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Baixar áudioSeis em cada dez indústrias brasileiras (61%) realizaram atividades inovadoras nos últimos três anos. É o que revela uma pesquisa inédita da Confederação Nacional da Indústria (CNI).
O foco das empresas tem sido a modernização interna. Segundo o levantamento, 69% dos industriais direcionaram esforços para a melhoria dos processos produtivos. Como resultado, 38% registraram aumento da produtividade, 21% acessaram novos mercados e 19% obtiveram redução de custos.
Ao tentar acessar instrumentos públicos de apoio à inovação, 36% dos empresários apontaram o excesso de burocracia como principal obstáculo. Em seguida aparecem o risco de devolução de recursos por despesas não aprovadas ou outras penalidades futuras (5%), a falta de entendimento das regras (5%), a lentidão na análise dos processos (5%) e a baixa previsibilidade (3%).
A Região Nordeste é a que mais sente os efeitos do excesso de burocracia, segundo 48% dos industriais. Já o Sudeste aparece como a região menos impactada, com 32%.
Além disso, quatro em cada dez empresários (42%) afirmaram que nem sequer tentaram acessar instrumentos públicos de apoio à inovação.
O superintendente de Tecnologia e Inovação da CNI, Carlos Bork, afirma que grande parte dos empresários industriais em todo o país não conhecem políticas públicas de incentivo à inovação, como a Lei do Bem — principal mecanismo de incentivo fiscal brasileiro para empresas que investem em Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação Tecnológica (PD&I).
A legislação permite que empresas tributadas pelo Lucro Real deduzam gastos com inovação da base de cálculo do IRPJ e da CSLL, reduzindo a carga tributária e estimulando novos investimentos em inovação.
“Não sabem as oportunidades de financiamento a juros baixíssimos que tanto o Sebrae quanto o BNDES e a Finep possuem. Existem grandes políticas públicas, mas elas não estão chegando ao cliente final, que é a nossa indústria”, afirma.
Segundo Bork, a falta de informação leva muitos empresários a acreditar que os processos de acesso ao fomento público são mais burocráticos do que realmente são.
“Eles não usaram, nem viram o quão burocrático é ou não. Só porque alguém contou para eles que era complicado, eles não utilizam. Nós [da CNI] temos a obrigação de diminuir esse gap de informação, chegar mais perto desse empresário e dizer: vamos te ajudar a utilizar uma política pública de fomento à inovação”, explica.
Para quase metade das empresas (46%), a redução das exigências documentais poderia melhorar o acesso ao incentivo público. Outros 29% apontam como melhoria a criação de uma rede de consultores credenciados para micro, pequenas e médias empresas ou a implementação de um cadastro nacional único de empresas inovadoras.
Já 26% defendem o uso de inteligência artificial na triagem e análise inicial dos projetos, para agilizar o processo. Para 18%, a melhoria passa pela aceleração de projetos estratégicos, como os ligados à inteligência artificial e à descarbonização.
Os dados da pesquisa são reforçados pela realidade observada diretamente pela CNI durante a Jornada Nacional da Inovação — iniciativa da Mobilização Empresarial pela Inovação (MEI), em parceria com o Sebrae.
Entre julho de 2025 e março de 2026, o movimento itinerante percorreu as cinco regiões do país e promoveu 50 encontros com mais de 5 mil empresários e pessoas ligadas à tecnologias e inovação. O objetivo foi mapear desafios, oportunidades e experiências inovadoras, especialmente relacionadas com a transição ecológica e a transformação digital.
Segundo a CNI, após a Jornada foi possível constatar que a indústria tem buscado a modernização interna como estratégia para melhorar processos produtivos e reduzir custos. Esse movimento gerou ganhos de eficiência que variam entre 20% e 64%, além da redução de desperdícios e do consumo de energia.
Por outro lado, entraves como burocracia excessiva, linguagem complexa dos editais e o risco de multas severas, caso o projeto inovador precise mudar de rota, continuam afastando empresas das linhas públicas de apoio.
Para reverter esse cenário, a Jornada elaborou uma série de propostas de políticas públicas que estão em debate durante o 11º Congresso de Inovação da Indústria.
A pesquisa de inovação da CNI foi divulgada no primeiro dia do 11º Congresso de Inovação da Indústria, realizado nesta quarta-feira (25) e quinta-feira (26), no WTC, em São Paulo.
Considerado um dos principais eventos de inovação industrial da América Latina, o congresso é uma iniciativa da Mobilização Empresarial pela Inovação (MEI) e correalizado pelo Sistema Indústria — que reúne a CNI, o Serviço Social da Indústria (SESI), o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) e o Instituto Euvaldo Lodi (IEL) — e o Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae).
Segundo Carlos Bork, a expectativa é que os participantes da Jornada Nacional da Inovação ampliem parcerias e oportunidades de negócios durante o evento.
“Muito mais do que um congresso de passar informação, trouxemos as pessoas que conhecemos nesses estados para que se conheçam e, muito além de ouvir as palestras, possam se conectar e serem grandes parceiros de negócios”, afirma.
A participação é gratuita e voltada a lideranças empresariais, especialistas e pesquisadores do ecossistema de inovação público e privado, incluindo empresas, Instituições de Ciência e Tecnologia (ICTs) e startups.
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Baixar áudioA CAIXA paga, nesta quinta-feira, 26 de março, a primeira parcela de 2026 do Programa Pé-de-Meia para os estudantes do Ensino Médio regular e Ensino Médio da Educação de Jovens e Adultos, a EJA, nascidos nos meses de julho e agosto.
O incentivo será creditado na conta Poupança CAIXA Tem e os valores podem ser movimentados pelo CAIXA Tem.
O estudante pode pagar contas, fazer transferências e PIX, direto no aplicativo.
Além disso, pode movimentar os valores com o cartão do programa, fazendo compras e pagamentos.
O Programa Pé-de-Meia apoia a permanência e a conclusão escolar dos estudantes matriculados no Ensino Médio e na Educação de Jovens e Adultos da rede pública.
Para mais informações sobre os pagamentos do Pé-de-Meia, acesse: www.caixa.gov.br.
O Pé-de-Meia é um programa de incentivo financeiro-educacional do Governo Federal para estudantes do ensino médio público inscritos no CadÚnico. Ele funciona como uma poupança para manter a frequência e estimular a conclusão do ensino médio, reduzindo desigualdades e promovendo inclusão e mobilidade social.
Copiar o textoOs pagamentos são realizados preferencialmente na Poupança CAIXA ou conta CAIXA Tem
Baixar áudioA CAIXA inicia nesta quinta-feira (26), o pagamento do Bolsa Família referente ao mês de março para os beneficiários com o Número de Identificação Social (NIS) terminado em 7.
Os pagamentos são realizados preferencialmente na Poupança CAIXA ou conta CAIXA Tem. Com a conta CAIXA Tem, os beneficiários podem pagar contas e fazer transferências diretamente pelo aplicativo no celular.
O benefício também pode ser movimentado com o cartão de débito da conta em comércios, Unidades Lotéricas, Correspondentes CAIXA Aqui, terminais de autoatendimento e Agências da CAIXA. Além disso, é possível realizar saques sem cartão nos terminais de autoatendimento e Unidades Lotéricas, utilizando a identificação biométrica previamente cadastrada em uma agência da CAIXA.
No aplicativo Bolsa Família é possível acompanhar as informações dos benefícios, além de receber atualizações e novidades sobre o programa.
Para baixar os aplicativos CAIXA Tem e Bolsa Família, basta acessar a loja de aplicativos do seu smartphone. É gratuito.
O Programa Bolsa Família é a transferência mensal de renda do maior programa social do Brasil, reconhecido por tirar milhões de famílias da fome. O modelo atual considera tamanho e características do núcleo familiar: lares com três ou mais pessoas tendem a receber valores maiores do que famílias unipessoais, reforçando a proteção social.
Além da renda, o Bolsa Família integra políticas públicas para ampliar acesso a saúde, educação e assistência social. O foco é promover dignidade e cidadania, articulando ações complementares (esporte, ciência, trabalho) para a superação da pobreza e a transformação social.
Para ter direito ao pagamento do Bolsa Família, a renda por pessoa da família deve ser de até R$ 218/mês.
Exemplo: 1 pessoa com salário mínimo (R$ 1.518) em família de 7 integrantes → renda per capita de R$ 216,85. Como está abaixo de R$ 218, a família é elegível ao benefício.
Mesmo inscrita no CadÚnico, a família só recebe quando for selecionada pelo sistema do programa. A inclusão é contínua e mensal, de forma automatizada, conforme os critérios de elegibilidade e a atualização cadastral.
Preciso estar no CadÚnico? Sim, é obrigatório para concorrer ao pagamento do Bolsa Família.
O valor é igual para todos? Não. O modelo considera o tamanho e o perfil familiar, podendo variar.
Cadastro feito = pagamento imediato? Não. A seleção é mensal e automatizada; a família come
Copiar o texto
Baixar áudio142 municípios do Rio Grande do Sul afirmam enfrentar falta de óleo diesel. O cenário de escassez ocorre em um contexto de pressão no mercado de combustíveis proveniente da guerra no Oriente Médio e já obrigou prefeitos a suspender obras e atividades dependentes de maquinário para racionalizar o combustível.
Serviços na área da saúde, como o abastecimento de ambulâncias para o transporte de pacientes, estão sendo priorizados, enquanto o transporte escolar e a coleta de lixo em diversas cidades são revistos. Caso o cenário se mantenha, outros serviços essenciais também podem ser afetados.
O questionário da Federação das Associações de Municípios do Rio Grande do Sul (Famurs) foi respondido por mais de 300 prefeituras. “Vamos levar esses dados ao governador e reforçar a necessidade de buscarmos alternativas para garantir o pleno funcionamento dos serviços. Precisamos de respostas efetivas, especialmente por parte do governo federal”, alertou a presidente da Famurs e prefeita de Nonoai (RS), Adriane Perin de Oliveira.
O diesel brasileiro é comercializado com o preço 74% mais barato que o praticado no exterior. Cálculos da Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis (Abicom), indicam que essa defasagem equivale a R$ 2,68.
Quem define o preço do combustível cobrado pelas refinarias das distribuidoras é a Petrobras. Para a Abicom, apesar da estratégia ser inicialmente benéfica ao consumidor, que encontra combustíveis mais baratos no mercado interno, a situação desincentiva a produção e o refino em solo nacional, o que leva à redução da oferta dos produtos e amplia o risco de desabastecimento. A tendência é que as localidades mais afastadas de grandes centros de distribuição sejam as mais impactadas.
O último aumento anunciado pela estatal brasileira sobre o diesel foi no dia 14 de março. O reajuste de R$ 0,38 por litro aconteceu um dia após o governo federal divulgar a isenção do PIS-Cofins sobre o combustível, além de um subsídio para produtores e importadores nacionais e ações de fiscalização para garantir a efetividade das medidas. A expectativa é de uma redução de R$ 0,64 por litro de diesel.
O preço dos combustíveis no Brasil está em alta pela terceira semana consecutiva, conforme pesquisa da Agência Nacional do Petróleo, Gás e Biocombustíveis (ANP). Desde que a guerra começou, a alta foi de 20,4% para o diesel e de 5,9% para a gasolina. O preço médio do litro do diesel no Brasil saiu de R$ 6,03 na semana até 28 de fevereiro, dia em que Estados Unidos e Israel atacaram o Irã, para R$ 7,26 na última semana, encerrada no último sábado (21).
O conflito jogou pressão sobre os estoques existentes no país e sobre a Petrobras, principal fornecedora do mercado interno. A agência informa que o volume de combustíveis importado caiu quase 60% na primeira quinzena de março deste ano em relação ao mesmo período do ano passado. Cerca de 30% do diesel consumido no país e 10% da gasolina vêm de fora.
Copiar o textoÍndice sobe 2 pontos e atinge 88,1, maior nível desde dezembro de 2025
Baixar áudioA confiança do consumidor brasileiro voltou a crescer em março de 2026, após dois meses de retração. O Índice de Confiança do Consumidor (ICC), medido pelo FGV IBRE, avançou 2,0 pontos e chegou a 88,1, o maior patamar desde dezembro do ano passado, quando marcou 89,1 pontos.
Apesar da alta no mês, na média móvel trimestral o indicador apresentou leve recuo de 0,3 ponto, alcançando 87,2 pontos.
Segundo a economista do FGV IBRE, Anna Carolina Gouveia, o resultado positivo foi puxado principalmente pela melhora das expectativas em relação aos próximos meses. O avanço foi observado em quase todas as faixas de renda, com exceção dos consumidores com rendimentos acima de R$ 9.600.
Entre os fatores que contribuíram para a melhora da confiança estão a percepção de manutenção do emprego e da renda, o controle da inflação e a recente redução da taxa de juros, que ajudaram a diminuir o pessimismo das famílias em relação às finanças pessoais.
O Índice de Expectativas (IE) foi o principal responsável pela alta, ao subir 3,4 pontos e atingir 92,1. Já o Índice de Situação Atual (ISA) teve leve queda de 0,3 ponto, ficando em 83,2.
Dentro das expectativas, o destaque foi o indicador de situação financeira futura das famílias, que avançou 6,5 pontos, chegando a 89,4, maior nível desde dezembro de 2025. Já a percepção sobre a economia local futura subiu 1,8 ponto, para 105,5. O indicador de intenção de compra de bens duráveis também cresceu, com alta de 1,1 ponto, atingindo 82,8.
Por outro lado, na avaliação do momento presente, o indicador de situação econômica local atual recuou 1,4 ponto, para 94,7. Em contrapartida, a percepção sobre a situação financeira atual das famílias teve leve melhora, subindo 0,8 ponto, para 72,1.
Copiar o textoCaso em Marabá levanta dúvidas sobre qualidade de obra e uso de recursos públicos
Baixar áudioDuas pontes localizadas sobre o Rio Itacaiunas, na BR-230, no município de Marabá (PA), devem passar por um processo de implosão após o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) constatar que as estruturas podem estar comprometidas. A informação foi divulgada pelo portal Correio de Carajás.
A medida deve atingir tanto a ponte mais recente, com cerca de 16 anos, quanto a mais antiga, com mais de 40 anos de existência. A reportagem do Brasil 61 tentou contato com o DNIT, mas, até o fechamento desta matéria, não obteve resposta.
A ponte mais nova apresenta problemas estruturais, enquanto a mais antiga sofre com desgaste natural e opera há anos com sobrecarga superior à prevista no projeto original. O órgão federal já interditou a estrutura mais recente. Com isso, os condutores passaram a utilizar a ponte antiga nos dois sentidos, concentrando todo o fluxo de veículos.

De acordo com o Correio de Carajás, a intenção do DNIT é implodir inicialmente a ponte mais recente. Somente após a construção de uma nova estrutura, a ponte mais antiga também deverá ser implodida para dar lugar a outra ponte moderna.
As pontes são essenciais para o tráfego na Rodovia Transamazônica, pois garantem não apenas a ligação entre bairros de Marabá, mas também entre municípios e até estados. Conforme o veículo de comunicação, o investimento previsto para cada ponte é de aproximadamente R$ 120 milhões. No entanto, ainda não há previsão orçamentária definida pela União para viabilizar as obras.
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Um dos moradores de Marabá que acompanha o caso de perto é o jornalista Patrick Roberto. Na avaliação dele, a situação é preocupante, especialmente por envolver recursos públicos e gerar impactos diretos à população.
“Uma ponte que tem apenas 15 anos de construída está colapsando, está passando por problemas estruturais, eu acho isso muito grave. E o Estado brasileiro, ou seja, o governo federal, também nos deve respostas no que diz respeito a isso. Alguém tem que pagar por isso. E não só construir uma nova ponte. Lembremos que o próprio ato de derrubar uma ponte, os custos disso são imensos, envolve impacto ambiental”, afirma.
Ele acrescenta: “Vamos aguardar que o Ministério Público Federal esteja junto, acompanhando essa situação, a par do que está sendo colocado, e participe, inclusive, dessa futura investigação do que levou a essa situação, para saber se alguém foi negligente para chegarmos a esse ponto extremo de precisarmos derrubar duas pontes para construção de novas pontes.”
Outra questão que gera preocupação diz respeito à responsabilidade técnica pela ponte mais nova, construída pela CMT Engenharia, especialmente quanto ao cumprimento do prazo de garantia contratual.
A possibilidade de demolição das duas pontes também chamou a atenção de membros do Legislativo de Marabá, como o vereador Marcelo Alves, um dos principais articuladores do tema. Ele afirma ter participado de reuniões com autoridades locais e representantes do DNIT, que já sinalizaram a intenção de implodir as estruturas.
Segundo o parlamentar, um representante do órgão informou que há recursos disponíveis para as obras, mas ainda é necessário definir o melhor momento para executá-las, considerando fatores como o período de cheias do rio.
O vereador também comentou sobre o processo de apuração de responsabilidades pela construção da ponte mais recente.
“Foi comunicado que o Ministério Público Federal e outras autoridades competentes vão começar a fazer essa tramitação de investigação, de possível penalização. Precisamos realmente acompanhar isso para deixar as coisas em ordem, para não acontecer uma tragédia na nossa cidade”, destaca.
Os primeiros indícios de problemas na ponte surgiram em 2017, quando o fotógrafo Jordão Nunes registrou um afundamento no vão central. Posteriormente, engenheiros da prefeitura identificaram fissuras na estrutura. À época, o projetista afirmou que essas alterações eram normais nos primeiros anos de uso.
Com o passar do tempo, no entanto, a ponte continuou apresentando deformações. Em setembro de 2025, especialistas realizaram uma vistoria mais detalhada e, em novembro do mesmo ano, o tráfego de veículos pesados foi proibido.
Desde então, a estrutura vem sendo monitorada por uma empresa especializada, com o uso de sensores, enquanto estudos buscam identificar as causas do comprometimento, o que levou o DNIT a adotar medidas mais rigorosas.
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Baixar áudioA campanha de vacinação contra a gripe começa neste sábado (28) nas regiões Nordeste, Centro-Oeste, Sul e Sudeste. O Dia D de mobilização ocorre na mesma data, com o objetivo de ampliar a cobertura vacinal antes do período de maior contaminação do vírus, no inverno. Coordenada pelo Ministério da Saúde (MS), a ação segue até 30 de maio.
A vacina disponibilizada pelo Sistema Único de Saúde (SUS) protege contra os principais vírus em circulação, incluindo influenza A (H1N1 e H3N2) e influenza B. A proteção costuma ser elevada nos primeiros meses após a aplicação e dura, em média, de seis a 12 meses, o que torna a imunização anual fundamental.
Para 2026, a pasta estabeleceu como meta imunizar ao menos 90% dos grupos prioritários. Devem procurar as Unidades Básicas de Saúde (UBS) crianças de 6 meses a menores de 6 anos, gestantes e pessoas com 60 anos ou mais. A iniciativa abrange ainda uma parcela da população considerada de maior risco:
Dados do Boletim InfoGripe, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), apontam aumento nos casos de influenza A no país. O levantamento indica um volume atípico de notificações de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) para esta época do ano. Tradicionalmente, o vírus apresenta maior circulação no outono e no inverno.
Devido às diferenças climáticas e epidemiológicas entre as regiões, o MS destaca que o vírus influenza circula ao longo de todo o ano. Especialistas apontam a vacinação como a forma mais eficaz de prevenir complicações da doença, reduzir a transmissão e evitar a sobrecarga do sistema de saúde.
Embora o início oficial esteja marcado para o dia 28, as unidades da federação (UFs) estão autorizadas a antecipar a imunização conforme o recebimento das doses. Segundo as secretarias de Saúde estaduais:
Desde 2025, o imunizante contra a gripe passou a integrar o Calendário Nacional de Vacinação para crianças de 6 meses a 6 anos, gestantes e idosos. Com a mudança, esses grupos podem se vacinar ao longo de todo o ano nos postos de saúde.
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Copiar o textoEm Paranaguá, a soja marca o período em queda; no Paraná, o trigo apresenta elevação
Baixar áudioA saca de 60 quilos da soja inicia esta quinta-feira (26) com variação no Paraná. No interior do estado, o grão é negociado a R$ 122,87, com alta de 0,12%. Já no porto de Paranaguá, principal referência no litoral paranaense, a cotação apresenta queda de 0,69%, sendo negociada a R$ 129,25.
INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANÁ
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 25/03/2026 | 122,87 | 0,12% | 1,80% | 23,53 |
| 24/03/2026 | 122,72 | 0,14% | 1,67% | 23,34 |
| 23/03/2026 | 122,55 | -0,70% | 1,53% | 23,42 |
| 20/03/2026 | 123,41 | 0,69% | 2,25% | 23,20 |
| 19/03/2026 | 122,56 | 1,25% | 1,54% | 23,50 |
INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANAGUÁ
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 25/03/2026 | 129,25 | -0,69% | 1,91% | 24,75 |
| 24/03/2026 | 130,15 | 0,22% | 2,62% | 24,76 |
| 23/03/2026 | 129,87 | -0,57% | 2,40% | 24,82 |
| 20/03/2026 | 130,61 | 0,95% | 2,98% | 24,55 |
| 19/03/2026 | 129,38 | 1,66% | 2,01% | 24,81 |
O preço do trigo apresenta alta no Paraná e a tonelada é negociada a R$ 1.268,54. E no Rio Grande do Sul, a tonelada do grão registra aumento de 1,05%, sendo cotada a R$ 1.126,03.
PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - PARANÁ
| Data | Valor R$/t* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$/t* |
|---|---|---|---|---|
| 25/03/2026 | 1.268,54 | 1,22% | 7,68% | 242,97 |
| 24/03/2026 | 1.253,22 | 0,14% | 6,38% | 238,39 |
| 23/03/2026 | 1.251,49 | 0,00% | 6,23% | 239,15 |
| 20/03/2026 | 1.251,47 | 0,02% | 6,23% | 235,28 |
| 19/03/2026 | 1.251,18 | 0,16% | 6,21% | 239,92 |
PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - RIO GRANDE DO SUL
| Data | Valor R$/t* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$/t* |
|---|---|---|---|---|
| 25/03/2026 | 1.126,03 | 1,05% | 2,48% | 215,67 |
| 24/03/2026 | 1.114,33 | 0,00% | 1,42% | 211,97 |
| 23/03/2026 | 1.114,33 | 0,58% | 1,42% | 212,94 |
| 20/03/2026 | 1.107,94 | 0,62% | 0,84% | 208,30 |
| 19/03/2026 | 1.101,12 | 1,03% | 0,22% | 211,14 |
Os dados são do Cepea.
A saca de soja e a saca de trigo são as principais unidades de comercialização de grãos no Brasil. Cada saca equivale a 60 quilos, padrão adotado por órgãos oficiais como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).
Esse formato padronizado facilita o comércio da soja e do trigo, além de permitir um acompanhamento mais preciso das cotações e variações de preços no mercado nacional.
Copiar o textoAs cotações do frango congelado apresentam variação, carcaça suína registra estabilidade
Baixar áudioO preço do boi gordo nesta quinta-feira (26) apresenta alta; a arroba está sendo negociada a R$ 354,65, no estado de São Paulo.
INDICADOR DO BOI GORDO CEPEA/ESALQ
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 25/03/2026 | 354,65 | 0,92% | 0,42% | 67,93 |
| 24/03/2026 | 351,40 | 0,20% | -0,50% | 66,84 |
| 23/03/2026 | 350,70 | 0,01% | -0,69% | 67,02 |
| 20/03/2026 | 350,65 | 0,30% | -0,71% | 65,92 |
| 19/03/2026 | 349,60 | 0,21% | -1,01% | 67,04 |
Na Grande São Paulo, em São José do Rio Preto e em Descalvado, os preços do frango apresentam variação. O frango congelado passou a ser negociado a R$ 6,90 com alta de 0,29%, enquanto o frango resfriado fechou a R$ 6,92 com queda de 0,14%.
PREÇOS DO FRANGO CONGELADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|
| 25/03/2026 | 6,90 | 0,29% | -4,96% |
| 24/03/2026 | 6,88 | 0,00% | -5,23% |
| 23/03/2026 | 6,88 | 1,03% | -5,23% |
| 20/03/2026 | 6,81 | 0,00% | -6,20% |
| 19/03/2026 | 6,81 | 0,00% | -6,20% |
PREÇOS DO FRANGO RESFRIADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|
| 25/03/2026 | 6,92 | -0,14% | -5,34% |
| 24/03/2026 | 6,93 | 0,00% | -5,20% |
| 23/03/2026 | 6,93 | 0,87% | -5,20% |
| 20/03/2026 | 6,87 | 0,00% | -6,02% |
| 19/03/2026 | 6,87 | 0,00% | -6,02% |
A carcaça suína especial apresenta estabilidade sendo negociada a R$ 9,95, por quilo, nos atacados da Grande São Paulo.
O suíno vivo registra queda na maior parte dos estados, com destaque para Minas Gerais onde o animal é comercializado a R$ 6,73.
PREÇOS DA CARCAÇA SUÍNA ESPECIAL (R$/kg)
| Data | Média | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|
| 25/03/2026 | 9,95 | 0,00% | -1,49% |
| 24/03/2026 | 9,95 | -0,90% | -1,49% |
| 23/03/2026 | 10,04 | -0,89% | -0,59% |
| 20/03/2026 | 10,13 | 0,00% | 0,30% |
| 19/03/2026 | 10,13 | 0,00% | 0,30% |
INDICADOR DO SUÍNO VIVO CEPEA/ESALQ (R$/kg)
| Data | Estado | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|---|
| 25/03/2026 | MG - posto | 6,73 | -0,44% | -0,44% |
| 25/03/2026 | PR - a retirar | 6,63 | -0,30% | 0,61% |
| 25/03/2026 | RS - a retirar | 6,74 | -1,46% | 0,15% |
| 25/03/2026 | SC - a retirar | 6,51 | -1,21% | 0,00% |
| 25/03/2026 | SP - posto | 6,93 | -0,29% | 0,43% |
Os valores são do Cepea.
O boi gordo é o bovino macho pronto para o abate, com peso mínimo de 16 arrobas líquidas de carcaça (aproximadamente 240 kg) e até 42 meses de idade. Atende aos padrões do mercado nacional e internacional, incluindo exportações para Europa, China e cota Hilton.
O frango congelado passa por congelamento rápido, com temperaturas abaixo de -12°C, garantindo maior vida útil para armazenamento e transporte a longas distâncias. Já o frango resfriado é mantido entre 0°C e 4°C, com validade de 5 a 7 dias, oferecendo textura e sabor mais próximos do fresco, ideal para consumidores exigentes e restaurantes.
Copiar o textoVeja os valores do café arábica, café robusta, açúcar cristal e do milho no mercado
Baixar áudioO preço do café arábica nesta quinta-feira (26) registra baixa e a saca de 60 kg é negociada por R$ 1.977,91, na cidade de São Paulo.
INDICADOR DO CAFÉ ARÁBICA CEPEA/ESALQ
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$ |
|---|---|---|---|---|
| 25/03/2026 | 1.977,91 | -0,07% | 10,03% | 378,84 |
| 24/03/2026 | 1.979,36 | 0,79% | 10,11% | 376,52 |
| 23/03/2026 | 1.963,83 | 0,06% | 9,25% | 375,28 |
| 20/03/2026 | 1.962,67 | 1,98% | 9,18% | 368,99 |
| 19/03/2026 | 1.924,51 | 0,39% | 7,06% | 369,03 |
O café robusta apresentou desvalorização de 0,18% e está sendo negociado a R$ 1.026,26.
INDICADOR DO CAFÉ ROBUSTA CEPEA/ESALQ
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$ |
|---|---|---|---|---|
| 25/03/2026 | 1.026,26 | -0,18% | -0,63% | 196,56 |
| 24/03/2026 | 1.028,09 | 1,50% | -0,45% | 195,57 |
| 23/03/2026 | 1.012,93 | -0,11% | -1,92% | 193,57 |
| 20/03/2026 | 1.014,04 | 0,88% | -1,81% | 190,65 |
| 19/03/2026 | 1.005,22 | 0,94% | -2,67% | 192,76 |
O preço do açúcar cristal apresenta queda nas principais praças do estado de São Paulo. Na capital, a saca de 50 kg registra alta de 0,02%, cotada a R$ 102,28.
INDICADOR DO AÇÚCAR CRISTAL BRANCO CEPEA/ESALQ - SÃO PAULO
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 25/03/2026 | 102,28 | 0,02% | 3,74% | 19,59 |
| 24/03/2026 | 102,26 | 1,48% | 3,72% | 19,45 |
| 23/03/2026 | 100,77 | -0,54% | 2,21% | 19,26 |
| 20/03/2026 | 101,32 | 0,81% | 2,77% | 19,05 |
| 19/03/2026 | 100,51 | 2,39% | 1,95% | 19,27 |
Em Santos (SP), a mercadoria é negociada a R$ 114,89; a cotação média apresenta baixa de 2,29%.
INDICADOR AÇÚCAR CRISTAL - SANTOS
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 25/03/2026 | 114,89 | -2,29% | 7,26% | 21,98 |
| 24/03/2026 | 117,58 | 1,70% | 9,77% | 22,35 |
| 23/03/2026 | 115,62 | -1,93% | 7,95% | 22,05 |
| 20/03/2026 | 117,90 | 1,03% | 10,07% | 22,33 |
| 19/03/2026 | 116,70 | 5,30% | 8,95% | 22,19 |
A saca de 60 kg do milho é negociada a R$ 70,45, com baixa de 0,79%.
INDICADOR DO MILHO ESALQ/BM&FBOVESPA
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 25/03/2026 | 70,45 | -0,79% | 1,32% | 13,49 |
| 24/03/2026 | 71,01 | -0,34% | 2,13% | 13,51 |
| 23/03/2026 | 71,25 | -0,17% | 2,47% | 13,61 |
| 20/03/2026 | 71,37 | -0,36% | 2,65% | 13,42 |
| 19/03/2026 | 71,63 | 0,60% | 3,02% | 13,74 |
Os dados são do Cepea.
Café arábica e café robusta são as duas principais variedades cultivadas e comercializadas no Brasil, ambas medidas em sacas de 60 kg.
A saca de açúcar cristal no Brasil é padronizada em 50 quilos, especialmente para comercialização no mercado atacadista e para uso na indústria alimentícia. Essa unidade de medida é adotada pelo Cepea/Esalq-USP, principal fonte de cotações diárias do açúcar cristal no país.
A saca de milho equivale a 60 kg de grãos, mesmo padrão utilizado para soja e trigo. Essa medida é oficializada por instituições como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Cepea, sendo amplamente usada em negociações e relatórios de preço do milho.
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