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Neste domingo (25), a instabilidade ganha força na Região Sudeste, com previsão de chuva em todos os estados e risco de queda de granizo em áreas pontuais.
Em São Paulo, as precipitações mais intensas se concentram em municípios do nordeste paulista, como Sertãozinho e Jardinópolis. Já no Vale do Paraíba, os municípios de Cruzeiro e Areias podem registrar queda de granizo ao longo do dia.
Em Minas Gerais, a chuva ocorre com intensidade em diferentes regiões do estado. No centro-oeste mineiro, há previsão de chuva forte em Medeiros, enquanto na região da Serra da Canastra, São Roque de Minas também registra instabilidade. No sul de Minas, os municípios de Pouso Alto e Virgínia podem ter queda de granizo.
No Rio de Janeiro, a expectativa é de chuva ao longo de todo o estado durante o domingo. Na região Sul Fluminense, Resende e Quatis podem registrar queda de granizo, devido à atuação de áreas de instabilidade mais intensas.
No Espírito Santo, o dia será de pancadas de chuva acompanhadas de trovoadas isoladas em todas as regiões do estado, mantendo o tempo instável ao longo do dia.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 16°C, em Belo Horizonte. Já a máxima pode chegar até 28°C, em Vitória. A umidade relativa do ar varia entre 60% e 100%.
Precipitação originada de nuvens convectivas, sobretudo cumulonimbus, que atinge o solo em forma de esferas ou fragmentos irregulares de gelo. Quando o diâmetro das partículas é ≥ 5 mm, classificam-se como granizo; partículas menores são classificadas como granizo miúdo e/ou neve granulada (graupel). Em boletins METAR, utiliza-se ‘GR’ para granizo e ‘GS’ para granizo miúdo/neve granulada. Unidades isoladas são chamadas de ‘pedras de granizo’.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioNeste domingo (25), a Região Norte do país segue sob forte instabilidade, com previsão de chuvas intensas acompanhadas de trovoadas em todos os estados.
No Acre, em Rondônia e no Amazonas, a expectativa é de fortes precipitações com trovoadas ao longo de todo o dia, atingindo tanto áreas do interior quanto regiões próximas aos rios e centros urbanos.
Em Roraima, a chuva ocorre com mais intensidade em municípios da região centro-sul do estado, com destaque para Caracaraí, Cantá e São Luiz, onde as pancadas podem ser mais persistentes.
No Amapá, há previsão de pancadas de chuva com trovoadas isoladas em municípios do centro do estado, como Pedra Branca do Amapari e Porto Grande.
No Pará, chove em áreas do Marajó e do centro-norte paraense, atingindo Melgaço e Curralinho. Já no sudoeste e oeste do estado, municípios como Novo Progresso e Altamira também devem registrar pancadas fortes acompanhadas de trovoadas.
No Tocantins, a instabilidade se intensifica principalmente na região central do estado, com previsão de chuva mais forte em Couto Magalhães e Goianorte.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 23°C, em Rio Branco e Belém. Já a máxima pode chegar a 35°C, em Boa Vista. A umidade relativa do ar varia entre 40% e 98%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioNeste domingo (25), a Região Nordeste segue com instabilidade em diversos estados, com previsão de chuva ao longo do dia, principalmente nas áreas litorâneas e em pontos do interior.
No Maranhão, a expectativa é de chuva durante todo o dia, com maior intensidade em municípios do litoral e norte maranhense, como Bacuri, Paulino Neves e Santo Amaro do Maranhão.
No Piauí, pode haver chuva isolada em áreas do sul do estado, atingindo Ribeiro Gonçalves e Santa Filomena.
No Ceará, o dia será de muitas nuvens com possibilidade de chuva em municípios do centro-norte cearense, como Morada Nova e Sobral.
No Rio Grande do Norte, na Paraíba e em Pernambuco, a expectativa é de chuva nas áreas litorâneas dos estados, enquanto o interior segue com variação de nebulosidade.
Em Alagoas, pode chover em municípios do agreste alagoano, como Palmeira dos Índios e Viçosa.
Já em Sergipe, a previsão é de chuva no interior do estado, principalmente nas áreas do centro-sul sergipano.
Na Bahia, as precipitações se concentram no oeste baiano, com destaque para Jaborandi e Riachão das Neves.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 24°C em Maceió. Já a máxima pode chegar a 35°C, em Teresina. A umidade relativa do ar varia entre 40% e 95%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o textoSaiba o que realmente causa e como resolver?
Baixar áudioVocê tem mau hálito e não sabe por quê? Em 90% dos casos, a origem está na boca e pode ser resolvida com higiene adequada.
“A causa número 1 é a má escovação. Mas, também podem contribuir a saburra lingual (aquela camada branca na língua), gengivite, cáries ou próteses mal ajustadas,” explica o otorrinolaringologista Dr. Ali Mahmoud. Só 10% dos casos vêm de doenças como diabetes, refluxo ou problemas renais.
A dica é: escove bem os dentes, use fio dental e limpe a língua com escova ou raspador. Se o problema persistir, procure um dentista ou médico.
Veja o vídeo com a explicação do especialista clicando aqui.
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Copiar o textoSegundo o estudo “Brasil na Era dos Minerais Críticos: Potencial, Desafios e Rotas para o Protagonismo” realizado pela PwC Brasil, o Brasil detém 23% das reservas mundiais de terras raras, mas representa apenas 1% da produção global, um contraste que revela o desafio de transformar potencial geológico em protagonismo industrial. Apesar do País ter um potencial geológico diversificado, ainda ocupa papel limitado nas cadeias de valor globais de minerais críticos, insumos essenciais à transição energética, como lítio, níquel, grafita e terras raras.
A transição energética e a corrida global por autonomia tecnológica impulsionam uma demanda sem precedentes por minerais estratégicos. Projeções da Agência Internacional de Energia (IEA) indicam que a demanda por lítio pode crescer até 42 vezes até 2040, enquanto grafita, cobalto e níquel devem registrar aumentos entre 20 e 25 vezes. Nesse cenário, o Brasil aparece como um fornecedor estratégico, com reservas expressivas de níquel, manganês, nióbio, grafita e lítio, além de uma matriz energética majoritariamente renovável. “O País tem todas as condições para se posicionar como líder global na nova economia verde, desde que avance em infraestrutura, tecnologia e regulação. A oportunidade é transformar o papel de exportador de commodities em referência em inovação e sustentabilidade”, afirma Daniel Martins, sócio e líder da indústria de Energia e Serviços de Utilidade Pública da PwC Brasil.
O estudo aponta ainda que o Brasil se concentra nas etapas de menor valor agregado, enquanto as fases de refino, transformação química e manufatura avançada permanecem pouco desenvolvidas. A diferença de retorno é expressiva, uma vez que uma tonelada de espodumênio (lítio bruto) é exportada por cerca de US$ 800, enquanto o hidróxido de lítio grau bateria pode superar US$ 8.000 por tonelada. Entre os principais gargalos estão a falta de plantas de refino, a burocracia e a ausência de uma política industrial estruturada, de acordo com o estudo da PwC. Por outro lado, o Brasil possui vantagens competitivas como a estabilidade institucional relativa, a base mineral diversificada e a experiência consolidada em setores eletrointensivos, que podem ser articulados à nova cadeia de valor dos minerais críticos.
O Instituto Brasileiro de Mineração (IBRAM) estima R$ 100 bilhões em investimentos entre 2025 e 2029 e o relatório destaca projetos que quadruplicaram a produção na região de Minas Gerais e investimentos para ampliação da capacidade produtiva. O mercado de fusões e aquisições (M&A) também reflete o interesse crescente no tema. Segundo o estudo da PwC Brasil, as transações no setor de mineração no Brasil cresceram, em média, 26% ao ano entre 2021 e 2024, impulsionadas pela busca global por minerais estratégicos. O relatório da PwC Brasil propõe um conjunto de estratégias para que o Brasil converta potencial em liderança global, como a criação de polos industriais de refino e manufatura, ampliação de linhas de financiamento específicas (BNDES, Finep), regulação estável e parcerias internacionais com países como EUA, Alemanha e Japão.
Copiar o textoICEI fica abaixo de 50 pontos e reflete impacto dos juros altos
Baixar áudioO Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI) registrou em janeiro de 2026 o pior resultado para o mês desde 2016, segundo a Confederação Nacional da Indústria (CNI). O indicador avançou apenas 0,5 ponto e atingiu 48,5 pontos, nível que indica falta de confiança, já que valores abaixo de 50 pontos refletem pessimismo entre os industriais. Há dez anos, em meio à recessão econômica, o ICEI havia marcado 36,6 pontos.
De acordo com Marcelo Azevedo, gerente de Análise Econômica da CNI, os juros elevados explicam o desempenho fraco do índice. “A confiança do empresário vem baixa desde o início do ano passado, respondendo à elevação da taxa Selic, que aconteceu a partir do fim de 2024. À medida em que a taxa de juros aumentou e os efeitos foram mais sentidos na atividade econômica, a falta de confiança se consolidou”, afirma.
O Índice de Condições Atuais subiu 0,2 ponto em janeiro e atingiu 44 pontos. Por estar abaixo de 50 pontos, o resultado evidencia a avaliação dos empresários de que a economia e os próprios negócios estão piores do que há seis meses.
Já o Índice de Expectativas subiu 0,7 ponto, de 50 pontos para 50,7 pontos. A CNI avalia que, com esse movimento, “os empresários deixaram a neutralidade e voltaram a demonstrar expectativas positivas para os próximos seis meses. O otimismo, no entanto, é puxado pela expectativa positiva para o desempenho das empresas, uma vez que as perspectivas para a economia ficaram mais negativas.”
O Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI) é um indicador antecedente que reflete a percepção dos industriais sobre o cenário econômico. Realizado mensalmente pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), o ICEI mede o grau de otimismo ou pessimismo dos empresários em relação à economia brasileira e às próprias empresas, funcionando como um termômetro da confiança do setor industrial.
A edição de janeiro de 2026 entrevistou 1.058 empresas entre os dias 5 e 9 de janeiro de 2026, sendo 426 pequenas, 383 médias e 249 grandes.
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Copiar o textoFiocruz recomenda vacinação nessas regiões, enquanto o cenário nacional é de estabilidade
Baixar áudioOs estados do Acre e do Amazonas seguem com aumento nos casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), impulsionado principalmente pela circulação do vírus influenza A. O crescimento da doença tem refletido em maior número de hospitalizações em todas as faixas etárias, desde crianças pequenas até jovens, adultos e idosos. As informações constam na edição mais recente do Boletim InfoGripe, divulgada nesta sexta-feira (23) pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).
A pesquisadora do Programa de Computação Científica da Fiocruz e do InfoGripe, Tatiana Portella, orienta que a população do Amazonas e do Acre redobre os cuidados, adotando medidas de proteção, como o uso de máscaras em unidades de saúde e em ambientes fechados com grande circulação de pessoas.
“É fundamental que as pessoas do grupo prioritário — a exemplo das crianças, idosos, indígenas e pessoas que apresentam comorbidade — tomem a vacina o quanto antes, que já começou na Região Norte”, recomenda Portella.
Em contrapartida, em nível nacional, o boletim aponta tendência de estabilidade ou leve queda nos casos de SRAG em todas as faixas etárias, resultado da baixa circulação da maioria dos vírus respiratórios.
De forma geral, a incidência da SRAG é mais elevada entre crianças pequenas, enquanto a mortalidade se concentra principalmente na população idosa. Considerando os casos causados por Sars-CoV-2 (Covid-19) e influenza A, a maior incidência ocorre entre crianças e idosos, sendo os mais velhos os mais impactados em termos de óbitos.
Entre os estados, Ceará, Pernambuco e Sergipe já apresentam sinais de interrupção do crescimento ou início de queda nas hospitalizações por influenza A. Na Paraíba, observa-se um leve aumento das internações por vírus sincicial respiratório (VSR), ainda sem repercussão no número de casos de SRAG em crianças pequenas.
Nas capitais, apenas Manaus (AM), Cuiabá (MT) e São Luís (MA) registram níveis de incidência de SRAG classificados como alerta, risco ou alto risco, com tendência de crescimento no longo prazo.
Nas últimas quatro semanas epidemiológicas, a distribuição dos vírus entre os casos positivos de SRAG foi a seguinte:
Entre os óbitos, a presença dos mesmos agentes foi:
O levantamento do InfoGripe tem como base os dados inseridos no Sistema de Informação da Vigilância Epidemiológica da Gripe, atualizados até 17 de janeiro, e é referente à Semana Epidemiológica (SE) 2. Confira outros detalhes no link.
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Baixar áudioA prescrição de medicamentos por enfermeiros, já prevista na legislação brasileira desde 1986, foi reforçada e detalhada com a Resolução nº 801/2026 do Conselho Federal de Enfermagem (Cofen). A norma não amplia o rol de prescrições, mas estabelece critérios técnicos, éticos e legais, além de padronizar modelos de receituário e exigir a identificação dos protocolos que fundamentam a prescrição. A mudança têm respaldo do Ministério da Saúde (MS) e da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
A resolução determina que a prática ocorra no âmbito da consulta de enfermagem, com base em protocolos institucionais ou programas de saúde pública, como os da Atenção Primária do SUS. O objetivo é garantir maior segurança ao profissional e ao paciente, ampliar a resolutividade do atendimento e assegurar rastreabilidade das prescrições, inclusive com a possibilidade de receitas eletrônicas.
A norma também consolida a atuação do enfermeiro como profissional estratégico na gestão do cuidado, especialmente na atenção básica. Além disso, a atualização do Sistema Nacional de Gerenciamento de Produtos Controlados (SNGPC) pela Anvisa permite o registro de prescrições feitas por enfermeiros em farmácias públicas e privadas, superando uma limitação histórica do setor.
Classes de medicamentos: antibióticos, anticoncepcionais, antirretrovirais, insulinas, anti-hipertensivos e analgésicos, sempre conforme protocolos oficiais.
Mais informações no site do Cofen.
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Baixar áudioEm meio à repercussão da investigação que apura a suspeita de que ex-técnicos de enfermagem de um hospital particular no Distrito Federal tenham provocado a morte de ao menos três pacientes, entidades representativas do setor hospitalar se pronunciaram sobre os protocolos de controle e segurança adotados nas unidades de saúde.
Em nota enviada ao Brasil 61, a Associação de Medicina Intensiva Brasileira (AMIB) considerou que episódios como os ocorridos no Hospital Anchieta de Taguatinga – onde as mortes foram registradas - configuram “condutas individuais gravíssimas, incompatíveis com os princípios éticos, legais e técnicos que regem a assistência em saúde no país”.
Para a entidade, o caso não reflete a prática cotidiana nas Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) do país, nem o trabalho desenvolvido pela enfermagem e pelas equipes multiprofissionais.
“As UTIs são ambientes altamente regulados por protocolos assistenciais rigorosos, possuem monitorização contínua e contam com atuação integrada de equipes multiprofissionais, contribuindo para a recuperação da saúde e a preservação da vida de milhares de pacientes diariamente”, complementou a AMIB.
A Polícia Civil segue com os procedimentos de investigação do caso. Paralelamente, o Conselho Regional de Enfermagem do Distrito Federal (Coren-DF) deu início a um Procedimento Preliminar de averiguação, etapa inicial da apuração de possível infração ética cometida pelos profissionais envolvidos.
O procurador-geral do Coren-DF, Jonathan Rodrigues, afirmou que, a princípio, o objetivo é realizar uma investigação preliminar para identificar indícios que sustentem a abertura de um processo ético-disciplinar.
“O primeiro passo é realizar uma investigação prévia para que possamos apurar indícios mínimos e dar seguimento ao processo ético em desfavor desses profissionais. Caso seja comprovada a infração, pode haver a aplicação de suspensão cautelar, afastando-os do exercício profissional. A partir disso, o processo ético tramita sempre respeitando o princípio da ampla defesa e do contraditório”, explicou.
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Na sexta-feira (23), a assessoria de imprensa do Conselho informou que a entidade esteve no Hospital Anchieta e, posteriormente, reuniu-se com o delegado responsável pela investigação. Em ambas as ocasiões, foi esclarecido que o caso tramita sob segredo de justiça e que o Coren-DF não teve acesso ao processo.
Em nota ao Portal, a Federação Brasileira de Hospitais (FBH) informou que a segurança do paciente em ambiente hospitalar depende de um “sistema robusto de barreiras de defesa”. A instituição explicou que as unidades de saúde devem seguir as Metas Internacionais de Segurança do Paciente (MISP), da Organização Mundial da Saúde (OMS), além de atender às normativas da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), especialmente a Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) nº 36/2013.
Entre os principais mecanismos de segurança estão:
Segundo a FBH, no Brasil há uma padronização nacional dos protocolos de segurança do paciente, regida pelo Programa Nacional de Segurança do Paciente (PNSP).
Conforme previsto na RDC nº 36/2013, toda instituição de saúde deve dispor de um Núcleo de Segurança do Paciente (NSP), responsável por elaborar e implementar planos de segurança para os usuários.
“Os protocolos são revisados imediatamente sempre que há atualização de evidências científicas, alterações nas normas da Anvisa ou após a análise de eventos adversos, seguindo o ciclo PDCA (Plan-Do-Check-Act) para a melhoria contínua”, destacou a Federação.
Do ponto de vista jurídico e técnico, os hospitais brasileiros seguem as Normas Regulamentadoras (NRs) nº 1 e nº 7 do Ministério do Trabalho, que incluem a gestão de riscos psicossociais no Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR).
As instituições devem promover exames médicos periódicos que contemplem a saúde mental dos colaboradores, além de disponibilizar canais de suporte psicológico e apoio em casos de estresse pós-traumático ou síndrome de Burnout. Também é obrigação das unidades oferecer ferramentas técnicas para identificar sobrecarga de trabalho e prevenir o comprometimento da capacidade técnica e emocional dos profissionais envolvidos diretamente na assistência aos pacientes.
“Eventos isolados, como os investigados em um hospital do Distrito Federal, embora lamentáveis, devem servir como um chamado à intensificação do rigor técnico e ético”, avaliou a FBH.
A reportagem do Brasil 61 tentou contato com a administração do Hospital Anchieta, em Taguatinga (DF), mas até a publicação desta matéria não obteve retorno. Em nota enviada à Agência Brasil, o hospital informou que demitiu os três técnicos de enfermagem e acionou a Polícia Civil após um comitê interno identificar circunstâncias atípicas nas mortes de pacientes internados na UTI.
As três mortes ocorreram no Hospital Anchieta, em Taguatinga, nos dias 19 de novembro e 1º de dezembro de 2025. No entanto, o caso só foi divulgado em 19 de janeiro de 2026.
Um homem e uma mulher suspeitos de envolvimento nos crimes foram detidos no dia 11 deste mês. Outra mulher foi presa na quinta-feira (15). Até o momento, as autoridades não divulgaram os nomes dos investigados.
Durante coletiva de imprensa, o delegado Wisllei Salomão informou que as vítimas são uma professora aposentada de 75 anos, um servidor público de 63 anos e um homem de 33 anos. “Eles foram mortos pela ação de quem deveria estar cuidando deles”, declarou.
O delegado também afirmou que as investigações indicam que os técnicos aplicaram de forma indevida um medicamento de uso comum em Unidades de Terapia Intensiva. Quando administrado diretamente na veia, o fármaco pode provocar parada cardíaca e levar à morte.
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Baixar áudioO Ibovespa fechou o pregão em alta de 1,86%, batendo o recorde nominal pela quarta vez consecutiva, com 178.858 pontos, e voltou a renovar a máxima histórica intradia, aos 180.532 pontos. O desempenho do índice seguiu apoiado pelos “pesos-pesados” e pela entrada de capital estrangeiro decorrente do aumento do apetite por risco de investidores com o alívio das tensões geopolíticas.
Assim como nas últimas sessões, a rotação global de capital motivada pelas tensões geopolíticas durante a semana voltou a beneficiar o principal índice da bolsa durante a sessão. O Brasil, assim como outros países emergentes, tem sido um dos principais destinos do capital internacional que deixou mercados como o dos EUA nos últimos dias, muito motivado pelo ambiente de diferencial de juros construído pela manutenção da Selic em patamares elevados. Segundo a B3, o volume de capital estrangeiro aportado na bolsa entre os dias 1º e 21 de janeiro foi de R$12,3 bilhões, quase metade do valor total aportado em 2025.
Os “pesos pesados” também voltaram a apoiar o desempenho do índice, com a forte valorização das commodities durante a sessão. As ações da Vale atingiram nova máxima histórica e foram alguns dos mais negociados no mercado brasileiro. A Petrobras chegou a ter valorização de mais de 5% em seus papéis e as ações mais negociadas durante a sessão, com a alta dos preços do petróleo no mercado internacional. Os bancos acompanharam o apetite a risco do mercado.
Segundo levantamento da consultoria Elos Ayta, o Ibovespa é o 4º índice com maior valorização no mundo em 2026. Com 12,89% de valorização, em dólares, no mês de janeiro, o principal índice da bolsa ficou atrás, apenas, dos índices do Chile (+13,9%), da Colômbia (+18,9%) e do Perú (+20,6%).
Confira as ações com melhor e pior desempenho no último fechamento:
Ações em alta no Ibovespa
PDG Realty SA Empreendimentos e Participacoes (PDGR3): +30,07%
Centrais Eletricas de Santa Catarina S.A. (CLSC3): +18,59%
Ações em queda no Ibovespa
Recrusul SA Pfd (RCSL4): -20,00%
Mangels Industrial SA Pfd Shs (MGEL4): -12,14%
O volume total negociado na B3 foi de R$35.969.423.617, em meio a 4.693.794 negócios.
Os dados da bolsa podem ser consultados no site da B3.
O Ibovespa (Índice Bovespa) é o principal indicador do mercado acionário brasileiro. Calculado pela B3, ele reflete a média do desempenho das ações mais negociadas na bolsa, com base em critérios de volume e liquidez. O índice é composto por uma carteira teórica de ativos, que representa cerca de 80% do volume financeiro total negociado no mercado.
A B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) é a bolsa de valores oficial do Brasil, sediada em São Paulo. É responsável pela negociação de ações, derivativos, títulos públicos e privados, câmbio e outros ativos financeiros. A B3 está entre as maiores bolsas do mundo em infraestrutura e valor de mercado.
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