17/08/2026 04:55h

Proposta busca ampliar concessões e aproximar o país das metas de universalização previstas para 2033

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A Confederação Nacional da Indústria (CNI) defende a criação, a partir de 2027, de uma nova agenda para ampliar os investimentos em saneamento básico e acelerar o avanço do país em direção às metas de universalização previstas para 2033. Entre as medidas propostas está a mobilização de estados que ainda não avançaram em projetos de concessão dos serviços de abastecimento de água e coleta e tratamento de esgoto.

 

A proposta foi apresentada durante o Encontro Nacional das Águas e o Saneamento Brasil Summit, promovido pela Associação e Sindicato Nacional das Concessionárias Privadas de Serviços Públicos de Água e Esgoto (ABCON SINDCON), na quarta-feira (12), em São Paulo. Segundo a CNI, a articulação entre poder público, empresas de saneamento e setor produtivo será necessária para ampliar a cobertura dos serviços e garantir a execução dos investimentos previstos.

 

A CNI defende que, a partir de 2027, seja estabelecida uma agenda para que esses estados sejam mobilizados para elaborar e aprovar novos planos. A explicação é do diretor de Relações Institucionais da CNI, Roberto Muniz, que aponta a necessidade de expansão dos serviços de coleta e tratamento de esgoto e distribuição de água de forma adequada. “Um país que tem saneamento é um país melhor, mais justo e com mais possibilidade de desenvolvimento”, afirmou Muniz.

 

Segundo o diretor, o Marco Legal do Saneamento Básico, publicado em 2020, modificou o ambiente de investimentos no setor e ampliou as condições para a participação privada. Atualmente, 2.720 municípios têm prestadoras privadas de saneamento básico, o equivalente a 48,8% das cidades brasileiras. “O desafio agora é consolidar esse novo ciclo e criar uma resposta institucional coordenada, capaz de aproximar indústria, empresas de saneamento e poder público”, disse.

 

Na avaliação de Muniz, o avanço dos investimentos também depende das condições econômicas e regulatórias. Entre os obstáculos apontados estão as taxas de juros elevadas, a necessidade de segurança regulatória e a sustentabilidade financeira dos contratos.

 

Representantes do setor também discutiram as condições necessárias para que os projetos contratados sejam executados e ampliem efetivamente o atendimento à população. Segundo a diretora-presidente da ABCON SINDCON, Christianne Dias, a discussão sobre a universalização passou a se concentrar na execução dos contratos. “Hoje, a questão que nos reúne é saber como garantir as condições para que os contratos sejam executados e se convertam em atendimento para a população”, destacou.

 

O presidente do Conselho de Administração da ABCON SINDCON, Paulo Roberto de Oliveira, também apontou a expectativa de um novo ciclo de investimentos e implementação de projetos a partir de 2027, com foco na ampliação dos serviços e no avanço em direção às metas de universalização previstas para 2033.

 

Déficit de infraestrutura pesa no Custo Brasil

 

A discussão sobre saneamento também foi relacionada ao déficit de infraestrutura do país. Segundo dados apresentados pelo diretor de Relações Institucionais da CNI, o Custo Brasil é estimado em R$ 1,7 trilhão por ano, do qual cerca de R$ 300 bilhões estão associados a problemas de infraestrutura.

 

De acordo com Muniz, o Brasil investe atualmente cerca de 2% do Produto Interno Bruto (PIB) em infraestrutura, enquanto o patamar considerado necessário seria de pelo menos 4%. Do total investido atualmente, quase 70% têm origem no setor privado.

 

Muniz comparou o percentual brasileiro com o de outros países e afirmou que a China investe 6,1% do PIB em infraestrutura e a Índia, 4,5%. O tema do saneamento também foi relacionado a áreas como saúde, meio ambiente e atividade econômica.

 

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17/08/2026 04:50h

Conferência realizada na Mongólia reúne representantes de 196 países e da União Europeia para discutir degradação da terra e efeitos da seca

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O combate à degradação da terra, a recuperação de áreas degradadas e as estratégias de adaptação aos efeitos da seca estarão no centro das discussões da 17ª Conferência das Partes (COP17) da Convenção das Nações Unidas para o Combate à Desertificação (UNCCD). O encontro começa nesta segunda-feira (17), em Ulaanbaatar, na Mongólia, com a participação do Brasil e de representantes de outros países.

 

A conferência segue até 28 de agosto e reúne 196 países e a União Europeia. Com o tema “Restaurando a terra. Restaurando a esperança”, o encontro também aborda proteção do solo, segurança hídrica e alimentar e mecanismos de cooperação e financiamento para regiões afetadas pela desertificação.

 

A participação brasileira terá como um dos espaços o Pavilhão Brasil, coordenado pelo Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), pelo Ministério das Relações Exteriores (MRE) e pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil). A programação prevê apresentações sobre as Metas Voluntárias de Neutralidade da Degradação da Terra, o Plano de Ação Brasileiro de Combate à Desertificação e Mitigação dos Efeitos da Seca (PAB-Brasil) e o Programa Recaatingar.

 

Para o presidente da ApexBrasil, Laudemir Müller, o encontro permite compartilhar iniciativas brasileiras relacionadas à restauração e à gestão sustentável da terra.

 

“Ao levar exemplos como o Programa Recaatingar e o Plano de Ação Brasileiro de Combate à Desertificação, temos a oportunidade de compartilhar com a comunidade internacional nossas ações e reforçar nosso compromisso com soluções sustentáveis para a gestão da terra”, destacou.

 

Caatinga e Cerrado estão entre os temas da programação

 

A participação das instituições brasileiras na COP17 ocorre em um momento em que a degradação do solo, desertificação e seca também afetam o território nacional. As discussões terão atenção às regiões semiáridas e subúmidas secas, especialmente à Caatinga e ao Cerrado, e abordarão conservação do solo, adaptação às mudanças climáticas e participação de povos e comunidades tradicionais no uso sustentável dos territórios.

 

Nesse cenário, o Brasil apresentará instrumentos como o Plano de Ação Brasileiro de Combate à Desertificação e Mitigação dos Efeitos da Seca (PAB-Brasil) e as Metas Voluntárias de Neutralidade da Degradação da Terra, que envolvem ações de prevenção, recuperação de áreas degradadas e aumento da resiliência das populações afetadas pela seca.

 

A programação também inclui o Programa Recaatingar, voltado à recuperação de áreas degradadas da Caatinga por meio da restauração da vegetação nativa e de práticas sustentáveis de uso da terra. A experiência brasileira coloca em discussão a relação entre preservação ambiental, disponibilidade de água, produção e condições de vida das populações que dependem desses territórios.

 

Mongólia tem 77% do território afetado pela degradação

 

A conferência, que vai até o dia 28 de agosto, ocorre em um país diretamente afetado pelo problema discutido no encontro. Cerca de 77% do território da Mongólia sofre com a degradação da terra, cenário que ameaça o desenvolvimento econômico e o modo de vida de aproximadamente um terço da população.

A programação do Pavilhão Brasil também inclui apresentações de planos estaduais de combate à desertificação, elaborados em parceria com instituições de ensino e pesquisa e organismos públicos e privados.

 

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17/08/2026 04:35h

Eleitores devem realizar pedido pela página do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) na internet ou nos cartórios eleitorais em todo o país

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As eleitoras e os eleitores que estiverem fora do domicílio eleitoral no dia das eleições têm até o dia 20 de agosto para solicitar o voto em trânsito. A solicitação  temporária do local de votação pode ser feita pela página do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) na internet ou nos cartórios eleitorais em todo o país. 

O voto em trânsito permite ao eleitor votar fora de sua cidade no dia do pleito, em outro município, desde que seja capital ou cidade com mais de 100 mil eleitores.

A medida não pode ser solicitada para eleitores com domicílio eleitoral no Brasil que estiverem viajando para o exterior.

O pedido de voto em trânsito pode ser feito para cidades distintas em cada um dos turnos. Além disso, alterações ou cancelamentos das solicitações poderão ser feitos até o dia 20 de agosto. 

Como solicitar 

O pedido de habilitação para voto em trânsito deve ser feito de forma online pelo Autoatendimento Eleitoral ou em um cartório eleitoral de forma parcial. 

Na solicitação eletrônica, o eleitor deve clicar no menu "Fazer Transferência temporária do local de votação". Em seguida, deve preencher os dados, consultar os locais com vagas disponíveis e seguir as orientações da página.

Já em caso de atendimento presencial, basta apresentar um documento oficial com foto no cartório eleitoral mais próximo.

Voto em trânsito

Se o local informado estiver dentro do mesmo estado do domicílio eleitoral, a pessoa poderá votar para todos os cargos em disputa, sendo: deputado federal, estadual, distrital, governador, senador e presidente da República.

Já caso a solicitação for para uma cidade fora do estado, o eleitor estará habilitado apenas a votar no Poder Executivo.

Em caso de não comparecimento ao local de votação no dia do pleito, o eleitor deverá fazer a justificativa de ausência, disponibilizada por meio do aplicativo e-Título.

Exterior

Os eleitores que possuem título registrado no exterior poderão solicitar voto em trânsito se estiverem de passagem pelo Brasil. Nesse caso, o voto só poderá ser exercido para o cargo de presidente.

Eleições 2026

Conforme o calendário eleitoral, o 1º turno está marcado para o dia 4 de outubro. Nesta data, serão escolhidos deputados federais, estaduais, distritais, governadores, senadores e o presidente da República.

Se houver, o 2° deve ocorrer no dia 25 de outubro de 2026 com votação para governadores e presidente da República.
 

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17/08/2026 04:30h

Recursos da CFEM foram arrecadados em julho e distribuídos na última semana pela Agência Nacional de Mineração

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Mais de R$ 400 milhões arrecadados com a exploração mineral foram repassados recentemente a estados, ao Distrito Federal e a municípios produtores. Os recursos correspondem à Compensação Financeira pela Exploração Mineral (CFEM), conhecida como royalty da mineração, arrecadada em julho e distribuída pela Agência Nacional de Mineração (ANM).

Do valor total, cerca de R$ 90 milhões foram destinados aos estados e ao Distrito Federal. Os municípios ficaram com mais de R$ 350 milhões. Entre os estados, Minas Gerais lidera o recebimento dos recursos, com mais de R$ 40,3 milhões, seguido pelo Pará, que recebeu mais de R$ 37,5 milhões.

Um relatório divulgado pela ANM disponibiliza a relação completa dos valores distribuídos por estados e municípios.

Nova plataforma

O mês de julho deu início à transição do sistema de arrecadação da CFEM, que passou a ser operado pela Plataforma de Gestão de Recursos Minerais (PGRM) no dia 7 de julho de 2026. Segundo a ANM, a nova plataforma foi responsável por 88,92% da arrecadação total.

A modernização também incluiu o Pagtesouro, sistema para pagamento de pix, como modalidade de pagamento disponível. A ferramenta registrou 1.129 operações, o que representa 11,55% das transações do período.

Regras para a utilização dos recursos da CFEM

Pela legislação, os recursos da CFEM não podem ser empregados no pagamento de dívidas, exceto aquelas contraídas junto à União ou a entidades federais. Além disso, os valores também não podem ser usados para custear despesas permanentes com pessoal.

No entanto, há uma exceção para a área da educação. Nesse caso, os recursos podem ser aplicados em despesas educacionais, incluindo o pagamento de professores da rede pública, principalmente os que atuam na educação básica em tempo integral.

A norma também determina que, preferencialmente, pelo menos 20% da arrecadação seja utilizada em iniciativas voltadas à diversificação econômica, à exploração mineral sustentável e ao desenvolvimento de pesquisas científicas e tecnológicas.

Transparência 

Estados, Distrito Federal e municípios que recebem a compensação devem divulgar anualmente a forma como os recursos foram utilizados. A exigência segue as regras da Lei de Acesso à Informação (Lei nº 12.527/2011).

Os valores detalhados dos repasses podem ser consultados nos portais da Agência Nacional de Mineração e do Banco do Brasil.
 

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17/08/2026 04:30h

Saiba as principais causas e tratamentos para dor na nuca

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A dor na nuca, região atrás do pescoço, costuma estar ligada ao uso excessivo do celular e postura incorreta. Segundo o ortopedista Dr. Nelson Astur Neto (CRM: 125.010/SP), “ajustar a altura da tela e evitar inclinar a cabeça para frente pode prevenir grande parte dos casos”.

Torcicolo, artrose (em pessoas acima dos 50) e hérnia de disco também causam dor na região. Fique atento se houver formigamento ou fraqueza nos braços, dor com febre ou início súbito e intenso, nesses casos, procure atendimento imediato.

A dor pode estar ainda relacionada à cefaleia tensional ou até fibromialgia, especialmente se vier com cansaço e dores em todo o corpo.

Alongamentos, travesseiro adequado e pausas ao longo do dia ajudam a prevenir.

“A dor na nuca nem sempre é simples. Observe os sinais e cuide da postura”, reforça o especialista.

Veja ao vídeo com a explicação do especialista:

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17/08/2026 04:25h

Pesquisa do FGV IBRE mostra que 59,3% consideram improvável ou muito improvável perder a principal ocupação; apenas 12,1% veem essa possibilidade como provável

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A maioria dos trabalhadores brasileiros não acredita que vai perder o principal emprego ou fonte de renda nos próximos seis meses. É o que mostra a Sondagem do Mercado de Trabalho do FGV IBRE, divulgada nesta sexta-feira (14)  com dados referentes ao trimestre encerrado em julho de 2026.


De acordo com o levantamento, 59,3% dos entrevistados afirmam ser improvável ou muito improvável perder a principal ocupação ou fonte de renda. Já 12,1% consideram provável ou muito provável que isso aconteça. Os demais trabalhadores não souberam avaliar a possibilidade.


Na comparação com o mesmo período de 2025, houve aumento de 4,9% na parcela de trabalhadores que considera improvável ou muito improvável perder o emprego. O resultado é o maior registrado desde o início da série, em junho do ano passado.


Ao mesmo tempo, a parcela que considera provável ou muito provável perder a ocupação recuou 4,3% em relação ao mesmo período de 2025, atingindo o menor percentual da série para esse período. O FGV IBRE ressalta, porém, que a série ainda é curta e não possui ajuste sazonal, o que exige cautela nas comparações.


Para Rodolpho Tobler, superintendente adjunto do FGV IBRE, os resultados reforçam a percepção de um mercado de trabalho aquecido. Segundo ele, a taxa de desemprego permanece em níveis historicamente baixos e a população ocupada continua crescendo.


A pesquisa também aponta que, mesmo com uma possível desaceleração da economia, o mercado de trabalho deve continuar em patamar positivo nos próximos meses, embora em um ritmo menos intenso na segunda metade do ano.


Os indicadores de qualidade do trabalho são divulgados mensalmente pelo FGV IBRE desde julho de 2025 e são baseados em médias móveis trimestrais. A pesquisa busca avaliar a percepção dos trabalhadores sobre diferentes aspectos do mercado de trabalho, como satisfação com a ocupação, proteção social, renda suficiente e expectativas para os próximos seis meses.

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17/08/2026 04:15h

Senado aprovou 16 operações de crédito com garantia da União para financiar projetos de infraestrutura, saúde, transporte, saneamento e meio ambiente

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O Senado Federal aprovou 16 empréstimos externos no valor total de US$ 1,87 bilhão para estados e municípios com a garantia da União. Como os entes federativos precisam de autorização federal para contratar financiamentos junto a instituições financeiras internacionais, as operações passaram pela análise do governo federal, que posteriormente encaminhou mensagens ao Senado para autorizar a contratação dos empréstimos. 

Entre as operações aprovadas, duas são destinadas ao município de São Paulo, no valor total de US$ 701,9 milhões. Desse montante, US$ 496,6 milhões serão destinados ao Programa de Redução da Emissão de Gases Poluentes, que prevê a eletrificação da frota de ônibus da capital paulista. O financiamento será concedido pelo Banco Internacional para Reconstrução e Desenvolvimento (BIRD)

Outros US$ 205,3 milhões serão utilizados no Programa de Reestruturação e Qualificação da Rede Hospitalar e de Atenção Especializada da Cidade de São Paulo, com financiamento do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID)

Belo Horizonte (MG) também teve uma operação de crédito aprovada. O município poderá contratar US$ 204 milhões junto ao BID para financiar o Programa de Recuperação Ambiental e Saneamento dos Fundos de Vale e Córregos em Leito Natural de Belo Horizonte

Veja outros empréstimos aprovados pelo Senado 

  • Maceió (AL): US$ 150 milhões do Novo Banco de Desenvolvimento (NBD), conhecido como Banco dos Brics, para financiar o Programa de Integração, Desenvolvimento Social e Sustentável de Maceió (MCZ3i), que prevê, entre outras ações, obras para corredores de ônibus na capital alagoana; Salvador (BA): US$ 120 milhões do BIRD para o Projeto Salvador Social, voltado à ampliação do acesso aos serviços públicos de saúde, educação e assistência social; 
  • Minas Gerais: US$ 100 milhões do BID para o Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG), para financiar políticas ambientais do programa para Descarbonização e Resiliência Climática;
  • Sergipe: US$ 100 milhões do BIRD para financiar o Projeto Crema, voltado à manutenção de rodovias estaduais; 
  • Mato Grosso do Sul: US$ 80 milhões do BID para o projeto de parceria público-privada do Hospital Regional de Mato Grosso do Sul
  • Salvador (BA): US$ 70 milhões do BID para o Programa Salvador Capital Afro, com iniciativas voltadas à promoção do turismo e à valorização da cultura negra; 
  • Maracanaú (CE): US$ 60 milhões da Corporação Andina de Fomento (CAF) para o Programa Maracanaú Sustentável, com investimentos em saneamento básico e na melhoria da infraestrutura pública de saúde, educação e mobilidade; 
  • Paraíba: US$ 50 milhões do BIRD para financiar o projeto Paraíba Rural Sustentável II, voltado ao apoio à agricultura familiar; 
  • Águas Lindas de Goiás (GO): US$ 50 milhões da CAF para investimentos em infraestrutura, saneamento, mobilidade, digitalização, entre outras iniciativas; 
  • Petrolina (PE): US$ 20 milhões do Fundo Financeiro para o Desenvolvimento da Bacia do Prata (Fonplata) para financiar o programa Petrolina Crescer Mais
  • Pará: US$ 15 milhões do BID para o projeto de Concessão para Restauração Ecológica da Unidade de Recuperação Triunfo do Xingu, em Altamira

VEJA MAIS:

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17/08/2026 04:10h

Café robusta recua 1,45%, enquanto açúcar cristal cai em São Paulo e Santos; milho registra alta

O preço do café arábica abre esta segunda-feira (17) com alta de 0,83%, com a saca de 60 kg negociada a R$ 1.794,15  na cidade de São Paulo.

O café robusta teve uma baixa de 1,45%, sendo comercializado a R$ 1.049,17.


INDICADOR DO CAFÉ ARÁBICA CEPEA/ESALQ

Data Valor R$ Var./Dia Var./Mês Valor US$
14/08/2026 1.794,15 0,83% 2,86% 343,44
13/08/2026 1.779,40 0,47% 2,02% 342,85
12/08/2026 1.771,09 0,49% 1,54% 342,37
11/08/2026 1.762,44 0,70% 1,05% 341,23
10/08/2026 1.750,23 1,05% 0,35% 342,44


INDICADOR DO CAFÉ ROBUSTA CEPEA/ESALQ

Data Valor R$ Var./Dia Var./Mês Valor US$
14/08/2026 1.049,17 -1,45% -3,97% 200,84
13/08/2026 1.064,62 -1,16% -2,56% 205,13
12/08/2026 1.077,11 -0,90% -1,41% 208,22
11/08/2026 1.086,88 -0,50% -0,52% 210,43
10/08/2026 1.092,38 0,30% -0,02% 213,73


O preço do açúcar cristal apresenta baixa de 0,42% na capital de São Paulo. A saca de 50 kg é cotada a R$ 97,90.


INDICADOR DO AÇÚCAR CRISTAL BRANCO CEPEA/ESALQ - SÃO PAULO

Data Valor R$* Var./Dia Var./Mês Valor US$*
14/08/2026 97,90 -0,42% 6,99% 18,74
13/08/2026 98,31 0,92% 7,44% 18,94
12/08/2026 97,41 0,48% 6,46% 18,83
11/08/2026 96,94 -0,58% 5,95% 18,77
10/08/2026 97,51 1,55% 6,57% 19,08


Em Santos (SP), houve uma baixa de 0,52%, e a mercadoria é negociada a R$ 120,26 na média de preços sem impostos.


Indicador Açúcar Cristal - Santos (FOB)

Data Valor R$* Var./Dia Var./Mês Valor US$*
14/08/2026 120,26 -0,52% 13,14% 23,02
13/08/2026 120,89 1,67% 13,74% 23,31
12/08/2026 118,90 0,01% 11,86% 23,02
11/08/2026 118,89 2,69% 11,85% 23,18
10/08/2026 115,78 -0,08% 8,93% 22,72


A saca de 60 kg do milho, por sua vez, é vendida a R$ 66,35, após uma alta de 0,39%.

Data Valor R$* Var./Dia Var./Mês Valor US$*
14/08/2026 66,35 0,39% 1,69% 12,70
13/08/2026 66,09 -0,09% 1,29% 12,73
12/08/2026 66,15 0,76% 1,38% 12,79
11/08/2026 65,65 0,03% 0,61% 12,71
10/08/2026 65,63 0,94% 0,58% 12,84


Os dados são do Cepea.
 

Diferença entre café arábica e café robusta: características, uso e regiões produtoras

Café arábica e café robusta são as duas principais variedades cultivadas e comercializadas no Brasil, ambas medidas em sacas de 60 kg.

O café arábica (conhecido também como café Conilon, em algumas regiões) tem sabor mais suave, menor teor de cafeína e alta qualidade sensorial, sendo preferido em cafeterias especializadas e nas exportações de cafés premium. Representa cerca de 70% da produção brasileira, com destaque para estados como Minas Gerais e São Paulo.

O café robusta, por sua vez, possui sabor mais amargo, maior concentração de cafeína e corpo mais intenso. É amplamente utilizado na produção de café solúvel e blends comerciais. Seus principais polos produtores são o Espírito Santo e Rondônia, e seu preço costuma ser mais baixo em comparação ao arábica, por conta do perfil mais industrial. 

Como é calculada a saca de açúcar cristal?

A saca de açúcar cristal no Brasil é padronizada em 50 quilos, especialmente para comercialização no mercado atacadista e para uso na indústria alimentícia. Essa unidade de medida é adotada pelo Cepea/Esalq-USP, principal fonte de cotações diárias do açúcar cristal no país.

Qual o peso da saca de milho no Brasil?

A saca de milho equivale a 60 kg de grãos, mesmo padrão utilizado para soja e trigo. Essa medida é oficializada por instituições como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Cepea, sendo amplamente usada em negociações e relatórios de preço do milho.

 

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17/08/2026 04:05h

Soja registra alta de 0,84% no mercado paranaense e de 1,37% em Paranaguá; trigo tem movimentos diferentes entre Paraná e Rio Grande do Sul

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A saca de 60 quilos da soja inicia esta segunda-feira (17) com aumento no interior do Paraná e na região litorânea de Paranaguá.


No mercado paranaense, o grão apresenta alta de 0,84%, com a saca negociada a R$ 141,16. Em Paranaguá, a alta foi de 1,37%, levando a cotação para R$ 148,95.


 INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANÁ

Data Valor R$* Var./Dia Var./Mês Valor US$*
14/08/2026 141,16 0,84% 2,83% 27,02
13/08/2026 139,99 0,56% 1,98% 26,97
12/08/2026 139,21 1,27% 1,41% 26,91
11/08/2026 137,46 0,01% 0,14% 26,61
10/08/2026 137,44 0,08% 0,12% 26,89


INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANAGUÁ 

Data Valor R$* Var./Dia Var./Mês Valor US$*
14/08/2026 148,95 1,37% 2,79% 28,51
13/08/2026 146,94 0,41% 1,40% 28,31
12/08/2026 146,34 1,00% 0,99% 28,29
11/08/2026 144,89 -0,05% -0,01% 28,05
10/08/2026 144,96 -0,13% 0,03% 28,36

Trigo

 

O trigo teve um aumento de preço no Paraná e redução no Rio Grande do Sul.


No Paraná, a tonelada do cereal é comercializada a R$ 1.421,62. No Rio Grande do Sul, o produto é vendido a R$ 1.319,86.


PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - RIO GRANDE DO SUL

Data Valor R$/t* Var./Dia Var./Mês Valor US$/t*
14/08/2026 1.319,86 -0,13% -0,15% 252,65
13/08/2026 1.321,52 0,00% -0,03% 254,63
12/08/2026 1.321,52 0,86% -0,03% 255,47
11/08/2026 1.310,28 0,00% -0,88% 253,68
10/08/2026 1.310,28 -0,33% -0,88% 256,36


PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - PARANÁ

Data Valor R$/t* Var./Dia Var./Mês Valor US$/t*
14/08/2026 1.421,62 0,39% 1,12% 272,13
13/08/2026 1.416,10 0,12% 0,72% 272,85
12/08/2026 1.414,35 -0,05% 0,60% 273,41
11/08/2026 1.415,09 0,04% 0,65% 273,98
10/08/2026 1.414,49 0,00% 0,61% 276,75

Os dados são do Cepea.
 

O que é uma saca de soja ou de trigo? Entenda a unidade de medida no mercado de grãos

A saca de soja e a saca de trigo são as principais unidades de comercialização de grãos no Brasil. Cada saca equivale a 60 quilos, padrão adotado por órgãos oficiais como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

Esse formato padronizado facilita o comércio da soja e do trigo, além de permitir um acompanhamento mais preciso das cotações e variações de preços no mercado nacional.

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17/08/2026 04:00h

Mercado do boi gordo mantém estabilidade nesta segunda-feira (17); frango e suíno vivo registram queda, enquanto carcaça suína permanece estável

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O preço do boi gordo tem estabilidade nesta segunda-feira (17). Em São Paulo, a arroba é negociada a R$ 346,75.


INDICADOR DO BOI GORDO CEPEA/ESALQ 

Data Valor R$* Var./Dia Var./Mês Valor US$*
14/08/2026 346,75 0,00% 0,06% 66,81
13/08/2026 346,75 0,07% 0,06% 66,81
12/08/2026 346,50 -0,26% -0,01% 66,98
11/08/2026 347,40 -0,03% 0,25% 67,26
10/08/2026 347,50 0,00% 0,27% 68,35


Preço do frango congelado e frango resfriado

No mercado de frango, os valores apresentaram redução na Grande São Paulo, em São José do Rio Preto e em Descalvado. O quilo do frango congelado é vendido a R$ 7,19, enquanto o frango resfriado está cotado a R$ 7,20.


PREÇOS DO FRANGO CONGELADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP

Data Valor R$ Var./Dia Var./Mês
14/08/2026 7,19 -0,14% 0,70%
13/08/2026 7,20 0,14% 0,84%
12/08/2026 7,19 0,00% 0,70%
11/08/2026 7,19 0,00% 0,70%
10/08/2026 7,19 0,42% 0,70%


PREÇOS DO FRANGO RESFRIADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP 

 

Data Valor R$ Var./Dia Var./Mês
14/08/2026 7,20 -0,14% 0,70%
13/08/2026 7,21 0,00% 0,84%
12/08/2026 7,21 0,00% 0,84%
11/08/2026 7,21 0,00% 0,84%
10/08/2026 7,21 0,42% 0,84%


Preço da carcaça suína especial e suíno vivo

Já a carcaça suína especial tem  estabilidade nos atacados da Grande São Paulo, onde o quilo custa R$ 7,33.

Entre os estados analisados, o suíno vivo registra declínio no preço em Santa Catarina, onde o animal é comercializado a R$ 4,52. 

PREÇOS DA CARCAÇA SUÍNA ESPECIAL (R$/kg) 

Data Média Var./Dia Var./Mês
14/08/2026 7,33 0,00% -10,83%
13/08/2026 7,33 0,00% -10,83%
12/08/2026 7,33 -0,68% -10,83%
11/08/2026 7,38 0,00% -10,22%
10/08/2026 7,38 -1,99% -10,22%


INDICADOR DO SUÍNO VIVO CEPEA/ESALQ (R$/kg)

Data Estado Valor R$* Var./Dia Var./Mês
14/08/2026 MG - posto 5,02 1,41% -4,74%
14/08/2026 PR - a retirar 4,63 1,76% -0,43%
14/08/2026 RS - a retirar 4,69 -0,21% -1,47%
14/08/2026 SC - a retirar 4,52 -0,22% -6,80%
14/08/2026 SP - posto 5,06 -0,98% -0,78%

Os dados são do Cepea.
 

O que é o boi gordo? Entenda o termo do mercado bovino

O boi gordo é o bovino macho pronto para o abate, com peso mínimo de 16 arrobas líquidas de carcaça (aproximadamente 240 kg) e até 42 meses de idade. Atende aos padrões do mercado nacional e internacional, incluindo exportações para Europa, China e cota Hilton.

Diferenças entre frango congelado e frango resfriado

O frango congelado passa por congelamento rápido, com temperaturas abaixo de -12°C, garantindo maior vida útil para armazenamento e transporte a longas distâncias.

Já o frango resfriado é mantido entre 0°C e 4°C, com validade de 5 a 7 dias, oferecendo textura e sabor mais próximos do fresco, ideal para consumidores exigentes e restaurantes.

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