VoltarIniciativa revela etapas de apuração e checagem que antecedem a publicação de uma notícia
Baixar áudioA mobilização pelo Dia Mundial do Jornalismo, celebrado nesta segunda-feira (28), reúne mais de cem veículos, entidades e profissionais no Brasil. Coordenada pela Associação Nacional de Jornais (ANJ), a iniciativa tem neste ano a participação da Associação Nacional de Editores de Revistas (ANER). O Brasil 61 também participa da campanha.
O número de adesões brasileiras é o maior desde o início da mobilização. Entre os participantes, alguns prepararam ações específicas para a data, com conteúdos editoriais, publicações nas redes sociais, distribuição diferenciada de material impresso e outras atividades destinadas ao público.
A campanha oferece conteúdos que podem ser reproduzidos ou adaptados de acordo com o meio utilizado por cada participante. Entre os materiais estão anúncios para versões impressas e digitais, banners, vídeos, peças para redes sociais, cartoons e artigos de opinião.
Criada internacionalmente sob o nome World News Day, a campanha recebeu no Brasil, há quatro anos, a denominação Dia Mundial do Jornalismo. A opção busca deixar claro que a proposta vai além da notícia que chega ao público.
O objetivo é apresentar também o caminho percorrido até a publicação: quem participa da produção, quais métodos são empregados e quais recursos são necessários para transformar um fato ou informação em conteúdo jornalístico.
A atividade envolve profissionais de diferentes áreas e uma série de procedimentos. Apuração, entrevistas, consulta a documentos, checagem, análise de dados, edição, revisão, fotografia e distribuição estão entre as etapas que podem fazer parte da produção.
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Nesse sentido, a campanha procura discutir como o jornalismo é feito e quais condições são necessárias para que essa atividade continue sendo realizada. Recursos financeiros, profissionais qualificados, tempo, tecnologia e estrutura fazem parte desse processo.
Para Marcelo Rech, jornalista e presidente-executivo da ANJ, a manutenção de uma imprensa profissional também depende de condições econômicas para o setor. “Todos defendem a liberdade de imprensa, mas ela precisa, além de liberdade, de uma imprensa robusta e economicamente saudável”, afirma.
A iniciativa ocorre em meio a mudanças no cenário democrático internacional e a desafios relacionados à liberdade de expressão e de imprensa.
Segundo o Democracy Report 2026, elaborado pelo V-Dem Institute, da Universidade de Gotemburgo, 74% da população mundial — aproximadamente seis bilhões de pessoas — vive sob regimes autocráticos. A parcela que vive em democracias corresponde a 26%.
O levantamento aponta também 44 países em processo de autocratização. Juntos, eles concentram 41% da população mundial, cerca de 3,4 bilhões de pessoas. Já os processos de democratização são registrados em 18 países.
O relatório também aponta deterioração das liberdades de expressão e de imprensa em diferentes países e registra retrocessos em algumas democracias consolidadas.
Nesse contexto, a produção jornalística permite acompanhar decisões de governos, fiscalizar instituições, acessar informações de interesse público e conhecer diferentes pontos de vista sobre acontecimentos que afetam a sociedade.
A atividade também contribui para o debate público ao disponibilizar informações sobre direitos, políticas públicas e questões presentes no cotidiano da população.
Uma das frentes da campanha é justamente explicar o que acontece dentro das redações antes de uma informação chegar ao público.
A produção de uma reportagem pode começar com um acontecimento, uma denúncia, um documento ou uma informação que precisa ser investigada. A partir daí, jornalistas consultam fontes, buscam documentos, verificam dados e confrontam diferentes versões.
O material reunido passa então por etapas de seleção, contextualização, edição e revisão. A apuração também não termina necessariamente com a publicação. Quando um erro é identificado, o conteúdo deve ser reavaliado e corrigido. Em situações que exigem, a redação informa o público sobre a alteração.
Ferramentas digitais e novas tecnologias já fazem parte de diversas etapas desse processo. Ainda assim, a responsabilidade pelo conteúdo publicado permanece com os profissionais e as organizações jornalísticas.
Os materiais desta edição da campanha tratam de temas como apuração, checagem, edição, correção de erros, fotojornalismo, jornalismo local, sustentabilidade, democracia, liberdade de expressão e os efeitos das novas tecnologias sobre a informação.
A mobilização reúne mais de mil redações e organizações de comunicação em mais de cem países. Jornais, revistas, sites, emissoras e outras empresas e instituições do setor participam da iniciativa por meio de diferentes formatos e ações.
A mobilização internacional procura ampliar a discussão sobre a atividade jornalística e sobre as condições necessárias para manter a produção de informação de interesse público.
No Brasil, a campanha reúne, além da ANJ e da ANER, veículos, profissionais, entidades e instituições ligadas à comunicação. Com mais de cem participantes, a edição deste ano registra o maior nível de adesão brasileira.
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Baixar áudioPrestar contas do dinheiro público não é uma tarefa simples, e as prefeituras brasileiras enfrentam um grande gargalo na hora de cruzar as informações do que recebem e do que gastam. É o que revela novo estudo da Confederação Nacional de Municípios (CNM), baseado nos dados mais recentes do Ranking do Tesouro Nacional — referente às contas de 2025.
O levantamento revela que apenas 930 dos 5.568 municípios do país (16,70%) conseguiram a Nota A, dada às gestões com padrão de excelência na prestação de contas.
Na prática, isso significa que mais de 83% das cidades do Brasil ainda têm dificuldades para entregar dados totalmente consistentes e sem divergências para os órgãos de controle.
O principal problema apontado no estudo está relacionado às contas sobre repasses fundamentais para o funcionamento dos serviços públicos. Na checagem sobre o Fundo de Participação dos Municípios (FPM), por exemplo, apenas 75,56% das prefeituras apresentaram dados que bateram exatamente com os registros de repasse da União. Isso quer dizer que 24,44% das cidades registraram valores com divergências.
Quanto a verbas da Educação, a maior disparidade do estudo apareceu no cruzamento entre o sistema contábil das prefeituras e o sistema de informações da Educação (Siope). Na checagem sobre os repasses de impostos para o setor, apenas 59,41% dos municípios entregaram informações sem erros.
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No caso do Fundeb, a concordância de dados ficou em 74,44% nas receitas gerais e em 69,11% na parte que cabe à complementação feita pela União. Já a prestação de contas dos impostos arrecadados localmente registrou 71,08% de acertos entre os sistemas.
Quanto aos gastos com Saúde, entre os principais desafios está a identificação de para onde vai o dinheiro. O preenchimento correto dos códigos que mostram a origem das verbas da área foi feito de forma adequada por apenas 75,05% das prefeituras. Na educação, esse mesmo acompanhamento registrou 72,22% de conformidade.
O Tesouro avalia a qualidade das informações fiscais e atribui notas de A (excelência, com mais de 95% de acertos) até E (baixa confiabilidade, com menos de 65% de acertos). De um ano para o outro, houve avanços, mas também o crescimento das gestões em situação mais vulnerável:
A realidade varia bastante de acordo com a região. O Espírito Santo se destaca como o único estado em que 100% dos municípios estão nas faixas superiores (A e B), seguido por Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Pernambuco e São Paulo.
Em contrapartida, os estados com os maiores percentuais de cidades na faixa E — a mais baixa do ranking — são Tocantins (38,9%), Amapá (37,5%), Rio de Janeiro (37,0%), Acre (31,8%), Paraíba (30,0%) e Pará (28,5%).
A avaliação não ficou apenas mais rigorosa em termos de análise, mas também em volume de regras. Entre 2019 e 2025, o número de checagens feitas pelo governo federal saltou de 72 para 207 — uma alta de 187,5%, com a entrada de 25 novos testes na edição atual.
Copiar o textoArábica sobe 1,42% em São Paulo, enquanto açúcar e milho registram queda
Baixar áudioO preço do café arábica abre esta segunda-feira (28) com alta de 1,42%, com a saca de 60 kg negociada a R$ 1.538,29 na cidade de São Paulo.
O café robusta teve uma alta de 1,18%, sendo comercializado a R$ 952,72.
INDICADOR DO CAFÉ ARÁBICA CEPEA/ESALQ
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$ |
|---|---|---|---|---|
| 25/09/2026 | 1.538,29 | 1,42% | -12,02% | 296,40 |
| 24/09/2026 | 1.516,81 | 0,25% | -13,25% | 292,14 |
| 23/09/2026 | 1.513,01 | 0,11% | -13,47% | 292,82 |
| 22/09/2026 | 1.511,31 | -1,49% | -13,56% | 296,16 |
| 21/09/2026 | 1.534,23 | -0,80% | -12,25% | 300,42 |
INDICADOR DO CAFÉ ROBUSTA CEPEA/ESALQ
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$ |
|---|---|---|---|---|
| 25/09/2026 | 952,72 | 1,18% | -6,79% | 183,57 |
| 24/09/2026 | 941,57 | 0,34% | -7,88% | 181,35 |
| 23/09/2026 | 938,40 | 0,15% | -8,19% | 181,61 |
| 22/09/2026 | 936,96 | -2,17% | -8,33% | 183,61 |
| 21/09/2026 | 957,72 | -0,84% | -6,30% | 187,53 |
O preço do açúcar cristal apresentou baixa de 0,42% na capital de São Paulo. A saca de 50 kg é cotada a R$ 120,62.
INDICADOR DO AÇÚCAR CRISTAL BRANCO CEPEA/ESALQ - SÃO PAULO
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 25/09/2026 | 120,62 | -0,42% | 6,04% | 23,24 |
| 24/09/2026 | 121,13 | 0,87% | 6,49% | 23,33 |
| 23/09/2026 | 120,08 | -0,59% | 5,56% | 23,24 |
| 22/09/2026 | 120,79 | 0,55% | 6,19% | 23,67 |
| 21/09/2026 | 120,13 | 0,07% | 5,61% | 23,52 |
Em Santos (SP) houve uma baixa de 0,25%, e a mercadoria é negociada a R$ 126,22 na média de preços sem impostos.
Indicador Açúcar Cristal - Santos (FOB)
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 25/09/2026 | 126,22 | -0,25% | -1,31% | 24,28 |
| 24/09/2026 | 126,53 | -0,23% | -1,06% | 24,43 |
| 23/09/2026 | 126,82 | 0,91% | -0,84% | 24,67 |
| 22/09/2026 | 125,68 | 0,28% | -1,73% | 24,56 |
| 21/09/2026 | 125,33 | 0,47% | -2,00% | 24,52 |
A saca de 60 kg do milho, por sua vez, é vendida a R$ 69,65, após uma baixa de 0,23%.
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 25/09/2026 | 69,65 | -0,23% | -0,83% | 13,42 |
| 24/09/2026 | 69,81 | -0,01% | -0,60% | 13,45 |
| 23/09/2026 | 69,82 | 0,11% | -0,58% | 13,51 |
| 22/09/2026 | 69,74 | 0,17% | -0,70% | 13,67 |
| 21/09/2026 | 69,62 | 0,48% | -0,87% | 13,63 |
Os dados são do Cepea.
Café arábica e café robusta são as duas principais variedades cultivadas e comercializadas no Brasil, ambas medidas em sacas de 60 kg.
O café arábica (conhecido também como café Conilon, em algumas regiões) tem sabor mais suave, menor teor de cafeína e alta qualidade sensorial, sendo preferido em cafeterias especializadas e nas exportações de cafés premium. Representa cerca de 70% da produção brasileira, com destaque para estados como Minas Gerais e São Paulo.
O café robusta, por sua vez, possui sabor mais amargo, maior concentração de cafeína e corpo mais intenso. É amplamente utilizado na produção de café solúvel e blends comerciais. Seus principais polos produtores são o Espírito Santo e Rondônia, e seu preço costuma ser mais baixo em comparação ao arábica, por conta do perfil mais industrial.
A saca de açúcar cristal no Brasil é padronizada em 50 quilos, especialmente para comercialização no mercado atacadista e para uso na indústria alimentícia. Essa unidade de medida é adotada pelo Cepea/Esalq-USP, principal fonte de cotações diárias do açúcar cristal no país.
A saca de milho equivale a 60 kg de grãos, mesmo padrão utilizado para soja e trigo. Essa medida é oficializada por instituições como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Cepea, sendo amplamente usada em negociações e relatórios de preço do milho.
Copiar o textoOs pagamentos são realizados preferencialmente na Poupança CAIXA ou conta CAIXA Tem
Baixar áudioA CAIXA inicia nesta segunda-feira (28), o pagamento do Bolsa Família referente ao mês de setembro para os beneficiários com o Número de Identificação Social (NIS) terminado em 8.
Os pagamentos são realizados preferencialmente na Poupança CAIXA ou conta CAIXA Tem. Com a conta CAIXA Tem, os beneficiários podem pagar contas e fazer transferências diretamente pelo aplicativo no celular.
O valor também pode ser movimentado com o cartão de débito da conta em comércios, Unidades Lotéricas, Correspondentes CAIXA Aqui, terminais de autoatendimento e Agências da CAIXA. Além disso, é possível realizar saques sem cartão nos terminais de autoatendimento e Unidades Lotéricas, utilizando a identificação biométrica previamente cadastrada em uma agência da CAIXA.
Para baixar os aplicativos CAIXA Tem e Bolsa Família, basta acessar a loja de aplicativos do seu smartphone. É gratuito.
Copiar o textoSaca de 60 quilos é negociada a R$ 154,38 no Paraná e a R$ 161,00 em Paranaguá
Baixar áudioA saca de 60 quilos da soja inicia esta segunda-feira (28) com redução no interior do Paraná e na região litorânea de Paranaguá.
No mercado paranaense, o grão apresenta baixa de 0,47%, com a saca negociada a R$ 154,38. Em Paranaguá, a baixa foi de 0,52%, levando a cotação para R$ 161,00.
INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANÁ
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 25/09/2026 | 154,38 | -0,47% | 2,03% | 29,75 |
| 24/09/2026 | 155,11 | 0,03% | 2,51% | 29,87 |
| 23/09/2026 | 155,07 | -0,28% | 2,48% | 30,01 |
| 22/09/2026 | 155,50 | 0,15% | 2,77% | 30,47 |
| 21/09/2026 | 155,26 | 0,05% | 2,61% | 30,40 |
INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANAGUÁ
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 25/09/2026 | 161,00 | -0,52% | 0,98% | 31,02 |
| 24/09/2026 | 161,84 | 0,12% | 1,51% | 31,17 |
| 23/09/2026 | 161,65 | -0,17% | 1,39% | 31,28 |
| 22/09/2026 | 161,93 | 0,25% | 1,56% | 31,73 |
| 21/09/2026 | 161,52 | -0,23% | 1,30% | 31,63 |
O trigo teve aumento de preço no Paraná e redução no Rio Grande do Sul.
No Paraná, a tonelada do cereal é comercializada a R$ 1.538,40. No Rio Grande do Sul, o produto é vendido a R$ 1.437,03.
PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - RIO GRANDE DO SUL
| Data | Valor R$/t* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$/t* |
|---|---|---|---|---|
| 25/09/2026 | 1.437,03 | 0,31% | 6,52% | 276,88 |
| 24/09/2026 | 1.432,54 | 1,00% | 6,19% | 275,91 |
| 23/09/2026 | 1.418,34 | -0,08% | 5,14% | 274,50 |
| 22/09/2026 | 1.419,47 | -0,03% | 5,22% | 278,16 |
| 21/09/2026 | 1.419,84 | 1,38% | 5,25% | 278,02 |
PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - PARANÁ
| Data | Valor R$/t* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$/t* |
|---|---|---|---|---|
| 25/09/2026 | 1.538,40 | -0,07% | 5,63% | 296,42 |
| 24/09/2026 | 1.539,43 | 0,38% | 5,70% | 296,50 |
| 23/09/2026 | 1.533,55 | -0,11% | 5,30% | 296,80 |
| 22/09/2026 | 1.535,23 | 0,20% | 5,41% | 300,85 |
| 21/09/2026 | 1.532,17 | 1,45% | 5,20% | 300,01 |
Os dados são do Cepea.
A saca de soja e a saca de trigo são as principais unidades de comercialização de grãos no Brasil. Cada saca equivale a 60 quilos, padrão adotado por órgãos oficiais como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).
Esse formato padronizado facilita o comércio da soja e do trigo, além de permitir um acompanhamento mais preciso das cotações e variações de preços no mercado nacional.
Copiar o textoArroba é negociada a R$ 358,80; frango recua e carne suína registra alta
Baixar áudioO preço do boi gordo teve um aumento nesta segunda-feira (28). Em São Paulo, a arroba é negociada a R$ 358,80.
INDICADOR DO BOI GORDO CEPEA/ESALQ
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 25/09/2026 | 358,80 | 0,17% | 4,18% | 69,13 |
| 24/09/2026 | 358,20 | 0,22% | 4,01% | 68,99 |
| 23/09/2026 | 357,40 | 0,37% | 3,77% | 69,17 |
| 22/09/2026 | 356,10 | 0,41% | 3,40% | 69,78 |
| 21/09/2026 | 354,65 | 0,50% | 2,98% | 69,44 |
No mercado de frango, os valores apresentam redução na Grande São Paulo, em São José do Rio Preto e em Descalvado. O quilo do frango congelado é vendido a R$ 8,31 enquanto o frango resfriado está cotado a R$ 8,28.
PREÇOS DO FRANGO CONGELADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|
| 25/09/2026 | 8,31 | -0,12% | 13,52% |
| 24/09/2026 | 8,32 | 0,00% | 13,66% |
| 23/09/2026 | 8,32 | 0,00% | 13,66% |
| 22/09/2026 | 8,32 | 0,12% | 13,66% |
| 21/09/2026 | 8,31 | 0,00% | 13,52% |
PREÇOS DO FRANGO RESFRIADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|
| 25/09/2026 | 8,28 | -0,24% | 13,58% |
| 24/09/2026 | 8,30 | -0,60% | 13,85% |
| 23/09/2026 | 8,35 | 0,00% | 14,54% |
| 22/09/2026 | 8,35 | 0,12% | 14,54% |
| 21/09/2026 | 8,34 | 0,36% | 14,40% |
Já a carcaça suína especial teve um aumento nos atacados da Grande São Paulo, onde o quilo custa R$ 8,24.
Entre os estados analisados, o suíno vivo registra declínio no preço em Santa Catarina, onde o animal é comercializado a R$ 4,99.
PREÇOS DA CARCAÇA SUÍNA ESPECIAL (R$/kg)
| Data | Média | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|
| 25/09/2026 | 8,24 | 1,48% | 12,72% |
| 24/09/2026 | 8,12 | 0,00% | 11,08% |
| 23/09/2026 | 8,12 | 0,87% | 11,08% |
| 22/09/2026 | 8,05 | 1,39% | 10,12% |
| 21/09/2026 | 7,94 | 1,02% | 8,62% |
INDICADOR DO SUÍNO VIVO CEPEA/ESALQ (R$/kg)
| Data | Estado | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|---|
| 25/09/2026 | MG - posto | 5,56 | 0,00% | 10,76% |
| 25/09/2026 | PR - a retirar | 5,01 | 3,73% | 11,58% |
| 25/09/2026 | RS - a retirar | 5,01 | 2,66% | 10,35% |
| 25/09/2026 | SC - a retirar | 4,99 | 2,04% | 9,19% |
| 25/09/2026 | SP - posto | 5,53 | 3,17% | 14,49% |
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Baixar áudioEm um único dia, cerca de 35 mil pintinhos machos foram mortos em um incubatório de grande porte localizado na Região Sul do país. É o que revela uma investigação inédita da organização Mercy For Animals (MFA), que documentou a prática de descarte de pintinhos por trituração.
A investigação identificou que os machos foram triturados ainda vivos nas primeiras 24 horas de vida. O procedimento ocorreu em máquinas industriais chamadas maceradores, equipadas com lâminas rotativas de alta velocidade.
A MFA ressalta que os equipamentos nem sempre provocam a morte imediata, o que pode prolongar o sofrimento dos animais — não considerados economicamente viáveis pela indústria por não produzirem ovos e nem apresentarem as características genéticas ideais para a produção de carne.
A vice-presidente de Relações Institucionais e Governamentais da Mercy For Animals, Vanessa Garbini, destaca que a investigação evidencia uma prática estrutural da cadeia de produção de ovos no Brasil.
“A maioria das pessoas desconhece que, por trás do consumo de ovos, existe uma realidade terrível, na qual animais frágeis e sensíveis são mortos de forma brutal. Esse tema precisa ser debatido, inclusive porque a nossa Constituição Federal proíbe a crueldade contra animais. Já existem alternativas para reduzir esse sofrimento, como a sexagem in ovo”, afirma.
Cerca de metade dos pintinhos que nascem, naturalmente, são machos, e isso acontecia também no incubatório investigado. No entanto, fêmeas consideradas inadequadas para a produção de ovos, por apresentarem deformidades ou anomalias, ou que excedessem a demanda diária das granjas, também eram descartadas no mesmo processo.
Segundo dados da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), mais de 85 milhões de pintinhos machos são descartados por ano no Brasil. Na indústria de ovos, os pintinhos são separados por sexo logo após o nascimento. As fêmeas são direcionadas às granjas de postura, enquanto os machos são descartados por não serem considerados economicamente viáveis para a produção de ovos.
Países como Alemanha, França e Itália vêm adotando medidas para eliminar o descarte de pintinhos machos a partir da sexagem in ovo. A tecnologia identifica o sexo da ave ainda durante o período de incubação e os ovos com embriões machos deixam de ser incubados. Consequentemente, o processo evita o nascimento dos pintinhos que seriam mortos.
Vanessa Garbini ressalta que a tecnologia para evitar o descarte de pintinhos machos ainda está em estágio inicial no Brasil e que o tema está no radar de regulamentação pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa).
“No Brasil, essa tecnologia ainda se encontra em estágio inicial e está restrita a iniciativas isoladas. Mas grandes empresas já vêm discutindo a sua adoção, porque reconhecem a importância desse tema. E o assunto também já está sendo pautado no âmbito do Governo Federal. Ele já está na agenda de regulamentação do Ministério da Agricultura e Pecuária”, destaca.
Uma pesquisa realizada pela Ipsos, em parceria com a Mercy For Animals, aponta que 83% dos brasileiros se preocupam com o bem-estar dos animais na indústria de ovos. Já um estudo encomendado pela Innovate Animal Ag no Brasil mostrou que 73% dos respondentes sentem desconforto com o abate de pintinhos machos logo após a eclosão. Além disso, 76% concordam que a indústria de ovos deve encontrar uma alternativa à prática.
No Brasil, a Constituição Federal proíbe a crueldade contra animais, sem fazer distinção entre espécies. Embora ainda não exista lei federal específica sobre o descarte de pintinhos machos, métodos que causem sofrimento podem ser analisados à luz dessa vedação. O descarte cruel e rotineiro de pintinhos no país já recebeu atenção do Congresso Nacional, onde tramitam dois projetos de lei sobre o tema, o PL 783/2024 e o PL 3034/2026.
A MFA destaca que o desconhecimento das pessoas sobre a prática de trituração de pintinhos machos vivos pela indústria de ovos é um dos principais obstáculos para a adoção da sexagem in ovo em larga escala no Brasil, o que motivou a divulgação dos resultados da investigação.
“Por isso, para que o país possa avançar no tema, é importante que toda a sociedade tenha conhecimento sobre a prática de trituração de pintinhos”, pontua Garbini.
Para acessar a investigação na íntegra, acesse: salvepintinhos.com.br
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Baixar áudioA defasagem dos limites de faturamento do Simples Nacional pode fazer com que pequenos negócios passem a pagar mais impostos mesmo quando o aumento da receita não representa crescimento real da capacidade econômica da empresa. O efeito preocupa entidades ligadas ao empreendedorismo feminino, que defendem a atualização dos valores e a criação de um mecanismo permanente de correção pela inflação.
O alerta é de Ana Cláudia Cotait presidente do Conselho Nacional da Mulher Empreendedora e da Cultura (CMEC), órgão da Confederação das Associações Comerciais do Brasil, a CACB. Ela considera a atualização dos limites parte da discussão sobre as condições oferecidas às mulheres que empreendem no país.
“São mais de 10 milhões de brasileiras à frente dos seus próprios negócios. Muitas delas enfrentam diariamente o desafio de conseguir crédito e fazer suas empresas crescerem. No CMEC acompanhamos essa realidade de perto, por isso, o Conselho da Mulher Empreendedora e da Cultura se une a esse movimento que já reúne 1.400 entidades. Dar melhores condições para empreender é também fortalecer a autonomia e o futuro de milhões de mulheres”, afirmou.
A preocupação está relacionada à defasagem dos limites de faturamento, que permanecem sem atualização desde 2018. Nesse período, preços, salários e outros custos aumentaram, fazendo com que parte do crescimento nominal da receita das empresas refletisse apenas a inflação, sem representar aumento equivalente da capacidade econômica do negócio.
A Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB) e a Associação Comercial de São Paulo (ACSP) lançaram, no último dia 22 de setembro, o manifesto Um Brasil que não pode ser esquecido. O documento reúne cerca de 1,4 mil entidades do sistema associativista e defende a atualização dos limites de faturamento do MEI e do Simples Nacional, além da criação de uma regra permanente de correção pela inflação.
A proposta é que os valores sejam atualizados periodicamente por um mecanismo automático previsto em lei. A medida busca evitar que os limites percam poder de compra ao longo dos anos e que novas defasagens dependam de mudanças pontuais na legislação.
Para o presidente da CACB, da ACSP e da Federação das Associações Comerciais de São Paulo (Facesp) Alfredo Cotait Neto, a falta de atualização pode dificultar a permanência de pequenos negócios no regime simplificado e estimular a informalidade.
“Precisamos conscientizar os nossos políticos da importância da aprovação do aumento do limite do Simples Nacional, pelo menos para o MEI, o microempreendedor individual, e para o micro e a microempresa. Sem isso, as empresas ou vão mudar o seu regime ou vão para a informalidade”, afirmou.
De acordo com Vanessa Becker, sócia da Alpes Investimentos e vice-presidente do CMEC Nordeste, a atualização dos limites do Simples Nacional pode contribuir para a formalização, o reinvestimento e a autonomia econômica das mulheres empreendedoras. Segundo ela, quando os limites permanecem anos sem acompanhar a inflação, o negócio pode apresentar apenas um crescimento nominal de faturamento e, ainda assim, ser enquadrado em uma faixa tributária mais onerosa.
“A medida pode fomentar o empreendedorismo feminino, principalmente se vier acompanhada de uma regra permanente de atualização dos limites pela inflação. Isso traz previsibilidade e evita que, daqui a alguns anos, tenhamos novamente essa mesma defasagem. Atualizar esses valores é também permitir que mais mulheres continuem empreendendo, reinvestindo e construindo autonomia financeira. Uma empresa mais sustentável aumenta a capacidade da empreendedora de gerar a própria renda, formar patrimônio e, em muitos casos, também gerar empregos", frisou.
Atualmente, o limite anual de faturamento do MEI é de R$ 81 mil. Para o Simples Nacional, o teto é de R$ 360 mil para microempresas e de R$ 4,8 milhões para empresas de pequeno porte.
A CACB defende que o limite do MEI passe para R$ 144,9 mil, enquanto o teto das microempresas seria elevado de R$ 360 mil para R$ 869,4 mil. Para as empresas de pequeno porte, a proposta é aumentar o limite de R$ 4,8 milhões para R$ 8,69 milhões.
Segundo Cotait, a discussão não se limita à correção de valores, mas envolve a criação de uma política permanente que acompanhe a inflação e evite que os pequenos negócios voltem a enfrentar o mesmo problema nos próximos anos.
O debate sobre a atualização dos limites ocorre em um cenário de crescimento da participação das mulheres no empreendedorismo. Segundo dados divulgados pelo CMEC, mais de 10 milhões de brasileiras estão à frente de seus próprios negócios.
Para Ana Cláudia Cotait, garantir condições para que essas empreendedoras possam ampliar suas empresas sem que o crescimento nominal do faturamento provoque mudanças desproporcionais no enquadramento tributário faz parte de uma agenda mais ampla de fortalecimento do empreendedorismo feminino.
A questão se soma a outros desafios enfrentados pelas mulheres que empreendem, como o acesso ao crédito e a conciliação entre atividade profissional e responsabilidades familiares. Nesse contexto, a atualização dos limites é defendida pelo CMEC como uma das medidas capazes de contribuir para um ambiente mais favorável à consolidação dos negócios liderados por mulheres.
A discussão sobre os limites também ocorre paralelamente à tramitação de propostas no Congresso Nacional para ampliar o teto de faturamento do MEI. O governo federal apoia uma proposta que prevê elevar o limite de R$ 81 mil para R$ 110 mil em 2027 e para R$ 140 mil em 2028. Os valores ainda dependem da conclusão da tramitação legislativa.
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Baixar áudioA atividade da indústria da construção perdeu força em agosto. O índice que mede o desempenho do setor caiu 2,6 pontos na comparação com julho, passando de 47,3 para 44,7 pontos. O resultado ficou 2,9 pontos abaixo da média registrada para o mês.
Os dados, divulgados no último dia 23 de setembro, fazem parte da Sondagem Indústria da Construção, elaborada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), em parceria com a Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC).
A redução do ritmo também apareceu na utilização da capacidade operacional (UCO), que passou de 66% para 65%. Trata-se da segunda queda seguida do indicador, que ficou 1 ponto percentual abaixo do registrado em agosto de 2025. Apesar disso, a utilização da capacidade continuou acima da média histórica para o mês de agosto, de 63%.
O número de empregados também recuou. O índice de evolução do emprego teve redução de 2,5 pontos em relação a julho, ao cair de 48,3 para 45,8 pontos. O resultado ficou 0,7 ponto abaixo da média para agosto e foi o menor registrado para o mês desde 2017.
Na avaliação do gerente de Análise Econômica da CNI, Marcelo Azevedo, a combinação de juros elevados, custos maiores e um ambiente de incerteza tem afetado as decisões das empresas do setor ao longo do ano. Segundo ele, esse cenário ajuda a explicar a perda de ritmo observada na construção no último mês.
“O setor já vinha refletindo os impactos de uma taxa de juros elevada, isso já vinha trazendo algumas dificuldades para o setor, uma pressão de custos importante. Isso tudo vinha pressionando a atividade do setor, então os resultados foram perdendo força ao longo de 2026. Há também, adicionalmente, um quadro de incerteza bastante elevado com a proximidade das eleições, que também podem estar influenciando a atividade no mês de agosto”, avalia Azevedo.
As perspectivas para os próximos seis meses também pioraram. Os quatro índices de expectativas da indústria da construção recuaram em setembro. Confira:
Com os resultados, as expectativas para a quantidade de empregados, o nível de atividade e as compras de insumos e matérias-primas, que estavam acima da linha divisória de 50 pontos, passaram para abaixo desse patamar. Essa movimentação indica expectativa de queda dessas variáveis nos próximos seis meses.
Já as perspectivas para novos empreendimentos e serviços ficaram ainda mais negativas em relação a agosto.
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A intenção de investimentos também diminuiu. O índice caiu 2,7 pontos, de 42,4 para 39,7 pontos. Esse é o menor nível registrado para o mês de setembro desde 2019.
Ainda de acordo com o levantamento, o Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI) da Construção recuou 1,7 ponto em setembro, de 47,2 para 45,5 pontos. A queda ocorreu em meio à piora na avaliação dos empresários sobre as condições atuais e sobre as perspectivas para as empresas e para a economia.
A edição da Sondagem Indústria da Construção ouviu 313 empresas entre 1º e 11 de setembro. Do total, 120 eram pequenas, 128 médias e 65 grandes.
Copiar o textoPorto Alegre e Florianópolis terão pancadas de chuva com trovoadas
Baixar áudioA Região Sul terá uma segunda-feira (28) de muitas nuvens e chuva nos três estados. As condições variam principalmente quanto à ocorrência de trovoadas e à distribuição das precipitações, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
No Rio Grande do Sul, muitas nuvens, pancadas de chuva e trovoadas predominam em grande parte do estado. Em Porto Alegre, a temperatura varia entre 18°C e 24°C, também com previsão de chuva acompanhada de trovoadas.
Em Santa Catarina, o tempo segue instável, com pancadas de chuva e trovoadas em parte do estado. No norte catarinense, a chuva ocorre de forma mais isolada. Florianópolis registra mínima de 18°C e máxima de 22°C, com muitas nuvens, chuva e trovoadas.
No Paraná, a chuva também aparece ao longo do dia. As pancadas tendem a ocorrer de forma mais isolada no centro e no sul, enquanto o norte do estado apresenta maior variação de nebulosidade. Em Curitiba, os termômetros ficam entre 15°C e 25°C, com muitas nuvens e pancadas de chuva.
A primeira onda de calor da primavera de 2026 continua influenciando a Região Sul. O Paraná está integralmente incluído no aviso vermelho do Inmet, válido até quarta-feira (30). Partes de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul também devem registrar temperaturas elevadas durante o período, mas estão fora da área do alerta por não atenderem simultaneamente aos critérios de intensidade e persistência utilizados para caracterizar uma onda de calor.
Nesta segunda-feira (28), o Inmet indica a manutenção de temperaturas acima da média em partes da Região Sul. O episódio de onda de calor é caracterizado por uma sequência de pelo menos cinco dias com máximas 5°C ou mais acima da média climatológica.
A tendência é de mudança a partir de terça-feira (29), quando uma possível frente fria deve alcançar o extremo sul do Rio Grande do Sul e favorecer a redução das temperaturas. Na quarta-feira (30), o avanço do sistema pela Região Sul deve levar as temperaturas para valores próximos da média climatológica, inclusive no Paraná.
A radiação solar e o vento promovem a evaporação; o vapor resfriado condensa em núcleos, formando nuvens e, quando as gotículas ou cristais crescem o suficiente, ocorre precipitação. Considera-se precipitação toda água líquida ou sólida que cai das nuvens e alcança o solo (garoa, chuva, chuva/garoa congelante, neve, granizo, graupel, etc.). Sua quantidade é medida por pluviômetro (com registro contínuo via pluviógrafo) e expressa preferencialmente em milímetros.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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