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TERMO DE USO E PARCERIA

TERMO DE USO E PARCERIA

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 Última atualização: 24 de dezembro de 2020 

23/07/2021 04:00h

Retrações foram observadas nas horas trabalhadas e na Utilização da Capacidade Instalada, mas indicadores mantêm patamares pré-pandemia

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Atividade industrial teve quedas em maio, mas se mantém em patamares observados antes da pandemia de Covid-19. De acordo com levantamento da Confederação Nacional da Indústria (CNI), houve retrações significativas nas horas trabalhadas na produção e na Utilização da Capacidade Instalada (UCI).

A senadora Soraya Thronicke (PSL-MS) afirma que o setor industrial é um dos maiores geradores de emprego no Brasil, mas foi fortemente afetado por toda a crise provocada pela pandemia da Covid-19.

“Com a vacinação em curso, percebemos uma retomada desses setores econômicos, que voltam com força, produzindo, gerando empregos e renda e fazendo a economia girar como deve ser”, observa a senadora. 

O conselheiro Lauro Chaves Neto, do Conselho Federal de Economia, ressalta que a atividade industrial no Brasil praticamente recuperou o patamar pré-pandemia.

“Isso se deve à reestruturação das cadeias de suprimento e logística e à retomada das cadeias de distribuição para o varejo, para o atacado e, principalmente, para algumas rotas de exportação. Nesse período da pandemia, a indústria brasileira conseguiu se reinventar e promoveu inovações muito importantes nos seus processos, o que gerou um ganho de produtividade que também explica essa retomada.”

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Projeto de Lei busca aperfeiçoar benefícios tributários para melhores impactos econômico-sociais

Indicadores Industriais

Segundo o levantamento da CNI, as horas trabalhadas na produção tiveram queda de 1,8% em maio, em relação a abril de 2021. Considerando os números de março e abril, o indicador mostra uma tendência de queda em 2021.

O faturamento aumentou 0,7% de abril para maio, mas vem oscilando entre altas e quedas desde o início do ano. Segundo os pesquisadores da CNI, o indicador apresenta uma tendência de queda, pois as altas não têm compensado as retrações.

Já a UCI teve uma pequena retração de 0,3 ponto percentual em maio, em comparação com abril, mas atingiu 81,6% - o terceiro mês consecutivo acima de 80%, o que não ocorria desde o período entre novembro de 2014 e janeiro de 2015. 

Outros dados do levantamento apontam que o emprego na Indústria de Transformação reforçou a tendência de alta em maio, com crescimento de 0,5% em relação a abril. Já a massa salarial voltou a cair após dois meses de alta, com retração de 0,8% em maio, em comparação ao mês anterior. Além disso, o rendimento médio registrou queda de 2,5% no quinto mês de 2021.

Índice de Confiança

O levantamento mais recente da CNI mostra que o Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI) aumentou 0,3 ponto em julho de 2021, atingindo 62 pontos. Essa é a terceira alta consecutiva e mantém o indicador no patamar de confiança, acima dos 50 pontos. Desde maio, o ICEI acumula crescimento de 8,3 pontos.

“O cenário de confiança na indústria é esperado e tenho certeza que as expectativas serão correspondidas e até superadas, pois todos os setores estão ansiosos por essa retomada da economia do nosso país”, comenta a senadora Soraya Thronicke.

Lauro Chaves Neto destaca as projeções para o Produto Interno Bruto (PIB) como razão para o aumento da confiança no setor produtivo. “O setor produtivo e também o industrial retomam a confiança pela expectativa de crescimento do PIB acima de 4,5% em 2021 e a continuidade dessa retomada para 2022. E, sobretudo, pela retomada da agenda de reformas, a qual o setor produtivo imputa como prioritárias para a melhoria da produtividade e a redução do Custo Brasil”, observou o especialista. 

Economia dos Estados

No estado do Mato Grosso do Sul, o índice de evolução da produção industrial encerrou o mês de maio com 52,5 pontos, sendo o melhor resultado para o mês em toda a série histórica. O dado também é da CNI, divulgado pela Federação das Indústrias do Estado do Mato Grosso do Sul (FIEMS). 

Já o percentual médio da Utilização da Capacidade Instalada na indústria sul-mato-grossense fechou em 72% em maio, com crescimento de 6 pontos percentuais em relação ao mesmo mês de 2020. O resultado é o melhor dos últimos sete anos para o quinto mês do ano.

A senadora Soraya Thronicke (PSL-MS) comenta a relevância da indústria no estado do Mato Grosso do Sul. “A nossa história é mais voltada a setores que, de certa forma, são considerados essenciais e talvez alguns tenham até crescido nesse período. Os cinco maiores setores de atuação da indústria sul-mato-grossense são os serviços industriais de utilidade pública, celulose-papel, construção, alimentos e derivados de petróleo e biocombustível.”

O economista Lauro Chaves Neto ressalta que os estados que criaram melhores condições de investimento e infraestrutura para os negócios, com redução de burocracias, conseguem se destacar com indicadores industriais melhores do que a média nacional. Ele também reforça a importância do debate do Pacto Federativo no Congresso Nacional.

“Nós precisamos fortalecer cada vez mais a distribuição de recursos para os estados e principalmente para os municípios, porque quando há essa descentralização, você promove a economia local; e só o desenvolvimento local vai ajudar a combater as desigualdades e a redução da pobreza extrema”, destaca o especialista.

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22/07/2021 11:20h

PAC/PJ cria oportunidades para que as empresas se adequem à legislação espontaneamente, sem a necessidade de processos de fiscalização

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Receita Federal lança o inédito Programa de Apoio à Conformidade Tributária (PAC/PJ), com o objetivo de ajudar pessoas jurídicas a cumprirem suas obrigações fiscais. A iniciativa consiste em criar oportunidades para que as empresas se adequem à legislação espontaneamente, sem a necessidade de instaurar processos de fiscalização e litígio.

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Pelo PAC/PJ, as empresas receberão orientações sobre as informações que devem constar na Escritura Contábil Fiscal (ECF 2021) bem antes do fim do prazo de entrega em 30 de setembro. A partir do cruzamento da base de dados da Receita Federal - prestados pelas empresas e por terceiros, referentes ao ano de 2020 -, foram emitidas 45.012 Comunicações de Dados a Escriturar na ECF 2021.

Essas empresas receberam, em suas Caixas Postais, os dados disponíveis na base da Receita com os valores relativos ao quarto trimestre de 2020, como:

  • Notas fiscais eletrônicas (modelo 55)
  • Decred (informações de repasse por cartão de crédito)
  • Escrituração Fiscal Digital das Contribuições (valores de receita bruta)
  • Escrituração Fiscal Digital ICMS/IPI (valores de receita, com algumas deduções)
  • DIRF (pagamentos declarados por terceiros)
  • Movimentação bancária (recursos movimentados a crédito, excluindo-se operações indicadas)

Com esses dados, as empresas podem conferir suas informações e entregar a ECF em 2021 com integridade e dentro do prazo. O documento, que é uma das principais obrigações tributárias de pessoas jurídicas, deve ser entregue até o último dia útil do mês de setembro de cada ano. 

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21/07/2021 10:45h

Com as aberturas, o banco estará presente em todos os municípios brasileiros com mais de 40 mil habitantes

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A Caixa Econômica Federal anunciou a abertura de 268 novas unidades bancárias em todo o país até o final de 2021. Do total, 168 serão unidades de varejo, voltadas para todos os tipos de clientes, e 100 serão dedicadas ao agronegócio. Com as aberturas, o banco estará presente em todos os municípios brasileiros com mais de 40 mil habitantes.

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Entre as unidades do varejo, 70 serão abertas na Região Nordeste, sendo 24 no Maranhão, 17 no Ceará, 11 em Pernambuco, 8 na Paraíba, 4 na Bahia, 2 no Piauí, 2 no Rio Grande do Norte, 1 em Sergipe e 1 em Alagoas. Já na Região Norte, serão abertas 50 unidades, sendo 28 no Pará, 14 no Amazonas, 4 em Rondônia e 2 no Amapá.

No Sudeste, estão previstas 30 novas unidades: 13 em São Paulo, 7 em Minas Gerais, 7 no Rio de Janeiro e 3 no Espírito Santo. No Centro-Oeste, serão mais 14 unidades: 7 no Mato Grosso, 5 no Mato Grosso do Sul e 1 em Goiás. E no Sul, a Caixa vai abrir quatro unidades de varejo, sendo 2 em Santa Catarina, 1 no Paraná e 1 no Rio Grande do Sul.

As unidades bancárias voltadas ao agronegócio serão abertas em todos os estados brasileiros. A primeira agência foi inaugurada no início de julho no município de Dourados (MS).

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21/07/2021 04:00h

Em maio, a atividade industrial apresentou quedas, mas manteve os patamares observados antes da pandemia, segundo a CNI

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Atividade industrial teve quedas em maio, mas se mantém em patamares observados antes da pandemia de Covid-19. De acordo com levantamento da Confederação Nacional da Indústria (CNI), houve retrações significativas nas horas trabalhadas na produção e na Utilização da Capacidade Instalada (UCI).

Segundo o deputado Newton Cardoso Jr. (MDB/MG), presidente da Frente Parlamentar da Indústria na Câmara dos Deputados, a recuperação do setor já era esperada com o avanço da vacinação contra a Covid-19. No entanto, ele destaca os desafios que a indústria nacional ainda precisa enfrentar para se desenvolver. 

“A indústria tem o desafio do crescimento; um desafio que está instaurado na estrutura atual de tributação, de funcionamento das leis ambientais e também da proteção dos mercados, que o país ainda precisa em função de um Custo Brasil elevado, que compromete a competitividade dessa indústria”, destaca o parlamentar.

O conselheiro Lauro Chaves Neto, do Conselho Federal de Economia, detalha os motivos que levaram a atividade industrial a recuperar os patamares pré-pandemia. “Isso se deve à reestruturação das cadeias de suprimento e logística e à retomada das cadeias de distribuição para o varejo, para o atacado e, principalmente, para algumas rotas de exportação. Nesse período da pandemia, a indústria brasileira conseguiu se reinventar e promoveu inovações muito importantes nos seus processos, o que gerou um ganho de produtividade que também explica essa retomada.”

Para o deputado Newton Cardoso, é necessário fazer uma reforma tributária que garanta menor taxação da indústria, para recuperar ainda mais seu crescimento. Ele também defende medidas protetivas diante da abertura comercial.

“Ninguém é contra a abertura comercial, mas ela deve ser feita de forma a preservar os empregos e os setores que ainda têm dificuldade com alto Custo Brasil, com leis trabalhistas que são extremamente demandadas e com leis ambientais que desafiam diversos setores”, ressalva.

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Indicadores Industriais

Segundo o levantamento da CNI, as horas trabalhadas na produção tiveram queda de 1,8% em maio, em relação a abril de 2021. Considerando os números de março e abril, o indicador mostra uma tendência de queda em 2021.

O faturamento aumentou 0,7% de abril para maio, mas vem oscilando entre altas e quedas desde o início do ano. Segundo os pesquisadores da CNI, o indicador apresenta uma tendência de queda, pois as altas não têm compensado as retrações.

Já a UCI teve uma pequena retração de 0,3 ponto percentual em maio, em comparação com abril, mas atingiu 81,6% - o terceiro mês consecutivo acima de 80%, o que não ocorria desde o período entre novembro de 2014 e janeiro de 2015. 

Outros dados do levantamento apontam que o emprego na Indústria de Transformação reforçou a tendência de alta em maio, com crescimento de 0,5% em relação a abril. Já a massa salarial voltou a cair após dois meses de alta, com retração de 0,8% em maio, em comparação ao mês anterior. Além disso, o rendimento médio registrou queda de 2,5% no quinto mês de 2021.

Índice de Confiança

O levantamento mais recente da CNI mostra que o Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI) aumentou 0,3 ponto em julho de 2021, atingindo 62 pontos. Essa é a terceira alta consecutiva e mantém o indicador no patamar de confiança, acima dos 50 pontos. Desde maio, o ICEI acumula crescimento de 8,3 pontos.

O conselheiro econômico, Lauro Chaves Neto, destaca as projeções para o Produto Interno Bruto (PIB) como razão para o aumento da confiança no setor produtivo.

“O setor produtivo e também o industrial retomam a confiança pela expectativa de crescimento do PIB acima de 4,5% em 2021 e a continuidade dessa retomada para 2022. E, sobretudo, pela retomada da agenda de reformas, a qual o setor produtivo imputa como prioritárias para a melhoria da produtividade e a redução do Custo Brasil.” 

Economia dos estados

No estado de Minas Gerais, o índice de evolução da produção apresentou avanço de 8,9 pontos e encerrou o mês de maio com 55,7 pontos. O dado também é da CNI, divulgado pela Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (FIEMG). O resultado foi o mais elevado para o mês desde o início da série histórica mensal, em 2010.

A Utilização da Capacidade Instalada na indústria mineira fechou em 47,6 pontos em maio, com crescimento de 1,6 ponto em relação a abril. O indicador mostra que a indústria operou com capacidade abaixo da habitual para o mês, ao ficar abaixo dos 50 pontos. No entanto, o aumento é de 15,5 pontos se comparado a maio de 2020.

O economista Lauro Chaves Neto ressalta que os estados que criaram melhores condições de investimento e infraestrutura para os negócios, com redução de burocracias, conseguem se destacar com indicadores industriais melhores do que a média nacional. Ele também reforça a importância do debate do Pacto Federativo no Congresso Nacional.

“Nós precisamos fortalecer cada vez mais a distribuição de recursos para os estados e principalmente para os municípios, porque quando há essa descentralização, você promove a economia local; e só o desenvolvimento local vai ajudar a combater as desigualdades e a redução da pobreza extrema.”

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20/07/2021 11:20h

Lei de Diretrizes Orçamentárias, aprovada pelo Congresso, prevê um aumento de R$ 5,7 bilhões para o fundo

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O presidente Jair Bolsonaro garantiu que vai vetar o aumento de R$ 5,7 bilhões no fundo eleitoral, aprovado pelo Congresso Nacional por meio da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO). A fala foi proferida em entrevista para a Rádio Nacional da Amazônia

Segundo o presidente, o valor pode ser mais bem empregado na construção de pontes e de malha rodoviária, por exemplo.

Congresso Nacional aprova a Lei de Diretrizes Orçamentárias para 2022

Covid-19: “Provavelmente vamos precisar, no futuro, de uma terceira dose”, diz infectologista

Durante a entrevista, Bolsonaro também falou sobre a vacinação contra a Covid-19 no país. Segundo ele, já foram distribuídas mais de 150 milhões de doses de vacinas no Brasil e cerca de 100 milhões de pessoas já foram imunizadas com a primeira dose. Os números podem ser conferidos no portal do Ministério da Saúde.

O presidente também comentou sobre seu estado de saúde, que segundo ele, já está 100%. Bolsonaro explicou que o quadro de obstrução intestinal foi agravado por uma crise de soluços. Ele recebeu alta do hospital no último domingo (18).

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19/07/2021 05:00h

Cenário é resultado da retomada do consumo e da própria sazonalidade

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Atividade industrial teve quedas em maio, mas se mantém em patamares observados antes da pandemia de Covid-19. De acordo com levantamento da Confederação Nacional da Indústria (CNI), houve retrações significativas nas horas trabalhadas na produção e na Utilização da Capacidade Instalada (UCI).
Segundo o deputado Alexis Fonteyne (NOVO-SP), o cenário é resultado da retomada do consumo e da própria sazonalidade.

“O primeiro fator positivo é a vacinação; a demanda reprimida começa a ser desrepresada; as pessoas voltam a consumir e viajar. Existe um segundo fator que é a sazonalidade. O Brasil retoma a sua economia no mês nove e dez; tem vendas bem altas no Natal, começo do ano, Carnaval, férias, e tem uma queda natural por volta de abril e maio. Todos os anos nós temos essa curva”, explica.

O conselheiro Lauro Chaves Neto, do Conselho Federal de Economia, ressalta que a atividade industrial no Brasil praticamente recuperou o patamar pré-pandemia.

“Isso se deve à reestruturação das cadeias de suprimento e logística e à retomada das cadeias de distribuição para o varejo, para o atacado e, principalmente, para algumas rotas de exportação. Nesse período da pandemia, a indústria brasileira conseguiu se reinventar e promoveu inovações muito importantes nos seus processos, o que gerou um ganho de produtividade que também explica essa retomada.”

Covid-19: Queiroga estima que metade da população brasileira vai receber as duas doses da vacina até setembro

Acordo de Livre Comércio Brasil-Chile traz segurança e previsibilidade ao ambiente de negócios entre os países

Projeto de Lei busca aperfeiçoar benefícios tributários para melhores impactos econômico-sociais

Indicadores Industriais

Segundo o levantamento da CNI, as horas trabalhadas na produção tiveram queda de 1,8% em maio, em relação a abril de 2021. Considerando os números de março e abril, o indicador mostra uma tendência de queda em 2021.

O faturamento aumentou 0,7% de abril para maio, mas vem oscilando entre altas e quedas desde o início do ano. Segundo os pesquisadores da CNI, o indicador apresenta uma tendência de queda, pois as altas não têm compensado as retrações.

Já a UCI teve uma pequena retração de 0,3 ponto percentual em maio, em comparação com abril, mas atingiu 81,6% - o terceiro mês consecutivo acima de 80%, o que não ocorria desde o período entre novembro de 2014 e janeiro de 2015. 

“Nós temos um ambiente muito favorável para uma retomada sólida, sem grandes voos de galinha, sem coisas insustentáveis. Mas observamos que no mercado interno hoje há uma escassez de matérias primas, porque o mundo também estava tendo uma demanda reprimida que se desrepresa agora. Obviamente, em uma economia globalizada, o Brasil compete com o resto do mundo na questão de demandas e de valores”, comenta o deputado Alexis Fonteyne. De acordo com o parlamentar, as principais matérias primas em escassez são aço, resina e pigmentos.

Outros dados do levantamento apontam que o emprego na Indústria de Transformação reforçou a tendência de alta em maio, com crescimento de 0,5% em relação a abril. Já a massa salarial voltou a cair após dois meses de alta, com retração de 0,8% em maio, em comparação ao mês anterior. Além disso, o rendimento médio registrou queda de 2,5% no quinto mês de 2021.

Índice de Confiança

O levantamento mais recente da CNI mostra que o Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI) aumentou 0,3 ponto em julho de 2021, atingindo 62 pontos. Essa é a terceira alta consecutiva e mantém o indicador no patamar de confiança, acima dos 50 pontos. Desde maio, o ICEI acumula crescimento de 8,3 pontos.

O deputado Alexis Fonteyne comenta os motivos para o aumento da confiança do empresário na indústria. “A pandemia está terminando e mundialmente está tendo uma demanda muito grande por commodities. Aqui no Brasil existe uma dificuldade muito grande para conseguir matérias-primas, porque o mundo está consumindo mais. Esse é um sentimento que todo industrial tem quando há falta de matéria-prima; é porque a atividade econômica está retomando e todo mundo se prepara para isso." 

Segundo o parlamentar, mesmo as commodities brasileiras estão com aumento relevante de preços, principalmente porque os valores no mercado externo também estão altos.

O conselheiro econômico, Lauro Chaves Neto, destaca as projeções para o Produto Interno Bruto (PIB) como razão para o aumento da confiança no setor produtivo.

“O setor produtivo e também o industrial retomam a confiança pela expectativa de crescimento do PIB acima de 4,5% em 2021 e a continuidade dessa retomada para 2022. E, sobretudo, pela retomada da agenda de reformas, a qual o setor produtivo imputa como prioritárias para a melhoria da produtividade e a redução do Custo Brasil”, observou o especialista. 

Economia dos Estados

No estado de São Paulo, a produção do setor industrial apresentou avanço de 8,9 pontos e encerrou o mês de maio com 52,5 pontos. O dado também é da CNI, divulgado pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP). O resultado é o melhor para o estado desde novembro de 2020, quando ficou em 53,3 pontos.

A Utilização da Capacidade Instalada na indústria paulista fechou em 73% em maio, com crescimento de 3% em relação a abril. O indicador está 5,5 pontos acima da média histórica para o mês de maio no estado.

O deputado Alexis Fonteyne (NOVO-SP) comenta os benefícios da aceleração da atividade industrial para a economia dos estados e municípios. “Todos os reflexos positivos disso vão para estados e municípios. Nos estados, com mais vendas, tem maior aumento de ICMS. E para os municípios, uma vez que tenha maior produção, há mais salários e também maior consumo.”

O economista Lauro Chaves Neto ressalta que os estados que criaram melhores condições de investimento e infraestrutura para os negócios, com redução de burocracias, conseguem se destacar com indicadores industriais melhores do que a média nacional. Ele também reforça a importância do debate do Pacto Federativo no Congresso Nacional.

“Nós precisamos fortalecer cada vez mais a distribuição de recursos para os estados e principalmente para os municípios, porque quando há essa descentralização, você promove a economia local; e só o desenvolvimento local vai ajudar a combater as desigualdades e a redução da pobreza extrema.”

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18/07/2021 17:20h

Em Manaus, o nível da água desce em média 3 centímetros por dia, segundo o Serviço Geológico do Brasil

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Após bater o recorde de cheia e atingir 30,02 metros, Rio Negro já está em processo de vazante. De acordo com boletim do Serviço Geológico do Brasil, divulgado em 16 de julho, o nível do rio começou a descer de forma mais nítida na última semana, indicando um possível fim do período de enchente em toda sua calha principal. Em Manaus, o rio Negro segue em estágio de inundação severa, mas desce em média 3 centímetros por dia. 

Apesar da cheia do Rio Negro ser comum nessa época do ano, os moradores foram surpreendidos com o volume de água em 2021. Gisele Rodrigues Pará, 31 anos, mora no bairro Dom Pedro, na Zona Oeste de Manaus. Ela conta como a cidade foi mais impactada pela cheia este ano.

“Parte do centro de Manaus foi atingida pelas cheias. Uma rua bem conhecida aqui como Rua dos Barés - onde fica o comércio, que atende principalmente os ribeirinhos, comercializando rações, materiais de pesca, alimentos - foi totalmente interditada.”

Segundo a moradora, todos os anos, com a cheia, são construídas pontes e passarelas de madeira, conhecidas como rip-rap, para evitar que a população entre em contato com a água contaminada com lixo e esgoto da cidade.

Os córregos afluentes do Rio Negro, conhecidos como igarapés, também transbordaram e causaram transtorno no trânsito de Manaus.

“O trecho que liga a Avenida Constantino Nery e a Avenida Djalma Batista teve que ser interditado, porque ele é cortado pelo igarapé dos Bilhares, que transbordou. No centro de Manaus, vários ônibus foram desviados e as pessoas precisam andar um pouco mais para acessar essa região, porque as linhas de ônibus, em certo momento, já não circulam nessas ruas por causa da cheia”, conta Gisele.

Nível do Rio Negro deve começar a baixar nas próximas semanas

Proposta prevê que municípios regulamentem faixas marginais de curso d’água em áreas urbanas e regiões metropolitanas

Bacia do Rio Negro

Os municípios localizados na calha principal do Rio Negro são São Gabriel da Cachoeira, Santa Isabel do Rio Negro, Barcelos, Novo Airão e Manaus. Outras cidades são cortadas por afluentes, cujas águas desembocam no Rio Negro, como município de Presidente Figueiredo e Rio Preto da Eva, além de toda a bacia do Rio Branco, que abrange quase todo o estado de Roraima.

A cota máxima atingida pelo Rio Negro foi de 30,02 metros no dia 16 de junho de 2021. Segundo a pesquisadora do Serviço Geológico do Brasil, Luna Gripp, a inundação generalizada nos rios da Bacia Amazônica foi provocada pelo volume de chuva acima do esperado, principalmente nos primeiros meses do ano.

“Essa chuva acumulada acima do esperado trouxe um grande volume de água para as bacias do Rio Negro e do Solimões. Quando chegou o mês de junho, o nível dos rios estava realmente muito alto e acabou trazendo todos esses problemas de inundação; não só para as bacias do Negro e do Solimões, mas também para o Amazonas, que é formado pela união dos dois rios”, explica.

Vazante

A pesquisadora esclarece que o processo de vazante é caracterizado quando o nível da água desce ao longo de vários dias. Esse intervalo é específico para cada rio. No caso do rio Negro, o processo de vazante já teve início, pois - apesar de lenta - a descida da água é constante e gradual. 

“É muito provável que o rio Negro realmente comece a descer agora e não volte a subir. Essa análise é válida para a região da Amazônia Central, ou seja, Manaus e os municípios de Manacapuru, no Solimões, Itacoatiara, Parintins, Careiro da Várzea e Careiro Castanho.”

“Já em um trecho de rio mais próximo a cabeceira, quando chove, o rio volta a subir de uma hora para outra. Então, São Gabriel da Cachoeira, Santa Isabel do Rio Negro e Barcelos, se houver chuva de dois, três dias seguidos - o que não é raro acontecer -, mesmo que o rio já esteja descendo alguns centímetros por dia, ele pode voltar a subir”, acrescenta Luna Gripp.

No entanto, segundo a pesquisadora, apesar do nível do rio estar diminuindo, os impactos associados à inundação continuam nos municípios, uma vez que a cheia superou o esperado para este ano e o processo de vazante é lento e gradual.

“A expectativa é que para as próximas semanas, continuemos observando o processo de inundação e todos os problemas associados, porque realmente essa descida inicial é bem lenta. A partir de um certo momento, o rio deve começar a aumentar a velocidade de descida, indo para 4, 5, 6 centímetros. Só então ele deixa de ocupar a região central da cidade e, depois de um tempo maior ainda, deixa de atingir os bairros mais afetados”, detalha.

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A pesquisadora do Serviço Geológico do Brasil, Luna Gripp, afirma que não é possível prever quando outra grande cheia do Rio Negro poderá acontecer novamente, já que o processo é determinado pelas chuvas.

“Estamos falando da maior bacia do mundo: a bacia do Amazonas. As chuvas relacionadas a esses processos de inundação acontecem em uma área muito grande e com uma duração de tempo também muito grande. Estamos falando de chuvas que aconteceram desde janeiro e impactaram na cheia em junho. São praticamente seis meses em que a água afeta a subida do nível dos rios.”

As previsões de cheia para a Bacia Amazônica só podem ser feitas a partir das chuvas do começo do ano, por isso, os primeiros alertas de inundações para Manaus, Manacapuru e Itacoatiara são emitidos ao final do mês de março pelo Serviço Geológico do Brasil.

Apesar de não ser possível prever as grandes cheias, Luna Gripp afirma que esse fenômeno tem sido cada vez mais frequentes nos últimos anos.

“Nós tínhamos grandes cheias na Amazônia a cada 50 anos. Na última década, esse intervalo diminuiu muito. Já observamos cheias em vários anos seguidos, afetando especialmente a população ribeirinha. A tendência é que tenhamos cada vez mais processos de inundação severa, inclusive em locais onde o município é afetado como um todo.”

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18/07/2021 17:00h

Iniciativa do Ministério da Cidadania vai fortalecer o acompanhamento de gestantes e crianças de até seis anos

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Ministério da Cidadania lança campanha ABC para a Primeira Infância: Amar, Brincar e Cuidar. A iniciativa conta com a parceria do Fundo Conjunto para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas, com o intuito de priorizar a proteção e os cuidados à primeira infância.

Dentre as ações, a campanha vai fortalecer o Programa Criança Feliz, do governo federal, que realiza visitas domiciliares para acompanhar gestantes e crianças de até seis anos, em cerca de 3 mil municípios brasileiros. Segundo a pasta, o programa já fez mais de 23 milhões de visitas.

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Além disso, a campanha ABC disponibiliza um e-book, no qual é contada a história de um casal de cientistas à espera de um bebê e, pela primeira vez, eles não sabem o que fazer. De forma lúdica, o livro oferece dicas sobre como cuidar dos filhos durante a primeira infância.

Segundo o Ministério da Cidadania, estudos comprovam que os primeiros anos de vida são o período com a maior “janela de oportunidades” para o desenvolvimento humano integral.

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18/07/2021 17:00h

Programa do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos busca estimular a autonomia econômica feminina

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Programa Qualifica Mulher vai oferecer capacitação profissional para cerca de 270 mil brasileiras em situação de vulnerabilidade social nos próximos dois anos. A iniciativa é do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos que assinou um acordo técnico com a Associação Aliança Empreendedora. O objetivo é promover a autonomia econômica feminina.

Ao todo, serão oferecidas 10 mil vagas para cada uma das 27 unidades da Federação, em cursos como: Educação financeira para mulheres empreendedoras; Inovar em tempos de crise e Empreendedoras da beleza. A preferência é para mulheres com renda mensal de até um salário mínimo e meio, que estejam cursando ou tenham concluído o ensino fundamental ou médio, ou sem nenhuma escolaridade.

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Auxílio Emergencial: Caixa paga quarta parcela aos nascidos em fevereiro, neste domingo (18)

Os cursos são realizados por meio de institutos federais, municípios e organizações da sociedade civil. Em 2020, o Qualifica Mulher investiu cerca de R$ 19 milhões em ações de capacitação e empreendedorismo, atendendo mulheres de 13 estados e do Distrito Federal. Para este ano, a previsão do ministério é investir cerca de R$ 17 milhões.

Saiba mais sobre o Qualifica Mulher no link.

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18/07/2021 15:15h

Benefício varia entre R$ 150 e R$ 375, de acordo com o perfil familiar

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A Caixa Econômica Federal paga neste domingo (18) a quarta parcela do Auxílio Emergencial aos trabalhadores informais nascidos em fevereiro. O pagamento também é feito para os inscritos do Cadastro Único (CadÚnico) que fazem aniversário no mesmo mês.

O benefício será depositado nas contas poupança digitais e poderá ser movimentado pelo aplicativo Caixa Tem, para pagamento de boletos e compras online.

O Auxílio Emergencial 2021 é pago em sete parcelas (quatro parcelas mais três meses de extensão do benefício) que variam de R$ 150 a R$ 375, de acordo com o perfil do beneficiário. Em geral, as famílias recebem R$ 250 por mês; família monoparental, chefiada por mulher, recebe R$ 375; e pessoas que moram sozinhas recebem R$ 150.

Governo prorroga auxílio emergencial com R$ 20,27 bilhões

Caixa e WhatsApp fecham parceria para envio de mensagens sobre o auxílio emergencial

Para outras informações sobre o Auxílio Emergencial, ligue na Central Telefônica 111 da Caixa ou acesse o site: auxilio.caixa.gov.br.

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Brasil 61