EAD

09/06/2021 17:50h

Para 2021, estimativa é de queda no número de matrículas em cursos presenciais e aumento no EAD

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Dados do Mapa do Ensino Superior no Brasil 2021 divulgados pelo Semesp, mostram que o número de matrículas em cursos superiores presenciais e de ensino a distância (EAD), nas redes privada e pública, cresceu 1,8% em 2019.

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O crescimento total das matrículas na rede privada para cursos presenciais e EAD foi de 2,4%, enquanto na rede pública foi de 1,5%. Em contrapartida, para 2021, quando se considera apenas os cursos presenciais da rede privada, a previsão é de queda de 8,9% no número de matrículas. Já para os cursos EAD, na mesma rede e período, a estimativa é de crescimento de 9,8%.

Segundo o diretor executivo do Semesp, Rodrigo Capelato, os números revelam o impacto da pandemia da Covid-19 tanto no presencial quanto no EAD, e é preciso estar atento para o fato de que, apesar das aulas estarem sendo assistidas remotamente, não é possível dizer que o EAD cresce e o presencial decresce um em função do outro.

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05/03/2021 18:00h

Aulas são gratuitas e participantes receberão certificado emitido pela instituição

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A Universidade de Brasília (UnB) oferece a professores da rede pública de ensino um curso online gratuito sobre combate à dengue, zika e chikungunya. O material didático, organizado em 11 módulos, foi desenvolvido por professores da UnB e de outras instituições. 

O curso “Arbocontrol nas escolas” tem como público-alvo professores de escolas da rede básica de ensino na modalidade EaD, sem tutoria. Os participantes receberão um certificado de extensão emitido pela UnB ao concluírem as aulas.

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Para se inscrever, acesse ecos.unb.br. Demais informações podem ser obtidas no e-mail ecos@unb.br ou pelo telefone (61) 99277 8143.
 

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26/01/2021 10:15h

Capacitações serão oferecidas por Instituições Privadas de Ensino Superior

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Ministério da Educação (MEC) autoriza a abertura de 28.322 novas vagas, em 42 cursos técnicos de nível médio, a serem ofertados pelas Instituições Privadas de Ensino Superior. A medida foi publica na Portaria n° 28 do Diário Oficial da União. 

Segundo o texto, 64 instituições poderão oferecer as capacitações técnicas pelo período de três anos. O prazo para iniciar a oferta dos cursos, na modalidade presencial e a distância, é de 12 meses, contados a partir da data da publicação do ato normativo. A decisão do MEC atende a um pedido das instituições, feito entre julho e agosto de 2020, para o funcionamento de cursos encaminhados.

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As aulas na modalidade a distância devem contar com atividades presenciais obrigatórias, desenvolvidas no próprio local de oferta autorizado, conforme previsto no plano de curso apresentado pelas instituições.

A lista de cursos autorizados está disponível na Portaria n° 28, do Diário Oficial da União, de 21 de janeiro de 2021.

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14/12/2020 23:00h

O sistema, chamado Coder Z, ajuda alunos e professores a colocarem em prática os ensinamentos da robótica mesmo no ensino remoto

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A educação a distância se tornou uma realidade cada vez mais comum em 2020. Com a pandemia do novo coronavírus e a necessidade de manter o isolamento social, foi preciso fazer adaptação em diversas áreas. A robótica, um dos carros-chefes do Serviço Social da Indústria (Sesi), não ficou de fora e se encaixou nos novos moldes educacionais. 

Desde novembro, estudantes e professores da entidade já contam com a Coder Z, uma plataforma on-line de programação e simulação que ajuda a colocar em prática os ensinamentos da robótica. Ela utiliza a metodologia STEAM, sigla em inglês para Ciência, Tecnologia, Engenharia, Artes e Matemática, e atividades gamificadas para incentivar a educação tecnológica e preparar jovens para o futuro.

“A plataforma Coder Z tem um vínculo próximo com a robótica educacional, considerando que ela simula a prática de robôs de Lego. O que a plataforma faz, basicamente, é dispor de vários cenários e os robôs devem executar algumas ações. Essas ações podem ser tanto de realizar algum movimento, atuar naquele ambiente quanto para a leitura de dados”, explica Juliana Fonseca Duarte, especialista em desenvolvimento industrial do SESI. 

Ela adianta que a plataforma é bem intuitiva. “São diversas funcionalidades. Para os professores, temos algumas diferenciadas que facilitam o planejamento e o trabalho em sala de aula, mostrando possíveis soluções de programação para os desafios propostos nos cenários apresentados”, acrescenta Juliana. 

A experiência ajudou muito as aulas do professor de robótica Luis Henrique Cardoso, que leciona na unidade SESI Candeias DR Bahia. Ele conta que com as aulas presenciais, alunos e alunas construíam o robô e só depois partiam para a programação. 

“No ensino remoto, não tínhamos um robô para construir e a programação ficava muito na parte teórica. Não tinha o desafio, não tinha o estímulo para o aluno desenvolver a atividade. Com a plataforma, eu passo a teoria e a atividade vira um desafio, um game, é uma forma lúdica de aprender a programação. O robô que ele vê na plataforma é o mesmo que ele pode construir no presencial. A plataforma veio como uma extensão da sala de aula em relação à programação”, relata o docente. 

Segundo informações do Sesi, entre setembro e outubro, a entidade capacitou quase 300 professores e equipe técnica pedagógica nas 27 unidades federativas do Brasil. A ideia é manter a plataforma disponível quando o ensino presencial retornar.

E ela pode ser acessada por todos os estudantes da instituição, desde que estejam matriculados nos anos finais do ensino fundamental (entre o 6º e o 9 º ano) e no primeiro ano do ensino médio. A estimativa é de que até 90 mil estudantes utilizem a Coder Z.

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Para o professor, a plataforma é uma oportunidade de continuar os estudos, mesmo no período difícil em que o mundo todo vive. Ele lembra que consegue, inclusive, mensurar o nível de aprendizado de estudantes. 

“Conforme o aluno vai alcançando uma pontuação, ele vai sendo desafiado em outras fases. Existe um nível de dificuldade em que começa do mais básico até um mais avançado. À medida que ele vai evoluindo, a própria plataforma vai disponibilizando novas ferramentas, novos blocos, novas possibilidades. Da minha casa, do meu computador, eu consigo acompanhar em qual nível aquele aluno ou turma se encontra. Consigo acompanhar todos os matriculados. A gente consegue analisar a turma que está desenvolvendo um raciocínio mais rápido, um pensamento computacional e aqueles que não conseguem para dar uma atenção maior para eles”, elogia. 

Segundo a especialista Juliana Fonseca Duarte, a plataforma já é utilizada por 24 departamentos regionais. Por enquanto, ela só está disponível internamente para alunos e professores do Sesi. “A plataforma vai continuar aberta mesmo nesse final de ano, para que os alunos deem continuidade aos estudos. A gente entende que não deixar a plataforma disponível seria de alguma forma podar as possibilidades de aprendizado deles”, acredita Juliana.  

E acrescenta: “A robótica impacta na questão emocional e na cognitiva. Em termos emocionais, os alunos passam a trabalhar de forma colaborativa, se envolvem mais com discussões, tornam-se mais críticos e criativos. Em termos cognitivos, eles aprendem a trabalhar com o pensamento computacional, científico e a gente entende que isso tem um impacto forte no mercado de trabalho.”

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27/10/2020 10:55h

A proposta é coordenada pela Secretaria de Educação Superior (SESu) do MEC, que tem acompanhado o crescimento da EaD nos últimos tempos

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Com o intuito de aumentar a oferta de vagas de Educação a Distância (EaD) na educação superior, especialmente nas universidades federais, o Ministério da Educação (MEC) criou o Plano de Expansão da Educação Superior por meio digital. 

A proposta é coordenada pela Secretaria de Educação Superior (SESu) do MEC, que tem acompanhado o crescimento da EaD nos últimos tempos. Os recursos digitais estão sendo cada vez mais utilizados, sobretudo, após se tornarem a alternativa para manter ou retomar as atividades de ensino em meio à pandemia de Covid-19.

Segundo o Censo da Educação Superior 2019, divulgado na última semana pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), mesmo antes da pandemia os recursos de EaD já estavam em alta. Em 2019, pela primeira vez na história da rede privada de ensino, o número de ingressantes em cursos EaD foi superior à quantidade de estudantes matriculados presencialmente.

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Além disso, a oferta de EaD seguiu a tendência, onde a quantidade de vagas ultrapassou a oferta nos cursos presenciais da educação superior, crescendo 45%, enquanto a modalidade presencial cresceu apenas 5,2%.

Para colocar o Plano de Expansão da Educação Superior em prática, a Secretaria de Educação Superior (SESu) do MEC conta com dois grupos. Um deles é o Grupo de Trabalho (GT), formado por técnicos que subsidiarão a discussão, a elaboração e a apresentação de estratégias para possibilitar o incentivo, a ampliação e a democratização da oferta dos cursos de nível superior por EaD.

O outro grupo é o Comitê de Orientação Estratégica (COE), de caráter mais executivo, consultivo e avaliativo, que orientará e acompanhará o desenvolvimento de estratégias, estimulará estudos e ações que viabilizem a EaD e o mapeamento de tecnologias para oferta do ensino em EaD.

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Educação
02/10/2020 00:00h

Em entrevista exclusiva ao portal brasil61.com, Sólon Caldas afirmou que EAD proporciona oportunidade de capacitação profissional para pessoas que vivem em cidades sem acesso à educação presencial

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Desde quando alguns estados brasileiros começaram a registrar uma certa estabilização no número de casos da Covid-19, a população, autoridades e pessoas ligadas à área da Educação começaram a questionar sobre o retorno das aulas presenciais no país.

Em entrevista exclusiva ao portal brasil61.com, o diretor-executivo da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES), Sólon Caldas, afirmou que isso não deve ocorrer imediatamente, mas garantiu que as instituições de ensino já estão preparadas para esse regresso.

“As instituições de ensino estão preparadas e estão obedecendo a protocolos de segurança determinados pela OMS, pelo Ministério da Saúde e governos locais, para que essa volta ocorra dentro da maior segurança possível. É certo que será uma volta gradativa, porque temos grupos de risco. Essas pessoas vão continuar assistindo aula de casa, tendo acesso à aula virtual”, explicou.

Em relação ao ensino à distância, Caldas disse que o número de alunos matriculados nesta modalidade tem aumentado significativamente nos últimos anos, não apenas por causa da pandemia. Sobre esta questão, ele acredita que houve um aumento de custo para as instituições de ensino, tendo em vista às adequações que precisaram ser feitas.

“Esse custo aumentou substancialmente porque, para oferecer as aulas remotas, as instituições tiveram que investir muito em tecnologia, em software, em internet, para que essas aulas pudessem chegar até os alunos. Então, as instituições de ensino se adaptaram rapidamente a esse novo contexto, a educação no nosso país não parou e os alunos estão tendo segmento no seu ano letivo para que não seja comprometida a sua formação”, considerou.

Durante a entrevista, o diretor executivo da ABMES também falou sobre o papel da educação à distância para pessoas que vivem em pequenos municípios, onde o acesso é difícil. Nesse contexto, ele entende que a modalidade é uma porta de acesso para quem tem essas dificuldades, mas busca se qualificar.

“Entre 2015 e 2017, o número de matrículas no ensino presencial diminuiu enquanto no EAD aumentou. Essa modalidade tem crescido e proporciona uma oportunidade para que os alunos de municípios menores, onde não tem oferta do presencial, possam ter acesso à educação superior. Quem ganha com isso é o país, que vai ter cada vez mais mão de obra qualificada no mercado de trabalho e, consequentemente, o desenvolvimento do Brasil”, pontua.

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Para a pós-pandemia, Sólon Caldas acredita que haverá uma evolução do ensino híbrido, na qual uma parte das disciplinas será disponibilizada remotamente, enquanto outra será executada no próprio ambiente escolar. Isso, segundo ele, vai permitir aos alunos terem uma melhor adequação e usar o tempo de forma mais eficiente.

“As disciplinas teóricas, certamente terão essa destinação, enquanto as que precisam da presença em sala de aula, terão que contar com o deslocamento do aluno até o ambiente escolar. Isso ainda não está muito bem definido, até porque a regulação não prevê esse modelo híbrido. As autoridades vão precisar rever toda essa regulamentação, para atualizar o ensino para a pós-pandemia”, avaliou.

Há cerca de uma semana, o Ministério da Educação informou que estuda uma forma de avaliar os efeitos da pandemia na a aprendizagem dos alunos no Brasil. Segundo destacou o presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), Alexandre Lopes, o órgão procura uma “possibilidade de fazer avaliações amostrais”, mas, que, por enquanto, seriam para estudos internos e não avaliações em larga escala.

 

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28/06/2020 00:00h

Desde o seu surgimento, há 14 anos, entidade formou mais de 271 mil alunos

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A Universidade Aberta do Brasil (UAB) completa 14 anos em 2020. A instituição surgiu com o desafio de ampliar o ensino superior por meio da educação à distância, modalidade em evidência por conta da pandemia do novo coronavírus. Dos 848 polos da universidade, 70% estão localizados em municípios com menos de 100 mil habitantes. 

A UAB funciona a partir de parcerias com universidades públicas (municipais, estaduais ou federais) que ofertam cursos em unidades espalhadas por todo o Brasil. Segundo o decreto que instituiu a Universidade Aberta do Brasil publicado em 2006, o sistema de ensino tem como principal objetivo “oferecer, prioritariamente, cursos de licenciatura e de formação inicial e continuada de professores da educação básica”. Também são oferecidos cursos de bacharelado, especialização, tecnólogo, aperfeiçoamento e extensão. 

Dilce Eclai de Vargas, coordenadora do polo da UAB em Santo Antônio da Patrulha, município gaúcho com cerca de 40 mil habitantes, afirma que a instituição tem colaborado com a formação de professores da região, o que consequentemente faz com que a rede pública de ensino melhore a qualidade. “Temos hoje 100% dos professores com licenciatura, graduação plena, uma maioria absoluta com pós-graduação. Isso devido ao polo da UAB. Se não fosse essa política pública, não teríamos professores com essas formações.”

De acordo com a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), entidade ligada ao Ministério da Educação, a UAB conta atualmente com 166.755 alunos matriculados, sendo 80.396 em cursos de licenciatura. 

O presidente da Capes, Benedito Aguiar, diz que as universidades que integram o sistema da Universidade Aberta do Brasil, também foram favorecidas com a parceria. Em tempos de pandemia, de acordo com ele, essa cooperação fez com que instituições tradicionais já contassem com um sistema de educação à distância consolidado. “As universidades que já estavam envolvidas na educação à distância, como as que integram a UAB, também estão inseridas nesse contexto. As universidades tiveram menos dificuldade em atravessar esse período.”

Ingresso

Desde o seu surgimento, 271.720 alunos se formaram pela UAB, de acordo com a Capes. Cabe a cada polo definir a forma de seleção dos alunos. Além disso, em 2016, a Universidade Aberta do Brasil começou disponibilizar todos os materiais por meio do site da Capes. Para mais informações acesse:  https://www.capes.gov.br/uab
 

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Educação
12/06/2020 11:00h

Entidade oferta duas mil vagas para turmas gratuitas e totalmente on-line em sete municípios; interessado (a) só precisa ter acesso a computador e internet

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As inscrições para os cursos a distância de Educação de Jovens e Adultos (EJA-EaD) foram prorrogadas até 30 de junho na Bahia. Os interessados podem se matricular nas mais de duas mil vagas gratuitas pela internet, no site do Serviço Social da Indústria (SESI).
 
O SESI é a única instituição no estado a oferecer ensino médio e ensino fundamental II a distância, com oferta autorizada pelo Ministério da Educação. O curso também é chancelado pelo Conselho Estadual de Educação.
 
Conceição Souza Vieira, ex-aluna do EJA de Ilhéus, relata a emoção de ter concluído os estudos de forma on-line e ressalta que essa é uma oportunidade nesse momento de pandemia. “Estudar no SESI foi enriquecedor para meu currículo. Consegui concluir o ensino fundamental e médio, estudei pela plataforma. Foi ótimo porque não tomou muito meu tempo com os outros afazeres. Depois da formatura, arrumei um trabalho”, revela.
 
Também aluna da unidade de Ilhéus, Maria Tereza Nascimento, de 57 anos, endossa a importância dos estudos em sua vida. “Por meio do ensino a distância, eu pude transformar a minha vida. Tive ânimo e força para retomar os estudos, porque tinha dificuldade em aprender. Fui muito bem recebida por todos”, conta.
 
As vagas são oferecidas em Juazeiro, Luís Eduardo Magalhães, Brumado, Vitória da Conquista, Teixeira de Freitas, Ilhéus e Salvador. A gerente de Educação de Jovens e Adultos do SESI, Gisele Freitas, explica que a duração do curso depende da necessidade de cada aluno, a depender do grau de escolaridade. “Cada aluno possui uma trajetória, um caminhar diferente dentro do SESI, mas o período máximo é de 12 meses de aula”, detalha.
 
É preciso que o aluno ou aluna tenha acesso a computador, tablet ou smartphone para as aulas. Como os sete locais que ofertam o EaD estão fechados por conta da pandemia, é imprescindível que, nesse momento, o interessado tenha acesso à internet.


 
Por conta do distanciamento social, Gisele Freitas comenta que a educação a distância pode ser uma aliada para investir em educação e se preparar para o mercado de trabalho pós-crise.
 
“É uma das estratégias do SESI, principalmente em um cenário pós-pandemia. Ampliando esse número de vagas de acesso, essas pessoas vão retornar ao mercado de trabalho ou se manter nesse cenário competitivo que vamos enfrentar. Sem a educação básica, as pessoas não podem acessar outros níveis de formação”, pontua a gerente de Educação de Jovens e Adultos do SESI/BA.
 
Podem se matricular nos cursos pessoas maiores de 18 anos que ainda não tiverem concluído a educação básica. Não há taxa de inscrição ou de matrícula e os interessados devem anexar, no ato da inscrição, documentos pessoais (RG, CPF, foto 3x4, histórico escolar original ou autodeclaração de escolaridade e comprovante de residência com CEP válido) e comprovante de vínculo empregatício, em caso de trabalho formal. Mais informações podem ser consultadas pelo e-mail sesieja@fieb.org.br ou nos telefones das unidades de cada cidade.  
 

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