VoltarÁreas do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina podem registrar geada
Baixar áudioA previsão para esta terça-feira (25) indica frio e possibilidade de geada em áreas do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina. No Paraná, o dia terá maior presença de nuvens, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
No Rio Grande do Sul, há previsão de tempo claro com geada em grande parte do estado, enquanto áreas do norte gaúcho terão poucas nuvens. Em Porto Alegre, a previsão é de poucas nuvens com possibilidade de geada, e os termômetros variam entre 5°C e 16°C.
Em Santa Catarina, há previsão de geada em áreas do interior. Em Florianópolis, a previsão é de muitas nuvens, com mínima de 13°C e máxima de 17°C.
No Paraná, haverá predomínio de muitas nuvens, com períodos de menor nebulosidade em algumas áreas do estado. Em Curitiba, os termômetros ficam entre 10°C e 20°C.
Depósito de gelo cristalino — em formas como agulhas, prismas ou escamas — formado pela sublimação do vapor d’água do ar adjacente sobre superfícies expostas, como solo, plantas e objetos.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o textoCuiabá registra a maior máxima entre as capitais
Baixar áudioA previsão para esta terça-feira (25) indica predomínio de muitas nuvens nos quatro estados do Centro-Oeste. As temperaturas mais altas são esperadas em Mato Grosso e Goiás, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
No Distrito Federal, Brasília terá mínima de 18°C e máxima de 32°C, com céu encoberto por boa parte do dia.
Em Goiás, os termômetros também sobem. Goiânia registra mínima de 22°C e máxima de 35°C.
O maior valor da região é esperado em Mato Grosso. Em Cuiabá, a temperatura varia entre 22°C e 39°C.
Já em Mato Grosso do Sul, Campo Grande terá mínima de 18°C e máxima de 31°C, a menor máxima entre as quatro capitais.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o textoPossibilidade de chuva isolada fica concentrada em áreas do Espírito Santo
Baixar áudioA previsão do tempo para esta terça-feira (25) indica predomínio de muitas nuvens na Região Sudeste. A possibilidade de chuva isolada aparece principalmente no Espírito Santo, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Em São Paulo, muitas nuvens predominam em grande parte do estado. Na capital paulista, a temperatura varia entre 14°C e 20°C.
No Rio de Janeiro, o céu também permanece com muitas nuvens na maior parte do estado. Na capital, os termômetros marcam mínima de 16°C e máxima de 25°C.
Em Minas Gerais, a previsão indica muitas nuvens em grande parte do estado, com redução da nebulosidade em áreas do norte mineiro. Em Belo Horizonte, a mínima prevista é de 15°C, e a máxima chega aos 31°C.
No Espírito Santo, há possibilidade de chuva isolada principalmente em áreas do litoral e do sul do estado, enquanto outras regiões terão muitas nuvens. Em Vitória, as temperaturas ficam entre 20°C e 27°C, com possibilidade de chuva isolada.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o textoPalmas pode registrar 37°C, enquanto Rio Branco tem previsão de chuva isolada
Baixar áudioA previsão para esta terça-feira (25) indica muitas nuvens em boa parte da Região Norte, com possibilidade de chuva isolada no Acre. No Tocantins, o tempo terá menor cobertura de nuvens, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
No Tocantins, a previsão é de poucas nuvens. Em Palmas, os termômetros variam entre 23°C e 37°C, maior máxima prevista entre as capitais nortistas.
No Pará, muitas nuvens predominam, condição também prevista para Belém, onde as temperaturas ficam entre 24°C e 34°C.
O Amapá terá muitas nuvens ao longo do dia. Em Macapá, a mínima é de 25°C e a máxima chega a 33°C.
Em Roraima, a previsão aponta muitas nuvens. Boa Vista registra temperaturas entre 26°C e 35°C.
No Amazonas, muitas nuvens também predominam. Em Manaus, os termômetros variam de 25°C a 34°C.
Em Rondônia, o cenário se mantém com muitas nuvens. Porto Velho terá mínima de 25°C e máxima de 36°C.
Já no Acre, aumenta a possibilidade de chuva isolada em parte do estado. Em Rio Branco, a temperatura varia entre 22°C e 34°C.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o textoPossibilidade de chuva isolada atinge áreas da Bahia e do Maranhão
Baixar áudioA previsão para esta terça-feira (25) indica variação de nebulosidade na Região Nordeste. Há possibilidade de chuva isolada em áreas da Bahia e do Maranhão, enquanto o tempo permanece mais aberto em parte do interior da região, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Na Bahia, a possibilidade de chuva isolada se concentra principalmente no litoral, enquanto áreas do interior terão menor cobertura de nuvens. Em Salvador, o dia será de muitas nuvens, com possibilidade de chuva isolada. Os termômetros variam entre 22°C e 30°C.
Em Sergipe, muitas nuvens predominam ao longo do dia. Na capital, Aracaju, a temperatura mínima será de 24°C, com máxima de 30°C.
Em Alagoas, o tempo fica com poucas nuvens em boa parte do estado. Em Maceió, as temperaturas variam entre 20°C e 31°C.
Em Pernambuco, a nebulosidade será maior no litoral, enquanto áreas do interior terão períodos com menor nebulosidade. Em Recife, a previsão indica muitas nuvens e temperaturas entre 22°C e 31°C.
Na Paraíba, muitas nuvens predominam no litoral, com redução da nebulosidade em direção ao interior. Em João Pessoa, os termômetros ficam entre 23°C e 32°C.
No Rio Grande do Norte, o tempo fica com poucas nuvens em grande parte do estado. Em Natal, a mínima prevista é de 22°C, e a máxima chega a 30°C.
No Ceará, também há predomínio de poucas nuvens. Em Fortaleza, os termômetros variam entre 23°C e 31°C.
No Piauí, poucas nuvens predominam e as temperaturas ficam mais elevadas no interior. Em Teresina, a mínima será de 20°C, e a máxima pode chegar a 37°C, a maior entre as capitais nordestinas.
No Maranhão, há possibilidade de chuva isolada no norte do estado, enquanto as demais áreas apresentam menor nebulosidade. Em São Luís, a previsão é de muitas nuvens, com possibilidade de chuva isolada e temperaturas entre 26°C e 32°C.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o textoSondagem da CNI também mostra piora das expectativas dos empresários para os próximos seis meses
Baixar áudioO índice que mede a intenção de investimento da indústria brasileira recuou 0,6 ponto em agosto e atingiu 52,6 pontos, o menor nível registrado em 2026. Esta foi a terceira queda consecutiva do indicador. Os dados são da mais recente Sondagem Industrial divulgada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).
A especialista em Políticas e Indústria da CNI, Larissa Nocko, afirma que a redução da intenção de investimento é resultado da continuidade de um ambiente macroeconômico desfavorável ao setor. Segundo ela, três fatores explicam esse cenário:
“O primeiro deles é o patamar elevado das taxas de juros. Em segundo lugar, o forte aumento dos custos de produção que a indústria vem sofrendo desde o início da guerra do Oriente Médio. Em terceiro lugar, a forte entrada de produtos importados no mercado doméstico, que acabam capturando uma parte importante do mercado que seria das indústrias domésticas”, explica.
De acordo com a CNI, a menor disposição dos empresários industriais para investir foi acompanhada por uma piora das expectativas para os próximos seis meses.
Em agosto, o índice de expectativa de quantidade exportada caiu 1,5 ponto e atingiu 49,5 pontos. Já a expectativa em relação ao número de empregados recuou 0,7 ponto, para 49,4 pontos. Como ambos ficaram abaixo da linha de 50 pontos, passaram a indicar perspectiva de queda tanto das exportações quanto do emprego industrial.
O otimismo também diminuiu em relação à compra de insumos e matérias-primas e à demanda dos consumidores. O índice de expectativa de compra de matérias-primas caiu 1,2 ponto, para 51,2 pontos, enquanto o indicador de expectativa de demanda recuou 0,7 ponto, para 52,6 pontos.
Apesar das quedas, os dois índices permanecem acima dos 50 pontos, sinalizando expectativas positivas, embora menos intensas do que as registradas em julho.
“Particularmente no que diz respeito à queda da expectativa de quantidade exportada, isso pode ser atribuído, em alguma medida, à imposição de tarifas adicionais pelo mercado americano aos produtos brasileiros”, afirma Nocko.
O índice de evolução do nível de estoques aumentou 1,7 ponto na passagem de junho para julho e chegou a 51 pontos. Foi a primeira vez, em 2026, que o indicador superou a linha de 50 pontos, sinalizando aumento dos estoques de produtos finais após oito meses de queda.
Ao mesmo tempo, o índice que compara o estoque efetivo ao planejado pelos empresários avançou 0,2 ponto, e marcou 50,2 pontos. O resultado indica que, apesar do crescimento, o nível de estoques permanece próximo do planejado pelas empresas.
Para a especialista da CNI, o aumento pode refletir uma maior dificuldade para escoar os produtos no mercado doméstico.
“O nível de estoques vinha mostrando queda nos últimos meses. E agora, no mês de julho, mostrou um crescimento. Isso indica uma certa dificuldade de escoamento dos produtos para o mercado doméstico. Mas isso foi acompanhado pelo nível de estoques em relação ao planejado — que permaneceu ali na linha de 50 pontos — mostrando que, apesar desse aumento do nível de estoques, isso foi planejado pelos empresários industriais”, comenta.
A sondagem também mostra que a produção industrial cresceu em julho. O índice avançou 2,6 pontos e alcançou 51 pontos. Ao ultrapassar a linha de 50 pontos, o indicador sinaliza crescimento da atividade em relação a junho. Foi apenas o segundo mês de 2026 em que o índice apontou expansão da produção. O outro resultado positivo havia sido registrado em março.
O índice de evolução do número de empregados também apresentou alta, de 0,4 ponto, e chegou a 48,6 pontos. Apesar do avanço, o indicador permaneceu abaixo da linha de 50 pontos, o que aponta retração do emprego industrial em comparação com junho.
Já a Utilização da Capacidade Instalada (UCI) permaneceu estável em 70%. O percentual está um ponto abaixo do registrado em julho de 2024 e de 2025.
Segundo a economista da CNI, embora o crescimento da produção em julho represente um sinal positivo, os demais indicadores recomendam cautela na avaliação do cenário.
“O emprego mostrou uma continuidade desse processo de retração ao longo dos últimos meses. O nível de Utilização da Capacidade Instalada permaneceu estável nessa passagem de junho para julho, mas ainda assim se mostrou um ponto percentual abaixo do mesmo patamar em que estava no mês de julho de 2025 e no mês de julho de 2024”, conclui.
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A CAIXA paga, nesta segunda-feira, 24 de agosto, nova parcela do Programa Pé-de-Meia para os estudantes do Ensino Médio regular e Ensino Médio da Educação de Jovens e Adultos, a EJA, nascidos nos meses de janeiro e fevereiro. Além da parcela mensal, estudantes da modalidade EJA aprovados no primeiro semestre de 2026 também recebem a parcela do Incentivo Conclusão.
O incentivo será creditado na conta Poupança CAIXA Tem e os valores podem ser movimentados pelo App CAIXA Tem.
O estudante pode pagar contas, fazer transferências e PIX, direto no aplicativo.
Além disso, pode movimentar os valores com o cartão do programa, fazendo compras e pagamentos.
Para consultar as demais datas de pagamento do programa Pé-de-Meia, acesse o site da CAIXA em www.caixa.gov.br/pedemeia.
O Pé-de-Meia é um programa de incentivo financeiro-educacional do Governo Federal para estudantes do ensino médio público inscritos no CadÚnico. Ele funciona como uma poupança para manter a frequência e estimular a conclusão do ensino médio, reduzindo desigualdades e promovendo inclusão e mobilidade social.
Copiar o textoOs pagamentos são realizados preferencialmente na Poupança CAIXA ou conta CAIXA Tem
Baixar áudioA CAIXA inicia nesta segunda-feira (24), o pagamento do Bolsa Família referente ao mês de agosto para os beneficiários com o Número de Identificação Social (NIS) terminado em 5.
Os pagamentos são realizados preferencialmente na Poupança CAIXA ou conta CAIXA Tem. Com a conta CAIXA Tem, os beneficiários podem pagar contas e fazer transferências diretamente pelo aplicativo no celular.
O valor também pode ser movimentado com o cartão de débito da conta em comércios, Unidades Lotéricas, Correspondentes CAIXA Aqui, terminais de autoatendimento e Agências da CAIXA. Além disso, é possível realizar saques sem cartão nos terminais de autoatendimento e Unidades Lotéricas, utilizando a identificação biométrica previamente cadastrada em uma agência da CAIXA.
Para baixar os aplicativos CAIXA Tem e Bolsa Família, basta acessar a loja de aplicativos do seu smartphone. É gratuito.
O Programa Bolsa Família é a transferência mensal de renda do maior programa social do Brasil, reconhecido por tirar milhões de famílias da fome. O modelo atual considera tamanho e características do núcleo familiar: lares com três ou mais pessoas tendem a receber valores maiores do que famílias unipessoais, reforçando a proteção social.
Além da renda, o Bolsa Família integra políticas públicas para ampliar acesso a saúde, educação e assistência social. O foco é promover dignidade e cidadania, articulando ações complementares (esporte, ciência, trabalho) para a superação da pobreza e a transformação social.
Para ter direito ao pagamento do Bolsa Família, a renda por pessoa da família deve ser de até R$ 218/mês.
Exemplo: 1 pessoa com salário mínimo (R$ 1.518) em família de 7 integrantes → renda per capita de R$ 216,85. Como está abaixo de R$ 218, a família é elegível ao benefício.
Mesmo inscrita no CadÚnico, a família só recebe quando for selecionada pelo sistema do programa. A inclusão é contínua e mensal, de forma automatizada, conforme os critérios de elegibilidade e a atualização cadastral.
Preciso estar no CadÚnico? Sim, é obrigatório para concorrer ao pagamento do Bolsa Família.
O valor é igual para todos? Não. O modelo considera o tamanho e o perfil familiar, podendo variar.
Cadastro feito = pagamento imediato? Não. A seleção é mensal e automatizada; a família começa a receber quando é incluída.
Onde tirar dúvidas? Procure o CRAS do seu município ou os canais oficiais do programa.
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Baixar áudioO programa Inova Talentos, do Instituto Euvaldo Lodi (IEL), está com 312 bolsas de até R$ 12 mil para pesquisadores interessados em desenvolver projetos estratégicos de pesquisa, desenvolvimento e inovação (PD&I) em empresas e indústrias nacionais e multinacionais.
As oportunidades são destinadas a profissionais com diferentes níveis de formação, de graduandos a doutores, e abrangem diversas áreas do conhecimento. As bolsas têm duração de até 12 meses, com possibilidade de prorrogação por igual período, e contemplam vagas nos formatos presencial, híbrido e remoto, em diferentes estados do país.
Entre as áreas com oportunidades estão engenharias, desenvolvimento de inteligência artificial (IA), farmácia, química, tecnologia da informação, ciência da computação, análise de sistemas, administração, cosmetologia, agronomia e estatística, entre outras.
Os interessados devem entrar em contato com o IEL do próprio estado para verificar as etapas dos processos seletivos e as vagas disponíveis na região. Todas as informações e outras oportunidades podem ser consultadas no site de vagas do IEL – Inova Talentos.
O instituto oferece mais de 50 oportunidades para pesquisadores com graduação, mestrado ou doutorado, em andamento ou concluídos. As vagas são remotas e oferecem bolsas entre R$ 7 mil e R$ 12 mil.
As oportunidades abrangem áreas como ciências exatas, engenharias, ciência da computação, sistemas de informação, ciência de dados, estatística, matemática aplicada, tecnologia da informação e inteligência artificial.
A empresa busca pesquisadores das áreas de engenharia de minas, de materiais, metalúrgica, química, e áreas correlatas para atuação híbrida no Rio de Janeiro. Há oportunidades para especialista 2, com bolsa de R$ 10 mil; especialista 3, de R$ 12 mil; e mestre, de R$ 5,6 mil. Todas têm carga horária de 40 horas semanais e duração de 12 meses.
Também estão disponíveis seis vagas para automação de testes de controles SOX — quatro destinadas a mestres, com bolsas de R$ 9 mil, e duas para doutores, com bolsas de R$ 11 mil.
Outra oportunidade é o Projeto Cora, voltado ao desenvolvimento de um agente de IA generativa, com uma vaga para graduado, com bolsa de R$ 7 mil, e outra para mestre, com bolsa de R$ 9 mil. As vagas têm carga horária de 40 horas semanais e duração de 12 meses.
A empresa procura pesquisadores graduados em ciência da computação, engenharia da computação, sistemas de informação, engenharia de software, engenharia elétrica e áreas correlatas para atuar em um projeto de inteligência artificial aplicada a transformadores.
A vaga é híbrida, em Jundiaí (SP), e oferece bolsa de R$ 7 mil, com carga horária de 40 horas semanais e duração de 12 meses.
A empresa busca pesquisadores graduados em administração, logística, engenharia e áreas correlatas para atuação presencial ou híbrida. São duas oportunidades: uma voltada ao uso de machine learning para a predição de emissões gasosas e particuladas, com bolsa de R$ 4 mil, e outra para o desenvolvimento de uma control tower logística, com bolsa de R$ 3,5 mil.
Ambas têm carga horária de 40 horas semanais e duração de 12 meses.
O Inova Talentos é uma iniciativa do IEL em parceria com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), que auxiliam na seleção e capacitação dos profissionais.
A superintendente do IEL, Sarah Saldanha, explica que o objetivo do Inova Talentos é fazer a ponte entre a academia e o setor produtivo.
“Se há um desafio de inovação de um lado, e de outro, um profissional capacitado, nós do IEL somos a ponte que conecta a indústria a esses talentos. Sua empresa recebe talentos preparados com formação adequada para desenvolver projetos de inovação dentro da sua empresa. É o IEL trabalhando na aproximação do conhecimento que está na academia, nas universidades, nos centros de conhecimento da própria indústria brasileira”, afirma.
Segundo o gerente de Inovação do Instituto de Ciência e Tecnologia Itaú (ICTi), Enzo Scivittaro, o programa aproxima os bolsistas aos desafios reais das empresas.
“Iniciativas como o Inova Talentos contribuem para fortalecer a capacidade de inovação nacional ao criar oportunidades para pesquisadores atuarem em projetos de alto impacto no setor produtivo. E é uma forma de transformar conhecimento científico em resultados concretos para a sociedade e para a competitividade nas empresas brasileiras”, destaca.
Scivittaro ressalta que, embora a bolsa não tenha vínculo empregatício, o programa permite que os participantes demonstrem suas competências e construam relações profissionais com equipes altamente especializadas. “Na prática, muitos bolsistas passam a ser reconhecidos pelo valor que geram ao longo do programa e podem, posteriormente, ser considerados para futuras oportunidades profissionais”, pontua.
O diretor de Operações do Ceará Tech Park SENAI/CE e bolsista expert do IEL, Rodrigo Pastl Pontes, destaca que a atuação dos pesquisadores também envolve conectar diferentes atores do ecossistema de inovação — como empresas, universidades, institutos de pesquisa, governo e ambientes de inovação — e transformar essas conexões em projetos, parcerias e oportunidades concretas.
“Muitas vezes, inovar não significa apenas desenvolver uma nova tecnologia, mas saber onde está o conhecimento, quem possui determinada competência e como transformar essas capacidades em soluções para o mercado”, enfatiza.
Para Rodrigo Pastl Pontes, o Inova Talentos está alinhado às tendências globais da inovação industrial ao promover uma conexão direta entre conhecimento científico, desenvolvimento tecnológico e demandas do mercado.
“Na minha atuação, vejo justamente o papel de ajudar a construir essas conexões. Em um ecossistema de alta tecnologia, não basta ter boas universidades, bons institutos de pesquisa ou boas empresas de forma isolada. É preciso criar os mecanismos para que esses atores trabalhem juntos e consigam transformar ciência e tecnologia em novos produtos, empresas e oportunidades para o Brasil”, afirma.
Enzo Scivittaro afirma que, no ICTi, os bolsistas atuam em frentes relacionadas à inteligência artificial, à computação quântica, à experiência do usuário, à prevenção a fraudes e a outras tecnologias emergentes — áreas que ocupam posição central nas agendas globais de inovação e competitividade.
Segundo ele, além de acelerar o desenvolvimento de projetos estratégicos, o Inova Talentos também contribui para o fortalecimento da soberania tecnológica brasileira ao formar profissionais qualificados, estimular a retenção de conhecimento no país e ampliar a capacidade nacional de desenvolver soluções próprias para desafios complexos.
“Quanto mais fortalecemos esse elo entre ciência e mercado, maior a capacidade do Brasil de gerar inovação, propriedade intelectual e vantagens competitivas sustentáveis”, conclui.
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Baixar áudioA Confederação Nacional da Indústria (CNI), a Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) e a Fundação Instituto de Administração, da Universidade de São Paulo (USP), lançaram nesta semana os Cadernos Prospectivos da Base Industrial de Defesa (BID).
A publicação reúne oito estudos que mapeiam as principais transformações tecnológicas, organizacionais e ocupacionais que devem impactar segmentos estratégicos da indústria de defesa nos próximos anos.
O material também identifica as competências que serão exigidas dos profissionais nesse novo cenário e apresenta recomendações para aproximar a formação profissional das demandas da indústria.
Segundo a CNI, os cadernos devem servir de referência para empresas, instituições de ensino, formuladores de políticas públicas e outros integrantes do ecossistema de defesa na preparação para as transformações previstas para a próxima década.
O gerente do Observatório Nacional da Indústria, Rafael Sousa, destaca que a indústria de defesa vai muito além da fabricação de armas.
“Estamos nos referindo a um amplo ecossistema formado por empresas, universidades, centros de pesquisa, órgãos públicos e profissionais que desenvolvem equipamentos, tecnologias e serviços voltados para a proteção e segurança de um país. Os produtos desenvolvidos por essa indústria envolvem aeronaves, navios, veículos, satélites, radares, drones e uma série de equipamentos de proteção e soluções de segurança digital”, afirma.
Segundo ele, muitas das tecnologias desenvolvidas para o setor também têm aplicações civis e estão presentes no cotidiano da população.
“Os satélites, por exemplo, podem apoiar na agricultura e no monitoramento de queimadas. Os drones podem ser usados na logística. Sistemas de comunicação e radares podem contribuir para a prevenção de desastres. E a própria inteligência artificial, que está cada vez mais presente no nosso dia-a-dia, também é uma iniciativa desenvolvida a partir do setor de defesa”, destaca.
Ao todo, os estudos identificaram mais de 120 tecnologias emergentes, além dos novos perfis profissionais que devem ganhar protagonismo nos próximos anos para acompanhar sua incorporação à indústria.
Para Rafael Sousa, o desafio não está apenas em acompanhar a evolução tecnológica, mas em transformar esse conhecimento em capacidade profissional e industrial.
“Para que o Brasil consiga ter profissionais preparados para essa mudança, é necessário traduzir essas tecnologias em competências e perfis profissionais, identificando quais ocupações serão transformadas e quais conhecimentos vão precisar ser desenvolvidos para a absorção dessas tecnologias”, aponta.
A partir disso, ele defende a atualização dos currículos, a criação de novos cursos e programas de especialização e requalificação, além do fortalecimento da formação prática em ambientes tecnológicos.
“Isso vai demandar uma grande articulação entre as Forças Armadas, a indústria de defesa e instituições como o SENAI, universidades e centros de pesquisa. Todo esse processo precisa ser contínuo e manter sempre esse olhar prospectivo”, afirma.
Os estudos mostram que a transformação da Base Industrial de Defesa é impulsionada por um conjunto de tecnologias que atravessa praticamente todos os segmentos analisados, entre eles:
| Tecnologias transversais | Presença nos segmentos analisados |
| Inteligência artificial | 100% |
| Cibersegurança | 100% |
| Engenharia digital | 87,5% |
| Integração digital do ciclo de vida | 87,5% |
| Sensores inteligentes | 87,5% |
| Gêmeos digitais | 87,5% |
| Sistemas autônomos | 75% |
| Arquiteturas abertas | 75% |
| Manufatura aditiva | 75% |
| Novos materiais | 75% |
Segundo as pesquisas, a disseminação de tecnologias emergentes e os eventos de impacto previstos para os próximos anos devem provocar uma reconfiguração na organização do trabalho.
Dessa forma, atividades tradicionalmente concentradas em processos operacionais tendem a evoluir para funções mais voltadas à integração de sistemas, à análise de dados, à tomada de decisões e à gestão de ambientes cada vez mais complexos e conectados.
Essa transformação deve ampliar a demanda por profissionais com visão sistêmica, competências digitais e capacidade de integrar diferentes conhecimentos e áreas de atuação.
Confira alguns conhecimentos, habilidades e aptidões que devem ganhar importância nos próximos anos:
Conhecimentos:
Habilidades:
Aptidões:
A publicação também chama atenção para os desafios que o país deverá enfrentar diante dessa nova realidade. Entre eles estão a dependência tecnológica externa, o financiamento insuficiente e irregular, a fragmentação da cadeia produtiva, a escassez de competências profissionais e as vulnerabilidades cibernéticas.
Por outro lado, os estudos apontam oportunidades para o país. O acompanhamento dessas tendências pode impulsionar a inovação tecnológica, fortalecer a soberania nacional em áreas estratégicas, ampliar a cooperação entre empresas, governo e instituições de ensino, desenvolver talentos e reforçar a defesa cibernética.
Dados do Ministério da Defesa compilados pela CNI apontam que as exportações da Base Industrial de Defesa cresceram 29% no primeiro semestre deste ano, alcançando US$ 1,8 bilhão em autorizações para exportação. Produtos brasileiros do setor já chegaram a 150 países por meio de 130 empresas exportadoras.
Entre os principais itens vendidos ao exterior estão aeronaves e componentes, explosivos, bombas, armamentos leves, munições e serviços de engenharia relacionados a produtos de defesa de alto valor agregado.
A Base Industrial de Defesa e Segurança representa atualmente 3,41% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro.
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