06/08/2026 04:55h

Parceria permite acesso a financiamento de até R$ 30 mil para entregadores parceiros da plataforma, com análise de crédito digital baseada no histórico de atuação

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Se você é entregador parceiro do iFood e está pensando em comprar uma moto ou bicicleta elétrica para trabalhar, fique atento a essa novidade.

A CAIXA e o iFood firmaram uma parceria para facilitar a aquisição de veículos novos. A linha de crédito contempla motos e bicicletas elétricas, com financiamento de até R$ 30 mil.

Para participar, o entregador precisa autorizar o compartilhamento do histórico de ganhos e de atuação na plataforma do iFood. As informações vão contribuir para uma avaliação de crédito mais completa e compatível com a realidade financeira do trabalhador, além de tornar o processo mais simples e ágil.

A iniciativa é voltada aos parceiros elegíveis da plataforma e busca ampliar o acesso ao crédito para quem utiliza o veículo como principal ferramenta de trabalho.

Além do financiamento, a parceria também oferece conteúdos de educação financeira, com orientações sobre o uso consciente do crédito, respostas para as principais dúvidas e um passo a passo para solicitar o financiamento.

Para saber mais, basta acessar o site da parceria, procurar uma agência do banco ou entrar em contato pelo WhatsApp CAIXA.
 

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06/08/2026 04:50h

Parceria com o IBRAC mira mercados como México, Canadá e Europa e pretende beneficiar até 80 empresas do setor

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Símbolo da cultura brasileira e produzida exclusivamente no país, a cachaça deve ganhar ainda mais espaço no mercado internacional. A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) e o Instituto Brasileiro da Cachaça (IBRAC) assinaram, na última sexta-feira (31), um convênio de R$ 2,63 milhões para ampliar a promoção comercial da bebida em mercados estratégicos, entre eles México, Canadá e países da Europa. A iniciativa busca fortalecer as exportações, ampliar oportunidades para produtores brasileiros e consolidar a cachaça como um produto de alto valor agregado nos mercados internacionais.

 

O investimento marca o início da quarta edição do projeto setorial voltado à internacionalização da cachaça. A expectativa é beneficiar entre 70 e 80 empresas do setor por meio da participação em feiras internacionais, aproximação com compradores estrangeiros e ações de promoção comercial.

 

Segundo o presidente da ApexBrasil, Laudemir Müller, a estratégia ganha importância diante do atual cenário do comércio internacional e da necessidade de diversificar mercados para a bebida brasileira.

 

“Vivemos um período desafiador para o comércio internacional e a cachaça também sente os impactos desse cenário em um de seus principais mercados, os Estados Unidos. Por isso, estamos investindo na diversificação de mercados, fortalecendo a promoção da bebida no México, no Canadá e na Europa, para ampliar as oportunidades de exportação do setor. Estamos falando de uma bebida genuinamente brasileira, que representa nossa cultura, gera emprego, renda e leva a imagem do Brasil para o mundo”, afirmou Müller.

 

Durante a cerimônia, Brasil e México também celebraram os dez anos do acordo de reconhecimento mútuo das indicações geográficas da cachaça e da tequila. O instrumento garante que apenas bebidas produzidas em seus respectivos países possam utilizar essas denominações, ampliando a proteção contra falsificações e valorizando dois dos principais símbolos culturais das duas nações.

 

Para o presidente do IBRAC, Vicente Bastos, o novo projeto representa mais um passo para ampliar o reconhecimento internacional da bebida brasileira. "Este novo projeto nos permite avançar com mais força na internacionalização da cachaça e fazer com que o destilado, que é símbolo da nossa cultura, seja cada vez mais reconhecido como produto de alto valor agregado no mercado internacional”, frisou Bastos.

 

Apoio da ApexBrasil abre portas para pequenos produtores

 

Entre as empresas beneficiadas pelas ações de internacionalização está a Cachaça Palmeira, produzida no Sítio Rio Palma, no Tocantins. À frente do empreendimento, o produtor Paulo Palmeira tem buscado ampliar a presença da marca no mercado externo com o apoio da ApexBrasil.

 

Segundo ele, o suporte oferecido pela Agência tem sido fundamental para preparar pequenos empreendedores para exportar e acessar novos mercados.

 

"A ApexBrasil é a que pode, no momento, me ajudar e que está abrindo as portas. E acredito que vai me levar muito longe. Estou de braços abertos, acolhendo o que a ApexBrasil pode me oferecer. Sou um pequeno empreendedor que está iniciando. Então, preciso de uma instituição de nome, uma instituição que tem credibilidade, uma instituição que sabe orientar o pequeno empreendedor”, destacou o produtor.

 

Bebida movimenta cadeia formada por pequenos produtores

 

Produzida exclusivamente no Brasil, a cachaça é um dos produtos mais tradicionais da cultura nacional e movimenta uma cadeia produtiva formada, em sua maioria, por pequenos produtores, cooperativas e empreendimentos familiares.

 

Além de ampliar as exportações, a estratégia conduzida pela ApexBrasil busca fortalecer a imagem da bebida como um produto de origem brasileira e de alto valor agregado no mercado internacional.

 

A parceria com o IBRAC e o acordo de cooperação com o México reforçam esse posicionamento ao ampliar a proteção da indicação geográfica da cachaça e valorizar sua identidade como patrimônio cultural e econômico do país.

 

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06/08/2026 04:30h

Nove projetos em fase de estruturação somam R$ 58,4 bilhões em investimentos e devem ser licitados entre 2026 e 2028

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Nove projetos de saneamento básico atualmente em fase de estruturação pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) podem beneficiar mais de 18 milhões de brasileiros em 625 municípios.

Juntos, os empreendimentos têm previsão de R$ 58,4 bilhões em investimentos, com licitações previstas entre o terceiro trimestre de 2026 e o primeiro trimestre de 2028.

O levantamento é citado em estudo do Instituto Trata Brasil, realizado em parceria com a GO Associados. Segundo o material, os projetos estão distribuídos pelas cinco regiões do país, indicando a expansão do modelo de concessões e Parcerias Público-Privadas (PPPs) no setor de saneamento.

O avanço ocorreu após a aprovação do Marco Legal do Saneamento Básico, em 2020. Desde então, houve crescimento no número de projetos estruturados e no volume de investimentos contratados. O Instituto Trata Brasil, porém, destaca que os recursos aplicados ainda estão abaixo do necessário para alcançar a universalização dos serviços.

Entre as metas previstas para 2033 estão o atendimento de 99% da população brasileira com abastecimento de água e de 90% com serviços de esgotamento sanitário. Para alcançar esses índices, o estudo aponta a necessidade de continuidade dos investimentos e da execução dos projetos já contratados.

O material também destaca a importância de um ambiente institucional que ofereça segurança jurídica, estabilidade regulatória e incentivos à eficiência na prestação dos serviços. A transformação dos projetos atualmente em estruturação em obras concluídas é apontada como fundamental para a efetividade do Marco Legal do Saneamento.

 

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06/08/2026 04:25h

Levantamento reúne pessoas que tiveram contas julgadas irregulares nos últimos oito anos; relação será usada pela Justiça Eleitoral na análise de registros de candidaturas

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As regiões Nordeste e Sudeste concentram a maior parte dos responsáveis incluídos na lista do Tribunal de Contas da União (TCU) com contas julgadas irregulares para fins eleitorais nos últimos oito anos. Ao todo, o levantamento reúne mais de 6,1 mil nomes e a maior parte dos responsáveis é formada por prefeitos e vereadores de municípios de pequeno porte.

A relação encaminhada ao TSE pelo TCU contribui para o cumprimento da Lei da Ficha Limpa (Lei Complementar 135/2010) e auxilia a Justiça Eleitoral nas decisões relacionadas à participação dessas pessoas como candidatas nas eleições.

Juntos, Nordeste e Sudeste somam cerca de 3,8 mil pessoas relacionadas no cadastro, segundo dados divulgados pelo TCU. Entre os mais de 6,1 mil nomes, 266 são classificados como pessoas expostas politicamente. 

Confira cargos que a relação inclui, sejam ocupantes ou ex-ocupantes: 

  • Prefeito;
  • Vereador;
  • Deputado.
  • Secretário de Estado;
  • Senador.

A lista considera decisões do TCU que transitaram em julgado, ou seja, nas quais não cabem mais recursos no Tribunal, nos oito anos anteriores à eleição. Considerando o pleito de 2026, estão incluídas decisões proferidas desde 2018.

Inelegibilidade

Segundo o TCU, a inclusão de um nome na relação não significa impedimento automático para disputar eleições. Cabe à Justiça Eleitoral avaliar cada caso e decidir, conforme critérios previstos em lei, se o responsável poderá concorrer a cargo eletivo.

Entre as possíveis causas de inelegibilidade está a rejeição de contas por irregularidade insanável que configure ato doloso de improbidade administrativa, por decisão definitiva do órgão competente.

Contas julgadas irregulares

As contas julgadas irregulares pelo Tribunal de Contas da União (TCU) são aquelas em que foram identificadas falhas graves na aplicação de recursos públicos. 

Confira em quais casos a decisão pode ocorrer:

  • Omissão na prestação de contas;
  • Prática de atos ilegais ou antieconômicos;
  • Prejuízo aos cofres públicos;
  • Desvio de valores públicos; ou
  • Descumprimento reiterado de determinações do Tribunal.

A análise considera critérios como legalidade, legitimidade, economicidade, eficiência e  eficácia na gestão do dinheiro público.

A relação encaminhada à Justiça Eleitoral não inclui pessoas falecidas, responsáveis que ainda não foram comunicados da decisão, casos em que houve apenas aplicação de multa ou processos que ainda permitem recurso, além de decisões anuladas ou suspensas pelo próprio TCU ou pela Justiça.

A lista de responsáveis com contas julgadas irregulares pode ser consultada na Plataforma de Certidões do Portal TCU, no site: portal.tcu.gov.br
 

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06/08/2026 04:20h

Já no cenário nacional, presidente aparece com 44% das intenções de voto, ante 39% do candidato do PL. Lula também é testado contra Romeu Zema, Ronaldo Caiado e Renan Santos

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Segundo recorte regional da pesquisa Genial/Quaest, divulgada nesta quarta-feira (5), 64% dos eleitores respondentes da pesquisa da Região Nordeste afirmam que votariam em Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em um eventual segundo turno contra Flávio Bolsonaro (PL), que alcaçou 25% das intenções. Já no cenário nacional, Lula também lidera a disputa, com 44% das intenções de voto, contra 39% do candidato do PL.

Ainda seguindo a divisão regional do eleitorado, Flávio Bolsonaro aparece à frente: marca 44% contra 40% de Lula no Norte/Centro-Oeste e 40% a 38% no Sudeste. Já a maior vantagem do candidato do PL aparece no Sul, com 56% das intenções de voto, ante 29% do petista.

No cenário nacional, a diferença entre os dois é de 5 pontos percentuais. No levantamento realizado em julho, Lula tinha 45% e Flávio Bolsonaro, 37% – uma vantagem de oito pontos para o presidente.

Em relação ao balanço nacional de segundo turno testado, Lula tem 46% contra 34% de Romeu Zema (Novo), 45% contra 37% de Ronaldo Caiado (PSD) e 45% contra 35% de Renan Santos (Missão).

Cenários regionais

Um dos recortes analisados pela pesquisa Genial/Quaest para identificar a intenção de voto dos brasileiros considera os segmentos sociais, como faixa de renda, escolaridade, idade e gênero dos eleitores. Além disso, a região também é considerada. Na pesquisa, a divisão regional é feita da seguinte forma: Nordeste, Sudeste, Norte/Centro-Oeste e Sul.

Considerando o recorte regional para um eventual 2° turno contra Ronaldo Caiado (PSD)64% dos respondentes da Região Nordeste votaria no candidato petista, já 25% em Caiado. Lula também lidera nas intenções de voto no Sudeste, com 40% ante 38% do adversário. 

Nas demais regiões do país, o candidato do PSD aparece à frente. Ele lidera entre os eleitores que participaram da pesquisa no Norte/Centro-Oeste, com 46% das intenções de voto, contra 41% de Lula, e também no Sul, onde marca 46%, ante 32% do petista.

No cenário contra Romeu Zema (Novo) no 2° turno das eleições, Lula mantém vantagem regional no Nordeste e no Norte/Centro-Oeste, segundo o recorte por segmentos sociais da Genial/Quaest. Além disso, os candidatos empatam com 39% das intenções de voto na Região Sudeste. 

Confira o percentual por região, considerando Lula X Romeu Zema:

  • Nordeste: petista registra 65% das intenções dos participantes ouvidos pela Genial/Quaest, contra 20% de Zema;
  • Norte/Centro-Oeste: Lula aparece com 43%, ante 38% do candidato do Novo;
  • Sudeste: empate de 39% das intenções de voto;
  • Sul: Zema lidera, somando 43%, ante 35% de Lula.

Já em um eventual segundo turno contra Renan Santos (Novo), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) mantém vantagem regional no Nordeste e no Sudeste, conforme o recorte por segmentos sociais.

No Nordeste, o petista registra 65% das intenções de voto, contra 23% de Renan Santos. Já no Sudeste, Lula aparece com 39%, ante 35% do candidato do Novo. Renan Santos, por sua vez, lidera no Norte/Centro-Oeste, com 43% contra 40% de Lula, e tem vantagem no Sul, onde soma 45%, ante 32% do petista.

Pesquisa Genial/Quaest

Para a pesquisa, a Quaest entrevistou 2.004 eleitores de forma presencial em todo o país, entre os dias 31 de julho e 3 de agosto. O levantamento foi encomendado pela Genial Investimentos e está registrado no TSE sob o número BR-06591/2026.

A margem de erro é de 2 pontos percentuais e o nível de confiança, de 95%.

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06/08/2026 04:15h

Em 2022, cada cadeira da Câmara correspondia a 45,8 mil eleitores em Roraima e a 495,3 mil em São Paulo

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Nas eleições gerais deste ano, cada eleitor brasileiro votará para deputado estadual ou distrital, deputado federal, senador, governador e presidente da República. Embora o voto individual tenha o mesmo valor jurídico, o peso do voto varia conforme o estado, especialmente nas disputas para a Câmara dos Deputados e o Senado

Ao todo, serão eleitos 513 deputados federais. Porém, a Constituição Federal fixa um piso de oito e um teto de 70 cadeiras por estado, independentemente do tamanho do eleitorado. Com isso, estados menos populosos ficam sobre-representados em relação ao número de eleitores, enquanto os mais populosos têm uma representação proporcionalmente menor

Em 2022, Roraima tinha cerca de 45,8 mil eleitores para cada cadeira na Câmara dos Deputados. Em São Paulo, eram 495,3 mil  — uma diferença de 10,8 vezes. Na prática, Silvia Waiãpi (PL), eleita pelo Amapá, foi a deputada federal com a menor votação do país, com 5.435 votos. Ao mesmo tempo, candidatos que receberam mais de 100 mil votos em estados do Sudeste não conseguiram uma cadeira

No Senado, a lógica é diferente, mas a desigualdade de representação entre os estados é ainda mais acentuada. Cada estado e o Distrito Federal têm exatamente três senadores, independentemente do tamanho da população ou do eleitorado. Ao todo, são 81 cadeiras na Casa

Assim, Roraima, que terá pouco mais de 400 mil eleitores aptos a votar em 2026, e São Paulo, com mais de 34 milhões, têm direito ao mesmo número de senadores: três

Quantos eleitores correspondem a cada cadeira? 

A conta é simples: divide-se o eleitorado do estado pelo número de deputados federais e senadores que ele elege. Na Câmara, cada uma das oito vagas de Roraima representa cerca de 45,8 mil eleitores. Em São Paulo, cada uma das 70 cadeiras corresponde a aproximadamente 495,3 mil

Essa diferença, no entanto, não significa que um candidato precise receber esse número de votos individualmente para ser eleito. Nas eleições para deputado federal, o sistema é proporcional. Para definir a distribuição das cadeiras entre os partidos e as federações, é calculado o quociente eleitoral, obtido pela divisão do total de votos válidos pelo número de vagas em disputa

Depois de definidas as cadeiras de cada partido ou federação, elas são preenchidas pelos candidatos mais votados dentro de cada legenda, observadas as regras eleitorais. É por isso que candidatos podem conquistar uma vaga com uma votação individual muito inferior ao número de eleitores correspondente a cada cadeira

No Amapá, por exemplo, Dr. Pupio (MDB) conseguiu uma cadeira com 5.787 votos — a segunda menor votação entre os deputados federais eleitos em 2022. 

No outro extremo, em São Paulo, o deputado federal eleito com a menor votação foi Tiririca (PL), com 71.754 votos. Ainda assim, candidatos que receberam votações muito superiores em números absolutos não conseguiram se eleger.

No Senado, a diferença representativa é ainda maior. Como cada estado possui três cadeiras, cada uma delas corresponde, em média, a cerca de 133 mil eleitores em Roraima. Em São Paulo, são mais de 11 milhões de eleitores por cadeira. 

Peso do voto por estado

  Eleitorado por estado, em 2026 Número de cadeiras na Câmara dos Deputados Peso do voto por estado na Câmara Número de cadeiras no Senado Peso do voto por estado no Senado
Acre 614.375 8 76.796 3 204.791
Alagoas 2.441.794 9 271.310 3 813.931
Amazonas 2.801.182 8 350.147 3 933.727
Amapá 577.534 8 72.191 3 192.511
Bahia 11.321.005 39 390.282 3 3.773.668
Ceará 6.998.494 22 318.113 3 2.332.831
Distrito Federal 2.253.132 8 281.641 3 751.044
Espírito Santo 2.990.490 10 299.049 3 996.830
Goiás 5.080.755 17 298.867 3 1.693.585
Maranhão 5.186.562 18 288.142 3 1.728.854
Minas Gerais 16.377.659 53 309.012 3 5.459.219
Mato Grosso 2.638.230 8 32.903 3 879.410
Mato Grosso do Sul 2.024.884 8 253.110 3 674.961
Pará 6.265.355 17 368.550 3 2.088.451
Paraíba 3.247.397 12 270.616 3 1.082.465
Pernambuco 7.225.744 25 289.029 3 2.408.581
Piauí 2.708.160 10 270.816 3 902.720
Paraná 8.609.026 30 286.967 3 2.869.675
Rio de Janeiro 12.857.000 46 279.500 3 4.275.666
Rio Grande do Norte 2.660.565 8 332.570 3 886.855
Rondônia 1.267.105 8 158.388 3 422.368
Roraima 401.496 8 50.187 3 133.832
Rio Grande do Sul 8.526.233 31 275.039 3 2.842.077
Santa Catarina 5.725.753 16 357.859 3 1.908.584
Sergipe 1.740.124 8 217.515 3 580.041
São Paulo 34.104.226 70 487.203 3 11.368.075
Tocantins 1.182.307 8 147.788 3 394.102

Fonte: Dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Câmara dos Deputados e Senado Federal.

Distorção na representação democrática

Para o cientista político e professor da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (FGV EAESP), Eduardo Grin, essa desigualdade entre os estados produz uma distorção na representação democrática.

“No Brasil, nós temos uma distorção muito grande, porque o estado de São Paulo, o maior da federação, é claramente penalizado. O problema não é ter algum tipo de regra que reduza o peso dos maiores estados. O problema é que a distorção deste princípio é muito elevada, e acaba favorecendo de maneira artificial a construção de representação de pequenos estados”, afirma.

Segundo Grin, estados menos populosos ficam sobre-representados em relação ao número de eleitores, enquanto os mais populosos são sub-representados

“Estados como Acre, Amapá, Roraima, Rondônia, que têm uma sobre-representação, todos eles somados acabam criando obstáculos. Porque, na hora de produzir decisões legislativas — seja projetos de lei ordinária, projetos de lei complementar e emendas constitucionais —, esses estados acabam criando alianças que podem influenciar a decisão do Congresso Nacional”, explica.

O cientista político ressalta, porém, que uma distribuição de cadeiras estritamente proporcional ao número de eleitores de cada estado também poderia prejudicar as unidades federativas menos populosas

Toda democracia tem sempre algum mecanismo de balanceamento. As democracias não fazem valer a premissa de ‘uma pessoa, um voto’, porque isso geraria maiorias nos estados com mais eleitores e poderia gerar o que a ciência política chama de ‘tirania da maioria’”, destaca.

Eleitor desconhece diferença na representação 

Grin avalia que o eleitor brasileiro, em geral, não tem consciência de que a representação proporcionada pelo voto para deputado federal e senador varia conforme o estado onde vota

“É um assunto muito distante do cotidiano da população, muito difícil de explicar, e que  gera muitas rivalidades estaduais. Além disso, não vai alterar o fato de que uma reforma política, que poderia incluir esse tema na pauta, não tem a menor chance de prosperar. Os menores partidos e os menores estados têm votos suficientes para obstaculizar uma emenda constitucional nesse sentido”, avalia.

Segundo Grin, uma mudança na distribuição das cadeiras do Parlamento exigiria uma emenda à Constituição, aprovada por três quintos dos deputados e dos senadores, em dois turnos de votação em cada Casa. 

“Mas não há votos suficientes. Se pegar os menores estados e até mesmo estados maiores, como Pará e Piauí, por exemplo, todos estariam envolvidos, de alguma maneira, em uma recalibragem dessa contagem de deputados. Isso tornaria os estados do Sul e do Sudeste — que são os mais populosos e teriam interesse em ampliar essa representação — isolados para fazer esse tipo de debate”, afirma.

Para o cientista político, o tema pode continuar sendo discutido nas esferas pública e acadêmica, mas dificilmente deverá sensibilizar o Parlamento a ponto de produzir uma mudança na atual regra de distribuição das cadeiras

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06/08/2026 04:10h

A carcaça suína especial apresenta estabilidade de preço nos atacados da Grande São Paulo, onde o quilo custa R$ 7,53

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O preço do boi gordo apresenta queda de 0,47% nesta quinta-feira (6). Em São Paulo, a arroba é negociada a R$ 348,55.

 

INDICADOR DO BOI GORDO CEPEA/ESALQ

Data Valor R$* Var./Dia Var./Mês Valor US$*
05/08/2026 348,55 -0,47% 0,58% 67,92
04/08/2026 350,20 0,66% 1,05% 68,20
03/08/2026 347,90 0,39% 0,39% 68,39
31/07/2026 346,55 -0,10% 3,02% 68,30
30/07/2026 346,90 -0,14% 3,12% 68,45

 

Preço do frango congelado e frango resfriado

No mercado de frango, os valores apresentam aumento na Grande São Paulo, em São José do Rio Preto e em Descalvado. O quilo do frango congelado é vendido a R$ 7,13 e o frango resfriado a R$ 7,15.
 

PREÇOS DO FRANGO CONGELADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP

Data Valor R$ Var./Dia Var./Mês
05/08/2026 7,13 3,63% -0,14%
04/08/2026 6,88 0,15% -3,64%
03/08/2026 6,87 -3,78% -3,78%
31/07/2026 7,14 0,00% -1,65%
30/07/2026 7,14 -0,14% -1,65%

 

PREÇOS DO FRANGO RESFRIADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP

Data Valor R$ Var./Dia Var./Mês
05/08/2026 7,15 3,62% 0,00%
04/08/2026 6,90 0,15% -3,50%
03/08/2026 6,89 -3,64% -3,64%
31/07/2026 7,15 -0,14% -1,52%
30/07/2026 7,16 0,00% -1,38%

 

Preço da carcaça suína especial e suíno vivo

A carcaça suína especial apresenta estabilidade de preço nos atacados da Grande São Paulo, onde o quilo custa R$ 7,53.

Entre os estados analisados, o suíno vivo registra o menor preço em Santa Catarina, onde o animal é comercializado a R$ 4,50.

 

PREÇOS DA CARCAÇA SUÍNA ESPECIAL (R$/kg)

Data Média Var./Dia Var./Mês
05/08/2026 7,53 0,00% -8,39%
04/08/2026 7,53 -2,96% -8,39%
03/08/2026 7,76 -5,60% -5,60%
31/07/2026 8,22 0,00% -3,52%
30/07/2026 8,22 0,00% -3,52%

 

INDICADOR DO SUÍNO VIVO CEPEA/ESALQ (R$/kg)

Data Estado Valor R$* Var./Dia Var./Mês
05/08/2026 MG - posto 5,07 -2,50% -3,80%
05/08/2026 PR - a retirar 4,53 -2,37% -2,58%
05/08/2026 RS - a retirar 4,63 -1,70% -2,73%
05/08/2026 SC - a retirar 4,50 -2,39% -7,22%
05/08/2026 SP - posto 5,08 0,20% -0,39%

 

Os dados são do Cepea.
 

O que é o boi gordo? Entenda o termo do mercado bovino

O boi gordo é o bovino macho pronto para o abate, com peso mínimo de 16 arrobas líquidas de carcaça (aproximadamente 240 kg) e até 42 meses de idade. Atende aos padrões do mercado nacional e internacional, incluindo exportações para Europa, China e cota Hilton.

Diferenças entre frango congelado e frango resfriado

O frango congelado passa por congelamento rápido, com temperaturas abaixo de -12°C, garantindo maior vida útil para armazenamento e transporte a longas distâncias.

Já o frango resfriado é mantido entre 0°C e 4°C, com validade de 5 a 7 dias, oferecendo textura e sabor mais próximos do fresco, ideal para consumidores exigentes e restaurantes.

 

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06/08/2026 04:05h

O preço do açúcar cristal apresenta aumento de 0,63%; a saca de 50 kg é cotada a R$ 92,47 na capital de São Paulo

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O preço do café arábica abre esta quinta-feira (6) com um pequeno aumento de 0,02%, com a saca de 60 kg negociada a R$ 1.730,24 na cidade de São Paulo.

O café robusta também teve alta de 1,53%, sendo comercializado a R$ 1.111,86.


INDICADOR DO CAFÉ ARÁBICA CEPEA/ESALQ

Data Valor R$ Var./Dia Var./Mês Valor US$
05/08/2026 1.730,24 0,02% -0,80% 337,15
04/08/2026 1.729,84 1,03% -0,82% 336,87
03/08/2026 1.712,28 -1,83% -1,83% 336,60
31/07/2026 1.744,18 -0,13% 10,48% 343,75
30/07/2026 1.746,47 -0,88% 10,63% 344,61

 

INDICADOR DO CAFÉ ROBUSTA CEPEA/ESALQ

Data Valor R$ Var./Dia Var./Mês Valor US$
05/08/2026 1.111,86 1,53% 1,77% 216,65
04/08/2026 1.095,15 0,69% 0,24% 213,27
03/08/2026 1.087,68 -0,45% -0,45% 213,82
31/07/2026 1.092,56 1,09% 2,90% 215,33
30/07/2026 1.080,81 0,11% 1,79% 213,26

 

O preço do açúcar cristal apresenta alta de 0,63% na capital de São Paulo. A saca de 50 kg é cotada a R$ 92,47. 

 

INDICADOR DO AÇÚCAR CRISTAL BRANCO CEPEA/ESALQ - SÃO PAULO

Data Valor R$* Var./Dia Var./Mês Valor US$*
05/08/2026 92,47 0,63% 1,06% 18,02
04/08/2026 91,89 1,18% 0,43% 17,90
03/08/2026 90,82 -0,74% -0,74% 17,85
31/07/2026 91,50 -0,97% 0,25% 18,03
30/07/2026 92,40 -0,57% 1,24% 18,23

 

Em Santos (SP), houve aumento de 0,51%, e a mercadoria é negociada a R$ 109,32 na média de preços sem impostos.

 

Indicador Açúcar Cristal - Santos (FOB)

Data Valor R$* Var./Dia Var./Mês Valor US$*
05/08/2026 109,32 0,51% 2,85% 21,37
04/08/2026 108,76 0,39% 2,32% 21,30
03/08/2026 108,34 1,93% 1,93% 21,36
31/07/2026 106,29 1,17% -2,33% 20,93
30/07/2026 105,06 -1,38% -3,46% 20,71

 

A saca de 60 kg do milho, por sua vez, é vendida a R$ 64,86 após declínio de 0,48%.
 

Data Valor R$* Var./Dia Var./Mês Valor US$*
05/08/2026 64,86 -0,48% -0,60% 12,64
04/08/2026 65,17 -0,11% -0,12% 12,69
03/08/2026 65,24 -0,02% -0,02% 12,82
31/07/2026 65,25 -0,08% 2,63% 12,86
30/07/2026 65,30 -0,05% 2,71% 12,88

 

Os dados são do Cepea.
 

Diferença entre café arábica e café robusta: características, uso e regiões produtoras

Café arábica e café robusta são as duas principais variedades cultivadas e comercializadas no Brasil, ambas medidas em sacas de 60 kg.

O café arábica (conhecido também como café Conilon, em algumas regiões) tem sabor mais suave, menor teor de cafeína e alta qualidade sensorial, sendo preferido em cafeterias especializadas e nas exportações de cafés premium. Representa cerca de 70% da produção brasileira, com destaque para estados como Minas Gerais e São Paulo.

O café robusta, por sua vez, possui sabor mais amargo, maior concentração de cafeína e corpo mais intenso. É amplamente utilizado na produção de café solúvel e blends comerciais. Seus principais polos produtores são o Espírito Santo e Rondônia, e seu preço costuma ser mais baixo em comparação ao arábica, por conta do perfil mais industrial. 

Como é calculada a saca de açúcar cristal?

A saca de açúcar cristal no Brasil é padronizada em 50 quilos, especialmente para comercialização no mercado atacadista e para uso na indústria alimentícia. Essa unidade de medida é adotada pelo Cepea/Esalq-USP, principal fonte de cotações diárias do açúcar cristal no país.

Qual o peso da saca de milho no Brasil?

A saca de milho equivale a 60 kg de grãos, mesmo padrão utilizado para soja e trigo. Essa medida é oficializada por instituições como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Cepea, sendo amplamente usada em negociações e relatórios de preço do milho.

 

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06/08/2026 04:00h

O estudo utiliza projeções já feitas em outros trabalhos globais e internos no Brasil para estimar a demanda por esses minerais e elementos de terras raras e de uma carteira de projetos de investimentos previstos

A expansão dos investimentos na cadeia de minerais críticos e terras raras poderá adicionar R$ 192,1 bilhões ao Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro e gerar 750 mil novos empregos até 2050, segundo estudo inédito que será lançado pela Amcham Brasil durante encontro sobre o tema, realizado nesta terça-feira, 4 de agosto, em Belo Horizonte. O estudo compara dois caminhos para o desenvolvimento da cadeia de minerais críticos e terras raras no Brasil, sendo que, no primeiro, os investimentos são financiados majoritariamente por capital interno e a produção permanece voltada predominantemente à exportação, com baixa agregação de valor no país. Desta forma, o impacto acumulado sobre o PIB alcança R$ 128,7 bilhões, com geração estimada de 304 mil empregos. 

O segundo cenário prevê maior participação do investimento estrangeiro, expansão do processamento dos minerais no Brasil e utilização crescente desses insumos pela indústria nacional. Nessa hipótese, os investimentos crescem R$120,9 bilhões, com impacto acumulado sobre o PIB de R$ 192,1 bilhões e geração estimada de 750 mil empregos. O estudo utiliza projeções já feitas em outros trabalhos globais e internos no Brasil para estimar a demanda por esses minerais e elementos de terras raras e de uma carteira de projetos de investimentos previstos. São considerados os minerais cobalto, cobre, grafita, lítio, níquel e elementos de terras raras. "O Brasil reúne algumas das maiores reservas de minerais críticos do mundo e tem todas as condições para se tornar um protagonista global nesse mercado. Quanto maior a capacidade de atrair investimentos, maior será a transformação dessa riqueza mineral em valor, tecnologia, empregos e desenvolvimento industrial e econômico", afirma o presidente da Amcham Brasil, Abrão Neto.  

A comparação entre os dois cenários demonstra que a atração de capital internacional e o adensamento das cadeias produtivas podem adicionar R$ 63,4 bilhões ao PIB, R$ 32,3 bilhões ao consumo das famílias, R$ 16,1 bilhões aos investimentos e 446 mil empregos, além dos efeitos já proporcionados pela expansão da mineração. O estudo mostra que os maiores impactos sobre o PIB ocorrem nos estados mineradores, com destaque para Pará (16,0%), Bahia (10,3%), Goiás (10,0%), Piauí (4,0%) e Minas Gerais (3,8%). Ao mesmo tempo, o fortalecimento do processamento interno amplia os benefícios para estados com maior presença industrial. Em comparação com o primeiro cenário, os maiores ganhos adicionais são observados em Santa Catarina, Minas Gerais, São Paulo e Paraná, evidenciando que a agregação de valor amplia os efeitos econômicos para além das regiões produtoras.  

Na análise setorial, a indústria de transformação apresenta crescimento acumulado de 1,8% no segundo cenário, quase três vezes superior ao observado no primeiro. Também se destacam a construção civil (4,5%) e a indústria extrativa (4,2%). Entre os segmentos industriais, os maiores impactos são registrados em máquinas e equipamentos elétricos (16,7%), máquinas para extração mineral (9,8%), automóveis (5,5%) e máquinas e equipamentos mecânicos (2,9%). “A maior atração de investimentos e a agregação de valor no Brasil ampliam os benefícios econômicos da cadeia de minerais críticos para além dos estados produtores, impulsionando também as regiões industriais e fortalecendo a inserção do país nas cadeias globais de tecnologia e da transição energética”, afirma Abrão Neto. 

O estudo foi elaborado por pesquisadores da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), com apoio da U.S. Chamber of Commerce e de empresas do setor e abrangeu as cadeias de cobre, grafita, lítio, níquel e terras raras, minerais considerados essenciais para a transição energética e para tecnologias como baterias, veículos elétricos, turbinas eólicas e equipamentos eletrônicos. A Amcham defende uma agenda de políticas públicas voltada ao fortalecimento da cadeia de minerais críticos e terras raras para que o Brasil possa aproveitar ao máximo todo o seu potencial. Entre as prioridades estão a aprovação da Política Nacional de Minerais Críticos e Estratégicos, o fortalecimento dos instrumentos de financiamento e mitigação de riscos, a ampliação da atração de investimentos, o incentivo ao processamento e à industrialização no país e o aperfeiçoamento do ambiente regulatório para estimular investimentos de longo prazo e maior agregação de valor.  

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06/08/2026 04:00h

O trigo tem aumento de preço no Rio Grande do Sul e no Paraná

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A saca de 60 quilos da soja inicia quinta-feira (6) em alta no interior do Paraná e na região litorânea de Paranaguá. 

No mercado paranaense, o grão apresenta declínio de 0,51%, com a saca negociada a R$ 136,73. Em Paranaguá, o declínio foi de 0,55%, levando a cotação para R$ 144,91.

 

INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANÁ

Data Valor R$* Var./Dia Var./Mês Valor US$*
05/08/2026 136,73 0,51% -0,39% 26,64
04/08/2026 136,03 -0,46% -0,90% 26,49
03/08/2026 136,66 -0,44% -0,44% 26,87
31/07/2026 137,27 -0,40% 7,72% 27,05
30/07/2026 137,82 -0,85% 8,15% 27,19

 

INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANAGUÁ 

Data Valor R$* Var./Dia Var./Mês Valor US$*
05/08/2026 144,91 0,55% 0,00% 28,24
04/08/2026 144,12 0,06% -0,55% 28,07
03/08/2026 144,04 -0,60% -0,60% 28,32
31/07/2026 144,91 -0,26% 8,48% 28,56
30/07/2026 145,29 -1,04% 8,77% 28,67

 

Trigo

O trigo tem aumento de preço no Rio Grande do Sul e no Paraná.

No Paraná, a tonelada do cereal é comercializada a R$ 1.417,12. No Rio Grande do Sul, o produto é vendido a R$ 1.325,22.

 

PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - RIO GRANDE DO SUL

Data Valor R$/t* Var./Dia Var./Mês Valor US$/t*
05/08/2026 1.325,22 0,05% 0,25% 258,23
04/08/2026 1.324,52 -0,09% 0,20% 257,94
03/08/2026 1.325,69 0,29% 0,29% 260,60
31/07/2026 1.321,88 0,00% -0,57% 260,52
30/07/2026 1.321,88 -0,96% -0,57% 260,83

 

PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - PARANÁ

Data Valor R$/t* Var./Dia Var./Mês Valor US$/t*
05/08/2026 1.417,12 0,28% 0,80% 276,13
04/08/2026 1.413,21 0,49% 0,52% 275,21
03/08/2026 1.406,32 0,03% 0,03% 276,45
31/07/2026 1.405,92 0,00% 2,72% 277,08
30/07/2026 1.405,91 0,00% 2,72% 277,41

 

Os dados são do Cepea.


O que é uma saca de soja ou de trigo? Entenda a unidade de medida no mercado de grãos

A saca de soja e a saca de trigo são as principais unidades de comercialização de grãos no Brasil. Cada saca equivale a 60 quilos, padrão adotado por órgãos oficiais como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

Esse formato padronizado facilita o comércio da soja e do trigo, além de permitir um acompanhamento mais preciso das cotações e variações de preços no mercado nacional.

 

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