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A instabilidade marca o domingo (1) na Região Sul.
No Paraná, há muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas isoladas em Brasilândia do Sul e Cruzeiro do Oeste, no Noroeste paranaense, e em Nova Santa Rosa, no Oeste do estado.
Em Santa Catarina, a previsão é de chuvas fortes e possibilidade de queda de granizo em Água Doce, Caçador e Porto União, municípios do Meio-Oeste e do Planalto Norte catarinense.
Já no Rio Grande do Sul, o tempo permanece claro e estável, com poucas nuvens ao longo do dia.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 13°C, em Curitiba. Já a máxima deve atingir até 29°C, em Porto Alegre. A umidade relativa do ar varia entre 45% e 100%.
Precipitação originada de nuvens convectivas, sobretudo cumulonimbus, que atinge o solo em forma de esferas ou fragmentos irregulares de gelo. Quando o diâmetro das partículas é ≥ 5 mm, classificam-se como granizo; partículas menores são classificadas como granizo miúdo e/ou neve granulada (graupel). Em boletins METAR, utiliza-se ‘GR’ para granizo e ‘GS’ para granizo miúdo/neve granulada. Unidades isoladas são chamadas de ‘pedras de granizo’.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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A instabilidade predomina no Centro-Oeste neste domingo (1).
Em Mato Grosso do Sul, as precipitações mais intensas se espalham desde Corumbá e Sonora, no Pantanal e Norte do estado, até Iguatemi e Ponta Porã, no Sul sul-mato-grossense.
Em Goiás, chove com mais intensidade em Crixás, no Norte goiano, além de Alto Horizonte e Mundo Novo.
No Distrito Federal e em Mato Grosso, a expectativa é de muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas isoladas ao longo do dia.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 19°C, em Brasília. Já a máxima deve chegar a 33°C, em Cuiabá. A umidade relativa do ar varia entre 50% e 100%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA instabilidade predomina no Sudeste neste domingo (1).
Em Minas Gerais, a previsão é de muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas isoladas em Montes Claros e Francisco Sá, no Norte de Minas, e em Virgem da Lapa, no Vale do Jequitinhonha.
No Espírito Santo, o mesmo cenário se repete em Nova Venécia e Vila Valério, no Noroeste capixaba, e em São Mateus, no Norte do estado.
No Rio de Janeiro, a expectativa é de muitas nuvens com chuva isolada ao longo de todo o dia em todas as regiões.
Já em São Paulo, as precipitações mais intensas devem ocorrer em Presidente Prudente e Narandiba, no Oeste paulista.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 14°C, em Belo Horizonte. Já a máxima pode chegar até 30°C, em Vitória. A umidade relativa do ar varia entre 60% e 100%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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A instabilidade predomina na Região Norte neste domingo (1).
Em Rondônia e Tocantins, a expectativa é de muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas isoladas ao longo do dia.
No Amazonas, a chuva será mais intensa em São Gabriel da Cachoeira e Santa Isabel do Rio Negro, no Alto Rio Negro, e também em Barcelos.
Em Roraima, pode haver fortes precipitações em Caracaraí e Rorainópolis.
No Pará, Novo Repartimento, Goianésia do Pará e Pacajá registram muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas.
Já no Amapá, há previsão de chuva forte em Pedra Branca do Amapari e Mazagão.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 23°C, em Rio Branco. Já a máxima pode chegar a 36°C, em Boa Vista. A umidade relativa do ar varia entre 40% e 100%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o textoNo Maranhão, a instabilidade será mais presente em Mirador, Colinas e Jenipapo dos Vieiras
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O domingo (1) será de muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas em todo o Nordeste.
No Maranhão, a instabilidade será mais presente em Mirador, Colinas e Jenipapo dos Vieiras. No Piauí, chove com mais intensidade em Socorro do Piauí, Rio Grande do Piauí e Palmeira do Piauí, no Sul do estado.
No Ceará, as chuvas atingem Senador Pompeu, Mombaça e Saboeiro, na região dos Sertões Cearenses.
Rio Grande do Norte, Paraíba e Pernambuco registram precipitações desde o litoral até áreas do interior.
Em Alagoas, pode chover em Santana do Ipanema e Senador Rui Palmeira, no Sertão alagoano. Em Sergipe, há previsão de pancadas de chuva e trovoadas em Porto da Folha e Poço Redondo.
Na Bahia, o tempo permanece carregado, com trovoadas ao longo de todo o dia em diversas regiões do estado.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 22°C em João Pessoa. Já a máxima pode chegar a 36°C, em Maceió. A umidade relativa do ar varia entre 60% e 100%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA economia de Goiás segue apresentando avanços significativos na produção, na geração de empregos e nos investimentos públicos. Em 2025, o estado alcançou a primeira posição no Índice de Atividade Econômica Regional (IBCR), divulgado pelo Banco Central do Brasil em 25 de fevereiro. No acumulado do ano, a unidade da federação registrou crescimento de 4,4% —melhor desempenho do país, empatado com o Pará.
O IBCR reúne indicadores de grandes setores da economia, a exemplo da agropecuária, indústria e serviços. O índice funciona como uma prévia do Produto Interno Bruto (PIB). Além desse resultado positivo, o estado acumula 17 meses consecutivos de crescimento, sempre superando o desempenho do mesmo período do ano anterior e mantendo-se acima da média nacional de 2,5%.
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Na avaliação do governador Ronaldo Caiado, os números reforçam o protagonismo de Goiás no cenário econômico nacional. Segundo ele, o desempenho está relacionado à atração de investimentos.
“Esse resultado atesta a competitividade do nosso estado e a consolidação de Goiás como o estado que mais cresce no Brasil. Vencemos as dificuldades iniciais e, nos últimos anos, a solidez da nossa economia tem se transformado em mais emprego, renda e qualidade de vida para os goianos”, destacou.
Na comparação interanual de dezembro de 2025 com dezembro de 2024, o estado apresentou expansão de 3,4%, ocupando a quinta posição entre as unidades da federação e superando a média nacional de 3,1%.
Já em relação à variação mensal com ajuste sazonal (dezembro de 2025 frente a novembro do mesmo ano), Goiás avançou 0,2%, ao passo que o Brasil registrou um recuo de 0,2%, também garantindo o quinto lugar no ranking nacional nesse indicador.
O mercado de trabalho de Goiás também contou com resultados históricos. Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revelam que a taxa de desocupação em 2025 foi de 4,6%, apontada como a menor desde o início da série histórica, em 2012. Para efeitos de comparação, em 2020, primeiro ano da pandemia de Covid-19, o índice chegou a 13,2%.
Copiar o textoA Associação Brasileira do Alumínio (Abal) informa que a Secretaria da Fazenda de Santa Catarina corrigiu um entendimento tributário “que, por anos, sustentou uma distorção relevante no mercado de alumínio”. O Estado deixou de aplicar a alíquota indevida de 12% de ICMS sobre o alumínio primário importado e restabeleceu a alíquota de 4% prevista na Resolução do Senado Federal nº 13/2012.
Segundo a entidade, a revisão encerra uma interpretação em vigor desde 2020 que gerava créditos tributários indevidos com efeitos diretos sobre a concorrência e a dinâmica das importações de produtos interestaduais.
“Ao inflar artificialmente os créditos de ICMS nas operações interestaduais, o modelo criou uma vantagem fiscal ilegal que impactava diretamente na competitividade da indústria nacional”, opina a Abal.
A Associação Brasileira do Alumínio (ABAL) alertou as autoridades para a incompatibilidade jurídica do entendimento catarinense com a legislação federal e para seus efeitos concorrenciais e fiscais. A prática ampliava assimetrias interestaduais, distorcia decisões logísticas e comprometia a isonomia entre produtos nacionais e importados, com impacto direto sobre a arrecadação e o equilíbrio do sistema tributário. Com a revisão do entendimento, Santa Catarina volta a se alinhar à norma federal vigente e aqueles contribuintes que utilizaram a alíquota de 12% estarão sujeitos a autuações e multas, conforme o caso.
Dentre as missões da entidade está a atuação de forma ativa para identificar distorções tributárias semelhantes em outros estados e em diferentes itens da cadeia do alumínio, reforçando o diálogo institucional para assegurar igualdade de tratamento tributário, isonomia concorrencial entre produtos nacionais e importados no mercado brasileiro e o fortalecimento da indústria nacional.
Copiar o textoTenha acesso aos conteúdos do Doutor Ajuda em www.portaldoutorajuda.com.br
Baixar áudioNem toda dor de barriga é uma emergência médica. Segundo a Dra. Beatriz Azevedo, médica cirurgiã do aparelho digestivo, pode aguardar consulta médica no consultório quando apresentar:
Importante! Observar a intensidade da dor numa escala de 0 a 10. Dores acima de 7, que não melhoram, merecem avaliação urgente. Preste atenção à evolução. Dor que piora progressivamente ao longo de horas é mais preocupante.
Crianças, idosos, gestantes e pacientes com baixa imunidade precisam de atenção redobrada.
Se ficar com dúvidas sobre a gravidade, procure a avaliação médica imediatamente ou ligue 192. Sua vida pode depender dessa decisão!
Para mais informações no site | @doutor.ajuda, nas redes sociais | Acompanhe os conteúdos semanais no canal do Dr. Ajuda, no Youtube
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Baixar áudioO comprovante de rendimentos de 2025 do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) já está disponível para consulta online pelos aposentados, pensionistas e demais beneficiários. O documento é necessário para a realização da Declaração do Imposto de Renda da Pessoa Física (DIRPF) 2026.
O acesso ao extrato não requer comparecimento a uma agência da Previdência Social e pode ser feito digitalmente pelo portal Meu INSS. O documento também pode ser obtido nas instituições bancárias onde é realizado o pagamento do benefício.
O informe de rendimentos do INSS detalha todos os valores recebidos pelo segurado ao longo do último ano, incluindo eventuais descontos e o 13º salário —, e serve como base oficial para o ajuste anual junto à Receita Federal.
Com informações da Ascom INSS.
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Baixar áudioA indústria da construção registrou o pior janeiro em 9 anos, com 43,1 pontos atingidos no índice que mede o nível de atividade do setor. A baixa na indústria é pressionada pelos juros altos e apontada pela Sondagem Indústria da Construção, divulgada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), em parceria com a Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC).
Os dados também mostram outros indicadores que evidenciam a perda de ritmo da indústria da construção. Por exemplo, o índice de evolução do número de empregados recuou de 45,7 pontos em dezembro de 2025 para 45,3 pontos em janeiro de 2026 – sendo a terceira queda consecutiva.
A Utilização da Capacidade Operacional (UCO) também caiu. O índice recuou de 67% para 64% – registrando o menor patamar para o período em cinco anos.
Outro fator que segue abalado é o Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI) da Construção. Os empresários seguem pessimistas por 14 meses. O índice permaneceu em 48,6 pontos em fevereiro.
Na avaliação da CNI, o cenário sinaliza um quadro persistente de falta de confiança dos empresários do setor. “O patamar negativo se deve, principalmente, à avaliação negativa dos industriais quanto às condições atuais das empresas e da economia”, aponta a Confederação.
O gerente de Análise Econômica da CNI, Marcelo Azevedo, explica os impactos do pessimismo dos empresários tanto no investimento quanto na produção.
"Refletindo também esse quadro de dificuldades da indústria da construção, a confiança medida pelo índice de confiança do empresário industrial para os empresários da indústria da construção está abaixo da linha divisória de 50 pontos, mostrando falta de confiança do empresário. É um período longo de falta de confiança, que vai consolidando essa percepção, essa falta de confiança nas decisões do empresário, reduzindo a sua produção, o seu nível de atividade, a própria capacidade operacional e o número de empregados, como vimos agora no resultado de janeiro.
Apesar de subirem nos últimos dois meses, todos os índices relacionados às expectativas dos empresários da construção para os próximos seis meses recuaram em fevereiro. Confira:
Apesar dos recuos, os quatro indicadores seguem acima de 50 pontos. Para a CNI, a manutenção revela perspectivas positivas dos empresários.
A intenção de investimentos da indústria da construção também integra a pesquisa. Segundo os dados, o indicador caiu 1,7 ponto, de 44,6 pontos para 42,9 pontos. O recuo ocorre após quatro altas seguidas. No entanto, o índice segue acima dos 42 pontos, assim como no mesmo mês do ano passado.
A edição de janeiro do Sondagem Indústria da Construção ouviu 312 empresas, divididas entre 122 pequenas, 125 médias e 65 grandes no período de 2 a 12 de fevereiro de 2026.
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