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Baixar áudioA expansão da presença brasileira no continente africano ganhou novo impulso com uma série de ações coordenadas pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil). Estudos de mercado, presença nas principais feiras internacionais e missões empresariais têm ampliado as oportunidades para empresas brasileiras em países da África Austral, considerada uma das regiões mais dinâmicas do continente.
A iniciativa busca fortalecer a inserção do Brasil em economias que registram crescimento da demanda por alimentos, máquinas, equipamentos, soluções industriais e tecnologias, além de estreitar relações comerciais com mercados que vêm diversificando seus parceiros internacionais.
Mais do que expandir as exportações brasileiras, a atuação pretende posicionar o país como parceiro estratégico em uma região que reúne economias complementares, corredores logísticos importantes e crescente necessidade de investimentos em infraestrutura, agronegócio, saúde, energia e transformação industrial.
Principal economia da África Subsaariana, a África do Sul desponta como um dos mercados com maior potencial para produtos brasileiros. Em estudo recente elaborado pela ApexBrasil, foram identificadas 581 frentes de exportação para empresas nacionais, distribuídas em diversos segmentos da economia.
As oportunidades abrangem desde alimentos e bebidas até máquinas agrícolas, equipamentos industriais, produtos químicos, medicamentos, materiais de construção e soluções para infraestrutura. O levantamento também aponta espaço para ampliar a participação brasileira em produtos de maior valor agregado, reduzindo a concentração das exportações em commodities.
Além de representar um importante mercado consumidor, a África do Sul é considerada porta de entrada para outros países da África Austral, facilitando a distribuição regional de produtos brasileiros.
Outra frente da atuação é a presença brasileira na Feira Internacional de Luanda (FILDA), principal evento multissetorial de Angola e um dos maiores encontros de negócios da África Austral.
A ApexBrasil organizou uma das maiores delegações brasileiras já levadas ao evento, reunindo empresas de diferentes setores para apresentar produtos, prospectar clientes e fortalecer parcerias comerciais.
A ação reforça a inserção do Brasil em Angola, mercado historicamente próximo e que mantém relações comerciais favorecidas pela língua portuguesa e pelos vínculos culturais entre os dois países. A expectativa é expandir negócios em áreas como alimentos, agronegócio, saúde, tecnologia, energia e bens industriais.
O fortalecimento da presença brasileira na região terá um novo marco durante a Feira Internacional de Maputo (FACIM) 2026, em Moçambique, quando o Brasil será o país homenageado do evento. A missão empresarial será realizada entre 31 de agosto e 6 de setembro, em Maputo.
A programação organizada pela ApexBrasil inclui participação na feira, rodadas de negócios, agendas institucionais e encontros com compradores e investidores, com foco em empresas interessadas em iniciar ou ampliar operações no mercado moçambicano e em outros países da África Austral.
As inscrições já estão abertas e podem ser realizadas no portal da ApexBrasil, onde também estão disponíveis os critérios de participação.
Copiar o textoA produtividade é o principal ganho percebido pelas pequenas e médias empresas brasileiras que utilizam ou pretendem adotar inteligência artificial. É o que mostra uma pesquisa da Serasa Experian, segundo a qual 58,7% dos empreendedores apontam esse como o maior benefício proporcionado pela tecnologia.
Além do aumento da produtividade, a automação de tarefas aparece em segundo lugar entre as principais vantagens da IA, citada por 35,9% dos entrevistados. Na sequência estão a redução de custos, com 34,2%, a melhoria no atendimento ao cliente, mencionada por 27,1%, o apoio à análise de dados, com 23,7%, e o aumento das vendas, apontado por 20,1% das empresas.
Apesar dos resultados positivos, o levantamento mostra que a adoção da inteligência artificial ainda enfrenta obstáculos importantes. A principal dificuldade é a falta de conhecimento sobre as soluções disponíveis, apontada por 41,3% dos entrevistados. Outros desafios incluem a ausência de profissionais capacitados para implementar e operar a tecnologia, preocupação com segurança e privacidade de dados, custos de implantação, falta de tempo para implementação e dificuldade de adaptar a IA à realidade do negócio.
A pesquisa também identificou que 38,8% das PMEs afirmam não ter interesse em utilizar inteligência artificial, enquanto 22% dizem não conhecer aplicações que façam sentido para seus empreendimentos. Segundo a Serasa Experian, o cenário indica que ainda existe espaço para ampliar o conhecimento sobre os usos práticos da IA, especialmente em áreas como gestão financeira, organização de processos e apoio à tomada de decisões.
O estudo ouviu 1.565 pequenas e médias empresas de todo o país entre maio e junho de 2026. As perguntas sobre benefícios e desafios da inteligência artificial foram respondidas apenas por empresas que já utilizam a tecnologia ou demonstraram interesse em adotá-la.
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Baixar áudioO Anuário de Segurança Pública, divulgado pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP), mostra que entre os 20 municípios com maiores taxas de roubos e furtos de celular do país em 2025, 14 são capitais estaduais. No ranking, São Luís (MA) lidera registra 1.517 ocorrências por 100 mil habitantes, enquanto o Rio de Janeiro (RJ) aparece em 20° lugar com uma taxa de 793,7 no mesmo recorte populacional.
Segundo o Código Penal brasileiro, furto é pegar um bem móvel que pertença a alguém sem que a vítima perceba e sem usar violência, enquanto roubo é subtrair o bem com grave ameaça ou força física.
O estudo revela que os dois tipos de crime – furto e roubo – ocorrem em tendências distintas no país. Enquanto os roubos de celular tiveram redução de 18,6% entre 2024 e 2025, os furtos dos aparelhos tiveram alta de 0,9%. Com essa mudança no padrão criminal, o levantamento revela que seis em cada 10 celulares subtraídos hoje no Brasil são resultado de furtos. Já quatro em cada 10 são derivados de roubos.
Conforme os dados, os furtos, por exemplo, têm maior incidência aos finais de semana: sábados e domingos concentram 34,5%, enquanto os roubos ocorrem mais nos dias úteis (73,1%), com picos às sextas-feiras.
A publicação aponta que o pico de ocorrências dos crimes ocorre em meses específicos que coincidem com festividades regionais, o que pode estar associado ao aumento de furtos.
Os resultados apresentados relativos aos furtos indicam que, no Nordeste, o pico ocorre nos meses de fevereiro (9,7%), março (10,3%) e junho (12,8%), que concentram respectivamente pré-Carnaval, Carnaval e São João.
Já no Sul e Sudeste o pico é entre fevereiro e março, o que, segundo o estudo, demonstra o impacto do período de Carnaval – em que os criminosos aproveitam o momento de aglomeração para subtrair aparelhos.
Na Região Norte, a alta dos registros acontece em outubro. O levantamento aponta que o resultado pode estar associado à realização do Círio de Nazaré – procissão católica, que acontece em Belém (PA) e que reúne milhões de devotos.
O levantamento destaca que das 20 cidades do ranking, oito estão na Região Nordeste: São Luís (MA), Salvador (BA), Lauro de Freitas (BA), Olinda (PE), Teresina (PI), Recife (PE), Natal (RN) e Fortaleza (CE). Já as regiões Sul e Centro-Oeste não integram a lista dos municípios com maior número de roubos e furtos de celulares.
Confira o ranking:
Apesar da cidade de São Paulo ocupar a terceira posição em termos de taxa, a capital aparece como o principal polo nacional de roubos e furtos de celulares em números absolutos. A capital paulista concentra 5,6% da população e 20% de todos os roubos e furtos de celular do país.
Segundo o Anuário, o resultado evidencia que, além da elevada incidência proporcional, o município exerce papel central na dinâmica nacional do mercado ilícito.
O documento completo pode ser consultado em www.forumseguranca.org.br. Para acessar, é preciso clicar na aba publicações e, em seguida, em anuário. Os dados podem ser baixados em dois formatos, em PDF e em formato de planilha.
Copiar o textoA Região Sul terá predomínio de muitas nuvens e condições para chuva ao longo deste domingo (26). A instabilidade atmosférica atua sobre os três estados da região, com ocorrência de pancadas de chuva isoladas em boa parte do território e chuva isolada em áreas do Paraná, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
No Rio Grande do Sul, Porto Alegre terá mínima de 16°C e máxima de 20°C, com muitas nuvens e pancadas de chuva isoladas. A mesma condição meteorológica deve predominar na maior parte do estado, abrangendo a Campanha, o Centro Ocidental, o Centro Oriental, a Fronteira Oeste, as Missões, o Noroeste, o Nordeste, o Sudeste, o Sudoeste e a Região Metropolitana de Porto Alegre.
Em Santa Catarina, Florianópolis registra temperaturas entre 13°C e 24°C, também com muitas nuvens e pancadas de chuva isoladas. O cenário se estende às regiões do Oeste Catarinense, Meio-Oeste, Planalto Serrano, Vale do Itajaí, Grande Florianópolis, Norte Catarinense e Sul Catarinense.
No Paraná, Curitiba terá mínima de 12°C e máxima de 22°C, com previsão de muitas nuvens e chuva isolada. As mesmas condições são esperadas para as regiões Noroeste, Norte Central, Norte Pioneiro, Centro Ocidental, Centro Oriental, Centro-Sul, Oeste, Sudoeste, Sudeste, Região Metropolitana de Curitiba e Litoral Paranaense.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA Região Centro-Oeste inicia o domingo (26) com predomínio de poucas nuvens e tempo estável na maior parte do território. As temperaturas seguem elevadas, favorecidas pela atuação de uma massa de ar seco. No extremo sul da região, porém, a nebulosidade aumenta, com possibilidade de chuva isolada em áreas de Mato Grosso do Sul, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
No Distrito Federal, a previsão é de poucas nuvens ao longo do dia. Em Brasília, os termômetros variam entre 17°C e 29°C.
Em Goiás, o tempo permanece firme em todas as regiões do estado, com predomínio de poucas nuvens. Na capital, Goiânia, a mínima prevista é de 18°C, enquanto a máxima pode chegar aos 32°C.
Em Mato Grosso, a previsão indica poucas nuvens em praticamente todo o estado, abrangendo as regiões Norte, Nordeste, Sudeste, Sudoeste, Centro-Sul e Oeste Mato-grossense. Em Cuiabá, a temperatura varia entre 24°C e 36°C.
Já em Mato Grosso do Sul, o predomínio também é de poucas nuvens na maior parte do estado. Nas regiões Sudoeste, Pantanais Sul-Mato-Grossense, Centro-Norte e Leste, o tempo permanece estável. Já na região Sul Fronteira, a previsão é de aumento da nebulosidade, com possibilidade de chuva isolada. Em Campo Grande, a mínima será de 19°C e a máxima de 31°C.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA Região Sudeste terá o domingo (26) marcado pelo predomínio de muitas nuvens. A instabilidade favorece a ocorrência de chuva isolada em parte da região, enquanto áreas do interior permanecem apenas com maior cobertura de nebulosidade, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Em São Paulo, a capital registra temperatura mínima de 16°C e máxima de 26°C, com previsão de muitas nuvens e chuva isolada. Nas demais áreas do estado, a chuva isolada deve ocorrer principalmente no litoral, na faixa leste e em parte do sul paulista. Já o oeste e o noroeste apresentam predomínio de poucas nuvens.
No Rio de Janeiro, a capital terá mínima de 18°C e máxima de 26°C, com muitas nuvens e chuva isolada. A previsão também se estende ao litoral e às regiões Metropolitana, Serrana, dos Lagos, Norte, Noroeste, Centro-Sul e Costa Verde, onde a nebulosidade permanece elevada ao longo do dia.
Em Minas Gerais, Belo Horizonte deve registrar mínima de 15°C e máxima de 26°C, com muitas nuvens e possibilidade de chuva isolada. A condição também é esperada no Sul e Sudoeste de Minas, Campo das Vertentes, Zona da Mata, Região Metropolitana de Belo Horizonte, Vale do Rio Doce, parte do Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba. No Norte de Minas, Jequitinhonha, Vale do Mucuri e Noroeste Mineiro, a previsão é de poucas nuvens.
No Espírito Santo, Vitória terá temperaturas entre 21°C e 25°C, com muitas nuvens e chuva isolada. A previsão também contempla as regiões Litoral Norte, Central e Sul do estado, mantendo o céu encoberto e condições para precipitações rápidas.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA Região Norte terá, neste domingo (26), predomínio de nebulosidade, com condições para chuva isolada em parte da região. As instabilidades atuam principalmente sobre áreas do extremo norte da Amazônia, enquanto o sul da região permanece com tempo mais estável e temperaturas elevadas, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
No Tocantins, a previsão é de poucas nuvens ao longo do dia. Em Palmas, os termômetros variam entre 23°C e 36°C. Nas porções do Bico do Papagaio, Ocidental do Tocantins e Oriental do Tocantins, o tempo também permanece estável, com predomínio de poucas nuvens.
No Pará, a capital Belém terá mínima de 24°C e máxima de 34°C, com muitas nuvens e possibilidade de chuva isolada. Nas regiões do Baixo Amazonas, Marajó, Nordeste Paraense, Sudeste Paraense e Sudoeste Paraense, a previsão indica variação entre períodos de muitas nuvens e áreas com possibilidade de chuva isolada.
No Amapá, Macapá registra temperaturas entre 24°C e 31°C, com muitas nuvens e possibilidade de chuva isolada. A condição também se estende às regiões Norte, Sul e Central do estado.
Em Roraima, Boa Vista terá mínima de 25°C e máxima de 33°C, com muitas nuvens e possibilidade de chuva isolada. Nas regiões Norte, Sul e Central do estado, a previsão indica maior concentração de instabilidades, com ocorrência de pancadas de chuva e trovoadas isoladas em parte do território.
No Amazonas, Manaus terá temperaturas entre 25°C e 33°C, com muitas nuvens e possibilidade de chuva isolada. Nas regiões Norte Amazonense, Centro Amazonense, Sudoeste Amazonense e Sul Amazonense, a previsão aponta predomínio de nebulosidade, com pancadas de chuva e trovoadas isoladas em áreas do norte e do oeste do estado.
Em Rondônia, Porto Velho terá mínima de 21°C e máxima de 35°C, com muitas nuvens. A mesma condição é prevista para as regiões Leste Rondoniense e Madeira-Guaporé, sem previsão de acumulados significativos.
No Acre, Rio Branco registra temperaturas entre 22°C e 34°C, com muitas nuvens. Nas regiões do Vale do Acre e do Vale do Juruá, o céu permanece com bastante nebulosidade ao longo do dia, sem indicativo de chuva expressiva.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA Região Nordeste terá, neste domingo (26), predominância de muitas nuvens na faixa litorânea e tempo mais estável no interior. A circulação de umidade mantém condições para chuva isolada em trechos da costa, enquanto áreas do semiárido e do interior registram poucas nuvens e temperaturas elevadas, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Na Bahia, Salvador terá muitas nuvens com névoa úmida, com temperaturas entre 21°C e 30°C. Nas demais áreas do estado, o tempo varia entre muitas nuvens no Litoral Baiano e predomínio de poucas nuvens no Centro-Sul, Vale São-Franciscano e Extremo Oeste Baiano.
Em Sergipe, Aracaju registra muitas nuvens com possibilidade de chuva isolada, com mínima de 22°C e máxima de 29°C. No interior sergipano, o Agreste e o Sertão apresentam predomínio de poucas nuvens ao longo do dia.
Em Alagoas, Maceió terá muitas nuvens com pancadas de chuva isoladas, com temperaturas entre 21°C e 29°C. No restante do estado, o Leste Alagoano mantém maior nebulosidade, enquanto o Agreste e o Sertão Alagoano registram tempo mais estável.
Em Pernambuco, Recife terá muitas nuvens com possibilidade de chuva isolada, com mínima de 22°C e máxima de 30°C. A condição de maior nebulosidade se concentra na Mata Pernambucana, enquanto o Agreste e o Sertão Pernambucano apresentam poucas nuvens.
Na Paraíba, João Pessoa também terá muitas nuvens com possibilidade de chuva isolada, com temperaturas entre 22°C e 30°C. A umidade permanece mais presente na Mata Paraibana, enquanto o Agreste, Borborema e o Sertão Paraibano terão predomínio de poucas nuvens.
No Rio Grande do Norte, Natal registra muitas nuvens com possibilidade de chuva isolada, com mínima de 22°C e máxima de 30°C. A previsão indica maior nebulosidade no Leste Potiguar, enquanto as regiões Agreste, Central e Oeste Potiguar permanecem com poucas nuvens.
No Ceará, Fortaleza terá muitas nuvens com possibilidade de chuva isolada, com temperaturas entre 23°C e 32°C. No interior do estado, os Sertões Cearenses, o Jaguaribe, o Centro-Sul e ob apresentam predomínio de poucas nuvens.
No Piauí, Teresina terá poucas nuvens, com mínima de 22°C e máxima de 35°C. A condição de tempo estável também predomina nas regiões Centro-Norte, Sudeste e Sudoeste Piauiense.
No Maranhão, São Luís terá muitas nuvens com possibilidade de chuva isolada, com temperaturas entre 25°C e 32°C. A umidade permanece no Norte Maranhense, enquanto o Leste, Centro, Oeste e Sul Maranhense apresentam predomínio de poucas nuvens ao longo do domingo.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioOs Estados Unidos anunciaram, nesta quinta-feira (23), uma tarifa adicional de 12,5% sobre exportações brasileiras, sob a alegação de que o Brasil não combate adequadamente o trabalho forçado. A medida se soma à sobretaxa de 25% que entrou em vigor na quarta-feira (22), após uma investigação do governo norte-americano concluir que o país adota práticas consideradas desleais de comércio em relação aos EUA.
Diante do aumento das barreiras comerciais, o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Ricardo Alban, afirmou que a principal estratégia para reduzir os impactos sobre a indústria brasileira é manter abertas as negociações entre os dois países.
Após reunião com o ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Márcio Elias Rosa, nesta quinta-feira, Alban reforçou que o setor produtivo continuará apoiando os esforços do governo brasileiro para buscar uma solução negociada.
“Saímos daqui muito satisfeitos com a afirmação categórica do ministro de que o Brasil vai continuar negociando. Essa é a opção número um que existe neste momento: continuar negociando”, disse o presidente da CNI em entrevista coletiva.
Segundo Alban, governo e setor produtivo definiram uma estratégia em duas frentes: medidas emergenciais e ações estruturantes.
No curto prazo, a proposta é oferecer apoio imediato às empresas prejudicadas, em parceria com o MDIC, a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), a Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (SEBRAE), o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e a CNI, por meio do Serviço Social da Indústria (SESI), do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) e do Instituto Euvaldo Lodi (IEL).
Já a frente de longo prazo prevê a criação de uma nova missão do programa Nova Indústria Brasil (NIB) para fortalecer a inserção internacional da indústria brasileira e mitigar os impactos das tarifas impostas pelos Estados Unidos.
“Começamos uma discussão de — dentro da política industrial — constituir uma sétima missão voltada para as cadeias produtivas internacionais, de forma que possamos ter um projeto contínuo e sempre atualizado de apoio à internacionalização das nossas indústrias no Brasil”, explicou Alban.
Atualmente, a Nova Indústria Brasil está estruturada em seis missões estratégicas, voltadas para:
A proposta da CNI é criar uma sétima missão, de caráter transitório, destinada a apoiar os setores industriais afetados pelas novas tarifas impostas pelos Estados Unidos e fortalecer a competitividade da indústria brasileira nos mercados internacionais.
Para isso, segundo Alban, será criado um grupo de trabalho coordenado pela CNI, reunindo os setores industriais mais impactados e as federações estaduais da indústria com atuação no comércio exterior. O MDIC ficará responsável por articular os órgãos públicos que participarão da iniciativa.
Em junho deste ano, o Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR) concluiu que práticas brasileiras relacionadas a comércio digital, tarifas preferenciais, combate à corrupção, propriedade intelectual, acesso ao etanol e combate ao desmatamento seriam restritivas ao comércio estadunidense.
Com base nessa avaliação, o governo norte-americano decidiu aplicar a tarifa adicional de 25% sobre produtos brasileiros, preservando uma lista de 2.126 códigos tarifários. Entre os itens isentos da medida estão café, suco de laranja e carne.
Mesmo com as exceções, a CNI estima que cerca de 4 mil produtos brasileiros foram atingidos pela medida, afetando cerca de US$ 12,4 bilhões em exportações para os Estados Unidos, um dos principais destinos das vendas externas da indústria nacional.
Sobre a nova tarifa de 12,5%, anunciada nesta quinta-feira, Alban afirmou que a entidade ainda avalia seus impactos. “Essa tarifa cria uma falta de competitividade total. E isso, óbvio, se torna mais crítico, principalmente para os produtos manufaturados”, pontuou.
O presidente da CNI informou ainda que a entidade enviou uma carta ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, defendendo a manutenção das negociações entre os dois governos, com participação dos setores industriais dos dois países.
"Tem muitos interesses americanos que podem convergir com nossos interesses. Estamos falando de IA, data centers, recursos que envolvem agregação de valor aqui no Brasil. Ninguém vai exportar minerais críticos como se exporta minério de ferro. Obviamente, tem que haver beneficiamento", destacou.
Dados da CNI mostram que 60,3% das exportações brasileiras atingidas pela tarifa adicional de 25% são compostas por bens intermediários — matérias-primas e componentes utilizados pela própria indústria norte-americana na fabricação de outros produtos.
"Nós temos pontos para convergir. Os dois países, que são players mundiais, poderão convergir para que essas políticas públicas sejam mais assertivas", concluiu Alban.
A entrevista coletiva completa está disponível no canal da CNI no Youtube.
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Copiar o textoQuase dois terços das empresas brasileiras enfrentam dificuldades para controlar as finanças em tempo real. O problema afeta 63% dos negócios — o equivalente a 12,6 milhões de pequenas e médias empresas —, segundo a 2ª edição do Panorama da Gestão de Despesas Corporativas, levantamento realizado pela Conta Simples em parceria com a Visa.
O estudo mostra que, embora o dinheiro entre e saia diariamente do caixa de 45% das empresas, a falta de visibilidade e previsibilidade sobre as finanças continua sendo um desafio. Em relação a 2024, o percentual de empresas sem acompanhamento financeiro em tempo real aumentou oito pontos percentuais, passando de 55% para 63% ao fim de 2025.
De acordo com a pesquisa, o modelo tradicional de fechamento mensal perdeu espaço em um cenário marcado por pagamentos instantâneos. Atualmente, 86% das empresas utilizam o Pix e 71% adotam cartões corporativos.
Para o CEO e cofundador da Conta Simples, Rodrigo Tognini, a digitalização transformou a dinâmica da gestão financeira, mas exige mecanismos mais sofisticados de controle.
“A velocidade não justifica a perda de governança. Hoje, a maturidade financeira é definida pela capacidade de orquestrar e gerenciar transações em larga escala, independentemente de quão descentralizadas elas sejam”, afirma.
A pesquisa também revela que 60% das empresas não acompanham nem aprovam despesas em tempo real, alta de cinco pontos percentuais em relação a 2024.
Na avaliação do estudo, a digitalização resolveu o problema do "como pagar", mas ampliou o desafio do "como acompanhar". Quando o controle é feito apenas no fechamento do mês, o retrato financeiro já chega defasado, aumentando o risco de decisões baseadas em informações desatualizadas.
Segundo a vice-presidente da Visa, Marcela Pinori, a expansão dos meios de pagamento digitais elevou o nível de governança exigido das empresas.
“A tecnologia precisa funcionar como ferramenta de antecipação, não apenas digitalizar a transação, mas estruturar o fluxo e conectar pagamentos a regras claras de acompanhamento e controle para apoiar decisões estratégicas de crescimento”, afirma.
Tognini ressalta que o impacto da falta de controle vai além da rotina operacional. “A empresa passa a reagir em vez de decidir. Visibilidade devolve tempo e gestão, fatores que potencializam o crescimento com estabilidade”, diz o executivo da Conta Simples.
O levantamento também aponta que o avanço dos meios digitais ainda convive com fragilidades na gestão das despesas. Embora o uso de cartões corporativos tenha crescido, 58% das empresas concentram as operações em apenas um ou dois cartões. Além disso, 51% não estabelecem limites de gastos por área ou finalidade, o que reduz a previsibilidade e enfraquece a governança financeira.
Segundo Tognini, a fragmentação das despesas entre diferentes bancos e meios de pagamento dificulta a consolidação das informações e mantém processos excessivamente dependentes de planilhas.
“No tempo real, esse modelo simplesmente não se sustenta. É impossível manter processos manuais atualizados diariamente em um cenário de operação cada vez mais dinâmica”, ressalta.
Para Marcela Pinori, os cartões virtuais surgem como alternativa para aprimorar o controle financeiro. Emitidos instantaneamente para diferentes áreas, equipes ou projetos, eles permitem acompanhar os gastos com maior precisão e transparência.
“Não basta digitalizar a transação. É preciso estruturar o fluxo. Empresas que conectam pagamento, limites e leitura contínua reduzem fricção e ganham previsibilidade operacional”, enfatiza a vice-presidente da Visa.
O estudo mostra ainda um papel estratégico do crédito dentro das empresas. Atualmente, 37% dos negócios já associam o uso de crédito a investimentos planejados, indicando que a gestão financeira deixa de cumprir apenas funções operacionais para apoiar decisões de crescimento.
Para Tognini, o diferencial competitivo está na integração entre meios de pagamento e mecanismos de governança. “Transformar o fluxo financeiro em leitura contínua permite antecipação. Quem enxerga antes decide melhor — e isso se traduz em vantagem operacional”, conclui.
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