Cadastro de mídia

TERMO DE USO E PARCERIA

TERMO DE USO E PARCERIA

Regras de Uso

1º - A utilização gratuita e livre dos materiais produzidos pelo Brasil 61 só será permitida depois que este termo de parceria for aceito pelo usuário, prevendo as seguintes regras:

a) A utilização do material - na íntegra, ou em partes - só será permitida desde que as informações não sejam distorcidas, manipuladas ou alteradas.

b) Não é necessário a identificação do Brasil 61 na hora da replicação do conteúdo. Mas toda e qualquer veiculação de áudios produzidos pelo Brasil 61 prevê o cadastro no site, com a disponibilização de dados que serão utilizados para a organização do mailing desta empresa,

2º - OBRIGAÇÕES DO BRASIL 61

a) O Brasil 61 se compromete, a partir deste termo de uso, a produzir conteúdo particularizado diariamente, trazendo informações de dia-a-dia e bastidores do Planalto Central, além de outras temáticas de relevância do noticiário nacional. 

b) O acesso ao conteúdo jornalístico (na versão de leitura) é livre e gratuito, podendo ser replicado por qualquer usuário que acesse o site. O download do áudio para que seja utilizado na programação das rádios requer que o radialista realize o login no site do Brasil 61 - informando e-mail e senha cadastrados. 

3º - OBRIGAÇÕES DOS COMUNICADORES PARCEIROS

Não alterar o sentido dos materiais, ou distorcer fala de entrevistados ou mudar a conotação das mensagens dos materiais. 

ADENDOS IMPORTANTES SOBRE A PARCERIA

a) O Brasil 61 poderá distribuir conteúdo patrocinado com ou sem assinatura dos clientes patrocinadores do boletim e sem aviso prévio ao comunicador. 

b) As rádios parceiras não vão ter participação financeira sobre o faturamento do Brasil 61.

c) Os comunicadores podem patrocinar os conteúdos do Brasil 61, desde que não alterem o sentido e a conotação dos conteúdos oferecidos. Nesses casos, o Brasil 61 não terá participação nos lucros conquistados pelos veículos parceiros. 

Ao clicar em ACEITO, a emissora aqui cadastrada afirma concordar e estar ciente de todas as condições apresentadas neste Termo de Utilização de Conteúdo.

Crise econômica

15/09/2020 11:20h

De acordo com o levantamento da CNT, dos 40,6% dos transportadores que tiveram que reduzir o quadro de empregados, 55,3% não pretendem demitir pessoal em setembro

Baixar áudio

Pela primeira vez, em três meses, o número de empresas do setor de transporte que tiveram de demitir funcionários durante a pandemia do novo coronavírus ficou estável. A informação foi constatada na Pesquisa de Impacto no Transporte - Covid-19, divulgada nesta segunda-feira (14) pela Confederação Nacional do Transporte (CNT). De acordo com o levantamento, dos 40,6% dos transportadores que tiveram que reduzir o quadro de empregados, 55,3% não pretendem demitir pessoal em setembro. 

Já entre os que não demitiram na pandemia, esse percentual é ainda mais elevado: 83,8% devem manter a postura neste mês. A pesquisa da CNT contou com a participação de 914 empresas de cargas e de passageiros, de todos os modais de transporte, entre 25 de agosto e 3 de setembro. O levantamento mostra também que cerca de 52% dos transportadores consultados que promoveram desligamentos esperam recontratar os empregados após a pandemia. 

Serviço de transporte público deve receber repasse de R$ 4 bilhões da União

PIB do setor de transportes recua 11,3% em seis meses

Cerca de 36% dos entrevistados esperam que a demanda e a receita aumente em 2021. Por causa da pandemia, 63,6% delas apontaram queda na demanda em relação ao mesmo período nos anos anteriores. Outra dado da pesquisa mostra que, para 40% das empresas, o impacto de um possível fim da desoneração da folha de pagamento será negativo. 

Copiar o texto
26/08/2020 00:00h

PL 3401/08 tramita no Congresso Nacional há 12 anos e quer disciplinar o procedimento de declaração judicial de desconsideração da personalidade jurídica. Texto quer ratificar a aplicação do instituto de ofício e limitar os efeitos da desconsideração

Baixar áudio

Diante da crise gerada pela pandemia do novo coronavírus, o projeto de lei 3401/2008 começa a ganhar mais atenção no Congresso Nacional. O PL, em discussão há mais de dez anos no Legislativo, visa disciplinar o procedimento de declaração judicial de desconsideração da personalidade jurídica, o que pode trazer segurança ao ambiente de negócios. 

A desconsideração da personalidade jurídica é uma medida usada por magistrados para permitir o bloqueio do patrimônio particular de sócios de empresas para o pagamento de dívidas adquiridas pelas firmas, diante de hipótese de fraudes ou de abuso de direito por parte dos donos. 

“Uma pessoa jurídica é constituída por pessoas físicas, seja na forma individual ou por sociedade, com vários sócios. Via de regra, a pessoa jurídica responde pelos débitos e ações no CNPJ”, explica a advogada cível Camilla Porto. “Quando a pessoa jurídica fica inadimplente e algum cliente, por exemplo, ganha uma ação contra a empresa e ela não tem nenhum bem no nome dela, a pessoa física passa a responder pelo débito. Ou seja, desconsidera-se a pessoa jurídica para atingir a pessoa do sócio.”

Ocorre que a utilização desse dispositivo tem se tornado comum nos tribunais, que têm “extrapolado” os casos previstos em lei ao ponto de atingir empresas que não conseguem honrar suas dívidas por insuficiência de recursos, por exemplo. Na opinião de alguns especialistas, a aplicação inapropriada pode desmontar o conceito de empresa, já que a falta de uma definição clara de quando e como os bens particulares dos sócios podem ser acionados em ações judiciais ou em processos administrativos é, hoje, fonte de insegurança jurídica para empresários.

Na visão da especialista em direito empresarial Ana Carolina Osório, quando a desconsideração da personalidade jurídica é aplicada sem obedecer ao critério principal de coibir fraudes empresariais, a medida “se desvirtua por completo”. 

“A Justiça do Trabalho e as Varas de Fazenda Pública, em processos de execução fiscal, em processos envolvendo relação entre empregado e empregador, têm banalizado esse instituto. Basta que a empresa não tenha patrimônio para pagar seu credor, e esse credor pode alcançar o patrimônio do sócio”, opina Ana Carolona. 

Para o deputado João Roma (DEM-BA), autor de um requerimento de urgência apresentado em dezembro do ano passado, a padronização da desconsideração da personalidade jurídica pode dar mais estabilidade ao empreendedor de boa-fé, além de contribuir para o crescimento econômico do país. 

“Esse projeto é um avanço no sentido do fortalecimento da segurança jurídica no Brasil. Segurança jurídica é fundamental, pois é através dela que nós poderemos ter acesso a crédito mais barato, viabilizar novos investimentos e criar mais empregos no Brasil”, afirma o parlamentar.  

Projeto antigo 

O projeto foi elaborado em 2008 na tentativa de resgatar a proposta do PL 2426/2003, do deputado Ricardo Fiúza, já falecido. O projeto de 2003 propunha à Câmara dos Deputados que fosse instituído um procedimento judicial específico para desconsideração da personalidade jurídica, em que, independentemente da análise dos seus pressupostos materiais, estivesse sempre assegurado o prévio exercício do contraditório e da ampla defesa.

Na justificativa do projeto 3401/2008, o autor afirma que o texto pretende estabelecer regras processuais claras para aplicação do instituto da desconsideração da personalidade jurídica, além de assegurar o prévio exercício do contraditório em hipóteses de responsabilidade pessoal de sócio por débito da pessoa jurídica. 

“Ou seja, não se pretende estabelecer pressupostos materiais ou mesmo limitar as hipóteses em que a desconsideração da personalidade jurídica pode ocorrer, mas, tão somente, instituir um rito procedimental, aplicável a toda e qualquer situação onde seja necessário ‘levantar o véu’ da pessoa jurídica, de modo a trazer segurança e estabilidade às relações jurídicas empresariais”, afirma o deputado Bruno Araújo em sua justificativa. 

O especialista em direito empresarial Bruno Lôbo Guimarães explica que esse procedimento já é garantido por alguns ramos do direito, como no Código de Processo Civil (CPC), desde 2016, e na Declaração de Direitos da Liberdade Econômica, de 2019. “Seria mais uma lei reforçando o que já existe no ordenamento jurídico.” 

Ele contextualiza o cenário da época da proposição. “Em 2008, a interpretação dos requisitos para decretar a desconsideração da personalidade ficava a cargo do Poder Judiciário. Com a entrada em vigor do novo Código de Processo Civil, em 2016, essa previsão é expressa e bem detalhada, resguardando o direito do sócio.”

Apesar de defender uma discussão maior em torno do PL, que pode apresentar alguns pontos conflitantes com as leis já em vigor, a expectativa é de que a proposta torne as regras mais claras e avance no que prevê o CPC, ao proibir a aplicação do instituto da desconsideração da personalidade jurídica de ofício e limitar os efeitos da desconsideração. 

“Se aprovado, o PL terá um efeito imediato de ratificar a excepcionalidade da desconsideração da personalidade jurídica. Acredito que o PL servirá mais como um alerta para o Poder Judiciário de que a medida exige cautela e que não pode ser deferida de forma genérica e abstrata”, argumenta Guimarães. 

Copiar o texto
Economia
20/08/2020 15:30h

O resultado foi 11,66% menor do que o verificado no mesmo período de 2019, quando o total faturado foi R$ 41,81 bilhões

Baixar áudio

Nos seis primeiros meses de 2020, o Polo Industrial de Manaus (PIM) registrou faturamento de R$ 36,96 bilhões. Como o pico da pandemia atingiu a capital amazonense em maio, várias indústrias suspenderam ou reduziram as atividades a partir daquele mês. Por isso, o resultado foi 11,66% menor do que o verificado no mesmo período de 2019, quando o total faturado foi R$ 41,81 bilhões.

Os dados, que são compilados pela Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa), apontam que, em dólar, o faturamento foi de US$ 7.65 bilhões no período, contra US$ 10.88 bilhões de janeiro a maio do ano passado. Nos meses de abril e maio, apenas 20% das empresas continuaram normalmente a produção enquanto 30% paralisaram totalmente suas atividades.

Mesmo durante a pandemia, alguns seguimentos apresentaram crescimento no período analisado. Os produtos alimentícios, por exemplo, tiveram faturamento de R$ 263,85 milhões e crescimento de 70,45%. Já o mecânico registrou um faturamento de R$ 2,09 bilhões e crescimento de 18,61%.

Fundo que financia desenvolvimento tecnológico na Zona Franca de Manaus só teve 12% dos recursos liberados em 2020

MP que prorroga para 2021 vigência da Lei Geral de Proteção de Dados tem votação adiada na Câmara

Novo mercado capixaba de gás natural pode destravar cerca de R$ 40 bi em projetos nos próximos anos

Em relação à produção, o destaque é para os aparelhos condicionadores de ar, tanto tipo split system, que contou com 1,5 milhão de unidades e crescimento de 34,67%, quanto tipo janela, com cerca de 155 unidades e crescimento de 66,35%. 

Sobre a taxa de emprego, o Polo Industrial de Manaus registrou 85.451 trabalhadores, entre efetivos, temporários e terceirizados em maio. Isso significa que houve uma redução de 3,80% em relação a maio de 2019. A média de janeiro a maio é de 90.272 trabalhadores.


 

Copiar o texto
20/08/2020 00:00h

O projeto de socorro financeiro para o setor de transportes coletivos no Brasil, ficou marcado para ter votação na semana que vem na Câmara dos Deputados.

Baixar áudio

O projeto de socorro financeiro para o setor de transportes coletivos no Brasil, ficou marcado para ter votação na semana que vem na Câmara dos Deputados. O Projeto de Lei 3364/2020 estava na pauta da última terça-feira (18), mas os debates se estenderam noite à dentro, e como o PL estava como último item da pauta em discussão, acabou não gerando consenso em relação a detalhes da relatoria.

O documento em debate visa proteger o setor de transportes coletivos das graves consequências econômicas geradas por conta de paralisações parciais ou totais nos serviços durante a pandemia da Covid-19, além de pretender reduzir os prejuízos aos usuários.

Câmara deve votar hoje socorro de R$ 4 bi ao setor de transporte público

PEC dos Fundos Públicos está pronta para ser votada pelo Senado

De acordo com o deputado federal Hildo Rocha (MDB/MA), relator do projeto, o plano tem o objetivo de socorrer as empresas e fortalecer o transporte coletivo nos estados e municípios, por isso o adiamento pode ser uma oportunidade de expandir o alcance do projeto, beneficiando cada vez mais pessoas.

“Serão mais de 140 cidades beneficiadas com esse recurso, algo em torno de R$ 4 bilhões de reais. Os estados também irão acessar até 30% desses quatro bilhões e os municípios ficarão com 70% desses recursos. Para que possam ser transformados em passagens sociais, com a compra antecipada dos bilhetes, os mesmos serão entregues para os beneficiários dos programas sociais”, destacou o parlamentar.



Apesar disso, o diretor da Associação Nacional das Empresas de Transportes Urbanos (NTU), Marcus Bicalho dos Santos, acredita que se o projeto mantivesse o foco apenas na ajuda emergencial, seria uma maneira mais efetiva de tornar os resultados positivos sem sobrecarregar estados e municípios, pois o projeto atual estabelece uma enorme quantidade de contrapartidas.

Para o diretor, hoje esse projeto mistura “a ajuda emergencial com a solução para alguns problemas estruturais e isso pode, naturalmente, criar algumas dificuldades da efetivação dessa ajuda setorial. Porque o PL impõe uma série de contrapartidas aos municípios, impõe contrapartida para as empresas, impõe assinaturas para aditivos contratuais e isso tudo leva tempo. Hoje temos dúvidas sobre quando esse recurso, efetivamente, vai chegar na ponta”, explicou Bicalho.

Copiar o texto
11/08/2020 17:50h

Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional regulamentou a Transação Excepcional para parcelar os débitos fiscais das micro e pequenas empresas enquadradas no regime do Simples Nacional.

Baixar áudio

Os débitos fiscais das micro e pequenas empresas enquadradas no regime do Simples Nacional poderão ser parcelados de acordo com Transação Excepcional, que é destinada aos débitos considerados como de difícil recuperação ou irrecuperáveis, levando em consideração os impactos econômicos e financeiros sofridos pelo contribuinte devido à pandemia da Covid-19 no Brasil.

Pandemia prejudicou rendimento médio habitual do trabalhador brasileiro, segundo Ipea

A modalidade foi regulamentada pela Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) e está disponível para adesão, no portal Regularize, até o dia 29 de dezembro de 2020. A transação permite que a entrada, referente a 4% do valor total (sem descontos) das inscrições selecionadas, seja parcelada em até 12 meses. Já o pagamento do saldo restante poderá ser dividido em até 133 meses, sendo que o valor mínimo da prestação não poderá ser inferior a R$ 100,00. Há também a possibilidade de descontos de até 100% sobre os valores de multas, juros e encargos legais.

O procedimento de adesão possui três etapas, sendo todas realizadas por meio do Regularize, na opção Negociação de Dívida > Acessar o Sispar.

 

Copiar o texto
23/07/2020 12:20h

Dados do Banco Mundial apontam para a necessidade de investimentos anuais da ordem de 4,25% do PIB para melhorar a qualidade de vida dos brasileiros, em comparação com os menos de 2% atuais

Baixar áudio

O avanço da pandemia do novo coronavírus no Brasil causou efeitos avassaladores na economia do país. Com um cenário incerto, mesmo a logo prazo, o Ministério da Infraestrutura apresenta novas prioridades em concessões para investidores. Dados do Banco Mundial apontam para a necessidade de investimentos anuais da ordem de 4,25% do PIB para melhorar a qualidade de vida dos brasileiros, em comparação com os menos de 2% atuais.

Estudos para concessão da Ferrogrão são protocolados junto ao TCU

Ministério da Infraestrutura tem planejamento robusto de concessões para o segundo semestre

Com isso, a Pasta avalia que, pela crise ter atingido milhares de empregos e a renda dos brasileiros, causando um impacto direto na redução do chamado “Custo Brasil”, será necessário maior investimento em infraestrutura ampliação de parcerias com o setor privado.  

No setor rodoviário, por exemplo, a carteira de projetos em desenvolvimento atinge a extensão de mais de 18 mil km de novos contratos de concessão e investimentos da ordem de R$ 151 bilhões. Essa amplitude é capaz gerar 2,1 milhões de empregos durante os contratos de concessão. 

Já no setor ferroviário, destaca-se a EF-170, conhecida como Ferrogrão, que busca consolidar o novo corredor ferroviário de exportação do Brasil pelo Arco Norte. A ferrovia contará com uma extensão de 933 km, conectando a região produtora de grãos do Centro-Oeste ao Estado do Pará. Os investimentos estão estimados em R$ 8,4 bilhões, em empreendimento com prazo de 65 anos e estimativas de geração de 13 mil empregos na fase de obras.

No que diz respeito a portos, está prevista a realização de certames licitatórios de pelo menos 11 terminais portuários este ano. Dois deles estão localizados no Porto de Santos; um no Porto de Paranaguá – PR, quatro localizados no Porto do Itaqui - MA, dois no Porto de Aratu - BA; mais um no Porto de Santana - AP; e outro localizado no Porto de Maceió - AL. 

Somados, os investimentos estimados se aproximam de R$ 1,5 bilhão, além dos benefícios diretos em melhoria e modernização da infraestrutura portuária, regularização de contratos e geração de mais de 25 mil empregos diretos e indiretos.

 

Copiar o texto
Economia
21/07/2020 05:00h

O levantamento considerou indicadores que envolvem, por exemplo, a arrecadação de ICMS, a emissão de notas fiscais eletrônicas e até o volume de veículos de passeio e de transportes cruzando por praças de pedágio

Baixar áudio

A retração do Índice de Atividade Econômica do Banco Central para o Rio Grande do Sul (IBCR-RS) poderá ser na ordem de 10%, se levado em conta a retomada gradativa dos índices de atividade pré-pandemia. É o que revela estudo desenvolvido no âmbito do Comitê de Dados do governo do estado. O levantamento aponta que mesmo em cenários menos pessimistas, 2020 será pior do que 2015, quando o país viveu o pico de uma recessão.

Crise nos municípios deve reaquecer agenda de reformas administrativas

Afetadas pela pandemia, 3,5 milhões de micro e pequenas empresas poderão parcelar débitos fiscais

Municípios brasileiros tentam driblar a crise econômica e mantêm empregos com iniciativas locais

O estudo considerou indicadores que envolvem, por exemplo, a arrecadação de ICMS, a emissão de notas fiscais eletrônicas e até o volume de veículos de passeio e de transportes cruzando por praças de pedágio. Caso a situação se agrave, e o isolamento social permaneça nos padrões atuais até o fim do ano, a queda do IBCR-RS deve ultrapassar 14%.

Em um cenário ainda mais complicado, em que as medidas de isolamento fossem iguais as estabelecidas em março deste ano, a queda na atividade econômica poderá atingir a marca de 16%. Sendo assim, o estudo considera que, diante do quadro, o início da retomada seria possível apenas em 2021. 
 

Copiar o texto
08/07/2020 17:00h

Montante refere-se a investimentos dos poderes Municipal, Estadual e Judiciário desde o início da pandemia

Baixar áudio

Nos seis primeiros meses do ano, o Governo do Paraná investiu cerca de R$ 400 milhões no enfrentamento à Covid-19. A maior parte dos recursos, cerca de R$ 173 milhões foram empenhados no reforço e na ampliação da rede pública de atendimento hospitalar contra o novo coronavírus.

Com a contratação de serviços profissional foram aplicados R$ 75 milhões. Para a aquisição de materiais e aparelhos farmacológicos, laboratoriais, químicos e hospitalares foram destinados pouco mais R$ 49 milhões. Empenhos financeiros em proteção hospital somam R$ 20 milhões. 

A Secretária de Educação também entra na soma com a aplicação de cerca de R$ 24 milhões, a maior parte para ser utilizada para garantir a compra de produtos da merenda escolar para ser distribuída a famílias de estudantes. 

O levantamento está no  Sistema Integrado de Finanças Públicas do Estado do Paraná (Novo SIAF) e refere-se a investimentos nos poderes nos poderes municipal, estadual e judiciário realizados entre março e 21 de junho. Dos R$ 400 milhões empenhados, aproximadamente R$ 172 milhões já foram liquidados.
 

Copiar o texto
06/07/2020 11:00h

O número abrange quase os 65,5 milhões de cidadãos considerados elegíveis e os integrantes de suas famílias

Baixar áudio

Os dados mais atualizados da Dataprev apontam que o Auxílio Emergencial do Governo Federal já beneficiou de forma direta ou indireta, cerca de 124 milhões de pessoas. O número abrange quase os 65,5 milhões de cidadãos considerados elegíveis e os integrantes de suas famílias.

Governo federal destina mais R$ 101,6 bi para auxílio emergencial

Bolsonaro prorroga auxílio emergencial e espera reação da economia após fim da validade do benefício

76% dos recursos do Auxílio Emergencial atingiram faixa mais pobre da população

Inicialmente, a proposta do governo previa que o Auxílio Emergencial beneficiasse cerca de 20 milhões de pessoas, a uma parcela de R$ 200. No entanto, o Congresso Nacional aumentou para R$ 500. Ao sancionar a medida, o presidente Bolsonaro ampliou para R$ 600. Segundo os números do governo, cerca de 65 milhões de pessoas estão habilitadas para receber o Auxílio Emergencial.

Um decreto assinado recentemente pelo presidente Jair Bolsonaro determinou a prorrogação do Auxílio Emergencial por mais dois meses. Até o momento, já foram creditados mais de R$ 116 bilhões para os milhões de beneficiários do programa.
 

Copiar o texto
06/07/2020 05:00h

Portaria do Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR) contempla empreendimentos de até R$ 10 milhões que deveriam ser entregues até 30 de junho de 2020

Baixar áudio

Portaria do Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR) prorrogou para 30 de abril de 2021 o prazo de conclusão de obras paralisadas do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). O documento contempla empreendimentos de até R$ 10 milhões e que deveriam ser entregues até 30 de junho deste ano. Criado em 2007, o PAC tem o objetivo de promover obras de infraestrutura social, urbana, logística e energética. 

Uma auditoria realizada pelo Tribunal de Contas da União (TCU) aponta que, em maio de 2019, cerca de 2,9 mil obras do programa estavam paralisadas. De acordo com o TCU, a União investiu R$ 16,9 bilhões no programa entre janeiro e setembro do ano passado, o que representa uma queda de 16% em relação ao mesmo período de 2018.

 

A Confederação Nacional dos Municípios (CNM) “considerou positiva a decisão de ampliar o prazo [das obras], visto que o cenário é de pandemia e, consequentemente, de crise econômica”. Segundo a entidade, a portaria vai possibilitar a continuidade de obras saneamento, moradias, urbanização de favelas e mobilidade. 

Durante a pandemia da covid-19, o governo federal tem defendido que a realização de obras será o grande motor da retomada econômica. Segundo o Ministério da Infraestrutura, nos seis primeiros meses do ano, foram entregues 36 obras e realizados dois leilões. A pasta afirma que foram investidos R$ 3,5 milhões na área de infraestrutura. 

Ao fazer um balanço dos empreendimentos entregues durante o primeiro semestre, o ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas,  disse que o governo não esperava esse resultado. “Nós tivemos resultados expressivos e até surpreendentes, porque quando a gente pensa que de janeiro a junho nós entregamos praticamente 127 quilômetros de duplicações, isso é um resultado digno de registro”, afirmou. 

Entregas

Entre as obras entregues em 2020, estão sete reformas e ampliações de aeroportos, entre eles o Aeroporto Internacional de Fortaleza (CE) e o de Foz de Iguaçu (PR). Também foi realizada a concessão de 220 quilômetros da BR/101, em Santa Catarina. Tarcísio de Freitas também comemorou a aprovação do Marco Legal do Saneamento que, segundo ele, vai impulsionar ainda mais o setor de Infraestrutura no país e também melhorar a qualidade de vida dos brasileiros. 

“Vai aliviar o sistema de Saúde, diminuir as internações e a perda financeira pelo desperdício de água, reduzir o gasto com saúde. Mas a curto prazo vai mexer muito com a construção civil e já temos hoje R$ 53 bilhões sendo estruturados com o BNDES”, apontou.

Até o fim do ano, o Ministério da Infraestrutura pretende realizar mais 14 leilões e publicar 16 editais de obras, além de entregar mais 33 obras de infraestrutura. Em dezembro de 2019, antes da pandemia, o órgão previa a realização de 44 leilões em 2020.
 

Copiar o texto

Use dados tenha mais votos nas eleições 2020