06/03/2026 18:30h

Em Mato Grosso, a previsão é de muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas em municípios da região nordeste do estado, como Gaúcha do Norte, Canarana e Paranatinga

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O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta de chuvas intensas para a Região Centro-Oeste neste sábado (7).

Em Mato Grosso, a previsão é de muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas em municípios da região nordeste do estado, como Gaúcha do Norte, Canarana e Paranatinga.

Já em Mato Grosso do Sul, a instabilidade mais intensa deve atingir cidades do Pantanal e da região norte sul-mato-grossense, como Corumbá, Figueirão e São Gabriel do Oeste.

Em Goiás e no Distrito Federal, a expectativa é de muitas nuvens com pancadas de chuva ao longo do dia, mantendo o tempo instável em grande parte da região.

Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 20°C, em Brasília. Já a máxima deve chegar a 34°C, em Campo Grande. A umidade relativa do ar varia entre 25% e 100%.

5 motivos para acompanhar as previsões do tempo

  • Agricultura: garantia de uma boa colheita;
  • Marinha: proteção de marinheiros, navios e passageiros;
  • Aeronáutica: segurança de pilotos, aeronaves e passageiros;
  • Pesca: condições favoráveis e seguras para a atividade;
  • Turismo: garantia de passeios e viagens tranquilas e agradáveis.

Importância das observações meteorológicas no INMET

As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).

As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

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06/03/2026 18:20h

Em São Paulo, na região norte e nordeste, são esperadas fortes pancadas de chuva nos municípios de Olímpia, Colina e Jaboticabal

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O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta de acumulado de chuva para a Região Sudeste neste sábado (7).

Em São Paulo, na região norte e nordeste, são esperadas fortes pancadas de chuva nos municípios de Olímpia, Colina e Jaboticabal.

Em Minas Gerais, as precipitações atingem cidades do norte mineiro, como Riachinho e Ubaí, e avançam até municípios do sul de Minas, como Nova Resende e Três Pontas.

Já no Rio de Janeiro e no Espírito Santo, a previsão é de muitas nuvens com pancadas de chuva ao longo do dia, mantendo o tempo instável em diversas áreas dos estados.

Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 18°C, em São Paulo. Já a máxima pode chegar até 32°C, em Vitória. A  umidade relativa do ar varia entre 40% e 100%.

5 motivos para acompanhar as previsões do tempo

  • Agricultura: garantia de uma boa colheita;
  • Marinha: proteção de marinheiros, navios e passageiros;
  • Aeronáutica: segurança de pilotos, aeronaves e passageiros;
  • Pesca: condições favoráveis e seguras para a atividade;
  • Turismo: garantia de passeios e viagens tranquilas e agradáveis.

Importância das observações meteorológicas no INMET

As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).

As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

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06/03/2026 18:10h

Acre, Rondônia e Tocantins devem registrar muitas nuvens com pancadas de chuva ao longo do dia em diversas áreas dos estados

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O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) indica tempo instável na Região Norte neste sábado (7).

Acre, Rondônia e Tocantins devem registrar muitas nuvens com pancadas de chuva ao longo do dia em diversas áreas dos estados.

No Amazonas, a chuva tende a ser mais intensa em municípios do sudoeste amazonense, como São Paulo de Olivença, Atalaia do Norte e Itamarati.

Em Roraima, a previsão é de muitas nuvens ao longo do dia, sem grandes acumulados de chuva.

Já no Amapá, cidades da região central e leste do estado, como Mazagão, Tartarugalzinho e Ferreira Gomes, podem registrar fortes precipitações.

No Pará, há possibilidade de chuva em municípios do Marajó e do sudoeste paraense, desde Anajás e Gurupá até São Félix do Xingu e Cumaru do Norte.

Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 23°C, em Rio Branco. Já a máxima pode chegar a 37°C, em Boa Vista. A umidade relativa do ar varia entre 35% e 100%.

5 motivos para acompanhar as previsões do tempo

  • Agricultura: garantia de uma boa colheita;
  • Marinha: proteção de marinheiros, navios e passageiros;
  • Aeronáutica: segurança de pilotos, aeronaves e passageiros;
  • Pesca: condições favoráveis e seguras para a atividade;
  • Turismo: garantia de passeios e viagens tranquilas e agradáveis.

Importância das observações meteorológicas no INMET

As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
 

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06/03/2026 18:00h

No Maranhão, a chuva atinge municípios do centro-sul maranhense, como Amarante do Maranhão, Grajaú e Montes Altos

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O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) indica áreas de instabilidade na Região Nordeste neste sábado (7).

No Maranhão, a chuva atinge municípios do centro-sul maranhense, como Amarante do Maranhão, Grajaú e Montes Altos.

No Piauí, a instabilidade deve alcançar cidades do sul do estado, como Baixa Grande do Ribeiro, Bom Jesus e Monte Alegre do Piauí.

No Ceará, pode haver chuva isolada em municípios da região norte cearense, como Uruoca, Viçosa do Ceará e Varjota.

Na Bahia, também há chance de chuva isolada em cidades do oeste baiano, como Riachão das Neves, São Desidério e Correntina.

Já em Rio Grande do Norte, Paraíba e Pernambuco, o tempo permanece mais estável. Em Alagoas e Sergipe, não há previsão de chuva, apenas muitas nuvens ao longo do dia.

Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 23°C em Teresina. Já a máxima pode chegar a 30°C, em Maceió. A umidade relativa do ar varia entre 45% e 100%.

5 motivos para acompanhar as previsões do tempo

  • Agricultura: garantia de uma boa colheita;
  • Marinha: proteção de marinheiros, navios e passageiros;
  • Aeronáutica: segurança de pilotos, aeronaves e passageiros;
  • Pesca: condições favoráveis e seguras para a atividade;
  • Turismo: garantia de passeios e viagens tranquilas e agradáveis.

Importância das observações meteorológicas no INMET

As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).

As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
 

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06/03/2026 17:30h

Estão na lista municípios dos estados do Mato Grosso, Minas Gerais, Pará, Paraíba e Sergipe

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O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), por meio da Defesa Civil Nacional, reconheceu, nesta sexta-feira (6), a situação de emergência em sete cidades afetadas por desastres nos estados do Mato Grosso, Minas Gerais, Pará, Paraíba e Sergipe. As portarias com os reconhecimentos foram publicadas no Diário Oficial da União (DOU). Confira mais detalhes abaixo:

Foram castigados por fortes chuvas os municípios de Espinosa e Piracema, em Minas Gerais, e Goianésia do Pará e Muaná, no Pará.

Por outro lado, passa por estiagem a cidade de Boa Vista, na Paraíba, enquanto Poço Verde, em Sergipe, enfrenta a seca, que é um período de ausência de chuva mais prolongado do que a estiagem.

No Mato Grosso, o município de Poxoréu obteve o reconhecimento federal de situação de emergência por causa de erosão continental/boçoroca.

Agora, as prefeituras já podem solicitar recursos do Governo Federal para ações de defesa civil, como compra de cestas básicas, água mineral, refeição para trabalhadores e voluntários, kits de limpeza de residência, higiene pessoal e dormitório, entre outros.

Como solicitar recursos 

Os municípios com reconhecimento federal de situação de emergência ou de estado de calamidade pública podem solicitar apoio financeiro ao MIDR por meio do Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2iD). A Defesa Civil Nacional avalia os planos de trabalho enviados e, após a aprovação, publica portaria no DOU com os valores a serem liberados. 

Capacitações da Defesa Civil Nacional

A Defesa Civil Nacional oferece uma série de cursos a distância para habilitar e qualificar agentes municipais e estaduais para o uso do S2iD. As capacitações têm como foco os agentes de proteção e defesa civil nas três esferas de governo. Confira neste link a lista completa dos cursos.

Com informações do MIDR

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06/03/2026 17:00h

Nova Friburgo terá uma barreira impermeável, enquanto Teresópolis será contemplada com uma estrutura permeável

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A construção de duas barreiras de contenção de fluxo de detritos no estado do Rio de Janeiro para minimizar os impactos causados por deslizamentos de terra está próxima de sair do papel. O projeto está em fase de finalização e a execução das obras no município de Nova Friburgo está prevista para este semestre. A cidade receberá uma barreira impermeável, capaz de reter sedimentos mais finos. No segundo semestre de 2026, Teresópolis deverá receber uma estrutura permeável, que segura blocos maiores e permite a passagem da água. Nesta quinta-feira (5), o secretário Nacional de Proteção e Defesa Civil, Wolnei Wolff, participou da última reunião do Comitê de Coordenação Conjunta (CJJ) para alinhar os detalhes finais do projeto ao lado de técnicos japoneses, representantes dos ministérios das Cidades e das Relações Exteriores, e do Governo do Rio de Janeiro.

Na reunião, o secretário Wolnei agradeceu a colaboração do Governo do Japão e dos técnicos japoneses nos últimos anos e falou sobre as diferenças entre os dois países. “O Japão tem uma cultura milenar. As dificuldades da parceria com o Brasil podiam ser grandiosas, mas vencemos isso à medida que fomos nos conhecendo. Vimos os técnicos japoneses completamente dedicados a cooperar e compartilhar conhecimentos. Dessa forma, fomos criando uma relação de confiança com o Japão”, comemorou o secretário.

Wolnei lembrou que, em 2012, os japoneses o alertaram para a intensificação das mudanças climáticas e o aumento do volume de chuvas. “Isso não fazia parte da nossa realidade. Agora, estamos vivenciando esse cenário, com ocorrências importantes em Petrópolis (RJ), São Sebastião (SP), municípios de Minas Gerais, Rio Grande do Sul, entre outros”, afirmou o secretário, ressaltando o quanto aprendeu com a forma como o Japão se dedica à prevenção de desastres. “Eles possuem uma política de Estado orientada, estruturada e organizada, com investimentos garantidos para essa área a longo prazo. No Brasil, o presidente Lula criou o Ministério das Cidades para cuidar de prevenção em 2003. No mandato da presidente Dilma, continuamos esse trabalho. Seguíamos em direção a uma política de prevenção que estava começando a dar resultados, quando mudou o governo, essa política foi asfixiada e ficou sem recursos para prevenção de desastres”, completou.

A construção da barreira integra o Projeto Sabo - Projeto de Aprimoramento da Capacidade Técnica em Medidas Estruturais contra Movimentos Gravitacionais de Massa com Foco na Construção de Cidades Resilientes, iniciado em julho de 2021 com o objetivo de salvar vidas, proteger o patrimônio e diminuir o poder destrutivo dos eventos extremos. “O Projeto Sabo é mais um passo importante da relação entre Brasil e Japão nos últimos 50 anos”, disse o coordenador-geral adjunto da Agência Brasileira de Cooperação (ABC), do Ministério das Relações Exteriores, Guillermo Botovchenco.

Representando o Ministério do Japão, o ministro conselheiro Hirotake Hayashi aproveitou a oportunidade para prestar solidariedade aos moradores de Minas Gerais, afetados por chuvas intensas nos últimos dias. O ministro também destacou o avanço do projeto. “Estamos na reta final dessa iniciativa tão importante”, comemorou.

Da mesma forma, o representante da JICA Brasil, Shohei Kashiwagi celebrou a etapa atual da parceria entre Brasil e Japão. “Agradeço aos envolvidos dos dois países pelo empenho incansável ao longo desses anos. Agradeço, também, a confiança do Brasil na experiência japonesa e a atuação de altíssima qualidade e consistência dos técnicos do Japão. Estamos finalmente diante da verdadeira linha de largada para as obras, desejo que a experiência gere frutos e traga ensinamentos valiosos para que o Brasil tenha mais avanços futuros.  Esperamos que o projeto chegue a outras cidades e estaremos acompanhando tudo de perto, sempre oferecendo o apoio necessário”, afirmou.

O diretor de Mitigação e Prevenção de Riscos do Ministério das Cidades, Rodolfo Baêsso de Moura, falou sobre as responsabilidades do ministério. “Vamos dar andamento às obras em Nova Friburgo e Teresópolis. Faço questão de reconhecer que isso só será possível graças ao empenho do secretário Wolnei, que levou o projeto para frente. É muito difícil trazer uma tecnologia de outro país tão diferente do Brasil em termos socioeconômicos, portanto, isso é uma grande vitória”, acrescentou.

Representando o Governo do Rio de Janeiro, o superintendente de Projetos Especiais, Aurélio Vogas, cuidará da execução das obras. “Nossa tarefa agora é colocar em prática todo o aprendizado que recebemos. Nas próximas décadas, esperamos que o Brasil possa construir (as barreiras) não apenas no Rio de Janeiro, mas em outros estados também. Preservar vidas é a nossa missão”, concluiu.

Barreiras permeável e impermeável

A barreira Sabo é uma estrutura resistente que retém o movimento gravitacional de massa, chamado de fluxo de detritos. As barreiras permeáveis possuem estruturas metálicas embutidas para reter o material mais grosseiro, como grandes blocos e fragmentos rochosos. Elas também permitem o fluxo natural do escoamento do leito dos rios, o que reduz o impacto ambiental. Já as impermeáveis conseguem conter os sedimentos com granulometria mais fina, como areia e argila, por exemplo.

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06/03/2026 04:55h

Grande Prêmio do Brasil será realizado entre os dias 20 e 22 de março. Modernização do circuito está 95% concluída e contou com investimento de R$ 250 milhões do governo de Goiás

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Goiânia se prepara para sediar, em 2026, a única etapa latino-americana do campeonato mundial de MotoGP. O Grande Prêmio do Brasil será realizado entre os dias 20 e 22 de março, marcando o retorno da principal categoria da motovelocidade ao país após mais de duas décadas sem corridas em território brasileiro.

Nesta quarta-feira (4), o governador de Goiás, Ronaldo Caiado, acompanhado da coordenadora do Goiás Social e primeira-dama Gracinha Caiado e do vice-governador Daniel Vilela, vistoriou os últimos detalhes das obras no Autódromo Internacional Ayrton Senna. A modernização do circuito está 95% concluída e contou com investimento de R$ 250 milhões do governo de Goiás.

Faltando menos de 20 dias para a realização do Grande Prêmio, o governador percorreu as instalações e destacou que a pista agora possui padrão internacional, com tecnologias avançadas de segurança, boxes modernizados e infraestrutura médica completa.

“Estamos mostrando para o mundo que aqui nós temos o que há de mais sofisticado em tecnologia. Nós recuperamos para o Brasil e para o estado de Goiás esse grande campeonato que é, sem dúvida, uma grande coqueluche no mundo”, enfatizou.

Ainda segundo Caiado, o sistema de controle de prova instalado no circuito está entre os mais modernos da América Latina. “O boxe tem todas as informações. É só chegar e acoplar. Tem todo o controle de velocidade, sensor de solo, noção da necessidade de trazer a moto para o boxe”, explicou.

Mudanças na estrutura

A requalificação do autódromo incluiu a reconstrução e o alargamento da pista, além da modernização e ampliação dos 22 boxes. Também foram realizadas melhorias nos camarotes, que ganharam melhor visibilidade para o traçado e um novo sistema de climatização.

Entre as intervenções estão ainda a construção de uma nova torre integrada e de um viaduto de acesso de serviço. No momento, equipes finalizam serviços de paisagismo e a instalação de novos banheiros família.

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A coordenadora do Goiás Social, Gracinha Caiado, destacou que o evento também terá ações sociais e educacionais. De acordo com ela, equipes dos Colégios Tecnológicos de Goiás oferecerão oficinas profissionalizantes voltadas à qualificação técnica.

“Todos os grandes eventos que existem em Goiás, a gente sempre deixa um cunho social. E não é diferente dessa grandiosidade que vocês estão vendo aqui. Então aqui também acontecerá oficina mecânica para moto, bicicleta e carro de primeira qualidade”, afirmou.

A realização da prova em Goiânia é resultado de uma parceria entre o governo de Goiás e a Dorna Sports, empresa espanhola responsável pela organização do campeonato. O acordo garante a presença do Grande Prêmio do Brasil no calendário da categoria entre 2026 e 2030.

Para o vice-governador Daniel Vilela, o evento reforça a posição do estado como referência em competições de velocidade. “Esse evento vai refletir a grandeza do nosso estado, a grandeza de Goiás. Nós vamos estar prontos para receber qualquer prova internacional de automobilismo. Esse aqui é hoje, sem dúvida nenhuma, o melhor autódromo do Brasil”, pontuou.

Convidado para interpretar o Hino Nacional antes da corrida principal, o cantor Gusttavo Lima também visitou o circuito. “Nesses quase 20 anos de carreira, a gente já fez eventos de todas as formas, já cantamos em várias partes do mundo, mas realmente é algo novo”, disse o artista.

“Estamos em Goiás, capital da música sertaneja, berço da música sertaneja. Eu fiquei pensando em misturar o hino nacional com a viola caipira. Vai ser diferenciado. É a hora em que o mundo inteiro vai estar com os olhos voltados para o nosso estado”, complementou.

O gerente do autódromo e ex-piloto Luiz Roberto Boettcher destacou a relevância do evento para o público e para o esporte. “É a maior categoria de motociclismo do mundo, com os melhores pilotos do mundo; é uma coisa que vai ser fantástica. A expectativa é que mais de 200 mil pessoas virão para cá”, afirmou. 

A homologação da pista pela Fédération Internationale de Motocyclisme está prevista para o dia 19 de março, data que marcará a abertura oficial do Grande Prêmio do Brasil no calendário da competição.

Testes e segurança

No último dia 28 de fevereiro, um evento-teste reuniu pilotos convidados e técnicos da Federação Internacional de Motociclismo para simulações de corrida. O piloto goiano Eduardo Marques, atual campeão brasileiro de Motovelocidade na categoria 1000 Light, avaliou positivamente as melhorias de segurança.

“Na parte de segurança investiram pesado, todas as saídas de curva estão com uma área de escape maior, estão com uma caixa de brita consideravelmente maior”, afirmou.

Ainda segundo o piloto, o novo asfalto também melhora o desempenho na pista. “Com asfalto novo e todas essas mudanças, agora é possível tanto acelerar antes, mais forte, e frear depois, o que se traduz em um tempo muito menor de volta”, explicou.

Os novos dispositivos de segurança — como áreas de escape ampliadas, colchões de ar e barreiras infláveis (airfence) — também foram testados. O arquiteto e urbanista responsável pelo projeto, Carlos Wieck, destacou o sistema de monitoramento instalado no circuito.

“[São] 49 câmeras em todo o circuito que fazem todo o monitoramento das provas da competição. Então, em qualquer acidente, é feito zoom, as câmeras tem zoom óptico de 38 vezes. Altíssima tecnologia”, afirmou. Os equipamentos foram adquiridos pelo governo estadual e permanecerão no autódromo.

Impacto econômico

Durante o fim de semana da MotoGP, a capital goiana deve receber mais de 150 mil visitantes, entre turistas brasileiros e estrangeiros. A movimentação também deve alcançar municípios da região metropolitana.

 A expectativa é de geração de pelo menos 4 mil empregos diretos e indiretos, além de impulso significativo para setores como hotelaria, comércio, alimentação e serviços. O impacto econômico estimado para o estado é de cerca de R$ 870 milhões.
 

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06/03/2026 04:50h

O risco mais direto reside no aumento dos custos logísticos, nos prêmios mais altos de seguros marítimos e nos prazos de transporte potencialmente mais longos para as exportações.

Os produtores de minério de ferro do Brasil estão acompanhando com preocupação os desdobramentos do conflito no Oriente Médio, já que há cerca de dez carregamentos atualmente a caminho da região. Os ataques aéreos dos EUA e de Israel contra o Irã estão causando ondas de choque na região e podem ter implicações significativas para a economia e os mercados globais, de acordo com analistas.

O risco mais direto reside no aumento dos custos logísticos, nos prêmios mais altos de seguros marítimos e nos prazos de transporte potencialmente mais longos para as exportações. Uma possível alta nos preços internacionais do petróleo pode pressionar os custos de energia e transporte, impactando diversas cadeias produtivas, segundo análise da Federação das Indústrias de Minas Gerais (FIEMG).

“O cenário internacional exige atenção constante”, alerta o presidente da FIEMG, Flávio Roscoe. “O aumento do risco já afeta os seguros, os fretes e as expectativas de preços… fatores que impactam diretamente a competitividade do setor”.

Analistas afirmam que, além dos impactos indiretos nas curvas de custo, nos riscos da cadeia de suprimentos e na necessidade de estocar minerais, o fechamento do Estreito de Ormuz “impactará diretamente o mercado de minério de ferro, já que o Irã responde por cerca de 3% da produção global de minério de ferro e 1,5% do fornecimento marítimo de minério de ferro”.

Dados da Navigate Commodities, uma agência de inteligência sediada em Singapura que monitora commodities a granel no mar, mostram que uma carga de 164.000 toneladas de minério de ferro da operação Minas Rio da Anglo American em Minas Gerais, Brasil, foi desviada do Golfo de Omã. O navio partiu do porto de Açu em 29 de janeiro e deveria chegar ao porto de Mina Sulman, no Bahrein, em 4 de março. “Pode ficar ancorado ou a Anglo American pode desviá-lo para outro comprador”, comenta Atilla Widnell, diretor-gerente da Navigate Commodities.

A mudança de direção sugere o fechamento de fato do Estreito de Ormuz, em meio à escalada contínua com o Irã atacando países vizinhos do Golfo e ameaçando navios comerciais.

Informações dão conta de que a Anglo American Brasil tem uma carga de 192.000 toneladas de concentrado a caminho de Omã e cinco cargas de 159 mil a 170 mil toneladas em trânsito para o Bahrein. Duas cargas aguardam descarga no Bahrein, sendo que que a Vale enviou duas cargas de 395 mil toneladas para sua operação de pelotização em Omã. A Vale informa que está monitorando de perto a situação no Oriente Médio e divulgará quaisquer desenvolvimentos relevantes ao mercado oportunamente.

Segundo dados da alfândega brasileira, as mineradoras exportaram 691.666 toneladas de concentrado de minério de ferro para o Bahrein em janeiro, no valor de US$ 59,3 milhões (FOB Brasil), e 197.577 toneladas para Omã, no valor de US$ 14,3 milhões. No ano passado, os embarques de concentrado para Omã totalizaram 12,74 milhões de toneladas e para o Bahrein, 9,39 milhões de toneladas. O Brasil exportou 789.622 toneladas de pelotas para os Emirados Árabes Unidos e 51.703 toneladas para a Arábia Saudita. (com informações da Kallanish)

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06/03/2026 04:45h

Tenha acesso aos conteúdos do Doutor Ajuda em www.portaldoutorajuda.com.br

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Pacientes com câncer têm 2 a 6 vezes mais risco de desenvolver problemas no coração durante ou após o tratamento. Mais impressionante ainda: entre os sobreviventes de câncer, as doenças cardiovasculares se tornam uma das principais causas de morte a longo prazo, chegando a representar até 40% dos óbitos em alguns tipos de câncer.

Assim, antes de iniciar qualquer tratamento, é recomendado fazer a avaliação cardiológica completa, com histórico clínico, exame físico, eletrocardiograma e ecocardiograma para avaliação da função cardíaca inicial. O médico avalia as características individuais do paciente e o tratamento recomendado para responder. 

“Isso é o que chamamos de estratificação de risco, que define um plano para reduzir a chance de complicações cardiovasculares. Inclui monitoramento frequente, que varia conforme o caso, uso de medicações protetoras do coração, manejo rigoroso dos fatores de risco como pressão arterial, diabetes e colesterol, parada do tabagismo e manutenção do peso adequado. O tempo de acompanhamento também varia. Alguns casos duram apenas o período do tratamento, mas a maioria persiste por mais tempo, porque efeitos cardíacos podem aparecer meses ou anos depois”, explica o Dr. Gustavo Luis Ramos, cardiologista. 

Essa programação previne e detecta precocemente problemas cardíacos, permitindo continuar o tratamento oncológico de forma segura e preservando a qualidade do coração para a vida futura. 

Se você está enfrentando tratamento contra o câncer, converse com a equipe médica sobre acompanhamento com um cardiologista.

Assista ao vídeo completo com a especialista

Para mais informações acesse o site | @doutor.ajuda, nas redes sociais | Acompanhe os conteúdos semanais no canal do Dr. Ajuda, no Youtube 
 

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06/03/2026 04:40h

Em debate na Frente Parlamentar do Comércio e Serviços, Evair de Melo (PP) afirma que prioridade deveria ser elevar ganhos e reduzir a presença do Estado

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O debate sobre o fim da escala 6x1 — modelo em que o trabalhador atua seis dias consecutivos e descansa um — segue em destaque no Congresso Nacional e tem mobilizado parlamentares, entidades empresariais e representantes do mercado de trabalho. A proposta, defendida por parte dos congressistas como uma forma de ampliar a qualidade de vida dos trabalhadores, levanta questionamentos sobre os impactos econômicos e operacionais para empresas de diferentes setores.

Nos últimos meses, projetos de lei, declarações públicas e discussões em comissões parlamentares intensificaram o embate entre a busca por melhores condições de trabalho e a preocupação com a sustentabilidade das empresas, especialmente no comércio e no setor de serviços, que dependem de funcionamento contínuo e escalas mais extensas.

Na reunião semanal da Frente Parlamentar do Comércio e Serviços (FCS) desta semana, o deputado federal Evair de Melo (PP-ES) disse que o principal foco deveria ser aumentar a renda das pessoas. “Para isso, tem que diminuir a participação e a presença do Estado, redução significativa. Não adianta deixar a pessoa parada sem renda. Na verdade, se você fizer uma pesquisa entre os trabalhadores, entre ficar parado e ganhar mais, todo mundo vai querer ganhar mais”, afirmou.

Impactos

A Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB) acompanha com cautela o avanço do debate sobre o fim da escala 6x1 e defende uma análise ampla antes de qualquer mudança no atual modelo de jornada de trabalho. A entidade alerta que uma eventual alteração, caso seja feita de forma abrupta, pode trazer impactos significativos para o mercado.

Entre os principais pontos de preocupação estão o aumento dos custos operacionais, a necessidade de novas contratações e a redução da margem de lucro das empresas. Em alguns casos, também há risco de fechamento de vagas ou aumento da informalidade. A apreensão é ainda maior entre micro, pequenas e médias empresas, que têm menor capacidade de absorver mudanças repentinas na legislação trabalhista.

O presidente da CACB, Alfredo Cotait Neto, reforçou que qualquer decisão precisa envolver diferentes setores da sociedade. “É importante chamar todos os setores da sociedade: empreendedores, trabalhadores, representantes dos trabalhadores e a sociedade civil organizada. Assim, podemos discutir uma mudança possível, que não prejudique os consumidores com inflação, nem os trabalhadores com queda nos empregos, nem os empresários com aumento de custos”, afirmou.

A entidade também destaca que setores como comércio, turismo, alimentação e serviços essenciais podem ser diretamente afetados, já que funcionam com horários estendidos e dependem de escalas para manter o atendimento ao público.

Argumentos

Defensores do fim da escala 6x1 argumentam que a mudança pode trazer ganhos à saúde física e mental dos trabalhadores, além de melhorar o equilíbrio entre vida profissional e pessoal. No entanto, especialistas apontam que os impactos sobre a produtividade e a economia variam conforme o setor, o porte da empresa e o modelo de implementação.

Para a CACB, o caminho mais equilibrado passa pelo diálogo entre governo, Congresso, trabalhadores e empresários, além da busca por alternativas como a flexibilização de jornadas, acordos coletivos e modelos adaptáveis à realidade de cada atividade econômica.

Na Câmara dos Deputados, três diferentes propostas são analisadas. Duas reduzem a jornada máxima para 36 horas semanais, enquanto o texto substitutivo do relator, o deputado Luiz Gastão (PSD-CE), prevê 40 horas semanais, período de transição, mecanismos de compensação econômica e sem regramento quanto à escala máxima de dias trabalhados.

Independentemente do formato que prosseguir, Melo entende que qualquer discussão tem que visar também o aumento da produtividade no país. “Investir em qualificação de mão de obra, máquinas e equipamentos. A produtividade de um funcionário nos Estados Unidos é muito maior do que o brasileiro porque ele é mais preparado, tem mais informação, tem mais tecnologia. Isso faz com que ele aumente a produtividade da empresa e aí sim ele possa participar dos resultados aumentando sua renda”, enfatizou.

Enquanto o tema segue em discussão no Congresso Nacional, a CACB reforça que qualquer mudança na legislação trabalhista deve ser construída com base em dados técnicos e impacto real na economia, de forma a garantir avanços sociais sem comprometer a geração de empregos e a competitividade das empresas brasileiras.

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