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Baixar áudioTodos os estados e o Distrito Federal apresentam alta incidência de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG). É o que revela a nova edição do Boletim InfoGripe, divulgada nesta quinta-feira (14) pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Segundo o levantamento, o aumento dos casos ocorre principalmente entre crianças menores de dois anos e está associado, sobretudo, à circulação do vírus sincicial respiratório (VSR).
Nas demais faixas etárias, o número de ocorrências já apresenta sinais de estabilização. Em boa parte da Região Norte — incluindo Amazonas, Roraima, Rondônia e Tocantins — e em alguns estados do Centro-Oeste, como Goiás e Mato Grosso, há indícios de interrupção no crescimento ou até redução das notificações.
O estudo também aponta avanço das hospitalizações por influenza A em todos os estados da Região Sul e em alguns estados do Norte, como Roraima e Tocantins, além de estados do Sudeste, entre eles São Paulo e Espírito Santo.
A pesquisadora do Boletim InfoGripe e do Programa de Computação Científica da Fiocruz, Tatiana Portella, reforça que a vacinação continua sendo a principal forma de prevenir casos graves e mortes causadas pelo VSR e pela influenza A.
“A vacina contra o VSR é aplicada em gestantes a partir da 28ª semana e protege os bebês principalmente durante os seis primeiros meses de vida. Também existem anticorpos monoclonais contra o VSR disponíveis de graça no SUS, que podem ser aplicados em crianças prematuras ou menores de dois anos com comorbidades. Já a vacina anual contra a influenza é destinada aos grupos prioritários, como idosos, gestantes, pessoas com comorbidades e crianças de até 6 anos”, informa.
O rinovírus também tem contribuído para o aumento dos casos de SRAG em estados do Norte, como Amazonas e Amapá; do Sudeste, como Minas Gerais e Rio de Janeiro; e do Sul, incluindo Rio Grande do Sul e Santa Catarina.
Por outro lado, os casos de SRAG associados à Covid-19 seguem em queda na maior parte do país, com desaceleração do crescimento observada no Ceará e no Maranhão.
Segundo o InfoGripe, diversos estados ainda permanecem em níveis de alerta, risco ou alto risco para SRAG. A lista inclui Acre, Amapá, Amazonas, Bahia, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Paraíba, Pará, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Santa Catarina, São Paulo e Tocantins.
Entre as capitais, 15 registram atividade de SRAG em níveis de alerta, risco ou alto risco, com sinal de crescimento na tendência de longo prazo. Estão nessa lista Belém (PA), Belo Horizonte (MG), Campo Grande (MS), Cuiabá (MT), Florianópolis (SC), Macapá (AP), Maceió (AL), Manaus (AM), Palmas (TO), Porto Alegre (RS), Rio Branco (AC), Rio de Janeiro (RJ), Salvador (BA), São Paulo (SP) e Teresina (PI).
Nas últimas quatro semanas epidemiológicas, a distribuição dos vírus entre os casos positivos de SRAG foi a seguinte:
Entre os óbitos, a presença dos mesmos agentes foi:
O levantamento do InfoGripe tem como base os dados inseridos no Sistema de Informação da Vigilância Epidemiológica da Gripe, atualizados até 9 de maio, e é referente à Semana Epidemiológica (SE) 18. Confira outros detalhes no link.
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Copiar o textoA gordura abdominal é mais perigosa do que você imagina
Baixar áudioVocê tem gordura na barriga e já tentou de tudo para perdê-la? Essa famosa “barriguinha de pai” pode parecer inofensiva, mas é um fator de risco importante para várias doenças.
“A gordura visceral é altamente inflamatória e pode causar resistência à insulina, diabetes, colesterol alto, acúmulo de gordura no fígado, pressão alta, infarto e até derrame”, explica o endocrinologista Dr. Márcio Aurélio Silva Pinto (CRM: 112.092/SP | RQE: 29.169).
Mesmo quem não é obeso pode estar em risco. Essa gordura também está associada a alguns tipos de câncer e doenças neurodegenerativas, como a demência.
A boa notícia é que dá para mudar esse cenário com dieta equilibrada, exercícios (musculação + aeróbico) e acompanhamento profissional. Se mesmo com hábitos saudáveis o problema persistir, procure ajuda especializada. Cuidar da saúde é sempre o melhor caminho.
Tenha acesso aos conteúdos do Doutor Ajuda. Acesse o site.
Copiar o textoQue indicadores usar para medir o desenvolvimento local? Este será o tema central do mini-curso “Indicadores e Métricas para o Desenvolvimento Local”, a ser ministrado pela professora Maria Amélia Enriquez, da Universidade Federal do Pará (UFPA) e do conselho Consultivo de Brasil Mineral, na manhã do dia 16 de junho próximo, a partir das 9 horas, no auditório da Fiemg, em Belo Horizonte, como parte da programação do 11º. Mineração &/X Comunidades, promovido por Brasil Mineral.
De acordo cm a professora, que é autora do livro “Mineração: Maldição ou Dádiva?”, “durante a fase de instalação e de operação, os municípios mineradores recebem o bônus do crescimento econômico, que tem resultado na geração de emprego e aumento de renda. Porém, nem sempre o crescimento se traduz em desenvolvimento, uma vez que a atividade mineral não está isenta do ônus da maldição dos recursos que acomete a quase todas as economias de base mineira, tanto nas regiões ricas como nas pobres, em maior ou em menor grau”.
Ela acrescenta que a efetiva implantação de uma agenda ESG, bem como as demandas dos órgãos reguladores e da sociedade local, requer o compromisso corporativo com o desenvolvimento do município que abriga a atividade de mineração. “Para municípios de base mineral, a necessidade de pensar estrategicamente o município é mais urgente ainda, considerando que os bens minerais são finitos e estão sujeitos a grandes oscilações de preços, o que deixa, particularmente o município, em situação de vulnerabilidade”. Daí a importância de se conhecer os indicadores e as métricas para otimizar as estratégias de desenvolvimento local, bem como evitar ações isoladas e desarticuladas, garantindo coerência entre políticas, programas e projetos. Isso contribui para a melhor alocação de recursos, que são sempre limitados. “Além disso, conhecer a realidade local com base na evidência dos indicadores permite identificar prioridades, permitindo que se possa investir de forma mais racional e eficiente, reduzindo desperdícios e aumentando a efetividade das ações”, afirma.
Entre os tópicos a serem abordados no mini-curso, destacam-se: Indicadores de Desenvolvimento Sustentável – o IDSC, suas potencialidades e fragilidades; o IGM do Conselho Federal de Admiração; o Barômetro da Sustentabilidade; os Indicadores de Emprego e Renda (CAGED), de Finanças Públicas (SICONFI) e de Uso da CFEM (TCM). Também serão abordados os indicadores sociais e ambientais como O Atlas da Violência, Indicadores de Pobreza – Observatório da CadÚnico, indicadores ambientais do Mapbiomas e o sistema de emissões de GEE do SEEG. Para informações e inscrições sobre o curso, clique aqui.
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Baixar áudioCerca de 20% dos municípios brasileiros ainda não possuem agência reguladora de saneamento, um dos entraves apontados por especialistas para o atraso na universalização dos serviços de água e esgoto no país. A avaliação foi feita durante o VII Fórum Novo Saneamento, encerrado no último dia 13 de maio, em São Paulo, onde representantes do setor consideraram improvável o cumprimento da meta prevista para 2033 pela Lei 14.026/2020.
O encontro reuniu presidentes de companhias estaduais, executivos de operadoras privadas, advogados e especialistas em financiamento e regulação. Apesar do avanço registrado nos últimos anos, os participantes avaliaram que o prazo restante de sete anos não será suficiente para universalizar os serviços.
O Novo Marco Legal do Saneamento estabelece como principal objetivo ampliar o acesso aos serviços básicos de saneamento no país até 2033. A meta prevê que 99% da população brasileira seja atendida com abastecimento de água potável e que 90% tenha acesso à coleta e ao tratamento de esgoto.
“Estimam que entre R$ 600 e até R$ 900 bilhões são necessários para a gente encontrar essa meta em 2033. Isso daria uma taxa que, hoje, seria quase duas vezes a taxa de investimento em valores do que é feito normalmente. Então, seria mais que dobrar os investimentos que, hoje, são feitos anualmente para encontrar essa meta. Mas, não encontrar essa meta em 2033, de maneira nenhuma significa um fracasso ou algo que a gente possa desabonar os avanços que foram feitos no setor”, afirmou Carlos Lebelein, da LMDM Consultoria.
Segundo Lebelein, a ausência de estruturas regulatórias em parte dos municípios ainda dificulta o avanço da cobertura. "Há também a questão dos sistemas autônomos, a maior parte deles municipais, que não foram contemplados pelas exigências do marco legal”, disse.
O consultor mediou um painel com representantes de operadoras privadas para discutir questões que vêm impactando as concessionárias em diferentes estados, entre elas o reequilíbrio financeiro dos contratos, a pressão tarifária e os efeitos da reforma tributária sobre as contas de água.
As concessionárias privadas relataram que a demora nos processos de reequilíbrio contratual tem afetado os cronogramas de investimento. Segundo representantes do setor, muitas empresas assumem concessões e encontram condições diferentes das previstas originalmente, com necessidade maior de obras, redução de perdas e ampliação da infraestrutura.
“Na maioria das vezes, os agentes regulatórios não estão preparados para lidar com esse assunto”, afirmou Edgar Perlotti, gerente de regulação da Iguá Saneamento.
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A diretora regulatória e de compliance do grupo BRK, Juliana Rayel Chequi, considerou que é difícil manter investimentos em um contrato desequilibrado. “Superar esse descompasso é essencial para colocar as metas estabelecidas nos trilhos novamente”, avaliou
Para Cíntia Araújo, gerente executiva da área de regulação da Aegea, parte do problema começa ainda na modelagem dos projetos. “Isso acaba paralisando investimentos importantes”, concluiu.
A 18ª edição do Ranking do Saneamento, elaborado pelo Instituto Trata Brasil em parceria com a GO Associados, indica que 28 municípios do país já alcançaram a universalização do abastecimento de água. Entre eles, 11 registram cobertura total de 100%, com predominância de cidades do estado de São Paulo. Os outros 17 municípios apresentam índices iguais ou superiores a 99%, distribuídos entre as regiões Sul, Sudeste, Nordeste e Centro-Oeste.
O estudo tem como base os 100 municípios mais populosos do Brasil e utiliza os dados mais recentes do Sistema Nacional de Informações em Saneamento Básico (SINISA), com ano de referência de 2024, divulgados pelo Ministério das Cidades.
Apesar dos avanços registrados, o levantamento aponta que as regiões Norte e Nordeste ainda enfrentam as maiores dificuldades para alcançar a universalização completa e equilibrada do abastecimento de água.
Entre os casos destacados, Recife (PE) aparece com 78,93% de cobertura de abastecimento. Já Porto Velho (RO) ocupa a última posição entre os 100 municípios analisados, com 30,74% de atendimento.
Copiar o textoO euro, por sua vez fechou em torno de R$ 5,90
Baixar áudioO dólar fechou o último pregão em alta, em R$ 5,06
O conflito no Oriente Médio, que já se estende há cerca de dois meses e meio, começa a pressionar os indicadores de inflação e a influenciar decisões sobre juros em diferentes partes do mundo.
Nesta sexta-feira (15), os reflexos da tensão internacional chegaram com força ao câmbio brasileiro. O dólar encerrou o dia cotado a R$ 5,06, com alta de 1,63%. Entre as 31 moedas mais negociadas do planeta, o real foi o que apresentou a maior desvalorização frente à moeda norte-americana.
O euro, por sua vez, encerrou o pregão cotado em torno de R$ 5,90
A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.
| Código | BRL | USD | EUR | GBP | JPY | CHF | CAD | AUD |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| BRL | 1 | 0,1978 | 0,1702 | 0,1485 | 31,4030 | 0,1557 | 0,2720 | 0,2766 |
| USD | 5,0560 | 1 | 0,8603 | 0,7506 | 158,77 | 0,7871 | 1,3750 | 1,3985 |
| EUR | 5,8774 | 1,1626 | 1 | 0,8725 | 184,57 | 0,9149 | 1,5983 | 1,6257 |
| GBP | 6,7361 | 1,3325 | 1,1461 | 1 | 211,54 | 1,0486 | 1,8319 | 1,8633 |
| JPY | 0,0318 | 0,0063 | 0,0054 | 0,0047 | 1 | 0,4957 | 0,0087 | 0,0088 |
| CHF | 6,4240 | 1,2706 | 1,0930 | 0,9537 | 201,74 | 1 | 1,7470 | 1,7769 |
| CAD | 3,6772 | 0,7273 | 0,6257 | 0,5459 | 115,48 | 0,5724 | 1 | 1,0171 |
| AUD | 3,6153 | 0,7151 | 0,6151 | 0,5367 | 113,53 | 0,5628 | 0,9832 | 1 |
Os dados são da Investing.com.
Copiar o textoO concurso 3686 da Lotofácil foi realizado nesta sexta-feira (15/05/2026), no Espaço da Sorte, em São Paulo, e divulgado pela Caixa Econômica Federal. 3 apostadores acertaram as 15 dezenas e levaram para casa o prêmio de R$ 466.940,73. Os bilhetes premiados foram adquiridos em Feira de Santana (BA), Belo Horizonte (MG) e Araruama (RJ).
O prêmio estimado para o próximo concurso da Lotofácil, de número 3687, que será realizado no sábado, 16 de abril de 2026, está estimado em R$ 2.000.000,00. Aproveite a oportunidade e faça sua aposta para concorrer!
01 - 02 - 04 - 05 - 06 - 08 - 09 - 10 - 13 - 15 - 18 - 19 - 23 - 24 - 25
A aposta mínima, de 15 números, custa R$ 3,50 com chance de 1 em 3.268.760 e a máxima custa R$ 46.512 com chance de 1 em 211.
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Quantidade de números jogados |
Valor da aposta |
|---|---|
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15 |
R$ 3,50 |
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16 |
R$ 48,00 |
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17 |
R$ 408,00 |
|
18 |
R$ 2.448,00 |
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19 |
R$ 11.628,00 |
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20 |
R$ 46.512,00 |
De segunda-feira a sábado, às 21h.
Quer apostar sem complicação? Use a Surpresinha e deixe o sistema escolher os números para você — uma forma prática e rápida de participar dos sorteios.
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Baixar áudioA previsão do tempo para a Região Sul neste sábado (16), de acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), apresenta pancadas de chuva acompanhadas por trovoadas isoladas no Paraná e Santa Catarina.
Chuvas isoladas são esperadas no nordeste e noroeste gaúcho. Nas demais áreas do Rio Grande do Sul, variação entre muitas e poucas nuvens.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 11°C em Porto Alegre. Já a máxima pode chegar até 23°C, também em Porto Alegre. A umidade relativa do ar varia entre 70% e 100%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA previsão do tempo para a Região Centro-Oeste neste sábado (16), de acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), mostra chuvas que podem se tornar pancadas no norte, sudoeste e centro-sul mato-grossense. O mesmo acontece nas microrregiões de Dourados e Iguatemi, em Mato Grosso do Sul.
Chuvas isoladas são esperadas no sul goiano, sudeste mato-grossense e demais regiões de Mato Grosso do Sul. Já no Distrito Federal, variação entre muitas e poucas nuvens, mas sem previsão de chuva.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 16°C em Brasília. Já a máxima pode chegar a 34°C, em Cuiabá. A umidade relativa do ar varia entre 30% e 95%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA previsão do tempo para a Região Sudeste neste sábado (16), de acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), é de pancadas de chuva acompanhadas por trovoadas isoladas em todo o estado do Rio de Janeiro, sul espírito-santense e mesoregiões paulistas de Vale do Paraíba, Campinas, Itapetininga, litoral sul e Ribeirão Preto. O mesmo acontece no sul, sudoeste, oeste de Minas, Campo das Vertentes e Zona da Mata.
Possibilidade de chuva no Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba, em Minas Gerais. Nas demais regiões de São Paulo, Espírito Santo e Minas Gerais, variação entre muitas e poucas nuvens.
Entre as capitais, mínima de 14ºC em São Paulo. A máxima deve chegar a 32ºC em Vitória. A umidade relativa do ar varia entre 40% e 100%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA previsão do tempo para a Região Norte neste sábado (16), de acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), indica pancadas de chuvas acompanhadas por trovoadas isoladas no Amazonas, Roraima, Rondônia, Amapá, Pará e microrregião do Bico do Papagaio, no Tocantins.
Possibilidade de chuva no Acre e microrregiões tocantinenses de Araguaína, Miracema do Tocantins, Porto Nacional e Jalapão. Nas demais regiões do Tocantins, variação entre muitas e poucas nuvens.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 21°C em Rio Branco. A máxima pode chegar a 33°C, em Belém. A umidade relativa do ar varia entre 40% e 98%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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