VoltarRecursos serão utilizados em ações de resposta em municípios de Pernambuco, Bahia e Minas Gerais
Baixar áudioO Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), por meio da Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil (Sedec), autorizou, nesta quinta-feira (18), o repasse de R$ 1,4 milhão para ações de resposta no estado de Pernambuco e em municípios afetados por desastres.
Receberão recursos cidades de Pernambuco, Bahia e Minas Gerais. As portarias com a liberação dos valores foram publicadas no Diário Oficial da União (DOU). Confira abaixo:
Pernambuco
Bahia
Minas Gerais
Os recursos foram autorizados a partir de critérios técnicos que levam em conta a magnitude dos desastres, o número de desabrigados e desalojados e as necessidades apresentadas nos planos de trabalho enviados pelos estados e municípios.
Municípios que tiverem o reconhecimento federal de situação de emergência ou estado de calamidade pública podem solicitar recursos ao MIDR para ações de defesa civil. As solicitações devem ser realizadas por meio do Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2iD). A partir dos planos de trabalho enviados, a equipe técnica da Defesa Civil Nacional avalia as metas e valores propostos. Após aprovação, os repasses são formalizados por meio de portaria no DOU, liberando os valores correspondentes.
A Defesa Civil Nacional também oferece uma série de cursos a distância para capacitar e qualificar agentes municipais e estaduais no uso do S2iD. O objetivo é preparar os profissionais das três esferas de governo para responderem de forma eficiente às situações de emergência. Confira aqui a lista completa dos cursos.
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Baixar áudioA sexta-feira (19) será marcada por tempo instável em toda a Região Sul do Brasil. A atuação de áreas de instabilidade favorece a formação de muitas nuvens, pancadas de chuva e trovoadas isoladas em grande parte do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
No Rio Grande do Sul, a previsão aponta chuva entre 20 e 30 mm/h ou até 50 mm/dia, acompanhada de trovoadas isoladas em todo o estado com ventos intensos de 40 a 60 km/h. As temperaturas permanecem baixas para a época do ano, com mínimas entre 5°C e 11°C e máximas variando de 14°C a 19°C. Em Porto Alegre, capital do estado, o dia também será de muitas nuvens e condições favoráveis para chuva com mínima de 10°C e máxima de 16°C.
Em Santa Catarina, a instabilidade atinge o Oeste, Sul e Norte Catarinense. A previsão indica muitas nuvens, pancadas de chuva e trovoadas isoladas ao longo do dia com ventos intensos de 40 a 60 km/h. As temperaturas variam entre 7°C e 21°C. Os maiores volumes de precipitação são esperados no Oeste Catarinense, onde os acumulados podem ultrapassar 50 mm em pontos localizados. Em Florianópolis, a sexta-feira será de céu bastante nublado e ocorrência de chuva com trovoadas isoladas com mínima de 14°C e máxima de 21°C.
No Paraná, o tempo segue instável em regiões como o Sudoeste, Centro Ocidental, Oeste, Noroeste Paranaense e na Região Metropolitana de Curitiba. Há previsão de muitas nuvens, pancadas de chuva e trovoadas isoladas, com temperaturas mínimas entre 8°C e 14°C e máximas de 16°C a 21°C. O destaque fica para o Sudoeste Paranaense, onde os volumes de chuva podem superar os 50 mm em áreas isoladas. Na capital Curitiba, a previsão indica muitas nuvens e possibilidade de chuva ao longo do dia com mínima de 14°C e máxima de 21°C.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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A sexta-feira (19) será marcada por condições típicas de transição para o período seco em Goiás e no Distrito Federal, enquanto áreas de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul ainda registram instabilidades capazes de provocar pancadas de chuva e trovoadas, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
No Distrito Federal, a previsão aponta céu com muitas nuvens ao longo do dia, mas com baixo potencial para chuva. As temperaturas permanecem amenas durante a madrugada e manhã, elevando-se gradualmente à tarde. Em Brasília, os termômetros devem variar entre 15°C e 25°C.
Em Goiás, o tempo firme predomina na maior parte das regiões, com exceção do Sul e Sudoeste Goiano, com previsão de possibilidade de chuva. As temperaturas seguem elevadas, com máximas que podem alcançar 35°C em áreas do Centro e Norte do estado. Na capital, Goiânia, a previsão é de muitas nuvens e calor, com temperaturas entre 19°C e 29°C.
Em Mato Grosso, as maiores condições para chuva concentram-se especialmente no Noroeste Mato-grossense. No Sudoeste, Leste e Pantanais Sul Mato-grossense, há previsão de muitas nuvens, possibilidade de chuva isolada e trovoadas. Já no Nordeste Mato-Grossense e em parte do Sudeste Mato-Grossense, o tempo permanece mais estável. As temperaturas continuam elevadas em praticamente todo o estado, com máximas variando entre 31°C e 37°C. Em Cuiabá, a capital mato-grossense, o dia será de muitas nuvens e possibilidade de chuva isolada, com temperaturas entre 24°C e 36°C.
Em Mato Grosso do Sul, a instabilidade ganha força principalmente nas regiões do Sul, Oeste e Noroeste de Mato Grosso do Sul. Nessas áreas, são esperadas pancadas de chuva e trovoadas isoladas ao longo do dia. Já no Nordeste do estado, o céu permanece com muitas nuvens e sem possibilidade de chuva. Os acumulados mais significativos da Região Centro-Oeste tendem a se concentrar justamente no Sudoeste e Sul Mato-grossense. Em Campo Grande, a previsão é de muitas nuvens e possibilidade de chuva isolada, com temperaturas entre 15°C e 30°C.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioOrganizações da Sociedade Civil (OSCs) interessadas em integrar a Rede Nacional de Escolas Livres de Formação em Arte e Cultura têm até o dia 5 de julho de 2026 para se inscrever no Edital de Chamamento Público MinC nº 2/2026. A iniciativa do Ministério da Cultura (MinC) visa certificar instituições que desenvolvem ações de formação artística e cultural em diferentes territórios do Brasil.
A certificação integra o Programa Nacional de Escolas Livres, instituído pela Instrução Normativa MinC nº 24, de 30 de maio de 2025, e amplia o reconhecimento de iniciativas da sociedade civil que atuam na promoção do acesso à cultura e à formação artística.
Vinculado ao Sistema Nacional de Cultura (SNC), o Programa Nacional de Escolas Livres de Formação em Arte e Cultura contribui para a democratização do acesso à formação cultural, valoriza metodologias desenvolvidas nos territórios e promove o desenvolvimento de competências técnicas e criativas.
Entre os objetivos do edital estão a ampliação da oferta formativa em diversas linguagens artísticas, o fortalecimento das redes de cooperação entre organizações culturais e a integração com políticas públicas culturais nas esferas federal, estadual e municipal.
A certificação não prevê repasse de recursos financeiros. No entanto, garante a adesão da organização ao Programa Nacional de Escolas Livres, sua inclusão no Cadastro Nacional de Escolas Livres e a utilização do Selo de Reconhecimento.
Ao ser certificada, a instituição passa a compor a Rede Nacional de Escolas Livres de Formação em Arte e Cultura. A organização ingressa em uma instância colaborativa focada no compartilhamento de conhecimentos, recursos e experiências, fomentando a atuação conjunta e a troca de saberes por meio de reuniões regulares de integração.
Podem se inscrever Organizações da Sociedade Civil que atuem com formação em arte e cultura e atendam aos critérios previstos no edital.
O edital completo e seus anexos estão disponíveis no portal do Ministério da Cultura e na plataforma Mapa da Cultura.
Edital de Chamamento Público MinC nº 2/2026 – Certificação de Organizações da Sociedade Civil como Escolas Livres de Formação em Arte e Cultura
Inscrições: até 5 de julho de 2026
Plataforma Mapa da Cultura: Certificação de Escolas Livres de Formação em Arte e Cultura - Mapa da Cultura
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Baixar áudioA sexta-feira (19) será marcada pelo enfraquecimento das instabilidades sobre a Região Sudeste do Brasil. O cenário predominante será de céu com poucas nuvens, nevoeiros e névoa úmida, especialmente nas áreas serranas e vales da região, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
No estado de São Paulo, o tempo permanece estável na maior parte das regiões, incluindo a Região Metropolitana de São Paulo, Vale do Paraíba Paulista, Litoral Sul Paulista, Macro Metropolitana Paulista, Campinas, Piracicaba e Sorocaba. Nessas áreas, a previsão indica poucas nuvens e formação de nevoeiro nas primeiras horas do dia. Na capital, São Paulo, os termômetros devem variar entre 9°C e 22°C.
No Rio de Janeiro, o tempo firme predomina em praticamente todas as regiões, como Metropolitana do Rio de Janeiro, Médio Paraíba, Centro Fluminense, Baixadas Litorâneas, Norte Fluminense, Noroeste Fluminense e Serrana. A previsão aponta poucas nuvens e formação de névoa úmida durante a manhã, favorecendo grande amplitude térmica ao longo do dia. Na capital, Rio de Janeiro, a temperatura varia entre 15°C e 27°C.
No Espírito Santo, a circulação de ventos úmidos mantém maior presença de nebulosidade sobre o Litoral Sul e o Noroeste Espírito-Santense. Já no Nordeste e Sudeste do estado, o sol aparece entre muitas nuvens. Em Vitória, capital capixaba, a previsão é de muitas nuvens, com temperaturas entre 16°C e 27°C.
Em Minas Gerais, regiões como Sul e Sudoeste de Minas terão possibilidade de geada. Centro-Oeste de Minas, Zona da Mata, Central, Rio Doce e Metropolitana de Belo Horizonte terão poucas nuvens e formação de névoa úmida nas primeiras horas do dia. Em Belo Horizonte, os termômetros devem oscilar entre 12°C e 26°C.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA sexta-feira (19) será marcada por calor, elevada umidade e formação de áreas de instabilidade em grande parte da Região Norte. A combinação entre altas temperaturas e disponibilidade de umidade favorece a ocorrência de pancadas de chuva em diversos estados da região, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
No Acre, a previsão aponta muitas nuvens e chuva sobre as regiões. As áreas mais ocidentais e centrais do estado apresentam condições para pancadas de chuva acompanhadas de trovoadas isoladas, enquanto o Sudeste e Sul Acreano devem registrar precipitações mais fracas e localizadas. Em Rio Branco, a capital, os termômetros variam entre 23°C e 31°C.
Em Rondônia, a instabilidade atua principalmente sobre a região do Norte Rondoniense, com previsão de muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas. Em outras regiões do estado há possibilidade de chuva. Em Porto Velho, a previsão é de muitas nuvens, pancadas de chuva e trovoadas isoladas, com temperaturas entre 24°C e 34°C.
No Amazonas, as condições seguem favoráveis à ocorrência de chuva em praticamente todas as regiões do estado, incluindo o Norte Amazonense, Sudoeste Amazonense, Centro Amazonense e Sul Amazonense. São esperadas pancadas de chuva frequentes e trovoadas isoladas, especialmente no oeste e na porção central do estado. No Nordeste Amazonense há possibilidade de chuva. Em Manaus, a sexta-feira será de muitas nuvens, chuva e temperaturas entre 25°C e 33°C.
Em Roraima, a atuação da umidade mantém o céu carregado em grande parte do estado. As regiões Norte e Centro de Roraima devem registrar pancadas de chuva e trovoadas isoladas ao longo do dia. Nas outras regiões há possibilidade de chuva. Em Boa Vista, a capital, a temperatura varia entre 23°C e 31°C.
No Amapá, o tempo segue instável na maior parte da região. As regiões permanecem sob influência de áreas de instabilidade, favorecendo pancadas de chuva e trovoadas isoladas. Há possibilidade de chuva no Oeste, Noroeste e Suoeste Amapaense. Em Macapá, a previsão indica temperaturas entre 25°C e 33°C, com pancadas de chuva e trovoadas.
No Pará, a chuva ocorre com maior frequência na maior parte do estado, onde há previsão de pancadas de chuva e trovoadas isoladas. Já no Sudeste e Sudoeste Paraense, o tempo permanece com muitas nuvens e possibilidade de chuva fraca e passageira. Na região próxima a fronteira de Tocantins não há previsão de chuva. Em Belém, os termômetros devem variar entre 23°C e 33°C.
No Tocantins, o cenário continua com maior estabilidade atmosférica. O predomínio é de muitas nuvens e períodos de sol nas regiões Ocidental, Oriental e Central do estado. A possibilidade de chuva fica restrita ao extremo norte tocantinense, de forma isolada e sem volumes significativos. Em Palmas, a capital, a temperatura oscila entre 20°C e 36°C.
De maneira geral, os maiores acumulados de chuva da Região Norte continuam concentrados no Amazonas, Roraima, Amapá e no Pará. Apesar das precipitações frequentes, o calor permanece predominante em toda a região.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA sexta-feira (19) será marcada pela influência da umidade transportada do Oceano Atlântico sobre a costa nordestina. Esse cenário favorece a formação de nuvens e a ocorrência de chuvas fracas e passageiras ao longo do litoral, enquanto as áreas do interior permanecem sob condições mais estáveis, com predomínio de calor, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Na Bahia, a previsão indica muitas nuvens e possibilidade de chuva isolada sobre o Litoral Norte, Região Metropolitana de Salvador, Recôncavo Baiano e parte do Sul Baiano. Já nas regiões do Vale São-Franciscano da Bahia, Extremo Oeste Baiano e Chapada Diamantina, o tempo segue mais firme, com predomínio de sol entre nuvens e temperaturas elevadas durante a tarde. Em Salvador, a temperatura varia entre 25°C e 27°C com possibilidade de chuva.
Em Sergipe, a maior presença de nebulosidade e as condições para chuva isolada concentram-se no Centro-Oeste e Leste Sergipano, incluindo a faixa litorânea. No Agreste e no Sertão Sergipano, o céu permanece com muitas nuvens, mas sem previsão de precipitações significativas. Em Aracaju, os termômetros oscilam entre 22°C e 27°C.
Em Alagoas, as instabilidades atuam principalmente no Nordeste, Sul e Leste Alagoano, incluindo as faixas litorâneas, onde podem ocorrer chuvas fracas e passageiras. No Agreste e no Sertão Alagoano, o tempo permanece estável com muitas nuvens. Em Maceió, a mínima é de 23°C e a máxima de 27°C.
Em Pernambuco, a faixa litorânea, a Zona da Mata e a Região Metropolitana do Recife apresentam possibilidade de chuva isolada ao longo do dia. No Agreste Pernambucano, Sertão Pernambucano e Sertão do São Francisco, o tempo segue com muitas nuvens e predomínio de tempo seco. Em Recife, as temperaturas variam entre 23°C e 28°C.
Na Paraíba, a previsão aponta muitas nuvens e chuva isolada sobre a Mata Paraibana e o Litoral Paraibano. Já nas regiões da Borborema, Agreste, Sertão e Alto Sertão, o céu permanece com muitas nuvens, mas sem volumes expressivos de chuva. Em João Pessoa, os termômetros devem registrar mínima de 23°C e máxima de 29°C.
No Rio Grande do Norte, a influência da umidade marítima mantém a possibilidade de chuva fraca e passageira no Sudeste e Nordeste Potiguar, incluindo a faixa litorânea. Nas outras regiões o tempo permanece com muitas nuvens e calor durante a tarde. Em Natal, a temperatura varia entre 24°C e 30°C.
No Ceará, a previsão indica muitas nuvens em praticamente todo o estado. A possibilidade de chuva isolada fica restrita ao litoral do extremo norte cearense, enquanto as outras regiões permanecem sob tempo firme e temperaturas elevadas. Em Fortaleza, os termômetros variam entre 25°C e 32°C.
No Piauí, o cenário é de estabilidade atmosférica na maior parte do estado. As regiões Norte Piauiense e Litoral Piauiense podem registrar aumento de nebulosidade e chuva isolada em pontos localizados, enquanto o Centro-Norte, Sudeste e Sudoeste Piauiense terão predomínio de sol entre nuvens e calor. Em Teresina, a temperatura oscila entre 23°C e 35°C.
No Maranhão, a maior concentração de nuvens e as melhores condições para chuva ocorrem no Norte Maranhense, Noroeste Maranhense e parte da região dos Lençóis Maranhenses. Nas demais áreas, incluindo o Leste, Sudeste e Sul Maranhense, o tempo segue com muitas nuvens e períodos de abertura de sol. Em São Luís, a previsão indica muitas nuvens e possibilidade de chuva isolada, com temperaturas entre 25°C e 32°C.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioSanta Catarina teve uma iniciativa reconhecida no Prêmio Boas Práticas dos CEUs das Artes, promovido pelo Ministério da Cultura, em Brasília.
O CEU Papa João Paulo Segundo, de Joinville, conquistou reconhecimento nacional na categoria Promoção da Intersetorialidade por meio de Ações Inovadoras e Parcerias, voltada a experiências que fortalecem vínculos comunitários e ampliam o acesso à cultura.
Durante a cerimônia, o secretário-executivo do Ministério da Cultura, Márcio Tavares, destacou a importância dos equipamentos culturais para a cidadania.
"Oferecendo serviço público, garantindo direitos, garantindo cidadania, né? E demonstrando que aquele é um território que tem uma potência enorme para se desenvolver e que precisa, né? de que as políticas públicas sejam atentas para isso. Então, é um investimento importante e essa rede é uma rede estratégica. E ela é muito mais forte quando ela atua a partir da participação social"
Segundo ele, ampliar a infraestrutura cultural no país é um dos desafios centrais da política pública.
"Um déficit gigantesco nas periferias e no interior do país de equipamentos culturais que precisa ser enfrentado superado. A gente nunca tinha conseguido desenvolver política de infraestrutura cultural para atender comunidades afastadas e rurais e que precisavam também de ser atendidas e pela primeira vez nós temos uma rede de equipamentos culturais pensadas pelo governo do Brasil e desenvolvidas em parceria federativa e com a sociedade que respondem a esses dilemas".
A programação do encontro nacional seguiu com oficinas e atividades de articulação entre gestores culturais de todo o país. Saiba mais sobre o evento e os equipamentos culturais premiados no site.
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Baixar áudioA gestão das águas e a segurança hídrica marcaram a agenda internacional desta quarta-feira (17), no Rio de Janeiro. A Cúpula Mundial de Bacias Hidrográficas, evento que integra a programação da Rede Internacional de Organizações de Bacias (RIOB), reuniu, no Museu do Amanhã, representantes de governos, organismos multilaterais, especialistas e autoridades da área de recursos hídricos de diversos países para trocar experiências e fortalecer estratégias integradas de gestão das águas em nível de bacias hidrográficas.
Representando o Brasil, o Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR) participou dos debates, reforçando o papel do país na governança da água e na cooperação internacional frente aos desafios impostos pelas mudanças climáticas. “A água é um tema transversal, essencial para a vida, para a produção de alimentos, para a geração de energia e para a qualidade de vida das pessoas. Por isso, precisamos tratar as bacias hidrográficas como espaços de planejamento, cooperação e construção de soluções”, afirmou o ministro Waldez Góes em seu discurso.
Góes aproveitou o momento para destacar, também, os investimentos do Governo Federal em infraestrutura hídrica e revitalização de bacias, no âmbito do Novo PAC e do eixo Água para Todos. “Estamos investindo bilhões de dólares para ampliar o acesso à água, fortalecer a governança e promover a segurança hídrica, especialmente no semiárido brasileiro. Essas ações contribuem para o desenvolvimento regional sustentável e para a adaptação às mudanças do clima”, concluiu.
Também representando o MIDR, o secretário nacional de Segurança Hídrica , Giuseppe Vieira, participou de um painel voltado à adaptação climática e à governança das águas, apresentando as principais ações do Governo Federal para ampliar a resiliência hídrica do país. “Temos a responsabilidade de formular e implementar políticas públicas que garantam segurança hídrica tanto em regiões de escassez quanto em áreas sujeitas a cheias e inundações. Isso envolve grandes investimentos em infraestrutura, fortalecimento da governança e ações integradas de revitalização de bacias”, ressaltou.
Entre os destaques apresentados pelo secretário está o Projeto de Integração do Rio São Francisco (PISF), a maior intervenção hídrica da América Latina, que beneficia cerca de 12 milhões de pessoas no semiárido nordestino e amplia o acesso à água para consumo humano e atividades produtivas.
A diretora da Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA), Larissa Rêgo, pontuou a importância do momento para a integração das agendas nacionais e globais da água, especialmente em um cenário de intensificação dos eventos extremos. “Estamos vivendo um momento marcante para a gestão de recursos hídricos no Brasil e no mundo. A segurança hídrica passa necessariamente pela integração, pela cooperação internacional e por dados robustos que orientem decisões cada vez mais eficientes, sobretudo diante dos desafios impostos pelas mudanças climáticas”, afirmou.
O objetivo do evento neste ano foi promover debates sobre temas como adaptação climática, segurança hídrica, governança, financiamento e uso sustentável dos recursos hídricos.
Diante disso, o presidente honorário do Conselho Mundial da Água, Benedito Braga, reforçou a necessidade de alinhar o planejamento hídrico às políticas de desenvolvimento econômico e social. “A água não respeita fronteiras políticas, mas sim hidrológicas. Os planos de bacia precisam dialogar com o uso do solo, a expansão urbana, a agricultura e a produção de energia. Quando isso não acontece, as crises se tornam inevitáveis”, alertou.
Segundo Braga, além do planejamento, o financiamento sustentável é um dos grandes desafios para garantir a boa governança da água em escala global.
Como parte da preparação para a Conferência da ONU sobre a Água, que será realizada entre 8 e 10 de dezembro de 2026, em Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos, o secretário-executivo do MIDR, Valder Ribeiro, participou de uma sessão preparatória com representantes de países como Finlândia, Espanha, Peru, França e Gana. Coorganizada pelos Emirados Árabes Unidos e pelo Senegal, a conferência tem como objetivo acelerar as ações globais para o cumprimento do Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 6 (ODS 6) da Agenda 2030, que prevê a garantia de água potável e saneamento para todos.
Durante a sessão preparatória, Ribeiro destacou os avanços do Brasil no acesso à água potável, especialmente no Nordeste, e o fortalecimento da cooperação internacional. “Entregamos mais de mil sistemas de dessalinização nos últimos anos, resultado de uma atuação conjunta com diversos parceiros. Também temos avançado na integração regional, com acordos e protocolos que fortalecem a governança hídrica e o enfrentamento das mudanças climáticas”, afirmou.
Ele citou iniciativas como a cooperação com a Organização do Tratado de Cooperação Amazônica (OTCA), acordos bilaterais e ações voltadas à gestão integrada das bacias hidrográficas brasileiras, que abrangem mais de 200 mil microbacias.
A programação da Cúpula também foi marcada pela transição da presidência da Rede Internacional de Organizações de Bacias (RIOB). Em cerimônia oficial, a embaixadora da França para o Meio Ambiente, Bárbara Pompili, realizou a passagem simbólica da presidência ao Brasil, representado pelo ministro Waldez Góes. A mudança consolida o país à frente da rede e reforça seu protagonismo na agenda internacional da governança da água.
A mudança consolida o Brasil à frente da principal rede internacional dedicada à gestão de bacias hidrográficas e reforça seu protagonismo na agenda global da água. Durante o mandato, o país terá a missão de coordenar a agenda da organização, fortalecer a cooperação entre seus membros e impulsionar o intercâmbio de experiências sobre governança da água.
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Baixar áudioMicroempreendedores e empresários do setor turístico receberam orientações nesta quarta-feira (17), em Natal (RN), sobre o acesso a financiamentos do Fundo Geral de Turismo (Fungetur). A iniciativa fez parte de mais uma edição do programa Do Lado do Turismo Brasileiro, promovido pelo Ministério do Turismo, que disponibilizou, somente em 2026, mais de R$ 1 bilhão para operações de crédito com condições diferenciadas.
O ministro do Turismo, Gustavo Feliciano, participou da ação na capital potiguar. O programa já havia passado por Salvador (BA), Fortaleza (CE), João Pessoa (PB), Macapá (AP) e Oiapoque (AP). Na avaliação do chefe da Pasta, ampliar o acesso ao crédito é uma das formas de fortalecer o turismo e apoiar os empreendedores do setor.
“O turismo é um dos setores mais potentes da economia do nosso país. Ele gera emprego na ponta, bota comida na mesa dos brasileiros que trabalham no setor e transforma realidades. Para que o turismo continue crescendo e se modernizando, o empreendedor precisa de apoio real. Precisamos dar condições para que o dono da pousada, o operador de passeios, o guia, o vendedor ambulante, o dono do restaurante, o comércio local ligado ao setor consigam investir, ampliar e melhorar seus negócios”, destacou.
“O turismo, além de ser uma ferramenta econômica, também é uma ferramenta de inclusão social. A gente vê o grande hoteleiro, o resort, o parque aquático também participando da cadeia produtiva do turismo, e a gente vê a camareira, o garçom, o dono do restaurante, o dono do bar, o microempreendedor individual, todos fazendo parte dessa cadeia do turismo. Essa roda só tem sentido se puder fazer a inclusão social de todos”, enfatizou o ministro.
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O encontro ocorreu no Hotel-Escola Senac Barreira Roxa, localizado na Via Costeira de Natal. Durante o evento, empresários e microempreendedores puderam esclarecer dúvidas sobre as linhas de financiamento do Fungetur diretamente com representantes das instituições financeiras credenciadas pelo Ministério do Turismo. Também tiveram acesso a simulações de crédito.
O Fungetur oferece financiamento para capital de giro, obras, aquisição de equipamentos, modernização e ampliação de empreendimentos turísticos. A proposta é apoiar empresas do setor, estimular a geração de emprego e renda e contribuir para o desenvolvimento econômico das regiões atendidas.
A programação também incluiu orientações sobre uma linha de crédito voltada a microempreendedores individuais de baixa renda. De acordo com o ministério, os bancos estavam em processo de preparação para atender esse público.
Anunciada durante o Salão do Turismo, realizado em maio, em Fortaleza (CE), a iniciativa contemplou guias de turismo, motoristas, vendedores ambulantes de alimentos e bebidas, artesãos e outros profissionais ligados à atividade turística. O público-alvo é formado por MEIs inscritos no Cadastro Único (CadÚnico), instrumento utilizado pelo governo federal para identificar famílias em situação de vulnerabilidade social.
A linha busca incentivar a transformação de atividades de subsistência em pequenos negócios, ampliando a autonomia econômica das famílias e reduzindo a dependência de programas de transferência de renda. Cada microempreendedor pode acessar até R$ 21 mil por operação.
O crédito conta com cobertura integral do Fundo de Garantia de Operações (FGO), por meio do Programa Acredita no Primeiro Passo, do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome. A iniciativa foi criada para apoiar famílias de baixa renda inscritas no CadÚnico por meio do trabalho e do empreendedorismo.
Entre 2023 e 2026, o Fungetur registrou a contratação de 6.129 financiamentos, que somaram R$ 2,73 bilhões. Somente até junho deste ano, foram realizadas 889 operações, totalizando R$ 327,4 milhões em crédito concedido.
As linhas de crédito disponibilizam financiamentos de até R$ 15 milhões, com taxas de juros de até 5% ao ano mais a correção pelo INPC, além de prazos ampliados e carência de até cinco anos, dependendo da modalidade.
A iniciativa também destacou a necessidade de manter o cadastro atualizado no Cadastro de Prestadores de Serviços Turísticos (Cadastur), ferramenta do Ministério do Turismo que reúne empresas e profissionais do setor e garante acesso a programas de incentivo e linhas de financiamento, como o Fungetur.
Atualmente, o Cadastur conta com 194.843 prestadores de serviços turísticos ativos no país. As agências de turismo concentram o maior número de registros, com 56.612 cadastros. Em seguida aparecem os guias de turismo, com 44.711 inscrições, e os restaurantes, bares e estabelecimentos similares, que somam 24.814 registros.
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