27/03/2026 04:35h

Unidades fazem parte do plano de expansão da Rede Federal com recursos do Novo PAC; também foram anunciados novos investimentos em assistência estudantil e infraestrutura

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O Ministério da Educação autorizou o funcionamento dos primeiros 38 campi de institutos federais previstos no plano de expansão da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica. A medida integra o pacote de investimentos do Novo Programa de Aceleração do Crescimento, o Novo PAC.

O anúncio foi feito pelo ministro Camilo Santana durante reunião com dirigentes do Conselho Nacional das Instituições da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica.

Além da autorização dos novos campi, o MEC confirmou o repasse de R$ 120 milhões para alimentação estudantil na Rede Federal, reforçando o orçamento já previsto para 2026. Também foram anunciados R$ 50 milhões para aquisição de equipamentos e R$ 30 milhões para projetos de extensão.

Segundo o ministro, o objetivo é garantir não apenas a infraestrutura, mas também condições de permanência dos estudantes. “Não adianta só fazer o restaurante e não ter o recurso para garantir a alimentação. No total, são R$ 200 milhões que estamos colocando no fortalecimento da Rede Federal”, afirmou.

Durante o evento, o MEC e a Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial credenciaram três novos institutos federais como unidades da rede, com investimento de R$ 9 milhões.

Os novos campi estão distribuídos em diversos estados e têm foco na interiorização da educação profissional e tecnológica. As unidades foram consideradas aptas após análise técnica que avaliou infraestrutura, organização administrativa e capacidade acadêmica.

Com a autorização, a Rede Federal passa a contar com 724 unidades em todo o país. A medida representa uma etapa decisiva da política de expansão, ao transformar estruturas físicas em oferta efetiva de vagas.

O investimento em alimentação estudantil integra a Política Nacional de Assistência Estudantil e busca reduzir a evasão e ampliar o acesso à educação pública de qualidade, especialmente para alunos em situação de vulnerabilidade.

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27/03/2026 04:25h

Guerra eleva fretes, insumos e embalagens; ABPA fala em repasse iminente ao consumidor

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Os preços das carnes de ave e suína, além dos ovos, devem aumentar em função da guerra no Oriente Médio. O principal motivo é a elevação dos custos de frete e de embalagens, de acordo com a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA).

O levantamento da entidade indica que o transporte dos alimentos subiu entre 10% e 20%, a depender da rota. A logística de grãos, como milho e soja, usados na nutrição animal, encareceu ainda mais. Já nas embalagens, cujos insumos são importados e têm no petróleo a principal matéria-prima, os reajustes chegam a 30%.

"Somam-se a esses custos as 'taxas de guerra' determinadas pelas empresas armadoras, o maior tempo de trânsito dos navios, entre outros fatores, que se refletem no mercado interno", diz a nota publicada pela associação.

No mercado de ovos, há expectativa de equilíbrio entre oferta e demanda, principalmente se comparado ao período da quaresma do ano passado, quando a procura pelo item estava superaquecida. Com o crescimento do setor, o abastecimento deve ser garantido, mesmo com o consumo em alta, impulsionado pela substituição de proteínas que ocorre nesta época do ano. Ainda assim, os custos secundários da cadeia também devem se refletir nos preços.

"Frente a esse quadro, é possível que ocorram, nos próximos dias, repasses aos preços para o consumidor, tanto de ovos quanto de carne de frango e carne suína", alerta a associação no documento.

Contenção de danos

Para ajudar a superar as dificuldades, a ABPA pediu que o governo federal coloque em prática um plano emergencial de contenção de danos. A ideia é lançar mão de mecanismos de apoio ao capital de giro das empresas exportadoras.

"Iniciativas semelhantes já foram adotadas pelo governo federal em momentos anteriores de elevada volatilidade internacional, como no âmbito de programas de estímulo ao crédito e à liquidez para setores estratégicos da economia", diz o texto.

Entre as possibilidades que poderiam ser avaliadas, destacam-se:

  • criação ou ampliação de linhas de crédito emergenciais para capital de giro, voltadas a empresas exportadoras de alimentos;
  • alongamento de prazos e flexibilização de condições em operações de financiamento vinculadas ao comércio exterior;
  • disponibilização de linhas de pré-embarque e pós-embarque com condições diferenciadas, por meio de bancos públicos ou instrumentos de fomento às exportações; e
  • eventuais mecanismos de mitigação de risco logístico ou financeiro, que contribuam para preservar a competitividade das exportações brasileiras.

Segundo a entidade, o objetivo das medidas é assegurar liquidez temporária às empresas exportadoras, permitindo que o setor mantenha o fluxo regular de embarques enquanto as rotas logísticas internacionais são reorganizadas.

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27/03/2026 04:20h

Proposta combina medicações tradicionais com nanopartículas de sílica para concentrar o tratamento nas células cancerígenas e evitar efeitos colaterais, como náuseas e perda de cabelo

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Uma pesquisa da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) investiga uma nova estratégia para tornar a quimioterapia mais eficiente e menos agressiva ao organismo dos pacientes portadores de câncer. O estudo visa minimizar os efeitos colaterais dos medicamentos — como enjoos, vômito e queda de cabelo —, utilizando nanopartículas de sílica anexadas a ácido fólico para transportá-los diretamente até as células tumorais e evitando tecidos saudáveis.

Apresentada na tese de doutorado da pesquisadora doutora do Instituto de Química (Inqui) da UFMS Kristiane Fanti Del Pino, a proposta previa a utilização dos fármacos Citarabina — utilizado no tratamento de leucemias, linfomas e alguns cânceres de sistema nervoso central — e Doxorrubicina (controle) — utilizado no tratamento de diferentes tipos de câncer — incorporados às nanopartículas de sílica modificadas com ácido fólico com o objetivo de direcionar a liberação dos medicamentos às células cancerosas.

“O foco do nosso estudo é o de tentar amenizar esses efeitos colaterais adversos que o fármaco causa, porque os pacientes ficam muito debilitados quando eles começam a fazer quimioterapia. Não é só algo de estética, que caiu o cabelo, aí a pessoa tem que usar lenço, ou usar peruca. Não, realmente, o sistema imunológico fica muito abalado e essas pessoas sentem muito mal-estar, mas muito mesmo”, destaca a doutora.

No modelo atual de quimioterapia, esses medicamentos são liberados abertamente no organismo do paciente e agem sobre todas as células, o que resulta nos efeitos colaterais e prejudica a eficiência. O sistema proposto pelo estudo funciona quase como um "Cavalo de Troia", no qual as nanopartículas de sílica atuam como veículos reforçados de transporte de quantidades maiores de medicamento, que os protegem de agir sobre células saudáveis, enquanto o revestimento de ácido fólico atua como um “ímã”, direcionando o sistema até as células cancerígenas. Com superfícies ricas em receptores de folato, essas células reconhecem o ácido fólico do sistema e se agarram a ele, absorvendo a nanopartícula que, então, libera o fármaco.

Resultados promissores

O estudo está, atualmente, em fase pré-clínica, já tendo envolvido testes em animais. Na primeira fase de testes em laboratório, após serem incorporados às nanopartículas de sílica, os medicamentos foram aplicados em modelos experimentais de câncer in vitro. Os resultados indicaram a obtenção da característica de seletividade para o fármaco combinado à nanopartícula de até 300 vezes para células cancerígenas. Isso significa que a medicação combinada às nanopartículas de sílica foram, nos testes in vitro, 300 vezes mais ativas nas células tumorais do que nas células saudáveis.

Na segunda fase do estudo, com testes in vivo — quando se introduz a testagem em animais —, a equipe incindiu células tumorais em camundongos para que eles desenvolvessem a doença e aplicou a combinação dos fármacos com a nanopartícula de sílica. Os resultados obtidos, ainda que preliminares, reforçaram a capacidade de redução dos tumores em até 99,6% e não mostraram nenhuma queda de pelo nos animais. Apesar disso, a pesquisadora explica que os resultados ainda são inconclusivos e são necessários mais testes em animais para a confirmação da hipótese de que o método diminuiria efeitos colaterais como queda capilar.

O trabalho foi realizado pela pesquisadora sob a orientação e coordenação do professor do Inqui Marco Antonio Utrera Martines e apoio da professora doutora da Faculdade de Ciências Farmacêuticas, Alimentos e Nutrição (FACFAN) da UFMS Daniele Bogo. Para a realização dos testes pré-clínicos, a pesquisa contou com a parceria do Programa de Saúde e Desenvolvimento do Centro-Oeste, e foi realizada em conjunto com a Faculdade de Medicina (FAMED) da UFMS, no espaço do laboratório de biologia molecular da FACFAN.

Futuro Incerto

Apesar dos resultados promissores, o estudo ainda precisa percorrer algumas etapas antes de estar apto à testagem em seres humanos. Kristiane explica que a pesquisa, que foi desenvolvida durante cerca de sete anos, ainda necessita de testes de dosagem correta em animais, tempo de liberação das medicações, entre outros passos para poder avançar aos testes em humanos

Além disso, a doutora pesquisadora, que atualmente segue em um grupo distinto de pesquisa, destaca que dependeria de uma série de parcerias para retomar o estudo, pois precisaria de uma equipe que envolvesse biólogos, médicos e outros profissionais, além de verba para subsídio e manutenção da equipe. Ela reforça a torcida para que algum órgão de fomento reconheça o valor e o potencial da pesquisa e ofereça a oportunidade de dar seguimento a ela, uma vez que os resultados apresentados são resultado de anos de trabalho e que o tratamento oncológico é uma preocupação crescente no país.

“Particularmente, eu gostaria que a gente conseguisse apoio de algum órgão de fomento, CAPES, CNPQ, não sei, que pudesse nos dar a oportunidade para poder continuar desenvolvendo essa pesquisa, porque, com os testes pré-clínicos, ela apresentou ser bem promissora. E logo a gente conseguir, dentro de alguns anos pois leva tempo, trazer isso até o SUS”, complementa Kristiane.

 

Com dados da UFMS.

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27/03/2026 04:15h

Projeto proíbe criação de novas cidades, veta desmembramento entre estados e define critérios para redistribuição de recursos; disputa em Sergipe deve afetar 30 mil moradores

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O Senado aprovou, nesta quarta-feira (25), o Projeto de Lei Complementar (PLP) 6/2024 que estabelece normas em caso de desmembramento de parte de um município para incorporação a outro. Aprovada por unanimidade, com 62 votos favoráveis, a proposta segue para sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

O PLP determina que a separação de áreas ocorra apenas quando destinada a outro município, vedada a criação de novo ente municipal. O texto proíbe ainda o desmembramento interestadual, ou seja, a transferência de territórios entre estados.

Como o processo afeta o cálculo do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) e de outras transferências constitucionais e legais, o projeto prevê que a nova divisão desses recursos só será aplicada no exercício financeiro seguinte à aprovação da lei estadual que definir os novos limites entre os municípios.

Prazos

O projeto estabelece o prazo de até 15 anos, a partir da publicação da lei, para apresentar a solicitação de desmembramento. A medida prevê ainda a suspensão do processo no ano anterior ao Censo Demográfico de 2030, a fim de evitar impactos nos cálculos do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A retomada ocorrerá após a divulgação dos resultados da contagem populacional.

Como solicitar o desmembramento?

Para formalizar o pedido, o processo deverá cumprir etapas específicas:

  • iniciativa caberá à Assembleia Legislativa do respectivo estado;
  • elaboração do Estudo de Viabilidade Municipal (EVM); 
  • realização de plebiscito nos municípios envolvidos, organizado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), durante o período eleitoral; e
  • caso a proposta seja aprovada, os novos limites territoriais deverão ser demarcados.

De acordo com o texto, os estudos de viabilidade devem contemplar análises de natureza econômico-financeira e fiscal dos municípios após o desmembramento, além da avaliação da infraestrutura disponível e da prestação de serviços públicos essenciais. Também será exigida análise urbanística e social, ao considerar os aspectos relacionados à identidade e ao sentimento de pertencimento da população residente na área afetada.

Aracaju x São Cristóvão

O debate sobre normas para a redefinição de limites territoriais entre municípios ocorre em meio à repercussão da disputa entre cidades de Sergipe.

O Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF-5) confirmou a decisão que determina a devolução de 11,4% do território de Aracaju a São Cristóvão. A área em disputa, localizada na Zona de Expansão, tem cerca de 20,7 km² e a decisão deve impactar aproximadamente 30 mil moradores.

A Prefeitura de Aracaju afirma que administra a região há mais de 70 anos e destaca os investimentos realizados na área, considerada estratégica para o crescimento urbano da capital. Já São Cristóvão sustenta que o território possui vínculos históricos com o município e que a decisão reforça a segurança jurídica do processo. 

O caso ainda aguarda a conclusão de um estudo técnico do governo de Sergipe, que servirá de base para a redefinição dos limites entre os municípios.

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Disputa na Justiça deve fazer com que 30 mil pessoas mudem de cidade no Nordeste

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27/03/2026 04:10h

O preço do café arábica volta a cair, enquanto o açúcar apresenta reajustes

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O preço do café arábica abre esta sexta-feira (27) em baixa de 0,48%, com a saca de 60 kg negociada a R$ 1.968,47 na cidade de São Paulo.

INDICADOR DO CAFÉ ARÁBICA CEPEA/ESALQ

DATA VALOR R$ VAR./DIA VAR./MÊS VALOR US$
26/03/2026 1.968,47 -0,48% 9,50% 375,23
25/03/2026 1.977,91 -0,07% 10,03% 378,84
24/03/2026 1.979,36 0,79% 10,11% 376,52
23/03/2026 1.963,83 0,06% 9,25% 375,28
20/03/2026 1.962,67 1,98% 9,18% 368,99

 

O café robusta teve baixa de 0,89% no preço, sendo comercializado a R$ 1.017,10.

INDICADOR DO CAFÉ ROBUSTA CEPEA/ESALQ

DATA VALOR R$ VAR./DIA VAR./MÊS VALOR US$
26/03/2026 1.017,10 -0,89% -1,52% 193,88
25/03/2026 1.026,26 -0,18% -0,63% 196,56
24/03/2026 1.028,09 1,50% -0,45% 195,57
23/03/2026 1.012,93 -0,11% -1,92% 193,57
20/03/2026 1.014,04 0,88% -1,81% 190,65

Açúcar

Já o preço do açúcar cristal apresenta variação nas principais praças do estado de São Paulo. Na capital, a saca de 50 kg teve valorização de 1,52% e é cotada a R$ 103,83.

INDICADOR DO AÇÚCAR CRISTAL BRANCO CEPEA/ESALQ - SÃO PAULO

DATA VALOR R$* VAR./DIA VAR./MÊS VALOR US$*
26/03/2026 103,83 1,52% 5,31% 19,79
25/03/2026 102,28 0,02% 3,74% 19,59
24/03/2026 102,26 1,48% 3,72% 19,45
23/03/2026 100,77 -0,54% 2,21% 19,26
20/03/2026 101,32 0,81% 2,77% 19,05

 

Em Santos (SP), a mercadoria teve valorização de 2,86%, sendo negociada a R$ 118,18 na média de preços sem impostos.

INDICADOR AÇÚCAR CRISTAL - SANTOS (FOB)

DATA VALOR R$* VAR./DIA VAR./MÊS VALOR US$*
26/03/2026 118,18 2,86% 10,34% 22,59
25/03/2026 114,89 -2,29% 7,26% 21,98
24/03/2026 117,58 1,70% 9,77% 22,35
23/03/2026 115,62 -1,93% 7,95% 22,05
20/03/2026 117,90 1,03% 10,07% 22,33

 

Milho

A saca de 60 kg do milho, por sua vez, é vendida a R$ 70,33, após desvalorização de 0,17%.

INDICADOR DO MILHO ESALQ/BM&FBOVESPA

DATA VALOR R$* VAR./DIA VAR./MÊS VALOR US$*
26/03/2026 70,33 -0,17% 1,15% 13,41
25/03/2026 70,45 -0,79% 1,32% 13,49
24/03/2026 71,01 -0,34% 2,13% 13,51
23/03/2026 71,25 -0,17% 2,47% 13,61
20/03/2026 71,37 -0,36% 2,65% 13,42

Os valores são do Cepea.

 

Diferença entre café arábica e café robusta: características, uso e regiões produtoras

Café arábica e café robusta são as duas principais variedades cultivadas e comercializadas no Brasil, ambas medidas em sacas de 60 kg.

  • O café arábica (conhecido também como café Conilon, em algumas regiões) tem sabor mais suave, menor teor de cafeína e alta qualidade sensorial, sendo preferido em cafeterias especializadas e nas exportações de cafés premium. Representa cerca de 70% da produção brasileira, com destaque para estados como Minas Gerais e São Paulo.
  • O café robusta, por sua vez, possui sabor mais amargo, maior concentração de cafeína e corpo mais intenso. É amplamente utilizado na produção de café solúvel e blends comerciais. Seus principais polos produtores são o Espírito Santo e Rondônia, e seu preço costuma ser mais baixo em comparação ao arábica, por conta do perfil mais industrial. 

Como é calculada a saca de açúcar cristal?

A saca de açúcar cristal no Brasil é padronizada em 50 quilos, especialmente para comercialização no mercado atacadista e para uso na indústria alimentícia. Essa unidade de medida é adotada pelo Cepea/Esalq-USP, principal fonte de cotações diárias do açúcar cristal no país.

Qual o peso da saca de milho no Brasil?

A saca de milho equivale a 60 kg de grãos, mesmo padrão utilizado para soja e trigo. Essa medida é oficializada por instituições como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Cepea, sendo amplamente usada em negociações e relatórios de preço do milho.

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27/03/2026 04:05h

O preço do suíno vivo apresenta valorização em MG e em SP; o frango resfriado e o congelado apresentam estabilidade e desvalorização, respectivamente

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O preço do boi gordo abre esta sexta-feira (27) em alta de 0,25%. A arroba é negociada a R$ 355,55, no estado de São Paulo.

INDICADOR DO BOI GORDO CEPEA/ESALQ

DATA VALOR R$* VAR./DIA VAR./MÊS VALOR US$*
26/03/2026 355,55 0,25% 0,68% 67,78
25/03/2026 354,65 0,92% 0,42% 67,93
24/03/2026 351,40 0,20% -0,50% 66,84
23/03/2026 350,70 0,01% -0,69% 67,02
20/03/2026 350,65 0,30% -0,71% 65,92

 

Preço do frango congelado e resfriado

Nos atacados da Grande São Paulo, São José do Rio Preto e Descalvado, os preços do frango congelado apresentaram estabilidade, enquanto os do frango resfriado apresentaram desvalorização de 0,29%. A primeira mercadoria é vendida a R$ 6,90, enquanto a segunda é comercializada a R$ 6,90.

PREÇOS DO FRANGO CONGELADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP 

DATA VALOR R$ VAR./DIA VAR./MÊS
26/03/2026 6,90 0,00% -4,96%
25/03/2026 6,90 0,29% -4,96%
24/03/2026 6,88 0,00% -5,23%
23/03/2026 6,88 1,03% -5,23%
20/03/2026 6,81 0,00% -6,20%

 

PREÇOS DO FRANGO RESFRIADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP

DATA VALOR R$ VAR./DIA VAR./MÊS
26/03/2026 6,90 -0,29% -5,61%
25/03/2026 6,92 -0,14% -5,34%
24/03/2026 6,93 0,00% -5,20%
23/03/2026 6,93 0,87% -5,20%
20/03/2026 6,87 0,00% -6,02%

 

Preço da carcaça suína especial e do suíno vivo

A carcaça suína especial também volta a apontar estabilidade no preço, sendo negociada a R$ 9,95 por quilo, nos atacados da Grande São Paulo.

PREÇOS DA CARCAÇA SUÍNA ESPECIAL (R$/kg)

DATA MÉDIA VAR./DIA VAR./MÊS
26/03/2026 9,95 0,00% -1,49%
25/03/2026 9,95 0,00% -1,49%
24/03/2026 9,95 -0,90% -1,49%
23/03/2026 10,04 -0,89% -0,59%
20/03/2026 10,13 0,00% 0,30%

 

O preço do suíno vivo registra estabilidade no Rio Grande do Sul, valorização de 0,43% em São Paulo, e desvalorização de 0,15% em Minas Gerais e no Paraná de 1,23% em Santa Catarina. As mercadorias variam entre R$ 6,43 e R$ 6,96.

INDICADOR DO SUÍNO VIVO CEPEA/ESALQ (R$/kg) 

DATA ESTADO VALOR R$* VAR./DIA VAR./MÊS
26/03/2026 MG - posto 6,72 -0,15% -0,59%
26/03/2026 PR - a retirar 6,62 -0,15% 0,46%
26/03/2026 RS - a retirar 6,74 0,00% 0,15%
26/03/2026 SC - a retirar 6,43 -1,23% -1,23%
26/03/2026 SP - posto 6,96 0,43% 0,87%

 

Os valores são do Cepea.

O que é o boi gordo? Entenda o termo do mercado bovino

O boi gordo é o bovino macho pronto para o abate, com peso mínimo de 16 arrobas líquidas de carcaça (aproximadamente 240 kg) e até 42 meses de idade. Atende aos padrões do mercado nacional e internacional, incluindo exportações para Europa, China e cota Hilton.

Diferenças entre frango congelado e frango resfriado

O frango congelado passa por congelamento rápido, com temperaturas abaixo de -12°C, garantindo maior vida útil para armazenamento e transporte a longas distâncias. Já o frango resfriado é mantido entre 0°C e 4°C, com validade de 5 a 7 dias, oferecendo textura e sabor mais próximos do fresco, ideal para consumidores exigentes e restaurantes.

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27/03/2026 04:00h

A soja apresenta alta no Paraná e em Paranaguá; o trigo sofre reajustes

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O valor da saca de 60 kg da soja abre esta sexta-feira (27) em alta, tanto no interior do Paraná quanto no litoral do estado, em Paranaguá. 

Na primeira região, o grão teve valorização de 0,85% e é negociado a R$ 123,92; na segunda, a mercadoria teve valorização de 0,87% e é cotada a R$ 130,37.

INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANÁ

DATA VALOR R$* VAR./DIA VAR./MÊS VALOR US$*
26/03/2026 123,92 0,85% 2,67% 23,62
25/03/2026 122,87 0,12% 1,80% 23,53
24/03/2026 122,72 0,14% 1,67% 23,34
23/03/2026 122,55 -0,70% 1,53% 23,42
20/03/2026 123,41 0,69% 2,25% 23,20

 

INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANAGUÁ

DATA VALOR R$* VAR./DIA VAR./MÊS VALOR US$*
26/03/2026 130,37 0,87% 2,79% 24,85
25/03/2026 129,25 -0,69% 1,91% 24,75
24/03/2026 130,15 0,22% 2,62% 24,76
23/03/2026 129,87 -0,57% 2,40% 24,82
20/03/2026 130,61 0,95% 2,98% 24,55

 

Trigo

O preço do trigo, por sua vez, registra valorização de 0,27% no Paraná e de 0,31% no Rio Grande do Sul. No primeiro estado, a tonelada é vendida a R$ 1.272,01, enquanto no segundo é comercializada a R$ 1.129,56.

PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - PARANÁ

DATA VALOR R$/T* VAR./DIA VAR./MÊS VALOR US$/T*
26/03/2026 1.272,01 0,27% 7,97% 242,47
25/03/2026 1.268,54 1,22% 7,68% 242,97
24/03/2026 1.253,22 0,14% 6,38% 238,39
23/03/2026 1.251,49 0,00% 6,23% 239,15
20/03/2026 1.251,47 0,02% 6,23% 235,28

PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - RIO GRANDE DO SUL

DATA VALOR R$/T* VAR./DIA VAR./MÊS VALOR US$/T*
26/03/2026 1.129,56 0,31% 2,81% 215,32
25/03/2026 1.126,03 1,05% 2,48% 215,67
24/03/2026 1.114,33 0,00% 1,42% 211,97
23/03/2026 1.114,33 0,58% 1,42% 212,94
20/03/2026 1.107,94 0,62% 0,84% 208,30

Os valores são do Cepea.

 

O que é uma saca de soja ou de trigo? Entenda a unidade de medida no mercado de grãos

A saca de soja e a saca de trigo são as principais unidades de comercialização de grãos no Brasil. Cada saca equivale a 60 quilos, padrão adotado por órgãos oficiais como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

Esse formato padronizado facilita o comércio da soja e do trigo, além de permitir um acompanhamento mais preciso das cotações e variações de preços no mercado nacional.

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26/03/2026 21:30h

Índice repercutiu prévia da inflação acima do esperado e aversão a risco com incertezas relacionadas ao conflito no Oriente Médio

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O Ibovespa voltou a fechar o pregão em baixa de 1,45%, aos 182.732 pontos. O desempenho do índice foi influenciado pelo clima de aversão a risco de investidores do exterior devido às incertezas relacionadas ao conflito no Oriente Médio e pelos temores de choques inflacionários com o resultado do IPCA-15 acima do esperado.

 O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA-15), tomado como a prévia da inflação, subiu 0,44% em março, puxada por Alimentação e Bebidas e Despesas Pessoais. O aumento veio além do esperado, que era de uma alta de 0,29% no mês. Além disso, o IPCA-15 teve alta acumulada de 3,90% em 12 meses, dentro da meta de 3% estipulada pelo Banco Central — com margem de erro de 1,5% para cima ou para baixo —, e mostrou desaceleração frente aos dados de fevereiro, que foram de alta mensal de 0,84% e 4,10% no acumulado em 12 meses.

Segundo analistas do setor, o IPCA-15 ainda não mostrou sinais de grande impacto pelo aumento de preços decorrente do conflito no Oriente Médio, o que deverá acontecer a partir do resultado de março do indicador, com a pressão nos preços de combustíveis, entre outros.

No exterior, o mercado seguiu monitorando os desdobramentos do conflito no Irã e aumentou o clima de aversão a risco após novas incertezas sobre a duração da guerra. Segue em crescente o desencontro de narrativas entre as autoridades iranianas e estadunidenses sobre a existência de negociações para um acordo entre os países. Enquanto o presidente dos EUA, Donald Trump, reiteradamente afirma que o país persa está “desesperado por um acordo”, as autoridades do Irã voltam a negar a existência de uma negociação para um cessar-fogo.

O petróleo voltou a subir mais de 4,5%, com o barril do Brent sendo cotado, novamente, a mais de US$100. Os índices de Wall Street também reagiram ao dia de incertezas quanto à duração do conflito, fechando a sessão com perdas. O índice Nasdaq, em destaque negativo, caiu 10% em relação à máxima histórica e entrou em território de correção.

No Ibovespa, o destaque foram as petroleiras, que subiram em bloco com a valorização do petróleo. Além disso, a Petrobras repercutiu a descoberta de petróleo no campo de Marlim Sul, no pré-sal da Bacia de Campos, o que auxiliou na valorização dos papéis da empresa.

Maiores altas e quedas do Ibovespa

Confira as ações com melhor e pior desempenho no último fechamento:

Ações em alta no Ibovespa

  • Grupo Ser Educacional SA (SEER3): +15,16%

  • Banco do Estado do Rio Grande do Sul SA 6 % Conv Pfd A (BRSR5): +14,24%

Ações em queda no Ibovespa

  • GOL Linhas Aereas Inteligentes S.A. Pfd (GOLL54): -16,72%

  • Equatorial Maranhao Distribuidora de Energia SA (EQMA3B): -15,16%

 

O volume total negociado na B3 foi de R$ 26.599.263.458, em meio a 3.256.414 negócios.

 

Os dados da bolsa podem ser consultados no site da B3.  

 

O que é o Ibovespa e como ele funciona?

 

O Ibovespa (Índice Bovespa) é o principal indicador do mercado acionário brasileiro. Calculado pela B3, ele reflete a média do desempenho das ações mais negociadas na bolsa, com base em critérios de volume e liquidez. O índice é composto por uma carteira teórica de ativos, que representa cerca de 80% do volume financeiro total negociado no mercado.

 

O que é a B3, a bolsa de valores do Brasil?

 

A B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) é a bolsa de valores oficial do Brasil, sediada em São Paulo. É responsável pela negociação de ações, derivativos, títulos públicos e privados, câmbio e outros ativos financeiros. A B3 está entre as maiores bolsas do mundo em infraestrutura e valor de mercado.

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26/03/2026 21:00h

Clima de aversão a risco motivou busca de ativos de segurança durante a sessão, o que favoreceu o dólar

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O dólar comercial encerrou o último pregão em alta de 0,69% frente ao real, cotado a R$ 5,25. O câmbio acompanhou a tendência externa, com o indicador DXY — que compara o dólar a uma cesta de seis divisas globais como euro e libra — apresentando alta de 0,38%.

O desempenho da moeda estadunidense foi influenciado pela continuidade do sentimento de aversão a risco dos investidores em meio a novos desdobramentos do conflito no Oriente Médio e por dados inflacionários no cenário doméstico.

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA-15), tomado como a prévia da inflação, subiu 0,44% em março, puxado por Alimentação e Bebidas e Despesas Pessoais. O aumento veio além do esperado, que era de uma alta de 0,29% no mês. Além disso, o IPCA-15 teve alta acumulada de 3,90% em 12 meses, dentro da meta de 3% estipulada pelo Banco Central — com margem de erro de 1,5% para cima ou para baixo —, e mostrou desaceleração frente aos dados de fevereiro, que foram de alta mensal de 0,84% e 4,10% no acumulado em 12 meses.

Segundo analistas do setor, o IPCA-15 ainda não mostrou sinais de grande impacto pelo aumento de preços decorrente do conflito no Oriente Médio, o que deverá acontecer a partir do resultado de março do indicador, com a pressão nos preços de combustíveis, entre outros.

No exterior, o mercado seguiu monitorando os desdobramentos do conflito no Irã e aumentou o clima de aversão a risco após novas incertezas sobre a duração da guerra. Segue em crescente o desencontro de narrativas entre as autoridades iranianas e estadunidenses sobre a existência de negociações para um acordo entre os países. Enquanto o presidente dos EUA, Donald Trump, reiteradamente afirma que o país persa está “desesperado por um acordo”, as autoridades do Irã voltam a negar a existência de uma negociação para um cessar-fogo.

O petróleo voltou a subir mais de 4,5%, com o barril do Brent sendo cotado, novamente, a mais de US$ 100. Segundo analistas do setor, a escalada das tensões no conflito sustentou os juros nos EUA em patamares elevados e reforçou a busca por proteção, favorecendo o dólar.

Cotação do euro

O euro, por sua vez, encerrou a sessão em alta de 0,04%, cotado a R$ 6,04.

Cotações

A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.

Código BRL USD EUR GBP JPY CHF CAD AUD
BRL 1 0,1908 0,1656 0,1432 30,4729 0,1516 0,2644 0,2774
USD 5,2422 1 0,8672 0,7499 159,75 0,7948 1,3859 1,4526
EUR 6,0387 1,1535 1 0,8652 184,29 0,9167 1,5987 1,6757
GBP 6,9859 1,3336 1,1559 1 213,05 1,0601 1,8479 1,9371
JPY 3,28147 0,625998 0,54281 0,469462 1 0,4975 0,86748 0,90913
CHF 6,5956 1,2582 1,0910 0,9433 201,02 1 1,7439 1,8277
CAD 3,7828 0,7216 0,6258 0,5410 115,28 0,5734 1 1,0484
AUD 3,6045 0,6885 0,5970 0,5164 109,97 0,5471 0,9539 1

 

Os dados são da Investing.com

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26/03/2026 19:00h

Confira aqui o resultado do sorteio que ocorre nesta quinta-feira (26), no Espaço da Sorte, em São Paulo (SP)

O concurso 2989 da Mega-Sena foi realizado nesta quinta-feira (26/03/2026), no Espaço da Sorte, em São Paulo, e divulgado pela Caixa Econômica Federal. O sorteio não teve vencedores na faixa principal.

O próximo sorteio está marcado para sábado (28), com prêmio estimado em R$ 40.000.000,00. Aproveite a oportunidade e faça sua aposta para concorrer.

Números sorteados Mega-Sena 2989

06 - 14 - 28 - 31 - 56 - 59

Prêmios do concurso 2989

  • Sena (6 acertos): Não houve ganhadores
  • Quina (5 acertos): 44 apostas ganhadoras, cada uma recebendo R$ 33.183,44
  • Quadra (4 acertos): 2.443 apostas ganhadoras, cada uma recebendo R$ 985,14

Como jogar na Mega-Sena

Para participar, basta escolher de 6 a 15 números entre os 60 disponíveis no volante. A aposta mínima custa R$ 5,00, e quanto mais números você marcar, maior o preço — mas também maiores as chances de ganhar. Os sorteios acontecem três vezes por semana, às terças, quintas e sábados, sempre às 21h (horário de Brasília).

Probabilidades de acerto

Números apostados Probabilidade de acertar 6 dezenas
6 números 1 em 50.063.860
7 números 1 em 7.151.980
8 números 1 em 1.787.995
9 números 1 em 595.998
10 números 1 em 238.399
15 números 1 em 10.003

Bolão

Para aumentar as chances de ganhar, é possível participar de bolões organizados pelas lotéricas ou formar um grupo de apostas. O valor mínimo por cota é de R$ 6,00, e o bolão pode ter de 2 a 100 cotas.

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Prefere insistir nos seus números da sorte? Aposte com a Teimosinha e concorra com a mesma combinação por 2, 3, 4, 6, 8, 9 ou até 12 concursos seguidos, aumentando suas chances de ganhar sem precisar refazer a aposta a cada sorteio.

Curiosidade: para onde vai o dinheiro arrecadado?

Parte da arrecadação das apostas da Mega-Sena é destinada a programas sociais do governo federal, como:

  • Educação (FIES)
  • Esporte (comitês olímpico e paralímpico)
  • Cultura e segurança pública
  • Saúde e seguridade social
     
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