22/01/2026 04:55h

Os pagamentos são realizados preferencialmente na Poupança CAIXA ou conta CAIXA Tem

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A CAIXA inicia nesta quinta-feira (22), o pagamento do Bolsa Família referente ao mês de janeiro para os beneficiários com o Número de Identificação Social (NIS) terminado em 4. 

Os pagamentos são realizados preferencialmente na Poupança CAIXA ou conta CAIXA Tem. Com a conta CAIXA Tem, os beneficiários podem pagar contas e fazer transferências diretamente pelo aplicativo no celular.

O benefício também pode ser movimentado com o cartão de débito da conta em comércios, Unidades Lotéricas, Correspondentes CAIXA Aqui, terminais de autoatendimento e Agências da CAIXA. Além disso, é possível realizar saques sem cartão nos terminais de autoatendimento e Unidades Lotéricas, utilizando a identificação biométrica previamente cadastrada em uma agência da CAIXA.

No aplicativo Bolsa Família é possível acompanhar as informações dos benefícios, além de receber atualizações e novidades sobre o programa.

Para baixar os aplicativos CAIXA Tem e Bolsa Família, basta acessar a loja de aplicativos do seu smartphone. É gratuito.  

O que é Bolsa Família

O Programa Bolsa Família é a transferência mensal de renda do maior programa social do Brasil, reconhecido por tirar milhões de famílias da fome. O modelo atual considera tamanho e características do núcleo familiar: lares com três ou mais pessoas tendem a receber valores maiores do que famílias unipessoais, reforçando a proteção social.

Pagamento do Bolsa Família: objetivos do programa

Além da renda, o Bolsa Família integra políticas públicas para ampliar acesso a saúde, educação e assistência social. O foco é promover dignidade e cidadania, articulando ações complementares (esporte, ciência, trabalho) para a superação da pobreza e a transformação social.

Quem tem direito ao pagamento do Bolsa Família

Para ter direito ao pagamento do Bolsa Família, a renda por pessoa da família deve ser de até R$ 218/mês.

Exemplo: 1 pessoa com salário mínimo (R$ 1.518) em família de 7 integrantes → renda per capita de R$ 216,85. Como está abaixo de R$ 218, a família é elegível ao benefício.

Como receber o pagamento do Bolsa Família (passo a passo)

  1. Inscrição no CadÚnico: mantenha dados corretos e atualizados.
  2. Onde se cadastrar: procure o CRAS ou postos municipais de assistência social.
  3. Documentos: CPF ou título de eleitor.
  4. Seleção mensal automatizada: estar no CadÚnico não garante entrada imediata. Todos os meses o programa identifica e inclui novas famílias que passam a receber o pagamento Bolsa Família.

Quando começa o pagamento Bolsa Família após o cadastro?

Mesmo inscrita no CadÚnico, a família só recebe quando for selecionada pelo sistema do programa. A inclusão é contínua e mensal, de forma automatizada, conforme os critérios de elegibilidade e a atualização cadastral.

Dicas para manter o pagamento do Bolsa Família em dia

  • Atualize o CadÚnico sempre que houver mudança (endereço, renda, composição familiar).
  • Acompanhe o calendário oficial de pagamento e as comunicações do município/CRAS.
  • Guarde seus comprovantes e verifique regularmente a situação do benefício nos canais oficiais.

Bolsa Família: perguntas rápidas (FAQ)

Preciso estar no CadÚnico? Sim, é obrigatório para concorrer ao pagamento do Bolsa Família.

O valor é igual para todos? Não. O modelo considera o tamanho e o perfil familiar, podendo variar.

Cadastro feito = pagamento imediato? Não. A seleção é mensal e automatizada; a família come

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22/01/2026 04:35h

Medida atende determinação do Tribunal de Contas da União (TCU) e reforça controle da atualização de dados previdenciários

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O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) criou uma coordenação específica para fiscalizar e aplicar multas administrativas a cartórios que omitirem registros civis de óbitos e nascimentos, bem como casamentos, averbações e retificações. A medida pode arrecadar até R$ 14 bilhões. A iniciativa é inédita e atende a uma determinação do Tribunal de Contas da União (TCU). 

A justificativa é de que a falta de informações dos registros civis impacta diretamente a Previdência Social, podendo ocasionar o pagamento indevido de benefícios.

Conforme o Instituto, a implementação da novidade também fortalece a atuação do órgão no controle sobre a atualização de dados previdenciários. 

Com a criação da nova coordenação, o INSS passa a estruturar a cobrança das multas administrativas. Os valores variam de R$ 636,17 a R$ 3.180,85 por infração.

Pela legislação vigente, os cartórios de Registro Civil de Pessoas Naturais são obrigados a comunicar ao INSS, por meio do Sistema Nacional de Informações de Registro Civil (Sirc), dentro dos prazos estabelecidos, todos os nascimentos, óbitos, casamentos, averbações e retificações. As informações são relevantes para manter a base de dados atualizada e prevenir a concessão irregular de benefícios

Balanço de autos de infração contra cartórios 

Em nota, o INSS informou que apenas nos últimos cinco anos foram lavrados cerca de 4,4 milhões de autos de infração contra cartórios de todo o país pelo descumprimento da obrigação legal. 

Conforme o Instituto, até então as penalidades previstas não estavam sendo efetivamente cobradas.


 

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22/01/2026 04:25h

Monitor do PIB-FGV mostra crescimento em novembro após dois meses seguidos de queda; Consumo das famílias volta a acelerar

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Publicado nesta quarta-feira (21) pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), o Monitor do PIB-FGV de novembro de 2025 mostrou crescimento de 1,1% da atividade econômica brasileira em comparação com outubro, na série com ajuste sazonal, após dois meses consecutivos de queda. A estimativa da FGV é de que o PIB em valores correntes, no acumulado até novembro, tenha sido de R$11,58 trilhões.

Em comparação ao mês de novembro de 2024, o crescimento foi de 1,9%, enquanto a comparação entre os trimestres finalizados em novembro dos dois anos mostrou 1,5% no período mais recente. A taxa acumulada em 12 meses foi de 2,2%.

Segundo a economista do IBRE e coordenadora da pesquisa, Juliana Trece, a atividade econômica em novembro rompeu com a tendência de queda dos últimos dois meses pois atividades como indústria de transformação, do comércio e dos investimentos (formação bruta de capital fixo) mostraram recuperação após meses de queda, mesmo com a continuidade do enfraquecimento de atividades como transporte e serviços de informação.

O Monitor do PIB-FGV é um indicador que estima mensalmente o Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil em volume, tendo como base a mesma metodologia das Contas Nacionais Trimestrais (CNT) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). É utilizado para antecipar as tendências do PIB e de seus componentes durante o trimestre.

 

Comparações por trimestre

 

O consumo das famílias voltou a apresentar crescimento mais forte (+1,2%) no trimestre finalizado em novembro, após um período de estabilidade e desaceleração desde o final de 2024. O avanço se dá pelo fim das contribuições negativas no consumo de duráveis e de não duráveis, que penalizam o desempenho do consumo ao longo do ano, e pelo aumento mais intenso do consumo de serviços.

“Embora o consumo das famílias não tenha apresentado expressiva contribuição positiva em novembro, permaneceu com taxa em campo positivo, o que também contribuiu para um bom desempenho da economia. Mesmo permanecendo pressionada com os altos juros ao longo do ano, a economia voltou a ter um crescimento mais robusto em novembro”, complementou a economista Juliana Trece.

A Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF) seguiu em desaceleração de crescimento (+1,3%) no trimestre, com contribuições negativas do segmento de máquinas e equipamentos. Além desse, o segmento da construção tem registrado taxas cada vez menores — ainda que positivas — nos últimos três trimestres móveis.

O crescimento da Exportação (+8,8%) seguiu em ampliação durante o ano, tendo contribuições positivas de todos os subtipos. No último trimestre, a significativa redução da contribuição das exportações da extrativa mineral — ainda em patamares positivos — foi compensada pelo aumento das exportações de produtos agropecuários, bens intermediários, bens de capital e de serviço.

Por fim, o crescimento das Importações (4,0%) acelerou no trimestre, puxado pelas importações de bens de capital e de consumo. O índice cresceu a despeito da contribuição negativa das importações da extrativa mineral e de serviços.

As informações são da Fundação Getúlio Vargas.

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22/01/2026 04:20h

Os gestores também devem observar as regras de indicação de beneficiários, bem como a resolução de impedimentos técnicos

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Os gestores públicos municipais devem estar atentos às regras sobre a execução de emendas parlamentares previstas na Portaria Conjunta MPO/MGI/SRI-PR nº 2/2026, publicada no Diário Oficial da União (DOU).

A relevância da norma para as prefeituras se deve à necessidade de compreender o regramento das indicações na execução das emendas individuais, de bancada estadual e de comissão do Congresso Nacional. O intuito da medida é orientar os entes locais a promover maior transparência e rastreabilidade no processo de execução.

Diante disso, a Confederação Nacional de Municípios (CNM) recomenda que prefeitos e parlamentares considerem as reais necessidades das cidades, a fim de que os recursos sejam aplicados de forma mais eficiente.

De acordo com a entidade, o texto também contém direcionamentos para resolver impedimentos técnicos, seguindo dispositivos estabelecidos na Constituição Federal, na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e na Lei Orçamentária Anual (LOA).

“O texto traz detalhes em relação à indicação de beneficiário, alteração e priorização de beneficiários, prazos comuns, impedimentos de ordem técnica, bem como sobre como pode ser feita a execução das emendas”, destaca a CNM.

Outra atenção exigida refere-se aos prazos. Os gestores também devem observar as regras de indicação de beneficiários, bem como a resolução de impedimentos técnicos, sobretudo quanto aos seguintes pontos:

  • Procedimentos: a norma especifica como as emendas parlamentares devem ser operacionalizadas, o que proporciona maior previsibilidade aos entes locais;
  • Impedimentos técnicos: o texto apresenta mecanismos que visam superar entraves técnicos, considerando o que prevê a Constituição, a LDO e a LOA;
  • Transferências especiais: os gestores precisam ficar atentos às emendas individuais na modalidade de transferências especiais, que possuem regramento próprio e exigem atenção quanto à correta execução e prestação de contas.

O que é emenda parlamentar?

Conforme informações da Controladoria-Geral da União, emenda parlamentar é compreendida como um instrumento que o Congresso Nacional pode utilizar na fase de apreciação legislativa para influenciar o processo de elaboração do orçamento anual.

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Por meio desses mecanismos, os parlamentares podem incluir, suprimir ou alterar determinados itens do projeto de lei orçamentária enviado pelo Poder Executivo.

Com isso, é possível que os congressistas opinem sobre a alocação de recursos públicos em função de compromissos políticos assumidos durante seu mandato, tanto junto aos estados e municípios quanto a instituições.

Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2026

Recentemente, o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, sancionou a Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2026, cuja redação foi publicada em edição extra do Diário Oficial da União (DOU). A norma estabelece as despesas públicas e apresenta a estimativa de receitas para 2026.

O texto aprovado prevê cerca de R$ 61 bilhões em emendas parlamentares. Desse montante, aproximadamente R$ 37,8 bilhões serão destinados a emendas impositivas (de pagamento obrigatório).

As emendas individuais somam R$ 26,6 bilhões, enquanto as emendas de bancada estadual, destinadas às bancadas estaduais, totalizam R$ 11,2 bilhões. Já as emendas de comissão, que não têm execução obrigatória, chegam a R$ 12,1 bilhões.
 

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22/01/2026 04:15h

Royalties da mineração registraram quase R$ 8 bilhões arrecadados, sendo o segundo maior valor da história; alta foi puxada pela diversificação mineral

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Os recursos da Compensação Financeira pela Exploração Mineral (CFEM) em 2025 beneficiaram 5.234 municípios brasileiros, o que representa 94% das cidades. Os repasses, conforme a Agência Nacional de Mineração (ANM), totalizaram R$ 7,91 bilhões, sendo o segundo maior valor da série histórica. Em relação a 2024, o desempenho foi de 6,3%. 

Dos quase R$ 8 bilhões arrecadados, a ANM repassou R$ 7,09 bilhões a estados, municípios e outros entes beneficiários. Desse total, R$ 1,17 bilhão foi destinado aos estados e R$ 5,92 bilhões foram para os municípios – incluindo produtores, afetados pela atividade mineral e limítrofes. 

Em nota, a ANM informou que o avanço da receita não está atrelado apenas ao minério de ferro, historicamente responsável pela maior parcela dos royalties. Apesar de ser a principal fonte de arrecadação, a sua participação caiu de 75% em 2024 para 69% em 2025.

O relatório de repasses da CFEM a estados e municípios em 2025 pode ser acessado aqui.

Conforme a Agência, a alta registrada pela CFEM em 2025 foi impulsionada pela diversificação mineral – com outras commodities ampliando a contribuição. Por exemplo, o cobre – que passou de 5,5% para 7,8%, e o ouro, de 4,8% para 7,5%. A alta foi puxada, ainda, por avanços na governança e fiscalização da ANM, conforme afirmou, em nota, o diretor-geral da Agência, Mauro Sousa.

“A arrecadação recorde da CFEM em 2025 é resultado direto do esforço institucional da ANM, da diversificação da atividade mineral e do uso inteligente de dados para garantir mais eficiência, transparência e justiça fiscal na distribuição dos royalties”, diz em um trecho da nota.

A Agência disponibiliza um painel em que é possível acessar o valor por mês, estado, município e substância, além do valor específico dos municípios vizinhos.

O valor recorde registrado em 2025 fica atrás apenas de 2021, quando os royalties somaram cerca de R$ 10,3 bilhões. Naquele ano, os montantes foram impulsionados pelo pico internacional dos preços das commodities minerais. 

Em 2025, o número de titulares arrecadadores cresceu 1,4% (de 7.974 para 8.086); os processos minerários com recolhimento aumentaram 1,6% (de 13.480 para 13.691) e os municípios produtores arrecadadores subiram 1,2% (de 2.806 para 2.841).

Regulamentação

A ANM reforçou, em nota, que o desempenho arrecadatório compõe um processo amplo que envolve o fortalecimento institucional da ANM, por exemplo, com uma parceria com o Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro).

A medida permitiu a implementação da Plataforma de Gestão de Recursos Minerais e da Declaração de Informações Econômico-Fiscais da Compensação Financeira pela Exploração Mineral (DIEF-CFEM) – ferramentas utilizadas integrar bases de dados, qualificar o monitoramento arrecadatório e aprimorar a governança fiscal da CFEM, segundo a Agência.

Em relação aos regulatórios, houve avanço em agendas estratégicas como Tomada de Subsídios nº 1/2025, que discute critérios de distribuição da CFEM aos municípios afetados, e a Consulta Pública nº 3/2025, que trata do preço corrente, valor de referência e inclusão de novas espécies minerais.

O que é a CFEM

A Compensação Financeira pela Exploração Mineral (CFEM) foi instituída pela Constituição Federal de 1988 como uma contrapartida financeira paga pelas empresas mineradoras aos estados, ao Distrito Federal e aos municípios pela exploração econômica dos recursos minerais em seus territórios. 

A ANM frisou, em nota, que a legislação determina  que a CFEM não pode ser usada para pagar dívidas ou salários do quadro permanente de pessoal. Além disso, a aplicação dos repasses deve integrar a prestação de contas anual pelos beneficiários.

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21/01/2026 21:30h

Índice foi impulsionado por forte entrada de capital estrangeiro e valorização de blue chips, segundo especialistas do mercado

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O Ibovespa encerrou o último pregão em forte alta e renovou máximas históricas, chegando muito perto dos 172 mil pontos. O movimento foi marcado por amplo otimismo no mercado acionário brasileiro, com avanço expressivo das ações de maior peso no índice e forte atuação do investidor estrangeiro.

De acordo com especialistas, o fluxo externo positivo foi um dos principais catalisadores da sessão, beneficiando especialmente as blue chips, que renovaram seus topos históricos e sustentaram o desempenho do índice ao longo de todo o dia.

O ambiente externo também contribuiu para o apetite por risco, após sinais de redução de tensões envolvendo políticas comerciais internacionais, o que trouxe maior previsibilidade aos mercados globais e favoreceu ativos de países emergentes.

Ao longo do pregão, o Ibovespa superou, de forma inédita, uma sequência de marcas importantes, ultrapassando os níveis de 167 mil até 171 mil pontos. A mínima foi registrada logo na abertura, enquanto a máxima ocorreu no encerramento, confirmando a força compradora predominante durante a sessão.

Maiores altas e quedas do Ibovespa

Confira as ações com melhor  e pior desempenho no último fechamento:

Ações em alta no Ibovespa

  • Grupo Toky SA (TOKY3): +27,59%
  • Paranapanema S.A. (PMAM3): +18,82%

Ações em queda no Ibovespa

  • Sondotecnica Engenharia de Solos S.A. Pfd Shs B (SOND6):  −20,56%
  • Recrusul SA Pfd (RCSL4): −18,73%

O volume total negociado na B3 foi de R$43.322.230.633, em meio a 4.780.296 negócios.

Os dados da bolsa podem ser consultados no site da B3.  

O que é o Ibovespa e como ele funciona?

O Ibovespa (Índice Bovespa) é o principal indicador do mercado acionário brasileiro. Calculado pela B3, ele reflete a média do desempenho das ações mais negociadas na bolsa, com base em critérios de volume e liquidez. O índice é composto por uma carteira teórica de ativos, que representa cerca de 80% do volume financeiro total negociado no mercado.

O que é a B3, a bolsa de valores do Brasil?

A B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) é a bolsa de valores oficial do Brasil, sediada em São Paulo. É responsável pela negociação de ações, derivativos, títulos públicos e privados, câmbio e outros ativos financeiros. A B3 está entre as maiores bolsas do mundo em infraestrutura e valor de mercado.  
 

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21/01/2026 19:30h

Divisa americana caiu no último pregão influenciada por discurso internacional e pesquisas eleitorais no Brasil

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O dólar encerrou o último pregão em queda, cotado a R$5,31, pressionado pela entrada de fluxo estrangeiro no mercado doméstico. O movimento foi impulsionado pelo discurso do presidente dos Estados Unidos durante um fórum econômico internacional, que ajudou a reduzir parte das tensões geopolíticas acompanhadas pelos investidores.

Apesar da sinalização de distensão, o cenário externo segue no radar, especialmente diante de incertezas envolvendo regiões estratégicas no cenário global. Ainda assim, o tom mais moderado contribuiu para maior apetite por risco em mercados emergentes.

No ambiente interno, o câmbio também reagiu a pesquisas eleitorais recentes que indicaram mudanças na disputa presidencial projetada para os próximos anos. De acordo com especialistas, o mercado avalia menos os nomes envolvidos e mais as perspectivas para a condução da política econômica no futuro, com atenção especial à possibilidade de medidas voltadas ao equilíbrio fiscal.

No fechamento do último pregão, a moeda americana registrou queda frente ao real, mesmo com leve fortalecimento do dólar no mercado internacional.

Cotação do euro

Já o euro encerrou o último pregão em baixa, cotado a R$6,21.

Cotações

A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.

Código BRL USD EUR GBP JPY CHF CAD AUD
BRL 1 0,1880 0,1608 0,1400 29,7801 0,1496 0,2600 0,2781
USD 5,3160 1 0,8560 0,7453 158,46 0,7962 1,3835 1,4798
EUR 6,2189 1,1681 1 0,8706 185,10 0,9299 1,6159 1,7286
GBP 7,1378 1,3418 1,1485 1 212,62 1,0682 1,8562 1,9856
JPY 3,35781 0,631134 0,54022 0,470356 1 0,5024 0,87315 0,93397
CHF 6,6831 1,2562 1,0753 0,9363 199,04 1 1,7380 1,8592
CAD 3,8456 0,7228 0,6187 0,5387 114,54 0,5755 1 1,0698
AUD 3,5967 0,6757 0,5784 0,5036 107,08 0,5379 0,9348 1

Os dados são da Investing.com.

 

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21/01/2026 04:55h

Os pagamentos são realizados preferencialmente na Poupança CAIXA ou conta CAIXA Tem

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A CAIXA inicia nesta quarta-feira (21), o pagamento do Bolsa Família referente ao mês de janeiro para os beneficiários com o Número de Identificação Social (NIS) terminado em 3. 

Os pagamentos são realizados preferencialmente na Poupança CAIXA ou conta CAIXA Tem. Com a conta CAIXA Tem, os beneficiários podem pagar contas e fazer transferências diretamente pelo aplicativo no celular.

O benefício também pode ser movimentado com o cartão de débito da conta em comércios, Unidades Lotéricas, Correspondentes CAIXA Aqui, terminais de autoatendimento e Agências da CAIXA. Além disso, é possível realizar saques sem cartão nos terminais de autoatendimento e Unidades Lotéricas, utilizando a identificação biométrica previamente cadastrada em uma agência da CAIXA.

No aplicativo Bolsa Família é possível acompanhar as informações dos benefícios, além de receber atualizações e novidades sobre o programa.

Para baixar os aplicativos CAIXA Tem e Bolsa Família, basta acessar a loja de aplicativos do seu smartphone. É gratuito.  

O que é Bolsa Família

O Programa Bolsa Família é a transferência mensal de renda do maior programa social do Brasil, reconhecido por tirar milhões de famílias da fome. O modelo atual considera tamanho e características do núcleo familiar: lares com três ou mais pessoas tendem a receber valores maiores do que famílias unipessoais, reforçando a proteção social.

Pagamento do Bolsa Família: objetivos do programa

Além da renda, o Bolsa Família integra políticas públicas para ampliar acesso a saúde, educação e assistência social. O foco é promover dignidade e cidadania, articulando ações complementares (esporte, ciência, trabalho) para a superação da pobreza e a transformação social.

Quem tem direito ao pagamento do Bolsa Família

Para ter direito ao pagamento do Bolsa Família, a renda por pessoa da família deve ser de até R$ 218/mês.

Exemplo: 1 pessoa com salário mínimo (R$ 1.518) em família de 7 integrantes → renda per capita de R$ 216,85. Como está abaixo de R$ 218, a família é elegível ao benefício.

Como receber o pagamento do Bolsa Família (passo a passo)

  1. Inscrição no CadÚnico: mantenha dados corretos e atualizados.
  2. Onde se cadastrar: procure o CRAS ou postos municipais de assistência social.
  3. Documentos: CPF ou título de eleitor.
  4. Seleção mensal automatizada: estar no CadÚnico não garante entrada imediata. Todos os meses o programa identifica e inclui novas famílias que passam a receber o pagamento Bolsa Família.

Quando começa o pagamento Bolsa Família após o cadastro?

Mesmo inscrita no CadÚnico, a família só recebe quando for selecionada pelo sistema do programa. A inclusão é contínua e mensal, de forma automatizada, conforme os critérios de elegibilidade e a atualização cadastral.

Dicas para manter o pagamento do Bolsa Família em dia

  • Atualize o CadÚnico sempre que houver mudança (endereço, renda, composição familiar).
  • Acompanhe o calendário oficial de pagamento e as comunicações do município/CRAS.
  • Guarde seus comprovantes e verifique regularmente a situação do benefício nos canais oficiais.

Bolsa Família: perguntas rápidas (FAQ)

Preciso estar no CadÚnico? Sim, é obrigatório para concorrer ao pagamento do Bolsa Família.

O valor é igual para todos? Não. O modelo considera o tamanho e o perfil familiar, podendo variar.

Cadastro feito = pagamento imediato? Não. A seleção é mensal e automatizada; a família come

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20/01/2026 21:10h

Índice voltou a renovar a máxima histórica intradia durante a sessão, acima dos 166.467 pontos

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O Ibovespa fechou o pregão em alta de 0,87%, batendo o recorde nominal com 166.276 pontos, e voltou a renovar a máxima histórica intradia, aos 166.467 pontos, por volta das 14h. O desempenho do índice foi apoiado pelos “pesos-pesados” — Vale, Petrobras e bancos — e caminhou na contramão do exterior, com a desvalorização das bolsas de Nova York e dos títulos do Tesouro estadunidense (Treasuries) após a escalada das ameaças do presidente Donald Trump pela aquisição da Groenlândia.

As tensões geopolíticas que envolvem os EUA voltaram a pautar a sessão, em especial, a ambição americana por adquirir a Groenlândia, território autônomo da Dinamarca. Ações das bolsas de NY, Títulos do Tesouro e o próprio dólar tiveram forte recuo durante a sessão após Trump ameaçar impor tarifas a vários países europeus antes de reuniões de alto nível em Davos, na Suíça.

Junto a isso, a sessão intensa de vendas de títulos no Japão, decorrente da crescente preocupação da convocação de uma eleição antecipada pela primeira-ministra do país, também impactou os títulos americanos. Segundo analistas do setor, a perda de posições dos EUA nas bolsas e nos Títulos do Tesouro diante das tensões geopolíticas acaba contribuindo para a migração de capital para outros mercados. Eles explicam que, pela manutenção da taxa de juros em um patamar elevado, o Brasil cria um ambiente de diferencial de juros que estimula a atração do capital internacional.

Os “pesos-pesados” reverteram os desempenhos do início da sessão e passaram a apoiar o avanço do Ibovespa. Mesmo com o ritmo de ganhos limitado pela desvalorização do minério de ferro, as ações da Vale subiram mais de 1% com a entrada de capital estrangeiro decorrente das perdas nos EUA. A alta do petróleo também contribuiu para a valorização das ações da Petrobras, e os bancos também avançaram em bloco, com as atenções dos investidores voltadas para os desdobramentos do caso do Banco Master.

Maiores altas e quedas do Ibovespa

Confira as ações com melhor e pior desempenho no último fechamento:

Ações em alta no Ibovespa

  • Cia Celg de Participacoes - CELGPAR (GPAR3): +86,05

  • Banco do Estado do Rio Grande do Sul SA 6 % Conv Pfd A (BRSR5): +10,26%

Ações em queda no Ibovespa

  • Revee SA (RVEE3): -13,74%

  • Biomm SA (BIOM3): -12,41%

 

O volume total negociado na B3 foi de R$23.549.583.268, em meio a 3.569.243 negócios.

 

Os dados da bolsa podem ser consultados no site da B3.  

 

O que é o Ibovespa e como ele funciona?

 

O Ibovespa (Índice Bovespa) é o principal indicador do mercado acionário brasileiro. Calculado pela B3, ele reflete a média do desempenho das ações mais negociadas na bolsa, com base em critérios de volume e liquidez. O índice é composto por uma carteira teórica de ativos, que representa cerca de 80% do volume financeiro total negociado no mercado.

 

O que é a B3, a bolsa de valores do Brasil?

 

A B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) é a bolsa de valores oficial do Brasil, sediada em São Paulo. É responsável pela negociação de ações, derivativos, títulos públicos e privados, câmbio e outros ativos financeiros. A B3 está entre as maiores bolsas do mundo em infraestrutura e valor de mercado.

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20/01/2026 20:50h

Presidente Donald Trump intensificou ameaças de tarifas a países europeus buscando a anexação do território dinamarquês

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O dólar comercial encerrou o último pregão em alta de 0,31% frente ao real, cotado a R$5,38. O câmbio destoou da tendência externa, com o indicador DXY — que compara o dólar a uma cesta de seis divisas globais como euro e libra — apresentando queda de 0,78%. O desempenho da moeda estadunidense foi influenciado pela intensificação das ameaças do presidente Donald Trump de impor tarifas a países europeus em busca de adquirir o território da Groenlândia.

As tensões geopolíticas que envolvem os EUA voltaram a pautar a sessão, em especial, a ambição americana por adquirir a Groenlândia, território autônomo da Dinamarca. Ações das bolsas de NY, Títulos do Tesouro e o próprio dólar tiveram forte recuo durante a sessão, após Trump ameaçar impor tarifas a vários países europeus antes de reuniões de alto nível em Davos, na Suíça. Durante parte do dia, o dólar chegou a oscilar perto da estabilidade, alcançando os R$5,35.

Contudo, apesar da perda de desempenho da moeda estadunidense no exterior, a escalada das tensões geopolíticas gerou uma atmosfera de aversão a risco do mercado. Segundo analistas do setor, em casos como este, o mercado busca proteção e a imprevisibilidade contribui para a prevalência da aversão a risco.

Cotação do euro

O euro, por sua vez, encerrou a sessão em alta de 0,76%, cotado a R$6,30.

Cotações

A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.

Código BRL USD EUR GBP JPY CHF CAD AUD
BRL 1 0,1860 0,1587 0,1385 29,4355 0,1469 0,2573 0,2761
USD 5,3760 1 0,8535 0,7447 158,24 0,7900 1,3834 1,4852
EUR 6,3012 1,1717 1 0,8725 185,41 0,9256 1,6208 1,7401
GBP 7,2227 1,3430 1,1462 1 212,51 1,0608 1,8577 1,9945
JPY 0,0340 0,0063 0,0054 0,0047 1 0,4992 0,0087 0,0094
CHF 6,8051 1,2659 1,0804 0,9426 200,31 1 1,7512 1,8799
CAD 3,8861 0,7229 0,6170 0,5383 114,39 0,5711 1 1,0735
AUD 3,6219 0,6734 0,5747 0,5014 106,56 0,5320 0,9315 1

 

Os dados são da Investing.com

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