Voltar
Baixar áudioO dólar fechou o último pregão cotado a R$ 5,10, após alta de 0,50%.
A valorização da moeda norte-americana foi influenciada pelo aumento da cautela entre os investidores no mercado internacional. O movimento ocorreu em meio às vendas de ações de fabricantes de chips e à nova alta dos preços do petróleo, após ataques registrados no Oriente Médio.
Além disso, o barril do petróleo Brent voltou a subir, refletindo a continuidade das tensões entre Estados Unidos e Irã, fator que reforçou a busca por ativos considerados mais seguros.
O euro, por sua vez, encerrou o pregão cotado a R$ 5,86.
A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.
| Código | BRL | USD | EUR | GBP | JPY | CHF | CAD | AUD |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| BRL | 1 | 0,1956 | 0,1705 | 0,1450 | 31,7770 | 0,1580 | 0,2743 | 0,2795 |
| USD | 5,1114 | 1 | 0,8744 | 0,7434 | 162,43 | 0,8076 | 1,4019 | 1,4326 |
| EUR | 5,8651 | 1,1437 | 1 | 0,8502 | 185,77 | 0,9237 | 1,6032 | 1,6386 |
| GBP | 6,8767 | 1,3453 | 1,1763 | 1 | 218,51 | 1,0865 | 1,8858 | 1,9274 |
| JPY | 3,14703 | 0,615669 | 0,53829 | 0,457635 | 1 | 0,4972 | 0,86310 | 0,88199 |
| CHF | 6,3291 | 1,2382 | 1,0827 | 0,9204 | 201,14 | 1 | 1,7358 | 1,7740 |
| CAD | 3,6461 | 0,7133 | 0,6237 | 0,5303 | 115,88 | 0,5761 | 1 | 1,0220 |
| AUD | 3,5798 | 0,6980 | 0,6103 | 0,5189 | 113,37 | 0,5638 | 0,9785 | 1 |
Os dados são da Investing.com.
Copiar o texto
Baixar áudioO Ibovespa fechou o último pregão aos 173.714,08 pontos, após queda de 0,05%.
O principal índice da Bolsa brasileira registrou leve baixa em uma sessão marcada pelo avanço das ações da Petrobras, favorecidas pela valorização dos preços do petróleo. Em sentido contrário, os papéis do setor bancário pesaram sobre o índice, refletindo a alta dos juros futuros.
O mercado também acompanhou a entrada líquida de recursos de investidores estrangeiros na B3, que reforçou o saldo positivo do mês. Além disso, a sessão foi marcada pelo vencimento de opções sobre ações na Bolsa brasileira.
Ações em alta no Ibovespa
Recrusul SA Pfd (RCSL4F) +17,78%
Ações em queda no Ibovespa
Bardella SA Industrias Mecanicas Pfd (BDLL4) −11,98%
Fiset Fl Ref Pfd (FSRF11F) −11,11%
O volume total negociado na B3 foi de R$ 23.828.757.594, em meio a 2.983.349 em negócios.
O Ibovespa (Índice Bovespa) é o principal indicador do mercado acionário brasileiro. Calculado pela B3, ele reflete a média do desempenho das ações mais negociadas na bolsa, com base em critérios de volume e liquidez. O índice é composto por uma carteira teórica de ativos, que representa cerca de 80% do volume financeiro total negociado no mercado.
A B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) é a bolsa de valores oficial do Brasil, sediada em São Paulo. É responsável pela negociação de ações, derivativos, títulos públicos e privados, câmbio e outros ativos financeiros. A B3 está entre as maiores bolsas do mundo em infraestrutura e valor de mercado.
Copiar o textoO concurso 3738 da Lotofácil foi realizado nesta sexta-feira (17/07/2026), no Espaço da Sorte, em São Paulo, e divulgado pela Caixa Econômica Federal. 3 apostadores acertaram as 15 dezenas e levaram para casa o prêmio de R$ 407.776,92. Os bilhetes premiados foram adquiridos em Salvador (BA), Uberlândia (MG) e Santo André (SP).
O prêmio estimado para o próximo concurso da Lotofácil, de número 3739, que será realizado no sábado, 18 de julho de 2026, está estimado em R$ 2.000.000,00. Aproveite a oportunidade e faça sua aposta para concorrer!
02 - 03 - 04 - 05 - 07 - 08 - 10 - 11 - 13 - 14 - 17 - 18 - 20 - 23 - 24
A aposta mínima, de 15 números, custa R$ 3,50 com chance de 1 em 3.268.760 e a máxima custa R$ 46.512 com chance de 1 em 211.
|
Quantidade de números jogados |
Valor da aposta |
|---|---|
|
15 |
R$ 3,50 |
|
16 |
R$ 48,00 |
|
17 |
R$ 408,00 |
|
18 |
R$ 2.448,00 |
|
19 |
R$ 11.628,00 |
|
20 |
R$ 46.512,00 |
De segunda-feira a sábado, às 21h.
Quer apostar sem complicação? Use a Surpresinha e deixe o sistema escolher os números para você — uma forma prática e rápida de participar dos sorteios.
Prefere insistir nos seus números da sorte? Aposte com a Teimosinha e concorra com a mesma combinação por 3, 6, 12, 18 ou 24 concursos seguidos, aumentando suas chances de ganhar sem precisar refazer a aposta a cada sorteio.
Copiar o texto
Baixar áudioA Região Sul terá um sábado (18) de contrastes nas condições do tempo. A instabilidade segue concentrada sobre o Rio Grande do Sul, enquanto Santa Catarina apresenta maior presença de nuvens e o Paraná permanece sob influência de uma massa de ar seco, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
No Rio Grande do Sul, a previsão para Porto Alegre é de céu nublado com pancadas de chuva e trovoadas, com temperaturas entre 21°C e 30°C. As instabilidades também devem atingir a maior parte do estado, onde são esperadas pancadas de chuva acompanhadas de trovoadas ao longo do dia.
Em Santa Catarina, Florianópolis terá muitas nuvens, com mínima de 16°C e máxima de 24°C. A nebulosidade predomina em praticamente todo o estado com possibilidade de pancadas de chuva isoladas em áreas do oeste e do sul catarinense.
No Paraná, o tempo segue mais estável. Em Curitiba, a previsão é de poucas nuvens, com temperaturas entre 13°C e 24°C. A condição de tempo firme também deve prevalecer nas demais regiões, favorecendo períodos de sol ao longo do dia.
Céu totalmente encoberto por oito oitavos na camada de nuvens. A cobertura de nuvens é estimada em oitavos (oktas) da abóbada celeste, somando-se todas as nuvens presentes naquela camada específica.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o textoMassa de ar seco mantém o predomínio de poucas nuvens nos estados da região
Baixar áudioA atuação de uma massa de ar seco favorece a estabilidade atmosférica no Centro-Oeste neste sábado (18). A previsão indica predomínio de poucas nuvens em praticamente toda a região, com registro de névoa seca em áreas do Distrito Federal e de Goiás, condição típica do período de estiagem.
No Distrito Federal, a previsão é de poucas nuvens com névoa seca. Em Brasília, os termômetros variam entre 10°C e 26°C. Nas demais áreas do território distrital, o tempo segue estável, sem previsão de chuva.
Em Goiás, também são esperadas poucas nuvens com névoa seca na capital. Em Goiânia, a temperatura mínima prevista é de 15°C, com máxima de 29°C. Nas regiões Norte, Noroeste, Oeste, Leste, Sul e Central do estado, o predomínio é de poucas nuvens ao longo do dia.
Em Mato Grosso, Cuiabá terá poucas nuvens, com temperaturas entre 23°C e 33°C. A mesma condição deve prevalecer nas demais regiões do estado, mantendo o tempo firme.
Em Mato Grosso do Sul, Campo Grande registra poucas nuvens, com mínima de 21°C e máxima de 32°C. Nas demais regiões, a previsão também é de poucas nuvens e ausência de chuva.
Período anormalmente seco, em uma região específica, suficientemente prolongado para que a escassez de água provoque sério desequilíbrio hidrológico.
Suspensão de partículas muito finas de poeira e/ou fumaça no ar. Embora invisíveis individualmente a olho nu, são numerosas o suficiente para reduzir a visibilidade e conferir ao ar um aspecto opaco ou leitoso.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o textoMassa de ar seco mantém o tempo estável nos quatro estados
Baixar áudioA Região Sudeste terá tempo estável neste sábado (18), sob influência de uma massa de ar seco, que reduz a formação de nuvens e inibe a ocorrência de chuva na maior parte dos estados, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Em São Paulo, a capital registra temperatura mínima de 13°C e máxima de 26°C, com poucas nuvens ao longo do dia. Nas demais áreas do estado, o tempo segue estável.
No Rio de Janeiro, a previsão para a capital é de 14°C de mínima e 30°C de máxima, também com poucas nuvens. O tempo permanece firme nas demais regiões.
Em Minas Gerais, Belo Horizonte terá mínima de 12°C e máxima de 25°C, com poucas nuvens. A estabilidade atmosférica também predomina nas demais regiões do estado.
No Espírito Santo, Vitória terá mínima de 17°C e máxima de 27°C, com poucas nuvens. Nas demais áreas do estado, o tempo segue estável, sem previsão de chuva significativa.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o texto
Baixar áudioA Região Norte terá, neste sábado (18), predomínio de muitas nuvens sobre grande parte dos estados, com ocorrência de chuva isolada em áreas da Amazônia. No Tocantins, a atuação de uma massa de ar seco mantém o tempo estável, favorecendo temperaturas elevadas.
No Acre, a previsão para Rio Branco é de muitas nuvens, com temperaturas entre 22°C e 32°C. Nas demais áreas do estado, o céu também deve permanecer com bastante nebulosidade ao longo do dia.
No Amapá, Macapá terá muitas nuvens, com mínima de 25°C e máxima de 32°C. A condição de nebulosidade também predomina nas regiões Norte, Central e Sul do estado.
No Amazonas, Manaus deve registrar muitas nuvens com pancadas de chuva, com temperaturas entre 25°C e 33°C. A instabilidade também alcança municípios das regiões do Centro Amazonense, Sudoeste Amazonense e Norte Amazonense, enquanto as demais áreas permanecem com muita nebulosidade.
No Pará, Belém terá muitas nuvens com chuva, com mínima de 24°C e máxima de 33°C. A previsão indica céu com muitas nuvens com possibilidade de chuva nas demais áreas da região.
Em Rondônia, Porto Velho terá muitas nuvens, com temperaturas variando entre 21°C e 32°C. A mesma condição é prevista para as regiões Leste Rondoniense e Madeira-Guaporé.
Em Roraima, Boa Vista terá muitas nuvens, com mínima de 25°C e máxima de 33°C. O cenário se repete nas regiões Norte, Sul e Centro-Sul do estado.
No Tocantins, Palmas terá poucas nuvens, com temperaturas entre 22°C e 37°C. O tempo firme também predomina nas regiões Ocidental, Oriental e Central do estado, mantendo o calor e reduzindo a possibilidade de chuva.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o textoMassa de ar seco mantém o interior da região com tempo estável
Baixar áudioO sábado (18) será marcado pelo contraste entre o interior e o litoral do Nordeste. Enquanto áreas do sertão e do interior permanecem sob influência de uma massa de ar seco, favorecendo tempo firme e temperaturas elevadas, a circulação de umidade mantém o céu com muitas nuvens e condições para chuva em trechos da faixa leste da região, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
No Maranhão, a previsão é de muitas nuvens em São Luís, com temperaturas entre 26°C e 32°C. Nas demais áreas do estado, o tempo segue com predomínio de nebulosidade, especialmente no Norte Maranhense e no Leste Maranhense, enquanto o Centro, o Oeste e o Sul Maranhense terão períodos de variação de nuvens, sem expectativa de chuva significativa.
No Piauí, Teresina terá muitas nuvens, com mínima de 25°C e máxima de 35°C. O tempo permanece estável em grande parte do estado, principalmente no Centro-Norte, Sudeste e Sudoeste Piauiense, favorecido pela atuação do ar seco.
No Ceará, Fortaleza registra muitas nuvens com chuva isolada, com temperaturas entre 24°C e 30°C. A instabilidade também alcança o Norte Cearense e o Noroeste Cearense, enquanto o Sertões Cearenses, o Centro-Sul e o Sul Cearense apresentam maior predomínio de tempo firme.
No Rio Grande do Norte, Natal terá muitas nuvens com pancadas de chuva, com mínima de 23°C e máxima de 29°C. As condições de instabilidade se concentram no Leste Potiguar, enquanto o Agreste, o Central Potiguar e o Oeste Potiguar terão céu com variação de nuvens e períodos de tempo estável.
Na Paraíba, João Pessoa também terá muitas nuvens com pancadas de chuva, com temperaturas entre 23°C e 28°C. A chuva tende a ocorrer principalmente no Leste Paraibano, enquanto a Borborema, o Agreste e o Sertão Paraibano permanecem com menor cobertura de nuvens ao longo do dia.
Em Pernambuco, a previsão para Recife é de muitas nuvens com pancadas de chuva, com mínima de 23°C e máxima de 28°C. As precipitações devem ocorrer com maior frequência na Mata Pernambucana e na Região Metropolitana do Recife, enquanto o Agreste e o Sertão Pernambucano seguem com tempo mais estável.
Em Alagoas, Maceió terá muitas nuvens com pancadas de chuva isoladas, com temperaturas entre 24°C e 29°C. A instabilidade permanece concentrada no Leste Alagoano, enquanto o Agreste e o Sertão Alagoano registram predomínio de nuvens e menores condições para chuva.
No Sergipe, Aracaju terá muitas nuvens, com mínima de 21°C e máxima de 29°C. No interior, o Leste Sergipano apresenta maior nebulosidade, enquanto o Agreste e o Sertão Sergipano permanecem com tempo estável durante o sábado.
Na Bahia, Salvador terá poucas nuvens, com temperaturas entre 21°C e 29°C. O tempo firme predomina também no Centro-Sul Baiano, Vale São-Franciscano, Centro-Norte Baiano e Extremo Oeste Baiano, enquanto o Litoral Norte e o Nordeste Baiano apresentam maior variação de nebulosidade ao longo do dia.
Período anormalmente seco, em uma região específica, suficientemente prolongado para que a escassez de água provoque sério desequilíbrio hidrológico.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o texto
Baixar áudioNo primeiro semestre de 2026, 20 dos 27 estados brasileiros registraram queda nas exportações para os Estados Unidos, reflexo das tarifas adicionais impostas pelo governo norte-americano desde o ano passado. A retração foi impulsionada pela redução de 8,7% nas vendas de produtos industriais, sobretudo de semimanufaturados de ferro e aço, ferro fundido bruto, pasta química de madeira não conífera, óleos de petróleo e semimanufaturados de outras ligas de aço. Os dados são da Confederação Nacional da Indústria (CNI).
Na última quarta-feira (15), o governo dos Estados Unidos anunciou uma nova tarifa adicional de 25% sobre produtos brasileiros. A medida, que passa a valer a partir do próximo dia 22 de julho, decorre de uma investigação iniciada em julho de 2025 com base na Seção 301 da legislação comercial norte-americana.
Em junho deste ano, o Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR) concluiu que práticas brasileiras relacionadas a comércio digital, tarifas preferenciais, combate à corrupção, propriedade intelectual, acesso ao etanol e combate ao desmatamento seriam restritivas ao comércio estadunidense.
Com base nessa avaliação, o governo norte-americano decidiu aplicar a tarifa adicional de 25% sobre produtos brasileiros, preservando uma lista de 2.126 códigos tarifários. Entre os itens isentos da medida estão café, suco de laranja e carne.
O presidente da CNI, Ricardo Alban, afirma que os efeitos das tarifas impostas pelos Estados Unidos já são percebidos pela indústria brasileira e tendem a se intensificar com a nova sobretaxa.
“Diante do anúncio de hoje, o cenário tende a piorar, corroendo ainda mais a competitividade da indústria brasileira. Não podemos poupar esforços para reverter essa lógica e retomar a relação que Brasil e Estados Unidos construíram”, afirma.
Apesar da queda nas exportações, os Estados Unidos seguem como o principal destino dos produtos da indústria de transformação brasileira no primeiro semestre de 2026. Por isso, a CNI avalia com preocupação o anúncio da nova tarifa de 25%, que tende a ampliar os impactos sobre a competitividade da indústria nacional e sobre os estados mais dependentes do mercado norte-americano.
Confira as unidades federativas mais afetadas pela tarifa adicional de 25% e a parcela das exportações do setor sujeito à nova tarifa:
| Estado | Valor exportado aos EUA de Jan a Jun de 2026 (US$) | Variação 26-25 | % dos EUA nas exportações do estado |
|---|---|---|---|
| São Paulo | 6,0 bi | -4,3% | 17,1% |
| Rio de Janeiro | 2,9 bi | 15,4% | 10,3% |
| Minas Gerais | 1,9 bi | -18,9% | 8,6% |
| Espírito Santo | 1,4 bi | -19,2% | 27,5% |
| Rio Grande do Sul | 744,3 mi | -22,6% | 7,6% |
| Santa Catarina | 582,9 mi | -32,9% | 9,5% |
| Paraná | 499,6 mi | -32,9% | 4,2% |
| Goiás | 462,5 mi | 42,1% | 6,6% |
| Pará | 416,7 mi | -31,4% | 3,2% |
| Bahia | 373,2 mi | -14,0% | 6,3% |
| Mato Grosso do Sul | 371,0 mi | 13,7% | 6,3% |
| Ceará | 349,8 mi | -36,9% | 33,4% |
| Maranhão | 332,9 mi | -0,6% | 14,8% |
| Mato Grosso | 209,6 mi | 25,8% | 1,1% |
| Rondônia | 127,9 mi | 49,1% | 6,2% |
| Sergipe | 94,3 mi | -35,9% | 52,3% |
| Pernambuco | 35,9 mi | -33,4% | 3,6% |
| Amazonas | 35,8 mi | -2,6% | 6,1% |
| Rio Grande do Norte | 27,0 mi | -72,0% | 4,2% |
| Tocantins | 19,0 mi | -52,1% | 1,0% |
| Alagoas | 15,5 mi | -64,9% | 4,4% |
| Piauí | 11,6 mi | -17,7% | 2,4% |
| Paraíba | 10,3 mi | 5,9% | 15,8% |
| Distrito Federal | 5,5 mi | 34,2% | 3,0% |
| Amapá | 2,8 mi | -41,2% | 4,0% |
| Acre | 1,5 mi | -62,8% | 2,4% |
| Roraima | 0,2 mi | -33,7% | 0,2% |
A gerente de Comércio e Integração Internacional da CNI, Constanza Negri, afirma que a ampliação da lista de produtos isentos da tarifa adicional reflete o trabalho conjunto realizado pelos setores privados brasileiro e norte-americano ao longo da investigação conduzida pelos Estados Unidos.
"Por um lado, a ampliação das isenções trouxe alívio para os setores contemplados. Mas do ponto de vista geral da indústria, ainda está longe do cenário ideal, porque uma série de setores continuarão sendo taxados com uma alíquota adicional bem maior do que eles enfrentam hoje em dia”, diz.
Segundo Negri, mais de 50% das exportações brasileiras dos setores de madeira, minerais não metálicos e produtos químicos, por exemplo, passaram a enfrentar tarifas adicionais de, no mínimo, 25%.
A especialista alerta que os impactos vão além do comércio exterior. “Se levarmos em consideração que as exportações brasileiras para os Estados Unidos são aquelas que mais geram emprego no Brasil, estamos diante de um cenário no qual a competitividade da indústria brasileira será colocada em risco e sob uma pressão adicional”, avalia.
Para a gerente da CNI, a prioridade deve ser intensificar o diálogo entre os dois países para buscar uma solução negociada. "É necessário intensificar o diálogo para se atingir um consenso com os Estados Unidos, para que possa ser revertido esse cenário atual, onde são gerados prejuízos para o lado brasileiro e os Estados Unidos”, orienta.
Negri acrescenta que a indústria brasileira segue atuando em parceria com o governo federal, fornecendo análises técnicas sobre os impactos das tarifas e discutindo alternativas para reduzir os efeitos da medida sobre a competitividade das exportações brasileiras.
O governo brasileiro repudiou a decisão dos Estados Unidos de impor uma tarifa adicional de 25% sobre produtos brasileiros. Em nota divulgada pela Secretaria de Comunicação Social (Secom) da Presidência da República, o governo afirma que não reconhece a legitimidade da investigação que embasou a medida e argumenta que o processo não encontra respaldo nas regras do sistema multilateral de comércio. O texto também sustenta que não há justificativa para a adoção de medidas unilaterais contra o Brasil.
“O dia 15 de julho de 2026 passará para a história das relações entre Brasil e EUA como um marco lastimável”, afirma a nota.
O comunicado informa ainda que o Brasil recorrerá aos instrumentos previstos na Lei de Reciprocidade Econômica e voltará a acionar o mecanismo de solução de conflitos da Organização Mundial do Comércio (OMC).
VEJA MAIS:
Copiar o texto
Baixar áudioSeis anos após a aprovação do Marco Legal do Saneamento, a participação da iniciativa privada nos serviços de abastecimento de água e esgotamento sanitário segue em expansão. Levantamento da Associação e Sindicato Nacional das Concessionárias Privadas de Serviços Públicos de Água e Esgoto (Abcon Sindcon) mostra que empresas privadas já atuam em 2.720 municípios brasileiros, o equivalente a 48,8% das cidades do país.
De acordo com a entidade, desde a aprovação da Lei nº 14.026, em 2020, foram realizados novos leilões, concessões e parcerias que ampliaram a presença da iniciativa privada no setor. Hoje, os contratos firmados representam mais de R$ 177 bilhões em investimentos, destinados à ampliação da infraestrutura de abastecimento de água e coleta e tratamento de esgoto.
O levantamento também aponta que a atuação privada beneficia milhões de brasileiros e tem contribuído para acelerar obras, ampliar a cobertura dos serviços e melhorar a eficiência operacional dos sistemas de saneamento.
Segundo a Abcon Sindcon, o Marco Legal trouxe maior segurança jurídica para os investimentos e criou um ambiente favorável para a expansão do setor. A entidade destaca que a continuidade desse processo será fundamental para que o Brasil alcance as metas de universalização dos serviços de saneamento previstas para os próximos anos.
Copiar o texto