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Baixar áudioO número de empresas inadimplentes no Brasil chegou a 9,3 milhões em agosto, o maior patamar da série histórica da Serasa Experian. O total é 14,3% maior do que o registrado em agosto de 2025. As dívidas negativadas somam R$ 244,4 bilhões, divididas em 68,2 milhões de operações.
Cada empresa inadimplente tem, em média, 7,4 contas negativadas, com passivo médio de R$ 26.355,13 por CNPJ. O valor médio de cada dívida é de R$ 3.583,96.
O Sudeste concentra o maior número de empresas inadimplentes do país. São Paulo lidera, com 3.173.156 CNPJs negativados, número que equivale a cerca de um terço do total nacional. Na sequência vêm Minas Gerais, com 927.374, e Rio de Janeiro, com 879.915.
No Sul, os maiores volumes estão no Paraná, com 613.012 empresas inadimplentes, e no Rio Grande do Sul, com 539.319. Os cinco estados citados reúnem, juntos, cerca de dois terços das empresas inadimplentes do país.
As micro e pequenas empresas respondem por 8,8 milhões dos CNPJs inadimplentes. Esse grupo acumula 61,4 milhões de dívidas, que somam R$ 211 bilhões, com média de 7 contas negativadas por empresa e dívida média de R$ 23.902,98.
Por setor, serviços respondem por 56% das empresas negativadas, seguidos por comércio (32%), indústria (8%) e setor primário (0,9%). Outros segmentos somam 3,1%.
Em relação à origem das dívidas, serviços lideram, com 31,7% do total negativado, seguidos por bancos e cartões (19,7%), cooperativas (8,5%), serviços básicos como energia e água (6,7%) e telefonia (6,2%). Os setores não financeiros respondem por 75,6% do passivo negativado.
Segundo a Serasa Experian, a demanda das empresas por crédito subiu 11,2% no acumulado de 12 meses. A alta da inadimplência ocorre mesmo com a redução da taxa Selic ao longo do ano, que ainda não alterou a dinâmica financeira das empresas.
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Baixar áudioO Ibovespa, principal índice da Bolsa de Valores brasileira, fechou esta quinta-feira (22) em queda de 1,15%, aos 204.120,12 pontos. O resultado foi pressionado principalmente pelo desempenho negativo das ações da Vale e pelo cenário internacional, marcado pelo aumento da aversão ao risco.
No mercado brasileiro, os investidores acompanharam as pesquisas eleitorais e as notícias relacionadas à disputa pela Presidência da República. A proximidade do segundo turno contribuiu para um ambiente de cautela no penúltimo pregão antes da votação.
Entre os destaques negativos, as ações da Vale recuaram 3,97%, acompanhando a queda do minério de ferro. A baixa da commodity também pressionou outras empresas do setor de mineração e siderurgia. Os papéis da Companhia Siderúrgica Nacional caíram 5,43%, enquanto os da Usiminas recuaram 4,81%.
No exterior, a escalada das tensões no Oriente Médio elevou os preços do petróleo e aumentou a preocupação dos investidores. Em Nova York, o índice Dow Jones registrou alta de 0,02%, enquanto o S&P 500 caiu 1,21% e o Nasdaq recuou 2,60%, pressionado principalmente pelas ações de tecnologia.
Durante o pregão, o Ibovespa oscilou entre 203.051,87 pontos, na mínima, e 206.493,11 pontos, na máxima. O volume financeiro negociado na B3 foi de R$ 39,5 bilhões.
Ações em alta no Ibovespa
Ações em queda no Ibovespa
TAXI AEREO KPNB (T8KC6L) -90,00%
O volume total negociado na B3 foi de R$ 39.551.542.520, em meio a 4.801.633 de negócios.
Os dados da bolsa podem ser consultados no site da B3.
O Ibovespa (Índice Bovespa) é o principal indicador do mercado acionário brasileiro. Calculado pela B3, ele reflete a média do desempenho das ações mais negociadas na bolsa, com base em critérios de volume e liquidez. O índice é composto por uma carteira teórica de ativos, que representa cerca de 80% do volume financeiro total negociado no mercado.
A B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) é a bolsa de valores oficial do Brasil, sediada em São Paulo. É responsável pela negociação de ações, derivativos, títulos públicos e privados, câmbio e outros ativos financeiros. A B3 está entre as maiores bolsas do mundo em infraestrutura e valor de mercado.
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Baixar áudioO dólar comercial fechou esta quinta-feira (22) em alta de 0,23%, cotado a R$ 5,04. A valorização da moeda norte-americana diante do real ocorreu em um dia marcado pela cautela dos investidores com o cenário político brasileiro e pela preocupação com os acontecimentos no mercado internacional.
No Brasil, o mercado financeiro acompanha as pesquisas eleitorais e as notícias relacionadas à disputa presidencial. Com a proximidade do segundo turno das eleições, os investidores avaliam os possíveis impactos do resultado da votação sobre a economia, a condução da política fiscal e as perspectivas para os próximos meses. Esse cenário contribui para a busca por posições mais defensivas nas negociações.
No exterior, a escalada das tensões no Oriente Médio aumentou a preocupação dos mercados e contribuiu para a elevação dos preços do petróleo. Em momentos de maior incerteza internacional, o dólar costuma ganhar atenção dos investidores por ser considerado uma moeda de referência para operações financeiras globais.
As bolsas de Nova York também apresentaram desempenho desigual. Enquanto o índice Dow Jones registrou leve alta de 0,02%, o S&P 500 recuou 1,21% e o Nasdaq caiu 2,60%. A pressão sobre as ações de tecnologia e a repercussão dos resultados de grandes empresas contribuíram para o ambiente negativo nos mercados.
A combinação entre as incertezas políticas no Brasil e a cautela no cenário internacional influenciou as negociações da moeda norte-americana ao longo do dia. Com o avanço registrado no fechamento, o dólar terminou o pregão cotado a R$ 5,04.
O euro, por sua vez, encerrou o pregão cotado a R$ 5,66.
A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.
| Código | BRL | USD | EUR | GBP | JPY | CHF | CAD | AUD |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| BRL | 1 | 0,1983 | 0,1767 | 0,1479 | 31,0849 | 0,1628 | 0,2777 | 0,2823 |
| USD | 5,0436 | 1 | 0,8915 | 0,7465 | 156,78 | 0,8211 | 1,4008 | 1,4249 |
| EUR | 5,6626 | 1,1216 | 1 | 0,8374 | 175,83 | 0,9207 | 1,5711 | 1,5982 |
| GBP | 6,7608 | 1,3396 | 1,1940 | 1 | 209,98 | 1,0994 | 1,8764 | 1,9092 |
| JPY | 0,0322 | 0,0064 | 0,0057 | 0,0048 | 1 | 0,5239 | 0,0089 | 0,0091 |
| CHF | 6,1403 | 1,2175 | 1,0858 | 0,9091 | 190,93 | 1 | 1,7052 | 1,7354 |
| CAD | 3,6005 | 0,7139 | 0,6365 | 0,5329 | 111,93 | 0,5861 | 1 | 1,0169 |
| AUD | 3,5422 | 0,7018 | 0,6257 | 0,5240 | 110,02 | 0,5764 | 0,9834 | 1 |
Os dados são da Investing.com.
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Baixar áudioA Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou, no dia 28 de setembro, o registro da vacina Capvaxive, um novo imunizante contra 21 sorotipos da bactéria Streptococcus pneumoniae, também conhecida como pneumococo. A vacina é indicada para adultos a partir de 18 anos e tem como objetivo prevenir a pneumonia e a doença pneumocócica invasiva.
A bactéria pode provocar diferentes tipos de infecção. Entre os quadros mais leves estão a otite média e a sinusite. Em situações mais graves, a infecção pode evoluir para pneumonia bacteriana, meningite e sepse, condições que podem colocar a vida do paciente em risco.
A Capvaxive é uma vacina pneumocócica conjugada 21-valente, desenvolvida pela farmacêutica MSD, também conhecida como Merck Sharp & Dohme. Segundo as informações divulgadas sobre o imunizante, a aplicação é feita em dose única, conforme a indicação aprovada.
O registro foi concedido pela Anvisa após uma análise regulatória que utilizou o procedimento de confiança regulatória, conhecido como reliance. Nesse modelo, a agência considera avaliações realizadas por autoridades sanitárias estrangeiras de referência.
No caso da Capvaxive, o processo teve como referência a Food and Drug Administration (FDA), agência reguladora de medicamentos e alimentos dos Estados Unidos. A aprovação brasileira permite o registro do imunizante para as indicações autorizadas pela Anvisa.
Apesar da aprovação, ainda não há previsão divulgada para a comercialização da Capvaxive nas clínicas privadas nem para sua incorporação ao Sistema Único de Saúde (SUS).
Atualmente, o SUS já oferece vacinas pneumocócicas previstas no calendário e nos programas de imunização, conforme as indicações específicas para cada público. A aprovação de um novo imunizante não significa que ele estará imediatamente disponível na rede pública.
A vacinação deve seguir as recomendações das autoridades de saúde e a orientação de profissionais habilitados, que podem avaliar a indicação de acordo com a idade, o histórico vacinal e os fatores de risco de cada pessoa.
Copiar o textoCuritiba tem a menor temperatura do país; Porto Alegre também enfrenta risco de temporais
Baixar áudioO Sul do Brasil tem quinta-feira (22) de instabilidade generalizada nos três estados da região, um padrão que indica a atuação de um sistema de baixa pressão mais amplo sobre toda a área. No Paraná, Curitiba tem pancadas de chuva e trovoadas isoladas pela manhã, evoluindo para tempestade mais consistente à tarde, com nublado e pancadas de chuva e trovoadas, e fechando a noite novamente com pancadas de chuva e trovoadas isoladas; esse comportamento também costuma atingir os Campos Gerais, na região de Ponta Grossa, e áreas mais a leste, como o Litoral paranaense. A máxima na capital fica em apenas 21°C, uma das mais baixas do Brasil neste dia, com mínima de 12°C.
Santa Catarina segue o mesmo padrão de instabilidade: Florianópolis tem pancadas de chuva isoladas pela manhã, evoluindo para risco de trovoadas à tarde, e fechando a noite com nublado e pancadas de chuva e trovoadas; esse sistema também tende a atingir o Planalto Serrano, na região de Lages, área historicamente mais instável nesta época do ano. A máxima na capital fica em 22°C.
Já o Rio Grande do Sul tem o dia mais crítico entre os três estados do Sul: Porto Alegre e áreas como a Região das Missões e a Fronteira Oeste gaúcha têm pancadas de chuva e trovoadas isoladas pela manhã, evoluindo para nublado com pancadas de chuva e trovoadas tanto à tarde quanto à noite, um comportamento contínuo que reforça o risco de acumulados mais expressivos ao longo do dia; a máxima na capital gaúcha chega a 24°C, com ventos ganhando rajadas em todos os três períodos. Os ventos no Sul seguem entre fracos e moderados em praticamente toda a região, com rajadas mais presentes em Curitiba e Porto Alegre ao longo da tarde e da noite, reforçando a necessidade de atenção redobrada para quem está no interior dos três estados nesta quinta-feira.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o textoCuiabá segue como a mais quente da região, com 36°C; Brasília e Goiânia têm chuva isolada à noite
Baixar áudioO Centro-Oeste tem quinta-feira (22) com Mato Grosso do Sul como o principal ponto de atenção da região: Campo Grande e áreas como Dourados e a região da Bodoquena têm previsão de pancadas de chuva acompanhadas de trovoadas isoladas pela manhã, tarde e noite, um padrão contínuo que indica a atuação de um sistema de instabilidade mais persistente sobre o território sul-mato-grossense; a máxima na capital fica em 33°C, com ventos ganhando rajadas à tarde e à noite.
Mato Grosso segue com o maior calor entre os quatro entes da região: Cuiabá tem máxima de 36°C, a mais alta do Centro-Oeste neste dia, com possibilidade de chuva isolada pela manhã, evoluindo para pancadas de chuva isoladas à tarde e à noite; esse comportamento também costuma atingir o Médio-Norte mato-grossense, na região de Sinop, e áreas mais ao sul, próximas a Rondonópolis, que recebem o mesmo sistema de umidade.
Goiás tem manhã mais seca, com muitas nuvens em Goiânia e no restante do estado, mas ganha possibilidade de chuva isolada à tarde, evoluindo para pancadas de chuva isoladas à noite; um comportamento que também costuma atingir o Sudoeste Goiano, na região de Rio Verde, área que tem concentrado mais chuva nas últimas semanas segundo o INMET. A máxima na capital chega a 35°C.
O Distrito Federal segue um padrão parecido, com muitas nuvens pela manhã, ganhando possibilidade de chuva isolada à tarde e pancadas de chuva mais consistentes à noite; esse sistema também se estende ao Entorno Sul do DF, incluindo cidades como Santo Antônio do Descoberto e Cidade Ocidental. A máxima em Brasília fica em 32°C.
Os ventos no Centro-Oeste variam entre fracos e moderados, com rajadas presentes em Campo Grande, Brasília e Goiânia ao longo da tarde e da noite.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o textoSão Paulo tem risco de trovoadas à tarde e à noite; Belo Horizonte também
Baixar áudioO Sudeste tem quinta-feira (22) com um padrão bastante uniforme de instabilidade entre seus quatro estados. Minas Gerais começa o dia com possibilidade de chuva isolada em Belo Horizonte, mas o quadro se intensifica à tarde, quando surge risco de pancadas de chuva com trovoadas isoladas, evoluindo para pancadas de chuva isoladas mais fracas à noite; esse sistema também costuma atingir a Zona da Mata mineira e o Vale do Rio Doce, áreas que têm concentrado instabilidade mais recorrente nas últimas semanas. A máxima na capital mineira fica em 28°C.
São Paulo segue padrão parecido: começa com pancadas de chuva isoladas pela manhã, evolui para risco de trovoadas isoladas à tarde e à noite, com ventos ganhando rajadas nesses dois períodos; esse comportamento também tende a atingir o Litoral Norte paulista e o Vale do Ribeira, áreas historicamente mais instáveis nesta época do ano. A máxima na capital paulista fica em 25°C, a mais baixa entre as capitais do Sudeste neste dia.
O Rio de Janeiro mantém pancadas de chuva isoladas ao longo de todo o dia manhã, tarde e noite, um comportamento que também costuma se estender à Região dos Lagos e à Costa Verde fluminense; a máxima na cidade fica em 26°C, com ventos ganhando rajadas à tarde e à noite.
O Espírito Santo segue o mesmo padrão, com pancadas de chuva isoladas em todos os três períodos do dia, tanto em Vitória quanto no Norte capixaba, na região de Linhares e São Mateus; a máxima na capital fica em 26°C, com ventos ganhando rajadas à noite. Os ventos no Sudeste seguem entre fracos e moderados, com rajadas presentes à tarde e à noite em praticamente todas as capitais e em boa parte do interior da região.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o textoPalmas, no Tocantins, é a cidade mais quente do país, com 36°C; Pará e Amapá seguem mais estáveis
Baixar áudioA quinta-feira (22) mantém o padrão de instabilidade mais intensa em Rondônia e no Acre, dois dos estados que mais têm concentrado chuva com trovoadas ao longo da semana no Norte do país. Em Rondônia, o fenômeno se repete pelo terceiro dia seguido: Porto Velho tem pancadas de chuva e trovoadas isoladas pela manhã e à noite, com uma breve trégua à tarde, quando ficam apenas pancadas de chuva isoladas; esse comportamento também costuma atingir a região de Ariquemes e o Vale do Jamari, no norte do estado, além da área de Ji-Paraná, mais ao leste, com máxima de 34°C.
O Acre segue o mesmo padrão, com chuva e trovoadas isoladas tanto pela manhã quanto à tarde em Rio Branco, evoluindo para pancadas de chuva isoladas mais fracas à noite; esse sistema também tende a atingir o Alto Acre, na fronteira com a Bolívia e o Peru, e a região de Cruzeiro do Sul, no extremo oeste do estado, com máxima de 34°C e umidade podendo chegar a 97%, uma das mais altas do país neste dia.
Roraima tem um dia mais estável que o restante da Região Norte, com muitas nuvens ao longo de todo o dia, tanto em Boa Vista quanto na Serra da Lua e no Baixo Rio Branco, mas sem chuva significativa prevista, com máxima de 35°C.
O Amazonas mantém possibilidade de chuva isolada pela manhã e tarde em Manaus, fechando a noite apenas com muitas nuvens, sem chuva prevista - um comportamento que também costuma valer para o Médio Solimões e para a região do Rio Negro. Já o Pará e o Amapá seguem com tempo mais estável, com muitas nuvens ao longo de todo o dia tanto em Belém quanto no Arquipélago do Marajó e no interior amapaense; as máximas ficam em 35°C e 34°C, respectivamente.
O Tocantins segue disparado na liderança do calor nacional: Palmas, o Bico do Papagaio e a região do Jalapão têm máxima de 36°C, a mais alta do país neste dia, sob céu de muitas nuvens, mas sem chuva prevista. Os ventos no Norte seguem fracos na maior parte dos estados, com destaque para rajadas mais presentes em Manaus durante a tarde.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o textoTeresina, no Piauí, volta a ser a cidade mais quente do país, com 39°C
Baixar áudioO litoral do Nordeste tem quinta-feira (22) de instabilidade espalhada por praticamente todos os seis estados costeiros da região. Aracaju (SE), João Pessoa (PB), Maceió (AL), Natal (RN) e Recife (PE) amanhecem com pancadas de chuva isoladas, que dão lugar a apenas possibilidade de chuva isolada ao longo da tarde e da noite; esse padrão tende a se repetir em áreas como o Baixo São Francisco sergipano, o Brejo Paraibano, a Zona da Mata alagoana, o Agreste Potiguar e a Zona da Mata pernambucana, regiões que costumam ser atingidas pelo mesmo sistema de umidade que atua sobre as capitais. As máximas nessas cinco capitais ficam entre 30°C e 32°C, com umidade elevada, podendo chegar a 90% em várias delas.
Salvador (BA) e Fortaleza (CE) têm comportamento parecido, com possibilidade de chuva isolada ao longo da manhã e da tarde, melhorando à noite; na Bahia, esse padrão também costuma atingir o Litoral Norte e a Costa do Dendê, enquanto no Ceará a instabilidade se concentra mais no Litoral Leste cearense. As máximas ficam em 29°C em Salvador e 32°C em Fortaleza, com ventos moderados ao longo do dia nas duas capitais.
O Maranhão segue com possibilidade de chuva isolada pela manhã e tarde em São Luís, fechando a noite com muitas nuvens, sem chuva prevista um comportamento que também costuma valer para a Baixada Maranhense. Já o Piauí volta a se destacar pelo calor: Teresina e o Norte piauiense, incluindo a região dos Cocais, seguem com máxima de 39°C, repetindo o valor registrado em dias anteriores, com umidade mínima caindo para apenas 20% durante a tarde, reforçando o contraste entre o litoral mais chuvoso e o interior nordestino seco e escaldante.
Os ventos na região variam entre fracos e moderados, com destaque para ventos mais intensos em Fortaleza, Natal e João Pessoa ao longo do dia.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA Câmara dos Deputados aprovou, na quinta-feira (15), o Projeto de Lei 1.123/2025, que altera a Lei Orgânica da Saúde (Lei 8.080/1990) para que as unidades do Sistema Único de Saúde (SUS) passem a aceitar exames realizados em clínicas, laboratórios e outros serviços privados. A votação foi simbólica, sem registro de placar. O projeto agora segue para o Senado, que atuará como Casa revisora.
A proposta, apresentada em março de 2025 pelo deputado Nikolas Ferreira (PL-MG), busca evitar que o paciente tenha de refazer, na rede pública, um exame que já pagou na rede privada. Na avaliação do autor, a recusa desses exames por hospitais públicos atrasa tratamentos, inclusive cirúrgicos, e gera duplicidade de procedimentos e uso ineficiente de recursos. A deputada Bia Kicis (PL-DF) afirmou que a medida desburocratiza o acesso e evita que exames percam a validade, o que obrigaria o paciente a pagar de novo do próprio bolso.
O texto aprovado é um substitutivo do relator, Rodrigo Valadares (PL-SE), construído após negociação com o governo. Pela versão aprovada, os exames privados só serão aceitos se respeitarem os prazos de validade, os requisitos técnicos e os padrões de qualidade definidos pelo SUS. Os critérios detalhados dependerão de regulamentação posterior.
O governo havia se oposto inicialmente ao projeto, sob o argumento de que a medida poderia beneficiar quem tem condições de pagar e, com isso, furar a fila do SUS. A exigência de padrões definidos pelo próprio sistema foi uma sugestão do governo, acolhida pelo relator. O líder da federação PT, PV e PCdoB, Pedro Uczai (PT-SC), chegou a propor que a aceitação ficasse a critério da equipe médica, mas o relator manteve a obrigatoriedade, argumentando que ela não impede o médico de pedir novos exames. Segundo Uczai, a bancada votou a favor do texto porque a regulação, o controle técnico e a fiscalização seguem sob responsabilidade do SUS.
No Senado, o projeto será analisado pelas comissões e depois pelo Plenário. Se os senadores alterarem o texto, ele volta à Câmara; se o aprovarem sem mudanças, segue para sanção presidencial. Enquanto isso, as regras atuais continuam valendo em todas as unidades do SUS.
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