VoltarO concurso 3017 da Mega-Sena foi realizado nesta quinta-feira (11/06/2026), no Espaço da Sorte, em São Paulo, e divulgado pela Caixa Econômica Federal. O sorteio não teve vencedores na faixa principal.
O próximo sorteio está marcado para sábado (13), com prêmio estimado em R$ 10.000.000,00. Aproveite a oportunidade e faça sua aposta para concorrer.
04 - 06 - 26 - 28 - 32 - 45
Para participar, basta escolher de 6 a 15 números entre os 60 disponíveis no volante. A aposta mínima custa R$ 5,00, e quanto mais números você marcar, maior o preço — mas também maiores as chances de ganhar. Os sorteios acontecem três vezes por semana, às terças, quintas e sábados, sempre às 21h (horário de Brasília).
| Números apostados | Probabilidade de acertar 6 dezenas |
|---|---|
| 6 números | 1 em 50.063.860 |
| 7 números | 1 em 7.151.980 |
| 8 números | 1 em 1.787.995 |
| 9 números | 1 em 595.998 |
| 10 números | 1 em 238.399 |
| 15 números | 1 em 10.003 |
Para aumentar as chances de ganhar, é possível participar de bolões organizados pelas lotéricas ou formar um grupo de apostas. O valor mínimo por cota é de R$ 6,00, e o bolão pode ter de 2 a 100 cotas.
Quer apostar sem complicação? Use a Surpresinha e deixe o sistema escolher os números para você — uma forma prática e rápida de participar dos sorteios.
Prefere insistir nos seus números da sorte? Aposte com a Teimosinha e concorra com a mesma combinação por 2, 3, 4, 6, 8, 9 ou até 12 concursos seguidos, aumentando suas chances de ganhar sem precisar refazer a aposta a cada sorteio.
Parte da arrecadação das apostas da Mega-Sena é destinada a programas sociais do governo federal, como:
Copiar o textoO concurso 3708 da Lotofácil foi realizado nesta quinta-feira (11/06/2026), no Espaço da Sorte, em São Paulo, e divulgado pela Caixa Econômica Federal. 2 apostadores acertaram as 15 dezenas e levaram para casa o prêmio de R$ 996.700,16. Os bilhetes premiados foram adquiridos em Manaus (AM) e Goiás (GO).
O prêmio estimado para o próximo concurso da Lotofácil, de número 3709, que será realizado na sexta-feira, 12 de junho de 2026, está estimado em R$ 2.000.000,00. Aproveite a oportunidade e faça sua aposta para concorrer!
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A aposta mínima, de 15 números, custa R$ 3,50 com chance de 1 em 3.268.760 e a máxima custa R$ 46.512 com chance de 1 em 211.
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Quantidade de números jogados |
Valor da aposta |
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15 |
R$ 3,50 |
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16 |
R$ 48,00 |
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17 |
R$ 408,00 |
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18 |
R$ 2.448,00 |
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19 |
R$ 11.628,00 |
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20 |
R$ 46.512,00 |
De segunda-feira a sábado, às 21h.
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Prefere insistir nos seus números da sorte? Aposte com a Teimosinha e concorra com a mesma combinação por 3, 6, 12, 18 ou 24 concursos seguidos, aumentando suas chances de ganhar sem precisar refazer a aposta a cada sorteio.
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Baixar áudioA previsão do tempo para a Região Sul nesta sexta-feira (12), segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), indica condições para pancadas de chuva nos três estados da região.
No Rio Grande do Sul, em Santa Catarina e no Paraná, a instabilidade favorece a ocorrência de chuva ao longo do dia, com possibilidade de volumes mais expressivos em áreas isoladas. Além disso, rajadas de vento podem ser registradas, principalmente nas áreas litorâneas.
Entre as capitais, a mínima prevista é de 10°C em Curitiba e de 12°C em Porto Alegre. Já a máxima pode chegar aos 24°C em Florianópolis. Nas áreas mais elevadas das serras gaúcha e catarinense, municípios como São Joaquim e Bom Jesus podem registrar temperaturas abaixo dos 6°C nas primeiras horas da manhã.
A umidade relativa do ar varia entre 50% e 100%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA previsão do tempo para a Região Centro-Oeste nesta sexta-feira (12), segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), indica pancadas de chuva acompanhadas por trovoadas isoladas em áreas de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.
Em algumas localidades desses estados, as instabilidades podem ser mais intensas, com possibilidade de rajadas de vento e queda de granizo. Já em Goiás e no Distrito Federal, o tempo varia entre muitas e poucas nuvens, com menor chance de chuva.
As manhãs continuam mais amenas, enquanto as temperaturas se elevam gradualmente ao longo do dia. Entre as capitais, a mínima prevista é de 14°C em Brasília e de 18°C em Goiânia. Já as máximas podem alcançar os 31°C em Cuiabá e os 30°C em Campo Grande.
A umidade relativa do ar varia entre 20% e 85%, com os menores índices registrados em áreas do Distrito Federal e de Goiás durante a tarde.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA previsão do tempo para a Região Sudeste nesta sexta-feira (12), segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), indica condições favoráveis para chuva em áreas de São Paulo, do Rio de Janeiro e do sul de Minas Gerais.
As precipitações devem ocorrer de forma isolada ao longo do dia, com maior concentração nas faixas leste e sul da região. Em alguns pontos, as pancadas podem vir acompanhadas por rajadas de vento. Já no Espírito Santo e em grande parte do norte mineiro, o tempo permanece estável, com predomínio de sol entre poucas nuvens e sem previsão de chuva significativa.
As temperaturas seguem amenas durante a manhã e à noite, especialmente nas áreas de maior altitude. Entre as capitais, a mínima prevista é de 14°C em São Paulo e de 16°C em Belo Horizonte. Já a máxima pode chegar aos 29°C no Rio de Janeiro e aos 28°C em Vitória.
Em áreas mais elevadas da Serra da Mantiqueira, municípios como Campos do Jordão, em São Paulo, podem registrar temperaturas próximas dos 8°C durante a madrugada. A umidade relativa do ar varia entre 40% e 100%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA previsão do tempo para a Região Norte nesta sexta-feira (12), segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), indica pancadas de chuva em grande parte da região.
Os maiores volumes de precipitação são esperados para áreas do Amazonas, Roraima, Amapá e do norte do Pará, onde as chuvas podem vir acompanhadas por trovoadas isoladas ao longo do dia. No Acre e em Rondônia, a previsão também é de chuva, mas de forma mais isolada e com menor intensidade.
Já no Tocantins, o tempo permanece firme, com predomínio de sol entre poucas nuvens e sem previsão de chuva significativa. Em algumas localidades do estado, a atuação do ar seco favorece a ocorrência de névoa seca, especialmente durante a tarde.
As temperaturas continuam elevadas em toda a região. Entre as capitais, a mínima prevista é de 23°C em Rio Branco e de 24°C em Boa Vista e Macapá. Já as máximas podem alcançar os 35°C em Palmas e os 34°C em Belém.
O Inmet também mantém alertas para chuvas intensas em áreas do Amazonas, Roraima, Amapá e Pará. Nessas localidades, as precipitações podem ser acompanhadas por ventos de até 100 km/h, com risco de cortes de energia elétrica, queda de galhos de árvores, alagamentos e descargas elétricas. A recomendação é acompanhar os avisos meteorológicos e as orientações da Defesa Civil.
A umidade relativa do ar varia entre 35% e 100%, com os maiores índices registrados nas áreas sob influência das chuvas.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioO Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), por meio da Defesa Civil Nacional, reconheceu, nesta quinta-feira (11), a situação de emergência em sete cidades afetadas por desastres nos estados do Piauí, Rio Grande do Norte, Maranhão, Ceará, Minas Gerais e Roraima. As portarias com os reconhecimentos foram publicadas no Diário Oficial da União (DOU). Confira mais detalhes abaixo:
Passam por um período de estiagem os municípios de Dirceu Arcoverde, no Piauí, e Taboleiro Grande, no Rio Grande do Norte. As cidades de Aiuaba, no Ceará, e Manga, em Minas Gerais, enfrentam a seca, que é um período de ausência de chuva mais prolongado do que a estiagem.
No Maranhão, o município de Milagres do Maranhão enfrenta chuvas intensas, assim como a cidade de São Luiz, em Roraima. Já o município Campo do Meio, em Minas Gerais, foi afetado por granizo.
Agora, as prefeituras já podem solicitar recursos do Governo Federal para ações de defesa civil, como compra de cestas básicas, água mineral, refeição para trabalhadores e voluntários, kits de limpeza de residência, higiene pessoal e dormitório, entre outros.
Os municípios com reconhecimento federal de situação de emergência ou de estado de calamidade pública podem solicitar apoio financeiro ao MIDR por meio do Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2iD). A Defesa Civil Nacional avalia os planos de trabalho enviados e, após a aprovação, publica portaria no DOU com os valores a serem liberados.
A Defesa Civil Nacional oferece uma série de cursos a distância para habilitar e qualificar agentes municipais e estaduais para o uso do S2iD. As capacitações têm como foco os agentes de proteção e defesa civil nas três esferas de governo. Confira neste link a lista completa dos cursos.
Com informações do MIDR
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Baixar áudioA previsão do tempo para a Região Nordeste nesta sexta-feira (12), segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), indica chuva em áreas da faixa litorânea da região.
As precipitações devem ocorrer entre o litoral do Maranhão e o litoral da Bahia, com possibilidade de pancadas mais intensas acompanhadas por trovoadas isoladas em pontos do litoral maranhense. Nas demais áreas costeiras, a chuva deve ocorrer de forma rápida e passageira ao longo do dia.
No interior nordestino, o tempo permanece firme, com predomínio de sol e poucas nuvens. A atuação de uma massa de ar mais seco favorece a ausência de chuva significativa em grande parte do sertão e do semiárido.
Há possibilidade de névoa seca em áreas do sul do Maranhão, centro-sul do Piauí e oeste da Bahia. Em contrapartida, condições para formação de nevoeiros podem ocorrer durante as primeiras horas da manhã em trechos do leste da Bahia, Sergipe, Alagoas e Pernambuco.
Entre as capitais, a mínima prevista é de 19°C em Salvador. Já a máxima pode chegar aos 35°C em Teresina. No centro-sul da Bahia, municípios como Vitória da Conquista podem registrar temperaturas próximas dos 15°C durante a madrugada.
A umidade relativa do ar varia entre 40% e 100%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioOs recursos do Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste (FCO) mais que dobraram desde a recriação da Superintendência do Desenvolvimento do Centro-Oeste (Sudeco), em 2011. As aplicações saltaram de R$ 6 bilhões para R$ 14,6 bilhões em 2026, consolidando a política de crédito promovida pelo Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR) como instrumento de crescimento econômico e enfrentamento das desigualdades sociais na região.
Durante painel realizado no Fórum Regional de Integração e Desenvolvimento do Centro-Oeste, nesta quarta-feira (10), o secretário Nacional de Fundos e Instrumentos Financeiros do MIDR, Eduardo Tavares, destacou que os principais marcos da evolução econômico-social no Centro-Oeste aconteceram a partir de 2023, com a criação de novas linhas de financiamento voltadas para a inclusão social e o fortalecimento da governança na Sudeco. “É a primeira superintendência que está conseguindo romper a barreira de desigualdade entre as regiões prioritárias (da Política Nacional de Desenvolvimento Regional – PNDR) das regiões mais desenvolvidas no Brasil. Temos que parabenizar porque são muitos motivos para celebrar”, ressaltou o secretário.
Para promover um desenvolvimento mais igualitário e sustentável, a atual gestão do MIDR implementou uma série de soluções de financiamento ao setor produtivo e, mais especificamente, destinados aos micro, pequenos e mini empreendedores urbanos e rurais, que têm condições facilitadas. Tavares citou a estruturação da operação do Microcrédito Produtivo Orientado (MPO), também chamado Microcrédito Pertinho da Gente, destinado aos agricultores familiares. “Até 2023, não se fazia microcrédito nem no Centro-Oeste, nem no Norte. O ministro Waldez Góes, sendo amazônida, tomou isso como missão e conseguimos estruturar. No Centro-Oeste, saímos de zero e, no ano passado, fechamos contrato com mais de 3 mil famílias, o que movimentou aproximadamente R$ 42 milhões”, afirmou o secretário.
Como mediadora do painel Instrumentos de Financiamento ao Desenvolvimento, a superintendente da Sudeco, Luciana Barros, destacou que a implementação de linhas de financiamento, como FCO Mulheres Empreendedoras, FCO Pantanal e Cerrado, FCO Armazenagem, FCO Quilombo, FCO Jovens Empreendedores e FCO Turismo Agroecológico demonstra a capacidade do fundo de se modernizar. “Não se faz política pública sem instrumentos de financiamento”, observou a superintendente. “Os micro e pequenos negócios absorvem aproximadamente 76% dos recursos do FCO”, concluiu.
A gerente geral da Unidade de Estratégia Governo do Banco do Brasil, Michele Alencar, citou o impacto do FCO Mulheres Empreendedoras, que apesar de ter sido criado em 2023, já possibilitou a contratação de R$ 5 bilhões. “Estamos falando de uma linha que tem dois anos e meio, mais ou menos, ativa. Recurso que está indo na mão de empreendedoras femininas e que faz a diferença viabilizando novos empregos e a geração de renda”, pontuou a gerente.
Como uma das principais operadoras dos recursos do FDCO, a Caixa Econômica Federal reforçou a relevância desse instrumento, que registrou um investimento de R$ 3 bilhões entre 2014 e 2025, impulsionando mais de R$ 15 bilhões em novos investimentos na região Centro-Oeste. O superintendente de Rede da Caixa, Danilo Tangerino, destacou a consolidação dessa parceria histórica e o fortalecimento do diálogo com o setor empresarial. “O desenvolvimento que a gente teve de linhas para investimento específico tem sido muito oportuno junto com os clientes e tem tido o apoio da Sudeco no enquadramento e no auxílio nesses enquadramentos e na própria assessoria junto aos clientes. A gente enxerga que o potencial é muito grande. A gente sabe que tem grandes projetos estruturantes do próprio Governo Federal que estão aqui na região, que têm sido olhados pelas instituições financeiras como todo o mercado e isso conversa demais com o objetivo da Sudeco, com o porquê de existir”, concluiu.
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Baixar áudioO Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), por meio da Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil (Sedec), reuniu nesta quarta-feira (10) órgãos federais e instituições de monitoramento para avaliar os cenários climáticos previstos para os próximos meses e alinhar ações de preparação e resposta a possíveis eventos extremos associados ao fenômeno El Niño.
Durante o encontro, especialistas apresentaram os prognósticos climáticos mais recentes para o país e discutiram os possíveis impactos do fenômeno em diferentes regiões brasileiras. A Sedec acompanha a evolução do cenário e coordena estratégias para apoiar estados e municípios diante de eventuais ocorrências associadas ao El Niño.
Conforme reforçou o coordenador-geral de Gerenciamento de Riscos da Sedec, Leno Rodrigues de Queiroz, as consequências do El Niño mudam de região para região no Brasil, exigindo planejamento adequado. “Estamos olhando cuidadosamente para possibilidades de estiagem, incêndios e chuvas. A Defesa Civil Nacional está pronta e em contato permanente com órgãos do Sistema Federal de Proteção e Defesa Civil para orientar os estados e munícipios e garantir apoio nas estratégias de enfrentamento ao El Niño”, afirmou.
Os impactos esperados para o trimestre de junho, julho e agosto apontam para tendência de chuvas acima da média no centro-sul do país, com o Rio Grande do Sul sendo apontado como o estado potencialmente mais impactado; e expectativa de seca severa nas regiões Norte e Nordeste, com riscos de incêndios florestais e ondas de calor a partir de agosto e setembro.
Segundo Marcelo Seluchi, coordenador-geral de Operações e Modelagens do Cemaden, os órgãos competentes já trabalham com a certeza de ocorrência do fenômeno. “Temos condições de afirmar que o El Niño vai chegar, mas ainda não há previsões confiáveis sobre a intensidade do fenômeno”, afirmou.
O meteorologista da Divisão de Previsão de Tempo e Clima do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), Fábio Rocha, destacou que a expectativa para a intensidade do El Niño varia de moderada a forte, com maior robustez prevista para o período da primavera. “Já conseguimos observar o progressivo aquecimento das águas do Oceano Pacífico indicando a ocorrência do fenômeno e temos previsão de aumento na temperatura da superfície do mar até o final do ano”, detalhou.
O monitoramento contínuo é uma das ferramenta para o enfrentamento ao El Niño. Para garantir essa vigilância constante, a Sedec realiza um briefing diário de acompanhamento da evolução do fenômeno. “Precisamos nos antecipar aos cenários prováveis, acompanhando de perto os relatórios e as notas técnicas emitidas pelos institutos de pesquisa", acrescentou o coordenador-geral de Gerenciamento de Desastres da Sedec, Tiago Schnorr.
O enfrentamento aos efeitos do El Niño será interministerial. A reunião contou com a articulação de pastas estratégicas, como o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS), o Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC), o Ministério da Saúde (MS), o Serviço Geológico do Brasil (SGB), o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) e a Defensoria Pública da União (DPU), garantindo que as populações historicamente mais vulneráveis recebam a devida assistência.
O INPE, o INMET, a Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme) e o Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia (CENSIPAM) publicaram, na última segunda-feira, uma nota técnica conjunta com as análises mais recentes sobre a possível evolução do fenômeno El Niño ao longo de 2026. O documento aponta cerca de 60% de chance de formação do fenômeno ao longo do segundo semestre, com possível atuação até o início de 2027.
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