10/09/2026 00:11h

Café arábica e robusta registram alta, enquanto açúcar avança em São Paulo e Santos, e milho recua 0,54%

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O preço do café arábica abre esta quinta-feira (10) em alta de 0,72%, com a saca de 60 kg negociada a R$ 1.647,29 na cidade de São Paulo.

O café robusta também teve aumento de 1,64%, sendo comercializado a R$ 996,90.


INDICADOR DO CAFÉ ARÁBICA CEPEA/ESALQ

Data Valor R$ Var./Dia Var./Mês Valor US$
09/09/2026 1.647,29 0,72% -5,79% 322,43
08/09/2026 1.635,57 -1,47% -6,46% 321,20
04/09/2026 1.659,93 -0,74% -5,06% 323,57
03/09/2026 1.672,25 -1,44% -4,36% 327,63
02/09/2026 1.696,62 -1,96% -2,96% 332,15

 

INDICADOR DO CAFÉ ROBUSTA CEPEA/ESALQ

Data Valor R$ Var./Dia Var./Mês Valor US$
09/09/2026 996,90 1,64% -2,47% 195,13
08/09/2026 980,78 0,42% -4,05% 192,61
04/09/2026 976,71 -0,34% -4,44% 190,39
03/09/2026 980,05 -1,18% -4,12% 192,02
02/09/2026 991,71 -1,55% -2,98% 194,15

 

O preço do açúcar cristal apresenta aumento na capital de São Paulo. A saca de 50 kg é cotada a R$ 118,28. 

 

INDICADOR DO AÇÚCAR CRISTAL BRANCO CEPEA/ESALQ - SÃO PAULO

Data Valor R$* Var./Dia Var./Mês Valor US$*
09/09/2026 118,28 0,80% 3,98% 23,15
08/09/2026 117,34 0,47% 3,16% 23,04
04/09/2026 116,79 0,59% 2,67% 22,77
03/09/2026 116,11 0,61% 2,07% 22,75
02/09/2026 115,41 0,79% 1,46% 22,59

 

Em Santos (SP), houve aumento de 1,71%, e a mercadoria é negociada a R$ 131,07 na média de preços sem impostos.

 

Indicador Açúcar Cristal - Santos (FOB)

Data Valor R$* Var./Dia Var./Mês Valor US$*
09/09/2026 128,72 0,93% 0,65% 25,25
08/09/2026 127,53 0,77% -0,28% 25,08
04/09/2026 126,56 0,26% -1,04% 24,69
03/09/2026 126,23 -3,69% -1,30% 24,77
02/09/2026 131,07 1,71% 2,49% 25,56

 

A saca de 60 kg do milho, por sua vez, é vendida a R$ 70,52 após recuo de 0,54%.
 

Data Valor R$* Var./Dia Var./Mês Valor US$*
09/09/2026 70,52 -0,54% 0,41% 13,80
08/09/2026 70,90 -0,04% 0,95% 13,92
04/09/2026 70,93 -0,18% 1,00% 13,83
03/09/2026 71,06 0,17% 1,18% 13,92
02/09/2026 70,94 -0,03% 1,01% 13,89

 

Os dados são do Cepea.

 

Diferença entre café arábica e café robusta: características, uso e regiões produtoras

Café arábica e café robusta são as duas principais variedades cultivadas e comercializadas no Brasil, ambas medidas em sacas de 60 kg.

O café arábica (conhecido também como café Conilon, em algumas regiões) tem sabor mais suave, menor teor de cafeína e alta qualidade sensorial, sendo preferido em cafeterias especializadas e nas exportações de cafés premium. Representa cerca de 70% da produção brasileira, com destaque para estados como Minas Gerais e São Paulo.

O café robusta, por sua vez, possui sabor mais amargo, maior concentração de cafeína e corpo mais intenso. É amplamente utilizado na produção de café solúvel e blends comerciais. Seus principais polos produtores são o Espírito Santo e Rondônia, e seu preço costuma ser mais baixo em comparação ao arábica, por conta do perfil mais industrial. 

Como é calculada a saca de açúcar cristal?

A saca de açúcar cristal no Brasil é padronizada em 50 quilos, especialmente para comercialização no mercado atacadista e para uso na indústria alimentícia. Essa unidade de medida é adotada pelo Cepea/Esalq-USP, principal fonte de cotações diárias do açúcar cristal no país.

Qual o peso da saca de milho no Brasil?

A saca de milho equivale a 60 kg de grãos, mesmo padrão utilizado para soja e trigo. Essa medida é oficializada por instituições como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Cepea, sendo amplamente usada em negociações e relatórios de preço do milho.


 

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10/09/2026 00:10h

Boi gordo e frango registram alta, enquanto carcaça suína mantém estabilidade na Grande São Paulo

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O preço do boi gordo apresenta alta de 0,33% nesta quinta-feira (10). Em São Paulo, a arroba é negociada a R$ 349,50.

 

INDICADOR DO BOI GORDO CEPEA/ESALQ

Data Valor R$* Var./Dia Var./Mês Valor US$*
09/09/2026 349,50 0,33% 1,48% 68,41
08/09/2026 348,35 0,19% 1,15% 68,41
04/09/2026 347,70 0,03% 0,96% 67,78
03/09/2026 347,60 0,06% 0,93% 68,10
02/09/2026 347,40 0,40% 0,87% 68,01

 

Preço do frango congelado e frango resfriado

No mercado de frango, os preços apresentam aumento na Grande São Paulo, em São José do Rio Preto e em Descalvado. O frango congelado e o frango resfriado custam R$ 7,69.

 

PREÇOS DO FRANGO CONGELADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP

Data Valor R$ Var./Dia Var./Mês
09/09/2026 7,69 0,79% 5,05%
08/09/2026 7,63 0,26% 4,23%
04/09/2026 7,61 1,20% 3,96%
03/09/2026 7,52 2,45% 2,73%
02/09/2026 7,34 -1,08% 0,27%

 

PREÇOS DO FRANGO RESFRIADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP

Data Valor R$ Var./Dia Var./Mês
09/09/2026 7,69 0,65% 5,49%
08/09/2026 7,64 0,39% 4,80%
04/09/2026 7,61 0,93% 4,39%
03/09/2026 7,54 2,59% 3,43%
02/09/2026 7,35 -0,54% 0,82%

 

Preço da carcaça suína especial e suíno vivo

A carcaça suína especial apresenta estabilidade de preço nos atacados da Grande São Paulo, onde o quilo custa R$ 7,27.

Entre os estados analisados, o suíno vivo registra o menor preço no Paraná, onde o animal é comercializado a R$ 4,43.

 

PREÇOS DA CARCAÇA SUÍNA ESPECIAL (R$/kg)

Data Média Var./Dia Var./Mês
09/09/2026 7,27 0,00% -0,55%
08/09/2026 7,27 0,97% -0,55%
04/09/2026 7,20 0,56% -1,50%
03/09/2026 7,16 0,00% -2,05%
02/09/2026 7,16 0,00% -2,05%

 

INDICADOR DO SUÍNO VIVO CEPEA/ESALQ (R$/kg)

Data Estado Valor R$* Var./Dia Var./Mês
09/09/2026 MG - posto 5,04 0,00% 0,40%
09/09/2026 PR - a retirar 4,43 0,00% -1,34%
09/09/2026 RS - a retirar 4,52 0,00% -0,44%
09/09/2026 SC - a retirar 4,52 0,00% -1,09%
09/09/2026 SP - posto 4,83 0,00% 0,00%

 

Os dados são do Cepea.
 

O que é o boi gordo? Entenda o termo do mercado bovino

O boi gordo é o bovino macho pronto para o abate, com peso mínimo de 16 arrobas líquidas de carcaça (aproximadamente 240 kg) e até 42 meses de idade. Atende aos padrões do mercado nacional e internacional, incluindo exportações para Europa, China e cota Hilton.

Diferenças entre frango congelado e frango resfriado

O frango congelado passa por congelamento rápido, com temperaturas abaixo de -12°C, garantindo maior vida útil para armazenamento e transporte a longas distâncias.

Já o frango resfriado é mantido entre 0°C e 4°C, com validade de 5 a 7 dias, oferecendo textura e sabor mais próximos do fresco, ideal para consumidores exigentes e restaurantes.


 

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10/09/2026 00:07h

TSE já aprovou pedidos de requisição de tropas do Exército, da Marinha e da Aeronáutica para reforçar a segurança da votação e da apuração em 4 de outubro

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O Plenário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovou, até o momento, pedidos de requisição de força federal para oito estados, com o objetivo de assegurar a Garantia da Votação e da Apuração (GVA) no 1º turno das Eleições Gerais de 2026, marcado para 4 de outubro.

A medida permite a atuação das Forças Armadas Exército, Marinha e Aeronáutica em localidades indicadas pelos tribunais regionais eleitorais (TREs), com o objetivo de reforçar a segurança e garantir o funcionamento regular das atividades eleitorais.

Maranhão e Piauí têm novos pedidos aprovados

Na sessão administrativa desta terça-feira (8), o Plenário aprovou por unanimidade os pedidos de envio de tropas federais para o Maranhão e para a 37ª Zona Eleitoral do Piauí. Segundo o TSE, a atuação das Forças Armadas nessas localidades busca assegurar o cumprimento das etapas de votação e apuração, além de contribuir para a manutenção da ordem e da normalidade do pleito.

TSE começou a autorizar tropas federais em agosto

Os primeiros pedidos de força federal para as Eleições 2026 foram aprovados pelo TSE em 27 de agosto, quando os ministros autorizaram, por unanimidade, o envio de tropas para mais de uma centena de municípios do Acre, Ceará, Piauí, Rio de Janeiro e Tocantins. Entre as localidades contempladas estão as capitais Rio de Janeiro, Fortaleza, Teresina e Rio Branco, além de aldeias indígenas, municípios de difícil acesso, regiões de fronteira e áreas ribeirinhas.

Já em 1º de setembro, o Plenário havia aprovado pedidos para 30 municípios de Mato Grosso e 10 municípios de Mato Grosso do Sul.

TREs indicam localidades que precisam de reforço

Cabe aos tribunais regionais eleitorais de cada estado indicar as localidades onde entendem ser necessária a atuação das forças federais. Os pedidos são analisados e votados pelo Plenário do TSE e, uma vez aprovados, encaminhados ao Ministério da Defesa, responsável pelo planejamento e pela execução das ações em conjunto com as Forças Armadas.

O TSE informa que novas solicitações ainda podem ser apresentadas pelos TREs caso sejam identificadas situações que demandem reforço adicional das forças federais até o dia da votação.

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10/09/2026 00:04h

Agência realiza audiências públicas e recebe contribuições até 14 de outubro; novas regras devem ser publicadas no primeiro semestre de 2027

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Está aberta na página da Agência Nacional de Mineração (ANM) a consulta pública para envio de contribuições sobre critérios de gestão de segurança de pilhas de mineração. A proposta em discussão estabelece obrigações relacionadas à gestão da segurança e à preparação para emergências dessas estruturas, e é aberta a empreendedores, sociedade civil, academia, especialistas e imprensa.

Pela minuta em consulta, a nova norma deve valer para pilhas que atendam a pelo menos um destes critérios: 

  • altura igual ou superior a 25 metros na geometria atual, ou 50 metros na geometria projetada; 
  • material classificado como perigoso ou rejeito radioativo; 
  • ou presença, na área potencialmente afetada, de pessoas residentes, rodovias estaduais ou federais, infraestrutura essencial de energia, água, saúde, comunicação ou educação, ou ainda barragens enquadradas na Política Nacional de Segurança de Barragens.

O calendário do processo prevê duas frentes de participação. As contribuições por escrito podem ser enviadas pela plataforma Brasil Participativo até 14 de outubro de 2026, mediante login na conta gov.br. Já a sessão pública virtual está marcada para 11 de setembro, às 9h30 (horário de Brasília), com acesso pelo Microsoft Teams e transmissão ao vivo pelo canal da ANM no YouTube.

Segundo a própria agência, a expectativa inicial é que a resolução final seja publicada até abril de 2027. O tema é considerado estratégico pelo setor mineral, já que a nova regulamentação deve exigir novos estudos, projetos, monitoramentos e profissionais especializados, com potencial de atrair investimentos relevantes em segurança geotécnica nos próximos anos.

Pilhas de mineração

As pilhas de mineração são estruturas formadas pelo depósito de materiais provenientes da atividade de mineração sobre o terreno, construídas acima do nível original do solo e sem formação de reservatórios. Elas podem armazenar estéril — material rochoso sem valor econômico retirado para acesso ao minério —, rejeitos, minérios, produtos ou subprodutos, de forma temporária ou definitiva, e também podem ser usadas no processamento de minérios por lixiviação — extração de minérios a partir do uso de líquidos. Ao contrário das barragens, as pilhas não retém grandes volumes de água, o que reduz o risco de rompimento por liquefação.

O tema ganhou força no setor após uma série de acidentes envolvendo barragens de rejeito no Brasil — como as de Mariana (2015) e Brumadinho (2019), que levou a legislação a restringir progressivamente o uso do modelo de barragens a montante — mais vulnerável — e a incentivar alternativas de disposição a seco. A ANM já possui regulamentação consolidada para barragens de mineração, mas ainda não tinha um marco específico para pilhas, que têm características construtivas, materiais e riscos distintos.

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10/09/2026 00:03h

Crescimento foi de 6,7% em relação ao mesmo período de 2025 e a soja foi o principal produto exportado; estado de Mato Grosso registrou US$ 2,2 bilhões em exportações

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As exportações do agronegócio brasileiro movimentaram US$ 15,1 bilhões em 1.453 municípios em agosto. O valor corresponde a 45,8% do total das vendas do país no mês e registrou um crescimento de 6,7% em relação ao mesmo período do ano passado. 

Em nota, a Confederação Nacional de Municípios (CNM) destacou a importância do resultado positivo para a geração de emprego e renda nas economias locais. 

A entidade defende que é relevante acompanhar o  comportamento do setor para melhorar o planejamento público, direcionar ações estratégicas e fortalecer as políticas de incentivo aos setores produtivos prioritários. Segundo a Confederação, os dados do levantamento foram fornecidos pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), já a lista de produtos  foi disponibilizada pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa)

Estados 

Entre os estados exportadores, Mato Grosso totalizou US$ 2,2 bilhões em exportações no mês de agosto. O montante equivale a 14,6% de participação em todo o total exportado pelo agro brasileiro no período.

O resultado mato-grossense foi influenciado por uma concentração em 78 municípios exportadores, que participaram do envio de 49 produtos agropecuários distintos. 

Em seguida aparece São Paulo, com US$ 2,03 bilhões em exportações no mês que equivalem a 13,4% do total nacional. A diversificação do agronegócio paulista contou com 334 municípios que registraram embarques em agosto, que comercializaram 334 produtos agropecuários diferentes. 

No acumulado de 2026 também houve alta nas exportações, com  crescimento de 6,1% em relação ao ano passado. 

Soja lidera exportações

O principal produto exportado foi a soja, que movimentou US$ 4,4 bilhões. O valor representa uma alta de 14% em relação a 2025. O produto respondeu por 29,1% da participação de toda produção do agronegócio no período.

A soja foi, ainda, a principal exportação de 126 municípios brasileiros.  Em segundo lugar aparece a carne bovina in natura, qie gerou recursos de US$ 1,2 bilhão. Já o café verde, em terceiro lugar, somou US$ 1,1 bilhão – valor que traduz uma alta de 24,1% comparado ao ano anterior. 

Parceiros comerciais

O maior parceiro comercial do Brasil foi a China, com US$ 4,2 bilhões das vendas de agosto, com a  soja como principal produto. Em seguida, estão os Estados Unidos, que movimentaram US$ 905,58 milhões. Para o mercado estadunidense, a carne bovina in natura teve destaque, com aumento de 16,5% em comparação com o mesmo período de 2025.

O país foi o principal comprador em 208 municípios exportadores. Outras nações parceiras são as que integram a União Europeia, e que responderam por US$ 2,4 bilhões. O total equivale a uma alta de 31,5%, percentual influenciado pela compra do café verde. 

Importações

As importações de produtos agropecuários também avançaram, 5%, frente ao mesmo mês do ano anterior, e alcançaram US$ 1,6 bilhão. 

Nas importações, o trigo liderou movimentando US$ 126 milhões. 

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10/09/2026 00:01h

Montante inclui R$ 4,9 bilhões do primeiro decêndio de setembro e mais de R$ 9,7 bilhões da parcela adicional de 1% do Fundo, por meio da Emenda Constitucional 112/2021

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Os municípios brasileiros recebem nesta quinta-feira (10) os recursos do Fundo de Participação dos Municípios (FPM). O valor inclui o repasse de R$ 4,9 bilhões referente ao primeiro decêndio de setembro e mais de R$ 9,7 bilhões da parcela adicional de 1% do FPM, implementado pela Emenda Constitucional 112/2021. Neste decêndio,  a parcela é 4% superior ao repassado no mesmo período de 2025.

O especialista em orçamento público Cesar Lima destaca que o primeiro decêndio confirma o cenário de um ano positivo para o FPM. Ele ressalta, ainda, que os recursos podem ser usados livremente pelas prefeituras, sem vinculação específica em áreas como saúde e educação.

“Esperamos que os gestores possam fazer um bom uso desses recursos. Ambos os recursos não têm nenhuma vinculação. Então, eles podem ser aplicados em qualquer um dos serviços públicos mantidos pelos municípios. O que representa um grande ganho para as populações”, afirma Lima.

Maiores valores por estado

São Paulo concentra o maior volume de recursos neste primeiro decêndio de setembro, com quase R$ 610 milhões. Entre os municípios paulistas com os maiores repasses estão Franca, Itu e Pindamonhangaba, cada um com valores superiores a R$ 2,6 milhões.

Na sequência aparece Minas Gerais, com mais de R$ 606 milhões. No estado, Betim, Contagem e Ibirité estão entre os municípios que recebem os maiores valores, todos acima de R$ 2,8 milhões. 

Repasse extra

O valor extra é garantido por meio da Emenda Constitucional 112/2021 e os recursos já eram esperados pelas prefeituras. Segundo a Confederação Nacional de Municípios (CNM), este ano marca o fim da regra de transição estabelecida pela emenda.

Em relação ao repasse extra, São Paulo também recebe o maior volume de recursos, somando quase R$ 1,2 bilhão. Entre os municípios paulistas com os maiores repasses extras estão Mogi das Cruzes, Bragança Paulista e Taboão da Serra, cada um com valores superiores a R$ 5,2 milhões.

Já Minas Gerais aparece logo em seguida, com repasse de mais de R$ 1,1 bilhão. Entre as cidades mineiras que recebem os maiores montantes estão Betim, Contagem e Divinópolis, cada uma recebendo mais de R$ 5,6 milhões.

Em 2026, o repasse chega ao primeiro ano de aplicação integral do percentual de 1% sobre os 12 meses de arrecadação considerados no cálculo. A regra foi implantada de forma gradual: começou em 0,25% em 2022, passou para 0,5% em 2024 e alcançou 1% em 2025.

Na avaliação da Confederação, o volume de recursos representa reforço relevante para o caixa das prefeituras. A entidade destacou, em nota, que o repasse garante maior estabilidade fiscal e a continuidade dos serviços essenciais à população no segundo semestre.

Em nota, o presidente da CNM, Paulo Ziulkoski, destacou a importância do valor para os municípios. “É um valor importante para os prefeitos tentarem suportar a difícil realidade financeira, especialmente em um ano em que mais de 54% dos municípios estão no vermelho”, disse.

O recurso extra não sofre retenção do Fundeb e integra a Receita Corrente Líquida (RCL) dos municípios. A CNM destaca que os gestores devem considerar o valor nas obrigações fiscais e ficar atentos às regras de aplicação dos recursos. Por exemplo, ao cumprimento da aplicação obrigatória do percentual constitucional em Manutenção e Desenvolvimento do Ensino (MDE).

FPM: municípios bloqueados

Até o dia 8 de setembro de 2026, nove municípios estavam impedidos de receber recursos do FPM. Confira a lista: 

  • Boa Esperança (ES)

  • Rio Novo do Sul (ES)
  • Campos de Júlio (MT)
  • Conquista d’Oeste (MT)
  • Cuiabá (MT)
  • Belford Roxo (RJ)
  • Piratuba (SC)
  • Santa Terezinha (SC)
  • Axixá de Tocantins (TO)

Conforme o Tesouro Nacional, os bloqueios estão atrelados a diversas razões, como a falta de recolhimento da contribuição ao Pasep, pendências previdenciárias junto ao INSS, débitos inscritos na dívida ativa da União pela Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) e a ausência de envio de informações ao Sistema de Informações sobre Orçamentos Públicos em Saúde (SIOPS).

Os repasses ficam suspensos de forma temporária e a transferência dos recursos é restabelecida após regularização da pendência pelo município. O dinheiro do FPM costuma ser aplicado no financiamento de áreas como saúde, educação, infraestrutura e pagamento de pessoal.

Os repasses do Fundo de Participação dos Municípios são feitos a cada dez dias. Nos meses em que a data prevista coincide com fim de semana ou feriado, o crédito é antecipado para o primeiro dia útil anterior.
 

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09/09/2026 21:00h

Delegação empresarial participa de encontros em Nova Délhi para ampliar conexões com investidores, empresas e empreendedoras dos países do bloco

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Empreendedoras brasileiras participaram, na última quarta-feira (9), de um encontro internacional em Nova Délhi, na Índia, para discutir temas como tecnologia, acesso a investimentos e desenvolvimento de negócios inovadores. O BRICS WBA Women-Led Development Summit reuniu lideranças empresariais e empreendedoras dos países que integram o bloco, entre eles Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul

A programação ocorre às vésperas da 18ª Cúpula do BRICS, marcada para os dias 12 e 13 de setembro, e teve entre os principais temas a participação feminina nas áreas de ciência, tecnologia, engenharia e matemática (STEM, na sigla em inglês), além de tecnologias digitais, inovação, startups e acesso a capital

O Brasil foi representado por uma delegação empresarial formada por 19 integrantes. Entre elas está Ana Claudia Badra Cotait, presidente do Conselho Nacional da Mulher Empreendedora e da Cultura (CMEC), da Associação Comercial de São Paulo (ACSP)

Ana Claudia participou do painelAdvancing Women in STEM, Digital Technologies and Innovation: From Classroom to Frontier, que debateu estratégias para ampliar a presença feminina nas áreas de tecnologia e inovação, desde a formação profissional até o desenvolvimento de novas soluções

Para a empresária, o desafio vai além de ampliar o número de mulheres que trabalham com tecnologia. Também é preciso garantir que elas ocupem posições de liderança como proprietárias de empresas, criadoras de produtos e protagonistas de negócios com potencial de crescimento. 

“Nosso papel aqui é abrir caminhos para que essas mulheres não sejam apenas participantes, mas líderes e agentes de mudança. Não tenhamos medo de abrir novas fronteiras, compartilhar novos palcos e destacar novas líderes. Porque, quando uma mulher avança, ela não ocupa apenas o seu lugar, mas abre caminho para muitas outras”, disse. 

A missão empresarial brasileira permanecerá em Nova Délhi entre os dias 8 e 12 de setembro. Além do BRICS WBA Women-Led Development Summit, a agenda inclui o Women’s Business Alliance Annual Meeting, o BRICS Business Council Annual Meeting e o Fórum Empresarial do BRICS 2026

Investimentos

O Women’s Business Alliance Annual Meeting acontece de 9 a 11 de setembro, também em Nova Délhi. Um dos principais temas da programação é o acesso a investimentos para negócios liderados por mulheres

Além dos debates, o evento conta com uma exposição de startups comandadas por empreendedoras. A delegação brasileira pretende apresentar a experiência da UpStarts, iniciativa do CMEC voltada à identificação e ao desenvolvimento de negócios liderados por mulheres com potencial de inovação e crescimento

Em sua terceira edição, realizada em maio deste ano, o programa recebeu mais de 700 pré-inscrições e selecionou 230 participantes. A expectativa é aproveitar o encontro na Índia para aproximar essas empreendedoras de investidores e parceiros internacionais

“Queremos apresentar startups lideradas por mulheres e identificar investidores-anjos, fundos e apoiadores que possam se aproximar desse universo de empresas. O objetivo é fazer com que essas conexões continuem depois do Summit e possam gerar negócios”, afirmou Beatriz Guimarães, vice-presidente do CMEC Nacional e presidente do CMEC-DF, que também integra a missão brasileira.

Games e tecnologia

A missão empresarial brasileira também pretende conhecer a experiência da Índia no setor de games, mercado diretamente relacionado à programação, ao desenvolvimento de software, à criatividade e à economia digital

A delegação busca conhecer iniciativas indianas de formação profissional e desenvolvimento de empresas de tecnologia, além de identificar práticas que possam contribuir para o crescimento do ecossistema de games no Brasil

“Queremos conhecer as boas práticas da Índia e entender como elas podem contribuir para o desenvolvimento do ecossistema brasileiro de games, especialmente para ampliar a participação das mulheres”, acrescentou Beatriz Guimarães. 

No Brasil, o CMEC apoia a participação feminina nesse setor por meio do Brasília Game Hub (BGH), polo de desenvolvimento, incubação e investimento em jogos eletrônicos do Distrito Federal

Além dos games, a agenda da missão inclui temas como STEM, design autoral, inovação e internacionalização de empresas lideradas por mulheres

Parcerias e novos mercados

Para Ana Claudia Cotait, a expectativa da missão é estabelecer relações com empreendedoras, empresas, investidores e organizações dos demais países do BRICS, ampliando as possibilidades de parcerias, rodadas de negócios, intercâmbio de conhecimento e acesso a novos mercados

“Uma participação internacional só faz sentido quando conseguimos transformar relacionamento em oportunidade. Queremos voltar com conexões que possam gerar parcerias, investimentos, intercâmbio de conhecimento e novos caminhos para que empresas brasileiras possam acessar outros mercados”, afirmou.

Segundo ela, a participação no encontro também permite às empreendedoras brasileiras conhecer as experiências de outros países na criação de ambientes mais favoráveis ao desenvolvimento de negócios de base tecnológica liderados por mulheres e à expansão dessas empresas.

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09/09/2026 20:30h

O euro, por sua vez, encerrou o pregão cotado a R$ 5,94

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O dólar fechou esta quarta-feira (9) em alta de 0,38%, negociado a R$ 5,10. A moeda americana registrou leve valorização frente ao real nesta manhã, acompanhando o fortalecimento da moeda americana no exterior. O movimento ocorre em um cenário de maior cautela nos mercados, com o petróleo negociado acima dos US$ 100 por barril

A alta da commodity ocorre em meio ao aumento das tensões no Oriente Médio e amplia as preocupações dos investidores com os efeitos sobre a inflação mundial. O encarecimento da energia pode pressionar preços e influenciar as decisões dos principais bancos centrais.

Nos Estados Unidos, os rendimentos dos Treasuries, títulos do Tesouro americano, avançaram ao longo da curva. Juros mais elevados no país tendem a aumentar a procura por ativos denominados em dólar e exercem pressão sobre moedas de mercados emergentes.

Às 10h10, o dólar avançava 0,16% no mercado brasileiro, negociado a R$ 5,09. O cenário internacional contribuiu para o aumento da aversão ao risco, diante da combinação entre tensões geopolíticas, petróleo mais caro e juros elevados nos Estados Unidos.

Apesar da pressão externa, a valorização do dólar frente ao real permanece limitada. O Brasil é exportador de petróleo e pode se beneficiar do aumento das cotações da commodity, com melhora das receitas provenientes das vendas ao exterior. Esse efeito pode favorecer o fluxo de recursos para o país e reduzir parte da pressão sobre o câmbio.

O mercado também acompanha os próximos indicadores de inflação dos Estados Unidos, que podem trazer novas sinalizações sobre a trajetória dos juros americanos e influenciar o comportamento do dólar nos próximos pregões.

O índice DXY, que mede a força do dólar frente a outras moedas globais, fechou aos 98,78 pontos.

 

Cotação do euro

O euro, por sua vez, encerrou o pregão cotado a R$ 5,94.

 

Cotações

A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.
 

Código 🇧🇷 BRL 🇺🇸 USD 🇪🇺 EUR 🇬🇧 GBP 🇯🇵 JPY 🇨🇭 CHF 🇨🇦 CAD 🇦🇺 AUD
🇧🇷 BRL 1 0,1957 0,1683 0,1445 30,0620 0,1586 0,2702 0,2713
🇺🇸 USD 5,1091 1 0,8598 0,7382 153,59 0,8103 1,3807 1,3857
🇪🇺 EUR 5,9419 1,1631 1 0,8586 178,65 0,9425 1,6059 1,6117
🇬🇧 GBP 6,9185 1,3547 1,1647 1 208,06 1,0976 1,8704 1,8770
🇯🇵 JPY 3,32642 0,651084 0,55977 0,480631 1 0,5276 0,89895 0,90220
🇨🇭 CHF 6,3051 1,2341 1,0610 0,9111 189,56 1 1,7039 1,7101
🇨🇦 CAD 3,7003 0,7243 0,6227 0,5347 111,24 0,5869 1 1,0036
🇦🇺 AUD 3,6869 0,7217 0,6205 0,5327 110,84 0,5848 0,9964 1

 

Os dados são da Investing.com.     
 

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09/09/2026 20:00h

O volume total negociado na B3 foi de R$ 26.504.386.582, em meio a 3.711.972 de negócios

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O Ibovespa operou em queda na manhã desta quarta-feira (9), encerrando o pregão aos 185.608 pontos, pressionado pelo cenário externo e pelo avanço dos juros futuros. Às 10h30, o principal índice da bolsa brasileira recuava 0,41%, aos 186.594 pontos.

O mercado acompanha os efeitos da alta do petróleo, negociado acima dos US$ 100 por barril. A valorização da commodity aumenta as preocupações com a inflação, já que preços mais elevados de energia podem pressionar custos de produção e transporte e influenciar a trajetória dos juros em diferentes economias.

No mercado brasileiro, o movimento favorece as empresas do setor de petróleo. A combinação entre petróleo mais caro, preocupação com a inflação e avanço dos juros mantém os investidores atentos ao cenário internacional e influencia o desempenho das ações ao longo do pregão.

 

Maiores altas e quedas 

Ações em alta no Ibovespa

  • Manufatura de Brinquedos Estrela SA Pfd (ESTR4) +17,60%
  • Sequoia Logistica e Transportes SA (SEQL3F) +16,67%

Ações em queda no Ibovespa

  • Paranapanema S.A. (PMAM3F) -16,33%
  • Paranapanema S.A. (PMAM3) -16,33%

 

O volume total negociado na B3 foi de R$ 26.504.386.582, em meio a 3.711.972 de negócios.

Os dados da bolsa podem ser consultados no site da B3.  
 

O que é o Ibovespa e como ele funciona?

O Ibovespa (Índice Bovespa) é o principal indicador do mercado acionário brasileiro. Calculado pela B3, ele reflete a média do desempenho das ações mais negociadas na bolsa, com base em critérios de volume e liquidez. O índice é composto por uma carteira teórica de ativos, que representa cerca de 80% do volume financeiro total negociado no mercado.

O que é a B3, a bolsa de valores do Brasil?

A B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) é a bolsa de valores oficial do Brasil, sediada em São Paulo. É responsável pela negociação de ações, derivativos, títulos públicos e privados, câmbio e outros ativos financeiros. A B3 está entre as maiores bolsas do mundo em infraestrutura e valor de mercado.   

 

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09/09/2026 19:23h

Soja avança no interior do Paraná e recua em Paranaguá; trigo registra alta no Paraná e no Rio Grande do Sul

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A saca de 60 quilos da soja inicia a quinta-feira (10) em alta no interior do Paraná e com recuo na região litorânea de Paranaguá. 

No mercado paranaense, o grão apresenta alta de 0,13%, com a saca negociada a R$ 152,43. Em Paranaguá, o recuo foi de 0,21%, levando a cotação para R$ 160,12.

 

INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANÁ

Data Valor R$* Var./Dia Var./Mês Valor US$*
09/09/2026 152,43 0,13% 0,74% 29,84
08/09/2026 152,23 0,09% 0,61% 29,90
04/09/2026 152,10 0,28% 0,52% 29,65
03/09/2026 151,68 -0,61% 0,24% 29,72
02/09/2026 152,61 -0,29% 0,86% 29,88

 

INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANAGUÁ 

Data Valor R$* Var./Dia Var./Mês Valor US$*
09/09/2026 160,12 -0,21% 0,43% 31,34
08/09/2026 160,46 -0,25% 0,64% 31,51
04/09/2026 160,87 0,46% 0,90% 31,36
03/09/2026 160,14 -0,53% 0,44% 31,38
02/09/2026 160,99 -0,09% 0,97% 31,52

 

Trigo

O trigo tem aumento de preço no Rio Grande do Sul e no Paraná.

No Paraná, a tonelada do cereal é comercializada a R$ 1.462,05. No Rio Grande do Sul, o produto é vendido a R$ 1.361,39.

 

PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - RIO GRANDE DO SUL

Data Valor R$/t* Var./Dia Var./Mês Valor US$/t*
09/09/2026 1.361,39 0,47% 0,92% 266,47
08/09/2026 1.355,06 0,00% 0,45% 266,11
04/09/2026 1.355,06 -0,32% 0,45% 264,14
03/09/2026 1.359,38 0,26% 0,77% 266,34
02/09/2026 1.355,88 0,56% 0,51% 265,44

 

PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - PARANÁ

Data Valor R$/t* Var./Dia Var./Mês Valor US$/t*
09/09/2026 1.462,05 0,04% 0,39% 286,17
08/09/2026 1.461,42 0,27% 0,34% 287,00
04/09/2026 1.457,55 0,07% 0,08% 284,12
03/09/2026 1.456,52 0,20% 0,01% 285,37
02/09/2026 1.453,63 -0,29% -0,19% 284,58

 

Os dados são do Cepea.

 

O que é uma saca de soja ou de trigo? Entenda a unidade de medida no mercado de grãos

A saca de soja e a saca de trigo são as principais unidades de comercialização de grãos no Brasil. Cada saca equivale a 60 quilos, padrão adotado por órgãos oficiais como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

Esse formato padronizado facilita o comércio da soja e do trigo, além de permitir um acompanhamento mais preciso das cotações e variações de preços no mercado nacional.

 

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