VoltarMunicípio de Ananindeua também terá R$ 2,2 milhões para ações de resposta
Baixar áudioPara apoiar a capital paraense, atingida por chuvas intensas, o Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR) aprovou, nesta quinta-feira (23), um plano de trabalho para assistência humanitária no valor de R$ 5,5 milhões. O recurso poderá ser usado na compra de cestas básicas, kits de limpeza, higiene e dormitório, colchões, combustível, equipamentos de proteção individual, entre outros itens.
Na terça-feira (21), Belém obteve o reconhecimento federal de situação de emergência. A portaria publicada no Diário Oficial da União (DOU) também reconhece a situação de emergência em Ananindeua, que terá R$ 2,2 milhões para ações de resposta após aprovação de plano de trabalho nesta quinta.
Atingida por chuvas intensas no último domingo (19), Belém registrou alagamentos em diferentes bairros e transbordamento de rios. Foram mais de 150 milímetros (mm) de chuva em menos de 24 horas, volume classificado como extremo. Diante do cenário, a prefeitura decretou estado de emergência.
Para dar apoio à população da capital e de outras cidades atingidas pela chuva, o MIDR enviou uma equipe técnica da Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil (Sedec) para o estado. Os técnicos ajudam as prefeituras e as defesas civis locais nos processos necessários no pós-desastre, como a elaboração de planos de trabalho.
“A Defesa Civil Nacional já estava em contato com as prefeituras de Belém e Ananindeua e com as defesas civis municipais e estadual. Neste primeiro momento, os técnicos ajudam com orientações gerais aos municípios que também foram atingidos pela chuva e ainda não conseguiram decretar situação de emergência. No caso de Belém, nosso apoio principal é na elaboração dos planos de trabalho, especialmente os que priorizam a assistência humanitária. As pessoas que foram diretamente afetadas precisam da ajuda dos governos federal, estadual e municipal”, afirma o secretário Nacional de Proteção e Defesa Civil, Wolnei Wolff.
Ele também destaca a fase de elaboração dos planos para restabelecimento. “Quando a água começar a baixar, será possível iniciar o levantamento dos danos causados pelas inundações e o quanto das infraestruturas públicas foram destruídas. Nessa fase, começamos a trabalhar no restabelecimento das cidades", acrescenta.
Nesta quinta, o secretário Nacional de Proteção e Defesa Civil, Wolnei Wolff, também reconheceu a situação de emergência nas cidades paraenses de Acará, Irituia e Tomé-Açu, atingidas por chuvas intensas.
Copiar o texto
Baixar áudioO presidente Luiz Inácio Lula da Silva incentivou a sofisticação e diversificação da produção agropecuária brasileira. Segundo Lula, quanto mais sofisticados e diversificados os alimentos produzidos em solo nacional, melhores serão as vendas, maior o número de empregos serão gerados e mais mercados o Brasil vai conquistar mundo afora.
“A gente compra comida de muitos lugares do mundo. A gente compra macarrão da Itália, a gente compra não sei o quê da França, a gente compra não sei o quê da Alemanha. Mas por quê que a gente não pode comer joelho de porco e fazer o joelho de porco aqui? Tem que comer na Alemanha? Então o que eu quero é isso, é diversificar, porque isso vai gerar empregos, isso vai gerar oportunidade de produção, vai aumentar a escala, vai melhorar a pesquisa, vai melhorar a qualidade. E nós sabemos que não basta produzir para a gente ganhar mercado, é preciso produzir com excelência e qualidade”, frisou o presidente.
O chefe do Executivo federal enfatizou também a importância da agricultura familiar e dos pequenos e médios produtores nesse papel. Ele defendeu a criação de políticas públicas e linhas de financiamento voltadas a esse público para incentivar a produção em escala com base na biodiversidade brasileira, aproximando pesquisa e campo.
A declaração ocorreu durante a celebração dos 53 anos da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), nesta quinta-feira (23), em Brasília. Ao lado do presidente, o ministro da Agricultura e Pecuária, André de Paula, ressaltou que o sucesso do agro brasileiro está diretamente ligado à atuação da Embrapa.
“O presidente Lula me honrou ao confiar a mim a liderança de um setor muito importante da economia do país. Um setor responsável por 25% do PIB, por 38 milhões de empregos e por 49% da pauta de exportações. E as pessoas muitas vezes me perguntam: a que você atribui o sucesso do agro no Brasil? Primeiro, eu lembro que, antes da Embrapa, o Brasil importava alimentos. Hoje, o Brasil é protagonista no agro mundial. De cada oito pratos de alimento no mundo, um tem contribuição do Brasil”, afirmou.
O ministro também destacou a ampliação de investimentos em pesquisa e inovação no campo como marcas da prioridade que o governo federal dá ao agronegócio nacional. “Quando nós chegamos aqui, eram R$ 167 milhões destinados à pesquisa. Hoje são R$ 414 milhões. 250% a mais do que há 3 anos! Isso é fruto de um trabalho de equipe, isso é fruto de determinação, de uma forte liderança de um presidente que não fica na palavra, que coloca na prática aquilo que ele julga que é mais importante para o país”, apontou.
Na avaliação de André de Paula, foi o crescimento desse investimento que viabilizou ao Brasil atingir a marca de 600 novos mercados abertos para diferentes produtos nacionais desde 2023. Um esforço que, de acordo com o ministro, vai continuar.
A presidente da Embrapa, Silvia Massruhá, afirmou que a feira é um espaço de valorização da produção de alimentos e de conexão com a ciência, a inovação e o desenvolvimento sustentável. “É uma oportunidade para a agricultura familiar e para a geração de renda. Muitos produtores já trabalham em parceria com a Embrapa, o que reforça a importância de investir em ciência, tecnologia, capacitação e políticas públicas associadas”, destacou.
Ela também ressaltou que, no aniversário da instituição, foi anunciado o reconhecimento da Embrapa como autoridade depositária internacional de micro-organismos.
O vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, destacou o papel da Embrapa na transformação da agropecuária brasileira. “Há 53 anos, o Brasil era importador de alimentos. Hoje, está entre os maiores exportadores do mundo de proteína animal e vegetal. A Embrapa fez a diferença com inovação, pesquisa e tecnologia - e não para”, afirmou.
Também participaram da abertura a ministra Fernanda Machiaveli (Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar), além dos ministros Leonardo Barchini (Educação), Wellington Dias (Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome) e José Guimarães (Secretaria de Relações Institucionais).
Além do aniversário da Embrapa, o evento também marcou a abertura da Feira Brasil na Mesa. Realizada entre os dias 23 e 25 de abril, na Embrapa Cerrados, a feira reúne programação diversificada, com palestras, exposições e vitrines vivas de tecnologias.
Durante o evento, são apresentadas novas tecnologias desenvolvidas pela Embrapa e parceiros, com foco na transformação do conhecimento científico em soluções aplicáveis às diferentes cadeias produtivas. Entre os destaques, estão quatro novas cultivares de feijão, uma de soja, uma de sorgo gigante e a primeira cultivar brasileira de Brachiaria decumbens, ampliando as alternativas para aumento da produtividade e sustentabilidade agropecuária.
Um tour guiado permite aos visitantes conhecer experimentos com fruteiras, cereais, forrageiras e sistemas integrados de produção, entre outras iniciativas voltadas à inovação no campo. A programação também inclui inovações digitais, como o aplicativo Monitora Caju, que funciona sem conexão à internet e auxilia produtores, especialmente agricultores familiares, no manejo fitossanitário da cultura.
Outro destaque é o plugin para o software QGIS integrado ao sistema Netflora, tecnologia baseada em inteligência artificial que aprimora a precisão e reduz custos no manejo florestal na Amazônia, facilitando a realização de inventários por um número maior de profissionais.
Além das exposições, a feira conta com seminários técnicos com a participação de diversos ministérios, incluindo o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e o Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA), abordando temas como segurança alimentar, valorização de produtos da biodiversidade, fruticultura, gastronomia de baixo carbono, bioinsumos, indicações geográficas, Zoneamento Agrícola de Risco Climático (Zarc) e acesso ao crédito.
A programação contempla ainda atividades interativas e experiências voltadas ao público, como degustações de alimentos nativos e produtos artesanais, cozinhas demonstrativas com chefs, vitrines tecnológicas com pesquisadores, mutirão de serviços ao agricultor, trilhas em áreas de vegetação nativa, rodadas de negócios e apresentações culturais, reforçando a integração entre ciência, produção e sociedade.
Copiar o texto
Baixar áudioA incidência de 20% de Imposto de Importação sobre compras internacionais de até US$ 50 — conhecida como “taxa das blusinhas” — reduziu em R$ 4,5 bilhões o volume de produtos importados no Brasil e contribuiu para preservar mais de 135 mil empregos, além de quase R$ 20 bilhões na economia nacional. Os dados constam em nota técnica inédita divulgada na quarta-feira (22) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).
A medida entrou em vigor em agosto de 2024, no âmbito do Programa Remessa Conforme, iniciativa da Receita Federal que regulamenta compras realizadas em plataformas de varejo internacional. Segundo o levantamento, a tributação inibiu a importação de itens de baixo valor.
“O objetivo principal da ‘taxa das blusinhas’ não é tributar o consumidor, mas proteger a economia. Tornar a indústria brasileira competitiva é primordial para que nós possamos manter empregos e gerar renda. Ninguém aqui é contra as importações. Elas são bem-vindas, aumentam a competitividade, mas é preciso que entrem no Brasil em condições de igualdade”, afirma Marcio Guerra, superintendente de Economia da CNI.
Em 2024, o país recebeu 179,1 milhões de remessas por meio do programa. Em 2025, esse número caiu para 159,6 milhões — retração de 10,9%. A CNI estima, porém, que, sem a cobrança do imposto, o volume teria alcançado 205,9 milhões de pacotes no ano passado, ou seja, 46,3 milhões a mais do que o registrado. O valor médio das remessas em 2025 foi de R$ 96,88.
Clique aqui para ter acesso à íntegra da nota técnica
Com base nessa diferença e no ticket médio das compras, a entidade calcula que o imposto reduziu em R$ 4,5 bilhões o total gasto no exterior, contribuindo para a manutenção de 135,8 mil empregos e de R$ 19,7 bilhões na economia brasileira. A arrecadação federal com o tributo também cresceu: passou de R$ 1,4 bilhão em 2024 para R$ 3,5 bilhões em 2025, primeiro ano completo de vigência da medida.
“O Remessa Conforme reduziu o desequilíbrio das condições de concorrência dos produtos nacionais com os importados e contribuiu para moderar o ritmo das importações que se beneficiavam do tratamento tributário desigual”, avalia Marcio Guerra.
VEJA MAIS:
Outra forma de observar os efeitos da taxação é a comparação entre períodos equivalentes. No primeiro semestre de 2024, antes da vigência do imposto, 90,2 milhões de remessas chegaram ao país. Já nos seis primeiros meses de 2025, com a medida em vigor, foram 69,1 milhões — queda de 23,4%. Em contrapartida, o volume das importações de bens de consumo cresceu 20,2% no mesmo intervalo.
"Isso acontece no mundo todo. Em países da Europa, criam condições de isonomia tributária, não para proteger os seus produtos, mas para que se tenha o princípio da competitividade e de igualdade de competição", destaca Guerra.
Até agosto de 2024, encomendas de até US$ 50 enviadas de pessoa física para pessoa física eram isentas do Imposto de Importação. Segundo a CNI, a regra acabou sendo distorcida, evidenciando fragilidades operacionais.
Práticas como subfaturamento, adulteração de documentos fiscais, fracionamento de encomendas e o enquadramento indevido de vendas realizadas por empresas como se fossem operações entre pessoas físicas tornaram-se frequentes.
Esse cenário prejudicava a concorrência entre empresas nacionais e estrangeiras, já que produtos fabricados no Brasil continuam sujeitos a tributos como IPI, ICMS e PIS/Cofins, enquanto parte significativa das mercadorias importadas entrava no país sem recolhimento integral de impostos.
O Programa Remessa Conforme passou a concentrar o controle das importações no momento da venda, exigindo das plataformas internacionais o envio antecipado de informações e o recolhimento de tributos, como ICMS e Imposto de Importação, no ato da compra. De acordo com a entidade, isso aumentou a efetividade da fiscalização e contribuiu para reduzir irregularidades.
Copiar o textoOs pagamentos são realizados preferencialmente na Poupança CAIXA ou conta CAIXA Tem
Baixar áudioA CAIXA inicia nesta sexta-feira (24), o pagamento do Bolsa Família referente ao mês de abril para os beneficiários com o Número de Identificação Social (NIS) terminado em 6.
Os pagamentos são realizados preferencialmente na Poupança CAIXA ou conta CAIXA Tem. Com a conta CAIXA Tem, os beneficiários podem pagar contas e fazer transferências diretamente pelo aplicativo no celular.
O benefício também pode ser movimentado com o cartão de débito da conta em comércios, Unidades Lotéricas, Correspondentes CAIXA Aqui, terminais de autoatendimento e Agências da CAIXA. Além disso, é possível realizar saques sem cartão nos terminais de autoatendimento e Unidades Lotéricas, utilizando a identificação biométrica previamente cadastrada em uma agência da CAIXA.
No aplicativo Bolsa Família é possível acompanhar as informações dos benefícios, além de receber atualizações e novidades sobre o programa.
Para baixar os aplicativos CAIXA Tem e Bolsa Família, basta acessar a loja de aplicativos do seu smartphone. É gratuito.
O Programa Bolsa Família é a transferência mensal de renda do maior programa social do Brasil, reconhecido por tirar milhões de famílias da fome. O modelo atual considera tamanho e características do núcleo familiar: lares com três ou mais pessoas tendem a receber valores maiores do que famílias unipessoais, reforçando a proteção social.
Além da renda, o Bolsa Família integra políticas públicas para ampliar acesso a saúde, educação e assistência social. O foco é promover dignidade e cidadania, articulando ações complementares (esporte, ciência, trabalho) para a superação da pobreza e a transformação social.
Para ter direito ao pagamento do Bolsa Família, a renda por pessoa da família deve ser de até R$ 218/mês.
Exemplo: 1 pessoa com salário mínimo (R$ 1.518) em família de 7 integrantes → renda per capita de R$ 216,85. Como está abaixo de R$ 218, a família é elegível ao benefício.
Mesmo inscrita no CadÚnico, a família só recebe quando for selecionada pelo sistema do programa. A inclusão é contínua e mensal, de forma automatizada, conforme os critérios de elegibilidade e a atualização cadastral.
Preciso estar no CadÚnico? Sim, é obrigatório para concorrer ao pagamento do Bolsa Família.
O valor é igual para todos? Não. O modelo considera o tamanho e o perfil familiar, podendo variar.
Cadastro feito = pagamento imediato? Não. A seleção é mensal e automatizada; a família começa a receber quando é incluída.
Onde tirar dúvidas? Procure o CRAS do seu município ou os canais oficiais do programa.
Copiar o textoResultado foi impulsionado pela expansão das receitas, digitalização e avanço em sustentabilidade
Baixar áudio
O Banco da Amazônia encerrou 2025 com lucro líquido de R$ 1,1 bilhão e crescimento de 20,4% na carteira de crédito, que alcançou R$ 66,8 bilhões. O desempenho foi sustentado pela expansão das receitas, pela diversificação de serviços e pelo avanço da atuação em desenvolvimento sustentável, mesmo em um cenário econômico mais restritivo. Apenas no quarto trimestre de 2025 (4T25), o banco registrou lucro líquido de R$ 305,5 milhões, com avanço de 11,7% em comparação ao mesmo período de 2024.
Segundo a instituição financeira, o resultado foi alcançado em um ambiente de maior pressão sobre custos e riscos, o que exigiu adaptação dos processos e maior disciplina na gestão.
O presidente do banco, Luiz Lessa, destaca que, apesar do cenário macroeconômico adverso no ano passado, a instituição conseguiu avançar e já projeta para este ano transformações institucionais voltadas ao apoio aos clientes.
“Apesar de um ano difícil, nós conseguimos trazer bons resultados, e mais do que isso, nós continuamos com uma perspectiva, dadas as transformações que nós estamos fazendo no banco, notadamente o Core, que vai abrir o canal digital totalmente novo para que nós possamos ampliar os negócios, e negócios que têm um potencial muito grande de mexer no ponteiro em termos de receita. Esse ano nós vamos entrar firmemente na adquirência e no cartão de crédito”, ressalta Lessa.
Entre os destaques do crescimento está o avanço de 20,4% na carteira de crédito do banco ao longo do ano, chegando a R$ 66,8 bilhões. O desempenho foi impulsionado pela ampliação das contratações e pela consolidação da estratégia comercial.
“O destaque é a carteira de crédito, que apesar desse ano diverso, nós tivemos um crescimento substancial, provando a nossa capacidade de fazer negócio aqui na Região Norte, e mais do que isso, a demanda crescente e pujante da região, que vem crescendo em termos de novos projetos, desenvolvimento do agronegócio e desenvolvimento das cidades”, salienta Lessa.
As receitas avançaram 22,3% no período, com destaque para a intermediação financeira. A margem financeira bruta cresceu 17,6%, em relação ao ano anterior, e reflete o aumento das rendas de crédito, que subiram 31%, e o desempenho da tesouraria, com alta de 39%.
Ao longo do ano, o Banco da Amazônia investiu na digitalização de serviços, diversificação de produtos e modernização da marca. Também ampliou frentes de atuação com novos serviços, como adquirência, cartão de crédito e consórcios, fortalecendo a presença no sistema financeiro.
A expansão também abarca a base de clientes, que ultrapassou 1,2 milhão de ativos, com crescimento de 15,6% no segmento de pessoa jurídica. O patamar indica uma maior inserção da instituição junto a empresas.
Os avanços também incluíram melhorias operacionais por meio do Programa Transformação, que vem modernizando processos, ampliando a eficiência e fortalecendo a atuação comercial. A transformação tem como foco a eficiência e expansão dos canais digitais, que passaram a concentrar a maior parte das transações.
Um dos compromissos do Banco da Amazônia é aliar o desenvolvimento econômico da Amazônia às iniciativas de impactos sociais e sustentáveis. Nesse cenário, o Banco ampliou o apoio ao desenvolvimento regional com avanço nas contratações do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), que cresceram cerca de 100%, alcançando R$ 2,7 bilhões.
O microcrédito produtivo avançou 142%, fomentando os pequenos empreendedores. Já o Fundo Constitucional de Financiamento do Norte (FNO) registrou aumento de 31% nas operações, com volumes recordes, reforçando a atuação do banco no financiamento ao desenvolvimento regional.
Além do apoio ao desenvolvimento regional, o banco também dá suporte a artistas regionais e colabora para a expansão da cultura. Em 2025, a instituição inaugurou o Centro Cultural Banco da Amazônia, localizado na sede do banco em Belém. O espaço tem como foco ampliar a atuação na promoção da cultura e da economia criativa.
Em 2025, o Banco também intensificou a atuação em pautas climáticas e internacionais, inclusive, com a participação na COP30, em Belém (PA). Durante a Conferência, a instituição firmou parcerias com organismos como a Agência Francesa de Desenvolvimento (AFD) e o Banco Mundial, destinados ao financiamento sustentável na Amazônia e à transição energética.
O Banco da Amazônia é a principal instituição financeira de fomento da Região Norte e opera o Fundo Constitucional de Financiamento do Norte (FNO), com atuação voltada ao desenvolvimento econômico, social e ambiental da Amazônia Legal.
Copiar o textoSaiba o porquê surge e como tratar
Baixar áudio
Baixar áudioVeias dilatadas, tortuosas e aparentes nas pernas são mais do que um incômodo visual. Segundo o cirurgião vascular Dr. Vitor Cervantes Gornati (CRM: 135.239/SP | RQE: 48.202), as varizes surgem quando as válvulas das veias falham e o sangue se acumula, provocando sintomas como:
O diagnóstico é feito com ultrassom Doppler. Já o tratamento pode variar entre:
Não ignore os sintomas: as varizes podem evoluir para complicações sérias, como trombose, por isso, procure um cirurgião vascular e cuide da sua circulação.
Tenha acesso aos conteúdos do Doutor Ajuda. Acesse o site.
Copiar o texto
Baixar áudioA Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (22) um novo marco legal para o mercado de ouro no Brasil. O projeto de lei 3025/2023, de autoria do Poder Executivo, cria normas para a comercialização do metal precioso e institui um sistema nacional de rastreabilidade, com marcação física obrigatória do metal e registro digital de todas as operações, sob responsabilidade da Casa da Moeda do Brasil.
Com as novas regras, o ouro extraído em garimpos só poderá ser vendido a instituições autorizadas pelo Banco Central, como as distribuidoras de títulos e valores mobiliários (DTVMs). Até essa primeira venda, o ouro será considerado ativo financeiro ou instrumento cambial.
A transação deverá ser feita exclusivamente pelo titular da lavra ou por mandatário legalmente constituído, sem possibilidade de subdelegação. O pagamento será obrigatório em reais, por meio de crédito em conta de depósito ou de pagamento. Também fica vedada a possibilidade de cooperativas ou pessoas físicas realizarem a primeira aquisição do ouro garimpado.
O texto cria um sistema obrigatório de rastreamento que abrange toda a cadeia produtiva, da extração à comercialização, incluindo transporte, custódia, beneficiamento e exportação. Todos os envolvidos nessas etapas deverão utilizar o sistema.
Além disso, a marcação física do ouro será considerada requisito essencial para comprovar a regularidade da mercadoria. Em caso de ausência do registro, o metal pode ser apreendido pela Receita Federal, bem como aberto processos administrativos e penais. A comprovação da regularidade do transporte será feita por meio de guia específica e registro no sistema eletrônico, além da nota fiscal eletrônica após a primeira venda.
Para custear o sistema, o projeto cria a Taxa de Registro das Transações e de Marcação Física do Ouro (Touro). O valor será de R$ 2 por guia de transporte e de R$ 5 por grama de ouro marcada, com recursos destinados à Casa da Moeda.
As instituições compradoras passam a ser responsáveis pela manutenção de estruturas de gestão de riscos para prevenir lavagem de dinheiro e financiamento ao crime organizado, com guarda de documentos por até dez anos.
A proposta foi enviada pelo Executivo após decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) em 2023 que derrubou regra de “boa-fé” na compra de ouro. O dispositivo agora revogado estava previsto em lei de 2013, que permitia a compra de ouro com base apenas na presunção de boa-fé do vendedor.
Para o Supremo, a circulação de ouro com base apenas na declaração de origem incentivava o garimpo ilegal em áreas protegidas. Dados do Setor de Perícias em Geologia (SEPGEO), da Polícia Federal, indicam a instauração de 1.527 inquéritos policiais entre 2021 e 2022 sobre garimpo ilegal em terras onde a atividade é proibida.
Copiar o texto
Baixar áudioComeça nesta sexta-feira (24) a Semana de Vacinação nas Escolas voltada a atualizar as cadernetas de vacinação de crianças e jovens. A mobilização vai ocorrer em quase todos os municípios brasileiros com o objetivo de atingir 104,9 mil escolas e alcançar 27 milhões de estudantes de 9 a 15 anos. A semana de vacinação vai até 30 de abril.
O objetivo da iniciativa da Saúde e da Educação é elevar os índices de imunização nas instituições de ensino de 5.544 municípios. A iniciativa integra o Programa Saúde na Escola (PSE) e tem como foco atualizar a imunização desse público contra doenças como meningite, sarampo, HPV e covid-19.
A vacinação dos estudantes vai ocorrer mediante autorização dos pais ou responsáveis.
Além do calendário regular, a estratégia inclui a vacina contra o HPV para jovens de 15 a 19 anos que ainda não receberam as doses recomendadas. Nestes casos, a ação contempla alunos do ensino médio e da Educação de Jovens e Adultos (EJA).
O Ministério da Saúde também usa a tecnologia para lembrar as famílias quando é a hora de vacinar as crianças por meio de lembretes (push) pelo app da Caderneta Digital de Vacinação da Criança. Os lembretes aparecem no app conforme a idade das crianças.
Pela Caderneta Digital de Saúde da Criança no aplicativo Meu SUS Digital é possível acompanhar, em tempo real, o histórico de vacinas e consultar a previsão das próximas doses.
O Governo do Brasil também tem intensificado o incentivo à vacinação pelo whatsapp e pelo Meu SUS Digital, com 39 milhões de disparos apenas este ano, sendo 10,2 milhões via whatsapp.
Copiar o textoJá o preço do açúcar cristal apresenta variação nas principais praças do estado de São Paulo
Baixar áudioO preço do café arábica abre esta sexta-feira (24) em alta de 2,67%, com a saca de 60 kg negociada a R$ 1.817,26 na cidade de São Paulo.
INDICADOR DO CAFÉ ARÁBICA CEPEA/ESALQ
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$ |
|---|---|---|---|---|
| 23/04/2026 | 1.817,26 | 2,67% | -3,74% | 362,80 |
| 22/04/2026 | 1.770,08 | -0,32% | -6,24% | 355,94 |
| 20/04/2026 | 1.775,85 | 0,58% | -5,93% | 357,03 |
| 17/04/2026 | 1.765,66 | -1,95% | -6,47% | 354,34 |
| 16/04/2026 | 1.800,72 | -1,22% | -4,61% | 360,65 |
Já o café robusta teve salto de 0,91% no preço, sendo comercializado a R$ 941,63.
INDICADOR DO CAFÉ ROBUSTA CEPEA/ESALQ
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$ |
|---|---|---|---|---|
| 23/04/2026 | 941,63 | 0,91% | -2,50% | 187,99 |
| 22/04/2026 | 933,13 | 2,58% | -3,38% | 187,64 |
| 20/04/2026 | 909,64 | 2,73% | -5,81% | 182,88 |
| 17/04/2026 | 885,48 | -1,21% | -8,31% | 177,70 |
| 16/04/2026 | 896,31 | -0,59% | -7,19% | 179,51 |
O preço do açúcar cristal apresenta variação nas principais praças do estado de São Paulo. Na capital, a saca de 50 kg teve recuo de 3,01% e é cotada a R$ 96,06.
INDICADOR DO AÇÚCAR CRISTAL BRANCO CEPEA/ESALQ - SÃO PAULO
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$ |
|---|---|---|---|---|
| 23/04/2026 | 96,06 | -3,01% | -8,91% | 19,18 |
| 22/04/2026 | 99,04 | -0,35% | -6,09% | 19,92 |
| 20/04/2026 | 99,39 | -0,51% | -5,76% | 19,98 |
| 17/04/2026 | 99,90 | 0,77% | -5,27% | 20,05 |
| 16/04/2026 | 99,14 | -0,23% | -5,99% | 19,86 |
Em Santos (SP), a mercadoria teve elevação de 0,12%, sendo negociada a R$ 100,21 na média de preços sem impostos.
INDICADOR AÇÚCAR CRISTAL - SANTOS (FOB)
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$ |
|---|---|---|---|---|
| 23/04/2026 | 100,21 | 0,12% | -12,17% | 20,23 |
| 22/04/2026 | 100,09 | 0,86% | -12,28% | 20,16 |
| 20/04/2026 | 99,24 | 0,44% | -13,02% | 19,91 |
| 17/04/2026 | 98,81 | -0,49% | -13,40% | 19,88 |
| 16/04/2026 | 99,30 | -0,70% | -12,97% | 19,86 |
A saca de 60 kg do milho, por sua vez, é vendida a R$ 66,36, após aumento de 0,03% no preço.
INDICADOR DO MILHO ESALQ/BM&FBOVESPA
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$ |
|---|---|---|---|---|
| 23/04/2026 | 66,36 | 0,03% | -5,70% | 13,25 |
| 22/04/2026 | 66,34 | -0,17% | -5,73% | 13,34 |
| 20/04/2026 | 66,45 | -0,54% | -5,57% | 13,36 |
| 17/04/2026 | 66,81 | -0,30% | -5,06% | 13,41 |
| 16/04/2026 | 67,01 | -0,70% | -4,77% | 13,42 |
Os valores são do Cepea.
Café arábica e café robusta são as duas principais variedades cultivadas e comercializadas no Brasil, ambas medidas em sacas de 60 kg.
O café arábica (conhecido também como café Conilon, em algumas regiões) tem sabor mais suave, menor teor de cafeína e alta qualidade sensorial, sendo preferido em cafeterias especializadas e nas exportações de cafés premium. Representa cerca de 70% da produção brasileira, com destaque para estados como Minas Gerais e São Paulo.
O café robusta, por sua vez, possui sabor mais amargo, maior concentração de cafeína e corpo mais intenso. É amplamente utilizado na produção de café solúvel e blends comerciais. Seus principais polos produtores são o Espírito Santo e Rondônia, e seu preço costuma ser mais baixo em comparação ao arábica, por conta do perfil mais industrial.
A saca de açúcar cristal no Brasil é padronizada em 50 quilos, especialmente para comercialização no mercado atacadista e para uso na indústria alimentícia. Essa unidade de medida é adotada pelo Cepea/Esalq-USP, principal fonte de cotações diárias do açúcar cristal no país.
A saca de milho equivale a 60 kg de grãos, mesmo padrão utilizado para soja e trigo. Essa medida é oficializada por instituições como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Cepea, sendo amplamente usada em negociações e relatórios de preço do milho.
Copiar o textoO preço do trigo registra queda de 0,30% no Paraná; e valorização de 0,70% no Rio Grande do Sul
Baixar áudioO valor da saca de 60 kg da soja abre esta sexta-feira (24) em queda tanto no interior do Paraná quanto no litoral do estado, em Paranaguá.
Na primeira região, o valor do grão teve redução de 0,11% e é negociado a R$ 120,49; na segunda, a mercadoria recuou 0,42% e é cotada a R$ 126,90.
INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANÁ
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$ |
|---|---|---|---|---|
| 23/04/2026 | 120,49 | -0,11% | -1,89% | 24,05 |
| 22/04/2026 | 120,62 | 0,37% | -1,78% | 24,25 |
| 20/04/2026 | 120,17 | -0,20% | -2,15% | 24,16 |
| 17/04/2026 | 120,41 | 0,08% | -1,95% | 24,16 |
| 16/04/2026 | 120,31 | -0,38% | -2,04% | 24,10 |
INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANAGUÁ
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$ |
|---|---|---|---|---|
| 23/04/2026 | 126,90 | -0,42% | -1,81% | 25,33 |
| 22/04/2026 | 127,43 | 1,19% | -1,40% | 25,63 |
| 20/04/2026 | 125,93 | -0,41% | -2,56% | 25,32 |
| 17/04/2026 | 126,45 | -0,17% | -2,16% | 25,38 |
| 16/04/2026 | 126,67 | -0,14% | -1,99% | 25,37 |
O preço do trigo, por sua vez, registra queda de 0,30% no Paraná; e valorização de 0,70% no Rio Grande do Sul. No primeiro estado, a tonelada é vendida a R$ 1.338,21, enquanto no segundo é comercializada a R$ 1.244,12.
PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - PARANÁ
| Data | Valor R$/t | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$/t |
|---|---|---|---|---|
| 23/04/2026 | 1.338,21 | -0,30% | 4,15% | 267,16 |
| 22/04/2026 | 1.342,19 | 0,19% | 4,46% | 269,89 |
| 20/04/2026 | 1.339,61 | 0,77% | 4,26% | 269,32 |
| 17/04/2026 | 1.329,31 | 0,00% | 3,45% | 266,77 |
| 16/04/2026 | 1.329,31 | 0,61% | 3,45% | 266,24 |
PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - RIO GRANDE DO SUL
| Data | Valor R$/t | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$/t |
|---|---|---|---|---|
| 23/04/2026 | 1.244,12 | 0,70% | 7,93% | 248,38 |
| 22/04/2026 | 1.235,52 | 0,67% | 7,19% | 248,45 |
| 20/04/2026 | 1.227,34 | 0,01% | 6,48% | 246,75 |
| 17/04/2026 | 1.227,27 | 0,44% | 6,47% | 246,29 |
| 16/04/2026 | 1.221,85 | 2,12% | 6,00% | 244,71 |
Os valores são do Cepea.
A saca de soja e a saca de trigo são as principais unidades de comercialização de grãos no Brasil. Cada saca equivale a 60 quilos, padrão adotado por órgãos oficiais como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).
Esse formato padronizado facilita o comércio da soja e do trigo, além de permitir um acompanhamento mais preciso das cotações e variações de preços no mercado nacional.
Copiar o texto