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Baixar áudioA dessalinização da água do mar pode reduzir riscos operacionais, assegurar a continuidade da produção e fortalecer a sustentabilidade do setor produtivo. É o que defende a Confederação Nacional da Indústria (CNI) em estudo apresentado durante o Congresso ALADYR Brasil 2026, realizado pela Associação Latino-Americana de Dessalinização e Reúso de Água, em São Paulo.
Intitulada "Segurança Hídrica Industrial: O Papel da Dessalinização no Brasil", a publicação analisa o estágio de desenvolvimento da tecnologia, os custos de implantação, os impactos ambientais e as oportunidades de financiamento para ampliar a segurança do abastecimento de água no setor industrial.
A dessalinização consiste na remoção de sais e outros minerais da água do mar ou salobra, tornando-a adequada para diferentes usos, inclusive o consumo humano e as atividades produtivas. A técnica mais utilizada atualmente é a Osmose Reversa (OR), processo em que a água passa sob pressão por membranas semipermeáveis que retêm sais e outras substâncias dissolvidas.
Para o diretor de Relações Institucionais da CNI, Roberto de Oliveira Muniz, a segurança hídrica tornou-se um fator estratégico para a competitividade industrial.
"Para a indústria, a água deixou de ser apenas uma pauta ambiental e passou a ser uma variável estratégica, que define onde se investe, como se produz e se a operação resiste a uma crise. Reúso e dessalinização são respostas concretas de adaptação à mudança do clima", afirma.
O gerente de Recursos Naturais da CNI, Mário Cardoso, explica que a água é um insumo essencial para a atividade industrial, utilizada tanto como matéria-prima quanto nos processos de produção, como resfriamento, lavagem e geração de vapor. A falta do recurso pode levar à redução do ritmo de produção ou até à paralisação das fábricas, com impactos que se estendem por toda a economia.
“Quando a fábrica para, quem sente primeiro é o trabalhador, depois a cadeia de fornecedores e o município”, afirma. Segundo Cardoso, mesmo antes de um eventual desabastecimento, a insegurança hídrica já eleva os custos das empresas, que precisam recorrer a caminhões-pipa, buscar fontes emergenciais de captação e manter estoques para evitar interrupções.
O gerente também alerta para os efeitos da escassez de água sobre o setor elétrico. No Brasil, a dependência da geração hidrelétrica faz com que as crises hídricas também possam comprometer a produção de energia, ampliando os riscos para a atividade econômica.
“Com eventos climáticos extremos cada vez mais frequentes, ter água garantida passou a ser fator de competitividade. O investidor escolhe onde instalar uma fábrica, olhando também para a segurança hídrica. Por isso, a CNI trata o tema como estratégia de adaptação à mudança do clima, e não apenas como uma questão ambiental”, afirma.
Mário Cardoso apresentou o estudo a especialistas latino-americanos durante o painel “Mudanças climáticas e segurança hídrica: desafios para a economia latino-americana”. O debate contou com a participação do assessor da Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA), Tibério Pinheiro, e foi moderado pelo diretor da ALADYR, Eduardo Pedroza.
Na apresentação, Cardoso destacou os impactos dos eventos climáticos sobre a população e a economia brasileira. Segundo o Atlas Digital de Desastres no Brasil, eventos climáticos atingiram 83% dos municípios do país entre 2014 e 2023, afetaram 177 milhões de pessoas e provocaram prejuízos de R$ 421 bilhões.
Os efeitos econômicos podem ser ainda maiores no longo prazo. Um estudo do Ministério do Planejamento e Orçamento, elaborado no âmbito da Estratégia Brasil 2050, estima que a falta de medidas para enfrentar as mudanças climáticas pode custar até R$ 17,1 trilhões ao Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro até 2050, além de eliminar 4,4 milhões de empregos.
Na América Latina, cerca de 150 milhões de pessoas vivem em situação de escassez hídrica, segundo relatório do Banco Mundial.
No Brasil, apesar da disponibilidade hídrica elevada em termos agregados, a distribuição da água é desigual. Segundo a ANA, a Região Hidrográfica Amazônica concentra cerca de 81% da disponibilidade de águas superficiais do país, enquanto o semiárido nordestino enfrenta escassez recorrente.
Nesse cenário, a indústria precisa buscar alternativas para reduzir a dependência de fontes convencionais de abastecimento e enfrentar períodos de restrição hídrica. Dados do relatório Conjuntura dos Recursos Hídricos no Brasil 2025, da ANA, indicam que a demanda de água do setor industrial chegou a aproximadamente 175 m³/s em 2025.
O estudo da CNI destaca os ganhos de eficiência da Osmose Reversa nas últimas décadas. O consumo de energia necessário para dessalinizar a água, que inicialmente podia chegar a 20 quilowatts-hora por metro cúbico (kWh/m³), caiu para uma faixa de 2,0 a 4,0 kWh/m³ nas instalações modernas de grande porte.
Apesar dos avanços tecnológicos, a eletricidade ainda representa entre 40% e 60% dos custos operacionais de uma usina de dessalinização. No Brasil, os custos de produção de água para uso industrial variam, conforme os parâmetros apresentados no estudo, entre US$ 0,50 e US$ 0,80 por metro cúbico.
Já o investimento médio global em projetos de dessalinização de grande escala é estimado em aproximadamente US$ 900 por metro cúbico diário de capacidade instalada.
A localização da população e dos polos industriais também favorece a avaliação da tecnologia como alternativa de abastecimento. Cerca de 111,27 milhões de brasileiros, o equivalente a 54,8% da população, vivem a até 150 quilômetros da costa, onde também estão concentrados importantes centros industriais.
No entanto, a proximidade do mar não elimina os desafios relacionados ao custo da energia, à infraestrutura necessária e aos impactos ambientais do processo. Por isso, a viabilidade dos projetos depende das características de cada região e das necessidades de consumo de água.
Para estimular a implantação de novos projetos, o estudo destaca a disponibilidade de linhas de crédito do Fundo Clima – Indústria Verde, operado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).
Segundo a CNI, além do acesso ao financiamento, o avanço da dessalinização depende de maior segurança jurídica para os investimentos. Entre os pontos que precisam de clareza estão as regras de licenciamento ambiental para o descarte da salmoura — resíduo concentrado em sais gerado no processo — e a tributação de equipamentos e insumos utilizados nas instalações.
A definição dessas condições pode contribuir para reduzir incertezas e ampliar a escala dos projetos no país.
Segundo Mário Cardoso, o principal entrave à expansão da dessalinização no Brasil não é tecnológico nem financeiro, mas regulatório.
“A tecnologia já está madura e já funciona no Brasil em algumas situações. O custo de operação para a indústria já é competitivo e existe financiamento pelo Fundo Clima no BNDES. O que falta é segurança jurídica. Não temos regras nacionais claras para o licenciamento das usinas, nem para o descarte da salmoura”, aponta.
De acordo com Cardoso, a falta de diretrizes claras faz com que cada projeto seja avaliado de forma isolada, o que pode prolongar os processos de licenciamento e aumentar a incerteza para os investidores. Esse cenário, segundo ele, dificulta a expansão da tecnologia no país.
Para as pequenas empresas, uma das alternativas é investir em soluções compartilhadas. Segundo o gerente da CNI, distritos e polos industriais podem implantar centrais de reúso de água para atender a várias empresas, dividindo os custos de investimento e operação.
“A pequena empresa também pode comprar a água como serviço. Ela paga pelo metro cúbico entregue e não precisa imobilizar um capital na planta”, afirma.
Outra medida é adotar regras de licenciamento proporcionais ao risco ambiental de cada iniciativa. “Uma empresa que reaproveita a própria água dentro da fábrica, sem impacto para ninguém, não deveria enfrentar a mesma burocracia de um grande projeto. Regra simples também é redução de custo”, defende Cardoso.
O gerente também destaca a importância de ampliar o acesso ao crédito para pequenas e médias indústrias, com linhas de financiamento de menor valor, operadas por bancos regionais e instituições financeiras parceiras. Além disso, o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) pode contribuir com diagnósticos e assistência técnica para identificar oportunidades e orientar a implementação de soluções de reúso de água.
O levantamento da CNI reúne experiências nacionais de dessalinização para diferentes finalidades, desde o abastecimento de grandes complexos industriais até o fornecimento de água potável para comunidades rurais.
Entre os exemplos apresentados estão:
O estudo sobre dessalinização integra uma estratégia da CNI voltada à segurança hídrica industrial, iniciada em 2017. Em parceria com federações industriais e o Centro Internacional de Referência em Reúso de Água da Universidade de São Paulo (Cirra/USP), a entidade já produziu dez estudos sobre o reúso de efluentes.
As projeções reunidas pela confederação indicam que o Brasil pode ampliar em até 13 vezes sua capacidade de reúso industrial. Para isso, seriam necessários investimentos estimados em R$ 1,89 bilhão, com potencial de gerar retorno econômico direto de R$ 5,9 bilhões para o setor.
A iniciativa também resultou na elaboração de um manual metodológico para avaliar a viabilidade do reúso industrial em países da América do Sul, lançado recentemente pela CNI.
Outra publicação da entidade é o Guia da Indústria para Adaptação à Mudança do Clima, lançado em 2026. O material reúne diagnósticos, metodologias e medidas práticas para orientar empresas na identificação de riscos climáticos e na adoção de estratégias de adaptação.
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Baixar áudioO candidato Flávio Bolsonaro (PL) aparece à frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em 12 das 13 pesquisas nacionais divulgadas após o primeiro turno das eleições presidenciais de 2026. Segundo estudo da Opinião Inteligência Política, Flávio tem 51,8% dos votos válidos na média dos levantamentos. Apesar da vantagem, a análise aponta que a disputa ainda não está decidida.
O estudo, atualizado nesta quinta-feira (15), reúne pesquisas de 11 institutos registradas no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), com entrevistas realizadas entre os dias 3 e 15 de outubro.
Além da média das pesquisas, a Opinião Inteligência Política elaborou uma projeção que considera resultados de eleições anteriores e possíveis mudanças na intenção de voto até o segundo turno, marcado para 25 de outubro. Nesse cenário, Flávio Bolsonaro aparece com 52,3% dos votos válidos e 82% de probabilidade de vitória. Lula tem 18% de chance de vencer.
A empresa ressalta, no entanto, que esses percentuais são estimativas estatísticas, e não resultados de pesquisas eleitorais. As projeções dependem de hipóteses sobre o comportamento dos eleitores e podem mudar até o dia da votação.
Para Alexandre Garcia, CEO da Opinião Inteligência Política, três movimentos podem mudar o segundo turno até 25 de outubro.
“O primeiro é a aprovação do governo. As pesquisas com campo a partir de 17/10 vão dizer se a alta se confirma. O segundo é o destino de quem votou em Augusto Cury, Renan Santos e Ronaldo Caiado no 1º turno. O terceiro é o eleitor de ensino médio que ganha de 2 a 5 salários mínimos. Ali, a rejeição de Lula salta para 57%, contra 41% entre quem ganha até 2 salários. Se houver virada, ela passa por esse eleitor, que é o trabalhador com carteira assinada”, explica Garcia.
De acordo com a análise, a média das pesquisas, que estava em 52,2% no dia 11 de outubro, caiu para 51,8% no dia 15. É o menor percentual registrado desde o início da série, em 8 de outubro.
As três pesquisas mais recentes consideradas no estudo, divulgadas em 15 de outubro, apresentaram resultados abaixo da média anterior. Na Palver, Flávio aparece com 50,5% dos votos válidos. Na Indexa/Broadcast, tem 51,2%, enquanto no Datafolha registra 51,1%.
Dos 13 levantamentos analisados pela empresa, apenas a pesquisa Vox Brasil, realizada entre 5 e 7 de outubro, apontou vantagem para Lula.
Nas pesquisas presenciais, realizadas por Vox Brasil, Datafolha e Quaest, Flávio Bolsonaro aparece com média de 50,4% dos votos válidos, considerando a rodada mais recente de cada instituto.
Já nas pesquisas feitas por telefone com entrevistadores, a média do candidato chega a 52,6%. Nos levantamentos por telefone automático, o percentual é de 52%, enquanto nas pesquisas online fica em 51,6%.
A análise da empresa destaca que, no primeiro turno de 2026, os institutos que realizaram entrevistas presenciais apresentaram resultados mais favoráveis a Lula do que o observado nas urnas.
A Opinião Inteligência Política ressalta, porém, que isso não significa que a diferença vá se repetir no segundo turno, já que o comportamento dos eleitores pode ser diferente nesta etapa da eleição.
Na média das 13 pesquisas analisadas, a aprovação do governo entre os entrevistados que manifestaram uma opinião chega a 47,3%. O percentual é próximo dos 48,1% de votos válidos atribuídos a Lula na mesma análise.
Segundo a empresa, essa proximidade indica que a disputa presidencial está fortemente associada à avaliação que os brasileiros fazem do atual governo.
O estudo mostra ainda que a aprovação de Lula permaneceu praticamente estável nos institutos que realizaram mais de uma rodada de entrevistas.
No Datafolha, por exemplo, a aprovação ficou em 48% nas duas pesquisas de outubro, enquanto a desaprovação passou de 49% para 50%. No PoderData, os percentuais também permaneceram estáveis: 44% de aprovação e 50% de desaprovação.
Segundo o estudo, na média das 11 pesquisas que divulgaram esse indicador, 48,7% dos entrevistados afirmaram que não votariam em Lula, enquanto 46% disseram que não votariam em Flávio Bolsonaro.
A análise também identificou situações em que Flávio aparece com rejeição superior à de Lula e, mesmo assim, mantém a liderança na intenção de voto.
Na Quaest, por exemplo, 54% dos entrevistados rejeitam Flávio, contra 53% que rejeitam Lula. Ainda assim, o candidato do PL aparece com 51,1% dos votos válidos.
O estudo aponta ainda que, no Datafolha e no PoderData, a rejeição a Flávio aumentou um ponto percentual entre as rodadas analisadas. A Opinião Inteligência Política considera o movimento pequeno, mas destaca que ele representa um sinal desfavorável ao candidato.
Na projeção principal da empresa, que considera um ajuste baseado na diferença observada entre pesquisas anteriores e resultados das urnas, Flávio aparece com 52,3% dos votos válidos e 82% de probabilidade de vitória.
Sem esse ajuste, considerando apenas a média atual dos levantamentos, a probabilidade de vitória do candidato cai para 76%, enquanto a de Lula sobe para 24%.
Em outro cenário apresentado no estudo, no qual as pesquisas estejam superestimando Flávio em um ponto percentual, a probabilidade de vitória do candidato do PL seria de 62%, contra 38% de Lula.
Já em uma hipótese de diferença maior entre as pesquisas e o resultado das urnas, favorável a Flávio, a chance de vitória do candidato chegaria a 88%.
A empresa também calcula uma faixa de resultados possíveis, com 90% de abrangência na estimativa, que vai de 48,2% a 56,4% dos votos válidos para Flávio. Segundo a análise, isso significa que o modelo ainda considera possíveis resultados favoráveis a Lula.
De acordo com a Opinião Inteligência Política, para que os dois candidatos passassem a ter a mesma probabilidade de vitória no modelo utilizado, a média das pesquisas de Flávio Bolsonaro precisaria cair de 51,8% para 49,5% dos votos válidos. Em treze pesquisas depois do 1º turno, a média ficou entre 51,8% e 52,5%.
A empresa destaca que uma pesquisa isolada tende a provocar poucas mudanças na estimativa. Para identificar uma possível alteração mais consistente na disputa, seria necessário observar uma sequência de levantamentos apontando a mesma tendência.
“Devemos ficar de olho no calendário. Ipespe e Verità saem em 17 de outubro. PoderData, DataTrends e AtlasIntel, em 19 e 20. São as primeiras com campo depois da aprovação do fim da escala 6x1 no Senado e do início do pagamento do Bolsa Família reajustado, e vão dizer se a alta da aprovação que só o PoderData mediu aparece em outros institutos”, frisa Alexandre Garcia.
Copiar o textoA Associação Brasileira de Empresas de Pesquisa Mineral e Mineração (ABPM) divulgou nota sobre a escala de trabalho semanal. O presidente do Conselho da ABPM, Luis Azevedo, comenta que na mineração a escala é definida principalmente pela localização da mina. “Minas próximas a cidades usam escalas semanais (5x2, 6x1 ou turnos rotativos), enquanto minas remotas usam escalas compensadas em blocos longos de trabalho seguidos de folga equivalente, quase sempre com turnos de 12 horas”.
Para Azevedo, a distinção entre minas a céu aberto e subterrânea se refere menos ao formato da escala e mais sobre limites legais e normas de fadiga, calor e exposição. Alguns países tratam o trabalho subterrâneo como penoso ou insalubre e impõem jornadas menores, como é o caso do Brasil.
Segundo Azevedo, a negociação foi a solução adotada em diversos países, como escalas 7x7 e 14x14 que se tornaram mais viáveis por meio da compensação por média, em que o limite semanal é calculado sobre um ciclo de várias semanas. As longas folgas dão ao trabalhador uma flexibilidade valiosa: permitem miniférias, outras atividades e, em inúmeros casos, que casais que trabalham em escala sincronizem seus períodos de descanso. “Visitando minas na Austrália, conheci vários desses casais. Os que não têm filhos combinam suas escalas para folgar juntos e vivem, na prática, metade do tempo em férias. Os que têm filhos me disseram que o relacionamento melhorou muito: Em cada período de 15 dias de trabalho na mina, o trabalhador passa cinco dias cada um por conta própria, no trabalho ou em casa, e dez dias juntos. Isso permite criar os filhos juntos metade do tempo e individualmente a outra metade”.
Na Austrália são 38h/semana mais horas extras “razoáveis” (National Employment Standards), com média permitida pelo Mining Industry Award e por acordos coletivos, enquanto em minas subterrâneas não há limite específico, mas a fadiga é regulada por códigos estaduais de saúde e segurança (ex.: WA, Queensland). As escalas típicas adotadas são o Regime FIFO (fly-in fly-out, onde trabalhadores são levados de avião ao local): 2x1 (14x7), 8x6, 4x4, 7x7; turnos de 12h. Já no Canadá, a Competência provincial em Ontário é de 8h/dia e 48h/semana, com extras a partir de 44h. BC: 8h/40h. Quebec: extras a partir de 40h. Média permitida por acordo. Para minas subterrâneas, Ontário tem regra própria para minas subterrâneas (8h/dia, 48h/semana), com exceções por acordo e as escalas são nos modelos 7x7, 14x14, 4x4 em minas remotas com acampamento; turnos de 10 a 12h. Os Estados Unidos não têm limite especial para adultos (FLSA); apenas adicional de horas extras acima de 40h/semana. A MSHA, agência federal de segurança em minas, não fixa jornada; Sobre a mineração subterrânea, alguns estados mantêm leis históricas de 8h para minas subterrâneas (ex.: Montana) e as escalas são definidas em 4x4 (12h), 5x2, 7x7; 14x14 em locais remotos, como Alasca e Nevada.
Entre os países da América do Sul, o Chile tem Lei 21.561 (Lei das 40 Horas): 44h desde abril/2024, 42h desde abril/2026 e 40h em abril/2028. Máximo de 12h/dia e não possui regime legal distinto para mineração subterrânea. As escalas excepcionais autorizadas pela Dirección del Trabajo: 7x7, 4x4, 10x10, 14x14 com turnos de 12h. O 7x7 de 12h equivale a 42h/semana em média. Já o Peru prevê 8h/dia e 48h/semana; jornadas atípicas acumulativas permitidas se a média do ciclo não exceder 48h; também não tem regime legal distinto para operação subterrânea e as jornadas são de 14x7, 20x10, 21x7 com turnos longos. O Tribunal Constitucional (caso Toquepala, 2005/2006) restringiu jornadas de 12h que ultrapassem a média legal e exigiu condições de segurança, o que gerou muita litigância. Por último, a Argentina determina 8h/dia e 48h/semana (Lei 11.544) e trabalho subterrâneo é tratado como insalubre: 6h/dia e 36h/semana. As escalas são definidas em 7x7, 14x14 e 4x4 com turnos de 12h, via convenções coletivas (sindicato AOMA). Na mineração subterrânea, as escalas precisam respeitar o limite reduzido.
Para Azevedo, o regime brasileiro está entre os mais restritivos do mundo, e talvez seja este um dos motivos pelos quais a mineração nacional ainda não alcançou sua plenitude. A CLT fixa 8h/dia e 44h/semana. No subsolo, o art. 293 limita a jornada a 6h/dia e 36h/semana, e o art. 295 permite estendê-la até 8h mediante acordo ou convenção coletiva e autorização da autoridade competente em segurança e saúde do trabalho. Em turnos ininterruptos de revezamento, a jornada é de 6h, ampliável a 8h por negociação coletiva (Súmula 423 do TST). Escalas como 12x36 e regimes compensados dependem de negociações coletivas complexas, frequentemente questionadas na Justiça.
Por isso, escalas consagradas no Chile, no Peru e na Austrália, como 7x7 ou 14x14 com turnos de 12 horas, enfrentam no Brasil elevado risco jurídico e raramente são adotadas.
O próprio Brasil, aliás, já tem a prova de que esse caminho funciona. Os petroleiros embarcados da Petrobras trabalham em regime de confinamento, com turnos de 12 horas, e cumprem escalas de 14 dias embarcados por 21 dias de folga, amparadas na Lei nº 5.811/1972 e consolidadas em acordos coletivos. É um modelo negociado e amplamente aceito por trabalhadores e empresa, que combina segurança operacional, boa remuneração e longos períodos de convívio familiar. Se funciona em uma plataforma em alto-mar, não há razão para que não funcione em uma mina remota na Amazônia. “Para nós, o regime pode ser 6x1 ou 5x2. O essencial não está no número, mas na liberdade de construir, pela negociação, o arranjo que melhor atenda ao trabalhador e à empresa. Que a negociação livre e plena seja prestigiada, e que Executivo e Judiciário respeitem a vontade das partes. Basta de tutela e de autonomia vigiada. Num mundo em que a informação circula de forma ampla e imediata, já não se sustenta a premissa de que o trabalhador negocia sob pressão ou sem conhecimento de causa. Temos a convicção de que, adotada a liberdade de negociação, o país chegará a um modelo que concilie competitividade, produtividade, geração de empregos, remuneração adequada e qualidade de vida. Para onde o Brasil decidir ir, a mineração irá junto, desde que se respeitem, em igual medida, o trabalhador e o minerador”, conclui Azevedo.
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Baixar áudioEstados, Distrito Federal e municípios produtores minerários receberam mais de R$ 465 milhões em royalties do setor. O repasse, realizado pela Agência Nacional de Mineração (ANM) na quinta-feira (15), corresponde à Compensação Financeira pela Exploração Mineral (CFEM) arrecadada em setembro.
Desse montante, mais de R$ 93 milhões são destinados aos estados e ao Distrito Federal, enquanto os municípios ficam com mais de R$ 372 milhões.
Para o especialista em orçamento público, Cesar Lima, esses recursos são fundamentais para melhorar a qualidade de vida da população que vive em áreas dos municípios produtores minerários.
“São recursos que certamente poderão ser usados para alguma melhoria, algum custeio. Como são recursos livres, não há uma amarração para esses recursos, mas com certeza serão usados com sabedoria para a melhoria da qualidade de vida da população desses municípios”, avalia.
Este é o segundo repasse feito pela ANM por meio da ferramenta de distribuição da Plataforma de Gestão de Recursos Minerais (PGRM). A plataforma passou a operar a arrecadação da CFEM em 7 de julho de 2026 e respondeu por 99,62% do total arrecadado.
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Somente em relação aos repasses previstos via PGRM, Minas Gerais e Pará contam com os maiores valores entre os estados, com cerca de R$ 39 milhões e R$ 36 milhões, respectivamente.
A aplicação dos valores recebidos da CFEM deve respeitar as normas legais. Os entes beneficiados não podem usar os recursos para pagar dívidas, exceto aquelas com a União ou seus órgãos. Também é proibido custear despesas fixas com pessoal.
Há uma exceção para os gastos com educação. Os recursos podem ser destinados a essa área, inclusive ao pagamento de salários de professores da rede pública, especialmente na educação básica em tempo integral.
A legislação prevê ainda que, preferencialmente, pelo menos 20% dos valores sejam destinados a iniciativas de diversificação da economia, exploração mineral sustentável e pesquisa científica e tecnológica.
Os estados e os municípios que recebem a CFEM devem divulgar anualmente como utilizaram os recursos, conforme as regras da Lei de Acesso à Informação (Lei nº 12.527/2011).
Para consultar os dados, os interessados podem acessar, no site da ANM, a seção “Compensação Financeira pela Exploração Mineral – CFEM”. No site do Banco do Brasil, é possível verificar a data em que os valores foram creditados na conta bancária de cada ente federativo.
Os valores destinados aos estados e municípios podem ser consultados em relatórios da ANM, que contemplam tanto o sistema anterior, chamado de sistema legado, quanto a nova Plataforma de Gestão de Recursos Minerais (PGRM).
Copiar o textoO sorteio da Lotofácil concurso 3807 acontece neste domingo, 18 de outubro de 2026, a partir das 11h (horário de Brasília). Realizado pela Caixa Econômica Federal, o evento será transmitido ao vivo pelas redes oficiais. Acompanhe aqui a cobertura completa e confira os números assim que forem divulgados oficialmente.
Aqui você encontrará a cobertura completa e os resultados atualizados do concurso 3807 da Lotofácil, com os números premiados divulgados oficialmente pela Caixa em tempo real.
Confira o sorteio no YouTube da Caixa Econômica Federal
A aposta mínima, de 15 números, custa R$ 3,50 com chance de 1 em 3.268.760 e a máxima custa R$ 46.512 com chance de 1 em 211.
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Quantidade de números jogados |
Valor da aposta |
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15 |
R$ 3,50 |
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16 |
R$ 48,00 |
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17 |
R$ 408,00 |
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18 |
R$ 2.448,00 |
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19 |
R$ 11.628,00 |
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20 |
R$ 46.512,00 |
De segunda-feira a sexta-feira, às 21h, e no domingo, às 11h.
Quer apostar sem complicação? Use a Surpresinha e deixe o sistema escolher os números para você — uma forma prática e rápida de participar dos sorteios.
Prefere insistir nos seus números da sorte? Aposte com a Teimosinha e concorra com a mesma combinação por 3, 6, 12, 18 ou 24 concursos seguidos, aumentando suas chances de ganhar sem precisar refazer a aposta a cada sorteio.
Veja o resultado da Lotofácil 3806.
Redação Brasil 61
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Baixar áudioA previsão para este domingo (18) indica variação nas condições meteorológicas entre o litoral e o interior da Região Sul, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
No Rio Grande do Sul, o dia terá muitas nuvens com chuva isolada na faixa leste e no litoral. No interior do estado, o tempo permanece com muitas nuvens. Em Porto Alegre, a temperatura mínima prevista é de 12°C e a máxima alcança 16°C.
Em Santa Catarina, a condição de muitas nuvens com chuva isolada se concentra na faixa leste e litoral catarinense. O centro e o oeste do estado apresentam muitas nuvens, enquanto o norte catarinense registra possibilidade de geada. Em Florianópolis, os termômetros variam entre 13°C e 20°C.
No Paraná, há presença de muitas nuvens com pancadas de chuva isoladas na faixa leste. A porção centro-sul do estado registra condição para geada, e as demais áreas do interior têm tempo aberto com poucas nuvens.
Em Curitiba, a mínima chega a 7°C e a máxima atinge 18°C.
No interior da Região Sul, o setor consolida-se como o mais frio do país neste domingo. As áreas serranas e de maior altitude registram madrugadas geladas com mínimas de 13°C a 15°C, e mesmo com a presença do sol, as temperaturas máximas estacionam e não passam dos 20°C a 22°C.
Depósito de gelo cristalino — em formas como agulhas, prismas ou escamas — formado pela sublimação do vapor d’água do ar adjacente sobre superfícies expostas, como solo, plantas e objetos.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA previsão para este domingo (18) indica tempo instável e presença de muitas nuvens na Região Sudeste, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Em São Paulo, o dia terá muitas nuvens com chuva isolada. Na capital paulista, a temperatura mínima registrada é de 14°C e a máxima chega a 19°C.
No Rio de Janeiro, o tempo permanece com muitas nuvens com chuva isolada. A capital fluminense apresenta mínima de 20°C e máxima de 25°C.
Em Minas Gerais, o estado registra pancadas de chuva isoladas no centro, noroeste, norte, Jequitinhonha, Vale do Mucuri, Vale do Rio Doce e região metropolitana de Belo Horizonte. Em Belo Horizonte, os termômetros variam entre 17°C e 27°C.
No Espírito Santo, a previsão é de muitas nuvens com pancadas de chuva isoladas na região central, no litoral norte e no noroeste do estado. Em Vitória, a mínima é de 22°C e a máxima alcança 26°C.
No interior da Região Sudeste, a atmosfera fica mais equilibrada e com menor intensidade de calor se comparada ao Norte. As temperaturas mínimas despencam para confortáveis 17°C a 19°C nas primeiras horas do dia, e as máximas ficam contidas na faixa dos 26°C a 28°C em razão da maior cobertura de nuvens.
Também está em vigor um aviso de tempestade, classificado como perigo potencial, válido ao longo deste domingo (18), das 00h às 23h59. A área de abrangência inclui:
A previsão indica chuva entre 20 e 30 mm/h ou até 50 mm/dia, ventos intensos de 40 a 60 km/h e queda de granizo. Há baixo risco de corte de energia elétrica, estragos em plantações, queda de galhos de árvores e alagamentos.
Precipitação originada de nuvens convectivas, sobretudo cumulonimbus, que atinge o solo em forma de esferas ou fragmentos irregulares de gelo. Quando o diâmetro das partículas é ≥ 5 mm, classificam-se como granizo; partículas menores são classificadas como granizo miúdo e/ou neve granulada (graupel). Em boletins METAR, utiliza-se ‘GR’ para granizo e ‘GS’ para granizo miúdo/neve granulada. Unidades isoladas são chamadas de ‘pedras de granizo’.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o textoAviso de perigo potencial abrange Tocantins, Rondônia, Acre e áreas do Amazonas e Pará
Baixar áudioA previsão para este domingo (18) indica tempo instável e variação de nebulosidade nos estados da Região Norte, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
No Tocantins, o dia terá muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas isoladas nas regiões ocidental e oriental do estado. Em Palmas, a temperatura mínima fica em 25°C e a máxima chega a 36°C.
Em Rondônia, as áreas do leste e Madeira-Guaporé registram muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas isoladas. Na capital Porto Velho, a variação térmica vai de 24°C a 36°C.
No Acre, a previsão é de muitas nuvens com pancadas de chuva isoladas no Vale do Acre e no Vale do Juruá. Em Rio Branco, os termômetros marcam mínima de 23°C e máxima de 34°C.
No Amazonas, a maior parte do estado, incluindo o centro, norte, sudoeste e sul amazonense, apresenta muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas isoladas. Em Manaus, a condição é de muitas nuvens com chuva isolada, com mínima de 26°C e máxima de 35°C.
No Pará, há presença de muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas isoladas no sudoeste, sudeste e Baixo Amazonas. Em Belém, onde ocorrem muitas nuvens com chuva isolada, a mínima prevista é de 24°C e a máxima de 36°C.
No Amapá e em Roraima, o dia terá muitas nuvens com chuva isolada. Em Macapá, a mínima é de 25°C e a máxima de 35°C. Em Boa Vista, os valores ficam entre 27°C e 37°C.
No interior da Região Norte, o calor segue extremo e abafado, impulsionado por uma massa de ar quente estável. As temperaturas mínimas durante as madrugadas ficam na casa dos 23°C a 25°C, enquanto as máximas à tarde sobem rapidamente, atingindo marcas severas entre 35°C e 38°C.
Também está em vigor um aviso de tempestade, classificado como perigo potencial, válido ao longo deste domingo (18), das 00h às 23h59. A área de abrangência inclui:
A previsão indica chuva entre 20 e 30 mm/h ou até 50 mm/dia, ventos intensos de 40 a 60 km/h e queda de granizo. Há baixo risco de corte de energia elétrica, estragos em plantações, queda de galhos de árvores e alagamentos.
Precipitação originada de nuvens convectivas, sobretudo cumulonimbus, que atinge o solo em forma de esferas ou fragmentos irregulares de gelo. Quando o diâmetro das partículas é ≥ 5 mm, classificam-se como granizo; partículas menores são classificadas como granizo miúdo e/ou neve granulada (graupel). Em boletins METAR, utiliza-se ‘GR’ para granizo e ‘GS’ para granizo miúdo/neve granulada. Unidades isoladas são chamadas de ‘pedras de granizo’.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o textoO bilhete 087637 levou o 1º prêmio da Loteria Federal 6109, sorteada em 14/10/2026.
Resultado oficial conferido com a Caixa às 20:15. consulte o resultado oficial no site da Caixa
| Destino | Bilhete | Unidade Lotérica | Cidade/UF | Valor do Prêmio (R$) |
|---|---|---|---|---|
| 1º | 087637 | BIG LOTERIAS CALDENSE | POCOS DE CALDAS/MG | R$ 500.000,00 |
| 2º | 075621 | LOTERICA BOLAO DA SORTE | CAMPO GRANDE/MS | R$ 35.000,00 |
| 3º | 078748 | TUC COMERCIO E SERVICOS LOTERICOS LTDA | SALVADOR/BA | R$ 30.000,00 |
| 4º | 055165 | OSCAR FREIRE | SAO PAULO/SP | R$ 25.000,00 |
| 5º | 075592 | LOTERICA CRUZEIRO | LAGES/SC | R$ 20.363,00 |
O resultado da Loteria Federal, concurso 6109, divulgado nesta quarta-feira, 14 de outubro de 2026, premiou jogadores de diversas regiões do Brasil. O apostador da Big Loterias Caldense, de Poços de Caldas/MG, levou o primeiro prêmio de R$ 500.000,00. O segundo prêmio, no valor de R$ 35.000,00, foi destinado à aposta da Loterica Bolao da Sorte em Campo Grande/MS, enquanto a aposta feita na Tuc Comercio e Servicos Lotericos Ltda, em Salvador/BA, faturou R$ 30.000,00.
Outros sortudos incluem a aposta da Oscar Freire em São Paulo/SP, que recebeu R$ 25.000,00. O último prêmio de R$ 20.363,00 foi da Loterica Cruzeiro, em Lages/SC. A Loteria Federal continua sendo uma das modalidades mais tradicionais e procuradas pelos brasileiros, oferecendo grandes prêmios e oportunidades para quem sonha em mudar de vida.
O próximo sorteio está marcado para domingo (18/10/2026). Aproveite a oportunidade e faça sua aposta para concorrer.
A Loteria Federal é uma modalidade tradicional oferecida pela Caixa Econômica Federal e se destaca pelo formato simples de participação. O apostador adquire um bilhete com um número impresso e, caso o número de seu bilhete coincida com o sorteado, ele leva o prêmio correspondente.
O bilhete inteiro é composto por 10 frações. Também é possível comprar frações do bilhete, com o valor do prêmio proporcional à quantidade de frações adquiridas.
As extrações regulares ocorrem duas vezes por semana — às quartas, às 20h, e no fim de semana, atualmente no domingo, às 11h — e podem ser acompanhadas ao vivo pelo canal oficial da Caixa.
Além do prêmio principal, a Loteria Federal também premia bilhetes com aproximações e unidades do número sorteado, conforme as regras de cada extração.
O prêmio pode ser recebido em qualquer casa lotérica ou nas agências da Caixa. Para valores mais altos, o pagamento deve ser feito diretamente em uma agência da Caixa, mediante apresentação de documento de identificação com CPF e do bilhete ou fração original premiada.
A chance de ganhar na Loteria Federal varia conforme o tipo de extração e a quantidade de bilhetes emitidos em cada concurso. Quanto maior a emissão, maior o número de bilhetes concorrendo ao prêmio principal.
Para mais informações, acesse Loterias Caixa.
Veja o resultado da Loteria Federal 6108.
Redação Brasil 61
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Baixar áudioA previsão para este domingo (18) indica variação nas condições meteorológicas em toda a Região Nordeste, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
No Maranhão, o dia terá presença de muitas nuvens, com ocorrência de pancadas de chuva isoladas no centro, oeste, leste e sul do estado. Em São Luís, a mínima prevista é de 26°C e a máxima alcança 32°C.
No Piauí, o céu permanece com muitas nuvens e há previsão de pancadas de chuva isoladas na faixa centro-norte, no sudeste e no sudoeste piauiense. Em Teresina, os termômetros registram mínima de 26°C e máxima de 38°C.
No Ceará, no Rio Grande do Norte, na Paraíba, em Pernambuco, em Alagoas e em Sergipe, o predomínio é de muitas nuvens. Em Fortaleza, a variação térmica fica entre 25°C e 32°C. Em Natal, com possibilidade de chuva isolada, a mínima é de 25°C e a máxima de 31°C. João Pessoa e Recife registram mínimas de 25°C e 23°C, e máximas de 31°C. Em Maceió e Aracaju, as temperaturas variam entre 23°C e 32°C.
A Bahia apresenta variação na nebulosidade ao longo do dia, com tempo instável no interior do estado. Há previsão de pancadas de chuva isoladas no centro-norte, centro-sul, extremo oeste, nordeste, sul e vale são-franciscano. Na região metropolitana e na capital Salvador, o céu terá muitas nuvens com chuva isolada, com mínima de 23°C e máxima de 31°C.
No interior da Região Nordeste, especialmente nas áreas de sertão e no oeste baiano, registra-se o pico do calor nacional devido ao clima seco. As madrugadas são relativamente amenas, por volta de 21°C a 23°C, mas as tardes são escaldantes, com termômetros que alcançam facilmente patamares de 36°C a 39°C.
Também está em vigor um aviso de tempestade, classificado como perigo potencial, válido ao longo deste domingo (18), das 00h às 23h59. A área de abrangência inclui:
A previsão indica chuva entre 20 e 30 mm/h ou até 50 mm/dia, ventos intensos de 40 a 60 km/h e queda de granizo. Há baixo risco de corte de energia elétrica, estragos em plantações, queda de galhos de árvores e alagamentos.
Precipitação originada de nuvens convectivas, sobretudo cumulonimbus, que atinge o solo em forma de esferas ou fragmentos irregulares de gelo. Quando o diâmetro das partículas é ≥ 5 mm, classificam-se como granizo; partículas menores são classificadas como granizo miúdo e/ou neve granulada (graupel). Em boletins METAR, utiliza-se ‘GR’ para granizo e ‘GS’ para granizo miúdo/neve granulada. Unidades isoladas são chamadas de ‘pedras de granizo’.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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