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Baixar áudioO presidente Luiz Inácio Lula da Silva entregou, na segunda-feira (29), o projeto que aumenta o limite de faturamento do microempreendedor individual (MEI) ao presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB). A proposta prevê ampliação gradual do teto de receita da categoria para R$ 110 mil, em 2027, e R$ 140 mil em 2028.
O texto permite ainda a contratação de até dois empregados. O Ministério do Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte estima que há cerca de 13 milhões de profissionais na condição no país.
Segundo o governo, a atualização atende a um pleito do setor ao corrigir a defasagem desde 2018, quando o teto atual entrou em vigor. Atualmente, o limite é de R$ 81 mil por ano e o máximo de um funcionário por CNPJ.
A medida também surge como aceno aos empreendedores em período eleitoral, público com o qual o atual governo não tem muita aprovação. Diante disso, Lula pediu a Motta que o projeto seja votado o mais rapidamente possível "para que a gente possa favorecer aquelas pessoas que mais precisam de crédito".
Ao receber a proposta, o presidente da Câmara lembrou que ela faz parte da negociação para aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC 221/2019), que acaba com a escala 6x1. Motta, no entanto, avisou que o texto vai ser analisado na comissão especial que trata do tema e servirá como insumo para o parecer final do colegiado, que deve ser votado nas primeiras semanas de julho.
Antes mesmo de analisar o conteúdo, o relator do projeto na comissão, Jorge Goetten (Republicanos-SC), celebrou a mudança de posição do Executivo. “Há uns meses, a área econômica e o governo não aceitavam nem discutir a atualização dos MEIs e do Simples. Agora, o próprio governo tanto aceitou como, melhor ainda, mandou um PLP [Projeto de Lei Complementar] aqui para a Câmara, que já atende bem o clamor dos MEIs”, comentou.
O setor produtivo reivindica que as mudanças não fiquem restritas ao MEI. Além de elevar o teto da categoria para R$ 144,9 mil anuais, empresários tentam atualizar os limites das demais faixas de enquadramento do Simples Nacional: R$ 869,4 mil para microempresas, e R$ 8,69 milhões para empresas de pequeno porte.
Criado para simplificar o recolhimento de tributos, o Simples Nacional reúne diversos impostos em uma única guia. Os limites de faturamento, em vigor desde 2018, são:
A proposta de reajuste do MEI era esperada para a semana passada, mas o governo encontrou dificuldades para fechar o texto, principalmente para equilibrar o impacto fiscal da medida. Inicialmente, no cenário com um novo teto de R$ 130 mil anuais para os MEIs, o impacto fiscal estimado era de R$ 2 bilhões na arrecadação, valor considerado suportável pelas contas públicas.
Não foi divulgado um balanço atualizado dos custos. Além dessa matéria, o Planalto prepara também um conjunto de medidas voltadas aos empreendedores, como um programa de renegociação de dívidas e linhas especiais de crédito.
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Baixar áudioAgricultores familiares da Amazônia Legal já podem aderir ao Desenrola Rural, programa criado para facilitar a regularização de dívidas e a recuperação do acesso ao crédito no setor agrícola. A iniciativa, uma parceria entre o Governo Federal e o Banco da Amazônia, oferece condições especiais de renegociação, com descontos de até 80% para produtores que desejam quitar pendências financeiras e voltar a investir nas propriedades.
Segundo o Banco da Amazônia, o principal objetivo da iniciativa é permitir que produtores rurais regularizem suas situações financeiras, deixem de ser inadimplentes e retomem o acesso às linhas de crédito destinadas ao custeio e ao investimento na produção agrícola.
O presidente do Banco da Amazônia, Luiz Lessa, destacou que os agricultores familiares e pequenos produtores rurais estão entre os principais focos de atuação da instituição. “Isso é um mantra aqui para nós gente: que os pequenos portes são prioridades do banco”, afirmou Lessa.
Considerando os desafios enfrentados por quem vive da agricultura familiar – como fatores climáticos, oscilações de mercado e entraves logísticos que podem comprometer a produção – o Desenrola Rural tem como foco apoiar os produtores na renegociação de dívidas e na retomada da capacidade produtiva.
O programa oferece descontos de até 80% sobre os valores devidos, além de condições diferenciadas para liquidação ou prorrogação dos contratos. Também há possibilidade de ampliação dos prazos para pagamento, com parcelamento dos débitos em até 10 anos, conforme as regras aplicáveis a cada operação.
A ministra do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, Fernanda Machiaveli, reforçou em uma rede social que o programa foi ampliado para atender mais produtores, com prazo estendido para negociação e possibilidade de regularização de contratos mais antigos.
“Agora, o Desenrola Rural é retomado em condições ainda mais facilitadas, com ainda maior abrangência. O prazo para fazer essas negociações foi estendido até o dia 20 de dezembro de 2026. Os contratos que podem ser renegociados agora começam lá em 2012. É para você estar com seu nome limpo, é para você dormir tranquilo, para você que trabalha duro saber que agora você pode estar com a sua família, com as suas contas organizadas”, disse a ministra.
O programa é destinado a agricultores enquadrados no Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) e tem como objetivo a retomada do crédito rural para os produtores.
O Banco da Amazônia destaca que, com as contas regularizadas, o agricultor pode recuperar o acesso às linhas de financiamento para investir em sementes, insumos, equipamentos e tecnologias que ajudam a melhorar a produção.
A medida tem como objetivo atender diferentes realidades da agricultura familiar na Amazônia Legal.
Confira quem pode aderir ao programa:
Além de possibilitar o retorno ao acesso às linhas de crédito, o Banco da Amazônia destaca que entre os benefícios do programa estão o retorno dos investimentos no campo e também a segurança financeira para iniciar o próximo ciclo produtivo sem dívidas antigas.
As condições especiais do Desenrola Rural podem ser aplicadas a contratos específicos do setor. Confira quais dívidas podem ser regularizadas:
Dívidas do PRONAF;
Para aderir ao Desenrola Rural e regularizar a situação financeira, o produtor rural pode ir até uma agência do Banco da Amazônia da região. A equipe de atendimento vai consultar o contrato, verificar se a dívida se enquadra nas regras do programa e apresentar as opções de parcelamento e desconto disponíveis de forma personalizada.
Os agricultores familiares da Amazônia Legal interessados em participar do programa também podem verificar se estão enquadrados no programa por meio de um formulário eletrônico disponibilizado pelo Banco da Amazônia.
Para solicitar a análise, o produtor deve preencher os dados pessoais e informar a melhor forma de contato. Após o envio das informações, a instituição financeira fará o retorno com as orientações sobre a renegociação da dívida.
O acesso ao formulário está disponível na página oficial do Banco da Amazônia.
As adesões e assinaturas dos acordos com as condições do programa podem ser feitas até o dia 20 de dezembro de 2026.
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Baixar áudioO som da sanfona, da zabumba e do triângulo já dita o ritmo para o coração bater mais forte! No quinto e último episódio da série especial do Ministério do Turismo sobre os destinos juninos, desembarcamos em Maracanaú, no Ceará. Aqui, o São João ganha grandes proporções. É uma verdadeira imersão em cores, luzes e sabores. Mas, para que esse espetáculo encante multidões na arena, a preparação começa muito antes de as fogueiras serem acesas.
Nos bastidores, o brilho das quadrilhas ganha forma nas mãos de talentos como a costureira Leide Ferreira. Meses antes do primeiro acorde tocar, ela já costurava os sonhos que iriam para a arena. Só nesta edição, foram cerca de 200 peças produzidas — e a agenda para o ano que vem já está cheia! Leide não esconde a emoção ao ver a própria arte ganhando vida.
"Mas é como te disse, é prazeroso quando eu vejo aquela alegria das meninas. Todo mundo ali feliz, vestindo a sua roupa. E é mais prazeroso ainda quando elas sabem que quem fez foi eu. Eu fico muito feliz. Elas me abraçam, dizem que a roupa está linda. Eu fico muito feliz com isso".
E o trabalho minucioso da Leide é apenas uma das engrenagens desta megaestrutura. Paulo Salomão, coordenador do Quadrilhódromo – que é o grande palco dos festivais –, explica que a festa exige uma mobilização que o público muitas vezes nem imagina.
"Direta e indiretamente mais de mil pessoas. Porque a gente vem desde as pessoas que produzem estrutura, as seguranças, a equipe que mora distante, a que monta paliódromo, que monta palco, que monta a cidade cenográfica e toda a logística de trabalhadores, de empresas, de fornecedores que ficam aqui durante três meses, porque o São João não é só um mês que ele acontece, ele é antes, durante e depois. A gente só sai daqui quando tira a última estrutura que a gente deixa a arena e até dois 2027"
Quando a festa começa, o resultado de tanto esforço é imediato. A turista Natália Matos saiu de Fortaleza para curtir o São João de Maracanaú pelo segundo ano consecutivo. Ela conta que a infraestrutura impecável foi o que a fez voltar.
"Sempre é impactante, né? Sempre é muito mais bonito no ano seguinte. Então, ano passado eu vim, vi quadrilhas, comi, aproveitei tudo, mas esse ano me surpreendeu ainda mais. Tá muito lindo, a gente acabou de ver uma quadrilha linda, perfeita. Então assim, eu acho que todo ano o evento cresce ainda mais e ano que vem eu quero trazer mais gente".
E ela não está sozinha. Em 30 dias de festa, nesta edição de 2026, Maracanaú reuniu cerca de 450 atrações culturais, 250 quadrilhas divididas em sete festivais e um público impressionante: 2 milhões e 700 mil visitantes. O reflexo disso? Mais de 110 milhões de reais injetados direto na economia local.
Com a beleza do interior cearense, chegamos ao fim da série Destino: Festas Juninas. Ao longo de cinco reportagens, viajamos por Campina Grande, na Paraíba; Caruaru e Petrolina, em Pernambuco; Mossoró, no Rio Grande do Norte; e, agora, Maracanaú. Mostramos que o São João é muito mais que uma celebração: é a alma nordestina mantendo viva a sua cultura, gerando oportunidades, impulsionando o turismo e transformando a realidade de quem faz a festa acontecer.
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Baixar áudioA CAIXA paga, nesta quarta-feira, 01 de julho, nova parcela do Programa Pé-de-Meia para os estudantes do Ensino Médio regular e Ensino Médio da Educação de Jovens e Adultos, a EJA, nascidos nos meses de maio e junho.
O incentivo será creditado na conta Poupança CAIXA Tem e os valores podem ser movimentados pelo App CAIXA Tem.
O estudante pode pagar contas, fazer transferências e PIX, direto no aplicativo.
Além disso, pode movimentar os valores com o cartão do programa, fazendo compras e pagamentos.
O Programa Pé-de-Meia apoia a permanência e a conclusão escolar dos estudantes matriculados no Ensino Médio da rede pública.
Para consultar as demais datas de pagamento do programa Pé-de-Meia, acesse o site da CAIXA em www.caixa.gov.br/pedemeia.
O Pé-de-Meia é um programa de incentivo financeiro-educacional do Governo Federal para estudantes do ensino médio público inscritos no CadÚnico. Ele funciona como uma poupança para manter a frequência e estimular a conclusão do ensino médio, reduzindo desigualdades e promovendo inclusão e mobilidade social.
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Baixar áudioAs rodadas de negócios realizadas durante a NaturalTech 2026, em São Paulo (SP), devem gerar US$ 4,275 milhões em negócios para a indústria brasileira de alimentos funcionais e suplementos alimentares. A projeção é da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), responsável pela iniciativa que aproximou empresas nacionais de compradores internacionais durante a feira.
A programação reuniu 57 empresas brasileiras e 11 compradores de dez países: Peru, Colômbia, México, Canadá, África do Sul, Polônia, Índia, Emirados Árabes Unidos, Singapura e China — sendo dois representantes canadenses. Ao todo, foram promovidas 317 reuniões comerciais, que resultaram na prospecção imediata de US$ 3,1 milhões em negócios.
Os encontros tiveram como foco empresas que atuam nos segmentos de suplementos nutricionais, ingredientes funcionais, produtos plant-based e superfoods. A proposta foi criar oportunidades de exportação e ampliar a presença da indústria brasileira em mercados das Américas, Europa, África, Oriente Médio e Ásia.
Entre os participantes estrangeiros, a avaliação foi positiva tanto em relação aos produtos apresentados quanto ao formato das negociações. José Maria Mora, da empresa colombiana Sin Intermediarios SAS, destacou a qualidade dos fornecedores brasileiros.
"Os empresários do Brasil têm produtos muito bons, inovadores e tecnologias de produção valiosas para nós. A dinâmica é muito efetiva: muitas empresas e muitos produtos concentrados em apenas dois dias", afirmou.
Representando a empresa sul-africana HealthSmart, Tamara Gerber afirmou que o evento facilitou o contato com novos parceiros comerciais.
"Foi uma excelente oportunidade para conhecer novos fornecedores e ser apresentada a ingredientes agrícolas brasileiros únicos. Durante todo o evento e em toda a logística, senti-me muito bem assistida. Parabéns à equipe pelo excelente trabalho", disse.
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Na avaliação da coordenadora de Agronegócio da ApexBrasil, Paula Soares, o crescimento do mercado de bem-estar tem ampliado as oportunidades para empresas do segmento no Brasil.
"O segmento de nutrição esportiva tem apresentado crescimento consistente nos últimos anos, acompanhando a expansão global do mercado de bem-estar. O Brasil reúne características que reforçam esse potencial, como o fato de possuirmos a segunda maior quantidade de academias do mundo”, destacou.
“As rodadas de negociações representam uma oportunidade para que marcas de diferentes regiões do país apresentem seus diferenciais e ampliem sua inserção comercial no mercado internacional", complementou.
As rodadas de negócios fazem parte do programa Exporta Mais Brasil, voltado à aproximação entre empresas brasileiras e compradores estrangeiros.
A expectativa é ampliar as exportações e fortalecer a presença dos produtos brasileiros ligados à saúde, nutrição e bem-estar no mercado internacional.
Segundo a coordenadora de Agronegócio da ApexBrasil, Luciana Pecegueiro, o processo de internacionalização das empresas passa pelo acesso a informações e pela compreensão das exigências dos mercados internacionais.
“A primeira dica para quem quer começar a exportar é informação. Informe-se, entre no site da ApexBrasil, busque informações e orientações. Então, temos que estudar com a empresa, ver quais são as oportunidades de mercado e quais adaptações que ela tem que fazer para acessar esses mercados”, enfatizou.
A NaturalTech chegou à vigésima edição em 2026. Realizada no Distrito Anhembi, em São Paulo, a feira reúne empresas, compradores e especialistas do setor de produtos naturais e saudáveis e é considerada um dos principais eventos do segmento na América Latina.
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Baixar áudioO Centro Cultural Banco da Amazônia e a Secretaria de Estado de Educação (Seduc-PA) firmaram um Termo de Cooperação Técnica para ampliar o acesso de estudantes da rede pública estadual às manifestações artísticas e culturais promovidas pelo espaço. A iniciativa prevê visitas guiadas às exposições e atividades educativas, com expectativa de receber cerca de 80 alunos por mês a partir do segundo semestre de 2026.
O acordo estabelece uma cooperação entre as instituições para incentivar o acesso dos estudantes às exposições, ações educativas e iniciativas de valorização da cultura brasileira.
O gerente do Centro Cultural Banco da Amazônia, Geraldo Monteiro, destaca que a parceria com a Seduc-PA contribui para democratizar o acesso à cultura e à educação.
“O termo de cooperação assinado com a Seduc possibilitará ao Banco da Amazônia fortalecer seu compromisso na democratização do acesso à cultura, possibilitando que os nossos alunos possam permanentemente visitar nossas exposições no nosso Centro Cultural e, com isso, poder ampliar seus conhecimentos. Exposições essas, das mais diversas formas, tanto de artistas locais como de artistas nacionais”, afirmou Monteiro.
O cronograma das atividades será elaborado em conjunto pelo Centro Cultural Banco da Amazônia e pela Seduc-PA. A previsão inicial é de realização de duas visitas mensais ao espaço cultural. A definição das escolas participantes e dos critérios de adesão será estabelecida pela Secretaria de Educação do Pará.
A aproximação entre cultura e educação já faz parte da rotina do Centro Cultural Banco da Amazônia, que recebe estudantes em visitas espontâneas com propostas pedagógicas relacionadas às exposições.
Segundo a coordenadora do Centro Cultural Banco da Amazônia, Claudia Aguilla, um exemplo da integração foi a visita de alunos da Escola Estadual José Veríssimo à exposição “Trabalhadores”, do fotógrafo Sebastião Salgado. Após conhecerem as obras, os estudantes participaram de uma atividade conduzida pelo professor responsável.
Após a visitação, os alunos responderam a um questionário que abordava a percepção dos estudantes sobre a dignidade no mundo do trabalho e o valor da vida humana.
Para Claudia, experiências como essa promovidas pelo Banco da Amazônia reforçam o papel da cultura na formação dos estudantes.
“A ação nos deixou muito felizes porque, entre os objetivos do desenvolvimento sustentável, ODS, o quarto fala sobre educação com qualidade e constatar que nossas mostras estão contribuindo para o alcance dos ODS demonstra que estamos no caminho certo”, destacou Claudia Aguilla, em nota.
Instalado no prédio histórico da sede do Banco da Amazônia, o Centro Cultural é um espaço dedicado à promoção da cultura, da educação e da inovação na região. A programação reúne exposições de artistas nacionais e locais, com foco na valorização da produção amazônica e no desenvolvimento sociocultural.
Atualmente, a instituição possui três exposições abertas ao público.
A mostra “Trabalhadores”, do fotógrafo Sebastião Salgado, reúne cerca de 150 fotografias produzidas entre 1986 e 1992. A exposição apresenta registros de diferentes formas de trabalho pelo mundo e convida o público a refletir sobre temas como esforço humano, transformação social e dignidade.
Também está em cartaz “Trajetórias – Arte Contemporânea Paraense (1959-2026)”, com curadoria de Vânia Leal. A exposição reúne obras do acervo do colecionador Eduardo Vasconcelos e apresenta um panorama da produção artística paraense ao longo das últimas décadas, valorizando diferentes linguagens e trajetórias da arte contemporânea produzida no Pará.
A programação inclui, ainda, “Humor em Campo – Exposição Nacional de Humor”, com curadoria do cartunista J. Bosco. A mostra reúne artistas de diversas regiões do país e apresenta, por meio de cartuns, charges, caricaturas e desenhos, uma abordagem criativa e crítica sobre o futebol. A exposição também conta com ações educativas, oficinas e visitas mediadas.
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Baixar áudioA Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) e a Frente Parlamentar de Portos e Aeroportos (FPPA) assinaram a Carta de Compromissos do Movimento AgroPorto. A iniciativa suprapartidária estabelece diretrizes voltadas ao fortalecimento da logística brasileira.
O documento foi assinado durante evento realizado na sede da Organização das Cooperativas do Estado do Paraná (Ocepar), em Curitiba. O acordo abrange temas como melhoria dos acessos portuários, integração multimodal, segurança jurídica para investimentos, modernização do licenciamento ambiental e expansão da infraestrutura portuária.
O objetivo central do movimento é consolidar a infraestrutura como política de Estado, com planejamento de longo prazo e previsibilidade para atrair investimentos públicos e privados. Até as eleições de 2026, a organização pretende atuar em quatro frentes: formulação de uma Agenda Brasil para a Infraestrutura, ampliação da coalizão parlamentar com novas frentes e setores produtivos, apresentação das propostas aos candidatos à Presidência da República, e desenvolvimento de soluções técnicas viáveis em conjunto com especialistas e entidades do setor.
Criado em abril, o movimento surge em um contexto crítico. O Brasil investe cerca de 2% do PIB em infraestrutura, menos da metade do mínimo de 4,5% que especialistas consideram necessário para sustentar o crescimento econômico.
Levantamento do Instituto Brasileiro de Infraestrutura (IBI) projeta que, só em 2026, o país acumulará R$ 3,3 bilhões em custos extras por utilizar o modal rodoviário em corredores que poderiam ser operados por ferrovias, como a Ferrogrão e a EF-118. Isso significa que o Brasil perde, em média, R$ 106 por segundo devido a ineficiências na infraestrutura logística.
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Baixar áudioNos últimos meses, a interdição de pontes em rodovias federais tem se repetido em diferentes regiões do país e envolve tanto estruturas com mais de quatro décadas de uso quanto obras relativamente recentes. Embora cada caso tenha características próprias, os laudos técnicos apontam fatores comuns, como o comprometimento de elementos estruturais essenciais.
O caso mais recente ocorreu na ponte sobre o Rio Tocantins, na BR-235, entre os municípios de Pedro Afonso e Tupirama, no Tocantins. No dia 19 de junho, a estrutura, localizada no km 163,59 da rodovia, foi totalmente interditada nos dois sentidos por determinação do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT). A restrição foi para todos os veículos, inclusive oficiais e os utilizados na prestação de serviços essenciais.
Outro episódio envolve duas pontes sobre o Rio Itacaiunas, na BR-230, em Marabá (PA). Em março, o DNIT informou que ambas passariam por um processo de implosão após avaliações indicarem risco estrutural. A estrutura mais nova, construída há cerca de 16 anos, apresentou problemas que comprometem sua integridade. Já a ponte mais antiga, com mais de 40 anos, acumula desgaste natural e operava há anos sob cargas superiores às previstas no projeto original.
O Doutor em Estruturas pela USP, Leandro Moreira, considera que, apesar de haver essas recentes medidas adotadas pelo DNIT, não é possível afirmar que esse tipo de intervenção sempre leva em conta os mesmos fatores.
“Cada ponte precisa de fato ser investigada individualmente. Nós temos falhas congênitas. Normalmente, essas falhas congênitas estariam ocorrendo num período curto ou mesmo na fase ainda de construção. Depois você tem falhas adquiridas durante a construção, como falta de controle de qualidade da própria execução em si. Você tem falhas por causas acidentais, sobrecargas, impactos, enchentes, erosão da fundação. E falhas, vamos dizer assim, de tempo de exposição mesmo”, destaca.
A reportagem do Brasil 61 entrou em contato com o DNIT para pedir atualizações sobre a situação das pontes e destacar as medidas que têm sido apresentadas pelo órgão. Porém, até o fechamento desta reportagem, não obteve retorno.
Em maio, foi a vez da Ponte Transaraguaia, sobre o Rio Araguaia, na divisa entre Pará e Tocantins, ser totalmente interditada. Segundo o DNIT, a medida teve caráter preventivo e foi adotada após a conclusão de um Relatório Técnico de Avaliação Estrutural, elaborado com base em investigações realizadas entre fevereiro e abril de 2026.
A análise incluiu inspeções visuais detalhadas, ensaios não destrutivos por ultrassom, extração e testes de amostras de concreto, monitoramento das vibrações da estrutura, levantamentos topográficos e prova de carga com veículo pesado.
Os resultados apontaram elevado grau de deterioração em componentes responsáveis pela sustentação da ponte, especialmente nos blocos de fundação e nos pilares do trecho central, que sustentam o vão principal sobre o canal do Rio Araguaia.
Outro caso emblemático foi o desabamento da ponte Juscelino Kubitschek de Oliveira, que ligava os estados do Maranhão e do Tocantins, em 2024. A ponte atendia o corredor Belém-Brasília desde a década de 1960. Com 533 metros de metros de extensão, a ponte ficava localizada na rodovia BR-226.
“Todas as pontes precisam de monitoramento, mas essas pontes em especial precisam de monitoramento contínuo para que você possa estar prevendo algum tipo de restauração das condições daquela ponte ou mesmo a interrupção, como foi o caso de algumas pontes. A inspeção visual é a porta de entrada dentro desse processo de monitoramento, é um processo que tem que ser realizado por um engenheiro especializado e esse engenheiro vai basicamente observar as manifestações patológicas que podem ser percebidas visualmente”, enfatiza Moreira.
Acidentes associados à falta de manutenção, rachaduras, buracos, sinalização deficiente e iluminação insuficiente estão entre as principais reclamações registradas em uma consulta pública realizada pelo Tribunal de Contas da União (TCU) para avaliar a segurança e as condições das pontes federais brasileiras.
A iniciativa, encerrada em 30 de abril, reuniu a percepção dos próprios usuários das rodovias. Durante quase três meses, o tribunal recebeu 485 manifestações de cidadãos.
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As contribuições contemplaram 365 pontes rodoviárias administradas pelas esferas federal, estadual e municipal, distribuídas por diversos estados e municípios. Desse total, 314 receberam avaliações negativas, 43 foram classificadas como neutras e apenas oito tiveram avaliações positivas.
Dados do Panorama Geral das Pontes Rodoviárias Brasileiras, divulgado em 2024, mostram que o país ainda enfrenta desafios relacionados ao acompanhamento e à conservação dessas estruturas. O levantamento estima a existência de 113.168 pontes rodoviárias em todo o território nacional. No entanto, somente 14.874 possuem inventário e histórico de inspeções disponíveis.
Entre as estruturas catalogadas, mais de 11 mil estão classificadas em condição crítica ou ruim, situação que demanda intervenções prioritárias.
O estudo também aponta que 37% das pontes inventariadas têm mais de 50 anos de existência, refletindo o envelhecimento de parte da infraestrutura rodoviária brasileira. Além disso, aproximadamente 68% dessas estruturas estão concentradas nas regiões Sudeste e Sul.
Na divisão por estados, Minas Gerais reúne o maior número de pontes do país, com 16,4% do total, seguido por São Paulo, com 14,2%. Juntos, os dois estados concentram cerca de 30% das pontes rodoviárias brasileiras.
Em relação aos materiais utilizados na construção, as pontes de concreto armado representam 38% do inventário, enquanto as de concreto protendido correspondem a 12,9%. Somadas, essas duas tipologias equivalem a aproximadamente metade das estruturas catalogadas.
O levantamento também analisou as condições de conservação conforme o modelo de gestão. Os resultados indicam desempenho mais favorável nas pontes administradas por concessionárias privadas estaduais do que naquelas sob responsabilidade da administração pública federal.
Nas estruturas de jurisdição pública federal, predominam as classificações 3 (31,6%) e 4 (53,5%). Já entre as pontes concedidas à iniciativa privada pelos estados, a nota 5 aparece com maior frequência, representando 37,8% das avaliações e indicando uma proporção maior de estruturas em melhores condições de conservação.
Copiar o textoO concurso 3025 da Mega-Sena foi realizado nesta terça-feira (30/06/2026), no Espaço da Sorte, em São Paulo, e divulgado pela Caixa Econômica Federal. O sorteio não teve vencedores na faixa principal.
O próximo sorteio está marcado para quinta-feira (2), com prêmio estimado em R$ 23.000.000,00. Aproveite a oportunidade e faça sua aposta para concorrer.
13 - 39 - 42 - 44 - 47 - 49
Para participar, basta escolher de 6 a 15 números entre os 60 disponíveis no volante. A aposta mínima custa R$ 5,00, e quanto mais números você marcar, maior o preço — mas também maiores as chances de ganhar. Os sorteios acontecem três vezes por semana, às terças, quintas e sábados, sempre às 21h (horário de Brasília).
| Números apostados | Probabilidade de acertar 6 dezenas |
|---|---|
| 6 números | 1 em 50.063.860 |
| 7 números | 1 em 7.151.980 |
| 8 números | 1 em 1.787.995 |
| 9 números | 1 em 595.998 |
| 10 números | 1 em 238.399 |
| 15 números | 1 em 10.003 |
Para aumentar as chances de ganhar, é possível participar de bolões organizados pelas lotéricas ou formar um grupo de apostas. O valor mínimo por cota é de R$ 6,00, e o bolão pode ter de 2 a 100 cotas.
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Prefere insistir nos seus números da sorte? Aposte com a Teimosinha e concorra com a mesma combinação por 2, 3, 4, 6, 8, 9 ou até 12 concursos seguidos, aumentando suas chances de ganhar sem precisar refazer a aposta a cada sorteio.
Parte da arrecadação das apostas da Mega-Sena é destinada a programas sociais do governo federal, como:
Copiar o textoRecurso será utilizado em ações de resposta a desastre
Baixar áudioO Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), por meio da Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil (Sedec), autorizou, nesta terça-feira (30), o repasse de R$ 9,2 milhões para ações de resposta no município de Cacequi, no Rio Grande do Sul, afetado por desastre.
Municípios que tiverem o reconhecimento federal de situação de emergência ou estado de calamidade pública podem solicitar recursos ao MIDR para ações de defesa civil. As solicitações devem ser realizadas por meio do Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2iD). A partir dos planos de trabalho enviados, a equipe técnica da Defesa Civil Nacional avalia as metas e valores propostos. Após aprovação, os repasses são formalizados por meio de portaria no DOU, liberando os valores correspondentes.
Com informações do MIDR
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