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TERMO DE USO E PARCERIA

TERMO DE USO E PARCERIA

1º - A utilização gratuita e livre dos materiais produzidos pelo Brasil 61 só será permitida depois que este termo de parceria for aceito pelo usuário, prevendo as seguintes regras:

a) A utilização do material - na íntegra, ou em partes - só será permitida desde que as informações não sejam distorcidas, manipuladas ou alteradas.

b) Não é necessário a identificação do Brasil 61 na hora da replicação do conteúdo. Mas toda e qualquer veiculação de áudios produzidos pelo Brasil 61 prevê o cadastro no site, com a disponibilização de dados que serão utilizados para a organização do mailing desta empresa,

2º - OBRIGAÇÕES DO BRASIL 61

a) O Brasil 61 se compromete, a partir deste termo de uso, a produzir conteúdo particularizado diariamente, trazendo informações de dia-a-dia e bastidores do Planalto Central, além de outras temáticas de relevância do noticiário nacional. 

b) O acesso ao conteúdo jornalístico (na versão de leitura) é livre e gratuito, podendo ser replicado por qualquer usuário que acesse o site. O download do áudio para que seja utilizado na programação das rádios requer que o usuário realize o login no site do Brasil 61 - informando e-mail e senha cadastrados. 

3º - OBRIGAÇÕES DOS COMUNICADORES PARCEIROS

Não alterar o sentido dos materiais, ou distorcer fala de entrevistados ou mudar a conotação das mensagens dos materiais. 

ADENDOS IMPORTANTES SOBRE A PARCERIA

a) O Brasil 61 poderá distribuir conteúdo patrocinado com ou sem assinatura dos clientes patrocinadores do boletim e sem aviso prévio ao comunicador. 

b) As rádios parceiras não vão ter participação financeira sobre o faturamento do Brasil 61.

c) Os comunicadores podem patrocinar os conteúdos do Brasil 61, desde que não alterem o sentido e a conotação dos conteúdos oferecidos. Nesses casos, o Brasil 61 não terá participação nos lucros conquistados pelos veículos parceiros. 

Ao clicar em ACEITO, a emissora aqui cadastrada afirma concordar e estar ciente de todas as condições apresentadas neste Termo de Utilização de Conteúdo.

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 Última atualização: 24 de dezembro de 2020 

22/07/2021 04:00h

Aprimorar o modelo regulatório e comercial do setor elétrico do Brasil, com objetivo de expandir o livre mercado é uma das principais propostas do Projeto de Lei 414/2021

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Aprimorar o modelo regulatório e comercial do setor elétrico do Brasil, com objetivo de expandir o livre mercado é uma das principais propostas do Projeto de Lei 414/2021. O documento está aguardando despacho do presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP/AL).

Mais do que ser um projeto para beneficiar os consumidores de energia e as empresas, o documento vai servir como marco regulatório para o setor elétrico no País. Isso significa tornar mais moderno e transparente todas as atividades do setor. Apesar das vantagens, a proposta passou quase cinco anos se arrastando pelos corredores do Senado até chegar à Câmara dos Deputados.

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De acordo com o vice-presidente de Estratégia e Comunicação da Associação Brasileira dos Comercializadores de Energia (Abraceel), Alexandre Lopes, a forma como estão propostas as mudanças, como ter um custo médio da potência e energia comercializadas, possibilidade de o consumidor escolher a empresa pela qual vai receber energia, são modelos já adotados em outros países.

“A ideia da abertura do mercado, como ocorreu em outros países, é gerar maior competição entre os geradores e, com isso, forçar os preços para baixo. Reduzir os preços para o consumidor final. Então, quando você dá o poder de escolha para o consumidor, isso gera competição dentro do mercado e concorrência entre as empresas. Isso traz benefícios para o consumidor final, em termos de atendimento e em termos de preços efetivamente”, destacou Lopes.

O deputado federal Paulo Ganime (NOVO/RJ) é um dos parlamentares mais empenhados na aprovação do projeto na Câmara, pois, segundo ele, o projeto é bom para todos, desde o governo federal até o consumidor final. E tudo isso passando pelas empresas e distribuidoras de energia, que poderão investir mais dinheiro no setor, além de melhorar a qualidade do serviço prestado.  

“As empresas vão poder participar de outros mercados, vai ter mais investimento as distribuidoras vão poder focar naquilo que é a obrigação delas. Inclusive as pessoas, hoje, acham que a distribuidora faz tudo e cobram coisas que não são de responsabilidade da distribuidora e acham que o preço chega caro na casa por causa delas. Com o projeto, as pessoas vão começar a entender mais, ter empoderamento, mais responsabilidade nas escolhas e do seu próprio consumo”, afirmou o deputado.
 

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17/07/2021 13:05h

A obstrução intestinal ocorre no sistema digestivo e nessa condição a comida digerida é impedida de passar normalmente pelo intestino e chegar até o ânus

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O presidente Jair Bolsonaro está internado, em São Paulo, onde realiza exames complementares para verificar a necessidade de uma cirurgia de emergência ou não. A decisão foi tomada pelo médico Antonio Luiz Macedo, responsável pelas cirurgias no abdômen do presidente.

Conforme consta no Boletim Médico nº 4, desta sexta-feira (16) às 12h55, o presidente da República, Jair Bolsonaro, passa bem e permanece evoluindo satisfatoriamente, com a conduta médica inalterada, mas segue sem previsão de alta hospitalar. Bolsonaro foi internado em Brasília, no dia 14 de julho, após passar mais de 10 dias com soluços e, depois, sentir dores abdominais. Após realizar exames, ficou constatado que o presidente está com uma obstrução intestinal.

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O que é Obstrução Intestinal?

De forma resumida e simplificada, essa é uma condição gastrointestinal, ou seja, que ocorre no sistema digestivo (estômago, esôfago, intestino grosso, intestino delgado, cólon, reto e ânus). Nessa condição a comida digerida é impedida de passar normalmente pelo intestino.

Causas

Dentre alguns fatores que podem causar a obstrução intestinal, a mais comum é quando o paciente já foi submetido a algum tipo de cirurgia no abdome. Esse é o caso do presidente Bolsonaro, que precisou realizar cirurgia após sofrer um atentado durante a campanha eleitoral de 2018. É isso o que explica o médico coloproctologista e cirurgião geral, Marcos Tavares.

“Normalmente, esses pacientes já sofreram algum tipo de cirurgia abdominal, porque toda vez em que se abre a parede abdominal do paciente existe o risco de ter aderência. Isso significa que as alças intestinais ficam grudadas umas nas outras o que cria uma dificuldade da passagem da secreção intestinal, do próprio alimento e do bolo fecal. Isso acarreta a obstrução intestinal”, explicou o médico.

Diagnóstico

O diagnóstico é feito a partir de uma consulta com um médico e a realização de exame de colonoscopia - que faz a captura de imagens do intestino grosso e da parte final do intestino delgado. Dependendo da avaliação médica, é preciso exames complementares para apresentar as condições da parte superior do sistema digestivo, como o esôfago, estômago e a primeira parte do intestino delgado. A partir disso, é possível identificar o local da obstrução pela distensão das alças do intestino.

De acordo com um protocolo do Ministério da Saúde, publicado em 2016, pacientes com diagnóstico ou suspeita de obstrução intestinal aguda precisam ser encaminhados de um atendimento inicial na Atenção Básica para um atendimento mais especializado no Sistema Único de Saúde (SUS).

Principais sintomas

  • Intestino preso;
  • Diarreia;
  • Falta ou diminuição do apetite;
  • Náuseas e vômitos;
  • Gases;
  • Dor e inchaço abdominal;
  • Febre alta (apenas em casos graves).

Tratamento

Para tratar dessa condição, é preciso evitar alimentos sólidos, usar medicamentos contra dor e náuseas e o paciente precisa ser monitorado atentamente. Em alguns casos, é preciso inserir um tubo para ajudar a aliviar a pressão. A depender da gravidade da obstrução, pode ser preciso realizar uma cirurgia.

Existe forma de prevenção?

Depois que o presidente Jair Bolsonaro apresentou a obstrução intestinal, muitas pessoas passaram a se perguntar qual a melhor forma de evitar essa condição. De forma geral, a prevenção é manter uma vida saudável, mas que não impede de o problema surgir. O que pode ser feito é cuidar para que, quando ocorrer, não seja de uma forma grave. Para isso, deve ser feita uma dieta adequada, rica em fibras e líquidos, além da prática de atividade física regular.

“Hoje, com as cirurgias minimamente invasivas, o número de casos de aderência caiu porque a incisão é pequena, feita na parede abdominal nessas cirurgias minimamente invasivas. Isso facilita não ter complicações, não surgir a aderência. Mas não tem como descartar 100%, não tem como evitar”, destacou o médico Marcos Tavares.

Quem substitui o presidente Jair Bolsonaro?

De acordo com o Artigo 79 da Constituição Federal, em caso de “impedimento ou vaga do Presidente e do Vice-Presidente da República, serão sucessivamente chamados ao exercício da presidência o Presidente da Câmara dos Deputados, o Presidente do Senado Federal e o Presidente do Supremo Tribunal Federal”.

Para que o presidente Jair Bolsonaro seja temporariamente substituído no comando do país, é preciso que ele peça dispensa pelo tempo em que necessitar de cuidados médicos – o que o presidente ainda não fez, inclusive Bolsonaro já realizou despachos do quarto do hospital onde está internado.

Caso o presidente decida se licenciar, o primeiro na fila de substituição é o vice-presidente Hamilton Mourão, que até o dia 18 estará fora do Brasil, em visita à Angola, onde participa da cúpula da comunidade dos países de língua portuguesa. Depois segue a vez do presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), mas que está impedido de assumir o posto por conta de um impasse jurídico, pois se tornou réu em duas ações no Supremo Tribunal Federal (STF). Desta forma, o próximo da linha de sucessão seria o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG) e, por fim, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF).  

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16/07/2021 18:00h

O podcast Giro Brasil 61 faz uma seleção dos principais fatos e acontecimentos noticiados pelo Brasil61.com durante a semana

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Nesta semana (16), vamos falar sobre o Boletim Observatório da Covid-19 que revela que a vacinação está reduzindo as ocupações de UTIs nos estados para menos de 90%. Na área da economia, vamos comentar a MP 1057/21, que cria um Programa de Estímulo ao Crédito para micro e pequenas empresas, produtores rurais e microempreendedores individuais. E começando essa edição do podcast, vamos falar sobre o valor da cesta básica que, segundo especialistas, deve seguir ‘pressionando’ as famílias brasileiras.

Espero que gostem e continuem acompanhando o nosso podcast!

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15/07/2021 17:00h

Objetivo é conhecer e avaliar como a população adulta do País se sente depois de vivenciar a pandemia da Covid-19

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O impacto social da pandemia de Covid-19 no Brasil é objeto de pesquisa que vai ser realizada pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). A proposta é conhecer e avaliar como a população adulta do país se sente depois de vivenciar a atual crise de saúde. A análise dos dados vai contribuir para um melhor planejamento e o avanço em políticas públicas voltadas à saúde da população.

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Essa é a segunda vez que a pesquisa é realizada desde o início da pandemia no Brasil. A primeira ocorreu entre junho e agosto de 2020, e revelou que mais de 50% das pessoas tiveram sentimentos de nervosismo, ansiedade e tensão. Os participantes também declararam ter dificuldade para relaxar e controlar as preocupações, além da sensação de cansaço e desânimo.

Com os novos resultados, a Fiocruz tem o objetivo de avaliar o que mudou na vida dos brasileiros. De acordo com a instituição, a pesquisa no Brasil é conduzida por pesquisadores de diversos setores. O trabalho também integra um projeto internacional, do qual participam instituições de pesquisa do Chile, Equador, México, Peru e Espanha. Para participar é preciso ser maior de 18 anos, morar no Brasil e responder a um questionário on-line neste endereço.

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13/07/2021 04:00h

Nova portaria define critérios para distribuição de recursos do Fundo Nacional de Segurança Pública (FNSP), na modalidade fundo a fundo

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O governo federal está apostando em uma nova forma de divisão no repasse de recursos para a segurança pública nos estados e municípios, que torne esse rateio mais equilibrado entre os entes federativos ao mesmo tempo em que fortalece as instituições, equipando e qualificando melhor seus profissionais.

Essa é a proposta da recém-publicada portaria nº 275/2021, que define novos critérios para distribuição de recursos do Fundo Nacional de Segurança Pública (FNSP), na modalidade fundo a fundo. O documento foi assinado pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública e já está em vigor desde o dia 6 deste mês.

De acordo com a mudança, a partir de agora serão destinados 30% dos recursos para a valorização dos profissionais de segurança pública e 70% para o fortalecimento das instituições. Esse valor maior vai servir para reforçar e garantir que a destinação seja ainda mais equilibrada e abrangente, em virtude de expandir para outros órgãos, como os Corpos de Bombeiros Militares.

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Segundo o ministro da Justiça e Segurança Pública, Anderson Torres, a mudança vai significar mais equilíbrio na distribuição de recursos. “Desde 2019, o governo federal já repassou mais de um milhão e meio de reais para as unidades da federação investirem em segurança pública. Nos próximos meses vamos distribuir mais 722 milhões de reais para investimento em equipamentos, tecnologia e capacitação dos nossos policiais e bombeiros”, afirmou.

O novo cálculo para recebimento dos recursos leva em consideração aspectos geográficos, populacionais e socioeconômicos dos entes, além de temáticas como violência, criminalidade e fronteiras. Outros indicadores também incluídos na portaria para recebimento do repasse, por serem considerados estratégicos como, por exemplo, o fornecimento de dados para o Sistema Nacional de Informações de Segurança Pública, Prisionais, Rastreabilidade de Armas e Munições, entre outros.



O Ministério da Justiça destaca que a revisão atende à demanda dos estados e foi discutida em grupo de trabalho com a participação de representantes do ministério. Na visão do especialista em Orçamento Público, Cesar Lima, essa mudança tem a possibilidade tornar a distribuição dos recursos mais igualitária entre os estados, contando com dados da segurança pública de cada local e sem deixar de lado as diferenças apresentadas em cada estado.

“O que acontecia antes é que esses 50% do Fundo Nacional de Segurança Pública teriam que ser transferidos aos estados e, depois, aos municípios por meio de seus fundos estaduais de segurança pública – que não existiam em todos os lugares. Passaram a existir amplamente e alcançar todos os estados a partir de 2019. E os critérios para esses repasses eram a compatibilização entre as metas do plano nacional de segurança pública e dos estados, ou seja, às vezes eram metas conflitantes”, destacou o especialista.

A nova portaria substitui a anterior, Nº 631 de julho de 2019, que também tratava das variáveis utilizadas para definição dos critérios de rateio, mas onde os percentuais dos recursos a serem rateados por estado, apresentavam alterações maiores de um ente para o outro. As despesas do orçamento do Fundo Nacional de Segurança Pública podem ser conferidas por meio do Portal da Transparência.

Fundo Nacional de Segurança Pública

O Fundo Nacional de Segurança Pública foi instituído por lei em 2001 e tem por objetivo garantir recursos para aprovar projetos, atividades e ações nas áreas de segurança pública e de prevenção à violência, observadas as diretrizes do Plano Nacional de Segurança Pública e Defesa Social. De acordo com a lei, é obrigatória a transferência de, no mínimo, 50% do valor para os estados e o Distrito Federal, na modalidade fundo a fundo.

Administrado por um Conselho Gestor, o Fundo apoia projetos na área de segurança pública destinados a reequipamento, treinamento e qualificação das polícias civis e militares, corpos de bombeiros militares e guardas municipais; sistemas de informações, de inteligência e investigação, bem como de estatísticas policiais; estruturação e modernização da polícia técnica e científica; programas de polícia comunitária e programas de prevenção ao delito e à violência, dentre outros.

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12/07/2021 11:20h

Além de Campo Grande as vagas estão distribuídas em 28 municípios do interior

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O estado do Mato Grosso do Sul começa a semana com a oferta de 1.029 vagas de trabalho que, além da capital, estão distribuídas em 28 municípios e são intermediadas pela Casa do Trabalhador. Em Campo Grande são 242 vagas em diversas áreas como azulejista, consultor de vendas, pedreiro e empregado doméstico.

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Outro destaque fica com o município de Dourados que apresenta 282 oportunidades, a maior parte delas para atuação na construção civil. São vagas para pedreiro, armador de ferragens para a construção civil, servente de obras, entre outras. O restante das vagas de emprego está distribuído pelo interior do Estado.

A Fundação do Trabalho de Mato Grosso do Sul (Funtrab) é a responsável por oferecer as vagas e reforça que os atendimentos na capital precisam ser agendados pelo aplicativo MS Contrata + disponível nas lojas virtuais gratuitamente. O detalhamento das vagas, endereços, telefones e horários de funcionamento da Funtrab da capital e todas as unidades do interior do Estado pode ser conferido pelo endereço www.funtrab.ms.gov.br

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09/07/2021 16:45h

O podcast Giro Brasil 61 faz uma seleção dos principais fatos e acontecimentos noticiados pelo Brasil61.com durante a semana

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Nesta semana, vamos conversar sobre a pesquisa que revela que ansiedade, depressão, dores, fraquezas e fadiga são sequelas de um terço das pessoas curadas da Covid-19.

Além disso, vamos falar sobre o prazo que as Secretarias de Educação têm para atualizar a adesão ao Programa Nacional do Livro e do Material Didático (PNLD).

A boa notícia fica por conta da desburocratização para idosos acima de 80 anos e pessoas com dificuldade de locomoção, que agora poderão solicitar que a prova de vida do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) seja realizada em casa. E é sobre esse assunto que começamos essa edição.

Quer saber tudo que aconteceu durante a semana? Aperte o play e escute o Giro Brasil 61

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09/07/2021 15:15h

O número de beneficiários de planos de saúde no Brasil passou de 48 milhões de usuários em maio, é o maior número desde 2016

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Dentre as inúmeras consequências diretas causadas pela pandemia da Covid-19, está um aumento expressivo na quantidade de pessoas que passaram a contratar planos de saúde e odontológicos particulares. O número de beneficiários de planos de saúde relativos ao mês de maio chegou a 48.137.767 usuários em planos de assistência médica e 27.681.068 em planos exclusivamente odontológicos.

Essas informações foram disponibilizadas na ‘Sala de Situação’, ferramenta de consulta no portal da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) – que é um órgão vinculado ao Ministério da Saúde e responsável por regular o setor de planos de saúde no Brasil. Além disso, a ferramenta revelou que nesse período, o setor se manteve em curva de crescimento.
De acordo com os dados, em um ano, houve aumento de 1.334.781 beneficiários - o equivalente a 2,77% de aumento em relação a maio de 2020, no que se refere aos planos médico-hospitalares. No comparativo de maio com abril deste ano, o crescimento foi de 154.1 mil usuários. O número total de beneficiários atualmente é o maior registrado desde julho de 2016.

E quando falamos em novos beneficiários, não quer dizer que são apenas pessoas que nunca tiveram um plano de saúde particular. Quem nos relata isso é a Sara Petruce Oliveira, 24 anos, estudante de direito em Brasília. Em outros momentos da vida, a jovem contratou plano de saúde, mas os valores cobrados dificultaram a manutenção. Só que agora, durante a pandemia da Covid-19, Sara ficou com receio de precisar ser atendida e ter dificuldades.

“Contratei o novo plano de saúde há mais ou menos um mês. Eu já tive plano de saúde antes, já tive há um tempo, mas durante a pandemia contratei novamente porque estava sem, tive medo de ficar sem suporte e de depender do serviço público durante a pandemia. Sabemos que todos os hospitais estão superlotados”, contou a estudante.

E para mostrar o quão forte está essa relação dos brasileiros com os planos de saúde particulares, é importante trazer, também, os números de uma pesquisa realizada em abril de 2021 pelo Vox Populi a pedido do Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS). O documento mostra que em abril de 2021, o crescimento de exames diagnósticos foi maior do que o de consultas médicas nos 12 meses anteriores, o que é o contrário dos resultados das pesquisas anteriores.

Nessa pesquisa, 88% dos entrevistados realizaram exames, contra 78% da anterior. O percentual daqueles que realizaram consultas caiu de 86% em 2019 para 71% neste ano. O objetivo foi o de coletar a avaliação dos usuários de planos de saúde sobre os serviços prestados e o resultado mostrou que a pandemia da Covid-19 gerou mudança no perfil de utilização dos planos de saúde.

Voltando em um trecho da história de Sara, é interessante mostrar que mais pessoas também acham altos os valores praticados pelos planos particulares. Segundo a pesquisa, 81% dos entrevistados que não têm plano afirmaram que o principal motivo é o alto preço por ser incompatível com as condições financeiras. Em 2015, essa mesma pesquisa mostrou que esse número era menor, 74%.

José Cechin é superintendente executivo do Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS) e foi o responsável pela pesquisa. Para ele, a dificuldade é que “a renda de boa parte dessas pessoas sem plano não é suficiente para custear um convênio. Isso deveria acender um sinal, nas autoridades que formam as regras e regulação do setor, para termos uma regulação que permita que as operadoras desenhem planos melhores adaptados às possibilidades dos bolsos dessas pessoas”, ressaltou.

Sobre esse assunto, na noite desta quinta-feira (08), a Agência Nacional de Saúde Suplementar definiu que os planos de saúde individuais ou familiares terão percentual de reajuste negativo no período de maio de 2021 a abril de 2022. A definição é de que o índice ficará em -8,19%, o que segundo a ANS é um reflexo da queda nas despesas assistenciais ocorrida no setor no ano de 2020 por conta da pandemia de Covid-19. Essa aprovação aconteceu em reunião de Diretoria Colegiada e a decisão aguarda publicação no Diário Oficial da União.
Na prática, isso significa que o percentual negativo vai funcionar como uma redução na mensalidade e as operadoras de planos de saúde são obrigadas a aplicar o índice, que não pode ser maior do que definido pela agência reguladora. O índice deve ser aplicado pela operadora a partir da data de aniversário do contrato, ou seja, no mês de contratação do plano. A base anual de incidência é de maio até abril do ano seguinte. 

Importância em ter um Plano de Saúde

Quando passamos para um olhar mais municipalizado, os dados da pesquisa do IESS, percebemos que as maiores metrópoles do país é onde estão as pessoas que consideram mais importante não confiar apenas no Sistema Único de Saúde (SUS). Com base nas respostas dos entrevistados que não possuem plano de saúde, o resultado daqueles que consideram como “muito importante” e “importante” ter um serviço particular é, em média, 84%.

  • Salvador - 84%
  • Rio de Janeiro - 84%
  • Recife - 91%
  • Porto Alegre - 72%
  • São Paulo - 84%
  • Manaus - 91%
  • Brasília - 89%
  • Belo Horizonte - 82%

Entre quem teve sintomas de Covid-19: atendimento médico pelo plano

  • Salvador - 67%
  • Rio de Janeiro - 50%
  • Recife - 43%
  • Porto Alegre - 50%
  • São Paulo - 52%
  • Manaus - 54%
  • Brasília - 52%
  • Belo Horizonte - 59%
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08/07/2021 13:00h

A média nacional da doença é 2,8% de letalidade mas o estado do Rio de Janeiro apresenta 5,79%

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O Brasil segue registrando crescentes números relacionados à Covid-19, como o de novos casos da doença que, na última atualização do Ministério da Saúde, chegou a 54 mil. Além disso, a quantidade de mortes nas últimas 24h chegou a 1.648, totalizando 528.540 óbitos por todo o País. Isso significa que o Brasil apresenta uma taxa de letalidade de 2,8% para a Covid-19, sendo o Rio de Janeiro o estado com taxa de 5,79%, a maior média nacional.

No ranking por municípios com maior letalidade da Covid-19 estão São Luiz do Paraitinga (SP) com 29,33%; Boa Vista do Gurupi (MA), com 26,67%; Paço do Lumiar (MA), com 21,26%; Miravânia (MG), com 20,00% e Ribeirão (PE), com 15,80%. Já os municípios com a menor taxa de letalidade são André da Rocha (RS), Aricanduva (MG), Benjamin Constant do Sul (RS), Bodó (RN) e Bonito de Minas (MG), que apresentam 0% de letalidade.

“Falta de acompanhamento médico adequado durante o início dos sintomas pode contribuir para quadros graves da Covid-19”, afirma especialista

Família Zé Gotinha lembra importância da segunda dose da vacina contra Covid-19 em campanha do MS

Os novos dados estão na atualização diária do Ministério da Saúde divulgada na noite desta quarta-feira (7), com base em informações levantadas pelas secretarias estaduais de Saúde, que constam no Painel Covid-19 do portal Brasil61.com. A boa notícia é que o número de pessoas que conseguiram se recuperar da doença chegou à marca de 17.352.670.

Taxa de letalidade nos Estados

  • Rio de Janeiro - 5,79%
  • São Paulo - 3,42%
  • Amazonas - 3,29%
  • Pernambuco - 3,19%
  • Maranhão - 2,86%
  • Goiás - 2,84%
  • Pará - 2,80%
  • Mato Grosso – 2,63%
  • Rio Grande do Sul – 2,58%
  • Minas Gerais – 2,57%
  • Ceará – 2,55%
  • Rondônia – 2,48%
  • Mato Grosso do Sul - 2,48%
  • Alagoas – 2,47%
  • Paraná – 2,43%
  • Piauí – 2,22%
  • Espírito Santo – 2,21%
  • Paraíba – 2,17%
  • Sergipe – 2,16%
  • Distrito Federal – 2,14%
  • Bahia – 2,14%
  • Acre – 2,04%
  • Rio Grande do Norte – 1,97%
  • Tocantins – 1,63%
  • Santa Catarina – 1,61%
  • Amapá – 1,57%
  • Roraima – 1,55%                           

Acesse todas as informações sobre a Covid-19 no seu estado, na sua cidade, em brasil61.com/painelcovid

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07/07/2021 12:15h

De acordo com a mudança, agora serão destinados 30% dos recursos para a valorização dos profissionais de segurança pública e 70% para o fortalecimento das instituições

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Ministério da Justiça e Segurança Pública publicou a portaria nº 275/2021, que define novos critérios para distribuição de recursos do Fundo Nacional de Segurança Pública (FNSP), na modalidade fundo a fundo. De acordo com a mudança agora serão destinados 30% dos recursos para a valorização dos profissionais de segurança pública e 70% para o fortalecimento das instituições. Esse último reforçará e garantirá que a destinação seja ainda mais equilibrada e abrangente, pois envolve mais órgãos, como os Corpos de Bombeiros Militares.

Expansão da cabotagem pode gerar economia ao Brasil

CNM alerta para risco de falta de medicamentos do kit intubação

O cálculo para recebimento dos recursos leva em consideração aspectos geográficos, populacionais e socioeconômicos dos entes, além de temáticas como violência, criminalidade e fronteiras. Outros indicadores também incluídos na portaria para recebimento do repasse, por serem considerados estratégicos como, por exemplo, o fornecimento de dados para o Sistema Nacional de Informações de Segurança Pública, Prisionais, Rastreabilidade de Armas e Munições entre outros.

O Fundo Nacional de Segurança Pública foi instituído por lei em 2001 e tem por objetivo garantir recursos para aprovar projetos, atividades e ações nas áreas de segurança pública e de prevenção à violência, observadas as diretrizes do Plano Nacional de Segurança Pública e Defesa Social. De acordo com a lei, é obrigatória a transferência de, no mínimo, 50% do valor para os estados e o Distrito Federal, na modalidade fundo a fundo.

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Brasil 61