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TERMO DE USO E PARCERIA

TERMO DE USO E PARCERIA

1º - A utilização gratuita e livre dos materiais produzidos pelo Brasil 61 só será permitida depois que este termo de parceria for aceito pelo usuário, prevendo as seguintes regras:

a) A utilização do material - na íntegra, ou em partes - só será permitida desde que as informações não sejam distorcidas, manipuladas ou alteradas.

b) Não é necessário a identificação do Brasil 61 na hora da replicação do conteúdo. Mas toda e qualquer veiculação de áudios produzidos pelo Brasil 61 prevê o cadastro no site, com a disponibilização de dados que serão utilizados para a organização do mailing desta empresa,

2º - OBRIGAÇÕES DO BRASIL 61

a) O Brasil 61 se compromete, a partir deste termo de uso, a produzir conteúdo particularizado diariamente, trazendo informações de dia-a-dia e bastidores do Planalto Central, além de outras temáticas de relevância do noticiário nacional. 

b) O acesso ao conteúdo jornalístico (na versão de leitura) é livre e gratuito, podendo ser replicado por qualquer usuário que acesse o site. O download do áudio para que seja utilizado na programação das rádios requer que o usuário realize o login no site do Brasil 61 - informando e-mail e senha cadastrados. 

3º - OBRIGAÇÕES DOS COMUNICADORES PARCEIROS

Não alterar o sentido dos materiais, ou distorcer fala de entrevistados ou mudar a conotação das mensagens dos materiais. 

ADENDOS IMPORTANTES SOBRE A PARCERIA

a) O Brasil 61 poderá distribuir conteúdo patrocinado com ou sem assinatura dos clientes patrocinadores do boletim e sem aviso prévio ao comunicador. 

b) As rádios parceiras não vão ter participação financeira sobre o faturamento do Brasil 61.

c) Os comunicadores podem patrocinar os conteúdos do Brasil 61, desde que não alterem o sentido e a conotação dos conteúdos oferecidos. Nesses casos, o Brasil 61 não terá participação nos lucros conquistados pelos veículos parceiros. 

Ao clicar em ACEITO, a emissora aqui cadastrada afirma concordar e estar ciente de todas as condições apresentadas neste Termo de Utilização de Conteúdo.

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 Última atualização: 24 de dezembro de 2020 

Educação

Educação
21/01/2021 16:00h

O prazo para efetivar a vaga na unidade de ensino vai de 1 a 12/2, apresentando a documentação necessária

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A listagem das escolas onde cada estudante da rede estadual de ensino de Minas Gerais deve realizar a matrícula em 2021 já está disponível para os alunos que fizeram o cadastramento escolar por meio do Sistema Único de Cadastro e Encaminhamento para Matrícula (Sucem). Ao todo, 95,4% das inscrições foram alocadas dentro do zoneamento. 

O encaminhamento para matrícula foi realizado de acordo com a disponibilidade de vagas por turno e o espaço físico de cada escola. Além disso, o tipo de atendimento prestado e o nível de ensino oferecido também foram considerados para definir a alocação.

PE: IEL oferece 34 vagas de estágio

CE: IEL tem processo seletivo para estágio no TCE

O resultado da locação será encaminhado diretamente para o e-mail informado no momento do cadastramento. Se, eventualmente, o aluno não receber a mensagem ou não se lembrar do endereço eletrônico registrado, basta acessar o site e informar o número de inscrição. Caso o estudante ainda não tenha sido alocado, é preciso aguardar até o dia 25 de fevereiro. O prazo para efetivar a vaga na unidade de ensino vai do dia primeiro ao dia 12, apresentando a documentação necessária.

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21/01/2021 10:20h

Alunos de graduação e pós graduação selecionados terão aulas magnas com juristas do STF, além de acompanharem sessões de julgamento, com posterior diálogo com os assessores dos ministros sobre a pauta

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Inscrições para o programa de intercâmbio acadêmico “Por Dentro do Supremo” foram prorrogadas até sexta-feira (22). Ao todo, são cinco vagas para estudantes de pós-graduação stricto-sensu e 15 para alunos de graduação dos cursos de Direito, Ciências Sociais, História, Gestão de Políticas Públicas e Economia. Objetivo do programa é incentivar a pesquisa e a produção acadêmica. 

Entre as atividades previstas, os estudantes terão aulas magnas com juristas e figuras renomadas da história do STF, acompanharão sessões de julgamento com posterior diálogo com assessores dos ministros sobre os temas da pauta, além de aulas e oficinas sobre o desenho institucional do STF. 

Governo de Goiás abre matrículas para cursos gratuitos de capacitação e qualificação

Esclarecimento: Supremo Tribunal Federal afirma que não proibiu o governo federal de agir no enfrentamento à pandemia da Covid-19

STF afirma que municípios não podem proibir instalação de redes para internet

O intercâmbio acadêmico deve ocorrer entre os dias 9 e 11 de março, totalmente de forma virtual, em razão da pandemia do novo coronavírus. Interessados devem ler o edital e preencher o formulário eletrônico disponível no portal do STF. 

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21/01/2021 00:00h

Com o início do novo ano letivo, os municípios estão optando pela permanência da modalidade remota e a retomada do ensino presencial de forma híbrida, metodologia que combina aprendizado online com aulas presenciais

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A pandemia transformou completamente a rotina das salas de aula, que passaram a ser em casa e muitas das vezes sem recursos adequados para isso. Com o início do novo ano letivo, os municípios estão optando pela permanência da modalidade remota e a retomada do ensino presencial de forma híbrida, metodologia que combina aprendizado online com aulas presenciais.
 
No entanto, cerca de seis milhões de estudantes brasileiros, desde a pré-escola até a pós-graduação, não têm acesso à internet banda larga ou 3G/4G em casa e, consequentemente, não conseguem participar do ensino remoto. Desses, 5,8 milhões são alunos de instituições públicas, segundo o estudo Acesso Domiciliar à Internet e Ensino Remoto Durante a Pandemia, realizado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).
 
A empregada doméstica Alexandra Pires, de Jundiaí (SP), está entre a grande parcela que enfrentou problemas no ensino remoto com sua filha Caroline, 10 anos, que cursa o 5º ano da rede pública. “Foi uma dificuldade tremenda, porque eu trabalho e tinha que chegar do serviço, ajudar ela com as aulas que eram pelo celular. O celular é meu. Tinha que esperar ela fazer os deveres para depois olhar minhas coisas. Foi muito complicado e às vezes tinha internet, às vezes não”, contou. 
 
Os alunos do ensino fundamental são os mais afetados de acordo com o estudo. Juntos, os anos iniciais e os anos finais somam mais 4,35 milhões de estudantes sem acesso, sendo 4,23 milhões de escolas públicas.

Para o melhor aprendizado, o desejo da mãe era do retorno das aulas presenciais, mas ela teme a segurança da filha que é asmática. “No caso eu acho que eles deveriam dar toda a assistência para as famílias e não foi isso que fizeram. Simplesmente você tinha que se resolver da melhor maneira possível, como dava para fazer”, reclamou Alexandra. 

Dos 5,8 milhões de estudantes de escolas públicas que não têm conexão, apenas 2,6 milhões dispunham de sinal de rede móvel celular. O estudo Ipea afirma que, destes, aproximadamente 800 mil precisam somente de um chip de dados, porque já dispõem de computador, tablet, celular ou notebook.
 
Para o coordenador do Todos Pela Educação, Ivan Gontijo, o ensino remoto no Brasil teve um efeito bastante limitado já que o uso da tecnologia não era difundido e seria impossível falar da continuidade sem os gestores municipais pensarem em um investimento em tecnologia. 

“Em grande parte do sistema educacional a tecnologia não fazia parte da escola. Essa migração foi difícil. E um segundo ponto que tornou também os efeitos do ensino remoto mais limitados foi a dificuldade de acesso de milhões de estudantes. Sabemos que muitos alunos não têm conectividade adequada ou não têm os aparelhos, computadores, tablets, celulares para o acesso ao ensino remoto, ou até mesmo local adequado para estudo dentro de casa”, pontuou.

Quase 1,8 milhão de alunos da rede pública não têm esses equipamentos e precisam contar com a distribuição de celular ou tablet para se conectar. Ainda assim, aproximadamente 3,2 milhões continuariam sem acesso, pois não têm sinal de rede móvel onde moram.

Gestores municipais optam entre continuidade do ensino remoto e retomada das aulas presenciais

MEC libera R$72 milhões para manutenção de instituições de ensino

Professora de educação infantil da Rede Municipal de Luziânia (GO), Itatiane Aparecida Martins dá aulas para alunos de três a cinco anos, faixa etária que ela considera o rendimento das aulas online ainda mais complicado, por demandar muito da atenção dos pais. 

“Se no presencial eu consigo 75% a 85% de rendimento do aluno, no ensino remoto eu consigo 25% a 35%. Talvez eu consiga 45% com aquele pai que tem interesse e com aquele aluno muito dedicado eu consiga 50%. Porém o pior é ficar sem fazer nada. Talvez o pai não valorize aquilo que está sendo proposto, mas a gente busca alternativas para dar um suporte e também estímulo para que ele não desista de fazer a atividade”, ressaltou.

Apesar da dificuldade no aprendizado em casa, ela acredita que ainda não é o momento do retorno presencial. “É fácil colocar a criança dentro da escola sob os cuidados do professor e a escola ser responsabilizada. É muito fácil achar o culpado. Precisamos lembrar que estamos lidando com vidas, o professor já tem muita responsabilidade.”

Atraso no calendário letivo

Outra consequência da pandemia e do ensino remoto é que muitos municípios não conseguiram finalizar o ano letivo de 2020, como é o caso de Acrelândia (AC), que com as medidas de isolamento não teve tempo hábil para concluir o conteúdo no ano passado. O retorno das aulas está marcado para o dia 8 de fevereiro ainda de maneira remota, a expectativa para o início do calendário letivo de 2021 e retorno presencial é para o mês de maio. 
 
Professor da rede municipal da cidade e pai de um aluno de 12 anos, Samuel Bento dos Reis contou sua experiência com o ensino remoto dos dois lados. “Foi muito complicado trabalhar este ano com essas aulas remotas, até porque tem pai que não aceita e tem criança também que não tem desenvolvimento nenhum, principalmente aqueles que pegam as atividades na escola e fazem sozinhos. Alguns são acompanhados do pai, amigo ou até irmão mais velho”, afirmou.
 
Segundo o coordenador do Todos Pela Educação, Ivan Gontijo, a primeira medida acerca da definição do calendário deve ser contabilizar a carga horária do ensino remoto e realizar uma avaliação diagnóstica, para os professores entenderem como os alunos estão chegando. A mentalidade deve ser de recuperar a defasagem no aprendizado dos alunos, para que nenhum fique para trás.
 
“É importante que as Secretarias de Educação forneçam avaliações padronizadas para todas as escolas, para conseguirmos ter um panorama geral de como os alunos estão chegando e quais temas e conteúdos precisam ser mais aprofundados. Essa avaliação vai ter o papel de guiar o planejamento pedagógico ao longo dos próximos anos letivos”, disse.
 

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20/01/2021 15:30h

Programa é voltado para professores, estudantes e profissionais em geral

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Uma parceria entre o governo de Alagoas e a startup Digital Innovation One vai ofertar mais de 10 mil bolsas gratuitas para professores, estudantes e profissionais em geral do estado. Serão realizados dez cursos de capacitação na área de Tecnologia da Informação e Comunicação (Tics). O programa será lançado na próxima quinta-feira (21).

As aulas serão realizadas no ambiente virtual e os conteúdos ficarão disponíveis por meio da plataforma OxeTech. A parceria é fruto de conversas entre a Secretaria da Ciência, da Tecnologia e da Inovação (Secti) e a Digital Innovation One, que tem como objetivo democratizar o conhecimento em desenvolvimento de software e tecnologias exponenciais.

O programa é dividido em três etapas. Nas primeiras, será lançada a plataforma digital e, posteriormente, apresentados laboratórios presenciais. O governo também promete a inserção dessa metodologia no plano educacional de Alagoas. De acordo com a Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom), no Brasil são formados apenas 36 mil pessoas com perfil tecnológico por ano, mas seriam necessários 70 mil profissionais para suprir a demanda desse mercado.

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Educação
20/01/2021 14:00h

Na ocasião deve ser apresentada a estratégia Busca Ativa Escolar do Unicef

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Será realizada uma webconferência na próxima quinta-feira (21) com o tema “Tribunais de Contas e Ministério Público no Engajamento pela Concretização da Busca Ativa Escolar”. O encontro deve contextualizar o direito à educação e  o papel dos órgãos na garantia desse direito.

O fechamento das escolas, em razão da pandemia, fez com que um grande número de estudantes perdesse o vínculo com as instituições,  aumentando a evasão e o abandono. Na ocasião deve ser apresentada a estratégia Busca Ativa Escolar do Unicef.

Gestores municipais optam entre continuidade do ensino remoto e retomada das aulas presenciais

Escolas fechadas podem representar retrocesso de até quatro anos na aprendizagem

O evento é uma parceria entre a Associação dos Tribunais de Contas (Atricon), Instituto Rui Barbosa (IRB), Conselho Nacional do Ministério Público e o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef). A transmissão será realizada pelo Canal no Youtube do TCE do Rio Grande do Sul das 10h às 11h50.

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Educação
20/01/2021 10:45h

Candidatos têm até o dia 27 para comprovar informações; lista da 2ª chamada será divulgada em 1º de fevereiro

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Saiu a lista dos candidatos aprovados na primeira chamada do Programa Universidade para Todos, o Prouni, para 2021. Os selecionados têm até o dia 27 de janeiro para comprovar as informações prestadas na inscrição. 

Neste ano, o programa ofereceu um total de 162 mil bolsas. São 13 mil cursos em mais de mil instituições de ensino em todo o Brasil. De acordo com dados do Ministério da Educação (MEC), só na modalidade a distância foram ofertadas quase 53 mil bolsas. 

Para ter acesso à bolsa integral do Prouni, o estudante precisa comprovar renda familiar bruta mensal de até 1,5 salário-mínimo por pessoa. Já para a bolsa parcial, o requisito é até três salários-mínimos por pessoa.

Famílias pobres foram as mais atingidas pela inflação em 2020

Escolas fechadas podem representar retrocesso de até quatro anos na aprendizagem

Ainda segundo o MEC, é necessário que o interessado também tenha cursado o ensino médio completo em escola da rede pública ou da rede privada, desde que na condição de bolsista integral. Professores da rede pública de ensino também podem disputar uma bolsa, não entrando no limite de renda exigido dos demais candidatos. 

Outro requisito é ter realizado o Exame Nacional do Ensino Médio, o Enem, e ter alcançado, no mínimo, 450 pontos na prova e não ter zerado a redação. Nessa edição, os interessados serão avaliados excepcionalmente de acordo com a nota do Enem 2019, já que a prova de 2020 foi adiada em razão da pandemia.  

A lista com os convocados está disponível em prouniportal.mec.gov.br. O resultado da segunda chamada será divulgado no dia 1º de fevereiro. 

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20/01/2021 00:00h

Há oportunidades nas áreas de Eletrotécnica, Soldagem, Energia, Refrigeração, Climatização, entre outras

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O Centro de Tecnologias do Gás e Energias Renováveis (CTGÁS-ER), do SENAI/RN, está com inscrições abertas para cursos de capacitação profissional. Há oportunidades nas áreas de Eletromecânica, Soldagem, Eletrotécnica, Energia (Eólica, GTD e Renováveis), Refrigeração e Climatização, Automação Industrial, Meio Ambiente e Segurança do Trabalho. As aulas são desenvolvidas nas modalidades à distância, presencial e semipresencial.

O diretor do CTGAS-ER, Rodrigo Diniz de Mello, explica como se inscrever nos cursos. “O CTGÁS-ER não possui um período específico de matrículas, sendo possível o acesso aos seus cursos em qualquer época do ano. As matrículas podem ser realizadas diretamente no site do SENAI/RN, onde os interessados podem procurar os cursos de interesse”. Segundo o diretor, é preciso ficar atento aos pré-requisitos específicos de cada curso. 

Arte - Brasil 61

Alunos do Sesi Planalto (GO) desenvolvem solução que impede a proliferação do novo coronavírus em superfícies

Fiesc abre inscrições para voluntários que queiram elaborar projetos para o terceiro setor

MEC abre 100 mil novas vagas para o curso Alfabetização Baseada na Ciência

Mercado de trabalho

O instrutor de Eletrotécnica, Thiago Silva de Almeida, de Natal/RN, fez o curso Técnico em Eletrotécnica entre 2017 e 2020. Ele conta como a capacitação do CTGÁS-ER contribuiu para conquistar uma vaga no mercado de trabalho.

“Existe a parte didática, em sala de aula, e a parte prática, nos laboratórios. Isso ajudou demais na minha posição no mercado de trabalho, no meu desenvolvimento profissional e alavancou a minha carreira”, conta.

O professor do Instituto de Energia e Ambiente, da Universidade de São Paulo, Edmilson Moutinho dos Santos, explica que a geração de emprego na área tende a ser proporcional ao crescimento das fontes de energia renováveis. “Como nosso consumo total de energia tende a crescer, você verá expansões de emprego em todos os segmentos energéticos. O fato da geração elétrica, a partir de fontes eólicas, solar e a gás, estar com taxas de expansão importantes, isso gera empregos diretos”, explica.

Segundo o professor, a distribuição de equipamentos de geração de energia, nas cidades e no campo, vai aumentar a demanda por profissionais da manutenção.

Na página da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial é possível conferir um mapa de carreiras, no setor de energia eólica e de energia solar, de acordo com o nível de especialização.

A programação dos cursos do CTGÁS-ER está disponível no link e as matrículas podem ser feitas pelo site do SENAI/RN.

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Educação
20/01/2021 00:00h

Projeto é uma iniciativa do Senai e visa promover a inserção de alunos egressos dos cursos no mercado de trabalho; Engenorte vai apadrinhar turma de Técnico em Eletrotécnica

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Os alunos do curso Técnico em Eletrotécnica da unidade de Gurupi (TO) agora terão uma empresa madrinha para ajudar na inserção no mercado de trabalho. O projeto, do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), é uma iniciativa que conta com o apoio de empresas parceiras que, após adesão, observam o desempenho dos alunos no curso em questão. Os que mais se destacarem podem ser aproveitados no quadro pessoal da empresa, se atingirem o perfil desejado. 

Para a turma de Gurupi, que tem cerca de 30 alunos, a empresa madrinha será a Engenorte. As aulas começam no final de janeiro e a empresa acompanhará o curso pelos próximos dois anos. Após a formação, a Engenorte vai abrir seleção de talentos entre os estudantes egressos e, dependendo do desempenho, os alunos já podem conquistar a primeira oportunidade de trabalho. 

“O projeto empresa madrinha visa contribuir para o aumento da inserção dos alunos nas indústrias tocantinenses”, afirma Núbia Almeida, gerente do Senai em Gurupi. O principal objetivo, segundo ela, é mostrar para a indústria estadual o potencial dos alunos egressos do Senai. 

“Queremos proporcionar aos alunos a vivência de forma prática dentro da indústria, com situações semelhantes que eles poderão enfrentar na vida profissional deles dentro da empresa parceira. Com isso, automaticamente, quem ganha é a empresa pela promoção desse intercâmbio técnico-pedagógico”, garante a gerente. 

Em todo estado, 36 turmas já foram atendidas com o projeto, contemplando 1,3 mil alunos. Só o município de Gurupi já teve mais de 90 alunos beneficiados. “Elevamos o indicador de alunos egressos inseridos no mercado de trabalho e na indústria, uma vez que temos o caso concreto de uma empresa que contratou três dos nossos alunos logo após o encerramento do projeto”, revela. A empresa citada por Núbia é a Transportadora e Distribuidora de Bebidas CEMAR, que apadrinhou a turma de Técnico em Administração no ano passado. 

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20/01/2021 00:00h

Estudo da Fundação Getulio Vargas (FGV) comparou aprendizado de ano típico com o tempo de interrupção das aulas em 2020 e eventuais conhecimentos do ensino remoto, observando maior prejuízo em matemática e português para alunos do Ensino Fundamental 2

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Um estudo encomendado pela Fundação Lemann e produzido pela Fundação Getulio Vargas (FGV) mostra o impacto da suspensão de aulas na pandemia. De acordo com os resultados da pesquisa, o aprendizado não realizado no País em 2020, durante o período de escolas fechadas, pode ser superior à evolução de proficiência dos estudantes observada nos últimos quatro anos, tanto em matemática quanto em língua portuguesa. 

O estudo utilizou como base parâmetros do aprendizado em língua portuguesa e matemática medido pelo Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb) entre 2015 e 2019, e comparou cenários possíveis de alunos do Ensino Médio e Ensino Fundamental 2, do 5º ao 9º ano, durante o modelo de aulas virtuais, uma metodologia baseada em estudo do Banco Mundial.

A pesquisa analisou três perspectivas. Na otimista, os alunos aprenderiam através do ensino remoto o mesmo que no ensino presencial. Na intermediária, eles aprenderiam uma medida proporcional às horas gastas com atividades escolares virtuais. Já na pessimista, os estudantes não aprenderiam com o ensino remoto. Os resultados mais drásticos mostram que o aprendizado não realizado em 2020 pelos alunos do 9º ano pode ser superior à evolução de proficiência dos últimos quatro anos. Para alunos do 3º ano do ensino médio, o que deixou de ser aprendido seria inferior à evolução alcançada entre 2015 e 2019.

Outra contextualização com os mesmos estudos, apresentados com uma metodologia diferente, mostra que os alunos deixaram de aprender, em 2020, o equivalente a 72% de um ano típico para o Ensino Fundamental 2 e para o Ensino Médio, no cenário pessimista. Mesmo no contexto mais otimista, o aprendizado só chega entre 14% e 15% de um ano normal, para essas mesmas faixas etárias. 

Daniela Caldeirinha, diretora de projetos da Fundação Lemann, lembra da dificuldade de manutenção de vínculo com as escolas e do desvio de atividades dos alunos, que muitas vezes se vêm obrigados a contribuir com atividades de trabalho. “Nesses segmentos, no Fundamental 2 e no Ensino Médio, estão os alunos adolescentes e jovens. Eles são muito impactados pela interrupção das aulas. Dependendo da condição familiar, da conjuntura em que o aluno vive, esses adolescentes acabam tendo que assumir responsabilidades da família, como trabalhar. Em um cenário de crise social e econômica, é isso que acaba acontecendo”, lembra.

A segmentação do estudo também permite análises e intervenções. Quando observadas as regiões mais afetadas pelas lacunas do ensino remoto, percebe-se que os alunos de estados do Norte e Nordeste deixaram de aprender mais do que estudantes dos estados do Sul e Sudeste durante a pandemia da Covid-19. Os grupos de pessoas negras, com mães com ensino fundamental incompleto ou sem instrução também aparecem como os mais prejudicados pela suspensão das aulas. 

Abismos

Rafael Parente, Diretor da BEĨ Educação e PhD em Educação, alerta para o fato de que o número de alunos sem acesso a nenhuma atividade dos portais digitais chega a 50% em algumas redes estaduais, o que caracteriza uma “catástrofe educacional em curso”. Para ele, é preciso pensar alternativas aos meios tecnológicos, como a utilização de materiais impressos ou dos canais de tevês e rádios, por exemplo, que alcançam a população mais carente.

“Desde o início da pandemia, nós, gestores, pessoas que desenham as políticas públicas e pessoas que implementam as políticas públicas, tínhamos de dar mais atenção e real priorização aos alunos mais pobres, aos mais excluídos, àqueles que realmente podem depender mais da escola, inclusive por questões de alimentação. Todas as nossas políticas, desde o início, não deveriam ter sido voltadas para tecnologias digitais, porque já sabemos, há muito tempo, que existe um fosso entre aqueles que têm acesso a computadores, aos celulares, internet de qualidade, e aqueles que não tem”, avalia.

Nesse contexto, buscar alternativas de aproximação com os estudantes mais afetados pelas lacunas sociais é outra chave para a minimização dos impactos. É isso que acredita Luiz Miguel Martins Garcia, Dirigente Municipal de Educação de Sud Mennucci/SP e presidente da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime).

“Grande parte das redes, passaram a oferecer algum tipo de atendimento aos alunos, proporcionar um contato da escola com esses estudantes, possibilitando o desenvolvimento de atividades pedagógicas, que estão muito longe daquilo que se espera em uma relação com o professor, mas que não deixou paralisado, fora desse novo cotidiano do aluno, da agenda da escola. Aprendemos muito, desenvolvemos o que foi possível, muita coisa foi feita, e foi positivo, sobretudo no sentido de manter o vínculo com os estudantes.”

Enquanto novas metodologias são estudadas para reduzir a perda da aprendizagem, continuam os debates sobre o retorno às aulas presenciais na pandemia. Especialistas lembram que se trata de um tema complexo. Uma plataforma lançada recentemente, a Escola Segura, está disponível online com informações de protocolos, simuladores e checklist para orientar todas as etapas de planejamento de retornos, por exemplo. O Censo Escolar da Educação Básica de 2020 calcula que o País tem 35,9 milhões de estudantes nas escolas públicas. 

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19/01/2021 00:00h

Com autonomia para a decisão, que tem como base além das Secretarias de Educação as autoridades de saúde, é preciso levar em consideração a incidência de casos e as condições para retorno seguro

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Com o início do novo ano letivo, ainda em contexto de pandemia, os estados e municípios estão optando entre a permanência da modalidade remota e a retomada do ensino presencial. Com autonomia para a decisão, que tem como base além das Secretarias de Educação as autoridades de saúde, está sendo levado em consideração a incidência de casos e as condições para um retorno seguro.
 
Segundo o presidente da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), Luiz Miguel Garcia, o momento é de monitorar e avaliar os efeitos da segunda onda de infecções, visando diminuir a defasagem e garantir que alunos não terão prejuízo. A orientação é para que se sigam os protocolos determinados, preferencialmente no âmbito municipal, dando segurança aos profissionais, às famílias e aos alunos.

“Estamos vendo vários países europeus já interromperem as atividades escolares de novo em um processo de lockdown muito forte. É importante que haja uma preparação dos municípios brasileiros, que estejam atentos a todos os dados de todo momento no Brasil, monitorando e acompanhando essa segunda onda que nesse instante está em crescimento”, pontuou.

Guia do FNDE orienta novos prefeitos na área da Educação

MEC libera R$72 milhões para manutenção de instituições de ensino
 
Como milhares de dirigentes assumiram no início deste ano a responsabilidade de conduzir o ensino em seus municípios em meio a pandemia, a entidade elaborou o Caderno de Orientações — Fundamentos, Políticas e Práticas — direcionado aos secretários municipais de Educação. No documento, o gestor vai encontrar orientações que vão ajudá-lo a planejar e conduzir a política educacional a nível local.  
 
A Undime ressaltou que é função dos gestores locais a organização das escolas municipais no âmbito físico, com adequações de instalações de higiene e ajustes pedagógicos para que seja possível realizar uma retomada presencial segura. O papel da União deve ser fornecer um apoio supletivo, criando políticas que deem acesso às ações promovidas pelo município.

Para sanar gradativamente as deficiências e prejuízos do período de pandemia, o presidente da Undime definiu como fundamentais as políticas de inclusão digital. Luiz Miguel Garcia avaliou como indispensáveis iniciativas no sentido de disponibilizar equipamentos, chips e pacotes de acesso de dados para alunos carentes, de forma a permitir a expansão de atividades remotas. Além disso, também a capacitação de profissionais para desenvolver essas ações e orientações à comunidade escolar, aos pais e alunos.

Como os municípios estão se organizando

Além dos protocolos de higiene, os gestores estão optando por medidas como a retomada gradual, redução do horário presencial em sala de aula e outras ações para tentar minimizar os riscos de contágio pelo vírus.
 
A Prefeitura de São Paulo autorizou o retorno das aulas presenciais na cidade a partir do dia 1° de fevereiro. As escolas de toda a rede de ensino poderão inicialmente operar com 35% da capacidade. Na rede municipal, o retorno dos alunos será feito no dia 15 de fevereiro. Entretanto, as escolas particulares têm autorização para iniciar antes, se assim desejarem.
 
“Será feito na próxima semana um trabalho de checagem em cada uma das 4 mil escolas, quer seja da rede própria da educação e quer seja da rede parceira, para ver se as mesmas têm condições da retomada das atividades presenciais. Não tendo, não abriremos”, declarou o secretário municipal de Educação, Fernando Padula. Segundo ele, também está sendo feito o investimento em capacitação para educação híbrida. 
 
A Prefeitura de Joinville, no Norte do estado de Santa Catarina, optou pelo retorno presencial dos alunos da rede municipal de ensino no dia 8 de fevereiro. As turmas serão divididas em dois grupos, que se revezarão semanalmente e os pais ou responsáveis podem optar pela continuação do ensino remoto.
 
O secretário municipal de Educação, Diego Calegari, explicou as medidas incluídas no planejamento para uma retomada segura. “Primeiro obviamente para manter as medidas de segurança, manter o distanciamento necessário para que haja uma eliminação, uma minimização de qualquer risco de contaminação. E segundo para devolver de fato o direito à aprendizagem dos nossos alunos uma vez que a gente sabe que esse momento presencial com o professor, as explicações, as atividades em sala são fundamentais para a aprendizagem”, disse. 

 

O município de Acrelândia deve retomar as aulas ainda de maneira remota no dia 8 de fevereiro para a conclusão do ano letivo de 2020, com as medidas de isolamento não houve tempo hábil para ser finalizado no ano passado. A medida segue o calendário da Secretaria de Estado de Educação. Segundo o secretário de Educação, Cultura e Esportes do município, professor Nilson Mendes, a expectativa para o início do calendário letivo de 2021 e retorno presencial é para o mês de maio.

“Isso vai depender da campanha de vacinação que o nosso governo estadual está preparando. Recebemos a solicitação do pessoal da saúde e encaminhamos ao setor responsável a lista dos profissionais da educação, para que tenham acesso a esses nomes e organizem os cronogramas”, contou. 
 
O plano de imunização estadual prevê a vacinação da faixa etária de 20 a 59 anos que não estejam incluídos nos públicos prioritários estabelecidos pelo Ministério da Saúde.  
 
Caso a gestão municipal opte pela retomada da atividade presencial, o retorno é obrigatório aos profissionais da educação que não tenham comorbidades. No caso dos alunos a decisão cabe também às secretarias de cada região, mas em geral a volta presencial não é obrigatória, ficando a critério dos pais.

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