência de álcool ou a recusa ao teste de alcoolemia são infrações de trânsito gravíssimas. Além de multa, há suspensão do direito de dirigir por doze meses. Além disso, o motorista embriagado pode ser detido, a depender da quantidade de álcool presente no organismo ou por apresentar sinais de embriaguez.

Novas normas

Em agosto, o Conselho Nacional de Trânsito (Contran) definiu novas regras para a fiscalização de alcoolemia em todo o país.

A  Resolução 1.031/2026 inclui a triagem, conhecida por teste passivo, e a autuação por detecção de pelo menos dois sinais de embriaguez – procedimentos que já eram realizados pela PRF.

Além disso, a medida também estabelece procedimentos para a fiscalização quando há álcool residual no organismo, envolvendo produtos que podem deixar resíduos de álcool na boca, como bombons de licor, enxaguantes bucais e pão de forma. 

Outra novidade é a inclusão de equipamentos específicos para identificar outras substâncias psicoativas, como drogas. 

As novas regras começam a valer a partir de outubro de 2026.

Viaje em segurança

A PRF orienta que os condutores sigam uma série de regras para garantir a segurança nas viagens pelas rodovias ao longo do feriado. Confira:

  • Realizar a revisão do veículo;
  • Descansar antes de viajar;
  • Conferir as condições da rodovia;
  • Acompanhar as condições meteorológicas;
  • Não consumir bebidas alcoólicas antes de dirigir;
  • Utilizar o cinto de segurança e os equipamentos obrigatórios;
  • Respeitar os limites de velocidade;
  • Não usar o celular ao volante;
  • Fazer ultrapassagem apenas em em local permitido.
     
Copiar textoCopiar o texto
04/09/2026 22:13h

O adiamento para o período pós-eleitoral é uma demanda do setor produtivo desde que a proposta estava em tramitação na Câmara dos Deputados. A Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB) defende mais debate sobre os impactos da mudança para empresas e trabalhadores

Baixar áudio

O Senado Federal decidiu adiar para depois das eleições de outubro a votação em Plenário da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 221/2019, que acaba com a escala de trabalho 6x1. A proposta chegou a ser aprovada na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) na quarta-feira (2), mas o presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União-AP), anunciou na quinta-feira (3) que a matéria só será analisada pelo Plenário depois do pleito.

A decisão satisfaz o setor produtivo, que já havia manifestado publicamente a necessidade de discussões mais aprofundadas. A Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB), que reúne mais de 2,3 mil associações e representa mais de 2 milhões de empreendedores, defende a postergação da votação devido à falta de debate suficiente com os setores afetados.

A entidade entregou aos parlamentares nota pública que reivindicava o adiamento da PEC. O documento foi protocolado no gabinete de Alcolumbre.

O presidente da CACB, da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (FACESP) e da Associação Comercial de SP (ACSP), Alfredo Cotait Neto, entende que é possível encontrar uma solução equilibrada para todos.  “Eu acho que a sociedade civil está pronta para debater, tanto os trabalhadores, como os empresários, e encontrar qual a melhor solução, mas sem nunca esquecer que na reforma trabalhista já pode haver a negociação, porque o negociado prevalece sobre o legislado. Por que temos que engessar o tema numa nova legislação? Essa é uma grande discussão”, afirma.

O projeto altera a Constituição para extinguir a escala 6x1 — regime em que o trabalhador cumpre seis dias de trabalho por apenas um de descanso —, e limitar a jornada de trabalho em 40 horas semanais sem redução salarial. O texto já havia sido aprovado pela Câmara dos Deputados e tem apoio popular expressivo: segundo pesquisas recentes, a aprovação da medida chega à casa dos 70% entre os brasileiros.

Estratégias

O adiamento ocorre a um mês do primeiro turno das eleições, marcado para 4 de outubro. A intenção do Palácio do Planalto era usar a possível aprovação da matéria como trunfo político durante a campanha, dada a popularidade do tema. 

Lideranças governistas atribuíram o adiamento a uma articulação da oposição "para esvaziar o Plenário", liderada por senadores da oposição. Agora, a mobilização daqueles favoráveis à medida é para uma nova votação ainda em outubro, antes de um provável segundo turno.

Para o cientista político Bruno Rizzi, da Fatto Inteligência Política, o resultado das urnas pode mudar a relação de forças na Casa Alta e, com isso, o adiamento reduz as chances de aprovação da PEC, apesar do otimismo entre parlamentares governistas. “Isso porque, pela tendência, veremos um Senado com uma base muito mais de oposição ao atual governo. Portanto, pautas encabeçadas pelo atual governo, independentemente se reeleito ou não, devem ficar para depois ou mesmo ficar na gaveta por algum período”, analisa o especialista.

Segundo ele, foram dois os fatores centrais que levaram à postergação a pressão do empresariado e a estratégia oposicionista. “Muitos empresários com muito acesso a parlamentares e que fizeram uma construção de um diálogo de longo prazo para que a decisão fosse mais conversada e mais trabalhada e, talvez, um meio termo fosse encontrado. E a outra questão foi uma pressão também da base política, especialmente da oposição, para que isso não representasse uma decisão que trouxesse dividendos eleitorais para o atual governo”, conclui.

Cotait Neto reafirmou a disposição permanente para o diálogo, mas alertou em relação aos possíveis impactos sobre a iniciativa privada, especialmente os pequenos negócios. “Não podemos aceitar que a sobrevivência de milhares de micro e pequenas empresas, em um país que já soma 8,5 milhões de micro, pequenas e médias empresas inadimplentes, com R$ 178,6 bilhões em dívidas, seja rifada em prol de dividendos políticos de curto prazo”, destacou Cotait.

Copiar textoCopiar o texto