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24/04/2026 04:15h

Equipes de saúde estarão nas escolas públicas entre 24 e 30 de abril; imunização tem foco em doenças como meningite, sarampo, HPV e covid-19

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Começa nesta sexta-feira (24) a Semana de Vacinação nas Escolas voltada a atualizar as cadernetas de vacinação de crianças e jovens. A mobilização vai ocorrer em quase todos os municípios brasileiros com o objetivo de atingir 104,9 mil escolas e alcançar 27 milhões de estudantes de 9 a 15 anos. A semana de vacinação vai até 30 de abril.

O objetivo da iniciativa da Saúde e da Educação é elevar os índices de imunização nas instituições de ensino de 5.544 municípios. A iniciativa integra o Programa Saúde na Escola (PSE) e tem como foco atualizar a imunização desse público contra doenças como meningite, sarampo, HPV e covid-19. 

A vacinação dos estudantes vai ocorrer mediante autorização dos pais ou responsáveis.

Além do calendário regular, a estratégia inclui a vacina contra o HPV para jovens de 15 a 19 anos que ainda não receberam as doses recomendadas. Nestes casos, a ação contempla alunos do ensino médio e da Educação de Jovens e Adultos (EJA).

Incentivo à vacinação 

O Ministério da Saúde também usa a tecnologia para lembrar as famílias quando é a hora de vacinar as crianças por meio de lembretes (push) pelo app da Caderneta Digital de Vacinação da Criança. Os lembretes aparecem no app conforme a idade das crianças.

Pela Caderneta Digital de Saúde da Criança no aplicativo Meu SUS Digital é possível acompanhar, em tempo real, o histórico de vacinas e consultar a previsão das próximas doses.

O Governo do Brasil também tem intensificado o incentivo à vacinação pelo whatsapp e pelo Meu SUS Digital, com 39 milhões de disparos apenas este ano, sendo 10,2 milhões via whatsapp.

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23/04/2026 04:20h

Cenários simulados pela Instituição Fiscal Independente (IFI) apontam alta na arrecadação de quase R$ 100 bilhões ainda em 2026

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Por um lado, elevação da arrecadação e alívio inicial nas contas públicas. Por outro, aumento da inflação e do gasto público. Esses devem ser os principais efeitos macroeconômicos da guerra travada entre Estados Unidos e Irã nos próximos meses sobre o Brasil, de acordo com o Relatório de Acompanhamento Fiscal de abril divulgado pela o Instituição Fiscal Independente (IFI) do Senado.

O estudo estima redução do déficit primário, o cálculo entre despesas e receitas sem aplicação dos juros sobre a dívida pública, em até 0,6% do Produto Interno Bruto (PIB). São R$ 52,2 bilhões em receitas a mais, caso o preço de referência do barril de petróleo fique abaixo de US$ 87. Já em um cenário com o preço médio em US$ 96,8 o barril, entrariam até R$ 99,6 bilhões nos cofres do governo, reduzindo o déficit para cerca de 0,1%. 

Para 2027, os resultados simulados apresentam rombos de 1,2% a 0,6% do PIB. Dependendo da cotação do barril do petróleo, o impacto adicional é estimado entre R$ 42,1 bilhões a R$ 121,4 bilhões na arrecadação.

Causas e efeitos

Segundo o diretor-executivo da IFI, Marcus Pestana, o ganho de arrecadação ocorre por dois motivos. “Por um lado, a inflação eleva as receitas tributárias. Quanto maior a inflação, maior é a arrecadação do governo. Em segundo lugar, há receitas vinculadas ao petróleo – royalties, participações especiais –, e isso tudo vai gerar um efeito positivo, onde as despesas de combate à crise vão ser sobejamente compensadas pelas receitas”, explica.

Assim, somente as receitas da União podem crescer de R$ 25,9 bilhões a R$ 56,9 bilhões em 2026, enquanto os royalties devem gerar um adicional de até R$ 45,8 bilhões no mesmo ano. Parte desses valores é distribuída com estados e municípios, que podem receber de R$ 19,3 bilhões a R$ 35,4 bilhões em 2026 e de R$ 26,4 bilhões a R$ 76,8 bilhões em transferências federais no próximo ano.

No entanto, o efeito positivo para o resultado fiscal tende a ser temporário. A IFI calcula que a alta do petróleo deve adicionar de 0,7 a 1,0 ponto percentual à inflação de 2026. Ou seja, o Índice de Preço ao Consumidor Amplo (IPCA), índice que mede a inflação, subiria para uma faixa de 4,5% e 4,9% neste ano. Nesse mesmo cenário, o impacto adicional é de até 0,5 ponto em 2027.

Como cita o pesquisador, a mesma inflação que injeta mais dinheiro nos cofres públicos no curto prazo também faz crescer gastos obrigatórios, principalmente aqueles vinculados ao salário mínimo, como benefícios previdenciários, seguro-desemprego e o abono salarial. 

Esse incremento de despesas e os mecanismos de compensação para reduzir os impactos da escassez de combustíveis no mercado devem abocanhar parte do alívio arrecadatório. Com isso, a perspectiva apontada pela IFI é de manutenção de juros mais altos por um período prolongado e de desaceleração da economia global, que também devem limitar o crescimento econômico.

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22/04/2026 04:10h

Região Norte tem maior concentração populacional nos grupos mais jovens, com 41,5% de sua população com menos de 24 anos de idade; confira mais dados

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De 2012 a 2025, a parcela da população com menos de 30 anos recuou de 49,9% para 41,4%. Pelo cenário, o número de pessoas nessa faixa etária no Brasil cai 10,4% desde 2012, com redução no contingente, passando de 98,2 milhões para 88,0 milhões de pessoas. As informações são da Pnad Contínua: Características dos domicílios e moradores, divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 

Os dados mostram que em 2025 a população brasileira atingiu 212,7 milhões de pessoas. No entanto, o ritmo de crescimento desacelerou para 0,4% ao ano. Conforme a Pnad, o país está envelhecendo – já que o grupo com menos de 30 anos diminuiu e o número de idosos, com 60 anos ou mais, já representa 16,6% do total de habitantes.

Além disso, no período 2012-2023, a população de 30 anos ou mais cresceu e passou de 50,1% para 58,6%.

A população de idosos tinha uma estimativa de 11,3% em 2012. Entre esses brasileiros, houve um aumento no número de pessoas de 65 anos ou mais de idade, que atingiu 11,6% da população total em 2025.

Recorte regional

Em relação à concentração populacional nas regiões em 2025, a Região Norte tinha a maior quantidade nos grupos mais jovens, com 41,5% de sua população com menos de 24 anos de idade. Já Sudeste e Sul registraram os menores percentuais de população nessa faixa, com 31,1% e 31,6%, respectivamente, e a média nacional situou-se em 33,7%. 

Já a população com menos de 18 anos de idade em relação ao total diminuiu em todas as grandes regiões no período de 2012 a 2025.

Por sua vez, as maiores concentrações da população com 60 anos ou mais de idade foram registradas no Sudeste e Sul, ambas com 18,1%. Em contrapartida, a menor foi observada na Região Norte, sendo 11,3%. Já a população idosa cresceu em todas as grandes regiões na comparação com 2012.

População masculina é mais jovem que a feminina

No ano passado, as mulheres correspondiam a 51,2% da população do país e os homens eram 48,8%. 

Quando consideradas as grandes regiões, em todas há mais mulheres do que homens. Confira o percentual das proporções de mulheres em relação aos homens por região:

  • Nordeste (51,7%);
  • Sudeste (51,3%) ;
  • Centro-Oeste (50,7%);
  • Sul (50,9%);
  • Norte (50,6%).

A Pnad revela que a população masculina possui um padrão mais jovem que a feminina. Em 2025, para todos os grupos etários até 24 anos, os homens tinham estimativa superior à das mulheres. 

Na faixa etária de 25 a 29 anos, os contingentes de homens e mulheres eram próximos, ficando em 3,9% da população total. A partir dos 30 anos, no entanto, o percentual de mulheres era maior que o dos homens em todos os grupos etários.

PNAD Contínua

O levantamento denominado Características Gerais dos Domicílios e Moradores reúne informações sobre a caracterização dos domicílios e dos moradores das residências. Os dados estão desagregados para Brasil, Grandes Regiões, Unidades da Federação, Regiões Metropolitanas e Municípios de Capitais.
 

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19/04/2026 04:10h

Levantamento mostra que despesas financeiras consomem até 80,5% do orçamento nessas regiões, onde a renda média é menor

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O orçamento das famílias brasileiras sofre pressões diferentes conforme a localização geográfica. Levantamento da Serasa Experian revela que, em 2025, os consumidores da Região Norte comprometeram, em média, 80,5% da renda com despesas financeiras gerais — que incluem dívidas, contas básicas e outros gastos essenciais.

O Nordeste aparece logo em seguida, com 78% do orçamento comprometido, seguido pelo Centro-Oeste, com 74,7%. Já as regiões Sudeste e Sul apresentam os menores índices — 72,7% e 71,9%, respectivamente — indicando um fôlego financeiro relativamente maior para as famílias dessas localidades.

A diferença está diretamente relacionada ao nível de renda média regional. O Sudeste lidera com renda média de R$ 4.448, seguido pelo Sul (R$ 4.308) e pelo Centro-Oeste (R$ 4.296). Na sequência aparecem o Norte, com renda média de R$ 3.018, e o Nordeste, que registra o menor valor do país: R$ 2.821. A distância entre a maior e a menor média regional chega a R$ 1.627.

Na prática, isso significa que moradores de regiões com menor renda precisam destinar uma parcela maior do orçamento ao pagamento de despesas financeiras, o que reduz a margem disponível para consumo, poupança e gastos com imprevistos.

Em nota, a economista-chefe da Serasa Experian, Camila Abdelmalack, destaca o impacto dessa baixa folga financeira no cotidiano das famílias. “Com tão pouca renda disponível após pagar despesas financeiras, cresce a dificuldade de absorver imprevistos, planejar compras maiores ou acessar crédito em condições mais favoráveis”, alerta.

Pressão persistente ao longo dos anos

A análise da série histórica indica que o comprometimento da renda das famílias brasileiras permanece elevado desde 2022

  • Norte: passou de 81,9% para 80,5%
  • Nordeste: de 79,4% para 78,0%
  • Centro-Oeste: de 75,3% para 74,7%
  • Sudeste: de 73,4% para 72,7% 
  • Sul: de 73,2% para 71,9%

No mesmo intervalo, a renda média do consumidor cresceu em todas as regiões, mas de forma desigual.

  • Sudeste: avançou de R$ 4.227 para R$ 4.448, crescimento de 5,23%
  • Sul: de R$ 4.075 para R$ 4.308 (+5,72%)
  • Centro-Oeste: de R$ 4.096 para R$ 4.296 (+4,88%)
  • Norte: de R$ 3.007 para R$ 3.018 (+0,37%)
  • Nordeste: de R$ 2.766 para R$ 2.821 (+1,99%)

Segundo o vice-presidente de crédito e plataformas da Serasa Experian, Eduardo Mônaco, o crescimento desigual da renda, aliado ao alto nível de comprometimento financeiro, evidencia desafios estruturais que ainda atingem parte significativa da população brasileira.

“Esse cenário exige modelos de crédito cada vez mais precisos e responsáveis, baseados em inteligência de dados, para apoiar decisões alinhadas à realidade financeira de cada região”, afirma em nota.

O estudo foi elaborado com base na nova versão 5.0 da Solução Renda da Serasa Experian, que reúne informações sobre renda média, origem da fonte de renda do consumidor e nível de comprometimento com despesas financeiras gerais.

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17/04/2026 04:45h

Iniciativa da Petrobras, em parceria com SESI e SENAI, oferece bolsa-auxílio e oportunidades em seis estados, com foco no setor industrial

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O Programa Autonomia e Renda Petrobras está com novo edital aberto com oferta de 1.540 vagas gratuitas em cursos de qualificação profissional. As oportunidades são destinadas aos estados de Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Rio Grande do Sul e Pernambuco. As inscrições seguem abertas até 23 de abril.

A iniciativa é realizada em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) e o Serviço Social da Indústria (SESI) e tem como objetivo ampliar as oportunidades de capacitação e inserção no mercado de trabalho para pessoas em situação de vulnerabilidade socioeconômica. O foco principal é atender às demandas do setor industrial, especialmente em áreas ligadas ao segmento de óleo e gás.

Entre os cursos disponíveis estão:

  • Caldeiraria
  • Montador de andaimes
  • Formas e escoramento
  • Operador de hidrojato
  • Pintor industrial 
  • Sinaleiro amarrador, entre outros

A gerente de Projetos Sociais da Petrobras, Marcela Levigard, afirma que a companhia possui projetos de investimento no segmento de óleo e gás, mas enfrenta a falta de mão de obra qualificada nas regiões onde atua.

“É um segmento que frequentemente traz para a companhia e para sua cadeia de fornecedores projetos de investimento ambiciosos para os próximos anos. No entanto, não há, nesses territórios, mão de obra qualificada em quantidade para atender a essa demanda. O programa surge nesse sentido, promovendo qualificação, melhorando a renda dessas comunidades e a qualidade de vida nesses territórios”, destaca.

Os interessados devem consultar o edital específico de cada estado para verificar os cursos ofertados, a carga horária, a localidade e os pré-requisitos exigidos.

Bolsa-auxílio e inclusão social

Os estudantes selecionados receberão uma bolsa-auxílio mensal no valor de R$ 660. No caso de mulheres com filhos de até 11 anos completos, o valor sobe para R$ 858, como forma de incentivar a permanência e a conclusão dos estudos.

Além da formação técnica, o programa inclui uma carga horária dedicada às oficinas de Desenvolvimento Humano, metodologia aplicada pelo SESI voltada ao fortalecimento de competências socioemocionais. Essas habilidades são consideradas fundamentais para o aumento da empregabilidade e para o desenvolvimento pessoal dos participantes.

As vagas do Programa Autonomia e Renda estão distribuídas em diversos municípios localizados em regiões próximas às operações da Petrobras em todo o país. Um dos critérios estabelecidos em edital é que o candidato resida nas áreas de abrangência do programa.

Além disso, a iniciativa prioriza a participação de públicos historicamente sub-representados, como mulheres, pessoas trans, indígenas, quilombolas, pretos e pardos, migrantes, refugiados e pessoas com deficiência.

Formação abre novos caminhos

O caldeireiro Luis Fernando Barbosa, de 43 anos, morador da comunidade Mangueirinha, em Duque de Caxias, no Rio de Janeiro, concluiu recentemente o curso de Caldeiraria oferecido pelo programa. Ele conta que encontrou a oportunidade enquanto buscava recomeçar a vida.

“Eu saí do sistema penitenciário há dois anos, onde eu fiquei sete anos. Eu não tinha perspectiva nenhuma. Um dia, eu estava navegando na internet e vi o programa Autonomia e Renda que oferecia uma bolsa. Falei: ‘vou fazer’”, relata. 

Agora formado, Luis aguarda a oportunidade de ingressar no mercado de trabalho. “O trabalho vem. E vai vir. Eu tenho certeza que vai vir. Mas isso aqui, me trazer para a sociedade de novo, alguém me ver, ter um olhar de admiração, isso não tem preço”, relata.

Para se inscrever gratuitamente, os interessados devem acessar os editais disponíveis no site oficial do Programa Autonomia e Renda Petrobras.

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16/04/2026 04:20h

Repasse do Governo Federal é voltado a fortalecer medidas como captura e monitoramento de vetores, vigilância e resposta rápida a focos em 17 estados; confira critérios de seleção dos municípios

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No Dia Mundial da Doença de Chagas, em 14 de abril, o Ministério da Saúde anunciou o repasse de quase R$ 12 milhões para fomentar ações de vigilância e controle da Doença de Chagas em 17 estados do país. Os recursos deverão beneficiar 155 municípios prioritários, com apoio à atuação contínua nessas localidades, voltado à captura e monitoramento de vetores, vigilância e resposta rápida a focos. O repasse foi publicado por meio da Portaria GM/MS Nº 9.628/2025.

Conforme a pasta, a seleção dos municípios considerou diversos critérios técnicos, como a vulnerabilidade das cidades. A interação dos insetos vetores com o ambiente também foi relevante, com prioridade para municípios classificados como de risco “muito alto” em índice da presença de vetores e condições socioambientais.

A seleção foi baseada, ainda, em localidades com registro recente do vetor Triatoma infestans – inseto conhecido como "barbeiro", cujas fezes abrigam o protozoário transmissor da Doença de Chagas.

Segundo o Ministério da Saúde, também foram considerados municípios com alta prioridade e de muito alta prioridade, para a forma crônica da Doença de Chagas, concentrados especialmente nas regiões Nordeste e Sudeste.

O incentivo financeiro avaliou, ainda, a situação epidemiológica estabelecida pelo Ministério da Saúde, com base nos dados informados por estados e municípios. Por exemplo, municípios com mais de cinco casos agudos de doença de Chagas no período de 2020 a 2024 e aqueles com histórico nos últimos 10 anos de presença de populações residuais de Triatoma infestans.

Municípios contemplados

O repasse totaliza R$ 11,7 milhões e contempla 17 estados. Entre as UFs, o Pará recebe o maior valor, R$ 5,3 milhões, seguido pelo Ceará, com R$ 1,5 milhão e Pernambuco, que receberá R$ 820 mil. 

Os valores foram divididos entre os municípios com valores que variam de R$ 20 mil a R$ 250 mil por cidade, em parcela única. Entre as cidades contempladas estão Cavalcante (GO), Calçado (PE) e Novo Horizonte (BA).

Confira a lista completa dos 155 municípios contemplados:

  • Cruzeiro do Sul (AC): R$ 200.000,00
  • Marechal Thaumaturgo (AC): R$ 40.000,00
  • Amaturá (AM): R$ 40.000,00
  • Barcelos (AM): R$ 40.000,00
  • Ipixuna (AM): R$ 60.000,00
  • Itamarati (AM): R$ 40.000,00
  • Abaetetuba (PA): R$ 250.000,00
  • Acará (PA): R$ 200.000,00
  • Afuá (PA): R$ 100.000,00
  • Anajás (PA): R$ 80.000,00
  • Ananindeua (PA): R$ 250.000,00
  • Aurora do Pará (PA): R$ 60.000,00
  • Bagre (PA): R$ 80.000,00
  • Baião (PA): R$ 200.000,00
  • Barcarena (PA): R$ 250.000,00
  • Belém (PA): R$ 250.000,00
  • Breves (PA): R$ 250.000,00
  • Bujaru (PA): R$ 60.000,00
  • Cachoeira do Arari (PA): R$ 60.000,00
  • Cametá (PA): R$ 250.000,00
  • Capanema (PA): R$ 200.000,00
  • Castanhal (PA): R$ 250.000,00
  • Curralinho (PA): R$ 80.000,00
  • Igarapé-Miri (PA): R$ 200.000,00
  • Inhangapi (PA): R$ 40.000,00
  • Juruti (PA): R$ 200.000,00
  • Limoeiro do Ajuru (PA): R$ 80.000,00
  • Melgaço (PA): R$ 60.000,00
  • Mocajuba (PA): R$ 60.000,00
  • Moju (PA): R$ 200.000,00
  • Monte Alegre (PA): R$ 200.000,00
  • Muaná (PA): R$ 100.000,00
  • Oeiras do Pará (PA): R$ 80.000,00
  • Ponta de Pedras (PA): R$ 60.000,00
  • Portel (PA): R$ 200.000,00
  • Santarém (PA): R$ 250.000,00
  • São Domingos do Capim (PA): R$ 80.000,00
  • São Miguel do Guamá (PA): R$ 200.000,00
  • São Sebastião da Boa Vista (PA): R$ 60.000,00
  • Tomé-Açu (PA): R$ 200.000,00
  • Tucuruí (PA): R$ 200.000,00
  • Itaubal (AP): R$ 25.000,00
  • Macapá (AP): R$ 250.000,00
  • Santana (AP): R$ 250.000,00
  • Dianópolis (TO): R$ 40.000,00
  • Presidente Kennedy (TO): R$ 25.000,00
  • Arraial (PI): R$ 25.000,00
  • Belém do Piauí (PI): R$ 25.000,00
  • Campinas do Piauí (PI): R$ 25.000,00
  • Campo Alegre do Fidalgo (PI): R$ 25.000,00
  • Floresta do Piauí (PI): R$ 25.000,00
  • Francisco Ayres (PI): R$ 25.000,00
  • Landri Sales (PI): R$ 25.000,00
  • Pedro Laurentino (PI): R$ 25.000,00
  • Nova Santa Rita (PI): R$ 25.000,00
  • Santa Rosa do Piauí (PI): R$ 25.000,00
  • São Braz do Piauí (PI): R$ 25.000,00
  • São Lourenço do Piauí (PI): R$ 25.000,00
  • Socorro do Piauí (PI): R$ 25.000,00
  • Tamboril do Piauí (PI): R$ 25.000,00
  • Wall Ferraz (PI): R$ 25.000,00
  • Arneiroz (CE): R$ 25.000,00
  • Barreira (CE): R$ 60.000,00
  • Cedro (CE): R$ 60.000,00
  • Crato (CE): R$ 250.000,00
  • General Sampaio (CE): R$ 25.000,00
  • Groaíras (CE): R$ 40.000,00
  • Icó (CE): R$ 200.000,00
  • Independência (CE): R$ 60.000,00
  • Irauçuba (CE): R$ 60.000,00
  • Itatira (CE): R$ 60.000,00
  • Jaguaruana (CE): R$ 80.000,00
  • Limoeiro do Norte (CE): R$ 200.000,00
  • Madalena (CE): R$ 40.000,00
  • Poranga (CE): R$ 40.000,00
  • Quixelô (CE): R$ 40.000,00
  • Quixeré (CE): R$ 60.000,00
  • Russas (CE): R$ 200.000,00
  • Senador Sá (CE): R$ 25.000,00
  • Tarrafas (CE): R$ 25.000,00
  • Acari (RN): R$ 40.000,00
  • Angicos (RN): R$ 40.000,00
  • Barcelona (RN): R$ 25.000,00
  • Felipe Guerra (RN): R$ 25.000,00
  • Itaú (RN): R$ 25.000,00
  • Japi (RN): R$ 25.000,00
  • Jucurutu (RN): R$ 40.000,00
  • Marcelino Vieira (RN): R$ 25.000,00
  • São João do Sabugi (RN): R$ 25.000,00
  • Serra Negra do Norte (RN): R$ 25.000,00
  • Severiano Melo (RN): R$ 25.000,00
  • Taboleiro Grande (RN): R$ 25.000,00
  • Upanema (RN): R$ 40.000,00
  • Brejinho (PE): R$ 25.000,00
  • Buíque (PE): R$ 200.000,00
  • Calçado (PE): R$ 40.000,00
  • Carnaíba (PE): R$ 40.000,00
  • Carnaubeira da Penha (PE): R$ 40.000,00
  • Floresta (PE): R$ 80.000,00
  • Ingazeira (PE): R$ 25.000,00
  • Jupi (PE): R$ 40.000,00
  • Lagoa de Itaenga (PE): R$ 40.000,00
  • Jales (SP): R$ 200.000,00
  • Lavínia (SP): R$ 25.000,00
  • Macedônia (SP): R$ 25.000,00
  • Monções (SP): R$ 25.000,00
  • Pedranópolis (SP): R$ 25.000,00
  • Populina (SP): R$ 25.000,00
  • Santa Rita d’Oeste (SP): R$ 25.000,00
  • São Francisco (SP): R$ 25.000,00
  • São João das Duas Pontes (SP): R$ 25.000,00
  • Turiúba (SP): R$ 25.000,00
  • Aparecida do Taboado (MS): R$ 60.000,00
  • Aquidauana (MS): R$ 100.000,00
  • Paranaíba (MS): R$ 100.000,00
  • Dom Aquino (MT): R$ 25.000,00
  • São José do Povo (MT): R$ 25.000,00
  • Buritinópolis (GO): R$ 25.000,00
  • Cavalcante (GO): R$ 25.000,00
  • Damianópolis (GO): R$ 25.000,00
  • Formosa (GO): R$ 250.000,00
  • Divinópolis de Goiás (GO): R$ 25.000,00
  • Iaciara (GO): R$ 40.000,00
  • Mambaí (GO): R$ 25.000,00
  • Brasília (DF): R$ 250.000,00
  • Lagoa do Ouro (PE): R$ 40.000,00
  • Quixaba (PE): R$ 25.000,00
  • Saloá (PE): R$ 40.000,00
  • Santa Cruz da Baixa Verde (PE): R$ 40.000,00
  • São Benedito do Sul (PE): R$ 40.000,00
  • Sertânia (PE): R$ 80.000,00
  • Tuparetama (PE): R$ 25.000,00
  • Pariconha (AL): R$ 40.000,00
  • Caturama (BA): R$ 25.000,00
  • Iraquara (BA): R$ 60.000,00
  • Mulungu do Morro (BA): R$ 40.000,00
  • Novo Horizonte (BA): R$ 40.000,00
  • Riachão das Neves (BA): R$ 60.000,00
  • Tremedal (BA): R$ 40.000,00
  • Wagner (BA): R$ 25.000,00
  • Wanderley (BA): R$ 40.000,00
  • Brás Pires (MG): R$ 25.000,00
  • Conceição das Alagoas (MG): R$ 60.000,00
  • Estrela do Sul (MG): R$ 25.000,00
  • Gameleiras (MG): R$ 25.000,00
  • Grão Mogol (MG): R$ 40.000,00
  • Icaraí de Minas (MG): R$ 40.000,00
  • São João do Pacuí (MG): R$ 25.000,00
  • Uruana de Minas (MG): R$ 25.000,00
  • Álvares Florence (SP): R$ 25.000,00
  • Cardoso (SP): R$ 40.000,00
  • Guaíra (SP): R$ 100.000,00
  • Guarani d’Oeste (SP): R$ 25.000,00
  • Indiaporã (SP): R$ 25.000,00
  • Jaci (SP): R$ 25.000,00

Ações integradas

O incentivo financeiro é de caráter excepcional e temporário e será transferido, em parcela única, do Fundo Nacional de Saúde aos Fundos de Saúde Municipais e Distrital, de acordo com a Portaria GM/MS Nº 9.628/2025. 

O Ministério da Saúde, em parceria com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), também anunciou a fase 2 do projeto “Selênio como tratamento na cardiopatia crônica da doença de Chagas (STCC-2)”. A medida busca avaliar a eficácia e a segurança do mineral como estratégia terapêutica complementar para pacientes com cardiopatia chagásica crônica. No total, serão investidos R$ 8,6 milhões pelo Governo Federal.

Segundo a pasta, o cenário epidemiológico reforça a urgência das medidas de combate à Doença de Chagas no país. Em 2024, foram registrados 3.750 óbitos, com o maior índice na Região Sudeste. No mesmo período, houve 520 casos agudos, principalmente no Norte, com destaque para o Pará. 

Dados preliminares de 2025 indicam 627 casos agudos (97% no Norte) e 8.106 casos crônicos, com concentração em Minas Gerais, Bahia e Goiás. De acordo com o Ministério da Saúde, o cenário evidencia a persistência da doença em áreas endêmicas do país.
 

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15/04/2026 04:15h

Estudo aponta que 64,8% das 329 cidades analisadas apresentam falhas na divulgação de obras públicas

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Mais de 64,8% dos municípios brasileiros apresentam baixos níveis de transparência na gestão de obras públicas, segundo dados de 2025 do Índice de Transparência e Governança Pública (ITGP-M). O resultado coloca a maioria das prefeituras nas faixas mais críticas do indicador e evidencia dificuldades estruturais na divulgação de informações sobre investimentos em infraestrutura.

O levantamento, que analisou 329 cidades das regiões Sul, Sudeste, Norte e Nordeste, apontou desempenho geral classificado como “ruim”, com média de 32,9 pontos em uma escala de 0 a 100. Além disso, cerca de um em cada quatro municípios não disponibiliza qualquer informação sobre obras em seus portais oficiais, ampliando o risco de falhas no controle e na fiscalização dos recursos públicos.

As conclusões foram apresentadas em um webinar promovido pela Transparência Internacional – Brasil, que reuniu servidores de diferentes entes federativos para discutir caminhos de melhoria na área. O evento também marcou o lançamento de duas notas técnicas baseadas nos dados do índice, sendo uma voltada aos estados e outra às prefeituras.

O diagnóstico revela ainda forte desigualdade regional. Enquanto municípios do Espírito Santo alcançam média considerada “boa”, com 70,2 pontos, localidades do interior de São Paulo e do Piauí apresentam desempenhos classificados como “péssimos”. Nos estados, apenas cinco unidades da federação divulgam informações completas sobre a execução financeira de obras públicas.

Falta de divulgação dos dados

Entre os pontos mais críticos está a chamada “tríade de transparência ambiental e participativa”. Apenas 16,7% dos municípios publicam estudos de impacto ambiental e de vizinhança, e 16,4% divulgam dados completos sobre audiências ou consultas públicas relacionadas às obras, limitando a participação social e o acompanhamento por parte da população.

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Por outro lado, o estudo destaca experiências positivas em municípios de pequeno e médio porte, especialmente no Espírito Santo e em Santa Catarina. Essas cidades atingiram altos níveis de transparência ao utilizar plataformas compartilhadas, como painéis disponibilizados por Tribunais de Contas Estaduais, o que demonstra que soluções de baixo custo podem contribuir para ampliar o acesso às informações.

Criado para avaliar mais de 100 critérios, como dados abertos, integridade e participação social, o ITGP tem como objetivo estimular a transparência ativa e fortalecer a governança pública nos níveis estadual e municipal. O cenário identificado em 2025, no entanto, indica que ainda há desafios significativos para garantir prestação de contas adequada e reduzir vulnerabilidades à corrupção na execução de obras públicas no país.
 

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14/04/2026 04:15h

Apesar das mudanças genéticas, especialistas afirmam que não há indícios de aumento na gravidade da doença

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A variante BA.3.2 do coronavírus — também chamada de “Cicada” — já foi identificada em pelo menos 23 países. O principal diferencial dessa linhagem é a maior capacidade de escapar dos anticorpos, em comparação com variantes predominantes atualmente e que são alvo das vacinas, como a JN.1 e a LP.8.1. Os dados são do recente relatório dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC, na sigla em inglês), principal agência federal de saúde pública dos Estados Unidos.

Desde o início da pandemia de Covid-19, novas variantes do SARS-CoV-2 surgem regularmente devido a mutações na chamada proteína spike, estrutura usada pelo vírus para entrar nas células humanas. Quando essas mutações ocorrem, o vírus pode se tornar mais transmissível ou reduzir a eficácia dos anticorpos gerados por vacinas ou infecções anteriores. Por isso, as vacinas precisam ser atualizadas periodicamente para acompanhar as variantes mais recentes em circulação.

Segundo o relatório, a BA.3.2 descende da linhagem BA.3, que circulou brevemente junto com variantes como BA.1 e BA.2 entre o final de 2021 e 2022. Essa nova linhagem apresenta aproximadamente 70 a 75 mutações na proteína spike, o que explica sua maior capacidade de escapar da resposta imunológica.

Especialistas dizem que não há motivo para alarme

Apesar da maior capacidade de escape imunológico, a Rede Global de Vírus (GVN, na sigla em inglês) afirma que não há evidências, até o momento, de que a BA.3.2 cause doença mais grave e que os dados disponíveis não justificam estado de alerta ou maior preocupação.

Em nota, a entidade explica que, embora o escape imunológico possa aumentar a probabilidade de infecção ou reinfecção, isso não significa redução da proteção contra casos graves

Segundo a GVN, as mudanças observadas são compatíveis com a evolução natural esperada do coronavírus e de outros vírus respiratórios. Em vez de indicar uma nova ameaça imediata, a BA.3.2 reforça a importância da vigilância constante.

Detecções globais

A variante BA.3.2 foi identificada pela primeira vez em 22 de novembro de 2024, na África do Sul, em uma amostra coletada por swab nasal de um menino de 5 anos.

O segundo registro ocorreu em 17 de março de 2025, em Moçambique, seguido por detecções em:

  • Países Baixos, em 12 de abril
  • Alemanha, em 29 de abril

Após esses primeiros registros, outros casos foram poucos frequentes até setembro de 2025, quando começaram a aumentar. O maior número de detecções ocorreu na primeira semana de dezembro de 2025.

Até 11 de fevereiro de 2026, a variante havia sido identificada em 23 países, incluindo casos nos Estados Unidos em viajantes vindos do Japão, Quênia, Países Baixos e Reino Unido.

Entre novembro de 2025 e janeiro de 2026, a variante chegou a representar cerca de 30% das sequências analisadas em três países europeus: Dinamarca, Alemanha e Países Baixos. Mesmo assim, a incidência geral de Covid-19 nesses locais não foi maior do que em anos anteriores.

Até o momento, o Brasil não registrou casos da linhagem BA.3.2.

Vacinas podem ser atualizadas em 2026

A próxima reunião da Organização Mundial da Saúde (OMS) sobre a composição das vacinas contra Covid-19 está programada para maio de 2026. O encontro será conduzido por grupo técnico responsável por avaliar se a fórmula das vacinas precisa ser atualizada.

Durante a reunião, serão analisados:

  • os dados epidemiológicos mais recentes
  • a duração da proteção oferecida pelas vacinas
  • o tempo necessário para atualizar novas versões das vacinas

Durante a reunião, também serão apresentados resultados de testes com diferentes variantes do vírus, com o objetivo de avaliar quais vacinas oferecem melhor proteção e se novas linhagens, como a BA.3.2, conseguem escapar dos anticorpos.

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11/04/2026 04:05h

Projeto de Lei (PL 4.705/2025), aprovado pela Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (CAPADR) da Câmara dos Deputados, atualiza critérios de acesso a políticas públicas voltadas ao pequeno produtor rural

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A Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (CAPADR) da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei (PL 4.705/2025) que atualiza critérios de acesso a políticas públicas voltadas ao pequeno produtor rural. Entre as medidas previstas está a exigência de comprovação da propriedade ou da posse legítima da terra para acesso a programas governamentais, além da inscrição ativa no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ)

O texto estabelece, ainda, diretrizes para garantir maior regularidade no acesso aos benefícios, especialmente em casos envolvendo disputas fundiárias.
 

A proposta foi relatada pelo deputado José Medeiros (PL-MT), que integra a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA). 

Segundo a Agência FPA, após a aprovação, José Medeiros ressaltou o papel do aperfeiçoamento da legislação para fortalecer a efetividade das políticas públicas. “O que estamos fazendo é garantir critérios claros, mais transparência e segurança jurídica para que esses recursos cheguem a quem realmente trabalha no campo”, disse Medeiros, confirmou a Agência FPA.

O projeto segue para análise da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC) da Câmara. 

Políticas mais eficientes 

O parecer de Medeiros menciona que o aprimoramento dos critérios colabora para tornar as políticas públicas mais justas e eficientes. 

“De uma forma geral, a proposição tem como objetivo evitar que invasores de propriedades sejam considerados “agricultores familiares” para fins de acesso a políticas públicas e de obtenção dos recursos públicos a elas destinados”, disse em um trecho do relatório.

O relator salientou, ainda, de acordo com a Agência FPA, que a medida beneficia o pequeno produtor rural ao valorizar quem atua de forma regular. “A medida reconhece e valoriza quem vive da atividade rural, produz alimentos, gera emprego e sustenta sua família, ao mesmo tempo que aprimora os instrumentos de gestão das políticas públicas”, disse.

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09/04/2026 04:15h

As cidades são das regiões Sul e Sudeste do país

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A transferência do primeiro decêndio de abril do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) está prevista para esta sexta-feira (10). O valor total a ser distribuído é de R$ 6,4 bilhões. No entanto, oito cidades estão bloqueadas para o recebimento desses recursos. A suspensão deverá se manter até que as prefeituras regularizem as pendências, que podem ser legais, fiscais ou previdenciárias.

Os municípios estão divididos entre as regiões Sul e Sudeste do país, com destaque para Santa Catarina e Rio de Janeiro, que concentram três cidades bloqueadas cada. A lista também inclui municípios do Espírito Santo e do Rio Grande do Sul.

Confira a lista dos bloqueados do FPM até o dia 8 de abril:

  1. Águia Branca (ES)
  2. Itaperuna (RJ)
  3. Nova Friburgo (RJ)
  4. Silva Jardim (RJ)
  5. São Francisco de Paula (RS)
  6. Brusque (SC)
  7. Camboriú (SC)
  8. Santo Amaro da Imperatriz (SC)

Motivos mais comuns dos bloqueios

De acordo com o Tesouro Nacional, os bloqueios podem ocorrer por diferentes motivos, incluindo a falta de pagamento da contribuição ao Pasep, dívidas com o INSS, débitos inscritos na dívida ativa pela Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) ou ausência de prestação de contas no SIOPS (Sistema de Informações sobre Orçamento Público em Saúde).

A lista das cidades consta no Sistema Integrado de Administração Financeira do Governo Federal (SIAFI), que reúne informações orçamentárias e financeiras da União.

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O sistema registra essas pendências e impede o recebimento de qualquer transferência até que o município regularize sua situação.

Para o especialista em orçamento público, Cesar Lima, o bloqueio do FPM tem grande impacto nas finanças municipais. Por isso, é importante que os problemas sejam identificados e sanados.

“Em relação aos municípios bloqueados, que não vão receber os seus valores na sexta-feira, é importante que eles procurem saber o motivo do bloqueio, que pode ir desde a não entrega de um dos relatórios obrigatórios pela Lei de Responsabilidade Fiscal até pendências previdenciárias ou mesmo o não pagamento de parcelas de empréstimos dos quais a União seja avalista”, lembra.

 

Vale destacar que os bloqueios são temporários. Dessa forma, assim que os municípios resolvem as pendências, os repasses do FPM são retomados, garantindo recursos essenciais para áreas como saúde, educação, infraestrutura e pagamento de pessoal.

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