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Baixar áudioA ampliação dos sistemas construtivos industrializados pode ser um dos caminhos para aumentar a produtividade da construção civil brasileira, reduzir o tempo de execução de obras e ampliar a oferta de moradias no país. A avaliação faz parte do estudo “Construção no Brasil: Agenda para Modernização do Setor”, divulgado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).
O levantamento defende a expansão de modelos conhecidos como construção off-site, nos quais partes de edifícios e obras são produzidas em ambiente industrial e posteriormente montadas nos canteiros.
Segundo a entidade, a adoção dessas tecnologias pode trazer ganhos de eficiência semelhantes aos observados na indústria de transformação e ajudar a enfrentar desafios como o déficit habitacional e a necessidade de ampliação da infraestrutura nacional.
Para acelerar esse processo, o estudo sugere que o poder público utilize seu poder de compra para estimular a adoção de métodos industrializados. Entre as propostas está a criação de uma cota de unidades produzidas por esses sistemas no programa Minha Casa, Minha Vida, medida que também poderia contribuir para reduzir o tempo de entrega dos empreendimentos habitacionais.
Para o especialista de Políticas e Indústria da CNI, Inacio Cozendey, a construção industrializada permite incorporar ao setor práticas já consolidadas na manufatura.
"Esse cenário ajuda a explicar o déficit habitacional de quase 6 milhões de unidades que o Brasil tem, e também uma infraestrutura carente de investimentos. A gente aponta que a construção industrializada, isso é, a construção em indústrias de partes de edifícios e de obras com ambientes controlados e repetição de processos, permitiria ganhos semelhantes aos da manufatura quando tratamos de produtividade, pois isso permite melhorias importantes trazidas por técnicas de manufatura enxuta e digitalização dos processos produtivos", considera.
O diagnóstico apresentado pela CNI mostra que a produtividade da construção civil brasileira vem perdendo força nas últimas décadas. Entre 1995 e 2024, a produtividade da população ocupada no setor recuou 20,4%. Em 2024, cada trabalhador gerou, em média, R$ 41,3 mil por ano, ante mais de R$ 50 mil anuais observados em meados da década de 1990.
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Ainda segundo o levantamento, a produtividade do trabalhador da construção corresponde atualmente à metade da registrada na indústria de transformação. Em comparação internacional, o trabalhador brasileiro produz o equivalente a apenas 7% do registrado nos Estados Unidos.
De acordo com o estudo, uma das principais razões para essa diferença é o predomínio do modelo tradicional de construção, baseado em atividades executadas diretamente nos canteiros de obras e com baixa participação da indústria no processo produtivo.
“Isso permite melhorias importantes trazidas por técnicas de manufatura enxuta e digitalização dos processos produtivos. Desse modo, o canteiro de obras funcionaria montando peças já construídas, mais ou menos que nem um lego, aumentando consideravelmente a produtividade”, explica Cozendey.
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Baixar áudioMais de 200 mil famílias beneficiárias do CadÚnico, de 108 municípios distribuídos em oito estados (veja lista abaixo), têm direito a receber um novo kit de antena parabólica totalmente gratuito. Os aparelhos fazem parte do programa Brasil Antenado e devem ser solicitados até o dia 13 de junho. Trata-se de iniciativa do Ministério das Comunicações, executado pela Entidade Administradora da Faixa (EAF), e acompanhado pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), por meio do Gaispi - grupo responsável pela coordenação dos projetos previstos no edital do 5G.
Na fase atual do Brasil Antenado, estão contempladas as famílias de baixa renda dos seguintes municípios:
As famílias que atendem aos critérios podem agendar a instalação pelo site brasilantenado.org.br ou pelo telefone 0800 729 24 04, que também funciona via WhatsApp. Todo o processo é gratuito, incluindo fornecimento e instalação do kit da nova parabólica digital.
O programa Brasil Antenado visa ampliar o acesso à televisão aberta e gratuita, especialmente em regiões onde o sinal ainda é precário ou inexistente.
“A televisão segue sendo, para milhões de brasileiros, uma das principais portas de entrada para conteúdos educativos, promoção à saúde pública, orientação cidadã e informação de qualidade. O Programa Brasil Antenado atua diretamente nessa questão, ao garantir o acesso à TV aberta para famílias de baixa renda que vivem em áreas com sinal precário, assegurando o direito à informação, cultura e comunicação”, destaca Gina Marques, diretora-executiva da EAF, executora da política.
Essa é a terceira fase do programa. Nas etapas anteriores, já concluídas, foram atendidas famílias em 215 cidades localizadas no Ceará, Maranhão, Pará, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Roraima e Tocantins.
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Baixar áudioA menos de um ano da Copa do Mundo Feminina de 2027, especialistas e autoridades defendem que o torneio seja usado como uma oportunidade para ampliar direitos, fortalecer a presença das mulheres em espaços de liderança e deixar mudanças permanentes em áreas como turismo, segurança e mobilidade.
O tema foi discutido nesta quarta-feira (3), durante o Fórum Internacional de Turismo para Mulheres, realizado em João Pessoa (PB), evento realizado pelo Ministério do Turismo em parceria com a ONU Turismo e que segue até esta quinta-feira (4).
Em painel, a secretária extraordinária da Copa do Mundo Feminina de 2027, Juliana Agatte, afirmou que os preparativos para o Mundial já estão sendo pensados para além da realização dos jogos, com foco na construção de políticas e protocolos que possam permanecer após a competição.
“Não estamos falando apenas dos 50 dias da competição. Queremos que as medidas construídas para a Copa permaneçam como legado para as mulheres dentro e fora dos estádios, ampliando o acesso, a segurança e a participação feminina nesses espaços”, destacou.
Ainda segundo Agatte, temas como sustentabilidade, turismo, mobilidade urbana e segurança estão sendo discutidos a partir das experiências e necessidades das mulheres. Ela também afirmou que a construção desse legado depende da participação feminina nos espaços de decisão e da incorporação dessa perspectiva nas políticas públicas.
A secretária também apontou a segurança como uma das prioridades do planejamento do evento.
“Da mesma forma, a segurança deve ocupar lugar central. Temos dialogado com todas as forças envolvidas para assegurar um olhar diferenciado para as mulheres, com protocolos específicos dentro dos estádios e medidas que garantam ambientes seguros dentro e fora deles”, afirmou.
Ao abordar os impactos da competição, Juliana Agatte avaliou que o Mundial também pode contribuir para ampliar o reconhecimento da trajetória das mulheres no esporte. Na avaliação dela, espaços culturais, museus, escolas, estádios e roteiros turísticos podem incorporar essa história e torná-la mais conhecida do público.
“É uma super janela de oportunidades. Já recepcionamos muitos turistas no Brasil. E a Copa, pelo turismo esportivo, pode alavancar ainda mais a presença desses turistas. Vai ser um período de férias escolares para nós, o que também trará a oportunidade de as mulheres, das famílias assistirem uma Copa, um jogo de futebol", considerou.
A discussão ocorre em um contexto simbólico para o país. Durante quase quatro décadas, o futebol feminino foi proibido no Brasil e só voltou a ser autorizado em 1983. Nesse mesmo período, a seleção masculina conquistou três Copas do Mundo e o país chegou a sediar uma edição do torneio masculino. Em 2027, pela primeira vez, a Copa do Mundo Feminina será realizada na América do Sul.
A dimensão do evento também aparece nos investimentos previstos. A FIFA estima aplicar cerca de R$ 4,2 bilhões na edição brasileira, valor que representa o dobro dos recursos destinados à Copa realizada na Austrália e na Nova Zelândia. Já a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) projeta investir R$ 685 milhões nas competições femininas nacionais.
Para a representante da ONU Mulheres no Brasil, Gallianne Palayret, a realização da Copa pode acelerar iniciativas voltadas à autonomia econômica e à ampliação de oportunidades para mulheres em diferentes áreas.
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Para ela, os benefícios podem alcançar trabalhadoras do turismo, empreendedoras e também meninas que passarão a ter mais referências femininas em posições de destaque.
“Estamos falando de ampliar o acesso a crédito, capacitação e mercados, fortalecer negócios liderados por mulheres, valorizar o artesanato, a gastronomia, o turismo comunitário e criar ambientes mais seguros para turistas e trabalhadoras. Mas também estamos falando de inspiração. Quando meninas veem mulheres ocupando espaços de liderança, elas passam a acreditar que também podem chegar lá”, disse.
A jornalista Alicia Klein destacou que a forma como o torneio será comunicado terá influência direta sobre o legado deixado pela competição. Para ela, a Copa não deve ser vista como um evento de interesse exclusivo das mulheres, mas como um acontecimento capaz de mobilizar diferentes públicos.
“A Copa tem o poder de mobilizar pessoas muito além de quem acompanha futebol. É um evento esportivo, cultural e turístico. Quanto mais tratarmos o futebol feminino com a relevância que ele merece, maior será sua capacidade de inspirar meninas, criar referências para os meninos e ampliar o espaço das mulheres dentro e fora dos estádios”, afirmou.
“A Copa do Mundo de 2027 pode ajudar não só a movimentar o turismo, a economia, mas pode finalmente destituir as pessoas da ideia de que futebol é coisa de homem. A gente tem uma oportunidade histórica no Brasil de mostrar um entretenimento onde as mulheres se sentem mais seguras, onde o ambiente é mais acolhedor e onde a gente pode realmente mostrar toda a nossa força”, complementou.
O painel reuniu representantes de diferentes áreas para discutir a preparação do Brasil para receber o Mundial, os desafios relacionados à igualdade de gênero e aos direitos humanos e a contribuição da comunicação para ampliar a presença feminina no esporte e no turismo.
Ao final da conversa, as participantes foram convidadas a apontar qual legado gostariam que a Copa deixasse para o país. Nesse caso, houve convergência em torno da necessidade de ampliar oportunidades para as mulheres como atletas, profissionais, empreendedoras, turistas e lideranças.
Juliana Agatte defendeu que o torneio gere resultados concretos em áreas como turismo, geração de renda, segurança e ocupação de espaços de poder.
Gallianne Palayret, por sua vez, destacou a importância de ampliar horizontes para meninas e mulheres e consolidar o futebol feminino como uma paixão nacional.
Já Alicia Klein afirmou que o principal legado será superar a ideia de que o futebol é um território masculino. “O futebol precisa ser entendido como algo de todos. Essa transformação beneficia não apenas o esporte, mas a sociedade como um todo”, disse.
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Baixar áudioAs mulheres são maioria na força de trabalho do turismo brasileiro. Mesmo assim, a presença feminina nos cargos de liderança ainda é considerada um desafio para o setor. O tema foi debatido nesta quarta-feira, durante o painel "Ultrapassando Barreiras: Liderança Feminina e Direitos das Mulheres no Turismo", realizado no Fórum Internacional de Mulheres no Turismo, em João Pessoa (PB).
Durante o encontro, representantes do setor defenderam a ampliação da presença feminina nos espaços de decisão. A presidente da Associação Brasileira de Agências de Viagem (ABAV), Ana Carolina Medeiros, afirmou que muitas profissionais qualificadas atuam em funções estratégicas, mas ainda têm participação limitada nos cargos de representação institucional.
"Não queremos ocupar uma cadeira apenas para compor uma fotografia. Queremos mulheres em posições de liderança, participando das decisões e ajudando a definir os rumos do setor", afirmou a presidente da ABAV.
A CEO do Grupo Tauá Hotéis e Resorts, Lizete Ribeiro, destacou a importância de incorporar a equidade e a diversidade às práticas de gestão das empresas. Segundo ela, mais de 50% das lideranças do grupo são ocupadas por mulheres, que também representam cerca de 60% do quadro funcional da empresa. Para ela, a diversidade precisa ser "vivida todos os dias". "Não adianta apenas falar sobre inclusão. As empresas precisam criar oportunidades reais para que as pessoas possam crescer e ocupar espaços de liderança. Não há indústria mais poderosa de transformação humana do que o turismo. É um setor que gera oportunidades desde o primeiro emprego até a formação de grandes empreendedores, executivos e líderes. O nosso papel é abrir portas e criar essas condições", pontuou.
A presidente do Movimento Ela Soma, Marina Rolim Cartaxo, ressaltou o papel das redes femininas na troca de experiências, na circulação de oportunidades e no fortalecimento do empreendedorismo no turismo. "O turismo é um setor construído por conexões. Quando mulheres compartilham conhecimento, indicam oportunidades e caminham juntas, elas fortalecem não apenas suas trajetórias individuais, mas todo o ecossistema turístico", explicou.
Representando o turismo rural, a empresária Maria Júlia Baracho destacou a contribuição do empreendedorismo feminino para o desenvolvimento dos destinos turísticos e para a geração de oportunidades econômicas nas comunidades locais. "Ninguém desenvolve um destino sozinho. O turismo só cumpre seu papel quando gera oportunidades para a comunidade, movimenta a economia local e cria condições para que mais pessoas permaneçam e prosperem em seus territórios", disse.
Os números mostram que a presença feminina já é decisiva para o turismo brasileiro. Dados da Relação Anual de Informações Sociais (RAIS) indicam que as mulheres representam 52,5% da força de trabalho formal do setor no país, percentual próximo à média global de 54%, segundo o Conselho Mundial de Viagens e Turismo (WTTC). No empreendedorismo, a participação também é expressiva: levantamento do Sebrae aponta que 57% dos negócios turísticos brasileiros são liderados por mulheres.
Apesar do protagonismo, os desafios ainda persistem. Dados do Ministério do Turismo mostram que apenas 17% das empresas registradas no Cadastur declaram ter mulheres em cargos de liderança. Entre os segmentos com maior participação feminina na gestão estão as agências de viagens (45%), seguidas pela hotelaria (18%) e pelos restaurantes (11%).
A programação do fórum também incluiu debates sobre os impactos da Copa do Mundo Feminina de 2027 para os destinos brasileiros e sobre segurança para mulheres viajantes. O evento será encerrado nesta quinta-feira (4), com discussões sobre diversidade e inclusão no turismo.
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Baixar áudioMunicípios, estados e o Distrito Federal receberam R$ 4,86 bilhões do Ministério da Educação (MEC) referentes à quinta parcela de 2026 do repasse complementar da União ao Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb).
Os recursos, depositados no dia 29 de maio, são provenientes do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) e devem ser aplicados exclusivamente na manutenção e no desenvolvimento da educação básica pública, incluindo:
A distribuição dos valores leva em conta o número de matrículas registradas no último Censo Escolar, realizado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). O levantamento contempla alunos da educação infantil, do ensino fundamental, do ensino médio, da educação especial, da educação de jovens e adultos (EJA) e da educação profissional integrada.
A previsão é que a complementação da União ao Fundeb alcance R$ 69,3 bilhões em 2026. Com o repasse da quinta parcela, o total transferido neste ano já soma R$ 29,04 bilhões.
Os recursos são liberados mensalmente, entre janeiro de 2026 e janeiro de 2027, até o último dia útil de cada mês, conforme cronograma estabelecido pela Portaria Interministerial MEC/MF nº 6/2026.
O Fundeb é formado por receitas e transferências de impostos de estados, municípios e Distrito Federal. Desde 2021, o fundo passou a contar com complementação crescente da União, distribuída por meio de três modalidades, conhecidas como modelo híbrido.
Em 2026, a complementação da União beneficiará 1.766 entes federativos pela modalidade VAAF, 2.546 pelo VAAT e 3.034 pelo VAAR.
Para consultar o extrato da distribuição dos recursos do Fundeb, acesse os demonstrativos.
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Copiar o textoIncertezas sobre tarifas dos EUA e expectativa pelo Copom pressionam mercado brasileiro
Baixar áudioO Ibovespa fechou esta quarta-feira (3) em forte queda de 2,30%, aos 170.196 pontos.
O índice foi pressionado pelo aumento da aversão ao risco nos mercados globais. O movimento foi impulsionado pelas preocupações com a política tarifária defendida pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que elevou as incertezas sobre o comércio internacional.
A combinação entre cautela no exterior e dúvidas sobre os rumos da política monetária brasileira intensificou as vendas de ações e contribuiu para o desempenho negativo da Bolsa.
Confira as ações com melhor e pior desempenho no último fechamento:
Ações em alta no Ibovespa
Ações em queda no Ibovespa
O volume total negociado nesta sessão foi de R$ 28 bilhões.
O que é o Ibovespa e como ele funciona?
O Ibovespa (Índice Bovespa) é o principal indicador do mercado acionário brasileiro. Calculado pela B3, ele reflete a média do desempenho das ações mais negociadas na bolsa, com base em critérios de volume e liquidez. O índice é composto por uma carteira teórica de ativos, que representa cerca de 80% do volume financeiro total negociado no mercado.
O que é a B3, a bolsa de valores do Brasil?
A B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) é a bolsa de valores oficial do Brasil, sediada em São Paulo. É responsável pela negociação de ações, derivativos, títulos públicos e privados, câmbio e outros ativos financeiros. A B3 está entre as maiores bolsas do mundo em infraestrutura e valor de mercado.
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Baixar áudioO dólar registrou forte alta nesta quarta-feira (3), véspera do feriado de Corpus Christi, e encerrou o pregão cotado a R$ 5,06
Com avanço de 1,15%, a valorização da moeda americana foi impulsionada pelo aumento da aversão ao risco nos mercados internacionais, em meio à escalada das tensões no Oriente Médio, que elevou a busca dos investidores por ativos considerados mais seguros.
Já o euro encerrou o último pregão cotado a R$ 5,89.
A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.
| Código | BRL | USD | EUR | GBP | JPY | CHF | CAD | AUD |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| BRL | 1 | 0,1976 | 0,1695 | 0,1466 | 31,6326 | 0,1565 | 0,2746 | 0,2757 |
| USD | 5,0606 | 1 | 0,8621 | 0,7450 | 160,08 | 0,7918 | 1,3897 | 1,4023 |
| EUR | 5,8962 | 1,1600 | 1 | 0,8643 | 185,66 | 0,9187 | 1,6115 | 1,6268 |
| GBP | 6,7996 | 1,3419 | 1,1571 | 1 | 214,79 | 1,0622 | 1,8642 | 1,8818 |
| JPY | 0,0316 | 0,0062 | 0,0054 | 0,0047 | 1 | 0,4947 | 0,0087 | 0,0088 |
| CHF | 6,3904 | 1,2628 | 1,0893 | 0,9414 | 202,12 | 1 | 1,7551 | 1,7708 |
| CAD | 3,6417 | 0,7196 | 0,6202 | 0,5364 | 115,20 | 0,5699 | 1 | 1,0090 |
| AUD | 3,6257 | 0,7131 | 0,6147 | 0,5313 | 114,09 | 0,5647 | 0,9909 | 1 |
Os dados são da Investing.com
Copiar o textoO concurso 3702 da Lotofácil foi realizado nesta quarta-feira (03/06/2026), no Espaço da Sorte, em São Paulo, e divulgado pela Caixa Econômica Federal. O sorteio não teve vencedores na faixa principal.
O prêmio estimado para o próximo concurso da Lotofácil, de número 3703, que será realizado na seixa-feira, 5 de junho de 2026, está estimado em R$ 10.000.000,00. Aproveite a oportunidade e faça sua aposta para concorrer!
02 - 03 - 05 - 09 - 13 - 14 - 15 - 16 - 17 - 18 - 20 - 21 - 22 - 23 - 25
A aposta mínima, de 15 números, custa R$ 3,50 com chance de 1 em 3.268.760 e a máxima custa R$ 46.512 com chance de 1 em 211.
|
Quantidade de números jogados |
Valor da aposta |
|---|---|
|
15 |
R$ 3,50 |
|
16 |
R$ 48,00 |
|
17 |
R$ 408,00 |
|
18 |
R$ 2.448,00 |
|
19 |
R$ 11.628,00 |
|
20 |
R$ 46.512,00 |
De segunda-feira a sábado, às 21h.
Quer apostar sem complicação? Use a Surpresinha e deixe o sistema escolher os números para você — uma forma prática e rápida de participar dos sorteios.
Prefere insistir nos seus números da sorte? Aposte com a Teimosinha e concorra com a mesma combinação por 3, 6, 12, 18 ou 24 concursos seguidos, aumentando suas chances de ganhar sem precisar refazer a aposta a cada sorteio.
Copiar o textoMassa de ar seco mantém tempo firme na maior parte da Região Sul
Baixar áudioA Região Sul terá uma quinta-feira (3) com condições mais estáveis e predomínio de sol na maior parte dos estados. As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
A atuação de uma massa de ar mais seco reduz as instabilidades e favorece um dia de pouca nebulosidade no interior da região. As chuvas ficam restritas à faixa litorânea, onde podem ocorrer de forma fraca e isolada. No Rio Grande do Sul, o tempo permanece firme, com sol e variação de nuvens ao longo do dia, além de possibilidade de nevoeiros nas primeiras horas da manhã.
Nas capitais da região, o destaque é o frio. A temperatura mínima prevista é de 10°C em Curitiba, enquanto Florianópolis terá tempo firme e máxima em torno de 22°C. A umidade relativa do ar varia entre 55% e 100%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o textoMassa de ar seco mantém sol e baixa umidade em toda a região
Baixar áudioA Região Centro-Oeste terá predominância de uma massa de ar seco na quinta-feira (4), as informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Em Mato Grosso, o destaque é o calor mais forte, com sol predominante e queda acentuada da umidade relativa do ar durante a tarde.
Em Goiás e no Distrito Federal, o tempo segue estável, com sol entre poucas nuvens e temperaturas mais amenas nas primeiras horas do dia. Já em Mato Grosso do Sul, o sol também predomina, com leve influência de uma massa de ar frio que perde força, deixando apenas temperaturas mais agradáveis no extremo sul do estado ao amanhecer.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 13°C em Brasília. Já a máxima pode chegar a 33°C, em Cuiabá. A umidade relativa do ar varia entre 40% e 85%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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