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TERMO DE USO E PARCERIA

TERMO DE USO E PARCERIA

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a) A utilização do material - na íntegra, ou em partes - só será permitida desde que as informações não sejam distorcidas, manipuladas ou alteradas.

b) Não é necessário a identificação do Brasil 61 na hora da replicação do conteúdo. Mas toda e qualquer veiculação de áudios produzidos pelo Brasil 61 prevê o cadastro no site, com a disponibilização de dados que serão utilizados para a organização do mailing desta empresa,

2º - OBRIGAÇÕES DO BRASIL 61

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b) O acesso ao conteúdo jornalístico (na versão de leitura) é livre e gratuito, podendo ser replicado por qualquer usuário que acesse o site. O download do áudio para que seja utilizado na programação das rádios requer que o usuário realize o login no site do Brasil 61 - informando e-mail e senha cadastrados. 

3º - OBRIGAÇÕES DOS COMUNICADORES PARCEIROS

Não alterar o sentido dos materiais, ou distorcer fala de entrevistados ou mudar a conotação das mensagens dos materiais. 

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b) As rádios parceiras não vão ter participação financeira sobre o faturamento do Brasil 61.

c) Os comunicadores podem patrocinar os conteúdos do Brasil 61, desde que não alterem o sentido e a conotação dos conteúdos oferecidos. Nesses casos, o Brasil 61 não terá participação nos lucros conquistados pelos veículos parceiros. 

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 Última atualização: 24 de dezembro de 2020 

23/07/2021 18:00h

A temperatura pode variar entre 12 e 36 graus

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Temperaturas aumentam neste sábado (24), em toda a região Centro-Oeste. A umidade relativa do ar continua em estado de atenção, com valores abaixo de 20%.

A temperatura em toda a região pode variar entre 12 e 36 graus. Os índices de umidade relativa do ar ficam entre 12% e 50%.

As informações são do Somar Meteorologia.

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23/07/2021 18:00h

A temperatura na região pode variar entre 9 e 33 graus

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Neste sábado (24), a chuva volta a se espalhar pelo litoral sul da Bahia e pode acontecer a qualquer momento do dia entre Porto Seguro até o Rio Grande do Norte. Por outro lado, a chuva diminui entre o Maranhão e o Ceará. No interior nordestino, o tempo é seco e com baixa umidade.

A temperatura varia entre 9 e 33 graus. Em toda a região, a umidade relativa do ar fica entre 20% e 100%.

As informações são do Somar Meteorologia.

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23/07/2021 18:00h

A temperatura pode variar entre 6 e 30 graus

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O dia será quente e ensolarado no Rio Grande do Sul, neste sábado (24). As temperatura sobem durante a tarde e a umidade relativa do ar diminui significativamente em toda a região.

A temperatura no Sul do País pode ficar entre 6 e 30 graus. Os índices de umidade relativa do ar variam entre 30% e 90%.

As informações são do Somar Meteorologia.

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23/07/2021 18:00h

A temperatura na região pode variar entre 6 e 30 graus

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O clima no Sudeste será bem diferente do início da semana neste sábado (24). As temperaturas ficam elevadas e sobem principalmente no interior de São Paulo e nas capitais paulista e fluminense. Atenção para a umidade que continua baixa.

A temperatura varia entre 6 e 30 graus. Em toda a região, a umidade relativa do ar fica entre 20% e 93%.

As informações são do Somar Meteorologia.

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23/07/2021 18:00h

A temperatura pode variar entre 18 e 36 graus

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Previsão de chuva forte no norte da região Norte do País, e tempo firme na parte sul, neste sábado (24). Chuva será mais volumosa no norte do Amazonas e Roraima. 

A temperatura na região pode ficar entre 18 e 36 graus. Os índices de umidade relativa do ar variam entre 20% e 100%.

As informações são do Somar Meteorologia.

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23/07/2021 10:15h

Por conta da mudança, uma resolução do Banco Central anunciada nesta quinta-feira (22) regulamenta normas para as instituições financeiras participantes do open banking

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Uma nova atualização do Pix permitirá a ampliação de uso do sistema de pagamentos instantâneos. De acordo com o Banco Central (BC), será possível realizar transferências por meio de aplicativos de mensagens e redes sociais. Outra novidade é a possibilidade de pagar as compras feitas pela internet. Os novos serviços devem começar a funcionar a partir de 30 de agosto.

Por conta da mudança, uma resolução do Banco Central anunciada nesta quinta-feira (22),  regulamenta normas para as instituições financeiras participantes do open banking, o sistema de compartilhamento de dados. Apenas esses bancos vão poder oferecer os novos serviços.

Receita Federal lança programa para ajudar empresas a cumprirem suas obrigações tributárias

Goiás terá mais três benefícios para auxílio à população impactada pela pandemia

Foram estabelecidas as exigências técnicas e os métodos operacionais para o compartilhamento do serviço de iniciação de transação de pagamento de Pix. Essa iniciação ocorre quando o banco que faz a transação do pagamento com Pix é diferente do banco detentor da conta do usuário pagador. Nesse caso, o usuário vai poder efetuar o pagamento por meio de outro aplicativo que não é o do seu banco onde a conta com a chave Pix foi cadastrada.

 

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23/07/2021 09:00h

Variação da participação do Sudeste no PIB industrial do Brasil teve queda de -7,66 pontos percentuais em uma década, enquanto houve crescimento nas outras quatro regiões. Santa Catarina, por exemplo, assumiu o posto de maior estado produtor no setor de vestuário e acessórios

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A variação da participação do Sudeste no PIB industrial do Brasil teve queda de -7,66 pontos percentuais em uma década, enquanto houve crescimento nas outras quatro regiões, com destaque no Sul. Nesse cenário, Santa Catarina se destacou e assumiu o posto de maior estado produtor do Brasil em um dos segmentos, de vestuário e acessórios. 
 
Os números são de uma pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI) que avaliou a década entre os biênios 2007/2008 e 2017/2018. O estudo aponta como diferentes regiões buscam assumir o protagonismo industrial, dividindo atenção com estados consolidados historicamente no segmento, como São Paulo e Rio de Janeiro. 
 
Santa Catarina se tornou exemplo do movimento de descentralização da indústria nacional, e colhe frutos desses investimentos na economia com alta empregabilidade. Para parlamentares do estado, o crescimento da indústria tem relação direta com a empregabilidade, como pontua o deputado federal Ricardo Guidi (PSD-SC).
 
“Sem dúvida nenhuma, a indústria é um dos grandes pilares da economia de Santa Catarina, juntamente com o agronegócio e o setor de serviços. A gente sabe o potencial dela na geração de empregos e renda”, afirma. O deputado cita ainda os destaques de diferentes regiões do estado.  

“O nosso estado tem uma indústria bastante diversificada, com agroindústria muito forte, principalmente na região Oeste, metal mecânico no Norte, o têxtil no Vale do Itajaí, a moveleira, no Sul do estado também tem uma indústria bem diversificada, em Criciúma tem a indústria cerâmica, indústria de plásticos também é muito forte no Sul. Então, não tenho dúvida nenhuma que Santa Catarina é um dos estados que mais cresce e ainda vai crescer muito mais pela força do seu povo, trabalhador, dedicado”.

Esses destaques são observados também quando analisados dados do mercado de trabalho do País. Segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2019 Santa Catarina registrou o menor índice de desemprego do Brasil, com uma taxa de 93,8% catarinenses de 14 anos ou mais empregados e 6,2% desocupados. 
 
O fortalecimento do mercado de trabalho no estado de Ricardo Guidi também mostra uma consistência, mesmo com a pandemia da Covid-19. No primeiro trimestre deste ano, Santa Catarina continuou com a menor taxa de desemprego do País, nos mesmos 6,2% de desocupação de 2019, antes da crise sanitária.  
 
Para o deputado, a atuação parlamentar pode ser determinante para esse crescimento econômico. “A gente aprovou recentemente a Reforma da Previdência, a Reforma Trabalhista foi aprovada no mandato anterior, temos aí pela frente a Reforma Administrativa também e a Tributária, fundamentais para preparar o Brasil para o futuro. Acho que a gente tem que trabalhar sempre buscando a desburocratização, buscando a facilidade do empreendedorismo, e é dessa forma que tem sido pautado o nosso trabalho”, avaliou.

Movimento nacional

Além do Sul, o Nordeste também se destacou no aumento da participação no PIB industrial do Brasil, ambos com os maiores crescimentos, acima de 2 pontos percentuais. Vice-presidente do Conselho Regional de Economia do Piauí (Corecon-PI), Dorgilan Rodrigues da Cruz analisa esse novo cenário de descentralização industrial. 
 
“Hoje, essas indústrias querem estar mais próximas do seu consumidor. E, principalmente, querem evitar custos. Então, a questão da descentralização do setor produtivo, do setor industrial, é exatamente para se aproximar do seu mercado consumidor, evitando assim o maior custo de frete, de transporte, perdas do processo de levar e trazer o produto, levar a matéria-prima e depois escoar o processo produtivo”, destacou.
Para o economista, o processo de industrialização nos estados aquece e oxigena toda a economia, levando emprego, matéria-prima e crescimento, fortalecendo ainda o agronegócio, o terceiro setor a questão tributária dos governos locais. “A indústria é um setor da nossa economia que impulsiona. Entre os destaques dessas atividades econômicas, há a linha de produção de alimentos, linha de produção de derivados do petróleo — como biocombustível —, a indústria farmacêutica também teve esse crescimento, indústrias extrativas” 

Números positivos

Dorgilan também destaca o aumento da produção nacional de vestuário e acessórios, que tem como um dos grandes polos o estado de Santa Catarina. “Houve um crescimento de 6,2%. Isso mostra que as famílias começaram a se abastecer de bens de consumo, bens de produtos para melhorar a qualidade de vida”, diz. 
 
Santa Catarina alcançou, em 2018, 26,8% da produção nacional desse segmento, passando de uma receita de R$ 2,5 bilhões em 2007/2008 a R$6,6 bilhões uma década depois. A produção industrial nacional de todos os setores também vem ganhando destaque em estados como Pará, Rio Grande do Sul, Paraná, Pernambuco e Mato Grosso do Sul. 
 

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23/07/2021 04:30h

Em entrevista ao Brasil61.com, deputado Jerônimo Goergen (PP/RS) explicou como o projeto vai trazer mais transparência aos caminhoneiros e impactar o preço dos produtos aos consumidores

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A Câmara dos Deputados aprovou na última semana a criação do Documento de Transporte Eletrônico (DT -e). O documento de emissão exclusivamente digital será obrigatório para autorizar os serviços de transportes de cargas no País e vai unificar, reduzir e simplificar dados e informações exigidas por órgãos e entidades para a realização e contratação da operação de transporte em uma única plataforma.
 
Para entender melhor o DT -e, o Brasil61.com entrevistou o deputado federal Jerônimo Goergen (PP/RS), que foi relator da Medida Provisória que deu origem ao Documento de Transporte Eletrônico. Confira abaixo: 
 
Deputado, o senhor foi o relator da MP que deu origem a esse DT -e na Câmara dos Deputados. Para quem está chegando agora, o que é esse Documento de Transporte Eletrônico? 
 
O Documento de Transporte Eletrônico começa pela via do caminhão. É uma Medida Provisória que o Governo editou especialmente para tentar melhorar um pouco a condição do caminhoneiro autônomo, mas logo em seguida essa própria medida provisória determina que o documento eletrônico seja para todos os modais. Então nós temos uma possibilidade aí de que na cadeia inteira e em todos os modais nós tenhamos até 90 documentos extintos e transformemos tudo isso num único documento e num documento eletrônico. A ideia do Governo, isso são dados do Governo, é que aquilo que hoje tem um custo de aproximadamente 40% de intermediários para cumprir o papel que o caminhoneiro não consegue fazer possa reduzir de 40% para 20%. O custo do Estado entre impostos e taxas, de 47% para cerca de 40%, e que um caminhoneiro autônomo que hoje tem uma margem de ganho de 13% possa ganhar até 40% naquele frete. Essa é a ideia. 
 
Porque esse DT -e é importante para os caminhoneiros e outros trabalhadores de modais de transporte do País?
 
No caso do caminhoneiro é importante porque ele vai poder ter transparente aquilo que ganha. Hoje ele recebe um valor, mas ele nem sabe quanto ficou pelo meio do caminho. Então, o DTE é um documento público, vai estar dito quanto ele ganhou para fazer aquele transporte, quanto pagou de pedágio, quanto pagou de, enfim, todas as despesas. Consequentemente, a gente já percebe até bancos querendo criar linhas para caminhoneiros, o que até então não existia, porque você não tinha uma renda definida na mão do transportador. Nós vamos dar clareza e transparência ao ganho do caminhoneiro e, consequentemente, fortalecer o trabalho que ele faz. 
 
Além de unificar, simplificar e desburocratizar, esse documento pode gerar ganhos econômicos ao País. Quais? 
 
Só o fato de diminuir custos do transporte, eu imagino que até a gôndola do supermercado, o consumidor será beneficiado, porque se você reduz o custo operacional... Então esse é um ponto que eu considero importante, o Custo Brasil que vai diminuir. E, por outro lado, nós vamos ter uma cadeia de milhões de funcionários, de trabalhadores que são os caminhoneiros melhores remunerados. Você ganha em duas pontas, na macroeconomia e na cadeia de consumo que você vai ter aí o ingresso nessa capacidade de consumir alguém que antes era lateral, que era paralelo, que ninguém emprestava oficialmente um recurso para quem não sabia quanto ganhava. 
 
Então o consumidor final, na ponta, também será beneficiado? 
 
Não há dúvida, porque se você tem um custo de frete menor, teoricamente você tem um produto menos caro, porque caro continuará sendo, devido ao custo do Estado, mas menos caro, em razão do transporte, na prateleira do supermercado. 

Caso aprovado também no Senado e se torne uma lei, qual será o passo a passo da implantação da iniciativa? Os estados serão obrigados a aderir? Explica para a gente como isso vai funcionar, por favor. 
 

Os documentos estaduais ainda vão depender de convênios dos estados com a União para trazer os documentos dos estados para dentro do DT -e. Nós já estamos trabalhando, eu conversei com o próprio governador do Rio Grande do Sul, com os estados para que eles avancem nesse sentido. Então, em termos de trabalho paralelo, há esse esforço para que os demais documentos que não sejam federais venham para dentro do DT -e. E também estamos trabalhando a questão do Mercosul, com Argentina, Paraguai e Uruguai, para que eles possam conhecer o DT -e e, quem sabe, termos um documento eletrônico único internacional. Já estou adiantando essas conversas, porque enquanto o Senado aprecia a matéria, a gente vai adiantando alguns outros trabalhos. 

Câmara dos Deputados aprova MP que cria Documento Eletrônico de Transporte (DT -e)

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23/07/2021 04:00h

Retrações foram observadas nas horas trabalhadas e na Utilização da Capacidade Instalada, mas indicadores mantêm patamares pré-pandemia

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Atividade industrial teve quedas em maio, mas se mantém em patamares observados antes da pandemia de Covid-19. De acordo com levantamento da Confederação Nacional da Indústria (CNI), houve retrações significativas nas horas trabalhadas na produção e na Utilização da Capacidade Instalada (UCI).

A senadora Soraya Thronicke (PSL-MS) afirma que o setor industrial é um dos maiores geradores de emprego no Brasil, mas foi fortemente afetado por toda a crise provocada pela pandemia da Covid-19.

“Com a vacinação em curso, percebemos uma retomada desses setores econômicos, que voltam com força, produzindo, gerando empregos e renda e fazendo a economia girar como deve ser”, observa a senadora. 

O conselheiro Lauro Chaves Neto, do Conselho Federal de Economia, ressalta que a atividade industrial no Brasil praticamente recuperou o patamar pré-pandemia.

“Isso se deve à reestruturação das cadeias de suprimento e logística e à retomada das cadeias de distribuição para o varejo, para o atacado e, principalmente, para algumas rotas de exportação. Nesse período da pandemia, a indústria brasileira conseguiu se reinventar e promoveu inovações muito importantes nos seus processos, o que gerou um ganho de produtividade que também explica essa retomada.”

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Indicadores Industriais

Segundo o levantamento da CNI, as horas trabalhadas na produção tiveram queda de 1,8% em maio, em relação a abril de 2021. Considerando os números de março e abril, o indicador mostra uma tendência de queda em 2021.

O faturamento aumentou 0,7% de abril para maio, mas vem oscilando entre altas e quedas desde o início do ano. Segundo os pesquisadores da CNI, o indicador apresenta uma tendência de queda, pois as altas não têm compensado as retrações.

Já a UCI teve uma pequena retração de 0,3 ponto percentual em maio, em comparação com abril, mas atingiu 81,6% - o terceiro mês consecutivo acima de 80%, o que não ocorria desde o período entre novembro de 2014 e janeiro de 2015. 

Outros dados do levantamento apontam que o emprego na Indústria de Transformação reforçou a tendência de alta em maio, com crescimento de 0,5% em relação a abril. Já a massa salarial voltou a cair após dois meses de alta, com retração de 0,8% em maio, em comparação ao mês anterior. Além disso, o rendimento médio registrou queda de 2,5% no quinto mês de 2021.

Índice de Confiança

O levantamento mais recente da CNI mostra que o Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI) aumentou 0,3 ponto em julho de 2021, atingindo 62 pontos. Essa é a terceira alta consecutiva e mantém o indicador no patamar de confiança, acima dos 50 pontos. Desde maio, o ICEI acumula crescimento de 8,3 pontos.

“O cenário de confiança na indústria é esperado e tenho certeza que as expectativas serão correspondidas e até superadas, pois todos os setores estão ansiosos por essa retomada da economia do nosso país”, comenta a senadora Soraya Thronicke.

Lauro Chaves Neto destaca as projeções para o Produto Interno Bruto (PIB) como razão para o aumento da confiança no setor produtivo. “O setor produtivo e também o industrial retomam a confiança pela expectativa de crescimento do PIB acima de 4,5% em 2021 e a continuidade dessa retomada para 2022. E, sobretudo, pela retomada da agenda de reformas, a qual o setor produtivo imputa como prioritárias para a melhoria da produtividade e a redução do Custo Brasil”, observou o especialista. 

Economia dos Estados

No estado do Mato Grosso do Sul, o índice de evolução da produção industrial encerrou o mês de maio com 52,5 pontos, sendo o melhor resultado para o mês em toda a série histórica. O dado também é da CNI, divulgado pela Federação das Indústrias do Estado do Mato Grosso do Sul (FIEMS). 

Já o percentual médio da Utilização da Capacidade Instalada na indústria sul-mato-grossense fechou em 72% em maio, com crescimento de 6 pontos percentuais em relação ao mesmo mês de 2020. O resultado é o melhor dos últimos sete anos para o quinto mês do ano.

A senadora Soraya Thronicke (PSL-MS) comenta a relevância da indústria no estado do Mato Grosso do Sul. “A nossa história é mais voltada a setores que, de certa forma, são considerados essenciais e talvez alguns tenham até crescido nesse período. Os cinco maiores setores de atuação da indústria sul-mato-grossense são os serviços industriais de utilidade pública, celulose-papel, construção, alimentos e derivados de petróleo e biocombustível.”

O economista Lauro Chaves Neto ressalta que os estados que criaram melhores condições de investimento e infraestrutura para os negócios, com redução de burocracias, conseguem se destacar com indicadores industriais melhores do que a média nacional. Ele também reforça a importância do debate do Pacto Federativo no Congresso Nacional.

“Nós precisamos fortalecer cada vez mais a distribuição de recursos para os estados e principalmente para os municípios, porque quando há essa descentralização, você promove a economia local; e só o desenvolvimento local vai ajudar a combater as desigualdades e a redução da pobreza extrema”, destaca o especialista.

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23/07/2021 03:00h

No primeiro trimestre, atividade industrial do estado do Rio de Janeiro recuou

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A atividade industrial teve quedas em maio, mas se mantém em patamares observados antes da pandemia de Covid-19. De acordo com levantamento da Confederação Nacional da Indústria (CNI), houve retrações significativas nas horas trabalhadas na produção e na Utilização da Capacidade Instalada (UCI).O conselheiro Lauro Chaves Neto, do Conselho Federal de Economia, detalha os motivos que levaram a atividade industrial a recuperar os patamares pré-pandemia. 

“Isso se deve à reestruturação das cadeias de suprimento e logística e à retomada das cadeias de distribuição para o varejo, para o atacado e, principalmente, para algumas rotas de exportação. Nesse período da pandemia, a indústria brasileira conseguiu se reinventar e promoveu inovações muito importantes nos seus processos, o que gerou um ganho de produtividade que também explica essa retomada”, disse o especialista.

Para o deputado Paulo Ganime (Novo/RJ), um melhor desempenho da atividade industrial do País passa, necessariamente, pela realização de uma reforma tributária. “A gente precisa rever a estrutura tributária. A reforma tributária ampla do Brasil é fundamental, revendo todos os impostos sobre consumo: PIS, COFINS, ICMS, IPI e ISS”, defende. 

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Indicadores Industriais

Segundo o levantamento da CNI, as horas trabalhadas na produção tiveram queda de 1,8% em maio, em relação a abril de 2021. Considerando os números de março e abril, o indicador mostra uma tendência de queda em 2021.

O faturamento aumentou 0,7% de abril para maio, mas vem oscilando entre altas e quedas desde o início do ano. Segundo os pesquisadores da CNI, o indicador apresenta uma tendência de queda, pois as altas não têm compensado as retrações.

Já a UCI teve uma pequena retração de 0,3 ponto percentual em maio, em comparação com abril, mas atingiu 81,6% - o terceiro mês consecutivo acima de 80%, o que não ocorria desde o período entre novembro de 2014 e janeiro de 2015.

Arte: Brasil 61

Outros dados do levantamento apontam que o emprego na Indústria de Transformação reforçou a tendência de alta em maio, com crescimento de 0,5% em relação a abril. Já a massa salarial voltou a cair após dois meses de alta, com retração de 0,8% em maio, em comparação ao mês anterior. Além disso, o rendimento médio registrou queda de 2,5% no quinto mês de 2021.

Índice de Confiança

O levantamento mais recente da CNI mostra que o Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI) aumentou 0,3 ponto em julho de 2021, atingindo 62 pontos. Essa é a terceira alta consecutiva e mantém o indicador no patamar de confiança, acima dos 50 pontos. Desde maio, o ICEI acumula crescimento de 8,3 pontos.

Lauro Chaves Neto destaca as projeções para o Produto Interno Bruto (PIB) como razão para o aumento da confiança no setor produtivo. “O setor produtivo e também o industrial retomam a confiança pela expectativa de crescimento do PIB acima de 4,5% em 2021 e a continuidade dessa retomada para 2022. E, sobretudo, pela retomada da agenda de reformas, a qual o setor produtivo imputa como prioritárias para a melhoria da produtividade e a redução do Custo Brasil”.

Arte: Brasil 61

Economia dos estados

No estado do Rio de Janeiro, o índice de evolução da produção oscilou nos três primeiros meses do ano. O indicador fechou em 45,1 pontos em janeiro, 44,2 em fevereiro e atingiu os 48 pontos em março. Os dados são os mais recentes divulgados pela Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan). No entanto, no quadro geral, a atividade industrial fluminense estava em queda no primeiro trimestre, o que ocorre quando os índices estão abaixo dos 50 pontos. 

A Utilização da Capacidade Instalada, por sua vez, apresentou estabilidade no primeiro trimestre, ao encerrar em 61% no mês de março. O indicador ficou 6,6 pontos percentuais acima do registrado no mesmo mês do ano passado (54,4%). No entanto, a UCI ficou abaixo da média histórica, que é de 64,2%. 

O deputado federal Paulo Ganime (Novo/RJ) destaca que o Rio de Janeiro passa por um processo de desindustrialização nas últimas décadas, sobretudo por conta da insegurança, expressa nos constantes roubos de cargas e devido à alta carga tributária. “O ICMS do Rio é o mais alto do Brasil. A gente acaba colocando o ICMS muito alto com o objetivo teórico de aumentar a arrecadação, mas que na prática afugenta quem investe aqui no Rio”, critica. 

Ganime acredita que investir em infraestrutura será fundamental para que a economia e, por consequência, a indústria local, voltem a crescer após a pandemia. “A gente precisa ter rodovias, inclusive ferrovias que consigam alimentar a indústria, como também servir de válvula para a distribuição das indústrias que estão aqui no Rio. Assim como também a questão da segurança. Não tem como a gente trazer mais indústrias, até mesmo manter as indústrias, se a gente não tratar devidamente a questão do roubo de carga e da segurança como um todo”, ressalta. 

O economista Lauro Chaves Neto ressalta que os estados que criaram melhores condições de investimento e infraestrutura para os negócios, com redução de burocracias, conseguem se destacar com indicadores industriais melhores do que a média nacional. Ele também reforça a importância do debate do Pacto Federativo no Congresso Nacional. “Nós precisamos fortalecer cada vez mais a distribuição de recursos para os estados e principalmente para os municípios, porque quando há essa descentralização, você promove a economia local; e só o desenvolvimento local vai ajudar a combater as desigualdades e a redução da pobreza extrema.”

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