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Baixar áudioA previsão do tempo para a Região Nordeste neste domingo (11) indica variação de nuvens e chuva em diferentes áreas da região.
No Maranhão, o dia será de muitas nuvens, com pancadas de chuva isoladas ao longo do estado.
No Piauí, a chuva atinge municípios do centro-norte e do sul, com registros em Lagoa do Sítio, São José do Piauí e Santa Rosa do Piauí.
No Ceará, há precipitações pontuais em municípios do centro-sul, como Jucás e Milagres.
Já no Rio Grande do Norte, na Paraíba e em Pernambuco, a expectativa é de chuva concentrada na região litorânea, enquanto o interior desses estados segue apenas com variação de nuvens.
Em Alagoas, a chuva chega a municípios do leste alagoano, com destaque para Teotônio Vilela e Penedo. Em Sergipe, há chance de chuva isolada em áreas do sul do estado, atingindo municípios como Estância e Salgado.
Na Bahia, o tempo permanece nublado no interior, sem previsão de chuva na maior parte das áreas. No entanto, municípios do sudoeste baiano, como Boa Nova, Poções e Vitória da Conquista, podem registrar chuva isolada.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 23°C em Salvador. Já a máxima pode chegar a 36°C, em Teresina. A umidade relativa do ar varia entre 30% e 100%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o textoQuanto posso beber de álcool na semana?
Baixar áudioVocê sabe qual é o limite seguro para consumir bebidas alcoólicas?
“Homens podem tomar até 2 doses por dia. Mulheres, apenas uma,” explica o neurologista Dr. Leonel Takada (CRM: 112.075/SP). Uma dose equivale a uma cerveja (350 ml), uma taça de vinho ou uma dose de destilado (40 ml). O máximo por semana é 14 doses para homens e sete para mulheres.
O excesso pode causar danos sérios ao cérebro e à saúde. E nunca beba se for dirigir. Segurança vem em primeiro lugar.
Veja ao vídeo com a explicação do especialista clicando aqui.
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Copiar o textoO ano de 2026 se desenha como um período de intensa movimentação para o setor mineral, influenciado por fatores políticos e econômicos que impactam diretamente a dinâmica dos investimentos e das políticas públicas no Brasil e no mundo.
No cenário internacional, a persistência de conflitos armados e o acirramento das disputas geopolíticas seguem moldando as cadeias globais. Nesse contexto, os minerais críticos possuem um papel central, tornando-se ativos fundamentais para a segurança energética e industrial.
No plano nacional, as eleições tendem a influenciar diretamente a agenda legislativa, regulatória e institucional, especialmente em setores estratégicos como a mineração.
Sob a ótica setorial, a transição energética permanece como principal vetor de crescimento da mineração. A perspectiva de demanda por minerais críticos — essenciais para a produção de baterias, energias renováveis, eletromobilidade e tecnologias avançadas — impulsionará novos projetos e a ampliação de operações existentes.
Pelo menos é o que todos nós do setor esperamos!
No âmbito das políticas públicas, ganham destaque os Projetos de Lei 2.780/2024, que tramita na Câmara dos Deputados, e 4.443/2025, no âmbito do Senado Federal, que tratam da instituição da Política Nacional de Minerais Críticos e Estratégicos, além do PL 3025/2023, que trata da implantação de uma sistemática de rastreabilidade de ouro, todos debates com forte atuação e representatividade da Frente Parlamentar da Mineração Sustentável.
Nesse contexto da Política Nacional de Minerais Críticos e Estratégicos, os principais pontos a serem discutidos serão a criação de mecanismos de garantia para fins de financiamento, a concessão de benefícios fiscais voltados à agregação de valor, e a rastreabilidade de minérios ao longo da cadeia. Essas medidas são fundamentais para ampliar a competitividade da mineração nacional, estimular a verticalização produtiva e atrair investimentos de longo prazo.
Espera-se, ainda, que o urânio passe a integrar de forma definitiva a pauta estratégica do País. Questões relevantes permanecem em aberto, como a definição do futuro de Angra 3, a edição de um decreto que discipline a relação público-privada no segmento de mineração de minerais radioativos e o avanço do licenciamento ambiental do projeto de Santa Quitéria, considerado essencial para o modelo de negócios do setor.
No campo regulatório, a Agência Nacional de Mineração (ANM) possui uma agenda robusta prevista para 2026, com a edição de diversas resoluções, como garantias financeiras para a execução do fechamento de mina; simplificação dos processos de outorga; Declaração de Utilidade Pública, servidão minerária e desapropriação.
Soma-se a isso a expectativa diante das mudanças ocorridas em 2025, como a entrada de novos servidores, a introdução da Declaração de Informações Econômico-Fiscais da Compensação Financeira pela Exploração Mineral e a publicação da versão final da resolução que dispõe sobre os procedimentos para apuração das infrações, sanções e os valores das multas. Não obstante, e para a infelicidade do setor, a aguardada modernização tecnológica da instituição, que permita uma melhor gestão e celeridade dos processos, ainda não se concretizou.
Nesse contexto, as associações do setor tendem a ganhar relevante protagonismo. Entidades representativas, como a recém-criada Associação de Minerais Críticos (AMC), passarão a desempenhar papel fundamental na interlocução com o poder executivo, com o Congresso Nacional e com os atores políticos envolvidos no processo eleitoral, o que, sem dúvida alguma, ensejará o debate de temas relevantes. A crescente relevância do tema dos minerais críticos coloca a mineração de forma definitiva no centro do debate.
Apesar das oportunidades e dos avanços legislativos relacionados à matéria ambiental, os desafios persistem. O licenciamento ambiental segue como um dos principais pontos de imprevisibilidade e insegurança jurídica. O setor deverá ampliar o debate com órgãos federais inseridos no processo de licenciamento e com o Ministério Público, nos quais, por vezes, acidentes envolvendo barragens continuam a impactar a percepção de risco e a segurança jurídica.
Infelizmente, um pequeno sentimento pessimista assola o setor, pois ficam dúvidas se o processo eleitoral, as ações políticas e as alterações regulatórias promoverão a segurança jurídica e a desburocratização necessárias para atração de investimentos e desenvolvimento do potencial mineral do País.
Ainda assim, é inegável que a nova economia, a transição energética e a melhoria da qualidade de vida demandada pela sociedade somente serão viáveis com a mineração.
Frederico Bedran - Advogado e Geólogo, sócio do Frederico Bedran Advogados, Diretor da AMC – Associação de Minerais Críticos, membro do Conselho Consultivo de Brasil Mineral.
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Baixar áudioA iniciativa Carreta Digital, criada em 2024 pelo Ministério das Comunicações, em parceria com a Rede Brasileira de Certificação, Pesquisa e Inovação (RBCIP), encerrou 2025 com 9,8 mil jovens formados em cursos básicos de tecnologia. O programa, que funciona em um caminhão adaptado e percorre regiões com pouca oferta de formação tecnológica, registrou mais de 8 mil certificações só no ano passado.
A expansão do programa em 2026 está prevista para superar 20 mil capacitações e aumentar o número de cidades atendidas. Segundo o ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho, a iniciativa tem papel importante no campo profissional brasileiro. "Estamos colocando essas pessoas no mercado de trabalho qualificado; além de gerar inclusão, avançamos na construção da soberania digital do nosso país, com mão de obra de qualidade".
Lançado inicialmente como um projeto piloto, a carreta passou pelo Distrito Federal, Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Sul, Maranhão e, mais recentemente, Pernambuco, onde 85 jovens concluíram o curso antes do recesso de dezembro.
A estrutura utiliza um espaço conhecido como Espaço Maker, equipado para aulas presenciais. Todos os cursos priorizam atividades práticas e aproximam os estudantes das demandas reais do mercado de trabalho.
A coordenadora nacional do projeto, Aline Marcon, destaca que a proposta atua diretamente na inclusão social e produtiva da juventude.“A RBCIP tem o compromisso de tirar a inovação dos laboratórios e levá-la para onde ela é mais necessária: o coração das comunidades brasileiras. A Carreta Digital não é apenas um laboratório itinerante; é uma ponte direta para o mercado de trabalho e para a cidadania digital”, ressaltou.
A proposta central é oferecer formação rápida e prática em:
● Robótica
● Manutenção de celulares
● Montagem de computadores de alto desempenho (PC Gamers)
| Estado | Alunos capacitados |
|---|---|
| Maranhão | 3.007 |
| Distrito Federal | 2.526 |
| Mato Grosso do Sul | 2.307 |
| Rio Grande do Sul | 1.962 |
| Pernambuco | 85 |
Fonte: MCom
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Baixar áudioVinte e seis anos após o início das negociações, o Conselho da União Europeia aprovou, nesta sexta-feira (9), a assinatura do acordo de livre comércio com o Mercosul. A efetivação do Tratado conformará o maior bloco de livre comércio do mundo, composto por 31 países, mais de 720 milhões de habitantes e economias que, juntas, somam US$ 22 trilhões em produto interno bruto.
Pelas regras do bloco europeu, para ser aprovada no conselho, a proposta tinha de obter o aval de Estados-membros cujas populações representassem, em conjunto, 65% da população da União Europeia. Segundo a presidente da Comissão, Ursula von der Leyen, nesta sexta-feira, formou-se a ampla maioria favorável ao acordo. A assinatura está prevista para o próximo sábado, dia 17 de janeiro, em Assunção, no Paraguai, que exerce a presidência pró-tempore do Mercosul.
Para o presidente da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), Jorge Viana, o resultado reflete um esforço político e institucional consistente, com protagonismo do governo brasileiro.
“Esse acordo segue no sentido contrário ao que o mundo está andando. A própria Organização Mundial do Comércio perdeu importância, e nós estamos falando aqui do maior acordo econômico do mundo”, afirmou Jorge Viana.
Já o chefe de Assuntos Estratégicos da ApexBrasil Europa, Aloysio Nunes, estima que as exportações brasileiras para o Velho Continente, nosso segundo maior parceiro comercial, devem aumentar em US$7 bilhões.
“A União Europeia é um mercado de alto poder aquisitivo, cujas regras têm uma influência muito grande sobre o conjunto do comércio mundial. E nós, a partir desse acordo, vamos ter um acesso muito maior ao mercado da União Europeia. Portanto, isso vai levar as empresas brasileiras a ganhos de produtividade, de previsibilidade e de redução de burocracia”, celebrou.
O acordo prevê reduções e eliminações tarifárias de importação de produtos e mercadorias de todos os setores econômicos. Mais de 90% das taxas dos dois blocos devem ser extintas em até 15 anos. Para máquinas e equipamentos de transporte, como motores e geradores para energia elétrica, autopeças e aviões, esses benefícios passarão a valer tão logo o Tratado entre em vigor. Para diversas commodities, como soja, minério de ferro, petróleo, açúcar, café e carnes – os principais produtos exportados pelo Brasil –, a redução se dará de forma gradativa até alcançar a liberalização total, sujeitando-se, apenas, a quotas de importação.
“Ainda que em relação à carne, por exemplo, a cota seja bastante reduzida, a União Europeia vai continuar importando carne brasileira, vai continuar importando daqui pagando uma tarifa maior. Nós não perderemos esse mercado”, garantiu Nunes.
Há algumas etapas a serem cumpridas antes de que o Acordo comece de fato a valer. Após a assinatura, os textos deverão ser traduzidos para os idiomas de todos os países que formam os dois blocos e aprovados pelos legislativos da região.
Da mesma forma, no Mercosul, sua vigência ocorrerá à medida que os parlamentos do Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai ratifiquem o texto.
Para aprovação da parte estritamente comercial, é necessária apenas maioria simples do Parlamento Europeu. O pilar político, em contrapartida, que abrange temas como democracia, multilateralismo e cooperação institucional, precisará ser submetido aos legislativos dos 27 países da União Europeia.
No Mercosul, sua vigência ocorrerá à medida que os parlamentos de Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai ratifiquem o texto.
O Brasil tende a ser o país mais beneficiado com o acordo. Segundo estimativas do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), o tratado pode provocar um crescimento acumulado de 0,46% no PIB do Brasil até 2040, com saldo equivalente a US$9,3 bilhões.
Setorialmente, o agronegócio brasileiro é o que deve ter os maiores ganhos. 77% das tarifas de importação dos produtos agropecuários enviados pelo Mercosul para o bloco europeu devem ser eliminadas. O crescimento da atividade é calculado em mais de US$11 bilhões.
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Baixar áudioTarifaço dos Estados Unidos, conflitos no leste europeu ou oriente médio, enfraquecimento do multilateralismo global e até mesmo um surto de gripe aviária em granja comercial. Apesar de todas as dificuldades enfrentadas em 2025, o setor agropecuário teve um desempenho histórico no mercado internacional, com crescimento de 3% nas vendas e US$ 169,2 bilhões em receitas com exportações.
O valor corresponde a 48,5% dos US$ 348,7 bilhões de faturamento do país no ano passado. O resultado foi impulsionado pelo aumento de 3,6% no volume de produtos enviados ao exterior, desempenho que compensou a queda de 0,6% nos preços médios.
Para o ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, a colheita recorde de grãos na safra 2024/2025, a expansão da produtividade das proteínas animais, com o Brasil se tornando o maior produtor mundial de carne bovina, e a diversificação de mercados para essa produção foram essenciais na superação dos empecilhos. “525 novos mercados abertos. É emprego, renda, oportunidade. Inflação dos alimentos aqui controlada. Produzimos tanto, o preço cai aqui dentro, sobra excedente para exportar, o Brasil cresce e o trabalho não para”, exaltou.
A contagem dos novos destinos remete a 2023, em estratégia coordenada pelo governo federal, com ações entre o Mapa, o Ministério das Relações Exteriores (MRE), o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) e a ApexBrasil.
Segundo o secretário de Comércio e Relações Internacionais do Mapa, Luis Rua, a iniciativa trouxe sozinha US$ 4 bilhões em receitas cambiais adicionais, com benefícios para toda a gama de produtos brasileiros, não somente os mais tradicionais em que o país já se destaca. “Carne bovina aumentando 40%, o café 31%, as frutas aumentando 12%. Mas mais importante ainda, os produtos menos tradicionais, aqueles que a gente tá começando a exportar e que dado o trabalho de abertura de mercados, incrementamos 15%. Veja o exemplo do gergelim para China, que a gente abriu no final de 2024, já exportou 170 milhões”, destacou Rua.
Os principais compradores de produtos agropecuários brasileiros foram:
Destaque ainda para mercados que expandiram suas compras de produtos agropecuários brasileiros: Paquistão (US$ 895,6 milhões; +122%), Argentina (US$ 573,79 milhões; +29%), Filipinas (US$ 332,6 milhões; +9,18%), Bangladesh (US$ 256,75 milhões; +4,64%), Reino Unido (US$ 231,5 milhões; +3%) e México (US$ 217 milhões; +2%).
Entre os principais produtos da pauta exportadora, a soja em grãos manteve-se como o principal item, gerando US$ 43,5 bilhões em receitas cambiais (+1,4%), com volume embarcado recorde de 108,2 milhões de toneladas, aumento de 9,5%. A carne bovina também registrou recorde, com receitas de US$ 17,9 bilhões (+39,9%) e incremento de 20,4% em volume. Durante o ano de 2025, foram abertos 11 mercados para a carne bovina brasileira. As miudezas de carne bovina também tiveram expansão, com incremento de 20,6% em valor (US$ 605 milhões) e de 16,9% em volume (267 mil toneladas), e aberturas comerciais relevantes, como Indonésia e Filipinas.
Ainda no setor de proteínas animais, destaque para o incremento de 19,6% no valor e de 12,5% no volume exportado de carne suína, tornando o Brasil, pela primeira vez, o terceiro maior exportador mundial do produto, e para o aumento de 0,6% no volume exportado de carne de frango, mesmo diante de um cenário desafiador no ano anterior, em função do primeiro e único caso registrado de influenza aviária em granjas comerciais.
O café, outro produto tradicional da pauta exportadora, apresentou crescimento de 30,3% em valor, totalizando US$ 16 bilhões, impulsionado por preços internacionais que atingiram níveis históricos, tanto para o café verde quanto para o café solúvel. Destaque também para o incremento no valor e no volume exportado de frutas (+12,8% e +19,7%, respectivamente), além da abertura de 26 mercados nos últimos três anos, e para os pescados (+2,6% em valor e +17% em volume).
O DDG de milho (grãos secos de destilaria), coproduto da produção de etanol, também apresentou crescimento de 4,3% em volume (825 mil toneladas). Como exemplo, a Turquia passou de US$ 35,6 milhões para US$ 62,7 milhões em compras desse produto (+76,1%). Já os feijões tiveram desempenho recorde em 2025, com aumento de 32% em valor (US$ 443 milhões) e de 55,5% em volume (533 mil toneladas), em comparação com o ano anterior.
Diversos itens que não compõem o grupo principal de commodities alcançaram marcas históricas em 2025, quando comparados a 2024:
As importações de produtos agropecuários no ano passado somaram US$ 20,2 bilhões, um aumento de 4,4% em relação a 2024. Com isso, a corrente de comércio agropecuário no último ano foi de US$ 189,4 bilhões, e o saldo da balança comercial do agronegócio, ou seja, a diferença entre o que o setor vendeu e o que comprou do exterior, fechou o ano com um superávit de US$ 149,07 bilhões.
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Baixar áudioUm levantamento inédito aponta os 100 melhores hospitais públicos do Brasil, com destaque para o estado de São Paulo, que concentra o maior número de unidades selecionadas: 30. Em segundo lugar está Goiás, com 10 hospitais. Na sequência aparecem Pará e Santa Catarina, com sete unidades cada.
O estudo foi realizado pelo Instituto Brasileiro das Organizações Sociais de Saúde (Ibross), em parceria com a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS/OMS), o Instituto Ética Saúde (IES), o Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) e o Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems).
O trabalho é coordenado pelo médico sanitarista Renilson Rehem, ex-presidente do Ibross. Segundo ele, a iniciativa tem como objetivo fortalecer o sistema público de saúde.
“Com essa premiação, buscamos reconhecer e divulgar as melhores práticas de gestão e assistência à saúde na rede pública hospitalar do país, bem como promover a melhoria contínua da qualidade e da eficiência dos serviços públicos de saúde prestados à população”, afirmou.
A relação contempla as unidades de saúde finalistas do Prêmio Melhores Hospitais Públicos do Brasil, cuja premiação está prevista para maio de 2026.
A lista completa pode ser acessada no site do Ibross.
Foram considerados hospitais federais, estaduais ou municipais, com atendimento integral pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A seleção inclui hospitais gerais — adultos ou pediátricos — e unidades especializadas em ortopedia, oncologia, cardiologia e maternidade.
Todos os hospitais possuem mais de 50 leitos e tiveram produção registrada no Sistema de Informações Hospitalares do Ministério da Saúde entre agosto de 2024 e julho de 2025.
De acordo com Renilson Rehem, a lista demonstra a capilaridade da excelência hospitalar no SUS.
“Essa relação dos 100 melhores hospitais se mostrou representativa de todas as regiões brasileiras, evidenciando que o país possui centros de excelência hospitalar espalhados por todo o território nacional”, disse.
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A definição dos finalistas levou em conta critérios como acreditação hospitalar, taxa de ocupação, taxa de mortalidade, disponibilidade de leitos de terapia intensiva e tempo médio de permanência dos pacientes.
Na próxima etapa, os hospitais serão ranqueados com base em pesquisa independente de satisfação dos pacientes, nível de acreditação dos serviços, informações de compliance e avaliação de eficiência, que cruzará dados de atendimento com a disponibilidade de recursos financeiros.
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Baixar áudioO dólar comercial encerrou o último pregão em queda de 0,43% frente ao real, cotado a R$5,37, fechando a semana com queda acumulada de 1,10%. O câmbio contrariou a tendência externa, com o indicador DXY — que compara o dólar a uma cesta de seis divisas globais como euro e libra — apresentando alta de 0,20%. O desempenho da moeda estadunidense foi influenciado pela divulgação da inflação do Brasil no menor patamar anual desde 2018 e pelo payroll estadunidense abaixo do esperado.
O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de dezembro, divulgado nesta sexta-feira (9) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostrou avanço de 0,33% no último mês de 2025, após alta de 0,18% em novembro. Dessa forma, a inflação oficial do Brasil fechou o ano em 4,26%, dentro da meta de 3% do Banco Central — com margem de 1,5% para cima ou para baixo — e alinhada às expectativas do mercado. O resultado da variação acumulada em 12 meses é o menor registrado desde 2018, quando foi de 3,75%.
Também nesta sexta, o Departamento do Trabalho dos Estados Unidos divulgou o relatório oficial de empregos do país — o payroll —, que mostrou a criação de 50 mil vagas de emprego em dezembro de 2025. O resultado veio abaixo das expectativas do mercado, apesar da taxa de desemprego, de 4,4%, inferior à de novembro.
Analistas do setor explicam que o resultado do payroll abaixo do esperado e do IPCA dentro da meta do BC empurraram o enfraquecimento do dólar durante a sessão, apesar da pouca convicção estrutural. Segundo alguns deles, o câmbio vem operando com baixa variação devido à falta de dados econômicos que sinalizem para tendências mais delimitadas ainda no início do ano, o que deve mudar a partir da consolidação das participações na próxima corrida eleitoral.
O euro, por sua vez, encerrou a sessão cotado a R$6,23, o que representa uma queda de 0,65%.
A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.
| Código | BRL | USD | EUR | GBP | JPY | CHF | CAD | AUD |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| BRL | 1 | 0,1862 | 0,1602 | 0,1390 | 29,3950 | 0,1491 | 0,2590 | 0,2787 |
| USD | 5,3715 | 1 | 0,8594 | 0,7459 | 157,90 | 0,8008 | 1,3910 | 1,4947 |
| EUR | 6,2407 | 1,1635 | 1 | 0,8678 | 183,72 | 0,9318 | 1,6184 | 1,7393 |
| GBP | 7,1912 | 1,3407 | 1,1523 | 1 | 211,69 | 1,0736 | 1,8648 | 2,0041 |
| JPY | 3,40205 | 0,633332 | 0,54429 | 0,472378 | 1 | 0,5072 | 0,88099 | 0,94670 |
| CHF | 6,7077 | 1,2488 | 1,0733 | 0,9314 | 197,20 | 1 | 1,7371 | 1,8667 |
| CAD | 3,8616 | 0,7189 | 0,6178 | 0,5363 | 113,52 | 0,5757 | 1 | 1,0746 |
| AUD | 3,5886 | 0,6689 | 0,5750 | 0,4990 | 105,63 | 0,5357 | 0,9305 | 1 |
Os dados são da Investing.com
Copiar o textoMenor inflação anual desde 2018 e aprovação do acordo pela UE apoiam o índice
Baixar áudioO Ibovespa voltou a fechar o pregão em alta de 0,27%, aos 163.370 pontos, acumulando avanço de 1,77% na primeira semana cheia de 2026. O avanço do índice foi apoiado pela valorização do petróleo, pela divulgação do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) dentro da meta do Banco Central e com a aprovação, pela União Europeia, do acordo com o Mercosul.
O IPCA de dezembro, divulgado nesta sexta-feira (9) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostrou avanço de 0,33% no último mês de 2025, após alta de 0,18% em novembro. Dessa forma, a inflação oficial do Brasil fechou o ano em 4,26%, dentro da meta de 3% do Banco Central — com a margem de 1,5% para cima ou para baixo — e alinhada às expectativas do mercado. O resultado da variação acumulada em 12 meses é o menor registrado desde 2018, quando foi de 3,75%.
O acordo entre UE e Mercosul também chamou a atenção de investidores durante a sessão. Em negociação há mais de 25 anos, o acordo foi aprovado pela União Europeia, o que possibilitará a criação da maior zona de livre comércio do mundo.
Segundo o vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Geraldo Alckmin (PSB), a expectativa do governo é a de que o acordo entre em vigor ainda em 2026, após a aprovação final das partes.
A valorização do petróleo empurrou novamente as ações da Petrobras, que seguiu apoiando o desempenho positivo do índice. Em contrapartida, a queda dos preços do minério de ferro rebaixou as ações da Vale em mais de 1%, o que segurou o avanço do Ibovespa.
Outro desempenho que chamou atenção durante a sessão foi o da empresa aérea Azul. Após uma série de quedas consecutivas — incluindo a desvalorização de 90,20% no último pregão —, os papéis da empresa subiram 200% durante a sessão, encabeçando a lista de altas da B3. A baixa da véspera foi causada pela forte diluição dos acionistas, após aumento de R$7,44 bilhões no capital da companhia.
Confira as ações com melhor e pior desempenho no último fechamento:
Ações em alta no Ibovespa
Azul SA Pfd Registered Shs (AZUL54): +200,00%
Haga SA Industria e Comercio (HAGA3): +11,04%
Ações em queda no Ibovespa
Braskem S.A. Conv Pfd B (BRKM6): -11,11%
Ampla Energia e Servicos SA (CBEE3): -34,71%
O volume total negociado na B3 foi de R$22.338.695.771, em meio a 4.383.742 negócios.
Os dados da bolsa podem ser consultados no site da B3.
O Ibovespa (Índice Bovespa) é o principal indicador do mercado acionário brasileiro. Calculado pela B3, ele reflete a média do desempenho das ações mais negociadas na bolsa, com base em critérios de volume e liquidez. O índice é composto por uma carteira teórica de ativos, que representa cerca de 80% do volume financeiro total negociado no mercado.
A B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) é a bolsa de valores oficial do Brasil, sediada em São Paulo. É responsável pela negociação de ações, derivativos, títulos públicos e privados, câmbio e outros ativos financeiros. A B3 está entre as maiores bolsas do mundo em infraestrutura e valor de mercado.
Copiar o textoO concurso 3583 da Lotofácil foi realizado nesta sexta-feira (27/12/2025), no Espaço da Sorte, em São Paulo, e divulgado pela Caixa Econômica Federal. O sorteio não teve vencedores na faixa principal.
O prêmio para o próximo concurso da Lotofácil, de número 3583, que será realizado no sábado, 10 de dezembro de 2025, está estimado em R$ 6.000.000,00. Aproveite a oportunidade e faça sua aposta para concorrer!
02 - 21 - 22 - 10 - 09 - 04 - 14 - 15 - 06 - 24 - 25 - 12 - 13 - 23 - 03
A aposta mínima, de 15 números, custa R$ 3,00 com chance de 1 em 3.268.760 e a máxima custa R$ 46.512 com chance de 1 em 211.
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Quantidade de números jogados |
Valor da aposta |
|---|---|
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15 |
R$ 3 |
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16 |
R$ 48 |
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17 |
R$ 408 |
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18 |
R$ 2.448 |
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19 |
R$ 11.628 |
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20 |
R$ 46.512 |
De segunda-feira a sábado, às 21h.
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