VoltarA Companhia Brasileira de Alumínio registrou EBITDA ajustado de R$ 257 milhões no 4º trimestre de 2025, crescimento de 10% em comparação ao trimestre anterior. O desempenho evidencia o avanço da empresa em seus pilares estratégicos, evoluindo na competitividade operacional e sustentando sua trajetória de disciplina financeira, mesmo diante de um ambiente global desafiador. A geração de caixa registrou capital de giro positivo de R$ 309 milhões, impulsionada principalmente pela redução de estoques e contribuindo para manter a dívida líquida estável.
Apesar disso, a CBA totalizou prejuízo de R$ 164 milhões, influenciado por efeitos contábeis relacionados aos contratos futuros de energia e instrumentos de proteção financeira das exportações, sem impacto imediato no caixa. A receita líquida consolidada atingiu R$ 2,2 bilhões, uma redução de 4% em relação ao mesmo período de 2024 e de 3% na comparação com o 3º trimestre de 2025, demonstrando estabilidade em meio a sazonalidades. O preço médio do alumínio na London Metal Exchange (LME) foi de US$ 2.827/t no quarto trimestre, avanço de 10% na comparação anual e 8% frente ao 3º trimestre. O movimento acompanhou o cenário internacional de corte de juros nos Estados Unidos e maior demanda por commodities.
As vendas de alumínio no trimestre foram de 128 mil toneladas, aumento de 2% na comparação anual e com leve retração de 3% em comparação ao trimestre anterior, refletindo a sazonalidade do período. O desempenho foi sustentado principalmente pelo segmento de alumínio primário, que apresentou alta de 8% em relação ao mesmo período do ano passado e somou 71 mil toneladas, resultado de maior venda de lingote P1020. Em transformados, o volume de vendas totalizou 32 mil toneladas, uma queda de 8% em relação ao mesmo período do ano passado e redução de 6% em relação ao 3º trimestre de 2025. A desaceleração segue o ritmo mais moderado de consumo industrial no final do ano, mas o segmento manteve estabilidade anual. Em reciclagem, o trimestre foi encerrado com 25 mil toneladas vendidas, ligeira expansão de 2% em relação ao mesmo período do ano anterior, porém com recuo de 4% em relação ao 3º trimestre de 2025. O movimento trimestral sugere uma acomodação da demanda, ainda influenciada pelo comportamento do setor de autoconstrução e pelo ambiente de crédito mais restrito.
No segmento de energia, a CBA concluiu a aquisição da participação no Complexo Eólico Serra do Tigre, da Casa dos Ventos, adicionando 60 MW médios ao portfólio de autoprodução já no último trimestre de 2025. Com a conclusão desta transação, a Empresa deu mais um passo importante na execução da sua estratégia de competitividade por meio de um portfólio de energia resiliente, diversificado e sustentável, capaz de atender às necessidades de curto, médio e longo prazos da Companhia. A CBA encerrou 2025 com lucro líquido de R$ 230 milhões, revertendo o prejuízo de R$ 72 milhões do ano anterior. A receita líquida consolidada em 2025 foi de R$ 8,79 bilhões, alta de 8% em relação a 2024. O principal fator para o impacto positivo foi a valorização do preço do alumínio em reais. Na agenda ESG, a CBA fortaleceu o potencial do alumínio para a transição energética e reforçando sua posição de referência global na produção de um metal de baixo carbono. As frentes ambiental e social também foram reconhecidas com o Prêmio ECO, pelo case “AGP Ação Climática”, enquanto o CEO da Companhia, Luciano Alves, foi reconhecido como uma das três principais lideranças do ano em Sustentabilidade.
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Baixar áudioA maior planta de biometano do Brasil foi inaugurada no último sábado (7) em Paulínia, no interior de São Paulo. A unidade, operada pela empresa OneBio, tem capacidade nominal de produção de 225 mil metros cúbicos por dia, o equivalente a cerca de um terço da capacidade instalada de biometano no estado paulista.
O empreendimento transforma resíduos sólidos urbanos, como lixo doméstico depositado em aterros sanitários, em combustível renovável. O biometano é produzido a partir da purificação do biogás gerado durante a decomposição desses resíduos.
Inicialmente, a planta deve operar com cerca de 50% da capacidade total. A previsão é que a produção plena seja alcançada ao longo de 2026. Quando estiver em funcionamento máximo, o volume gerado poderá abastecer diariamente mais de mil ônibus urbanos.
A unidade faz parte de um ecoparque ambiental que substituiu um antigo aterro sanitário. O projeto é resultado de uma parceria entre a Edge, responsável por 51% do investimento, e a Orizon Valorização de Resíduos, que detém 49%.
Segundo o governo paulista, o estado concentra atualmente nove das 19 plantas de biometano em operação no Brasil, com capacidade total de cerca de 700 mil metros cúbicos por dia, aproximadamente metade da produção nacional.
Além disso, outras oito unidades estão em processo de autorização. A expectativa é que a produção estadual ultrapasse 800 mil metros cúbicos por dia até 2026.
O biometano pode ser utilizado como combustível para veículos, fonte de energia em processos industriais ou substituto do gás natural em diversas aplicações. A tecnologia também contribui para a economia circular, ao transformar resíduos em energia renovável e reduzir a emissão de gases de efeito estufa.
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Baixar áudioA Justiça Federal em Minas Gerais validou o entendimento da Agência Nacional de Mineração (ANM) sobre a metodologia de cálculo da Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais (CFEM), conhecida como royalties da mineração.
A decisão revogou uma liminar que havia permitido a uma mineradora excluir da base de cálculo da CFEM valores pagos a título de taxa estadual de fiscalização da atividade mineral.
A controvérsia originou-se a partir de um mandado de segurança apresentado por uma empresa de mineração estabelecida em Minas Gerais. No processo, a mineradora pedia que os valores recolhidos como Taxa de Controle, Monitoramento e Fiscalização das Atividades de Pesquisa, Lavra, Exploração e Aproveitamento de Recursos Minerários (TFRM) fossem retirados da base de cálculo da CFEM.
A argumentação da companhia era de que a taxa estadual teria o mesmo fato gerador da compensação, uma vez que ambos estariam relacionados à comercialização do minério.
Em um primeiro momento, o pedido foi acolhido em decisão liminar. Contudo, a ANM, representada pela Procuradoria-Geral Federal (PGF), órgão da Advocacia-Geral da União (AGU), apresentou recurso.
A autarquia sustentou que não há possibilidade de compensação entre a CFEM — considerada receita patrimonial da União decorrente da exploração econômica de recursos minerais — e uma taxa estadual vinculada ao exercício do poder de polícia sobre a atividade minerária.
Ao analisar o recurso, o juízo da 8ª Vara Federal Cível da Seção Judiciária de Belo Horizonte revogou a liminar anteriormente concedida e reconheceu que a TFRM não pode ser abatida da base de cálculo da CFEM.
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Na decisão, foi destacado que a taxa estadual remunera a atividade de fiscalização realizada pelo Estado e, por isso, deve ser tratada como parte dos custos operacionais da empresa, não sendo caracterizada como tributo incidente sobre a comercialização do minério.
Pelo que prevês a legislação que trata da CFEM (Lei nº 8.001/1990, com as alterações introduzidas pela Lei nº 13.540/2017), a compensação é calculada com base na receita bruta obtida com a venda do produto mineral. A norma autoriza apenas a dedução de tributos que incidam diretamente sobre a comercialização.
Nesse sentido, a decisão judicial reforça a interpretação adotada pela ANM no exercício de suas atribuições de regulamentação e fiscalização da CFEM, contribuindo para a segurança jurídica quanto aos critérios de apuração da compensação financeira devida pelas empresas do setor mineral.
Os recursos provenientes da CFEM são distribuídos entre União, estados e municípios e contribuem para o financiamento de políticas públicas, especialmente em localidades impactadas pela atividade minerária.
A defesa da autarquia foi conduzida pela Procuradoria Federal Especializada junto à Agência Nacional de Mineração (PFE-ANM) e pela Equipe de Cobrança Judicial da 6ª Região, unidades vinculadas à Procuradoria-Geral Federal da AGU. O processo tramita na Justiça Federal sob o nº 1018493-79.2022.4.06.3800/MG.
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Baixar áudioO mais recente Boletim InfoGripe, divulgado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) na sexta-feira (6), aponta crescimento nos casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) em 23 estados e no Distrito Federal (DF). Apenas Roraima, Tocantins, Espírito Santo e Rio Grande do Sul não registraram aumento nas notificações. Os dados se referem à Semana Epidemiológica 8, entre 22 e 28 de fevereiro.
Segundo o levantamento epidemiológico, o cenário está associado ao aumento do número de hospitalizações por:
De acordo com a pesquisadora do Programa de Computação Científica da Fiocruz e do Boletim InfoGripe, Tatiana Portella, a alta entre o público infantojuvenil pode estar relacionada ao retorno das aulas.
Ela recomenda que “caso a criança ou adolescente apresente algum sintoma de gripe ou resfriado, que os pais evitem levá-la à escola, para evitar a transmissão do vírus para outras crianças. Se não for possível deixar a criança ou adolescente em casa, o ideal é que ela use uma boa máscara, especialmente dentro da sala de aula.”
UFs
Dez unidades da Federação (UFs) apresentam nível de atividade de SRAG em alerta, risco ou alto risco:
Capitais
Entre as capitais, 12 das 27 registram nível de atividade de SRAG em alerta, risco ou alto risco, com tendência de crescimento no longo prazo.
Ao longo do ano epidemiológico de 2026, foram notificados mais de 14,3 mil casos de SRAG, sendo 35% com resultado laboratorial positivo para algum vírus respiratório. Dentre os casos positivos, o rinovírus é o agente mais detectado, seguido pela influenza A e covid-19.
| Vírus | Prevalência (%) |
| Vírus Sincicial Respiratório (VSR) | 13,6% |
| Influenza A | 20% |
| Rinovírus | 40% |
| Sars-CoV-2 (Covid-19) | 17% |
| Influenza B | 1,7% |
Em relação aos óbitos, a covid-19 responde pela maior parte das mortes registradas, seguida pela influenza A e pelo rinovírus.
| Vírus | Prevalência (%) |
| Vírus Sincicial Respiratório (VSR) | 8,7% |
| Influenza A | 27,5% |
| Rinovírus | 17,4% |
| Sars-CoV-2 (Covid-19) | 39,1% |
| Influenza B | 3,6% |
O estudo aponta que, na análise das últimas oito semanas epidemiológicas, a incidência e a mortalidade por SRAG permanecem mais elevadas nas faixas etárias extremas: crianças pequenas concentram os casos, enquanto os idosos apresentam os maiores índices de mortalidade.
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Baixar áudioA Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) pediu que o governo federal aumente de 15% (B15) para 17% (B17) o biodiesel diluído ao óleo diesel no país. O ofício, assinado pelo presidente da entidade, João Martins, foi entregue ao gabinete do ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, onde vai ser realizada a próxima reunião do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE), na quinta-feira (12), e a revisão do índice da mistura no combustível deve ser um dos assuntos discutidos.
Segundo o diretor técnico da CNA, Bruno Lucchi, distribuidoras estão usando o conflito no Oriente Médio, que provocou a disparada no preço do petróleo – matéria-prima do diesel –, para aumentar injustificadamente o valor do combustível nos postos. “Nós recebemos algumas ligações das federações de agricultura relatando que o aumento do preço do diesel já está acontecendo em algumas regiões, chegando inclusive a R$ 1 na bomba. É um aumento, na nossa visão, desproporcional. A Petrobras é a maior importadora de diesel do Brasil; 70% passa por ela, e não houve nenhum reajuste ainda”, destaca o dirigente.
Levantamento feito pela confederação indica que o preço do barril do petróleo bruto chegou a US$ 84, uma alta de mais de 20% em relação ao fim de fevereiro. A CNA destaca que, no início da guerra entre Rússia e Ucrânia, o preço do barril do Brent subiu 40%, o que refletiu em um aumento entre 21% e 23% nos preços de distribuição e revenda do diesel. Assim, defende a instituição, uma maior utilização do biodiesel pode reduzir a demanda por combustível fóssil e, consequentemente, evitar o aumento de custos logísticos no Brasil.
Feito a partir do processamento de grãos, mais biodiesel nos combustíveis nacionais pode impulsionar ainda mais o campo brasileiro. Atualmente, além dos 15% do biocombustível no diesel, a gasolina tem 30% de etanol misturado (E30).
Lucchi destaca que, com a safra recorde colhida pelo Brasil no último ano agrícola, há oferta no mercado para suprir a demanda com a possível elevação da mistura, além de evitar empecilhos aos agricultores com as operações nas lavouras ou escoamento da colheita, já que o diesel é primordialmente usado como combustível dos tratores e caminhões. “A conjuntura favorece você ter um percentual maior do biodiesel no diesel, até mesmo para você ter uma redução de preço aos produtores que estão usando esse insumo de forma significativa nesse momento: tratos culturais, colheita, plantio, fora os fretes dos produtos. Então, a gente precisa que não haja um aumento exorbitante”, alerta.
Tradicionalmente, a elevação da taxa de biodiesel presente no diesel ocorre por ponto percentual. A implementação dos 16% (B16) de combustível renovável estava prevista para ser discutida em 1º de março, conforme cronograma estabelecido, o que não foi feito.
Entretanto, diante do atual cenário geopolítico mundial e das condições encontradas nas lavouras do país, a CNA entende que o avanço imediato para 17% surge como medida razoável e competitiva para a realidade nacional.
Copiar o textoEm Paranaguá, a soja marca o período em queda; no Paraná, o trigo apresenta alta
Baixar áudioA saca de 60 quilos da soja inicia esta terça-feira (10) com desvalorização no Paraná. No interior do estado, o grão é negociado a R$ 122,57, com baixa de 0,61%. Já no porto de Paranaguá, principal referência no litoral paranaense, a cotação apresenta queda de 0,88%, sendo negociada a R$ 130,02.
INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANÁ
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 09/03/2026 | 122,57 | -0,61% | 1,55% | 23,70 |
| 06/03/2026 | 123,32 | 1,25% | 2,17% | 23,49 |
| 05/03/2026 | 121,80 | 0,48% | 0,91% | 23,06 |
| 04/03/2026 | 121,22 | -0,25% | 0,43% | 23,23 |
| 03/03/2026 | 121,52 | 0,71% | 0,68% | 23,05 |
INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANAGUÁ
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 09/03/2026 | 130,02 | -0,88% | 2,52% | 25,14 |
| 06/03/2026 | 131,18 | 1,27% | 3,43% | 24,99 |
| 05/03/2026 | 129,54 | 1,04% | 2,14% | 24,53 |
| 04/03/2026 | 128,21 | -0,35% | 1,09% | 24,57 |
| 03/03/2026 | 128,66 | 1,09% | 1,44% | 24,41 |
O preço do trigo apresenta valorização no Paraná e a tonelada é negociada a R$ 1.209,02. E no Rio Grande do Sul, a tonelada do grão registra elevação de 0,60%, sendo cotada a R$ 1.091,60.
PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - PARANÁ
| Data | Valor R$/t* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$/t* |
|---|---|---|---|---|
| 09/03/2026 | 1.209,02 | 0,10% | 2,63% | 233,76 |
| 06/03/2026 | 1.207,77 | 1,49% | 2,52% | 230,05 |
| 05/03/2026 | 1.190,04 | -1,08% | 1,02% | 225,30 |
| 04/03/2026 | 1.203,09 | 1,45% | 2,12% | 230,52 |
| 03/03/2026 | 1.185,88 | 0,30% | 0,66% | 224,98 |
PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - RIO GRANDE DO SUL
| Data | Valor R$/t* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$/t* |
|---|---|---|---|---|
| 09/03/2026 | 1.091,60 | 0,60% | -0,65% | 211,06 |
| 06/03/2026 | 1.085,06 | 0,05% | -1,24% | 206,68 |
| 05/03/2026 | 1.084,48 | -0,10% | -1,30% | 205,32 |
| 04/03/2026 | 1.085,53 | -0,88% | -1,20% | 208,00 |
| 03/03/2026 | 1.095,20 | 0,00% | -0,32% | 207,78 |
Os dados são do Cepea.
O que é uma saca de soja ou de trigo? Entenda a unidade de medida no mercado de grãos
A saca de soja e a saca de trigo são as principais unidades de comercialização de grãos no Brasil. Cada saca equivale a 60 quilos, padrão adotado por órgãos oficiais como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).
Esse formato padronizado facilita o comércio da soja e do trigo, além de permitir um acompanhamento mais preciso das cotações e variações de preços no mercado nacional.
Copiar o textoVeja os valores do café arábica, café robusta, açúcar cristal e do milho no mercado
Baixar áudioO preço do café arábica nesta terça-feira (10) registra elevação e a saca de 60 kg é negociada por R$ 1.929,37, na cidade de São Paulo.
INDICADOR DO CAFÉ ARÁBICA CEPEA/ESALQ
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$ |
|---|---|---|---|---|
| 09/03/2026 | 1.929,37 | 0,85% | 7,33% | 373,04 |
| 06/03/2026 | 1.913,12 | 2,04% | 6,43% | 364,40 |
| 05/03/2026 | 1.874,79 | 0,80% | 4,29% | 354,94 |
| 04/03/2026 | 1.859,96 | 0,36% | 3,47% | 356,38 |
| 03/03/2026 | 1.853,29 | 0,68% | 3,10% | 351,60 |
O café robusta apresentou desvalorização de 0,34% e está sendo negociado a R$ 1.067,07.
INDICADOR DO CAFÉ ROBUSTA CEPEA/ESALQ
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$ |
|---|---|---|---|---|
| 09/03/2026 | 1.067,07 | -0,34% | 3,32% | 206,32 |
| 06/03/2026 | 1.070,68 | 0,48% | 3,67% | 203,94 |
| 05/03/2026 | 1.065,57 | -0,22% | 3,18% | 201,74 |
| 04/03/2026 | 1.067,90 | -0,67% | 3,40% | 204,62 |
| 03/03/2026 | 1.075,07 | 1,80% | 4,10% | 203,96 |
O preço do açúcar cristal apresenta alta nas principais praças do estado de São Paulo. Na capital, a saca de 50 kg registra aumento de 0,96%, cotada a R$ 98,31.
INDICADOR DO AÇÚCAR CRISTAL BRANCO CEPEA/ESALQ - SÃO PAULO
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 09/03/2026 | 98,31 | 0,96% | -0,28% | 19,01 |
| 06/03/2026 | 97,38 | -0,25% | -1,23% | 18,55 |
| 05/03/2026 | 97,62 | -0,62% | -0,98% | 18,48 |
| 04/03/2026 | 98,23 | 0,00% | -0,37% | 18,64 |
| 03/03/2026 | 98,23 | -0,32% | -0,37% | 18,64 |
Em Santos (SP), a mercadoria é negociada a R$ 111,40; a cotação média apresenta elevação de 2,82%.
INDICADOR AÇÚCAR CRISTAL - SANTOS
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 09/03/2026 | 111,40 | 2,82% | 4,01% | 21,37 |
| 06/03/2026 | 108,34 | 2,23% | 1,15% | 20,49 |
| 05/03/2026 | 105,98 | 3,59% | -1,05% | 20,21 |
| 04/03/2026 | 102,31 | -6,84% | -4,48% | 19,64 |
| 03/03/2026 | 109,82 | 2,23% | 2,53% | 20,77 |
A saca de 60 kg do milho é negociada a R$ 70,63, com leve alta de 0,10%.
INDICADOR DO MILHO ESALQ/BM&FBOVESPA
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 09/03/2026 | 70,63 | 0,10% | 1,58% | 13,66 |
| 06/03/2026 | 70,56 | 0,46% | 1,48% | 13,44 |
| 05/03/2026 | 70,24 | 0,01% | 1,02% | 13,30 |
| 04/03/2026 | 70,23 | 0,36% | 1,01% | 13,46 |
| 03/03/2026 | 69,98 | 0,33% | 0,65% | 13,28 |
Os dados são do Cepea.
Café arábica e café robusta são as duas principais variedades cultivadas e comercializadas no Brasil, ambas medidas em sacas de 60 kg.
A saca de açúcar cristal no Brasil é padronizada em 50 quilos, especialmente para comercialização no mercado atacadista e para uso na indústria alimentícia. Essa unidade de medida é adotada pelo Cepea/Esalq-USP, principal fonte de cotações diárias do açúcar cristal no país.
Qual o peso da saca de milho no Brasil?
A saca de milho equivale a 60 kg de grãos, mesmo padrão utilizado para soja e trigo. Essa medida é oficializada por instituições como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Cepea, sendo amplamente usada em negociações e relatórios de preço do milho.
Copiar o textoAs cotações do frango congelado apresentam baixa, carcaça suína registra alta
Baixar áudioO preço do boi gordo nesta terça-feira (10) apresenta alta; a arroba está sendo negociada a R$ 347,40, no estado de São Paulo.
INDICADOR DO BOI GORDO CEPEA/ESALQ
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 09/03/2026 | 347,40 | 0,39% | -1,63% | 67,17 |
| 06/03/2026 | 346,05 | -0,36% | -2,01% | 65,91 |
| 05/03/2026 | 347,30 | -0,39% | -1,66% | 65,75 |
| 04/03/2026 | 348,65 | -0,53% | -1,27% | 66,80 |
| 03/03/2026 | 350,50 | -0,74% | -0,75% | 66,50 |
Na Grande São Paulo, em São José do Rio Preto e em Descalvado, os preços do frango apresentam queda. O frango congelado passou a ser negociado a R$ 7,05 com baixa de 0,14%, enquanto o frango resfriado fechou a R$ 7,09 também com queda de 0,14%.
PREÇOS DO FRANGO CONGELADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|
| 09/03/2026 | 7,05 | -0,14% | -2,89% |
| 06/03/2026 | 7,06 | 0,00% | -2,75% |
| 05/03/2026 | 7,06 | 0,00% | -2,75% |
| 04/03/2026 | 7,06 | -0,14% | -2,75% |
| 03/03/2026 | 7,07 | -0,70% | -2,62% |
PREÇOS DO FRANGO RESFRIADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|
| 09/03/2026 | 7,09 | -0,14% | -3,01% |
| 06/03/2026 | 7,10 | 0,00% | -2,87% |
| 05/03/2026 | 7,10 | 0,00% | -2,87% |
| 04/03/2026 | 7,10 | -0,14% | -2,87% |
| 03/03/2026 | 7,11 | -0,84% | -2,74% |
A carcaça suína especial também apresenta alta de 0,80%, sendo negociada a R$ 10,08, por quilo nos atacados da Grande São Paulo.
O suíno vivo registra estabilidade em alguns estados, com destaque para Minas Gerais, onde o animal é comercializado a R$ 6,76.
PREÇOS DA CARCAÇA SUÍNA ESPECIAL (R$/kg)
| Data | Média | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|
| 09/03/2026 | 10,08 | 0,80% | -0,20% |
| 06/03/2026 | 10,00 | 0,40% | -0,99% |
| 05/03/2026 | 9,96 | -2,45% | -1,39% |
| 04/03/2026 | 10,21 | 0,20% | 1,09% |
| 03/03/2026 | 10,19 | 0,00% | 0,89% |
INDICADOR DO SUÍNO VIVO CEPEA/ESALQ (R$/kg)
| Data | Estado | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|---|
| 09/03/2026 | MG - posto | 6,76 | 0,00% | 0,00% |
| 09/03/2026 | PR - a retirar | 6,70 | -0,15% | 1,67% |
| 09/03/2026 | RS - a retirar | 6,78 | 0,15% | 0,74% |
| 09/03/2026 | SC - a retirar | 6,63 | 0,00% | 1,84% |
| 09/03/2026 | SP - posto | 6,94 | -0,14% | 0,58% |
Os valores são do Cepea.
O boi gordo é o bovino macho pronto para o abate, com peso mínimo de 16 arrobas líquidas de carcaça (aproximadamente 240 kg) e até 42 meses de idade. Atende aos padrões do mercado nacional e internacional, incluindo exportações para Europa, China e cota Hilton.
O frango congelado passa por congelamento rápido, com temperaturas abaixo de -12°C, garantindo maior vida útil para armazenamento e transporte a longas distâncias. Já o frango resfriado é mantido entre 0°C e 4°C, com validade de 5 a 7 dias, oferecendo textura e sabor mais próximos do fresco, ideal para consumidores exigentes e restaurantes.
Copiar o textoAvanço do índice é influenciado pelo cenário externo e pela valorização do petróleo
Baixar áudioO Ibovespa encerrou o último pregão em alta de 0,86%, aos 180.915 pontos. Durante a sessão, o principal índice da bolsa brasileira chegou à máxima de 181.952 pontos e à mínima de 177.636 pontos, com volume financeiro de R$ 37,6 bilhões.
Especialistas apontam que o desempenho foi impulsionado por declarações sobre a possibilidade de encerramento do conflito envolvendo o Irã, o que reduziu parte das incertezas no cenário internacional.
Analistas também destacam que a valorização do petróleo influenciou os mercados globais. A alta da commodity reacendeu preocupações com a inflação mundial e possíveis impactos na política monetária internacional.
Confira as ações com melhor e pior desempenho no último fechamento:
Ações em alta no Ibovespa
Ações em queda no Ibovespa
O volume total negociado na B3 foi de R$ 37.741.915.388, em meio a 4.502.755 negócios.
Os dados da bolsa podem ser consultados no site da B3.
O Ibovespa (Índice Bovespa) é o principal indicador do mercado acionário brasileiro. Calculado pela B3, ele reflete a média do desempenho das ações mais negociadas na bolsa, com base em critérios de volume e liquidez. O índice é composto por uma carteira teórica de ativos, que representa cerca de 80% do volume financeiro total negociado no mercado.
A B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) é a bolsa de valores oficial do Brasil, sediada em São Paulo. É responsável pela negociação de ações, derivativos, títulos públicos e privados, câmbio e outros ativos financeiros. A B3 está entre as maiores bolsas do mundo em infraestrutura e valor de mercado.
Copiar o textoQueda da divisa americana é influenciada pelo cenário externo e pelo mercado de commodities
Baixar áudioO dólar encerrou o último pregão em queda de 1,52%, cotado a R$ 5,15, no menor patamar desde o início da guerra envolvendo o Irã.
Especialistas apontam que a desvalorização da moeda americana foi influenciada por sinais de redução das tensões no cenário internacional. Além disso, o desempenho do petróleo também favoreceu o real, já que o Brasil é exportador da commodity.
De acordo com analistas, a alta do petróleo pode melhorar as contas externas do país, reduzir o déficit em conta corrente e favorecer a entrada de investimentos no Brasil.
Já o euro encerrou o último pregão em baixa, cotado a R$ 5,99.
A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.
| Código | BRL | USD | EUR | GBP | JPY | CHF | CAD | AUD |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| BRL | 1 | 0,1938 | 0,1654 | 0,1431 | 30,5804 | 0,1508 | 0,2636 | 0,2719 |
| USD | 5,1587 | 1 | 0,8608 | 0,7448 | 157,74 | 0,7779 | 1,3596 | 1,4150 |
| EUR | 5,9994 | 1,1618 | 1 | 0,8651 | 183,26 | 0,9038 | 1,5795 | 1,6438 |
| GBP | 6,9337 | 1,3428 | 1,1558 | 1 | 211,83 | 1,0446 | 1,8258 | 1,9000 |
| JPY | 3,27021 | 0,633894 | 0,54569 | 0,472110 | 1 | 0,4932 | 0,86187 | 0,89694 |
| CHF | 6,6308 | 1,2854 | 1,1066 | 0,9574 | 202,78 | 1 | 1,7478 | 1,8192 |
| CAD | 3,7943 | 0,7355 | 0,6331 | 0,5478 | 116,03 | 0,5721 | 1 | 1,0407 |
| AUD | 3,6790 | 0,7068 | 0,6084 | 0,5264 | 111,49 | 0,5498 | 0,9609 | 1 |
Os dados são da Investing.com.
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