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TERMO DE USO E PARCERIA

TERMO DE USO E PARCERIA

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a) A utilização do material - na íntegra, ou em partes - só será permitida desde que as informações não sejam distorcidas, manipuladas ou alteradas.

b) Não é necessário a identificação do Brasil 61 na hora da replicação do conteúdo. Mas toda e qualquer veiculação de áudios produzidos pelo Brasil 61 prevê o cadastro no site, com a disponibilização de dados que serão utilizados para a organização do mailing desta empresa,

2º - OBRIGAÇÕES DO BRASIL 61

a) O Brasil 61 se compromete, a partir deste termo de uso, a produzir conteúdo particularizado diariamente, trazendo informações de dia-a-dia e bastidores do Planalto Central, além de outras temáticas de relevância do noticiário nacional. 

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3º - OBRIGAÇÕES DOS COMUNICADORES PARCEIROS

Não alterar o sentido dos materiais, ou distorcer fala de entrevistados ou mudar a conotação das mensagens dos materiais. 

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a) O Brasil 61 poderá distribuir conteúdo patrocinado com ou sem assinatura dos clientes patrocinadores do boletim e sem aviso prévio ao comunicador. 

b) As rádios parceiras não vão ter participação financeira sobre o faturamento do Brasil 61.

c) Os comunicadores podem patrocinar os conteúdos do Brasil 61, desde que não alterem o sentido e a conotação dos conteúdos oferecidos. Nesses casos, o Brasil 61 não terá participação nos lucros conquistados pelos veículos parceiros. 

Ao clicar em ACEITO, a emissora aqui cadastrada afirma concordar e estar ciente de todas as condições apresentadas neste Termo de Utilização de Conteúdo.

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 Última atualização: 24 de dezembro de 2020 

07/05/2021 04:00h

Programa garantiu a manutenção de empregos em 1,5 milhão de companhias

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O Programa de Manutenção do Emprego e da Renda (BEm) está com inscrições abertas para os empresários firmarem acordos trabalhistas que permitam redução de salários e jornadas de trabalho durante a pandemia do coronavírus. 

Em 2020 a primeira versão do BEm foi providencial para mais de 1,5 milhão de empresas, como a de eventos de Marcos Jacy, em Brasília. Ele conta que a renda caiu para zero já no início da pandemia. 

“Por semana fazíamos em média oito eventos, cerca de 20 por mês. Trabalhamos com festas e festa é aglomeração. Nesse período fica complicado. Fomos obrigados a fechar”, conta. 

O fechamento da empresa causaria desemprego e os impactos nas contas do negócio poderiam ser incalculáveis. A solução veio com a adesão do empresário ao BEm. 

“Foi um alívio porque a gente não parou. Se não produz, não tem entrada de dinheiro. Conseguimos fazer a suspensão dos contratos trabalhistas e preservamos os empregos”, explica Marcos Jacy. 

A decoradora Janair dos Santos, é funcionária na empresa de Marcos Jacy e conta que a notícia do encerramento das atividades causou apreensão na equipe e incertezas para a manutenção do emprego. O “ufa” veio quando a empresa optou em fazer parte do BEm. 

“Foi um alívio não ter sido demitida. E para a empresa foi um resguardo muito grande porque o nosso setor ficou parado. Para mim, para nossa empresa, [o BEm] foi muito importante”, disse aliviada. 

A empresa de Marcos e Janair deve participar do BEm em 2021, novamente. A decoradora lembra que as atividades da firma ainda estão paradas e o programa do governo federal foi muito esperado pela equipe. “Estamos parados. Torço muito para que a empresa participe do BEm, para não ficarmos desamparados”, espera Janair. 

Acesso ao BEm

Para ter acesso ao BEm, o empresário deve cadastrar a empresa na Secretaria do Trabalho do Ministério da Economia. Na página é possível encontrar o manual com todas as informações necessárias. O empregador doméstico também deve usar o mesmo ambiente para se inscrever no programa.

Após o cadastro, os empregadores inscritos deverão informar ao Ministério da Economia os acordos firmados com os empregados imediatamente. A informação é importante porque a partir de 10 dias, após a comunicação, passa a contar o prazo de 30 dias para o empregado receber o Benefício Emergencial. 

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Se o ministério não receber a informação, a empresa terá que continuar pagando o valor total do salário ao trabalhador, mesmo se o acordo de redução já estiver sido assinado. O mesmo procedimento deve ser realizado para informar os sindicatos. 

Arte: Brasil 61

BEm 2021

Este ano, os acordos individuais firmados entre empresas e trabalhadores poderão prever redução de salário e jornada em 25%, 50% e 70%. Em contrapartida, o governo federal, por meio do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) repassa ao empregado, como Benefício Emergencial, o valor que foi abatido no acordo com o patrão. A referência das parcelas será o Seguro-Desemprego que o funcionário teria direito. 

Sendo assim, e em casos de redução acordada de 25%, por exemplo, o trabalhador terá direito a receber Benefício Emergencial de 25% da parcela do Seguro-Desemprego, além dos 75% do salário da empresa. 

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No entanto, se o contrato trabalhista for suspenso, o empregado passa a receber Benefício Emergencial de valor igual a 100% da parcela do Seguro-Desemprego. 
Todos os acordos firmados pelo BEm garantem a manutenção do emprego durante o período acordado, inclusive após a suspensão do acordo, por igual tempo em que a redução de salário e jornada foi instituído. O programa não modificará os valores e prazos do Seguro-Desemprego, e continuarão os mesmos a que o trabalhador tem direito atualmente, nas rescisões de contratos futuras. 

A especialista em Direito Trabalhista, Ramille Taguatinga, ressalta que o BEm não tira direitos dos empregados. Ela lembra que todos os acordos, com base no programa do governo federal, devem ser realizados de forma conjunta entre patrão e empregado. 

“É uma tentativa de o governo dar uma “mão” para o empresário e também ajudar o trabalhador. A base é o diálogo para prevenir situações em que os direitos [dos trabalhadores] possam ser suprimidos ou ilegalidades possam ser cometidas. A base é o diálogo”, disse. 

Eventos

O setor de eventos foi responsável por movimentar cerca de R$ 250 bi e 98% das empresas sofreram impactos pela pandemia do coronavírus. A projeção foi realizada pelo Sebrae, em 2020, e confirmada recentemente pela Associação Brasileira de Eventos (Abrafesta)

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As empresas do setor que pararam com as atividades durante a pandemia correspondem a 60% do total em atividade no início de 2020. Além disso, 32% das firmas mudaram o modelo de negócio para tentarem sobreviver no mercado. Durante a pandemia, apenas 8% das empresas do setor de eventos mantiveram atividades. 

“Houve demissão em massa. A empresa que tinha 200 pessoas passou a ter 30, quem tinha 50 passou a ter oito. Percebemos que muitos empresários venderam apartamentos, casas. Ouvimos dos empresários que eles não têm ninguém para trabalhar”, revela Ricardo Dias, presidente da Abrafesta. 

Perse

Nesta semana, o presidente Jair Bolsonaro sancionou a Lei que cria o Programa Emergencial de Retomada do Setor de Eventos (Perse) que prevê o parcelamento de débitos de empresas do setor de eventos, além de outras ações para compensar a perda de receita em razão da pandemia do coronavírus. 

O programa também beneficia empresas de hotelaria, cinemas, casas de eventos, casas noturnas, casas de espetáculos e empresas que realizam ou comercializam congressos, feiras, feiras de negócios, shows, festas, festivais, espetáculos, eventos esportivos, sociais, promocionais e culturais.

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No entanto, Bolsonaro vetou partes da Lei que previam a possibilidade do uso de 3% do dinheiro arrecadado com as loterias da Caixa e da Lotex, junto com recursos da emissão de títulos do Tesouro, para custear os benefícios dados ao setor. Além disso, o presidente da República vetou parte da norma aprovada no Congresso Nacional que previa isenção de impostos por 60 meses para as empresas do setor. 

“Precisamos da ajuda do governo porque estamos fechados. Estamos impedidos de trabalhar, proibidos de abrir as portas. Como vamos pagar o IPTU? Como vamos pagar IPVA? Fazer uma operação? Ninguém tem o recuso”, alerta Ricardo Dias. 

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07/05/2021 03:00h

Senador Flávio Arns (PODEMOS-PR) defende a criação de ações entre governos, setor produtivo e parlamento para ampliação das exportações brasileiras

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A venda dos produtos industrializados brasileiros no comércio exterior teve queda superior a 15% em 2020, quando comparada com ano anterior, e registrou prejuízos estimados em mais de US$ 16 bilhões. A participação dos produtos industrializados na agenda de exportações nacionais teve o pior desempenho dos últimos 44 anos, representando apenas 43% de todos os produtos vendidos lá fora. 

Em 2021, este cenário pode ser ainda pior porque o comércio no mercado internacional pode ser comprometido em até 22%, apenas por causa de barreiras comerciais recém-criadas que, segundo especialistas, podem gerar US$ 46 bi em prejuízos para os exportadores dos estados brasileiros, entre eles o Paraná, um dos maiores exportadores do País. 

A perda é prevista no estudo Novas Barreiras e Tendências no Comércio Internacional, publicado recentemente pela CNI. O documento alerta para novas formas de protecionismo praticadas no exterior para taxar ou barrar produtos brasileiros no mercado internacional.  

Nas comissões de Relações Exteriores e de Defesa Nacional, na Câmara dos Deputados e no Senado, o levantamento desperta anseio da criação de ações de defesa do País no comércio internacional. 

“Essa é a razão, inclusive, dos blocos de países. Dentro os quais, está o nosso Mercosul. Na comissão de assuntos exteriores do Senado, podemos também suscitar esse debate através de audiências públicas, onde devem estar obrigatoriamente presentes o Executivo, o setor produtivo nacional e, inclusive, representantes diplomáticos de outros países”, sugere o senador Flávio Arns (PODEMOS-PR). 

O comércio de máquinas e aparelhos de terraplanagem teve retração de 40%, seguido pelo setor aeronáutico, com quase 38% de prejuízos, e automobilístico, com 29% de perdas, no País. Entre os 10 maiores estados exportadores, nove tiveram queda nos negócios internacionais. São Paulo, Minas Gerais e Rio Grande do Sul foram os entes que mais perderam exportações no último ano.

O estudo

As Novas Barreiras e Tendências no Comércio Internacional mostram que as atuais relações de compra e venda, de produtos agroindustriais no exterior, estão indo além dos acordos, leis e regulamentos do mercado internacional. Elas impõem grande número de medidas protecionistas disfarçadas por objetivos legítimos. 

A maquiagem é boa porque esconde a ação protecionista e inibe críticos que, quando corajosos por esclarecimentos, amargam o constrangimento injusto de serem avaliados como contrários às medidas de proteção do meio ambiente, por exemplo. O temor dos setores exportadores é a instituição permanente dessas novas barreiras no mercado internacional.   

“Essas novas formas de barreiras criam desafios adicionais para as exportações brasileiras. Porque elas têm de um lado objetivo que é legítimo e é procurado pela própria indústria brasileira, de sustentabilidade, de respeito ao meio ambiente, mas, ao mesmo tempo, são barreiras disfarçadas. Então, por atrás de um objetivo legítimo acabam criando gargalos e discriminação para as exportações brasileiras”, diz Constanza Negri, Gerente de Diplomacia Empresarial e Competitividade do Comércio da CNI. 

Imagem

O setor produtivo acredita que o País precisa de ações mais contundentes e maior espaço nas mesas de negociações do mercado internacional. A ideia é que o setor da agroindústria, governos e parlamento, possam formar uma frente coordenada de defesa dos interesses dos exportadores brasileiros.

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A troca de ministros no comando das relações diplomáticas do Brasil pode ajudar a melhorar a imagem do país junto às nações exportadoras que, segundo o analista internacional, Pedro Paulo Gobbato, foi desgastada durante a gestão de Ernesto Araújo. Esse cenário deixa o País sem força de defesa no comércio internacional. 

“O Brasil se tornou meio que um alvo fácil para críticas. Ou seja, fica muito bom falar mal do Brasil porque agrada o público interno. A nova gestão do chanceler Carlos França tem como um dos principais objetivos mudar essa imagem no exterior”, lembra Gobbato. 

Barreiras comerciais

O estudo elege cinco tipos de novas barreiras comerciais, que juntas podem influenciar negativamente as vendas de todo setor produtivo do País. A primeira modalidade de novas barreiras surge dos padrões privados e das iniciativas de mercado. As medidas são numerosas porque são criadas voluntariamente pela iniciativa privada dos países desenvolvidos gerando dúvidas e custos adicionais aos exportadores. As barreiras, por serem novas, pressionam os produtores. A busca por financiamentos para os investimentos de adequação às normas aumenta e o endividamento do setor, também. Os setores brasileiros que mais sofrem influências deste tipo de barreira comercial são de produção de alimentos, têxtil, construção civil, equipamentos médicos e mineração. 

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Já as barreiras comerciais voluntárias exercidas pelos países importadores, na forma de sustentáveis podem ser instituídas como leis, com exigências de rastreamento das cadeias produtivas dos exportadores. A adaptação teria a maior impacto nas pequenas e médias empresas. O estudo alerta, ainda, que a União Europeia “pretende criar medidas próprias nesse sentido e suas exigências terão consequências extraterritoriais, condicionando as importações a seu padrão de sustentabilidade”. No Brasil, essas barreiras comerciais podem afetar todos os setores produtivos da agroindústria. 

Outra nova forma de barreira comercial, em amplo crescimento nos Estados Unidos e nos países da União Europeia, usa o controle de emissão de gases efeito estufa e a necessidade da redução do aquecimento global, como motivos para barrar a entrada de produtos em seus mercados. Além disso, a rotulagem de carbono, imposto de carbono na importação e os mecanismos de ajuste de carbono na fronteira, podem afetar diretamente os produtores brasileiros. Os setores de energia, como a siderurgia, mineração e químico, são os maiores prejudicados. 

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As barreiras de segurança do alimento têm o princípio da precaução e estão sendo muito usada durante a pandemia da Covid-19, principalmente por países asiáticos. Elas impõem restrições sanitárias aos produtos exportados, como forma de assegurar a qualidade das mercadorias e bem-estar do consumidor, sem avaliação de riscos apropriada e embasamento técnico-científico do comércio de alimentos. A medida gera protecionismo exagerado, espalha especulações e informações imprecisas sobre a segurança do alimento. Os exportadores brasileiros, de todas as áreas, estão vulneráveis para este tipo de barreira comercial. 

“São medidas que têm objetivos importantes de proteger a saúde, de diferentes consumidores dos países, mas, que muitas vezes, criam problemas de acesso aos mercados”, completa a Gerente de Diplomacia Empresarial e Competitividade do Comércio da CNI, Constanza Negri. 

A “novíssima” barreira comercial conhecida como reputacional é forma de avaliação da imagem, conduta e reputação do setor produtivo de um determinado país exportador. Não existem regras instituídas de forma oficial e as decisões de compra dos produtos é particular, de cada empresa. Por ser imprevisível, a barreira reputacional não concede tempo de adequação. A medida pode afetar todos os setores da agroindústria do País. 

Arte: Brasil 61

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06/05/2021 10:15h

Quantidade de curados representa mais de 90% do número de casos acumulados de Covid-19 no país

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O banco de dados oficial do Ministério da Saúde registrou 2.811 óbitos no País por coronavírus nas últimas 24h. Destes, 1.645 foram informados aos sistemas oficiais nos últimos três dias. O total de casos confirmados de Covid-19 soma 14.930.183, em todos os estados. O número de vítimas do coronavírus está em 414.399. 

As pessoas curadas da Covid-19 são 13.529,572. Já o número de pessoas em acompanhamento é de 986.212. De acordo com o Ministério da Saúde, a quantidade de pessoas recuperadas do coronavírus no país representa 90%,6 entre o número de casos acumulados. 

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Até o momento, o governo federal adquiriu 562 milhões de doses da vacina contra a Covid-19 e 71,3 milhões já foram distribuídas aos estados. Ao todo, 45,2 milhões de doses já foram aplicadas na população. 

Desde o início do ano, o Ministério da Saúde autorizou a implantação de mais de 22 mil leitos de UTIs para tratamento de pacientes com Covid-19. O investimento foi de R$ 5,3 bilhões. Os equipamentos hospitalares enviados aos estados somam 12,8 milhões. 

As autoridades em saúde alertam que, diante dos primeiros sintomas de coronavírus, a recomendação é procurar imediatamente atendimento médico em uma unidade de saúde mais próxima. Além disso, o Ministério da Saúde recomenda o uso de máscaras, higienização das mãos e o distanciamento social, como forma de conter a transmissão do coronavírus. 

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06/05/2021 09:15h

O preço da saca do café arábica registra alta de quase três por cento e meio, nesta quinta-feira (06), em São Paulo

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O preço da saca do café arábica registra alta de quase três por cento e meio, nesta quinta-feira (06), em São Paulo, com venda a R$ 813,32. O valor da saca do café robusta também regista alta de quase dois por cento, sendo comercializada a R$ 467,47. 

Wi-Fi Brasil: BB e Sebrae firmam parceria para levar internet a mil cidades

O preço da saca de açúcar cristal teve aumento de quase um por cento, em São Paulo, sendo comercializada a R$ 114,49. A saca do açúcar bruto é vendida a R$ 115 em Recife (PE) e em Ribeirão Preto (SP), e a R$ 116 no Triângulo Mineiro (MG).   

Na bolsa de valores o preço da saca do milho teve alta de quase meio por cento, sendo cotada a R$ 100,24, em São Paulo. Em Cascavel (PR), a saca do milho é comercializada a R$ 106. Em Rio Verde (GO), a saca custa R$ 94. 

As informações são do Canal Rural e Cepea

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06/05/2021 09:10h

O preço do quilo do frango teve alta de quase seis por cento, em São Paulo

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Os indicadores agropecuários do mercado interno apontam queda de quase dois por cento no valor da arroba do boi gordo, nesta quinta-feira (06), vendida por R$ 307,50, em São Paulo. Em Marabá (PA), o preço da arroba do boi gordo registra estabilidade, sendo comercializada a R$ 289,50. Em Três Lagoas (MS), a cotação da arroba do boi gordo está a R$ 290,50. 

Wi-Fi Brasil: BB e Sebrae firmam parceria para levar internet a mil cidades

O preço do quilo do frango teve alta de quase seis por cento, em São Paulo, sendo comercializado a R$ 7,05. O quilo do frango vivo é vendido a R$ 4.45 no Rio Grande do Sul, a R$ 4.80, no Paraná e a R$ 3.30 em Santa Catarina. 

A carcaça do suíno teve queda de quase meio por cento valor cotado a R$ 11,50 o quilo, em São Paulo. No Mato Grosso, o quilo da carcaça suína é vendido a R$ 10,50. O suíno vivo está cotado a R$ 7,70 em Goiânia, R$ 7,20 no Paraná, e a R$ 5.90, em Santa Catarina. 

As informações são do Canal Rural e Cepea

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05/05/2021 10:00h

Programa Digitaliza Brasil também deve ampliar a oferta de sintonia de rádios FM em celulares

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O Ministério das Comunicações publicou portaria que cria o programa Digitaliza Brasil de ampliação do sinal da TV digital para os municípios do interior do país. Atualmente, o sinal digital de TV abrange cerca de 2 mil cidades, com alcance de 75% da população.
 
O programa prevê custeio para as famílias de baixa renda trocarem a TV analógica pela digital. Para isso, o governo deve distribuir mais de 700 mil kits de digitalização, já em estoque, e 4 milhões de kits de recepção do sinal digital para participantes dos programas sociais, como o Bolsa Família, em 1.638 municípios. A verba será da arrecadação do leilão do 5G que o governo promoverá ainda neste semestre.

Produtos tecnológicos prometem eliminar o coronavírus
 
O Digitaliza Brasil permite que municípios pequenos tenham a outorga pública de autorização para instalação da tecnologia sem burocracia.
 
A medida também deve ampliar a oferta da sintonia de rádios FM em celulares. De acordo com o Ministério das Comunicações, essa tecnologia está presente em 90% dos aparelhos e a ideia é estender para 100%.

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05/05/2021 09:20h

O preço da saca do café arábica registra alta de quase meio por cento, nesta quarta-feira (05), em São Paulo,

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O preço da saca do café arábica registra alta de quase meio por cento, nesta quarta-feira (05), em São Paulo, com venda a R$ 787,04. O valor da saca do café robusta também regista alta de quase um por cento, sendo comercializada a R$ 459,69. 

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O preço da saca de açúcar cristal está estável, em São Paulo, sendo comercializada a R$ 113,48. A saca do açúcar bruto é vendida a R$ 115 em Recife (PE), a R$ 113 em Ribeirão Preto (SP), e a R$ 114 no Triângulo Mineiro (MG).

Na bolsa de valores o preço da saca do milho está estável, sendo cotada a R$ 99,79, em São Paulo. Em Cascavel (PR), a saca do milho é comercializada a R$ 105. Em Rio Verde (GO), a saca custa R$ 94. 

As informações são do Canal Rural e Cepea. 

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05/05/2021 09:15h

Os indicadores agropecuários do mercado interno apontam queda de quase meio por cento no preço da arroba do boi gordo, nesta quarta-feira (05),

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Os indicadores agropecuários do mercado interno apontam queda de quase meio por cento no preço da arroba do boi gordo, nesta quarta-feira (05), vendida por R$ 313,10, em São Paulo. Em Marabá (PA), o preço da arroba do boi gordo registra estabilidade, sendo comercializada a R$ 289,50. Em Três Lagoas (MS), a cotação da arroba do boi gordo está a R$ 290,50. 

Produtos tecnológicos prometem eliminar o coronavírus

O preço do quilo do frango teve alta de quase um por cento e meio, em São Paulo, sendo comercializado a R$ 6,67. O quilo do frango vivo é vendido a R$ 4.45 no Rio Grande do Sul, a R$ 4.80, no Paraná e a R$ 3.30 em Santa Catarina. 

A carcaça do suíno teve queda de quase dois por cento e meio com valor cotado a R$ 11,55 o quilo, em São Paulo. No Mato Grosso, o quilo da carcaça suína é vendido a R$ 10,50. O suíno vivo está cotado a R$ 7,70 em Goiânia, R$ 7,20 no Paraná, e a R$ 5.90, em Santa Catarina. 

As informações são do Canal Rural e Cepea

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04/05/2021 10:15h

O Ministério da Saúde já distribuiu mais de 70,7 milhões de doses da vacina contra o coronavírus aos estados

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A última atualização do Ministério da Saúde, divulgada na noite desta segunda-feira (3), mostra que 408.622 pessoas morreram em decorrência da Covid-19, no país. Nas últimas 24h, foram registradas 983 novas mortes e 3.654 óbitos estão em investigação.
 
Os infectados com a Covid-19 somam 14.779.529 e outros 1.034.431 casos estão sendo acompanhados por profissionais de saúde. Os recuperados são 13.336,476. De acordo com o Ministério da Saúde, o número de recuperados representa 90% do total de pessoas que foram infectadas, desde o início da pandemia.

Vacina em pó é aposta da UFPR contra Covid-19
 
Os estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Paraná, são os entes com maior número de mortes por Covid-19. Roraima, Acre, Amapá, Tocantins e Alagoas, são os estados com menor número de vítimas.
 
O Ministério da Saúde já distribuiu mais de 70,7 milhões de doses da vacina contra a Covid-19 aos estados. Ao todo, 29,6 milhões de pessoas receberam a primeira dose e 13,9 milhões a segunda dose, somando mais de 43,5 milhões de pessoas imunizadas no país.

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04/05/2021 09:15h

O preço da saca do café arábica registra estabilidade, nesta terça-feira (04), em São Paulo, com venda a R$ 782,03

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O preço da saca do café arábica registra estabilidade, nesta terça-feira (04), em São Paulo, com venda a R$ 782,03. O valor da saca do café robusta também está estável, sendo comercializada a R$ 455,97. 

O preço da saca de açúcar crista teve alta de pouco mais de meio por cento, em São Paulo, sendo comercializada a R$ 113,50. A saca do açúcar bruto é vendida a R$ 115 em Recife (PE), a R$ 113 em Ribeirão Preto (SP), e a R$ 114 no Triângulo Mineiro (MG).   

IBGE: R$71 milhões serão usados para preparar Censo 2022

Veículos escolares: FNDE publica novas orientações para aquisição

Na bolsa de valores o preço da saca do milho está estável, sendo cotada a R$ 99,84, em São Paulo. Em Cascavel (PR), a saca do milho é comercializada a R$ 104. Em Rio Verde (GO), a saca custa R$ 92,50. 

As informações são do Canal Rural e Cepea. 

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