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O Ibovespa encerrou o último pregão em forte alta e renovou máximas históricas, chegando muito perto dos 172 mil pontos. O movimento foi marcado por amplo otimismo no mercado acionário brasileiro, com avanço expressivo das ações de maior peso no índice e forte atuação do investidor estrangeiro.
De acordo com especialistas, o fluxo externo positivo foi um dos principais catalisadores da sessão, beneficiando especialmente as blue chips, que renovaram seus topos históricos e sustentaram o desempenho do índice ao longo de todo o dia.
O ambiente externo também contribuiu para o apetite por risco, após sinais de redução de tensões envolvendo políticas comerciais internacionais, o que trouxe maior previsibilidade aos mercados globais e favoreceu ativos de países emergentes.
Ao longo do pregão, o Ibovespa superou, de forma inédita, uma sequência de marcas importantes, ultrapassando os níveis de 167 mil até 171 mil pontos. A mínima foi registrada logo na abertura, enquanto a máxima ocorreu no encerramento, confirmando a força compradora predominante durante a sessão.
Confira as ações com melhor e pior desempenho no último fechamento:
Ações em alta no Ibovespa
Ações em queda no Ibovespa
O volume total negociado na B3 foi de R$43.322.230.633, em meio a 4.780.296 negócios.
Os dados da bolsa podem ser consultados no site da B3.
O Ibovespa (Índice Bovespa) é o principal indicador do mercado acionário brasileiro. Calculado pela B3, ele reflete a média do desempenho das ações mais negociadas na bolsa, com base em critérios de volume e liquidez. O índice é composto por uma carteira teórica de ativos, que representa cerca de 80% do volume financeiro total negociado no mercado.
A B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) é a bolsa de valores oficial do Brasil, sediada em São Paulo. É responsável pela negociação de ações, derivativos, títulos públicos e privados, câmbio e outros ativos financeiros. A B3 está entre as maiores bolsas do mundo em infraestrutura e valor de mercado.
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Baixar áudioO dólar encerrou o último pregão em queda, cotado a R$5,31, pressionado pela entrada de fluxo estrangeiro no mercado doméstico. O movimento foi impulsionado pelo discurso do presidente dos Estados Unidos durante um fórum econômico internacional, que ajudou a reduzir parte das tensões geopolíticas acompanhadas pelos investidores.
Apesar da sinalização de distensão, o cenário externo segue no radar, especialmente diante de incertezas envolvendo regiões estratégicas no cenário global. Ainda assim, o tom mais moderado contribuiu para maior apetite por risco em mercados emergentes.
No ambiente interno, o câmbio também reagiu a pesquisas eleitorais recentes que indicaram mudanças na disputa presidencial projetada para os próximos anos. De acordo com especialistas, o mercado avalia menos os nomes envolvidos e mais as perspectivas para a condução da política econômica no futuro, com atenção especial à possibilidade de medidas voltadas ao equilíbrio fiscal.
No fechamento do último pregão, a moeda americana registrou queda frente ao real, mesmo com leve fortalecimento do dólar no mercado internacional.
Já o euro encerrou o último pregão em baixa, cotado a R$6,21.
A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.
| Código | BRL | USD | EUR | GBP | JPY | CHF | CAD | AUD |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| BRL | 1 | 0,1880 | 0,1608 | 0,1400 | 29,7801 | 0,1496 | 0,2600 | 0,2781 |
| USD | 5,3160 | 1 | 0,8560 | 0,7453 | 158,46 | 0,7962 | 1,3835 | 1,4798 |
| EUR | 6,2189 | 1,1681 | 1 | 0,8706 | 185,10 | 0,9299 | 1,6159 | 1,7286 |
| GBP | 7,1378 | 1,3418 | 1,1485 | 1 | 212,62 | 1,0682 | 1,8562 | 1,9856 |
| JPY | 3,35781 | 0,631134 | 0,54022 | 0,470356 | 1 | 0,5024 | 0,87315 | 0,93397 |
| CHF | 6,6831 | 1,2562 | 1,0753 | 0,9363 | 199,04 | 1 | 1,7380 | 1,8592 |
| CAD | 3,8456 | 0,7228 | 0,6187 | 0,5387 | 114,54 | 0,5755 | 1 | 1,0698 |
| AUD | 3,5967 | 0,6757 | 0,5784 | 0,5036 | 107,08 | 0,5379 | 0,9348 | 1 |
Os dados são da Investing.com.
Copiar o textoOs pagamentos são realizados preferencialmente na Poupança CAIXA ou conta CAIXA Tem
Baixar áudioA CAIXA inicia nesta quarta-feira (21), o pagamento do Bolsa Família referente ao mês de janeiro para os beneficiários com o Número de Identificação Social (NIS) terminado em 3.
Os pagamentos são realizados preferencialmente na Poupança CAIXA ou conta CAIXA Tem. Com a conta CAIXA Tem, os beneficiários podem pagar contas e fazer transferências diretamente pelo aplicativo no celular.
O benefício também pode ser movimentado com o cartão de débito da conta em comércios, Unidades Lotéricas, Correspondentes CAIXA Aqui, terminais de autoatendimento e Agências da CAIXA. Além disso, é possível realizar saques sem cartão nos terminais de autoatendimento e Unidades Lotéricas, utilizando a identificação biométrica previamente cadastrada em uma agência da CAIXA.
No aplicativo Bolsa Família é possível acompanhar as informações dos benefícios, além de receber atualizações e novidades sobre o programa.
Para baixar os aplicativos CAIXA Tem e Bolsa Família, basta acessar a loja de aplicativos do seu smartphone. É gratuito.
O Programa Bolsa Família é a transferência mensal de renda do maior programa social do Brasil, reconhecido por tirar milhões de famílias da fome. O modelo atual considera tamanho e características do núcleo familiar: lares com três ou mais pessoas tendem a receber valores maiores do que famílias unipessoais, reforçando a proteção social.
Além da renda, o Bolsa Família integra políticas públicas para ampliar acesso a saúde, educação e assistência social. O foco é promover dignidade e cidadania, articulando ações complementares (esporte, ciência, trabalho) para a superação da pobreza e a transformação social.
Para ter direito ao pagamento do Bolsa Família, a renda por pessoa da família deve ser de até R$ 218/mês.
Exemplo: 1 pessoa com salário mínimo (R$ 1.518) em família de 7 integrantes → renda per capita de R$ 216,85. Como está abaixo de R$ 218, a família é elegível ao benefício.
Mesmo inscrita no CadÚnico, a família só recebe quando for selecionada pelo sistema do programa. A inclusão é contínua e mensal, de forma automatizada, conforme os critérios de elegibilidade e a atualização cadastral.
Preciso estar no CadÚnico? Sim, é obrigatório para concorrer ao pagamento do Bolsa Família.
O valor é igual para todos? Não. O modelo considera o tamanho e o perfil familiar, podendo variar.
Cadastro feito = pagamento imediato? Não. A seleção é mensal e automatizada; a família come
Copiar o textoÍndice voltou a renovar a máxima histórica intradia durante a sessão, acima dos 166.467 pontos
Baixar áudioO Ibovespa fechou o pregão em alta de 0,87%, batendo o recorde nominal com 166.276 pontos, e voltou a renovar a máxima histórica intradia, aos 166.467 pontos, por volta das 14h. O desempenho do índice foi apoiado pelos “pesos-pesados” — Vale, Petrobras e bancos — e caminhou na contramão do exterior, com a desvalorização das bolsas de Nova York e dos títulos do Tesouro estadunidense (Treasuries) após a escalada das ameaças do presidente Donald Trump pela aquisição da Groenlândia.
As tensões geopolíticas que envolvem os EUA voltaram a pautar a sessão, em especial, a ambição americana por adquirir a Groenlândia, território autônomo da Dinamarca. Ações das bolsas de NY, Títulos do Tesouro e o próprio dólar tiveram forte recuo durante a sessão após Trump ameaçar impor tarifas a vários países europeus antes de reuniões de alto nível em Davos, na Suíça.
Junto a isso, a sessão intensa de vendas de títulos no Japão, decorrente da crescente preocupação da convocação de uma eleição antecipada pela primeira-ministra do país, também impactou os títulos americanos. Segundo analistas do setor, a perda de posições dos EUA nas bolsas e nos Títulos do Tesouro diante das tensões geopolíticas acaba contribuindo para a migração de capital para outros mercados. Eles explicam que, pela manutenção da taxa de juros em um patamar elevado, o Brasil cria um ambiente de diferencial de juros que estimula a atração do capital internacional.
Os “pesos-pesados” reverteram os desempenhos do início da sessão e passaram a apoiar o avanço do Ibovespa. Mesmo com o ritmo de ganhos limitado pela desvalorização do minério de ferro, as ações da Vale subiram mais de 1% com a entrada de capital estrangeiro decorrente das perdas nos EUA. A alta do petróleo também contribuiu para a valorização das ações da Petrobras, e os bancos também avançaram em bloco, com as atenções dos investidores voltadas para os desdobramentos do caso do Banco Master.
Confira as ações com melhor e pior desempenho no último fechamento:
Ações em alta no Ibovespa
Cia Celg de Participacoes - CELGPAR (GPAR3): +86,05
Banco do Estado do Rio Grande do Sul SA 6 % Conv Pfd A (BRSR5): +10,26%
Ações em queda no Ibovespa
Revee SA (RVEE3): -13,74%
Biomm SA (BIOM3): -12,41%
O volume total negociado na B3 foi de R$23.549.583.268, em meio a 3.569.243 negócios.
Os dados da bolsa podem ser consultados no site da B3.
O Ibovespa (Índice Bovespa) é o principal indicador do mercado acionário brasileiro. Calculado pela B3, ele reflete a média do desempenho das ações mais negociadas na bolsa, com base em critérios de volume e liquidez. O índice é composto por uma carteira teórica de ativos, que representa cerca de 80% do volume financeiro total negociado no mercado.
A B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) é a bolsa de valores oficial do Brasil, sediada em São Paulo. É responsável pela negociação de ações, derivativos, títulos públicos e privados, câmbio e outros ativos financeiros. A B3 está entre as maiores bolsas do mundo em infraestrutura e valor de mercado.
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Baixar áudioO dólar comercial encerrou o último pregão em alta de 0,31% frente ao real, cotado a R$5,38. O câmbio destoou da tendência externa, com o indicador DXY — que compara o dólar a uma cesta de seis divisas globais como euro e libra — apresentando queda de 0,78%. O desempenho da moeda estadunidense foi influenciado pela intensificação das ameaças do presidente Donald Trump de impor tarifas a países europeus em busca de adquirir o território da Groenlândia.
As tensões geopolíticas que envolvem os EUA voltaram a pautar a sessão, em especial, a ambição americana por adquirir a Groenlândia, território autônomo da Dinamarca. Ações das bolsas de NY, Títulos do Tesouro e o próprio dólar tiveram forte recuo durante a sessão, após Trump ameaçar impor tarifas a vários países europeus antes de reuniões de alto nível em Davos, na Suíça. Durante parte do dia, o dólar chegou a oscilar perto da estabilidade, alcançando os R$5,35.
Contudo, apesar da perda de desempenho da moeda estadunidense no exterior, a escalada das tensões geopolíticas gerou uma atmosfera de aversão a risco do mercado. Segundo analistas do setor, em casos como este, o mercado busca proteção e a imprevisibilidade contribui para a prevalência da aversão a risco.
O euro, por sua vez, encerrou a sessão em alta de 0,76%, cotado a R$6,30.
A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.
| Código | BRL | USD | EUR | GBP | JPY | CHF | CAD | AUD |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| BRL | 1 | 0,1860 | 0,1587 | 0,1385 | 29,4355 | 0,1469 | 0,2573 | 0,2761 |
| USD | 5,3760 | 1 | 0,8535 | 0,7447 | 158,24 | 0,7900 | 1,3834 | 1,4852 |
| EUR | 6,3012 | 1,1717 | 1 | 0,8725 | 185,41 | 0,9256 | 1,6208 | 1,7401 |
| GBP | 7,2227 | 1,3430 | 1,1462 | 1 | 212,51 | 1,0608 | 1,8577 | 1,9945 |
| JPY | 0,0340 | 0,0063 | 0,0054 | 0,0047 | 1 | 0,4992 | 0,0087 | 0,0094 |
| CHF | 6,8051 | 1,2659 | 1,0804 | 0,9426 | 200,31 | 1 | 1,7512 | 1,8799 |
| CAD | 3,8861 | 0,7229 | 0,6170 | 0,5383 | 114,39 | 0,5711 | 1 | 1,0735 |
| AUD | 3,6219 | 0,6734 | 0,5747 | 0,5014 | 106,56 | 0,5320 | 0,9315 | 1 |
Os dados são da Investing.com
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Baixar áudioPela primeira vez na história, uma delegação latino-americana exclusivamente formada por mulheres líderes participa de uma agenda estruturada de debates paralelos ao Fórum Econômico Mundial, em Davos. A iniciativa é liderada por Geovana Quadros, fundadora da Plataforma Mulheres Inspiradoras, maior ecossistema de alta liderança feminina do Brasil e da América Latina, em parceria com o Banco da Amazônia.
A delegação reúne executivas, empresárias e lideranças brasileiras em posições estratégicas para discutir temas como liderança, capital, sustentabilidade, governança e nova economia, conectando a perspectiva latino-americana às principais agendas globais em curso durante o Fórum.
No dia 19 de janeiro, o grupo promoveu um encontro exclusivo em Davos com um painel de debates que reuniu representantes do setor financeiro, corporativo e institucional, incluindo Banco da Amazônia, iFood e BRICS CCI Índia. O objetivo foi ampliar a presença feminina latino-americana nos espaços onde decisões globais são influenciadas e traduzir essas discussões em caminhos concretos para o Brasil.
“Estar em Davos não é sobre visibilidade, é sobre presença estratégica. A América Latina precisa estar representada por lideranças que vivem a realidade dos mercados emergentes e participam ativamente da construção das soluções globais. Essa delegação nasce com esse propósito”, afirma Geovana Quadros, fundadora da Plataforma Mulheres Inspiradoras e idealizadora da missão.
A iniciativa é assinada pelo Banco da Amazônia, parceiro estratégico da delegação, que reforça seu compromisso com a sustentabilidade, a inclusão produtiva e o fortalecimento da liderança feminina, especialmente nos territórios amazônicos. O banco tem ampliado sua atuação em programas voltados à nova economia, às finanças sustentáveis e ao desenvolvimento de mulheres empreendedoras.
“Participar dessa agenda global é uma forma de conectar a Amazônia, o Brasil e as mulheres líderes aos debates internacionais sobre desenvolvimento sustentável e impacto real”, destaca Ruth Helena Lima, executiva do Banco da Amazônia.
A Missão Mulheres Inspiradoras em Davos integra uma estratégia maior da plataforma, que é parceira da ONU Mulheres e BRICs CCI e que atua há dez anos conectando mulheres em posições de decisão, promovendo educação executiva, premiações nacionais e internacionais, missões internacionais e fóruns de alto nível no Brasil e no exterior.
Com essa iniciativa, o Brasil passa a marcar presença em Davos não apenas por meio de governos e grandes corporações, mas também por uma liderança feminina organizada, articulada e com voz ativa nos principais fóruns globais.
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Copiar o textoInstituição representa a Amazônia em discussões globais sobre inovação e inclusão produtiva
Baixar áudioO Banco da Amazônia participa, entre os dias 19 e 23 de janeiro, da 56ª edição do Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça. A presença da instituição reforça o posicionamento do Banco como agente estratégico de fomento ao desenvolvimento sustentável da Amazônia, ao diálogo internacional e à articulação com lideranças globais dos setores público e privado.
Durante a programação, o Banco da Amazônia terá participação em painel próprio, além de uma série de reuniões bilaterais com representantes de governos, organismos multilaterais, empresas globais e líderes do ecossistema de inovação, sustentabilidade e financiamento ao desenvolvimento.
A participação do Banco da Amazônia em Davos evidencia o papel da instituição como interlocutora da Amazônia no cenário global, promovendo debates sobre financiamento verde, inclusão produtiva, inovação, bioeconomia e desenvolvimento regional sustentável. A agenda contempla ainda o fortalecimento de parcerias estratégicas e a aproximação com centros globais de decisão econômica e financeira.
Ao integrar as discussões do Fórum Econômico Mundial, o Banco reafirma seu compromisso com uma Amazônia economicamente forte, socialmente inclusiva e ambientalmente responsável, conectando a região aos grandes temas que moldam o futuro da economia mundial.
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Com o tema “Um Espírito de Diálogo”, o Fórum Econômico Mundial reúne líderes políticos e dirigentes de empresas das principais economias mundiais. O fórum contará com a participação de mais de 3 mil delegados de mais de 130 países.
Copiar o textoÍndice mostrou aumento frente à 1ª quadrissemana e acumula variação de 4,43% em 12 meses
Baixar áudioDivulgado nesta segunda-feira (19) pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), o Índice de Preços ao Consumidor - Semanal (IPC-S) da segunda quadrissemana de janeiro subiu 0,43%, acima dos 0,40% de crescimento observado na primeira quadrissemana do mês. O índice acumula variação de 4,43% nos últimos 12 meses. Quatro dentre as sete capitais pesquisadas apresentaram aceleração em suas taxas de inflação.
A maior variação positiva foi observada em Recife (1,08%), impulsionado, principalmente, pelos preços de passagem aérea, que variaram 13,50%. Em contrapartida, Brasília (-0,20%) registrou a maior taxa de variação negativa, também por influência das passagens aéreas (-10,0%).
IPC-S da 2ª quadrissemana de janeiro nas sete capitais:
O IPC-S atua como um medidor a curto prazo da inflação para famílias de renda entre um e 33 salários mínimos, e pode auxiliar na identificação de tendências. O período avaliado pelo índice corresponde às quatro semanas entre os dias 15 de dezembro de 2025 e 15 de janeiro de 2026.
Com informações da FGV.
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Baixar áudioNos primeiros 15 dias de 2026, as despesas públicas brasileiras já ultrapassaram R$233 bilhões, segundo dados da plataforma Gasto Brasil. A ferramenta foi desenvolvida pela Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB), em parceria com a Associação Comercial e Empresarial de São Paulo (ACSP). Do total apurado, R$94,7 bilhões correspondem a gastos da União, R$65,9 bilhões dos estados e do Distrito Federal e R$72,6 bilhões dos municípios.
Os números foram consolidados às 18h30 da última quinta-feira (15) e abrangem despesas com pessoal e encargos sociais, investimentos, inversões financeiras e outros gastos correntes.
Na comparação com a arrecadação de impostos registrada pelo Impostômetro, também às 18h30 do dia 15, o Gasto Brasil aponta que a despesa pública (R$233 bilhões) superou a receita, que somou R$203,7 bilhões. O Impostômetro contabiliza todos os tributos arrecadados pelas três esferas de governo, incluindo impostos, taxas, contribuições, multas, juros e correção monetária.
Em nota, a CACB defende a necessidade de uma reforma administrativa no Estado para melhorar o planejamento e a eficiência das ações governamentais. “Também deve haver incentivo a mecanismos de controle com o teto de gastos, além de critérios claros de investimento. A ausência de reformas estruturais compromete a sustentabilidade das contas públicas e afeta diretamente a capacidade do Estado”, afirma a entidade.
Para o economista André Galhardo, o avanço do gasto público este ano indica que o país poderá ficar sem margem para despesas discricionárias em 2027 — aquelas não obrigatórias, voltadas ao custeio e aos investimentos.
“Algumas despesas ainda seguem um ritmo mais acelerado do que o arcabouço determina. Esse é o grande risco fiscal pelo qual o Brasil passa. Os gastos com previdência, por exemplo, crescem num ritmo muito superior ao que é permitido. Então, eles vão ocupando o espaço que antes era ocupado por outro tipo de despesa, que são as despesas discricionárias. De modo geral, a aceleração desses gastos pode diminuir a capacidade do Estado de investir”, analisa.
De acordo com o Gasto Brasil, as despesas com a Previdência já somavam R$77,2 bilhões até o fechamento da reportagem, na segunda-feira (19).
A elevação dos gastos públicos, aliada à alta carga tributária, também pressiona o setor produtivo e afeta a geração de empregos, segundo o vice-presidente jurídico da CACB, Anderson Trautman.
“Infelizmente, o ônus tributário cresce à medida que, obviamente, há um descontrole do gasto público. Se nós fôssemos mais eficientes, precisaríamos de um custo tributário menor. Não é o que ocorre, ocorre o inverso”, afirma.
A plataforma Gasto Brasil reúne, em um único portal, informações sobre as despesas primárias pagas por todos os entes federativos — União, estados, Distrito Federal e municípios. A ferramenta também é capaz de identificar eventuais defasagens de informação por parte dos entes subnacionais.
Para garantir precisão e confiabilidade dos dados, o Gasto Brasil adota uma metodologia baseada em atualizações e revisões contínuas, dividida em três etapas:
A coleta é realizada por meio de integrações com a Secretaria do Tesouro Nacional (STN), que fornece os registros das despesas efetivamente pagas pelos entes públicos.
Os números podem ser acompanhados em tempo real no site gastobrasil.com.br.
VEJA MAIS:
Copiar o textoOs pagamentos são realizados preferencialmente na Poupança CAIXA ou conta CAIXA Tem
Baixar áudioA CAIXA inicia nesta terça-feira (20), o pagamento do Bolsa Família referente ao mês de janeiro para os beneficiários com o Número de Identificação Social (NIS) terminado em 2.
Os pagamentos são realizados preferencialmente na Poupança CAIXA ou conta CAIXA Tem. Com a conta CAIXA Tem, os beneficiários podem pagar contas e fazer transferências diretamente pelo aplicativo no celular.
O benefício também pode ser movimentado com o cartão de débito da conta em comércios, Unidades Lotéricas, Correspondentes CAIXA Aqui, terminais de autoatendimento e Agências da CAIXA. Além disso, é possível realizar saques sem cartão nos terminais de autoatendimento e Unidades Lotéricas, utilizando a identificação biométrica previamente cadastrada em uma agência da CAIXA.
No aplicativo Bolsa Família é possível acompanhar as informações dos benefícios, além de receber atualizações e novidades sobre o programa.
Para baixar os aplicativos CAIXA Tem e Bolsa Família, basta acessar a loja de aplicativos do seu smartphone. É gratuito.
O Programa Bolsa Família é a transferência mensal de renda do maior programa social do Brasil, reconhecido por tirar milhões de famílias da fome. O modelo atual considera tamanho e características do núcleo familiar: lares com três ou mais pessoas tendem a receber valores maiores do que famílias unipessoais, reforçando a proteção social.
Além da renda, o Bolsa Família integra políticas públicas para ampliar acesso a saúde, educação e assistência social. O foco é promover dignidade e cidadania, articulando ações complementares (esporte, ciência, trabalho) para a superação da pobreza e a transformação social.
Para ter direito ao pagamento do Bolsa Família, a renda por pessoa da família deve ser de até R$ 218/mês.
Exemplo: 1 pessoa com salário mínimo (R$ 1.518) em família de 7 integrantes → renda per capita de R$ 216,85. Como está abaixo de R$ 218, a família é elegível ao benefício.
Mesmo inscrita no CadÚnico, a família só recebe quando for selecionada pelo sistema do programa. A inclusão é contínua e mensal, de forma automatizada, conforme os critérios de elegibilidade e a atualização cadastral.
Preciso estar no CadÚnico? Sim, é obrigatório para concorrer ao pagamento do Bolsa Família.
O valor é igual para todos? Não. O modelo considera o tamanho e o perfil familiar, podendo variar.
Cadastro feito = pagamento imediato? Não. A seleção é mensal e automatizada; a família come
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