Agronegócios
16/12/2022 03:00h

Em Goiânia, o produto é vendido à vista a R$ 271

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A cotação da arroba do boi gordo começou a sexta-feira (16) com alta de 0,94% e o produto é negociado a R$ 296,45 em São Paulo. Em Goiânia, o produto é vendido à vista a R$ 271. Já em Barretos e Araçatuba, em São Paulo, a arroba é comercializada a R$ 276. 

O preço do quilo do frango congelado caiu 0,38% e produto é vendido a R$ 7,81. O preço do quilo do frango resfriado caiu 0,13% e a mercadoria é comercializada a R$ 7,91

No mercado financeiro, o preço da carcaça suína especial ficou estável e o produto é negociado a R$ 11,11. Em Minas Gerais, o suíno vivo é vendido a R$ 7,66. No Paraná, o produto é comercializado à vista a R$ 6,76. Os valores são do Canal Rural e Cepea.
 

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Agronegócios
16/12/2022 03:00h

O café robusta teve queda no valor

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A saca de 60 quilos do café arábica começou a sexta-feira (16) com alta no preço e é vendida a 1.045,13 na cidade de São Paulo. O café robusta teve queda no valor. O produto caiu 0,62% e a saca é comercializada a R$ 704,74 para retirada no Espírito Santo. 

O açúcar cristal teve variação positiva de 0,01% no preço e o produto é vendido a R$ 139,35 em São Paulo. Em Santos, no litoral paulista, o valor da saca de 50 quilos, sem impostos, caiu 0,45% e a mercadoria é comercializada a R$ 138,60

No mercado financeiro, o preço da saca de 60 quilos do milho teve queda de 0,14% e é negociada a R$ 85,91. Os valores são do Canal Rural e Cepea.

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14/12/2022 03:00h

A cotação da arroba do boi gordo começou a quarta-feira (14) com queda de 2,53% e o produto é negociado a R$ 291,25 em São Paulo.

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A cotação da arroba do boi gordo começou a quarta-feira (14) com queda de 2,53% e o produto é negociado a R$ 291,25 em São Paulo. Em Goiânia, o produto é vendido à vista a R$ 271. Já em Barretos e Araçatuba, em São Paulo, a arroba é comercializada a R$ 276. 

O preço do quilo do frango congelado ficou estável e o produto é vendido a R$ 7,90. O preço do quilo do frango resfriado também não teve alteração e a mercadoria é comercializada a R$ 8,01

No mercado financeiro, o preço da carcaça suína especial teve alta de 0,45% e o produto é negociado a R$ 11,11. Em Minas Gerais, o suíno vivo é vendido a R$ 7,55. No Paraná, o produto é comercializado à vista a R$ 6,76. Os valores são do Canal Rural e Cepea.

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14/12/2022 03:00h

A saca de 60 quilos do café arábica começou a quarta-feira (14) com alta no preço e é vendida a 1.023,87 na cidade de São Paulo.

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A saca de 60 quilos do café arábica começou a quarta-feira (14) com alta no preço e é vendida a 1.023,87 na cidade de São Paulo. O café robusta também teve alta no valor. O aumento foi de 1,53% e a saca é comercializada a R$ 694,24 para retirada no Espírito Santo. 

O açúcar cristal teve variação negativa de 0,12 % no preço e o produto é vendido a R$ 139,17 em São Paulo. Em Santos, no litoral paulista, o valor da saca de 50 quilos, sem impostos, caiu 0,04% e a mercadoria é comercializada a R$ 135,84.

No mercado financeiro, o preço da saca de 60 quilos do milho teve queda de 0,17% e é negociada a R$ 86,00. Os valores são do Canal Rural e Cepea. 

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12/12/2022 19:15h

Outros 1,4 milhão de imunizantes devem chegar nesta segunda-feira (12)

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Mais de 1,6 milhão de doses bivalentes BA1 desembarcaram no aeroporto de Viracopos, em Campinas, na noite do último domingo (11). Segundo o Ministério da Saúde, nesta segunda-feira (12), devem chegar outros 1,4 milhão de imunizantes. A Pfizer, fabricante das doses, tem contrato assinado com o governo federal para a entrega de todas as vacinas disponíveis aprovadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). 

A pasta da Saúde informou que vai divulgar nos próximos dias uma nota técnica com todas as orientações sobre distribuição, aplicação e público-alvo. As doses protegem contra a variante Ômicron original e a variante BA1 . Em breve, o Brasil deve receber imunizantes adaptados às variantes Ômicron BA4 e BA5.

De acordo com estudos clínicos da fabricante, as vacinas bivalentes mostraram induzir resposta imunológica robusta para as variantes Ômicron em circulação e para outras variantes de preocupação, incluindo o vírus original. As vacinas bivalentes também mantêm bom perfil de segurança e tolerabilidade, como explica a diretora médica da Pfizer Brasil, Adriana Ribeiro. 

“As vacinas bivalentes adaptadas à Ômicron são uma combinação da vacina de Covid-19 da Pfizer Biontech, que é usada atualmente, mais a vacina adaptada à Ômicron, e elas agem induzindo nosso sistema imunológico a produzir células de defesa contra esses vírus. Ao incluir o RNA, o objetivo é que a gente consiga prover uma proteção mais ampla contra as variantes de preocupações atuais e emergentes e futuras que podem ser mais parecidas com as variantes originais ou com as da Ômicron.” 

Segundo o governo federal, o primeiro lote das vacinas bivalentes, com cerca de 1,4 milhão de doses, desembarcou no Brasil no dia 9 de dezembro. Desde lá, mais de 3,1 milhões de imunizantes já chegaram ao país. O Ministério da Saúde reforça que as vacinas disponíveis nas unidades de saúde são eficazes para a proteção contra o coronavírus. 

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12/12/2022 04:30h

Em entrevista ao Portal Brasil 61, o advogado previndenciarista, Átila Abella explica sobre a revisão de cálculo da renda mensal inicial dos benefícios oferecidos pelo INSS

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No começo deste mês, o Supremo Tribunal Federal (STF) aprovou a revisão de cálculo da renda inicial dos benefícios oferecidos pelo INSS, a chamada revisão da vida toda. A proposta  considera todo o período de contribuição dos segurados e não somente as contribuições feitas após a criação do Plano Real, em 1994. Mas há limitações para quem tem de fato o direito ao benefício.
Em entrevista ao Portal Brasil 61, o advogado previdenciarista, Átila Abella, explica os detalhes de quem pode pedir a revisão de cálculo, como fazer a solicitação, quais são os benefícios previstos e como não cair em golpes.

Brasil 61 - O que é e quem tem direito à revisão da vida toda?

Átila Abella - Por mais que exista uma euforia, um otimismo geral no meio previdenciário, em especial dos beneficiários do INSS, tenho que ser claro que a revisão da vida toda não é uma revisão que possa beneficiar todo e qualquer aposentado ou qualquer pessoa que esteja pensando em se aposentar. Ela é bem específica. Trata-se de uma revisão de cálculo da renda mensal inicial de quem se aposentou depois de 1999, na vigência da Lei 9.876. E antes da reforma da previdência. Ou seja, para quem se aposentou depois de dezembro de 99 e antes de novembro de 2019. Também é importante deixar claro que não é para quem ainda não tenha sido atingido pela decadência, ou seja, para quem está recebendo o benefício há mais de 10 anos. Como a revisão visa incluir no cálculo da aposentadoria as contribuições anteriores a julho de 1994, a vida toda é a revisão que deve ser feita. 

BR 61 - Como os beneficiários podem solicitar a revisão da vida toda?

AA - O primeiro requisito é já ter o direito antes da reforma de 2019. O segundo é estar recebendo o benefício a menos de 10 anos.  E o terceiro é ter contribuições anteriores a junho de 94. Quem se encaixa nesses requisitos, a única alternativa é buscar um advogado de confiança porque para separar quem tem direito de quem efetivamente tem uma vantagem financeira, só com o cálculo especializado. Pegar os documentos, pegar os extratos do INSS ou carta de concessão e fazer um recálculo. Isso é feito por meio de um advogado especializado em direito previdenciário. Estamos falando de um cálculo que, o que é mais importante no cálculo da renda mensal inicial do benefício, é a média contributiva. O que a vida toda faz, simplificando, tira o marco inicial temporal de junho de 94 e deixa que a pessoa apure as contribuições da vida inteira. Todos, sempre que tiveram alguma dúvida jurídica, com previdência não se brinca porque qualquer tipo de prejuízo é vitalício. É mensal e vitalício. 

BR 61 - Quais são os benefícios do INSS garantidos pela revisão?

AA - Na verdade, essa é uma vantagem da vida toda. Todo e qualquer benefício que levou em conta a média e não tenha levado em conta as contribuições anteriores. Alguns não valem a pena. Por exemplo, uma pessoa recebeu um auxílio doença por alguns poucos meses, nesse caso, talvez não seja pertinente o processo para recuperar. Às vezes existe a viabilidade jurídica, mas não existe a viabilidade econômica do processo. Só quem pode separar o que vale do que não vale é o advogado previdenciarista. 

BR 61 - Como evitar cair em golpes?

AA - Há muitos golpes de oportunistas dizendo que não é preciso  ter advogado para fazer o processo. As pessoas na euforia acabam fazendo. Depois corre o risco do que vão fazer com os dados enviados. A revisão da vida toda contraria a lógica da evolução salarial das pessoas. A pessoa geralmente ganha mais no final da carreira, vai ganhando mais com o tempo. A vida toda tenta prestigiar maiores salários no início. 

Confira a entrevista completa

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11/12/2022 14:18h

Não há previsão de liberação pelo Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná (DER/PR)

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O Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná (DER/PR) vai manter o bloqueio da Estrada da Graciosa (PR-410), no Litoral, devido a danos no pavimento verificados após os deslizamentos de terra na última semana. Segundo o DER paranaense, não há previsão de liberação. 

De acordo com informações do órgão estadual, o bloqueio entre o km 6 e o km 16 tem barreiras físicas e apoio do Batalhão de Polícia Rodoviária da Polícia Militar do Paraná. A rodovia apresenta uma trinca de aproximadamente 50 metros no pavimento no km 7. O processo para contratação emergencial de empresa para os serviços de recuperação do local já está em tramitação

No Nordeste do país, o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) revitalizou 27 quilômetros de pavimento da BR- 232, no estado de Pernambuco. Os serviços de revestimento do asfalto e a implantação da sinalização foram feitos no trecho do km 468 ao km 495 da rodovia, entre os municípios de Mirandiba e Verdejante.
 

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11/12/2022 14:11h

Publicação inédita do IBGE busca classificar, interpretar e visualizar o potencial natural dos solos para a agricultura

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Um estudo inédito publicado pelo IBGE aponta que quase um terço (32%) da área do território nacional apresenta boa (30%) ou muito boa (2%) potencialidade ao desenvolvimento agrícola. Outros 33% da área territorial apresentam potencialidade moderada à extensão da agricultura. Os dados fazem parte do Mapa de Potencialidade Agrícola Natural das Terras do Brasil, estudo que busca classificar, interpretar e visualizar o potencial natural dos solos para a agricultura.

Segundo o IBGE, o objetivo da pesquisa é contribuir para o melhor entendimento dos solos do Brasil por meio de classificação interpretativa, com foco nos potenciais e limitações. O levantamento foi elaborado com base nos recursos naturais, sobretudo solo e relevo, e como eles podem favorecer o setor agrícola brasileiro. 

“Os critérios que a gente utilizou foram selecionados a partir das informações do relevo e solo presentes no mapeamento, as informações que poderiam limitar ou favorecer o uso agrícola. Foram utilizadas basicamente informações de topografia e as características de solo, como profundidade, fertilidade natural, tipo das argilas, oscilação de água em profundidade”, explica o analista da pesquisa, Daniel Pontoni.

A pesquisa do IBGE apontou ainda as áreas com restrições ao desenvolvimento da agricultura, o que representa 21% do território. Segundo o instituto, são locais com relevos acidentados, com problemas de fertilidade e mecanização. O último dado do levantamento revela que os locais com restrições muito fortes ao uso agrícola somam 11% do país.

Potencial econômico

Na avaliação do economista César Bergo, o grande potencial produtivo agrícola do Brasil, como demonstrado pelo estudo do IBGE, abre oportunidade para formalizar uma estratégia nacional econômica e social. Para Bergo, o crescimento da produção agrícola depende de ações da sociedade, seja diretamente pelos produtores e trabalhadores, seja por serviços técnicos e disponibilidade de insumos. 

“A cadeia de produção e abastecimento para uma alimentação não só local, mas mundial, sem dúvida é o principal desafio para o mundo neste século, e o Brasil é um dos grandes players do planeta nessa área. A agropecuária brasileira já é um dos pilares da segurança alimentar no mundo inteiro, e vai continuar nas próximas décadas sustentada, inclusive, por essas informações importantes relacionadas a essas áreas de plantio”, comenta o economista.

Um dos principais segmentos da economia brasileira, o agronegócio tem previsão de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de até 2,5% para o ano que vem, segundo estimativa divulgada em dezembro (08) pela Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária (CNA). Para este ano, o setor terá queda de 4,1%. 
 

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10/12/2022 19:03h

Sol predomina em poucas áreas do Sudeste e Nordeste no sábado e no domingo

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A chuva vai predominar em boa parte do país neste fim de semana. O Sul, extremo oeste e parte da área central do Brasil concentram os maiores volumes no sábado e no domingo. Em Palmas, muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas isoladas. A máxima na capital do Tocantins será de 32ºC, e a mínima de 24ºC. Previsão semelhante em Rio Branco, no Acre, onde a temperatura também pode chegar aos 32ºC.

Já o sol toma conta de quase toda a região Sudeste, no interior do Nordeste e em parte do Mato Grosso do Sul. A máxima em Campo Grande pode chegar a 33ºC, e a mínima deve ficar em 23ºC. Sol forte no Rio de Janeiro, com previsão de máxima de 32ºC. No Nordeste, muitas nuvens com possibilidade de chuvas isoladas, tanto no sábado quanto no domingo, em Maceió, Recife e João Pessoa. Em Teresina, a máxima pode chegar aos 36ºC. 

No domingo, a chuva se estende por parte do estado de Minas Gerais e chega até o Espírito Santo. Vitória terá muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas isoladas, e a máxima pode chegar aos 32ºC. Todo o estado de São Paulo deve ter sol durante o final de semana.  

As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia. 
 

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09/12/2022 04:00h

Segundo a Aneel, subsídios representam 12,59% da tarifa média paga nas residências

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Com vista à transparência das informações das contas de energia, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) lançou nesta semana o “Subsidiômetro”, ferramenta digital que permite que o consumidor conheça os subsídios embutidos na fatura.Também será informado o  impacto  no valor final. O consumidor saberá ainda quem se beneficia com os valores arrecadados. Até novembro deste ano, os brasileiros pagaram cerca de R$ 25,8 bilhões, que representam 12,59% da tarifa média paga nas residências. 

A plataforma facilita o entendimento dos subsídios aplicados à tarifa de uma distribuidora específica e permite ainda configuração por ano, região e estado. Há informações sobre o impacto percentual no valor médio das tarifas residenciais do ano contemplado; as distribuidoras que mais recolhem subsídios dos seus consumidores e aquelas que mais recebem os valores arrecadados para a aplicação das políticas públicas; além de explicações sobre os critérios utilizados para apuração dos valores apresentados.

A maior parte custeia a Conta de Desenvolvimento Energético (CDE), fundo setorial que tem como objetivo prover recursos para políticas públicas do setor elétrico, como a Tarifa Social, por exemplo, benefício que é concedido aos consumidores que se enquadram em programas sociais. Nos últimos cinco anos, segundo a Aneel, o orçamento da CDE passou de R$ 17 bilhões para R$ 32 bilhões.

“O elevado custo da CDE e dos subsídios como um todo tem limitado o papel da energia elétrica como vetor de ganho de produtividade, competitividade e bem-estar social. Não enfrentar esse problema de frente é prejudicar o desenvolvimento social e econômico do país, além de ampliar as desigualdades regionais, sociais e econômicas. Esta pauta é de interesse nacional”, avalia o diretor-geral da Aneel, Sandoval Feitosa. 

O deputado federal Alexis Fonteyne (Novo-SP) concorda com a avaliação de Feitosa. Para o parlamentar, o peso das despesas cai em cima do setor industrial. “Tem, sim, limitado muito o ganho de produtividade porque manda-se a conta de subsídios setoriais para toda uma produção. Muitas vezes a produção industrial acaba pagando conta muito cara na indústria de transformação”, diz. 

Mercado livre de energia

Tramita no Congresso Nacional o projeto de lei 414/2021, que visa o aprimoramento do modelo regulatório e comercial do segmento com vista à expansão do mercado livre. A proposta abrange temas da modernização, como a redução de encargos tributários para diminuir o peso da energia elétrica.

Fonteyne enxerga no PL a possibilidade de mais liberdade para o consumidor. “Somos muito favoráveis. Dá opção ao consumidor escolher sua fonte, quem vai fornecer a energia elétrica, como ocorre na telefonia celular. Somos a favor porque aumenta a competição, cobra-se resultado, melhora a performance”, destaca. 

Em março deste ano, parlamentares decidiram criar uma comissão especial para análise da matéria. O relator é o deputado Fernando Coelho Filho (UNIÃO-PE). 
 

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