31/05/2026 04:55h

A coordenadora do Conselho Estratégico Trabalhista (Conet) da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), a advogada Gilda Figueiredo, afirma que norma demanda maior preparo das lideranças, além de defender atuação preventiva das empresas para reduzir afastamentos, ações judiciais e perdas de produtividade

Baixar áudio

A atualização da Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1), já em vigor, passou a exigir que empresas identifiquem e gerenciem riscos psicossociais no ambiente de trabalho. Para a coordenadora do Conselho Estratégico Trabalhista (Conet) da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), vinculada à Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB), a advogada Gilda Figueiredo, a medida representa um avanço na proteção à saúde mental dos trabalhadores, mas exige mudança cultural nas empresas e maior envolvimento das lideranças empresariais. 

A NR-1 do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), prevista na Portaria 1.419, de 2024, trata do Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO). Na avaliação da especialista da ACSP, as empresas que tratarem as medidas estabelecidas apenas como forma de cumprir a norma “vão gastar energia e dinheiro sem colher os resultados”.

Segundo Gilda Figueiredo, é necessário que as organizações migrem de uma postura reativa diante de questões psicossociais dos colaboradores para uma cultura preventiva – que trate do coletivo. Para ela, a adoção de ações que previnam o adoecimento dos trabalhadores deve impactar positivamente as organizações.

“As empresas que conseguirem migrar de uma postura reativa para uma cultura genuinamente preventiva, onde cuidar da saúde mental vira parte do DNA da organização, estarão anos luz à frente. Isso exige uma liderança comprometida, comunicação constante, treinamento e acompanhamento de indicadores”, afirma.

Avanço na gestão de pessoas 

A nova regra representa uma mudança importante na gestão corporativa, ao incluir fatores como sobrecarga, assédio moral, pressão excessiva e adoecimento emocional no programa de saúde e segurança do trabalho das organizações.

Para a advogada Gilda Figueiredo, as novas regras devem ser vistas pelos empresários como uma oportunidade de avançar na gestão de pessoas. 

“Em vez de resistir, o setor produtivo deveria enxergar a NR1 como uma espécie de oportunidade de profissionalização da gestão de pessoas. A atualização da NR1 trouxe uma mudança de paradigma importante. A saúde mental deixa de ser um tema, “soft” do RH e passa a ser parte obrigatória da gestão da segurança e saúde do trabalho. No entanto, mudar a cultura organizacional é muito mais difícil do que alterar uma norma”, avalia.

Gilda Figueiredo destaca que, diante das preocupações de parte do setor produtivo sobre possíveis impactos jurídicos e aumento de passivos trabalhistas com a nova exigência, há como equilibrar prevenção, produtividade e segurança jurídica.

“Eu entendo a preocupação do setor produtivo, que é muito legítima. Ninguém quer um aumento do passivo trabalhista. Porém, a inclusão dos riscos psicossociais da NR1 não veio para criar uma armadilha jurídica, mas para prevenir problemas graves que já vêm gerando altíssimo custo judicial e indenizatório para as empresas”, destaca Gilda.

Na avaliação da especialista, a prevenção no ambiente de trabalho deve ser vista como investimento e não pode ser analisada como custo.

“Tem que existir a boa prática de segurança jurídica, integrar a gestão  de riscos psicossociais ao programa de gerenciamento de riscos, de uma forma técnica e documentada, como exige a lei. Realizar avaliações periódicas com critérios claros, como questionários validados, análise de indicadores. Capacitar líderes para identificar sinais de alerta e intervir precocemente”, completa Gilda.

Desafios 

Na avaliação da coordenadora do Conet da ACSP, os principais desafios para a consolidação das regras são:

  • Manutenção de uma cultura corporativa ainda reativa;
  • Mudança da mentalidade da liderança, que muitas vezes associa pressão excessiva e sobrecarga à alta performance;
  • Consolidação de uma cultura preventiva nas organizações;
  • Falta de capacitação para lidar com saúde mental no ambiente de trabalho.

A especialista defende que a adaptação à NR-1 deve ir além do cumprimento burocrático da norma. Segundo Gilda Figueiredo, empresas que investirem em prevenção e saúde mental tendem a ganhar em produtividade, clima organizacional e segurança jurídica.

“Prevenir é muito mais barato e inteligente do que remediar na Justiça”, conclui a advogada.

NR1

A mudança imposta pela NR1 moderniza a regulação no campo da segurança e saúde do trabalhador. Na prática, a medida deve induzir as empresas a adotarem uma abordagem mais ampla na identificação, avaliação e controle de riscos no trabalho. 

A norma entrou em vigor no dia 26 de maio e, agora, as empresas passam a ser fiscalizadas a respeito do cumprimento das diretrizes. Segundo o MTE,  as empresas terão 90 dias para se adequarem à medida. Após o período de adaptação, o descumprimento das regras acarretará em penalidades, como multas, conforme o caso.
 

Copiar textoCopiar o texto
31/05/2026 04:50h

Leonardo Puppi, da Associação Comercial e Industrial de Ponta Grossa, afirma que redução da jornada sem ganho de produtividade tornará produtos brasileiros menos competitivos

Baixar áudio

Mesmo antes da aprovação da PEC 221/19 na Câmara dos Deputados no último dia 27, que prevê o fim da escala 6x1, o setor produtivo já havia enviado ao Senado Federal um manifesto pedindo mais tempo para discussão da proposta. O documento, assinado por mais de 1,2 mil representantes de federações e associações comerciais e empresariais ligadas à Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB), defende o adiamento das discussões sobre a jornada de trabalho para 2027.

O presidente da CACB, da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (FACESP) e da Associação Comercial de SP (ACSP), Alfredo Cotait Neto, afirmou que o adiamento permitiria ampliar os estudos e analisar a proposta antes da votação em plenário. 

“O posicionamento do setor produtivo, das micro e pequenas empresas, é para que a discussão do fim da jornada 6x1 seja adiada para após as eleições dando tempo para que empresas, governo e trabalhadores possam sentar, discutir e encontrar o melhor caminho e o melhor modelo para a jornada de trabalho aqui no Brasil”, pontuou Cotait Neto.

Na avaliação do setor produtivo, alterações abruptas na jornada podem trazer malefícios aos negócios. Entre os principais impactos da medida apontados pelos empresários estão a pressão aos custos operacionais, o aumento de preços ao consumidor e a redução de postos formais de trabalho.

As entidades empresariais também pontuam que o fim da 6x1 pode incentivar a substituição de vínculos empregatícios tradicionais por modelos de contratação mais precários – como a pejotização e a formalização via MEI.

Na avaliação da presidente da Associação Comercial, Industrial e de Serviços de Uberaba  (Aciu), Lídia Prata,  se aprovada, a medida pode dificultar ainda mais o cenário econômico e produtivo do país 

“É uma pena que a gente tenha que chegar nesse ponto, quando todo país precisa de aumentar a sua produtividade, a produção, precisa fortalecer os negócios e nós estamos enfrentando também uma escassez enorme de mão-de-obra. Vai ser muito complicado adaptar com esse sistema, caso ele venha a ser realmente aprovado”, disse Lídia Prata.

Já o presidente da Associação Comercial e Industrial de Ponta Grossa, Leonardo Puppi, salientou que a redução da jornada pode comprometer a competitividade da indústria brasileira. 

“O Brasil certamente ficará menos competitivo em relação ao produto oriundo de outros países, como a China, por exemplo. Isso retira a produtividade do Brasil como um todo, e para que fosse possível fazer de fato essa redução na jornada de trabalho, seria necessário aumentar a produtividade no mínimo, na mesma proporção. A redução semanal de quatro horas de trabalho acaba incrementando 10% nos custos ligados à mão de obra.”

Para o setor, também é necessário que sejam considerados os efeitos econômicos concretos sobre empregabilidade, competitividade e sustentabilidade das empresas de menor porte, especialmente em setores intensivos em mão de obra.

Manifesto 

O manifesto tem como foco a defesa das micro e pequenas empresas diante da proposta de redução da jornada semanal de 44 para 40 horas, sem redução salarial.

No documento, o Sistema do Associativismo Empresarial afirma reconhecer a necessidade de aperfeiçoar as relações de trabalho e ampliar a qualidade de vida dos trabalhadores. No entanto, o setor alerta para os impactos de uma implementação acelerada, sobretudo para micro e pequenos negócios, responsáveis por 93,8% das empresas brasileiras.
As entidades defendem que a discussão ocorra sobre quatro pilares:

  • Proteção à sustentabilidade das micro e pequenas empresas;
  • Transição gradual igual ou superior a 10 anos com segurança jurídica;
  • Fortalecimento das negociações coletivas, características dos negócios e regionalidades;
  • Compensações fiscais e trabalhistas para equilíbrio econômico das atividades.

Câmara dos Deputados

O relatório final uniu as duas PECs que já estavam em análise no Congresso: a PEC 221/19 e a PEC 8/25. A medida aprovada pelos deputados estabelece a redução da jornada semanal de 44 para 40 horas e o fim do modelo 6x1. Pelo texto, a mudança deve ocorrer sem redução salarial, com um período de transição de 14 meses.

Os deputados aprovaram, na quarta-feira (27), a PEC 221/19 em dois turnos – com 472 votos a favor e 22 contra no 1° turno e em 2º turno com 461 votos a favor e 19 contra. O texto segue para o Senado Federal. 

A proposta que segue para o Senado é um substitutivo do deputado Léo Prates (Republicanos-BA) para a PEC do deputado Reginaldo Lopes (PT-MG), que previa jornada de 36 horas, e para a PEC 8/25, da deputada Érika Hilton (Psol-SP), de igual jornada em quatro dias.

Pelo texto, a redução da carga horária semanal terá transição para chegar às 40 horas. A redação atual, aprovada na Câmara, prevê que após dois meses da publicação da futura emenda constitucional, os dois dias de descanso remunerado por semana já deverão valer – sendo que um deve ser preferencialmente aos domingos.
 

Copiar textoCopiar o texto
31/05/2026 04:50h

Instituição foi reconhecida por iniciativas voltadas ao crédito para mulheres, comunicação institucional e promoção da diversidade no ambiente de trabalho

Baixar áudio

O Banco da Amazônia recebeu novos reconhecimentos nacionais e internacionais por iniciativas ligadas à inclusão financeira, à comunicação institucional e à promoção da equidade no ambiente de trabalho.

Um dos prêmios foi concedido pela Associação Latino-Americana de Instituições Financeiras para o Desenvolvimento (ALIDE). Trata-se do Prêmio ALIDE Verde, reconhecimento voltado a iniciativas capazes de promover desenvolvimento sustentável, inclusão produtiva e geração de impacto positivo nos territórios onde atuam.

A premiação destacou a iniciativa Amazônia Pra Elas, criada para ampliar o acesso de mulheres empreendedoras ao crédito na Região Norte do país. Na região, mulheres empreendedoras ainda enfrentam desafios históricos para obter financiamento, associados a limitações patrimoniais, menor histórico financeiro e desigualdades no acesso à informação.

Nesse contexto, programas voltados à inclusão financeira são apontados como instrumentos para fortalecer a autonomia econômica, ampliar o desenvolvimento produtivo e gerar novas oportunidades.

VEJA MAIS:

O prêmio foi entregue ao diretor de Crédito do Banco da Amazônia, Roberto Schwartz, durante a programação da ALIDE 2026, quando representou a instituição na cerimônia de reconhecimento.

Os resultados do programa ajudam a dimensionar o alcance da iniciativa. Atualmente, o Amazônia Pra Elas atende mais de 56 mil mulheres empreendedoras e soma R$ 234,5 milhões em volume contratado. A proposta é fortalecer negócios liderados por mulheres e ampliar oportunidades de desenvolvimento econômico e social na Amazônia brasileira.

Segundo o Banco da Amazônia, o reconhecimento internacional reforça o compromisso da instituição com soluções financeiras voltadas à inclusão produtiva, ao desenvolvimento regional sustentável e à geração de impacto positivo para a Amazônia e para o Brasil.

Prêmio Colunistas Norte/Nordeste

O Banco da Amazônia também foi agraciado no Prêmio Colunistas Norte/Nordeste 2025. A instituição financeira recebeu Ouro nas categorias RP (Relações Públicas) e Promo & Live Marketing com o case “A Moeda Mais Valiosa do Mundo”.

Segundo o banco, a campanha surgiu da conexão entre criatividade, propósito e resultado. A instituição contabilizou quatro indicações como finalista e nove shortlists conquistados, distribuídos nas seguintes categorias:

  • Finalista em Filme Institucional ou Corporativo
  • Finalista em Mídia – Aproveitamento em Rádio
  • Finalista em Mídia Integrada
  • Finalista em Mídia Impressa
  • 9 shortlists, reforçando o impacto, a consistência e a força da campanha

A instituição destacou ainda a relevância do reconhecimento pela tradição e pelo prestígio do prêmio na área da comunicação. O banco também agradeceu às equipes envolvidas no desenvolvimento da campanha e na trajetória que levou às premiações.

Selo Pró-Equidade de Gênero e Raça

Pela primeira vez, o Banco da Amazônia passou a integrar o grupo de instituições reconhecidas com o Selo Pró-Equidade de Gênero e Raça, certificação concedida pelo Ministério das Mulheres a organizações que desenvolvem ações voltadas à promoção da igualdade no ambiente profissional.

Nesta edição, 80 organizações receberam a certificação após um processo de dois anos de avaliação e implementação de ações voltadas à promoção da diversidade, ao incentivo à presença feminina em cargos de liderança e à redução das desigualdades no ambiente de trabalho.

Segundo a instituição, o reconhecimento evidencia medidas adotadas para ampliar a diversidade e a inclusão no quadro de funcionários, além de incentivar políticas internas de valorização das pessoas e de fortalecimento de um ambiente de trabalho mais representativo.

O Selo Pró-Equidade de Gênero e Raça é uma iniciativa do Ministério das Mulheres, em parceria com o Ministério da Igualdade Racial, o Ministério do Trabalho e Emprego, a ONU Mulheres e a Organização Internacional do Trabalho.

Inclusão Socioeconômica

O Banco da Amazônia também está entre as instituições reconhecidas no II Prêmio de Inclusão Socioeconômica, promovido pelo Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS). A premiação destaca iniciativas que contribuem para ampliar oportunidades de trabalho, estimular a inclusão produtiva e aumentar a renda da população.

A homenagem reforça a atuação do Banco no apoio a empreendedores da Amazônia, principalmente por meio da ampliação do acesso ao crédito e do incentivo a pequenos negócios em diferentes regiões da Amazônia Legal.

Nos quatro primeiros meses de 2026, a instituição contabilizou a atuação de 427 assessores, responsáveis por viabilizar 4.126 contratos. Os resultados mostram a presença do Banco em diversos territórios e o alcance das ações voltadas ao financiamento de atividades produtivas.
 

Copiar textoCopiar o texto
31/05/2026 04:45h

Ao todo, a embarcação vai atender sete localidades neste período, com os serviços de desbloqueio de cartões e cadastro de senhas para recebimento de benefícios sociais

Baixar áudio

Atenção! A Agência-Barco Chico Mendes, da CAIXA, já tem as datas de atendimento definidas para o mês de junho.

Ao todo, a embarcação vai atender sete localidades neste período, com os serviços de desbloqueio de cartões e cadastro de senhas para recebimento de benefícios sociais, como FGTS, Seguro-Desemprego, Bolsa Família e INSS, entre outros serviços. Vale lembrar que no barco não tem movimentação de dinheiro em espécie.

Confira o cronograma e anote a data em que a CAIXA vai estar mais perto de você.

Inicialmente, a embarcação vai atender a população de Alvarães, no dia 8 de junho.

Posteriormente, a Agência-Barco Chico Mendes segue para Uarini, onde oferecerá os serviços CAIXA aos moradores, do dia 9 ao dia 10.

Já entre os dias 11 e 15 de junho, será a vez da população de Fonte Boa receber os atendimentos. A embarcação estará em Jutaí do dia 16 ao dia 17.

Nos dias 18 e 19, os serviços serão oferecidos aos moradores de Tonantins.

A população de Santo Antônio do Iça contará com os atendimentos entre os dias 22 e 24 de junho.

Para finalizar o calendário do mês, a embarcação estará em Amaturá, do dia 25 ao dia 26.

O horário de atendimento da Agência-Barco Chico Mendes é das 9 horas da manhã às 3 horas da tarde.

Para mais detalhes, acesse caixa.gov.br
 

Copiar textoCopiar o texto
31/05/2026 04:00h

Com projetos voltados à saúde, cultura, inclusão, geração de renda e relacionamento comunitário, segunda edição do prêmio reconhece iniciativas que fortalecem vínculos entre mineração e sociedade; vencedores serão conhecidos no dia 17 de junho, durante o 11º Mineração & Comunidades, em Belo Horizonte

A Brasil Mineral anuncia os finalistas do 2º Prêmio Mineração & Comunidades, iniciativa criada para reconhecer e valorizar projetos que vêm gerando impacto positivo nas comunidades do entorno de operações minerárias em todo o país. A premiação integra a programação do 11º Mineração &X Comunidades, que será realizado nos dias 16 e 17 de junho, em Belo Horizonte (MG), ocasião em que serão revelados os vencedores de cada categoria.

Mais do que premiar boas práticas, a iniciativa lança luz sobre experiências concretas que mostram como o setor mineral vem ampliando seu diálogo com os territórios onde atua — promovendo desenvolvimento, inclusão, preservação cultural, saúde, educação e fortalecimento comunitário.

Nesta edição, os trabalhos foram avaliados por um corpo de jurados formado por Maria Amélia Enríquez, Vânia Andrade, Arão Portugal, Débora Tocci e Maria José Salum — profissionais com trajetória reconhecida nas áreas de mineração, sustentabilidade, meio ambiente, responsabilidade social e relacionamento com comunidades. Reunindo experiências complementares do setor mineral, da academia e da gestão socioambiental, o grupo conduziu um processo criterioso de avaliação, considerando inovação, impacto social, engajamento comunitário, resultados alcançados e potencial de replicação das iniciativas inscritas. A diversidade de perfis e o rigor técnico empregados na análise reforçam a relevância do prêmio como vitrine das práticas mais transformadoras desenvolvidas pela mineração brasileira nos territórios onde atua. 

Ao todo, são cinco categorias, com três finalistas cada. Conheça os projetos selecionados:

Projetos de Responsabilidade Socioambiental Participativa

  • Biofossas: um projeto de saneamento que une saúde e sustentabilidade — Galvani. Desenvolvido em escolas públicas do entorno da operação Angico dos Dias (BA), o projeto implanta sistemas descentralizados de tratamento de esgoto. A solução alia saneamento rural, educação ambiental e melhoria da saúde pública, com forte potencial de replicação.
  • Programa Saúde na Roça — CMOC Brasil. Voltado a comunidades rurais de Catalão e Ouvidor (GO), o projeto leva atendimento médico e odontológico itinerante diretamente à população. A iniciativa amplia o acesso à saúde preventiva, reduz barreiras territoriais e reforça o cuidado continuado com moradores da zona rural.
  • Projeto Mel da Floresta — Votorantim Cimentos. A iniciativa transforma áreas de reserva legal em espaços produtivos para a apicultura sustentável. Além de gerar renda para famílias da região, fortalece a cadeia do mel, estimula a conservação florestal e cria um modelo de desenvolvimento integrado entre biodiversidade e economia local.

Comunicação, Relacionamento e Engajamento com Comunidades

  • AGP Clima — CBA. A iniciativa apoia municípios na construção de políticas públicas voltadas à adaptação climática. Por meio de diagnósticos, capacitação e governança colaborativa, fortalece a capacidade institucional dos territórios frente aos desafios das mudanças climáticas.
  • Mostra Avante — Grupo Avante. Criada para aproximar empresa e comunidade, a Mostra Avante abre as portas das operações minerárias por meio de experiências educativas e interativas. O projeto promove transparência, escuta ativa e uma compreensão mais ampla sobre a atividade mineral.
  • Projeto Patrulha Rural — CMOC Brasil. Com foco em infraestrutura e qualidade de vida no campo, o projeto atende demandas prioritárias das comunidades rurais vizinhas às operações da empresa. As ações fortalecem a logística local, melhoram a mobilidade e ampliam o diálogo entre empresa e território.

Desenvolvimento, Cidadania e Gestão de Renda

  • Campanha de Arrecadação de Alimentos — Mosaic. A maior ação do Programa Voluntários da empresa mobiliza empregados, parceiros e comunidades em 23 territórios. Combinando arrecadação física e digital, a campanha já soma mais de 1.400 toneladas de alimentos doados, com forte impacto social e territorial.
  • Nexa Transforma – Programa de Fortalecimento Institucional — Nexa Resources. Com foco nas organizações sociais rurais de Vazante (MG), o programa busca consolidar capacidades institucionais locais e fortalecer redes comunitárias. O projeto contribui para o desenvolvimento econômico regional e para a construção de um legado positivo no território.
  • Programa Desenvolvimento Rural — Lundin Mining Chapada. A iniciativa fortalece agricultura e pecuária em propriedades vizinhas à mina Chapada, em Goiás. Com assistência técnica e apoio financeiro, contribui para o aumento da produtividade, geração de renda e sustentabilidade econômica das famílias rurais.

Resgate e Valorização de Culturas e Tradições

  • Bordando a Paz em Serra Pelada — Vale. Por meio do bordado, o projeto promove protagonismo feminino, geração de renda e valorização da memória local em Serra Pelada (PA). A iniciativa ressignifica a história do território a partir das vivências das mulheres e fortalece vínculos comunitários.
  • Projeto Encontro de Congadas — CMOC Brasil. A iniciativa valoriza uma das mais tradicionais manifestações culturais populares de Goiás. Ao fortalecer a memória, a ancestralidade e os saberes das Congadas, o projeto contribui para a preservação do patrimônio imaterial e o fortalecimento dos vínculos comunitários.
  • Projeto Raízes – histórias, memórias e identidades afro-indígenas — Galvani. Voltado à educação antirracista e à valorização da diversidade cultural, o projeto reúne formação de educadores, oficinas e ações artísticas em escolas públicas de Irecê (BA). A proposta amplia o reconhecimento das contribuições afro-indígenas na formação do país.

Respeito e Harmonia: Equidade, Diversidade e Inclusão

  • Horta Educa — Mosaic. O programa une educação, segurança alimentar e inclusão por meio de hortas escolares acessíveis. Com eixos pedagógico e de infraestrutura, estimula aprendizagem prática, alimentação saudável e valorização do alimento desde a infância.
  • Projeto Ovos da Vila — Vale. Desenvolvido com mulheres da agricultura familiar, o projeto fomenta a avicultura de postura caipira como ferramenta de autonomia financeira e cooperativismo feminino. A iniciativa fortalece a produção local, amplia renda e promove empoderamento econômico no território.
  • Sala de Acomodação Sensorial — Mosaic. Implantada na rede pública de ensino de Uberaba (MG), a iniciativa cria um ambiente inclusivo voltado ao acolhimento de estudantes neurodivergentes e com deficiência. O espaço oferece suporte ao desenvolvimento cognitivo, motor e emocional, promovendo inclusão escolar efetiva.

Expectativa para a premiação

Os vencedores serão anunciados na tarde de 17 de junho, durante o 11º Mineração & Comunidades, encontro promovido por Brasil Mineral que reúne empresas, especialistas, lideranças comunitárias e representantes institucionais para debater os caminhos da mineração e sua relação com os territórios.

A expectativa é de mais uma edição marcada pela troca de experiências, disseminação de boas práticas e discussão qualificada sobre os desafios e oportunidades do relacionamento entre mineração e comunidades.

Participar é uma oportunidade de conhecer de perto projetos inspiradores como os finalistas desta edição — iniciativas que mostram, na prática, como a mineração pode atuar como agente de desenvolvimento territorial e transformação social.

As inscrições para o evento seguem abertas. Mais informações e programação completa estão disponíveis em mineracaoecomunidades.com.br.

Copiar textoCopiar o texto
31/05/2026 04:00h

Saiba como evitar a diminuição da libido com a idade

Baixar áudioBaixar áudio

A sexualidade é parte essencial da vida humana e está presente desde a infância até a velhice. Ela envolve desejo, afeto, prazer, intimidade e reprodução, e vai muito além do ato sexual.

Com o envelhecimento, ocorrem mudanças no corpo, como diminuição dos hormônios sexuais (estrogênio e testosterona), redução da lubrificação vaginal e alterações na sensibilidade. Mas, atenção: isso não significa o fim da vida sexual.

“Envelhecer não apaga a sexualidade, apenas transforma a forma como ela se manifesta”, explica a ginecologista Dra. Nelly Kim Kobayashi (CRM: 129.368/ SP).

Adaptar-se às novas necessidades, explorar formas diferentes de prazer e manter o diálogo com o parceiro são passos importantes para viver a sexualidade de forma plena.

A sexualidade madura pode ser vivida com liberdade, satisfação e plenitude. Não tenha medo de buscar informação e cuidado.

Veja ao vídeo com a explicação do especialista:

Copiar textoCopiar o texto
30/05/2026 19:00h

Confira aqui o resultado do sorteio que ocorre neste sábado (30), no Espaço da Sorte, em São Paulo (SP)

O concurso 3013 da Mega-Sena foi realizado neste sábado (30/05/2026), no Espaço da Sorte, em São Paulo, e divulgado pela Caixa Econômica Federal. O sorteio não teve vencedores na faixa principal.

O próximo sorteio está marcado para terça-feira (2), com prêmio estimado em R$ 16.000.000,00. Aproveite a oportunidade e faça sua aposta para concorrer.

Números sorteados Mega-Sena 3013

02 - 14 - 21 - 22 - 34 - 44

Prêmios do concurso 3013

  • Sena (6 acertos): Não houve ganhadores
  • Quina (5 acertos): 46 apostas ganhadoras, cada uma recebendo R$ 33.161,69
  • Quadra (4 acertos): 2.918 apostas ganhadoras, cada uma recebendo R$ 861,70

Como jogar na Mega-Sena

Para participar, basta escolher de 6 a 15 números entre os 60 disponíveis no volante. A aposta mínima custa R$ 5,00, e quanto mais números você marcar, maior o preço — mas também maiores as chances de ganhar. Os sorteios acontecem três vezes por semana, às terças, quintas e sábados, sempre às 21h (horário de Brasília).

Probabilidades de acerto

Números apostados Probabilidade de acertar 6 dezenas
6 números 1 em 50.063.860
7 números 1 em 7.151.980
8 números 1 em 1.787.995
9 números 1 em 595.998
10 números 1 em 238.399
15 números 1 em 10.003

Bolão

Para aumentar as chances de ganhar, é possível participar de bolões organizados pelas lotéricas ou formar um grupo de apostas. O valor mínimo por cota é de R$ 6,00, e o bolão pode ter de 2 a 100 cotas.

Facilite sua aposta na loteria com Surpresinha e Teimosinha

Quer apostar sem complicação? Use a Surpresinha e deixe o sistema escolher os números para você — uma forma prática e rápida de participar dos sorteios.

Prefere insistir nos seus números da sorte? Aposte com a Teimosinha e concorra com a mesma combinação por 2, 3, 4, 6, 8, 9 ou até 12 concursos seguidos, aumentando suas chances de ganhar sem precisar refazer a aposta a cada sorteio.

Curiosidade: para onde vai o dinheiro arrecadado?

Parte da arrecadação das apostas da Mega-Sena é destinada a programas sociais do governo federal, como:

  • Educação (FIES)
  • Esporte (comitês olímpico e paralímpico)
  • Cultura e segurança pública
  • Saúde e seguridade social
     
Copiar textoCopiar o texto
30/05/2026 19:00h

O sorteio da Lotofácil 3697 ocorre na noite deste sábado (30), no ESPAÇO DA SORTE em São Paulo (SP)

O concurso 3699 da Lotofácil foi realizado neste sábado (30/05/2026), no Espaço da Sorte, em São Paulo, e divulgado pela Caixa Econômica Federal. O sorteio não teve vencedores na faixa principal.

O prêmio estimado para o próximo concurso da Lotofácil, de número 3700, que será realizado na segunda-feira, 1° de junhode 2026, está estimado em R$ 7.500.000,00. Aproveite a oportunidade e faça sua aposta para concorrer!

Números sorteados Lotofácil 3699

01 - 02 - 03 - 05 - 06 - 08 - 09 - 11 - 14 - 18 - 20 - 21 - 22 - 24 - 25

 

Resultado e premiação da Lotofácil 3697

  • 15 acertos - Não houve acertador
  • 14 acertos - 234 apostas ganhadoras, R$ 2.204,04
  • 13 acertos - 9111 apostas ganhadoras, R$ 35,00
  • 12 acertos - 106591 apostas ganhadoras, R$ 14,00
  • 11 acertos - 554234 apostas ganhadoras, R$ 7,00

Qual o valor das apostas da LotoFácil?

A aposta mínima, de 15 números, custa R$ 3,50 com chance de 1 em 3.268.760 e a máxima custa R$ 46.512 com chance de 1 em 211.

Quantidade de números jogados

Valor da aposta

15

R$ 3,50

16

R$ 48,00

17

R$ 408,00

18

R$ 2.448,00

19

R$ 11.628,00

20

R$ 46.512,00

Quando acontecem os sorteios da Lotofácil

De segunda-feira a sábado, às 21h.

Facilite sua aposta na loteria com Surpresinha e Teimosinha

Quer apostar sem complicação? Use a Surpresinha e deixe o sistema escolher os números para você — uma forma prática e rápida de participar dos sorteios.

Prefere insistir nos seus números da sorte? Aposte com a Teimosinha e concorra com a mesma combinação por 3, 6, 12, 18 ou 24 concursos seguidos, aumentando suas chances de ganhar sem precisar refazer a aposta a cada sorteio.

Copiar textoCopiar o texto
Tempo
30/05/2026 18:40h

Frente fria provoca chuva e queda de temperatura, segundo o INMET

Baixar áudio

A previsão do tempo para o domingo (31) na Região Sul indica a chegada de uma nova frente fria, que provoca aumento das instabilidades, chuva moderada a forte e possibilidade de temporais, principalmente no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia, o INMET,

O avanço de uma intensa massa de ar polar também derruba as temperaturas nas áreas serranas gaúchas e nas regiões mais altas catarinenses.

No Paraná, o tempo começa mais estável, mas a nebulosidade aumenta ao longo do dia e a chuva deve avançar entre a tarde e a noite. Além das precipitações, há chance de formação de nevoeiro entre a madrugada e o início da manhã de domingo, reduzindo a visibilidade em alguns pontos da Região Sul, especialmente em áreas de serra e vales.

Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 11°C em Curitiba; já a máxima está prevista para Florianópolis, com 22°C. A umidade relativa do ar varia entre 55% e 100%.

5 motivos para acompanhar as previsões do tempo

  • Agricultura: garantia de uma boa colheita;
  • Marinha: proteção de marinheiros, navios e passageiros;
  • Aeronáutica: segurança de pilotos, aeronaves e passageiros;
  • Pesca: condições favoráveis e seguras para a atividade;
  • Turismo: garantia de passeios e viagens tranquilas e agradáveis.

Importância das observações meteorológicas no INMET

As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).

As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

#Previsão do tempo

Copiar textoCopiar o texto
30/05/2026 18:30h

Região terá domingo de tempo firme e baixa umidade

Baixar áudio

A previsão para domingo (31) indica redução das instabilidades na Região Centro-Oeste, com predomínio de tempo firme, ensolarado e seco na maior parte do território, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia, o INMET.

Em Mato Grosso do Sul, após dias de chuva, o sol volta a aparecer entre nuvens, mas com temperaturas mais amenas devido à atuação de ventos do sul.

Em Mato Grosso, Goiás e no Distrito Federal, o cenário é de tempo predominantemente seco, com sol e poucas nuvens ao longo do dia. As temperaturas seguem elevadas à tarde, enquanto a umidade relativa do ar cai, exigindo atenção à hidratação, especialmente em Goiás e no Distrito Federal.

Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 15°C em Brasília. Já a máxima pode alcançar os 31°C em Goiânia. A umidade relativa do ar varia entre 50% e 100%.

5 motivos para acompanhar as previsões do tempo

  • Agricultura: garantia de uma boa colheita;
  • Marinha: proteção de marinheiros, navios e passageiros;
  • Aeronáutica: segurança de pilotos, aeronaves e passageiros;
  • Pesca: condições favoráveis e seguras para a atividade;
  • Turismo: garantia de passeios e viagens tranquilas e agradáveis.

Importância das observações meteorológicas no INMET

As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).

As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

Copiar textoCopiar o texto