10/04/2026 04:40h

Any Ortiz (Cidadania-RS) e Thiago de Joaldo (Progressistas-SE) afirmam que assunto é prioritário na Câmara dos Deputados

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O regime de urgência aprovado para o Projeto de Lei Complementar (PLP) nº 108 de 2021 permite que a matéria seja votada a qualquer momento no plenário da Câmara dos Deputados. Parlamentares e representantes do setor produtivo defendem a aprovação da proposta que atualiza o limite de faturamento anual de Microempreendedores Individuais (MEI) para até R$ 130, mil com a contratação de até dois funcionários ainda no primeiro semestre, antes das eleições.

A atualização da tabela do Simples Nacional é uma pauta prioritária para entidades empresariais. A Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB) atua para elevar o teto anual do MEI para R$ 144,9 mil, além de corrigir as demais faixas de enquadramento do regime tributário: microempresas, de R$ 360 mil para R$ 869,4 mil; e empresas de pequeno porte, de R$ 4,8 milhões para R$ 8,69 milhões.

Segundo estimativas da confederação, a medida proposta pela entidade vai corrigir o valor do teto em 83% e pode gerar 869 mil empregos. Além disso, o impacto deve ser sentido, com R$ 81,2 bilhões a mais na economia. 

Alfredo Cotait Neto, presidente da CACB, da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (FACESP) e da Associação Comercial de SP (ACSP), destaca que a atualização é relevante para evitar que empresas abandonem o regime simplificado ou migrem para a informalidade.

“O que nós precisamos é conscientizar os nossos políticos da importância da aprovação do aumento do limite do Simples Nacional, pelo menos para o MEI, o microempreendedor individual, e para o micro e a microempresa. Sem isso, as empresas ou vão mudar o seu regime ou vão para informalidade.”

Congresso Nacional

A modificação dos limites de receita para o MEI foi apresentada e aprovada no Senado Federal em 2021. Há quase 5 anos indo e voltando de comissões na Câmara dos Deputados, a aceleração da tramitação representa uma chance de acabar com esse vai e vem.

Segundo o deputado Thiago de Joaldo (PP-SE), a matéria está pronta para votação assim que desejar o presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB). “O governo vai apresentar cálculo, vai apresentar conta, vai tentar diminuir o máximo que ele puder de algum tipo de impacto financeiro que possa trazer às receitas do governo, mas a gente precisa entender que do lado de lá não tem facilidade também, né? Quem está empreendendo todos os dias no país, onde a carga tributária só aumenta. Nós estamos chegando a quase 40% do PIB de tributo”, argumenta o político.

As regras atuais, fixadas em 2018, prevêem faturamento máximo para micro e pequenas empresas de R$ 81 mil e a possibilidade de contratação de apenas um empregado. Além de modificar esses pontos, os deputados analisam a possibilidade de incluírem no texto um mecanismo de atualização anual da tabela, assim como foi feito com os valores de procedimentos feitos por instituições privadas para o Sistema Único de Saúde (SUS), aprovado em 2024.

A deputada Any Ortiz (Cidadania-RS) destaca que 25% dos empregos formais no país são gerados por empresas enquadradas no Simples Nacional, mas a defasagem dos limites leva ao estrangulamento e inviabilidade financeiros dessas companhias. “Com o impacto da inflação acumulada, da elevação dos preços dos insumos, dos produtos, não há como se manter no teto dessa tabela, que está absolutamente desatualizada há quase 10 anos. E as empresas estão sufocadas. Muitas delas estão sendo empurradas para fora do Simples, não porque cresceram organicamente, mas sim porque estão sufocadas na tabela e elas não conseguem sobreviver com uma alta carga tributária que terão que pagar”, comenta.

Simples Nacional

O Simples Nacional foi desenvolvido para simplificar o pagamento de tributos e estimular o empreendedorismo. O regime reúne diversos impostos em uma única guia. Atualmente, é o principal regime tributário aplicado aos pequenos negócios no país.

No entanto, com a defasagem dos limites somada a uma inflação acumulada de 46,6% desde 2019, representantes do setor produtivo alertam que a falta de correção dos valores pressiona a renda dos empreendedores e desincentiva a atividade.

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10/04/2026 04:30h

Lei garante maior transparência, acesso à informação, privacidade e participação ativa do paciente durante todo o processo de consulta e internação

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O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), sancionou, sem vetos, a Lei 15.378/26, que institui o Estatuto dos Direitos do Paciente. O texto, publicado no Diário Oficial da União (DOU) da última terça-feira (7), tem o objetivo de regular os direitos e responsabilidades dos pacientes sob cuidados prestados por profissionais e/ou serviços de saúde de natureza pública ou privada, trazendo maior proteção aos cidadãos que buscam esses serviços.

Segundo a nova lei, os profissionais de saúde, os responsáveis por serviços de saúde públicos ou privados e as pessoas jurídicas de direito privado que operam planos de assistência à saúde, sem prejuízo do cumprimento da legislação específica que rege suas atividades, estão submetidos ao Estatuto. Além disso, outros direitos dos pacientes previstos na legislação brasileira devem ser aplicados em conjunto com as disposições da nova lei.

Direitos dos pacientes

O núcleo principal do estatuto é o capítulo que trata dos direitos dos pacientes. O texto assegura que todo atendimento seja realizado em local privado e com transparência absoluta. O cidadão deve ser informado sobre todos os riscos, benefícios e alternativas de tratamento, mantendo a autonomia para aceitar ou recusar procedimentos e pesquisas experimentais sem qualquer represália.

A legislação também garante a participação ativa do paciente em seu plano terapêutico e nas decisões sobre seus cuidados para casos de incapacidade. O paciente pode indicar um representante para decidir em seu nome e tem o direito de buscar uma segunda opinião médica em qualquer etapa do processo.

O acesso ao prontuário médico torna-se gratuito e sem exigência de justificativa, incluindo o direito a cópias e correções. Além disso, a confidencialidade dos dados de saúde é protegida por lei, permanecendo resguardada mesmo após a morte do indivíduo.

Em relação à segurança, o estatuto permite que o paciente questione a higienização de mãos e equipamentos, além de conferir a procedência e dosagem de medicamentos. O atendimento deve ser livre de discriminação, garantindo o uso do nome de preferência e o respeito a crenças religiosas e culturais.

O direito a acompanhante em consultas e internações é reafirmado, assim como a possibilidade de recusar a presença de estudantes ou visitantes durante os procedimentos. Por fim, o texto assegura cuidados para o alívio da dor e garante ao paciente o direito de escolher o local de sua morte.

 

Responsabilidades dos pacientes

 

Junto aos direitos, o estatuto também lista uma série de responsabilidades que os pacientes devem ter enquanto sob cuidados dos profissionais de saúde. O texto estabelece que o paciente, ou a pessoa por ele indicada, é responsável por compartilhar informações sobre doenças anteriores, internações e medicamentos dos quais faz uso e outras informações pertinentes com os profissionais de saúde, com o objetivo de auxiliá-los na condução de seus cuidados.
Além disso, a norma lista sete outras responsabilidades que devem ser mantidas pelo paciente:

  • seguir as orientações do profissional de saúde quanto ao medicamento prescrito, de modo a finalizar o tratamento na data determinada;
  • realizar perguntas e solicitar informações e esclarecimentos adicionais sobre seu estado de saúde ou seu tratamento, quando houver dúvida;
  • assegurar que a instituição de saúde guarde uma cópia de suas diretivas antecipadas de vontade por escrito, caso tenha;
  • indicar seu representante para os fins da Lei nº 15.378;
  • informar os profissionais de saúde acerca da desistência do tratamento prescrito, bem como de mudanças inesperadas em sua condição;
  • cumprir as regras e os regulamentos dos serviços de saúde; e
  • respeitar os direitos dos outros pacientes e dos profissionais de saúde.

Segundo a lei, caberá ao governo divulgar os direitos e deveres dos pacientes, realizar pesquisas periódicas sobre a qualidade dos serviços, produzir relatório anual sobre a implantação da lei e acolher reclamações sobre descumprimento desses direitos.

 

Com informações da Agência Câmara e da Ascom da Presidência da República.

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10/04/2026 04:25h

Em entrevista ao Estadão, Ricardo Alban diz que debate legislativo sobre fim da escala 6x1 é erro político e exige responsabilidade

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O debate no Congresso Nacional sobre o fim da escala 6x1 e a redução da jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais não devem ocorrer em um momento de pressão eleitoral. A avaliação é do presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Ricardo Alban.

Em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo, Alban afirma que a discussão é válida, mas deve ser conduzida com responsabilidade e baseada em estudos que avaliem os impactos na economia brasileira.

“Vivemos num momento muito crítico para a economia brasileira, com uma enxurrada de produtos manufaturados entrando no Brasil, principalmente da China, Estamos vendo uma indústria que perdeu a competitividade. Se eu falo que a discussão é necessária, então por que todas essas colocações? Porque não vai ser uma discussão responsável em um momento de pressão eleitoral, populista, eleitoreira, sobre nossos deputados e senadores”, afirma.

Impactos econômicos 

Ricardo Alban destaca alguns resultados apresentados em estudos recentes da CNI sobre possíveis efeitos da redução da jornada de trabalho. Segundo ele, caso a carga horária semanal seja reduzida de 44 para 40 horas, o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro pode registrar uma perda próxima de R$ 77 bilhões, sendo R$ 25 bilhões relacionados diretamente ao setor industrial. 

Além disso, levantamento da entidade aponta que a medida poderia provocar aumento médio de 6,2% nos preços de produtos e serviços ao consumidor.

Alban também chama atenção para possíveis impactos no mercado de trabalho, especialmente para pequenos e médios empresários.

“O pequeno e o médio não vão ter mão de obra para repor [a redução das horas trabalhadas]. As grandes empresas que podem absorver isso vão atrás da mão de obra daqueles menores que têm a melhor mão de obra. Aqueles menores vão pegar a mão de obra de onde? Vão quebrar. E vão repassar o custo deles para onde?”, analisa.

Setores mais afetados

Alban ressalta que a indústria é o setor mais afetado pela redução da jornada, com recuo de 4,34%, segundo estudo da CNI. Em seguida vêm:

  • comércio: -4,03%
  • serviços: -2,44%
  • construção civil: -2,04%
  • agropecuária: -1,70%

O dirigente também destaca que parte do funcionalismo público já trabalha, de modo geral, abaixo de 40 horas semanais, enquanto muitas empresas do setor privado operam, na prática, próximas dessa carga horária, apesar do limite legal ser de 44 horas.

Na avaliação dele, a eventual fixação de uma jornada padrão de 40 horas semanais poderia levar servidores públicos a questionar a perda de vantagens que anteriormente eram consideradas conquistas. 

Escala de trabalho e flexibilidade

Segundo Alban, o debate atual não envolve apenas a redução da carga horária total, mas também mudanças nas escalas de trabalho, como a reorganização dos dias trabalhados.

Na avaliação do dirigente, a combinação dessas duas mudanças pode gerar conflito, já que reduzir simultaneamente horas totais e flexibilidades de escala poderia diminuir a capacidade das empresas de adaptar jornadas às necessidades específicas de cada atividade econômica.

Projeto de lei para o fim da escala 6x1

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou na última quarta-feira (8) que enviará ao Congresso Nacional, nos próximos dias, um projeto de lei com urgência constitucional sobre o fim da escala 6x1. Com isso, a Câmara dos Deputados e o Senado Federal têm 45 dias cada para votar a matéria, sob risco de paralisação da pauta legislativa.

Ricardo Alban classificou a medida como um erro político e afirmou que a tramitação acelerada pode gerar efeitos negativos para o setor produtivo.

“É óbvio que os movimentos eleitorais, o populismo, têm algum efeito. Para o setor produtivo é péssimo. O que é que vai fazer? Vamos ter empresas sofrendo sem solução e vamos ter aquelas que têm a capacidade de encontrar mão de obra ou de repassar custos. Eu não vejo, da forma que vai ser feita, açodadamente, uma real conquista para a sociedade. Porque se for conquista, é bom para todo mundo”, afirma.

A entrevista completa está no site do Estadão.

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10/04/2026 04:20h

Levantamento mostra que despesas financeiras consomem até 80,5% do orçamento nessas regiões, onde a renda média é menor

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O orçamento das famílias brasileiras sofre pressões diferentes conforme a localização geográfica. Levantamento da Serasa Experian revela que, em 2025, os consumidores da Região Norte comprometeram, em média, 80,5% da renda com despesas financeiras gerais — que incluem dívidas, contas básicas e outros gastos essenciais.

O Nordeste aparece logo em seguida, com 78% do orçamento comprometido, seguido pelo Centro-Oeste, com 74,7%. Já as regiões Sudeste e Sul apresentam os menores índices — 72,7% e 71,9%, respectivamente — indicando um fôlego financeiro relativamente maior para as famílias dessas localidades.

A diferença está diretamente relacionada ao nível de renda média regional. O Sudeste lidera com renda média de R$ 4.448, seguido pelo Sul (R$ 4.308) e pelo Centro-Oeste (R$ 4.296). Na sequência aparecem o Norte, com renda média de R$ 3.018, e o Nordeste, que registra o menor valor do país: R$ 2.821. A distância entre a maior e a menor média regional chega a R$ 1.627.

Na prática, isso significa que moradores de regiões com menor renda precisam destinar uma parcela maior do orçamento ao pagamento de despesas financeiras, o que reduz a margem disponível para consumo, poupança e gastos com imprevistos.

Em nota, a economista-chefe da Serasa Experian, Camila Abdelmalack, destaca o impacto dessa baixa folga financeira no cotidiano das famílias. “Com tão pouca renda disponível após pagar despesas financeiras, cresce a dificuldade de absorver imprevistos, planejar compras maiores ou acessar crédito em condições mais favoráveis”, alerta.

Pressão persistente ao longo dos anos

A análise da série histórica indica que o comprometimento da renda das famílias brasileiras permanece elevado desde 2022

  • Norte: passou de 81,9% para 80,5%
  • Nordeste: de 79,4% para 78,0%
  • Centro-Oeste: de 75,3% para 74,7%
  • Sudeste: de 73,4% para 72,7% 
  • Sul: de 73,2% para 71,9%

No mesmo intervalo, a renda média do consumidor cresceu em todas as regiões, mas de forma desigual.

  • Sudeste: avançou de R$ 4.227 para R$ 4.448, crescimento de 5,23%
  • Sul: de R$ 4.075 para R$ 4.308 (+5,72%)
  • Centro-Oeste: de R$ 4.096 para R$ 4.296 (+4,88%)
  • Norte: de R$ 3.007 para R$ 3.018 (+0,37%)
  • Nordeste: de R$ 2.766 para R$ 2.821 (+1,99%)

Segundo o vice-presidente de crédito e plataformas da Serasa Experian, Eduardo Mônaco, o crescimento desigual da renda, aliado ao alto nível de comprometimento financeiro, evidencia desafios estruturais que ainda atingem parte significativa da população brasileira.

“Esse cenário exige modelos de crédito cada vez mais precisos e responsáveis, baseados em inteligência de dados, para apoiar decisões alinhadas à realidade financeira de cada região”, afirma em nota.

O estudo foi elaborado com base na nova versão 5.0 da Solução Renda da Serasa Experian, que reúne informações sobre renda média, origem da fonte de renda do consumidor e nível de comprometimento com despesas financeiras gerais.

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10/04/2026 04:15h

Entre os estados, São Paulo concentra a maior fatia dos recursos neste decêndio, com aproximadamente R$ 788 milhões destinados aos seus municípios

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Os municípios brasileiros receberão, nesta sexta-feira (10), a primeira parcela de abril do Fundo de Participação dos Municípios (FPM). O valor total a ser distribuído é de R$ 6,4 bilhões, montante que representa um aumento de 13% em comparação ao mesmo período do ano passado, quando foram repassados cerca de R$ 5,6 bilhões.

Entre os estados, São Paulo concentra a maior fatia dos recursos neste decêndio, com aproximadamente R$ 788 milhões destinados aos seus municípios. Cidades como Americana, Botucatu e Carapicuíba estão entre as beneficiadas. 

Em contrapartida, Roraima apresenta o menor volume de repasses, somando R$ 4,7 milhões. No estado, os maiores valores são destinados a municípios como Cantá, Alto Alegre e Caracaraí, cada um com cerca de R$ 386 mil.

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O crescimento observado nos repasses reflete uma recuperação em relação às quedas registradas anteriormente, o que gera expectativa positiva entre especialistas da área fiscal. No entanto, ainda há atenção quanto aos possíveis impactos de mudanças na arrecadação federal, especialmente no que diz respeito ao Imposto de Renda.

“Nós temos um resultado bom em relação ao ano passado, uma quebra daquela questão de decréscimos de valores. Vamos esperar que isso seja um bom resultado do Imposto de Renda e que o novo formato de isenção e as novas alíquotas aplicadas ao Imposto de Renda não impactem negativamente nos valores do FPM. Esperamos que esses valores continuem em uma tendência de alta”, destaca Cesar Lima, especialista em orçamento público.

FPM: municípios bloqueados

Apesar de os recursos do FPM serem destinados a todos os municípios do país, alguns entes federativos estão temporariamente impedidos de receber os repasses, conforme registros do Sistema Integrado de Administração Financeira do Governo Federal (SIAFI). Até o dia 7 de abril, constavam na lista as seguintes cidades:

  1. Águia Branca (ES)
  2. Itaperuna (RJ)
  3. Nova Friburgo (RJ)
  4. Rio das Flores (RJ)
  5. Silva Jardim (RJ)
  6. São Francisco de Paula (RS)
  7. Brusque (SC)
  8. Camboriú (SC)
  9. Santo Amaro da Imperatriz (SC)

O FPM

O Fundo de Participação dos Municípios é uma transferência constitucional, formada por 22,5% da arrecadação da União proveniente do Imposto de Renda (IR) e do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). 

A distribuição dos recursos entre os municípios leva em conta o número de habitantes, com base em dados atualizados anualmente pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
 

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10/04/2026 04:10h

O preço do suíno vivo apresenta desvalorização em todos os estados; o frango resfriado e o congelado apresentam valorização

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O preço do boi gordo abre esta sexta-feira (10) em alta de 0,12%. A arroba é negociada a R$ 365,45, no estado de São Paulo.

INDICADOR DO BOI GORDO CEPEA/ESALQ

DATA VALOR R$* VAR./DIA VAR./MÊS VALOR US$*
09/04/2026 365,45 0,12% 2,65% 72,15
08/04/2026 365,00 0,21% 2,53% 71,41
07/04/2026 364,25 0,89% 2,32% 70,58
06/04/2026 361,05 0,04% 1,42% 70,13
02/04/2026 360,90 0,56% 1,38% 69,91

 

Preço do frango congelado e resfriado

Nos atacados da Grande São Paulo, São José do Rio Preto e Descalvado, os preços do frango congelado apresentaram valorização de 0,41%, assim como os do frango resfriado. A primeira mercadoria é vendida a R$ 7,32, enquanto a segunda é comercializada a R$ 7,33.

PREÇOS DO FRANGO CONGELADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP 

DATA VALOR R$ VAR./DIA VAR./MÊS
09/04/2026 7,32 0,41% 1,10%
08/04/2026 7,29 0,28% 0,69%
07/04/2026 7,27 0,00% 0,41%
06/04/2026 7,27 0,41% 0,41%
02/04/2026 7,24 0,00% 0,00%

 

PREÇOS DO FRANGO RESFRIADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP

DATA VALOR R$ VAR./DIA VAR./MÊS
09/04/2026 7,33 0,41% 0,83%
08/04/2026 7,30 0,00% 0,41%
07/04/2026 7,30 0,00% 0,41%
06/04/2026 7,30 0,41% 0,41%
02/04/2026 7,27 0,00% 0,00%

 

Preço da carcaça suína especial e do suíno vivo

A carcaça suína especial também volta a apontar valorização de 0,32% no preço, sendo negociada a R$ 9,49 por quilo, nos atacados da Grande São Paulo.

PREÇOS DA CARCAÇA SUÍNA ESPECIAL (R$/kg)

DATA MÉDIA VAR./DIA VAR./MÊS
09/04/2026 9,49 0,32% -1,56%
08/04/2026 9,46 0,00% -1,87%
07/04/2026 9,46 -1,15% -1,87%
06/04/2026 9,57 -0,73% -0,73%
02/04/2026 9,64 0,00% 0,00%

 

O preço do suíno vivo registra desvalorização de 3,51% em Minas Gerais, de 2,40% no Paraná, de 1,68% no Rio Grande do Sul, de 0,35% em Santa Catarina e de 1,56% em São Paulo. As mercadorias variam entre R$ 5,69 e R$ 6,32.

INDICADOR DO SUÍNO VIVO CEPEA/ESALQ (R$/kg) 

DATA ESTADO VALOR R$* VAR./DIA VAR./MÊS
09/04/2026 MG - posto 6,32 -3,51% -3,81%
09/04/2026 PR - a retirar 5,69 -2,40% -7,48%
09/04/2026 RS - a retirar 5,87 -1,68% -6,68%
09/04/2026 SC - a retirar 5,77 -0,35% -6,33%
09/04/2026 SP - posto 6,32 -1,56% -4,39%

 

Os valores são do Cepea.

O que é o boi gordo? Entenda o termo do mercado bovino

O boi gordo é o bovino macho pronto para o abate, com peso mínimo de 16 arrobas líquidas de carcaça (aproximadamente 240 kg) e até 42 meses de idade. Atende aos padrões do mercado nacional e internacional, incluindo exportações para Europa, China e cota Hilton.

Diferenças entre frango congelado e frango resfriado

O frango congelado passa por congelamento rápido, com temperaturas abaixo de -12°C, garantindo maior vida útil para armazenamento e transporte a longas distâncias. Já o frango resfriado é mantido entre 0°C e 4°C, com validade de 5 a 7 dias, oferecendo textura e sabor mais próximos do fresco, ideal para consumidores exigentes e restaurantes.

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10/04/2026 04:05h

O preço do café arábica volta a cair, enquanto o açúcar apresenta reajustes

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O preço do café arábica abre esta sexta-feira (10) em baixa de 0,43%, com a saca de 60 kg negociada a R$ 1.821,38 na cidade de São Paulo.

INDICADOR DO CAFÉ ARÁBICA CEPEA/ESALQ

DATA VALOR R$ VAR./DIA VAR./MÊS VALOR US$
09/04/2026 1.821,38 -0,43% -3,52% 359,60
08/04/2026 1.829,20 0,41% -3,10% 357,90
07/04/2026 1.821,69 -3,37% -3,50% 352,97
06/04/2026 1.885,21 0,78% -0,14% 366,20
02/04/2026 1.870,64 -0,50% -0,91% 362,39

 

 

O café robusta teve alta de 0,95% no preço, sendo comercializado a R$ 899,64.

INDICADOR DO CAFÉ ROBUSTA CEPEA/ESALQ

DATA VALOR R$ VAR./DIA VAR./MÊS VALOR US$
09/04/2026 899,64 0,95% -6,84% 177,62
08/04/2026 891,15 -1,13% -7,72% 174,36
07/04/2026 901,31 -2,23% -6,67% 174,64
06/04/2026 921,86 -1,63% -4,54% 179,07
02/04/2026 937,13 -1,26% -2,96% 181,54

Açúcar

Já o preço do açúcar cristal apresenta variação nas principais praças do estado de São Paulo. Na capital, a saca de 50 kg teve valorização de 0,33% e é cotada a R$ 104,16.

INDICADOR DO AÇÚCAR CRISTAL BRANCO CEPEA/ESALQ - SÃO PAULO

DATA VALOR R$* VAR./DIA VAR./MÊS VALOR US$*
09/04/2026 104,16 0,33% -1,23% 20,56
08/04/2026 103,82 0,43% -1,56% 20,31
07/04/2026 103,38 -0,75% -1,97% 20,03
06/04/2026 104,16 -0,86% -1,23% 20,23
02/04/2026 105,06 -0,26% -0,38% 20,35

 

Em Santos (SP), a mercadoria teve desvalorização de 2,87%, sendo negociada a R$ 102,27 na média de preços sem impostos.

INDICADOR AÇÚCAR CRISTAL - SANTOS (FOB)

DATA VALOR R$* VAR./DIA VAR./MÊS VALOR US$*
09/04/2026 102,27 -2,87% -10,37% 20,12
08/04/2026 105,29 -1,71% -7,72% 20,69
07/04/2026 107,12 -3,32% -6,12% 20,75
06/04/2026 110,80 -0,85% -2,89% 21,50
02/04/2026 111,75 0,12% -2,06% 21,63

 

Milho

A saca de 60 kg do milho, por sua vez, é vendida a R$ 69,59, após desvalorização de 0,29%.

INDICADOR DO MILHO ESALQ/BM&FBOVESPA

DATA VALOR R$* VAR./DIA VAR./MÊS VALOR US$*
09/04/2026 69,59 -0,29% -1,11% 13,74
08/04/2026 69,79 0,30% -0,82% 13,65
07/04/2026 69,58 -0,43% -1,12% 13,48
06/04/2026 69,88 -0,11% -0,70% 13,57
02/04/2026 69,96 -0,51% -0,58% 13,55

Os valores são do Cepea.

 

Diferença entre café arábica e café robusta: características, uso e regiões produtoras

Café arábica e café robusta são as duas principais variedades cultivadas e comercializadas no Brasil, ambas medidas em sacas de 60 kg.

  • O café arábica (conhecido também como café Conilon, em algumas regiões) tem sabor mais suave, menor teor de cafeína e alta qualidade sensorial, sendo preferido em cafeterias especializadas e nas exportações de cafés premium. Representa cerca de 70% da produção brasileira, com destaque para estados como Minas Gerais e São Paulo.
  • O café robusta, por sua vez, possui sabor mais amargo, maior concentração de cafeína e corpo mais intenso. É amplamente utilizado na produção de café solúvel e blends comerciais. Seus principais polos produtores são o Espírito Santo e Rondônia, e seu preço costuma ser mais baixo em comparação ao arábica, por conta do perfil mais industrial. 

Como é calculada a saca de açúcar cristal?

A saca de açúcar cristal no Brasil é padronizada em 50 quilos, especialmente para comercialização no mercado atacadista e para uso na indústria alimentícia. Essa unidade de medida é adotada pelo Cepea/Esalq-USP, principal fonte de cotações diárias do açúcar cristal no país.

Qual o peso da saca de milho no Brasil?

A saca de milho equivale a 60 kg de grãos, mesmo padrão utilizado para soja e trigo. Essa medida é oficializada por instituições como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Cepea, sendo amplamente usada em negociações e relatórios de preço do milho.

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10/04/2026 04:00h

A soja apresenta baixa no Paraná e alta em Paranaguá; o trigo sofre reajustes

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O valor da saca de 60 kg da soja abre esta sexta-feira (10) em baixa no interior do Paraná e em alta no litoral do estado, em Paranaguá. 

Na primeira região, o grão teve desvalorização de 0,22% e é negociado a R$ 127,84; na segunda, a mercadoria teve valorização de 0,28% e é cotada a R$ 121,81.

INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANÁ

DATA VALOR R$* VAR./DIA VAR./MÊS VALOR US$*
09/04/2026 121,81 0,28% -0,81% 24,05
08/04/2026 121,47 -0,78% -1,09% 23,77
07/04/2026 122,42 -0,51% -0,32% 23,72
06/04/2026 123,05 0,61% 0,20% 23,90
02/04/2026 122,31 -0,15% -0,41% 23,70

 

INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANAGUÁ

DATA VALOR R$* VAR./DIA VAR./MÊS VALOR US$*
09/04/2026 127,84 -0,22% -1,08% 25,24
08/04/2026 128,12 -0,15% -0,87% 25,07
07/04/2026 128,31 -0,39% -0,72% 24,86
06/04/2026 128,81 0,24% -0,33% 25,02
02/04/2026 128,50 0,46% -0,57% 24,89

 

Trigo

O preço do trigo, por sua vez, registra valorização de 0,08% no Paraná e de 0,94% no Rio Grande do Sul. No primeiro estado, a tonelada é vendida a R$ 1.292,20, enquanto no segundo é comercializada a R$ 1.167,76.

PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - PARANÁ

DATA VALOR R$/T* VAR./DIA VAR./MÊS VALOR US$/T*
09/04/2026 1.292,20 0,08% 0,57% 255,12
08/04/2026 1.291,22 0,37% 0,49% 252,64
07/04/2026 1.286,52 0,12% 0,12% 249,28
06/04/2026 1.285,02 -0,24% 0,01% 249,62
02/04/2026 1.288,15 -0,07% 0,25% 249,54

PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - RIO GRANDE DO SUL

DATA VALOR R$/T* VAR./DIA VAR./MÊS VALOR US$/T*
09/04/2026 1.167,76 0,94% 1,31% 230,55
08/04/2026 1.156,90 0,00% 0,37% 226,36
07/04/2026 1.156,90 0,03% 0,37% 224,16
06/04/2026 1.156,51 -0,11% 0,33% 224,65
02/04/2026 1.157,76 0,12% 0,44% 224,29

Os valores são do Cepea.

 

O que é uma saca de soja ou de trigo? Entenda a unidade de medida no mercado de grãos

A saca de soja e a saca de trigo são as principais unidades de comercialização de grãos no Brasil. Cada saca equivale a 60 quilos, padrão adotado por órgãos oficiais como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

Esse formato padronizado facilita o comércio da soja e do trigo, além de permitir um acompanhamento mais preciso das cotações e variações de preços no mercado nacional.

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09/04/2026 21:15h

Expectativa de negociações entre Israel e Líbano e avanço nas tratativas entre os EUA e o Irã reforçaram as perdas do câmbio na sessão

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O dólar comercial encerrou o último pregão em queda de 0,77% frente ao real, cotado a R$ 5,06, no menor valor desde abril de 2024. O câmbio acompanhou a tendência externa, com o indicador DXY — que compara o dólar a uma cesta de seis divisas globais como euro e libra — apresentando baixa de 0,34%.

O desempenho da moeda estadunidense foi influenciado pelo otimismo nas negociações geopolíticas, com o mercado repercutindo o avanço nas tratativas de cessar-fogo no Oriente Médio e a possibilidade de diálogos diretos entre Israel e Líbano.

A redução da aversão ao risco ganhou força após o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, afirmar que busca iniciar negociações com o país vizinho "o mais breve possível". A sinalização ocorreu após o presidente dos EUA, Donald Trump, pedir que Israel reduzisse a intensidade dos ataques para não comprometer o sucesso das conversas com o Irã. Trump afirmou, em entrevista à NBC News, que os líderes iranianos estão sendo "razoáveis" nas reuniões e confirmou que representantes de Washington e Teerã se encontrarão no próximo sábado (11) em Islamabad, no Paquistão, para buscar um acordo de paz definitivo.

Apesar do clima de alívio, os investidores mantiveram a cautela diante de declarações do líder supremo iraniano, aiatolá Mojtaba Khamenei. Em pronunciamento, ele indicou que o Irã passará a cobrar pedágios e limitar o tráfego de navios no Estreito de Ormuz. Por outro lado, o real foi beneficiado pela valorização do petróleo Brent no mercado internacional, uma vez que a alta da commodity favorece moedas de países exportadores, como o Brasil.

Os investidores também repercutiram dados dos Estados Unidos, que ficaram em segundo plano diante da geopolítica. O Índice de Preços de Despesas de Consumo Pessoal (PCE) subiu 0,4% em fevereiro, mantendo o núcleo da inflação em 3% na comparação anual — ainda acima da meta de 2% do Federal Reserve — o Banco Central do país. Além disso, o Produto Interno Bruto (PIB) norte-americano do quarto trimestre de 2025 foi revisado para baixo, registrando crescimento anualizado de 0,5%, resultado inferior à estimativa de 0,7% prevista por analistas.

Cotação do euro

O euro, por sua vez, encerrou a sessão em estabilidade, cotado a R$ 5,96.

Cotações

A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.

Código BRL USD EUR GBP JPY CHF CAD AUD
BRL 1 0,1975 0,1676 0,1460 31,3907 0,1560 0,2728 0,2771
USD 5,0644 1 0,8546 0,7444 158,99 0,7899 1,3817 1,4115
EUR 5,9666 1,1701 1 0,8708 186,02 0,9245 1,6168 1,6516
GBP 6,7941 1,3434 1,1483 1 213,59 1,0614 1,8561 1,8963
JPY 3,18576 0,629030 0,53761 0,468231 1 0,4969 0,86906 0,88790
CHF 6,4123 1,2661 1,0817 0,9423 201,30 1 1,7490 1,7878
CAD 3,6659 0,7238 0,6186 0,5388 115,08 0,5716 1 1,0225
AUD 3,6096 0,7082 0,6055 0,5273 112,60 0,5594 0,9786 1

 

Os dados são da Investing.com

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09/04/2026 21:10h

Índice renovou os recordes intradia e de fechamento acima dos 195 mil pontos pela primeira vez

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O Ibovespa voltou a fechar o pregão em alta de 1,52%, no patamar recorde de 195.129 pontos, após renovar a máxima histórica intradia de 195.513 pontos. O desempenho do índice foi impulsionado pelo otimismo global em torno de um possível cessar-fogo definitivo no Oriente Médio.

O clima de maior apetite ao risco foi alimentado pelas expectativas de avanços diplomáticos nas negociações de trégua entre Estados Unidos, Israel e Irã. Paralelamente, investidores reagiram positivamente a dados de inflação e crescimento econômico nos Estados Unidos, que vieram em linha com as projeções do mercado, reduzindo as incertezas sobre a condução da política monetária global.

Em Wall Street, os principais índices encerraram o dia no campo positivo, enquanto as bolsas da Europa fecharam em leve queda, refletindo o receio de investidores locais sobre a durabilidade dos acordos de paz na região do conflito.

No cenário doméstico, as atenções se voltaram para as declarações do secretário-executivo do Ministério do Planejamento, Guilherme Mello. Em entrevista, Mello assegurou que o governo federal manterá a agenda de ajustes fiscais ao longo de 2026, mesmo em um ano marcado por eleições. Segundo o secretário, a gestão continuará focada em medidas de aprimoramento de receitas e despesas, sinalizando compromisso com o equilíbrio das contas públicas apesar do calendário eleitoral.

No Ibovespa, as ações da Petrobras foram um dos grandes destaques do dia, subindo 2,77% e recuperando cerca de R$ 20 bilhões em valor de mercado, apoiadas pela valorização de 1,23% do petróleo Brent, que fechou em US$ 95,92 por barril. Por outro lado, a Vale figurou entre as poucas quedas do índice, em dia de ajuste para o setor de mineração.

Maiores altas e quedas do Ibovespa

Confira as ações com melhor e pior desempenho no último fechamento:

Ações em alta no Ibovespa

  • Nordon Industrias Metalurgicas S.A. (NORD3): +27,78

  • Construtora Adolpho Lindenberg SA (CALI3): +19,63%

Ações em queda no Ibovespa

  • Companhia Distribuidora de Gas do Rio de Janeiro (CEGR3): -32,60%

  • Plascar Participacoes Industriais S.A. (PLAS3): -26,00%

 

O volume total negociado na B3 foi de R$ 37.295.042.280, em meio a 4.056.639 negócios.

 

Os dados da bolsa podem ser consultados no site da B3.  

 

O que é o Ibovespa e como ele funciona?

 

O Ibovespa (Índice Bovespa) é o principal indicador do mercado acionário brasileiro. Calculado pela B3, ele reflete a média do desempenho das ações mais negociadas na bolsa, com base em critérios de volume e liquidez. O índice é composto por uma carteira teórica de ativos, que representa cerca de 80% do volume financeiro total negociado no mercado.

 

O que é a B3, a bolsa de valores do Brasil?

 

A B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) é a bolsa de valores oficial do Brasil, sediada em São Paulo. É responsável pela negociação de ações, derivativos, títulos públicos e privados, câmbio e outros ativos financeiros. A B3 está entre as maiores bolsas do mundo em infraestrutura e valor de mercado.

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