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A segunda-feira (2) terá comportamentos distintos do tempo nos estados da Região Sul do país. Enquanto o Rio Grande do Sul mantém estabilidade, Santa Catarina e Paraná apresentam maior variação de nebulosidade.
No Rio Grande do Sul, o tempo permanece estável ao longo de todo o dia, com poucas nuvens em todas as regiões do estado, do oeste gaúcho ao litoral.
Em Santa Catarina, a previsão indica muitas nuvens, mas sem expectativa de chuva, especialmente em Benedito Novo, no Vale do Itajaí, e Major Vieira, localizado no Planalto Norte catarinense.
Já no Paraná, o tempo segue instável, com pancadas de chuva e trovoadas isoladas ao longo do dia. As precipitações atingem Bandeirantes e Primeiro de Maio, municípios do norte pioneiro e norte central paranaense, além de Paranavaí, no noroeste do estado.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 18°C, em Curitiba. Já a máxima deve atingir até 30°C, em Florianópolis. A umidade relativa do ar varia entre 55% e 100%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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A segunda-feira (2) será marcada por tempo instável em toda a Região Centro-Oeste do país.
Em Mato Grosso, a previsão indica muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas isoladas ao longo de todo o dia, atingindo todas as regiões do estado, do norte mato-grossense ao sudeste.
Já em Mato Grosso do Sul, a chuva ocorre de forma mais intensa em municípios como Rio Verde de Mato Grosso, localizado na região norte sul-mato-grossense, além de Corumbá, no Pantanal, e São Gabriel do Oeste, na região centro-norte do estado.
Em Goiás, há previsão de chuva acompanhada de risco de queda de granizo, especialmente em Cristalina, no Entorno do Distrito Federal, Campo Alegre de Goiás, no leste goiano, e Luziânia, também no Entorno do DF.
No Distrito Federal, o dia será de muitas nuvens, com pancadas de chuva ao longo do dia e possibilidade de granizo, principalmente entre a tarde e a noite.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 21°C, em Brasília. Já a máxima deve chegar a 33°C, em Cuiabá. A umidade relativa do ar varia entre 50% e 100%.
Precipitação originada de nuvens convectivas, sobretudo cumulonimbus, que atinge o solo em forma de esferas ou fragmentos irregulares de gelo. Quando o diâmetro das partículas é ≥ 5 mm, classificam-se como granizo; partículas menores são classificadas como granizo miúdo e/ou neve granulada (graupel). Em boletins METAR, utiliza-se ‘GR’ para granizo e ‘GS’ para granizo miúdo/neve granulada. Unidades isoladas são chamadas de ‘pedras de granizo’.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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A segunda-feira (2) será marcada por instabilidade em toda a Região Sudeste do país.
Em São Paulo, a chuva atinge todo o estado, com possibilidade de precipitações fortes. O risco de queda de granizo é maior nos municípios de Casa Branca, Mococa e São José do Rio Pardo, localizados na região nordeste paulista.
Em Minas Gerais, a instabilidade também predomina. Há previsão de pancadas de chuva e possibilidade de granizo de forma generalizada, atingindo diferentes regiões do estado, desde o Triângulo Mineiro até a Zona da Mata.
No Rio de Janeiro, chove ao longo de todo o dia em todas as regiões. O risco de granizo é maior em Valença, no Centro-Sul Fluminense, e em Resende e Quatis, municípios do Sul Fluminense.
Já no Espírito Santo, a previsão indica muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas isoladas, especialmente em Aracruz e Linhares, cidades localizadas no litoral norte capixaba.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 18°C, em São Paulo. Já a máxima pode chegar até 34°C, no Rio de Janeiro. A umidade relativa do ar varia entre 45% e 100%.
Precipitação originada de nuvens convectivas, sobretudo cumulonimbus, que atinge o solo em forma de esferas ou fragmentos irregulares de gelo. Quando o diâmetro das partículas é ≥ 5 mm, classificam-se como granizo; partículas menores são classificadas como granizo miúdo e/ou neve granulada (graupel). Em boletins METAR, utiliza-se ‘GR’ para granizo e ‘GS’ para granizo miúdo/neve granulada. Unidades isoladas são chamadas de ‘pedras de granizo’.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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A segunda-feira (2) será marcada por contraste nas condições do tempo na região Nordeste do país. Enquanto áreas do interior registram instabilidade, outros estados mantêm tempo firme ao longo do dia.
No Maranhão, a previsão indica muitas nuvens, pancadas de chuva e trovoadas isoladas em Bom Jesus das Selvas, no oeste maranhense, além de Grajaú, na região central do estado, São José de Ribamar, no litoral norte, e Fiquene, localizada no sul maranhense.
No Piauí, a chuva ocorre com maior intensidade em Baixa Grande do Ribeiro, Monte Alegre do Piauí e Riacho Frio, municípios situados no sul piauiense, área com maior potencial para volumes elevados de precipitação.
Na Bahia, a expectativa é de fortes precipitações em São Desidério, no oeste baiano, além de Rio do Pires, na Chapada Diamantina, e Angical, também no oeste do estado.
Já no Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas e Sergipe, a previsão indica tempo claro, estável e com poucas nuvens ao longo do dia, sem expectativa de chuva significativa.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 22°C em Recife. Já a máxima pode chegar a 33°C, em Teresina. A umidade relativa do ar varia entre 55% e 100%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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A segunda-feira (2) será marcada por instabilidade em grande parte da Região Norte, com previsão de chuvas fortes em alguns estados, enquanto outras áreas registram tempo mais estável ao longo do dia.
No Acre e em Rondônia, a expectativa é de fortes precipitações ao longo do dia, atingindo todas as regiões dos estados, desde o vale do Juruá até o leste rondoniense.
No Amazonas, as chuvas mais intensas se concentram em Manicoré, Tapauá e Novo Aripuanã, municípios localizados no sul amazonense, região que deve registrar pancadas de chuva acompanhadas de trovoadas.
Em Roraima, há previsão de chuva em Caracaraí e Rorainópolis, municípios do sul roraimense, com pancadas isoladas ao longo do dia.
No Amapá, a instabilidade é mais significativa, com expectativa de fortes pancadas de chuva em Serra do Navio, no centro do estado, além de Calçoene, no litoral norte, e Pedra Branca do Amapari, localizada na região central amapaense.
Já no Pará e no Tocantins, o tempo segue instável ao longo do dia, com predomínio de muitas nuvens.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 22°C, em Porto Velho. Já a máxima pode chegar a 35°C, em Boa Vista. A umidade relativa do ar varia entre 40% e 100%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA mais recente atualização do Monitor de Secas, referente à comparação entre os meses de novembro e dezembro, revela um cenário de contrastes no Brasil. No período, nove estados apresentaram abrandamento da severidade da seca: Acre, Amazonas, Maranhão, Mato Grosso, Paraná, Piauí, Rondônia, São Paulo e Tocantins.
Em sentido oposto, 12 unidades da Federação registraram intensificação do fenômeno, com avanço da seca: Alagoas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraíba, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte e Sergipe. Já em cinco estados, a condição permaneceu estável: Amapá, Distrito Federal, Pará, Roraima e Santa Catarina. No Rio Grande do Sul, a seca deixou de ser registrada em dezembro, fazendo com que o estado não apresentasse nenhuma área afetada.
Ao analisar as cinco regiões geopolíticas, o Sul apresentou o quadro mais brando no mês de dezembro. O Nordeste, apesar de manter a situação mais crítica do país, mostrou sinais de melhora. A região ainda concentrou seca extrema em 21% do território, o pior nível desde março de 2019, mas houve redução significativa da seca grave, que caiu de 43% para 25%.
Por outro lado, o Sudeste e o Centro-Oeste registraram intensificação da seca, marcada pelo avanço das áreas classificadas como seca grave. Nas regiões Norte e Sul, houve um abrandamento do fenômeno, com leve redução das áreas com seca moderada.
Em relação à extensão territorial afetada, houve diminuição da área com seca no Norte, Centro-Oeste e Sul, enquanto Nordeste e Sudeste apresentaram aumento. O Sudeste foi a única região do país com 100% do território sob influência da seca em dezembro.
Na comparação entre novembro e dezembro, 11 estados tiveram aumento da área com seca: Alagoas, Bahia, Espírito Santo, Maranhão, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Roraima, Santa Catarina e Sergipe. Já a redução da área afetada foi observada em sete estados: Acre, Amapá, Amazonas, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará e Rondônia. Em outras oito unidades da Federação, a área permaneceu estável: Ceará, Distrito Federal, Goiás, Minas Gerais, Piauí, Rio de Janeiro, São Paulo e Tocantins.
Em dezembro, 14 estados registraram seca em 100% do território: Alagoas, Ceará, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, São Paulo e Tocantins. Nos demais estados com ocorrência do fenômeno, os percentuais variaram entre 5% e 95%.
Considerando a área total afetada, Mato Grosso liderou a extensão sob seca, seguido por Amazonas, Minas Gerais, Bahia e Goiás. No total, a área atingida pelo fenômeno manteve-se em torno de 5,3 milhões de quilômetros quadrados, o equivalente a 63% do território nacional.
Situação por UF
| UF | Área | Severidade da seca |
|---|---|---|
| Acre | Entre novembro e dezembro, a área com seca no Acre diminuiu de 88% para 5% do território. É o menor percentual observado desde o início da série histórica, em novembro de 2022. | No Acre, a seca se abrandou, já que a seca moderada deixou de ser registrada em dezembro. Trata-se da melhor condição observada desde o início do monitoramento no estado. |
| Alagoas | Entre novembro e dezembro, a área com seca em Alagoas aumentou de 40% para 100% do território. É a maior área desde abril de 2025. | O fenômeno se intensificou em dezembro, com registro de seca grave em 15% do estado. É a pior condição desde maio de 2025. |
| Amapá | Entre novembro e dezembro, a área com seca no Amapá diminuiu de 62% para 55% do estado. | A severidade manteve-se estável, com registro apenas de seca fraca. |
| Amazonas | Entre novembro e dezembro, a área com seca no Amazonas passou de 39% para 38% do território, a menor desde maio de 2023. | Houve redução da seca moderada, de 9% para 7% do território. |
| Bahia | Entre novembro e dezembro, a área com seca aumentou de 91% para 95% do território, o maior percentual desde setembro de 2025. | O fenômeno se intensificou levemente, com avanço da seca extrema de 28% para 29%. |
| Ceará | A área com seca manteve-se em 100% do território. | Houve avanço da seca grave de 26% para 42%, a pior condição desde dezembro de 2018. |
| Distrito Federal | A área com seca permaneceu em 100% do território pelo 20º mês consecutivo. | A severidade segue estável, com 100% do território em seca moderada. |
| Espírito Santo | A área com seca aumentou de 84% para 100% do território, a maior desde março de 2025. | Houve aumento da seca moderada, de 24% para 72%. |
| Goiás | A área com seca manteve-se em 100% do território, o maior percentual desde fevereiro de 2025. | A seca grave avançou de 7% para 35%, a pior condição desde outubro de 2024. |
| Maranhão | A área com seca aumentou de 92% para 100% do território. | Houve redução significativa da seca grave, configurando a melhor condição desde agosto de 2024. |
| Mato Grosso | A área com seca diminuiu de 93% para 86% do território. | Houve leve melhora, com recuo da seca moderada de 8% para 7%. |
| Mato Grosso do Sul | A área com seca diminuiu de 91% para 66% do território. | A seca grave voltou a ser registrada em 2% do território. |
| Minas Gerais | A área com seca permaneceu em 100% do território. | A seca grave avançou de 45% para 53%, a pior condição desde setembro de 2024. |
| Pará | A área com seca diminuiu de 31% para 19% do estado. | A severidade manteve-se estável, com apenas 1% do território em seca moderada. |
| Paraíba | A área com seca aumentou de 87% para 100% do território. | A seca extrema avançou de 38% para 67%, a pior condição desde fevereiro de 2018. |
| Paraná | A área com seca aumentou de 45% para 47% do estado. | Houve leve redução da seca grave, de 3% para 2%. |
| Pernambuco | A área com seca aumentou de 88% para 100% do território. | A seca extrema avançou de 26% para 42%, a pior condição desde março de 2019. |
| Piauí | A área com seca manteve-se em 100% do território pelo 9º mês consecutivo. | Houve redução da seca extrema de 43% para 21%. |
| Rio de Janeiro | A área com seca permaneceu em 100% do território. | A seca moderada avançou de 22% para 60%, com registro de seca grave. |
| Rio Grande do Norte | A área com seca aumentou de 94% para 100% do território. | A seca extrema avançou de 19% para 47%, a pior condição desde 2018. |
| Rio Grande do Sul | A área com seca diminuiu de 34% para 0%, deixando o estado livre do fenômeno. | O estado ficou 100% sem registro de seca em dezembro. |
| Rondônia | A área com seca diminuiu de 60% para 56% do território. | Houve redução da seca moderada de 18% para 6%. |
| Roraima | A área com seca aumentou de 27% para 59% do território. | A severidade manteve-se estável, com 4% do território em seca moderada. |
| Santa Catarina | A área com seca aumentou levemente de 29% para 30%. | A intensidade manteve-se estável, com registro apenas de seca fraca. |
| São Paulo | A área com seca permaneceu em 100% do território pelo quinto mês consecutivo. | Houve leve atenuação, com redução da seca moderada de 55% para 45%. |
| Sergipe | A área com seca aumentou de 45% para 90% do território. | A seca moderada avançou de 14% para 42%. |
| Tocantins | A área com seca manteve-se em 100% do território pelo quinto mês consecutivo. | Houve redução da seca grave de 45% para 37%. |
O Monitor de Secas acompanha continuamente a intensidade do fenômeno no Brasil com base em indicadores climáticos e nos impactos observados em curto e longo prazos. A ferramenta auxilia o planejamento e a execução de políticas públicas de enfrentamento da seca e pode ser acessada pelo site monitordesecas.ana.gov.br e pelo aplicativo Monitor de Secas, disponível gratuitamente para Android e iOS.
Copiar o textoFiocruz reforça importância da vacinação para grupos prioritários na Região Norte
Baixar áudioOs estados do Acre e do Amazonas seguem em alerta devido ao aumento dos casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) associados ao vírus influenza A. De acordo com o Boletim InfoGripe, divulgado na quinta-feira (29) pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), a doença tem atingido principalmente jovens, adultos e idosos.
Nessas duas unidades da federação, também foi observado crescimento de casos de SRAG provocados pelo vírus sincicial respiratório (VSR), que atinge sobretudo as crianças pequenas.
Em Roraima, o avanço da SRAG se concentra na população idosa, mas ainda não há dados laboratoriais suficientes para identificar o vírus responsável pelos casos registrados no estado.
O boletim também aponta início ou manutenção do aumento das hospitalizações por VSR na Paraíba, por influenza A no Pará e por Covid-19 no Rio de Janeiro e no Rio Grande do Sul. Apesar disso, os níveis permanecem baixos e ainda não impactam significativamente os indicadores de SRAG nesses estados.
A pesquisadora do Programa de Computação Científica da Fiocruz e do InfoGripe, Tatiana Portella, reforça a importância da vacinação entre os grupos prioritários da Região Norte. “Diante dessa alta de influenza A em alguns estados do Norte, é essencial que a população prioritária da região — como indígenas, idosos e pessoas com comorbidades — se vacine o quanto antes. A vacina contra a influenza é bastante segura e é a principal forma de proteção contra casos graves e óbitos”, afirma.
Em âmbito nacional, o boletim indica queda nos casos de SRAG, reflexo da baixa circulação da maioria dos vírus respiratórios na maior parte do país. Ainda assim, a incidência da síndrome segue mais elevada entre crianças pequenas, enquanto a mortalidade permanece concentrada, principalmente, entre os idosos.
Nas capitais, Boa Vista (RR), João Pessoa (PB), Manaus (AM) e Rio Branco (AC) registram níveis de incidência de SRAG classificados como alerta, risco ou alto risco, com tendência de crescimento no longo prazo.
Nas últimas quatro semanas epidemiológicas, a distribuição dos vírus entre os casos positivos de SRAG foi a seguinte:
Entre os óbitos, a presença dos mesmos agentes foi:
O levantamento do InfoGripe tem como base os dados inseridos no Sistema de Informação da Vigilância Epidemiológica da Gripe, atualizados até 24 de janeiro, e é referente à Semana Epidemiológica (SE) 3. Confira outros detalhes no link.
VEJA MAIS:
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Baixar áudioO Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) divulgou, na última quinta-feira (29), o prognóstico climático para o mês de fevereiro de 2026, indicando um cenário de contrastes que deve impactar diretamente a produção agrícola nacional. Enquanto algumas regiões terão excesso de umidade, outras sofrerão com o estresse hídrico e calor intenso.
Na Região Norte, a previsão aponta para chuvas acima da média histórica em grande parte do Pará, Tocantins e em áreas específicas do Amazonas e Roraima, com volumes que podem superar a média em até 50 mm. As temperaturas devem permanecer elevadas, típicas da estação, mas a manutenção da umidade no solo é vista como um fator positivo para o desenvolvimento das lavouras de subsistência e pastagens. Contudo, em áreas do Acre e Amapá, onde o volume pode ser ligeiramente inferior ao normal, o produtor deve ficar atento à regularidade das águas.
No Nordeste, o cenário é de irregularidade espacial. O Inmet prevê chuvas acima da média no sul do Maranhão, Piauí e oeste da Paraíba, o que favorece o plantio de grãos na região do Matopiba. Por outro lado, o norte da Bahia e o interior de Pernambuco e Ceará devem registrar precipitações abaixo da média, acompanhadas de temperaturas que podem atingir picos de 38 °C. Esse calor excessivo, somado à falta de chuva, eleva o risco de estresse térmico para as colônias agrícolas que não possuem sistemas de irrigação robustos.
A Região Centro-Oeste enfrentará um mês de fevereiro com chuvas predominantemente abaixo da média, especialmente em Goiás e Mato Grosso, onde o déficit pode chegar a 150 mm em algumas localidades. As temperaturas tendem a subir, ficando até 1°C acima do normal. Para a agricultura, esse cenário é uma "faca de dois gumes": se por um lado a redução das chuvas acelera a colheita da soja e o plantio do milho safrinha, por outro, a baixa umidade do solo pode comprometer o estabelecimento inicial das culturas que acabaram de ser semeadas.
Na Região Sudeste, o prognóstico indica um mês mais úmido, com chuvas acima da média em São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo e sul de Minas Gerais. As temperaturas devem seguir o padrão climatológico, sem grandes desvios. Para as colônias agrícolas mineiras e paulistas, o excesso de chuva pode dificultar os tratos culturais e a colheita do café e da cana-de-açúcar, mas garante bons níveis de reservatórios para as lavouras irrigadas e mantém o vigor das pastagens.
Por fim, na Região Sul, a tendência é de tempo predominantemente seco, com chuvas abaixo da média na maior parte do Paraná, oeste de Santa Catarina e Rio Grande do Sul. As temperaturas devem ficar próximas à média, com ligeira elevação no norte paranaense. Este cenário acende um alerta para o estresse hídrico nas lavouras de milho e soja que ainda estão em fase de enchimento de grãos, embora o tempo firme favoreça a qualidade final dos produtos já prontos para a colheita.
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o textoO concurso 2967 da Mega-Sena foi realizado neste sábado (31/01/2026), no Espaço da Sorte, em São Paulo, e divulgado pela Caixa Econômica Federal. O sorteio não teve vencedores na faixa principal.
O prêmio para o próximo sorteio está marcado para terça-feira (03), está estimado em R$ 130.000.000,00. Aproveite a oportunidade e faça sua aposta para concorrer.
56 - 06 - 01 - 38 - 60 - 47
Para participar, basta escolher de 6 a 15 números entre os 60 disponíveis no volante. A aposta mínima custa R$ 5,00, e quanto mais números você marcar, maior o preço — mas também maiores as chances de ganhar. Os sorteios acontecem três vezes por semana, às terças, quintas e sábados, sempre às 21h (horário de Brasília).
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|---|---|
| 6 números | 1 em 50.063.860 |
| 7 números | 1 em 7.151.980 |
| 8 números | 1 em 1.787.995 |
| 9 números | 1 em 595.998 |
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Copiar o textoO sorteio da Lotofácil 3602 ocorre na noite deste sábado (31), no ESPAÇO DA SORTE em São Paulo (SP)
O concurso 3602 da Lotofácil foi realizado neste sábado (31/01/2026), no Espaço da Sorte, em São Paulo, e divulgado pela Caixa Econômica Federal. 2 apostadores acertaram as 15 dezenas e levaram para casa o prêmio de R$ 2.615.283,59. Os bilhetes premiados foram adquiridos em Boqueirão (PB) e São Paulo (SP)
O prêmio para o próximo concurso da Lotofácil, de número 3602, que será realizado na segunda-feira, 02 de fevereiro de 2026, está estimado em R$ 1.800.000,00. Aproveite a oportunidade e faça sua aposta para concorrer!
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A aposta mínima, de 15 números, custa R$ 3,50 com chance de 1 em 3.268.760 e a máxima custa R$ 46.512 com chance de 1 em 211.
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Quantidade de números jogados |
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R$ 3,50 |
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R$ 48 |
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R$ 408 |
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19 |
R$ 11.628 |
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20 |
R$ 46.512 |
De segunda-feira a sábado, às 21h.
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