Cadastro de mídia

TERMO DE USO E PARCERIA

TERMO DE USO E PARCERIA

Regras de Uso

1º - A utilização gratuita e livre dos materiais produzidos pelo Brasil 61 só será permitida depois que este termo de parceria for aceito pelo usuário, prevendo as seguintes regras:

a) A utilização do material - na íntegra, ou em partes - só será permitida desde que as informações não sejam distorcidas, manipuladas ou alteradas.

b) Não é necessário a identificação do Brasil 61 na hora da replicação do conteúdo. Mas toda e qualquer veiculação de áudios produzidos pelo Brasil 61 prevê o cadastro no site, com a disponibilização de dados que serão utilizados para a organização do mailing desta empresa,

2º - OBRIGAÇÕES DO BRASIL 61

a) O Brasil 61 se compromete, a partir deste termo de uso, a produzir conteúdo particularizado diariamente, trazendo informações de dia-a-dia e bastidores do Planalto Central, além de outras temáticas de relevância do noticiário nacional. 

b) O acesso ao conteúdo jornalístico (na versão de leitura) é livre e gratuito, podendo ser replicado por qualquer usuário que acesse o site. O download do áudio para que seja utilizado na programação das rádios requer que o radialista realize o login no site do Brasil 61 - informando e-mail e senha cadastrados. 

3º - OBRIGAÇÕES DOS COMUNICADORES PARCEIROS

Não alterar o sentido dos materiais, ou distorcer fala de entrevistados ou mudar a conotação das mensagens dos materiais. 

ADENDOS IMPORTANTES SOBRE A PARCERIA

a) O Brasil 61 poderá distribuir conteúdo patrocinado com ou sem assinatura dos clientes patrocinadores do boletim e sem aviso prévio ao comunicador. 

b) As rádios parceiras não vão ter participação financeira sobre o faturamento do Brasil 61.

c) Os comunicadores podem patrocinar os conteúdos do Brasil 61, desde que não alterem o sentido e a conotação dos conteúdos oferecidos. Nesses casos, o Brasil 61 não terá participação nos lucros conquistados pelos veículos parceiros. 

Ao clicar em ACEITO, a emissora aqui cadastrada afirma concordar e estar ciente de todas as condições apresentadas neste Termo de Utilização de Conteúdo.

Ciência & Tecnologia

18/10/2020 00:00h

Entidades do setor de telecomunicações elaboraram uma carta aberta para alertar a necessidade de se ter uma legislação municipal atualizada que permita a expansão da conectividade

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A Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (FIEMG) e cinco grandes entidades ligadas ao comércio, às telecomunicações e à tecnologia: ABRINTEL, ACMinas, Brasscom, Conexis Brasil Digital, FIEMG e SINDINFOR, encaminharam uma carta aberta a população de Belo Horizonte e ao órgão legislativo municipal dando apoio ao projeto de lei que moderniza a Lei das Antenas no estado.

O objetivo é preparar a região para chegada da tecnologia 5G, além de permitir a expansão da conectividade e o avanço da economia digital.

Na carta, as entidades citam a regulamentação já realizada em outros estados do país e as recomendações do Governo Federal por meio de decretos que incentivam a modernização da pauta. “É fundamental que a cidade de Belo Horizonte esteja alinhada com a política nacional de telecomunicações, na linha do que tem sido adotado em outros grandes municípios brasileiros, para que a cidade se beneficie do desenvolvimento econômico-social que a telefonia celular propicia”, cita.

O Projeto de Lei 851/2019 está em tramitação no legislativo municipal.

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O projeto tem o objetivo de alavancar o desenvolvimento regional sustentável com serviços e produtos criados por institutos de ciência e empresas de tecnologia

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Está em construção uma plataforma digital que vai agregar soluções tecnológicas para a convivência com o Semiárido. Com o objetivo alavancar o desenvolvimento regional sustentável, a  Plataforma Sabiá vai disponibilizar serviços e produtos criados por institutos de ciência e tecnologia, além de empresas de startups de base tecnológica. 

A região que registra altas temperaturas, chuvas escassas e longos períodos de estiagem contará com um cronograma de implantação com a inserção de startups, capacitação de pessoas e certificação de empresas, além da fomentação de novas técnicas de inovação para as escolas agrárias do país e até financiamento de algumas empresas incubadas para que elas façam as aplicações das tecnologias no campo.

     A plataforma é um projeto estratégico da Rota da Economia Circular, iniciativa da Rota de Integração Nacional, desenvolvida pelo Ministério do Desenvolvimento Regional (MDE). Em parceria com a Universidade Federal Rural do Semiárido (Ufersa), o projeto receberá um investimento federal de R$ 1 milhão.

Parceria entre Brasil e Alemanha incentiva pesquisa sobre tecnologia em manufatura

Investimento em inovação pode ajudar Brasil sair da crise

O objetivo é promover o consumo consciente e sustentável, além da gestão de energias renováveis. A expectativa é que o painel digital seja lançado ainda em 2020 e que também seja criada uma versão para aplicativo de celular.

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06/10/2020 00:00h

Evento promovido pelo Sebrae reuniu diretoria e especialistas para debater sobre inovação nos pequenos negócios e retomada da economia no cenário de pandemia

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Com a crise gerada pela pandemia do novo coronavírus, a economia também sofreu fortes impactos em 2020. Para a retomada do setor, a inovação nos pequenos negócios pode ser uma aliada para driblar a crise. A conclusão foi tirada de um encontro virtual realizado na última quinta-feira (1º), que faz parte da programação especial do Mês da Inovação do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae).  

Durante todo o mês de outubro, o Sebrae preparou uma programação intensa. O ponto alto do Mês da Inovação será a realização do Case & Startup Summit 2020. 

O presidente do Sebrae, Carlos Melles, destacou, durante o encontro, a importância das parcerias firmadas com as instituições que vão participar da programação. Em especial, ele ressaltou o apoio do ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Marcos Pontes, da Associação Brasileira de Startups e do Facebook.

Eleições municipais: Sebrae lança guia com soluções empreendedoras para candidatos

O diretor técnico do Sebrae, Bruno Quick, afirmou que a pandemia acelerou os processos que já vinham sendo percebidos na economia. Ele comentou que a inovação se tornou algo imprescindível e urgente para as empresas. 

O encontro virtual recebeu também a jornalista Maria Prata, que ressaltou que empreendedores bem sucedidos são aqueles que sabem explorar os momentos de mudança como oportunidades para produtos e serviços inovadores. 

Para saber mais sobre o Mês da Inovação, acesse sebrae.com.br.

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01/10/2020 10:50h

Representantes de entidades de pesquisa dos dois países se reuniram para debater ações futuras na última terça-feira (29)

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Brasil e Alemanha trabalham juntos em uma iniciativa para incentivar a pesquisa sobre tecnologia em manufatura. Trata-se do programa Bragecrim, fruto de uma parceria entre a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) e a Fundação Alemã de Pesquisa. 

O principal objetivo do programa é a cooperação e o fortalecimento sustentável do setor industrial de ambos os países. Na última terça-feira (29), representantes dos dois países se reuniram para alinhar e planejar as ações a serem realizadas, de modo virtual.  Essa troca de conhecimento ocorrer uma vez por ano. 

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Grupo de alunos desenvolveu um adesivo para luvas capaz de estender a duração das propriedades do álcool em gel

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A equipe de garagem do SESI Canaã Goiânia, Aghaton, foi premiada no Torneio SESI de Robótica – Desafio Covid-19 com o prêmio de Melhor Proposta de Impacto Social. O grupo de seis alunos do ensino médio desenvolveu a Égide, um adesivo para luvas capaz de estender a duração das propriedades do álcool em gel. A ideia do projeto surgiu a partir da percepção dos estudantes de que as mãos são a principal forma de contágio da Covid-19. 

“Enxergamos a necessidade de criar uma solução que envolvesse a mão e a proteção dela. A Égide é importante para todas as pessoas que vão sair de casa para fazer alguma atividade. Por exemplo, pegar metrô, ônibus, ir ao supermercado, profissionais que trabalham na distribuição de alimentos. Essas pessoas precisam da Égide porque ela vai proteger as mãos da possível contaminação pela Covid-19”, explica o estudante participante da equipe Aghaton, Miguel Silva Dutra, de 17 anos. 

Na prática, o produto cria uma estrutura microporosa capaz de absorver o álcool em gel, evitar a evaporação e mantendo a sua funcionalidade por até três horas. O projeto é adaptável e há a possibilidade de uso em outras formas, como em tapetes sanitizantes, por exemplo. 

Miguel acredita que a Égide pode ser utilizada em massa pela população. “Ela (Égide) foi pensada justamente para ter escala industrial. Ela tem o menor custo possível, conseguimos manter a eficiência dela. Realmente pode ser produzida em larga escala”, completa. 

A equipe Aghaton é formada por membros de outros times de robótica, que já participaram de outros torneios. Lucas Souza, de 19 anos, era competidor das equipes de robótica do SESI. Ao saberem da Desafio Covid-19, os integrantes da Aghaton o convidaram para ser o técnico da equipe. “Não sou nenhum professor e técnico. Minha primeira experiência como técnico foi com essa equipe. Os meninos me chamaram e aceitei, já que já tinha idade suficiente”, diz. 

 



Outro prêmio para Goiânia

Além da equipe Aghaton, outro time competidor de Goiânia foi premiado no Torneio SESI de Robótica – Desafio Covid-19. A equipe TITANS, do SESI Planalto, desenvolveu o Limogel, álcool em gel à base de casca de laranja que evita incêndios e não resseca as mãos. O produto rendeu ao grupo o segundo lugar geral na competição, ficando atrás apenas da equipe do SESI Birigui, em São Paulo, que criou um filtro sanitizante para vasos sanitários.  

O Limogel é feito à base do limoneno – substancia encontrada na casca da laranja – capaz de afetar diferentes agentes patogênicos. A substância já havia sido submetida a testes contra alguns vírus como o da dengue, da febre amarela e da gripe aviária. Componente natural, o limoneno evita eventuais problemas trazidos pelo álcool em gel, já que a substância é atóxica e ininflamável.

Ao todo, sete equipes foram premiadas: primeiro, segundo e terceiro lugares no geral, e ainda prêmios para o Melhor Projeto de Pesquisa; Melhor Projeto em Criatividade e Inovação; Melhor Proposta de Empreendedorismo e, também, de Impacto Social.

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Grupo de estudantes do SESI Birigui (SP) desenvolveu produto capaz de eliminar 99,99% do vírus em fezes e urina de pessoas contaminadas

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Com o projeto de um filtro sanitizante para vaso sanitário, alunos da unidade do SESI de Birigui, em São Paulo, venceram o Torneio SESI de Robótica – Desafio Covid-19. Os jovens da equipe Big Bang, com idade entre 13 e 16 anos, desenvolveram o FREETOILET, produto capaz de eliminar 99,99% do vírus causador da Covid-19 presentes em fezes e urina de pessoas contaminadas. 

De acordo com a pesquisa feita pelos estudantes, a descarga pode espalhar as partículas do agente patogênico no ar, ficando suspensas no ambiente por até duas horas ou se alojando em superfícies. O FREETOILET é inserido dentro do vaso, próximo às saídas de água e, quando a descarga é acionada, a água passa pelo filtro, liberando as substâncias que atuam contra o vírus.



O técnico da equipe SESI Big Bang, Valter Moreno Carvalhal Júnior, explica que o coronavírus se espalha pelo ambiente do banheiro mesmo que a tampa do vaso não esteja aberta.  “Mesmo que fecha a tampa do vaso, ainda assim não resolve o problema. Era necessário um produto que eliminasse a Covid-19 antes que pessoa desse a descarga. O FREETOILET elimina o vírus em 99,99% em menos de um minuto. Foram realizados diversos testes na UNICAMP e isso ficou comprovado através de um laudo víruscida”, diz. 

O grupo de alunos também teve preocupação em tornar o filtro sanitizante sustentável. Para fazer o produto, foi usado o plástico verde, feito com bagaço da cana-de-açúcar. O protótipo foi confeccionado com a ajuda de uma impressora 3D do laboratório de fabricação digital (Fab Lab Escola SESI-SP) e os estudantes conseguiram implementá-lo em uma clínica odontológica. 

Uma das integrantes da equipe Big Bang, Bianca Gajardoni, estudante do 1º ano do ensino médio, destaca que a participação no torneio de forma remota foi uma experiência nova para todos os envolvidos. “A competição aconteceu totalmente de forma virtual. Foi uma experiência tanto para os estudantes, quanto para os juízes, para a organização, porque estamos enfrentando esse momento de pandemia. Mas o mais interessante é que isso não foi impedimento para incentivar os participantes da competição”, pontua. 



O torneio

O Torneio SESI de Robótica – Desafio Covid-19 teve quase dois mil estudantes inscritos de escolas públicas e particulares de todo o país. Ao todo, foram pouco menos de 400 equipes disputando as primeiras colocações. A competição tinha o objetivo de estimular o desenvolvimento de projetos de diagnóstico, prevenção ou combate ao coronavírus.

Sete equipes foram premiadas: primeiro, segundo e terceiro lugares no geral, e ainda prêmios para o Melhor Projeto de Pesquisa; Melhor Projeto em Criatividade e Inovação; Melhor Proposta de Empreendedorismo e, também, de Impacto Social.

Todas as sete vencedoras receberam medalhas individuais por competidor e um troféu por equipe, da respectiva categoria conquistada. Além disso, as três primeiras colocadas foram convidadas a expor seus projetos em um stand exclusivo, durante o próximo Festival SESI de Robótica, previsto para ocorrer em maio de 2021.

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Projeto faz uso da luz UV-C para desinfecção. Competição tinha foco no combate à Covid-19

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A fácil infecção pelo coronavírus através do ar ou simples contato com superfícies contaminadas afastou a população de táxis e transportes por aplicativo e obrigou os trabalhadores da área a adaptarem os veículos para a viagem mais segura de passageiros. Ainda assim, o risco de contaminação de usuários e motoristas é alto, já que diferentes pessoas passam pelo mesmo local todos os dias, mesmo com a circulação reduzida nas cidades. 

Pensando nisso, um grupo de oito alunos do colégio particular COESI, de Aracaju, desenvolveu um sistema de desinfecção para transportes particulares com uso da luz UV-C, chamado de SAFETRIP. O projeto rendeu à equipe ROBOCOE o terceiro lugar geral no Torneio SESI de Robótica – Desafio Covid-19. 

Os estudantes criaram o produto a partir da percepção de que, no transporte privado de passageiros, ainda não havia proteção eficaz tanto para motoristas quanto para os usuários. Na prática, o sistema é de fácil uso. Entre uma viagem e outra, o motorista aciona uma lâmpada que emite a luz UV-C por três minutos, tempo suficiente para a desinfecção do ambiente.

“Vimos que aplicativos de transporte exigiram que os motoristas colocassem um biombo que dividisse a relação entre passageiro e motorista. A relação passageiro com passageiro não havia proteção, já que um sai e outro entra. Quando o passageiro sai, a luz é ligada. Fizemos teste com radiômetro e conferimos que a radiação não passava para o motorista. Quando apaga a luz, automaticamente acaba a radiação”, explica o técnico da equipe, Hélio Igor. “O aparato custa R$ 350. É barato e eficaz. Só com material de limpeza o custo é de cerca de R$ 200 por mês, além do risco de limpar a parte traseira. Com o sistema de desinfecção, só se gasta uma vez. Pessoas passaram a confiar mais nos carros em que aplicamos o sistema e tinham o selo SAFETRIP de proteção ”, completa. 

Equipe do SESI Goiás é premiada em torneio nacional de robótica focado no combate à Covid-19

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O projeto demorou aproximadamente três meses para ficar pronto. A equipe ROBOCOE teve a preocupação de desenvolver algo que fosse viável, eficaz e que alcançasse toda a população, sem restrição de idade. Além de eliminar o coronavírus, o produto também atua contra outros tipos de vírus, bactérias e fungos. Hélio Igor diz que há a possibilidade de produção do sistema de desinfecção em larga escala. Segundo Igor, já há uma fabricante de lâmpadas UV-C interessada no projeto.

“Estamos agora no processo de patente, de registro da solução. É um produto escalável, já foi estudado pela empresa. Já se dispuseram a ser fornecedor das lâmpadas em um primeiro momento, e depois avaliar venda em larga escala. O sistema tem um valor de mercado muito efetivo e há grande chance de ser multiplicado”, diz o técnico. 

Uma das integrantes da equipe ROBOCOE, Sofia Machado Menezes, estudante do 9º ano do ensino fundamental, ressalta a importância do projeto em meio à pandemia e destaca o trabalho em equipe realizado para a conclusão do produto. “É perceptível que nosso projeto é de suma importância, visto que mesmo com o coronavírus, ainda existe mais de 15,4 milhões de pessoas que utilizam o serviço de transporte privado. O SAFETRIP garante segurança a todos durante a corrida”, diz. “Ao decorrer do projeto, percebemos a importância do trabalho em equipe. Todos utilizaram suas habilidades e nos ajudamos mutualmente”, completa. 



O torneio

O Torneio SESI de Robótica – Desafio Covid-19 teve quase dois mil estudantes inscritos de escolas públicas e particulares de todo o país. Ao todo, foram pouco menos de 400 equipes disputando as primeiras colocações. A competição tinha o objetivo de estimular o desenvolvimento de projetos de diagnóstico, prevenção ou combate ao coronavírus.

Sete equipes foram premiadas: primeiro, segundo e terceiro lugares no geral, e ainda prêmios para o Melhor Projeto de Pesquisa; Melhor Projeto em Criatividade e Inovação; Melhor Proposta de Empreendedorismo e, também, de Impacto Social.

Todas as sete vencedoras receberam medalhas individuais por competidor e um troféu por equipe, da respectiva categoria conquistada. Além disso, as três primeiras colocadas foram convidadas a expor seus projetos em um stand exclusivo, durante o próximo Festival SESI de Robótica, previsto para ocorrer em maio de 2021.
 

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Alunos do time Francodroid, do colégio Franco Brasileiro, venceram o prêmio Melhor Proposta de Empreendedorismo do Torneio SESI de Robótica – Desafio Covid-19

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Uma equipe de robótica composta por sete alunos do ensino médio do colégio Franco Brasileiro, no Rio de Janeiro, foi premiada no Torneio SESI de Robótica – Desafio Covid-19 com o prêmio de Melhor Proposta de Empreendedorismo. A equipe Francodroid desenvolveu o EPPE (Empurra a Porta com o Pé), mecanismo que possibilita que portas, com algum tipo de resistência, por peso ou por empregarem molas, sejam abertas com o mínimo de esforço e utilizando os pés.

“A gente queria contribuir no momento, agora, para de fato ajudar a sociedade. Tentar minimizar os impactos da Covid-19. A ideia do grupo era criar algo simples, viável, que qualquer pessoa pudesse ter em casa ou nos estabelecimentos comerciais”, diz a técnica da equipe e professora de robótica, Rosângela Nezi. 

O EPPE utiliza-se da geometria para simplificar o movimento de abertura da porta. Uma porta que antes precisava ser puxada, pode ser empurrada, graças à parte protuberante do produto. Além de atuar contra a contaminação pelo coronavírus através de superfícies contaminadas, também beneficia pessoas com mobilidade e/ou equilíbrio reduzidos. O uso é recomendado para residências, mas também para lugares com grande circulação de pessoas, como portarias e centros comerciais. 

Foto: Equipe Francodroid

BA: Projeto de esterilização de livros por ozônio é premiado em torneio nacional de robótica com foco no combate à pandemia

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Segundo Rosângela Nezi, o baixo custo e a fácil aplicação do EPPE tornam o produto com chance real de ser comercializado em larga escala. “É um produto barato e acessível. A gente tem contato com algumas empresas de materiais de construção que têm interesse em levar para frente a ideia, produzir e vender em larga escala. Acho que a chance é bem grande de ele ser multiplicado. Nosso objetivo desde o começo era fazer algo acessível e que alcançasse o maior número de pessoas possível”, diz.  

Devido à necessidade de distanciamento social, todo o projeto foi desenvolvido de forma remota. Uma das integrantes da equipe Francodroid, Helena Marques, aluna do 2º ano do ensino médio, relata a experiência em participar do Torneio SESI de Robótica – Desafio Covid-19.

“É importante tentar ajudar uns aos outros. Esse projeto foi uma boa oportunidade para colocar isso em prática. Realizamos vídeo chamadas, utilizamos whatsapp, Google Docs para interagirmos. É muito bom ter a chance de mudar o mundo. Melhor ainda, além de ajudar o próximo, quando nosso trabalho é reconhecido”, relata a estudante. 



Desafio Covid-19

Com o objetivo de estimular o desenvolvimento de projetos de diagnóstico, prevenção ou combate ao coronavírus, a competição teve quase dois mil estudantes inscritos de escolas públicas e particulares de todo o país. Ao todo, foram pouco menos de 400 equipes disputando as primeiras colocações. 

Sete equipes foram premiadas: primeiro, segundo e terceiro lugares no geral, e ainda prêmios para o Melhor Projeto de Pesquisa; Melhor Projeto em
Criatividade e Inovação; Melhor Proposta de Empreendedorismo e, também, de Impacto Social.

Todas as sete vencedoras receberam medalhas individuais por competidor e um troféu por equipe, da respectiva categoria conquistada. Além disso, as três primeiras colocadas foram convidadas a expor seus projetos em um stand exclusivo, durante o próximo Festival SESI de Robótica, previsto para ocorrer em maio de 2021.
 

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Equipe do SESI Candeias, na Bahia, venceu a categoria de melhor projeto em pesquisa

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Com o objetivo de reduzir o impacto causado pela Covid-19 no empréstimo de livros, a equipe Robolife, do SESI Candeias, na Bahia, desenvolveu uma cabine esterilizadora que utiliza o gás ozônio para agente desinfetante. Quatro alunas da unidade desenvolveram um sistema de ventoinhas que, quando acionado, desinfeta o livro que fica aberto em uma prateleira. Assim, o ar junto com o ozônio perpassa todo o conteúdo do livro e garante o processo de desinfecção. O procedimento dentro da cabine leva cerca de um minuto.

O projeto rendeu às alunas do SESI Candeias o prêmio de Melhor Projeto em Pesquisa no Torneio SESI de Robótica – Desafio Covid-19. A equipe Robolife concorreu com outros 400 times, compostos por quase dois mil estudantes de escolas públicas e privadas de todo o país. Entre o tempo de pesquisa e a entrega do protótipo, o grupo Robolife levou cerca de um mês e meio.

Foto: SESI Candeias

“Foi muito prazeroso trabalhar em prol de algo que estamos vivendo. Terminamos o primeiro protótipo, ele funciona, já está em processo de aprimoramento. Estamos desenvolvendo algumas melhorias. Vamos em busca de colocar um equipamento desse (cabine) em cada unidade do SESI/SENAI aqui da Bahia para que possam auxiliar na desinfecção do coronavírus. É a nossa meta. Acreditamos que tem chance de ser usado não só durante a pandemia, porque o livro quando é emprestado, independente da pandemia ou não, pode conter vírus, bactérias”, diz o técnico da equipe, Clóvis Campagnolo. 

Uma das quatro integrantes da equipe, Natália de Jesus, de 14 anos, explica que a ideia da cabine esterilizadora surgiu a partir do entendimento do grupo de que o projeto deveria ser em algo pouco focado pela população, como a contaminação pelo coronavírus através do empréstimo de livros.

“Quando fomos pesquisar sobre o que iríamos tratar, queríamos que fosse algo diferente. Sabíamos que vinham surgindo várias coisas relacionadas ao combate ao coronavírus, mas vimos que os livros não estavam no foco das pessoas. Queríamos seguir por uma vertente que as pessoas não estivessem olhando muito. Vimos que essa seria uma vertente boa para se seguir”, diz. 

A estudante do SESI Candeias destaca ainda que precisou conciliar as aulas online com o desenvolvimento do projeto. “Foi tudo diferente. Tudo remoto. Tivemos que conciliar aulas com reuniões, mas no final deu tudo certo. Estamos muito felizes com o resultado”, completa. 



Prêmios

No Torneio SESI de Robótica – Desafio Covid-19, sete equipes foram premiadas: primeiro, segundo e terceiro lugares no geral, que ficaram com as equipes SESI Birigui (SP), SESI Planalto (GO) e Colégio COESI Aracaju (SE), respectivamente. Houve também premiação para o Melhor Projeto de Pesquisa (SESI Candeias); Melhor Projeto em Criatividade e Inovação (SESI Biotech – SP); Melhor Proposta de Empreendedorismo (Colégio Franco Brasileiro–RJ) e, também, de Impacto Social (SESI Canaã-GO). 

Todas as sete vencedoras receberam medalhas individuais por competidor e um troféu por equipe, da respectiva categoria conquistada. Além disso, as três primeiras colocadas foram convidadas a expor seus projetos em um stand exclusivo, durante o próximo Festival SESI de Robótica, previsto para ocorrer em maio de 2021.
 

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SESI Biotech ganhou destaque como melhor projeto em Criatividade e Inovação. Competição tinha foco no combate à Covid-19

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A pandemia de Covid-19 trouxe junto a ela a necessidade de higienização de mercadorias, já que o coronavírus pode sobreviver por vários dias na superfície de diferentes materiais. Pensando nisso, a equipe SESI Biotech, da unidade de Barra Bonita, em São Paulo, desenvolveu o “Bioclean”, sistema sanitizante para estabelecimentos comerciais. A ideia é simples e necessária para os tempos de pandemia: uma estrutura feita de acrílico, que pode ser acoplada ao caixa dos estabelecimentos comerciais, e que forma uma passagem nebulizadora pela qual o produto passa e é higienizado.

O projeto rendeu a SESI Biotech o prêmio de melhor projeto em Criatividade e Inovação, do Torneio SESI de Robótica – Desafio Covid-19. A equipe formada por seis alunos concorreu com quase dois mil estudantes de escolas públicas e privadas de todo o país e 400 times. 

“O Bioclean veio para revolucionar a maneira como higienizamos os produtos. Ele tem bicos nebulizadores que sanitizam os produtos logo após a compra e os clientes pode levar as compras para casa já higienizadas”, explica a analista e técnica da equipe, Ana Maria Papili Pagini. “Demorou uns 20 dias para ficar pronto depois da ideia toda escrita e desenhada. O projeto foi incrível. Durante a pandemia, fazer algo que vai ser um diferencial na questão da prevenção é algo muito importante.” 

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Os alunos desenharam o produto em softwares de programação 3D. O projeto foi enviado para um dos laboratórios da rede Fab Lab Escola SESI-SP, onde foi feito o corte na máquina a laser. 

Devido à necessidade de distanciamento social, o trabalho foi feito de forma remota. Mesmo assim, Ana Maria destaca que isso não foi um empecilho para a continuidade do projeto. A técnica da equipe acredita ainda que há a real possibilidade de amplo uso do Bioclean pela sociedade.

“Conseguimos trabalhar muito bem à distância. Isso nos mostra que a distância não é um empecilho para o trabalho em equipe. Acredito que esse projeto tem muita possibilidade de ser multiplicado em muitos outros lugares. É um projeto simples, de fácil instalação, de fácil funcionamento, de custo baixo. Tem tudo para dar certo. É uma solução simples, mas uma excelente solução para higienização dos objetos e mercadorias”, completa. 

Foto: Equipe SESI Biotech

Uma das alunas participantes do projeto, Laura Mariano, de 15 anos, explica que o Bioclean foi pensado com base na solução de problemas em massa, ou seja, a equipe queria desenvolver um produto que ajudasse toda a população no combate à pandemia, e não um grupo específico de pessoas.

“Pensamos nesse projeto porque queríamos solucionar um problema que afetasse toda a comunidade. Não importasse a idade, a pessoa que fosse prejudicada por esse problema. Pensamos nas embalagens de estabelecimentos comerciais, ou objetos pessoais. Pensamos que as pessoas fazem as compras e, às vezes, esquecem de higienizá-las. Queríamos solucionar o problema de uma forma fácil e rápida”, destaca Lura. 

Premiação

Sete equipes foram premiadas: primeiro, segundo e terceiro lugares no geral, e ainda prêmios para o Melhor Projeto de Pesquisa; Melhor Projeto em Criatividade e Inovação; Melhor Proposta de Empreendedorismo e, também, de Impacto Social.

Todas as sete vencedoras receberam medalhas individuais por competidor e um troféu por equipe, da respectiva categoria conquistada. Além disso, as três primeiras colocadas foram convidadas a expor seus projetos em um stand exclusivo, durante o próximo Festival SESI de Robótica, previsto para ocorrer em maio de 2021.
 

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