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Baixar áudioA previsão do tempo para a Região Sul, nesta quarta-feira (15), segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), indica predomínio de tempo firme em praticamente toda a região. A atuação de uma massa de ar seco mantém o céu com poucas nuvens na maior parte do dia. Nas primeiras horas da manhã, há possibilidade de nevoeiro ou névoa úmida, principalmente entre áreas do Paraná e de Santa Catarina, mas o fenômeno perde força rapidamente com o avanço do sol.
No Paraná, o dia começa com formação de nevoeiro em pontos isolados. Em Curitiba, a temperatura varia entre 7°C e 19°C, com predomínio de poucas nuvens durante a tarde e a noite. O tempo permanece estável e sem previsão de chuva.
Em Santa Catarina, o cenário é semelhante. Em Florianópolis, os termômetros registram mínima de 13°C e máxima de 18°C. A nebulosidade diminui ao longo do dia, favorecendo períodos de sol, embora a umidade permaneça elevada devido à influência marítima.
No Rio Grande do Sul, o tempo também segue firme. Em Porto Alegre, a temperatura varia entre 9°C e 20°C. O céu permanece com poucas nuvens durante boa parte do dia, com aumento da nebulosidade apenas no período da noite, sem previsão de precipitação.
A umidade relativa do ar permanece elevada durante a madrugada e o início da manhã, com índices máximos entre 95% e 100%. À tarde, os valores diminuem, ficando entre 40% e 50%, principalmente no interior do Paraná e do Rio Grande do Sul. Os ventos sopram de fraca a moderada intensidade, contribuindo para a sensação de frio nas primeiras horas do dia.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA previsão do tempo para a Região Centro-Oeste, nesta quarta-feira (15), segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), indica predomínio de tempo firme na maior parte dos estados. O sol aparece entre poucas nuvens ao longo do dia, favorecendo a elevação das temperaturas e a redução da umidade relativa do ar, cenário típico do período seco. Apenas áreas do norte de Mato Grosso apresentam maior nebulosidade, mas sem previsão de chuva significativa.
Em Mato Grosso do Sul, o dia será de céu claro a poucas nuvens, com temperaturas em elevação. Em Campo Grande, a mínima prevista é de 11°C e a máxima chega aos 29°C. A umidade relativa do ar pode cair para 20% durante a tarde, exigindo atenção redobrada com a hidratação.
Em Mato Grosso, o tempo também permanece estável. Em Cuiabá, os termômetros variam entre 21°C e 32°C, com predomínio de sol e poucas nuvens. Apesar da presença de nebulosidade em parte do estado, não há previsão de precipitações expressivas.
No Distrito Federal e em Goiás, o cenário também é de tempo seco e ensolarado. Brasília registra temperaturas entre 12°C e 26°C, enquanto Goiânia varia de 15°C a 29°C. A umidade mínima fica entre 35% e 30%, principalmente nas horas mais quentes do dia.
Em toda a região, os índices máximos de umidade variam entre 80% e 95% durante a madrugada e o início da manhã, mas diminuem significativamente à tarde, especialmente em Mato Grosso do Sul, Goiás e Distrito Federal. O Inmet recomenda atenção aos baixos índices de umidade e à maior amplitude térmica, comum nesta época do ano.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA previsão do tempo para a Região Sudeste, nesta quarta-feira (15), segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), indica predomínio de tempo firme na maior parte dos estados. A atuação de uma massa de ar mais seco favorece dias ensolarados, com poucas nuvens e temperaturas amenas pela manhã, especialmente nas áreas de maior altitude. Ao longo da tarde, o sol predomina e os índices de umidade relativa do ar diminuem, principalmente no interior de Minas Gerais e de São Paulo.
Em Minas Gerais, o dia começa com nevoeiro ou névoa úmida em alguns pontos, mas o tempo abre rapidamente. Em Belo Horizonte, a temperatura varia entre 8°C e 23°C, com céu claro durante a tarde e umidade mínima em torno de 30%.
No Espírito Santo, o tempo também permanece estável. Em Vitória, os termômetros registram mínima de 16°C e máxima de 23°C, com predomínio de sol entre poucas nuvens ao longo do dia.
No Rio de Janeiro, o amanhecer será de temperaturas amenas e possibilidade de névoa úmida em algumas áreas. Na capital fluminense, a mínima prevista é de 13°C e a máxima chega aos 25°C, com céu de poucas nuvens durante a maior parte do período.
Em São Paulo, o cenário também será de tempo firme. A capital paulista registra temperaturas entre 9°C e 21°C, com nevoeiro nas primeiras horas da manhã e predomínio de céu claro durante a tarde e a noite.
A umidade relativa do ar apresenta índices elevados nas primeiras horas do dia, variando entre 80% e 100%, mas diminui gradativamente durante a tarde. Os menores valores ficam próximos de 30%, principalmente em áreas do interior de Minas Gerais e de São Paulo, exigindo atenção com a hidratação e a exposição prolongada ao sol.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA previsão do tempo para a Região Norte nesta quarta-feira (15), segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), indica a permanência das instabilidades em boa parte dos estados. A combinação entre calor e elevada umidade favorece a ocorrência de chuva isolada e pancadas ao longo do dia, principalmente sobre o Amazonas, Pará, Amapá, Roraima, Rondônia e Acre. Apenas parte do Tocantins apresenta condições para períodos de maior abertura de sol, embora a nebulosidade também aumente no decorrer do dia.
No Pará, Amazonas, Amapá e Roraima, a previsão é de muitas nuvens com chuva isolada durante grande parte do dia. Em Manaus, a temperatura varia entre 25°C e 32°C, enquanto em Belém os termômetros oscilam entre 24°C e 34°C. Já em Macapá, a mínima prevista é de 25°C, com máxima de 33°C, e em Boa Vista a temperatura fica entre 24°C e 33°C.
Em Rondônia e no Acre, o céu permanece bastante encoberto, com possibilidade de chuva isolada ao longo da tarde e da noite. Porto Velho registra temperaturas entre 23°C e 33°C, enquanto Rio Branco varia de 22°C a 31°C.
No Tocantins, o tempo segue mais firme em comparação com os demais estados da região, embora haja aumento de nuvens ao longo do dia. Em Palmas, a mínima prevista é de 22°C e a máxima chega aos 34°C.
A umidade relativa do ar permanece elevada em praticamente toda a Região Norte, com índices máximos entre 90% e 98%. Os menores valores ficam entre 40% e 60%, principalmente no Tocantins e em parte de Roraima, durante as horas mais quentes do dia.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA previsão do tempo para a Região Nordeste nesta quarta-feira (15), segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), indica manutenção das instabilidades sobre a faixa leste da região. A circulação de ventos favorece chuva persistente entre o litoral da Bahia e o Rio Grande do Norte, enquanto o interior nordestino segue com predomínio de muitas nuvens, calor e menores chances de precipitação.
Na faixa costeira de Sergipe, Alagoas e Bahia, o céu permanece encoberto durante todo o dia, com pancadas de chuva previstas desde a manhã. Em Aracaju, os termômetros variam entre 22°C e 27°C. Em Maceió, a mínima prevista é de 22°C, com máxima de 29°C. Já em Salvador, a temperatura oscila entre 21°C e 26°C, com chuva persistente ao longo do dia.
Em Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte e Ceará, também há previsão de muitas nuvens com chuva isolada. Recife registra temperaturas entre 22°C e 30°C; João Pessoa varia de 23°C a 29°C; Natal terá mínima de 23°C e máxima de 30°C; enquanto Fortaleza permanece entre 25°C e 30°C, com chuva passageira, principalmente no litoral.
No Maranhão e no Piauí, a nebulosidade continua predominando. Em São Luís, são esperadas muitas nuvens com chuva isolada, e os termômetros ficam entre 25°C e 31°C. Em Teresina, o calor continua intenso, com temperaturas variando entre 24°C e 32°C, apesar da possibilidade de pancadas isoladas em algumas áreas.
A umidade relativa do ar segue elevada em praticamente toda a região, alcançando 100% em trechos do litoral baiano, sergipano, alagoano e pernambucano. Os menores índices variam entre 50% e 65%, principalmente no interior do Piauí e do Maranhão durante a tarde.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioO Senado Federal deve analisar nos próximos dias a Medida Provisória 1.342/2026, que abre crédito extraordinário de R$ 1,3 bilhão no Orçamento da União para ações de resposta aos municípios atingidos por fortes chuvas. O texto foi aprovado pela Câmara dos Deputados sem alterações e, se receber o aval dos senadores, seguirá para promulgação.
Editada pelo governo federal em março deste ano, a medida busca garantir atendimento imediato às famílias afetadas pelos temporais, recuperar a infraestrutura danificada e apoiar a retomada das atividades econômicas nas regiões atingidas, sobretudo em municípios da Zona da Mata mineira, onde as chuvas entre o fim de fevereiro e o início de março provocaram grandes prejuízos.
Do total previsto, R$ 5 milhões serão destinados ao fortalecimento da rede do Sistema Único de Assistência Social (Suas) em Minas Gerais. Outros R$ 500 milhões irão para o Fundo de Arrendamento Residencial (FAR), com o objetivo de viabilizar a contratação de cerca de 2,5 mil moradias para famílias que perderam suas casas.
A medida também reserva R$ 300 milhões para o Fundo Garantidor de Operações (FGO), ampliando o acesso ao crédito para pessoas físicas e jurídicas afetadas pelos eventos climáticos. Além disso, outros R$ 500 milhões serão utilizados para o pagamento de auxílio financeiro de R$ 7,3 mil por família atingida, conforme previsto em outra medida provisória voltada ao enfrentamento dos desastres.
Durante a votação na Câmara, parlamentares de diferentes partidos defenderam a aprovação da proposta como forma de acelerar a recuperação das cidades afetadas e garantir apoio às famílias atingidas. Agora, a expectativa é pela votação no Senado, etapa necessária para que os recursos possam ser definitivamente incorporados ao Orçamento.
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Baixar áudioO Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) divulgou o prognóstico agroclimático para o trimestre de julho, agosto e setembro de 2026, indicando um cenário de temperaturas acima da média histórica em praticamente todo o país e distribuição irregular das chuvas. As condições climáticas devem influenciar diretamente o planejamento agropecuário, o manejo das lavouras, a disponibilidade de água no solo e o desenvolvimento das principais culturas agrícolas.
Na Região Norte, a previsão é de chuvas abaixo da média em grande parte da região, especialmente no sul da Amazônia. A redução da umidade do solo pode comprometer o desenvolvimento das culturas de sequeiro e das pastagens, além de elevar o risco de queimadas. Em contrapartida, o tempo seco favorece a colheita e o preparo das áreas para a próxima safra.
No Nordeste, o trimestre também deve ser marcado por precipitações inferiores à média em grande parte da região e temperaturas acima do normal. O cenário aumenta a preocupação com a disponibilidade hídrica, principalmente no semiárido e em áreas do SEALBA (Sergipe, Alagoas e leste da Bahia), onde culturas em fases mais sensíveis poderão sofrer perdas. Já nas áreas produtoras de algodão do MATOPIBA, o clima seco tende a favorecer a maturação e a colheita.
No Centro-Oeste, a combinação entre estiagem e calor acima da média deve intensificar o déficit hídrico ao longo do trimestre, especialmente em Mato Grosso e Goiás. A condição pode limitar o desenvolvimento das pastagens e das culturas conduzidas sem irrigação, embora favoreça a conclusão da colheita e o preparo do solo para a próxima safra.
No Sudeste, a previsão aponta chuvas próximas ou abaixo da média na maior parte da região, enquanto as temperaturas permanecem acima dos padrões climatológicos. A disponibilidade de água no solo tende a ser mais favorável apenas no extremo sul e leste de São Paulo, beneficiando as culturas de inverno. Nas demais áreas, o monitoramento da umidade do solo será fundamental para reduzir impactos sobre a produção agrícola.
Já na Região Sul, o cenário é diferente. O INMET prevê volumes de chuva acima da média na maior parte dos estados, com exceção de áreas do extremo oeste do Rio Grande do Sul e do Paraná, onde as precipitações devem ficar próximas da climatologia. A maior disponibilidade de água favorece as culturas de inverno, mas também exige atenção para o aumento do risco de doenças fúngicas e para possíveis dificuldades na realização de operações de campo.
De forma geral, o boletim destaca que o trimestre exigirá planejamento regionalizado, acompanhamento constante das condições meteorológicas e manejo adequado da água no solo. Essas medidas serão determinantes para minimizar perdas e aproveitar as oportunidades proporcionadas pelo clima em cada região do país.
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Baixar áudioA Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) vai abrir consulta e audiência públicas para revisar as regras que definem a distribuição de royalties aos municípios afetados por operações de embarque e desembarque de petróleo e gás natural.
A medida tem como objetivo adequar a regulamentação ao Decreto nº 12.849/2026, que passou a considerar os terminais aquaviários como instalações de embarque e desembarque para fins de compensação financeira.
Com a mudança, em vigor desde 1º de julho deste ano, os terminais aquaviários diretamente interligados a instalações marítimas também passam a integrar os critérios de distribuição dos royalties. Caberá à ANP estabelecer as regras técnicas para o cálculo desses repasses, garantindo que o mesmo volume de petróleo ou gás movimentado não seja contabilizado simultaneamente no terminal aquaviário e na instalação marítima correspondente, evitando duplicidade na compensação financeira.
A revisão será feita por meio de atualização da Portaria Técnica ANP nº 29/2001. Como a alteração decorre da regulamentação de um decreto federal, a Diretoria Colegiada da agência dispensou a realização de análise de impacto regulatório. A expectativa é que a atualização da norma traga maior segurança jurídica, transparência e previsibilidade na distribuição dos recursos entre os municípios beneficiados.
Os royalties do petróleo representam uma importante fonte de receita para estados e municípios e podem ser aplicados em áreas como saúde, educação, saneamento, mobilidade urbana e infraestrutura. Dessa forma, a definição de critérios técnicos mais claros para a distribuição desses recursos pode fortalecer o planejamento das administrações municipais e ampliar a capacidade de investimento em serviços públicos, beneficiando diretamente a população das localidades impactadas pelas atividades da indústria de petróleo e gás.
A iniciativa ocorre em um momento de destaque para o tema dos royalties no país. Em junho, a ANP concluiu a distribuição de R$ 4,88 bilhões em royalties referentes à produção de fevereiro de 2026 para a União, estados e municípios. Desse total, R$ 743,74 milhões foram destinados a 531 municípios e R$ 563,45 milhões a três estados no âmbito dos contratos de partilha de produção, evidenciando a relevância desses recursos para as finanças públicas.
A minuta da resolução e as orientações para participação na consulta e na audiência públicas serão divulgadas nos próximos dias no portal da ANP, após a publicação do aviso no Diário Oficial da União. A consulta permitirá que representantes do setor, gestores públicos e demais interessados contribuam para o aperfeiçoamento da regulamentação antes da publicação da norma definitiva.
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Baixar áudioA edição mais recente da Pesquisa BTG/Nexus sobre as intenções de voto para a Presidência da República nas eleições de 2026, divulgada nesta segunda-feira (13), evidencia diferenças na opinião do eleitorado entre as regiões do país.
Enquanto o Nordeste segue como principal base de apoio do atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o Sul e o conjunto formado por Norte e Centro-Oeste concentram maior apoio aos candidatos da oposição. Já o Sudeste apresenta um cenário mais equilibrado da disputa.
No Nordeste, Lula lidera com folga no primeiro turno, com 54% das intenções de voto, seguido por Flávio Bolsonaro (PL), que soma 25%. Os demais pré-candidatos aparecem com menos de 5%.
Em uma eventual disputa de segundo turno entre os dois, Lula mantém vantagem, com 59% das intenções de voto, contra 35% do adversário.
A região também registra os melhores índices de avaliação do governo federal. Segundo a pesquisa, 57% dos entrevistados aprovam a gestão, enquanto 43% a classificam como ótima ou boa.
O Nordeste reúne ainda a maior proporção de eleitores que se declaram "lulistas convictos", com 30%, além da menor taxa de rejeição ao presidente, de 38%. Em contrapartida, Flávio Bolsonaro registra na região seu maior índice de rejeição, de 42%.
No Sul, o cenário é inverso. Flávio Bolsonaro lidera o primeiro turno com 47% das intenções de voto. Em um eventual segundo turno contra Lula, ele amplia a vantagem e alcança 58%, enquanto o presidente soma 34%.
A região também concentra os piores indicadores para o atual governo federal. A desaprovação chega a 58%, e 54% dos entrevistados avaliam a gestão como ruim ou péssima.
O Sul registra ainda a maior proporção de eleitores que se identificam como "bolsonaristas convictos", com 29%. Já a rejeição a Lula supera os 41%.
No Sudeste, a disputa se mostra mais equilibrada. No primeiro turno, Lula aparece com 38% das intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro registra 33%.
Em um eventual segundo turno, o presidente teria 46%, contra 42% do adversário.
Na avaliação do governo, aprovação e desaprovação aparecem tecnicamente empatadas: 49% aprovam a gestão federal e 49% a desaprovam. Entre os entrevistados, 35% classificam o governo como ótimo ou bom, enquanto 43% o consideram ruim ou péssimo.
A região também reflete a polarização observada no cenário nacional, com 26% de eleitores que se declaram "lulistas convictos" e 24% de "bolsonaristas convictos".
No conjunto formado por Norte e Centro-Oeste, a disputa é mais acirrada no primeiro turno. Flávio Bolsonaro lidera com 37% das intenções de voto, seguido por Lula, com 32%, e Ronaldo Caiado (PSD), com 12%.
Em um eventual segundo turno, Flávio Bolsonaro aparece com 50%, contra 42% de Lula.
Na avaliação da gestão federal, 51% desaprovam o governo e 40% aprovam. A região registra ainda o maior percentual de eleitores considerados não polarizados, com 26%.
A Pesquisa BTG/Nexus ouviu 2.003 eleitores entre os dias 10 e 12 de julho de 2026. A amostra foi composta por 43% de entrevistados do Sudeste, 26% do Nordeste, 16% do Norte/Centro-Oeste e 15% do Sul. A margem de erro é de dois pontos percentuais, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-07981/2026.
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Baixar áudioA Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a atualização da composição das vacinas contra a Covid-19 utilizadas no Brasil para acompanhar as variantes em circulação no país. A medida foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) por meio da Instrução Normativa nº 454/2026.
A decisão foi aprovada na 12ª Reunião Ordinária Pública da Diretoria Colegiada de 2026.
Pela norma, as vacinas deverão ser monovalentes e conter a cepa LP.8.1 do vírus como antígeno preferencial ou antígenos derivados da cepa JN.1, como XFG ou NB.1.8.1, ou ainda outras formulações que demonstrem ampla resposta de anticorpos neutralizantes ou eficácia contra as variantes do do SARS-CoV-2 em circulação.
Segundo nota publicada pela Anvisa, a diretora da agência, Daniela Marreco, relatou a proposta de nova instrução normativa e destacou que recentemente houve dezenas de registros de casos de síndrome gripal associados à Covid-19. Na avaliação, o dado reforça a necessidade de manutenção de estratégias de vacinação atualizadas no Brasil.
Os imunizantes fabricados anteriormente, inclusive os já distribuídos pelo país, não deverão ser descartados de forma imediata.
A Anvisa estabeleceu um prazo de transição e as vacinas registradas e produzidas antes da atualização poderão ser utilizadas por até nove meses a partir da data da aprovação da atualização pela Anvisa, exceto em casos de manifestação contrária da Agência. A regra também vale para as vacinas que já foram distribuídas em território nacional.
Pela medida, os fabricantes que possuem vacinas com composição diferente da prevista na instrução deverão protocolar um pedido de atualização junto à Anvisa. O protocolo deve conter uma série de dados, como de qualidade, produção e imunogenicidade em modelos animais. Além disso, quando necessário, também será preciso prestar informações de segurança e eficácia, conforme os critérios estabelecidos pela agência e pela Organização Mundial da Saúde (OMS).
A Instrução Normativa estabelece ainda que, para a decisão da Anvisa quanto à atualização da composição da vacina contra a Covid-19, serão considerados os dados existentes sobre a vacina, quando utilizada em esquemas de imunização primária e como dose de reforço.
A Instrução Normativa nº 454 entrou em vigor na data de sua publicação e revoga a Instrução Normativa nº 429, de março de 2026.
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