21/05/2026 04:55h

O país soma mais de 56 mil marcas e amplia presença no mercado externo, segundo o Anuário da Cerveja 2026, divulgado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária

Baixar áudio

O Brasil chegou, em 2025, ao maior número de cervejarias da série histórica. De acordo com o Anuário da Cerveja 2026 – Ano de Referência 2025, divulgado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), o país somou 1.954 estabelecimentos, distribuídos em 794 municípios.

O levantamento também registra crescimento no número de produtos e o maior valor já alcançado pelas exportações do setor, que chegaram a US$ 218,4 milhões. Na comparação histórica, o total de cervejarias aumentou 4.785%. Em 2025, o avanço foi de 0,3%, indicando estabilidade no ritmo de expansão.

O documento reúne informações da Secretaria de Defesa Agropecuária do Mapa e consolida dados sobre registros de estabelecimentos e produtos, além de indicadores de exportação, importação, emprego e produção.

Em 2025, foram contabilizadas 44.212 cervejas registradas, alta de 2,4% em um ano, com acréscimo de 1.036 novos registros. O número de marcas também subiu e chegou a 56.170, evidenciando a ampliação da variedade no mercado nacional.

Segundo o diretor do Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Vegetal do Mapa, Hugo Caruso, os números mostram maior inserção da cerveja brasileira no exterior.

“Embora o crescimento interno tenha sido mais contido, o avanço no valor das exportações e o superávit histórico da balança comercial destacam o protagonismo crescente da cerveja brasileira no mercado internacional”, destaca.

Para o presidente-executivo do Sindicato Nacional da Indústria da Cerveja (Sindicerv), Márcio Maciel, o setor conseguiu se ajustar ao cenário do ano. “Os números do Anuário mostram um setor que segue evoluindo e ampliando sua presença no país”, pontua.  

“Nos cenários desafiadores que enfrentamos em 2025, a cerveja provou que pode se reinventar, se adaptar. O brasileiro faz questão da cerveja em seus momentos de celebração e conexão. E isso faz com que ela seja incomparável”, complementa.

Distribuição no país

São Paulo mantém a liderança nacional entre os estados brasileiros, com 452 cervejarias registradas. O Sudeste concentra 47,2% do total, o equivalente a 923 unidades.

A produção está espalhada por 794 municípios, o que representa 14,3% das cidades brasileiras. Entre eles, a capital paulista lidera, com 61 estabelecimentos. O número de cidades com pelo menos dez cervejarias subiu para 25 em 2025.

VEJA MAIS:

No recorte por população, o país tem em média uma cervejaria para cada 108.794 habitantes. Santa Catarina aparece na frente nesse indicador, com uma para cada 32.625 moradores.

Comércio internacional

As exportações de cerveja chegaram a 315,5 milhões de litros em 2025, um recuo de 5,1% frente ao ano anterior. Mesmo assim, o faturamento atingiu o maior nível da série, com US$ 218,4 milhões, o que indica valorização do produto no mercado externo.

A cerveja brasileira foi enviada para 77 países, mas quase todo o volume teve destino sul-americano (98,5%). O Paraguai concentrou 62,3% das vendas externas, seguido por Bolívia, Uruguai, Argentina e Chile.

No sentido contrário, as importações cresceram fortemente em volume (+251,4%), saltando de cerca de 7,5 milhões de litros em 2024 para 26,3 milhões em 2025. Em valor, o aumento foi bem menor (+1,7%), chegando a aproximadamente US$ 9,4 milhões, o que sugere queda no preço médio.

Os Estados Unidos responderam pela maior parte das compras externas do Brasil, com 19,5 milhões de litros, equivalentes a 74,2% do total importado. Alemanha, Argentina, Uruguai e Espanha também aparecem na lista.

Emprego e produção

O setor de bebidas ultrapassou 143 mil empregos diretos em 2025, sendo 41.976 ligados à produção de malte, cerveja e chope.

A produção nacional passou de 15 bilhões de litros de cerveja em 2025, segundo a Declaração Anual de Produção e Estoques. Dentro desse total, 29,2% correspondem a cervejas puro malte.

Uma das novidades do anuário foi a inclusão de mapas de distribuição das cervejarias, feitos em parceria com a Embrapa Territorial, permitindo visualizar melhor a concentração das unidades pelo país.

Outro ponto destacado foi o avanço das cervejas sem glúten, com aumento superior a 400% na produção, acompanhando mudanças no consumo.

O Anuário da Cerveja 2026 reúne dados sobre registros, produção, comércio exterior e emprego e funciona como referência estatística do setor no país.
 

Copiar textoCopiar o texto

Catamarã oferece consultas e exames a comunidades ribeirinhas e profissionais da indústria associados da Colônia de Pescadores Z-13, em Barcarena

Baixar áudio

De 19 a 22 de maio, comunidades ribeirinhas e trabalhadores da indústria associados da Colônia de Pescadores Z-13 em Barcarena, no nordeste do Pará, recebem atendimentos da atenção primária na Embarcação Saúde Conectada SESI – Copaíba

A unidade fluvial faz parte de um projeto desenvolvido pelo Serviço Social da Indústria (SESI), em parceria com o Ministério da Saúde, o Conselho Nacional do SESI (CN-SESI) e a Federação das Indústrias do Estado do Pará (FIEPA). A iniciativa busca ampliar o acesso aos serviços de saúde para trabalhadores que ainda enfrentam longos deslocamentos pelos rios para conseguir atendimento básico

Os atendimentos são realizados no Porto do Complexo Comercial de Barcarena, em parceria com a Hidrovias do Brasil. O foco inicial é o acompanhamento e o controle da hipertensão e do diabetes. Para isso, a operação inclui coleta de dados clínicos, aferição da pressão arterial e realização de testes rápidos para identificação de infecções, doenças virais e monitoramento de enfermidades crônicas

A equipe embarcada é composta por um piloto, um marinheiro, uma enfermeira e duas técnicas de enfermagem. Durante a operação, o SESI vai atuar em alinhamento com a rede municipal de saúde para garantir encaminhamentos complementares aos pacientes atendidos. 

Tecnologia e sustentabilidade a serviço da saúde 

Lançada durante a COP30, a Embarcação Saúde Conectada SESI – Copaíba foi projetada para percorrer longas distâncias pela Região Norte com uma estrutura energética limpa e eficiente

O nome Copaíba faz referência à árvore típica da Amazônia conhecida por suas propriedades medicinais e pela relação histórica com o cuidado e a saúde. 

O projeto foi desenvolvido em parceria com a Universidade Federal do Pará (UFPA), que participou da criação de uma embarcação preparada para os desafios característicos dos rios amazônicos. A variação constante do nível das águas, a formação de bancos de areia, a presença de troncos submersos e as longas distâncias percorridas exigiram uma solução capaz de operar com segurança, estabilidade e eficiência em diferentes cenários da navegação fluvial. 

O resultado foi um catamarã fluvial — embarcação de dois cascos paralelos e de baixa profundidade submersa, adequada para rios e lagos. Construído em alumínio naval, o Copaíba possui 15 metros de comprimento, seis metros de largura, propulsão 100% elétrica e sistema híbrido de geração de energia

A estrutura conta ainda com consultório climatizado, estação de telessaúde e conectividade via satélite, permitindo integração com plataformas do Sistema Único de Saúde (SUS) e a realização de teleconsultas em localidades afastadas

O superintendente de saúde do SESI, Emmanuel Lacerda, afirma que os primeiros dias de operações do barco Copaíba foram um sucesso. 

“É um projeto que inauguramos na COP30, que representa uma ação concreta de sustentabilidade e impacto social; uma embarcação que mitiga riscos e emissões de carbono, por ser totalmente elétrica. Mas o mais importante é sua finalidade social de entregar saúde e atenção básica — com custo operacional baixo, compatível com o que há de mais moderno tecnologicamente — para trabalhadores que operam em áreas remotas, ribeirinhas e comunidades.”

Após a etapa na Colônia de Pescadores Z-13, a embarcação seguirá para atendimentos na empresa New Fortress Energy, também em Barcarena, dando continuidade às ações voltadas a trabalhadores da indústria e comunidades da região.

VEJA MAIS:

Copiar textoCopiar o texto
21/05/2026 04:45h

Programação inclui apresentações de música, teatro, dança e artes visuais em diferentes espaços da cidade

Baixar áudio

Artistas e grupos de Goiás integram a programação da 21ª edição da Virada Cultural de São Paulo, realizada nos dias 23 e 24 de maio. Ao todo, nove projetos apoiados pelo governo do estado foram selecionados para participar do evento, que ocupa diferentes espaços da capital paulista desde 2005.

A circulação dos trabalhos ocorre por meio da Secretaria de Estado da Cultura (Secult), com recursos da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (Pnab). O edital Ocupa Goiás – Virada Cultural SP 2026 destinou R$ 500 mil para viabilizar a participação dos projetos.

Na área de artes visuais, o grupo Lanterna Mágica apresenta a exposição “Brinquedoscópio – Brinquedos Ópticos e as Visualidades Goianas”, em cartaz no Centro Cultural São Paulo. Na dança, os espetáculos “Contenção”, do grupo Três em Cena, e “Dança Boba”, da Cia Ateliê do Gesto, fazem parte da programação.

O teatro goiano será representado pelos espetáculos “Contos de Cativeiro”, do Grupo Orum Ayê Quilombo Cultural, e “Niq - Por estradas mundo afora”, de Júlio Vann. A seleção inclui ainda apresentações musicais do grupo Vida Seca, da banda Red Sand King, da cantora Bruna Mendez e do Duo Entre Cordas, formado por Bororó Felipe e Victor Batista.

A secretária de Estado da Cultura, Yara Nunes, afirma que a participação dos artistas goianos na Virada Cultural amplia a visibilidade da produção cultural do estado.

“É uma oportunidade de ampliar o alcance dos nossos artistas e reafirmar a potência criativa de Goiás em um dos maiores eventos culturais do país. Essa circulação promove encontros, cria conexões e evidencia a diversidade das linguagens artísticas produzidas aqui”, destaca.

Programação ampla

A edição deste ano da Virada Cultural terá cerca de 1,2 mil shows distribuídos em 21 palcos, cinco deles na região central da cidade, além de atividades em 200 espaços culturais. Durante 24 horas de programação gratuita, os artistas goianos dividirão espaço com nomes como Marina Sena, Luísa Sonza, Seu Jorge, Alexandre Pires, Péricles e o franco-espanhol Manu Chao, além de atrações da Europa, África, América do Norte, Ásia e América Latina.

O baixista, compositor, arranjador e produtor musical goiano Bororó Felipe, que se apresenta na Avenida Paulista no domingo (24), às 10h, destaca a dimensão do evento.

“Para nós, músicos, é a chance de levar o nosso trabalho ao alcance de um grande público, em uma metrópole que pulsa a cultura como São Paulo. É uma honra levar o nome de Goiás para um outro patamar, mostrando uma música que venha a acrescentar e a emocionar quem estiver ali assistindo”, relata.

VEJA MAIS:

O ator, diretor e dramaturgo Júlio Vann, que apresenta “Niq - Por estradas mundo afora” no Teatro Alfredo Mesquita, no domingo (24), às 19h, também comenta a participação no evento.

“Estar neste palco é realizar o verdadeiro sentido do espetáculo: percorrer estradas para mostrar que a arte de Goiás é rica, vibrante e essencial para o diálogo cultural brasileiro. Estou muito feliz de participar, e acredito que esse é o início de uma longa viagem pelo Brasil e pelo mundo afora”, comenta.
 

Copiar textoCopiar o texto
21/05/2026 04:40h

Evento voltado ao setor reuniu governo e empresários em São Paulo; ApexBrasil destacou ações para ampliar exportações da construção civil brasileira

Baixar áudio

A abertura do Encontro Nacional da Indústria da Construção (ENIC 2026), realizada nesta semana em São Paulo, reuniu representantes do governo federal, empresários e entidades do setor da construção civil. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participou da cerimônia e tratou do papel econômico e social da área, com foco em geração de empregos e habitação.

Na ocasião, Lula defendeu a construção civil como um setor estratégico para o país, destacando sua capacidade de movimentar a economia de forma rápida. Ele também ressaltou a importância do diálogo entre governo e iniciativa privada e destacou a importância das políticas habitacionais.

“A construção civil é imprescindível para o futuro desse país. Ela gera emprego com rapidez, movimenta a economia e ajuda a melhorar a vida das pessoas. O empresário sério é aquele que apresenta propostas, dialoga e ajuda o país a crescer”, afirmou.

O presidente também relacionou o tema da moradia à qualidade de vida das famílias brasileiras e à experiência de populações de baixa renda. Para ele, o acesso à casa própria tem impacto direto na estabilidade social.

“Quando uma família conquista sua casa, tudo melhora. A moradia traz tranquilidade, cria vínculos e dá perspectiva de futuro. O Estado precisa assumir sua responsabilidade no enfrentamento do déficit habitacional”, declarou.

Lula acrescentou ainda que é necessário modernizar as relações de trabalho e ampliar a presença feminina no setor da construção civil e no ambiente empresarial.

O presidente da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), Laudemir Muller, também integrou a comitiva de autoridades presentes no evento. Durante o encontro, ele destacou a estratégia de expansão internacional das empresas brasileiras ligadas ao setor.

Muller afirmou que a construção civil nacional passa por um processo de modernização e busca ampliar sua competitividade no exterior, com apoio da agência na abertura de mercados.

“O Brasil possui capacidade técnica, industrial e tecnológica para ampliar sua presença global, tanto em engenharia quanto em materiais e soluções ligadas à construção sustentável. A ApexBrasil atua justamente para conectar essas empresas a novas oportunidades de negócios e mercados internacionais”, pontuou.

"Nós temos 442 empresas que a gente apoia nesse setor, que ano passado exportaram quase 10 bilhões de dólares com investimento nosso, com os nossos projetos setoriais, junto com o setor privado, em torno de 170 milhões. A gente trouxe 8 compradores internacionais que vão negociar com 32 empresas, que vai dar mais ou menos umas 240 reuniões", acrescentou Muller.

ApexBrasil amplia ações para internacionalizar construção civil brasileira

A participação da ApexBrasil ocorreu por meio do programa Exporta Mais Construção e de apoio institucional ao encontro. A ação envolve 32 empresas brasileiras em rodadas de negócios com compradores de oito países, abrangendo segmentos como tintas, esquadrias, ferragens, fechaduras e soluções industriais.

A agência tem intensificado iniciativas voltadas à internacionalização da cadeia da construção, com foco em engenharia, inovação e infraestrutura sustentável. Estudos citados pela ApexBrasil indicam que o acordo Mercosul-União Europeia pode ampliar oportunidades para produtos industriais brasileiros, incluindo materiais de construção e equipamentos.

VEJA MAIS:

Esse movimento ocorre em um cenário de maior atração de investimentos estrangeiros para a indústria brasileira. Entre 2021 e 2025, o setor de máquinas industriais, elétricas e eletrônicas recebeu US$ 2,62 bilhões em investimentos vindos da Europa, enquanto os segmentos de produtos químicos, borracha e plástico somaram US$ 4,52 bilhões.

Dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) mostram que o país atingiu US$ 348,7 bilhões em exportações em 2025, recorde histórico. Dentro desse resultado, empresas ligadas à cadeia da construção vêm ampliando sua inserção externa por meio de feiras, missões comerciais e ações de promoção internacional.
 

Copiar textoCopiar o texto
21/05/2026 04:20h

A 3ª edição do Prêmio Municípios Mineradores reconheceu cidades brasileiras por sua governança pública e uso eficiente dos recursos da mineração, com o tema "Minerando Futuros"

A 3ª edição do Prêmio Municípios Mineradores ocorreu dia 18 de maio no auditório do Ministério de Minas e Energia (MME), em Brasília, iniciativa que reconhece municípios brasileiros com desempenho significativo em governança pública e no uso eficiente dos recursos oriundos da mineração. A cerimônia contou com a presença de prefeitos e representantes dos 16 municípios premiados. Idealizado pelo Instituto Brasileiro de Mineração (IBRAM) em parceria com a Agenda Pública e o Ministério de Minas e Energia (MME), o prêmio teve como tema, neste ano, “Minerando Futuros” e reforçou o papel da mineração como vetor de desenvolvimento econômico e social nos territórios. “O prêmio analisa de forma estruturada como os gestores municipais administram os recursos oriundos da mineração. Não basta apenas explorar: é preciso fazer da mineração fonte e ponte para que os cidadãos tenham acesso à educação, saúde, saneamento básico e demais serviços que garantam uma vida digna”, afirma Sergio Andrade, diretor-executivo da Agenda Pública. 

A abertura do evento teve a participação da Secretária Nacional de Geologia, Mineração e Transformação Mineral do MME, Ana Paula Bittencourt, que destacou o potencial da mineração no Brasil e sua relevância para a economia nacional. “O enfoque da mineração mudou. Passamos por um outro momento agora, após superarmos desafios”. Segundo o MME, as receitas do setor mineral superam anualmente R$ 250 bilhões, excluindo petróleo e gás. O evento ocorreu em paralelo à XXVII Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios, conhecida como Marcha dos Prefeitos, e em meio às discussões sobre a identificação e exploração de terras raras no Brasil. Para Pablo Cesário, diretor-presidente do IBRAM, o Prêmio Municípios Mineradores reforça a importância de ampliar investimentos e boas práticas no setor: “Os municípios mineradores têm papel decisivo para que o Brasil aproveite o novo ciclo de investimentos previsto para a mineração, especialmente em minerais críticos e estratégicos. Boa gestão pública, planejamento e uso responsável dos recursos ajudam a criar ambientes mais preparados para atrair investimentos, gerar empregos e ampliar oportunidades para a população”. 

Dentre as novidades da edição 2026, oito municípios foram reconhecidos como destaques nacionais nas oito categorias do prêmio: Alvorada de Minas (MG), na categoria saúde; Itaoca SP, na categoria educação; Vila Propício (GO), na categoria proteção social; São Gonçalo do Rio Abaixo (MG, na categoria meio ambiente; Paragominas (PA), na categoria gestão; Itatiaiucú (MG), na categoria finanças públicas; Sarzedo (MG), na categoria infraestrutura e Nova Lima (MG), na categoria desenvolvimento econômico. Além disso, cinco destaques regionais, um por região também tiveram seus esforços reconhecidos: Bandeirantes do Tocantins pela região Norte; Barrocas, da Bahia, pela região Nordeste; Alto Horizonte, pela região Centro-Oeste; São Gonçalo do Rio Abaixo, Minas Gerais, pela região Sudeste e Treviso, Santa Catarina, pela região Sul. Mais um destaque do prêmio foi a criação da Comunidade de Boas Práticas, iniciativa aberta a todos os municípios brasileiros, com o objetivo de fomentar a troca de experiências entre gestores públicos, promover encontros e fortalecer soluções voltadas à melhoria da qualidade de vida da população. Os interessados podem se cadastrar clicando aqui.

Nesta edição, os municípios premiados foram Alvorada de Minas (MG), Belo Vale (MG), Alto Horizonte (GO), Itaoca (SP), Barro Alto (GO), Vila Propício (GO), Pilar de Goiás (GO), Itabira (MG), Sarzedo (MG), Itatiaiuçu (MG), Nova Lima (MG), Paragominas (PA), Marabá (PA), Ouro Preto (MG), São Gonçalo do Rio Abaixo (MG) e Santa Bárbara (MG). A premiação considerou oito categorias: saúde, educação, proteção social, meio ambiente, finanças públicas, infraestrutura, desenvolvimento econômico e gestão. Também houve reconhecimento regional de boas práticas, com destaque para Bandeirantes do Tocantins (TO), Barrocas (BA), São Gonçalo do Rio Abaixo (MG), Treviso (SC) e Alto Horizonte (GO). A avaliação foi realizada por um corpo de jurados formado por especialistas em gestão pública, economia e desenvolvimento, vinculados à Escola Nacional de Administração Pública (ENAP), ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), ao Instituto Arapyaú e ao Ministério de Minas e Energia (MME). São elegíveis à premiação municípios com participação mínima de 5% da Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais (CFEM) na receita total em pelo menos um ano entre 2018 e 2025. Foram selecionados três municípios destaques por dimensão, com base na média simples dos indicadores normalizados. 

Copiar textoCopiar o texto
21/05/2026 04:15h

Os dados constam em levantamento do Imazon e instituições parceiras. Cidades do Sul e Sudeste concentram os melhores resultados

Baixar áudio

As diferenças regionais continuam marcando os indicadores de qualidade de vida no Brasil. Dados divulgados nesta quarta-feira (20) pelo Imazon e instituições parceiras mostram que os municípios mais bem avaliados do país seguem concentrados no Sul e Sudeste, enquanto Norte e Nordeste predominam entre os piores resultados do ranking de 2026.

O levantamento analisou os 5.570 municípios brasileiros a partir do Índice de Progresso Social (IPS), indicador construído com 57 critérios sociais e ambientais. A metodologia utiliza informações de bases públicas, como IBGE, DataSUS, Inep e MapBiomas.

Entre os 20 municípios com melhor desempenho, 18 pertencem às regiões Sul e Sudeste. Já entre as 20 últimas posições, 19 estão localizadas no Norte e no Nordeste.

VEJA MAIS:

Pela terceira vez seguida, Gavião Peixoto, cidade do interior paulista com cerca de 4,8 mil moradores, alcançou a primeira posição do ranking, com 73,10 pontos em uma escala de 0 a 100. Na outra ponta aparece Uiramutã, em Roraima, que registrou 42,44 pontos.

O IPS busca medir condições reais de vida da população, diferentemente do PIB, que considera apenas a produção de riqueza da economia.

Confira a lista das cidades com maior pontuação no IPS Brasil 2026

  • Gavião Peixoto (SP) — 73,10
  • Jundiaí (SP) — 71,80
  • Osvaldo Cruz (SP) — 71,76
  • Pompéia (SP) — 71,76
  • Curitiba (PR) — 71,29
  • Nova Lima (MG) — 71,22
  • Gabriel Monteiro (SP) — 71,16
  • Cornélio Procópio (PR) — 71,16
  • Luzerna (SC) — 71,10
  • Itupeva (SP) — 71,08
  • Rafard (SP) — 71,08
  • Presidente Lucena (RS) — 71,05
  • Adamantina (SP) — 70,97
  • Maringá (PR) — 70,87
  • Alto Alegre (RS) — 70,86
  • Ribeirão Preto (SP) — 70,80
  • Brasília (DF) — 70,73
  • Barra Bonita (SP) — 70,71
  • Araraquara (SP) — 70,70
  • Águas de São Pedro (SP) — 70,66

Entre as capitais, Curitiba lidera a classificação nacional, com 71,29 pontos. Brasília aparece em seguida, com 70,73. São Paulo ocupa a terceira posição entre as capitais, com 70,64, à frente de Campo Grande, que registrou 69,77, e Belo Horizonte, com 69,66.

A média nacional do índice em 2026 foi de 63,40 pontos. Nos anos anteriores, o país havia registrado 63,05 em 2025 e 62,85 em 2024, indicando uma evolução discreta no período.

Veja o ranking dos municípios com pior desempenho no IPS Brasil 2026

Com exceção do distrito de Fernando de Noronha (PE), as menores notas do levantamento ficaram com:

  • Uiramutã (RR) — 42,44
  • Jacareacanga (PA) — 44,32
  • Alto Alegre (RR) — 44,72
  • Portel (PA) — 45,42
  • Amajari (RR) — 45,58
  • Pacajá (PA) — 45,87
  • Anapu (PA) — 45,91
  • Japorã (MS) — 46,23
  • Santa Rosa do Purus (AC) — 46,70
  • Uruará (PA) — 46,80
  • Trairão (PA) — 46,82
  • Bannach (PA) — 47,23
  • São Félix do Xingu (PA) — 47,38
  • Recursolândia (TO) — 47,39
  • Cumaru do Norte (PA) — 47,43
  • Peritoró (MA) — 47,53
  • Oeiras do Pará (PA) — 47,57
  • Ladainha (MG) — 47,58
  • Anajás (PA) — 47,62
  • Paranã (TO) — 47,63

Entre as capitais brasileiras, Macapá e Porto Velho tiveram os resultados mais baixos do levantamento, com 59,65 e 58,59 pontos, respectivamente.
 

Copiar textoCopiar o texto
21/05/2026 04:10h

O café robusta apresentou desvalorização de 0,30%, sendo comercializado a R$ 919,16.

Baixar áudio

O preço do café arábica abre esta quinta-feira (21) em alta de 1,03% com a saca de 60 kg negociada a R$ 1.606,03 na cidade de São Paulo.

O café robusta também teve desvalorização de 0,30%, sendo comercializado a R$ 919,16. 

INDICADOR DO CAFÉ ARÁBICA CEPEA/ESALQ

Data VALOR R$ VAR./DIA VAR./MÊS VALOR US$
20/05/2026 1.606,03 1,03% -8,83% 321,14
19/05/2026 1.589,67 -1,00% -9,76% 315,10
18/05/2026 1.605,75 -1,96% -8,85% 320,70
15/05/2026 1.637,88 -0,55% -7,02% 323,44
14/05/2026 1.646,98 -2,40% -6,50% 330,26

INDICADOR DO CAFÉ ROBUSTA CEPEA/ESALQ

Data VALOR R$ VAR./DIA VAR./MÊS VALOR US$
20/05/2026 919,16 -0,30% -0,66% 183,79
19/05/2026 921,88 0,84% -0,37% 182,73
18/05/2026 914,16 -1,72% -1,20% 182,58
15/05/2026 930,15 -2,40% 0,53% 183,68
14/05/2026 952,98 -1,72% 3,00% 191,09

 

O preço do açúcar cristal apresenta queda nas principais praças do estado de São Paulo. Na capital, a saca de 50 kg teve queda de 0,76% e é cotada a R$ 93,25.

Em Santos (SP), houve valorização de 1,76%, e a mercadoria é negociada a R$ 105,15 na média de preços sem impostos.

 

INDICADOR DO AÇÚCAR CRISTAL BRANCO CEPEA/ESALQ - SÃO PAULO

Data VALOR R$* VAR./DIA VAR./MÊS VALOR US$*
20/05/2026 93,25 -0,76% -4,76% 18,65
19/05/2026 93,96 -0,78% -4,03% 18,62
18/05/2026 94,70 -0,36% -3,28% 18,91
15/05/2026 95,04 -0,20% -2,93% 18,77
14/05/2026 95,23 -1,34% -2,74% 19,09

 

INDICADOR AÇÚCAR CRISTAL - SANTOS (FOB)

Data VALOR R$* VAR./DIA VAR./MÊS VALOR US$*
20/05/2026 105,15 -1,76% -0,85% 20,90
19/05/2026 107,03 1,99% 0,92% 21,25
18/05/2026 104,94 -1,46% -1,05% 20,95
15/05/2026 106,50 1,62% 0,42% 21,02
14/05/2026 104,80 -0,72% -1,18% 21,04

 

A saca de 60 kg do milho, por sua vez, é vendida a R$ 65,28, após queda de 0,06%.

INDICADOR DO MILHO ESALQ/BM&FBOVESPA

Data VALOR R$* VAR./DIA VAR./MÊS VALOR US$*
20/05/2026 65,34 0,09% -2,35% 13,07
19/05/2026 65,28 -0,06% -2,44% 12,94
18/05/2026 65,32 -0,06% -2,38% 13,05
15/05/2026 65,36 -0,09% -2,32% 12,91
14/05/2026 65,42 0,11% -2,23% 13,12

Os valores são do Cepea.

 

Diferença entre café arábica e café robusta: características, uso e regiões produtoras

Café arábica e café robusta são as duas principais variedades cultivadas e comercializadas no Brasil, ambas medidas em sacas de 60 kg.

O café arábica (conhecido também como café Conilon, em algumas regiões) tem sabor mais suave, menor teor de cafeína e alta qualidade sensorial, sendo preferido em cafeterias especializadas e nas exportações de cafés premium. Representa cerca de 70% da produção brasileira, com destaque para estados como Minas Gerais e São Paulo.

O café robusta, por sua vez, possui sabor mais amargo, maior concentração de cafeína e corpo mais intenso. É amplamente utilizado na produção de café solúvel e blends comerciais. Seus principais polos produtores são o Espírito Santo e Rondônia, e seu preço costuma ser mais baixo em comparação ao arábica, por conta do perfil mais industrial. 

Como é calculada a saca de açúcar cristal?

A saca de açúcar cristal no Brasil é padronizada em 50 quilos, especialmente para comercialização no mercado atacadista e para uso na indústria alimentícia. Essa unidade de medida é adotada pelo Cepea/Esalq-USP, principal fonte de cotações diárias do açúcar cristal no país.

Qual o peso da saca de milho no Brasil?

A saca de milho equivale a 60 kg de grãos, mesmo padrão utilizado para soja e trigo. Essa medida é oficializada por instituições como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Cepea, sendo amplamente usada em negociações e relatórios de preço do milho.      

Copiar textoCopiar o texto
21/05/2026 04:05h

O preço do trigo registra queda de 0,07% no Paraná e de 0,25% no Rio Grande do Sul

Baixar áudio

O valor da saca de 60 kg da soja abre esta quinta-feira (21) em queda no interior do Paraná e no litoral do estado, em Paranaguá. 

Na primeira região, o grão registra desvalorização de 0,40% e é negociado a R$ 123,18; na segunda, a queda foi de 0,01%, cotada a R$ 129,25.

INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANÁ

Data VALOR R$* VAR./DIA VAR./MÊS VALOR US$*
20/05/2026 123,18 -0,40% 0,57% 24,63
19/05/2026 123,67 0,13% 0,97% 24,51
18/05/2026 123,51 0,51% 0,84% 24,67
15/05/2026 122,88 0,46% 0,33% 24,27
14/05/2026 122,32 -0,99% -0,13% 24,53

 

INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANAGUÁ

Data VALOR R$* VAR./DIA VAR./MÊS VALOR US$*
20/05/2026 129,25 -1,01% 0,29% 25,85
19/05/2026 130,57 0,66% 1,31% 25,88
18/05/2026 129,71 0,44% 0,64% 25,91
15/05/2026 129,14 0,63% 0,20% 25,50
14/05/2026 128,33 -1,70% -0,43% 25,73

 

Trigo

O preço do trigo, por sua vez, registra desvalorização de 0,07% no Paraná e de 0,25% no Rio Grande do Sul. No primeiro estado, a tonelada é vendida a R$ 1.359,61, enquanto no segundo é comercializada a R$ 1.307,80.

PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - PARANÁ

Data VALOR R$/T* VAR./DIA VAR./MÊS VALOR US$/T*
20/05/2026 1.359,61 -0,07% 1,26% 271,87
19/05/2026 1.360,52 -0,07% 1,33% 269,68
18/05/2026 1.361,48 0,34% 1,40% 271,92
15/05/2026 1.356,88 0,25% 1,06% 267,95
14/05/2026 1.353,53 0,08% 0,81% 271,41

PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - RIO GRANDE DO SUL

Data VALOR R$/T* VAR./DIA VAR./MÊS VALOR US$/T*
20/05/2026 1.307,80 -0,25% 3,71% 261,51
19/05/2026 1.311,12 0,80% 3,98% 259,89
18/05/2026 1.300,76 0,11% 3,16% 259,79
15/05/2026 1.299,34 0,33% 3,04% 256,58
14/05/2026 1.295,10 0,00% 2,71% 259,69

 

Os valores são do Cepea.

O que é uma saca de soja ou de trigo? Entenda a unidade de medida no mercado de grãos

A saca de soja e a saca de trigo são as principais unidades de comercialização de grãos no Brasil. Cada saca equivale a 60 quilos, padrão adotado por órgãos oficiais como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

Esse formato padronizado facilita o comércio da soja e do trigo, além de permitir um acompanhamento mais preciso das cotações e variações de preços no mercado nacional.   
 

Copiar textoCopiar o texto
21/05/2026 04:00h

Frango segue em queda, enquanto carcaça suína mantém estabilidade nos atacados da Grande São Paulo

Baixar áudio

O preço do boi gordo nesta quarta-feira (20) apresenta alta de 0,09%; a arroba está sendo negociada a R$ 345,10, no estado de São Paulo

INDICADOR DO BOI GORDO CEPEA/ESALQ

Data VALOR R$* VAR./DIA VAR./MÊS VALOR US$*
20/05/2026 345,10 0,09% -2,64% 69,01
19/05/2026 344,80 -0,14% -2,72% 68,34
18/05/2026 345,30 0,20% -2,58% 68,96
15/05/2026 344,60 0,00% -2,78% 69,10
14/05/2026 344,60 -0,40% -2,78% 69,10

Fonte: CEPEA

 

Na Grande São Paulo, em São José do Rio Preto e em Descalvado, os preços do frango apresentam queda de 1,32%. O frango congelado segue negociado a R$ 7,48, e o frango resfriado ainda é vendido a R$ 7,49.

PREÇOS DO FRANGO CONGELADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP

Data VALOR R$ VAR./DIA VAR./MÊS
20/05/2026 7,48 -1,32% 4,47%
19/05/2026 7,58 -0,26% 5,87%
18/05/2026 7,60 -0,13% 6,15%
15/05/2026 7,61 -0,65% 6,28%
14/05/2026 7,66 0,00% 6,98%

 

PREÇOS DO FRANGO RESFRIADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP

Data VALOR R$ VAR./DIA VAR./MÊS
20/05/2026 7,49 -1,32% 4,46%
19/05/2026 7,59 -0,26% 5,86%
18/05/2026 7,61 -0,13% 6,14%
15/05/2026 7,62 -0,78% 6,28%
14/05/2026 7,68 0,00% 7,11

 

Preço da carcaça suína especial e suíno vivo

A carcaça suína especial também apresenta estabilidade no preço, sendo negociada a R$ 8,66, por quilo, nos atacados da Grande São Paulo.

O suíno vivo registra queda em todos os estados analisados, exceto em Minas Gerais e São Paulo, que mantêm estabilidade.

INDICADOR DO SUÍNO VIVO CEPEA/ESALQ (R$/KG)

Data ESTADO VALOR R$* VAR./DIA VAR./MÊS
20/05/2026 MG - posto 5,76 0,00% 2,86%
20/05/2026 PR - a retirar 4,81 -0,41% 2,56%
20/05/2026 RS - a retirar 5,15 -1,90% 7,29%
20/05/2026 SC - a retirar 4,88 -1,41% -0,61%
20/05/2026 SP - posto 5,36 0,00% -0,74%

Os dados são do Cepea.

 

O que é o boi gordo? Entenda o termo do mercado bovino

O boi gordo é o bovino macho pronto para o abate, com peso mínimo de 16 arrobas líquidas de carcaça (aproximadamente 240 kg) e até 42 meses de idade. Atende aos padrões do mercado nacional e internacional, incluindo exportações para Europa, China e cota Hilton.

 

Diferenças entre frango congelado e frango resfriado

O frango congelado passa por congelamento rápido, com temperaturas abaixo de -12°C, garantindo maior vida útil para armazenamento e transporte a longas distâncias.

Já o frango resfriado é mantido entre 0°C e 4°C, com validade de 5 a 7 dias, oferecendo textura e sabor mais próximos do fresco, ideal para consumidores exigentes e restaurantes.       

#Agronegócios#Boi Gordo#Frango#Suíno

Copiar textoCopiar o texto
20/05/2026 22:00h

O euro teve aumento fechou em torno de R$ 5,82

Baixar áudio

O dólar cai e fecha último pregão em R$ 4,99

Segundo analistas, o mercado reagiu ao avanço das conversas para encerrar o conflito no Oriente Médio, fator que aliviou a tensão global.

O índice registrou desvalorização de 0,74%. A moeda americana também perdeu força no mercado internacional frente às principais moedas de países desenvolvidos, refletindo um dia de maior alívio entre os investidores.

Cotação do euro

O euro, por sua vez, encerrou o pregão cotado em torno de R$  R$ 5,82.

Cotações

tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.

 

Código 🇧🇷 BRL 🇺🇸 USD 🇪🇺 EUR 🇬🇧 GBP 🇯🇵 JPY 🇨🇭 CHF 🇨🇦 CAD 🇦🇺 AUD
🇧🇷 BRL 1 0,2002 0,1716 0,1485 31,7995 0,1575 0,2752 0,2790
🇺🇸 USD 4,9963 1 0,8602 0,7444 158,89 0,7871 1,3748 1,3987
🇪🇺 EUR 5,8275 1,1625 1 0,8653 184,71 0,9151 1,5980 1,6260
🇬🇧 GBP 6,7113 1,3434 1,1557 1 213,45 1,0575 1,8468 1,8790
🇯🇵 JPY 3,14467 0,629405 0,54142 0,468505 1 0,4954 0,86531 0,88040
🇨🇭 CHF 6,3469 1,2704 1,0928 0,9456 201,86 1 1,7466 1,7770
🇨🇦 CAD 3,6342 0,7274 0,6257 0,5415 115,59 0,5726 1 1,0174
🇦🇺 AUD 3,5842 0,7150 0,6150 0,5322 113,60 0,5628 0,9828 1

Os dados são da Investing.com. 

 

Copiar textoCopiar o texto