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Baixar áudioDesde 3 de agosto de 2026, as empresas enquadradas no regime regular passaram a ser obrigadas a preencher, nos documentos fiscais eletrônicos, os campos referentes ao Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e à Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS). As notas fiscais devem trazer as novas informações, incluindo as alíquotas de teste de 1% — sendo 0,1% de IBS e 0,9% de CBS.
De acordo com a legislação, essa alíquota de teste de 1% não representa aumento da carga tributária. Desde que as empresas cumpram as obrigações acessórias e façam o devido destaque dos tributos nos documentos fiscais, o recolhimento do valor fica dispensado.
Mesmo nos casos em que houver pagamento, os valores poderão ser integralmente compensados com os montantes devidos mensalmente pelas empresas a título de PIS e Cofins.
Os optantes pelo Simples Nacional, incluindo os microempreendedores individuais (MEIs), não estão sujeitos, em 2026, às alíquotas de teste de 0,1% do IBS e 0,9% da CBS.
A partir de 1º de janeiro de 2027, o PIS e a Cofins serão extintos, e o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) será zerado para a maioria dos produtos, com exceção dos fabricados na Zona Franca de Manaus. Com isso, a CBS passará a vigorar com alíquota cheia, estimada em 9,21% pelo Comitê Gestor do IBS.
Já o IBS estadual e municipal permanece em 0,1% em 2027 e 2028. Nesse período, o novo imposto será cobrado simultaneamente ao Imposto sobre Serviços (ISS) e ao Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS).
A substituição dos atuais tributos pelo IBS ocorrerá de forma gradual entre 2029 e 2032. Nesse período, as alíquotas do ICMS e do ISS serão reduzidas progressivamente, enquanto a participação do IBS aumentará:
Em 2033, o novo modelo de tributação sobre o consumo entrará em vigor integralmente, com a extinção do ICMS e do ISS e a aplicação plena do IBS.
Para 2033, a estimativa mais recente utilizada pelo Comitê Gestor do IBS aponta para uma alíquota conjunta de 27,91% para IBS e CBS. O percentual consta da Resolução nº 14, de 29 de julho de 2026, publicada no Diário Oficial da União.
O valor supera a projeção de 26,5% feita anteriormente pela Secretaria Extraordinária da Reforma Tributária (Sert), do Ministério da Fazenda. Além disso, a alíquota estimada também ficaria acima da média de 19,4% registrada pelos países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) — fórum que reúne 38 países com economias desenvolvidas.
O percentual de 27,91% não representa uma alíquota definitiva. O valor de referência do novo sistema será calculado e revisado de acordo com as regras previstas na legislação da reforma tributária.
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Baixar áudioAs exportações do agronegócio brasileiro movimentaram US$ 16,34 bilhões em julho de 2026, com participação de 1.476 municípios nas vendas externas do setor. O valor representa crescimento de 5,4% em relação ao mesmo período do ano anterior e corresponde a 47,9% de tudo o que o Brasil exportou no mês.
Os dados são de um levantamento da Confederação Nacional de Municípios (CNM), elaborado a partir de informações do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC).
Entre os municípios brasileiros apontados, Três Lagoas, em Mato Grosso do Sul, foi o principal destaque, com US$ 255,9 milhões em exportações do agronegócio. O resultado foi impulsionado principalmente pelas vendas de celulose ao mercado internacional. Apesar do crescimento do valor exportado pelo setor, o número de municípios participantes apresentou redução de 1,3% na comparação com julho de 2025.
O desempenho de Três Lagoas acompanha a posição de destaque de Mato Grosso do Sul, que liderou as exportações estaduais do agronegócio em julho. O estado movimentou US$ 2,96 bilhões, o equivalente a 18,1% de todas as exportações brasileiras do agro no período.
Ao todo, 77 municípios sul-mato-grossenses participaram das vendas internacionais, com 45 produtos agropecuários diferentes enviados ao exterior. Os números mostram que a participação municipal nas exportações vai além da produção primária e também está relacionada à presença de cadeias produtivas estruturadas, processamento industrial e capacidade de inserção dos produtos locais no comércio internacional.
A soja permaneceu como o principal produto do agronegócio exportado pelo Brasil. Em julho, as vendas do grão ao exterior movimentaram US$ 5,87 bilhões, alta de 17,4% em relação ao mesmo mês de 2025.
O produto respondeu sozinho por 36% de toda a pauta exportadora do agronegócio e teve participação de 153 municípios brasileiros. Na sequência dos principais produtos exportados, aparecem:
A retração nas exportações de carne bovina foi influenciada pela redução de 40% nas vendas para a China. Já a celulose apresentou movimento contrário, com expansão superior a 30% na comparação anual.
A força das exportações de soja também contribuiu para manter a China como principal destino dos produtos do agronegócio brasileiro. O país asiático comprou US$ 5,64 bilhões em produtos do setor em julho e aparece como destino das exportações de 257 municípios brasileiros.
Os Estados Unidos ficaram na segunda posição, com compras de US$ 944,49 milhões, puxadas principalmente pela carne. O resultado, no entanto, representa queda de 12,1% em relação a julho de 2025.
Enquanto as exportações avançaram, as importações brasileiras de produtos agropecuários alcançaram US$ 1,75 bilhão em julho, redução de 2,8% na comparação anual. O trigo liderou as compras externas, com US$ 157,02 milhões.
No acumulado de 2026, as exportações do agronegócio chegaram a US$ 103,39 bilhões, enquanto as importações somaram US$ 11,71 bilhões. Com isso, o saldo positivo da balança comercial do agronegócio alcançou US$ 91,68 bilhões no período. No acumulado do ano, o setor respondeu por 47,3% de todas as exportações brasileiras.
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Baixar áudioA inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor – Semanal (IPC-S) caiu 0,05% na primeira quadrissemana de agosto de 2026. Segundo o FGV IBRE, com o resultado, o indicador acumula alta de 4,27% nos últimos 12 meses.
Das oito classes de despesas que compõem o índice, quatro apresentaram aumento em suas taxas de variação. A principal contribuição para o resultado veio do grupo Alimentação, cuja taxa passou de -0,87% na quarta quadrissemana de julho para -0,52% na primeira quadrissemana de agosto.
Também tiveram avanço nas taxas os grupos Despesas Diversas, de -0,03% para 0,70%; Comunicação, de -0,06% para 0,05%; e Habitação, de 0,39% para 0,41%.
Por outro lado, houve desaceleração em Educação, Leitura e Recreação, cuja taxa passou de 1,06% para 0,50%. Também registraram recuo Vestuário, de -1,22% para -1,49%; Transportes, de -0,29% para -0,39%; e Saúde e Cuidados Pessoais, de 0,22% para 0,13%.
O IPC-S é calculado pelo FGV IBRE e acompanha a variação do custo de vida de famílias com renda mensal entre um e 33 salários mínimos. O indicador considera oito grupos de despesas e tem abrangência nas cidades de Belo Horizonte, Brasília, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, São Paulo e Salvador.
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Baixar áudioA Agência Nacional de Mineração (ANM) prorrogou, até 28 de setembro de 2026, o prazo para a divulgação da lista provisória anual dos cálculos da Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais (Cfem), devida aos entes federativos afetados pela atividade de mineração. A medida foi oficializada por meio da publicação da Resolução 246/2026.
Em nota publicada pela Agência CNM de Notícias, a Confederação Nacional de Municípios (CNM) destacou que a prorrogação da divulgação da lista provisória é importante para os municípios afetados pela atividade minerária, considerando que serve de base para a conferência das informações utilizadas pela ANM.
Após a publicação da lista, será possível verificar e solicitar eventuais correções de dados ou a revisão dos cálculos, conforme regulamentação da agência. Segundo a entidade, dessa forma, a alteração do cronograma posterga o início dessa etapa de análise e eventual manifestação dos municípios.
A Resolução da ANM também estende prazos processuais devido à indisponibilidade dos sistemas Protocolo Digital, Dados Cadastrais e Dados Minerários ocorrida entre 2 de abril a 13 de julho de 2026.
Pela norma, os prazos processuais com termo final dentro do período de abril a julho de 2026 e cujo cumprimento dependesse da utilização dos sistemas, também ficam prorrogados até 28 de setembro de 2026, às 23h59min59s.
A prorrogação não se aplica a obrigações cujo descumprimento possa gerar riscos à saúde, à vida, ao meio ambiente ou ao patrimônio. Além disso, a medida não afasta a responsabilidade dos titulares de direitos minerários quanto à segurança de suas operações e estruturas.
Confira demais situações alcançadas pela medida:
A Compensação Financeira pela Exploração Mineral (CFEM) foi instituída pela Constituição Federal de 1988 como uma contrapartida financeira paga pelas empresas mineradoras aos estados, ao Distrito Federal e aos municípios pela exploração econômica dos recursos minerais em seus territórios.
Regras para a utilização dos recursos da CFEM
Segundo a ANM, a legislação determina que a CFEM não pode ser utilizada para pagar dívidas, exceto as contraídas com a União ou com entidades federais. Também é vedada a utilização dos recursos para pagar salários do quadro permanente de pessoal.
A aplicação dos repasses deve integrar a prestação de contas anual pelos beneficiários.
Em relação à área da educação, os recursos podem financiar despesas educacionais, incluindo o pagamento de professores da rede pública, especialmente os que atuam na educação básica em tempo integral.
A ANM ressalta que estados, Distrito Federal e municípios beneficiados devem divulgar anualmente a destinação dos valores recebidos. Além disso, pelo menos 20% da receita da CFEM deve ser aplicada em ações voltadas para:
A divulgação dessas informações deve seguir as regras da Lei de Acesso à Informação (Lei nº 12.527/2011). Os dados detalhados sobre a arrecadação e a distribuição da CFEM podem ser consultados no portal da ANM, enquanto o Banco do Brasil disponibiliza a consulta dos repasses efetuados às contas dos entes federativos.
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Baixar áudioO atual presidente Lula (PT) voltou a ampliar a vantagem sobre Flávio Bolsonaro (PL) no Nordeste, segundo a edição mais recente da Pesquisa BTG/Nexus sobre as intenções de voto para a Presidência da República nas eleições de 2026, divulgada nesta segunda-feira (10).
Apesar de Flávio ainda liderar no Sul, a vantagem sobre Lula diminuiu 13 pontos percentuais no primeiro turno em relação ao levantamento anterior. Já o Sudeste passou a concentrar a maior proporção de eleitores que se identificam como “bolsonaristas convictos”.
No Nordeste, Lula ampliou novamente a vantagem e aparece com 53% das intenções de voto no primeiro turno, contra 28% de Flávio Bolsonaro. O candidato do PL recuou seis pontos percentuais em relação à semana anterior. Os demais pré-candidatos não ultrapassaram 4%.
Em um eventual segundo turno, Lula também lidera com 59% das intenções de voto, contra 34% de Flávio.
O Nordeste apresenta os indicadores mais favoráveis ao governo federal. Segundo a pesquisa, 56% dos entrevistados aprovam a gestão Lula. Além disso, 42% classificam o governo como ótimo ou bom, resultado um ponto percentual inferior ao registrado no levantamento anterior.
A região também voltou a apresentar a maior proporção de eleitores que se declaram “lulistas convictos”, com 27%, além da menor taxa de rejeição ao atual presidente, de 31%.
O Sul é a região onde Flávio Bolsonaro registra a maior vantagem sobre Lula no primeiro turno. O candidato do PL aparece com 44% das intenções de voto, contra 33% do petista. Apesar da liderança, a diferença diminuiu 13 pontos percentuais em relação ao levantamento anterior.
Em um eventual segundo turno, Flávio Bolsonaro amplia a vantagem e chega a 54% das intenções de voto, enquanto Lula registra 40%.
A região também concentra os indicadores mais negativos para o governo federal. A desaprovação à gestão chega a 57%, enquanto 52% dos entrevistados classificam o governo como ruim ou péssimo.
Nas pesquisas anteriores, o Sul apresentava a maior proporção de eleitores que se declaravam “bolsonaristas convictos”. Porém, no atual levantamento, a região perdeu a liderança para o Sudeste: 32% dos entrevistados no Sudeste se identificam dessa forma, contra 29% no Sul.
No Sudeste, a disputa aparece mais equilibrada. No primeiro turno, Flávio Bolsonaro tem uma vantagem de quatro pontos percentuais sobre Lula, com 38% das intenções de voto, contra 34% do atual presidente. Em um eventual segundo turno, a diferença aumenta: Flávio registra 48%, ante 42% de Lula.
No levantamento anterior, era o petista que tinha a vantagem na região.
Na avaliação do governo federal, a desaprovação supera a aprovação no Sudeste: a gestão é aprovada por 41% dos entrevistados e desaprovada por 54%. Outros 31% classificam o governo como ótimo ou bom, e 50% como ruim ou péssimo.
O Sudeste também registrou aumento na proporção de eleitores que se identificam como “bolsonaristas convictos”. O grupo representa 32% dos entrevistados, enquanto 24% se declaram “lulistas convictos”.
No bloco formado por Norte e Centro-Oeste, Lula mantém a liderança no primeiro turno, com 42% das intenções de voto, contra 33% de Flávio Bolsonaro. Ronaldo Caiado (PSD) aparece na terceira posição, com 13%.
Já em um eventual segundo turno, a disputa é mais apertada: o petista registra 47%, contra 43% de Flávio. No levantamento anterior, Bolsonaro liderava a simulação na região.
Em relação à pesquisa da semana passada, a avaliação do governo federal melhorou. A aprovação chegou a 52%, enquanto 43% dos entrevistados desaprovam a gestão.
No cenário nacional para o primeiro turno, Lula lidera com 40% das intenções de voto, seguido por Flávio Bolsonaro, com 35%. Em relação à rodada anterior, Lula recuou um ponto percentual, enquanto Flávio Bolsonaro caiu dois pontos. Com isso, a diferença entre os dois permanece em cinco pontos percentuais.
Os demais pré-candidatos aparecem com índices de um dígito: Ronaldo Caiado registra 5% das intenções de voto, Renan Santos (Missão) soma 4% e Romeu Zema (Novo), 3%.
Na simulação de segundo turno entre Lula e Flávio Bolsonaro, o cenário também permanece tecnicamente equilibrado. O atual presidente aparece com 47% das intenções de voto, contra 44% do adversário. Em relação à rodada anterior, Lula avançou um ponto percentual, enquanto Flávio recuou um ponto, diferenças que permanecem dentro da margem de erro da pesquisa.
A Pesquisa BTG/Nexus ouviu 2.001 eleitores entre os dias 7 e 9 de agosto de 2026. A amostra foi composta por 42% de entrevistados do Sudeste, 28% do Nordeste, 16% do Norte/Centro-Oeste e 14% do Sul. A margem de erro é de dois pontos percentuais, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-08428/2026.
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Baixar áudioAté o mês de julho de 2026, os municípios brasileiros receberam R$ 119,9 bilhões do Fundo de Participação dos Municípios (FPM). O montante é 7,8% superior ao repassado no mesmo período de 2025, quando as transferências somaram R$ 111,2 bilhões. Os valores consideram desde o 1° decêndio de janeiro até o 3° decêndio de julho.
O especialista em orçamento público Cesar Lima explica que os repasses deste ano têm mantido uma trajetória de crescimento. No entanto, ele destaca que o resultado positivo foi impulsionado pelo desempenho da economia no primeiro trimestre e pelo cenário internacional, que elevou os preços do petróleo.
“Um resultado que vem seguindo positivo, realmente temos que tirar esses eventos adversos desse valor, mas muito provavelmente ainda teremos o resultado positivo retirando a inflação em relação ao ano passado. Então, teremos ainda um resultado positivo em relação ao ano de 2025”, destaca.
O mês de julho registrou o maior volume de recursos repassados aos municípios, com um total de R$ 21,4 bilhões. Já em março houve o menor montante a ser partilhado entre os entes, de R$ 12,2 bilhões.
Na segunda-feira (10), os municípios brasileiros partilharam mais de R$ 8,9 bilhões referentes ao primeiro decêndio de agosto do FPM. O valor é cerca de 17% superior ao repassado no mesmo período de 2025, quando a transferência foi de R$ 7,39 bilhões.
Na avaliação de Cesar Lima, apesar da alta da inflação e do aumento dos preços dos combustíveis, o resultado do FPM deste decêndio revela um cenário positivo para os municípios em 2026.
O FPM é um repasse obrigatório da União para as prefeituras, criado pela Emenda Constitucional nº 18, de 1965, e regulamentado pelo Código Tributário Nacional, em 1966.
O repasse municipal recorrente é integrado por uma parcela da arrecadação de dois impostos federais: o Imposto de Renda (IR) e o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). Os recursos são divididos entre os municípios seguindo coeficientes definidos pelo Tribunal de Contas da União (TCU), calculados especialmente baseados na população de cada cidade, segundo dados oficiais.
O Fundo é repassado às prefeituras a cada dez dias — nos dias 10, 20 e 30 de cada mês. Caso a data caia em um fim de semana ou feriado, o repasse é antecipado para o dia útil anterior. E cada repasse tem como base a arrecadação dos dez dias anteriores.
Os recursos são repartidos entre os municípios, considerando uma divisão de três grupos, e cada coletivo fica com um percentual do total.
Confira como o repasse é dividido:
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Baixar áudioO preço do café arábica abre esta terça-feira (11) com alta de 1,05%, com a saca de 60 kg negociada a R$ 1.750,23 na cidade de São Paulo.
O café robusta teve uma alta de 0,30%, sendo comercializado a R$ 1.092,38.
INDICADOR DO CAFÉ ARÁBICA CEPEA/ESALQ
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$ |
|---|---|---|---|---|
| 10/08/2026 | 1.750,23 | 1,05% | 0,35% | 342,44 |
| 07/08/2026 | 1.732,12 | 0,24% | -0,69% | 340,70 |
| 06/08/2026 | 1.727,89 | -0,14% | -0,93% | 338,47 |
| 05/08/2026 | 1.730,24 | 0,02% | -0,80% | 337,15 |
| 04/08/2026 | 1.729,84 | 1,03% | -0,82% | 336,87 |
INDICADOR DO CAFÉ ROBUSTA CEPEA/ESALQ
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$ |
|---|---|---|---|---|
| 10/08/2026 | 1.092,38 | 0,30% | -0,02% | 213,73 |
| 07/08/2026 | 1.089,15 | -0,12% | -0,31% | 214,23 |
| 06/08/2026 | 1.090,51 | -1,92% | -0,19% | 213,62 |
| 05/08/2026 | 1.111,86 | 1,53% | 1,77% | 216,65 |
| 04/08/2026 | 1.095,15 | 0,69% | 0,24% | 213,27 |
O preço do açúcar cristal apresenta alta de 1,55% na capital de São Paulo. A saca de 50 kg é cotada a R$ 97,51.
INDICADOR DO AÇÚCAR CRISTAL BRANCO CEPEA/ESALQ - SÃO PAULO
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 10/08/2026 | 97,51 | 1,55% | 6,57% | 19,08 |
| 07/08/2026 | 96,02 | 2,28% | 4,94% | 18,89 |
| 06/08/2026 | 93,88 | 1,52% | 2,60% | 18,39 |
| 05/08/2026 | 92,47 | 0,63% | 1,06% | 18,02 |
| 04/08/2026 | 91,89 | 1,18% | 0,43% | 17,90 |
Em Santos (SP), houve uma baixa de 0,08% e a mercadoria é negociada a R$ 115,78 na média de preços, sem impostos.
Indicador Açúcar Cristal - Santos (FOB)
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 10/08/2026 | 115,78 | -0,08% | 8,93% | 22,72 |
| 07/08/2026 | 115,87 | 3,76% | 9,01% | 22,76 |
| 06/08/2026 | 111,67 | 2,15% | 5,06% | 21,89 |
| 05/08/2026 | 109,32 | 0,51% | 2,85% | 21,37 |
| 04/08/2026 | 108,76 | 0,39% | 2,32% | 21,30 |
A saca de 60 kg do milho, por sua vez, é vendida a R$ 65,63, após uma baixa de 0,94%.
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 10/08/2026 | 65,63 | 0,94% | 0,58% | 12,84 |
| 07/08/2026 | 65,02 | 0,28% | -0,35% | 12,79 |
| 06/08/2026 | 64,84 | -0,03% | -0,63% | 12,70 |
| 05/08/2026 | 64,86 | -0,48% | -0,60% | 12,64 |
| 04/08/2026 | 65,17 | -0,11% | -0,12% | 12,69 |
Os dados são do Cepea.
Café arábica e café robusta são as duas principais variedades cultivadas e comercializadas no Brasil, ambas medidas em sacas de 60 kg.
O café arábica (conhecido também como café Conilon, em algumas regiões) tem sabor mais suave, menor teor de cafeína e alta qualidade sensorial, sendo preferido em cafeterias especializadas e nas exportações de cafés premium. Representa cerca de 70% da produção brasileira, com destaque para estados como Minas Gerais e São Paulo.
O café robusta, por sua vez, possui sabor mais amargo, maior concentração de cafeína e corpo mais intenso. É amplamente utilizado na produção de café solúvel e blends comerciais. Seus principais polos produtores são o Espírito Santo e Rondônia, e seu preço costuma ser mais baixo em comparação ao arábica, por conta do perfil mais industrial.
A saca de açúcar cristal no Brasil é padronizada em 50 quilos, especialmente para comercialização no mercado atacadista e para uso na indústria alimentícia. Essa unidade de medida é adotada pelo Cepea/Esalq-USP, principal fonte de cotações diárias do açúcar cristal no país.
A saca de milho equivale a 60 kg de grãos, mesmo padrão utilizado para soja e trigo. Essa medida é oficializada por instituições como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Cepea, sendo amplamente usada em negociações e relatórios de preço do milho.
Copiar o textoTonelada do trigo é negociada a R$ 1.414,49 no Paraná e a R$ 1.310,28 no Rio Grande do Sul.
Baixar áudioA saca de 60 quilos da soja inicia esta terça-feira (11) com aumento no interior do Paraná e redução na região litorânea de Paranaguá.
No mercado paranaense, o grão apresenta alta de 0,08%, com a saca negociada a R$ 137,4. Em Paranaguá, a baixa foi de 0,13%, levando a cotação para R$ 144,96.
INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANÁ
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 10/08/2026 | 137,44 | 0,08% | 0,12% | 26,89 |
| 07/08/2026 | 137,33 | -0,12% | 0,04% | 27,01 |
| 06/08/2026 | 137,50 | 0,56% | 0,17% | 26,93 |
| 05/08/2026 | 136,73 | 0,51% | -0,39% | 26,64 |
| 04/08/2026 | 136,03 | -0,46% | -0,90% | 26,49 |
INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANAGUÁ
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 10/08/2026 | 144,96 | -0,13% | 0,03% | 28,36 |
| 07/08/2026 | 145,15 | 0,12% | 0,17% | 28,55 |
| 06/08/2026 | 144,98 | 0,05% | 0,05% | 28,40 |
| 05/08/2026 | 144,91 | 0,55% | 0,00% | 28,24 |
| 04/08/2026 | 144,12 | 0,06% | -0,55% | 28,07 |
O trigo teve estabilidade de preço no Paraná e redução no Rio Grande do Sul.
No Paraná, a tonelada do cereal é comercializada a R$ 1.414,49. No Rio Grande do Sul, o produto é vendido a R$ 1.310,28.
PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - RIO GRANDE DO SUL
| Data | Valor R$/t* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$/t* |
|---|---|---|---|---|
| 10/08/2026 | 1.310,28 | -0,33% | -0,88% | 256,36 |
| 07/08/2026 | 1.314,61 | 0,02% | -0,55% | 258,58 |
| 06/08/2026 | 1.314,40 | -0,82% | -0,57% | 257,47 |
| 05/08/2026 | 1.325,22 | 0,05% | 0,25% | 258,23 |
| 04/08/2026 | 1.324,52 | -0,09% | 0,20% | 257,94 |
PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - PARANÁ
| Data | Valor R$/t* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$/t* |
|---|---|---|---|---|
| 10/08/2026 | 1.414,49 | 0,00% | 0,61% | 276,75 |
| 07/08/2026 | 1.414,46 | 0,02% | 0,61% | 278,22 |
| 06/08/2026 | 1.414,20 | -0,21% | 0,59% | 277,02 |
| 05/08/2026 | 1.417,12 | 0,28% | 0,80% | 276,13 |
| 04/08/2026 | 1.413,21 | 0,49% | 0,52% | 275,21 |
Os dados são do Cepea.
A saca de soja e a saca de trigo são as principais unidades de comercialização de grãos no Brasil. Cada saca equivale a 60 quilos, padrão adotado por órgãos oficiais como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).
Esse formato padronizado facilita o comércio da soja e do trigo, além de permitir um acompanhamento mais preciso das cotações e variações de preços no mercado nacional.
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Baixar áudioO preço do boi gordo teve estabilidade nesta terça-feira (11). Em São Paulo, a arroba é negociada a R$347,50.
INDICADOR DO BOI GORDO CEPEA/ESALQ
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 10/08/2026 | 347,50 | 0,00% | 0,27% | 68,35 |
| 07/08/2026 | 347,50 | -0,23% | 0,27% | 68,35 |
| 06/08/2026 | 348,30 | -0,07% | 0,50% | 68,23 |
| 05/08/2026 | 348,55 | -0,47% | 0,58% | 67,92 |
| 04/08/2026 | 350,20 | 0,66% | 1,05% | 68,20 |
No mercado de frango, os valores apresentam amento na Grande São Paulo, em São José do Rio Preto e em Descalvado. O quilo do frango congelado é vendido a R$ 7,19, enquanto o frango resfriado está cotado a R$ 7,21.
PREÇOS DO FRANGO CONGELADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|
| 10/08/2026 | 7,19 | 0,42% | 0,70% |
| 07/08/2026 | 7,16 | 0,42% | 0,28% |
| 06/08/2026 | 7,13 | 0,00% | -0,14% |
| 05/08/2026 | 7,13 | 3,63% | -0,14% |
| 04/08/2026 | 6,88 | 0,15% | -3,64% |
PREÇOS DO FRANGO RESFRIADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|
| 10/08/2026 | 7,21 | 0,42% | 0,84% |
| 07/08/2026 | 7,18 | 0,42% | 0,42% |
| 06/08/2026 | 7,15 | 0,00% | 0,00% |
| 05/08/2026 | 7,15 | 3,62% | 0,00% |
| 04/08/2026 | 6,90 | 0,15% | -3,50% |
Já a carcaça suína especial teve baixa nos atacados da Grande São Paulo, onde o quilo custa R$ 7,38.
Entre os estados analisados, o suíno vivo registra declínio no preço em Santa Catarina, onde o animal é comercializado a R$ 4,48.
PREÇOS DA CARCAÇA SUÍNA ESPECIAL (R$/kg)
| Data | Média | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|
| 10/08/2026 | 7,38 | -1,99% | -10,22% |
| 07/08/2026 | 7,53 | 0,00% | -8,39% |
| 06/08/2026 | 7,53 | 0,00% | -8,39% |
| 05/08/2026 | 7,53 | 0,00% | -8,39% |
| 04/08/2026 | 7,53 | -2,96% | -8,39% |
INDICADOR DO SUÍNO VIVO CEPEA/ESALQ (R$/kg)
| Data | Estado | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|---|
| 10/08/2026 | MG - posto | 5,06 | 0,40% | -3,98% |
| 10/08/2026 | PR - a retirar | 4,50 | -0,22% | -3,23% |
| 10/08/2026 | RS - a retirar | 4,62 | 0,22% | -2,94% |
| 10/08/2026 | SC - a retirar | 4,48 | 0,00% | -7,63% |
| 10/08/2026 | SP - posto | 5,06 | 0,00% | -0,78% |
Os dados são do Cepea.
O boi gordo é o bovino macho pronto para o abate, com peso mínimo de 16 arrobas líquidas de carcaça (aproximadamente 240 kg) e até 42 meses de idade. Atende aos padrões do mercado nacional e internacional, incluindo exportações para Europa, China e cota Hilton.
O frango congelado passa por congelamento rápido, com temperaturas abaixo de -12°C, garantindo maior vida útil para armazenamento e transporte a longas distâncias.
Já o frango resfriado é mantido entre 0°C e 4°C, com validade de 5 a 7 dias, oferecendo textura e sabor mais próximos do fresco, ideal para consumidores exigentes e restaurantes.
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Baixar áudioO dólar fechou o último pregão cotado a R$ 5,11, após operar em alta durante a sessão.
A moeda norte-americana acompanhou a valorização do petróleo no mercado internacional. Por volta das 11h40, o dólar registrava alta de 0,27%, negociado a R$ 5,09. No mesmo horário, o barril do petróleo Brent, referência internacional, avançava 2,62%, cotado a US$ 85,74.
A alta da commodity ocorre em meio às incertezas sobre um possível acordo de paz entre Estados Unidos e Irã. O presidente americano, Donald Trump, sinalizou que pretende pressionar economicamente o Irã, em vez de realizar novos ataques para tentar forçar a reabertura do Estreito de Ormuz.
Já o governo iraniano afirmou que ainda não estão definidas as condições para um acordo que permita a livre passagem de navios pela região.
O euro, por sua vez, encerrou o pregão cotado a R$ 5,89.
Cotações
A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.
| Código | BRL | USD | EUR | GBP | JPY | CHF | CAD | AUD |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| BRL | 1 | 0,1958 | 0,1696 | 0,1449 | 31,1855 | 0,1586 | 0,2729 | 0,2775 |
| USD | 5,1083 | 1 | 0,8663 | 0,7402 | 159,30 | 0,8101 | 1,3938 | 1,4175 |
| EUR | 5,8962 | 1,1543 | 1 | 0,8545 | 183,88 | 0,9352 | 1,6088 | 1,6362 |
| GBP | 6,9010 | 1,3510 | 1,1703 | 1 | 215,20 | 1,0944 | 1,8829 | 1,9150 |
| JPY | 0,0321 | 0,0063 | 0,0054 | 0,0046 | 1 | 0,5086 | 0,0087 | 0,0089 |
| CHF | 6,3049 | 1,2343 | 1,0694 | 0,9137 | 196,65 | 1 | 1,7204 | 1,7497 |
| CAD | 3,6647 | 0,7174 | 0,6216 | 0,5311 | 114,30 | 0,5813 | 1 | 1,0170 |
| AUD | 3,6036 | 0,7055 | 0,6112 | 0,5222 | 112,38 | 0,5715 | 0,9832 | 1 |
Os dados são da Investing.com.
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